VIDA URBANA NO FUTURO

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1 SIVA MAGAZINE Nº 15 Trimestral Outono VIDA URBANA NO FUTURO Audi promove ideias arrojadas LOJAS DE LUXO Um passeio pela Avenida VOLKSWAGEN SHARAN O orgulho de nascer em Portugal

2 Editorial A VIDA É BELA! O reconhecimento como prémio pelo valor dos serviços prestados é uma parte muito importante na vida das pessoas, das empresas e das instituições. E hoje, face ao difícil momento que atravessamos, essa afirmação tem um peso bem mais expressivo, como um tónico suplementar para atravessar com sucesso os enormes desafios que se colocam às pessoas e organizações em Portugal. Por isso queremos partilhar com os nossos leitores a alegria que tivemos ao ver a SIVA distinguida como o Melhor Importador Volkswagen, com o que significa para uma empresa portuguesa virada para o mercado português, que vive tempos particularmente exigentes, e no contexto do grandioso mundo Volkswagen. E se o fazemos não é por vaidade, mas como prova que uma equipa dedicada, entusiasta e orgulhosa em torno de um projecto vivido intensamente com os nossos Parceiros e Concessionários, virada para o mercado e para os clientes e com uma visão para o futuro, foi reconhecida pela Volkswagen. Por razões semelhantes, destacamos o lançamento do novo Volkswagen Sharan, no mercado português e a nível internacional, que assinala uma nova etapa na renovação do forte investimento que o Grupo Volkswagen faz no nosso país, através da Autoeuropa. Motivo para ouvirmos o seu novo responsável, António Pires, neste momento de grande importância para a empresa, para a Marca e para o País. É de realçar que o Grupo Volkswagen regista um valor de exportações de quase o dobro das importações, e tem um peso muito expressivo na balança comercial portuguesa, vector indispensável para o relançamento do crescimento sustentado da economia. E como o sonho é também fundamental à vida, para não nos limitarmos ao futuro imediatista, trazemos até si um artigo sobre as diferentes visões do futuro da mobilidade e do desenvolvimento urbano para o Mundo de 2030, um interessante debate de ideias que a Audi está a patrocinar já hoje. Mais do que nunca precisamos de ter presente que a vida é bela! FERNANDO MONTEIRO Administrador OUTONO

3 EM DESTAQUE Sumário p.6 especial LOJAS DE LUXO p.26 viagens DESTINOS EM RISCO p.50 lançamento VW SHARAN p.20 prémio IMPORTADOR DO ANO p.38 aniversário SOCIEDADE HÍPICA p.54 mobilidade FUTURO URBANO p.6 especial LOJAS DE LUXO p.12 entrevista PADRE LINO MAIA p.16 efeméride CENTENÁRIO DA REPÚBLICA p.20 prémio IMPORTADOR DO ANO p.22 entrevista ALAIN FAVEY p.24 notícias SALÃO DE PARIS p.26 viagens DESTINOS EM RISCO p.32 ensaio AUDI A1 p.36 eventos A1 EM FESTA p.38 aniversário SOCIEDADE HÍPICA p.44 apresentação VOLKSWAGEN AMAROK p.46 evento WORLD BIKE TOUR p.50 lançamento VOLKSWAGEN SHARAN p.52 entrevista ANTÓNIO PIRES p.54 mobilidade AUDI URBAN FUTURE AWARD p.59 pausa para café CAMANÉ p.60 notícias PESSOAS E EVENTOS p.62 boas ideias COMPRAS p.64 contactos LISTA DE CONCESSIONÁRIOS p.66 a fechar SIRVA-SE Ficha técnica Directora: Mafalda Correia. Redacção, Paginação e Produção: Motorpress Lisboa S.A., Rua Policarpo Anjos, nº4, CRUZ QUEBRADA/DAFUNDO; Tel , Fax ; com o capital social de euros, registada no Registo Comercial de Cascais, nº08613, contribuinte nº Propriedade: SIVA - Sociedade de Importação de Veículos Automóveis S.A., Apartado 9, AZAMBUJA; Tel , Fax ; Publicidade: Dpto. Comercial Motorpress Lisboa; Tel ; Impressão: Fernandes & Terceiro Lda. - Rua Nossa Senhora da Conceição, Carnaxide. Depósito Legal /06. Publicação registada na Entidade Reguladora para a Comunicação Social sob o nº Periodicidade: Trimestral. Quer que um amigo receba a Exclusiva? ESCREVA-NOS PARA: 4 EXCLUSIVA

4 ESPECIAL LOJAS DE LUXO DA AVENIDA DA LIBERDADE Um passeio pela AVENIDA Consta dos rankings mundiais das ruas mais luxuosas, em 35º lugar. A Avenida da Liberdade, em Lisboa, é cada vez mais procurada pelas grandes marcas, que só vivem em terrenos nobres. Siga-nos num passeio pela elegância e o luxo. PRADA, Nº216 Ainda cheira a novo a mais recente loja da Avenida da Liberdade. Depois de um ano inteiro a viver escondida sob tapumes, a primeira loja Prada em Portugal está finalmente de portas abertas. Foram precisos três anos de estudo sobre a melhor localização e de espera para que a inauguração do ano em Lisboa há mesmo quem arrisque, do país se concretizasse. Esse dia chegou no passado mês de Junho. A loja Prada fica no piso térreo do número 216, mas todo o edifício histórico onde se situa sofreu obras de recuperação. O projecto, com 650 metros quadrados distribuídos por dois andares, assinado pelo arquitecto italiano Roberto Baciocchi, tem duas entradas e quatro montras que mostram um interior clássico, em muito semelhante a outras lojas Prada do mundo, com paredes num tom chá verde que dão o mote para que seja incluída no lote das chamadas Prada Green Stores (por oposição aos Prada Epicenters, ex-libris da marca). A música lounge dá as boas-vindas a quem entra neste espaço que, durante anos, albergou um concessionário automóvel. Uma alcatifa alta e suave ampara os passos de quem ali entra. As colunas de mármore originais mantêm-se e jogam na perfeição com o chão, também em mármore preto. Há já algum tempo que a marca italiana queria instalar-se em Portugal. Finalmente, para todos os fãs da melhor moda mundial, esse dia chegou. DOLCE & GABBANA, Nº 258 Antes da chegada da Prada a Lisboa, a loja D&G tinha sido a última grande sensação da Avenida. Em 2007, no segmento de luxo democrático, a dupla italiana de criadores Domenico Dolce & Stefano Gabbana trouxe para Portugal a sua linha mais jovem e acessível, a D&G. Não sendo um espaço gigantesco, os 200 metros quadrados estão bem aproveitados e guardam as linhas D&G Women, D&G Men, D&G Beachwear, D&G Underwear e D&G Sunglasses. O jogo de espelhos e envidraçados ajuda à ilusão de prolongamento da loja, que faz lembrar o deck de um navio. Dividida em três níveis, à entrada salta à vista o puxador da porta, com a palavra Push em letras garrafais. Em frente, em enormes parangonas, o Prada Prada Dolce & Gabbana Dolce & Gabbana fl > 6 EXCLUSIVA OUTONO

5 LOJAS DE LUXO DA AVENIDA DA LIBERDADE omnipresente logo D&G no balcão de atendimento dá as boas vindas ao cliente. O universo trendy e colorido de um mix de culturas, música, pessoas, moda e estilo, bem patentes na filosofia da D&G, estão presentes em todo o espaço. Até mesmo no melhor spot da loja: um pequeno jardim interior, revestido a madeira e pontuado com grandes bambus, que, nos dias mais amenos, é o sítio ideal para um momento chill out, potenciado pela música de fundo. LOUIS VUITTON, Nº 190 Quando fez 150 anos, em 2004, a Louis Vuitton também celebrou a data em Portugal, com a abertura de uma loja na Avenida da Liberdade. Representada no país desde 1988, a marca deixou para trás o espaço que tinha na Rua Augusta para abrir portas na avenida mais luxuosa de Lisboa. Não é exagero dizer que se a Avenida é conhecida como a rua das lojas de luxo, deve-o, em grande parte, à Vuitton. São 400 metros quadrados de área que nunca estão vazios. Mesmo sem fazer saldos ou promoções, é raro estar sem clientes. A exclusividade e qualidade dos produtos Louis Vuitton justificam a procura, assim como o sonho que a marca assegura através de uma imagem sólida construída através dos tempos. É esse sonho, aliás, que faz com que estas duas poderosas letras do alfabeto (LV) sejam capazes de levar mulheres de todo o mundo a ficar numa fila de espera para comprar uma mala com um valor que ultrapassa facilmente os três dígitos. Marc Jacobs, director criativo da marca, já garantiu uma nova loucura para este Inverno: a colecção inclui várias reinterpretações da icónica mala de mão Speedy, em pele de jacaré, pele de vitela encerada ou tela monograma coberta de lantejoulas. ROSA & TEIXEIRA, Nº 204 Quem entra na Rosa & Teixeira não imagina que para lá da loja se estende um mundo de corte e costura. Uma das casas mais conceituadas de Lisboa, ícone da alfaiataria, este espaço guarda, todos os dias, imagens do antigamente, com o mestre alfaiate a receber os clientes que procuram fatos à medida, dois alfaiates oficiais e uma dúzia de costureiras sentadas em cadeiras baixinhas e de costas curvadas sobre calças, casacos e coletes. A profissão pode estar a extinguirse, mas não aqui, em que há alturas em que não há mãos a medir com tantas encomendas. Fatos, casacas, capotes, togas, tudo o que faz parte da indumentária masculina pode, na Rosa & Teixeira, ser feito à mão. Até mesmo fatos de senhora. Habilidade que se Rosa & Teixeira preserva desde o século XIX, quando Manuel Amieiro regressou a Lisboa, depois de uma temporada em Paris, na Rue Royale, o então epicentro da moda. Desde essa altura até à actualidade, foram várias as remodelações feitas na casa que afinaram o cenário de alta-costura, que é hoje verdadeiramente incontestável. CAROLINA HERRERA, Nº 150 Aos 70 anos, Carolina Herrera não perde o foco. Prova disso, a colecção Outono/Inverno 2010 que chegou recentemente à loja da Avenida da Liberdade, e que se desenha sob as características mais evidentes da estilista venezuelana: elegância, descrição e estilo. As vitrinas, essas, voltam a ser decoradas com glamour, outro elemento do qual Carolina Herrera não abdica. A próxima colecção está cheia de tecidos nobres, e, no feminino, de cinturas marcadas e vestidos no melhor estilo ladylike. Na cartela de cores, mais uma vez as preferidas da estilista, os tons vermelho e vinho, sempre em contraste com bege e mostarda, típicos do Inverno de Herrera. Além da riqueza de tecidos, como tweeds e lãs inglesas, a estilista tem reservado um efeito metalizado, típico dos anos 80, com bordados e cristais. Desenhos decorativos dividem o protagonismo com esboços gráficos aplicados em seda. Mais ainda, neste Inverno, a mulher Herrera vai ganhar um toque retro, com chapéus, golas em pele, meias-calças e luvas. Nos homens, predomina a sobriedade, pontuada com toques de irreverência. O frio vai saber bem. Carolina Herrera FASHION CLINIC, Nº 180 É a primeira concept store da marca conhecida por representar em Portugal os mais famosos estilistas. A Fashion Clinic da Avenida reúne alguns dos melhores nomes, como Balmain, Cristian Louboutin, Dior, Prada, Tom Ford, YSL, Bottega Veneta, Jimmy Choo, Givenchy ou Diane Von Furstenberg. Desde roupa, sapatos, acessórios, malas, cosméticos e velas, a jóias, óculos de sol, livros e música, nas prateleiras parece não faltar nada. A música tem, aliás, lugar de destaque neste espaço. Num dos cantos da loja, estão disponíveis os melhores sons do house, do groove ou do funky, que podem ser ouvidos com um ipod audition colocado ali a pensar nos clientes. A Fashion Clinic foi inaugurada em 2006 e tem cerca de 400 metros quadrados, decorados por Manuela Roxo, num projecto que evidencia o branco e articula as várias áreas da loja numa fluidez de contornos suaves, que apelam à descoberta de cada um dos produtos expostos. BRASSERIE FLO, Nº 185 Não é por acaso que o Hotel Tivoli se tornou também numa referência da Avenida da Liberdade. Além de assegurar o conforto das noites, aliado a um serviço cinco estrelas, também oferece à cidade o melhor da restauração, como atesta a Brasserie Flo, a primeira em Portugal. Ostras e champanhe são as novas atracções de um palco que outrora pertenceu à brilhante Beatriz Costa. Maneira de falar, claro, porque à saudosa actriz ninguém tira lugar, apenas se transformou o restaurante ao qual emprestava o seu nome. E apesar de, numa análise semântica, brasserie não ser mais do que uma cervejaria luxuosa, a análise de conteúdo deixa perceber que este espaço é muito mais do que isso. A cerveja é substituída por champanhe e os bifes com ovo a cavalo por ostras, na sua maioria de origem francesa. Na verdade, Portugal está apenas representado pelas ostras de Setúbal e do Algarve, sendo que as restantes chegam, então, de França. Sendo as ostras a maior especialidade da Brasserie Flo, é possível, logo à entrada, fazer uma visita ao compartimento refrigerado, que permite aos mais curiosos ver de perto a arte do chef acailler que, com mestria, abre as ostras e tempera-as, enquanto conta histórias e tira dúvidas aos gourmets. O Hotel Tivoli, f iel à responsabilidade das suas cinco estrelas, oferece-nos dois dos mais exclusivos espaços de restauração da Avenida da Liberdade: a Brasserie Flo e o Sky Bar. Fashion Clinic Brasserie Flo, Hotel Tivoli SKY BAR, Nº 185 O nome percebe-se, pois está-se mesmo mais pertinho do céu. E continuamos no Hotel Tivoli, desta feita no nono andar, onde o Sky Bar se juntou este ano ao grupo das melhores esplanadas panorâmicas da cidade. Com vista sobre o Castelo de São Jorge, a Baixa e o Tejo, este bar, que foi um hot spot do Verão que agora terminou, tem três divisões distintas. A entrada é mais formal e está ligada ao restaurante Terraço. O segundo recanto é mais descontraído e está decorado com um estilo marroquino, com grandes almofadões e cachimbos de água. Por último, o espaço lounge, com confortáveis sofás. Como se tudo isto não bastasse, eis que Paulo Pinto é o chef responsável pela carta e Aníbal Coutinho o enólogo responsável pela garrafeira. O requinte e a variedade es- fl > 8 EXCLUSIVA

6 LOJAS DE LUXO DA AVENIDA DA LIBERDADE Nem só de roupa vivem as compras de luxo. A David Rosas Joalheiro oferece as marcas mais conceituadas e peças próprias. David Rosas Sky Bar, Hotel Tivoli David Rosas tão, portanto, assegurados. Existem cocktails exclusivos, como o Tiger Rouge (inclui Leblon limoncello, chambord, ananás, limão, framboesa e manjericão) e, para petiscar, vale a pena provar, por exemplo, o brioche com foie gras. DAVID ROSAS JOALHEIRO, Nº 69 Nem só de roupa vive a Avenida da Liberdade. Prova disso, a David Rosas Joalheiro, que cumpre anos de tradição. Jóias e relógios brilham nas vitrinas. Bulgari, Dior, Dhin Van, H. Stern, Rolex, Chaumet ou Cartier vivem em nobre casa concebida pelo mais famoso arquitecto português, Siza Vieira. O convite foi um desafio e uma aposta em criar uma imagem moderna, fundamental para quem quer romper com os tradicionalismos de outrora. As jóias estão ordeiramente distribuídas pelos escaparates iluminados e, lá dentro, a própria claridade do espaço confere conforto a quem o visita. Saltam à vista as marcas topo-de-gama, mas chama também a atenção as produções David Rosas, que continuam a ser a maior aposta da família, reconhecida pela qualidade e exclusividade que impõem às peças. Modelos desenhados por Maria Luisa Rosas, mãe de Pedro Rosas, actual responsável pelo negócio da família, são objectos de sedução exclusivos. EMPORIO ARMANI, Nº 220 Talvez poucas pessoas saibam que a história de Giorgio Armani se cruza com a da Ermenegildo Zegna. Foi nesta empresa italiana que o estilista, também ele italiano, começou a trabalhar, como freelancer, em Uma escola que provou ser valiosa para Armani, que se iniciou a solo quatro anos depois. Hoje, tem um império. A loja Emporio Armani, na Avenida, é a única referência do estilista em Portugal. Giorgio criou esta linha, a Emporio Armani, em 1981, quando, em conjunto com o seu sócio Galeotti, constatou que o vestuário de topo que desenhava não era acessível a todas as bolsas. Este luxo mais democrá- Joana Fernandez e Gonçalo Gomes, da Just Academia, maquilhados e penteados por Cristina Almeida; Fotos: Luís Duarte; Agradecemos a colaboração do Hotel Tivoli /Sky Bar As histórias de Ermenegildo Zegna e Giorgio Armani cruzam-se em Hoje, ambos têm as suas marcas representadas na mais luxuosa avenida portuguesa, embora em lados opostos. tico foi a opção, que não deixa de ter a imagem forte do estilista e que passou a ser a sua linha mais conhecida. Fatos, sportwear, jeans, acessórios e perfumes, tudo isto se pode encontrar na loja do número 220, que nas vitrinas tem o familiar rosto de Cristiano Ronaldo, a cara escolhida por Giorgio Armani para a colecção Empório Armani Outono/Inverno Ermenegildo Zegna ERMENEGILDO ZEGNA, Nº 151 Quando se fala em elegância masculina, fala-se de Ermenegildo Zegna, que já conquistou um público fiel, interessado no design, na qualidade e no conforto. Este ano, a marca italiana celebra o centésimo aniversário. Uma marca com tradição, que se tornou líder no sector da moda masculina de luxo. Desde o começo do século XX que o negó- cio nunca parou de crescer e o nome Zegna tornou-se global, principalmente por ter mantido a arte da alfaiataria. Com tecidos de fabricação exclusiva, a Zegna investiu, nos últimos anos, no serviço su misura, que está disponível também na loja em Lisboa. Com roupas de todos os estilos, desde o mais formal, ao desportivo, sem esquecer os jeans, os sapatos e os acessórios, a marca italiana fez quatro lançamentos este ano, de edição limitada, para comemorar o aniversário de número redondo: o Relógio Centenário; a Caneta Tinteiro, revestida a ouro rosa; o Vellus Aureum, o velo de lã mais refinado do ano; e o Tecido Número Um, produzido com uma lã super fina, que pesa 720 gramas por metro e que é utilizada na alfaiataria por medida. VISITE TAMBÉM Rosa Clará, nº63 Além de linhas próprias, esta marca espanhola de vestidos de noiva vende criações de estilistas como Christian Lacroix ou Karl Lagerfeld. Maria João Bahia, nº102 Atelier onde a criadora desenvolve o conceito de jóia de autor. Montblanc, nº107 Escrever com estilo e luxo e até com diamantes. Hugo Boss, nº141 Uma marca de charme para homens sempre na moda. Adolfo Dominguez, nº180 Moda espanhola de estilo informal, para ele e para ela. Loewe, nº185 Uma das mais exclusivas marcas de acessórios em pele. Longchamp, nº190 Malas de viagem e acessórios com sotaque francês. Furla, nº196 Acessórios de luxo para mulheres exigentes. Burberry, nº196 Todos conhecem o padrão axadrezado desta marca britânica. Le Salon, nº262 Uma casa antiga transformada num salão de beleza de luxo. fi fl 10 EXCLUSIVA OUTONO

7 ENTREVISTA LINO MAIA Somos pessoas de DIREITOS, mas também de DEVERES fl Q uando a crise bate à porta das famílias, elas vêem-se muitas vezes obrigadas a bater à porta das instituições de solidariedade social. No terreno, as condições são difíceis e a maioria dos voluntários arregaça as mangas só pela vontade de ajudar os outros. O problema é que na acção social não basta a vontade, é preciso somar meios e formação. No Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, Lino Maia, presidente da CNIS (Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade), sublinha a importância do trabalho de mais de três mil instituições que todos os dias dão resposta a um número crescente de solicitações. Para o futuro, este padre que iniciou o seu primeiro projecto social na década de 80, deixa três desejos: que o Estado não se torne autista, que a comunidade seja solidária e que as crianças continuem a sorrir. Quais são os grandes desafios das instituições de solidariedade social (IPSS)? O primeiro grande desafio é o da inclusão. Quando intervêm, particularmente no apoio à infância, como uma acção educativa e não apenas social, as instituições estão a promover a inclusão. O segundo desafio é o do desenvolvimento local, sobretudo nas regiões mais deprimidas do país. Finalmente, há o desafio da harmonização social, especialmente nas zonas limite das grandes cidades onde se localizam bairros sociais com ambientes conflituosos e onde as instituições são muitas vezes chamadas a apoiar a harmonização social. Em 2007, já falava de dificuldades económicas nas IPSS. Com o agravar da crise, qual é a situação actual? É bastante difícil. Se, da parte do Estado, o financiamento tem-se mantido estabilizado, os restantes 58 por cento das despesas, que estão dependentes das dádivas de dirigentes da comunidade local e de comparticipações dos utentes, têm diminuído muito, com o aumento do desemprego e o endividamento das famílias. Como se trata de instituições que já estavam no fio da navalha, agora estão com dificuldades acrescidas. As dificuldades das instituições aumentam na mesma altura em que as solicitações, por causa da crise, também crescem Sim, o acompanhamento dos desempregados e o fornecimento de refeições está a crescer muito. Entre 31 de Março e 30 de Julho, houve um aumento de 30 por cento de solicitações de serviços extraordinários. De onde vêm estas novas solicitações? São sobretudo de dois tipos: os excessivamente endividados de ontem e desempregados de hoje que, por vezes, até tinham um bom estatuto social, mas de repente se viram em situações muito precárias. Depois há uma retracção normal na comunidade que, na base, ia apoiando muitos carenciados. Sem este apoio, os pobres viram-se mais insistentemente para as instituições. Mas temo que a situação se agrave ainda mais nos próximos tempos, com a diminuição dos apoios sociais. Entre 31 de Março e 30 de Julho, houve um aumento de 30 por cento nas solicitações de ajuda. Que consequências podem ter estas novas regras para os apoios sociais, que entraram em vigor no início de Agosto? Sou bastante crítico em relação ao que se está a passar. Nos últimos anos, anunciaram-se apoios sociais com pompa e circunstância e, hoje, parece que os que beneficiaram desses apoios são vistos como quem estava a abusar deles. Os mesmos que ontem anunciaram esses apoios falam agora de rigor. Mas esta medida do Governo não é de rigor, são cortes. Vamos adoptar a linguagem real! Tratam-se de pessoas que, mesmo com os apoios sociais, não passavam de pobres. Estou bastante apreensivo com estes cortes. O Estado podia cortar no próprio Estado, que é pesado, caro, tem institutos a mais, sociedades mistas (públicas e privadas) a mais, pareceres a mais talvez aí se pudesse, de facto, cortar. Há algum tempo alertou para a possibilidade deste cenário ter como resultado o agravamento da violência e das tensões sociais, como já aconteceu noutros países da Europa. Esta questão ainda se coloca? Coloco-a hoje mais do que ontem, porque vou tendo alguns alertas. É preciso perceber que, com os apoios sociais, antes dos cortes, as pessoas não passavam de pobres a remediadas e muito menos a ricas, apenas encontravam algum apoio para o pagamento da renda, para acompanhamento dos filhos. Com o corte desses apoios, as pessoas vão precisar de meios. Não estou a aconselhar à violência, mas é preciso que quem tem responsabilidades nesta matéria desperte. Não podemos ter um Estado autista. No terreno, o Estado e as instituições de solidariedade são parceiros? São parceiros, sim. E cooperantes. As instituições são solução e não problema, mas em alguns departamentos ainda são vistas como instituições lucrativas que querem defender o seu tacho, o seu vencimento, quando, no fundo, todos os dirigentes e voluntários querem é contribuir para a solução dos problemas da comunidade e não promover o seu estatuto. > 12 EXCLUSIVA OUTONO

8 LINO MAIA Às vezes fica-se com a sensação de que estas instituições têm tanto de boa vontade como de falta de formação. Concorda? Em parte concordo. Há um grande esforço para dar formação aos dirigentes das IPSS. Mas, porque não tem havido suficiente cativação do voluntariado, às vezes, surgem dirigentes à força, para tapar buracos. De um modo geral são voluntários que têm sobretudo coração, mas que devem fazer um esforço de formação. Às vezes, há quem pense que, por ser voluntário, tudo o que faz é bem feito. Nem sempre é assim, pode até haver alguma economia se as coisas forem bem feitas. Tem de haver uma grande aposta na formação, sobretudo das instituições que representam o universo do voluntariado social: a União das Mutualidades (120 filiadas), a União das Misericórdias (300 filiadas) e a CNIS (2700 filiadas). O objectivo é ter gente mais qualificada? Entre as filiadas na CNIS há mais de 150 mil trabalhadores, muitos com altas qualificações. Nas instituições de apoio a pessoas com deficiência, por exemplo, há pessoal altamente qualificado, que tem feito um progresso extraordinário: psicólogos, assistentes sociais, economistas, pessoas formadas na área de Direito, Sociologia Temos de continuar a apostar na integração de pessoas com qualificações e, quanto aos dirigentes, temos de continuar a formar. Também devíamos apostar em captar pessoas que estejam na pré-reforma. Ser dirigente de uma instituição de solidariedade é muito bom e dá qualidade de vida às pessoas. Apresentámos recentemente uma proposta para que os funcionários públicos na pré-reforma tenham um ano de adaptação ao exercício do voluntariado, eventualmente, para serem dirigentes. Nessa área, temos até protocolos com instituições bancárias, que têm pessoal muito qualificado. Para estes quadros é bom ser voluntário, porque não ter nada para fazer é precipitar o fim. Quando sentimos que podemos ajudar os outros, começamos a ter outra motivação. Um dos objectivos do seu primeiro mandato à frente da CNIS era fazer com que a comunidade conhecesse melhor o trabalho das instituições. Conseguiu? É sempre possível fazer mais. Mas parece-me que agora o país conhece melhor as IPSS e os seus objectivos. As instituições já faziam muito, mas não se davam a conhecer. Hoje, passaram a ser conhecidas e vistas com mais respeito e consideração, mesmo junto do poder político e económico. Esse maior conhecimento tem resultado num maior envolvimento das pessoas no trabalho voluntário? É possível e necessário dar mais passos. Durante muitos anos passou-se a ideia de que havia muitos cidadãos de direitos e poucos de deveres. O exercício da cidadania não foi muito cultivado e, nas comunidades, ainda se olha para estas organizações como instituições públicas que têm a obrigação de prestar serviços. Às vezes, as pessoas envolvem-se muito Os voluntários têm sobretudo coração, mas há que fazer um esforço de formação. na implementação das instituições e até na edificação de equipamentos, mas, quando as instituições são apoiadas pelo Estado, a comunidade pensa que acaba aí a sua função, o Estado que as suporte! Quando a grande bondade destas instituições está em não serem públicas, mas da comunidade. Ainda que o Estado pudesse suportar financeiramente e integralmente estas instituições, não queria que isso acontecesse. Todos devemos ser construtores e não apenas espectadores ou beneficiários. Por isso, ainda há um trabalho a fazer, logo a começar pelos bancos das escolas. Ainda não há uma boa educação para a cidadania, nem uma boa educação para a solidariedade e para o voluntariado. É uma característica portuguesa, essa de esperar que o Estado e as instituições façam tudo por nós? As pessoas foram educadas para isso, para serem apenas cidadãos de direitos. Mas são também cidadãos de deveres e temos condições para alterar esta mentalidade, pois, comparado com outros países, Portugal tem muito mais cultura de solidariedade. Os portugueses são, de facto, solidários? Muito. 68,6 por cento do que se faz em acção social é feito por IPSS ligadas à CNIS. Mais: 73,6 por cento do que se faz neste país em apoio à infância, juventude, idosos, pessoas com deficiência, é feito por estas instituições, ou seja, pela comunidade. É muito e com meios muito precários. Tendemos a associar o trabalho social à igreja, mas ele também existe fora dela... A igreja faz muito, e, além disso, também inspirou muito do que se faz. Na CNIS, 41 por cento das instituições estão ligadas à Igreja Católica. Mas as 59 por cento restantes estão ligadas a igrejas não católicas e a outras organizações não confessionais. Na direcção da CNIS que não é da Igreja Católica, apesar de eu ser padre existem dirigentes nacionais católicos, não católicos, agnósticos, e até com alguma reserva em relação à Igreja. O que está na acção solidária é a alma portuguesa. O que ainda quer fazer até ao final deste mandato na CNIS? Há um programa a que nos estamos a sujeitar, mas muitas vezes os desafios não são programados. Há claramente três apostas em que me queria empenhar a fundo: num combate real à pobreza, que para mim só terá êxito se houver uma aposta na educação, no apoio às famílias, na promoção das condições de vida das pessoas e no empreendedorismo. A outra aposta é na promoção efectiva da qualidade do que é feito na área social. Está a fazer-se muito e muito bem, as instituições estão altamente empenhadas, mas às vezes ainda há a ideia de que o que é feito por caridade Às vezes sinto revolta pela indiferença que encontro, mas não desisto: o que se faz pelas pessoas tem valor de eternidade. ou solidariedade pode ser feito de qualquer maneira. Eu defendo que tem de ser feito muitíssimo bem. A última aposta tem a ver com a forma como se fala dos beneficiários do RSI (Rendimento Social de Inserção), dizendo que são pessoas que vivem à tripa-forra. Pergunto: quem consegue viver com 108 euros por mês? E quem é que, neste país, dá emprego a estas pessoas? Um beneficiário deste subsídio tem poucas hipóteses de êxito. Como se pode combater esse preconceito? Estamos a trabalhar com estas pessoas para que elas sejam promotoras da sua autonomia. Provavelmente, nunca serão trabalhadores por conta de outrem, mas podem ter autonomia. Está a ser feito um trabalho muito interessante nesta área, com o apoio de algumas associações empresariais e da Associação Nacional de Direito ao Crédito. É uma aposta clara. Está a falar de microcrédito? Sim, esta é uma aposta com a qual quero muito avançar. Se conseguir que alguns destes beneficiários do RSI comecem a ser agentes da sua autonomia, ficarei muito satisfeito. Há casos de sucesso nesta área? Temos alguns, sempre coisas muito simples. Uma pessoa que estava a receber o RSI e que montou uma pequena sapataria (para conserto de calçado porque, com a crise, as pessoas já pensam duas vezes se compram um par de sapatos ou arranjam os velhos). Outros costuram, outros ainda cozinham refeições que vendem à comunidade ou a restaurantes. Continua a haver alguma resistência a deixar de receber o subsídio - que é seguro - para arriscar num negócio? Inicialmente é assim. Até porque o exercício desta autonomia tem de ser acompanhado. As pessoas temem pelo amanhã, se o negócio se vai aguentar Aqui o Estado também poderia fazer mais, permitindo um corte gradual do RSI à medida que a pessoa vai tendo mais condições de subsistência. Há abertura do Governo nesse sentido? Tenho encontrado uma grande abertura, mas para os cortes... Com tantas adversidades nunca teve vontade de baixar os braços? Pelo contrário. Às vezes sinto alguma revolta pela indiferença de quem devia reconhecer que o serviço à causa comum é o serviço mais nobre que podemos ter. As pessoas são o que há de mais belo. Encontrar uma criança a sorrir e um idoso a abraçar não há nada que pague isso! Desistir não, porque o que se faz pelas pessoas tem valor de eternidade. fi fl 14 EXCLUSIVA OUTONO

9 EFEMÉRIDE CEM ANOS DE REPÚBLICA Cem anos depois, a República Portuguesa mantém os três símbolos of iciais nascidos pouco depois de A bandeira, o hino e o busto presidem às comemorações do centenário. Foto DR Os símbolos DA REPÚBLICA Foto Joshua Benoliel, AML/AF Da varanda da Câmara Municipal, José Relvas, acompanhado de outros membros do Directório, proclama a República Na manhã do dia 5 de Outubro de 1910, José Relvas subiu à varanda da Câmara Municipal de Lisboa e anunciou o início da República Portuguesa. A mudança já se fazia ouvir, com as vozes dos milhares de pessoas que tinham ido para a rua festejar. A notícia espalhou-se rapidamente pelo país, a família real partiu para o exílio e a República deu os primeiros passos. Mas uma mudança tão profunda justificava novos símbolos, entre os quais uma nova bandeira, que expressasse o novo regime político e espelhasse os novos ideais do povo português. Não havia tempo a perder. No dia 15 de Outubro, o governo provisório já tinha reunido um grupo de ilustres pessoas que levasse o Foto DR projecto a bom porto, entre os quais o pintor Bordalo Pinheiro e o jornalista João Chagas. Na altura, ainda no fervor da implantação da República, existiam duas tendências opostas: uma que defendia a bandeira fosse azul e branca, que vinha da monarquia, mas sem a coroa; outra que defendia cores que já antes o movimento republicano tinha adoptado, como o verde e vermelho. A comissão nomeada para o efeito apresentou uma proposta que, embora sujeita a modificações e motivando acesos debates, acabou por ser aprovada. Venceu o vermelho e verde, que representavam a ruptura com o passado, mas os símbolos ligados à fundação da nacionalidade D. Afonso Henriques e as cinco quinas, a esfera armilar garantiram também uma certa continuidade. O resultado final é a actual bandeira nacional, mas para justificar os motivos da escolha foi necessário um relatório. Assim, o vermelho é cor combativa e quente, viril por excelência, é a cor da conquista e do riso, segundo o texto divulgado na altura. Uma cor cantante, ardente, alegre. Lembra o sangue e incita à vitória, continua. O verde, cor da esperança e do relâmpago, significa uma mudança representativa na vida do país. No centro, a esfera armilar é o símbolo dos descobrimentos e do império colonial português. O escudo com as quinas é uma homenagem à bravura e aos feitos dos portugueses que lutaram pela independência e a faixa com sete castelos representa a independência nacional e a vitória dos portugueses sobre os seus inimigos. fl > 16 EXCLUSIVA OUTONO

10 CEM ANOS DE REPÚBLICA UM SÉCULO PARA RELEMBRAR Foto DR A VOZ EM 1910 Apesar do projecto da bandeira ter originado grandes discussões e dezenas de propostas, a escolha do hino foi consensual. De facto, A Portuguesa já era um símbolo nacional quando, em 1911, foi proclamada como Hino Nacional. A obra, da autoria de Alfredo Keil (música) e Henrique Lopes de Mendonça (letra), foi oficializada pelo povo aquando da revolução de 5 de Outubro, embora já em 1890 tivesse sido banda sonora de outras revoltas, nomeadamente contra o Ultimatum inglês. A Portuguesa é uma marcha que uniu a voz dos revolucionários do 31 de Janeiro de 1891, merecendo por isso a mais veemente oposição dos monárquicos. Em 1911, a Assembleia Constituinte proclamou A Portuguesa como Hino Nacional e quase meio século depois, em 1956, foi nomeada uma comissão para estudar a sua versão oficial, tantas que eram as variantes do Hino Nacional que se cantavam e tocavam. A proposta desta comissão, aprovada pelo Governo em 1957, é a do Hino que está ainda hoje em vigor e que é executada nas cerimónias oficiais da República Portuguesa e em outras circunstâncias especiais. O poema composto por Lopes de Mendonça tem oficialmente três estrofes, mas apenas se costuma cantar a primeira. A MUSA DA REPÚBLICA Deve ter sido uma mulher lindíssima, para o escultor a ir buscar para ser o seu modelo para o busto, o que me leva a pensar também que terá sido uma pessoa muito atrevida para a O povo eufórico, em aclamação da recém-nascida República época. Quem o diz é Joaquim Pulga, sobrinho bisneto da mulher serviu como modelo para o primeiro busto da República. Este busto, criado por Simões de Almeida, fora esculpido em Ainda havia monarquia, mas o avanço da República parecia já imparável. No entanto, para a propaganda republicana surtir efeito, num país onde a maioria da população era analfabeta, o conceito da República não podia ser abstracto. Se o rei tinha um corpo físico, havia também que dar esse corpo físico à República. Encomendou-se assim o busto a Simões de Almeida, que pediu a Ilda Pulga, empregada numa loja do Chiado, que servisse de modelo. Em 1910, no entanto, para formalizar este assunto, lançou-se um concurso para escolher A portuguesa, banda sonora de outras revoltas, foi consensualmente adoptada como Hino Nacional em o busto da República portuguesa. O vencedor do concurso foi Francisco dos Santos que, regressado de Paris em 1909, apresentou um busto elegante, com traços refinados, um trabalho considerado erudito e que condizia com o modelo da Marianne francesa. Mas foi o busto de Simões de Almeida Sobrinho que arrecadou o segundo lugar deste concurso, de rosto cheio e corpo roliço, que acabou por ser adoptado como símbolo nacional, por retratar uma mulher mais portuguesa, segundo algumas explicações históricas. O busto original de Simões de Almeida encontra-se hoje no Museu da República. DO ESCUDO AO EURO FORAM 90 ANOS Uma nova moeda, para substituir o real, não era algo imperativo, mas acabou por surgir na leva da renovação de todas as instituições simbólicas do país. Dividido em cem partes iguais, denominadas centavos, o escudo correspondia, quer no valor quer no peso de ouro fino, à moeda de mil reis. A moeda republicana sobreviveu mais de 90 anos, até à sua substituição pelo euro, já no século XXI, em AS COMEMORAÇÕES DA REPÚBLICA TAMBÉM ANDAM DE COMBOIO Quase dá para imaginar os passos do Sidónio Pais por entre as mesas e as cadeiras que compõem o vagão do Salão Restaurante do Comboio Presidencial. Foi nele também que Óscar Carmona visitou Castelo Branco, em 1948: o comboio iniciou a marcha na estação de Entrecampos às 11h50 e demorou cinco horas até à cidade da Beira Interior. Os anos foram passando e os carros começaram a ser preferidos aos comboios. A viagem era mas mais rápida e os Presidentes da República deixaram de utilizar o Comboio Presidencial. Com a falta de uso, o veículo passou a peça de museu, encontrando-se agora no Museu Nacional Ferroviário. O tempo foi gastando as carruagens, os bancos e o chão. Os anos tiraram o fulgor da decoração que assentou nos vagões sob a direcção do fabricante francês Désouches David, em Para além do Salão Restaurante, existe também o Salão dos Ministros, o Salão do Chefe de Estado e o furgão DYF 408. Quatro veículos do Comboio Real que o Museu Ferroviário vai agora restaurar. O plano de recuperação, que implica um in- O Comboio Real (na foto) já foi restaurado, enquanto o Presidencial aguarda a sua vez Foto Joshua Benoliel, AML/AF vestimento de mais de um milhão de euros, recebeu luz verde do Turismo de Portugal. O objectivo é integrar o Comboio Presidencial nas comemorações do centenário da República. O trabalho não estará pronto a tempo do 5 de Outubro, mas as comemorações estendem-se até Agosto de O comboio pode ser colocado em movimento, pode servir para funções turísticas ou de representação do próprio Presidente da República, disse o director do museu, Jorge Custódio. O director admitiu ainda que o investimento é bastante elevado, mas sublinhou que as peças teriam de ser recuperadas mais cedo ou mais tarde, devido ao seu invulgar valor patrimonial, essencial para o museu. As carruagens em pior estado de conservação são as que integram o Salão dos Jornalistas e o Salão do Chefe de Estado. Os restantes variam entre um estado razoável a bom. Ironicamente, outra sorte teve o Comboio Real. Em ano de comemorações da República, foi este o primeiro feliz contemplado com uma restauração. Os trabalhos foram feitos no Entroncamento e o comboio já tem o glamour dos tempos em que D. Luís e o futuro rei D. Carlos viajavam nele, por entre os veludos, os estofos de seda e as franjas que dançam ao som dos carris. Depois de uma passagem pela Holanda, na exposição Royal Class Regal Journeys, volta a terras lusas para figurar nas comemorações do centenário da República. fi fl Os Comboios Real e Presidencial também fazem parte das comemorações da República. O primeiro já está pronto, enquanto o segundo aguarda a restauração, a tempo - espera-se - de participar nas festas que se celebram até Agosto do próximo ano. Cortejo cívico das festas do primeiro aniversário da República. No carro da Casa Pia, a República é uma imagem que se assemelha às figuras maternais do catolicismo O dia 5 de Outubro marcou o início das comemorações oficiais, em Lisboa, com a chegada do Presidente da República, com honras militares, e a cerimónia do Hastear da Bandeira ao som de A Portuguesa, tocado pela banda da Guarda Nacional Republicana. Mas os eventos dedicados aos Cem Anos da República Portuguesa começaram meses antes e prolongam-se até Agosto de A lista é grande e envolve todo o país (a agenda oficial pode ser consultada no site da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, em www. centenariorepublica.pt), mas destacamos uma exposição que não pode perder: Até , na Cordoaria Nacional, em Lisboa, visite a exposição Viva a Republica! (http://vivarepublica. centenariorepublica.pt). Esta mostra pretende reproduzir os acontecimentos fundamentais do período da I República e do Republicanismo e relembrar os seus ideais cívicos, as suas principais realizações e os seus grandes protagonistas. Com uma componente lúdica, mas também pedagógica, a exposição Viva a República! propõe uma leitura de um dos ciclos políticos mais marcantes da história de Portugal no século XX, apresentando o advento da República como o momento decisivo de viragem de um Estado arcaico e dependente e o início do processo de transição do regime oligárquico para uma democracia de massas que só veio a florescer, definitivamente, em 25 de Abril de No percurso, o visitante é convidado a acompanhar o triunfo da ideia republicana, a instauração do regime, a participação de Portugal na I Grande Guerra, a vida política, social, cultural e artística deste período até à Ditadura Militar imposta a partir do golpe de 28 de Maio de 1926, e o movimento de resistência à implantação do Estado Novo, corporativo e anti-democrático. É uma exposição dedicada ao público em geral, mas muito focada na população mais jovem, dando a oportunidade aos mais novos de, um século depois do 5 de Outubro, reflectir sobre a herança cívica, democrática e cultural deixada pelos pioneiros republicanos e depois cimentada por décadas de luta e resistência, até ao seu pleno florescimento e maturação. Foto DR 18 EXCLUSIVA

11 PRÉMIO IMPORTADOR DO ANO Fernando Monteiro, Alain Favey, José Duarte e João Pereira Coutinho Melhor importador VOLKSWAGEN A SIVA foi considerada pela Volkswagen AG como o melhor importador da Marca. A distinção que a SIVA conquista pela segunda vez na sua história tem em conta a excelência na gestão da Marca nos últimos anos, especialmente em José Duarte, Director-geral da Volkswagen na SIVA, agradecendo a distinção O prémio Importador do Ano reconhece a excelência no desenvolvimento e na representação da Marca Volkswagen nos 35 países onde ela está presente, e avalia o papel do importador numa perspectiva de continuidade. Alain Favey, Director de Exportação da Volkswagen AG, que veio a Portugal entregar o diploma, frisou que a SIVA tem cumprido nos últimos anos, e especialmente em 2009, os objectivos de excelência da Marca de uma forma absolutamente extraordinária, no meio de uma envolvente económica difícil e num contexto de mercado muito desfavorável. Como factores primordiais na avaliação do desempenho da SIVA pela casa-mãe, Alain Favey frisou os esforços da equipa portuguesa, que levaram a Marca a subir da quinta para a segunda posição do mercado, a bem sucedida estratégia de gestão e apoio à sustentabilidade da rede de Concessionários, a eficácia da comunicação patente, por exemplo, na conquista do Troféu Carro do Ano em Portugal pelo Volkswagen Polo e, sobretudo, a preocupação que a SIVA tem demonstrado com a satisfação dos clientes e os excelentes resultados obtidos nesta área, que são uma garantia de sucesso futuro da Marca em Portugal. Para a equipa da Volkswagen na SIVA, este prémio é mais do que a distinção de um trabalho bem feito, servindo também como motivação extra para enfrentar os desafios que se colocam no futuro próximo. José Duarte, Director-geral da Volkswagen na SIVA, destacou dois pontos importantes que contribuiram para esta distinção: a dedicação da equipa que lidera e a sintonia que existe entre todos os que contribuem para o sucesso da Marca em Portugal, nomeadamente os representantes da Volkswagen AG que acompanham a actividade do mercado nacional, os Concessionários da Marca e as equipas das restantes áreas de suporte da SIVA. Fernando Monteiro, Administrador da SIVA, considerou esta distinção como o reconhecimento de uma sólida parceria de sucesso entre a Volkswagen e a SIVA, assente na confiança mútua e numa óptica de longo prazo, acrescentando ainda que em conjunto com a Volkswagen e AG e com a rede de Concessionários, partilhamos uma visão, centrada em fazer de cada cliente um cliente feliz, com uma organização sustentável e motivada e com a marca automóvel mais atractiva do mercado português, a Volkswagen. Na cerimónia de atribuição deste diploma, nas instalações da SIVA, esteve também presente João Pereira Coutinho, fundador, Presidente do Conselho de Administração e principal accionista da SIVA. Esta é a segunda vez que a SIVA recebe tão importante reconhecimento por parte da casa-mãe. Em 1995, apenas oito anos depois da sua fundação, a Volkswagen AG nomeou a SIVA Importador do Ano, distinguindo, na altura, o investimento realizado, nomeadamente nas infra-estruturas da Azambuja e no desenvolvimento de soluções inovadoras que permitiram um aumento da eficácia da gestão desta Marca em Portugal. fi fl 20 EXCLUSIVA OUTONO

12 ENTREVISTA ALAIN FAVEY É preciso criar relações e valores duradouros O Director Europeu de Vendas da Volkswagen deslocou-se a Portugal para entregar à SIVA o troféu de melhor importador da marca. Quais foram, para a Volkswagen, os factores determinantes para a atribuição deste prémio à SIVA? Cada ano, o prémio importador do ano é atribuído à equipa Volkswagen que conseguir melhores resultados no negócio de venda e após-venda, não só no ano respectivo, mas durante vários anos consecutivos, uma vez que procuramos um desempenho duradouro e contínuo. Os nossos critérios abrangem não apenas resultados quantitativos, mas também qualitativos. Apesar de um forte declínio do mercado total, a marca Volkswagen em Portugal conseguiu aumentar a quota de mercado de forma contínua ao longo dos últimos anos, e passou de número 5 em 2005 para número 2 em 2009, no mercado português. Também o negócio de após-venda tem aumentado consideravelmente. A satisfação dos nossos clientes, que medimos regularmente através de telefonemas directos, também mostra uma tendência muito positiva. Por último, mas não menos importante, a qualidade dos processos e das pessoas, bem como uma cooperação construtiva com a Volkswagen AG, foram factores importantes para concedermos este prémio à SIVA. Assistimos a um forte empenho e dedicação à nossa marca, e a uma equipa motivada, trabalhando continuamente para fazer da Volkswagen uma marca melhor. Como analisa o desempenho da Volkswagen no mercado português? Nos últimos anos, Portugal teve que enfrentar uma conjuntura difícil no mercado automóvel, devido à situação económica geral. A crise económica e a recessão, que conduziram a uma redução do mercado total, tornaram-se um grande desafio para a SIVA, bem como para a rede de Concessionários, de forma a conseguir ter sucesso num negócio difícil. Em situações assim, as pessoas preferem produtos e parceiros em que possam confiar, e pensamos que a Volkswagen e a SIVA foram capazes de oferecer ambos, para além de uma forte parceria entre a fábrica, o importador e os distribuidores, armas importantes para enfrentar os desafios e transformá-los em sucesso. Por isso, nós estamos muito felizes com a evolução das quotas de mercado da Volkswagen, que chegou a 8,5 por cento em 2009 e que, estamos certos, vai aumentar ainda mais. Considera este prémio como um incentivo para reforçar a parceria entre a Volkswagen e a SIVA? Sim, claro. Nós, como fabricantes, sabemos que o negócio diário é especialmente difícil num ambiente económico de mudanças e com concorrentes fortes. Com este prémio, a nossa intenção é homenagear toda a equipa Volkswagen na SIVA, sem a qual não estaríamos na situação actual. É um grande obrigado pela sua dedicação e empenho, e, esperamos, um incentivo adicional para alcançar ainda mais e trazer a Volkswagen de volta ao topo. Quais são, na sua opinião, os pontos-chave que definem um bom importador? Os pontos-chave para se ser bem sucedido no mercado e face aos nossos concorrentes são estar sempre bem informado acerca do mercado em que nos movimentamos, ter uma rede que funcione bem e um bom relacionamento com os clientes, Concessionários e fabricantes, e trabalhar com uma equipa onde reine a confiança e o respeito. Isto é o principal. Depois, há que adaptar continuamente os processos e as estruturas a um ambiente em mudança, e - muito importante estar próximo dos clientes, para reagir às suas necessidades, desejos e queixas de uma forma pessoal e eficaz. É preciso ter uma perspectiva de longo prazo: criar valores e relações duradouros. Que características têm os modelos Volkswagen que os fazem adequar-se tão bem ao mercado português? Com a nossa vasta e atractiva gama de produtos temos a possibilidade de oferecer veículos a uma ampla faixa de grupos-alvo. A relação custo-desempenho, bons valores residuais e uma excelente imagem proporcionam uma boa base para produtos de sucesso no mercado português. Especialmente com a nossa gama Blue Motion, oferecemos os modelos certos para um mercado ecologicamente consciente como Portugal. A eleição do Polo como Carro do Ano em Portugal sublinha que atingimos o nervo certo dos nossos clientes aqui. A SIVA tem uma equipa motivada, que trabalha continuamente para fazer da Volkswagen uma marca melhor. Quais são os principais desafios para a marca Volkswagen, em geral e no mercado português? Com a introdução das medidas de austeridade do governo português, a situação económica de venda de carros vai mudar novamente, e precisamos ter as respostas certas para os clientes, que serão ainda mais incisivos e exigentes quando se tratar de decidir em que modelo investir o seu dinheiro. Este desafio transfere-se também para os concessionários, que precisam de saber gerir os seus negócios ao longo de vários anos em que têm que contar com o mercado automóvel mais baixo dos últimos 20 anos. No entanto, temos a certeza de continuar com a história de sucesso da Volkswagen em Portugal e de sair ainda mais fortes destes tempos conturbados. Esperamos que a chegada de novos modelos, como o sucessor do Touran, o novo Sharan - que produzimos aqui em Portugal -, e o novo Passat B7 nos dêem um bom impulso nos próximos meses. Mas, claro, temos também de garantir o sucesso das famílias Polo e Golf, bem como dos outros modelos. E tudo isso só será possível se entendermos perfeitamente o cliente e suas necessidades, correspondermos às suas expectativas e o tornarmos fã da nossa marca. Ainda temos um objectivo importante para alcançar: ser o número 1 no mercado português, tanto nas estatísticas de vendas como aos olhos dos nossos clientes! E é com isto em mente que vamos continuar a trabalhar com os nossos parceiros em Portugal. fi fl 22 EXCLUSIVA OUTONO

13 NOTÍCIAS SALÃO DE PARIS... Produto CONTINENTAL GT EDIÇÃO 2011 Com linhas ousadas e mais atléticas do que nunca, o novo Bentley Continental GT oferece também, no interior, mais espaço para as pernas dos passageiros do banco de trás (um incremento de 46 mm), e um sistema infotainment com 30 GB, operável através de tecnologia touchscreen. As novidades passam também pelas motorizações, com o W a debitar agora uma potência de 575 cv e um binário de 700 Nm, que se traduzem numa velocidade máxima de 318 km/h e numa aceleração dos km/h em 4,6 segundos. No conjunto, o Continental GT pesa menos 65 kg, as vias são mais largas e as jantes de 21 passam a fazer parte da lista de opcionais. Por seu lado, a caixa automática ZF desce os tempos de passagem em 50 por cento e a distribuição de potência pelas quatro rodas passa dos 50/50 para os 40/60. O FUTURO TAMBÉM É ELÉCTRICO O Salão Automóvel de Paris foi escolhido pela Škoda para a apresentação do Green E Line, um conceito ecológico 100 por cento eléctrico. O protótipo Octavia Green E Line reforça as preocupações ambientais da Škoda, mostrando que o futuro antevisto pela marca passa também pela mobilidade com emissões zero, possível através da aposta em veículos 100 por cento eléctricos. A bateria, composta por 180 células de iões de lítio que geram 26,5 kwh, encontrase posicionada no chão debaixo das secções centrais e traseira, entrando um pouco no compartimento da bagageira, mas sem impacto significativo no espaço disponível. Pesa aproximadamente 315 kg e alimenta um motor eléctrico capaz de debitar uma potência constante de 60 kw ou uma potência máxima de 85 kw. Os 270 Nm de binário máximo estão disponíveis logo desde o arranque. O Škoda Octavia Green E Line acelera dos zero aos 100 km/h em 12 segundos e atinge uma velocidade máxima de 135 km/h. A autonomia é de 140 km. O condutor assume o controlo total, através de um painel de instrumentos que lhe indica, em tempo real, dados como o estado da bateria e a autonomia. Além disso, é também informado do fluxo de energia, isto é, se está a ser fornecida energia eléctrica ao motor ou, pelo contrário, se está a gerar electricidade, em desacelerações ou descidas, por exemplo. A primeira frota de veículos para testes estará pronta em O PODER DO CARBONO Totalmente construído em carbono - o sexto elemento da tabela periódica - o Lamborghini Sesto Elemento é um protótipo com o qual a marca pretende mostrar soluções tecnológicas a incluir em futuros modelos. Com apenas 999 kg de peso, o Sesto Elemento utiliza três ligas de carbono distintas, disponibiliza tracção integral permanente e recorre ao motor V10 de 570 cv que já conhecemos do Superleggera, o que dá uma média de 1,75 kg por cv. Resultado? A aceleração dos zero aos 100 km/h faz-se em 2,5 segundos e a velocidade máxima ultrapassa em muito os 300 km/h. Os diversos spoilers e deflectores conferem-lhe uma dinâmica apurada. O Lamborghini Sesto Elemento mostra o futuro dos automóveis desportivos peso reduzido combinado com prestações extremas, o que resulta num elevado prazer de condução, explica Stephan Winkelmann, CEO da Automobili Lamborghini. AUDI EM DOSE DUPLA As novidades da Audi no Salão de Paris foram muitas, com destaque para dois protótipos que darão origem a dois novos modelos num futuro próximo. O concept E-tron Spyder (à esquerda, na foto) aponta a designação futura dos veículos híbridos ou 100 por cento eléctricos da marca. Utiliza um motor 3.0 TDI V6 com 300 cv, combinado com dois motores eléctricos de 68 Kw (91 cv) cada. O binário total disponibilizado é de 1000 Nm e a autonomia, em modo totalmente eléctrico, é de 50 km. A seu lado, o Audi quattro concept, um pequeno coupé desportivo com base no RS5 (embora com menor distância entre-eixos e linha de tejadilho mais baixa), que pretende homenagear os 30 anos do sistema quattro. Inclui um motor 2.5 turbo com 408 cv de potência, e, claro, a mais recente geração do sistema quattro de tracção permanente. TECNOLOGIA ACIMA DO SEGMENTO A sétima geração do Volkswagen Passat, que chega a Portugal em Janeiro do próximo ano, representa um salto qualitativo face ao modelo actual. Em carroçaria berlina e carrinha, as dimensões mantêm-se inalteradas, mas a renovação estética e tecnológica é total. Os faróis dianteiros com duas filas de LED com função de luzes diurnas aproximam o look do Passat à actual linguagem de design da marca, bem como os farolins horizontais atrás, ao melhor estilo do Sharan e do Touran. Um embrulho tão bem pensado terá que ter, seguramente, recheio à altura, e aqui a Volkswagen aposta num conceito mais premium, introduzindo sistemas normalmente utilizados em segmentos superiores. É o caso do detector de fadiga Attention Assist e do sistema Easy Open da bagageira, que, nas versões equipadas com Keyless Access, permite abrir o portão apenas passando o pé por debaixo do pára-choques traseiro. O novo Volkswagen Passat vem também equipado com volante multi-funções e sistema Hill Holder. Os motores são mais eficientes e menos poluidores. Ao longo de seis gerações, o Passat vendeu mais de 15 milhões de unidades em mais de 100 países. E a nova geração está preparada para continuar o sucesso. Škoda Octavia 1.2 TSI A gama Škoda Octavia já está disponível com o motor 1.2 TSI de 105 cv, proposto com uma caixa manual de seis velocidades ou uma transmissão automática DSG de sete velocidades. Destinado a quem não faz muitos quilómetros por ano, o Octavia 1.2 TSI debita 105 cv de potência e 175 Nm de binário máximo, disponível ente as 1550 e as 4100 rpm. Valores que asseguram uma velocidade máxima de 192 km/h na berlina (191 km/h na Break) e uma aceleração dos km/h em 10,8 segundos (10,9 segundos na Break).... Para o trabalho A Volkswagen Veículos Comerciais iniciou a comercialização de uma vasta gama de reboques com base no modelo Crafter. Assim, a Crafter Roader, com chassis em alumínio e dois eixos, é uma solução mais robusta, que permite 3000 kg de carga útil. A Crafter Blitz tem a mesma capacidade de carga, mas a particularidade do chassis basculante, para permitir um ângulo de entrada maior. Já a Crafter Space-Trans é, como o nome indica, a mais espaçosa: 4262 kg de carga útil.... Golf e Scirocco em versão R O novo Golf R prova que a Volkswagen consegue reduzir os consumos, mesmo em modelos desportivos: o 2.0 TSI de 270 cv faz um valor médio de 8,5 l/100 km, o que significa uma redução de 21%. O mesmo para o Scirocco R, cujo 2.0 TSI de 265 cv permite 8,0 l/100 km, com caixa DSG. Este modelo recebeu também duas novas versões R-line, associadas às motorizações 1.4 TSI de 160 cv e 2.0 TDI de 140 cv. 24 EXCLUSIVA OUTONO

14 ESPECIAL VIAGENS Seis destinos a visitar ANTES QUE DESAPAREÇAM A guerra, o aquecimento global, a poluição e a intrusão humana têm colocado vários hotspots de férias sob ameaça. Aqui f icam seis exemplos de locais cuja visita não pode f icar para muito depois. TIMBUKTU Conhece o nome? Não tem a mais pequena noção de onde fica? Fazendo fronteira com o Sahara, no Mali, Timbuktu tem sido sinónimo de aventura. Uma cidade lendária cuja idade de ouro continua a excitar a imaginação do Ocidente. Hoje, a história é diferente. Este outrora glorioso berço da cultura tem vindo constantemente a sucumbir à desertificação, com as areias a acumularem-se nas ruas da cidade. Aos poucos, o deserto invasor começou a ameaçar tesouros como as mesquitas Djingareyber, Sankore e Sidi Yahia, e o aquecimento global pode vir a aumentar ainda mais a temperatura na região. No entanto, não é apenas o calor que perturba Timbuktu. Os históricos manuscritos à guarda da cidade e em bibliotecas particulares - que o ar seco do deserto ajuda a proteger - também estão ameaçados pelo aumento da precipitação na estação chuvosa. Por tudo isto, recentemente, a cidade de Timbuktu entrou na lista Património Mundial em Perigo, da UNESCO. Texto Pól Ó Conghaile/AIC ALPES Os Alpes têm sido um importante destino de esqui ao longo de décadas. Mas se as tendências de aquecimento global continuarem, esses dias de glória gelada vão acabar. De acordo com um relatório divulgado pelo Programa Ambiental da ONU, o aquecimento global pode forçar o encerramento de metade de todos os resorts de esqui alpino em A ciência é bastante simples. À medida que as temperaturas aumentam, o derretimento dos glaciares pode fazer com que a linha de neve suba mais de 300 metros nos próximos 50 anos. Isso colocaria alguns dos resorts mais famosos da região - incluindo Kitzbühel, na Áustria, e Gstaad, na Suíça -, abaixo do limiar. Para os esquiadores, é provável que isto signifique temporadas mais curtas, mais derrocadas de neve, e viagens confinadas aos resorts de elevada altitude, como St. Anton, na Áustria, ou Alpe d Huez, na França. Mas como o esqui vale milhões para as comunidades dos Alpes, estão em curso alguns esforços para resolver o problema. Muitos resorts têm feito investimentos significativos em canhões de neve, despejando o pó artificial em cima do que quer que a natureza proporcione. Outras áreas estão em campanha para abrir novos resorts de altitude elevada. Ironicamente, claro, ambas as soluções são susceptíveis de aumentar ainda mais as emissões de carbono. fl > 26 EXCLUSIVA OUTONO

15 VIAGENS MALDIVAS O seu nome é sinónimo de merecidas férias de luxo, mas o arquipélago de 1200 ilhas que forma as Maldivas está em perigo de desaparecer sob as ondas. Com nenhuma ilha a mais de dois metros acima do nível do mar, a elevação dos oceanos ameaça afundar toda a nação sul-asiática antes do século terminar. Desde a sua eleição em 2008, o presidente das Maldivas, Mohamad Nasheed, encenou vários golpes de publicidade para chamar a atenção para a situação do seu país - incluindo uma reunião de gabinete debaixo de água. E também se comprometeu a criar um fundo para comprar uma nova pátria para os seus cidadãos, caso as piores expectativas se confirmem e precisem migrar. Apesar do carácter caricatural destas cenas, a mudança climática é uma ameaça muito real (como o LA Times destacou recentemente, um cesto de basquete é mais alto do que todo o país). Malé, a capital, foi engolida por uma gigantesca parede de mar, com o tsunami do oceano Índico, em 2004, a lavrar a direito sobre as ilhas. E no final dos anos 90, o El Niño causou uma ruptura numa barreira de coral. Nasheed quer as Maldivas com carbono neutro em Já os turistas, são um assunto à parte Se as políticas actuais se mantiverem, o Irão corre o risco de se ver transformado numa zona de guerra. Mas o país vale muito a pena uma visita, pelo que o melhor é irmos já. IRÃO O Irão pode não ser o lugar mais perigoso do mundo (essa honra vai para a Somália), mas se as coisas continuarem do jeito que estão, não tarda lá. Desde as duvidosas eleições presidenciais de Junho do ano passado, os manifestantes têm sido recebidos com violência, as nações estrangeiras com acusações, e, ainda por cima, foi descoberta uma fábrica de enriquecimento de urânio escondida no subsolo. Estaremos a olhar para uma zona de guerra em stand-by? Apesar deste seu problema de imagem, o Irão é um país fascinante, com pessoas calorosas e inteligentes, cidades dinâmicas, cultura antiga e cozinha surpreendente. Com o deserto e a montanha como principais anfitriões de aventuras várias, está só à espera de ser resgatado turisticamente, na busca da verdade sob os estereótipos. Mas é preciso sermos rápidos, pois, a continuar como está, pode ser apenas uma questão de tempo antes que o Irão impluda, se torne numa junta separatista como a Coreia do Norte ou a Birmânia, ou termine num caos semelhante ao do Iraque. O prazo do presidente Obama para a diplomacia expirou, Israel nunca propôs um, e o Ocidente está a ficar cada vez mais irritado com as ambiguidades do regime no que toca ao tema do nuclear. fl > 28 EXCLUSIVA OUTONO

16 VIAGENS No século passado, Veneza afundou-se mais de 13 centímetros. E os níveis do mar não param de subir... MAR MORTO Enquanto Veneza e as Maldivas enfrentam a ameaça de subida do nível do mar, o Mar Morto caminha na direcção oposta. Perdendo, actualmente, cerca de um metro por ano em profundidade, esta recessão deixou um rastro de lama salgada atrás de si, e a perspectiva de um desaparecimento completo é agora muito real. O Mar Morto é o ponto mais baixo da terra (está a 427 metros abaixo do nível do mar) e famoso por ser tão salgado que os seres humanos conseguem flutuar em cima dele. Contudo, o turismo está cada vez mais ameaçado. Tomemos como exemplo o israelita Ein Gedi Spa: quando abriu, há 20 anos, os hóspedes saíam pela porta das traseiras e estavam a poucos metros da água. Hoje, é uma caminhada de mais de um quilómetro e meio. Por que é que isso está a acontecer? Durante várias décadas, israelitas, palestinianos e jordanos foram desviando o rio Jordão - a principal fonte de água do Mar Morto - para satisfazer as necessidades humanas e agrícolas. O seu fluxo é hoje quase um gotejamento, e a menos que os planos da Jordânia para o voltar a encher através do transporte de água do Mar Vermelho dêem frutos, o Mar Morto tem poucas hipóteses de voltar à vida. fi fl VENEZA Veneza é como comer uma caixa inteira de bombons de licor de uma só vez, tal como afirmou Truman Capote. Mas por quanto tempo pode esta doce selecção de arquitectura e arte manter-se acima das ondas? Quando Veneza inundou, em 1966, as fotos correram o mundo e fizeram manchetes internacionais. Quando inundou novamente, em Dezembro do ano passado, quase nem pestanejámos com a notícia. Porquê? Porque a Praça de São Marcos agora inunda dezenas de vezes por ano, e a visão de passadeiras improvisadas por cima da água tornou-se comum. Veneza assenta numa lagoa que é vulnerável tanto aos níveis de afundamento do solo como às marés-altas. Como resultado, a cidade afundou mais de 13 centímetros no século passado, e os níveis do mar continuam a subir... Em 2014, um sistema de barreiras móveis estará pronto para proteger a cidade das enchentes, mas, por mais eficazes que sejam contra as marés locais, que impacto poderão ter no aquecimento global? 30 EXCLUSIVA

17 ENSAIO AUDI A1 Ao contrário do que o lugar-comum apregoa, é evidente que o tamanho importa. No mundo dos automóveis, e para quem está habituado só ao melhor, o tamanho importa na medida em que o veículo pode ter qualquer comprimento desde que seja grande. Grande na qualidade, grande no conforto, grande na tecnologia, grande no design, grande no prazer de condução. É assim o novo A1: toda a essência Audi condensada em menos de quatro metros. O desenvolvimento deste novo pequeno automóvel começou por ser um mero exercício de engenharia, uma interrogação em forma de protótipo: como poderia a Audi desenvolver um automóvel de dimensões reduzidas capaz do conforto, desempenho, dinâmica e funcionalidade de segmentos superiores? A resposta foi apresentada no Salão de Genebra de 2008, com o Audi project quattro, e a recepção foi de tal forma eufórica que, de um momento para o outro, o projecto caminhou a passos largos em direcção a uma versão de produção. E pode dizer-se que todos os pormenores que fizeram do concept um exercício de estilo fabuloso foram passados a papel químico para o Audi A1. Os 3,95 metros gritam beleza e dinâmica: na frente, a grelha singleframe e as entradas de ar dominam a atenção, complementando-se o festim gráfico com as luzes diurnas de presença. Visual desportivo e claramente pertencente à família Audi. De perfil, a carroçaria de dois tons (em opção) proporciona um coup de grace visual, com o arco superior a poder ser pintado de branco, preto ou dois tons de cinzento. Tudo acompanhado por um jogo de linhas que gritam coupé!. Na traseira é o opcional sistema de iluminação LED super red, uma presença constante de noite ou de dia, que assume o papel principal: é este o elemento que será mais visível para os outros condutores, depois de rendidos às capacidades dinâmicas inquestionáveis do A1. Mas este enfant terrible esconde no seu interior outro trunfo de valor inquestionável - o detalhe fl > The next BIG THING Tem menos de quatro metros de comprimento, mas tudo para ser a grande novidade da rentrée automobilística. 32 EXCLUSIVA OUTONO

18 AUDI A1 inacreditável na construção e nos materiais utilizados. Os bancos de recorte desportivo, o volante, o painel de instrumentos, a consola central; nada foi deixado ao acaso no Audi A1. Os materiais são macios ao toque e a montagem perfeita. Acima da consola central esconde-se sorrateiramente o ecrã que controla o interface de multimédia (MMI), uma opção que é estreia absoluta num automóvel deste segmento. Um simples toque é o que basta para despertar o ecrã. A partir daqui o condutor tem acesso à navegação, rádio, multimédia e diversas definições de sistema, através de um simples tocar e rodar do manípulo central. um sistema MacPherson com braços transversais triangulares exerce funções de direcção e motricidade, enquanto o eixo traseiro, composto por uma barra de torção, oferece uma relação entre conforto e comportamento inigualável e inédita num automóvel deste segmento. As características do Audi A1 não mentem. Este desportivo compacto, jovem e moderno é trendy sem ser exagerado, ágil sem ser desconfortável e potente sem ser gastador. Perfeito para ambientes urbanos, é um automóvel grande em tudo, excepto no tamanho. Acabou de chegar, mas tem tudo para ser the next big thing. fi fl A caixa automática de sete velocidades, em opção, tem um papel importante na redução dos consumos. Vocacionado para clientes jovens, que procuram estilo e desportividade num automóvel com características urbanas, o A1 oferece tudo isso, num verdadeiro conceito premium para o segmento dos minicompactos. O PESO TAMBÉM CONTA A leveza de um automóvel é inimitável, por mais potência que tenha, ou por melhor afinação de suspensão que disponha. É por isso que o Audi A1 é o automóvel mais leve do seu segmento, com apenas 1115 kg de peso na versão base. A este reduzido peso casam-se motores de elevada relação débito de potência/consumo: de um lado, os motores a gasolina 1.2 e 1.4 TFSI garantem dois níveis de potência que perfazem os extremos da gama: 86 cv e 122 cv, respectivamente. De outro, o Diesel 1.6 com 105 cv será a escolha de quem prefere as características dos TDI do grupo Volkswagen. E com um coeficiente de resistência aerodinâmica de apenas 0,32, o A1 também se revela económico: os consumos médios oscilam entre frugais 3,9 e 5,3 l/100 km. Isto devese, em grande parte, à introdução da caixa automática de sete velocidades, que casa na perfeição a rapidez de engrenagem com a gestão electrónica que melhor uso faz das características de cada um dos motores. Ágil e manobrável, o Audi A1 faz uso de um chassis inteligente para promover uma repartição de pesos fora-de-série. Na frente, 34 EXCLUSIVA OUTONO

19 EVENTOS AUDI A1 EM FESTA... NO PORTO E EM LISBOA Numa acção inovadora, a Audi criou a AreA1Lisboa, com vista para o Tejo, onde ao longo de dez dias mais de 2500 fãs da marca f izeram extreme test drives, conduzidos por pilotos Audi. Neste espaço era também possível personalizar um A1, ou apenas comer um gelado, beber um café e ouvir música no AreA1 Lounge. CELEBRAÇÕES EM MUNIQUE... Um automóvel jovem e irreverente merece festas de lançamento à altura, com convidados que partilhem as mesmas características. Assim, ainda antes mesmo de fazer a sua estreia em terras lusas, levámos um animado grupo de actores nacionais a conhecer o A1 em Munique. Mais tarde, a festa de lançamento nacional fez-se no Porto. Sem conhecer fronteiras, o espírito A1 esteve sempre presente, com a diversão como pano de fundo. OUTONO

20 ANIVERSÁRIO SOCIEDADE HÍPICA PORTUGUESA Nasceu em 1910 e viu cem anos passar a galope. Entre cavaleiros à moda antiga, projectos especiais com crianças e jovens e competições de alto nível, a Sociedade Hípica Portuguesa mantém o espírito inicial e a devoção ao cavalo, simultaneamente companheiro e símbolo. Cem anos A GALOPE Estávamos em Março de 1910 quando cinco amigos e cavaleiros se reuniram em torno de um objectivo comum, deixando o mote e a promessa de associar todos os que cultivam o desporto hípico, ou que por ele se interessam, de modo a promover o seu desenvolvimento. Francisco Assis Jara de Carvalho, Francisco Xavier de Almeida, Jayme Roque de Pinho, José Ricardo Cabral e Manuel da Costa Latino formaram, então, a Sociedade Hípica Portuguesa (SHP), com o propósito de durar e de congregar ao seu redor futuras gerações de consócios dedicados aos cavalos e ao hipismo. A sede da Sociedade estabeleceu-se na Rua Ivens, no primeiro dia do mês de Maio, e, durante sete anos, o hipódromo ficou no Parque da Pavalhã, passando depois para Sete Rios. Nessa altura, surgiram logo 176 cidadãos nacionais com interesse em pertencer ao clube, e a estes somaram-se 81 correspondentes. Todos os sócios, independentemente do seu vínculo, procuravam na SHP uma organização que lhes permitisse aceder a e promover provas hípicas. É, aliás, com esse objectivo que se propõe, anos depois, a passagem para os terrenos do antigo Jockey Club. A mudança dá-se no início dos anos 30 e a SHP passa a ocupar os terrenos onde ainda hoje se encontra, tendo, no percurso, transformado a imagem da cidade e a sua ligação ao mundo hípico. É então nos terrenos do Campo Grande que a aposta nas competições se revela, e agora, com o marco dos noventa anos do concurso hípico internacional oficial, dá-se o renovar dessa confiança no projecto. Destas noventa participações surgiram grandes vitórias e, quem sabe garante, não há um só nome do hipismo nacional que se conheça que não esteja ligado a esta casa, até porque, nunca ninguém fez, tantas vezes, subir o pavilhão português no mastro de honra, quer em Portugal quer no estrangeiro, como os sócios do nosso clube, revela a história da instituição. Além dos troféus resgatados em competições internacionais, como nos Jogos Olímpicos ou no Concurso Completo de Equitação de Helsínquia, há ainda mais provas que vêm dos resultados conseguidos no CSIO Concurso de Saltos Internacional Oficial que, em contagens mundiais, é o mais antigo concurso do género a realizar-se no mesmo local em todas as suas edições. O trabalho árduo de todos os que passaram por esta casa conferiu-lhe as honras de um nome que atravessa fronteiras, mas também lhe garantiu o reconhecimento nacional, através da atribuição de Estatuto de Utilidade Pública, da Cruz Vermelha de 1.ª Classe e o grau de Comendador da Ordem Militar de Cristo. Hoje, a família que se dedica diariamente à causa equestre é composta por 150 funcionários, que acolhem mais de 300 alunos de equitação e que gerem os espaços comerciais de restauração, ao mesmo tempo que cuidam e devotam os seus dias ao bem-estar dos 350 equídeos que vivem nesta casa que lhes é dedicada, ensinando valores de entreajuda, respeito e coragem. fl > OUTONO

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