Soluções Alternativas dos Conflitos - Arbitragem e Mediação

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1 BOAS - VINDAS A Faculdade de Direito da PUC-SP, mantendo a sua tradição de representar um dos melhores cursos de Direito do Brasil, oferece ao aluno diversas disciplinas abrangendo todas as áreas da ciência jurídica, possibilitando uma diversidade de conhecimento que lhe permite um leque infinito de opções para um futuro profissional de excelência. Preparados a enfrentar concursos públicos, bem como a advocacia consultiva e vida acadêmica de excelência, é também forte a qualificação dos alunos da PUC-SP ao contencioso em diversas áreas (cível, penal, tributário, administrativo, trabalhista etc.). Porém, é sabida, por experiência ou conhecimento, a crise em nosso Sistema Judiciário, decorrente, em boa parte, de sua ineficiência e da morosidade com que tramitam os processos. Este contexto, por estudos de sociólogos e cientistas políticos, chega a ofender a cidadania, além de pôr em risco a própria dignidade das pessoas lesadas em seus direitos, tudo sem contar com o nocivo impacto na própria economia, criando obstáculos ao desenvolvimento nacional, por vulnerar a equação econômico-financeira dos negócios subjacentes ao conflito. Apesar de o desenvolvimento de outros métodos de composição de conflitos não estar, tecnicamente, relacionado às dificuldades enfrentadas pelo Poder Judiciário, o fato é que, na rotina brasileira, a sobrecarga do serviço judicial estatal acabou servindo de incentivo ao descobrimento e ao progresso desses mecanismos. A prática, aliás, os consagrou com o pseudônimo de métodos alternativos de solução de conflitos, mas deve-se afastar a ideia de alternativa ao Poder Judiciário, pois, na verdade, cada um desses meios inclusive o processo judicial é mais ou menos apropriado para uma determinada situação litigiosa. Não há, propriamente, a substituição de um método por outro (v.g.: o processo judicial pela arbitragem), mas sim a escolha de instrumento que melhor se ajusta àquele conflito específico. Daí porque hoje fala-se em meios adequados de solução de conflitos. Assim, diante de um conflito jurídico, a utilização do Poder Judiciário, para muitas questões, é apenas uma das formas de se resolver o litígio. O mundo moderno reconhece e prestigia, cada vez mais, a mediação, a conciliação e arbitragem.

2 Com reconhecida posição internacional 1, o Brasil agora parte para o desenvolvimento da arbitragem interna, ou doméstica, e a cada instante se evidencia sua utilidade, interesse e expressiva quantidade de assuntos e questões envolvendo o tema. No âmbito internacional, a arbitragem representa o mais comum e mais eficiente método de solução de contendas, cujas peculiaridades trazem para a disciplina grande complexidade, de que são exemplos notórios a influência de convenções internacionais no trato da matéria, a possibilidade de escolha da lei aplicável, a importância da sede da arbitragem, entre outras coisas. Aliás, falamos que o momento hoje é de se democratizar a arbitragem, ao lado da valorização da arbitragem interna para grandes questões que antes eram levadas aos centros ou câmaras internacionais. E esta perspectiva se mostra presente, ao notarmos, como divulgado rotineiramente na mídia, o crescimento médio anual de 20% nos procedimentos arbitrais instaurados nas principais instituições brasileiras, inclusive com a adoção cada vez maior deste instrumento no setor público, em contratos firmados com a iniciativa privada (empreitada de grandes obras de engenharia, concessões etc.). A ampliação do uso da arbitragem no âmbito interno, porém, exige uma enorme responsabilidade, a cargo de árbitros, advogados e instituições arbitrais, sob o risco de lesão aos interesses de partes em situação de desigualdade e, ao final, desprestígio do próprio instituto. E da iniciativa pioneira que tivemos ao oferecer a disciplina Arbitragem e Mediação no Programa do Pós-graduação da PUC, no ano de 2008, seguindo desde então no curso, a cada instante, inclusive instigados pelos Mestrandos e Doutorandos, colhemos a evidência o crescimento destes Institutos. Quanto à mediação e conciliação, desconsiderado todo histórico de crescimento, mais acentuado nos anos próximos, porém ainda com menor intensidade que a arbitragem, vem à tona a recentíssima Resolução n. 125 do 1 Os dados divulgados pela International Chamber of Commerce comprovam o desenvolvimento da arbitragem no Brasil, valendo-se destacar que as partes brasileiras têm figurado na lista dos maiores usuários dos seus serviços, ressaltando-se o quarto lugar alcançado em 2006; A lista contendo o ano, o número de casos com partes brasileiras e a posição do País em relação aos outros Estados é a seguinte: 2000 (10 20º), 2001 (28 12º), 2002 (18 17º), 2003 (22 14º), 2004 (30 13º), 2005 (35 11º), 2006 (67 4º), 2007 (35 11º), 2008 (27 9º). Em 2011, 10% dos contenciosos da CCI envolveram empresas brasileiras. A seu turno, o Brasil é considerado país de referência em arbitragem na América Latina, concentrando as instituições mais reconhecidas e utilizadas também em confronto com os demais Estados integrantes do Mercosul.

3 Conselho Nacional de Justiça, de 29 de novembro de 2010, estabelecendo a Política Judiciária Nacional de Tratamento Adequado dos Conflitos de Interesse, ressaltando a relevância destes meios como instrumentos pacificadores e de equilíbrio social. O Brasil, então, passa a adotar o sistema multiportas seguindo a tendência norte americana do chamado multi door system, pelo qual em um único "local", e com procedimentos simplificados, a sociedade terá acesso a diversas formas de solucionar seus litígios, e até mesmo resolver questões jurídicas, não necessariamente conflituosas, no exercício pleno de sua cidadania. Assim, mantendo a posição de vanguarda acadêmica da PUC-SP, em mais uma proposta inovadora no programa de graduação, oferecemos esta disciplina como optativa: Mediação e Arbitragem. Com o propósito de apresentar o Direito vigente e instigar a sua análise crítica, o curso pretende trazer questões práticas enfrentadas por todos aqueles protagonistas da mediação, conciliação e arbitragem, sem deixar de lado o embasamento teórico e acadêmico, necessário à formação do convencimento sobre as posições que devam ser adotadas. E temos a certeza de que, além de melhor preparar o aluno aos desafios do mundo jurídico a ser enfrentado, também o acesso a estes temas permite uma ampliação das oportunidades profissionais e acadêmicas, na medida em que, mesmo solidificados os Princípios destes Institutos, e a sua utilidade na gestão de conflitos, ainda há um campo fértil a ser explorado, sendo que, na maioria dos cursos de Direito, esta disciplina não é explorada devidamente. Sejam bem-vindos!

4 AVALIAÇÕES Seminários: serão informados com antecedência à ocorrência e poderão se desenvolver de duas formas: a) as questões serão previamente enviadas pelo endereço eletrônico do aluno e-ou disponibilizados no site: no "Espaço Acadêmico", mediante a identificação do aluno com a senha 2013grad1; em seguida, na data marcada pelo professor, os alunos, individualmente ou divididos em grupos (segundo a orientação a ser apresentada na oportunidade) entregarão as respostas por escrito, seguindo-se ao debate em sala de aula; ou b) será informado previamente o tema central e a data para a realização do seminário, ocasião na qual os alunos se reunirão em grupos para discutir questões apresentadas, seguindo-se a entrega por escrito das conclusões. A nota do seminário é composta pela participação do aluno durante as discussões em sala de aula e pela redação das respostas, tanto no quesito português, quanto na qualidade e conteúdos jurídicos, especialmente considerada a pesquisa realizada. Os prazos de entrega das atividades deverão ser respeitados, sob pena de redução da nota ou não aceitação, a critério do professor. Provas: serão aplicadas duas provas, sobre matéria a ser informada oportunamente. Ainda, haverá prova substitutiva em data a ser definida, e avaliação final para aqueles alunos que não atingiram a média necessária à aprovação. O conceito final de cada prova leva em consideração a interpretação dos enunciados das questões, a redação, a aplicação correta e coerente da língua portuguesa e da linguagem jurídica, e naturalmente os conhecimentos pertinentes ao tema da prova. GRUPO VIRTUAL A maioria das informações pertinentes às aulas (inclusive roteiros) e à disciplina, como as questões de seminários, artigos, julgados, alterações referentes às aulas e sua forma, respostas dos seminários, novidades jurídicas e troca de ideias pertinentes à disciplina serão disponibilizadas pelo professor em meio eletrônico, e no site acima referido (www.cahali.adv.br, no "espaço acadêmico", geral ou específico da turma, este mediante a identificação com a senha 2013grad1). ATENÇÃO: estas informações disponibilizadas são essenciais e indispensáveis para o bom acompanhamento e interação da turma com o professor e disciplina. Desta forma, o acesso rotineiro é de extrema importância.

5 PROGRAMA 1ª Aula => Introdução aos métodos alternativos de resolução de disputas. 2ª Aula => Conciliação e a Resolução 125 do Conselho Nacional de Justiça. 3ª Aula => Mediação: noções gerais e características. 4ª Aula => Arbitragem:notícia histórica, conceito, natureza jurídica, constitucionalidade e princípios. 5ª Aula => Características fundamentais e classificação. 6ª Aula => Convenção arbitral: cláusula compromissória e compromisso arbitral. 7ª Aula => Árbitros: deveres, responsabilidades, poderes e restrições; advogados na arbitragem. 8ª Aula => Procedimento arbitral I. 9ª Aula => Procedimento arbitral II. 10ª Aula => Previsão para a 1.ª prova ou avaliação por outro critério. 11ª Aula => Cooperação do Poder Judiciário e Tutelas de urgência na arbitragem. 12ª Aula => Sentença arbitral 13ª Aula => Meios de cumprimento da sentença arbitral. 14ª Aula => Sentença arbitral e meios de impugnação (invalidação). 15ª Aula => Arbitragem temática a utilização da arbitragem em diversas matérias (I). 16ª Aula => Arbitragem temática a utilização da arbitragem em diversas matérias (II). 17ª Aula => Arbitragem Internacional e Convenções Internacionais; Homologação de sentença arbitral estrangeira. 18ª Aula => Previsão para a 2.ª prova ou avaliação por outro critério.

6 BIBLIOGRAFIA - BRAGA NETO, Adolfo, e CASTALDI, Lia Regina. O que é mediação de conflitos. São Paulo: Brasiliense, BRAGA NETO, Adolfo, e SALES, Lilia Maria de Morais - Organizadores. Aspectos atuais sobre a mediação e outros métodos extra e judiciais de resolução de conflitos. Rio de Janeiro: GZ Editora, 2012; - CAHALI, Francisco José. Curso de Arbitragem. 2. ed. São Paulo: RT, 2012; - CARMONA, Carlos Alberto. Arbitragem e processo. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009; - GUILHERME, Luiz Fernando do Vale de Almeida. Manual de arbitragem: doutrina, legislação, jurisprudência. 2. ed. São Paulo: Método, 2007; - LUCHIARI, Valéria Ferioli Lagrasta. Mediação Judicial. Análise da realidade brasileira - Origem e evolução até a Resolução n. 125 do Conselho Nacional de Justiça. São Paulo: GEN - Forense, 2012; - Revista de arbitragem e mediação. Coordenação: Arnoldo Wald. São Paulo: RT, ; - Revista brasileira de arbitragem. Direção: Elton José Donato e João Bosco Lee. Curitiba: Síntese, SCAVONE JUNIOR, Luiz Antonio. Manual de arbitragem. 4. ed. São Paulo: RT, 2010; - SIX, Jean-François. Dinâmica e mediação, tradução de Águida Arruda Barbosa, Eliana Riberti Nazareth e Giselle Groeninga, Belo Horizonte: Del Rey, 2001; - TARTUCE, Fernanda. Mediação nos Conflitos Cíveis. São Paulo: Método, 2008.

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