BIOSSEGURANÇA NA ODONTOLOGIA CONTROLE DA INFECÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BIOSSEGURANÇA NA ODONTOLOGIA CONTROLE DA INFECÇÃO"

Transcrição

1 BIOSSEGURANÇA NA ODONTOLOGIA CONTROLE DA INFECÇÃO

2 AUTORES Sérgio Luiz Guandalini Prof. Adjunto do Departamento de Estomatologia da Universidade Federal do Paraná Ex-Presidente da Comissão de Controle de Infecção Odontológica da Universidade Federal do Paraná e da Associação Brasileira de Odontologia - Secção Paraná Ex-Diretor do Centro de Ensino e Aperfeiçoamento Profissional do Sindicato dos Odontologistas no Estado do Paraná Especialista em Periodontia pela Associação Odontológica Norte do Paraná Norma Suely Falcão de Oliveira Melo Profª.Adjunto do Departamento de Estomatologia da Universidade Federal do Paraná Presidente da Comissão de Controle de Infecção Odontológica da Universidade Federal do Paraná Mestre em Odontopediatria Eduardo Carlos de Peixoto Santos Prof. Adjunto Aposentado da Universidade Estadual de Londrina Ex-Prof. de Odontologia da Faculdade Tuiuti de Curitiba Ex-Vice Presidente da Comissão de Controle de Infecção Odontológica da Associação Brasileira da Odontologia -Secção Paraná. Especialista em Saúde Publica pela Escola de Saúde Publica /Universidade Federal do Paraná/ FIOCRUZ

3 SUMÁRIO PREFÁCIO... AGRADECIMENTOS... INTRODUÇÃO... COMO CONTROLAR A INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA... 1) MEDIDAS PARA O CONTROLE DA INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA ANAMNESE... 2.EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL GORRO AVENTAL AVENTAL NÃO CIRÚRGICO E CALÇA AVENTAL CIRÚRGICO ESTÉRIL COMO VESTIR O AVENTAL CIRÚRGICO COMO RETIRAR O AVENTAL MÁSCARA EFICIÊNCIA DA FILTRAÇÃO DAS MÁSCARAS ÓCULOS DE PROTEÇÃO SAPATILHAS LUVAS LUVAS COMERCIAIS LUVAS PARA EXAME CLÍNICO LUVAS DE LÁTEX NÃO ESTÉREIS PARA PROCEDIMENTOS SEMICRÍTICOS LUVAS CIRÚRGICAS ESTÉREIS ROUPAS COMPLEMENTARES CAMPOS CIRÚRGICOS DE MESA CAMPOS PARA O PACIENTE CAMPOS PARA O EQUIPAMENTO... 3.PROCEDIMENTO DE LAVAGEM DAS MÃOS 3.1 TÉCNICA BÁSICA DE LAVAGEM DAS MÃOS TÉCNICA BÁSICA DE LAVAGEM DAS MÃOS SEM ÁGUA E SABÃO TÉCNICA DE DEGERMAÇÃO CIRÚRGICAS DAS MÃOS 4.CALÇAMENTO DAS LUVAS...

4 4.1 REMOÇÃO DAS LUVAS APÓS PROCEDIMENTO PREPARO DO PACIENTE EQUIPAMENTO PARA PROTEÇÃO DO PACIENTE ANTISSEPSIA DO PACIENTE ANTISSEPSIA DO PACIENTE PARA PROCEDIMENTOS SEMICRÍTICOS ANTISSEPSIA DO PACIENTE PARA PROCEDIMENTOS CRÍTICOS PREPARO DA BOCA PREPARO EXTRABUCAL... 6.ESTERILIZAÇÃO PRÉ-LAVAGEM PRÉ-LAVAGEM COM CUBA DE ULTRASOM PRÉ-LAVAGEM POR PROCESSO MANUAL SECAGEM EMBALAGEM MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO PROCESSOS FÍSICOS MICROESFERAS DE VIDRO FILTRAÇÃO RADIAÇÕES ESTERILIZANTES POR RAIO GAMA COBALTO RADIAÇÕES ESTERILIZANTES POR RAIOS ULTRAVIOLETA CALOR SECO-ESTUFA OU FORNO DE PASTEUR CALOR ÚMIDO-AUTOCLAVE PROCESSOS QUÍMICOS ÓXIDO DE ETILENO PLASMA DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO SOLUÇÕES QUÍMICAS PASTILHAS DE FORMOL... 7.MONITORAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO MONITORAÇÃO QUÍMICA 7.2. MONITORAÇÃO BIOLÓGICA... 8.DESINFECÇÃO EM ODONTOLOGIA DESINFECÇÃO QUÍMICA DO INSTRUMENTAL DESINFECÇÃO DO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO DESINFECÇÃO DO PISO DESINFECÇÃO DAS PAREDES DA SALA CLÍNICA DESINFECÇÃO DO EQUIPAMENTO REFLETOR CUSPIDEIRA CADEIRA SUCTORES EQUIPO ODONTOLÓGICO...

5 MANGUEIRAS DE ALTA-ROTAÇÃO, MICROMOTOR E SERINGA TRIPLICE CAIXA DE COMANDO DO EQUIPO MICROMOTOR E ALTA-ROTAÇÃO DESINFECÇÃO DO RESERVATÓRIO DE ÁGUA DO CONSULTÓRIO DESINFECÇÃO DO SISTEMA DA ÁGUA DAS PEÇAS DE MÃO DESINFECÇÃO DE ARMÁRIOS E BANCADAS DESINFECÇÃO INTERNA DOS SUCTORES E PONTAS DE SUCÇÃO SUCTOR DE ALTA POTÊNCIA SUCTOR COM RESERVATÓRIO OU DEPÓSITO SUCTOR DE AR DO PRÓPRIO EQUIPAMENTO... 9.REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO DO CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO OUTROS PROCEDIMENTOS BROCAS BROCAS PARA PROCEDIMENTOS SEMICRÍTICOS BROCAS PARA PROCEDIMENTOS CRÍTICOS BROCAS ENDODÔNTICAS BROCAS DE LABORATÓRIO DE PROTESE ANESTUBES LIXO LIXO GERAL LIXO COM RESÍDUOS DE AMÁLGAMA LIXO PATOLÓGICO LIXO QUÍMICO LIXO INFECCIOSO LIXO INFECCIOSO CONTUDENTE LIXO FARMACÊUTICO LAVAGEM CAMPOS OPERATÓRIOS LAVAGEM DAS ROUPAS DO CONSULTÓRIO DESINFECÇÃO DO ISOLAMENTO ABSOLUTO CONTROLE DA INFECÇÃO NA IMAGINOLOGIA 11.CONTROLE DA INFECÇÃO NAS ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS... 1.EXAME CLÍNICO... 2.CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL ATENDIMENTO EM CENTRO CIRÚRGICO ATENDIMENTO EM AMBULATÓRIO OU CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO... 3 PERIODONTIA... 4 IMPLANTODONTIA... 5 ENDODONTIA...

6 6 DENTISTICA RESTAURADOURA... 7 ODONTOPEDIATRIA... 8 ORTODONTIA... 9 PRÓTESE DENTÁRIA OUTROS MATERIAIS E PRODUTOS... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...

7 PREFÁCIO A segunda edição deste livro significa para mim a certeza da aceitação dos trabalhos realizados anteriormente, por professores, colegas e estudantes de nossa área de atuação. É fato, que todo trabalho é incompleto e portanto apresenta sempre necessidade de aprimoramento, renovação, e, maior abrangência da matéria, de modo a dar uma visão dinâmica e atual das informações contidas, e esta edição o faz brilhantemente. Como estudante do tema devo dizer que, a 2ª edição amplia, permite maior clareza de entendimento e aprendizado. O desenvolvimento do trabalho é objetivo e muito didático, com qualidade científica ímpar; o desprendimento dos autores, cedendo para utilização didático-pedagógica nas escolas, especialmente a parte prática, demonstra de maneira indelével sua preocupação constante com a saúde de todos nós : Profissionais, Estudantes e Paciente. Finalmente, estou honrado e grato, por tomar parte nesta contextualização. Prof. Pedro Carlos Ferreira Tonani Setembro de 2003

8 AGRADECIMENTOS compreensão. As esposas Marilize e Lacy e ao esposo Daniel, pelo incentivo e Aos filhos Andrei, Barbara e Felipe, pelos momentos ausentes. A Gnatus pela nova oportunidade e pela divulgação deste trabalho.

9 INTRODUÇÃO Na Odontologia o profissional e equipe são expostos diariamente a uma grande variedade de microorganismos da microflora bucal do paciente, principalmente pelos aerossóis produzidos pela alta-rotação e seringa tríplice. Eles podem ser patogênicos e transmitir doenças infecto-contagiosas tais como: resfriado comum, pneumonia, tuberculose, AIDS, hepatite B, hepatite C, entre outras. O emprego de medidas de controle da infecção como os equipamentos de proteção individual (EPIs), esterilização do instrumental, desinfecção do equipamento e ambiente, antissepsia da boca do paciente e outras medidas, podem prevenir a transmissão destas doenças na Odontologia. A American Dental Association (ADA) há mais de seis décadas vem recomendando o emprego desta medidas, mesmo antes do surgimento de doenças infectocontagiosas como a AIDS, que ainda não tem tratamento adequado. No Brasil, a preocupação com esse controle na clínica odontológica somente teve início na década de 80. Hoje em alguns estados o controle se tornou lei e algumas Universidades o introduziram em seu currículo como disciplina, tornando-se uma realidade. Também as industrias de equipamentos odontológicos tem participado e investem na qualidade dos equipamentos quanto ao controle da infecção. Isto tem sido observado e aprovado pela classe, que as vê como uma proteção adicional para toda a equipe e os pacientes. Apesar de todos este progresso ainda estamos no começo e devemos também somar a exigência dos pacientes na realização destas ações pelo profissional e equipe. Este trabalho tem por objetivo colaborar e ajudar com mais uma fonte de consulta rápida e prática, para que num futuro bem próximo possamos realizar na Odontologia um efetivo controle da infecção.

10 COMO? PORQUÊ? QUANDO? COM O QUÊ? CONTROLAR A INFECÇÃO

11 Para que o dentista mantenha efetivo controle de infecção odontológica durante a realização dos procedimentos clínicos, é necessária a criação de uma classificação dos instrumentos e dos procedimentos clínicos quanto ao risco de transmitirem infecção exógena. Uma adaptação a classificação de Spaulding para materiais e equipamentos hospitalares em: críticos, semi críticos e não-críticos pode ser adotada para os instrumentos odontológicos. E a Portaria n o 930/92 16 classifica as cirurgias médicas e odontológicas segundo o seu risco de contaminação em: limpas, potencialmente contaminadas, contaminadas e infectadas. Nesta classificação as cirurgias odontológicas são consideradas contaminadas, por serem realizadas em tecidos ricos em flora residente, de difícil descontaminação. São classificadas como infectadas quando existe a presença de supuração no local da cirurgia ou em feridas traumáticas sujas e que tenham ocorrido mais de seis horas antes da intervenção. Os instrumentos são classificados em: A) Instrumentos Críticos: são aqueles que penetram nos tecidos sub-epiteliais, atingindo o sistema vascular. Ex.: afastadores, pinças, instrumentos de corte ou ponta e outros. Estes instrumentos devem ser obrigatoriamente esterilizados. B) Instrumentos Semi-críticos: são aqueles instrumentos que entram em contato com a mucosa ou pele íntegra, como: moldeiras e espelhos extrabucais, instrumentais para amálgama. Estes instrumentos são desinfetados e quando possível, esterilizados. C) Instrumentos Não-Críticos: são aqueles que entram em contato apenas com a pele íntegra ou não entram em contato com o paciente. Ex. muflo, pinça perfuradora, arco de Young,: etc.; estes podem ser desinfetados ou esterilizadas, quando posível. Na Odontologia, são muito poucos os instrumentos que não são enquadrados como críticos e semi-críticos devido serem os procedimentos sempre em ambiente com presença de secreções orgânicas (saliva, sangue, etc). Os procedimentos odontológicos clínicos e cirúrgicos são também classificados segundo o risco de contaminação em: A) Procedimentos críticos: são aqueles em que há penetração no sistema vascular. Ex.: Cirurgias em tecidos moles e duros, Cirurgias Periodontais, Exodontias, Raspagens Subgengival ou Curetagens Periodontais, etc. Nestes procedimentos os cuidados com a esterilização do instrumental, a desinfecção do consultório, preparo do paciente e da equipe odontológica devem ser máximos. B) Procedimentos Semi-críticos: são aqueles que entram em contato com secreções orgânicas (saliva) sem invadir o sistema vascular. Ex.: entulhamento de material restaurador, terapia endodôntica conservadora, colocação de aparelho ortodôntico, etc. O instrumental deve estar previamente esterilizado ou desin fectado, o consultório limpo e desinfectado, o paciente preparado com bochecho prévio com solução antisséptica e a equipe preparada, para evitar infecções cruzadas pela presença das secreções orgânicas sobre o equipamento, bancada, instrumental. C) Procedimentos Não Críticos: são aqueles quando não há penetração no sistema vascular e não entram em contato com as secreções orgânicas. Em Odontologia não existe procedimento que possa ser classificado dentro desta categoria.

12 1. MEDIDAS PARA O CONTROLE DA INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA. Para a realização de controle de infecção efetivo, durante o atendimento do paciente, o dentista e sua equipe devem seguir a uma série de medidas básicas. Estas medidas, que serão discutidas a seguir, têm como principais objetivos a prevenção e a proteção na transmissão de doenças infecto-contagiosas como a Hepatite B, Hepatite C, Hepatite D, AIDS/SIDA, Tuberculose, Herpes Simples, Resfriado Comum, Cárie e outras. 1.1) ANAMNESE É a primeira e uma das mais importantes medidas de proteção para o Cirurgião-Dentista, pessoal auxiliar e paciente, já que através da anamnese é possível coletar dados a respeito da história pessoal, médica passada e presente do paciente. Deve-se dar real importância a esta etapa, pois somente pela anamnese será possível averiguar se o paciente fez transfusões de sangue ou se contaminou com algum agente patogênico, se é usuário de drogas etc. Devem considerar-se questões específicas sobre a história médica atual e pregressa, de medicamentos que o paciente esteja tomando, de doenças sistêmicas (diabete, hepatite, cardiopatias, tumores, epilepsia, prótese ortopédicas), transfusões sangüíneas, pacientes transplantados, condições fisiológicas (lactação e gestação) e outras 112, na sua primeira avaliação clínica com o profissional e nas reconsultas. FICHA DE ANAMNESE Esta ficha é de uso exclusivo do profissional, e todas as informações aqui prestadas são sigilosas e importantes para o sucesso do tratamento a ser realizado, responda corretamente, obrigado. Nome completo: Profissão: Data de Nascimento / / Sexo: Estado Civil: RG: CPF: Nome do Pai: Nome da Mãe: End. Residencial: Cidade: UF: CEP: / End. Comercial: Cidade: UF: CEP: / Fone Res.: Com: Celular: Indicado por: QUEIXA PRINCIPAL: RESPONDA S (PARA SIM) E N (PARA NÃO) E PRENCHA OS ESPAÇOS HISTÓRIA MÉDICA Esta ficha é de uso profissional, todas as informações aqui prestadas são sigilosas e importantes para o sucesso do tratamento a ser realizado, responda corretamente, obrigado.

13 Responda sim ou não e quando houver espaço complete 1. Você se sente nervoso durante o tratamento odontológico? 2. Você já teve alguma experiência ruim em consultório odontológico? 3. Está em tratamento médico? Caso afirmativo, que doença(s): Nome do médico: Fone: 4. Você foi hospitalizado nos últimos dois anos? Motivo: 5. Já fez alguma cirurgia odontológica em hospital? 6. Você tomou ou está tomando algum medicamento sob receita médica ou por conta própria? Caso afirmativo, qual(is): 7. Você é alérgico? (poeira, pólen, renite, alimentos, animais,...) Caso afirmativo, que tipo de alergia: 8. Você é alérgico a algum tipo de medicamento? (penicilina, sulfa, aspirina,...) Caso afirmativo, qual(is): 9. Você já teve algum tipo de sangramento que necessitou tratamento hospitalar? 10. Quando caminha ou sobe escadas tem que parar por dor no peito? 11. Suas articulações incham durante o dia? 12. Você ganhou ou perdeu peso nos últimos anos, sem regime alimentar ou medicamentoso? 13. Você acorda durante a noite com falta de ar? 14. Você está em alguma dieta especial? 15. Alguma vez seu médico lhe disse que tinha algum tumor? 16. Somente Mulheres: Está grávida? Está tomando anticoncepcional? Você está planejando gravidez em breve? 17. Você fuma? Caso afirmativo, quantos cigarros por dia? 18. Você bebe? Com que freqüência? 19. Você tem tendência em desmaiar? 20. Você tem náuseas ou vômitos com freqüência? 21. Você tem com freqüência dor de cabeça ou enxaqueca? Com que freqüência? 22. Abaixo existe uma lista de doenças, por favor assinale as que já teve ou as que tem no momento: A- De origem geral Aids Anemia Derrame cerebral

14 Diabetes Epilepsia Glaucoma Hemofilia Hepatite A, B, C, D Herpes Hipertireoidismo Problema renal Ulcera Gastrite B Referente ao coração Angina do peito Ataque cardíaco Doença cardíaca congênita Febre reumática Infarto Pressão alta Problema cardíaco Prolapso de válvula mitral Sopro cardíaco 3C - Referente a pulmão e à respiração Asma Bronquite crônica Enfizema Sinusite Tuberculose D Você já fez? Cirurgia cardíaca Colocação de marcapasso Colocação de válvula cardíaca Prótese ortopédica Quimioterapia Radioterapia Transfusão de sangue Uso de drogas Uso de cortisona/corticóide 23. Você tem algum problema ou doença que não foi relacionada acima? Em caso afirmativo, qual(is):

15 Por ser verdade, dou fé. Curitiba, de de Paciente ou responsável quando menor AVALIAÇÃO DO PACIENTE Comentário: Classificação Médica quanto ao ASA: Classificação quanto a medicação atual: Pressão arterial: / Pulso: Peso: Temperatura: Freqüência respiratória: MODIFICAÇÕES SUGERIDAS AO PACIENTE DIAGNÓSTICO QUANTO A FOBIA/DENTISTA: 2. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL(EPI) O equipamento de proteção individual é um uniforme para os trabalhos clínicos. Este uniforme constitui-se de gorro descartável ou reutilizável, avental clínico, avental cirúrgico, calça, sapatilhas ou sapato próprio do consultório, máscara descartável, óculos de proteção e luvas.

16 Profissional paramentado para procedimento crítico Profissional paramentado para procedimento semi-crítico Profissional preparado incorretamente, note que a roupa sob o avental está passível de contaminação 2.1. GORRO O gorro é de uso obrigatório para o Cirurgião-Dentista, pessoal auxiliar e paciente durante a realização de trabalhos com alta rotação, micro-motor e peças de mão por produzirem aerossóis contendo sangue e outros fluidos corpóreos. Estes aerossóis são constituídos de microrganismos, alergênicos, substâncias tóxicas etc., que atingem os cabelos da equipe odontológica e do paciente. O uso de gorro impede que o profissional e pessoal auxiliar levem para casa ou outros locais os microorganismos que colonizaram seus cabelos, as orelhas e também evita uma contaminação direta, por exemplo, paciente/profissional.(por microrganismos ou insetos - piolho). RECOMENDAÇÕES: 1) prender o cabelo sem deixar mechas pendentes; 2) colocar o gorro recobrindo todo o cabelo e orelhas; 3) ao retirar o gorro, puxe-o pela parte superior central e descarte-o no lixo contaminado; 4) o gorro deve ser trocado a cada atendimento.

17 Gorro utilizado incorretamente, repare que o cabelo e as orelhas permanece exposta. Gorro utilizado corretamente, sem cabelos e orelhas expostas. Como remover o gorro sem contaminação 2.2.AVENTAL AVENTAL NÃO CIRÚRGICO E CALÇA O avental não cirúrgico e a calça, elementos do uniforme para procedimentos semi-críticos, não devem ter obrigatoriamente a cor branca, apesar de possibilitar a visualização de sujidade. Estes devem ser trocados diariamente ou quando apresentarem contaminação visível por sangue ou outros fluidos corpóreos. Após o dia de trabalho este uniforme deve ser descartado em saco plástico para roupa suja.. O profissional deve lembrar que a calça e o avental não estéril são de uso exclusivo do consultório e não devem ser usados fora deste local. O avental não cirúrgico, de preferência, deve ter gola alta do tipo gola de padre", com mangas longas e comprimento de 3/4 com punhos em elásticos ou ribanas. Ele pode ser confeccionado em algodão ou polipropileno.

18 Avental para procedimentos semi-críticos AVENTAL CIRÚRGICO ESTÉRIL: O avental estéril é parte do uniforme empregados para realização de procedimentos críticos.. Sua gola também é do tipo "gola de padre", com comprimento de 3/4 cobrindo os joelhos e mangas longas com punho em elástico ou ribana e com abertura nas costas. Os materiais para sua confecção são os mesmos empregados para o avental não cirúrgico. O avental estéril é vestido após o profissional estar devidamente paramentado e realizado a degermação cirúrgica das mãos. Avental para procedimentos críticos COMO VESTIR O AVENTAL CIRÚRGICO Segurar o avental pela parte superior de tal modo que este se desdobre pela ação da gravidade tendo o lado interno voltado para quem o veste. A seguir, deve-se introduzir o braço na manga do lado correspondente. Não toque na face externa do avental. Quando há necessidade de ajuste faça com a outra mão coberta com a manga do avental. Após o ajuste das mangas as tiras do pescoço devem ser amarradas com ou sem auxílio de assistente. As bordas do avental são unidas através do ajuste do avental ao corpo e amarram-se as tiras da cintura. Calçar as luvas estéreis somente após o ajuste total do avental. Profissional ao se vestir para procedimento crítico, segura o avental estendido sem tocar o corpo, pelo lado avesso.

19 Profissional colocando o avental, introduz os braços. Auxiliar acaba de vestir o avental e amarra o avental, por trás COMO RETIRAR O AVENTAL: Terminada a cirurgia as luvas contaminadas devem ser removidas. O primeiro passo, com a mão oposta pegar a luva pela parte externa, remove-la e segurar com os dedos. Após com a mão sem luva pegar a outra e remove-la colocando a luva anterior no interior e descartar as luvas cirúrgicas no lixo contaminado. Lavar as mãos, retirar a máscara e/ou óculos de proteção. Em seguida a assistente, desata as alças(tiras) do pescoço e da cintura, tendo-se o cuidado de não tocar a face externa do avental. O avental deve deslizar pelo corpo sendo seguro pela parte interna e dobrado com o lado avesso. Depositálo em saco de roupa suja (contaminada), juntamente com os campos, protetores de cadeira, mangueira e outros. RECOMENDAÇÕES: 1) colocar o avental somente na sala clinica ou cirúrgica; 2) efetuar antes de vesti-lo a lavagem cirúrgica das mãos e a secagem das mesmas; 3) calçar as luvas cirúrgicas estéreis após o vestimento do avental estéril; 4) o avental, quando não for descartável, depositá-lo em saco de roupa contaminada evitando excessiva manipulação. Estas roupas devem ser desinfetadas, lavadas

20 e esterilizadas, mesmo que não tenham sujidade visível. 5) ao embalar, após a lavagem, dobre de tal forma que ao segurá-lo para vestir, ele se desdobra por ação da gravidade. A auxiliar circulante desata os laços nas costas do cirurgião ou auxiliar estéril, deslocando o avental cirúrgico até os ombros. Após, pelo lado interno da manga o cirurgião ou auxiliar estéril puxa o avental cirúrgico. Sempre sem tocar no lado de fora do avental. Descartar o avental em recipiente(ramper) apropriado 2.3.MÁSCARA A máscara se constitui na mais importante medida de proteção das vias aéreas superiores contra os microorganismos presentes nas partículas de aerossóis produzidas durante os procedimentos clínicos ou durante um acesso de tosse, espirro ou fala. Estes aerossóis são considerados uma fonte de infecção de doenças respiratórias crônicas ou agudas como o resfriado comum, tuberculose, parotidite, coqueluche e outras EFICIÊNCIA DE FILTRAÇÃO DAS MÁSCARAS: Ao comprar máscara o profissional deve considerar as características da máscara ideal. que são: ser confortável; ter boa adaptação aos contornos faciais; não tocar lábios e ponta do nariz; não irritar a pele; não provocar embaçamento do óculos; não ter odor; ser descartável, barata e avaliar a sua capacidade de filtrar partículas de aerossóis As máscaras são confeccionadas com diferente tipos de material e cada

21 um apresenta uma capacidade de filtração diferente.. As máscaras de tecido (pano), espuma e papel, embora confortáveis, têm baixa capacidade de filtração dos aerossóis bacterianos. Micick e cols 92 em seu estudo sobre a eficiência da máscara como medida de proteção mostra o seguinte resultado: MATERIAL UTILIZADO FILTRAÇÃO CAPACIDADE DE fibra de vidro 99% fibra sintética 99% algodão(pano) 18 a 50% papel 32% espuma 14% As máscaras com maior capacidade de filtração foram capazes de filtrar partículas de aerossóis bacterianos com diâmetro médio de 5mm. Ranali e cols 119 em um estudo realizado, demonstraram a capacidade de filtração das máscaras encontradas no comércio nacional. Os aerossóis avaliados neste trabalho foram produzidos pela turbina de alta-rotação durante a remoção de tecido cariado de dentes com cárie profunda. Tendo como resultado o seguinte:. MÁSCARAS EFICIÊNCIA DE FILTRAÇÃO (%) filtrosan 90 celutex simples 50 filtradora automotiva 50 celutex dupla 30 anatômica 20 algodão(pano) 20 controle 10 RECOMENDAÇÕES: 01) solicitar ao fabricante o potencial de filtração da máscara; 02) diminuir a produção de aerossóis e respingos durante os procedimentos empregando uma sucção efetiva (suctor de alta potência) e uso de isolamento absoluto; 03) instruir o paciente para escovar os dentes ou bochechar uma solução antiséptica com solução a base de clorexidina 0,12% antes do atendimento; 04) certificar-se, antes do início dos trabalhos, que a máscara está bem adaptada; 05) não puxar a máscara para a região do pescoço (a máscara é considerada material contaminado); 06) não reutilizar as máscaras descartáveis; 07) trocar a máscara quando esta ficar úmida e no intervalo de cada paciente. (as

22 máscaras molhadas perdem o poder de filtração e facilita a penetração dos aerossóis bacterianos); 08) falar o mínimo possível enquanto estiver usando máscara; 09) não tocar na máscara após sua colocação; 10) retirar a máscara somente após a retirada das luvas e lavagem das mãos; 11) jogar a máscara em saco plástico para lixo contaminado ou saco plástico para roupa suja; 12) trocar a máscara quando espirrar ou tossir ÓCULOS DE PROTEÇÃO Os óculos de proteção são óculos especiais que devem ser usados para evitar que respingos de sangue ou secreções corpóreas produzidos durante o atendimento atinjam os olhos do paciente, do profissional ou do pessoal auxiliar. Apesar dos olhos serem susceptíveis a infecção cruzada, a epidemiologia de doenças transmitida através da conjuntiva é desconhecida. No entanto, a literatura pesquisada relata um caso de uma enfermeira que desenvolveu hepatite em 101 dias após uma gota de sangue de um paciente contaminado pelo vírus, ter acidentalmente atingido seus olhos 75. Em Odontologia os vetores das infecções causadas na conjuntiva são principalmente as grandes partículas projetadas da boca do paciente durante os procedimentos de remoção de restaurações de amálgama, remoção de cárie, raspagens periodontais, profilaxia dentária, etc,. Como também a ejeção de grandes partículas aquosas, produzidas principalmente pelo uso da seringa tríplice. Este fato se confirma quando o cirurgião-dentista que usa óculos de correção apresenta após uma profilaxia com jato de bicarbonato de sódio, suas lentes muito sujas dificultando, muitas vezes, a visualização do campo operatório. Por estas razões, o uso de óculos de proteção torna-se necessário e obrigatório, principalmente quando o profissional realiza uma intervenção odontológica com o uso de aparelhos que produzam aerossóis. É necessário também o uso de óculos de proteção para o paciente, esses tem a finalidade de proteger seus olhos a produtos irritantes, contaminados e pérfuro-cortantes. RECOMENDAÇÕES: 1) quando os óculos de proteção apresentarem sujidades sem a presença de secreções orgânicas devem ser lavados no aparelho de ultra-som com solução enzimática; 2) quando os óculos de proteção apresentam contaminação por secreções orgânicas, além da lavagem com sabão enzimático, em aparelho de ultra-som, eles devem ser desinfetados com glutaraldeído a 2% por 30 minutos ou ácido peracético 0,2% por 10 minutos, sob imersão (o glutaraldeído pode danificar partes metálicas dos óculos); 3) o profissional e/ou pessoal auxiliar devem ter mais de um par de óculos de proteção para as suas atividades diárias; 4) os óculos embassam com facilidade, use antiembassante e adapte bem a máscara. Pode usar fita para prender a máscara ao nariz, diminuindo este efeito. 5) use óculos tipo motoqueiro que lhe dá melhor proteção e maior conforto no uso.

23 Óculos de proteção ideal, veda bem a união com a face e permite que o profissional trabalhe com seu óculos de correção. Profissional que utiliza lente de correção, o óculos de proteção deve adaptar-se sobre as mesmas Paciente também deve usar óculos de proteção durante procedimentos odontológicos. Evita acidentes com partículas sólidas, 2.5. SAPATILHAS As sapatilhas se constituem em uma das medidas mais apropriadas para o controle da transmissão de microrganismos entre os diferentes ambientes do consultório. Entretanto, quando usadas de maneira incorreta podem intensificar a transferência de microrganismos para os mais diferentes locais do consultório como a sala de recepção e escritório. Isto se deve ao fato de que durante os procedimentos cirúrgicos as secreções orgânicas podem ser lançadas ao chão acidentalmente e serem pisoteadas favorecendo a disseminação de microorganismos.

24 As sapatilhas são de uso facultativo em procedimentos semi-críticos sendo, neste caso, substituídas por sapatos de uso exclusivo do consultório.. Trabalhos mais recentes mostram que o chão é um fator insignificante na transmissão do agente infeccioso, sendo o seu uso facultativo também nos procedimentos críticos e mais para o controle da sujidade. As sapatilhas podem ser confeccionadas em plástico, algodão, ou polipropileno com ou sem solado de brim ou outro material resistente. Sapatilhas com solado de lona ou vinil Sapatilhas descartável Maneira correta de remover a sapatilha para não contaminar RECOMENDAÇÕES: 1) as sapatilhas podem ser de qualquer cor; 2) deve-se lavar as mãos após a colocação e retirada das sapatilhas; 3) as sapatilhas podem ser confeccionadas em tecido de algodão com solado duplo; em malha toda dupla; pano de brim ou plástico (polipropileno) com solado de korino ou couro ou descartáveis. 4) quando não houver contaminação com sangue ou secreções deve-se lavar as sapatilhas com água e sabão; 5) as sapatilhas em procedimentos semi-críticos são utilizadas no controle da sujidade ou marketing LUVAS As luvas são consideradas como uma "segunda pele" e se constitui na melhor barreira mecânica para as mãos como medida de proteção do profissional, pessoal auxiliar e do paciente. Sua prática é indispensável durante os procedimentos odontológicos clínicos, cirúrgicos e laboratoriais em função destes procedimentos levarem ao contato direto ou indireto com sangue e saliva. Apesar da importância da luva como medida de proteção muitos profissionais não as utilizam rotineiramente. O argumento destes

25 profissionais é de que as luvas provocam perda da agilidade manual, da sensibilidade táctil, tem um custo elevado e que algumas marcas não apresentarem tamanho adequado, além disso, estes profissionais relatam que as luvas deixam um odor desagradável em suas mãos após a sua retirada. Entretanto, estudos tem demonstrados que não há diferença significativa, em termos de tempo e qualidade de trabalho final, com ou sem o uso de luvas. A isto se soma a possibilidade do acúmulo de sangue embaixo das unhas por um período superior a 05 dias quando se realiza um procedimento invasivo e não se utilizam luvas FOTO 9 Tipos de luvas, cirúrgicas, procedimentos, ginecológicas ou exame e comercial Uma de cada em atividade TIPOS DE LUVAS LUVAS COMERCIAIS São luvas de látex, grossas, em tamanho pequeno, médio e grande, em várias cores, comercializadas em supermercados ou lojas de departamento. Devem ser usadas pelo profissional ou pessoal auxiliar quando manipularem material e instrumental contaminado e durante os procedimentos de limpeza e desinfecção do consultório. Devendo estes profissionais empregar um par de luvas de cor diferente para cada procedimento acima citado. Na aquisição destas luvas o dentista dá preferência ás luvas forradas por serem mais resistentes aos danos físicos. RECOMENDAÇÕES: 1) as luvas empregadas para manipulação de material e instrumental contaminado, devem ser destinadas somente para este fim. Após o uso desinfete-as, lave-as e deixe secar de ponta à cabeça; 2) as luvas para limpeza e desinfecção do consultório deverão ser lavadas com água e sabão e secadas ao ar de ponta à cabeça; 3) para facilitar a identificação das luvas para limpeza e desinfecção cores diferentes devem ser adotadas.

AEMS- FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS MS

AEMS- FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS MS AEMS- FACULDADES INTEGRADAS DE TRÊS LAGOAS MS ASSEPSIA E CONTROLE DE INFECÇÃO Prof. MARCELO ALESSANDRO RIGOTTI LICENCIADO EM ENFERMAGEM e ESPECIALISTA EM CONTROLE DE INFEÇÃO Mestrando pela Escola de Enfermagem

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO

HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Bem Vindos! HIGIENIZAÇÃO, LIMPEZA E PARAMENTAÇÃO Quem sou? Farmacêutica Bioquímica e Homeopata. Especialista em Análises Clínicas, Micologia, Microbiologia e Homeopatia. 14 anos no varejo farmacêutico

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR. Higienização das Mãos

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR. Higienização das Mãos COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR *Definição: Higienização das Mãos Lavagem das mãos é a fricção manual vigorosa de toda superfície das mãos e punhos,

Leia mais

Medidas de Precaução

Medidas de Precaução Medidas de Precaução INFLUENZA A (H1N1) Gerência-Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde GGTES/Anvisa Medidas de Precaução Precaução Padrão Precauções Baseadas na Transmissão: contato gotículas aerossóis

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA RGICA RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA INSTRUMENTADOR CIRÚRGICO A INSTRUMENTAÇÃO CIRÚRGICA: é uma atividade de enfermagem, não sendo entretanto, ato privativo da mesma e que o profissional

Leia mais

Sistema INERCO. Fabrícia Figueiredo Paulo André Yamin Pedro Lobo Antunes Priscila Tralba Rampin Rafael Baldo Beluti Thalia Lino Dias

Sistema INERCO. Fabrícia Figueiredo Paulo André Yamin Pedro Lobo Antunes Priscila Tralba Rampin Rafael Baldo Beluti Thalia Lino Dias Sistema INERCO Fabrícia Figueiredo Paulo André Yamin Pedro Lobo Antunes Priscila Tralba Rampin Rafael Baldo Beluti Thalia Lino Dias Sistema INERCO Instalação Ergonomia Controle de infecção Instalação O

Leia mais

PROTOCOLO HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

PROTOCOLO HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 1 páginas É um termo geral que se aplica às atividades de lavar as mãos ou friccioná-las com álcool gel. Essa higiene é considerada a medida mais eficaz para evitar a disseminação de infecções. PARA QUE

Leia mais

Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Recomendações para higienização das mãos em serviços de saúde.

Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Recomendações para higienização das mãos em serviços de saúde. Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Recomendações para higienização das mãos em serviços de saúde. São quatro as formas de higienização das mãos nos serviços de saúde: 1.Higienização simples das

Leia mais

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA. Cícero Andrade DO PACIENTE

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA. Cícero Andrade DO PACIENTE PROTOCOLOS DE SEGURANÇA Cícero Andrade DO PACIENTE Finalidade Instituir e promover a higiene das mãos nos serviços de saúde do país com o intuito de prevenir e controlar as infecções relacionadas à assistência

Leia mais

UNIMAR UNIVERSIDADE DE MARÍLIA CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DA CLÍNICA ODONTOLÓGICA UNIMAR 2011. Profª. Dr.ª Beatriz Flávia de M.

UNIMAR UNIVERSIDADE DE MARÍLIA CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DA CLÍNICA ODONTOLÓGICA UNIMAR 2011. Profª. Dr.ª Beatriz Flávia de M. UNIMAR UNIVERSIDADE DE MARÍLIA CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DA CLÍNICA ODONTOLÓGICA UNIMAR 2011 Profª. Dr.ª Beatriz Flávia de M. Trazzi Objetivos: As normas descritas abaixo, deverão ser acatadas pelos

Leia mais

EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS

EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS EBOLA MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE EM SERVIÇOS DE SAÚDE ANA RAMMÉ DVS/CEVS Ebola Perguntas e Respostas 13 O que fazer se um viajante proveniente desses países africanos apresentar sintomas já no nosso

Leia mais

Atributos da barreira

Atributos da barreira BARREIRAS Biossegurança É definida como sendo um conjunto de medidas preventivas que envolve a desinfecção do ambiente, a esterilização do instrumental e o uso de equipamentos de proteção individual (EPI),

Leia mais

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00

CÓPIA CONTROLADA POP - PRIMATO 001 / REV. 00 Procedimento Operacional Padrão Sistema de Gestão Higiene e Saúde do Pessoal POP - PRIMATO 001 / REV. 00 HIGIENE E SAÚDE DO PESSOAL Toda e qualquer forma de manipulação de ingredientes que na sua junção

Leia mais

Transporte do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola)

Transporte do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola) Transporte do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola) Por orientação do Ministério da Saúde o transporte terrestre do paciente com suspeita de DVE (Doença do Vírus Ebola), será realizado pelo

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013

HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013 HIGIENIZAÇÃO HOSPITALAR 2013 O Hospital realiza uma combinação complexa de atividades especializadas, onde o serviço de Higienização e Limpeza ocupam um lugar de grande importância. Ao se entrar em um

Leia mais

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde

O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde O papel da CCIH no Processamento de Roupas de Serviços de Saúde A Portaria MS nº 2616/98 define a Infecção Hospitalar (IH) como sendo aquela adquirida após a admissão do paciente e que se manifesta durante

Leia mais

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. INFLUENZA A H1N1 junho de 2011

MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. INFLUENZA A H1N1 junho de 2011 CENTRO ESTADUAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR INFLUENZA A H1N1 junho de 2011 Medidas de prevenção: Higienizar as mãos com água e sabonete/sabão antes

Leia mais

BIOSSEGURANÇA/RISCO. S e r v i ç o s O d o n t o l ó g i c o s : prevenção e controle de risco.

BIOSSEGURANÇA/RISCO. S e r v i ç o s O d o n t o l ó g i c o s : prevenção e controle de risco. BIOSSEGURANÇA/RISCO S e r v i ç o s O d o n t o l ó g i c o s : prevenção e controle de risco. SIGLÁRIO ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária CAT Comunicação de Acidente de Trabalho CDC Centro

Leia mais

ESTERILIZAÇÃO. Eliminação de todas as formas de vida

ESTERILIZAÇÃO. Eliminação de todas as formas de vida ESTERILIZAÇÃO Eliminação de todas as formas de vida SISTEMA BEDA BARREIRAS - avental, máscara, gorro, luvas, óculos de proteção. ESTERILIZAÇÃO DESINFECÇÃO ANTI-SEPSIA ESTERILIZAÇÃO Materiais ( instrumental

Leia mais

Higienização do Ambiente Hospitalar

Higienização do Ambiente Hospitalar Higienização do Ambiente Hospitalar Enfª Mirella Carneiro Schiavon Agosto/2015 O serviço de limpeza tem por finalidade preparar o ambiente de saúde para suas atividades, mantê-lo em ordem e conservar equipamentos

Leia mais

Prof:Renato de Oliveira Amaral Curso:Tecnico de Enfermagem

Prof:Renato de Oliveira Amaral Curso:Tecnico de Enfermagem Semiotécnica Prof:Renato de Oliveira Amaral Curso:Tecnico de Enfermagem INTRODUÇÃO O conceito de semiologia foi criado a partir do grego "sèmeion" (sinal) e "logos" (estudo, ciência). A semiologia é a

Leia mais

Técnica de higienização simples das mãos/higienização antisséptica das mãos

Técnica de higienização simples das mãos/higienização antisséptica das mãos HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS Objetivos: As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes, pois a pele é um reservatório natural de diversos microrganismos

Leia mais

Equipamento de Proteção Individual

Equipamento de Proteção Individual Equipamento de Proteção Individual NR 6 Equipamento de Proteção Individual De acordo com a NR-6 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, considera-se Equipamento

Leia mais

Procedimento da Higiene das Mãos

Procedimento da Higiene das Mãos HIGIENE DAS MÃOS Pág. 1/7 Objetivo Melhorar as práticas de higiene das mãos dos profissionais de saúde. Reduzir a transmissão cruzada de microrganismos patogénicos. Âmbito Todos os serviços clínicos e

Leia mais

BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA

BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA Diretoria Geral de Odontologia CEPO PEC-ASB BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA Processamento de artigos e superfícies. Ao final desta aula você deverá estar apto a: Conhecer os métodos e os produtos

Leia mais

Portaria nº 612/97 SES/GO de 25 de novembro de 1997

Portaria nº 612/97 SES/GO de 25 de novembro de 1997 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DO ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIVISÃO DE FISCALIZAÇÃO DE FONTES DE RADIAÇÕES IONIZANTES Portaria nº 612/97 SES/GO de 25

Leia mais

HIGIENIZAÇÃO DO AMBIENTE, PROCESSAMENTO E PREPARO DE SUPERFÍCIE DOS EQUIPAMENTOS E CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO

HIGIENIZAÇÃO DO AMBIENTE, PROCESSAMENTO E PREPARO DE SUPERFÍCIE DOS EQUIPAMENTOS E CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO HIGIENIZAÇÃO DO AMBIENTE, PROCESSAMENTO E PREPARO DE SUPERFÍCIE DOS EQUIPAMENTOS E CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO ANA LUÍZA 21289 LUCAS - 23122 ARTTENALPY 21500 MARCELINA - 25723 CLECIANE - 25456 NAYARA - 21402

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIEURO CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DAS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIEURO CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DAS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIEURO CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DAS CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS Brasília, 2014 OBJETIVOS São objetivos deste regulamento: I. maximizar a eficiência no trabalho clínico; I disciplinar

Leia mais

BIOSSEGURANÇA. com ênfase na RDC ANVISA 302. Prof. Archangelo P. Fernandes

BIOSSEGURANÇA. com ênfase na RDC ANVISA 302. Prof. Archangelo P. Fernandes BIOSSEGURANÇA com ênfase na RDC ANVISA 302 Prof. Archangelo P. Fernandes BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL Atitude Bom Senso Comportamento BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL Atitude Bom Senso Comportamento Conhecimento

Leia mais

CURSO ASB UNIODONTO/APCD AULA 1 MÓDULO B EQUIPAMENTOS ODONTOLÓGICOS

CURSO ASB UNIODONTO/APCD AULA 1 MÓDULO B EQUIPAMENTOS ODONTOLÓGICOS CURSO ASB UNIODONTO/APCD AULA 1 MÓDULO B EQUIPAMENTOS ODONTOLÓGICOS EQUIPAMENTOS ODONTOLÓGICOS DIVIDIDOS EM: EQUIPAMENTOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS PERIFÉRICOS CONHECENDO OS EQUIPAMENTOS ODONTOLÓGICOS EQUIPAMENTOS

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS. Aplique revestimento liso e impermeável em piso, paredes e teto;

ORIENTAÇÕES GERAIS. Aplique revestimento liso e impermeável em piso, paredes e teto; PREFEITURA MUNICIPAL DE MACEIÓ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE MACEIÓ DIRETORIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE COORDENAÇÃO GERAL DE VIGILÄNCIA SANITÁRIA INSPETORIA DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL ORIENTAÇÕES GERAIS

Leia mais

BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA

BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA Centro Universitário Newton Paiva Escola de Odontologia BIOSSEGURANÇA NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA Maria Aparecida Gonçalves de Melo Cunha O que é biossegurança? O termo biossegurança é formado pelo radical

Leia mais

INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS INFLUENZA A/H1N1

INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS INFLUENZA A/H1N1 INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS INFLUENZA A/H1N1 As características do vírus da influenza A (H1N1) e seu comportamento nos diversos países, o definem como de altíssima importância para

Leia mais

Medidas de precaução e controle a serem adotadas na assistência a pacientes suspeitos de infecção por influenza A (H1N1)

Medidas de precaução e controle a serem adotadas na assistência a pacientes suspeitos de infecção por influenza A (H1N1) Medidas de precaução e controle a serem adotadas na assistência a pacientes suspeitos de infecção por influenza A (H1N1) I Introdução Com o aumento do número de casos de influenza A (H1N1), o que gerou

Leia mais

Apresentação Pessoal

Apresentação Pessoal Apresentação Pessoal Os pacientes merecem respeito, acima de tudo. Assim, alguns aspectos importantes devem ser observados durante o atendimento dos pacientes na clínica: 1 Os alunos devem apresentar-se

Leia mais

Precaução padrão e Isolamento

Precaução padrão e Isolamento Precaução padrão e Isolamento Precauções de Isolamento no Perioperatório Enf Dra.Valeska Stempliuk IEP/HSL Pontos importantes Modos de transmissão de patógenos Por que isolar? Quem deve saber que o paciente

Leia mais

Segurança Alimentar na Restauração. Higienização Pessoal na Restauração

Segurança Alimentar na Restauração. Higienização Pessoal na Restauração Segurança Alimentar na Restauração Higienização Pessoal na Restauração 1 Índice Consequências para a segurança alimentar de uma higiene pessoal inadequada... 3 Boas práticas de higiene pessoal... 3 Higiene

Leia mais

Protocolo de Higienização de Mãos ISGH Página 1

Protocolo de Higienização de Mãos ISGH Página 1 Protocolo de Higienização de Mãos ISGH Página 1 ELABORAÇÃO Bráulio Matias de Carvalho - Médico Infectologista- ISGH Selma Furtado Magalhães - Gerente de Risco - ISGH COLABORADORES Jamile de Sousa Pacheco

Leia mais

INSTITUTO MACAPAENSE DE ENSINO SUPERIOR IMMES COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA - CBioss

INSTITUTO MACAPAENSE DE ENSINO SUPERIOR IMMES COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA - CBioss INSTITUTO MACAPAENSE DE ENSINO SUPERIOR IMMES COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA - CBioss MANUAL DE BOAS PRÁTICAS: FORTALECENDO A BIOSSEGURANÇA NOS LABORATÓRIOS DO IMMES Macapá 2011 INTRODUÇÃO Biossegurança é uma

Leia mais

PREVENÇÃO DA INFECÇÃO CIRÚRGICA

PREVENÇÃO DA INFECÇÃO CIRÚRGICA HOSPITAL DE SANTA MARIA COMISSÃO DE CONTROLO DA INFECÇÃO HOSPITALAR Piso 6, Tel. 5401/1627 Norma n.º 4 (Actualização em Março de 2006) PREVENÇÃO DA INFECÇÃO CIRÚRGICA De acordo com o Inquérito de Prevalência

Leia mais

Última revisão: 03/08/2011 ROTINA DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE ARTIGOS

Última revisão: 03/08/2011 ROTINA DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE ARTIGOS Protocolo: Nº 23 ELABORADO POR: Frederico Willer Ubiratam Lopes Última revisão: 03/08/2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Frederico Willer ROTINA DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE ARTIGOS

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR

ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR ORIENTAÇÃO PARA O SERVIÇO DE LIMPEZA HOSPITALAR I- Introdução: A higiene e a ordem são elementos que concorrem decisivamente para a sensação de bem-estar, segurança e conforto dos profissionais, pacientes

Leia mais

COORDENAÇÃO ODONTOLOGIA

COORDENAÇÃO ODONTOLOGIA Atividade Revisão Página 1 / 12 Título Procedimentos básicos de biossegurança no curso de Odontologia Pág. 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 2 3. DEFINIÇÕES 2 4. CONDIÇÕES

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL

NORMA PROCEDIMENTAL BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL 10.03.003 1/09 1. FINALIDADE Garantir que os princípios e normas de Biossegurança sejam implementados e seguidos permanentemente nos laboratórios e instalações do Hospital de Clínicas HC. 2. ÂMBITO DE

Leia mais

ENFERMAGEM EM BIOSSEGURANÇA

ENFERMAGEM EM BIOSSEGURANÇA BIOSSEGURANÇA : 1-CONCEITO: É a ciência que estuda o manuseio de substâncias biológicas avaliando todas as condições que serão necessárias para a atividade de enfermagem. 1.2 Considerações gerais : Em

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÀSICAS DE HIGIENE PESSOAL DO PROFISSIONAL DE SAÚDE

ORIENTAÇÕES BÀSICAS DE HIGIENE PESSOAL DO PROFISSIONAL DE SAÚDE ÁREA 1 - HIGIENE E ANTISSEPSIA PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Número: POP 001 ORIENTAÇÕES BÀSICAS DE HIGIENE PESSOAL DO PROFISSIONAL DE SAÚDE EXECUTANTE: Todos os profissionais da equipe de saúde. ÁREA:

Leia mais

Actualizado em 16-10-2009* Medidas de protecção individual em serviços de saúde

Actualizado em 16-10-2009* Medidas de protecção individual em serviços de saúde Medidas de protecção individual em serviços de saúde Estas medidas devem ser implementadas em todos os serviços de prestação de cuidados de saúde primários ou hospitalares, públicos ou privados, e durante

Leia mais

Medidas de Controle e Prevenção da Infecção

Medidas de Controle e Prevenção da Infecção Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro Protocolos Influenza A (H1N1) Medidas de Controle e Prevenção da Infecção Porta

Leia mais

ANEXO 4 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE SERVIÇOS DE ODONTOLOGIA

ANEXO 4 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE SERVIÇOS DE ODONTOLOGIA ANEXO 4 ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE SERVIÇOS DE ODONTOLOGIA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ROTEIRO DE INSPEÇÃO DE SERVIÇOS DE ODONTOLOGIA Data da vistoria: / / A CADASTRO 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Segurança Biológica (2) - práticas de assepsia

Segurança Biológica (2) - práticas de assepsia UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE FURG EENF CURSO DE GRADUAÇÃO Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II Segurança Biológica (2) - práticas de assepsia Profª Marta Riegert Borba - 2012 8. ASSEPSIA 8.1

Leia mais

PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA

PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA PROTOCOLO DE BIOSSEGURANÇA O controle da infecção é do interesse de todos que freqüentam um determinado ambiente clínico, sendo portanto, obrigação coletiva e indistinta a colaboração

Leia mais

Manual de Procedimentos Norma n.º 5 - Esterilização Procedimento n.º 1 Pré Lavagem dos Dispositivos Médicos Contaminados

Manual de Procedimentos Norma n.º 5 - Esterilização Procedimento n.º 1 Pré Lavagem dos Dispositivos Médicos Contaminados 2014 1.Enquadramento: A limpeza dos dispositivos médicos contaminados (DMC) é, de acordo com a Norma n.º 2 Descontaminação de Dispositivos Médicos e Equipamentos 1, o processo que inclui a lavagem, o enxaguamento

Leia mais

MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO

MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE POLÍTICAS DE SAÚDE COORDENAÇÃO NACIONAL DE DST E AIDS MANUAL DE CONDUTAS EM EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL A MATERIAL BIOLÓGICO INTRODUÇÃO O objetivo deste documento é descrever

Leia mais

Respire fundo. E drible a Fibrose Cística.

Respire fundo. E drible a Fibrose Cística. MANUAL DO NEBULIZADOR Respire fundo. E drible a Fibrose Cística. Veja como utilizar e cuidar corretamente do seu Compressor e Nebulizador. Eu sou o compressor. Eu sou o Nebulizador, sou o grande goleador.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS TEÓRICO-PRÁTICAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS TEÓRICO-PRÁTICAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ODONTOLOGIA REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS TEÓRICO-PRÁTICAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento normatiza as atividades das

Leia mais

NORMAS E ROTINAS PARA ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO

NORMAS E ROTINAS PARA ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO D86 U58n de Três Corações Normas e rotinas para atendimento odontológico da UNINCOR / de Três Corações; coordenado por Marcelo Junqueira Pereira, colaboradores Patrícia Guedes Maciel; Alissa Liz Rios Hopp

Leia mais

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO (ISC)

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) PREVENÇÃO DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) Enf.ª Cláudia Cristina Castro de Andrade SEC/SCIH devidos créditos! Plágio é Crime! UM POUCO DE HISTÓRIA... Até a metade do século XIX ISC= óbito Joseph Lister,

Leia mais

CARTILHA DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS

CARTILHA DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS CARTILHA DE MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS Departamento de Vigilância Sanitária Setor de Fiscalização de Alimentos Introdução De acordo com a publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 60% dos

Leia mais

SCIH. POP de Limpeza Hospitalar

SCIH. POP de Limpeza Hospitalar UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JÚLIO MÜLLER SERVIÇO DE CONTROLE INFECÇAO HOSPITALAR SCIH POP de Limpeza Hospitalar Introdução O Serviço de Limpeza e Desinfecção de Superfícies

Leia mais

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes

Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre superfícies inertes Departamento de Microbiologia Instituto de Ciências Biológicas Universidade Federal de Minas Gerais http://www.icb.ufmg.br/mic Controle de populações microbianas: eficácia da ação de desinfetantes sobre

Leia mais

MEU SALÃO LIVRE DAS HEP TITES. Manual de prevenção para manicures e pedicures

MEU SALÃO LIVRE DAS HEP TITES. Manual de prevenção para manicures e pedicures MEU SALÃO LIVRE DAS HEP TITES Manual de prevenção para manicures e pedicures Faça a sua parte e deixe as hepatites virais fora do seu salão de beleza As hepatites são doenças graves e, muitas vezes, silenciosas.

Leia mais

1. Quais os EPIs ( e outros) devem ser utilizados na assistência a pacientes com suspeita de infecção pelo vírus Ebola?

1. Quais os EPIs ( e outros) devem ser utilizados na assistência a pacientes com suspeita de infecção pelo vírus Ebola? Segue abaixo, uma série de perguntas e respostas elaboradas pela GGTES (com base em questionamentos enviados pelos estados), a fim de esclarecer dúvidas e complementar alguns pontos da Nota Técnica nº

Leia mais

CHECK LIST MICROPROCESSO ESTERILIZAÇÃO DAS UNIDADES DA APS SEMSA/MANAUS

CHECK LIST MICROPROCESSO ESTERILIZAÇÃO DAS UNIDADES DA APS SEMSA/MANAUS CHECK LIST MICROPROCESSO ESTERILIZAÇÃO DAS UNIDADES DA APS SEMSA/MANAUS DISA: DATA: UNIDADE: RECURSOS HUMANOS ÍTEM AVALIAÇÃO FORMA DE VERIFICAÇÃO EM CONFORMI DADE NÃO CONFORMI DADE OBSERVAÇÃO 1) A unidade

Leia mais

Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec

Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Secretaria Estadual de Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Divisão de Vigilância Sanitária Núcleo de Vigilância em Estabelecimentos de Saúde/Infec Serviço de Endoscopia Prevenção e Controle de

Leia mais

PORTARIA Nº 500 DE 2010

PORTARIA Nº 500 DE 2010 PORTARIA Nº 500 DE 2010 Regulamento técnico para Processamento de artigos por método físico em estabelecimentos sujeitos à Vigilância Sanitária no RS A SECRETÁRIA DA SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL, no uso

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANEXO IV ORIENTAÇÕES PARA PROCEDIMENTOS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO DE NAVIOS COM VIAJANTE(S) SUSPEITO(S) DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS A BORDO Este documento a seguir estabelece as diretrizes gerais para a limpeza

Leia mais

FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM ENFª MARÍLIA M. VARELA

FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM ENFª MARÍLIA M. VARELA FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM ENFª MARÍLIA M. VARELA INFECÇÃO As infecções são doenças que envolvem bactérias, fungos, vírus ou protozoários e sua proliferação pode ser vista quando o paciente tem os sintomas,

Leia mais

CCIH COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR

CCIH COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR CCIH COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR Prof. Grasiele Busnello LEI nº 9.431 de 06 de janeiro de 1997 Dispõe sobre a obrigatoriedade da manutenção de programa de Controle de Infecções Hospitalares.

Leia mais

Líquidos e sólidos manipulados. Não deve ocorrer: Contaminação entre materiais Contaminação da equipe de trabalho/pesquisa Equipamentos Meio ambiente

Líquidos e sólidos manipulados. Não deve ocorrer: Contaminação entre materiais Contaminação da equipe de trabalho/pesquisa Equipamentos Meio ambiente Fontes de contaminação ou riscos Líquidos e sólidos manipulados Não deve ocorrer: Contaminação entre materiais Contaminação da equipe de trabalho/pesquisa Equipamentos Meio ambiente Precauções Padrão Precauções

Leia mais

Preparo de Alimentos Seguros

Preparo de Alimentos Seguros Preparo de Alimentos Seguros O que você precisa saber para preparar um alimento próprio para consumo? Alimento Seguro são aqueles que não oferecem riscos à saúde de quem o está consumindo, ou seja, o alimento

Leia mais

Controle de Infecção e Biossegurança PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO

Controle de Infecção e Biossegurança PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO Controle de Infecção e Biossegurança PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DO PARANÁ P R E F Á C I O Os Cirurgiões-Dentistas são os profissionais da saúde responsáveis pelo

Leia mais

Anexo 01: PROTOCOLO PARA A PRÁTICA DE HIGIENE DAS MÃOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE*

Anexo 01: PROTOCOLO PARA A PRÁTICA DE HIGIENE DAS MÃOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE* MINISTÉRIO DA SAÚDE Anexo 01: PROTOCOLO PARA A PRÁTICA DE HIGIENE DAS MÃOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE* Ministério da Saúde/ Anvisa/ Fiocruz 09/07/2013 Protocolo integrante do Programa Nacional de Segurança do

Leia mais

MANUAL DE BIOSSEGURANÇA DAS CLÍNICAS DE ODONTOLOGIA COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA

MANUAL DE BIOSSEGURANÇA DAS CLÍNICAS DE ODONTOLOGIA COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA MANUAL DE BIOSSEGURANÇA DAS CLÍNICAS DE ODONTOLOGIA COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA BAURU 2014 O Manual de Biossegurança foi constituído e revisado desde a inauguração das Clínicas de Odontologia da USC. Este

Leia mais

BIOSSEGURANÇA. Maria Emilia Aracema aracema@terra.com.br Farmacêutica-Bioquímica

BIOSSEGURANÇA. Maria Emilia Aracema aracema@terra.com.br Farmacêutica-Bioquímica BIOSSEGURANÇA Maria Emilia Aracema aracema@terra.com.br Farmacêutica-Bioquímica BIOSSEGURANÇA Biossegurança GERENCIAMENTO PONTO DE PARTIDA Risco O que entendemos por RISCO? CONCEITOS BÁSICOS RISCO (2000)

Leia mais

Objectivos Gerais. Índice. - Conhecer as boas práticas de higiene pessoal; - Reconhecer a importância do cumprimento das regras da higiene pessoal.

Objectivos Gerais. Índice. - Conhecer as boas práticas de higiene pessoal; - Reconhecer a importância do cumprimento das regras da higiene pessoal. Higiene Pessoal Higiene Pessoal Objectivos Gerais - Conhecer as boas práticas de higiene pessoal; - Reconhecer a importância do cumprimento das regras da higiene pessoal. Índice 1. Lavagem das mãos 1.1

Leia mais

INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS I FLUE ZA A/H1 1

INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS I FLUE ZA A/H1 1 INFORME TÉCNICO SOBRE A GRIPE CAUSADA PELO VÍRUS I FLUE ZA A/H1 1 As características do vírus da influenza A (H1N1) e seu comportamento nos diversos países, o definem como de altíssima importância para

Leia mais

LIMPEZA MANUAL MOLHADA

LIMPEZA MANUAL MOLHADA GLOSSÁRIO LIMPEZA MANUAL ÚMIDA - Realizada com a utilização de rodos, mops ou esfregões, panos ou esponjas umedecidas em solução detergente, com enxágue posterior com pano umedecido em água limpa. No caso

Leia mais

NORMAS PARA BIOSSEGURANÇA EM ESTABELECIMENTOS ODONTOLÓGICOS

NORMAS PARA BIOSSEGURANÇA EM ESTABELECIMENTOS ODONTOLÓGICOS Equipe de Serviços de Interesse à Saúde / CVS NORMAS PARA BIOSSEGURANÇA EM ESTABELECIMENTOS ODONTOLÓGICOS Prefeitura Municipal de Porto Alegre 1 Secretaria Municipal da Saúde Porto Alegre 1998 Prefeitura

Leia mais

Carrefour Guarujá. O que é DST? Você sabe como se pega uma DST? Você sabe como se pega uma DST? Enfermeira Docente

Carrefour Guarujá. O que é DST? Você sabe como se pega uma DST? Você sabe como se pega uma DST? Enfermeira Docente Carrefour Guarujá Bárbara Pereira Quaresma Enfermeira Docente Enfª Bárbara Pereira Quaresma 2 O que é DST? Toda doença transmitida através de relação sexual. Você sabe como se pega uma DST? SEXO VAGINAL

Leia mais

GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) AUTORES Ingryd Coutinho de Oliveira Priscila Cunha Nascimento Discentes da Graduação em Odontologia e Bolsistas de Ensino

Leia mais

CLAUDIA VILLELA DE CARVALHO CONTROLE DA INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA

CLAUDIA VILLELA DE CARVALHO CONTROLE DA INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA 0 CLAUDIA VILLELA DE CARVALHO CONTROLE DA INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA CAMPOS GERAIS/ MINAS GERAIS 2010 1 CLAUDIA VILLELA DE CARVALHO CONTROLE DA INFECÇÃO NA ODONTOLOGIA Trabalho de conclusão de curso Apresentado

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade PROTOCOLO: Limpeza concorrente e terminal do leito, cortinas, mobiliários e equipamentos hospitalares

Sistema de Gestão da Qualidade PROTOCOLO: Limpeza concorrente e terminal do leito, cortinas, mobiliários e equipamentos hospitalares Página: 1/9 INTRODUÇÃO: A limpeza e a desinfecção de superfícies são elementos que propiciam segurança e conforto aos pacientes, profissionais e familiares nos serviços de saúde. Colabora também para o

Leia mais

HIGIENE BUCAL PARA BEBÊS

HIGIENE BUCAL PARA BEBÊS HIGIENE BUCAL PARA BEBÊS Deve-se pensar em higiene bucal do bebê desde o momento em que se introduz alguma coisa que não esteja esterilizada em sua boca, como por exemplo o bico do peito. A higiene, enquanto

Leia mais

Mantenha as portas e as janelas abertas, inclusive nos dias frios, para evitar o aumento de germes no ar, o que facilita a transmissão de doenças.

Mantenha as portas e as janelas abertas, inclusive nos dias frios, para evitar o aumento de germes no ar, o que facilita a transmissão de doenças. Soninho Mantenha as portas e as janelas abertas, inclusive nos dias frios, para evitar o aumento de germes no ar, o que facilita a transmissão de doenças. Garanta que entre os colchonetes haja meio metro

Leia mais

30/8/2010 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1

30/8/2010 BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1 São conjunto de princípios e regras que ajudam a reduzir, prevenir e evitar os perigos dos alimentos. BPF_ BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Parte 1 Condutas para o Controle Higiênico-Sanitário de Alimentos

Leia mais

Estado do Ceará PREFEITURA MUNICIPAL DE CEDRO CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Estado do Ceará PREFEITURA MUNICIPAL DE CEDRO CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1. O paciente João compareceu ao consultório odontológico uma semana depois de realizar uma exodontia do segundo molar inferior esquerdo. Qual das alternativas abaixo contém os

Leia mais

Instrução de Trabalho. Circulação de sala

Instrução de Trabalho. Circulação de sala 1 de 5 526 5 RESULTADO ESPERADO: Promover ato cirúrgico em tempo hábil, com segurança para o paciente e para toda a equipe cirurgica. 526 PROCESSOS RELACIONADOS: Atendimento Cirúrgico (Assistência Cirúrgica)

Leia mais

Profª Dra. Kazuko Uchikawa Graziano

Profª Dra. Kazuko Uchikawa Graziano PROTOCOLOOPERACIONALPADRÃO (POP) para processamento de materiais utilizados nos exames de videonasoscopia, videolaringoscopia e videonasolaringoscopia nos consultórios e serviços de otorrinolaringologia

Leia mais

Limpeza Terminal e Concorrente de Isolamentos. Enfª Francyne Lopes Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Hospital Mãe de Deus

Limpeza Terminal e Concorrente de Isolamentos. Enfª Francyne Lopes Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Hospital Mãe de Deus Limpeza Terminal e Concorrente de Isolamentos Enfª Francyne Lopes Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Hospital Mãe de Deus O Controle de Infecção e a Limpeza Ambiental Histórico Guerra da Criméia

Leia mais

Parágrafo Único - A execução da N.T.E de que trata esse artigo será de competência do Instituto de Saúde do Paraná.

Parágrafo Único - A execução da N.T.E de que trata esse artigo será de competência do Instituto de Saúde do Paraná. Resolução Estadual n 18, 21 de março de 1994. O Secretário de Estado de Saúde do Paraná, no uso de suas atribuições que lhe conferem o artigo 45, inciso XVI da Lei Estadual n 8485 de 03 de junho de 1987

Leia mais

2. DEFINIÇÕES E CONCEITOS

2. DEFINIÇÕES E CONCEITOS NORMA Utilização de antisséticos Elaborado em: Abril 2014 Revisão: 2017 Aprovado em: 09.04.2014 1. INTRODUÇÃO Devido à incidência crescente de infeções nosocomiais e ao aparecimento de estirpes de bactérias

Leia mais

BIOSSEGURANÇA PARA AMBULÂNCIAS

BIOSSEGURANÇA PARA AMBULÂNCIAS 1 COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR BIOSSEGURANÇA PARA AMBULÂNCIAS Flávia Valério de Lima Gomes Enfermeira do SCIH / CCIH Alexandre Gonçalves de Sousa Gerente de Manutenção e Transporte Julho

Leia mais

Competências Técnicas

Competências Técnicas Missão Atender bem os clientes, com bons produtos, da maneira mais rápida possível, sempre com muita atenção, com os menores preços possíveis, em um local agradável e limpo. Competências Técnicas Formar

Leia mais

Informe aos profissionais de saúde sobre as características da infecção por Mycobacterium abscessus, medidas para diagnóstico, tratamento e prevenção

Informe aos profissionais de saúde sobre as características da infecção por Mycobacterium abscessus, medidas para diagnóstico, tratamento e prevenção Informe aos profissionais de saúde sobre as características da infecção por Mycobacterium abscessus, medidas para diagnóstico, tratamento e prevenção Em decorrência das infecções causadas por micobactéria,

Leia mais

CONTROLE DE INFECÇÃO EM CLÍNICAS E LABORATÓRIOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA

CONTROLE DE INFECÇÃO EM CLÍNICAS E LABORATÓRIOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA CONTROLE DE INFECÇÃO EM CLÍNICAS E LABORATÓRIOS DO CURSO DE ODONTOLOGIA 2012 AUTORES CENTENARO, Wolnei Luiz Amado Ms Curso de Odontologia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e Missões Campus

Leia mais

Hepatites B e C. são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA.

Hepatites B e C. são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA. Hepatites B e C são doenças silenciosas. VEJA COMO DEIXAR AS HEPATITES LONGE DO SEU SALÃO DE BELEZA. heto hepatite manucure.indd 1 Faça sua parte. Não deixe as hepatites virais frequentarem seu salão.

Leia mais

MEDIDAS DE CONTROLE SANITÁRIO PARA PREVENÇÃO DE SINDROME RESPIRATORIA AGUDA E SINDROMES GRIPAIS

MEDIDAS DE CONTROLE SANITÁRIO PARA PREVENÇÃO DE SINDROME RESPIRATORIA AGUDA E SINDROMES GRIPAIS MEDIDAS DE CONTROLE SANITÁRIO PARA PREVENÇÃO DE SINDROME RESPIRATORIA AGUDA E SINDROMES GRIPAIS SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA À SAÚDE DEPARTAMENTO E VIGILÂNCIA SANITÁRIA DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Leia mais

GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar

GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar GRIPE A (H1N1) v Medidas de Prevenção e Controlo em Meio Escolar Informação para Professores Agosto de 2009 Direcção-Geral da Saúde (www.dgs.pt) Direcção de Serviços de Promoção e Protecção da Saúde Gripe

Leia mais

BIOSSEGURANÇA com ênfase na RDC ANVISA 302

BIOSSEGURANÇA com ênfase na RDC ANVISA 302 BIOSSEGURANÇA com ênfase na RDC ANVISA 302 BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL Atitude Bom Senso Comportamento Conhecimento BIOSSEGURANÇA LABORATORIAL Biossegurança: Conjunto de medidas voltadas para prevenção,

Leia mais

HISTÓRIA DA DOENÇA O vírus Ebola foi identificado pela primeira vez em 1976, no Zaire (atual República Democrática do Congo), e, desde então, tem produzido vários surtos no continente africano. Esse vírus

Leia mais