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1 Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB 6º SINPLO Simpósio Internacional de Planos Odontológicos Fabiana Car Pernomiam 2011

2 Ergonomia racionalizar o trabalho, possibilitar ao profissional a eliminação de manobras não produtivas, permitindo-lhe produzir mais e melhor dentro da menor unidade de tempo com menos estafa, maior produtividade e maiores rendimentos, ao mesmo tempo em que dá maior conforto e segurança ao paciente. (Olavo Bergamaschi Barros, 1991)

3 Tempo em Odontologia Tempo de trabalho Tempo profissional paralelo produtivo Tempo paralelo profissional improdutivo Tempo Operatório - Movimentos diretos - Movimentos indiretos - Movimentos inevitáveis

4 Trabalho em equipe Quando duas ou mais pessoas trabalham em equipe significa que cada uma tem uma tarefa específica e determinada, dentro de um contexto, visando dar um melhor atendimento ao paciente, e não apenas que essas pessoas trabalham juntas.

5 Cada membro da equipe tem suas funções e responsabilidades específicas, que contribuírão para o sucesso do tratamento e todos com o mesmo grau de importância. Neste conceito, o CD executará os movimentos Neste conceito, o CD executará os movimentos para os quais só ele é capacitado (diretos) e delegará à sua equipe todos os movimentos que podem ser delegados (indiretos).

6 Equipe em Odontologia A equipe em odontologia é composta por: Paciente Cirurgião - dentista, CD Auxiliar em Saúde Bucal, ASB Técnica em Saúde Bucal, TSB Técnico em Prótese Dental, TPD

7 O paciente É o membro mais importante da equipe. Ele deve estar consciente do seu papel antes que qualquer tratamento seja realizado. É o paciente que dá a autorização para a execução dos procedimentos planejados, paga pelos tratamentos realizados e é responsável pela manutenção de sua saúde bucal. Em uma situação terapêutica, o paciente adota uma atitude passiva devido à autoridade profissional. Ao proporcionar um serviço preventivo, a participação ativa do paciente é essencial.

8 LEI Nº , DE 24 DE DEZEMBRO DE Regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal TSB e de Auxiliar em Saúde Bucal - ASB

9 Compete ao Auxiliar em Saúde Bucal, sempre sob a supervisão do cirurgião-dentista ou do Técnico em Saúde Bucal: I - organizar e executar atividades de higiene bucal; II - processar filme radiográfico; III - preparar o paciente para o atendimento; IV - auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares; V - manipular materiais de uso odontológico;

10 VI - selecionar moldeiras; VII - preparar modelos em gesso; VIII - registrar dados e participar da análise das informações relacionadas ao controle administrativo em saúde bucal; IX - executar limpeza, assepsia, desinfeção e esterilização do instrumental, equipamentos odontológicos e do ambiente de trabalho; X - realizar o acolhimento do paciente nos serviços de saúde bucal;

11 XI - aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, transporte, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos; XII - desenvolver ações de promoção da saúde e prevenção de riscos ambientais e sanitários; XIII - realizar em equipe levantamento de necessidades em saúde bucal; e XIV - adotar medidas de biossegurança visando ao controle de infecção.

12 É vedado ao Auxiliar em Saúde Bucal: I - exercer a atividade de forma autônoma; II - prestar assistência, direta ou indiretamente, a paciente, sem a indispensável supervisão do cirurgião-dentista ou do Técnico em Saúde Bucal; III - realizar, na cavidade bucal do paciente, procedimentos não discriminados no art. 9º desta Lei; e IV - fazer propaganda de seus serviços, mesmo em revistas, jornais ou folhetos especializados da área odontológica.

13 Competem ao Técnico em Saúde Bucal, sempre sob a supervisão do cirurgião-dentista, as seguintes atividades, além das estabelecidas para os auxiliares em saúde bucal: I - participar do treinamento e capacitação de ASB e de agentes multiplicadores das ações de promoção à saúde; II - participar das ações educativas atuando na promoção da saúde e na prevenção das doenças bucais; III - participar na realização de levantamentos e estudos epidemiológicos, exceto na categoria de examinador;

14 IV - ensinar técnicas de higiene bucal e realizar a prevenção das doenças bucais por meio da aplicação tópica do flúor, conforme orientação do CD; V - fazer a remoção do biofilme, de acordo com a indicação técnica definida pelo CD; VI - supervisionar, sob delegação do CD, o trabalho do(s), ASB(s); VII - realizar fotografias e tomadas de uso odontológicos exclusivamente em consultórios ou clínicas odontológicas; VIII - inserir e distribuir no preparo cavitário materiais odontológicos na restauração dentária direta, vedado o uso de materiais e instrumentos não indicados pelo CD.

15 IX - proceder à limpeza e à anti-sepsia do campo operatório, antes e após atos cirúrgicos, inclusive em ambientes hospitalares; X - remover suturas; XII - realizar isolamento do campo operatório; XIII - exercer todas as competências no âmbito hospitalar, bem como instrumentar o cirurgiãodentista em ambientes clínicos e hospitalares.

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18 O Técnico em Saúde Bucal e o Auxiliar em Saúde Bucal estão obrigados a se registrar no Conselho Federal de Odontologia e a se inscrever no Conselho Regional de Odontologia em cuja jurisdição exerçam suas atividades. A supervisão direta será obrigatória em todas as atividades clínicas, podendo as atividades extraclínicas ter supervisão indireta.

19 O cirurgião-dentista que, tendo Técnico em Saúde Bucal ou Auxiliar em Saúde Bucal sob sua supervisão e responsabilidade, permitir que esses, sob qualquer forma, extrapolem suas funções específicas responderá perante os Conselhos Regionais de Odontologia, conforme a legislação em vigor.

20 Orientação do paciente É fundamental para o sucesso do tratamento odontológico e manutenção da saúde bucal. Nenhuma raspagem, profilaxia, restauração ou outro tratamento é efetivo por muito tempo se o paciente não compreender e mantiver os ganhos alcançados ao longo do tratamento. O paciente deve entender o que tem sido feito, porquê e para que.

21 O fornecimento de informação necessária a um paciente leva tempo e algum entendimento das limitações da capacidade intelectual do paciente. Isto também requer a habilidade para se expressar em linguagem simples. A informação precisa ser dada por meio de demonstração na própria boca do paciente e antes que qualquer tratamento seja efetuado.

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24 O paciente não precisa somente aprender sobre placa bacteriana, doença periodontal, cáries e cuidados bucais, mas também deve colocar esse conhecimento em ação, seguindo fielmente os procedimentos recomendados (escovação, fio dental, bochechos terapêuticos, cremes dentais, dietas, etc) Motivação e reforço constantes

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27 Muito Obrigado!

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