O segundo clique da fotografia. Entre o registro do instante e instante compartilhado 1.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O segundo clique da fotografia. Entre o registro do instante e instante compartilhado 1."

Transcrição

1 O segundo clique da fotografia. Entre o registro do instante e instante compartilhado 1. José Afonso da SILVA JUNIOR 2 Universidade Federal de Pernambuco, Campus Recife, PE. Resumo. Este texto parte da análise de regularidades que indicam a construção do instante na fotografia como modalidade singular do tempo. A partir dessa exploração problematiza-se o instante fotográfico e o procedimento operacional que envolve o clique como resultante de uma negociação entre sociedade, cultura e tecnologia que permite a compreensão do instante em uma dimensão extraída do tempo da duração, bem como a adoção do mesmo como código indissociável da fotografia moderna. Com tais relações em tela, procura-se perceber o contorno dos atributos de pertencimento social que dispõem, atualmente, um ordem de regularidades. Assim, o compartilhamento de fotografias em redes sociais seria o componente corrente de subjetividades que deflagra o segundo clique da fotografia: o ato e/ou comando de compartilhar. Palavras-chave. Instante, redes sociais, clique, compartilhamento, contemporaneidade. 1. Apresentação. No entorno da noção do tempo de tomada da fotografia, a ideia de instante, de momento ou de singularidade de uma fração de segundo é um dos eixos definidores de uma pretensão ontológica. Não se pode percorrer a história da fotografia sem se deparar em vários momentos com a força recorrente desse fenômeno. Para desdobrar dentro da linha de pensamento aqui elaborada algumas postulações que se apresentam de modo mais visível e recorrente, podemos indicar, a título de exemplos clássicos a concepção de instante decisivo, praticada e desenvolvida por Cartier-Bresson; a ideia de instante único e irrecuperável, de Roland Barthes; e mesmo numa perspectiva comercial, a figura do momento Kodak. O que essas e outras posturas do instante no processo fotográfico possuem em comum é a sua interação com um procedimento mecânico: o clique. É ao redor deste ato que se organizam vários dos códigos da fotografia enquanto linguagem. O enquadramento, 1 Trabalho proposto ao GP Fotografia, XIV Encontro dos Grupos de Pesquisas em Comunicação, evento componente do XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. 2 Professor/ Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Univ. Federal de Pernambuco, PPGCOM- UFPE. Contato 1

2 o posicionamento da câmera e do seu operador, a iluminação, as escolhas intencionais e as vicissitudes ocasionais presentes na fotografia. Prosseguindo, percebe-se que essa dinâmica sofre dinamizações de acordo com a dialogia existente entre a fotografia e a percepção, ou relação, do tempo com a sociedade no que toca à sua assimilação a cada época. O que tomamos como instante na atualidade, nos parece ser radicalmente diferente daquilo que se organizou em algum momento da modernidade, no século XIX. 2. O clique como regularidade e acontecimento construído na modernidade. Sobre o momento da captura da imagem fotográfica recaem uma série de procedimentos a fim de dar conta do problema de transcodificar a duração existencial do que deve ser registrado para um momento único, capaz de operar uma síntese discursivavisual representativa que valide o ocorrido. Não é à toa que durante algumas décadas os próprios materiais auxiliares da fotografia (panfletos, embalagens de produtos, publicidade) traziam para o público amador instruções detalhadas em modo de recomendações e cuidados para que, ao disciplinar a duração em forma de instante, deslizes não fossem cometidos. Como, por exemplo, ao se fotografar com baixas velocidades, fazer uso de algum auxílio físico, como tripé, a fim de de evitar que a câmera tremesse; ou se posicionar a favor da incidência da luz, para se ter uma melhor condição de congelar adequadamente o registro da cena (FERNANDES JUNIOR, 2015). Tal construção discursiva ocupa uma posição dentro da história da fotografia, notadamente a documental, jornalística ou testemunhal justamente por sobrepor à necessidade do instante noções complementares e validatórias. Relações de testemunho, presença, proximidade, unicidade, autenticação, atualidade e objetividade, apenas para citar alguns dos valores demandados pela ação do fotografo em reportar a "aparência possível do real" (KOSSOY, 2000), recaem na elaboração complexa do que é o instante fotográfico. Cabe aqui um desvio em forma de anedota. Ao se tornar presidente da França, em 1980, François Miterand, pediu que se convidasse nada menos que o consagrado fotógrafo francês Cartier-Bresson para fazer a foto oficial do mandatário. Ao receber o telefonema do gabinete do recém eleito presidente, consta a lenda, Bresson declinou, alegando: "me desculpe, eu agradeço o convite e a lembrança, mas eu não faço pose, só faço instantâneos". 2

3 A pose que Cartier-Bresson não Registrou eu não faço pose, só faço instantâneos. François Miterrand, fotografia oficial do primeiro mandato. Em parte apoiada na ficção, em parte na verossimilhança possível, a anedota transpõe, justamente, a polaridade entre essas dois conjuntos de procedimentos que envolvem o fotógrafo e a cena: posar ou capturar de modo reptício. Elaborar o cenário, ou interactuar com o imprevisto, a rua, a vida em movimento. Mais que uma tensão ou polaridade injustificada, uma análise detida da historiografia da fotografia indica que houve uma longa e negociada assimilação, que podemos situar de modo geral entre 1840 e 1880, que permitiu a compreensão da possibilidade de construção visual a partir da percepção do instante enquanto modalidade do tempo, derivada e materializada, de uma noção mais ampla de duração. Em outras palavras, como a concepção de um tempo cronos, pode ser tocado por uma série de construções tecnológicas resultando na materialidade visual de outro tempo: o kairos. A distinção entre essas duas concepções advém do pensamento clássico grego. Ajuda a ilustrar precisamente a ação pendular entre um tempo dilatado, da pose, e o tempo do instantâneo. Cronos é uma definição de tempo derivada do mito sobre a divindade grega que devorava os filhos temendo o que eles poderiam se tornar quando crescessem. Se refere a um tempo acumulado, atado a compreensão de uma duração, ou percurso, onde noções de permanência são vinculadas a algo que se decanta, que se espera e se desgasta (BRANDÃO, p.252). Na percepção de um tempo segundo a lógica do Kairos, o fabulário mitológico nos mostra um deus alegórico, personificado na ideia de ocasião, de oportunidade, de instante único e favorável. Curiosamente, é ilustrado como tendo a capacidade de girar a cabeça para trás, para não ser alcançado pelos seus perseguidores (RIBEIRO, p.181). Essa imagem coopera assim para a compreensão de uma outra mitologia, a do fotógrafo 3

4 moderno, capaz de capturar, registrar e levar ao mundo os instantes não-visíveis ao natural, de agir discretamente, de furtar a cena de modo imperceptível e dela se esvair rapidamente. Kairos é, portanto, uma percepção de um tempo organizado a partir de momentos, ou instantes. Transpondo essa imagem alegórica para a fotografia, fica mais fácil aceitar a aproximação de sentido que é capaz, de certo modo, de estabelecer o instantâneo e fotografia como sinônimos um do outro. Justamente, a assimilação da construção do instante presente na anedota entre Cartier-Bresson, François Miterrand e a fotografia oficial, acima mencionada. Retorno. Mas, como sabemos, a fotografia nem sempre foi instantânea. De certo modo, essa percepção foi construída. Isso ocorreu de modo regular, em tentativas de se superar os limites das tecnologias fotossensíveis em congelar a ação nos registros fotográficos. A pergunta que repousa aqui é entender que conjunto de forças motivaram o deslocamento da fotografia de uma lógica do mero registro visual para o instantâneo como valor normativo da fotografia? Há, no século XIX, uma intencionalidade que visa: interromper o tempo e aniquilar o fluxo [...]Nesse processo, a fotografia deu visibilidade à unidade instante como o olho jamais poderia e o instante, por sua vez, outorgou à fotografia legitimidade e relevância, seja como imagem da ciência, da arte ou da memória. Fotografia e instante moderno se permearam num processo de elaboração recíproca, em contígua construção (SANZ, 2011). Assim, ao se reduzir o tempo de exposição necessário ao registro, três discursividades mais gerais se manifestam: a primeira, compreender a coincidência histórica entre a percepção de um tempo científico e cultural possível em frações cada vez mais racionalizáveis e mensuráveis. A segunda, uma emergência e percepção social de um microtempo, através da organização de ações segundo essa perspectiva. E, por fim, a superação de um tempo ligado à tradição e duração como único modelo organizador da vida. Tratam-se portanto, de construções justapostas de controle e disciplina sobre o tempo dos sujeitos na vida social e de onde, através da fotografia, podem ser percebidas a emergência de formas de subjetivação assentes nessa lógica. Para a fotografia, essas ordens de discurso conformam algumas intencionalidades. Ao seu modo, ao emergir um conjunto de procedimentos visuais na modernidade há uma troca recíproca onde as discursividades mais gerais influenciam as demandas de desenvolvimento de dispositivos capazes de capturar o instante e, quando isso ocorre, se permite que o mesmo seja visto, assimilado e possível de transitar culturalmente. Em outras 4

5 palavras, o instantâneo fotográfico aciona uma ação pedagógica através da qual a sociedade pode ver a vida e o mundo inserido na fragmentação do tempo. Pode ver o tempo cronos transcodificado em tempo de kairos. Pode, finalmente, tocar a existência e a transformá-la em imagens. Mas pensando o processo de modo acumulativo, o que se deixa para trás é a compreensão do conjunto de estratégias do fotossensível que não contemplavam ou suspendiam o instante como projeto e aliança entre o projeto maquínico e as técnicas de observação (CRARY, 1992). Destarte, fica subjulgado ao segundo plano a questão do fotossensível enquanto articulador de uma forma de expressão de um tempo decantado, durável e sua consoante representação visual. Ao se reduzir os tempos de exposição, superando o tempo da pose (TARGINO, 2013), a fotografia instantânea assimila a percepção de velocidade que permeava o mundo moderno europeu do século XIX e que pode ser detectada em outras materialidades como, por exemplo, as redes de comunicação, o telégrafo, as estradas, a iluminação pública, as ferrovias, a circulação de notícias. Os condicionantes podem ser compreendidos, de modo geral, como processos deflagrados pela lógica de instrumentalização da modernidade, através de processos como a revolução industrial. Esta, segundo Ellul (1968), caracteriza-se pela estabilização do sistema técnico, onde ocorre um progresso direcionado às invenções e mais notadamente uma aceleração no ritmo e introjeção das inovações. Nesse cenário, ocorre a combinação das tecnologias de produção, somadas à formação de arranjos sociais particulares em torno da industrialização progressiva. No cenário social, os desdobramentos desse conjunto de mudanças implicam, em termos mais gerais, na mudança da autoridade epistemológica de construção de um modelo de conhecimento, que saía de uma razão mística e mágica, para outra, orientada pelo cientificismo e pela tecnologia. Destarte, isso impacta nas próprias manifestações de percepção do tempo. É a era das torres com relógios no topo, dominando o campo visual das grandes cidades, materializando, através da arquitetura, a relação de poder e controle de um tempo com funções disciplinadoras. É a substituição da temporalidade orientada pela natureza, tradição ou ordem natural por uma abstração quantificável. A mesma lógica que incorpora as câmeras, um tipo especial de relógio, o obturador, que mensura o tempo de modo particular, em intervalos que correspondem as frações de segundo do clique que extrai do cronos o instante kairos. Consequentemente nesse quadro houve desdobramentos diretos nas atividades 5

6 relacionadas à fotografia de então na sua produção e circulação de imagens. No entanto, para a fotografia, a passagem, de um modelo de produção especializada e mais artesanal mais irregular, para outro, mais industrial, aperfeiçoado e constante, como por exemplo a carte de visite, se deu de modo gradativo. Conforme indicam alguns autores (Sougez, 2007; Newhall, 2002), o que se cunha como fotografia numa dimensão pública é um processo de longo prazo, onde, ao aperfeiçoamento dos sistemas de cópia em maior escala, incorporamse uma nova cultura, novos modos de produção, acesso e circulação das imagens e, por sua vez, modos inéditos de pensar e de produzir. Através do conjunto de sistemas tecnológicos e de percepções cognitivas mais aguçadas, a produção de fotografias pode se estabelecer em série, de modo regular e autônomo. Isso distingue cada vez mais a fotografia como uma forma distinta, pública e culturalmente reconhecível e diferenciada de modelos precedentes da primeira era, a do seu surgimento, como daguerreótipos, heliografias, cianotipias, colódio úmido, etc. Isso não só impõe um modo de circulação da informação visual mais acelerado, como repete a lógica para a operação de captura das imagens através de procedimentos que aceleram os tempos de tomada de cena, gerando, destarte, o instantâneo. Transferindo esse contexto para o campo dos dispositivos fotográficos, é Todd Gustavson, curador do museu Kodak em Rochester, EUA, no seu livro, Camera: A History of Photography from Daguerreotype to Digital, que nos mostra, literalmente, através da coleção de câmeras da George Eastman House, a materialidade dos dispositivos do século XIX, progressivamente adquirindo e assimilando a lógica de um tempo em aceleração com a modernidade. Ao observar detidamente esse livro, percebe-se como, pouco a pouco, foram sendo inseridos na operacionalização da fotografia, noções das mais diversas, com vistas a apaziguar esse mal estar de ter que se domar o tempo de exposição no compromisso de plasmar o instante. Obviamente, embebido do pensamento instrumental, positivo e racionalista da ciência da época, a construção possível resultante se apoia em uma perspectiva temporal quantificada, mensurável, universalizada, aplicável e interdependente de outros fatores quantificáveis, como por exemplo, fotossensibilidade e fotometria do ambiente a ser fotografado. Em outras palavras: a fotografia teve um razoável período do seu percurso sem que a noção de clique sequer existisse, ou mesmo fosse necessária. A longa negociação através dos anos que permite a fotografia superar as estratégias do tempo da pose e adotar a do tempo instantâneo expressam, para esta prática visual, uma tensão mais ampla, de ordem mais universal: a instauração de um dilema que sobrepõe a verdade 6

7 Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação Rio de Janeiro, RJ 4 a 7/9/2015 histórica, processual, da duração, pela verdade perceptiva, pontual, episódica. (FONTCUBERTA, 2010, p.108). A incorporação de obturadores nas câmeras fotográficas no século XIX foi uma adoção progressiva, negociada e possível a partir de uma percepção cognitiva do instante. A ideia que há uma invenção múltipla e descentralizada do clique fotográfico permite que através da fotografia, percebamos uma singularidade específica: se a fotografia não cria o instante na dimensão física, existencial ou material, de modo geral, o torna sensível. É o clique que permite experienciar o tempo como fenômeno estético. É preciso, no entanto, que a assimilação moderna da vida dê, através das fotografias, as respostas visuais que possam expressar esse instante sensível de modo representativo. É Lartigue, talvez, na historiografia da fotografia quem melhor concentra essa relação: As fotografias de Lartigue estão povoadas de anjos: suas primas e primos, principalmente, que saltam, mergulham, correm, piruetam e pivoteiam. Estes seres não são apenas os personagens, o assunto, o objeto de suas imagens. São os anjos do tempo capturados em pleno voo, assinalando para nós a singularidade de cada instante, celebrando em cada imagem a experiência única do seu acontecimento. (LISSOVSKY, 2013). Lartigue: a prima Bichonade Essa síntese é possível na obra de Lartigue, talvez por ter sido ele um fotografo já nascido em um momento onde tudo se movia, se acelerava, e ao apontar sua câmera para 7

8 efetuar os seus registros. O dedo que clicava não mais estava contaminado com os modelos transpostos de uma fotografia estática. Em Lartigue, o efêmero do instante se constituía no assunto em si, e não mais numa resolução burocrática e necessária para fixar a imagem. 3. O compartilhar e o clique ajustado ao desejo de instante na atualidade. Ao refletirmos sobre a fotografia atual, em total assimilação com a cultura digital e em redes, temos algumas regularidades manifestas. A adoção de uma lógica de arquivo que se dá nos mesmos moldes dos demais arquivos digitais, envolvendo noções como salvar, transmitir, acessar e abrir as imagens. Dentro desse conjunto de regularidades, um de particular singularidade salta a tona quando falamos de fotografia: compartilhar. De certo modo, ao passo que indica uma superação do debate inicial sobre a fotografia digital quanto essa era comparada à fotografia analógica, de base fotoquímica, simultaneamente reforça a emergência do ato de compartilhar como ato expressivo de uma fotografia em diálogo com a convergência tecnológica. A fotografia é, portanto, um percurso que mantém uma função, ou permanência: a representação e obtenção de imagens através de processos tecnológicos; combinável, por sua vez, a uma estrutura, ou estruturas tecnológicas mais amplas com a qual dialoga constantemente, adaptandose, rearranjando a cadeia produtiva onde se insere e reconfigurando-se de acordo com os fatores condicionantes. Ou se preferirmos, a parte de desvio que cabe na sua constituição dialógica com processos e cenários de ordem tanto tecnológica como social (SILVA JR. 2008). Um dos processos dialógicos mais evidentes da fotografia atual é a sua sobreposição com outras tecnologias simbólicas, como por exemplo, as de ordem digital e as telecomunicações. Dessa convergência de ordem tecnológica, ocorre outra, indivisível desta, que é a convergência como cultura de uso dos meios expressivos. Clicar, salvar, compartilhar representam um conjunto de acontecimentos presentes na ação fotográfica que instauram um atributo, ou hiperatributo, se concebermos e aceitarmos tratar-se de uma prática interdependente de um processo hipermidiático mais amplo. De maneira semelhante ao clique, que se configurou como um atributo da fotografia diante da percepção do instante; o botão e ato de compartilhar conformam um conjunto de saberes onde defendemos ser este o hiperatributo que agrega à fotografia atual a lógica do segundo clique. Se for clicada, mas não circulada, a imagem produzida carece de uma existência completa, pois não sincroniza-se com os demais valores pertença da produção simbólica com que convive. 8

9 De certo modo, o redesenho do atributo ao hiperatributo percebe-se quando um uma fotografia, que carrega em si uma carga de atributos simbólicos... [...] é compartilhada para o digital, e as redes de circulação. Nesse processo implica uma adequação, um redesenho, que reconheça a fragmentação de seu objeto original, a emergência de diferentes etapas possíveis, a sua reconstrução/reconfiguração simbólica em um diferente plano expressivo, a divisão de tal processo entre os participes deste esfera de consumo e como reinterpretação desta nova instância de interação, sua oferta na condição de um artefato redesenhado e que reúne esforços e formas de compartilhamento (DA SILVA, 2015). Prosseguindo, ao se falar em circulação aponta-se para a incorporação de um valor de pertencimento da fotografia que é próximo, mas não igual ao da distribuição. Distribuir presume uma indistinção dos modelos de trânsito de conteúdo, que se daria por canais estáveis e dentro de uma lógica industrial, de repasse de unidades idênticas em escala massificada. Circular, assume uma lógica descentralizada, de ordem informacional, onde multiplataformas e refuncionalizações permitem a apropriação de conteúdos simbólicos fora de um polo emissor. O que temos hoje para a fotografia, seria, neste caso, uma prevalência da lógica de circulação sobre a da distribuição. A ampliação desses cenários de circulação, principalmente em redes sociais como Instagram e Facebook, deflagra através do hiperatributo uma economia da atenção diferenciada, onde o pertencimento é destacado. A ênfase, portanto, recai em um grau de alta exposição do self através de imagens. Ver e ser visto, sobreposto a onipresença de câmeras conectadas, móveis acionam o pertencimento simbólico como atributo desta fotografia contemporânea em seu uso cotidiano e vernacular. São os valores ou intencionalidades sobre o instante que podem ser compartilhados de modo a estabelecer sensos de reconhecimento, capital simbólico, interação e convívio através de uma noção de território tecnológico. Nesse sentido, o comando de compartilhar (pois a rigor não podemos usar mais a ideia de botão mecânico para essa nova realidade), estabelece um uso tático da fotografia. A engenhosidade própria (DE CERTEAU, 1994, p. 45), vem da percepção desta singularidade: o que era a possibilidade de perceber o instante, e a partir dele estabelecer uma ação pedagógica de percepção de um tempo acelerado no surgimento do clique na fotografia; transcodifica-se em um ato performático, triangulado entre o consumo/ acesso dessas tecnologias, a readaptação dos dispositivos e reprodução da realidade vivida em uma escala amplificada pelas redes. É esse valor-pertença percebido como hiperatributo que se fazem manifestos no entorno comum do ato de compartilhar... 9

10 [...] quando da relação destes mesmos sujeitos e o produto simbólicocomunicacional e interativo dos seus laços sociais mais e mais abundantes decorrentes dos seus contatos com as novas tecnologias (RAINIE, WELLMAN, 2012, pos. 391 de ). O local de acontecimento dessa regularidade, que é o ato de compartilhar, ocorre em um espaço híbrido, entre a realidade figurada ou encenada e a associação assujeitada da fotografia e as redes sociais. Ao passo que a prevalência do primeiro clique diz respeito a uma intencionalidade de domar o tempo, transformando-o em instante; o segundo clique opera numa ordem de adequação, e portanto, também de disciplinamento do visível dentro de um espaço permeado por essas redes. Como afirma GOMES (2015, p. 18) Aplicativos desse tipo nos municiam de argumentos para refletirmos sobre o lugar da fotografia enquanto promotora de práticas sociais nas interações contemporâneas, pois apresentam como lógica de uso a não dissociação do ato de produzir com o ato de compartilhar imediatamente as imagens que retratam a vivência cotidiana dos seus usuários. Ou seja, fotografar através destes requer o estabelecimento de uma interlocução imediata com sua rede social, pois toda a produção precisa necessariamente ser compartilhada. Em que pese o segundo clique ser uma ativação possível que interage com um espaço fluido, como o das redes sociais, há uma mudança qualitativa. Esta se dá, ao seu turno, em relação a experiencia com o tempo, ou melhor, da relação com o instante fotográfico. Sontag (2004) Refere-se aos fotógrafos do começo do século XX como sendo donos de um ato heroico. A eles caberiam capturar o mundo, qualquer que fosse o preço em termos de paciência e de desconforto, por meio dessa modalidade de visão ativa, aquisitora, avaliadora. Seriam esses fotógrafos dotados da capacidade de ver o novo, o relevante, o distinto. Detectar, nas coisas ao redor o movimento de mudança e assim, reconhecer o instante relevante a ser sacado da relação com a duração e à realidade. Em certa medida, tal ato de heroísmo consiste em um ato de autenticação, de escolha do que é relevante. Portanto, a percepção de uma documentação do passado em direção ao futuro. Assim, se pode conceber a fotografia como algo de uma temporalidade bifonte: que fala ao passado e ao futuro sobre a singularidade do instante. Recuperando essa linha de raciocínio e olhando para as imagens compartilhadas da atualidade, o que se pode postular entre quem fotografa e a relação com o instante? Primeiramente, deve-se ter em conta o aspecto performático de fotografar assente nessa 10

11 dinâmica. Como norma, esse conjunto de fotografias se direciona, como trabalhamos acima, ao acionamento do hiperatributo do valor-pertença. Ou seja, são fotos para serem tiradas, disponibilizadas, curtidas e esquecidas no fluxo incessante de sucessão no qual são produzidas. Prosseguindo, há nesse acionamento intermitente a possibilidade de escrita contínua, quase que como um registro em modo permanente dos atos da vida. No entanto, chama a atenção a grande homogeneidade dos gêneros visuais praticados, como o selfie, as fotos de pratos de comida, e outros acontecimentos da ordem mais do banal que do extraordinário. A contradição que se conforma nessa economia do excesso de imagem é que, menos que a relevância do instante como um ato que dirige-se no entendimento da percepção de algo que muda e que fala ao passado e ao futuro, o que se tem é, justamente, o aniquilamento o desimportância desse instante. Se tudo se fotografa, provavelmente há uma grande homogeneidade dos temas, assuntos e abordagens. E, o que acontece com toda mercadoria, material ou simbólica, que é ofertada em excesso? A perda do valor discursivo acionada ao compartilhar se dá não na ação individualizada, mas na generalização comportamental desse ato. Com milhões de câmeras digitais operando, e mais os milhões dessas câmeras acopladas nos dispositivos móveis em forma de convergência, se atualiza a flanerie visual para o modo onipresente e continuo. Mas, certamente priva a oportunidade de fruição dessas imagens fora do mesmo tempo de compartilhamento. Curiosamente, a performance apoiada no segundo clique, o compartilhamento, propõe uma estranha inversão: o tempo é mais disponível para fotografar do que para olhar para essas imagens. Nesse cenário há o reposicionamento da nossa concepção diante do instante. A fotografia compartilhada, do segundo clique, atua, simultaneamente provocando essa relação de instante contínuo, de presentificação da vida, ao passo que também é um dos seus sintomas. O movimento assemelha-se ao da modernidade que viu, através do instantâneo fotográfico a aceleração dos tempos e a abertura de uma ordem de visualidade. Evidentemente esse regime visual não é estático. A postulação possível é que, no clicar justaposto ao compartilhar, temos não somente um dado que desdobra-se para o percurso da fotografia, mas também para a percepção do tempo na nossa sociedade. 4. Conclusões. (Ou: da superação da impossibilidade de se trocar o cartão de memória enquanto se fotografa). 11

12 Uma leitura possível deste texto é que estamos abordando não somente a fotografia, mas a relação social construída através de regularidades de práticas visuais que permitem compreender como se dispõe a relação com o fenômeno do instante. Se este pode ser percebido como o resultado de uma série de intencionalidades epistemológicas situadas entre a cultura, a tecnologia, e a historiografia situados e construídos em um período específico do século XIX, ele também não pode ser concebido como estanque ou consolidado. A noção de instante se move. O clique de compartilhar adensa obviamente discursividades que não são exclusivas da fotografia. Mas com ela dialogam. Um resultado possível dessa sobreposição e contaminação é perceber não mais a pregnância do instante como catalisador de um tempo, ou de um certo ponto de inflexão de um estado de coisas transformado em imagem. Cada vez mais, a concepção bressoniana de um instante decisivo como metodologia de fotografar, pode até não ser totalmente anulada, mas perde força diante de uma continuidade organizada em fluxos de imagens. O projeto de fotografia moderna, de certo modo, é atenuado no que diz respeito a objetivação de adensar o presente e sacar daí, uma pretensão discursiva de falar ao futuro. Ao se compartilhar, cria-se uma espécie de neutralização, uma imunidade que diz menos sobre permanência e mais sobre a intensificação da aceleração da experiencia diante do tempo. Teríamos, assim, de modo inicial, ao menos dois modos de provocar o estatuto do clique e do seu derivado, o de compartilhar. O primeiro, como uma expansão, pela continuidade e amplificação do clique instantâneo como sintoma da aceleração do tempo na sociedade. Cada época traz os retratos dos seus valores, cada fotógrafo se mostra um pouco ao fotografar. Dessa inescapável intencionalidade, a lógica de uma fotografia organizada no entorno dos hiperatributos de circulação e pertencimento, dispõem uma nova percepção (epistêmica) tanto de um instante diante da fotografia como da construção da duração na contemporaneidade. O segundo, ao compartilhar, temos a materialização dos hiperatributos. Acontece na fotografia o que acontece com o tempo vivido. Trabalha-se no que seria o horário de lazer. No trabalho, se consome entretenimento. Nos deslocamentos entre um tempo e outro, se exercem os afetos, os ódios, os valores-pertença da contemporaneidade. Seria a forma como, através de um hiperatributo, se permitiria tocar a lógica dos dias atuais transformando em imagens a experiência dos registros visuais com o nosso tempo. Esse 12

13 eixo, parece ser uma das poucas coisas imutáveis em todo esse movimento: a capacidade da fotografia exercer uma amostra significativa do real possível e aparente. E, a partir daí, poder estabelecer relações mais amplas com o mundo à nossa volta. Mas temos que entender que trata-se de um fenômeno em andamento. A pretensão de olhar para o presente e definir as regularidades e acontecimentos é um risco permanente, é uma postulação com altas doses de improbabilidade conclusiva. Não estamos afirmando, contudo, que é impossível se validar o conjunto de manifestações no entorno de uma fotografia compartilhada a partir de indícios tangíveis. A regularidade do clicar/ compartilhar é manifesta como tendência não só nos dispositivos móveis. Progressivamente, as câmeras fotográficas atuais já contam com esse recurso embutido no seus menus de operação. Em adição, tecnologias como o cartão de memória eye-fi, transformam qualquer câmera digital em uma unidade wi-fi, capaz de conectar se a redes sem fio e transferir de modo instantâneo as imagens para outros dispositivos e até mesmo armazenar as imagens em nuvens de dados. Não à toa, o slogan desse cartão é endless memory, ou seja, memoria sem fim. O que não deixa de ser irônico. Destarte se assimila definitivamente a sobreposição dos dois atos de clicar, transformando-se em um dispositivo de fotografia contínua. Não há, a rigor, sequer a necessidade de se trocar de cartão de memória quando ele esgota a sua capacidade de armazenamento, pois cópias das fotos, arquivos, já foram transferidas em salvaguarda. Olhar para esse conjunto de acontecimentos no percurso fotográfico com um mínimo de responsabilidade teórica envolve a percepção que é necessário, certamente, um passar de tempo para verificar a consolidação ou não dessa tendência no percurso histórico da fotografia. Oxalá, no futuro, possamos com segurança nos referirmos a esse momento em moldes semelhantes aos quais podemos hoje compreender o feixe de relações e as linhas de força que permitiram a consolidação do instante, e sua tradução no ato de clicar, como algo acontecido no correr da modernidade. Resultante de uma percepção específica do tempo e que se construiu culturalmente durante algumas décadas do século XIX. REFERÊNCIAS BRANDÃO, Junito. Dicionário Mítico-Etimológico. Petrópolis: Vozes

14 CRARY, Jonathan. As técnicas do observador DE CERTEAU, Michel. The Practice of Everyday Life. California: University Of California Press, ELLUL, Jacques. A técnica e o desafio do século. São Paulo: Paz e Terra, FERNANDES JUNIOR, Rubens. Papéis Efêmeros da Fotografia. Fortaleza: Tempo de Imagem, FONTCUBERTA, Joan. La Camera de Pandora: La después de la fotografia. Barcelona: Gustavo Gilli GOMES, Vitor José Mota. Capture, compartilhe e interaja: Um estudo sobre as condições materiais e as performances sociais observadas em um aplicativo de produção e compartilhamento de imagens. (Tese de doutorado). Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas. Universidade Federal da Bahia GUSTAVSON, Tod. Camera: A History of Photography from Daguerreotype to Digital. New York: Sterling Publications, NEWHALL, Beaumont. Historia de la fotografia. Barcelona: Gustavo Gilli, Kossoy, Boris. Realidades e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê, LISSOVSKY, Maurício. Quantos anjos cabem numa fotografia? Blog Icônica Disponível em: Acessado em RAINIE, Lee; WELLMAN, Barry. Networked - the new social operating system. Massachusetts: MIT Press, SANZ, Cláudia. Quando o tempo fugiu do instantâneo. Revista Studium No. 32. Campinas. Unicamp, Disponível em: Acessado em SILVA, Alexandre Honório da. HQs, Scans e a reconfiguração do hiperndividual pelas mídias colaborativas. (Tese de Doutorado). Recife: Programa de Pós-graduação em Comunicação. Universidade Federal de Pernambuco, SILVA Jr. José Afonso. Permanência e desvio no fotojornalismo em tempo de convergência digital: elementos para uma discussão preliminar. Anais XXI da reunião anual da Intercom. Natal, SONTAG, Susan. Ensaios sobre fotografia. São Paulo: Companhia das Letras, SOUGEZ, Marie Loup. Historia general de la fotografia. Barcelona: Cátedra, TARGINO, Camila. No tempo da Pose: uma genealogia das figuras de aceleração do tempo em tecnologias fotossensíveis. (Tese de Doutorado). Recife: Programa de Pós-graduação em Comunicação. Universidade Federal de Pernambuco,

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

O Desenho: desenhando com Kari Galvão 1

O Desenho: desenhando com Kari Galvão 1 O Desenho: desenhando com Kari Galvão 1 Paulo Souza dos SANTOS JUNIOR 2 Maria Carolina Maia MONTEIRO 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho apresenta uma produção multimídia

Leia mais

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social

Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social Seminário Cenário Contemporâneo: Polêmicas e Desafios ao Serviço Social PALESTRA 03: Investigação em Serviço Social: para quê, a

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

Reestruturação Produtiva em Saúde

Reestruturação Produtiva em Saúde Trabalho em Saúde O trabalho Toda atividade humana é um ato produtivo, modifica alguma coisa e produz algo novo. Os homens e mulheres, durante toda a sua história, através dos tempos, estiveram ligados,

Leia mais

FRANCISCO JOSÉ PAOLIELLO PIMENTA

FRANCISCO JOSÉ PAOLIELLO PIMENTA FRANCISCO JOSÉ PAOLIELLO PIMENTA Figura 1 - Francisco Paoliello Pimenta, professor na Universidade Federal de Juiz de Fora acervo pessoal de Francisco Paoliello Pimenta Não há separação entre o conhecimento

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

CÂMERAS. fotográficas

CÂMERAS. fotográficas CÂMERAS fotográficas Quanto ao suporte: Digital Analógico Como classificar e diferenciar os tipos de Câmeras? Quanto a automação: Automáticas Semi-automáticas Auto e manual Quanto ao visor: Visor direto

Leia mais

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares

Walter Benjamin - Questões de Vestibulares Walter Benjamin - Questões de Vestibulares 1. (Uem 2011) A Escola de Frankfurt tem sua origem no Instituto de Pesquisa Social, fundado em 1923. Entre os pensadores expoentes da Escola de Frankfurt, destaca-se

Leia mais

Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1. Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3

Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1. Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3 Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1 Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3 Resumo Nós conseguimos nos definir enquanto indivíduo e enquanto grupo, baseado

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO Nas últimas décadas a exclusão social tornou-se assunto de importância mundial nos debates sobre planejamento e direcionamento de políticas públicas (Teague & Wilson, 1995). A persistência

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO

AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO AS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO NUMA SOCIEDADE EM TRANSIÇÃO MÁRCIA MARIA PALHARES (márcia.palhares@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br)

Leia mais

EXPOSIÇÕES FOTOJORNALÍSTICAS DO FOCA FOTO: UMA MUDANÇA NA PERCEPÇÃO DA IMAGEM

EXPOSIÇÕES FOTOJORNALÍSTICAS DO FOCA FOTO: UMA MUDANÇA NA PERCEPÇÃO DA IMAGEM 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÕES

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Como a educação integral vem sendo pensada nas escolas? Como ela está sendo feita? Por que é tão difícil consolidá-la no contexto da prática escolar?

Como a educação integral vem sendo pensada nas escolas? Como ela está sendo feita? Por que é tão difícil consolidá-la no contexto da prática escolar? ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E AS DIFERENÇAS NA ESCOLA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INTEGRAL Rosângela Machado Secretaria Municipal de Educação de Florianópolis A palestra intitulada Organização Curricular e as

Leia mais

Feminilidade e Violência

Feminilidade e Violência Feminilidade e Violência Emilse Terezinha Naves O tema sobre a violência e a feminilidade apresenta-se, nas mais diversas áreas do conhecimento, como um tema de grande interesse, quando encontramos uma

Leia mais

Histórias, Redes Sociais e Memória

Histórias, Redes Sociais e Memória Histórias, Redes Sociais e Memória h.d.mabuse "A capacidade de lembrar o que já se viveu ou aprendeu e relacionar isso com a situação presente é o mais importante mecanismo de constituição e preservação

Leia mais

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS

IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS IMAGEM TÉCNICA, PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE E PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS: DESAFIOS METODOLÓGICOS Aluno: Lucas Boscacci Pereira Lima da Silva Orientadora: Solange Jobim e Souza Introdução Câmera como Instrumento

Leia mais

O OBTURADOR 1. FUNCIONAMENTO:

O OBTURADOR 1. FUNCIONAMENTO: Esse anexo é um complemento do material didático exclusivo do Curso de Fotografia Digital - A fotografia sob uma nova óptica e função, com Célio Ricardo, constituindo uma parte que completa o total de

Leia mais

A VIOLÊNCIA DA NOTÍCIA NA GLOBALIZAÇÃO: AS AGÊNCIAS TRANSNACIONAIS E O COMANDO DOS CÍRCULOS DE INFORMAÇÕES

A VIOLÊNCIA DA NOTÍCIA NA GLOBALIZAÇÃO: AS AGÊNCIAS TRANSNACIONAIS E O COMANDO DOS CÍRCULOS DE INFORMAÇÕES A VIOLÊNCIA DA NOTÍCIA NA GLOBALIZAÇÃO: AS AGÊNCIAS TRANSNACIONAIS E O COMANDO DOS CÍRCULOS DE INFORMAÇÕES André B. Pasti AGB-Campinas pasti@cotuca.unicamp.br INTRODUÇÃO No atual período da globalização

Leia mais

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos Luciana Aleva Cressoni PPGPE/UFSCar Depois de uma palavra dita. Às vezes, no próprio coração da palavra se reconhece o Silêncio. Clarice Lispector

Leia mais

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte

ampliação dos significados. conhecedor fruidor decodificador da obra de arte Comunicação O ENSINO DAS ARTES VISUAIS NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DA ESCOLA ALMEIDA, Maria Angélica Durães Mendes de VASONE, Tania Abrahão SARMENTO, Colégio Hugo Palavras-chave: Artes visuais Interdisciplinaridade

Leia mais

I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos

I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos I Jornada de Pesquisa e Extensão Trabalhos Científicos LABORATÓRIO DE CONVERGÊNCIA DE MÍDIAS PROJETO DE CRIAÇÃO DE UM NOVO AMBIENTE DE APRENDIZADO COM BASE EM REDES DIGITAIS. 1 Palavras-chave: Convergência,

Leia mais

Analisando a cadeia de valor: estratégias para inovar em produtos e serviços

Analisando a cadeia de valor: estratégias para inovar em produtos e serviços Artigo em publicação na Revista DOM Fundação Dom Cabral edição de Julho/2009 Analisando a cadeia de valor: estratégias para inovar em produtos e serviços POR Lia Krucken Quais são as melhores estratégias

Leia mais

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática

Por Prof. Manoel Ricardo. Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática Por Prof. Manoel Ricardo Os caminhos da Educação e a Modelagem Matemática A sociedade do século XXI é cada vez mais caracterizada pelo uso intensivo do conhecimento, seja para trabalhar, conviver ou exercer

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CICLO BÁSICO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CICLO BÁSICO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA SEED/MEC UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CICLO BÁSICO A evolução da fotografia: Da artesanal à digital Cursistas:

Leia mais

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3

COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3 COMUNICAÇÃO APLICADA MÓDULO 3 Índice 1. Semiótica...3 1.1. Conceito... 3 1.2. Objetivos da Semiótica... 4 1.3. Conceitos Básicos... 4 1.3.1. Signo... 4 1.3.2. Índices... 4 1.3.3. Símbolo... 4 1.4. Conceito...

Leia mais

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações.

Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Família e Escola construindo valores. Título: Educação e construção de sentidos em um mundo de constantes transformações. Autor: Fábio Henrique Marques Instituição: Colégio Metodista de Ribeirão Preto

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

As implicações das mídias sociais na comunicação organizacional

As implicações das mídias sociais na comunicação organizacional As implicações das mídias sociais na comunicação organizacional Tiago Mainieri 1, Universidade Federal de Goiás Eva Ribeiro 2, Universidade Federal de Goiás Resumo: O artigo apresenta a comunicação organizacional

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Cláudia, MT 2008 Trabalho de Conclusão apresentado como requisito parcial para

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

Link para acesso à Revista Digital: http://douglasdim.blogspot.com.br/2012/08/fotografia.html

Link para acesso à Revista Digital: http://douglasdim.blogspot.com.br/2012/08/fotografia.html SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO: 2º SÉRIE

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PLANO DE ENSINO 042 CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS CÓDIGO UNIDADE 042 CÓD. CURSO CURSO 42501 COMUNICAÇÃO SOCIAL HAB: JORNALISMO CÓD. DISC. DISCIPLINA ETAPA CH SEM CH TOTAL SEM/ANO 121.3205.5 FOTOJORNALISMO 2ª 04 68 1º/2010 OBJETIVOS O aluno ao final do

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

Uma cobertura fotojornalística do futebol americano em Nebraska 1

Uma cobertura fotojornalística do futebol americano em Nebraska 1 Uma cobertura fotojornalística do futebol americano em Nebraska 1 Tiago Zenero de SOUZA 2 Bruce THORSON 3 Francisco Rolfsen BELDA 4 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), Bauru,

Leia mais

Resenha do livro Comportamentos em Lugares Públicos Notas sobre a organização social dos ajuntamentos, de Erving Goffman (Petrópolis: Vozes, 2010).

Resenha do livro Comportamentos em Lugares Públicos Notas sobre a organização social dos ajuntamentos, de Erving Goffman (Petrópolis: Vozes, 2010). PITANGA, Carolina Vasconcelos. Resenha do livro Comportamentos em lugares públicos Notas sobre a organização social dos ajuntamentos, de Erving Goffman (Petrópolis: Vozes, 2010). RBSE Revista Brasileira

Leia mais

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES

AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA DO BRASIL PROPOSTAS DE POLÍTICAS PARA A ÁREA DAS COMUNICAÇÕES 1 Apresentação 1. As comunicações, contemporaneamente, exercem crescentes determinações sobre a cultura,

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA CONHECIMENTO É o processo pelo qual as pessoas intuem, apreendem e depois expressam. Qualquer ser humano que apreende o mundo (pensa) e exterioriza, produz conhecimento. PESQUISA É

Leia mais

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1

Impressões sobre o Porto. Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Impressões sobre o Porto Maria Zaclis Veiga FERREIRA 1 Resumo Utilizando alguns preceitos sobre a fotografia como forma de contextualização do tema, o presente artigo trata da imagem fotográfica enquanto

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES Introdução Vilma Fernandes Neves Maria Auxiliadora Cavazotti Patrícia Andréia Fonseca de Carvalho Pitta Programa de Pós-Graduação

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EJA NA CONTEMPORANEIDADE: EXIGÊNCIAS, DESAFIOS E PROPOSIÇÕES RESUMO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EJA NA CONTEMPORANEIDADE: EXIGÊNCIAS, DESAFIOS E PROPOSIÇÕES RESUMO 2 FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EJA NA CONTEMPORANEIDADE: EXIGÊNCIAS, DESAFIOS E PROPOSIÇÕES Raimundo Nonato Moura Oliveira (doutorando-puc/sp) kairosrn@hotmail.com RESUMO A formação de educadores em contexto

Leia mais

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Kelly Gonçalves da Silva gsilva.kelly@gmail.com Instituto de Psicologia 12º período Clara Castilho Barcellos

Leia mais

PROJETO MUTAÇÕES: Cada um na sua, mas todos ligados em rede O mundo e o planeta Urbanização e cidades Globalização: o mundo em toda parte

PROJETO MUTAÇÕES: Cada um na sua, mas todos ligados em rede O mundo e o planeta Urbanização e cidades Globalização: o mundo em toda parte PROJETO MUTAÇÕES: O início do século XXI impressiona não apenas pelo volume das mudanças que se efetivaram em todos os campos da ação humana, mas também na velocidade com que elas têm se processado. Em

Leia mais

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Autor Lourdes Maria Puls Introdução As imagens são utilizadas como meio de comunicação e expressão cultural

Leia mais

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 02406 Projeto A 068 FAU Projeto B 136 76074

Leia mais

IV Encontro Nacional da Anppas 4,5 e 6 de junho de 2008 Brasília - DF Brasil

IV Encontro Nacional da Anppas 4,5 e 6 de junho de 2008 Brasília - DF Brasil Urbanismo, Meio Ambiente e Interdisciplinaridade Geraldo Milioli, Dr. (UNESC) Sociólogo, Professor/Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA) e Coordenador do Laboratório de

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade.

Palavras-chave: Mediação Cultural; Autonomia; Diversidade. Um olhar sobre a diversidade dos educativos da Fundaj 1 Maria Clara Martins Rocha Unesco / MG Maria José Gonçalves Fundaj / PE RESUMO Os programas educativos nos diferentes equipamentos culturais da Fundação

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo

SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE. Resumo SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE Cleide Aparecida Carvalho Rodrigues 1 Resumo A proposta para a realização do SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO EM REDE surgiu durante uma das atividades do Grupo de Estudos de Novas Tecnologias

Leia mais

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos.

Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Conexão na Escola, o princípio para a Construção de Conhecimentos. Elizabeth Sarates Carvalho Trindade 1 Resumo: A utilização e articulação das tecnologias e mídias pela educação no processo de aprendizagem

Leia mais

AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO

AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO AS NOVAS TECNOLOGIAS: INFLUÊNCIAS NO COTIDIANO ROSEMAR ROSA (rosemar.rosa@uniube.br) RACHEL INÊS DA SILVA (bcpt2@uniube.br) MÁRCIA MARIA PALHARES (marcia.palhares@uniube.br)

Leia mais

ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1

ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1 ESTUDO DE CASO - PLANEJAMENTO E MÉTODOS 1 Alberto Albuquerque Gomes 2 O estudo de caso tem sido escolhido, de forma recorrente, como alternativa para pesquisas sobre o fenômeno educativo. Porém, nem sempre

Leia mais

Réplica 2 - Análise de Conteúdo como Técnica de Análise de Dados Qualitativos no Campo da Administração: Potencial e Desafios

Réplica 2 - Análise de Conteúdo como Técnica de Análise de Dados Qualitativos no Campo da Administração: Potencial e Desafios Disponível em http:// RAC, Curitiba, v. 15, n. 4, pp. 761-765, Jul./Ago. 2011 Documentos e Debates: Réplica 2 - Análise de Conteúdo como Técnica de Análise de Dados Qualitativos no Campo da Administração:

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO. Surge na Alemanha por entre 1910-1920 KURT KOFFKA (1886 1941) WOLFGANG KÖHLER (1887 1967) MAX WERTHEIMER (1880 1943)

CONTEXTUALIZAÇÃO. Surge na Alemanha por entre 1910-1920 KURT KOFFKA (1886 1941) WOLFGANG KÖHLER (1887 1967) MAX WERTHEIMER (1880 1943) GESTALT CONTEXTUALIZAÇÃO Surge na Alemanha por entre 1910-1920 MAX WERTHEIMER (1880 1943) KURT KOFFKA (1886 1941) WOLFGANG KÖHLER (1887 1967) Eu faço as minhas coisas Você faz as suas. Não estou neste

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação

MANUAL DO CANDIDATO. Pós-graduação MANUAL DO CANDIDATO Pós-graduação Prezado(a) Candidato(a), Agradecemos o interesse pelos nossos cursos. Este manual contém informações básicas pertinentes ao curso, tais como: objetivos do curso e das

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais

UNIP Universidade Paulista Estudos Políticos e Sociais SOCIEDADE E EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Citelli (2004) apresenta um ponto de vista acerca do momento vivido pela escola e, conseqüentemente, pela educação, bastante elucidativo: A escola está sendo pensada, assim,

Leia mais

Fundamentos Históricos e Filosóficos das Ciências

Fundamentos Históricos e Filosóficos das Ciências ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Fundamentos Históricos e Filosóficos das Ciências Prof. Nelson Luiz Reyes Marques O que é ciência afinal? O que é educação em ciências? A melhor maneira

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc nome: Adilson José Gonçalves enviado_por: professor proposta: Ampliar as discuss~eos sobre o redesenho, apontando para a excelencia, agilidade, flexibilidade e aprofundamento da democratização da instituição.

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1

Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Vendo aquilo que se vê e sendo aquilo que se é 1 Monica Aiub filósofa clínica e-mail: monica_aiub@uol.com.br Vendo o que não se vê, tema do Congresso, suscita, imediatamente, a pergunta: o que se vê e

Leia mais

GRADUAÇÃO E FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS. Sonia Sampaio IHAC/UFBA

GRADUAÇÃO E FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS. Sonia Sampaio IHAC/UFBA GRADUAÇÃO E FORMAÇÃO INTERDISCIPLINAR: DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS Sonia Sampaio IHAC/UFBA BACHARELADOS INTERDISCIPLINARES NA UFBA CAMPUS SALVADOR Percurso e contexto da espacialização do IHAC no período 2008-2013

Leia mais

Design de navegação para tablet : Abordagem projetual da revista digital Wired

Design de navegação para tablet : Abordagem projetual da revista digital Wired Design de navegação para tablet : Abordagem projetual da revista digital Wired Gabriel da Costa Patrocínio Universidade Anhembi Morumbi patrocínio.design@gmail.com O presente artigo tem como proposta analisar

Leia mais

Palavras-chave: Fotografia, Ensino de História, Educação Histórica

Palavras-chave: Fotografia, Ensino de História, Educação Histórica 1 FOTOGRAFIA E ENSINO DE HISTÓRIA: MEDIADORES CULTURAIS NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO. Natalia Germano Gejão (Mestrado em História Social -UEL) Profª Drª Ana Heloisa Molina Palavras-chave: Fotografia,

Leia mais

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão.

COLEÇÃO IMAGÉTICA: FOTOGRAFIA, EXTENSÃO, ENSINO E PESQUISA NO PROJETO FOCA FOTO. PALAVRAS-CHAVE Fotografia. Coleção fotográfica. Lapa. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda

O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO. Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda O PARADIGMA DA COMPLEXIDADE: DESAFIOS PARA O CO HECIME TO Maria Auxiliadora de Resende Braga. MARQUES Centro Universitário Moura Lacerda RESUMO: este texto tem por objetivo compreender a importância da

Leia mais

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA Club Setubalense

ACÇÃO DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA Club Setubalense ACÇÃO DE FORMAÇÃO EM FOTOGRAFIA Club Setubalense DESIGNAÇÃO OLHAR A FOTOGRAFIA,... DE OUTRO MODO LOCAL CLUB SETUBALENSE CARGA HORÁRIA - Nº de horas teóricas 28 h (4 módulos) - Nº de horas práticas (recolha

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Organizar, no sentido comum, é colocar uma certa ordem num conjunto de recursos diversos para fazer deles um instrumento ou uma ferramenta a serviço de uma vontade que busca a realização

Leia mais

A Gestão dos Processos de Comunicação e Relacionamentos Organizacionais. Professor MS Lauro d Avila

A Gestão dos Processos de Comunicação e Relacionamentos Organizacionais. Professor MS Lauro d Avila A Gestão dos Processos de Comunicação e Relacionamentos Organizacionais Professor MS Lauro d Avila Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos Resumo O artigo tem como objetivo constatar e comentar

Leia mais

PO 19: ENSINO DE ÂNGULOS: O AUXÍLIO DA LOUSA DIGITAL COMO FERRAMENTA TECNOLÓGICA

PO 19: ENSINO DE ÂNGULOS: O AUXÍLIO DA LOUSA DIGITAL COMO FERRAMENTA TECNOLÓGICA PO 19: ENSINO DE ÂNGULOS: O AUXÍLIO DA LOUSA DIGITAL COMO FERRAMENTA TECNOLÓGICA José Erildo Lopes Júnior 1 juniormat2003@yahoo.com.br RESUMO Neste trabalho, vamos apresentar o conteúdo de ângulos, através

Leia mais

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP

TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO: A CONSTITUIÇÃO DE UM CORPUS DE PESQUISA Moema Gomes Moraes PUC-GO/UFG Agência Financiadora: CAPES PROSUP Resumo O propósito deste trabalho é apresentar o processo de constituição

Leia mais

O Uso de Tecnologias de Informação Geográficas no Ensino de Geografia

O Uso de Tecnologias de Informação Geográficas no Ensino de Geografia Samira Franqui Fanti Christian Junior Licheski Díaz Clayton Luiz da Silva Marcos Aurélio Pelegrina UNICENTRO - Universidade Estadual do Centro Oeste (samira_ff@hotmail.com), (licheski.diaz@gmail.com),

Leia mais

10 simples passos que irão mudar a forma como você tira fotos

10 simples passos que irão mudar a forma como você tira fotos VERSÃO FOTOGRAFIA 10 simples passos que irão mudar a forma como você tira fotos Existem várias formas de alterar o resultado final de uma foto, seja através do ISO, da velocidade do obturador, da abertura

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco.

O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. O PROFESSOR ITINERANTE E A INCLUSÃO EDUACIONAL : a prática pedagógica no estado de Pernambuco. Autora: Maria José de Souza Marcelino. Orientador: Professor Dr. Washington Luiz Martins (UFPE). Instituto

Leia mais

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA Uma proposta para aplicação no Programa Mais Educação Izabele Silva Gomes Universidade Federal de Campina Grande UFCG izabelesilvag@gmail.com Orientador (a): Professora

Leia mais

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente,

e/ou o recorte dessa área sempre foi uma temática central para pensar a ação de formar profissionais. O professor universitário, historicamente, O COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA BROILO, Cecília Luiza UNISINOS ceciliab@unisinos.br FAGUNDES, Maurício César UNISINOS mc.fagundes@terra.com.br GOMES, Marta Quintanilha UNISINOS martaqg@unisinos.br

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

LENDO IMAGENS NO ENSINO DA FÍSICA: CONSTRUÇÃO E REALIDADE

LENDO IMAGENS NO ENSINO DA FÍSICA: CONSTRUÇÃO E REALIDADE LENDO IMAGENS NO ENSINO DA FÍSICA: CONSTRUÇÃO E REALIDADE SILVA,HENRIQUE CÉSAR DA 1 Universidade Católica de Brasília Palavras chave: Imagens; Realismo crítico; Iconicidade. INTRODUÇÃO Imagens

Leia mais

CIBERCIDADES. Um Modelo de Inteligência Coletiva. André Lemos Facom - UFBA

CIBERCIDADES. Um Modelo de Inteligência Coletiva. André Lemos Facom - UFBA CIBERCIDADES. Um Modelo de Inteligência Coletiva André Lemos Facom - UFBA Vivemos na cidade e sentimos sua transformação a cada dia. As novas tecnologias de comunicação e informação estão reconfigurando

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

C.P.F. DOS ENVOLVIDOS: 105111179-06 085997089-29 093745209-23 KRIO. A integração entre a tecnologia e a comunicação para Jovens Aprendizes

C.P.F. DOS ENVOLVIDOS: 105111179-06 085997089-29 093745209-23 KRIO. A integração entre a tecnologia e a comunicação para Jovens Aprendizes C.P.F. DOS ENVOLVIDOS: 105111179-06 085997089-29 093745209-23 KRIO A integração entre a tecnologia e a comunicação para Jovens Aprendizes FLORIANÓPOLIS 2014 2 RESUMO: O projeto apresentado é resultado

Leia mais

REVISTA pensata V.4 N.2 OUTUBRO DE 2015

REVISTA pensata V.4 N.2 OUTUBRO DE 2015 Ara Pyaú Haupei Kyringue Paola Correia Mallmann de Oliveira Este ensaio fotográfico é uma aproximação ao ara pyaú (tempo novo) e às kiringue (crianças) no nhanderekó, modo de ser tradicional entre os mbyá

Leia mais

INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/96 N 4

INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/96 N 4 INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA NOVEMBRO/96 N 4 As Redes do Futuro Começaram Ontem O acesso a grandes quantidades de informação, de modo rápido, preciso e seguro, vem se constituindo

Leia mais

A criatividade a serviço do saber

A criatividade a serviço do saber A criatividade a serviço do saber Walmir Gomes A escola é o espaço responsável pelo desenvolvimento do homem como sujeito de sua história, ela deve prepará-lo para uma socialização com o meio, no entanto

Leia mais