INSETICIDAS ALTERNATIVOS

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PET AGRONOMIA MANEJO DE PRAGAS AGRÍCOLAS COM INSETICIDAS ALTERNATIVOS Fortaleza, Ceará - Brasil 2012

2 2 by Ervino Bleicher Edição comemorativa dos 20 anos do PET AGRONOMIA UFC. Tutores: Professor Titular, Dr. José Higino Ribeiro dos Santos - Abril de 1992 a agosto de Professor Adjunto IV, Dr. João Licínio de Nunes Pinho - Setembro de 1994 a Fevereiro de Professor Titular, Dr. Ervino Bleicher - Março de 2004 a Dezembro de Professora Adjunto III, Dr.ª Cândida Hermínia C. de M. Bertini - Janeiro de 2011 a atual. CAPA: Frutificação de Azadirachta indica A. Juss, Família: Meliaceae, Campus do Pici, Universidade Federal do Ceará (FOTO: E. Bleicher) Como citar este documento BLEICHER, E. Manejo de pragas agrícolas com inseticidas alternativos. Fortaleza: PET Agronomia UFC p.

3 3 MANEJO DE PRAGAS AGRÍCOLAS COM INSETICIDAS ALTERNATIVOS Ervino Bleicher 1 CONTEÚDO 1 INTRODUÇÃO 2 INSETICIDAS-ACARICIDAS DE ORIGEM VEGETAL 2.1 PÓS VEGETAIS 2.2 EXTRATOS VEGETAIS 2.3 PRODUTOS E SUBPRODUTOS INDUSTRIAIS 2.4 ÓLEOS VEGETAIS ÓLEOS VEGETAIS VOLÁTEIS OU ESSÊNCIAIS ÓLEOS VEGETAIS FIXOS 2.5 VERIFICAÇÃO E VALIDAÇÃO DA BIOATIVIDADE 3 ÓLEOS MINERAIS 4 SABÕES E DETERGENTES COMO INSETICIDAS-ACARICIDAS 5 INSETICIDAS-ACARICIDAS INORGÂNICOS 6 RECEITUÁRIO AGRONÔMICO 7 HORTO DE FITODEFENSIVOS 8 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 1 Eng. Agr., MSc e DrSc em Entomologia. Ex-Professor Titular do Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal do Ceará.

4 4 1 INTRODUÇÃO Não há na literatura consenso a respeito de uma definição de Controle Alternativo de Pragas. Nesta publicação o controle alternativo deve ser entendido como uma alternativa aos agroquímicos obtidos por meio de síntese. Assim sendo, serão apresentadas substâncias químicas de origem natural obtidas por extração, refino ou mesmo reações simples. Estas substâncias têm efeito negativo na fisiologia e comportamento dos artrópodes (insetos e ácaros), pragas de plantas de interesse agrícola. O uso de algumas destas substâncias data de muito tempo. Referências ao uso destas substâncias são descritas pelos gregos, romanos e chineses há pelo menos 3000 anos. A natureza tóxica do arsênico era conhecida dos gregos e chineses já no primeiro século DC. Homero recomendava o uso do enxofre para espantar pragas, mil anos antes desta data (NAS, 1969). Por volta de 400 AC, durante o reinado do rei Xerxes, conhecia-se o poder inseticida do pó proveniente das flores de piretro (Chrysanthemum cinerariafolium) para o controle de piolhos (SILVA-AGUAYO, 2012) sendo este posteriormente conhecido como pó da Pérsia e usado contra outras pragas. Poucos foram os avanços relatados entre o fim do Império Romano 476 DC. até o ano 1000 DC. Posteriormente, por volta do ano 1101 os chineses descobriram o uso do sabão para o controle de pragas. O fumo passou a ser usado com fins inseticidas por volta de 1690 (PEDIGO; RICE, 2009). E uma nova planta inseticida, a rotenona, ficou conhecida em 1850 (SILVA-AGUAYO, 2012). Até o final da década de 1930 e início da década de 1940, os inseticidas botânicos e os inorgânicos eram as armas disponíveis para o controle de artrópodes pragas. Dentre os inorgânicos, os arsêniacais foram banidos em função de sua toxicologia. Textos anteriores a este período, e mesmo posteriormente, recomendavam o uso desses produtos. Com a entrada no mercado dos produtos de síntese, estes se mostraram excelentes biocidas, fáceis de adquirir e aplicar e, portanto mais confiáveis do ponto de vista

5 5 econômico. Assim, os antigos produtos entraram em desuso, até que os novos produtos de síntese também apresentassem limitações, estando assim criadas as condições para um retorno ao passado. Cabe, talvez, ao professor Milton de Souza Guerra, a primazia deste retorno com a esmerada publicação Receituário Caseiro: alternativas para o controle de pragas e doenças de plantas cultivadas e de seus produtos (GUERRA, 1985). Mais do que receitas, algumas de difícil aplicabilidade, coube ao autor criar todo um movimento a favor dos produtos chamados alternativos. Posteriormente viu-se a publicação de uma série de coletâneas, onde destacam-se algumas: Santos et al. (1988); Primavesi (1989); Abreu Junior (1998); Penteado (1999); Burg e Meyer (2002); Fernandes et al. (2005); Menezes (2005); Fernandes et al. (2006); Barbosa et al. (2006); Trani et al. (2007). As coletâneas são importantes ferramentas de apoio para o início de pesquisa, tanto na área médica como na área entomológica. Através do método cientifico valida-se ou não uma informação popular, bem como alerta-se para o seu uso incorreto. Na área entomológica, estas coletâneas apresentam deficiências que necessitam ser sanadas, para que a técnica não caia em descrédito. A seguir serão apontadas algumas destas falhas: 1. Nome comum - No caso de plantas inseticidas, a recomendação de seu uso baseado apenas no nome vulgar é temerária. Um mesmo nome vulgar pode ser usado para diferentes espécies, dependendo da região. 2. Imprecisão nas quantidades recomentadas Em determinada receita o autor recomenda o uso de 20 cm de fumo em corda. Deve ser lembrado que o fumo em corda é comercializado com diferentes diâmetros, portanto 20 cm podem representar quantidades diferentes. Em outras receitas recomenda-se usar 0,5 kg de folhas ou sementes. Nem sempre o teor do principio bioativo é encontrado na mesma quantidade nos diferentes órgãos das plantas, portanto, podem gerar resultados diferentes.

6 6 3. Recomendação de uso genérico Na maioria das compilações a recomendação é feita para um grupo entomológico. Por exemplo: para uso em lagartas. Sabe-se que diferentes espécies têm susceptibilidades diferenciadas a determinados agentes tóxicos. Assim, a dose que mata indivíduos de uma espécie pode não matar de outras. A recomendação por grupo, ex. lagartas, pulgões, etc. não é, portanto, adequada podendo no entanto ser usada como ponto de partida em pesquisa de validação. 4. Substância danosa às plantas. A fitotoxicidade é uma preocupação constante quando substâncias são usadas no controle de pragas e doenças. Algumas compilações recomendam o uso de substância já descartado por ser altamente fitotóxico às plantas. Neste caso, figura o querosene. 5. Substância obsoleta Algumas publicações os autores continuam a recomendar substâncias que atualmente ferem os preceitos de sustentabilidade e ecologia. Por exemplo: o óleo de baleia. 2 INSETICIDAS-ACARICIDAS DE ORIGEM VEGETAL Se levarmos em consideração a existência de mais de plantas no planeta (SILVA-AGUAYO, 2012) e que só continuam existindo graças a mecanismos de defesa, físicos, morfológicos e principalmente químicos, tem-se a mão um vasto material para a descoberta de novos inseticidas botânicos. Já o Brasil, segundo Maciel et al. (2010) apresenta enorme riqueza botânica, com 56 mil espécies de plantas. No entanto, antes de colher plantas a esmo e testa-las contra um punhado de pragas, pode-se iniciar o trabalho de pesquisa com estudos etnobotânicos. Estes estudos existem em várias áreas do conhecimento cientifico, sendo mais frequentes na área médica (MATTOS, 2002). Estes mesmos estudos ou outros mais específicos podem fornecer informações valiosas, do conhecimento popular, sobre o uso de plantas para o controle de artrópodes. No caso da área médica, Souza e Felfili (2006) fizeram um levantamento de uso de plantas medicinais na região de Alto Paraiso de Goiás, GO. Fenner et al.(2006) relacionaram, em um levantamento

7 7 bibliográfico, as plantas utilizadas na medicina popular brasileira com potencial atividade antifúngica. Santos et al. (2008) relacionaram 63 espécies de plantas medicinais usadas pela população de Ariquemes (RO), distribuídas em 38 famílias, sendo a família Lamiaceae a de maior representatividade. Algumas pesquisas têm maior profundidade, relacionando também os perigos do uso das plantas medicinais. Num artigo apresentado por Ritter et al. (2002) os autores listam as plantas usadas como medicinais no município de Ipê, no Rio Grande do Sul. No entanto, além da simples listagem de plantas e suas prováveis atribuições medicinais, os autores alertam para o uso incorreto de algumas destas plantas e o detalhamento que este uso pode causar ao homem. Por outro lado, algumas espécies, como a Melia azedarach L. (Meliaceae) têm sido muito estudadas (ARAUJO et al., 2009) tendo suas ações farmacológicas testadas e comprovadas. No caso da área entomológica, cabe lembrar que já no início dos anos 1950, Maranhão (1954) publicou uma extensa lista contendo cerca de 2000 plantas com propriedades inseticidas distribuídas em 170 famílias, das quais se destacam: Solanaceae, Compositae, Leguminosae, Chenopodiaceae e Liliaceae. Destas, extraem-se, respectivamente, a nicotina, o piretro, o timbó, o heléboro e a anabasina. No entanto, publicações anteriores já existiam. Vários são os autores que apontam famílias de plantas com potencias inseticidas. Schumutterer (1990) destaca as famílias Meliaceae, Asteraceae, Labiaceae, Aristolochiaceae e Annonaceae como fontes de princípios ativos inseticidas. Leatemia e Isman (2004) relatam que as famílias botânicas que contêm espécies com potencial inseticida são: Meliaceae, Rutaceae, Asteraceae, Annonaceae, Labiatae e Canellaceae. Uma detalhada revisão sobre o uso de extratos vegetais obtidos das famílias Annonaceae, Meliaceae e Solanaceae é apresentada por Castillo-Sánchez et al. (2010). Recentemente foi lançado o livro Plantas Tóxicas tendo como autor principal o Emérito Prof. Matos (MATOS et al., 2011) e coordenação geral de H. Lorenzi. Este livro é um exemplo inequívoco de que as plantas podem conter substâncias (químicas) nocivas ao ser humano e aos animais domésticos. Portanto, é uma falácia pregar que as plantas podem ser usadas

8 8 sem perigo. Tomando-se os devidos cuidados, estas plantas podem ter utilidade inseticida e serem usadas de diferentes formas, como será visto a seguir. 2.1 PÓS VEGETAIS A avaliação de partes vegetais trituradas na forma de pó foi usadas no passado. O pó do piretro (Chrysanthemum cinerariaefolium) e de Timbó ou rotenona (Plantas do gênero Lonchocarpus e Derris ), finamente moídos e misturados à substâncias absorventes com bentonita, gesso, talco, terra diatomáceas eram aplicados por sobre as plantas mediante o uso de um vasilhame com pequenos furos ou um saco de tecido ralo que permitisse passar o pó quando sacudido ou batido com uma varinha (Guerra, 1985). Atualmente esta forma de controle é pouco utilizada, no entanto pode ser indicada para o controle de pragas de grãos armazenados em recipientes pequenos, como por exemplo, garrafas tipo PET, latas ou tambores, estes normalmente usados para manter estes grãos para consumo ou para plantio na agricultura familiar. 2.2 EXTRATOS VEGETAIS As partes vegetais são normalmente secas à sombra ou em estufas de ar forçado a 40ºC. Posteriormente moídas, e quando não usadas imediatamente, devem ser embaladas em recipientes que evitem a entrada da luz e do ar. Em alguns casos o material vegetal é utilizado para a obtenção dos extratos na sua forma natural, ou seja, imediatamente após a colheita. Os extratos recebem o seu nome em função do líquido utilizado para a retirada da substância ativa, como será visto a seguir. Todas as partes da planta, como raiz, casca, folhas ou sementes podem ser utilizadas em extratos. No entanto, deve ser sempre levado em conta o esgotamento deste material na natureza se ele não puder ser cultivado. Desta forma, a retirada de cascas de árvores nativas deve se restringir a uma pequena parte de um lado da planta, para que a mesma possa se regenerar. No caso de raízes, só devem ser utilizadas aquelas provenientes de plantios feitos pelo homem.

9 9 Outro fato a ser levado em conta é que a substância ativa pode se distribuir na planta em concentrações diferentes. No caso do nim indiano as sementes possuem muito mais substância ativa do que as folhas. As plantas propagadas por semente podem não possuir a mesma quantidade da substância bioativa da planta original. Sendo assim, a mesma quantidade de material vegetal de diferentes plantas pode não dar um mesmo resultado. Extratos Aquosos A água tem sido usada para a retirada de substâncias bioativas das plantas para uso como inseticida, sendo esta usada fria ou quente. Extratos Aquosos Frios (maceração) A maceração é o processo em que a água é utilizada para a extração da substância ativa. Normalmente deixa-se o material vegetal embebido em água por 24 horas. Melhor resultado é obtido pela trituração das partes vegetais usadas, principalmente se forem raízes, talos ou cascas. Quando no processo de maceração é usado o álcool, o processo final da maceração é chamado de tintura. Extratos Aquosos Quentes A água quente pode ser usada para a obtenção das substâncias ativas. Neste caso usam-se dois processos: a infusão e o cozimento. Infusão A infusão consiste em colocar água fervendo por sobre as partes das plantas das quais se deseja extrair os princípios ativos. Depois da junção da água, o recipiente deve ser abafado com uma tampa até esfriar. Em seguida, coa-se e o líquido fica pronto para ser usado ou misturado a outros ingredientes. Sugere-se o uso de recipientes de material grosso, que não transmita calor, pois assim o esfriamento será mais lento e demorado, permitindo um maior aproveitamento do processo de extração do princípio ativo das plantas. A quantidade de material fresco ou seco (pó) deve ser

10 10 pesada para se ter a relação massa/volume (m/v) conhecida. Na aplicação a calda deve ser ajustada à concentração recomendada para o controle da praga. Cozimento ou Decocção Neste processo o principio ativo é obtido fervendo-se em água a planta ou a parte da qual se deseja obter a substância ativa. As partes tenras, como flores e folhas, devem ferver por cinco a dez minutos. As raízes, talos e cascas após picadas serão fervidas por 15 a 30 minutos. Após esta fervura, procede-se da mesma forma que na infusão. Extrato Alcoólico A maceração mediante o uso de álcool recebe o nome de tintura. Ao contrário da tintura de uso medicinal que usa prioritariamente álcool de cereal, a tintura de uso agrícola pode ser obtida com qualquer tipo de álcool. Normalmente usa-se a proporção de 2:1 (álcool : pó vegetal). Por exemplo: 1 litro de álcool para 500 gramas de pó vegetal. Esta mistura é inicialmente agitada e colocada em repouso por 24 horas em local ou vasilhame que não permita a entrada de luz e, se possível, do ar. A mistura é filtrada em pano bem fino e a parte final espremida. Se o extrato não for imediatamente utilizado, deve ser guardado em vidro de cor âmbar (marrom) fechado hermeticamente. Normalmente usa-se o álcool comercial 92GL. Extrato Hidro-Alcoólico No caso do extrato hidro-alcoólico são usadas várias proporções de água : álcool. Em uma delas usam-se 700 ml de álcool 92GL para 300 ml de água e 500 gramas do material vegetal seco e em pó. Os procedimentos de obtenção são os mesmo do extrato alcoólico, a vantagem neste caso é o barateamento do custo. No entanto, deve ser testado para verificar se extrai as substâncias bioativas desejadas.

11 11 Vantagens e Limitações do uso de inseticidas botânicos Como qualquer substância utilizada na agricultura, os inseticidas botânicos apresentam vantagens e desvantagens (CLOYD, 2004; SILVA- AGUAYO, 2012). Dentre as principais vantagens, são citadas: 1 Rápida degradação Os inseticidas botânicos degradam-se rapidamente sob condições ambientais tais como: luz solar, umidade e precipitação. Isto significa que são pouco persistentes, o que reduz o seu impacto sobre os insetos benéficos e organismos não alvo. Propiciam ainda um menor resíduo no alimento e menor intervalo entre a pulverização e a colheita (intervalo de segurança). 2 Rápida ação Inseticidas botânicos têm ação de choque, matando rapidamente os insetos ou fazendo com que eles suspendam a alimentação quase imediatamente após a aplicação dos mesmos. 3 Baixa toxidade a mamíferos A maioria dos extratos botânicos apresenta baixa toxidade aos mamíferos. No entanto, reside neste ponto um dos maiores perigos dos inseticidas botânicos: ACHAR QUE SÃO INOFENSIVOS. Dos mais conhecidos, a nicotina (LD mg/kg) e a rotenona (LD mg/kg) desmentem esta versão. Vale salientar que Sócrates, o filósofo, foi morto com cicuta, um alcaloide proveniente da planta Conium maculatum L. (Apiaceae). Bastam 5 gramas de folha para uma morte em 30 minutos. O veneno largamente usado para matar ratos, a Strychinina, também é proveniente de uma planta, a Strychos nux-vomica (Loganiaceae). Recentemente Matos et al. (2011) publicaram um livro somente sobre plantas tóxicas para o homem e animais domésticos. 4 Seletivos Causam, geralmente, menos impacto negativo sobre insetos e ácaros benéficos quando comparados aos produtos de síntese. Este fato ocorre primordialmente devido ao seu curto efeito residual.

12 12 5 Não fitotóxicos A maioria dos produtos botânicos não é fitotóxica, quando estes são aplicados adequadamente. 6 Indução à resistência normalmente exercem menor pressão de seleção sobre a população e assim retardam o surgimento de indivíduos resistentes. As defesas naturais das plantas contra os herbívoros consistem, quase sempre, de misturas de compostos correlacionados, ao invés de uma simples molécula tóxica. Se, por um lado, esta mistura de moléculas impõe dificuldades no processo de seu registro como inseticida junto aos órgãos governamentais, por outro, há evidências científicas de que dificulta o aparecimento de populações resistentes (ISMAN, 1997). Em ensaios de laboratório, visando a seleção de Mysus percicae resistentes, verificou-se uma resistência de nove vezes após o uso da Azadirachtina durante 35 gerações. Entretanto, quando foi usado extrato da semente contendo a mesma quantidade de Azadirachtina em conjunto com os demais produtos da mistura, não houve desenvolvimento da resistência durante o mesmo período (FENG; ISMAN, 1995). Há evidências de que estas misturas naturais atuem sinergicamente. Ou seja, o resultado do conjunto é superior àquele obtido por quantidade equivalente do composto mais ativo purificado, seja ele isolado (obtido por refino ou purificação) ou sintetizado (ISMAN, 1977). As principais desvantagens dos inseticidas botânicos são: 1 Rápida degradação a rápida degradação, embora favorável do ponto de vista ambiental e humano, implica que poderá haver a necessidade de reaplicações. 2 Toxidade nem todos os extratos botânicos têm baixa toxidade ao homem e animais, como já foi relatado. Portanto, os cuidados no manuseio destes na proteção do aplicador devem ser iguais aos dos produtos de síntese.

13 13 3 Custo e disponibilidade Os inseticidas botânicos são mais caros que os de síntese, e podem não estar disponíveis ao longo do ano em função da sazonalidade da produção. 4 Falta de informações Há deficiência de dados relativos à eficiência agronômica (cultura/artrópode), estudos toxicológicos e de tolerância de resíduos. 5 Necessidade de sinergistas Alguns inseticidas botânicos, principalmente os que contêm piretro, necessitam de um sinergista. Estes produtos aumentam a toxidade efetiva por meio da inibição das enzimas de função mista (MFO s) que no inseto tem a função de inativar o inseticida, permitindo que o inseto alvo se recupere. O sinergista mais usado é o butóxico de piperonila (PBO). 6. Entraves na comercialização Isman (1997) apresenta alguns entraves na comercialização de fitodefensivos. O primeiro deles reside no volume necessário para a comercialização, nem sempre disponível, a não ser que a espécie vegetal seja extremamente abundante na natureza ou já esteja sendo cultivada com outra finalidade; o segundo entrave é a padronização dos extratos e controle de qualidade dos mesmos; e em terceiro lugar as dificuldades de registro destes fitoquímicos junto aos órgãos oficiais. Outro fato que deve ser alertado é a de que a simples eficácia de um extrato vegetal, verificado mediante a aplicação do método científico, não é, por si só, garantia de uso na agricultura. Deve ser levada em conta a logística do seu uso como apresentado a seguir na Tabela 1. É apresentada na tabela a quantidade de material vegetal necessária em diferentes concentrações (de 0,5% a 50%) para diferences volumes de calda a ser aplicada. Assim sendo, o controle de determinada praga que necessite de uma concentração de 25% para controle, pode ser utilizada em uma horta caseira, onde para 10 litros de calda serão usados 2,5 kg do material vegetal. No entanto, seria difícil usa-lo,

14 14 por exemplo, para 1 hectare de melancia no auge do seu desenvolvimento quando seriam necessários 125 kg do vegetal para se obter a concentração adequada, fato este que inviabilizaria o seu uso nessa cultura. Desta, forma esta tabela pode ser útil para o planejamento de uso de um determinado extrato. TABELA 1. Quantidade de material vegetal necessário para preparar diferentes quantidades de calda segundo as concentrações (m/v) indicadas. LITROS DE CALDA 1/ EXTRATO A ,5% 5 g 50g 0,1 Kg 0,5 Kg 2,5 Kg 1% 10 g 0,1 Kg 0,2 Kg 1 Kg 5 Kg 5% 50 g 0,5 Kg 1,0 Kg 5 Kg 25 Kg 10% 100 g 1,0 Kg 2,0 Kg 10 Kg 50 Kg 25% 250 g 2,5 Kg 5,0 Kg 25 Kg 125 Kg 50% 500 g 5,0 Kg 10,0 Kg 50 Kg 250 Kg 1/ Quantidade de calda geralmente utilizada para grandes culturas (algodão, milho, feijão, soja etc.) gira em torno de 300 l/ha. No caso de tomate estaqueado no seu tamanho máximo em torno de 800l/ha e de 2000 l/ha para as laranjeiras quando completamente desenvolvidas. Inseticidas Acaricidas vegetais validados Embora Thomson (1995) seja uma referência a respeito de inseticidas em uso nos EUA, Isman (1997) fornece informações mais recentes da situação dos inseticidas botânicos na América do Norte, Canadá e Europa. Alguns inseticidas botânicos que anteriormente eram usados na Europa Ocidental e EUA perderam o seu registro. Dentre eles a nicotina (de Nicotiana tabacum), o quassim (de Quassia amara e Picrasma excelsa), e ryania (de Ryanica speciosa). Como consequência, os únicos inseticidas de amplo uso na América do Norte e Europa são o piretro (de Chrysanthemum cinerariaefolium) e a rotenona (de Derris spp e Lonchocarpus spp). Embora o nim (de Azadirachta indica) esteja aprovado para o uso nos EUA, ainda não estava no Canadá e Europa até No Brasil. o nim tem registro junto ao MAPA (Agrofit, 2012) com o nome de AzaMax. Informações detalhadas destes produtos podem ser obtidas via internet em série documentos número 205: Inseticidas botânicos: seus princípios ativos, modo de ação e uso agrícola, de Elen de Lima Aguiar Menezes (2005).

15 15 Inseticidas Acaricidas vegetais potenciais e em prospecção. São muitas as pesquisas de prospecção de novos inseticidas botânicos. No entanto, cabe aqui mencionar o exaustivo e primoroso trabalho executado por Santa-Cecília et al. (2010). Estes autores, verificaram em condições de laboratório sobre a cochonilha branca, Planococcus citri, extratos preparados de 186 plantas coletadas em Minas Gerais. Dentre os 232 extratos avaliados, apenas o de Persea americana foi selecionado por causar maior mortalidade de ninfas. Este trabalho ilustra bem o universo de estudo a que os pesquisadores se deparam na prática. Algumas plantas, velhas e novas, após detalhados estudos despontam como promissoras para uso faltando, no entanto, encontrar o sistema planta/ praga em que possam ser aplicadas com sucesso. Estas plantas são a Melia azedarach (Cinamomo, árvore paraíso) Ruta graveolens (arruda), Trichillia pallens e T. claussenii. As espécies da família Annonaceae são um grupo aparte, no entanto merecem ser pesquisadas com cuidado devido ao seu modo de ação. 2.3 PRODUTOS E SUBPRODUTOS INDUSTRIAIS Atualmente o reuso de subprodutos da agroindústria tem se tornado uma questão fundamental para a preservação do meio ambiente. Um destes usos seria a utilização dos rejeitos para a produção de biodefensivos. Tortas Vegetais Resíduos da extração de óleo da semente, as tortas podem conter princípios inseticidas. A principal delas é a torta de nim proveniente da semente desta planta. No entanto, encontra-se ainda em fase de estudo, mas é bastante promissora. Amido de Trigo O uso do amido de trigo, popularmente chamado de farinha, foi avaliado por Barbosa et al. (2000) em aceroleira para o controle do pulgão.

16 16 Na dose de 1 kg para 20 litros de água (5% m/v) resultou em redução de 49,2% de ramos infestados pela praga. 2.4 ÓLEOS VEGETAIS Os óleos são normalmente classificados em voláteis ou essenciais e óleos fixos. Esta classificação tem gerado alguma confusão sobre a diferenciação entre óleos vegetais fixos (também chamados não voláteis), e os óleos essenciais (também chamados voláteis), objeto de pesquisas em muitas instituições no Brasil e no exterior. Os óleos vegetais essenciais apresentam uma grande variedade de constituintes e são caracterizados pelo forte aroma e relativa volatilidade, encontrando grande aplicação na indústria de cosméticos e de perfumaria ÓLEOS VEGETAIS VOLÁTEIS OU ESSENCIAIS Os óleos essenciais voláteis ou etéreos são compostos encontrados em várias plantas e possuem como características básicas o cheiro e o sabor. São insolúveis em água, mas solúveis em solventes orgânicos, sendo extraídos por técnicas simples como arraste de vapor. Os óleos essenciais podem interferir no processo de seleção do hospedeiro pelo inseto antes do mesmo chegar à planta mediante repelência causada pelo odor do mesmo ou esta repelência pode ser devido ao gosto conferido ao vegetal e é detectada após o pouso. Em sendo um óleo, pode apresentar ainda o mesmo modo de ação dos óleos fixos quando aplicados sobre o inseto. No caso do D-Limonene (de Citros) pode apresentar mecanismo de ação semelhante às piretrinas. A natureza volátil e de repelência dos óleos essenciais de Alecrimpimenta (Lippia sidoides Cham), Alfavaca-cravo (Ocimum gratissimum L.), Capim-citronela (Cymbopogam winterianus Jowit.), Hortelã-japonesa (Mentha arvensis L.) não proporcionou o controle da mosca branca em meloeiro quanto utilizados em situação de campo nas condições de Mossoró (RN) (SOUSA, 2000).

17 ÓLEOS VEGETAIS FIXOS Os óleos fixos causam danos à película de cera formada sobre a cutícula, além de um possível rompimento da membrana celular, interferindo no metabolismo do inseto; formam uma película plástica que bloqueiam seus espiráculos, interferindo na respiração do inseto, matando-os por asfixia. Podem também causar repelência, resultante da cobertura dos receptores olfativos, interferindo na localização de hospedeiros. Uma das possíveis causas de mortalidade seria, também, a própria aderência do inseto à superfície foliar, impedindo o mesmo de se locomover ou mesmo se alimentar. Vale salientar que os modos de ação desses óleos ainda não estão completamente elucidados. Os óleos podem participar como co-adjuvantes no controle de viroses, pois alguns autores relatam que a utilização de óleos para prevenir a propagação de viroses é uma das modernas práticas para controlar os problemas trazidos por diversos vírus na cultura do tomate. Outros reforçam a necessidade de se desenvolverem mais estudos sobre derivados vegetais, principalmente os óleos, no combate à transmissores de viroses como as moscas brancas. Existem boas evidências de que a pulverização de plantas com óleos minerais ou vegetais reduzem a infecção de vírus do tipo não persistente em campo, pela retenção dos virions nos estiletes de afídeos e a supressão de transmissão de geminivirus transmitidos por moscas brancas. Pois alguns autores relatam que emulsões de óleo têm sido utilizadas para prevenir a transmissão de vírus do tipo não persistentes e para o manejo de pragas. Outros propõem que a repelência de moscas brancas, devido à ação dos óleos pode eliminar ou reduzir doenças virais transmitidas por essas pragas, como o Curcubit Yelow Stuntig Disorder vírus (CYSDV). Os óleos podem, dependendo da dose, ser fitotóxicos às plantas, pois Moretto e Fett (1998) relatam que há nos óleos brutos cerca de 13 a 18 % de contaminantes, sendo que esses valores caem para 2 a 3 % nos óleos já processados. Dessa forma, ressalta-se a importância da utilização de óleos refinados quando estes forem empregados contra insetos, reduzindo o risco

18 18 de fitotoxicidade. A qualidade do óleo associado ao emulsificante, também pode determinar a fitotoxicidade em uma cultura. Verificou-se que o óleo de algodão não refinado em solução a 2 %, emulsificado com 2 % de detergente, causou severa fitotoxicidade ao algodoeiro. Os óleos para serem aplicados necessitam ser misturados em água. Para que isto seja possível deve-se usar uma substância emulsificante. Para tanto pode ser usado o detergente neutro a 6,25%, ou o ricinoleato de sódio na proporção de 1 : 1. Ensaios efetuados na Universidade Federal do Ceará apontam o óleo de algodão e o de soja como os melhores para o controle do pulgão preto, Aphis craccivora e da mosca branca, Bemisia tabaci biotipo B. No caso do controle de pragas de grãos armazenados mistura-se um (1) ml por quilo do grão. Nas aplicações foliares a dose não deve exceder a 1%, ou menos em culturas susceptíveis. Kissmann (1997) define óleos vegetais formulados comercialmente para uso agrícola como aqueles que apresentam proporções variadas de ácidos graxos, como oleico, linoleico e lineólico; são menos estáveis que os minerais e para sua formulação requerem mais emulsificantes e devem ser refinados, o que aumenta os custos. Existem ainda os óleos vegetais metilados. Estes, por esterificação metílica dos óleos vegetais permitem a formulação de adjuvantes em caldas fitossanitárias, de performance muitas vezes superior à dos óleos vegetais simples ou minerais. Os óleos vegetais fixos são registrados e atualmente várias marcas estão disponíveis no mercado. 2.5 VERIFICAÇÃO E VALIDAÇÃO DA BIOATIVIDADE Embora as coletâneas apresentem um leque de opções a serem aplicadas no controle alternativo de pragas de plantas cultivadas, muitas destas receitas não foram cientificamente verificadas para seu uso ser validado. Neste ponto vale a pena comentar sobre os termos eficiência e eficácia.

19 19 Pode-se dizer que um determinado extrato foi eficiente no controle de determinada praga, no entanto não foi eficaz. Um extrato que resulta em 40% de mortalidade, e estatisticamente diferindo da testemunha não tratada, pode ser considerado eficiente. No entanto, os 60% de indivíduos vivos são suficientes para que o dano econômico se perpetue. Portanto este extrato foi eficiente, porém não foi eficaz. De outra, forma pode-se dizer que mata parte dos indivíduos, mas não resolve o problema. Geralmente este tipo de estudo tem dois objetivos: a) A descoberta de uma nova molécula inseticida, neste caso o material vegetal a ser usado pode ser muito reduzido; b) A obtenção de uma substância que possa ser usada imediatamente. Nesta situação pode ser uma dona de casa que tem uma a duas plantas na jardineira, um pequeno jardim, um quintal ou uma horta doméstica. Outros usuários seriam agricultores de pequenas áreas, sejam elas hortas ou pomares. Utilizam-se as informações da Tabela 1 para planejar o consumo de material vegetal. No geral, os estudos devem inicialmente ser simples, rápidos e baratos, sendo encaminhados para as etapas mais detalhadas os extratos de espécies promissoras. Assim sendo, normalmente os ensaios são efetuados na seguinte sequência: em laboratório, no telado em vasos e finalmente no campo. Exemplos desta metodologia serão dados mais adiante. Inicialmente serão orientados a coleta e o preparo do material usado na validação científica. Passos para a verificação e validação de substâncias inseticidas. 1. Correta identificação da espécie em estudo (planta e inseto) O nome vulgar das plantas pode mudar de comunidade para comunidade ou de uma região para outra. Assim, a caracterização taxonômica da espécie a ser estudada é o primeiro passo para estudos com extratos botânicos.

20 20 2. Coleta do material No caso de extratos de plantas são comumente usados: a raiz, a casca, a folha, as sementes, as resinas e o látex, ou então produtos e subprodutos do processamento industrial. Deve ser levado em conta que a coleta das partes da planta não deve colocar em risco a sua integridade. Portanto, sempre que possível devem ser usadas plantas provenientes de plantios, caso não seja possível coletar as estruturas de forma a não comprometer a planta. No caso da casca de árvores, coletar apenas de um lado, e de tal forma que a planta se regenere, o mesmo deve ser observado para raízes. Horário de Coleta Algumas espécies vegetais têm a sua quantidade e proporções de substâncias secundárias alteradas em função da hora da coleta. Assim sendo, é conveniente procurar na literatura para verificar se este não é o caso de vegetal em estudo. Materiais de diferentes regiões O teor da substância bioativa pode estar sujeito a variação em função de fatores ambientais (solo: físico, químico; clima: temperatura, umidade, precipitação; localização geográfica, altitude, estação do ano, estágio fenológico, idade da planta, etc), bem como de fatores genéticos. Em estudo realizados por Leatemia e Isman (2004), estes autores verificaram que o extrato etanólico de semente de Annona squamosa e A. muricata variaram, respectivamente, na sua atividade inseticida em 8 e 5,4 devido à sua procedência. Houve ainda variação entre plantas de um mesmo local. Cabe aqui lembrar que o fenótipo apresentado por uma espécie é a resultante do seu genótipo mais os efeitos do ambiente. Para aquelas espécies de polinização aberta, esta pode ser a causa da variação observada em muitos resultados experimentais.

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