MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº , DE 23/04/2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº 12.965, DE 23/04/2014"

Transcrição

1 MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº , DE 23/04/2014

2 1. EMENTA A Lei nº , de 23 de abril de 2014, estabeleceu princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, conhecido como Marco Civil da Internet. 2. INTRODUÇÃO Durante o processo de avaliação e votação do projeto, foi criada uma Comissão Especial que discutiu o Marco Civil da Internet. A Comissão Especial promoveu audiências públicas e seminários, que contou com a participação do presidente do Conselho de Tecnologia da Informação da entidade, Renato Opice Blum. Além disso, a FecomercioSP encaminhou sugestões de aprimoramento da redação do projeto. O texto aprovado consagrou questões importantes como à neutralidade de rede, a privacidade e a liberdade de expressão. Seguem alguns dos principais temas regulamentados pela nova lei: - Neutralidade (art. 9º): foi assegurada a neutralidade de conexão que, em tese, assegura o usuário acessar o conteúdo que quiser; - Proteção a privacidade e intimidade (art. 7º): assegura a proteção de dados pessoais, cuja definição dependerá de regulamentação. Atualmente já autorizamos a utilização dos dados quando aceitamos o termo de uso que, na prática, não é lido por ser muito extenso. Contudo, a nova lei prevê a simplificação do termo de uso, que deverá ser claro e objetivo; - Investigação de crimes (art. 13): prevê a guarda dos registros de conexão pelo prazo de um ano, o que é um retrocesso, pois a jurisprudência pacificada no STJ

3 exigia três anos; - Remoção de conteúdo (art. 19): antes era possível a remoção através de notificação extrajudicial, com a nova regra a remoção dependerá de uma ordem judicial, exceto no caso de nudez. Apesar de algumas críticas, o Marco Civil da Internet apresentou alguns avanços, como o art. 26, que determina que o Estado deverá implementar no sistema educacional cadeira específica de educação digital, com o objetivo de ensinar as crianças o que pode e o que não pode ser feito na internet para uma navegação segura. Outro dispositivo de destaque foi o art. 29, que garante o exercício do controle de conteúdo parental, ou seja, a livre escolha de um programa que assegure aos pais o controle de conteúdo impróprio dos filhos menores. 3. ANÁLISE De acordo com o entendimento do presidente do Conselho de Tecnologia da Informação, não precisávamos e não precisamos do Marco Civil. Quase a integralidade do Marco Civil da Internet já consta em legislação ordinária (Código Penal, Código Civil, Código do Consumidor, Lei Geral de Telecomunicações) e Constituição Federal. Contudo, é fundamental atualizar o Código Penal para as condutas criminais. O Marco Civil tem como mote principal garantir a liberdade de expressão, a privacidade e a intimidade. PRINCIPAIS PONTOS DO MARCO CIVIL Neutralidade

4 O ponto mais polêmico do Marco Civil da Internet é o da neutralidade, não do conteúdo, mas a neutralidade da conexão previsto no art. 9º. Referido dispositivo legal prevê o tratamento isonômico de quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação. Neutralidade de conexão é o direito de acessar determinado conteúdo, vedado o privilégio de um, em detrimento de outro, salvo em decorrência de questões técnicas. Ocorre que, a navegação mais rápida tem um custo maior para o usuário, o que é perfeitamente legítimo. A versão anterior do projeto de lei proibia a continuidade dos planos de negócio atuais, porém, a versão aprovada assegurou a liberdade da comercialização dos pacotes de acesso à internet. Proteção a Privacidade e Intimidade O art. 7º assegurou aos usuários diversos direitos essenciais ao exercício da cidadania, como é o caso da proteção à privacidade e à intimidade. Assim, ratificou alguns direitos já assegurados na Constituição Federal tais como, inviolabilidade da intimidade e da vida privada; inviolabilidade e sigilo do fluxo de suas comunicações pela internet; inviolabilidade e sigilo de suas comunicações privadas armazenadas, exceto por ordem judicial. Um assunto que merece destaque é com relação aos termos de uso. Na maioria

5 dos casos são textos extensos e, na prática, os usuários dão o aceite, mas não lêem. Neste ponto houve um avanço, pois esses termos deverão que ser claros e objetivos. Outra questão importante é com relação à proteção de dados pessoais, que em breve deve ser regulamentada por lei específica. O inciso VIII, do art. 7º, determina que haja informações claras e completas sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados pessoais, que somente poderão ser utilizados para finalidades que: justifiquem sua coleta, não sejam vedadas pela legislação e estejam especificadas nos contratos de prestação de serviços ou em termos de uso de aplicações de internet. Há um projeto de lei com 49 artigos que tratam sobre o assunto, a Diretiva Européia 95/46 possui mais de 50 artigos e no Marco Civil a questão foi tratada apenas em um único inciso. Além disso, a lei não definiu o que são dados pessoais. Entende-se por dados pessoais aqueles que identificam o indivíduo, tais como, nome, RG, endereço, telefone, etc, que não se confundem com dados que envolvam preferência da pessoa. O dado de navegação não pode ser guardado pelas empresas que dão acesso à internet. Já esses dados podem e devem ser guardados pelos sites que recebem as visitas das pessoas (provedores de conteúdo/aplicação). A versão anterior do projeto previa a obrigatoriedade do provedor de aplicação implementar uma infraestrutura técnica no Brasil, o que, fatalmente, iria inviabilizar a operação de grandes empresas, como a Google aqui no Brasil. Em

6 termos técnicos, tal exigência não garantiria que o dado estaria armazenado no país. Dada a polêmica sobre o assunto, essa exigência foi retirada na aprovação da lei. Investigação de crimes O art. 13 determinou que o provedor de conexão à internet deverá guardar o registro eletrônico (IP - Internet Protocol) para investigações de ilícitos pelo prazo de um ano, o que é um retrocesso, pois a jurisprudência pacificada no Superior Tribunal de Justiça (STJ) exigia três anos. No caso do provedor de aplicação de internet a situação é ainda pior. Além de ter fixado prazo de guarda de apenas seis meses, tal obrigação se aplica apenas para as pessoas jurídicas com fins lucrativos (art. 15). Assim, é possível concluir que a pessoa física que explore hospedagem de conteúdo e a pessoa jurídica sem finalidade lucrativa não terá o dever de guardar o registro de conexão, o que, certamente, tornará o caminho preferido dos criminosos. O entendimento do STJ era que o provedor de conteúdo, ao oferecer um serviço que possibilita que os usuários divulguem livremente suas opiniões, tinha o dever de propiciar meios para que fosse possível identificar os usuários, sob pena de responsabilização subjetiva por culpa in omittendo. O prazo mínimo fixado pela jurisprudência era de três anos contado do dia do cancelamento do serviço pelo usuário (REsp /RJ, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 25/02/2014). Remoção de conteúdo

7 O art. 19 trata da remoção de conteúdo ilegal, onde também houve um retrocesso. Antes era possível sua remoção através de notificação extrajudicial. Com a nova regra, a remoção dependerá de uma ordem judicial, exceto se o conteúdo contiver cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado (art. 21). A nova exigência poderá penalizar eventuais vítimas, que dependerão de ordem judicial (que pode demorar meses para ser obtida) para retirar o conteúdo ilícito (apto a causar danos morais e patrimoniais de difícil reparação) do ar, além de sobrecarregar ainda mais o Poder Judiciário. Ademais, tal artigo é desnecessário, pois se houver ordem judicial e o provedor não cumprir, pode haver responsabilização por crime de desobediência. Cabe ressaltar que possibilidade de remoção extrajudicial não obriga o monitoramento prévio por parte do provedor (que poderia caracterizar até censura), mas sim, que, sendo cientificado sobre a ocorrência de ilícito, seja o provedor instado a analisar o caso e remover o conteúdo. 4. CONCLUSÃO Apesar de o texto aprovado ter contemplado algumas melhorias de sua redação original, algumas alterações são de grande importância. É notório que a internet tem um poder de propagação gigantesco e, consequentemente, cada segundo é capaz de causar um enorme estrago na vida de uma pessoa ou de uma empresa. Por conseguinte, faz-se necessária promover a alteração da Lei nº /2014 em dois pontos onde houve um retrocesso com relação à jurisprudência já pacificada em nossos tribunais: o prazo de guarda dos registros de conexão e a

8 exigência de autorização judicial. Vejamos: - Prazo de guarda dos registros de conexão: alteração do prazo de guarda do provedor de conexão e provedor de aplicação na internet, previstos nos arts. 13 e 15 da Lei nº /2014, para três anos, tendo em vista que este é o prazo prescricional para ações de reparação civil; - Remoção de conteúdo ilegal: com relação à exigência de ordem judicial para remoção de conteúdo ilegal (art. 19), sugere-se que seja retirada do texto da lei. 5. ENCAMINHAMENTO Portanto, propõem-se as alterações indicadas acima na Lei que instituiu o Marco Civil da Internet, bem como o monitoramento legislativo sobre questões afetas ao tema. Em janeiro de 2015 o Comitê Gestor da Interne (CGI) abriu consulta pública para envio de sugestões para a regulamentação do Marco Civil da Internet e o Conselho de Tecnologia da Informação da FecomercioSP apresentou as contribuições a seguir: Definições técnicas e de termos relevantes ao Marco Civil da Internet Definições e contribuições: é importante que a regulamentação defina termos importantes como dados pessoais e que estabeleça critérios simplificados para obtenção do endereço de protocolo de internet (endereço IP). Sugestão de definição de dados pessoais: qualquer dado que identifique diretamente ou permita levar a identificação de um indivíduo.

9 Endereço IP: é importante que endereços IP eventualmente utilizados em possíveis atividades indevidas possam ser trocados entre entidades, públicas ou privadas, sem a necessidade de ordem judicial, visando a atuação preventiva na mitigação de fraudes cibernéticas. Tais informações seriam tratadas sob sigilo entre as entidades. Guarda de registros de conexão Prazo de guarda (provedor de conexão): o art. 13 determina que o provedor de conexão à internet deve manter os registros de conexão, pelo prazo de um ano, nos termos do regulamento. Considerando que existem leis específicas que determinam prazos prescricionais superiores a um ano, sugere-se a inclusão de hipóteses de prazos de guarda de acordo com a natureza da ação. Exemplo: reparação civil, prazo de 3 anos (art. 205, 3º, CC); reparação consumidor, prazo de 5 anos (art. 27, CDC); organização criminosa, prazo de 5 anos (arts. 15 a 17, Lei nº /2013). É necessário, ainda, definir que entidades devem manter os registros de conexão nos moldes do art. 13. Por exemplo, um estabelecimento comercial que oferece serviço de wi-fi para seus clientes deve - ou pode - ser considerado provedor de acesso? E se este apenas oferece a infraestrutura e uma interface de login, deve reter os registros de acesso a essa interface caso seja ela considerada uma aplicação nos moldes do conceito do art. 5º? Guarda de registros de acesso a aplicações de internet na provisão de aplicações Prazo de guarda (provedor de aplicações): o art. 15 estabelece que o provedor de aplicações constituído na forma de pessoa jurídica e que exerça essa

10 atividade de forma organizada, profissionalmente e com fins econômicos, deve manter os registros de acesso a aplicações de internet, pelo prazo de seis meses, nos termos do regulamento. Considerando que existem leis específicas que determinam prazos prescricionais superiores a seis meses, sugere-se a inclusão de hipóteses de prazos de guarda de acordo com a natureza da ação. Exemplo: reparação civil, prazo de 3 anos (art. 205, 3º, CC); reparação consumidor, prazo de 5 anos (art. 27, CDC); organização criminosa, prazo de 5 anos (arts. 15 a 17, Lei nº /2013). Ainda, em razão da possibilidade de utilização pelos cibercriminosos de outras entidades que não sejam pessoas jurídicas, que exerçam essa atividade de forma organizada, profissionalmente e com fins econômicos, na prática de ilícitos, sugerimos que todos os provedores de aplicações se sujeitem ao art. 15. Outros aspectos e considerações Guarda de registro de conexão: o art. 14 estabelece que na provisão de conexão, onerosa ou gratuita, é vedado guardar os registros de acesso a aplicações de internet. Deve ficar claro que tal artigo não veda a possibilidade de entidades públicas e privadas, por questões de segurança, controlarem se e quais aplicações podem ser acessadas por seus colaboradores e servidores. Remoção de conteúdo: os arts. 18 a 22 estabelecem que o provedor de aplicações só deve retirar o conteúdo após ordem judicial específica, exceto cenas de nudez ou de atos sexuais de caráter privado, cuja remoção pode ser

11 solicitada através de notificação extrajudicial. Sugere-se a inclusão de procedimento para remoção de conteúdo ilegal por notificação extrajudicial. Assim, na hipótese do provedor de aplicações ser notificado sobre a existência de um conteúdo ilícito, deve analisar o caso e, comprovada a ilicitude, deve remover o conteúdo sem a necessidade de ordem judicial. Cabe lembrar que o poder de propagação da internet é enorme e a demora em obter uma ordem judicial pode causar irreparáveis danos à vítima, além de sobrecarregar ainda mais o Poder Judiciário. Além disso, a exigência de ordem judicial vai de encontro às novas medidas alternativas de solução de conflitos. Fiscalização: é preciso definir quem será o responsável por fiscalizar o descumprimento das normas previstas no Marco Civil da Internet. Salvo hipóteses de legislação específica, sugere-se que a fiscalização caberá ao Procon.

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Deputado Federal Alessandro Lucciola Molon (Partido dos Trabalhadores Rio de Janeiro) Relator do Projeto de Lei 2.126/2011 (Lei 12.965/2014) 16 Giugno 2014 Montecitorio publicado no D.O.U. de 24.4.2014

Leia mais

O Marco Civil da Internet no Brasil

O Marco Civil da Internet no Brasil Câmara dos Deputados Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática Reunião ordinária Brasília, 27 de abril de 2010 Luiz COSTA O Marco Civil da Internet no Brasil Introdução Objetivo do Anteprojeto

Leia mais

Impressões iniciais sobre a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Marco Civil da Internet

Impressões iniciais sobre a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Marco Civil da Internet Oficina sobre Governança da Internet e o Marco Civil da Internet GETEL/UnB Impressões iniciais sobre a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 Marco Civil da Internet Marcus A. Martins Consultor Legislativo

Leia mais

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Dep. Federal Alessandro Molon (PT-RJ) Relator do PL 2.126/2011 VI Seminário Telcomp São Paulo, 25 de setembro de 2013 + amplamente debatido 2.300 contribuições consultas públicas 6 audiências e seminários

Leia mais

Responsabilidade Civil de Provedores

Responsabilidade Civil de Provedores Responsabilidade Civil de Provedores Impactos do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965, de 23 abril de 2014) Fabio Ferreira Kujawski Modalidades de Provedores Provedores de backbone Entidades que transportam

Leia mais

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Marco Civil da Internet Depois de 15 anos o marco civil da internet está prestes a sair mas ainda causa polêmica. Um dos aspectos mais relevantes é o do livre acesso (ou não). O Congresso Nacional deve

Leia mais

O QUE MUDA NA SUA NAVEGAÇÃO COM O MARCO CIVIL DA INTERNET?

O QUE MUDA NA SUA NAVEGAÇÃO COM O MARCO CIVIL DA INTERNET? O QUE MUDA NA SUA NAVEGAÇÃO COM O MARCO CIVIL DA INTERNET? O QUE MUDA NA SUA NAVEGAÇÃO COM O MARCO CIVIL DA INTERNET? Redação e revisão Camila Marques, Laura Tresca, Luiz Alberto Perin Filho, Mariana Rielli

Leia mais

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) Adriana de Moraes Cansian Advogada OAB/SP 332.517 adriana@cansian.com Ecosistema Agenda Breve histórico sobre Direito Digital. O Marco Civil e as pessoas de TI:

Leia mais

Marco Civil da Internet Herói ou vilão?

Marco Civil da Internet Herói ou vilão? II Workshop de Tecnologia de Redes do Ponto de Presença da RNP no Paraná Marco Civil da Internet Herói ou vilão? Curitiba - PR, 18 de setembro 2015 Apresentação: Omar Kaminski http://marcocivildadepressao.tumblr.com

Leia mais

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.126-B DE 2011. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.126-B DE 2011. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 2.126-B DE 2011 Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Leia mais

Proteção do Sigilo de Informações e Marco Civil da Internet

Proteção do Sigilo de Informações e Marco Civil da Internet Proteção do Sigilo de Informações e Marco Civil da Internet 2 Não há lei brasileira que regule a atividade de navegação na internet ou traga disposições específicas e exclusivas sobre os dados que circulam

Leia mais

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o Esta Lei estabelece princípios,

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: 1 SUBEMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL ÀS EMENDAS DE PLENÁRIO AO PROJETO DE LEI Nº 2.126, DE 2011 Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

LEI Nº 12.965, DE 23 ABRIL DE 2014.

LEI Nº 12.965, DE 23 ABRIL DE 2014. LEI Nº 12.965, DE 23 ABRIL DE 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PARA DEBATE COLABORATIVO. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PARA DEBATE COLABORATIVO. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PARA DEBATE COLABORATIVO Estabelece o Marco Civil da Internet no Brasil. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Esta Lei estabelece direitos

Leia mais

um país digital & continental A realidade do setor nos Estados Brasileiros Como entender e interagir com o novo consumidor na hora da compra

um país digital & continental A realidade do setor nos Estados Brasileiros Como entender e interagir com o novo consumidor na hora da compra REVISTA DIGITALKS. ano 01. número 02 um país digital & continental A realidade do setor nos Estados Brasileiros Como entender e interagir com o novo consumidor na hora da compra #Content marketing 11 passos

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 176, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 176, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 176, DE 2014 Altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. O CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Trilha 6: Ambiente legal, regulatório, segurança e inimputabilidade da rede

Trilha 6: Ambiente legal, regulatório, segurança e inimputabilidade da rede Trilha 6: Ambiente legal, regulatório, segurança e inimputabilidade da rede A) Questões chave levantadas: (Relato concatenado das discussões dos dias 13 e 14.) Busca de um ambiente legal e regulatório

Leia mais

MARCO CIVIL DA INTERNET

MARCO CIVIL DA INTERNET Constituição da Internet Brasileira MARCO CIVIL DA INTERNET LEI Nº 12.965, DE 23 ABRIL DE 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil Instituto Coaliza Educação

Leia mais

Noções de Direito e Legislação da Informática FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Noções de Direito e Legislação da Informática FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LUIZ GUILHERME JULIANO PIROZZELLI TULIO TSURUDA WISLIY LOPES Noções de Direito e Legislação da Informática GOIÂNIA JUNHO DE 2014 RELACIONAR

Leia mais

O QUE MUDA COM A CIVIL DA INTERNET

O QUE MUDA COM A CIVIL DA INTERNET Anexo Biblioteca Informa nº 2.301 O QUE MUDA COM A APROVAÇÃO DO MARCO CIVIL DA INTERNET Autores André Zonaro Giacchetta Ciro Torres Freitas Pamela Gabrielle Meneguetti Sócio e Associados da Área Contenciosa

Leia mais

II - os direitos humanos e o exercício da cidadania em meios digitais;

II - os direitos humanos e o exercício da cidadania em meios digitais; 1 TEXTO ORIGINAL PROPOSTA DO RELATOR Projeto de Lei 2.126 de 2011 Substitutivo ao Projeto de Lei 2.126 de 2011 Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. O Congresso

Leia mais

MARCO CIVIL DA INTERNET PRELÚDIO DA NORMATIZAÇÃO NACIONAL SOBRE DIREITOS E DEVERES NO AMBIENTE VIRTUAL.

MARCO CIVIL DA INTERNET PRELÚDIO DA NORMATIZAÇÃO NACIONAL SOBRE DIREITOS E DEVERES NO AMBIENTE VIRTUAL. São Paulo, 28 de abril de 2014. MARCO CIVIL DA INTERNET PRELÚDIO DA NORMATIZAÇÃO NACIONAL SOBRE DIREITOS E DEVERES NO AMBIENTE VIRTUAL. Autor: LUIZ RICARDO DE ALMEIDA e-mail.: luiz.almeida@riccipi.com.br

Leia mais

RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br

RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br RONY VAINZOF rony@opiceblum.com.br 1 A INTERNET NÃO É UM MUNDO SEM LEIS!!! 11/7/2014 2 INVASÃO FÍSICA OU ELETRÔNICA? X X 11/7/2014 3 Lei 12.737/12 CRIME DE INVASÃO Violação de domicílio Pena - detenção,

Leia mais

Mix Legal Express. Este documento faz parte do Sistema de Gestão da Qualidade da FecomercioSP

Mix Legal Express. Este documento faz parte do Sistema de Gestão da Qualidade da FecomercioSP Mix Legal Express Data 08/05/2014 Tipo Informativo Jurídico N 52/14 Este documento faz parte do Sistema de Gestão da Qualidade da FecomercioSP Caso não consiga visualizar este e-mail, acesse o link: http://doc.fecomercio.com.br/mixlegal.php?edicao=678

Leia mais

Contribuição dos alunos da 1ª Turma do MBA-Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito, ao Marco Civil Regulatório da Internet

Contribuição dos alunos da 1ª Turma do MBA-Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito, ao Marco Civil Regulatório da Internet Contribuição dos alunos da 1ª Turma do MBA-Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito, ao Marco Civil Regulatório da Internet Os alunos da 1ª Turma do MBA-Direito Eletrônico da Escola Paulista de

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015)

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015) Acrescenta inciso V ao art. 141 do Decreto- Lei nº 2.848, de 7 de dezembro

Leia mais

Crimes Cibernéticos - Proteção Legal no Brasil

Crimes Cibernéticos - Proteção Legal no Brasil Combatendo Crimes Cibernéticos Proteção Legal no Brasil André Machado Caricatti Jorilson da Silva Rodrigues Crimes Cibernéticos - Proteção Legal no Brasil Objetivo do Trabalho Utilizar um modelo de referência

Leia mais

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 494, de 2008

Quadro comparativo do Projeto de Lei do Senado nº 494, de 2008 1 Disciplina a forma, os prazos e os meios de preservação e transferência de dados informáticos mantidos por fornecedores de serviço a autoridades públicas, para fins de investigação de crimes praticados

Leia mais

CLAUDIO NAZARENO. Consultor Legislativo da Área XIV Comunicação Social, Informática, Telecomunicações, Sistema Postal, Ciência e Tecnologia

CLAUDIO NAZARENO. Consultor Legislativo da Área XIV Comunicação Social, Informática, Telecomunicações, Sistema Postal, Ciência e Tecnologia Comentários acerca do Projeto de Lei nº 2.126/11, que [e]stabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, o chamado Marco Civil da Internet CLAUDIO NAZARENO Consultor

Leia mais

Sessão 6: Painel. Garantindo direitos na Internet: o Marco Civil brasileiro e a "Dichiarazione dei Diritti" italiana

Sessão 6: Painel. Garantindo direitos na Internet: o Marco Civil brasileiro e a Dichiarazione dei Diritti italiana Sessão 6: Painel Garantindo direitos na Internet: o Marco Civil brasileiro e a "Dichiarazione dei Diritti" italiana São Paulo - SP, 16 de setembro 2015 Indutor: Omar Kaminski Privacidade é o poder de revelar-se

Leia mais

Termo de Conclusão Em Data da Última Movimentação Lançada<< Campo excluído do banco de dados >> SENTENÇA

Termo de Conclusão Em Data da Última Movimentação Lançada<< Campo excluído do banco de dados >> SENTENÇA fls. 1 Termo de Conclusão Em Data da Última Movimentação Lançada> faço estes autos conclusos à(o) MM. Juiz(a) de Direito. Eu,, Escrevente, Subsc. SENTENÇA Processo

Leia mais

Resultados Chamada de Contribuições à Regulamentação do Marco Civil da Internet. Comitê Gestor da Internet no Brasil 27 de fevereiro de 2015

Resultados Chamada de Contribuições à Regulamentação do Marco Civil da Internet. Comitê Gestor da Internet no Brasil 27 de fevereiro de 2015 Resultados Chamada de Contribuições à Regulamentação do Marco Civil da Internet Comitê Gestor da Internet no Brasil 27 de fevereiro de 2015 CGI.br Introdução Período de recebimento das contribuições: 19

Leia mais

SENTENÇA. Tutela antecipada concedida às fls. 182.

SENTENÇA. Tutela antecipada concedida às fls. 182. fls. 1 SENTENÇA Processo nº: 0102487-25.2012.8.26.0100 Classe - Assunto Procedimento Ordinário - Espécies de Contratos Requerente: Valdirene Aparecida de Marchiori Requerido: Google Brasil Internet Ltda

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE Pelo presente Instrumento Particular de Contrato de Licença de Uso de Software ( Contrato ), de um lado, a VIRTUAL WORKS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

IBRAC INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS DE CONCORRÊNCIA, CONSUMO E COMÉRCIO INTERNACIONAL A PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NA INTERNET

IBRAC INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS DE CONCORRÊNCIA, CONSUMO E COMÉRCIO INTERNACIONAL A PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NA INTERNET IBRAC INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS DE CONCORRÊNCIA, CONSUMO E COMÉRCIO INTERNACIONAL A PROTEÇÃO DO CONSUMIDOR NA INTERNET 14 de agosto de 2015 Flávia Lefèvre Guimarães Representante do 3º Setor no CGI.br

Leia mais

MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PARA DEBATE COLABORATIVO SE Ç Ã O I V R E V ISA D A

MINUTA DE ANTEPROJETO DE LEI PARA DEBATE COLABORATIVO SE Ç Ã O I V R E V ISA D A M INU T A D E A N T EPR OJE T O D E L E I PA R A D E B A T E C O L A B O R A T I V O SE Ç Ã O I V R E V ISA D A Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça Esplanada dos Ministérios, Edifício

Leia mais

Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet

Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet Faculdade de Tecnologia Lei 9609, Lei 9610, Lei 12.737 e Marco Cívil da Internet Alunos: Anderson Mota, André Luiz da Silva, Misael Bezerra, Rodrigo Damasceno Kaji. GTI 5 Noturno Noções de Direito Prof.

Leia mais

Publicado Decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet

Publicado Decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet Publicado Decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet Autores Raphael de Cunto André Zonaro Giacchetta Ciro Torres Freitas Beatriz Landi Laterza Figueiredo Sócios e Associados de Pinheiro Neto Advogados

Leia mais

ALTERAÇÕES A TIPOS PENAIS

ALTERAÇÕES A TIPOS PENAIS ALTERAÇÕES A TIPOS PENAIS COMO É HOJE VERSÃO DO PL ANTERIOR SUBSTITUTIVO APRESENTADO em 22 de setembro de 2015 Art. 141 - As penas cominadas neste Capítulo aumentam-se de um terço, se qualquer dos crimes

Leia mais

Segurança Cibernética X Segurança Legal. Adriana de Moraes Cansian Advogada OAB/SP 332.517 adriana@cansian.com

Segurança Cibernética X Segurança Legal. Adriana de Moraes Cansian Advogada OAB/SP 332.517 adriana@cansian.com Segurança Cibernética X Segurança Legal Adriana de Moraes Cansian Advogada OAB/SP 332.517 adriana@cansian.com Agenda Introdução: por que devemos nos preocupar? Questões Cíveis. QuestõesTrabalhistas. O

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE O MARCO CIVIL DA INTERNET

APONTAMENTOS SOBRE O MARCO CIVIL DA INTERNET APONTAMENTOS SOBRE O MARCO CIVIL DA INTERNET Márcia Fernandes BEZERRA 1. RESUMO: A popularização da internet avulta vários conflitos a serem solucionados pelos operadores do direito. Trata-se de questões

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. RUY CARNEIRO) Dispõe sobre diretrizes gerais e normas para a promoção, desenvolvimento e exploração da atividade de computação em nuvem no País. O CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

Bem-vindo à Política de Relacionamento do Click Oportunidades!

Bem-vindo à Política de Relacionamento do Click Oportunidades! Bem-vindo à Política de Relacionamento do Click Oportunidades! Esta política reflete os valores e a cultura do CLICK OPORTUNIDADES no relacionamento com as empresas, os alunos e os ex-alunos do SENAC RJ.

Leia mais

JORNADA DIVERSIDADE CULTURAL E NOVAS TECNOLOGIAS VERA KAISER SANCHES KERR

JORNADA DIVERSIDADE CULTURAL E NOVAS TECNOLOGIAS VERA KAISER SANCHES KERR SOMOS PRIVACIDADE ANÔNIMOS DE NA DADOS INTERNET? VERA KAISER SANCHES KERR SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Características Redução considerável do custo da transmissão de dados Uso das tecnologias de armazenamento

Leia mais

PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E MARCO CIVIL DA INTERNET DANILO DONEDA

PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E MARCO CIVIL DA INTERNET DANILO DONEDA PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E MARCO CIVIL DA INTERNET DANILO DONEDA ANATEL ABRIL 2016 O QUE É PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS? POR QUE PROTEGÊ-LAS? COM O QUE PROTEGÊ-LAS? LEI E LEGISLAÇÃO O QUE É PRIVACIDADE

Leia mais

A Internet depois do Marco Civil

A Internet depois do Marco Civil Direito Digital Marco Civil da Internet A Internet depois do Marco Civil Gustavo Gobi Martinelli Quem sou eu? Nome: Gustavo Gobi Martinelli Graduado em Ciência da Computação; Graduado em Direito; Mestrando

Leia mais

Marco civil da internet o papel da Auditoria Interna e Compliance. São Paulo, 28 de outubro de 2015 Nivaldo Cleto ncleto@nivaldocleto.cnt.

Marco civil da internet o papel da Auditoria Interna e Compliance. São Paulo, 28 de outubro de 2015 Nivaldo Cleto ncleto@nivaldocleto.cnt. Marco civil da internet o papel da Auditoria Interna e Compliance São Paulo, 28 de outubro de 2015 Nivaldo Cleto ncleto@nivaldocleto.cnt.br A lei 12.965/2014 Fundamentos do Marco Civil: A liberdade de

Leia mais

GUSCLA POLÍTICA DE PRIVACIDADE. 1.definições 2. PRIVACIDADE PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES 3. COLETA E USO DAS INFORMAÇÕES 4.

GUSCLA POLÍTICA DE PRIVACIDADE. 1.definições 2. PRIVACIDADE PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES 3. COLETA E USO DAS INFORMAÇÕES 4. GUSCLA POLÍTICA DE PRIVACIDADE 1.definições 1.1. O sistema GUSCLA respeita a sua privacidade, e queremos que você entenda como utilizamos as informações que você fornece ao se tornar um Usuário do nosso

Leia mais

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE SPEB

INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE SPEB INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE SPEB Pelo presente Instrumento Particular de Contrato de Licença de Uso de Software ( Contrato ), de um lado, a MAQUINAWEB SOLUÇÕES EM TI

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO NONA CÂMARA CÍVEL

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PODER JUDICIÁRIO NONA CÂMARA CÍVEL NONA CÂMARA CÍVEL Apelação nº 0455812-71.2011.8.19.0001 Apelante: RADIO PANAMERICANA SA Apelado: HI MIDIA SA Relator: Desembargador ROBERTO DE ABREU E SILVA DIREITO AUTORAL. USO INDEVIDO DE MARCA. VIOLAÇÃO

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 211, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 211, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 211, DE 2014 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Altera o art. 241-D da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente ECA), para tornar crime a conduta

Leia mais

Termos de Uso - Contrato

Termos de Uso - Contrato Termos de Uso - Contrato 1. TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS PARA COMPRA DE CURSO ONLINE NO SITE WWW.ALEMÃOONLINE.COM.BR 1.1. A contratada (nome fantasia) FCD., inscrita no CNPJ 22.030.123/00001-08, localizada

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE SEGUROS UNIMED

POLÍTICA DE PRIVACIDADE SEGUROS UNIMED POLÍTICA DE PRIVACIDADE SEGUROS UNIMED Este documento, denominado Política de Privacidade, tem por finalidade estabelecer as regras sobre a obtenção, uso e armazenamento dos dados e informações coletados

Leia mais

Dr. Guilherme Augusto Gonçalves Machado advogado mestrando em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos

Dr. Guilherme Augusto Gonçalves Machado advogado mestrando em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos $ 5(63216$%,/,'$'( &,9,/ '2 3529('25 '( $&(662,17(51(7 Dr. Guilherme Augusto Gonçalves Machado advogado mestrando em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito Milton Campos A Internet se caracteriza

Leia mais

3. Segundo a legislação partidária, no que se refere à filiação partidária, DIREITO ELEITORAL

3. Segundo a legislação partidária, no que se refere à filiação partidária, DIREITO ELEITORAL DIREITO ELEITORAL 1. Com base na Lei n.º 9.504/1997, que estabelece normas para as eleições, assinale a opção correta. a) Tanto durante a propaganda para eleição proporcional como durante a propaganda

Leia mais

Marco Civil da Internet

Marco Civil da Internet Marco Civil da Internet Tendências em Privacidade e Responsabilidade Carlos Affonso Pereira de Souza Professor da Faculdade de Direito da UERJ Diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) @caffsouza

Leia mais

ENTIDADES PARAESTATAIS

ENTIDADES PARAESTATAIS ENTIDADES PARAESTATAIS I) CONCEITO Embora não empregada na atual Constituição Federal, entidade paraestatal é expressão que se encontra não só na doutrina e na jurisprudência, como também em leis ordinárias

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE DA DIXCURSOS (ANEXO AOS TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO SITE E CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS)

POLÍTICA DE PRIVACIDADE DA DIXCURSOS (ANEXO AOS TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO SITE E CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS) POLÍTICA DE PRIVACIDADE DA DIXCURSOS (ANEXO AOS TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DO SITE E CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS) 1. A aceitação a esta Política de Privacidade se dará com o clique no botão Eu aceito

Leia mais

I PRAZO PARA REMOÇÃO DE CONTEÚDO OFENSIVO POSTADO EM REDES SOCIAIS 24 HORAS - RESPONSABILIDADE DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO

I PRAZO PARA REMOÇÃO DE CONTEÚDO OFENSIVO POSTADO EM REDES SOCIAIS 24 HORAS - RESPONSABILIDADE DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO Ano VI nº 25 I PRAZO PARA REMOÇÃO DE CONTEÚDO OFENSIVO POSTADO EM REDES SOCIAIS 24 HORAS - RESPONSABILIDADE DOS PROVEDORES DE CONTEÚDO Barbara Brentani Roncolatto 01. No dia 19 de junho deste ano, o STJ

Leia mais

Pergunta do professor - Qual a diferença entre interceptação telefônica e escuta telefônica?

Pergunta do professor - Qual a diferença entre interceptação telefônica e escuta telefônica? Universidade de Brasília UnB Faculdade de Direito Direito Administrativo 3 Turno: Noturno Grupo 3: Eliane Regis de Abreu 10/0099475 Isabel Rocha 10/0105432 Luisa Mendes Lara 10/0112781 Matheus Coelho 10/0115829

Leia mais

Monitoramento de e-mail corporativo

Monitoramento de e-mail corporativo Monitoramento de e-mail corporativo Mario Luiz Bernardinelli 1 (mariolb@gmail.com) 12 de Junho de 2009 Resumo A evolução tecnológica tem afetado as relações pessoais desde o advento da Internet. Existem

Leia mais

Barrichello versus Google

Barrichello versus Google Barrichello versus Google Fernando Stacchini Advogado graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Especialista em Contratos e Propriedade Intelectual. Sócio de Stacchini Advogados.

Leia mais

MARCO CIVIL DA INTERNET PROTEÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E MARCAS. RODRIGO BORGES CARNEIRO rcarneiro@dannemann.com.br

MARCO CIVIL DA INTERNET PROTEÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E MARCAS. RODRIGO BORGES CARNEIRO rcarneiro@dannemann.com.br MARCO CIVIL DA INTERNET PROTEÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS E MARCAS RODRIGO BORGES CARNEIRO rcarneiro@dannemann.com.br MARCO CIVIL - LEI 12.965/14 Constituição da Internet Estabelece princípios, garantias,

Leia mais

QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL

QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL QUEBRA DO SIGILO BANCÁRIO PELO BANCO CENTRAL Kiyoshi Harada * O debate em torno da quebra do sigilo bancário voltou à baila após a manifestação do Procurador-Geral do Banco Central no sentido de que as

Leia mais

CONTRATO DE SUBLICENCIAMENTO DE SOFTWARE E HOSPEDAGEM DE APLICATIVO

CONTRATO DE SUBLICENCIAMENTO DE SOFTWARE E HOSPEDAGEM DE APLICATIVO CONTRATO DE SUBLICENCIAMENTO DE SOFTWARE E HOSPEDAGEM DE APLICATIVO UNIVERSO ONLINE S.A., com sede na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 1384, 6º andar, CEP

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011.

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011. RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 9.461, DE 04 DE MARÇO DE 2011. Dispõe sobre a simplificação do atendimento público prestado ao cidadão, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma em documentos produzidos

Leia mais

E-mail anônimo Onde estão as evidências?

E-mail anônimo Onde estão as evidências? E-mail anônimo Onde estão as evidências? Conteúdo em servidores e máquinas A mensagem está nos servidores locais e máquinas de colaboradores; O texto original e o conteúdo distribuído também está em um

Leia mais

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011.

Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Nota Técnica n 01/2011 Ementa: Apresentação da declaração de bens e rendas. Lei 8.730/93. Lei 8.429/92. Instrução Normativa do TCU nº 65, de 20 de abril de 2011. Obrigatoriedade. 1. No dia 03.05.2011 o

Leia mais

1. DEFINIÇÕES: Para os fins destes Termos de Uso e Política de Privacidade, consideramse:

1. DEFINIÇÕES: Para os fins destes Termos de Uso e Política de Privacidade, consideramse: TERMOS DE USO E POLÍTICA DE PRIVACIDADE O Itaú Unibanco S.A. ( Itaú Unibanco ) estabelece nestes Termos de Uso e Política de Privacidade as condições para utilização dos sites (incluindo o internet banking)

Leia mais

CONTEÚDOS PARA TREINAMENTOS, CURSOS DE CAPACITAÇÃO, PALESTRAS

CONTEÚDOS PARA TREINAMENTOS, CURSOS DE CAPACITAÇÃO, PALESTRAS CONTEÚDOS PARA TREINAMENTOS, CURSOS DE CAPACITAÇÃO, PALESTRAS Os conteúdos listados abaixo são uma prévia dos temas e podem ser adequados ao cliente de acordo com o perfil e demanda da empresa/instituição.

Leia mais

MARCO CIVIL DA INTERNET

MARCO CIVIL DA INTERNET MARCO CIVIL DA INTERNET LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA? STF - HABEAS CORPUS: HC 76689 PB Resumo: "crime de Computador": Publicação de Cena de Sexo Infanto-juvenil (e.c.a., Art. 241 Relator(a): SEPÚLVEDA PERTENCE

Leia mais

Monitoramento Eletrônico. Sugestões para controle de e-mails e recursos tecnológicos

Monitoramento Eletrônico. Sugestões para controle de e-mails e recursos tecnológicos Monitoramento Eletrônico Sugestões para controle de e-mails e recursos tecnológicos Monitoramento Eletrônico Sugestões para controle do uso de e-mails e recursos tecnológicos em benefício da empresa e

Leia mais

Termos & Condições www.grey.com (o website ) é de propriedade do Grupo Grey e operado por ele ( nosso, nós e nos ).

Termos & Condições www.grey.com (o website ) é de propriedade do Grupo Grey e operado por ele ( nosso, nós e nos ). Condições de Uso do Website Termos & Condições www.grey.com (o website ) é de propriedade do Grupo Grey e operado por ele ( nosso, nós e nos ). Ao acessar este site, você concorda em ficar vinculado a

Leia mais

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA EMPRESA XX. Empresa XX LTDA

REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA EMPRESA XX. Empresa XX LTDA 1 REGULAMENTO PARA USO DA REDE CORPORATIVA DE COMPUTADORES DA EMPRESA XX Empresa XX LTDA A EMPRESA XX LTDA, através de seu Comitê de Tecnologia da Informação, órgão responsável pela normatização e padronização

Leia mais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais ENUNCIADOS Suspensão Condicional do Processo Enunciado nº 01 (001/2011): Nos casos de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher não se aplica a suspensão condicional do processo. (Aprovado

Leia mais

Que informações nós coletamos, e de que maneira?

Que informações nós coletamos, e de que maneira? Política de Privacidade Vivertz Esta é a política de privacidade da Affinion International Serviços de Fidelidade e Corretora de Seguros Ltda que dispõe as práticas de proteção à privacidade do serviço

Leia mais

2.4 Ao cadastrar-se, a Instituição receberá uma senha de utilização do software.

2.4 Ao cadastrar-se, a Instituição receberá uma senha de utilização do software. CONTRATO DE CESSÃO DE USO DO SOFTWARE JOGO DA ECONOMIA BRASILEIRA ÀS INSTITUIÇÕES DE ENSINO E AFINS, RELACIONADAS A ATIVIDADE ECONÔMICA OU FINANCEIRA, PELO CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO PARANÁ Este

Leia mais

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACADÊMICOS Palestras e Cursos de Atualização. Carga horária: Haverá adequação de carga horária conforme conteúdo contratado.

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACADÊMICOS Palestras e Cursos de Atualização. Carga horária: Haverá adequação de carga horária conforme conteúdo contratado. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACADÊMICOS Palestras e Cursos de Atualização Carga horária: Haverá adequação de carga horária conforme conteúdo contratado. 1. Privacidade Online, Monitoramento eletrônico e Quebra

Leia mais

ANUCIANTE declara que aquiesceu com todas as condições apresentadas no presente Termo de Uso.

ANUCIANTE declara que aquiesceu com todas as condições apresentadas no presente Termo de Uso. O website e domínio www.busquecursos.co, bem como seus subdomínios, funcionalidades, conteúdo e demais aplicações e serviços (incluindo aplicações mobile) estão sujeitos aos termos e condições deste termo

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ACÓRDÃO Registro: 2015.0000616201 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1104950-49.2014.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA, é apelada

Leia mais

Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação.

Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação. Legislação para TI uma abordagem das Leis Carolina Dieckmann, Azeredo, Marco Civil da Internet Decreto de Segurança da Informação. Prof. Marcos Monteiro te ...pode ser tipificado como : Falsidade ideológica

Leia mais

autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular da rede de computadores, dispositivo de comunicação

autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular da rede de computadores, dispositivo de comunicação PROJETO DE LEI Nº 84/1999 CRIMES INFORMÁTICOS COMPARATIVO ENTRE A VERSÃO APROVADA NO SENADO E APRESENTADA NO PLENÁRIO DA CÂMARA EM 18/07/2008, E O SUBSTITUTIVO DO RELATOR NA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA

Leia mais

REGULAMENTO DO AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO

REGULAMENTO DO AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO REGULAMENTO DO AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO O presente instrumento estabelece as normas regulamentares do AUTO-ATENDIMENTO SETOR PÚBLICO, destinado ao atendimento de Pessoas Jurídicas de direito público,

Leia mais

Termos de uso de internet sem fio

Termos de uso de internet sem fio Termos de uso de internet sem fio O serviço "Wi-Fi" você estará na Internet oferecido pela empresa Wificentraal. Para o uso de Wi-Fi são as seguintes condições. Usando a internet sem fio, consente expressamente

Leia mais

Política de privacidade V2

Política de privacidade V2 Política de privacidade V2 Para os fins desta Política de Privacidade, as palavras grifadas em maiúsculo terão os seguintes significados: V2 é uma loja virtual disponibilizada na Internet para comercialização

Leia mais

Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015

Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015 Neutralidade de rede Consulta Pública à sociedade sobre a regulamentação prevista no Marco Civil da Internet Consulta Pública nº 8/2015 Anatel Junho de 2015 Neutralidade de rede Consulta Pública Anatel

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo fls. 1 Registro: 2013.0000396566 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos do Agravo de Instrumento nº 0266410-42.2012.8.26.0000, da Comarca de Guarujá, em que é agravante GOOGLE BRASIL INTERNET

Leia mais

Termos e Condições de Uso My Benefits

Termos e Condições de Uso My Benefits Termos e Condições de Uso My Benefits Este Termo de Uso apresenta as Condições Gerais aplicáveis ao uso do website e plataforma de descontos oferecida por PORTAL SUPER PUBLICO LTDA., inscrita no CNPJ sob

Leia mais

TÍTULO I CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO

TÍTULO I CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 01, Amparo, 09 abril de 2013. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE INFORMÁTICA E REDES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE AMPARO, VISANDO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE

Leia mais

Orientações Jurídicas

Orientações Jurídicas São Paulo, 24 de outubro de 2014. OJ-GER/043/14 Orientações Jurídicas Resolução Normativa - RN nº 357, de 16 de outubro de 2014 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe,

Leia mais

ATO Nº 195/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 195/2011. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 195/2011 Institui a Norma de Segurança dos Recursos de Tecnologia da Informação - NSRTI, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO,

Leia mais

INSTRUMENTO 1.362.116-6, DA 4.ª VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA AGRAVANTE

INSTRUMENTO 1.362.116-6, DA 4.ª VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA AGRAVANTE AGRAVO DE INSTRUMENTO 1.362.116-6, DA 4.ª VARA CÍVEL DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA AGRAVANTE: GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA. AGRAVADO: ADILAR MARCELO DE LIMA RELATOR ORIGINÁRIO:

Leia mais