Trabalho sobre Marco Civil

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1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM TECNOLOGIA, INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CEEP/TIC MUNICÍPIO: LAURO DE FREITAS DIREC: 1B Inclusão digital Professora Milena Matos Trabalho sobre Marco Civil O Marco Civil da Internet é o nome do projeto de lei 2.126/2011 que visa ao estabelecimento de uma regulamentação sobre o uso e disponibilidade da internet no Brasil. Graças aos recentes casos de escândalos envolvendo espionagem internacional pela internet, o tema vem gerando um maior debate no Congresso Nacional e na sociedade como um todo. Após tramitar pelo congresso e pelo senado, o projeto foi sancionado pela presidenta Dilma Roussef em abril de 2014.] A Liberdade de expressão Caso o usuário conteste a retirada do conteúdo, a empresa deve avisá-lo do motivo da retirada. Essa lei vai ser bastante útil ao Google, por exemplo, que não poderá ser considerado responsável pelo conteúdo que seus usuários publicam. Todos têm liberdade para falar o que quiser, porém, precisam responder legalmente por suas palavras, principalmente nos casos em que houver calúnia, injúria, e/ou difamação, como evidencia o artigo 5º da Constituição Federal. A lei do Marco Civil da Internet, seguindo as normas da Carta Magna dos cidadãos brasileiros, também, em seu artigo 3º aduz sobre a garantia desses princípios a luz da Constituição Federal de Art. 3o A disciplina do uso da internet no Brasil tem os seguintes princípios: I - garantia da liberdade de expressão, comunicação e manifestação de pensamento, nos termos da Constituição Federal; Diante dos termos da Constituição Federal, todo cidadão tem direito de manifestar o seu pensamento, oralmente ou por escrito mediante as condições e sobre tudo dentro dos limites prescritos em lei. Sem dúvida nenhuma, essa reversa legal é para dar uma maior efetividade à garantia fundamental no âmbito da proteção de terceiros usuários de internet, evitando que essa liberdade não seja usada de forma abusiva. Neste caso será sempre aplicado o princípio da proporcionalidade e/ou princípio da ponderação. O Marco Civil também dispõe sobre retirada de conteúdos de maneira similar ao que a lei americana. Mas aqui o conceito é mais abrangente: o projeto diz que os provedores de conteúdo, serviços de hospedagem e outras empresas ligadas à internet não podem ser responsabilizados por atos praticados por seus usuários. Elas devem se esforçar para retirar do ar qualquer conteúdo que seja requisitado por ordem judicial e caso não cumpram, devem então sofrer as penas previstas em lei.

2 As exceções seriam para sites em que há o estímulo, a prática ou a incitação explícita à violação dos direitos humanos, bem como casos de pedofilia, racismos, entre outras transgressões penais. Nesses casos, a exclusão do conteúdo deverá ser imediata. A privacidade dos usuários Os artigo 10º e 11º do Marco Civil tratam de dois itens importantes relacionados à privacidade dos usuários: O primeiro diz, dentre outras coisas, que um provedor não pode violar o direito à intimidade e vida privada dos seus usuários ou seja, não pode divulgar seus dados ou ainda monitorar os dados trafegados, algo natural para qualquer empresa que quer manter seus clientes felizes. E o segundo diz que o monitoramento e armazenamento desses dados podem ser feitos desde que o provedor receba ordem judicial com esta instrução. O tempo de armazenamento dos dados foi alterado, antes era de 2 anos e agora será de no máximo um ano. Vale lembrar que os provedores só deverão guardar o chamado registro de conexão, que segundo o projeto é o conjunto de informações referentes à data e hora de início e término de uma conexão à Internet, sua duração e o endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de pacotes de dados. Ou seja: eles devem guardar qual foi o IP, duração e quando essa conexão ocorreu. O registro não deve conter os sites acessados ou aplicações usadas e francamente manter um log disso tudo seria problemático para qualquer provedor. Também foram adicionados três novos parágrafos ao artigo 7º. Eles dizem que, caso algum serviço web precise coletar dados pessoais, ele deve dar informações claras e completas sobre essa coleta bem como excluir todos os dados caso o usuário termine seu contrato com a empresa e ainda oferecer temos claros sobre a políticas de uso da sua rede. E isso já é feito pela grande maioria de serviços, nos seus termos de uso. A neutralidade da rede Eduardo Levy, diretor do Sindicado de empresas de Telecom, disse que as regras de neutralidade da rede deveriam ser mais flexíveis para as empresas de telecom, para que elas possam oferecer serviços diferenciados aos seus usuários uma hora dando preferência a VoIP e outra a tráfego de vídeo, por exemplo. Para exemplificar seu argumento, Levy disse que é como o Sedex dos Correios que passa na frente sem prejudicar as outras correspondências, que nada mais é do que uma linha de pensamento absurda para um serviço como a internet. O diretor, e consequentemente as empresas cujo interesses ele representa, quer que as operadoras possam oferecer planos de acessos que discriminam serviços e protocolos.

3 Mas o novo texto oferece uma flexibilidade até aceitável. No artigo 9º fica claro que as operadoras de acesso à internet (e quaisquer empresas donas de infraestrutura nesse meio) só podem dar preferência a certos tipos de dados em suas redes se e somente se decorrer de requisitos técnicos indispensáveis à fruição adequada dos serviços e aplicações e em situações de emergência. Isso quer dizer que apenas em situações especiais as empresas poderão alterar a preferência de tráfego, como por exemplo caso sua infraestrutura sofra algum ataque externo. Fora isso, apenas o Poder Executivo (no caso, uma sanção presidencial) pode determinar quando um certo tipo de tráfego pode ser priorizado ou não. O texto vai além do necessário: caso alguma dessas situações ocorra e algum tipo de tráfego seja priorizado, as empresas envolvidas devem ser transparentes. O artigo diz que elas devem explicar antes aos usuários interessados quais os motivos que as levaram a priorizar algum tráfego e a explicação deve ter também todos os mínimos detalhes técnicos, sem descrições genéricas ou resumidas, cita o relatório. Questões: 1. Qual o objetivo do Marco Civil? 2. Como o Marco Civil conduz a Liberdade de Expressão na Internet? 3. Como uma publicação pode ser retirada da web? 4. Qual a importância da Neutralidade da Rede para os usuários da Internet? 5. O que significa um provedor violar o direito a intimidade dos usuários? 6. Quais são os tipos de dados que os provedores deverão guardar dos usuários? Por que? 7. Em que casos a exclusão de conteúdo da web deve ser imediata? 8. Explique a lei Apelidada de "Lei Carolina Dieckmann": 9. O que são Crimes Virtuais?

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