UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO HOSPITAL DAS CLÍNICAS RELATÓRIO DE GESTÃO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO HOSPITAL DAS CLÍNICAS RELATÓRIO DE GESTÃO Setembro de 2013

2 2 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE RELATÓRIO DE GESTÃO HOSPITAL DAS CLÍNICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO SETEMBRO DE 2013

3 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Gestão REITOR Amaro Henrique Pessoa Lins VICE-REITOR Gilson Edmar Gonçalves e Silva DIRETOR SUPERINTENDENTE George da Silva Telles DIRETORA TÉCNICA Iaracy Soares de Melo DIRETOR ADMINISTRATIVO Marcos Alberto Pinto Carvalho Gestão REITOR Anísio Brasileiro de Freitas Dourado VICE-REITOR Silvio Romero de Barros Marques DIRETOR SUPERINTENDENTE George da Silva Telles DIRETORA TÉCNICA Iaracy Soares de Melo DIRETOR ADMINISTRATIVO José Lamartine da Silva DIRETOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO José Ângelo Rizzo

4 4 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE APRESENTAÇÃO O documento ora apresentado consiste no relatório de gestão do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco referente aos períodos de , reitorado do Prof. Amaro Lins, e , reitorado do Prof. Anísio Dourado. Tem por objetivo apresentar as ações desenvolvidas por esta equipe de direção nos âmbitos da gestão, assistência, ensino e pesquisa, e administração. O relatório não tem a finalidade de demonstrar todas as ações desempenhadas durante esta gestão, pois isso não seria possível, sobretudo, serão apresentadas neste instrumento as informações que a direção julgou mais importantes para levar ao conhecimento da próxima gestão que assumirá o direcionamento do hospital. E mais ainda. A todos os servidores que direta ou indiretamente participaram da construção e desenvolvimento do Hospital das Clínicas nesses últimos seis anos. Espera-se, sobremaneira, que este relatório sirva de norteador para as ações que se encontram em andamento assim como de um instrumento para a transparência administrativa e o controle social tão almejados na administração pública.

5 RELATÓRIO DE GESTÃO Set SUMÁRIO 1 O HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Informações Gerais Organograma Vigente em Setembro de GESTÃO Contratualização: Plano Operativo Anual (POA) Programa Rehuf Diretriz Financiamento Compartilhado Diretriz Adequação da Estrutura Física Diretriz Recuperação e Modernização do Parque Tecnológico Diretriz Melhoria dos Processos de Gestão Diretriz Reestruturação do Quadro de Recursos Humanos Diretriz Aprimoramento das Atividades Hospitalares Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Enserh O Processo de Diagnóstico do HC Participação do HC nas Ações Desenvolvidas pela Ebserh Programa GesPública Projetos da Gestão ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Ensino e Pesquisa Extensão ASSISTÊNCIA Gestão Assistencial Regulação, Controle e Avaliação Qualificação do Cuidado com o Paciente Projetos e Programas Assistenciais ADMINISTRAÇÃO Força de Trabalho Informações Financeiras Obras e Reformas Equipamentos Abastecimento...89 CONSIDERAÇÕES FINAIS...90 FICHA TÉCNICA...91 ANEXOS...92

6 6 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE 1 O HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE 1.1 Informações Gerais O HC-UFPE, inaugurado em 14 de setembro de 1979, localizado no Campus Joaquim Amazonas, Cidade Universitária Recife, é um dos órgãos suplementares da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), diretamente subordinado ao Reitor para efeito de supervisão e de controle administrativo. No âmbito do ensino, encontra-se vinculado ao Ministério da Educação e no plano da assistência integra o Sistema Único de Saúde do Estado. O Hospital tem como função básica apoiar o ensino da graduação e da pósgraduação dos Centros de Ensino da Universidade Federal de Pernambuco, em particular, do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Além disso, o Hospital atua como hospital-escola, constituindo-se centro de pesquisa científica em todas as áreas da saúde, e como prestador de serviços médico-hospitalares, com atendimento ambulatorial e de internação à população do estado de Pernambuco e da região Nordeste, caracterizando seu nível de referência e sua capacidade resolutiva em patologias de alta complexidade. MISSÃO DO HC-UFPE Prestar um serviço de excelência à sociedade nos âmbitos da assistência, do ensino, da pesquisa e da extensão, com intuito de avançar nos conhecimentos científicos relacionados à saúde, à promoção e à preservação da vida. VISÃO DE FUTURO PARA 2016 Ser referência nacional e internacional como hospital público universitário fortalecendo o Sistema Único de Saúde.

7 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Organograma Vigente em Setembro de 2013 A estrutura organizacional do HC-UFPE é composta pelas diretorias, coordenadorias, assessorias das diretorias, serviços médicos, unidades de apoio diagnóstico e terapêutico, unidades de apoio administrativo e comissões hospitalares. Os serviços e setores que compõem cada uma dessas instâncias hierárquicas estão apresentados no Quadro1. Quadro 1: Níveis hierárquicos e suas composições. HC-UFPE, DIRETORIAS DIRETORIA DE SUPERINTENDÊNCIA DIRETORIA TÉCNICA DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DIRETORIA ADMINISTRATIVA E DE CONTROLADORIA COORDENADORIAS COORDENADORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE COORDENADORIA DE APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICO COORDENADORIA DE ENFERMAGEM COORDENADORIA DE AUDITORIA, CONTROLE E AVALIAÇÃO COORDENADORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS COORDENADORIA DE MATERIAIS COORDENADORIA DE GESTÃO DE PESSOAS COORDENADORIA DE APOIO ADMINISTRATIVO COORDENADORIA DE INFORMÁTICA ASSESSORIAS DAS DIRETORIAS ASSESSORIA DA SUPERINTENDÊNCIA ASSESSORIA DA DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ASSESSORIA DA DIRETORIA TÉCNICA

8 8 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE ASSESSORIA DE CONTROLADORIA ASSESSORIA DA HUMANIZAÇÃO ASSESSORIA DE IMPRENSA OUVIDORIA SERVIÇOS MÉDICOS ANESTESIOLOGIA CARDIOLOGIA GERAL E INTERVENCIONISTA (HEMODINÂMICA E CIRURGIA CARDÍACA) CLÍNICA MÉDICA/ACUPUNTURA/HOMEOPATIA CIRURGIA GERAL CIRURGIA PEDIÁTRICA CIRURGIA PLÁSTICA CIRURGIA TORÁCICA CIRURGIA VASCULAR DERMATOLOGIA DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS (DIP) ENDOCRINOLOGIA GASTROENTEROLOGIA GINECOLOGIA HEMATOLOGIA NEFROLOGIA GERAL/TERAPIA DIALÍTICA/TRANSPLANTE RENAL NEUROCIRURGIA NEUROLOGIA OBSTETRÍCIA OFTALMOLOGIA ONCOLOGIA/QUIMIOTERAPIA ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA OTORRINOLARINGOLOGIA

9 RELATÓRIO DE GESTÃO Set PEDIATRIA PNEUMOLOGIA PUERICULTURA REUMATOLOGIA SAÚDE MENTAL (PSIQUIATRIA/PSICOLOGIA) SAÚDE DO TRABALHADOR (MEDICINA OCUPACIONAL) TERAPIA INTENSIVA ADULTO TERAPIA INTENSIVA NEONATAL (UNIDADE NEONATAL: UCI E UTI NEONATAL) UROLOGIA UNIDADES DE APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICO BLOCO CIRÚRGICO AMBULATORIAL BLOCO CIRÚRGICO CENTRAL BLOCO CIRÚRGICO OBSTÉTRICO UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM (DIAGIMAGEM) UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR ENDOSCOPIA DIGESTIVA UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR ANÁLISES CLÍNICAS UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR ANATOMIA PATOLÓGICA UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR MEDICINA NUCLEAR UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR HEMODINÂMICA UNIDADE DE FARMÁCIA UNIDADE DE FISIOTERAPIA UNIDADE DE HEMOTERAPIA (AGÊNCIA TRANSFUSIONAL) UNIDADE DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA UNIDADE DE TERAPIA OCUPACIONAL UNIDADE DE SERVIÇO SOCIAL UNIDADES DE APOIO ADMINISTRATIVO ALMOXARIFADO ARQUIVO MÉDICO

10 10 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE COMPRAS COMUNICAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PATRIMÔNIO ENGENHARIA CLÍNICA LAVANDERIA MANUTENÇÃO PLANEJAMENTO TRANSPORTE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA COMISSÕES HOSPITALARES ANÁLISE DE ÓBITOS CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR (CCIH) COMITÊ TRANSFUSIONAL DOCUMENTAÇÃO MÉDICA E ESTATÍSTICA ÉTICA MÉDICA ÉTICA EM ENFERMAGEM INFRAESTRUTURA HOSPITALAR MORTALIDADE MATERNA E NEONATAL PADRONIZAÇÃO DE MATERIAIS MÉDICOS E HOSPITALARES PADRONIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS PERMANENTE DA QUALIDADE (CPQ) PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA) RESIDÊNCIA DE ENFERMAGEM RESIDÊNCIA MÉDICA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL REVISÃO DE PRONTUÁRIO SINDICÂNCIA E INQUÉRITO TERAPIA NUTRICIONAL TRANSPLANTE E CAPTAÇÃO DE ÓRGÃOS

11 RELATÓRIO DE GESTÃO Set A) ORGANOGRAMA VIGENTE ESTRUTURA DE GOVERNANÇA REITORIA SUPERINTENDÊNCIA PROPESQ ASSESSORIA DA SUPERINTENDÊNCIA COMISSÃO DE INQUÉRITO E SINDICÂNCIA RESIDÊNCIA MÉDICA ASSESSORIA DE HUMANIZAÇÃO CIPA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL ASSESSORIA DE IMPRENSA COMITÊ PERMANENTE DA QUALIDADE SECRETARIA COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR OUVIDORIA NEPI - NÚCLEO DE EPDEMIOLOGIA DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DIRETORIA TÉCNICA DIRETORIA ADMINISTRATIVA E DE CONTROLADORIA B) ORGANOGRAMA VIGENTE DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DEPEx ASSESSORIA ADMINISTRATIVA ASSESSORIA DE RELAÇÕES INTERINSTITUCIONAIS SECRETARIA

12 12 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE C) ORGANOGRAMA VIGENTE DIRETORIA TÉCNICA DITEC ASSESSORIA DA DITEC SECRETARIA COORDENADORIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SERVIÇOS MÉDICOS (28 SERVIÇOS) UTI DE ADULTOS UNIDADE NEONATAL PLANTÃO GERAL/UNIDADE DE EMERGÊNCIA COORDENADORIA DE APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICO UNIDADE DE UNIDADE DE LABORATÓRIO ANATOMIA DE ANÁLISES PATOLÓGICA CLÍNICAS UNIDADE DE HEMOTERAPIA UNIDADE DE IMAGEM UNIDADE DE FAMÁCIA UNIDADE DE TRANSPLANTES UNIDADE DE HEMODINÂMICA UNIDADE DE ENDOSCOPIA UNIDADE DE NUTRIÇÃO E DIETÉTICA UNIDADE DE MEDICINA UNIDADES DE BLOCO NUCLEAR CIRÚRGICO (CENTRAL, OBSTÉTRICO, AMBULATORIAL) COORDENADORIA DE ENFERMAGEM GERÊNCIA DE INTERNAÇÃO GERÊNCIA DE AMBULATÓRIOS GERÊNCIA DO BLOCO CIRÚRGICO CENTRAL GERÊNCIA DA CENTRAL DE MATERIAIS E ESTERILIZAÇÃO GERÊNCIA DO SETOR COORDENADORIA DE AUDITORIA, CONTROLE E AVALIAÇÃO UNIDADE DE UNIDADE DE CONTROLE E AUDITORIA MÉDICA AVALIAÇÃO SEÇÃO DE PLANEJAMENTO E CONTTROLE DE METAS SEÇÃO DE FATURAMENTO SETOR DE FATURAMENTO AMBULATORIAL SETOR DE FATURAMENTO HOSPITALAR COMISSÕES E COMITÊS DE APOIO À GESTÃO ASSISTENCIAL COMISSÃO DE COMISSÃO DE DOCUMENTAÇÃO MORTALIDADE MÉDICA E MATERNA E ESTATÍSTICA NEONATAL COMISSÃO DE COMISSÃO DE ÉTICA DE ÉTICA MÉDICA ENFERMAGEM COMISSÃO DE COMISSÃO DE PADRONIZAÇÃO DE PADRONIZAÇÃO DE MATERIAL MÉDICO- MEDICAMENTOS HOSPITALAR COMISSÃO DE COMISSÃO DE TRANSPLANTE E REVISÃO DE CAPTAÇÃO DE PRONTUÁRIOS ÓRGÃOS COMITÊ COMISSÃO DE TRANSFUSIONAL ANÁLISE DE ÓBITOS UNIDADE DE SERVIÇO DE ANESTESIOLOGIA DE ADMISSÃO E ALTA FISIOTERAPIA SERVIÇO SOCIAL UNIDADE DE TERAPIA OCUPACIONAL

13 RELATÓRIO DE GESTÃO Set D) ORGANOGRAMA VIGENTE DIRETORIA ADMINISTRATIVA E DE CONTROLADORIA DAC ASSESSORIA DAC SECRETARIA COORDENADORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS COORDENADORIA DE MATERIAIS COORDENADORIA DE APOIO ADMINISTRATIVO COORDENADORIA DE INFORMÁTICA COORDENADORIA DE GESTÃO DE PESSOAS SAME FINANÇAS UNIDADEDE ALMOXARIFADO UNIDADE DE MANUTENÇÃO DESENVOLVIMENTO CAPACITAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA SERVIÇO DE CUSTOS UNIDADE DE PLANEJAMENTO COMUNICAÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E PATRIMÔNIO HELP DESK ACOMPANHAMENTO FUNCIONAL SERVIÇO DE COMPRAS NÚCLEO DE ENGENHARIA CLÍNICA GRUPO LINUX UNIDADE DE SEGURANÇA E VIGILÂNCIA SUPORTE TÉCNICO SERVIÇO DE TRANSPORTE SISTEMAS SERVIÇO DE LIMPEZA E ZELADORIA SERVIÇÇO DE PROCESSAMENTO DE ROUPAS NECROTÉRIO

14 14 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE AÇÕES DE GESTÃO

15 RELATÓRIO DE GESTÃO Set GESTÃO 2.1 Contratualização: Plano Operativo Anual (POA) Por meio da Portaria GM/MS nº 1702 de 17 de agosto de 2004, foi criado o Programa de Reestruturação dos Hospitais de Ensino, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o qual, dentre outras ações, reformula a política de financiamento desses hospitais, que deve ser pautada em um instrumento de Contratualização entre o hospital de ensino e o gestor de saúde local. No termo de Contratualização, é estabelecido um Plano Operativo Anual (POA) com a definição de metas quantitativas e qualitativas, as quais são acompanhadas por meio de indicadores. As principais vertentes do plano estão nos âmbitos: 1) da atenção à saúde: assistência de alta e média complexidade; políticas de humanização; gestão assistencial; 2) do desempenho nas atividades de ensino, pesquisa e qualificação profissional. Quando da posse desta gestão, em 2007, o último termo de Contratualização vigente pactuado entre o HC e a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES) datava de Tal lapso temporal estava trazendo prejuízos financeiros para a instituição, tendo em vista que as metas e os valores contratualizados estavam defasados. Após várias reuniões com a SES e negociações entre as necessidades do gestor local de saúde e a capacidade de oferta do HC, novas metas foram pactuadas o que representou o impacto financeiro apresentado na Tabela 1. Os dados comprovam que a gestão dobrou o valor da contratualização do hospital nesses últimos seis anos de gestão. Um novo Plano Operativo Anual (POA) foi proposto para e está sob análise para nova pactuação.

16 16 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Tabela 1: Evolução do impacto financeiro na Contratualização. HC-UFPE, Contrato de Gestão º Termo Aditivo º Termo Aditivo º Termo Aditivo º Termo Aditivo º Termo Aditivo º Termo Aditivo 2012¹ 7º Termo Aditivo ² 8º Termo Aditivo (proposta )³ Pré-fixado R$/mês Média Complexidade , , , , , ,08 Incentivo à Contratualização - IAC Fator de Incentivo ao Desenvolvimento do Ensino e Pesquisa (EX- FIDEPS) Incentivo HU (PT GM 775 Maio/ , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,72 Incentivo a Rede Cegonha , ,90 Sub Total , , , , , , , , ,85 Pós-fixado R$/mês Alta Complexidade , , , , , , , ,99 FAEC , , , , , , , ,61 Sub Total , , , , , , , ,60 TOTAL , , , , , , , , ,45 ¹ O 6º Termo Aditivo refere-se ao pagamento de 12 meses do programa Rede Cegonha mais o reajuste da Tabela SUS de 2012 que não havia sido contemplado no 5º Termo Aditivo. ² O 7º Termo Aditivo tem vigência de julho de 2012 a junho de ³ O 8º Termo Aditivo está sob análise do jurídico. Após aprovação, sua vigência será retroativa a julho de 2013 a junho de 2014.

17 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Programa Rehuf O Programa de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) foi instituído em 27 de janeiro de 2010 pelo Decreto 7.082, com fins de reestruturar e revitalizar esses hospitais. Seu principal objetivo é criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários federais (HUs) possam desempenhar plenamente suas funções em relação às dimensões de ensino, pesquisa e extensão e à dimensão da assistência à saúde. Para tanto, seis importantes diretrizes foram definidas pelo Rehuf a fim de fazer cumprir sua implementação com eficácia, conforme explicitado a seguir Diretriz Financiamento Compartilhado A primeira diretriz estabelecida pelo programa foi a instituição de mecanismos adequados de financiamento, igualmente compartilhados entre as áreas da educação e da saúde, progressivamente, até Até o ano de 2010, o MEC financiava 80% dos recursos nos HUs, enquanto que o MS aportava apenas 20%. A partir de 2012, o financiamento passou a ser paritário, isto é, cada ministério alocando igualmente os percentuais de recursos financeiros nos hospitais. Além da desigualdade de aporte de recursos entre os ministérios, os hospitais não eram contemplados suficientemente com recursos de capital destinados à realização de reformas, obras e para a aquisição de novos equipamentos. Antes da criação do Rehuf, o recurso de investimentos recebido pelo HC era restrito a uma única parcela interministerial/mec ao final de cada ano. Essa política de repasse trazia dificuldades de execução do recurso, pois inviabilizava a realização de licitações pelo próprio hospital em função do curto tempo para o uso dele. Nesse sentido, o hospital realizava as aquisições de bens por meio de carona em atas de registros de preços de outros órgãos. Com a criação do Rehuf, o hospital passou a receber recursos anuais para investimentos, e o valor descentralizado pelo MEC e pelo MS passou a seguir o critério de classificação de rankeamento dos hospitais universitários. Os critérios de classificação serão detalhados no item No Gráfico 1, são apresentados os recursos empenhados pelo Hospital das Clínicas da UFPE referentes aos recursos descentralizados pelo Rehuf.

18 valores 18 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Gráfico 1: Recursos recebidos por meio do Rehuf. HC-UFPE, , , ,00 Evolução recursos Rehuf , , ,00 0, Custeio/MEC 0, , ,01 Investimentos/MEC , , ,44 Custeio/MS , , ,97 Investimentos/MS 0, , ,00 TOTAL , , ,42 Fonte: SIAFI Gerencial

19 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Observa-se no Gráfico 1 que os recursos investidos pelo Rehuf no ano de 2011 foram quase seis vezes mais que no ano de sua criação, em Em 2012, há uma queda nesse crescimento, caracterizada pelo não uso de todo o recurso disponibilizado pelo programa nesse ano. Em função da greve de servidores em 2012, o HC não conseguiu executar todo o recurso descentralizado pelo programa. Foram devolvidos ao final do exercício: R$ ,50 (dois milhões, quinhentos e dez mil, quinhentos e setenta e um reais e cinquenta centavos), o que representou 13,4% do recurso disponibilizado pelo programa em Em agosto deste ano de 2013, foram descentralizados R$ ,53 (dois milhões, novecentos e quarenta e sete mil, oitocentos e vinte e dois reais e cinquenta e três centavos) de recursos de custeio pelo programa Rehuf. Até o final do ano, uma segunda parcela de recursos deverá ser descentralizada. Ainda não há definição, até o momento, do valor dessa parcela. Mais detalhes sobre o uso dos recursos disponibilizados pelo Rehuf serão apresentados na seção 5 referente às ações administrativas Diretriz Adequação da Estrutura Física O Rehuf descentralizou para o HC, em 2011, o valor de R$ ,16 (três milhões, quinhentos e sessenta mil, oitocentos e cinquenta e nove reais e dezesseis centavos) referente a recursos para reformas de estrutura física. Entretanto, em função de não dispor de equipe de infraestrutura no hospital, o HC não conseguiu realizar os projetos exigidos pelo MEC para a liberação do recurso Diretriz Recuperação e Modernização do Parque Tecnológico O HC recebeu do Rehuf, entre os anos de 2010 e 2012, o valor total de R$ ,75 (onze milhões, novecentos e um mil, noventa e seis reais e setenta e cinco centavos) para modernização de seu parque tecnológico. Os recursos descentralizados pelo MS foram aplicados na aquisição de equipamentos de grande porte, licitados através do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação),

20 20 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE na modalidade de compras compartilhadas. Os recursos descentralizados pelo MEC foram aplicados na aquisição de equipamentos de menor custo, mas igualmente indispensáveis à funcionalidade do hospital. A maior dificuldade encontrada para a execução desses recursos foi a modalidade da aquisição. Quase a totalidade dos equipamentos foi adquirida por meio de adesão a atas de registro de preços de outros órgãos federais. Essa opção de compra ocorreu em função de os recursos orçamentários serem liberados no final do ano, portanto com curto prazo para execução orçamentária, o que inviabilizava a realização de certames licitatórios. Ao mesmo tempo, a Procuradoria da UFPE não autorizava a abertura de processos pelo HC para atas de registro de preço sem que houvesse a especificação prévia da fonte de recursos previstos nessas atas. Sendo assim, não foi possível realizar os processos ao longo de cada ano, o que acabava por inviabilizar completamente a realização de licitações próprias pelo hospital. Apesar de a Direção considerar, como sendo a melhor opção, a estratégia de antecipação dos processos licitatórios sem o orçamento prévio, já que havia praticamente uma garantia de que os recursos seriam liberados pelo programa Rehuf, as solicitações não foram atendidas. Como o Decreto que regia as atas de registro de preços era omisso em relação à obrigatoriedade da informação da dotação orçamentária no processo, a Procuradoria da UFPE tinha o entendimento de que deveria seguir a Lei 8.666/93 que rege as licitações. Todavia, outros órgãos realizavam o processo de registro, sem a referida dotação orçamentária. Em função dessa não autorização pela Procuradoria da UFPE, a gestão deixou de atender melhor as necessidades prioritárias do HC. Em janeiro de 2013, um novo instrumento foi publicado, o Decreto nº 7.892, permitindo a realização de atas de registro de preços sem a informação da fonte orçamentária. Os equipamentos adquiridos pelo Hospital das Clínicas serão apresentados no item Diretriz Melhoria dos Processos de Gestão O programa estabeleceu um plano de metas e de acompanhamento por meio do sistema SisRehuf, alimentado quadrimestralmente pela gestão do hospital. Os

21 RELATÓRIO DE GESTÃO Set dados inseridos no sistema refletem diretamente no financiamento do hospital, uma vez que a distribuição de recursos é feita a partir de um escore, classificado de acordo com as metas atendidas. Na Tabela 2, são apresentados os indicadores do Ministério da Educação para classificação dos hospitais universitários no ranking nacional assim como a pontuação atingida pelo Hospital das Clínicas da UFPE. Tabela 2: Indicadores de pontuação do Rehuf pelo MEC para rankeamento dos HUs. HC-UFPE, INDICADORES PONTUAÇÃO MÁXIMA PONTUAÇÃO DO HC POR ANO Porte e Perfil Fatores de Desempenho Integração com o SUS 8 2,5 2 TOTAL DE PONTOS Fonte: DITEC. Até o ano de 2010, o HC se encontrava na 23º posição do ranking nacional dentre todos os HUs do país. Após um trabalho técnico desenvolvido em conjunto por todas as diretorias, o hospital melhorou seus indicadores, alcançando a 7º posição nacional e a 1º posição do Grupo 2 dos HUs. A Tabela 3 reflete a classificação nacional alcançada pelo HC no ano de 2011 e que está mantida até o momento, considerando que a pontuação do hospital sofreu alteração de apenas 1 ponto no ano de 2012.

22 22 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Tabela 3: Classificação dos Hospitais Universitários Federais pelo Rehuf Grupos 1 e 2. HC-UFPE, GRU SIGLA HOSPITAL PERFIL LEITOS ATIVOS PORTE E PERFIL DESEMPENHO INTEGRAÇÃO COM O SUS PONTUAÇÃO FINAL HG1 UNIFESP SÃO PAULO GERAL ,0 5, UCPA HC PORTO ALEGRE GERAL ,0 4, UFPR HC GERAL ,5 4, UFMA HOSP UNIVERSITÁRIO GERAL ,0 4, UFMG HC GERAL ,0 4, UFU HC GERAL ,0 4, HG2 UFPE HC GERAL 365* 18 4,0 3, UFSM HOSP UNIVERSITÁRIO GERAL ,0 4, UFRJ CLEMENTINO FRAGA GERAL ,0 3, UFTM HOSPITAL ESCOLA GERAL ,0 4, UFG HC GERAL ,5 3, * O número atual de leitos ativos é 406. Fonte: DITEC.

23 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Os esforços dessa gestão estavam em aperfeiçoar ainda mais os indicadores do hospital para que o HC ascendesse ao Grupo 1 de HUs e, assim, recebesse mais incremento em seu financiamento. Para tanto, faz-se necessário investir na abertura da emergência, pois é uma política prioritária do Rehuf, na adesão à Ebserh, além de aperfeiçoar as informações alimentadas no SisRehuf nas áreas de ensino, pesquisa, assistência e gestão, porque refletem diretamente na classificação dos HUs. A Tabela 4 demonstra mais uma matriz utilizada pelo programa para a distribuição de recursos entre os hospitais. Essa matriz é referenciada na descentralização dos recursos aportados pelo Ministério da Saúde. Tabela 4: Indicadores de pontuação do Rehuf, pelo MS, para distribuição de recursos financeiros. HC-UFPE, INDICADOR PRIORIDADE PONTUAÇÃO MÁXIMA PONTUAÇÃO DO HC 1. Participação nas redes temáticas: rede cegonha; RAU; rede psicossocial; câncer Oferta regulada Classificação de risco Contratualização Taxa de ocupação (faixa de pontuação mínima de 55%) CNES atualizado Educação permanente Adesão à EBSERH Monitoramento da execução orçamentária e financeira Ações de humanização Fonte: DITEC. TOTAL

24 24 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE O programa Rehuf desenvolveu ainda um importante sistema de gestão interna para os hospitais universitários chamado de Aplicativo de Gestão para os Hospitais Universitários (AGHU). A proposta do AGHU é fortalecer as melhores práticas de gestão hospitalar nos hospitais universitários federais, por meio do uso de ferramentas de suporte aos processos nele estruturados. Estão previstas três atividades preparatórias para a implantação do AGHU: visita inicial, workshop, imersão e diagnóstico do hospital quanto às condições necessárias. A visita inicial tem o objetivo de divulgar o aplicativo e inclui, ainda, o mapeamento de processos, avaliação da infraestrutura disponível e identificação dos principais pontos de aderência e eventuais inconformidades com o novo sistema. Em seguida, acontece o workshop, quando representantes do hospital visitam o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) com a finalidade de conhecer o AGHU em funcionamento, esclarecer dúvidas e iniciar o planejamento da implantação. Na imersão, o hospital visita o HCPA, dessa vez para treinamento no processo de gestão e no uso do aplicativo. O Hospital das Clínicas da UFPE já realizou todas as etapas necessárias para a implantação do AGHU. A fase atual está em concluir a estrutura física para a instalação dos equipamentos e funcionamento pleno do sistema no hospital. O Quadro 2 demonstra as etapas para o processo de utilização do sistema pela instituição. Quadro 2: Status de implantação do sistema AGHU no HC-UFPE. HC-UFPE, AÇÕES STATUS Visita inicial Concluído (novembro 2011) Workshop Concluído (dezembro 2011) Diagnóstico do hospital Concluído (janeiro a março 2012) Imersão HCPA Concluído (abril 2012) Implantação do sistema Está previsto o início da alimentação dos dados do hospital no sistema para preparação da sua plataforma de uso na instituição. Os módulos que serão inicialmente implantados são gestão de pessoas (apenas cadastro), internação (Serviço de

25 RELATÓRIO DE GESTÃO Set AÇÕES STATUS Admissão e Alta SAA, salas de evolução/prescrição médica e postos de enfermagem das enfermarias e unidades de terapia intensiva), almoxarifado (estoque) e farmácia. Previsão fevereiro de Adequação de estrutura física Iniciados os serviços de instalação de rede de alta velocidade em todo o hospital e a adequação da sala segura. Previsão de conclusão em fevereiro de Foi concluído o estudo de ambientação das áreas que receberão o aplicativo. Resta pendente licitar a aquisição dos mobiliários. Também é necessário fazer levantamento da necessidade de climatização dos espaços, as adequações físicas necessárias nessas áreas a serem climatizadas e a aquisição dos equipamentos de refrigeração. Instalação dos equipamentos Todos os equipamentos para o funcionamento do aplicativo já foram adquiridos, dentre eles 134 computadores e 6 servidores. A instalação só poderá ser realizada quando findado os trabalhos de adequação da estrutura física. Treinamento dos servidores A sala de treinamento já está disponível para a capacitação dos servidores no uso do sistema, o que deverá ser iniciada de imediato. A previsão para conclusão desta etapa é fevereiro de Fonte: DITEC, DAC/Coordenadoria de Informática. Uma terceira ação organizada e executada pelo programa Rehuf no sentido de aperfeiçoar os processos de gestão foi a realização das compras compartilhadas. A partir da padronização de condutas assistenciais, com a definição de protocolos clínicos e procedimentos operacionais instituídos, tornou-se possível a padronização dos insumos necessários para o hospital. Em 2010, a partir de consultas aos hospitais universitários quanto à padronização e ao dimensionamento da quantidade de insumos, o MEC iniciou o processo de pregões para compras compartilhadas de insumos de materiais médicohospitalares e de soluções de grandes volumes. Em 2011, essas compras também

26 26 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE foram estendidas para a aquisição de equipamentos médicos, tais como de neonatologia e de imagem. O Hospital das Clínicas da UFPE se beneficiou dessas compras feitas pelo Rehuf, rendendo ao HC uma diminuição na sobrecarga de trabalho na área de licitações, por não demandar mais a compra dos itens contemplados nos pregões, além de uma importante economia gerada pela compra em larga escala Diretriz Reestruturação do Quadro de Recursos Humanos O Adicional de Plantão Hospitalar (APH) foi a primeira ação realizada pelo programa Rehuf com a finalidade de minimizar os problemas dos hospitais universitários decorrentes do grande déficit de recursos humanos. O APH foi implantado em 02 de fevereiro de 2009 pela Lei com o propósito de disponibilizar plantões adicionais para os profissionais da área da saúde a fim de viabilizar a cobertura de plantões deficitários. Os critérios de distribuição desses plantões são definidos por cada instituição. No HC, além da complementação das escalas, um número menor de plantões foi autorizado para garantir a supervisão da residência multiprofissional e a realização de mutirões de cirurgias e exames. Apesar da livre escolha de critérios pelo hospital, algumas exigências devem ser obedecidas para que se possa usufruir do APH, conforme disposto no Decreto de 29 de maio de 2009, o qual regulamenta a aplicação do APH. Dentre as exigências, destaca-se a obrigatoriedade do registro por meio de ponto eletrônico pelos profissionais que recebem APH, tanto da sua carga horária normal como da sua carga horária do APH. A partir de 2012, o registro do ponto passa a ser obrigatório para todos os servidores independente de receber ou não APH. O HC ainda não atende a essa exigência do MEC. Entretanto, entre janeiro e agosto de 2013, a direção do HC realizou estudo propositivo para formulação de um projeto de controle de acesso que inclui a reestruturação das portarias de acesso ao hospital com catracas, portas para acesso restrito, registro de ponto eletrônico e câmeras. Todos esses dispositivos poderão assegurar o controle de acesso ao hospital, assim como o cumprimento das

27 RELATÓRIO DE GESTÃO Set cargas horárias pelos profissionais. O projeto já concluído será disponibilizado para a próxima gestão que deverá decidir quanto à sua implementação. Além dos critérios acima descritos para o uso do APH no HC, a partir de outubro de 2012 o adicional passou a ser utilizado para cobrir plantões de enfermagem decorrentes da flexibilização da carga horária desses profissionais pela Reitoria da UFPE. Por solicitação do Sintufepe, os plantões de enfermagem foram reduzidos de 15 plantões/mês para 12 plantões/mês. Apesar da discordância desta direção quanto à essa decisão, já que não se alinhava às diretrizes do APH, a estratégia foi posta em prática por decisão da gestão central da UFPE. Apesar de a política de APH minimizar os transtornos vivenciados pela falta de pessoal nos hospitais universitários, tal ação não foi a solução permanente esperada por essas instituições. Como proposta duradoura do problema relacionado à força de trabalho nos HUs, o programa Rehuf criou uma matriz de dimensionamento de recursos humanos baseada no número de leitos e de consultas ambulatoriais dos hospitais. Essa ação, iniciada pelo Rehuf, foi repassada para a Ebserh a partir de sua criação. No momento, apenas os hospitais que fazem a adesão à empresa são contemplados com o estudo de dimensionamento de necessidades e realização de concurso público para contratação de servidores. A direção do Hospital das Clínicas, nos anos de 2011 e 2012, solicitou à reitoria requerer junto ao Ministério da Educação a realização de concurso público para a adequação de seu Quadro de pessoal, atualmente com um déficit de aproximadamente 600 profissionais. Também foi solicitada a realização de concurso de mais cerca de 400 profissionais para a abertura da emergência e de novos leitos. As duas solicitações foram negadas pelo MEC, alegando que para a recomposição de recursos humanos pelos hospitais universitários se faz necessária a adesão à Ebserh Diretriz Aprimoramento das Atividades Hospitalares O aprimoramento das atividades hospitalares vinculadas ao ensino, pesquisa, extensão e assistência à saúde será efetivado a partir do uso das ferramentas disponibilizadas pelo Rehuf para a profissionalização da gestão dos hospitais universitários. Dentre as ferramentas disponibilizadas pelo programa, destacam-se o

28 28 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE sistema SisRehuf de acompanhamento quadrimestral pela gestão central da Ebserh, a matriz de financiamento que definiu critérios de distribuição dos recursos entre os hospitais, o Plano Operativo Anual celebrado com o gestor local de saúde e apoiado por profissionais da Ebserh quando os hospitais identificam dificuldades de articulação, e o aplicativo AGHU, importante instrumento de gestão e controle para os hospitais. 2.3 Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Ebserh A Ebserh foi criada, pela Lei nº em 2011, com a finalidade de dar prosseguimento ao processo de recuperação dos hospitais universitários federais iniciado pelo programa Rehuf. A Ebserh é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Educação, responsável pela gestão do programa de reestruturação dos HUs. Além dessa função que abrange todos os hospitais universitários, a ela também compete a modernização da gestão dos hospitais que aderirem à Ebserh. A empresa tem como atribuições a coordenação e a avaliação da execução das atividades dos hospitais, o apoio técnico à elaboração de instrumentos de melhoria da gestão e a elaboração da matriz de distribuição de recursos para os hospitais. Por essa razão, independente da adesão ou não à Ebserh, todos os hospitais universitários se reportam à empresa no que se refere às ações do plano de reestruturação para essas instituições. A decisão pela contratação da Ebserh para a gestão do hospital universitário cabe a cada universidade, no âmbito de sua autonomia. O contrato entre a Ebserh e cada instituição prevê as obrigações dos signatários, as metas de desempenho, indicadores e prazos de execução e a sistemática para o acompanhamento e avaliação das metas estabelecidas O Processo de Diagnóstico do HC Em março do corrente ano, o Conselho Universitário da UFPE votou a favor da realização do diagnóstico situacional para posterior apresentação de proposta de

29 RELATÓRIO DE GESTÃO Set contrato e nova votação quanto à adesão à Ebserh. Diante de tal decisão, a direção do Hospital das Clínicas trabalhou durante os meses de maio a julho de 2013 para a elaboração do referido instrumento. Em 23 de julho de 2013, todas as informações referentes aos serviços prestados pelo HC nos âmbitos do ensino, da pesquisa e da assistência, o dimensionamento de recursos humanos, o dimensionamento do patrimônio e a proposta de ampliação para seis meses foram entregues à Ebserh para que fosse elaborada a proposta de contrato e o dimensionamento para realização de concurso para contratação de novos servidores. Nas Tabelas 5 e 6, estão discriminadas as propostas de ampliação apresentadas no diagnóstico. Tabela 5: Nº de leitos a serem ampliados. HC-UFPE, TIPO DE LEITO LOCALIZAÇÃO N º A SER PRAZO AMPLIADO ESTIMADO Unidade coronariana 5º andar bloco B 4 leitos 6 meses UTI neonatal 4º andar bloco B 2 leitos 6 meses UCI neonatal 4º andar bloco B 3 leitos 6 meses Leitos de enfermaria (clínicos, cirúrgicos Andares diversos 62 leitos 6 meses e saúde mental) Hospital-dia cirúrgico Andares diversos 6 leitos 6 meses TOTAL 77 leitos Fonte: DITEC. Tabela 6: Serviços a serem abertos/ampliados. HC-UFPE, SETOR SERVIÇO A SER ABERTO/AMPLIADO PRAZO ESTIMADO Unidade de Emergência Abertura da Unidade de Emergência Referenciada e Regulada 6 meses Unidade de Diagnóstico por Imagem Instalação e funcionamento do equipamento de Ressonância Magnética Ampliação da oferta de Densitometria óssea 4 meses Imediata Unidade de Diagnóstico por Medicina Nuclear Instalação e funcionamento do equipamento de PET-CT 3 meses

30 30 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE SETOR SERVIÇO A SER ABERTO/AMPLIADO PRAZO ESTIMADO Unidade Coronariana Abertura da unidade com 4 leitos 6 meses Unidade Neonatal Ampliação de 2 leitos na UTI neonatal Ampliação de 3 leitos na UCI neonatal 6 meses Bloco Cirúrgico Central Ativação de mais 4 salas cirúrgicas, totalizando 10 salas de cirurgias funcionantes neste bloco 6 meses Unidade de Internação - enfermarias Abertura de 62 leitos clínicos, cirúrgicos e de saúde mental 6 meses Unidade de Anatomia Patológica Oferta de exames de imunohistoquímica 6 meses Serviço de Oftalmologia Fonte: DITEC. Implementação dos Consultórios Itinerantes de Oftalmologia 2 meses A Ebserh ainda não remeteu para o Hospital das Clínicas a proposta de contrato para submissão ao Conselho Universitário da UFPE, o que deve acontecer ainda no segundo semestre deste ano. Mediante o documento, o reitor deverá levar o instrumento para votação no Conselho Participação do HC nas Ações Desenvolvidas pela Ebserh Uma das ações desenvolvidas pela Ebserh em parceria com os hospitais universitários é o Projeto Olhar Brasil/Consultórios Itinerantes. O projeto tem como principal objetivo ampliar o cenário de ensino-aprendizagem, orientado em processos de ensino e pesquisa, e promover o acesso à assistência médica oftalmológica e de odontologia à população, preferencialmente escolares, residentes em localidades distantes ou de interior, por meio de consultórios itinerantes. O Hospital das Clínicas está participando do programa no atendimento de oftalmologia. Para tanto, em novembro de 2012, o hospital recebeu um conjunto de

31 RELATÓRIO DE GESTÃO Set carreta e contêiner (vazio), e, em dezembro de 2012, foram entregues mais um contêiner com dois consultórios de oftalmologia e uma fábrica de óculos. A entrega técnica dos consultórios foi realizada no mês de abril de Restam pendentes a formalização da doação dos equipamentos citados pelo FNDE e a autorização de funcionamento pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (APEVISA). O consultório deverá realizar de 48 a 60 consultas por dia. A oferta de vagas deverá ser pactuada com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Já foram adquiridos, por ata de registro de preços, os insumos necessários ao atendimento durante seis meses, quais sejam, colírios, lentes e armações. Resta pendente definir o modelo de atendimento no âmbito do ensino envolvendo, primordialmente, os residentes do Programa de Residência Médica de Oftalmologia, preceptores e médicos oftalmologistas. Também deverá ser viabilizada a utilização da estratégia de telessaúde nos atendimentos. Quanto aos demais profissionais necessários para atuação exclusiva nos consultórios itinerantes de oftalmologia, será necessária a contratação de médicos oftalmologistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, recepcionista, técnico de óptica, condutor e auxiliar de serviços diversos. A contratação dos cargos possíveis de serem terceirizados já foi solicitada à Coordenação de Planejamento e Controle de Material do HC para preparação do certame licitatório. Outra ação desenvolvida pela Ebserh em conjunto com os HUs é a realização de Mutirões de Cirurgias Eletivas. O mutirão faz parte de um rol de ações estratégicas instituídas pelo Ministério da Saúde e que, através da Ebserh, prevê a participação dos hospitais universitários federais com realização de cirurgias, por blocos, atendendo a um calendário nacional construído especificamente para agenda dos HUs. A participação do hospital é voluntária e de acordo com o perfil e capacidade logística de cada unidade. Em julho deste ano o HC participou do primeiro módulo previsto no mutirão de cirurgias eletivas, destinado à realização de cirurgias de catarata. A participação do hospital se dá de acordo com a capacidade de aquisição dos insumos pela Coordenadoria de Materiais e a possibilidade de remuneração por APH dos profissionais que trabalharão nas atividades extraordinárias.

32 32 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE 2.4 Programa GesPública Uma importante ação de gestão realizada pela direção do HC foi a adesão ao Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GesPública. A participação no programa teve como principal propósito o aperfeiçoamento da gestão. O programa teve início no hospital em setembro de 2009 com a participação direta de 25 servidores. O estabelecimento de avaliações sistemáticas da qualidade da gestão e o planejamento de metas para implementação de melhorias sedimentaram o trabalho realizado pela rede de voluntários composta por servidores do HC. Reflexo disso foi a criação do Comitê Permanente da Qualidade, em abril de 2012, por meio da Portaria 23/2013. Dentre as ações planejadas e acompanhadas pelo Comitê se destacam a capacitação de gestores, a elaboração do planejamento estratégico , a elaboração da carta de serviços ao cidadão, o aperfeiçoamento do site do HC atendendo à Lei de Acesso à Informação, a aplicação da pesquisa de ambiência e a formulação de proposta de novo organograma e regimento interno do Hospital das Clínicas. Outras ações continuam sendo desenvolvidas pelo Comitê juntamente com diversos setores do hospital, a exemplo do programa de gerenciamento de resíduos, a implantação da gestão por processos, a certificação pela ISO 9001, o plano de segurança contra incêndio e a política de segurança da informação. O programa também auxiliou a gestão em importantes decisões gerenciais, como a participação do hospital no Conselho Universitário da UFPE. O Hospital das Clínicas, apesar de ser um importante órgão suplementar da Universidade, até o ano de 2010 não tinha participação no referido Conselho. Considerando que este é o principal fórum de decisões compartilhadas da Universidade, a gestão barganhou junto ao reitor Amaro Lins o direito de participar dessa instância de decisões. Mesmo tendo adquirido o direito à voz no fórum, o hospital ainda necessita envidar esforços no sentido de também ter o direito a voto no Conselho Universitário. A criação da Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão também foi fruto de estudo realizado durante o trabalho de construção da proposta do novo organograma e regimento interno do HC. Sobre essa diretoria será dedicado um espaço específico na seção seguinte para sua apresentação.

33 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Projetos da Gestão Esta gestão optou por investir em apenas dois projetos, em função das dificuldades internas para a execução dos recursos disponibilizados. O primeiro projeto, intitulado Criação da Unidade de Imagens em Cardiologia Clínica e em Cirurgia Cardiovascular, no âmbito do Hospital das Clínicas da UFPE, foi elaborado em O projeto tem como objetivo, por meio da modernização de seu parque tecnológico, suprir a instituição de melhores condições de praticar a assistência, no atendimento ao paciente, e o ensino e a pesquisa, no desenvolvimento de estudos e treinamento de alta qualidade. O valor total do projeto foi estimado em R$ ,53 (seis milhões, quatrocentos e setenta e nove mil, seiscentos e quarenta e sete reais e cinquenta e três centavos) e contempla a aquisição de equipamentos de alta complexidade, tais como angiógrafo, ressonância magnética, gama câmara e tomógrafo, além de outros equipamentos de menor porte. Em função da variação do dólar e depois devido à crise internacional, a instituição enfrentou grande dificuldade para executar a primeira parcela do recurso, destinada à aquisição do angiógrafo. Após um ano e meio de trabalho dedicado à licitação do referido equipamento, o certame foi concluído em novembro de No segundo semestre do ano passado foi necessário solicitar ajustes no plano de trabalho inicialmente formulado para o projeto. Essa solicitação gerou um processo no Ministério da Saúde que tramita desde então sem resposta positiva até o momento. Isso fez com que o recurso da primeira parcela ficasse indisponível para efetivar a compra do equipamento licitado. Considerando que o HC dispunha de recursos suficientes para a aquisição do equipamento com recursos próprios, a gestão optou por efetivar a compra utilizando verba do hospital e não do projeto. Essa decisão precisou ser tomada sob pena da empresa vencedora do certame se recusar a entregar o equipamento, considerando o lastro de tempo desde a conclusão da licitação, em novembro de Finalmente, em agosto deste ano, a compra foi efetivada. Resta pendente o recebimento do equipamento, previsto para os próximos 120 dias. O angiógrafo adquirido, no valor de R$ ,00 (um milhão, cento e sessenta mil reais), possui tecnologia para o desenvolvimento de pesquisas e um melhor tratamento no diagnóstico de pacientes nas especialidades cardiovascular e neurovascular. Concluída a tramitação para

34 34 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE reavaliação do novo plano de trabalho proposto, o HC poderá requerer ao MS a liberação dos demais recursos contemplados no projeto. O segundo projeto investido foi o do PET-CT. Intitulado de Qualificação da Pesquisa Multiprofissional, da Assistência e do Ensino na Pósgraduação em Medicina Nuclear, no âmbito do Hospital das Clínicas da UFPE, ele representa elevada importância social, considerando seu foco na pesquisa para a modernização e implementação de políticas pública de saúde. O projeto financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) contempla a aquisição do equipamento principal, o tomógrafo, e outros equipamentos acessórios de menor porte. Seu valor total estimado foi de R$ ,30 (três milhões, cento e quarenta e nove mil, oitocentos e oitenta e oito reais e trinta centavos). Atualmente, a tecnologia mais avançada para o diagnóstico precoce do câncer é feita por meio desse equipamento, por isso a relevância social no desenvolvimento de pesquisa pelo projeto proposto. Ressalta-se ainda que, apesar do principal foco do projeto ser o desenvolvimento científico, o tomógrafo possui software nas especialidades de cardiologia, oncologia e neurologia, o que possibilitará também atender a demanda assistencial realizando exames nos pacientes do hospital. Todos os equipamentos do projeto já foram adquiridos e se encontram no hospital para a instalação. Para tanto, aguarda-se a conclusão das obras da área destinada ao PET-CT, que no momento sofre intervenções. A construção precisou de adequações porque o projeto original contemplava a instalação de um equipamento de 16 canais, entretanto, durante o processo de compra o hospital identificou um equipamento mais moderno, de 64 canais, pelo preço do que estava sendo licitado o de 16 canais. Por essa razão, optou-se por cancelar a licitação interna e comprar pela ata de registro de preço identificada. A obra do PET-CT teve um custo total de R$ ,14 (setecentos e oitenta e um mil, seiscentos e noventa e seis reais e catorze centavos). O equipamento de 64 canais adquirido pelo HC é o mais moderno do estado de Pernambuco. O Hospital das Clínicas será o primeiro hospital público do Estado a oferecer o serviço à população do SUS. Em negociação com a Representação Regional do MCTI no Nordeste (ReNE/MCTI) o HC receberá gratuitamente durante 20 anos os insumos (radiofármacos) necessários para a realização dos exames. A próxima gestão precisará resgatar a negociação com o órgão em relação à construção da rota dos radiofármacos e a cessão dos insumos, por meio de um Termo de Cooperação de Gestão Administrativa Compartilhada.

35 RELATÓRIO DE GESTÃO Set AÇÕES DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

36 36 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE 3 ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 3.1 Ensino e Pesquisa A Diretoria de Ensino, Pesquisa e Extensão do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (DEPEx) foi criada em 02 de abril de 2012 por meio da Portaria Normativa 11/2012. Sua missão é gerenciar e consolidar as ações de ensino, pesquisa e extensão do HC com foco na institucionalização da pesquisa clínica, de forma articulada com a assistência e o ensino. Seu principal desafio é integrar os serviços do HC à missão da DEPEx. No âmbito do ensino são desenvolvidas atividades de estágios curriculares e extracurriculares do ensino médio e da graduação. Na pós-graduação, os cursos lato sensu e stricto sensu disponibilizam 44 programas de residência médica, 5 de residência em enfermagem, 1 de residência em nutrição e 2 de residência multiprofissional. As Tabelas 7, 8, 9 e 10 demonstram o número de residentes formados anualmente pelo hospital, no período de 2007 a Tabela 7: Quantitativo de alunos formados pela residência médica. HC-UFPE, ESPECIALIDADES TOTAL Acupuntura Alergia e Imunologia Alergia e Imunologia Pediátrica Anestesiologia Angiorradiologia Cardiologia Cirurgia Dermatológica Cirurgia do Aparelho Digestivo Cirurgia Geral Cirurgia Pediátrica Cirurgia Plástica Cirurgia Vascular Cirurgia Videolaparoscópica Clínica Médica

37 RELATÓRIO DE GESTÃO Set ESPECIALIDADES TOTAL Clínica Médica R Cosmiatria Dermatologia Ecocardiografia Endocrinologia Endocrinologia Pediátrica Endoscopia Ginecológica Ergometria Gastroenterologia Gastropediatria Hanseníase Hemodinâmica Infectologia Medicina de Família e Comunidade Medicina Fetal Nefrologia Neonatologia Neurologia Obstetrícia Oftalmologia Ortopedia e Traumatologia Otorrinolaringologia Patologia Pediatria Pediatria R Psicoterapia Psiquiatria Radiologia Reprodução Humana Reumatologia Reumatologia Pediátrica Urologia TOTAL Fonte: DEPEx/COREME do HC-UFPE.

38 38 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Tabela 8: Quantitativo de alunos formados pela residência de enfermagem. HC- UFPE, ESPECIALIDADES TOTAL Cirúrgica Nefrologia Saúde da Criança Saúde da Mulher UTI TOTAL Fonte: DEPEx/Coordenação da Residência em Enfermagem do HC-UFPE. Tabela 9: Quantitativo de alunos formados pela residência de nutrição. HC-UFPE, ESPECIALIDADES TOTAL Nutrição Clínica Fonte: Departamento de Nutrição CCS- UFPE Tabela 10: Quantitativo de alunos formados pela residência multiprofissional. HC- UFPE, ESPECIALIDADES TOTAL Saúde da Mulher Nefrologia TOTAL Fonte: DEPEx/Coordenação da Residência Multiprofissional do HC-UFPE. Nota: Residência Multiprofissional criada no ano de 2010

39 RELATÓRIO DE GESTÃO Set No ensino, podemos destacar, como ação desta gestão, a Residência Multiprofissional em Saúde. Esse foi um projeto desenvolvido em 2010 por uma equipe multiprofissional do HC e que teve destaque em Brasília pela organização e planejamento em sua implementação. A Residência iniciou com dois programas e 14 vagas para os profissionais formados em serviço social, farmácia, nutrição, enfermagem, fisioterapia, psicologia e terapia ocupacional. Destaca-se também a inserção do programa de Cirurgia Plástica na Residência Médica no ano de Em 2013, a DEPEx investiu na inserção de estudantes estrangeiros no HC. Atualmente três alunos desenvolvem suas atividades acadêmicas no hospital, dois franceses, um na Unidade de Produção de Alimentos (UPA) e o outro na Unidade de Engenharia Clínica, e um médico africano da República de Cabo Verde que está se especializando em pediatria. A internacionalização da instituição faz parte da política da UFPE e do próprio HC. No âmbito da pesquisa, elas são realizadas, principalmente, em conjunto com os Programas de Pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde da UFPE que têm no Hospital das Clínicas um de seus principais palcos de pesquisas. Desde 2012, os projetos de pesquisa realizados no hospital são acompanhados pela DEPEx. Essa Diretoria tem a responsabilidade de dar a anuência para que o projeto seja submetido e apreciado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP). Após a aprovação do projeto pelo Comitê, a DEPEx também autoriza o início das atividades do pesquisador, comunicando à Chefia do Serviço competente. Em 2012, 147 (cento e quarenta e sete) projetos de pesquisa foram cadastrados. De janeiro a agosto de 2013, noventa e seis (96) projetos foram submetidos. A Tabela 11 apresenta a produção científica desenvolvida no HC. Tabela 11: Produção Científica de 2007 a HC-UFPE, PRODUÇÃO TÉCNO- CIENTÍFICA TOTAL Nº de Dissertação de Mestrado Nº de Teses de Doutorado

40 40 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE PRODUÇÃO TÉCNO- CIENTÍFICA TOTAL Nº de Artigos Publicados em Periódicos Nacionais Nº de Artigos Publicados em Periódicos Internacionais Nº de Projetos Aprovados no CEP Fonte: REHUF, Ainda na pesquisa, o HC estabelece importante parceria com o Núcleo de Cirurgia Experimental (NCE). A concessão de insumos e de serviços de apoio, como lavanderia e esterilização, ajudam a viabilizar as relevantes pesquisas desenvolvidas pelo Núcleo. Por meio da DEPEx, foi proposta a inclusão do NCE no organograma do hospital. No momento, a instituição aguarda a conclusão do processo de adesão da Ebserh ou da Estatuinte da UFPE para que seja feita a formalização do Núcleo na estrutura hierárquica do Hospital das Clínicas. 3.2 Extensão O Hospital das Clínicas contribui com o desenvolvimento de diversos projetos de extensão. Um dos principais parceiros desse tipo de projeto é o Núcleo de Telessaúde da UFPE (Nutes). Dentre os projetos desenvolvidos pelo Núcleo, o DiagVIDA representou um importante impacto para a instituição. O projeto Apoio à Educação Médica e ao Diagnóstico por Imagem a Distância (DiagVIDA) consistiu em um banco de imagens médicas digitais com integração aos serviços de telessaúde. A ferramenta disponibiliza imagens de exames, tais como tomografia e angiografia, apoiando a educação médica continuada e a decisão diagnóstica por imagens. A ferramenta pode ser utilizada a distância nos três níveis de atenção à saúde. O trabalho foi conduzido pelo Nutes e pelos serviços DiagImagem e Hemodinâmica do Hospital das Clínicas.

41 RELATÓRIO DE GESTÃO Set A DEPEx participa ainda do Programa de Valorização da Atenção Básica (PROVAB) como instituição supervisora. A finalidade do programa é apoiar as ações de integração de ensino e serviço, capacitando o profissional médico para qualificar o atendimento na atenção básica e fixação nos municípios, além de estimular a residência. No âmbito das ações extensionistas, a DEPEx também promove eventos. O primeiro deles foi o Simpósio Humanidades e Ciências da Vida, realizado em março deste ano. O evento teve como objetivo expandir o conhecimento investindo na formação e ampliação humanística do profissional de saúde - com ênfase nos residentes em medicina, nutrição e enfermagem e pós-graduandos em nível de mestrado e doutorado. O Simpósio contou com a participação de cerca de 110 (cento e dez) pessoas. Outro importante evento da DEPEx, em 2013, foi a sua participação na 65ª Reunião Anual da SBPC. A diretoria contribuiu com o evento, oferecendo suporte para organização e estrutura da Tenda da Saúde. Outros projetos de extensão desenvolvidos no Hospital das Clínicas e acompanhados pela DEPEx estão relacionados abaixo: Abordagem multidisciplinar das intoxicações causadas por medicamentos, plantas e produtos domissanitários em cuidadores e pacientes atendidos no Hospital das Clínicas da UFPE: Cuidados, prevenção e procedimentos após ocorrência Acompanhamento estatístico para estudos em neurofisiologia clínica e experimental no Hospital das Clínicas Ambulatório de Laringe: Interfaces da Otorrinolaringologia e Fonoaudiologia Arteterapia - Uma ação reveladora Assistência fonoaudiológica no ambulatório de Fisioterapia do Hospital das Clínicas da UFPE Assistência Multiprofissional ao Idoso com Demência e seus Familiares Atuação Audiológica no Implante Coclear Avaliação dos Benefícios da Arte no Espaço Hospitalar Brincar é Saúde: uma proposta de humanização Consulta de Enfermagem: Acompanhamento de lactentes saudáveis no ambulatório de puericultura do Hospital das Clínicas da UFPE

42 42 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Divulgação dos Sinais de Alerta para o Diagnóstico das Imunodeficiências Primárias (IDP) entre os Profissionais de Saúde do Estado de Pernambuco Grupo de Apoio ao Paciente Obeso Intervenção Psicopedagógica no Sistema Escolar Liderança Servidora em ambientes de TIC Mais Luz no Olhar Manometria anorretal no auxílio ao tratamento de constipação crônica em pediatria Música para o corpo e alma no HC Mutirão de cirurgia bariátrica Mutirão de Colecistectomia Plantão da Alegria: Palhaçoterapia do Hospital das Clínicas da UFPE Programa MAIS: Manifestações de Arte Integradas à Saúde Promoção à Saúde vocal no Ambulatório de Laringologia. Pró-Parkinson Semana Nacional de Combate ao Acidente Vascular Cerebral Serviço de Neurofisiologia Clínica Sorrindo no Hospital Suporte psicoemocional avançado a pacientes pediátricos com alteração gastrintestinal funcional

43 RELATÓRIO DE GESTÃO Set AÇÕES ASSISTENCIAIS

44 44 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE 4 ASSISTÊNCIA 4.1 Gestão Assistencial A gestão de leitos foi priorizada dentre as ações assistenciais com a finalidade de acompanhar a melhor utilização dos leitos de internação do Hospital das Clínicas. Mensalmente a taxa de ocupação e a média de permanência, por clínica/especialidade, são monitoradas. Estes indicadores, juntamente com a análise das especialidades de referência em alta complexidade, ajudam na definição da distribuição dos leitos disponíveis e no planejamento de ampliação de leitos. Após estudo realizado a partir da análise dos indicadores, uma nova distribuição de leitos foi implementada em junho de A Tabela 12 demonstra a atual distribuição de leitos do hospital. Tabela 12: Número de leitos ativos, por tipo de leito. HC- UFPE, maio LEITOS INTERNAÇÃO Nº DE LEITOS ATIVOS Cirúrgicos 106 Clínicos 212 Pediátricos Obstétricos 34 Isolamento 3 LEITOS COMPLEMENTARES Uti Neonatal (Tipo II) 8 Uci Neonatal 5 Uti Adultos (Tipo III) HOSPITAL DIA AIDS 5 TOTAL 421 Fonte: DITEC/Coord. de Auditoria, Controle e Avaliação.

45 RELATÓRIO DE GESTÃO Set A gestão de consultas, exames e procedimentos também fez parte das ações assistenciais para o HC. Considerando os espaços, equipamentos e profissionais disponíveis no hospital, foi dimensionada a oferta adequada de consultas, exames e procedimentos. A capacidade instalada deverá ser regulada pelo gestor estadual de saúde, conforme pactuado no POA e no Termo de Compromisso. A partir do mapeamento da oferta de consultas, por especialidade e sub-especialidade, foi definido o percentual de consultas novas. O próximo passo será a pactuação do número de consultas novas a serem reguladas pelo gestor e o processo de regulação. A SES definirá o modelo de distribuição das consultas entre as GERES. Concluída esta ação, o Hospital das Clínicas deixará de realizar o agendamento de consultas novas, ficando responsável apenas pelas interconsultas e retornos. Todos os pacientes a serem atendidos no HC virão para o hospital com sua consulta agendada pelo seu município, acabando, assim, com os transtornos rotineiros da central de marcação. O início do funcionamento do AGHU previsto para o primeiro semestre de 2014 será uma importante ferramenta para a gestão dos serviços ambulatoriais. Além das consultas, em junho deste ano também foi iniciado o processo regulatório dos exames de diagnóstico por imagem: tomografias, mamografias e densitometria óssea. A Tabela 13 apresenta as metas físicas de média e alta complexidade nos níveis ambulatorial (S.I.A.) e hospitalar (S.I.H) vigentes no POA , assim como os valores alcançados pelo hospital no primeiro semestre deste ano. Tabela 13: Informações sobre a produção assistencial. HC-UFPE, MÉDIA COMPLEXIDADE PACTUADO MENSAL EXECUTADO MENSAL (JAN A JUL/13) DESEMPENHO (JAN A JUL/13) S.I.A % S.I.H % TOTAL %

46 46 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE ALTA COMPLEXIDADE PACTUTUADO MENSAL EXECUTADO MENSAL (JAN A JUL/13) DESEMPENHO (JAN A JUL/13) S.I.A % S.I.H % TOTAL % FAEC PACTUTUADO MENSAL EXECUTADO MENSAL (JAN A JUL/13) DESEMPENHO (JAN A JUL/13) S.I.A % S.I.H % TOTAL % Fonte: DITEC/Coordenadoria de Auditoria, Controle e Avaliação. 4.2 Regulação, Controle e Avaliação A criação da Coordenadoria de Auditoria, Controle e Avaliação em 03 de janeiro deste ano, por meio da Portaria nº 01/2013, foi de relevante importância para as ações de validação dos serviços assistenciais, em especial as de manutenção da Certificação de Hospital de Ensino e a manutenção das habilitações do HC-UFPE. A manutenção da Certificação de Hospital de Ensino do HC é de enorme importância uma vez que possui interface direta com a matriz de financiamento dos hospitais universitários federais pelo programa Rehuf, assim como com a manutenção das habilitações como Unidade de Assistência e Centro de Referência de Alta Complexidade para diversas especialidades. Para manter o título de hospital de ensino, as instituições precisam atender a um rol de exigências, dentre elas, se destacam o funcionamento permanente das comissões assessoras e o estabelecimento de protocolos clínicos.

47 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Quanto às comissões assessoras permanentes, a Diretoria Técnica (Ditec) vem desenvolvendo um trabalho constante de reestruturação desses grupos de trabalho, de modo a atender a exigência de funcionamento pleno de onze comissões especiais. Elas são responsáveis por acompanhar, monitorar, revisar, supervisionar e propor estratégias assistenciais, atuando diretamente junto aos serviços/setores através de visitas, reuniões regulares e revisão de documentações (prontuários, relatórios, planilhas etc.). O fruto do trabalho dessas comissões representa importante instrumento de auxílio à gestão assistencial do hospital. No último processo de certificação do HC, ocorrido em 2011, o funcionamento pleno dessas comissões pelo hospital ficou como ponto pendente a ser corrigido. Nesse sentido, a Ditec, juntamente com as Coordenadorias de Atenção à Saúde e a de Apoio Diagnóstico e Terapêutico, realizaram trabalho de identificação de todas as comissões e implementaram algumas reestruturações para adequar o seu funcionamento. Para aperfeiçoar os trabalhos dessas comissões será preciso definir e regular os objetivos, o local e a periodicidade dos encontros das comissões. A Ditec planejava a realização do I Seminário das Comissões Assessoras Permanentes do HC- UFPE neste segundo semestre de 2013, com o objetivo de repassar para as equipes a importância do trabalho que realizam assim como os regulamentos necessários de serem observados por elas. Em relação aos protocolos clínicos, a Ditec dedicou ação específica para o estabelecimento dos protocolos e procedimentos operacionais assistenciais. Tais instrumentos são preciosos no processo de qualificação do cuidado para uma prestação da assistência de qualidade e com segurança para o paciente. Ademais, através da padronização do cuidado também é possível avançar no planejamento da aquisição dos insumos (medicamentos e materiais médico-hospitalares), facilitando os processos licitatórios e de compras, além de permitir participação nos processos de compras compartilhadas realizadas pelo MEC/FNDE/EBSERH, o que reduz significativamente o custo desses insumos. Os protocolos e procedimentos operacionais assistenciais também foram indicados como pendência no último processo de certificação do HC. Nesse sentido, é preciso dar continuidade às ações que vinham sendo desenvolvidas no sentido de discutir um modelo de protocolo a ser adotado por todos os serviços/setores da instituição, criar os protocolos ainda inexistentes e publicar os instrumentos no site

48 48 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE do hospital. Considerando que o processo descrito demandará um longo tempo, será importante dar continuidade à pactuação com as chefias dos serviços médicos a adoção do manual de Protocolos e Diretrizes Terapêuticas publicado pelo Ministério da Saúde até a conclusão do processo interno. A ação de manutenção das habilitações do Hospital das Clínicas também teve importante destaque na gestão assistencial pela Ditec. As habilitações são um tipo de licença que é concedida pelo Ministério da Saúde, por recomendação do gestor local, com o qual o hospital firmou o contrato de gestão (no caso do HC foi com a SES), para que a unidade de saúde possa realizar e faturar determinados procedimentos. O conjunto de habilitações define o perfil de complexidade de cada unidade e influencia diretamente na matriz de financiamento dos hospitais universitários federais do programa Rehuf. Para ser habilitado, é necessário atender a um rol de exigências publicadas em cada portaria específica por política de atenção à saúde. Para manter as habilitações, é preciso garantir permanentemente o cumprimento das exigências previstas no processo de habilitação e, sobretudo, cumprir as metas de produção estabelecidas para cada tipo de procedimento previsto nas diversas habilitações. Periodicamente, tanto o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS) como o gestor local visitam o hospital para fiscalizar e monitorar, in loco, os indicadores de produção. Dependendo do desempenho observado, os órgãos podem recomendar a desabilitação da unidade pelo Ministério da Saúde. No momento, as habilitações de transplante e de Centro de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular estão sob constante vigilância da Ditec para aperfeiçoar as condições exigidas pelas portarias de modo a garantir a manutenção dessas habilitações. Além da manutenção, a Ditec também vem trabalhando na identificação de condições para solicitação de novas habilitações para o HC. No pleito para novas habilitações estão os processos transexualizador e o de terapia nutricional. O Quadro 3 mostra as habilitações que o HC possui atualmente.

49 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Quadro 3: Habilitações do Hospital das Clínicas da UFPE. HC-UFPE, DESCRIÇÃO Unidade de Assistência de Alta Complexidade ao Paciente Portador de Obesidade Grave Oftalmologia Procedimentos Relacionados ao Glaucoma Centro de Referência em Alta Complexidade Cardiovascular Cirurgia Cardiovascular e Procedimentos em Cardiologia Intervencionista Cirurgia Vascular Cirurgia Vascular e Procedimentos Endovasculares Extracardiacos Laboratório de Eletrofisiologia, Cirurgia Cardiovascular e Procedimentos de Cardiologia Intervencionista. Serviço Hospitalar para Tratamento Aids Hospital Dia Aids Referência Hospitalar em Atendimento Terciário a Gestação de Alto Risco Hospital Amigo da Criança Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Nefrologia (Serviço de Nefrologia) Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Neurologia/Neurocirurgia Unacon Laqueadura Vasectomia Córnea/Esclera Rim Retirada de Órgãos e Tecidos Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumato-Ortopedia

50 50 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE DESCRIÇÃO UTI II Neonatal UTI III Adulto Cuidados Intermediários Videocirurgias Fonte: CNES, junho Qualificação do Cuidado com o Paciente Para garantir o cuidado qualificado do paciente, a Ditec estabeleceu importantes ações, tais como a estruturação de protocolos clínicos e a organização das comissões assessoras permanentes, comentadas no item anterior; e as ações que serão apresentadas neste item referentes à padronização de insumos hospitalares e à política de humanização. Dentre as comissões permanentes, a Comissão de Padronização de Medicamentos e a Comissão de Padronização de Material Médico-hospitalar são indispensáveis para a garantia do cuidado adequado ao usuário. Essas comissões têm o papel de padronizar os insumos hospitalares de modo a subsidiar o processo de planejamento de compras. A comissão realiza um trabalho de estabelecimento racional das relações de itens de medicamentos e materiais médico-hospitalares que deverão constar como abastecimento habitual e contínuo do hospital. Essas relações são importantes nos processos de programação das aquisições, elaboração de termos de referência e padronização dos pareceres técnicos, agilizando os processos licitatórios e de compras. Todo esse trabalho permite, sobretudo, garantir o estoque dos produtos no hospital e a redução dos custos destes insumos. A qualidade do cuidado com o paciente também é refletida pela garantia dos insumos necessários ao seu tratamento. Outra ação diretamente ligada à qualidade do cuidado é a execução plena da Política de Humanização do Ministério da Saúde no HC-UFPE. Todos os aspectos previstos na política nacional de humanização estão previstos no Plano Operativo

51 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Anual do HC-UFPE. As ações dessa política são de elevada complexidade e extensão, pois possui caráter de envolvimento intersetorial, abrangendo todos os eixos e níveis de gestão do HC. Os trabalhos desenvolvidos neste âmbito são coordenados pela Assessoria de Humanização, ligada diretamente à Superintendência. O Quadro 4 descreve as principais ações de humanização desenvolvidas nesta gestão e acompanhadas diretamente pela Ditec. Quadro 4: Ações de Humanização acompanhadas pela Ditec. HC-UFPE, AÇÃO INICIADA EM Inclusão da Política de Humanização no HC-UFPE e pactuação no POA do hospital Setembro de 2011 Iniciada a classificação de prioridades no setor de marcação de consultas dos ambulatórios Abril de 2012 Instalada a sala de acolhimento dos acompanhantes na Urgência Obstétrica Junho de 2012 Iniciada a classificação de risco (prioridades) na Urgência Obstétrico Setembro de 2012 Definida e implantada a política de acompanhantes para os setores de internação Janeiro de 2013 Distribuição de cerca de 180 poltronas reclináveis acolchoadas para utilização pelos pacientes e acompanhantes nos setores de internação, urgência obstétrica e alguns setores de apoio diagnóstico e terapêutico Abril de 2013 Reformulada a rotina de agendamento de exames de imagem. Os pacientes passam a fazer o agendamento de seus exames imediatamente após a consulta médica Junho de 2013 Reformulada a rotina de agendamento de exames de laboratório. Os pacientes passam a fazer o agendamento de seus exames imediatamente após a consulta médica Agosto de 2013 Fonte: DITEC. Outras ações de humanização são acompanhadas e apoiadas diretamente pela Assessoria de Humanização. O Quadro 5 apresenta as ações e seus principais focos.

52 52 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Quadro 5: Ações de Humanização acompanhadas pela Assessoria de Humanização. HC-UFPE, AÇÃO OBJETIVOS Ambulatório de Aleitamento Materno No Ambulatório de Aleitamento Materno, o objetivo é conscientizar as mães e seus familiares da importância da amamentação. O acompanhamento no ambulatório é feito desde o pré-natal até os primeiros 6 meses de vida do bebê. Ambulatório de Enfrentamento à Violência Doméstica contra Crianças, Adolescentes, Mulheres e Idosos O objetivo da ação é preparar e conscientizar os profissionais de saúde do HC da obrigatoriedade do registro quando da identificação de violência cometida contra o público-alvo. Para tanto, são realizadas atividades de apoio aos profissionais por meio de oficinas bimestrais, produção de material educativo (cartilhas, folders, banners), articulação com a Rede Municipal e Estadual, promoção de eventos que envolvam o tema da violência. Brinquedoteca A Brinquedoteca é um espaço para crianças e adolescentes internados no hospital, dispondo de recursos para realização de atividades recreativas e educativas. GMama O GMama é um grupo multiprofissional de apoio a mulheres que têm o diagnóstico de câncer de mama. O grupo faz o acompanhamento das pacientes desde o seu diagnóstico até o término do tratamento. Planejamento Familiar O programa desenvolve ações educativas acerca da saúde sexual e reprodutiva de homens e mulheres. São realizadas palestras para casais que desejam engravidar ou evitar filhos. O acesso ao grupo é por meio de encaminhamento interno ou externo. Também são viabilizados os procedimentos de laqueadura e vasectomia após avaliação médica e social. Progesta O Programa de Gestantes Adolescentes (Progesta) é voltado para o acompanhamento, no período de três meses, de jovens grávidas. Elas recebem orientações

53 RELATÓRIO DE GESTÃO Set AÇÃO OBJETIVOS sobre o pré-natal e ações educativas de promoção à saúde. Uma equipe multiprofissional composta por pediatra, assistente social, enfermeira, psicóloga, nutricionista e fisioterapeuta realizam o acompanhamento das adolescentes. Programa MAIS O Programa Manifestações de Arte Integradas à Saúde (MAIS) atua no HC há mais de quatro anos e tem contribuído positivamente com o tratamento e reabilitação dos pacientes, além da humanização e na qualidade de vida dos profissionais de saúde no ambiente hospitalar. O Programa desenvolve atividades cênicas e musicais, com a participação de professores, alunos e funcionários da UFPE. Programa Minha Certidão O Programa Minha Certidão garante o direito da criança de ser registrada ao nascer. As crianças que nascem no HC podem sair do hospital já com o seu registro de nascimento garantido. Projeto SARES O Serviço de Assistência Religiosa em Saúde (SARES) é formado por funcionários do hospital que levam o conforto espiritual aos pacientes promovendo momentos de oração nas enfermarias. Viva Lendo A ONG Instituto Viva Lendo incentiva à leitura crianças e adolescentes internados no setor de pediatria do hospital, com atividades de contação de histórias. Fonte: Assessoria de Humanização; Carta de Serviços HC-UFPE. 4.4 Projetos e Programas Assistenciais Estratégicos A implantação da Unidade de Emergência no HC é uma importante ação estratégica assistencial que precisa ser concretizada. A realidade da organização da rede de assistência às urgências no município do Recife e na Região Metropolitana mudou muito nos últimos anos. Três hospitais metropolitanos foram construídos e novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA s) foram inauguradas em toda a

54 54 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE região. Considerando essa nova organização da rede de urgência, as características do Hospital das Clínicas enquanto hospital de ensino, além de outros aspectos nos âmbitos da assistência e do ensino discutidos em conjunto com as chefias das unidades assistenciais do hospital, com as comissões de residências (médica, enfermagem e multiprofissional) e com os departamentos e as coordenações de cursos ligados ao CCS-UFPE que utilizam o HC como campo de treinamento, entende-se que é fundamental a abertura da Unidade de Emergência do HC. Todavia, o funcionamento dessa unidade deverá ser totalmente regulado pelas atuais Centrais de Regulação do Estado (Central de Leitos da SES e SAMU), considerando o hospital com o perfil de Unidade Referenciada. Desse modo, o HC objetiva ofertar serviços de média e alta complexidade, dentro do perfil pactuado e atendendo às linhas de cuidados prioritárias, observandose as políticas assistenciais do MS, quais sejam, cardiovascular, cerebrovascular, obstétrica e traumatológica. Outras linhas de cuidados, também importantes no âmbito regional, poderão ser ofertadas, uma vez que o HC possui esses serviços eletivos e oferece programas de residência médica, são elas: oftalmologia, otorrinolaringologia, cirurgia vascular, urologia, cirurgia geral, clínica médica especializada, cirurgia bucomaxilofacial, pediatria clínica e cirúrgica. Na organização dos serviços estão previstas escalas mistas de plantões presenciais e de sobreaviso, horizontalizadas, de acordo com perfil de atendimento para cada especialidade. Na Tabela 14, são apresentadas as estratégias para as principais linhas de cuidados a serem praticadas na Unidade de Emergência do HC. Tabela 14: Estratégias de funcionamento das linhas de cuidados na Emergência do HC. HC-UFPE, LINHAS DE CUIDADOS PRIORITÁRIAS ESPECIALIDADE(S) ESTRATÉGIAS HABILITAÇÃO Cardiovascular Estruturação do serviço para atuar prioritariamente no atendimento à Dor Torácica Aguda, com cardiologistas em plantão presencial permanente e viabilizando o funcionamento ininterrupto da unidade de hemodinâmica com abertura de uma unidade coronariana com capacidade, inicialmente, para 4 Centro de Referência de Alta Complexidade Cardiovascular

55 RELATÓRIO DE GESTÃO Set leitos. Cerebrovascular Obstetrícia Traumatologia O HC já reúne condições para habilitação como Centro de Referência em neurologia e neurocirurgia. Realiza procedimentos de neuroendovascular atuando como unidade de referência para toda a rede hospitalar do Estado. Iniciou a realização de cirurgias estereotáxicas, começando pela cirurgia para a Doença de Parkinson. Para a área de neurologia, o HC planeja a estruturação do serviço para atuar prioritariamente no atendimento à Isquemia Cerebral Aguda, ofertando a alternativa terapêutica de trombólise precoce aos usuários do SUS. Ressalta-se que este serviço ainda não é ofertado em hospitais públicos de PE. A assistência obstétrica de alta complexidade já é realizada, uma vez que o Hospital das Clínicas faz parte da rede de referência em parto de alto risco para o Estado de Pernambuco. Atende a uma demanda, prioritariamente regulada pela Central de Regulação de Leitos da SES, embora também receba a demanda espontânea e assegure o parto para todas as gestantes que fazem o acompanhamento pré-natal no hospital, sendo este acompanhamento exclusivamente para gestantes de alto risco. Atualmente, a urgência obstétrica está localizada fisicamente no 4º andar do hospital, onde funcionam o acolhimento, a classificação de risco, a expectação, o bloco cirúrgico obstétrico e a RPA. Planeja-se, após a abertura da Unidade de Emergência, a transferência da urgência obstétrica para este novo setor, reservando a área atualmente utilizada para as etapas de expectação, parto e pós-parto. Na linha traumatológica, o HC funcionará como unidade de suporte à rede estadual para atender à demanda semi-eletiva de alta complexidade em traumato-ortopedia tanto no que se refere ao tipo de procedimento quanto ao perfil do paciente. Em particular, para aquele que apresente co-morbidades para as quais o HC também está estruturado para o atendimento, por ofertar leitos de internação e meios diagnósticos e terapêuticos nas mais diversas Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Neurologia e Neurocirurgia Referência Hospitalar em Atendimento Terciário a Gestação de Alto Risco Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Traumato- Ortopedia

56 56 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE especialidades. LINHAS DE CUIDADOS COM IMPORTÂNCIA REGIONAL ESPECIALIDADE(S) ESTRATÉGIAS HABILITAÇÃO Oftalmologia e Otorrinolaringologia Fonte: DITEC Nas especialidades de oftalmologia e otorrinolaringologia, a Unidade de Emergência atenderá à livre demanda, compreendendo que são especialidades com portas de entrada de urgência restritas no Recife e Região Metropolitana e que apresentam grande capacidade de resolução no ambiente da emergência, com baixos índices de internação. Serão as únicas especialidades que não terão a exigência de atendimento exclusivamente referenciado e regulado, desde que não sejam demandas de lesões associadas. Córnea/Esclera Com o perfil apresentado, estima-se que a Unidade de Emergência realizará, em média, de atendimentos/dia. As estratégias acima apresentadas precisarão ser pactuadas com os gestores locais da saúde, quais sejam, Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco e Secretaria Municipal de Saúde do Recife. Em 2012, a proposta de modelo de funcionamento da Unidade de Emergência do HC foi apresentada para a SES, tendo havido a concordância da gestão. Foi acordado que o atendimento de urgência oftalmológica de porta aberta deverá ser pactuado em CIB (Comissão Intergestores Bipartite) quando tiver a previsão de abertura da Unidade. Além da pactuação das estratégias, outras ações igualmente importantes serão indispensáveis para viabilizar a abertura e funcionamento da Unidade de Emergência do HC. No Quadro 6, essas ações estão elencadas.

57 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Quadro 6: Ações para abertura e funcionamento da Unidade de Emergência do HC. HC-UFPE, AÇÕES Reestruturação/ampliação de setores de retaguarda Contratação de pessoal ATIVIDADES Será necessário viabilizar a reestruturação/ampliação de setores de retaguarda, notadamente: 1 - Unidades de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (Unidade de Laboratório, Unidade de Imagem, Unidade de Hemodinâmica, Agência Transfusional, Bloco Cirúrgico); 2 Leitos de Terapia Intensiva (Adulto, Pediátrico e Coronariana); 3 Leitos de Enfermaria. Realização de concurso público para contratação de pessoal para lotação na Unidade de Emergência e Unidades de Retaguarda. O dimensionamento de pessoal deverá ser gradativo em função do ritmo de estruturação física (reforma/ampliação) dos diversos setores envolvidos. Em função do alto nível de complexidade que representa a implementação do funcionamento pleno desta unidade, até mesmo pela necessidade de reestruturação e abertura de novos leitos de terapia intensiva (adulto, pediátrica e coronariana) e reabertura dos leitos de enfermarias, planeja-se instalar a Unidade de Emergência em duas etapas: Etapas de implementação e funcionamento Etapa 1: Especialidades médicas básicas: clínica médica, cirurgia geral, pediatria, obstetrícia; Específicas: oftalmologia, otorrinolaringologia, cardiologia, anestesiologia, vascular, urologia e cirurgia pediátrica; Serviços/setores de suporte: unidade neonatal (neonatologista para atender a esta unidade e à sala de parto), hemodinâmica (cardiologia intervencionista), abertura da unidade coronariana, terapia intensiva adulto, bloco cirúrgico central, bloco cirúrgico obstétrico, endoscopia e radiologia; Etapa 2 (após o estabelecimento do Plano Diretor do hospital): Especialidades médicas específicas: neurologia, neurocirurgia e traumatologia; Serviços/setores de suporte: ampliação da unidade de hemodinâmica (instituindo o plantão também para endovascular), ampliação da unidade de terapia intensiva adulto, abertura da unidade de terapia intensiva pediátrica. Fonte: DITEC

58 58 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Importante destacar que grande parte dos equipamentos necessários ao funcionamento da Unidade de Emergência foi adquirida desde 2010 com recursos do MS, específicos para o projeto da urgência. A maioria desses equipamentos, sobretudo os eletrônicos, foi disponibilizada para uso em outros setores do hospital por orientação da CGU (Controladoria Geral da União) e por risco de apresentarem defeito por desuso. Além do uso dos equipamentos, uma parte da área da Emergência está sendo utilizada, dando vida ao espaço. O Hospital-dia oferece atendimento aos pacientes que fazem uso de drogas imunorreguladoras, imunossupressoras e de hemotransfusões nas especialidades de reumatologia, gastroenterologia e nefrologia. A sala de estabilização funciona ao lado do Hospital-dia e dá suporte às intercorrências de pacientes ambulatoriais ou de funcionários. Parte da Unidade de Emergência também está sendo usada pelo Serviço de Oftalmologia. Em relação à execução da reforma das áreas anteriormente destinadas ao SPA e ao SAME, e que agora se refere à Unidade de Emergência, ela foi realizada nos anos de 2010 e Entretanto, após inspeção técnica da CCIH do hospital para avaliação da estrutura da Unidade, foram identificadas necessidades de adequações de modo a atender às novas regulamentações da ANVISA. Essas inconsistências aconteceram em função de o projeto ter sido elaborado e aprovado em 2005, antes das atuais exigências observadas pela CCIH. Todos os setores da Unidade de Emergência e as intervenções que serão necessárias estão mapeados. O Hospital das Clínicas participa do Projeto Boa Visão, promovido pelo Governo do Estado de Pernambuco, e por isso se trata também de uma ação assistencial estratégica. O projeto visa, através da oferta de consultas oftalmológicas e óculos aos educandos e educadores das escolas da Rede Estadual de Saúde em todo o estado de Pernambuco, qualificar ou melhorar o processo ensino/aprendizado. Desde 2011 o HC foi contratado pela SES como prestador desse serviço, tendo como área primordial de atendimento a Iª Regional de Saúde. O Serviço de Oftalmologia do HC participou ativamente desde o momento da concepção do projeto, apoiando tecnicamente a criação de protocolos de triagem, modelo de treinamento de triadores e elaboração de formulários, até o momento da realização de consultas e exames básicos. O HC teve importante papel de apoio técnico para a SES na fase de planejamento do Projeto Boa Visão.

59 RELATÓRIO DE GESTÃO Set O Hospital das Clínicas dimensionou sua capacidade de oferta em 15 vagas/dia, exclusivamente para a realização de consultas e exames básicos no âmbito do Projeto Boa Visão. O Contrato de prestação de serviços entre o HC e a SES foi assinado em 2011, e os atendimentos foram iniciados no ano seguinte, em Quando forem iniciados os atendimentos por meio do Projeto Olhar Brasil do MS, através do uso dos Consultórios Itinerantes de Oftalmologia, as consultas realizadas no Projeto Boa Visão, de nível estadual, deverão ser incorporadas no Projeto Olhar Brasil, de âmbito nacional. O terceiro programa estratégico assistencial é o da Rede Cegonha. Ele tem como foco a atenção obstétrica e neonatal. O programa é considerado como estratégia prioritária do MS, tendo o HC firmado a sua contratualização ao programa em O processo de planejamento para a execução das ações da Rede foi construído a partir da realização de oficinas, com a participação de 33 setores do hospital. O produto dos encontros foi um relatório constando todo o diagnóstico e as propostas de soluções a curto, médio e longo prazo em relação às necessidades de reforma, ampliação, construção, aquisição de equipamentos e ambientação dos setores UTI/UCI Neonatal, Centro Obstétrico, Alojamento conjunto, Casa da Gestante e Enfermaria Canguru.

60 60 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE AÇÕES ADMINISTRATIVAS

61 RELATÓRIO DE GESTÃO Set ADMINISTRAÇÃO 5.1 Força de Trabalho O Hospital das Clínicas possui em seu Quadro de recursos humanos colaboradores com vínculos distintos: RJU, terceirizados e requisitados. Desse conjunto, subtraem-se os servidores do HC cedidos a outros órgãos. Até 2010 o hospital contava ainda com profissionais contratados via Oscip, o que foi findado a partir de ordem judicial que obrigou o MEC a realizar concurso público para o HC a fim de substituir aquele tipo de contratação irregular. Pouco mais de 420 colaboradores tinham o seu vínculo pela Oscip. Apesar da realização do concurso, ele apenas contemplou a substituição dos contratos via Oscip. Sendo assim, o déficit de recursos humanos existente no hospital não foi solucionado. Tal cenário perdura até hoje, conforme já informado no item deste relatório. Importante mais uma vez ressaltar que o MEC e o MPOG (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) informaram por meio de ofícios enviados à reitoria da UFPE que a recomposição da força de trabalho dos hospitais universitários está sob a responsabilidade da Ebserh. Atualmente a Quadro de pessoal do HC totaliza colaboradores dos diversos vínculos, e sua distribuição está apresentada no Gráfico 2. Gráfico 2: Força de trabalho segundo vínculo trabalhista. HC-UFPE, % % 22 1% % RJU TERCEIRIZADOS CEDIDOS REQUISITADO TOTAL = Fonte: DAC/Coord. Gestão de Pessoas.

62 62 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Legenda: RJU CLT/MEC MEC/CTU Terceirizados Cedido Requisitado Regime Jurídico Único Consolidação das Leis do Trabalho/MEC Ministério da Educação/Contrato Temporário da União Pessoal contratado por meio de terceirização Em exercício de cargo em comissão ou função de confiança, ou para atender situações previstas em leis específicas, em outro órgão ou entidade dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, sem alteração da lotação no órgão de origem. Transferência do exercício do servidor ou empregado, sem alteração da lotação no órgão de origem e sem prejuízo da remuneração ou salário permanentes, inclusive encargos sociais, abono pecuniário, gratificação natalina, férias e adicional de um terço. Para minimizar o déficit de profissionais e melhor aproveitar as competências dos servidores públicos, a gestão desenvolveu, progressivamente com a Coordenadoria de Gestão de Pessoas, estudo a fim de contratar cargos que possam ser terceirizáveis em função da extinção deles na carreira pública. Os principais contratos existentes no hospital incluem cargos de copeiro, telefonista, agente de portarias, motorista, auxiliar operacional de serviços diversos, maqueiro, operador de máquinas, auxiliar de higienização e diversos cargos da área de manutenção predial. Importante destacar que a gestão envidou esforços para aperfeiçoar os contratos já existentes, a exemplo do contrato de higienização e manutenção. Esses contratos foram melhorados a fim de aumentar o quantitativo de profissionais e a qualificação de suas contratações. A partir do estudo desenvolvido, novas solicitações foram encaminhadas para a Coordenadoria de Planejamento e Controle de Material para dar início ao processo licitatório para contratação de novos cargos, tais como contínuo, recepcionista, costureira, técnico de ótica e digitador, além da ampliação de vagas de cargos já existentes.

63 RELATÓRIO DE GESTÃO Set Informações Financeiras O Hospital das Clínicas, quando recebido por esta gestão, apresentava um cenário financeiro insuficiente para atender a todas às necessidades do hospital. Um trabalho conjunto de diretorias melhorou significativamente o Quadro financeiro do HC. Por meio de negociações para a atualização da Contratualização com a Secretaria Estadual de Saúde, apresentada no item 2.1, e o trabalho de melhoria dos indicadores do hospital, o que possibilitou sua subida do 23º para o 7º hospital universitário no ranking nacional (item 2.2.1), trouxeram lastro financeiro suficiente para investir em maior abastecimento, melhorias na infraestrutura e compra de novos equipamentos. O Gráfico 3 demonstra a evolução financeira do hospital durante esta gestão. Importante destacar que os dados apresentados referentes ao ano de 2013, em todos os Gráficos que serão mostrados nesta seção financeira, contemplam recursos apenas do primeiro semestre do ano corrente. Observa-se que os recursos de capital descentralizados pelo Rehuf são de relevante importância para o hospital, em especial, para a compra de equipamentos. Em relação aos investimentos na infraestrutura, a gestão conviveu com a dificuldade de não dispor de equipe técnica para o desenvolvimento de projetos, inviabilizando as melhorias tão necessárias nesse sentido. Por essa razão, a gestão optou por não investir em muitos projetos simultâneos, tendo solicitado apenas os dois apresentados no item 2.5, o do PET-CT e o da Cardiologia. Além dos projetos pleiteados por esta gestão, a administração executou os conquistados pela gestão anterior. No entanto, não foi possível executar todos os projetos. Uma parte deles esbarrou na falta de equipe de infraestrutura, outros não tiveram sequer a liberação dos recursos orçamentários ou financeiros para a abertura de processo licitatório. Ressaltamos que esses recursos não executados não foram considerados nos Gráficos financeiros que serão apresentados a seguir. O Gráfico 4 representa o orçamento executado por tipo de recurso. O recurso corrente é utilizado para despesas corriqueiras da instituição, como abastecimento, manutenção e contratos terceirizados. O recurso de capital é aplicado em investimentos, ou seja, realização de obras e compra de bens. Observa-se que este último recurso é bastante escasso. A instituição recebe financiamento suficiente para manter seus custos operacionais, mas as verbas para investimentos são bastante

64 64 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE limitadas, o que exige um planejamento mais detalhado, além de sua execução também ser mais complexa, por se tratar de aquisições não rotineiras. O Gráfico 5 demonstra como as despesas foram distribuídas entre esses dois tipos de recursos. Já os Gráficos 6 e 7 mostram como essas despesas estão distribuídas por tipo de gasto. No Gráfico 6, observa-se que no ano de 2011 houve um salto no abastecimento do hospital. Nesse ano, foram inseridos materiais de alto custo e tecnologia, a exemplo de stent farmacológico, curativos à vácuo e ampliação da aquisição de insumos para videocirurgias, beneficiando pacientes assistidos e o treinamento dos estudantes, em especial dos residentes. Em 2012, houve uma queda acentuada dos gastos do hospital. Esse declínio foi caracterizado pelo período de greve. Em função da diminuição no ritmo de trabalho dos servidores, o nível de compra de materiais também foi desacelerado. No Gráfico 6, observa-se ainda que as duas maiores despesas do hospital é em abastecimento de material hospitalar e em pagamento de contratos terceirizados. O Gráfico 7 apresenta a distribuição dos recursos de capital por tipo de despesa. Percebe-se que o investimento em obras é muito baixo, apesar das necessidades gritantes de infraestrutura do hospital. Isso se dá, como dito anteriormente, a ausência de equipe de infraestrutura no hospital para a elaboração de projetos e acompanhamento das obras. No item 2.2.2, informamos que o Rehuf disponibilizou recursos para reformas, todavia, não atendemos aos requisitos exigidos para o uso do recurso, inviabilizando a execução das obras. As intervenções na infraestrutura do hospital serão detalhadas no item 5.3. Em relação à renovação do parque tecnológico, o Gráfico 7 demonstra que o investimento foi crescente. Sobre os equipamentos adquiridos nesta gestão, os detalhes serão apresentados no item 5.4. Finalizando os dados financeiros, ressaltamos que esta gestão recebeu o HC com uma dívida, em dezembro de 2007, no valor de R$ ,59 (um milhão, oitocentos e trinta e um mil, quatrocentos e noventa e três reais e cinquenta e nove centavos). Em setembro de 2013, a gestão passa a administração do hospital com recursos na ordem de R$ ,47 (vinte e sete milhões, oitenta e três mil, trezentos e vinte e oito reais e quarenta e sete centavos), sendo R$ ,47 (dezenove milhões, duzentos e quarenta e cinco mil, quinhentos e cinquenta e sete reais e quarenta e sete centavos) de custeio e R$ ,00 (sete milhões, oitocentos e trinta e sete mil, setecentos e setenta e um reais) de recursos de capital.

65 Valores em R$ RELATÓRIO DE GESTÃO Set Gráfico 3: Evolução financeira por fonte de recursos. HC-UFPE, ,00 Evolução Financeira por Fonte de Recurso a , , , , , , SUS (FNS + Epidemiologia) , , , , , , ,81 MEC , , , , , ,37 - REHUF (MEC + FNS) , , , ,53 HC (Próprios + Tesouro) , , , , ,00 UFPE (Próprio + Tesouro) , , , , , , ,54 Projetos , , , TOTAL , , , , , , ,88 Fonte: DAC/Coordenadoria de Orçamento e Finanças. Nota: Os dados de 2013 são referentes ao primeiro semestre do ano.

66 Valores em R$ 66 HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFPE Gráfico 4:. Orçamento executado por tipo de recurso. HC-UFPE, ,00 Orçamento Executado por Tipo de Recurso a , , , , , , TOTAL , , , , , , ,88 Capital , , , , , , ,58 Corrente , , , , , , ,30 Fonte: DAC/Coordenadoria de Orçamento e Finanças. Nota: Os dados de 2013 são referentes ao primeiro semestre do ano.

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