mais científica numa dinâmica evolucionista.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "mais científica numa dinâmica evolucionista."

Transcrição

1 (2009) Onésimo Teotónio Almeida, De Marx a Darwin. A desconfiança das Ideologias. Lisboa, Gradiva Publicações.* Maria Gabriela Teves de Azevedo e Castro Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais da Universidade dos Açores. Rua da Mãe de Deus Ponta Delgada. Berta Maria Oliveira Pimentel Miúdo Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais da Universidade dos Açores. Rua da Mãe de Deus Ponta Delgada. I Apresentar Onésimo Teotónio de Almeida não é tarefa fácil, muito menos na obra que ora se lança De Marx a Darwin, a desconfiança das ideologias. À partida, Marx e Darwin são dois nomes que apontam para perspectivas diferentes, uma tradicionalmente mais ideológica a outra mais científica numa dinâmica evolucionista. Quero, antes de partilhar convosco a minha leitura da obra, agradecer ao Professor Doutor Onésimo Teotónio Almeida, o ter-nos facilitado a nossa tarefa dispondo-se a dialogar connosco, convidando-nos para o efeito à colocação de questões. Seguindo esta disponibilidade entendi ler a sua obra de modo a procurar lançar-lhe algumas questões e solicitar a sua ajuda para a respectiva compreensão. Onésimo Teotónio Almeida é nome sobejamente conhecido e referência não só académica, em diferentes áreas do saber e em descoincidentes lugares. No entanto, senti necessidade de conhecer um pouco mais sobre os seus trabalhos, pois todos nós nos reflectimos no nosso próprio estilo, já o disse Merleau-Ponty, e nas temáticas que escolhemos. Assim, comecei por tentar saber um pouco mais sobre o escritor. A verdade é que me ia perdendo na Internet com tanta entrada, links, referências e respectiva informação. Ainda comecei a tentar, pela * Nota do editor O texto que nesta oportunidade se inclui nesta secção destinada a recensear livros de autores açorianos ou contemplando obras de temática com interesse para o arquipélago, corresponde à apresentação pública da mais recente obra de Onésimo Teotónio Almeida. Pode bem dizer-se que se trata de uma peça tocada a duas mãos, em que duas professoras universitárias de filosofia discorrem filosoficamente, mas com a graciosidade e a informalidade que o apreço tido pelo autor explicará, sobre uma obra cuja densidade complexa, à luz da reflexão das duas autoras, resulta mais simples e, até, estimulante. Por isso, também, o texto a que as duas apresentadoras do livro chamam apenas notas, se mantém inalterado.

2 528 Boletim do Núcleo Cultural da Horta quantidade, perceber o quanto tinha escrito, desisti. Isto é, escreveu muito. Bem, muito é pouco, porque escreveu muitíssimo. Desde livros e prefácios de livros, a artigos em que é autor ou co-autor e à participação em Actas de colóquios ou congressos internacionais lá se encontra de tudo. Por isso, abandonei as novas tecnologias. Estando eu a conversar com alguém, que o Professor Onésimo Almeida conhece bem, a Doutora Fernanda Enes, disse-lhe da minha tarefa ao que me respondeu, para me descansar claro!: Ideologias? Esse é o tema do doutoramento dele. Sobre isso sabe ele falar. Interessante que, já lendo o livro, que hoje apresento, no capítulo Marx morto, Darwin posto? encontrei a seguinte afirmação que corroborava a informação recebida influenciado como estava pelas reflexões durante o processo de escrita da tese de doutoramento sobre o conceito de ideologia, em que o primeiro capítulo tentara desmistificar as pretensões do marxismo ao estatuto de ciência, mostrando como ele era uma ideologia e, mais do que isso, uma visão do mundo como outra qualquer, assente sobretudo na opção pela justiça como valor ético fundamental, pressentia que o paradigma marxista começava a soçobrar (p. 21). Como se pode verificar a informação da minha amiga em nada me facilitava a tarefa e por isso decidi voltar-me, apenas, para o livro que hoje estamos a lançar. De Marx a Darwin a Desconfiança das Ideologias é uma obra composta por uma introdução, Em jeito de explicação ao leitor, seguida de 5 capítulos, uma conclusão e dois apêndices sobre Darwin e os Açores e o Darwinismo nos Açores: Arruda Furtado, Sena Freitas e não só. Daqueles cinco salientarei o 1.º subordinado ao tema interessantíssimo Marx morto, Darwin posto? ; o 2.º intitulado A mundividência marxista: um rápido esboço ; passarei para o 4.º onde a Natureza humana e o determinismo biológico enforma o

3 Revista de Livros 529 conteúdo exposto e finalmente a conclusão. O 3.º e o 5.º capítulo ficaram para a minha colega Berta Pimentel Miúdo. Na introdução intitulada, Em jeito de explicação ao leitor, Onésimo Almeida afirma referindo-se a Darwin e ao facto da força com que a questão religiosa, levantada pela teoria evolucionista, em alguns blogues assumir, em Portugal, um pouco, embora nem de longe com a veemência com que surge em determinadas hostes norte- americanas, justificar a sua necessidade de reflexão [que lhe vem do interior do seu mundo vivido] ( ) e serem assim preocupações se calhar demasiado americanas para a sensibilidade portuguesa, reconhece o autor, mas continua convicto de que o seu trabalho traz a dimensão da partilha do questionamento que une todos aqueles que gostam de pensar. Se a introdução era para ajeitar uma explicação ao leitor, esta passagem, desajeitou-me a explicação pois Ricoeur afirma O sujeito que interroga deve ser considerado como pertencente à realidade sobre a qual interroga, pois só deste modo, isto é, pertencendo previamente a um mundo, é que podemos interrogarmo- nos sobre o seu sentido. O pressuposto heideggeriano de ser-no-mundo ganha toda a sua inteligibilidade como precedente da reflexão, pois na verdade, o intérprete nunca conseguirá aproximar-se do que diz o seu texto, se não estiver já posicionado na sua atmosfera de sentido 1. Valeu-me a referência a Tomas Kuhn e a Rorty para me descansar na minha inquietação de falta de mundo vivido para a interpretação uma vez que, de acordo com Onésimo, esses foram os pensadores que melhor ultrapassaram a fronteira linguística e cultural entre os EUA e a Europa (p. 24), onde me encontro na ultraperiferia. Por toda a obra perpassa a reflexão pessoal sempre fundamentada num profundo conhecimento teórico que vai desde a filosofia clássica à contemporânea, passando pela medieval e moderna, bem como pela ciência, pela epistemologia, e pela sociologia. Os fundamentos da reflexão em que o autor se apoia para ultrapassar Marx e ressuscitar Darwin, leva-nos pelas páginas de uma obra que se lê com enorme gosto, de um fôlego só, como se costuma a dizer na minha, na nossa terra. A exposição encadeada dos princípios, a tessitura ordenada das fontes e a finura da reflexão, perspicaz e arguta, garantem umas horas de repouso-dinâmico de leitura e longas horas posteriores de reflexão. Um dia disse-me o Professor Jean Ladrière Si quelque chose nous donne a penser c est parce que l a 1 Ricoeur, Paul, Philosophie de la volonté: II Finitude et culpabilité: 2. La symbolique du mal, Aubier, 1960, 1988, p. 327 e CI, p. 294.

4 530 Boletim do Núcleo Cultural da Horta il y a de la philosophie. Já Kant o havia afirmado e Ricoeur retomado essa mesma máxima quando a aplica ao símbolo afirmando Le symbole donne à penser. Este texto de Onésimo é um texto de filosofia. Faz-nos pensar. Leva-nos pela mão, adentro do seu pensamento, expondo, baralhando, construindo e descontruindo, dando e retirando conforme a questão que o interpela ou a conclusão a que chega, sempre prenhe de novas hipóteses a explorar. No primeiro capítulo Marx morto, Darwin posto? Onésimo afirma algo extraordinário, que vou pedir me possa ajudar a compreender: como é que o empirismo impõe uma nova metafísica (p. 27)? Continuando a leitura, entendi ser este um dos vértices das ideias que quer fazer passar nesta obra. Por isso, aquela afirmação encontra eco no capítulo 4, Natureza humana e determinismo biológico, onde justifica que nós vivamos cada vez mais dentro de um novo paradigma, o do empirismo racional (p. 73). Porém, acabou por me deixar sem chão, quando na página 121, já na Conclusão, afirma: A ciência não é uma metafísica, recordando Aristóteles. Estes textos, aparentemente vários, contêm a unidade de proporem uma explicação pelos meandros da ciência e suas relações com a filosofia, no entanto, fica-nos um pouco a sensação de apenas termos vislumbrado, como Moisés, a Terra Prometida e não termos lá entrado, mesmo com as referências posteriores a Thomas Huxley, o grande divulgador da obra de Darwin, com o seu ensaio sobre o evolucionismo e a ética procurando salvaguardá-la, que Onésimo reflecte mais profundamente no capítulo intitulado Natureza Humana e Determinismo Biológico, sumariada na afirmação do Duarte, Tudo na civilização é contra a natureza (p. 8). No segundo capítulo senti uma profunda identificação com os seus alunos. Assim como é difícil do exterior de uma sociedade cientificamente avançada entender, por exemplo, Bachelard e os seus obstáculos epistemológicos, assim também deverá ser difícil, do interior de uma sociedade capitalista compreender O Capital de Marx. Exige um trabalho de desconstrução da própria realidade em que nos encontramos, um profundo conhecimento de Hegel para se poder entender, como dizia o nosso Professor José Enes: Marx virou Hegel de cabeça para baixo. Como captar em toda a sua amplitude, do interior de uma vivência numa sociedade capitalista, a ideia que está expressa na seguinte afirmação: o paraíso terreal existiu de facto, e o ser humano era bom, mas o capitalismo foi, infelizmente, o pecado original que lançou a humanidade na senda de uma história de luta de classes (p. 53)?

5 Revista de Livros 531 É muito interessante a paridade lógica que estabelece entre a metafísica marxista e a cristã, a primeira ordem natural, o pecado original e a segunda ordem natural, aplicando a cada uma das doutrinas as respectivas figuras simbólicas que na dialéctica ganham corpo. Hegel esteve no Seminário de Tubinga com Schelling e tinham como divisa O reino de Deus. Marx mantém a mesma dialéctica, porém, invertida. Interessante! A revisitação, presente no capítulo 3 está a cargo da minha colega Berta Pimentel Miúdo em conjunto com o capítulo 5, pelo que não sendo este um diálogo de violinos é um trabalho onde os acordes se expressam por duas violas da terra. A capa da obra, da autoria de Armando Lopes, coloca-nos, no final, a questão: quando o primata espreita e olha em frente, o que justifica o Homem? Da minha parte Senhor Professor foi um prazer ler esta sua obra. No final percebe-se perfeitamente o seu subtítulo muitíssimo bem conseguido de acordo com o conteúdo que o mesmo enforma. Em terminologia muito sua, espero revisitá-lo, com mais tempo. Gabriela Castro II Começo por avisar que esta viola da terra vai desafinar: as cravelhas são de madeira, à antiga, e só tem um coração, mal-amanhado. A minha colega, Doutora Gabriela Castro, pôs a bitola científica em patamares de discussão muito elevados, pelo que a minha intervenção nesta sessão se resume a breves reflexões exploratórias de dois capítulos do livro, concretamente o terceiro, Cultura versus natureza uma revisitação, e o quinto, Do (re)conhecimento da ignorância como saudável atitude fundacional. Um destes dias, caminhando pelas calçadas de Ponta Delgada e tendo, então, conhecimento apenas do título da obra, De Marx a Darwin. A desconfiança das Ideologias, lembrei uma história que ocorreu há alguns anos, no contexto de uma disciplina por mim leccionada, História e Filosofia da Cultura. A reflexão em torno do conceito de cultura (trave-mestra do capítulo terceiro) implicou, necessariamente, uma incursão sobre o conceito de ideologia. Recomendei como leitura o texto de Onésimo Teotónio Almeida, publicado em 1995 na Revista Comunicação e Linguagens. A minha recomendação foi aplaudida com entusiasmo, pois os alunos, cerca de uma vintena e maioritariamente açorianos, conheciam sobejamente o autor (julgava eu!). Chegado o dia de análise e discussão do referido texto, verifiquei que o entusiasmo se metamorfoseara numa mistura de desconforto e confusão. Os trabalhos não avançavam, e por mais solicitações

6 532 Boletim do Núcleo Cultural da Horta que fizesse não conseguia obter um discurso fundamentado, pelo que perguntei abertamente: «Então, o que se passa?» Eis quando alguém se enche de coragem (é preciso coragem para dizer o que eu vou, simplesmente, repetir) e esclarece: «É que este Onésimo não tem graça!» Só então percebi que conheciam o homem, mas desconheciam o pensador. E não foi fácil reconciliar o homem da fala, com graça, no espaço público com o pensador da palavra, sem graça, do texto filosófico. Mas Onésimo Teotónio Almeida tem graça, mesmo! Tem muitas graças! Se quisermos olhar pelo lado religioso (estando aqui connosco o nosso querido Doutor Octávio Medeiros, Vigário Episcopal) não lhe faltam sabedoria, entendimento, fortaleza ou ciência. E uma das graças que Onésimo tem é, sem dúvida, a frontalidade e a seriedade com que discute os temas filosóficos, seja numa perspectiva histórica integrante dos problemas da metafísica clássica, seja numa perspectiva sistemática potencialmente estruturante da compreensão da vida humana na contemporaneidade, como é o caso desta última obra. O livro que agora nos pre-ocupa é, pois, um texto plantado em terrenos do saber, do mais puro amor à sabedoria, logo é aí que tem que dar frutos, entenda-se sementes do seu valor. Sendo um texto filosófico, por excelência, o discurso não deixa porém de reflectir a marca do homem, isto é, a argumentação é amiúde entrecortada por elementos narrativos extraordinários. Leia-se a propósito a citação da definição de anedota de Nöel Carroll, longa, analítica e palavrosa: «X é uma anedota se e só se (1) x é um discurso verbal integralmente estruturado, geralmente em forma de riddles ou narrativa ( ), implica a presunção de pelo menos um desses erros pelo implicado ou pelos ouvintes, (6) mas em que o erro é supostamente reconhecido como erro pelo ouvintes.» Como referi, o excerto citado não é de Onésimo Teotónio Almeida, o que é da sua autoria é a afirmação sucedânea e o enquadramento precedente. Diz Onésimo: «Estou certo de que ficaram finalmente a perceber por que razão rimos de uma anedota». Quanto à contextualização precedente da definição atrás lida, pretende ser o desmascaramento, via «Filosofia do Humor», da «táctica da avestruz» com que muitos pensadores revestem as suas (in)conclusões científicas. Relendo, em voo de reconhecimento, o capítulo terceiro, que recordo se intitula Cultura versus natureza uma revisitação, permitam-me começar precisamente pela segunda parte do título, «uma revisitação». A militância revisitante de Onésimo Teotónio Almeida é notória e única. Que eu tenha conhecimento, ninguém se lhe iguala. Trata-se, sem qualquer pretensão pseudo-analítica, de um aspecto

7 Revista de Livros 533 revelador do homem e do pensador. A atitude de revisitação diz-nos do homem: ser alguém que está bem por onde passa, deixando pistas seguras, qual fio de Ariane, para um voltar sempre. Do pensador, diz-nos que não vive de verdades últimas, pré-fabricadas e feitas de uma vez para sempre. Parafraseando Ortega, diríamos que esta é a atitude autêntica do filósofo, pois o trabalho filosófico não se faz a talho de foice, mas usando a táctica, narrada no texto bíblico, da Tomada de Jericó: circundando repetidamente os problemas, para que da súmula de perspectivas conquistadas possamos chegar a planos superiores de compreensão. Outro elemento que marca e caracteriza o discurso de Onésimo Teotónio Almeida é o envolvimento da sua pessoa na análise dos problemas. Discurso directo, escrito e conjugado na primeira pessoa do singular, que todavia convoca reiterada e persistentemente o leitor para interlocutor, ora porque partilha as suas mais recentes leituras e experiências de pensamento, ora porque, recorrendo aos tais momentos extraordinários da narrativa, nos coloca dentro da sua casa a propósito de uma begónia que, tendo crescido desmesuradamente, teve que ser dividida em dois vasos iguais, embora com destinos diferentes. Leia-se: «Vês? conversa de Onésimo com o filho Duarte Biologicamente iguais e em vasos iguaizinhos, com a mesma terra e alimentos. Ponho a mesma água em ambas as plantas todas as semanas, mas nota lhes a diferença. Uma está num quarto voltado para sul, onde a luz do sol entra todo o dia, de Verão e Inverno; ( ). Repara como está esplendorosa. A outra, na galeria, está voltada para norte. Janela rasgada, muita luz, mas aqui não entra o sol directamente. ( ). Vê como está raquítica». Moral da história (sem repercussões quanto ao desempenho escolar dos filhos): a culpa é sua, Professor Onésimo. Pôs esta parte da planta num sítio onde mirrou. Passando a brincadeira, esta história remete-nos directamente para o plano em que o autor pretende que seja equacionado o debate e a reflexão: «Cultura é o que se opõe à natureza, isto é, tudo o que resulta da intervenção humana sobre a natureza». Profundo conhecedor de toda a problemática e polémicas em torno da definição de cultura, Onésimo Teotónio Almeida apresenta com clareza as duas vertentes (um pouco ou até mesmo muito gastas) do debate contemporâneo: construtivistas versus naturalistas. Os primeiros, defendendo que a cultura por nós herdada resulta de uma construção a desconstruir noutra construção. Os segundos, na linha de um reducionismo naturalista, propalado em vastíssima bibliografia contemporânea, especialmente no campo das ciências cognitivas,

8 534 Boletim do Núcleo Cultural da Horta pretendendo agrilhoar a realidade humana no reduto natural. Discutindo com os mais actuais e ilustres representantes destas duas orientações enviesadas da relação cultura/natureza, especialmente a segunda, seja J. Q. Wilson ou F. Crick, Onésimo Teotónio Almeida conclui pela impossibilidade de mapear a pessoa no seu todo, qual auto-transparência absoluta. Há toda uma dimensão constituinte e constitutiva da vida humana que escapa como água por um cesto de vimes ao determinismo naturalista, especialmente no domínio da racionalidade prática, da acção, ética e política, em que estão envolvidos conceitos fundamentais como liberdade, respeito ou justiça. Leia-se: «Daí que os debates sobre o grau de predomínio entre as forças da natureza ou da cultura permaneçam bem acesos no nosso tempo e não se consiga encontrar argumentos em favor do determinismo biológico, tal como ninguém até aqui conseguiu fazê-lo para outro determinismo qualquer. Apesar dos extraordinários avanços das últimas décadas, continuamos no escuro em relação a peças fundamentais do ser humano e da sua existência». Quanto ao interessantíssimo capítulo quinto, intitulado Do (re)conhecimento da ignorância como saudável atitude fundacional, breves palavras, apesar de ser um tema aliciante. Tratando-se de um vasto território, profusamente habitado por indivíduos que não querem perder o abrigo, as terras da ignorância são abaladas com frequência por irrupções forasteiras desestruturantes, que medeiam entre o reconhecimento e a conquista. A linha de pensamento seguida por Onésimo Teotónio Almeida tem matriz epistemológica, porém extravasando sentidos para outros âmbitos filosóficos. Sem recorrer, pelo menos logo de início, à famosa douta ignorância reclamada por Sócrates, que inaugurou a filosofia como discurso de desvelamento partilhado, e avançando na discussão das questões em torno da possibilidade e unicidade do conhecimento, o autor conclui que uma das marcas fundamentais dos nossos dias é a consciência da nossa ignorância. Qual raposa, na metáfora de Isaiah Berlin (ou João dos Ovos, na versão açoriana), Onésimo Teotónio Almeida, com a sua autenticidade filosófica, sabe as muitas pequenas coisas necessárias para a re-invenção do presente e compreensão do futuro. E por que de um balho furado se tratou, deixamos para si, Professor Onésimo, outros rodopios do pensamento, no caso concreto, vamos deixá-lo às voltas com Darwin. Muito obrigada a todos, especialmente a si Professor Onésimo Teotónio Almeida. Berta Pimentel Miúdo

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves

Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão. Jorge Esteves Catequese nº 13 (4º Catecismo) Jesus presente no irmão Jorge Esteves Objectivos 1. Reconhecer que Jesus se identifica com os irmãos, sobretudo com os mais necessitados (interpretação e embora menos no

Leia mais

2015 O ANO DE COLHER JANEIRO - 1 COLHER ONDE PLANTEI

2015 O ANO DE COLHER JANEIRO - 1 COLHER ONDE PLANTEI JANEIRO - 1 COLHER ONDE PLANTEI Texto: Sal. 126:6 Durante o ano de 2014 falamos sobre a importância de semear, preparando para a colheita que viria neste novo ano de 2015. Muitos criaram grandes expectativas,

Leia mais

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo.

Para a grande maioria das. fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Sonhos Pessoas Para a grande maioria das pessoas, LIBERDADE é poder fazer o que desejo fazer, ou o que eu tenho vontade, sem sentir nenhum tipo de peso ou condenação por aquilo. Trecho da música: Ilegal,

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

VAMOS CONSTRUIR UMA CIDADE

VAMOS CONSTRUIR UMA CIDADE VAMOS CONSTRUIR UMA CIDADE Versão adaptada de Eugénio Sena para Wir Bauen Eine Stadt de Paul Hindemith 1. MARCHA (Entrada) Uma cidade nossa amiga Não queremos a cidade antiga. Nós vamos pensar tudo de

Leia mais

Transcrição de Entrevista n º 24

Transcrição de Entrevista n º 24 Transcrição de Entrevista n º 24 E Entrevistador E24 Entrevistado 24 Sexo Feminino Idade 47 anos Área de Formação Engenharia Sistemas Decisionais E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas

Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral Transitório Exmos. Srs. Conselheiros Exmos. Srs. Professores Exmos. Srs. Funcionários Caros amigos e amigas Em primeiro lugar gostaria de expressar o meu agradecimento

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC

COMO FORMATAR MONOGRAFIA E TCC TEXTO COMPLEMENTAR AULA 2 (15/08/2011) CURSO: Serviço Social DISCIPLINA: ORIENTAÇÕES DE TCC II - 8º Período - Turma 2008 PROFESSORA: Eva Ferreira de Carvalho Caro acadêmico, na Aula 2, você estudará Áreas

Leia mais

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto.

Tendo isso em conta, o Bruno nunca esqueceu que essa era a vontade do meu pai e por isso também queria a nossa participação neste projecto. Boa tarde a todos, para quem não me conhece sou o Ricardo Aragão Pinto, e serei o Presidente do Concelho Fiscal desta nobre Fundação. Antes de mais, queria agradecer a todos por terem vindo. É uma honra

Leia mais

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º

5- Cite, em ordem de preferência, três profissões que você mais gostaria de exercer: 1º 2º 3º 18. DICAS PARA A PRÁTICA Orientação para o trabalho A- Conhecimento de si mesmo Sugestão: Informativo de Orientação Vocacional Aluno Prezado Aluno O objetivo deste questionário é levantar informações para

Leia mais

Só Deus é bom! do jovem rico

Só Deus é bom! do jovem rico Só Deus é bom! As memórias do jovem rico Carlos Mesters Só Deus é bom! As memórias do jovem rico Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Assistente editorial: Jacqueline Mendes Fontes Revisão:

Leia mais

Unidade 4: Obedeça ao Senhor Neemias e o muro

Unidade 4: Obedeça ao Senhor Neemias e o muro Histórias do Velho Testamento 3 a 6 anos Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse Unidade 4: Obedeça ao Senhor Neemias e o muro O Velho Testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas e verdadeiras.

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

DESLOCAÇÃO DE DOENTES. Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Senhores Deputados Senhores Membros do Governo

DESLOCAÇÃO DE DOENTES. Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores Senhores Deputados Senhores Membros do Governo DESLOCAÇÃO DE DOENTES Senhor Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores No ano 2000, a Organização Mundial de Saúde, ao publicar o relatório sobre a Saúde Mundial, possibilitou

Leia mais

Entrevista A2. 2. Que idade tinhas quando começaste a pertencer a esta associação? R.: 13, 14 anos.

Entrevista A2. 2. Que idade tinhas quando começaste a pertencer a esta associação? R.: 13, 14 anos. Entrevista A2 1. Onde iniciaste o teu percurso na vida associativa? R.: Em Viana, convidaram-me para fazer parte do grupo de teatro, faltava uma pessoa para integrar o elenco. Mas em que associação? Na

Leia mais

PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62

PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62 PREGAÇÃO DO DIA 08 DE MARÇO DE 2014 TEMA: JESUS LANÇA SEU OLHAR SOBRE NÓS PASSAGEM BASE: LUCAS 22:61-62 E, virando- se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou- se da palavra do Senhor, como lhe havia

Leia mais

AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA

AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA Fábio de Araújo Aluno do Curso de Filosofia Universidade Mackenzie Introdução No decorrer da história da filosofia, muitos pensadores falaram e escreveram há cerca do tempo,

Leia mais

Gravidez na adolescência: narrativas da paternidade

Gravidez na adolescência: narrativas da paternidade Gravidez na adolescência: narrativas da paternidade ANTÓNIO MANUEL MARQUES IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE SAÚDE, CULTURA E SOCIEDADE Portalegre, Julho 2008 Tópicos Gravidez na adolescência e paternidade

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

Apostila Fundamentos. Batismo nas Águas. batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo... Mt 28:19

Apostila Fundamentos. Batismo nas Águas. batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo... Mt 28:19 Apostila Fundamentos Batismo nas Águas batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo... Mt 28:19 B a t i s m o n a s Á g u a s P á g i n a 2 Batismo nas Águas Este é outro passo que está

Leia mais

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles Profa. Ms. Luciana Codognoto Períodos da Filosofia Grega 1- Período pré-socrático: (VII e VI a.c): início do processo de desligamento entre

Leia mais

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.

Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5. Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e Ele passou a ensiná-los dizendo... Mateus 5.1-2 E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha

Leia mais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais

Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais INTRODUÇÃO À sociologia Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais introdução à S Maura Pardini Bicudo Véras O CIO LO GIA Marx, Durkheim e Weber, referências fundamentais Direção editorial Claudiano

Leia mais

ano Literatura, Leitura e Reflexão Se m e s t re A r ua de José Ricardo Moreira

ano Literatura, Leitura e Reflexão Se m e s t re A r ua de José Ricardo Moreira 2- Literatura, Leitura e Reflexão 2- ano o Se m e s t re A r ua de s o n s o d o t José Ricardo Moreira PEI_LLR_2ano_2S_H1.indb 1 12/06/2012 18:18:06 Capítulo 1 A sua rua tem calçada? A minha tem! A sua

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

IGREJA CRISTÃ MARANATA PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS.

IGREJA CRISTÃ MARANATA PRESBITÉRIO ESPÍRITO SANTENSE EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS. ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL 21-jun-2015 - TEMA: A FÉ Assunto: INTERFERÊNCIAS NO PROCESSO DA SALVAÇÃO Texto fundamental: JOÃO CAP. 9 EM EFÉSIOS 2.8 PAULO VINCULA A SALVAÇÃO À FÉ QUE VEM DE DEUS. COMENTAR OS

Leia mais

Para gostar de pensar

Para gostar de pensar Rosângela Trajano Para gostar de pensar Volume III - 3º ano Para gostar de pensar (Filosofia para crianças) Volume III 3º ano Para gostar de pensar Filosofia para crianças Volume III 3º ano Projeto editorial

Leia mais

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes

Imagens de professores e alunos. Andréa Becker Narvaes Imagens de professores e alunos Andréa Becker Narvaes Inicio este texto sem certeza de poder concluí-lo de imediato e no intuito de, ao apresentá-lo no evento, poder ouvir coisas que contribuam para continuidade

Leia mais

LONDRES Reunião do GAC: Processos Políticos da ICANN

LONDRES Reunião do GAC: Processos Políticos da ICANN LONDRES Reunião do GAC: Processos Políticos da ICANN e Responsabilidades do interesse público em relação aos Direitos Humanos e Valores Democráticos Terça feira, 24 de junho de 2014 09:00 a 09:30 ICANN

Leia mais

Este, Esse ou Aquele Autora: Maria Tereza de Queiroz Piacentini

Este, Esse ou Aquele Autora: Maria Tereza de Queiroz Piacentini Este, Esse ou Aquele Autora: Maria Tereza de Queiroz Piacentini Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número: este, esse, aquele. Existem três invariáveis:

Leia mais

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA

COMO ESCREVER UM ENSAIO FILOSÓFICO 1. Artur Polónio CENTRO PARA O ENSINO DA FILOSOFIA SOCIEDADE PORTUGUESA DE FILOSOFIA 1 Artur Polónio Índice 1. O que é um ensaio filosófico? 2. O que se espera que um estudante mostre ao escrever um ensaio? 3. Como escolher o título do ensaio? 4. Como se prepara um ensaio? 5. Como se deve

Leia mais

Orar é uma atividade regular na vida de Jesus, um hábito, uma disciplina, um vínculo. Essa passagem é pedagógica e ilustra uma vida de fé!

Orar é uma atividade regular na vida de Jesus, um hábito, uma disciplina, um vínculo. Essa passagem é pedagógica e ilustra uma vida de fé! Faculdades EST- Pastoral Universitária Culto de Abertura do Semestre 2013/2 Prédica sobre Lucas 11.1-13 Pastora Iára Müller Leitura de Lucas 11.1-13 O tema da oração e da persistência em orar sempre volta

Leia mais

Canguilhem e as ciências da vida

Canguilhem e as ciências da vida Canguilhem e as ciências da vida 679 CANGUILHEM, G. Estudos de História e de Filosofia das Ciências: concernentes aos vivos e à vida Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2012 1 Lizandro Lui 1 Instituto

Leia mais

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância

Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância 1 Reflexão: Abordagem ao domínio da matemática, comunicação oral e escrita na Educação de Infância Mariana Atanásio, Nº 2036909. Universidade da Madeira, Centro de Competência das Ciências Sociais, Departamento

Leia mais

Sinopse I. Idosos Institucionalizados

Sinopse I. Idosos Institucionalizados II 1 Indicadores Entrevistados Sinopse I. Idosos Institucionalizados Privação Até agora temos vivido, a partir de agora não sei Inclui médico, enfermeiro, e tudo o que for preciso de higiene somos nós

Leia mais

COMO SE PREPARA UMA REPORTAGEM i DICAS PARA PREPARAR UMA REPORTAGEM

COMO SE PREPARA UMA REPORTAGEM i DICAS PARA PREPARAR UMA REPORTAGEM COMO SE PREPARA UMA REPORTAGEM i DICAS PARA PREPARAR UMA REPORTAGEM Ver, ouvir, compreender e contar eis como se descreve a reportagem, nas escolas de Jornalismo. Para haver reportagem, é indispensável

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO

TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO TEXTO RETIRADO DO LIVRO: RESILIÊNCIA COMO SUPERAR PRESSÕES E ADVERSIDADES NO TRABALHO O QUE PODEMOS APRENDER com a experiência de vida de pessoas resilientes é que, para enfrentar situações difíceis, é

Leia mais

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número e invariáveis [isto, isso, aquilo]. Eles assinalam a posição

Leia mais

Como escrever um bom Relato de Experiência em Implantação de Sistema de Informações de Custos no setor público. Profa. Msc. Leila Márcia Elias

Como escrever um bom Relato de Experiência em Implantação de Sistema de Informações de Custos no setor público. Profa. Msc. Leila Márcia Elias Como escrever um bom Relato de Experiência em Implantação de Sistema de Informações de Custos no setor público O que é Relato de Experiência? Faz parte dos gêneros pertencentes ao domínio social da memorização

Leia mais

FEED FORWARD #35 JANEIRO 2015. Propósito e Coaching. Alexandra Lemos Executive Coach International Coach Trainer da ICC para Portugal WWW.MINDCOACH.

FEED FORWARD #35 JANEIRO 2015. Propósito e Coaching. Alexandra Lemos Executive Coach International Coach Trainer da ICC para Portugal WWW.MINDCOACH. WWW.MINDCOACH.PT FEED FORWARD Propósito e Coaching #35 JANEIRO 2015 Alexandra Lemos Executive Coach International Coach Trainer da ICC para Portugal ZÉLIA OLIVEIRA MARQUES EXECUTIVE, BUSINESS & TEAM COACH

Leia mais

Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro

Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro 1 www.oxisdaquestao.com.br Faltam boas entrevistas ao jornalismo diário brasileiro Texto de CARLOS CHAPARRO A complexidade dos confrontos da atualidade, em especial nos cenários políticos, justificaria

Leia mais

I Tessalonicensses 4:13~18; a descrição do encontro

I Tessalonicensses 4:13~18; a descrição do encontro Arrebatamento (continuação) #70 Vamos agora, ver em detalhes a descrição do encontro de Jesus com a Igreja e a transformação dos nossos corpos para corpos gloriosos, iguais ao de Jesus. I Tessalonicensses

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TUTOR ON-LINE NA FORMAÇÃO DOCENTE

A IMPORTÂNCIA DO TUTOR ON-LINE NA FORMAÇÃO DOCENTE A IMPORTÂNCIA DO TUTOR ON-LINE NA FORMAÇÃO DOCENTE Curso de Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva Página Inicial do AVA com a relação das disciplinas do Curso e Formação

Leia mais

DECLARAÇÃO POLÍTICA DO PRESIDENTE DO GRUPO PARLAMENTAR DO PS/AÇORES

DECLARAÇÃO POLÍTICA DO PRESIDENTE DO GRUPO PARLAMENTAR DO PS/AÇORES DECLARAÇÃO POLÍTICA DO PRESIDENTE DO GRUPO PARLAMENTAR DO PS/AÇORES Senhoras e Senhores Deputados, Senhora e Senhores Membros do Governo, No uso duma faculdade regimental, o Grupo Parlamentar do PS resolve

Leia mais

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br

Palestra Virtual. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Palestra Virtual Promovida pelo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: Comportamento Agressivo na Infância Palestrante: Sandra Salles Rio de Janeiro 04/08/2000 Organizadores da palestra: Moderador: "Brab"

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução

Resumo. Palavras-chave: Matemática; Geometria; Aulas Investigativas. Introdução III Seminário sobre Educação Matemática A desigualdade triangular em diferentes mídias Paulo César da Penha pcpenha@terra.com.br GRUCOGEO/USF/ Secretaria da Educação de Itatiba-SP Resumo O relato de experiência

Leia mais

Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família

Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família METANOIA em Lisboa Encontro a propósito do inquérito do Sínodo dos Bispos sobre a família Algumas notas a partir da reflexão havida no dia 13 de dezembro de 2013 na qual participaram 43 pessoas Contexto

Leia mais

Revista Sul-americana de Filosofia e Educação RESAFE A FILOSOFIA E A NOVIDADE DO PENSAMENTO

Revista Sul-americana de Filosofia e Educação RESAFE A FILOSOFIA E A NOVIDADE DO PENSAMENTO 83 Relato de experiência A FILOSOFIA E A NOVIDADE DO PENSAMENTO Vânia Mesquita 1 Resumo: O presente relato busca introduzir a discussão sobre o filosofar em sala de aula como uma importante possibilidade

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt)

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt) Esterofoto Geoengenharia SA Álvaro Pombo Administrtador (www.estereofoto.pt) Q. Conte-nos um pouco da historia da empresa, que já tem mais de 30 anos. R. A Esterofoto é uma empresa de raiz, a base da empresa

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS NAT. CIÊNCIAS HUM. CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Conteúdo:

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS NAT. CIÊNCIAS HUM. CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Conteúdo: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I Conteúdo: - Alguns aspectos que interferem na saúde das pessoas - Saúde como Direito Constitucional dos brasileiros

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Fundamentos metodológicos da teoria piagetiana: uma psicologia em função de uma epistemologia Rafael dos Reis Ferreira Universidade Estadual Paulista (UNESP)/Programa de Pós-Graduação em Filosofia FAPESP

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Cristina Soares. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Cristina Soares Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Quando decidi realizar meu processo de coaching, eu estava passando por um momento de busca na minha vida.

Leia mais

Músicos, Ministros de Cura e Libertação

Músicos, Ministros de Cura e Libertação Músicos, Ministros de Cura e Libertação João Paulo Rodrigues Ferreira Introdução Caros irmãos e irmãs; escrevo para vocês não somente para passar instruções, mas também partilhar um pouco da minha experiência

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

As religiões na escola

As religiões na escola G E R A Ç Õ E S E V A L O R E S Estudos As religiões na escola Se a escola tem por missão colaborar na formação integral do aluno, então não pode ignorar nenhuma das suas dimensões específicas, sob pena

Leia mais

A consciência no ato de educar

A consciência no ato de educar Família e escola: somando forças para construir o futuro Júlio Furtado www.juliofurtado.com.br A consciência no ato de educar Não se educa entre uma novela e outra. Não se educa nos finais de semana! Não

Leia mais

Vamos começar nossos estudos e descobertas????????

Vamos começar nossos estudos e descobertas???????? Aula 07 RESUMO E RESENHA Vamos iniciar nossos estudos???? Você já deve ter observado que pedimos que leia determinados textos e escreva o que entendeu, solicitamos que escreva o que o autor do texto quis

Leia mais

Caracterização Cronológica

Caracterização Cronológica Caracterização Cronológica Filosofia Medieval Século V ao XV Ano 0 (zero) Nascimento do Cristo Plotino (204-270) Neoplatônicos Patrística: Os grandes padres da igreja Santo Agostinho ( 354-430) Escolástica:

Leia mais

Unidade 04: Obedeça ao Senhor Josué obedece, o muro cai

Unidade 04: Obedeça ao Senhor Josué obedece, o muro cai Histórias do Velho Testamento Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 04: Obedeça ao Senhor Josué obedece, o muro cai O velho testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas

Leia mais

AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA FESTA CRIATIVA Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br

AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA FESTA CRIATIVA Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA FESTA CRIATIVA Glorinha Aguiar glorinhaaguiar@uol.com.br Ele era um excelente e criativo professor de Educação Física. Um dia, a diretora da escola o procurou e disse: Dentro

Leia mais

internetsegura.fde.sp.gov.br

internetsegura.fde.sp.gov.br PROJETO: HISTORIA: PÁGINA: ANO:! internetsegura.fde.sp.gov.br Internet Segura. Bom para você! Olá! A campanha Internet Segura. Bom para você! apresenta duas histórias em quadrinhos em que seus personagens

Leia mais

5Etapas Para Conseguir Clientes de Coaching,

5Etapas Para Conseguir Clientes de Coaching, 5Etapas Para Conseguir Clientes de Coaching, Consultoria, Terapias Holísticas e Para Encher Seus Cursos e Workshops. Parte 01 Como Se Posicionar e Escolher os Clientes dos Seus Sonhos 1 Cinco Etapas Para

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA. Cipriano Carlos Luckesi 1

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA. Cipriano Carlos Luckesi 1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E ÉTICA Cipriano Carlos Luckesi 1 Artigo publicado na Revista ABC EDUCATIO, nº 54, março de 2006, páginas 20 e 21. Estamos iniciando um novo ano letivo. Vale a pena olhar um pouco

Leia mais

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 )

R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) R E L A T Ó R I O D E E N G E N H A R I A D E S O F T W A R E ( 2 0 0 5 / 2 0 0 6 ) Tendo iniciado no presente ano lectivo 2005/2006 o funcionamento da plataforma Moodle na Universidade Aberta, considerou-se

Leia mais

Agrupamento de Escolas Pioneiras da Aviação Portuguesa EB1/JI Vasco Martins Rebolo

Agrupamento de Escolas Pioneiras da Aviação Portuguesa EB1/JI Vasco Martins Rebolo Era uma vez a família Rebolo, muito simpática e feliz que vivia na Amadora. Essa família era constituída por quatro pessoas, os pais Miguel e Natália e os seus dois filhos Diana e Nuno. Estávamos nas férias

Leia mais

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP

Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Cerimónia de Assinatura Protocolo AICEP/CRUP Lisboa, 10 janeiro 2014 António Rendas Reitor da Universidade Nova de Lisboa Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas Queria começar

Leia mais

Ano Letivo 2011/2012 2º Ciclo 5º Ano

Ano Letivo 2011/2012 2º Ciclo 5º Ano AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Planificação Anual EMRC Ano Letivo 2011/2012 2º Ciclo 5º Ano Tema Conteúdos Competências Específicas Avaliação Lectiva 1 Viver Juntos Mudança de ano

Leia mais

AGUAS PROFUNDAS. Lc 5

AGUAS PROFUNDAS. Lc 5 1 Lc 5 AGUAS PROFUNDAS 1 Certo dia Jesus estava perto do lago de Genesaré, e uma multidão o comprimia de todos os lados para ouvir a palavra de Deus. 2 Viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos

Leia mais

pensamentos para o seu dia a dia

pensamentos para o seu dia a dia pensamentos para o seu dia a dia Israel Belo de Azevedo 1Vida e espiritualidade 1 Adrenalina no tédio O interesse por filmes sobre o fim do mundo pode ser uma forma de dar conteúdo ao tédio. Se a vida

Leia mais

Resenha Resenha Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 8, n. 11, p. 133-135, jun. 2002 131

Resenha Resenha Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 8, n. 11, p. 133-135, jun. 2002 131 Resenha 131 132 LÉVY, André. Ciências clínicas e organizações sociais. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. 224p. Lançado por ocasião do VIII Colóquio Internacional de Psicossociologia e Sociologia Clínica,

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 RELATÓRIO FINAL ATIVIDADE SOBRE DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 44 Discurso no jantar oferecido ao

Leia mais

Apostila de Fundamentos. Arrependimento. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados...

Apostila de Fundamentos. Arrependimento. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados... Apostila de Fundamentos Arrependimento Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados... (Atos 3:19) A r r e p e n d i m e n t o P á g i n a 2 Arrependimento É muito importante

Leia mais

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com

ENTREVISTA. COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com Entrevista ENTREVISTA 146 COM o Dr. Rildo Cosson. POR Begma Tavares Barbosa* begma@acessa.com * Dra. em Letras pela PUC/RJ e professora do Colégio de Aplicação João XXIII/UFJF. Rildo Cosson Mestre em Teoria

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto de Vida MACHADO, Nilson José. Projeto de vida. Entrevista concedida ao Diário na Escola-Santo André, em 2004. Disponível em: .

Leia mais

Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise

Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise Considerações sobre a elaboração de projeto de pesquisa em psicanálise Manoel Tosta Berlinck Um projeto de pesquisa é um objeto escrito que resulta de um processo de elaboração, esclarecimento e precisão.

Leia mais

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. Eu quero não parar coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - de consigo.o usar que eu drogas f o? aç e Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais

Arte Lusófona nos CFM? ma-schamba. " cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho doulhe o meu silêncio " (R.

Arte Lusófona nos CFM? ma-schamba.  cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho doulhe o meu silêncio  (R. Page 1 of 7 ma-schamba " cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho doulhe o meu silêncio " (R. Nassar) Arte Lusófona nos CFM? 08/07/2011, 1:52 3 O Instituto Camões e o Instituto

Leia mais

Equações do segundo grau

Equações do segundo grau Módulo 1 Unidade 4 Equações do segundo grau Para início de conversa... Nesta unidade, vamos avançar um pouco mais nas resoluções de equações. Na unidade anterior, você estudou sobre as equações de primeiro

Leia mais

BOLETIM DO NÚCLEO CULTURAL DA HORTA

BOLETIM DO NÚCLEO CULTURAL DA HORTA (2009), Maria Filomena Mónica (Coord. e Prefácio), Os Dabney. Uma Família Americana nos Açores. Lisboa, Tinta-da-China Edições. POR RICARDO MANUEL MADRUGA DA COSTA.......................................

Leia mais

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36

FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 FILOSOFIA DE VIDA Atos 13.36 Tendo, pois, Davi servido ao propósito de Deus em sua geração, adormeceu, foi sepultado com os seus antepassados e seu corpo se decompôs. Não são todos que têm o privilégio

Leia mais

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa

Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 2: A família de Deus cresce José perdoa História Bíblica: Gênesis 41-47:12 A história de José continua com ele saindo da prisão

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

00.035.096/0001-23 242 - - - SP

00.035.096/0001-23 242 - - - SP PAGINA 1 O CARÁTER CRISTÃO 7. O CRISTÃO DEVE TER UMA FÉ OPERANTE (Hebreus 11.1-3) Um leitor menos avisado, ao ler o texto pode chegar à conclusão de que a fé cria coisas pelas quais esperamos. A fé não

Leia mais

Todos Batizados em um Espírito

Todos Batizados em um Espírito 1 Todos Batizados em um Espírito Leandro Antonio de Lima Podemos ver os ensinos normativos a respeito do batismo com o Espírito Santo nos escritos do apóstolo Paulo, pois em muitas passagens ele trata

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: domínio e/ou desenvolvimento? Cipriano Carlos Luckesi 1

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: domínio e/ou desenvolvimento? Cipriano Carlos Luckesi 1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM: domínio e/ou desenvolvimento? Cipriano Carlos Luckesi 1 A partir do texto que publiquei na revista ABC EDUCTIO, nº 54, de março do corrente ano, tratando das armadilhas que são

Leia mais