Outline. I. Introdução. II. Importância do algodão na economia. III. A Cadeia de valor do algodão. VI. Análise SWOT. V. Factores de competitividade

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2 Outline I. Introdução II. Importância do algodão na economia III. A Cadeia de valor do algodão VI. Análise SWOT V. Factores de competitividade VI. Conclusões

3 I. Introdução A cultura do algodão constitui uma importante fonte de rendimento no meio rural em Moçambique e um dos produtos agrícolas mais exportados na última década. Objectivo: caracterizar as diferentes vertentes do subsector do algodão em Moçambique ao longo do período determinado entre 2001 e 2011 e identificar os principais factores de competitividade assim como os maiores constrangimentos.

4 II. Importância do algodão na economia 1. Breve história do algodão em Moçambique Evolução da produção do algodão-caroço de 1950 a 2002 Toneladas 140, , ,000 80,000 60,000 40,000 20,000 - Colonial ( ) Pós-independêcia ( ) Privatizações e relançamento ( ) Pequenos agricultores Empresarial Total Nota: A evolução da produção do algodão ilustrada no gráfico refere-se a média das produções dos anos que constituem cada período. Fonte: Boughton et al (s/ data).

5 2. O algodão como fonte de rendimento no meio rural Caracterização do subsector do algodão Distribuição da produção do algodão-caroço por províncias, total de 2001 a % 12% 3% 0.1% 0.1% 27% 6% 6% Cabo Delgado Nampula Niassa Zambézia Tete Sofala Manica Inhambane Gaza 39% Fonte: IAM.

6 Toneladas 2. O algodão como fonte de rendimento no meio rural Evolução da produção do algodão-caroço e fibra 140, , ,000 80,000 60,000 40,000 20, Algodão caroço Algodão fibra Fonte: IAM.

7 2. O algodão como fonte de rendimento no meio rural Valor da comercialização do algodão ao produtor Evolução do valor da comercialização do algodão ao produtor a preços constantes de 2011 Nota: O valor da comercialização do algodão ao produtor foi calculado baseado na média dos preços nacionais de algodão de 1ª e do preço do algodão de 2ª. Fonte: Calculado com base na produção e preços nacionais do IAM.

8 3. Balança comercial do algodão Exportações Evolução do volume de exportação do algodão-fibra Distribuição das exportações do algodão-fibra por países de destino Fonte: BdeM. Fonte: Mahalambe (2012).

9 3. Balança comercial do algodão Exportações Evolução da proporção das exportações do algodão nas agrícolas e totais Fonte: Banco de Moçambique (BdeM) para as exportações do algodão e totais e Food and Agriculture Organization (FAO) para as agrícolas.

10 4. Preços internacionais e preços nacionais ao produtor Evolução do preço internacional do algodão (Index A) Fonte: IAM. Evolução dos preços nacionais do algodão ao produtor Fonte: IAM.

11 5. O algodão moçambicano no comércio internacional Custos de produção da fibra do algodão por hectare e por kg relativos a 2010 Fonte: Mahalambe (2012) Quota de mercado do algodão moçambicano Fonte: FAO.

12 6. Volume de crédito para o subsector do algodão O crédito agrícola foi cedido teve como principais destinos o açúcar (31%) e o algodão (22%) no período de 2003 a O crédito referente ao algodão apresenta uma tendência a decrescer, principalmente depois de A proporção do crédito do algodão no crédito agrícola e no total apresenta uma tendência a decrescer.

13 III. A Cadeia de valor do algodão Cadeia de valor do subsector do algodão em Moçambique Fonte: Elaborado pela autora.

14 VI. Análise SWOT Análise interna Pontos fortes Pontos fracos Custos de produção Qualidade reconhecida nos padrões internacionais Solos (com maior destaque nas regiões norte e centro) Condições de solo e clima Rendimentos por hectare baixos Ausência da indústria de fiação, tecelagem e vestuário Fraca investigação Modelo de fixação do preço ao produtor desajustado Fraco apoio institucional no fomento do algodão Estrutura monopsónica do mercado Elevados custos de logística

15 VI. Análise SWOT Análise externa Oportunidades Ameaças Consumo crescente da fibra nos mercados internacionais Tempo de colocação do algodão no mercado (Junho a Agosto) Potencial de desenvolvimento da cadeia de valor Volatilidade do preço internacional Dependência das variações da taxa de câmbio Taxas de juro muito elevadas Culturas que oferecem maior renda para os produtores Decrescimento do crédito cedido ao subsector Existência de meios de comunicação (estradas) em condições desfavoráveis para o transporte do algodão Concorrência de fibras artificiais

16 V. Factores de competitividade 1º pilar: Instituições O quadro institucional é considerado fraco no que se refere ao apoio no fomento do algodão, contribuindo para o aumento de custos operacionais. O regulamento da cultura do algodão e a legislação podem dificultar o crescimento e desenvolvimento do subsector. 2º pilar: Infra-estruturas A qualidade das estradas, caminhos-de-ferro e dos portos constitui um constrangimento para o subsector. Verificam-se demoras e atrasos da entrega da carga devido a ineficiência dos portos.

17 V. Factores de competitividade 3º pilar: Ambiente macroeconómico A inflação e o câmbio são as variáveis macroeconómicas que mais influenciam o crescimento e a competitividade do subsector. Os altos níveis de inflação e a variabilidade da taxa de câmbio influenciam negativamente na competitividade do subsector. 6º pilar: Eficiência no mercado de bens Verifica-se uma baixa intensidade de concorrência local. O IVA e a taxa cobrada pelo IAM (aproximadamente 2% do total de custos das empresas) constituem constrangimentos a actividade das fabricas de descaroçamento. Demora dos procedimentos alfandegários e tarifas extremamente altas.

18 V. Factores de competitividade 7º pilar: Eficiência no mercado de trabalho Rigidez da lei laboral vigente em Moçambique (considerada pelo WEF como o sexto factor mais problemático para o ambiente de negócios). A mão-de-obra representa 6% do total de custos de uma fábrica de descaroçamento (incluindo a mão de obra da comercialização). Este valor tem como referência apenas uma empresa e não a média do sector. 8º pilar: Desenvolvimento no mercado financeiro Maior parte do sistema financeiro encontra-se nas cidades. Altas taxas de juro registadas; existência de um nível de dificuldade de acesso a empréstimos característico do sector agrícola.

19 V. Factores de competitividade 9º pilar: Disponibilidade de tecnologia A transferência de tecnologia tem sido um dos elementos mais fracos deste subsector, sendo que os produtores não têm estado a adoptar tecnologias mais produtivas. 10º pilar: Dimensão do mercado O mercado nacional do subsector do algodão limita-se ao produtos derivados da semente do algodão após o seu descaroçamento (óleo e bagaço). A dimensão do mercado internacional é crucial para o subsector do algodão em Moçambique, visto que não há mercado interno para a fibra produzida no país.

20 V. Factores de competitividade 11º pilar: Sofisticação do negócio A cadeia de valor do sector do algodão apresenta deficiências na medida em que engloba apenas a produção e o processamento do algodão-caroço. Reduzido valor acrescentado em comparação com os restantes países produtores de algodão. 12º pilar: Inovação e 5º pilar: Educação superior e formação Fraca investigação e inovação no subsector do algodão.

21 VI. Conclusões O algodão é maioritariamente produzido por pequenos agricultores, constituindo assim uma importante fonte de rendimento no meio rural. A produção do algodão-caroço foi em média toneladas, ainda aquém do nível registado em 1974 de toneladas. O rendimento do algodão é considerado baixo. O preço internacional do algodão foi identificado como principal determinante na fixação do preço nacional ao consumidor. O sistema de fixação do preço nacional ao produtor pode desajustar-se pelas variações na taxa de câmbio. Baixo nível de competitividade verificado neste subsector.

22 OBRIGADA PELA ATENÇÃO!

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