CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO Manual de marcação a mercado Maio de 2015

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1 CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO Manual de marcação a mercado Este material foi desenvolvido pela Credit Suisse Hedging-Griffo e não pode ser distribuído, copiado ou reproduzido, no todo ou em partes, sem a autorização expressa da CSHG.

2 Válido a partir de Área responsável Autor Contato Substitui Idioma original Escopo/destinatários 25/Maiol/205 Controle de Risco Credit Suisse Hedging-Griffo Compliance Versão Publicada em Set/4 Português Público em Geral

3 Sumário.Introdução 4 2.Processo de Marcação a Mercado Princípios da Marcação a Mercado Estrutura organizacional Visão do processo Comitê de Apreçamento Critérios de apreçamento de ativos Taxa Selic Taxa CDI IPCA IGP-M IGP-DI Estrutura a termo da taxa de juros em reais Demais estruturas a termo da taxa de juros Títulos Públicos Federais Pré-fixados: LTN e NTN-F Pós-fixados: LFT Indexados ao IGPM: NTN-C Indexados ao IPCA: NTN-Bs Títulos privados Debêntures CDB (Certificado de Depósito Bancário) e RDB (Recibo de Depósito Bancário) LF e LFS (Letra Financeira e Letra Financeira Subordinada) CCB (Cédula de Crédito Bancário) CPR (Cédulas do Produtor Rural) Operações compromissadas com lastro em títulos de renda fixa públicos e privados DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC) NPC (Nota Promissória Comercial) Termo de ações Operações de Renda Fixa sintetizadas a partir de outros ativos Box Swaps Ponta indexada a um percentual do CDI Ponta indexada à taxa pré-fixada Ponta indexada ao CDI acrescido de spread (CDI + spread) Ponta indexada ao IGPM Ponta Indexada ao IPCA Ponta indexada ao dólar norte-americano Ponta indexada à variação de outras moedas Ponta indexada à variação de ativos listados em bolsa Contratos futuros Ações

4 Opções Swaps de taxas de juros norte-americanas Fixed x Float Ações negociadas no mercado à vista, ADRs e BDRs Aluguel de ações Direitos e bônus de subscrição Futuros Opções Opções de futuro na BM&FBovespa Opções de ação na BM&FBovespa Opções exóticas Atraso em pagamento ou inadimplência ( default ) Títulos da dívida externa brasileira Demais ativos negociados no exterior Taxa de câmbio para conversão de ativos de fundo no exterior Operações de câmbio com liquidação a termo (forwards e Non-Deliverable Forwards (NDFs)) Cotas de fundos de investimento Fundos de Investimento Imobiliário (FII) Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC e FICFIDC) Demais fundos de investimento Anexo I: Modelo de Black-Scholes 24 Anexo II: Ativos de renda fixa preço de fechamento e abertura 25 3

5 . Introdução O Manual de Marcação a Mercado (MaM) da Credit Suisse Hedging-Griffo traz detalhes das atividades operacionais de MaM, além de esclarecer metodologias de cálculo dos preços dos ativos e políticas da instituição sobre MaM, bem como a estrutura organizacional do processo. Primeiramente, são apresentados os princípios gerais de MaM adotados, conforme previsto pelo Conselho de Autorregulação de Fundos de Investimento da Anbima. Em seguida, é detalhado o formato da área responsável pelo apreçamento na instituição, com um organograma que mostra o seu papel dentro da estrutura e os seus responsáveis diretos. Por fim, é apresentado o processo operacional de apreçamento, com detalhes das principais práticas adotadas na MaM e do processo de escolha da forma de apreçamento dos ativos. As diretrizes gerais e as políticas de MaM têm por base as boas práticas de MaM da Anbima. Desse modo, torna-se possível descrever detalhadamente as políticas de MaM da Credit Suisse Hedging-Griffo, para mostrar as principais fontes de informação, os critérios atualmente utilizados, além das metodologias de cálculo envolvidas. Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais 4

6 2. Processo de Marcação a Mercado 2.. Princípios da Marcação a Mercado A Marcação a Mercado (MaM) tem como principal objetivo evitar a transferência de riquezas entre os diversos cotistas de um fundo de investimento. É um procedimento essencial para identificar os verdadeiros valores dos ativos, ou seja, obter o valor pelo qual um ativo pode ser negociado no mercado. Para seguir as melhores práticas de mercado, a Credit Suisse Hedging-Griffo adota os seguintes princípios de MaM: Abrangência: todos os ativos dos fundos de investimento administrados pela Credit Suisse Hedging-Griffo estão sujeitos ao processo de MaM. Comprometimento: a Credit Suisse Hedging-Griffo se compromete a empregar os preços de mercado no processo de MaM e, caso seja impossível observá-los, envidará seus melhores esforços para estimar os preços de mercado dos ativos, ou seja, os preços pelos quais eles seriam efetivamente negociados. Equidade: o critério preponderante do processo de escolha de metodologia, fontes de dados e/ou qualquer decisão de MaM será o tratamento equitativo dos cotistas. Frequência: a MaM deve ter como frequência mínima a periodicidade de divulgação das cotas. Formalismo: a área de Controle de Risco é responsável pela qualidade do processo e pela metodologia de MaM, bem como por sua formalização. Objetividade: as informações de preços e/ou fatores a ser utilizados no processo de MaM serão obtidas, preferencialmente, de fontes externas e independentes. Consistência: um mesmo ativo terá, necessariamente, o mesmo preço em qualquer um dos fundos de investimento administrados pela Credit Suisse Hedging-Griffo. Transparência: as metodologias de MaM adotadas pela Credit Suisse Hedging-Griffo são públicas, e seu manual de MaM está disponível na Anbima e no website Melhores práticas: o processo e a metodologia de MaM da Credit Suisse Hedging-Griffo buscarão seguir as melhores práticas de mercado, em particular aquelas divulgadas pela Anbima Estrutura organizacional A área de Controle de Risco é responsável por todo o processo de MaM, desde a coleta de preços até a aplicação desses preços às carteiras dos fundos da Credit Suisse Hedging-Griffo. O responsável pela área de Controle de Risco responde diretamente à Diretoria e coordena as atividades desenvolvidas no departamento, inclusive o processo de MaM. A área de Controle de Risco é independente da área de Gestão de Fundos, o que implica completa autonomia, no processo decisório, sobre a forma como os ativos são apreçados (Fluxograma ). 5

7 2.3. Visão do processo O processo de apreçamento acontece todos os dias úteis e começa após o fechamento dos mercados locais (Fluxograma 2): Fluxograma Diretoria Administrativa Back Office Controle de Risco Diretoria Front Office Front Office Risco de Mercado Apreçamento Enquadramento Legal/Fiscal Gestão Comercial Compliance Auditoria de Cotas Demais Áreas Fluxograma 2 Mercado(fontes externas) Preços e taxas referenciais Cotações Variáveis do mercado Coleta de preços Validação dos dados Não Controle de Risco Sim Apreçamento dos ativos Validação dos preços Não Sim Aplicação dos preços às carteiras Processamento das cotas Custodiante/Controladoria e Auditoria de Cotas Validação das cotas Sim Liberação das cotas Não 6

8 As principais fontes primárias utilizadas pelo Controle de Risco para a coleta de preços são: Anbima (taxas indicativas de títulos públicos, debêntures e prévias de índices de inflação) Bovespa (ações e opções de ações) BM&F (contratos futuros, opções sobre futuros e taxas indicativas de swap) Bacen (taxa Selic e taxas de câmbio Ptax ) Cetip (taxa CDI) Corretoras externas (indicativo de volatilidade para opções nacionais) Bloomberg (taxa Libor, cotações de NDF, preços de ações offshore, cotação de corporate/treasury bonds/notes, índices diversos) Para a coleta de preços, são utilizadas fontes externas e independentes. Se for impossível utilizar uma ou mais fontes primárias de preços, ou se, em virtude de externalidades ou disfunções de mercado, essas fontes não representarem os preços pelos quais seriam efetivamente negociados os ativos, serão utilizadas fontes secundárias de preços, conforme descrito nos respectivos critérios de apreçamento dos ativos. Quando o método alternativo for a cotação com participantes de mercado, eles serão selecionados de acordo com sua reputação, relevância, participação no mercado e disponibilidade para enviar informações. Todas as informações são analisadas e armazenadas em uma base de dados, de modo a manter o histórico de preços e taxas disponível para eventuais consultas e conferências. As informações de mercado são validadas pela área de Controle de Risco, antes de serem calculados os preços dos ativos. Em caso de inconsistência nos preços de quaisquer ativos, os motivos são identificados. Se necessária, é feita a sua correção, antes do envio para o agente de custódia (Banco Itaú S.A.). A área de Controle de Risco é responsável por todo o processo de MaM, para garantir a sua qualidade. A atuação dessa área abrange as seguintes etapas: coleta de preços e índices com o mercado; tratamento dos preços coletados; validação dos dados/preços tratados; alocação dos preços às carteiras; validação dos preços das carteiras; e supervisão dinâmica da metodologia e das práticas empregadas. O agente custodiante dos fundos calcula a cota oficial com base nos preços calculados pela área de Controle de Risco da Credit Suisse Hedging-Griffo. A área de Auditoria de Cotas da Credit Suisse Hedging-Griffo é responsável por validar a cota com o custodiante, e, caso haja alguma inconsistência, é feita uma nova verificação com a área de Controle de Risco. Caso haja confirmação de erro, os preços podem ser recalculados. O processo de validação e verificação das práticas descritas neste Manual é conduzido pela área de Project Support da Credit Suisse Hedging-Griffo Comitê de Critérios e Apreçamento O Comitê de Critério e Apreçamento da Credit Suisse Hedging-Griffo se reúne semanalmente para definir ou revisar políticas de apreçamento e ratificar/retificar procedimentos operacionais e decisórios. Convocações extraordinárias podem ser feitas pelas áreas envolvidas a qualquer momento. Os membros participantes são os responsáveis pelas áreas de: Controle de Risco Gestão de Fundos de Renda Fixa 7

9 Gestão de Fundos de Renda Variável Gestão de Fundos Multimercado Gestão de Fundos Offshore Compliance Auditoria de Cotas e Diretoria opcionais Os principais pontos abordados pelo Comitê são: apresentação e formalização dos critérios utilizados na MaM; métodos alternativos de apreçamento; fontes primárias; taxas praticadas pelo mercado; atualização de preços e taxas praticadas no mercado secundário e não divulgadas publicamente; renda fixa privada CDBs, CCBs, operações compromissadas, entre outros; opções exóticas com barreira, asiáticas, entre outras; derivativos de crédito CDS, LCDX, entre outros; notas estruturadas; outros. Todas as decisões do Comitê são formalizadas por meio de ata e enviadas às partes envolvidas. A área de Risco manterá as atas em arquivo e à disposição de auditorias, por cinco anos. 8

10 3. Critérios de apreçamento de ativos 3.. Taxa Selic A taxa Selic oficial é divulgada diariamente pelo Banco Central em seu website (http://www.bcb.gov.br), sempre em D+. A taxa divulgada pela Anbima em seu website (http://www.anbima.com.br/) é utilizada como prévia. Se a taxa não estiver disponível em tempo suficiente para calcular as cotas, é feita uma cotação com, pelo menos, duas instituições e o agente custodiante Taxa CDI A taxa CDI (DI-Over) é divulgada, diariamente, pela Cetip, após o fechamento dos mercados. A fonte primária da taxa é o website da Cetip (http://www.cetip.com.br). Se a taxa não estiver disponível em tempo suficiente para o cálculo das cotas, é feita uma cotação formal com, pelo menos, três instituições e o agente custodiante. O fator acumulado do CDI entre duas datas é obtido pela fórmula: fator fator n n % CDISpread ( {[( cdii ) ]* p }) *( s) i % CDI Spread = fator CDI acumulado no período cdi i = taxa CDI para o dia i (exp) n = número de dias úteis entre as datas p = percentual do CDI s = spread do CDI 3.3. IPCA O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) oficial é divulgado, mensalmente, pelo IBGE, e seu valor é coletado mensalmente no website da instituição. A fonte secundária utilizada é o site da Anbima. Para calcular a inflação pro rata no intervalo entre divulgações oficiais, utilizam-se as prévias divulgadas pela Anbima em seu website. O índice pro rata da inflação no mês é calculado pela seguinte fórmula: IPCA IPCA *( tx ) Pr orata Atual dup = dias úteis entre a data de aniversário anterior e a data de cálculo proj dup dut dut = dias úteis entre a data de aniversário anterior e a próxima data de aniversário tx proj IPCA = taxa da projeção divulgada pela Anbima Pr o rata = índice IPCA corrigido pela projeção divulgada pela Anbima IPCA Atual = último número-índice IPCA oficial divulgado pelo IBGE 9

11 3.4. IGP-M O Índice Geral de Preços (IGP-M) é divulgado pela Fundação Getúlio Vargas mensalmente, e seu valor oficial é coletado mensalmente no site da instituição. A fonte secundária utilizada é o site da Anbima. Para calcular a inflação pro rata no intervalo entre divulgações oficiais, utilizam-se as prévias divulgadas pela Anbima em seu website. O índice pro rata da inflação no mês é calculado pela seguinte fórmula: IGPM IGPM ( tx ) Prorata Atual dut = dias úteis entre a data de aniversário anterior e a data de cálculo dutdivulgacao = dias úteis entre a data de aniversário anterior e a próxima data de aniversário tx proj = taxa da projeção divulgada pela Anbima IGPM Pr o rata = índice IGP-M corrigido pela projeção divulgada pela Anbima IGPM Atual = último número-índice do IGP-M oficial divulgado pela FGV 3.5. IGP-DI O Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna é divulgado mensalmente pela FGV, assim como o IGP-M, e difere do último na data de coleta das informações para o cálculo do índice. A fonte oficial deste índice é a Fundação Getúlio Vargas Estrutura a termo da taxa de juros em reais A estrutura a termo da taxa de juros em reais (doravante denominada curva de juros pré-fixada ), utilizada no apreçamento dos ativos, é obtida a partir dos preços de ajuste dos contratos futuros de DI da BM&FBovespa, sendo o primeiro ponto da curva a taxa DI-Over divulgada pela Cetip, diariamente. Se, por motivo de força maior, a BM&FBovespa não divulgar os preços de ajuste em tempo hábil para cálculo das cotas, a estrutura a termo da taxa de juros divulgada pelo Broadcast, Bloomberg ou Reuters será utilizada como fonte secundária, nesta ordem de disponibilidade. Para vencimentos de fluxos entre os vértices previstos pelos contratos futuros de DI da BM&FBovespa, é feita a interpolação exponencial das taxas, com base no número de dias úteis, conforme a fórmula abaixo: proj dup dut Taxa t Taxa t du t * Taxa Taxa t t Taxa = taxa de juros anual expressa com base em dias úteis t = vencimento do fluxo t+ = vencimento do contrato futuro imediatamente posterior t- = vencimento do contrato futuro imediatamente anterior du = dias úteis no período du du t t du du du du t t t t du t 0

12 3.7. Demais estruturas a termo da taxa de juros Eventualmente, é necessário utilizar estruturas a termo de taxas de juros em outras moedas ou indexadores para apreçar os ativos, tais como: Cupom cambial: a curva de cupom cambial, por definição, é a estrutura de juros brasileira expressa em taxa equivalente de outra moeda (USD, EUR, JPY, etc.). Desse modo, a curva é obtida pela diferença entre a curva de juros pré-fixada e a variação cambial projetada pelas cotações forward da moeda: t = vencimento do fluxo du t Taxa Pre 360 CupomCambial t t * Forward t dc Spot Taxa Pré = taxa de juros em reais, conforme previsto no item 3.6 du = número de dias úteis dc = número de dias corridos Forward = preço forward da moeda Spot = preço à vista da moeda Os preços dos forwards são obtidos preferencialmente: USDBRL: a partir dos ajustes dos contratos futuros de dólar da BM&FBovespa. Caso os ajustes não sejam divulgados, será utilizado o mesmo método alternativo do item 3.6. Demais moedas: a partir dos preços de mercado de NDF offshore, disponibilizados pela Bloomberg. Quando, por motivo de força maior, os preços não forem divulgados em tempo suficiente para calcular as cotas, os preços informados pelas contrapartes (instituições financeiras estrangeiras) serão utilizados como fonte secundária. Cupom IPCA: a curva de cupom IPCA é obtida a partir das taxas referenciais divulgadas diariamente pela BM&FBovespa. Se, por motivo de força maior, a BM&FBovespa não divulgar as taxas em tempo hábil para o cálculo das cotas, será utilizada a média aritmética entre cotações coletadas em corretoras, em leilão primário e/ou na ANBIMA. Cupom IGPM: a curva de cupom IGPM é obtida a partir das taxas referenciais divulgadas diariamente pela BM&FBovespa. Se, por motivo de força maior, a BM&FBovespa não divulgar as taxas em tempo hábil para o cálculo das cotas, as taxas de swap fornecidas por corretoras ativas no mercado serão utilizadas como fonte secundária Títulos Públicos Federais A fonte primária para obter as taxas indicativas dos títulos públicos é a Anbima, em seu website A fonte secundária é uma cotação formal com, pelo menos, duas instituições e o agente custodiante, a qual será utilizada somente se, por motivo de força maior, a Anbima não divulgar as taxas em tempo suficiente para o cálculo das cotas Pré-fixados: LTN e NTN-F As LTNs são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, com fluxo de pagamento simples, ou seja, um único fluxo de pagamento no vencimento.

13 Esta é a fórmula utilizada para o cálculo diário das LTNs: PU VN: valor nominal (R$.000,00 no caso das LTNs) i: taxa de MaM VN du i As NTN-Fs são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, com pagamento de juros semestral e do principal no vencimento. Esta é a fórmula utilizada para calcular o preço de mercado (PU) das NTN-Fs: PU VN Cupom 2 dut i i n * du t Cupom = taxa de juros anual definida na emissão t = vencimento do fluxo n = número de fluxos restantes VN = valor nominal na data-base (R$.000,00 no caso das NTN-Fs) i = taxa de MaM du = dias úteis no período Pós-fixados: LFT As LFTs são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, indexados à taxa Selic, com pagamento de juros e de principal no vencimento. O valor nominal atualizado (PUPAR) é calculado com base no acúmulo da taxa SELIC entre a data-base e a data da MaM. dtmtm SELIC PUPAR PUEmissao * i 00 idtbase O preço de mercado (PU) da LFT é obtido pela aplicação do deságio ao PUPAR, com base na taxa de MaM indicativa (i), divulgada pela Anbima Indexados ao IGPM: NTN-C PU PUPAR du i As NTN-Cs são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja rentabilidade é atrelada ao IGPM. Também são pagos, semestralmente, os juros definidos no momento da emissão do título. O pagamento do principal ocorre no vencimento. Para calcular o preço de mercado (PU) das NTN-Cs, o fluxo de caixa futuro é descontado pela taxa indicativa da Anbima e corrigido pela variação do IGPM entre a data-base e o dia da MaM. 2

14 IGPM PU VN * IGPM Atual Base * Cupom = taxa de juros anual definida na emissão t = vencimento do fluxo n = número de fluxos restantes VN = valor nominal na data-base i = taxa indicativa du = dias úteis no período Indexados ao IPCA: NTN-Bs n ( Cupom) 2 du t du n i i t As NTN-Bs são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja rentabilidade é atrelada ao IPCA. Também são pagos, semestralmente, os juros definidos no momento da emissão do título. O pagamento do principal ocorre no vencimento. Para calcular o preço de mercado (PU) das NTN-Bs, o fluxo de caixa futuro é descontado pela taxa indicativa da Anbima e corrigido pela variação do IPCA entre a data-base e o dia da MaM. IPCA PU VN * IPCA Atual Base * Cupom = taxa de juros anual definida na emissão t = vencimento do fluxo n = número de fluxos restantes VN = valor nominal na data-base i = taxa indicativa du = dias úteis no período n ( Cupom) Indexados á variação cambial: NTN-As série A3 2 du t du n i i t As NTN-As série A3 são títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, cuja rentabilidade é atrelada à variação cambial e remuneradas em reais. Também são pagos, semestralmente, os juros definidos no momento da emissão do título. O pagamento do principal ocorre no vencimento. Para calcular o preço de mercado (PU) das NTN-As, o fluxo de caixa futuro é descontado pela curva de cupom cambial, definida no item 3.7, mais um spread definido pelo Comitê de Critérios e Apreçamento. PU VN * DOL PTAX Base * n Cupom / 2 dc * t dc i i * 360 t t 360 3

15 Cupom = taxa de juros anual definida na emissão t = vencimento do fluxo n = número de fluxos restantes VN = valor nominal na data-base DOL= cotação atual do dólar PTAXbase=Ptax800 da data de emissão do título i = taxa indicativa dc = dias corridos no período 3.9. Títulos privados Debêntures A fonte primária para obter as taxas indicativas de debêntures é a Anbima, em seu website Para as debêntures sem taxa indicativa da Anbima e/ou nos casos em que a Anbima, por motivo de força maior, não divulgar as taxas em tempo hábil para o cálculo das cotas, serão utilizadas taxas de marcação (desconto) compostas pela curva base de risco, segundo a tabela abaixo, e um spread de crédito definido pelo Comitê de Critérios e Apreçamento para cada debênture. Tipo de Indexador Taxa de marcação da debênture CDI, PRE Curva Pré (definido no item 3.6) IPCA Curva de cupom IPCA (definido no item 3.7) IGPM Curva de cupom IGPM (definido no item 3.7) O Comitê considera as seguintes informações para a definição dos spreads de crédito: cotações com participantes ativos no mercado (corretoras) de no máximo 5 dias, liquidez do papel, negócios realizados no mercado secundário (SND 2 ou equivalente) e/ou novas emissões em papéis com características semelhantes de setor, prazo, emissor e rating das agências de classificação de risco CDB (Certificado de Depósito Bancário) e RDB (Recibo de Depósito Bancário) Os CDBs e RDBs tipo S (com cláusula de recompra) e com liquidez diária são marcados a mercado pela taxa de emissão. Os CDBs e RDBs com cláusula S e escalonamento de taxa sofrem marcação pela taxa de recompra na data. Em situações especiais em que há dúvidas quanto à solvência do emissor, a taxa de MaM pode ser alterada pelo Comitê de Critérios e Apreçamento. As taxas de marcação a mercado para os CDBs e RDBs tipo N (sem cláusula de recompra) e tipo M (recompra a mercado) são compostas pela curva base de risco (vide tabela do item 3.9.) mais um spread de crédito definido pelo Comitê de Critérios e Apreçamento com base nas emissões recentes, no caso de CDBs, nas cotações obtidas com os demais participantes do mercado com no máximo 5 dias e a representatividade no mercado e risco de crédito (rating das agências classificadoras de risco) do emissor LF e LFS (Letra Financeira e Letra Financeira Subordinada) As LFs e LFSs são títulos de crédito de longo prazo emitidos por instituições financeiras. As principais características que as diferenciam de um CDB são: 2 SND Sistema Nacional de Debêntures 4

16 prazo mínimo de dois anos valor nominal unitário mínimo de R$ ,00 é vedado o resgate parcial ou total, antes do vencimento pactuado, e é facultativo à instituição emissora adquirir até 5% (cinco por cento) das LF por ela emitidas. Os critérios da taxa de MaM das LFs e LFSs são os mesmos utilizados no item CCB (Cédula de Crédito Bancário) A CCB é um título de crédito emitido por pessoas jurídicas não financeiras e registrado por uma instituição do sistema financeiro nacional, que pode ou não exercer também a função de credora da operação. Caso a instituição financeira seja a credora da operação, a taxa de marcação será balizada de acordo com o seu risco de crédito. Caso contrário, o risco de crédito é o da empresa emissora da CCB e, neste caso, a taxa de marcação será obtida por cotação com participantes ativos no mercado (periodicidade mínima semanal) e/ou por meio de taxas negociadas no mercado secundário. Excepcionalmente, quando houver mudanças significativas nas condições do mercado de crédito, as taxas de marcação poderão ser reavaliadas pelo Comitê de Critérios e Apreçamento, com base nos negócios realizados no mercado e em papéis com características semelhantes de setor, prazo, emissor, representatividade e rating nas principais agências de classificação de risco CPR (Cédulas do Produtor Rural) Para a marcação a mercado das CPRs com entrega física de café, são utilizados como referência os preços praticados nos respectivos mercados futuros da BM&FBovespa, descontadas as despesas de produção, armazenamento e entrega (FunRural, comissão BM&FBovespa, armazenagem e frete). O valor presente em US$ é calculado pela seguinte fórmula: VP US $ O valor presente em R$ é obtido pela seguinte fórmula: ICFFUT DESCONTOS ( TxCupom Spread MTM ) DC 360 ICFFUT DESCONTOS VP R$ * PARIDADE ( TxCupom Spread MTM ) DC 360 O Spread MtM é obtido pela média dos últimos negócios e aprovado pelo Comitê de Critérios e Apreçamento. Se, por motivo de força maior, a BM&FBovespa não divulgar os ajustes dos contratos futuros em tempo hábil para o cálculo das cotas, os preços de ajuste do mercado futuro na NYBOT serão utilizados como método alternativo, descontado o risco de base entre o mercado local e o de Nova York Operações compromissadas com lastro em títulos de renda fixa públicos e privados As operações compromissadas com lastro em títulos de renda fixa constituem operações de compra ou de venda com compromisso de revenda ou de recompra, respectivamente. A forma de remuneração e a data de vencimento da operação são definidas no ato da operação. As operações compromissadas com lastro em títulos de renda fixa públicos, realizadas com prazos inferiores há dois dias úteis, são marcadas pela taxa de emissão. Nas demais, é utilizada a curva de juros pré-fixada acrescida do prêmio de liquidez dos títulos públicos federais. No caso de operações compromissadas com lastro em debêntures, o sistema da Cetip não permite o registro de cláusulas de resgate antecipado. Entretanto, as instituições emissoras negociam aplicações com liquidez USD 5

17 diária e/ou escalonamento de taxas bilateralmente. Nesses casos, a marcação a mercado será realizada com base na taxa de recompra na data. As demais operações compromissadas com lastro em títulos de renda fixa privados são marcadas a mercado utilizando as curvas definidas pelo Comitê de Critérios e Apreçamento, conforme descrito no item DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC) O DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC) possui características semelhantes às de um RDB, porém, com garantias e restrições diferenciadas. É importante citar: Garantia de cobertura pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de até R$ 20 milhões por fundo, caso haja intervenção do Banco Central na instituição emissora do título. É vedado o resgate parcial ou integral em aplicações efetuadas após 28 de maio de As taxas de marcação serão determinadas pelo Comitê de Critérios e Apreçamento, com base no valor financeiro da operação (para verificar se não supera R$ 20 milhões), assim como o de papéis com características semelhantes quanto a prazo, emissor, representatividade e o rating nas principais agências de classificação de risco NPC (Nota Promissória Comercial) Para a marcação a mercado das NPCs (Notas Promissórias Comerciais), são utilizadas as taxas obtidas por meio de cotação com participantes ativos no mercado (periodicidade mínima semanal) e/ou por meio de negociação no mercado secundário. Excepcionalmente, quando houver mudanças significativas nas condições do mercado de crédito, as taxas de marcação poderão ser reavaliadas pelo Comitê de Critérios e Apreçamento, com base nos negócios realizados no mercado e em papéis com características semelhantes de setor, prazo, emissor, representatividade e o rating nas principais agências de classificação de risco Termo de ações A operação a termo consiste em compra ou venda coberta de ações a um preço e um prazo de liquidação predeterminados (prazo mínimo de 6 dias corridos e máximo de 999 dias corridos). Todas as ações listadas na BM&FBovespa podem ser negociadas a termo. As operações de venda a termo coberta são compostas por uma operação de compra à vista e outra de venda a termo, o que caracteriza uma operação de renda fixa. A taxa de MaM das operações de venda é obtida da curva de juros pré-fixada, e seu preço unitário é calculado pela seguinte fórmula: PU Venda Coberta P ( Tx Venda DU PRE ) As operações de compra a termo de ações são caracterizadas pela compra de uma determinada quantidade de ações a um preço e um prazo de liquidação definidos no momento da operação. As operações de compra de ações a termo são divididas em duas partes: Posição à vista: MaM das ações realizada conforme item 3.3 adiante Provisão de contas a pagar: valor de mercado definido conforme a fórmula abaixo PU Pr ovisaocompraatermo P FWD ( Tx P Compra DU PRE ) P vista 6

18 onde: P FWD P ( Tx Fechamento ALUGUEL ) DU *( Tx As taxas de aluguel são obtidas por meio de cotação com o mercado. 3.. Operações de Renda Fixa sintetizadas a partir de outros ativos 3... Box O Box é uma operação pré-fixada sintetizada a partir de opções. A taxa de MaM é obtida utilizando-se as curvas definidas pelo Comitê de Critérios e Apreçamento, conforme descrito no item Para calcular o valor presente de um Box, primeiramente deve-se interpolar a curva de juros pré-fixada para a data do vencimento do ativo. Em seguida, é definida a taxa (% da curva de juros pré-fixada) que será utilizada. Assim: 3.2. Swaps PU PRE ) DU VF DU tx pre % CDI Ponta indexada a um percentual do CDI A ponta de um swap, indexada a um percentual do CDI, é atualizada diariamente pelo valor da taxa CDI divulgado pela Cetip, em seu website e marcado a mercado com base na projeção de CDI pela curva de juros pré-fixada, definida no item 3.6, utilizando-se a seguinte fórmula: dtmtm PV Notional * CDI i dtinicio TxDI *% CDI * contr. TxDI proj proj du *% CDI contr. du *% CDI MtM CDI = taxa apurada com base nas operações de emissão de depósitos interfinanceiros pré-fixados, pactuadas por um dia útil, em percentual ao ano, com base em dias, calculada e divulgada pela Cetip diariamente, com duas casas decimais com arredondamento %CDIcontr = percentual da taxa DI definido no contrato %CDIMtM = percentual da taxa DI utilizado na MaM TxDIproj = CDI projetado até o vencimento pela curva de juros pré-fixada, Ponta indexada à taxa pré-fixada A MaM da ponta pré-fixada é feita com base na curva de juros pré-fixada definida no item 3.6. Para o cálculo do valor presente, o valor futuro é projetado pela taxa contratada, desde o início da operação até a data de vencimento, e o valor presente dos fluxos é calculado com base na taxa de mercado. 7

19 Txcontratada = taxa pré-definida no contrato DU ( Tx ) PV Notional * contratada, du Tx MtM TxMtM = taxa pré-projetada até o vencimento pela curva de juros pré-fixada DU = dias úteis entre a data de emissão e o vencimento du = dias úteis entre a data de MaM e o vencimento Ponta indexada ao CDI acrescido de spread (CDI + spread) A MaM da ponta CDI + spread é feita com base na curva de juros pré-fixada, acrescida do spread negociado. Para o cálculo do valor presente, o valor futuro é projetado pela taxa contratada, desde o início da operação até a data de vencimento, e o valor presente dos fluxos é calculado com base curva de juros em reais, definida no item 3.6. CDI * Spread dtmtm du PV _ Acrual Notional * i contr. dtinicio du du TxDI * Spread proj contr. Fator _ MtM du du TxDI * Spread proj MtM PV PV _ Acrual * Fator _ MtM, Spreadcontr = taxa pré-definida no contrato SpreadMtM = taxa utilizada na MaM TxDIproj = CDI projetado até o vencimento pela curva de juros pré-fixada du = dias úteis entre a data de emissão e a data de MaM du = dias úteis entre a data de MaM e o vencimento Ponta indexada ao IGPM As pontas de swap indexadas ao IGP-M serão marcadas pela curva IGP-M, definida no item 3.7. Para o cálculo do valor presente, o valor nominal é atualizado pela variação do IGPM acumulado desde o início do swap até a data da avaliação. Para o cupom de IGPM, o valor futuro é projetado pela taxa contratada, desde o início da operação até a data de vencimento, e o valor presente dos fluxos é calculado com base na taxa de mercado Ponta Indexada ao IPCA As pontas de swap indexadas ao IPCA serão marcadas pela curva IPCA, definida no item 3.7. Para o cálculo do valor presente, o valor nominal é atualizado pelo último índice IPCA oficial divulgado pelo IBGE. Para o cupom de IPCA, o valor futuro é projetado pela taxa contratada, desde o início da operação até a data de vencimento, e o valor presente do fluxo é calculado com base na taxa de mercado. 8

20 Ponta indexada ao dólar norte-americano Os swaps indexados à variação da taxa de câmbio do dólar norte-americano (USD) são marcados a mercado pela curva de cupom cambial, interpolada a partir dos contratos futuros de cupom cambial (DDI) da BM&FBovespa. As fontes de informação alternativas são as taxas indicativas fornecidas pela Bloomberg, que serão utilizadas se, por motivo de força maior, a BM&FBovespa não tiver previsão de divulgação das taxas em tempo hábil para o cálculo das cotas Ponta indexada à variação de outras moedas Os swaps indexados à variação da taxa de câmbio de outras moedas que não o dólar norte-americano são marcados a mercado pelas taxas coletadas no terminal Bloomberg às 8h (horário de Brasília). Como método alternativo, será feita a cotação com, pelo menos, dois participantes ativos do mercado. Para o cálculo do valor presente, o valor futuro é projetado pela taxa contratada, desde o início da operação até a data de vencimento, e o valor presente dos fluxos é calculado com base na taxa de mercado. Além disso, é feita a atualização da variação cambial da moeda em questão em relação ao real, por meio da variação entre a taxa de câmbio no início da operação e a taxa na data do apreçamento Ponta indexada à variação de ativos listados em bolsa Contratos futuros Os swaps indexados à variação de contratos futuros (índice de ações, commodities, moedas, etc.) são marcados a mercado com base nos preços de ajuste divulgados pelas respectivas bolsas e coletados no terminal da Bloomberg às 9h (horário de Brasília). Caso não seja possível coletar preços no terminal da Bloomberg, serão utilizados os preços de ajuste/fechamento fornecidos pelas bolsas em seus respectivos websites. Se, por motivo de força maior, as bolsas não divulgarem preços de ajuste, o Comitê de Critérios e Apreçamento será convocado Ações Os swaps indexados à variação de ações negociadas no exterior são marcados a mercado com base nos preços coletados no terminal Bloomberg às 9h (horário de Brasília), considerando os proventos desde a data de aquisição. Caso não seja possível coletar preços no terminal da Bloomberg, serão utilizados os preços de fechamento fornecidos pelas bolsas em seus respectivos websites Opções Os swaps indexados à variação de opções negociadas no exterior são marcados a mercado com base nos preços coletados no terminal Bloomberg às 9h (horário de Brasília). Caso não seja possível coletar preços no terminal da Bloomberg, serão utilizados os preços de ajuste/fechamento fornecidos pelas bolsas em seus respectivos websites Swaps de taxas de juros norte-americanas Fixed x Float O swap de taxas de juros norte-americanas (Interest Rate Swap (IRS)) mais comum é o que envolve a troca de um indexador pré (ou fixed ) por um pós (ou float normalmente, a taxa Libor). Os IRSs são marcados a mercado com base nos preços coletados no terminal Bloomberg às 8h (horário de Brasília). Como fonte alternativa, podemos usar os preços de ajuste dos contratos futuros de EURODOLLAR negociados na CME. 9

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