RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS

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1 RELATÓRIO DE GESTÃO E CONTAS EXERCÍCIO DE 2013

2 RELATÓRIO DE GESTÃO ANO 2013

3 1 - ENQUADRAMENTO SECTORIAL Índice Evolução do número total de inscritos no ensino superior Evolução do número total de inscritos no ensino superior no 1.º ano pela 1.ª vez por subsistema de ensino Análise do sector privado a nível nacional EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE DO ISMT NO ANO DE Evolução do nº de alunos Evolução do Resultado: Resultado Operacional Gastos e perdas de financiamento, outros rendimentos Análise da Situação Económica e Financeira A PREVISÍVEL EVOLUÇÃO FUTURA PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS ANEXOS: DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS: BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS DEMONSTRAÇÃO DAS ALTERAÇÕES NO CAPITAL PRÓPRIO DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

4 1 ENQUADRAMENTO SECTORIAL 1.1 Evolução do número total de inscritos no ensino superior (Sector Público e Privado) Quadro I: Total de alunos inscritos em Estabelecimentos de Ensino Superior, por subsistema de ensino, de 2002/03 a 2012/13 Subsistema de ensino 2002/ / / / / / / / / / /13 Ensino Superior Público Universitário Politécnico Ensino Superior Privado Universitário Politécnico Subtotal (Ensino Superior) Ensino Superior Público Universitário Politécnico Ensino Superior Privado Universitário Politécnico Subtotal (Cursos de Especialização Tecnológica) TOTAL Fonte: Inquérito ao Registo de Alunos Inscritos e Diplomados do Ensino Superior, DGEEC/MEC, 20 de dezembro de 2013 Gráfico 1 /Tabela 1 - Inscritos em estabelecimentos de ensino superior por subsistema de ensino a 2013 Subsistema de ensino 2002/ / / / / / / / / / /13 Quota Ensino Superior Público % Ensino Superior Privado % Subtotal (Ensino Superior) % Ensino Superior Público - CET s % Ensino Superior Privado - CET s % Subtotal (Cursos de Especialização Tecnológica) % TOTAL % Fonte: Inquérito ao Registo de Alunos Inscritos e Diplomados do Ensino Superior, DGEEC/MEC, 20 de dezembro de Inscritos em estabelecimentos de ensino superior Anos Ensino Superior Público Ensino Superior Privado / / / / / / / / / / /13 Nº Total Alunos Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

5 O número total de estudantes inscritos em estabelecimentos de ensino superior no ano lectivo 2010/2011 atingiu o valor mais alto de sempre em Portugal ( inscritos, incluindo os alunos inscritos em CET - Cursos de Especialização Tecnológica). Este valor diminuiu no ano lectivo 2011/2012 (-1,5%) e voltou a diminuir, ainda mais expressivamente, no ano lectivo 2012/2013 (-5,0%) uma redução de alunos, fixando-se o total em alunos. Ao contrário do que aconteceu no ano lectivo anterior, a variação no ensino superior foi negativa nos dois subsistemas de ensino, ainda assim com taxas de variação muito diferentes - o sector público verificou uma diminuição de 2,5% no número de alunos, enquanto que o sector privado verificou uma quebra de 14,5%. Tabela 2 - Taxa de Variação de alunos matriculados no ensino superior Subsistema e tipo de ensino Anos Público Privado Total Total Total (R) -4.9 (R) Fonte: PORDATA (R) Dados rectificados pela entidade responsável Embora a quebra acentuada nos dois últimos anos lectivos não se possa dissociar da situação de crise económica e financeira que se viveu e vive no país, o que de certa forma penaliza mais o sector privado, sem financiamento do Estado e com propinas significativamente mais altas do que a propina máxima do sector público, também não podemos deixar de evidenciar, a tendência de descida contínua que o subsistema privado vem sofrendo desde há vários anos a esta parte. Como se pode verificar nos dados seguintes, o sector privado representa actualmente apenas 18% do total de alunos inscritos no ensino superior, uma quota de mercado que tem vindo a decrescer de forma sistemática desde o final da década de 90, onde tinha atingido um valor superior a 55%. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

6 Quadro II: Alunos matriculados no ensino superior privado por cada 100 alunos matriculados no ensino superior público Rácio % 2002/ / / / / / / / / / /13 Ensino Superior 28% 27% 26% 25% 25% 25% 24% 23% 22% 20% 18% Ensino Superior + CET 28% 27% 26% 25% 25% 24% 24% 23% 22% 20% 18% No ano lectivo de 2012/13 encontravam-se inscritos no ensino superior alunos, dos quais, 82% em instituições de ensino superior público e 18% em instituições de ensino superior privado. Gráfico II: Alunos matriculados no ensino superior privado por cada 100 alunos matriculados no ensino superior público 1.2 Evolução do número total de inscritos no ensino superior no 1.º ano pela 1.ª vez por subsistema de ensino Em 2012/13, inscreveram-se no 1.º ano, pela 1.ª vez, em estabelecimentos de ensino superior alunos, em todos os níveis de formação (incluindo CET s): Ensino Público alunos representando 83,6% do total da procura e no Ensino Privado alunos, representando 16,4% do total. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

7 Quadro III: Inscritos em estabelecimentos de ensino superior no 1.º ano, pela 1.ª vez /03 a 2012/13 Subsistema de ensino 2002/ / / / / / / / / / /13 Quota Ensino Superior Público % Ensino Público - Subtotal CET s % Subtotal (Estab.Ensino Superior Público) % Ensino Superior Privado % Ensino Privado - Subtotal CET s % Subtotal (Estab.Ensino Superior Privado) % TOTAL % Fonte: Inquérito ao Registo de Alunos Inscritos e Diplomados do Ensino Superior, DGEEC/MEC, 20 de dezembro de 2013 Gráfico 3 - Inscritos no ensino superior no 1.º ano, pela 1.ª vez, por subsistema de ensino Inscritos em estabelecimentos de ES no 1º ano, pela 1ª vez Nº de Alunos Subtotal (Estab.Ensino Superior Público) Subtotal (Estab.Ensino Superior Privado) / / / / / / / / / / /13 Ano lectivo Analisando os dados anteriores, constata-se que no último ano lectivo, existiu, à semelhança do ocorrido no ano anterior, uma diminuição considerável de novos alunos inscritos pela 1ª vez no ensino superior (menos alunos em 2011/12 e menos 9883 alunos em 2012/13). Esta diminuição total na procura de cerca 8%, embora de forma diferente, foi registada tanto no sector privado como no sector público. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

8 Quadro IV Evolução % de Inscrições em instituições de ensino superior no 1.º ano, pela 1.ª vez, por subsistema de ensino 2003/04 a 2012/13 Subsistema de ensino 2003/ / / / / / / / / /13 Ensino Superior Público + CET -4% -2% 1% 11% 23% 4% 7% 10% -8% -5% Ensino Superior Privado + CET -9% -14% -9% 32% 18% -8% 2% 3% -23% -22% TOTAL -5% -5% -1% 16% 22% 1% 6% 8% -11% -8% Foram sobretudo as entidades do sector privado, as que mais sentiram nos dois últimos anos, a redução do seu peso nas escolhas de acesso ao ensino superior. Foram estas, quem menos novos alunos atraíram, com um decréscimo de 22% da procura face ao último ano lectivo, enquanto que o sector público sofreu um decréscimo de 5% Análise do sector privado a nível nacional No ano lectivo de 2012/13 encontravam-se inscritos no ensino superior alunos, dos quais 18,1% em instituições de ensino superior privado, correspondendo a um total de alunos ( alunos em 2011/12). Este nº de alunos está repartido por um total de 92 estabelecimentos de ensino do subsistema particular e cooperativo, embora com uma repartição muito desigual, já que dois terços do total de alunos se concentram em apenas 15 instituições. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

9 Quadro V: Inscritos em estabelecimentos de ensino superior privado nos três últimos anos lectivos (dados referentes às 70 maiores instituições) Estabelecimento de Ensino ES CET 2012/2013 Quota Acumulado 2011/ /2011 Universidade Católica Portuguesa (9775 U+ 566 P) % 15.10% Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias % 28.29% Instituto Superior da Maia % 35.08% Universidade Fernando Pessoa (2261 U P) % 39.25% Universidade Lusíada % 42.94% Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões % 46.12% Instituto Superior de Línguas e Administração de Lisboa % 48.79% Universidade Lusíada (Porto) % 51.29% Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz % 53.77% Universidade Lusófona do Porto % 56.20% CESPU-Instituto Politécnico de Saúde do Norte % 58.29% Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário % 60.36% Instituto Superior de Ciências da Saúde - Norte % 62.40% Universidade Portucalense Infante D. Henrique % 64.43% ISPA-Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida % 66.41% Universidade Atlântica (520 U P) % 67.86% Instituto Superior de Educação e Ciências % 69.12% Escola Superior de Artes e Design % 70.36% Instituto Superior de Ciências Educativas % 71.58% Instituto Superior Miguel Torga % 72.72% Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão % 73.77% Escola Superior de Saúde Egas Moniz % 74.68% Escola Superior Artística do Porto % 75.57% Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes % 76.42% Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti % 77.26% Escola Superior de Saúde do Alcoitão % 78.07% Instituto Superior de Gestão Bancária % 78.86% Instituto Português de Administração de Marketing de Matosinhos % 79.57% Instituto Superior de Administração e Gestão % 80.27% Escola Superior de Educação de João de Deus % 80.96% Instituto Superior Politécnico Gaya % 81.64% Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa % 82.32% Instituto Superior de Gestão % 82.98% Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Vila Nova de Gaia % 83.65% Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches % 84.31% Instituto Superior de Entre Douro e Vouga % 84.95% Instituto Superior de Línguas e Administração de Vila Nova de Gaia % 85.53% Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares - Almada % 86.07% Instituto Português de Administração de Marketing de Lisboa % 86.59% Instituto Superior de Serviço Social do Porto % 87.05% Instituto Superior de Saúde do Alto Ave % 87.50% Instituto Superior de Ciências da Administração % 87.94% Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo % 88.39% Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada % 88.82% Instituto Superior de Novas Profissões % 89.26% Instituto Superior de Tecnologias Avançadas de Lisboa % 89.69% Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo % 90.12% Instituto Superior D. Afonso III % 90.50% Escola Superior de Enfermagem Dr. José Timóteo Montalvão Machado % 90.88% Escola Superior de Saúde Jean Piaget - Algarve % 91.24% Escola Superior de Educação de Fafe % 91.61% Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares - Viseu % 91.96% Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich % 92.31% Instituto Superior de Ciências Educativas de Felgueiras % 92.64% Escola Universitária Vasco da Gama % 92.97% Escola Superior de Educação de Almeida Garrett % 93.29% Instituto Superior de Línguas e Administração de Leiria % 93.61% Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis % 93.93% Escola Superior Gallaecia % 94.23% Instituto Superior Bissaya Barreto % 94.54% Instituto Superior de Comunicação Empresarial % 94.84% Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Viseu % 95.13% Instituto Superior de Administração e Línguas % 95.42% Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias % 95.70% Escola Superior de Enfermagem de Santa Maria % 95.98% Instituto Português de Administração de Marketing de Matosinhos (Aveiro) % 96.26% Instituto Superior de Línguas e Administração de Santarém % 96.52% Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (Porto) % 96.77% Escola Universitária das Artes de Coimbra % 97.01% Instituto Superior D. Dinis % 97.24% ES Ensino Superior Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

10 A distribuição dos alunos inscritos está concentrada num número reduzido de instituições: % acumulada de alunos Nº de Instituições inscritos até 25% 2 até 50% 8 até 75% 23 até 100% 92 As 8 maiores instituições, representam cerca de 50% do total de alunos inscritos no ensino superior privado e as 23 maiores instituições, detêm uma quota de 75% do total de alunos inscritos no ensino superior privado. Das 70 Instituições do quadro anterior, o ISMT aparece em 20º lugar (estava em 22º lugar no ano lectivo 2011/12). A evolução do nº total de alunos inscritos foi negativa para a maioria das instituições, uma vez que apenas 9 instituições do total das 92, tiveram uma evolução positiva do nº de alunos. Em termos médios, a quebra global do nº de alunos foi de 14% e o ISMT teve uma quebra inferior à média (menos 3 % de alunos inscritos). A mesma análise, aplicada aos alunos que ingressaram pela primeira vez no primeiro ano no Ensino Superior, é elucidativa da situação do ISMT a nível nacional e sobretudo da sua posição de relevo na região centro, no sector privado. Das 92 instituições privadas existentes a nível nacional, apresentamos em seguida os dados referentes à procura de novos alunos (inscritos no 1º ano e pela primeira vez) em instituições privadas. Não estão incluídos nestes dados, os reingressos e repetentes. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

11 Quadro VI: Inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, em estabelecimentos de ensino superior privado, nos três últimos anos lectivos Subsistema de Ensino Estabelecimento de Ensino ES CET 2012/2013 Var.% Quota 2011/ /2011 Ensino Superior Privado - Universitário/Politécnico Universidade Católica Portuguesa (2731 U + 74 P) % 15.3% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias % 11.5% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior da Maia % 9.1% Ensino Superior Privado - Universitário/Politécnico Universidade Fernando Pessoa (759 U P) % 5.5% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Línguas e Administração de Lisboa % 3.2% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões % 2.9% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Lusíada % 2.7% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Portucalense Infante D. Henrique % 2.3% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto de Arte, Design e Empresa - Universitário % 2.2% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Lusófona do Porto % 2.1% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Lusíada (Porto) % 2.1% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Ciências da Saúde - Norte % 2.0% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz % 1.8% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior Miguel Torga % 1.8% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação de João de Deus % 1.7% Ensino Superior Privado - Politécnico CESPU-Instituto Politécnico de Saúde do Norte % 1.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Educação e Ciências % 1.4% Ensino Superior Privado - Universitário/Politécnico Universidade Atlântica (155 U + 97 P) % 1.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Artes e Design % 1.3% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Gestão % 1.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Ciências Educativas % 1.2% Ensino Superior Privado - Universitário ISPA-Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida % 1.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti % 1.1% Ensino Superior Privado - Universitário Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão % 1.0% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Português de Administração de Marketing de Matosinhos % 0.9% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde do Alcoitão % 0.8% Ensino Superior Privado - Universitário Escola Superior Artística do Porto % 0.7% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Enfermagem de Santa Maria % 0.7% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Línguas e Administração de Vila Nova de Gaia % 0.7% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação de Almeida Garrett % 0.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Entre Douro e Vouga % 0.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa % 0.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Administração e Gestão % 0.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior Politécnico Gaya % 0.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde Egas Moniz % 0.6% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Serviço Social do Porto % 0.6% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada % 0.5% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares - Almada % 0.5% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich % 0.5% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Português de Administração de Marketing de Matosinhos (Aveiro) % 0.5% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Ciências Educativas de Felgueiras % 0.5% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação de Fafe % 0.5% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Português de Administração de Marketing de Lisboa % 0.5% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Línguas e Administração de Santarém % 0.4% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares - Viseu % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Enfermagem S. Francisco das Misericórdias % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Administração e Línguas % 0.4% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Enfermagem Dr. José Timóteo Montalvão Machado % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Gestão Bancária % 0.4% Ensino Superior Privado - Universitário Escola Superior de Actividades Imobiliárias % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (Porto) % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Ciências da Administração % 0.4% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Novas Profissões % 0.3% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior Bissaya Barreto % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Tecnologias Avançadas de Lisboa % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior D. Dinis % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Comunicação Empresarial % 0.3% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches % 0.2% Ensino Superior Privado - Universitário Escola Universitária Vasco da Gama % 0.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Artes Decorativas % 0.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Tecnologias de Fafe % 0.2% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Línguas e Administração de Leiria % 0.2% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior D. Afonso III % 0.2% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Educação e Trabalho % 0.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação de Torres Novas % 0.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Enfermagem de S. José de Cluny % 0.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Saúde do Alto Ave % 0.2% Ensino Superior Privado - Politécnico Academia Nacional Superior de Orquestra % 0.1% Ensino Superior Privado - Universitário Escola Universitária das Artes de Coimbra % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde Jean Piaget - Algarve % 0.1% Ensino Superior Privado - Universitário Escola Superior Gallaecia % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior Politécnico do Oeste % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior Artística do Porto (Guimarães) % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Paços de Brandão % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Tecnologias Avançadas de Lisboa (Porto) % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Conservatório Superior de Música de Gaia % 0.1% 8 9 Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação Jean Piaget de Arcozelo (Viseu) % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Viseu % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Vila Nova de Gaia % 0.1% Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares - Santo André % 0.1% Ensino Superior Privado - Politécnico Instituto Superior de Espinho % 0.0% 9 14 Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Educação Jean Piaget - Nordeste % Ensino Superior Privado - Politécnico Escola Superior de Saúde Jean Piaget/Nordeste % 5 29 Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares - Mirandela % Ensino Superior Privado - Universitário Instituto Superior de Línguas e Administração de Bragança % 0 18 Total % 100.0% Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

12 No quadro anterior, contam-se 88 instituições que registaram nova procura no ensino superior privado no ano lectivo 2012/2013, destas, as seis primeiras representam 50% da procura, o que reforça e acelera a tendência de concentração já verificada e referida, quando da análise do total de alunos inscritos. As 15 instituições que registaram maior procura, detêm cerca de dois terços dos alunos inscritos no 1º ano 1ª vez em 2012/13. O ISMT é a única instituição da região centro que faz parte deste grupo, ocupando a 14ª posição a nível nacional, subindo 8 lugares na posição relativa (no ano lectivo anterior ocupava a 22ª posição) no ranking das privadas com maior procura. Tal como aconteceu no nº total de alunos, também nas inscrições no 1º ano 1ª vez em 2012/13, quase todas as instituições diminuíram o nº de novas inscrições (com excepção de 20 instituições que tiveram um aumento), tendo sido a diminuição média da procura de 20%. O ISMT faz parte do grupo de instituições em que não houve diminuição da procura e a subida foi de 16% no nº de novos alunos. Em 2013/2014, os dados do ISMT, que ainda não podem ser comparados com os das outras instituições, porque as estatísticas oficiais de cada instituição ainda não foram divulgadas pelo GPEARI, permite-nos antecipar na nossa instituição, uma subida na procura de novos alunos no 1º ano 1ª vez (cerca de 350 alunos), sobretudo devido ao aumento nos Cursos de Especialização Tecnológica e também nos cursos de 2º Ciclo. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

13 2 - EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO ANO DE Evolução do nº de alunos Quadro VII: Evolução do nº médio de alunos por ano lectivo e sua distribuição por curso Ano Lectivo 2010/ /2012 Var. % 2012/2013 Var. % 2013/2014 Cursos Nº Médio Alunos Nº Médio Alunos Nº Médio Alunos Nº Médio Alunos Serviço Social % 76-5% 72 Psicologia % % 146 Comum. Social % 21-52% 10 Multimédia % 58-7% 54 Informática de Gestão % 17-24% 13 Informática % 20 0% 20 Comunicação empresarial % 56-21% 44 Design da Comunicação % 31-19% 25 Gestão % 59 12% 66 Gestão RH % 48 0% 48 Subtotal 1º Ciclo % % 498 Cursos 2º Ciclo / Mestrados % 264-9% 239 Pós-Graduações Doutoramento (Protocolo) % 19-16% 16 Cursos Espec. Tecnológica % % 163 Curso Livre (UC avulso) % 32 75% 56 Total Alunos % % 972 Gráfico 3: Evolução do nº médio de alunos por ano lectivo e sua distribuição por curso Evolução do Nº de Alunos Curso Livre (UC avulso) Cursos Espec. Tecnológica Doutoramento (Protocolo) Pós-Graduações Cursos 2º Ciclo / Mestrados Gestão RH Gestão Design da Comunicação Comunicação empresarial Informática Informática de Gestão Multimédia Comum. Social 200 Psicologia Serviço Social / / / /2014 Ano Lectivo Esta evolução, tem em conta os dados mais actuais, de Março de 2013, e já reflecte as 59 anulações/desistências que ocorreram até esta data (1º Ciclo 19 desistências, 2º Ciclo 20 desistências e Cursos de Especialização Tecnológica 20 desistências) permitindo-nos Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

14 contabilizar um total de 972 alunos actualmente a frequentar o ISMT, o que representa uma diminuição global de 3% do número de alunos, face ao ano lectivo anterior. Esta quebra foi de 13% nos cursos de 1º Ciclo (menos 75 alunos), sendo a maior descida relativa, no curso de Comunicação Social, seguida de outros quatro cursos de 1º ciclo que também registaram uma diminuição importante e superior à média - Informática de Gestão, Psicologia, Comunicação Empresarial e Design de Comunicação. Os cursos de 2º Ciclo também registaram uma quebra de procura, mas menos significativa, com uma redução de 9% do total de alunos inscritos, o que representa menos 25 alunos a frequentarem cursos do 2º Ciclo. No entanto, convém referir que a procura de novos alunos neste ciclo de estudos registou no último ano lectivo um aumento de 21%, justificando-se a diminuição no nº total de inscritos, por uma maior saída de diplomados face aos novos alunos que entraram. Ano Lectivo 2011/ / /2014 Variação Absoluta Variação % Gestão Recursos Humanos e Comp. Organizacional % Psicologia Clínica % Total 2º Ciclo % A procura de Cursos de Especialização Tecnológica foi a que registou nos últimos anos o melhor desempenho, fruto da abertura de novos cursos e da dinamização da procura dos actuais. Estão em funcionamento 7 cursos com um total de 163 alunos (incluindo repetentes), o que representa um crescimento de mais de 40% nesta área da oferta formativa do ISMT. Os cursos de Pós-Graduação continuam a não registar procura suficiente para a sua viabilização e no curso de Doutoramento (da Universidade da Extremadura) também houve diminuição do nº de novos alunos. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

15 2.2 - Evolução do Resultado: Resultado Operacional Rubricas 2010 % Cresc 2011 % Cresc 2012 % Cresc 2013 Prest Serv Actividade de Ensino (Licenciaturas, Mestrados, PG) % % % Serviços Diversos (Centros/Un.Org.) % % % Desc e abatimentos % % % Total da Prestação de Serviços % % % Subsídios à Exploração % % % Ganhos/perdas imputados de subsidiárias % % Fornecimentos e Serviços Externos % % % Gastos com o Pessoal % % % Imparidade de activos não depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) % % 0.00 Outros Rendimentos e Ganhos % % % Outros Gastos e Perdas % % % Resultado Antes Depreciações, Gastos de Financiamento e Impostos % % % Gastos/Reversões de Depreciação e de Amortização % % % Resultado Operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) % % % O Resultado Operacional (excedente de exploração antes da consideração da função financeira e da carga fiscal), foi no ano de 2013 de cerca de negativos, representando um crescimento dos resultados negativos de 101,7% face ao ano de Apesar de os prejuízos operacionais em termos absolutos não serem de valor muito elevado, este é já o segundo ano consecutivo em que o ISMT apresenta resultados operacionais negativos. Esta diminuição do resultado operacional, deve-se sobretudo à redução de alunos e o seu reflexo no total das prestações de serviços do ISMT, que baixaram 12,5% relativamente ao ano anterior, ou seja, menos Esta redução, que em termos acumulados, nos dois últimos anos, é superior a , é bastante elevada e em consonância com a redução do nº de alunos registada três últimos anos lectivos (menos 430 alunos). Esta situação, de quebra significativa da actividade operacional, exigiu uma vez mais, a continuação de uma política de redução dos gastos operacionais (-10,6%, o que representa uma redução efectiva de ) e dentro destes, aqueles que têm maior peso, nomeadamente os gastos com o pessoal, que foram reduzidos 8,7% face ao ano anterior (onde já tinham registado uma redução de quase 8,3%) e os Fornecimentos e Serviços Externos, onde também se conseguiu levar a cabo uma redução significativa de 16%. Os Gastos com o Pessoal, juntamente com os Fornecimentos e Serviços Externos têm um peso muito significativo (cerca de 96%) na estrutura de gastos do ISMT e daí todos os esforços se terem concentrado sobretudo nestas duas rubricas. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

16 Análise dos Gastos de carácter operacional em 2013 Rubricas 2010 % Cresc 2011 % Cresc 2012 % Cresc 2013 Ganhos/perdas imputados de subsidiárias % Fornecimentos e Serviços Externos % % % Gastos com o Pessoal % % % Imparidade de activos não depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) % % 0.00 Outros Gastos e Perdas % % % Gastos/Reversões de Depreciação e de Amortização % % % Gastos Operacionais % % % Gastos com o Pessoal Os Gastos com o Pessoal tiveram a seguinte evolução nos últimos quatro anos: Ano 2010 % Cresc 2011 % Cresc 2012 % Cresc 2013 Gastos com o Pessoal % % % Gastos de carácter operacional % % % % dos custo do pessoal na estrutura de custos operacionais 65% 66% 70% 71% Os gastos com o pessoal, que representam actualmente 71% do total de gastos operacionais do ISMT, diminuíram pelo terceiro ano consecutivo, conseguindo-se reduzir 11% da massa salarial em Esta redução foi conseguida, na sequência de reuniões realizadas entre a Direcção do ISMT e o pessoal docente e não docente, onde foi acordado, por períodos definidos temporalmente, a redução salarial, em função da diminuição do número de alunos que se tem verificado, e como forma de viabilizar os postos de trabalho existentes, numa instituição em que se verificou uma alteração considerável das condições de funcionamento. Esta redução salarial, temporalmente definida, em nada alterou os vínculos contratuais existentes, e sem prejuízo dos valores referentes à redução salarial, poderem vir a constituir créditos laborais dos trabalhadores a viabilizar, caso as condições da Instituição assim o permitam. Principais medidas tomadas nos últimos anos: a) Suspensão do regime de progressão nas carreiras; b) Congelamento/redução de salários em 15% (acordo de empresa); Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

17 c) Contratação de docentes em condições financeiras mais vantajosas para a instituição; d) Renegociação de contratos e cessação/extinção de alguns postos de trabalho. Fornecimentos e Serviços Externos (FSE) Os FSE na sua globalidade registaram este ano uma diminuição de 16% (menos ). Em 2012, a taxa de inflação média cifrou-se nos 2,8% e Portugal concluiu o ano de 2013 com uma taxa de inflação média de 0,3%, o que ajudou na contenção em 2013 desta rubrica de gastos. Relativamente aos itens da conta de Fornecimentos e Serviços Externos (FSE) a evolução nos três últimos anos foi a seguinte: SNC Designação 2011 % Cresc 2012 % Cresc Fornecimentos e Serviços Externos % % Subcontratos % % Trabalhos Especializados % % Publicidade e propaganda % % Vigilância e segurança % % Honorários % % Comissões % % Conservação e reparação % % Serviços Bancários % Ferramentas e utensílios de desgaste rápido % % Livros e documentação técnica % % Material de escritório % % Artigos para oferta % % Electricidade % % Combustiveis % % Água % % Deslocações e Estadas % % Rendas e alugueres % % Comunicação % % Seguros % % Contencioso e notariado % Despesas de Representação % % Limpeza, higiene e conforto % % Outros fornecimentos e serviços % % Verificou-se uma descida em quase todas as rubricas, com excepção de algumas que registaram um aumento. Em seguida e relativamente a estas, mencionamos e analisamos aquelas que têm algum relevo nas contas: Publicidade aumentou 50% relativamente ao ano anterior, sobretudo devido ao aumento no ano lectivo 2013/2014 de campanhas publicitárias com recurso a outdoors. Ainda assim, investiu-se cerca de metade do valor de Além dos outdoors, manteve-se uma estratégia Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

18 de comunicação assente em plataformas digitais (Google AdWords, Facebook, Site) e na divulgação directa em escolas, eventos e feiras temáticas. Rendas e alugueres a subida verificada justifica-se sobretudo pelo aumento do valor de aluguer de equipamentos informáticos e salas (no total 6 170,00 ), utilizados na formação financiada, nomeadamente, Formação Modular Certificada, no âmbito do Programa Operacional - Potencial Humano. Nesta rubrica de gastos, estão ainda incluídas as rendas de três locais (Ed. Oliveira Matos, Ed. da Biblioteca, Armazém de Arquivo) e o aluguer de alguns equipamentos - fotocopiadores e leitores biométricos. Electricidade O aumento dos preços da electricidade e um aumento do consumo justificam, em parte, este aumento. A outra parte do aumento para 2013 é explicado pela não especialização de de facturas do início de 2013, cujo gasto deveria ter sido reconhecido ainda em Desta forma, este lapso fez com que o custo da electricidade se cifrasse em quando na verdade seria de pelo que o aumento da rubrica real é de cerca de 10%. Mesmo assim e como se trata de uma rubrica com algum peso nos FSE, o ISMT está a consultar outros operadores de fornecimento de electricidade. Outros Fornecimentos e Serviços Externos esta conta, de natureza residual, acolhe os serviços não incluídos nas contas anteriores. Além dos itens normais, comparáveis com anos anteriores, no ano de 2013 foram contabilizados nesta conta, despesas adicionais com formandos (9 643,00 de encargos com alimentação bolsas) relacionadas exclusivamente com a formação financiada - Formação Modular Certificada, no âmbito do Programa Operacional - Potencial Humano. Relativamente às rubricas que diminuíram o seu valor e que mais contribuíram para a descida dos FSE, podemos destacar as seguintes: Honorários - foi a rubrica que mais desceu em termos absolutos, representando menos em prestações de serviços de colaboradores externos. Esta redução foi conseguida principalmente por via da optimização dos recursos internos (aumento de carga lectiva por docente). A diminuição terá sido ainda mais significativa, pois temos de ter em conta que foram contabilizadas despesas adicionais com formadores ( ), relacionadas exclusivamente com formação financiada - Formação Modular Certificada, no âmbito do Programa Operacional - Potencial Humano. Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

19 Subcontratos - inclui as prestações de serviços na área de ensino e formação, através de colaboradores externos que têm empresas para o efeito e diminuiu cerca de A explicação para a descida é a mesma que foi avançada para rubrica de honorários. Comissões esta rubrica também diminuiu quase e a descida está relacionada com o protocolo com o Instituto Politécnico de Leiria, relativo aos cursos de 2º Ciclo do ISMT a funcionar naquela instituição em regime de parceria. O ISMT reembolsa o IPL em 20% sobre os montantes efectivamente pagos pelos alunos a frequentar os cursos do ISMT em Leiria. A descida justifica-se com a diminuição do nº de alunos do ISMT no IPL. Os Trabalhos Especializados diminuíram quase , mas é necessário ter em conta que no ano de 2012 se tinha registado uma subida extraordinária de e relacionada com taxas pagas à Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), no âmbito do processo de acreditação de ciclos de estudo em funcionamento no ISMT. O valor das taxas pagas à A3ES no ano de 2013 foi substancialmente inferior ( ). Nos restantes itens desta rubrica continuou-se uma política de máxima contenção, mantendo-se apenas os serviços técnicos em regime de outsourcing estritamente necessários ao bom funcionamento da instituição e que não podem ser levados a cabo através dos recursos internos, nomeadamente: Manutenção e licenças anuais de programas informáticos pela manutenção/parametrização e utilização dos seguintes programas informáticos: SOPHIA (Gestão Académica, Secretaria Virtual e Tesouraria), MINIMAL (Contabilidade), SPSS (Estatística), PORBASE (Biblioteca), BULLET TIMETABLER EDUCATION e BULLET CALENDAR (Horários e Sumários); Avenças com empresas de serviços de consultoria técnica - cerca de distribuídos pelas seguintes áreas: Contabilidade (Mota Lopes, Lda); Manutenção do Parque Informático e Gestão de Redes e Servidores do ISMT (One Source); Manutenção e atualização do Site Institucional (LPC Informática); Serviços Externos de Segurança e Higiene no Trabalho (HIORSE); Gestão do processo de avaliação de docentes através de inquéritos on-line (PSE Produtos e Serviços de Estatística). Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

20 Comunicações diminuição conseguida sobretudo com a renegociação dos contratos de comunicações móveis, comunicações fixas e circuitos de internet. Depreciações e Amortizações do Exercício À semelhança do que aconteceu no ano anterior, o investimento em activos fixos durante o ano de 2013 foi reduzido e centrou-se sobretudo nas seguintes áreas e tipos de equipamento - audiovisual e informático para área de ensino (Equipamento Básico), equipamento informático para a área administrativa (Equipamento Administrativo) e livros para a biblioteca (Outros Activos Fixos Tangíveis). Aumento de Activos Fixos: Equipamento básico Equipamento administrativo Ferramentas e utensílios Outros Activos Fixos Tangíveis (livros biblioteca) Total As Depreciações e Amortizações do Exercício continuam a diminuir, cerca de 6% em 2013, mantendo assim tendência dos últimos anos, devido ao menor investimento em activos fixos e ao fim do período de vida útil de muitos equipamentos adquiridos nos últimos anos. Rubricas 2011 % Cresc 2012 % Cresc 2013 Gastos/Reversões de Depreciação e de Amortização % % Outros Gastos e Perdas Rubricas 2011 % Cresc 2012 % Cresc 2013 Outros Gastos e Perdas % % Dentro da rubrica de Outros Gastos e Perdas, que totaliza cerca de , os gastos distribuíram-se sobretudo pelos seguintes itens: Donativos (Associação de Estudantes); Quotizações (APESP e CEPESE) Instituto Superior Miguel Torga Relatório de Gestão e Contas

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