Sumario do Potencial Agricola das Provmcias de Maputo e Gaza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sumario do Potencial Agricola das Provmcias de Maputo e Gaza"

Transcrição

1 SERIE TERRA E AGUA DO INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGACAO AGRONOMICA NOTA TECNICA No.26 Sumario do Potencial Agricola das Provmcias de Maputo e Gaza C. D. Konstapel A.C. Vermeer R. L. Voortman F. Haupt 1987 Maputo, Mocambique

2 I ISRIC LIBRARY I N D I C E I ' 1. Introducao 2. Sumario das Terras e sua Aptidao para Agricultura Moderna em sequeiro 2.1 Descricao sumaria dos Recursos Naturais e a Aptidao das Terras 2.2 Rendimentos Potenciais 2.3 Uso Recomendado das Terras B Wagëiffligen, The Nstherlands fy. 3. Sumario da Aptidao das Terras para Agricultura Regada 3.1 Introducao 3.2 Vale do Rio Limpopo 3.3 Vale do Rio Incomati 3.4 Vale do Rio Umbelüzi 3.5 Vale do Rio Maputo 4. Necessidades de Agua e Agua Disponivel para Rega 4.1 Introducao 4.2 Metodologia usada ETC - Evapotranspiracao das plantas Pe 80 - Chuva efectiva cora probabilidade de 80% NAR - Necessidade de Agua de Rega 4.3 Rega a Curto Prazo 4.4 Rega a Medio Prazo 5. Algumas Notas Explicativas Sobre as Cartas ANEXO 1: ANEXO 2: ANEXO 3: Dados Climatológicos das Provincias de Maputo e Gaza Calculo das necessidades de Agua para Rega Quantidades de Agua Necessarias e Disponiveis a Curto Prazo (Mm3) ANEXO 4: Quantidades de Agua Necessarias e Disponiveis a m edio Prazo (Mm3) Scanned from original by ISRIC - World Soil Information, as ICSU World Data Centre for Soils. The purpose is to make a safe depository for endangered documents and to make the accrued information available for consultation, following Fair Use Guidelines. Every effort is taken to respect Copyright of the : materials within the archives where the identification of the Copyright holder is clear and, where feasible, to contact the originators. For questions please contact soil.isric(s)wur.nl indicating the item reference number concerned. i (1.3 T-l

3 MAPAS Sumario das Terras e sua Aptidao para Agricultura Moderna ' em Sequeiro, Provincias de Maputo e Gaza, escala 1: Sumario de Aptidao das Terras para Agricultura Regada, Provincias de Maputo e Gaza, escala 1: (2 folhas) Mapa de Utilizacao Actual das Terras, escala 1: (Folhas I e II). (Anexo a carta de Aptidao das Terras para Agricultura Regada (Provincias de Maputo e Gaza). Densidade Populacional Crescimento Natural sem Migracao Provincias de Maputo, Gaza e Inhambane Escala 1: Densidade populacional ao nivel de localidades ao Sul do Rio Save Provincias de Maputo, Gaza e Inhambane Escala 1:

4 1. INTRODUCAO A pedido de Sua Excelência o Sr. Ministro da Agricultura, o Departamento de Terra e Agua elaborou urn sumario dos recursos e potencialidades agricolas das Provincias de Gaza e Maputo.* 0 estudo destina-se a planificacao dos investimentos no ramo agricola na zona referida. 0 trabalho executado consiste de tres partes: primeiro, uma avaliacao a escala geral da aptidao das terras para agricultura em sequeiro, segundo, uma avaliacao mais detalhada das areas ainda disponiveis para projectos de rega, principalmente nos vales aluvionares. Embora o pedido inicial se referisse as culturas de milho, trigo e soja, foram incluidas algumas outras culturas no estudo, desde que a aptidao para as tres culturas é limitada em grandes partes da zona estudada. 0 trigo nao foi considerado em regime de sequeiro sendo as temperaturas demasiado altas no periodo em que a agua das chuvas esta disponivel para o crescimento das culturas. De forma sumaria também foram considerados outros tipos de utilizacao das terras como pecuaria e exploracao florestal. Sendo o tempo disponivel limitado, o trabalho tinha que ser baseado em dados existentes. A avaliacao das duas provincias para a agricultura em sequeiro esta principalmente baseado no Inventario Nacional de Recursos Agro-Scológicos. A aptidao dos vales aluvionares para rega esta baseado em varios estudos mais detalhados, parcialmente executados pelo Departamento e parcialmente por Empresas Consultoras. 2. SUMARIO DAS TERRAS E A SUA APTIDAO PARA AGRICULTURA MODERNA EM SEQUEIRO 2.1 Descricao sumaria dos recursos naturais e a aptidao das terras Os recursos e a aptidao agricola estao apresentados numa carta a escala 1/ das duas provincias com o mesmo titulo deste capitulo. A carta mostra que o maior potencial da producao agricola em regime de sequeiro esta localizada nos vales aluvionares (AL1-3), onde as culturas podem aproveitar a agua freatica. Estes terrenos na sua maioria também podem ser aproveitados para rega; contudo nas duas condicoes de producao tem como limitacao a ocorrência de cheias. Duma maneira geral as melhores terras dos vales (os solos permeaveis) ja estao ocupadas *Este relatorio foi escrito em 1984, mas so foi pubjicado em 1987

5 2 pelos varios sectores do ramo agricola. As terras ainda nao ocupadas ou em uso para fins de pecuaria em geral mostram alguns factores limitantes a producao agricola como: drenagem deficiënte, dificuldades de mecanizacao devido as terras pesadas e varios graus de salinidade. Estes factores limitantes nao impedem a utilizacao para agricultura, mas condicionam as obras e maneio das terras a serem executadas, implicando geralmente investimentos elevados. Fora das zonas aluvionares o potencial para producao em sequeiro é bastante limitado. As limitacoes tem a sua origem no clima bem como no solo. Em grandes partes da provincia de Gaza (interior) o periodo de crescimento é de duracao tao curta que nao permite a cultivacao de culturas anuais. No resto do território das duas provincias o periodo de crescimento é mais prolongado, em particular ao longo da costa. Contudo, em 75% dos anos a producao esta seriamente afectada pela ocorrência de urn ou dois periodos secos durante o periodo normalmente chuvoso, resultando em falhas ou em rendimentos baixos. Além do clima desfavoravel a maior parte do território consiste de solos arenosos de baixa fertilidade e fraca capacidade de retencao de agua (AR1-4). Apenas na faixa ao longo da fronteira com a Swazilandia (BR 1-3) existem algumas manchas de bons solos, sendo o resto terrenos inclinados e/ou com solos delgados e/ou pedregosos, mais apropriados para fins de pecuaria. A aptidao, na legenda, esta classificada em 5 classes em que cada urn representa 20% do rendimento maximo possivel das culturas. As cinco classes sao as seguintes: Altamente Apto, Apto, Moderadamente Apto, Marginalmente Apto e Nao Apto (portanto moderadamente apto significa 40-60% do rendimento maximo). Assim a aptidao refere-se as possibilidades ecológicas em obter certos rendimentos. A analise económica deve mostrar se os rendimentos sobrepassam o "break-even point". 2.2 Rendimentos potenciais Os rendimentos potenciais a sèguir sao calculados com base nas condicoes climaticas e edaficas conforme a metodologia agro-ecológica da FAO, aplicada também no Inventario Nacional dos Recursos Agro-Ecológicos o

6 3 de Mocambique. Os rendimentos potenciais apresentados sao validos para agricultura moderna, implicando um nivel alto de entradas de factores de producao, bem como altos niveis de tecnologia, maneio e gestao. i) Zonas aluvionares e sedimentos marinhos (AL 1-3) Estas zonas consistem de complexos de varios tipos de solos com aptidoes diferentes ( a subdivisao em 3 classes na carta esta feita com base na dominancia de certos tipos de solos). Os melhores solos sao so solos permeaveis que sao aptos para a maioria das culturas. (Terras de classe altamente apto sao bastante raras na zona). Os solos impermeaveis podem ter varios graus de limitacoes que resulta em classificacoes moderadamente apto, marginalmente apto e nao apto para culturas anuais em sequeiro. Em baixo apresentam-se os rendimentos calculados (ton/ha) dos solos com varios graus de aptidao. Nota-se ainda que os rendimentos referem-se ao potencial calculado com base em perfis históricos de estacoes meteorológicas. Contudo, devido as chuvas erraticas ano por ano a planificacao das operacoes culturais é dificil no Sul de Mocambique. 2.3 Uso recomendado das terras Em baixo esta indicado o que é considerado o meihor uso das terras nas varias zonas distinguidas, e uma indicacao das culturas mais apropriadas (em zonas aptas para regadio também as culturas temperadas sao indicadas que só podem ser aproveitadas em regadio no inverno). AL 1-3, solos permeaveis: agricultura em sequeiro e/ou regadio culturas: milho, soja, amendoim, feijoes, batata- -doce, girasol, trigo, fruteiras, horticolas AL 1-3, solos impermeaveis: agricultura em regadio e/ou sequeiro em associacao com pecuaria culturas: arroz, mapira, algodao, grao de bico, trigo, cana de acücar, forragens AL 1-3, solos salgados: culturas: agricultura regada e pecuaria arroz e forragens

7 4 AR 1: Agricultura em sequeiro, pecuaria extensiva e exploracao florestal culturas: mexoeira, amendoim, fèijao jugo, feijao nhemba, feijao buerre e outras culturas e forragens experimentais mencionadas com NA 1 AR 2: Agricultura em sequeiro e exploracao florestal deexoticos culturas: mexoeira, mapira, amendoim, mandioca, feijoes mencionados em AR 1 (cajü, mafurra, mango) AR 3: AR 4: Pecuaria extensiva e localmente exploracao florestal Agricultura em sequeiro e exploracao florestal de exóticos culturas: amendoim, mandioca, mexoeira, feijoes mencionados em AR 1 AR 1 (Cajü, Mafurra, Mango, Coqueiros) BR 1: BR 2: BR 3: Pecuaria extensiva (ovelhas) e exploracao florestal com espécies indïgenas e exóticas (localmente agricultura em sequeiro ou regadio) Pecuaria semi-intensiva em associacao com pequenos regadios para forragens (localmente agricultura em regadio mais extensos) Pecuaria extensiva NA 1: Pecuaria extensiva. E necessario a experimentacao com culturas e forragens muito resistentes a seca como (culturas) mexoeira, feijao jugo, Vigna vexillata, Vigna aconitifolia, Phaseolus acutifolius, Cyamopsis tetragonoloba e (forragens) Cassia sturtii, Desmodium distortum, Prosopis spp. NA 2: NA 3: NA 4: Proteccao e turismo Sem uso económico Pecuaria extensiva, exploracao florestal, floresta de conservacao.

8 T Rendimentos Potenciais (ton/ha).* ;l~ ~ j MILHO MAPIRA MEX0EIRA SOJA AMEND0IM MANDIOCA i j Solos aptos Solos mod. aptos j j Solos marg. aptos ' Solos nao aptos * Os rendimentos de mandioca referem-se a matéria seca; para obter o rendimento em tubérculos frescos, multiplicar com 3. ii) Terrenos arenosos (unidades AR 1-4) Em baixo apresentam-se os rendimentos calculados (ton/ha) para os solos arenosos excluindo-se as areias brancas e pobres que ocorrem localmente. Rendimentos Potenciais (ton/ha) MILHO MAPIRA MEXOEIRA SOJA AMENDOIM MANDIOCA AR i AR ! AR' AR ! iii) Zonas derivadas de basaltos e riolitos (BR 1-3) Os rendimentos calculados referem-se aos melhores solos que se encontram localmente nas zonas BR1 e BR2. Rendimentos Potenciais (ton/ha) MILHO MAPIRA MEXOEIRA i SOJA AMENDOIM MANDIOCA BR 1 BR

9 5 3. SUMARIO DA APTIDAO DAS TERRAS PARA AGRICULTURA REGADA 3.1 Introducao Com base nos estudos existentes elaborou-se uma carta em escala 1: que mostra: - as areas aptas para agricultura regada moderna, com elevados niveis de tecnologia, gestao e entrada de factores de producao. - a localizacao das Empresas Agricolas existentes. Devido a falta de informacao nas areas dos Rios Incomati e Maputo as areas aptas foram indicadas duma maneira aproximada. Porém nos Vales dos Rios Umbeluzi e Limpopo a delimitacao das terras aptas é mais exacta. Do mesmo modo a localizacao das empresas agricolas é bastante aproximada e incompleta, sendo necessario o seu melhoramento, quando vinham disponiveis os respectivos dados. As areas aptas para regadio encontram-se nos vales aluvionares e zonas adjacentes aos principais rios de Maputo e Gaza. 3.2 Vales do Rio Limpopo Conforme o Esquema Geral do Vale do Limpopo, estima-se que actualmente as areas de regadio existentes ocupam ha, dos quais ha aproximadamente consistem de empresas estatais, enquanto que a restante superficie esta sendo cultivada pelo sector privado e cooperativo. Considera-se que.com os melhoramentos na barragem de Massingir uma area adicional de aproximadamente ha possa ser regada, sendo ha nos blocos de Chalacuane (8) e Xai-Xai (3) aptos para o arroz e os restantes ha aptos para cereais, horticolas, leguminosas e batatas, etc. Para as ültimas culturas as areas principais para serem desenvolvidas a curto e medio prazo sao os blocos 18, 19 e 20 no Alto Limpopo e no Rio dos Elefantes. Areas menores podem ser desenvolvidas nos blocos 5 (1000 ha), 6 (300 ha), 8 (1.800 ha), 9 (1.100 ha), 11 (300 ha), 12 (1.700 ha) e 16 (1.900 ha), seja ha no total.

10 6 A longo prazo quando as barragens de Mapai e Pave forem construida's estima-se que, sobretudo nas areas a montante de Macarretane ao longo do Rio Limpopo e no Baixo Limpopo, uma superficie adicional de ha possa ser regada ha localizados inteiramente no Baixo Limpopo, seriam aptos só para o arroz. A restante superficie de ha tém sobretudo vocacao para cereais, horticolas, leguminosas e batatas. Em resumo: I<I -' actualmente regavel -regavel a curto e medio prazo 'regavel a longo prazo ha ha (6.000 ha arroz) ha ( ha arroz) Total regavel no Vale do Rio Limpopo ha o. o vaj-c uo ivlo InCCïïïStl No Vale do Rio Incomati o sector estatal actualmente cultiva aproximadamente ha (Moamba, Magude, Macia, Marracuene), enquanto as acucareiras de Xinavane e Maragra ocupam ha. As areas do sector privado, usadas para agricultura ou para a pecuaria, abrangem pelo menos ha, sendo portanto a area ocupada pelas varias empresas agricolas no Vale do Incomati minimamente ha. No Baixo Incomati (a jusante de Magude) o potencial das terras esta sobretudo virado para a producao de arroz ( ha) e cana-de-acücar ( ha), visto que a textura pesada, a salinidade ou a drenagem.'" ' problematica dos solos em muitas zonas impede o cultivo de outras culturas. Contudo, nas areas aptas para cana, localizadas fora das acucareiras (5.200 ha), podem também ser consideradas a mapira e forragens. Os melhores solos do Baixo Incomati (incluindo a Baixa Costeira de Maputo e o Vale do Rio Infulene), como p.e. os solos mais leves, os solos turfosos ou os solos pesados com possibilidades de melhorar a drenagem ocupam uma areas de ha e sao aptos para a producao de cereais e leguminosas, mas extensas superficies também permitem o~cultivo" de - horticolas e/ou bananas.

11 7 No Alto e Medio Incomati encontram-se ha de solos moderada' a altamente aptos para rega e aproveitéiveis para culturas como cereais, horticolas, leguminosas ou batatas: uma parte limitada desta superficie ( ha) tem vocacao também para citrinos. Além disso ocorrem nos vales do Alto Incomati, Rio Sabié e Rio Sundüine ha de solos com limitacoes fortes (textura arenosa, pedregosidade, profundidade limitada, etc), que tem apenas uma aptidao marginal para agricultura regada, mas onde o cultivo de girasol, ananas, algodao, etc, poderia ainda ser viavel. Em resumo: actualmente ocupado pelas empresas ha area total apta para rega: ha (incluindo areas existentes) arroz: cana-de-acücar: outras culturas: ha ha ha (para disponibilidade de agua veja capitulo 4) 3.4 Vale do Rio Umbelüzi As empresas agricolas no Vale de Umbelüzi ocupam actualmente aproximadamente ha; sem contar com as empresas pecuarias que ocupam areas muito vastas. 0 potencial do Vale do Rio Umbelüzi para agricultura regada esta determinada em ha. As culturas recomendadas sao, cereais, leguminosas, horticolas, batatas e, principalmente no Baixo Umbelüzi pequenas superficies para citrinos. Contudo, no Alto Umbelüzi as terras geralmente tem apenas uma aptidao moderada para agricultura regada devido ao perigo da erosao e a profundidade limitada de muitos solos. Considera-se portanto que a producao pecuaria com base nas pastagens naturais, que sao de excelente qualidade, deve ser tratado como uma alternativa real do uso da terra. Em resumo: - actualmente ocupado pelas empresas ha - area total apta para rega ha (cereais, horticulturas, etc.)

12 8 3.5 Vale do Rio Maputo A informacao disponïvel sobre o potencial agricola no Vale do Rio Maputo é bastante limitada. Estima-se que apenas 750 ha esta sendo aproveitado pelas empresas agrïcolas, porém nao se dispoe de informacao sobre a zona de Catuane, ' '" '' ' '" =' ' Devido a sérios problemas de salinidade em grande parte do Vale (sobretudo a jusante de Salamanga), a area apta para agricultura regada foi estimada apenas para ha. As limitacoes dos solos (drenagem deficiënte, textura pesada e salinidade) implicam que a maior parte ou seja ha,possam ser aproveitados só para o cultivo do arroz. Nalgumas areas mais elevadas com solos mais leves e/ou meihor drenados cereais, hortïcolas, leguminosas ou mesmo batatas podem ser cultivados. 4. NECESSIDADES DE AGUA E AGUA DISPONÏVEL PARA REGA 4.1 Introducao Os dados expostos no capitulo 3. serviram para estiir.ar as quantidades mensais de agua de rega necessaria para as culturas nas diferentes zonas. Os dados climatológicos tiraram-se dum estudo FAO do projecto MOZ/75/011 (1981). Com base na vocacao dos solos e as areas definidas aptas ao regadio nesta nota técnica (folhas I e II) propoe-se uma certa ocupacao das terras durante o ano, que serve para o calculo dos volumes de agua necessarios a curto e a medio prazo. Para efeitos de comparacao das quantidades de agua necessarias estao indicados também valores médios de escoamento, se possivel mensais. Ultrapassaria os fins deste relatório fazer uma analise estatistica dos escoamentos mensais, limitamo-nos entao a utilizar os dados Ja existentes. Para obter uma aproximaca'o grosseira do escoamento com 80% de probabilidade de ocorrência, quer dizer que vai ser atingido pëlo menos ent* quatro de cinco anos, pode-se tornar a metade do escoamento medio.

13 9 4.2 Metodologia usada A metodologia do calcülo da NAR (necessidade de agua de rega) baseia-se nas publicacoés da FAO, Irrigation and Drainage Papers nos. 24, 25, 33 e no balanco hidrico simples: NAR = (ETc-Pe80) /e onde: ETc = evapotranspiracao da planta Pe80 = chuva eficiente com prqbabilidade 80% e = eficiência total da rega Os resultados encontram-se nas tabelas do anexo 2. A seguir explica-se brevemente a metodologia utilizada: ETc - Evapotranspiracao das plantas ETc = ETo * kc onde: ETo = evapotranspiracao de referenda das plantas (Penman AGLW) kc = coéficiente da planta Os valores de kc em baixo indicados sao as médias obtidas a partir da publicacao FAO no. 33. Culturas e Meses depois do transplante Data de sementeira Arroz - NOV Batatas - MAI Girasol - MAI Milho - NOV Trigo - ABR Para culturas perenes (citrinos, cana, etc.) ou que nao tem data de sementeira precisa (horticolas) optou-se para kc = 0.9, valor medio constante. Importa notar que a ETc depende muito da data de sementeira; assim por exemplo para o milho geralmente o kc maximo coincide com ETo maximo (Janeiro), e dessa maneira pode dar resultados sobre-estimados.

14 Pe80 - chuva efectiva. com probabilidade de 80% A parte efectiva de chuva (Pe) é determinada pelo método USDA descrito na publicacao FAO 25. Pe depende da ETc e da chuva média mensal. Para simplificar, e em derrogacao a publicacao 25 substituimos ETc por ETo, e também nao aplicamos um factor de correccao que depende. da lamina de rega aplicada. Este factor é igüal a 1.0 para uma lamina de 75 mm, e diminue ou aumenta com a lamina (0.93 para 50 mm; 1.02 para 100 mm). Isto significa que os valores Pe em geral sao ligeiramente sobre-estimados. A chuva efectiva com probabilidade de ocorrência de 80% é: Pe80 = Pe * c onde: c = factor estatistico que depende da chuva média anual e da probabilidade de ocorrência: c esta indicado para cada estacao na coluna "TOTAL" no Anexo 2. Para o arroz determinou-se a parte da chuva como sendo 80% da chüva média mensal se essa é maior do que 10 mm, se.nao Pe = 0. '4.2.3 NAR - necessidade de agua de rega />." " Este valor é a quantidade de agua necessitada ao nivel da planta, dividida pela eficiência total "e" do sistema de rega (veja fórmula (1) do balanco hidrico). Estimou-se "e" como sendo: e = e (aplicacao) * e (vala) * e (transporte) e = 0.70 * 0.85 * 0.80 = valor de e = 0.5 parece baixo para sistemas de rega por aspersao, pois reflecte um valor medio de métodos usados neste pais. 4.3 Rega a curto prazo Sob areas regaveis a curto prazo entende-se o aproveitamento completo das infraestruturas de rega ja existentes. Também existem areas com infraestrutura mas que têm pouca aptidao

15 11 para rega (solos arenosos, salgados, intrusao salina do mar, etc.) mas* dum outro lado ha zonas que podem ser aproveitadas com poucos investimentos dentro de pouco tempo. Portanto la, onde nao existem dados actuais das superficies regadas, supoe-se que o valor "curto prazo" nao ultrapassa a area total cultivada (como indicadas nas folhas I e II em anexo). Salienta-se que a ocupacao das terras pode ser diferente do que nessa proposta, facto que também influe as NAR. E claro que vai ter perïodos sem rega nas culturas perenes e hortlcolas (p.e. para a preparacao das terras, a colheita, etc.) e também a afectacao das terras muda por razoes culturais (plano de producao, rotacao das culturas, temperaturas demasiado altas para producao, etc). Neste sentido os calculos dos escoamentos necessarios para rega devem ser considerados mais como uma variante de estudo, e só podem dar uma ideia aproximada da realidade. A planificacao detalhada vai permitir calculos mais exactos. Cqm isto em consideracao conclue-se dos resultados (anexo 3) que: a) Limpopo: a area regada no alto Limpopo ser reduzida a metade para as horticolas no mes.de Outubro, mais do que a metade durante o Julho até Setembro para as outras culturas também, se quer garantir o abastecimento de agua com 80% de probabilidade; para o resto do ano nao tem problemas. 0 resto da bacia aproveita as aguas da barragem de Massingir. A capacidade actual de 1950 Mm 3 é suficiente para fornecer os 803 Mm 3 projectados a medio prazo com uma probabilidade de mais do que 90% (informacao DNA); para a quantidade prevista a curto prazo (450 Mm 3 ) nao vai ter falta de agua. b) Incomati: para o alto e medio Incomati tem escoamento suficiente. Para o baixo Incomati o caudal restante nao garante urn abastecimento a 80% nos meses secos: AGO SET OUT NAR cumuladas Escoamento medio (alto Incomati)

16 12 c) Umbelüzi: o escoamento é altamente suficiente. " - d) Maputo: o escoamento é suficiente. e) Em geral: tem que tornar conta na escolha das areas,. da eventual intrusao salina pelas aguas da mare nos.meses da época seca; essa faz sentir-se geralmente até uma distancia de Km da foz. 4.4 Rega a medio prazo As areas a serem regadas a medio prazo incluem as superficies indicadas no capitulo 3. e nas folhas I e II, e também conta-se com o aproveitamento das barragens de corumana (Rio Sabié - Incomati) e dos Pequenos Libombos (Rio Umbelüzi). Os resultados (em anexo 3.) devem ser considerados sob os aspectos gerais ja mencionados no capitulo 4.3 (segunda alinea e ponto e) e conduzem a seguinte conclusao: a) Limpopo: os escoamentos mensais do alto Limpopo sao insuficientes para o esquema proposto. Sendo o volume anual escoado com 80% de probabilidade quase cinco vezes mais do que a quantidade de agua necessitada, a construcao duma barragem impoe-se. 0 resto da bacia aproveita as aguas da barragem de Massingir. A capacidade actual de 1350 Mm 3 é suficiente para fornecer as 803 Mm 3 anuais projectados com uma probabilidade de mais do que 90% (informacao DNA). b) Incomati: conforme urn estudo da DNA (Fev. 1984) a quantidade de agua disponivel para rega a curto prazo é de 550 Mm 3 por ano, quer dizer. quase a metade do volume projectado. Só com o- rtac, "->-', *:--»->,; ' -- regulamento das aguas do Rio Sabié (Corumana: 1320 Mm ) vai ser possivel aproveitar a area de rega proposta. Pequenas barragens nos rios afluentes, secos durante 2-3 meses do ano, podem permitir mais rega suplementar. c) Umbelüzi: mesmo sem barragem nao deveria ter problemas de falta de agua para rega durante a época chuvosa. Só na época seca a

17 13 area regada deve ser reduzida. Depois de acabarem as obras dar barragem dos Pequenos Libombos com capacidade de 357 Mm 3 o fluxo da agua necessaria vai ser garantido. d) Maputo: as NAR das éireas aptas desta bac'ia sao satisfeitas facilmente com mais do que 80% de probabilidade. e) em geral: tem que se tornar em conta uma tendência crescente desses ültimos anos para subtraccao de agua para rega fora do território mocambicano; este manifesta-se com maiores consequências nos meses secos, quando por falta de chuva diminui o escoamento e aumenta a necessidade de rega. 5. ALGUMAS NOTAS EXPLICATIVAS SOBRE AS CARTAS - Densidade populacional Provincias de Maputo e Gaza. - Anexo a Carta de Aptidao das Terras para Agricultura Regada (Provincias de Gaza e Maputo); Utilizacao actual das Terras - - Folhas I e II. Os factores "densidade populacional" e "utilizacao actual" das terras mencionados neste sumario, foram considerados assuntos tao importantes que merecem neste contexto urn resumo breve. 0 que nos interessa aqui, é a densidade populacional nas unidades geograficas delimitadas nas cartas "Aptidao das Terras para Agricultura Regada". Porém, os limites destas unidades nao coincidem com os limites administrativos utilizados nos estudos demograficos ja executados (ver carta "Densidade Populacional ; crescimento natural sem migracao" do INPF). Apesar disso, esta carta demografica mostra claramente que nas regioes do Baixo Incomati e Baixo Limpopo encontramos as mais altas densidades de populacao das provincias consideradas. Este fenómeno é sem duvida uma consequencia do facto de a populacao, por falta de sitios alternativos nas duas provincias de Gaza e Maputo, depender muito destas terras nos vales dos grandes rios onde recursos em solos férteis e agua sao disponiveis. Além disso as cartas "Utilizacao actual das Terras" mostram como a

18 14 maioria destas terras ja esta ocupada pela agricultura do "sector familiar". A interpretacao destas cartas "Utilizacao actual das Terras" pede alguma informacao adicional. - Só foi possivel obter este tipo de informacao utilizando as imagens "via satelite" (interpretacao de F.L. Snijders: 1984). Algumas destas imagens disponiveis neste momento em Mocambique, ja sao antigas. Foram utilizadas mesmo imagens de Deste modo esta informacao nao pode ser considerado completamente actual e só serve para se obter urn' 1 visto global de identificacao a curto prazo das regioes com os maiores factores limitantes. - Estas cartas mostram de uma maneira pouco clara, o facto de muitos "blocos" delimitados, serem na realidade complexos de pequenas unidades de paisagem, apta e nao apta para a agricultura regada. A tendência é, que a populacao concentra as suas casas e machambas nas terras consideradas aptas para a agricultura em geral. Isto significa que nem sempre o factor densidade (simbolo 2 na legenda) esta directamente em proporcao com a superficie inteira da unidade cartografica (o "bloco"). No esquema desenhado na margem direita da carta "Anexo a Folha I", tentamos criar, com os meios disponiveis, uma imagem mais certa das proporcoes. Quer dizer em geral; só a superficie estimada com solos aptos é considerada, com a densidade do tipo de utilizacao mais ou menos corrigido. Quando a superficie (em ha) dum certo tipo de utilizacao nao pode ser estimada duma maneira razoavel, foi marcado (?) no esquema. Nota-se que em muitos casos as densidades de ocupacao ficam mais altos do que as que sao indicadas nas unidades cartograficas (por exemplo no caso dos blocos 37 e 38) porque só a superficie das terras aptas foi considerado. - No caso do tipo de utilizacao "agricultura moderna" (simbolo B na legenda das cartas "Utilizacao das Terras"), supomos que o tipo de infraestrutura detectada nas imagens via satelite (machambas grandes, rectangulares, as vezes com sistemas de rega/drenagem) implicam urn tipo de manejo outra do que praticado no sector "tradicional" o que implica mais investimentos; tipo empresa grande ou cooperativa. Dados mais detalhadoy faltam em muitos casos.

19 15 No esquema da carta "Anexo a Folha I); Utilizacao das Terras" as superficies destes tipos de empresas (nas barras indicadas com riscas) foram tiradas das cartas originais "Aptidao das Terras para Agricultura. Regada"; coluna 5 da legenda. Nas cartas anexas foram reconhecidas em alguns casos mais machambas grandes, mas a curto prazo nao podemos obter dados exactos sobre a situacao actual no campo. ^>

20 A 1-1 CLIMATIC CATA AHALïSIS CLIHATOLO ;ICAL DATA FCK fiozandicue STATION DELA VISTA (HAPUTC) LAT S LONG E ALT 15 H JAN FED r. AR AFR MAY JUN JUL AUG SÏF OCT NOV DEC ANNUAL FC YBS F (mr.) ï-tcan (C) 25.9 T-roax (C) ain (C) 2C.7 T-day (C) n ight (C) 23.6 E il ( m b a r) 23.7 D H-mean (X) 71.0 U (n/sec) 2.4 n/n (X) 56.0 Bij (cal/cn2/day) ET-Fenitan (mm) ' IJ C U C STATION CATUAHE LAT S LONG E ALT 37 M JAN FED MAR APK MAY JUN JUL AUG SEF OCT NOV DEC ANNUAL 5C YRS F (10) l-ncan (C) ma x (C) T-cin (C) 19.6 T-day (C) 20.9 T-niylit (C) 23.4 Ed (rabat) FH-n<?an <*> 67. C ü e/sec) 2. 1 n/n (X) 55.0 Fg (cal/cn 2/day) S , , U O ET-Fenoan (mm) S

Questionário sobre o Ensino de Leitura

Questionário sobre o Ensino de Leitura ANEXO 1 Questionário sobre o Ensino de Leitura 1. Sexo Masculino Feminino 2. Idade 3. Profissão 4. Ao trabalhar a leitura é melhor primeiro ensinar os fonemas (vogais, consoantes e ditongos), depois as

Leia mais

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010

P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 P R E G Ã O P R E S E N C I A L N 145/2010 D A T A D E A B E R T U R A : 2 9 d e d e z e m b r o d e 2 0 1 0 H O R Á R I O : 9:0 0 h o r a s L O C A L D A S E S S Ã O P Ú B L I C A: S a l a d a C P L/

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

Oportunidades de Investimento no Sector Agrario em Mocambique

Oportunidades de Investimento no Sector Agrario em Mocambique Oportunidades de Investimento no Sector Agrario em Mocambique Apresentado pelo Director do Centro de Promoção da Agricultura Abdul Cesar Mussuale Turino, Fevereiro 2012 Estrutura de Apresentacao I. Informacao

Leia mais

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I

1 3Centrs e PP esq is II DD C n MM n Astr l i Astri C h i n Re. C h e H n g K n g F i n l n i I n i F rn 0 4 C n I n n si Al e m n h E st s U n i s I 1 3Mr P e re s, R e s e r h D i re t r I D C B rs i l Br 0 0metr Cis e Bn L rg n Brsil, 2005-201 0 R e s l t s P ri m e i r T ri m e s t re e 2 0 0 7 Prer r Prer r Met e Bn Lrg em 2 0 1 0 n Brs i l : 10

Leia mais

MOÇAMBIQUE ACTUALIZAÇÃO DE SEGURANÇA ALIMENTAR Janeiro 2005

MOÇAMBIQUE ACTUALIZAÇÃO DE SEGURANÇA ALIMENTAR Janeiro 2005 MOÇAMBIQUE ACTUALIZAÇÃO DE SEGURANÇA ALIMENTAR Janeiro 2005 TIPO DE ALERTA: NORMAL VIGILÂNCIA AVISO EMERGÊNCIA CONTEÚDO Perspectiva sobre Riscos... 2 Precipitação e implicações... 2 Análise de Mercados...

Leia mais

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e :

Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ 13 DE JULH DE 2015! Ac esse o sit e w w w. d e ca c lu b.c om.br / es t u dos 2 0 1 5 e f a ç a s u a insc riçã o cl ica nd o e m Pa r t i c i p e : Caso vo cê nunca t e nh a pa

Leia mais

ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA

ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA ZONEAMENTO AGRÍCOLA DE RISCO CLIMÁTICO SPA/MAPA III Reunião Técnica do CEMADEN Tema: Extremos Climáticos e Colapso de Produção Agrícola Fortaleza/CE 02 e 03 de abril de 2012 Antecedentes Altos índices

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ Gisele dos Santos Alves (1); Célia Maria Paiva; Mônica Carneiro Alves Xavier (1) Aluna do curso de graduação em Meteorologia - UFRJ e-mail:

Leia mais

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o

NPQV Variável Educação Prof. Responsáv el : Ra ph a el B i c u d o NPQV Variável Educação Prof. Responsáv v el :: Ra ph aa el BB ii cc uu dd o ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO 2º Semestre de 2003 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ÁREA DE EDUCAÇÃO As atividades realizadas

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM No u s o d a c o mp e t ê n c i a p r e v i s t a al í n e a v ) d o n. º 1 d o ar t i g o 64º d o De c r e t o -Le i n. º 1

Leia mais

Prgrmçã O Mu s u Év r, p r l ém f rcr s s i g ns «vi s i t s cl áss i cs» qu cri m s p nt s c nt ct nt r s di v rs s p úb l ic s qu vi s it m s c nt ú d s d s u ri c s p ó l i, p r cu r, c nc m i t nt

Leia mais

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10

Resolução de Matemática da Prova Objetiva FGV Administração - 06-06-10 QUESTÃO 1 VESTIBULAR FGV 010 JUNHO/010 RESOLUÇÃO DAS 15 QUESTÕES DE MATEMÁTICA DA PROVA DA MANHÃ MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A O mon i tor de um note book tem formato retangular com a di ag o nal medindo

Leia mais

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO

RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO RESULTADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO EXTERNO COM A CONCILIAÇÃO E A MEDIAÇÃO 1. RESULTADOS QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO 1.1- QUESTIONÁRIO I - PARTES/ CONCILIAÇÃO: AMOSTRA REFERENTE AS

Leia mais

n o m urd ne Hel e n o mis

n o m urd ne Hel e n o mis Em nosso cotidiano existem infinitas tarefas que uma criança autista não é capaz de realizar sozinha, mas irá torna-se capaz de realizar qualquer atividade, se alguém lhe der instruções, fizer uma demonstração

Leia mais

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA 1 2 3 4 5 6 7 1 1 1, 00 2 3 4 Li Be 6, 94 9, 01 11 12 Na Mg 22, 99 24, 31 19 20 K Ca 39, 10 40, 08 37 38 Rb Sr 85, 47 87, 62 55 56 Cs Ba 132, 91 137, 33 87 88 Fr Ra 223,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março

Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março. Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Física e Química A Prova Escrita

Leia mais

! $&% '% "' ' '# ' %, #! - ' # ' ' * '. % % ' , '%'# /%, 0! .!1! 2 / " ') # ' + 7*' # +!!! ''+,!'#.8.!&&%, 1 92 '. # ' '!4'',!

! $&% '% ' ' '# ' %, #! - ' # ' ' * '. % % ' , '%'# /%, 0! .!1! 2 /  ') # ' + 7*' # +!!! ''+,!'#.8.!&&%, 1 92 '. # ' '!4'',! "#$%% $&% '% "' ' '# '"''%(&%') '*'+&%'# ),'#+# ' %, # - ' # ' "%'''' ' * '. % % ', '%'# ''''') /%, 0.1 2 / " ') 33*&,% *"'",% '4'5&%64'' # ' + 7*' # + "*''''' 12''&% '''&")#'35 ''+,'#.8.&&%, 1 92 '. #

Leia mais

Tópicos Quem é é a a PP aa nn dd ui t t?? PP oo rr qq ue um CC aa bb ea men tt oo PP er ff oo rr ma nn cc e? dd e AA ll tt a a Qua ll ii dd aa dd e e PP aa nn dd ui t t NN et ww oo rr k k II nn ff rr aa

Leia mais

'!"( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, ".6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # )

'!( )*+%, ( -. ) #) 01)0) 2! ' 3.!1(,,, .6 )) -2 7! 6))  ) 6 #$ ))! 6) 8 9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) !" #$%&& #% 1 !"# $%& '!"( )*+%, ( -. ) #) /)01 01)0) 2! ' 3.!1(,,, " 44425"2.6 )) -2 7! 6)) " ) 6 #$ ))!" 6) 4442$ ))2 8 "9 :# $ ( -;!: (2. ) # ) 44425"2 ))!)) 2() )! ()?"?@! A ))B " > - > )A! 2CDE)

Leia mais

28 de Agosto de 2002. Destaques

28 de Agosto de 2002. Destaques Famine Early Warning Systems Network 28 de Agosto de 2002 Destaques Uma avaliação rápida de necessidades alimentares foi levada a cabo de 22 de Julho a 11 de Agosto de 2002 por equipas do PMA, FEWS NET,

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento C o m p an h i a N ac io n a l d e Abastecimento D i r e t o r i a d e Opercações e A b a stecimento S u p erintedência de O p erações Comerciais G e r ên c i a d e Formação e Controle de Estoques P o

Leia mais

MIC REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DIRECÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO

MIC REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DIRECÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO INFOCOM MIC REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA E COMÉRCIO DIRECÇÃO NACIONAL DO COMÉRCIO Boletim Especial/Setembro de 7 DNC/MIC BOLETIM ESPECIAL DO BALANÇO ALIMENTAR ABRIL DE 7 A MARÇO DE 8

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM ITAPERUNA - RJ

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM ITAPERUNA - RJ CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM ITAPERUNA - RJ Mônica Carneiro Alves Xavier (1); Célia Maria Paiva; Gisele dos Santos Alves (1) Aluna do curso de graduação em Meteorologia - UFRJ e-mail:

Leia mais

CONTROLE AVES DE VENDA EXPOSIÇÃO 2014 ORLANDO NASCIMENTO- 21 98825-5609/96739-8619

CONTROLE AVES DE VENDA EXPOSIÇÃO 2014 ORLANDO NASCIMENTO- 21 98825-5609/96739-8619 CONTROLE AVES DE VENDA EXPOSIÇÃO 2014 CRIADOR TELEFONE GAIOLA ANEL SEXO NOMENCLATURA VALOR OBS ORLANDO NASCIMENTO- 21 98825-5609/96739-8619 1 IB-105-40-13 FM CN OP AM MF IN 100,00 BANCO: 2 BB-3992-44-11

Leia mais

Caminhos da sustentabilidade no Recife SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

Caminhos da sustentabilidade no Recife SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Caminhos da sustentabilidade no Recife SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE ÁGUA, DIREITO DE TODAS AS PESSOAS Recursos hídricos recursos naturais essenciais bens de valor econômico limitado viabiliza

Leia mais

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 1. Introdução A avaliação das condições de disponibilidade de água no espaço de solo ocupado pelas raízes das plantas fornece informações

Leia mais

Palavras-Chave: Modelos de Otimização, Culturas Irrigadas, CISDERGO.

Palavras-Chave: Modelos de Otimização, Culturas Irrigadas, CISDERGO. EFEITO DE MODIFICAÇÕES NO PLANO CULTURAL E NO SISTEMA DE IRRIGAÇÃO COMO FORMA DE MELHOR APROVEITAMENTO DA ÁGUA DE CHUVA PARA CENÁRIOS CLIMÁTICOS NORMAL E SECO Rosires Catão Curi, Profa.do Dept. de Eng.

Leia mais

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009

Resolução feita pelo Intergraus! Módulo Objetivo - Matemática FGV 2010/1-13.12.2009 FGV 010/1-13.1.009 VESTIBULAR FGV 010 DEZEMBRO 009 MÓDULO OBJETIVO PROVA TIPO A PROVA DE MATEMÁTICA QUESTÃO 1 (Prova: Tipo B Resposta E; Tipo C Resposta C; Tipo D Resposta A) O gráfico abaio fornece o

Leia mais

Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila. Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin

Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila. Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin Mudanças as Climáticas e Agricultura Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin Alerta Global 87% dos brasileiros

Leia mais

MOÇAMBIQUE Projecção de Segurança Alimentar Outubro 2013 a Março de 2014

MOÇAMBIQUE Projecção de Segurança Alimentar Outubro 2013 a Março de 2014 MOÇAMBIQUE Projecção de Segurança Alimentar Outubro 2013 a Março de 2014 Espera-se período de escassez menos severo devido a boa produção da segunda época e preços de alimentos estáveis DESTAQUES Figura

Leia mais

Substituir este slide pelo slide de título escolhido

Substituir este slide pelo slide de título escolhido Substituir este slide pelo slide de título escolhido AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E A AGRICULTURA PORTUGUESA Ana Paiva Brandão Coimbra, 7 de Abril de 2011 1 ÍNDICE 1. Alterações climáticas 2. Alterações climáticas

Leia mais

BALANÇO PRELIMINAR DA CAMPANHA AGRÍCOLA (2010/2011)

BALANÇO PRELIMINAR DA CAMPANHA AGRÍCOLA (2010/2011) REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DIRECÇÃO NACIONAL DOS SERVIÇOS AGRÁRIOS BALANÇO PRELIMINAR DA CAMPANHA AGRÍCOLA (2010/2011) Agosto, 2011 Conteúdo de Apresentação 1. Introdução 2. Principais

Leia mais

Tabela de Vinculação de pagamento Manteve o mesmo nome DDM SIAFI-TABELA-VINCULA-PAGAMENTO

Tabela de Vinculação de pagamento Manteve o mesmo nome DDM SIAFI-TABELA-VINCULA-PAGAMENTO Segue abaixo dados das DDMs que mudaram para o PCASP, tanto as que mudaram de nome como as que mantiveram o mesmo nome. Para estas, os campos que serão excluídos (em 2015) estão em vermelho e os campos

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA Direcção Nacional dos Serviços Agrários

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA Direcção Nacional dos Serviços Agrários MINISTÉRIO DA AGRICULTURA Direcção Nacional dos Serviços Agrários AVALIAÇÃO PRELIMINAR DA CAMPANHA AGRÍCOLA 2009-10 Conteúdo da Apresentação 1. Previsão da estação chuvosa 2009/10 e interpretação na agricultura;

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO COMO FERRAMENTA AO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA A CIDADE DE PALMAS TO

BALANÇO HÍDRICO COMO FERRAMENTA AO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA A CIDADE DE PALMAS TO BALANÇO HÍDRICO COMO FERRAMENTA AO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA A CIDADE DE PALMAS TO ERLAN SILVA DE SOUSA 1, ROBERTA ARAÚJO E SILVA 2, GIRLENE FIGUEIREDO MACIEL 3, RONES GOMES NUNES 4, FRANK WYLHA LIMA

Leia mais

A sustentabilidade na prática: Uso do painel solar em benefício aos residentes do distrito de Moamba- Maputo

A sustentabilidade na prática: Uso do painel solar em benefício aos residentes do distrito de Moamba- Maputo A sustentabilidade na prática: Uso do painel solar em benefício aos residentes do distrito de Moamba- Maputo 1.Introdução Desenvolvimento sustentavel é a utilizacao dos recursos naturais, sem transformar

Leia mais

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem

Quadro de conteúdos. Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano. Lição 1 As crianças e os lugares onde vivem Quadro de conteúdos Eu Gosto M@is Integrado 1 o ano Língua Portuguesa Matemática História Geografia Ciências Naturais Arte Inglês ABC da passarinhada O alfabeto Quantidade A ideia de quantidade Eu, criança

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO

SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEAPA SUBSECRETARIA DO AGRONEGÓCIO VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO (VBP) AGROPECUÁRIO Julho/2015 R$ milhões VBP PRINCIPAIS PRODUTOS AGRÍCOLAS LAVOURAS

Leia mais

PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA EM OURICURI-PE

PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA EM OURICURI-PE PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO DE REFERÊNCIA EM OURICURI-PE 1 Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano - IF Sertão PE - Campus Ouricuri.-

Leia mais

!"#"$%& '( &)*$+,-& '( +!,& ".!(,()/"'& "& (."!/"0()/& '( (&1!"23" '& ()/!& '( 34)*3", +0")",( "/+!"3,'" )35(!,3'"'( ('(!"$ '&,.6!

!#$%& '( &)*$+,-& '( +!,& .!(,()/'& & (.!/0()/& '( (&1!23 '& ()/!& '( 34)*3, +0),( /+!3,' )35(!,3''( ('(!$ '&,.6! !"#"$%& '( &)*$+,-& '( +!,& ".!(,()/"'& "& (."!/"0()/& '( (&1!"23" '& ()/!& '( 34)*3", +0")",( "/+!"3,'" )35(!,3'"'( ('(!"$ '&,.6!3/& ")/& *&0&!(7+3,3/&."!*3"$."!" " &#/()8-& '& 1!"+ '( "*%"!($ (0 (&1!"23"!3()/"'&!!$9+'3&+3:;")&/($$3

Leia mais

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O

PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O PATR IMÔNIO PALEONTOLÓG IC O O s depós itos fos s ilíferos, o s s ítios paleontológ icos (paleobiológicos ou fossilíferos) e o s fós s eis q u e a p r e s e n ta m valores científico, educativo o u cultural

Leia mais

Cilindro de bielas de pistão Cilindro padronizado ISO 15552, série ITS. Catálogo impresso

Cilindro de bielas de pistão Cilindro padronizado ISO 15552, série ITS. Catálogo impresso ISO 15552, série ITS Catálogo impresso 2 ISO 15552, série ITS Ø 160-320 mm Conexões: G 3/4 - G 1 com efeito duplo com pistão magnético Amortecimento: pneumático, regulável Haste do pistão: rosca externa

Leia mais

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil... ...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra

Leia mais

GeoSafras - Geotecnologias aplicadas ao Monitoramento Agrícola. Diretor de Política Agrícola e Informações

GeoSafras - Geotecnologias aplicadas ao Monitoramento Agrícola. Diretor de Política Agrícola e Informações GeoSafras - Geotecnologias aplicadas ao Monitoramento Agrícola Diretor de Política Agrícola e Informações Mandato Legal Empresa pública, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos FEIJÃO OUTUBRO DE 2015 CALENDÁRIO AGRÍCOLA - FEIJÃO Safra 1ª - Safra das Águas 2ª - Safra da Seca 3ª - Safra de Inverno Principais Regiões Sul, Sudeste,

Leia mais

7 * ": ) : : I* 5 6 7 < : # G I9 9 4 M N O* P " 7 "! M * : : # M

7 * : ) : : I* 5 6 7 < : # G I9 9 4 M N O* P  7 ! M * : : # M 7 ": ) : : I 5 6 7 < : # G I9 9 4 M N O P " 7 "! M : : # M # Q 7 97 8 ! # # I ) H3"K # : R : : 9 M ) # 9# Q ; : 9 : IM Q ; 9M O H8 7B3B K : 9 ) 4 4; 9 < : ) 9 # : M :!# ; : N : " 3 S T! S U # I T S # H3"K

Leia mais

1ª FASE DO SISTEMA DE PREVISÃO E GESTÃO DE SECAS (SPGS) Domínio agronómico

1ª FASE DO SISTEMA DE PREVISÃO E GESTÃO DE SECAS (SPGS) Domínio agronómico PROJECTO CO-FINANCIADO PELA UNIÃO EUROPEIA FUNDO DE COESÃO 1ª FASE DO SISTEMA DE PREVISÃO E GESTÃO DE SECAS (SPGS) Domínio agronómico REGIÃO HIDROGRÁFICA ALGARVE JULHO DE 2011 1 Trabalho Realizado pela

Leia mais

Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila. Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin

Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila. Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin Mudanças Climáticas e Agricultura Jurandir Zullo Junior * Hilton Silveira Pinto Ana Maria H. de Ávila Eduardo Delgado Assad Giampaolo Queiroz Pellegrino Fábio Ricardo Marin Alerta Global 87% dos brasileiros

Leia mais

A contribuição dos Engenheiros para o Moderno Agronegócio Brasileiro

A contribuição dos Engenheiros para o Moderno Agronegócio Brasileiro A contribuição dos Engenheiros para o Moderno Agronegócio Brasileiro Robson Mafioletti Eng. Agr., MSc. Economia Aplicada - Diretor da AEAPR-Curitiba, Conselheiro Titular do CREA/PR Atua na Getec/Ocepar

Leia mais

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a

P i s cina s : 2 P i s ci n a e x te rior de á g u a d e m a r a q u e cida P i s ci n a i n te ri or d e á g u a E M P R IM E I R A MÃO T h e O i ta v os é o e x c lu s i v o h o te l d e 5 e s tre la s q u e co m p le t a e v a l ori za a ofe rta d a Q u i n ta d a M a ri n h a, co n s olid a n d o -a c om o d e

Leia mais

DECRETO Nº 6.961, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009.

DECRETO Nº 6.961, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009. DECRETO Nº 6.961, DE 17 DE SETEMBRO DE 2009. Aprova o zoneamento agroecológico da cana-de-açúcar e determina ao Conselho Monetário Nacional o estabelecimento de normas para as operações de financiamento

Leia mais

Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores)

Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores) Sólidos covalentes C, diamante C, grafite Si, Ge, SiO 2, ZnS, etc. PF s e dureza elevados Insolúveis Isolantes (ou semicondutores) Sólidos covalentes TEV: rede 3D de ligações covalentes C, diamante (sp

Leia mais

ÁGUA E SAÚDE PÚBLICA. Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Aguas de Moçambique.

ÁGUA E SAÚDE PÚBLICA. Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Aguas de Moçambique. Públicas e Habitação 1 CONGRESSO DE ENGENHEIROS DE LÍNGUA PORTUGUESA ÁGUA E SAÚDE PÚBLICA Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Aguas de Moçambique. DNA 18 OUTUBRO 2012 Maputo, October Outubro de2011

Leia mais

CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO. João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta

CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO. João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta CONJUNTURA 24.05.2010 FEIJÃO João Ruas Gerência de Alimentos Básicos Superintendência de Gestão da Oferta MERCADO -Comportamento das principais cultivares plantadas no Brasil; -Situação da Safra 2009/2010;

Leia mais

Novas tecnologias para o desenvolvimento produtivo baseado na experiência do desenvolvimento do Cerrado Brasileiro

Novas tecnologias para o desenvolvimento produtivo baseado na experiência do desenvolvimento do Cerrado Brasileiro Novas tecnologias para o desenvolvimento produtivo baseado na experiência do desenvolvimento do Cerrado Brasileiro Cláudio Takao Karia Chefe Adjunto de P&D Embrapa Cerrados VI Foro por el desarrollo de

Leia mais

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.)

(Às Co missões de Re la ções Exteriores e Defesa Na ci o nal e Comissão Diretora.) 32988 Quarta-feira 22 DIÁRIO DO SENADO FEDERAL Ou tu bro de 2003 Art. 3º O Gru po Parlamentar reger-se-á pelo seu regulamento in ter no ou, na falta deste, pela decisão da ma i o ria absoluta de seus mem

Leia mais

Milho Perspectivas do mercado 2011/12

Milho Perspectivas do mercado 2011/12 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Milho Perspectivas do mercado 2011/12 março de 2012 Milho - Oferta e Demanda - Mundo milhões de t. Safras 2008/09 2009/10

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES Departamento de Geografia Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Largo da Porta Férrea 3004-530

Leia mais

28 de Janeiro de 2015 Quente-Quente No. 1020

28 de Janeiro de 2015 Quente-Quente No. 1020 28 de Janeiro de 2015 Quente-Quente No. 1020 Informação Semanal de Mercados Agrícolas no País, Região e Mundo Publicação do Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA) Ministério da Agricultura

Leia mais

Verifique se este Caderno contém 12 questões discursivas, distribuídas de acordo com o quadro a seguir:

Verifique se este Caderno contém 12 questões discursivas, distribuídas de acordo com o quadro a seguir: 1 Confira se os dados contidos na parte inferior desta capa estão corretos e, em seguida, assine no espaço reservado para isso. Se, em qualquer outro local deste Caderno, você assinar, rubricar, escrever

Leia mais

HIDRÁULICA APLICADA II

HIDRÁULICA APLICADA II HIDRÁULICA APLICADA II PARTE I 1 SUMÁRIO 1. GENERALIDADES 2. CICLO HIDROLÓGICO 3. BACIA HIDROGRÁFICA 5. INTERCEPÇÃO, EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO 6. ESCOAMENTO DE SUPERFÍCIE 2 1 Originada na camada inferior

Leia mais

~ r, ~ YJU rr i& m i& n'f Governo da Regiao Administrativa Especial de Macau

~ r, ~ YJU rr i& m i& n'f Governo da Regiao Administrativa Especial de Macau ~ r, ~ YJU rr i& m i& n'f ±ti!!f~j!f!mi'q Direq:ao dos Servic;os de Solos, Obras Publicas e Transportes 1?f!JfJ1~1*fll1ti~~~ Expli ca~ao do Projecto de Planta de Condi~oes Urbanisticas 157PCU2015 115 ;']

Leia mais

reverse speed, results that it showed an increase of precipitations in the rainy

reverse speed, results that it showed an increase of precipitations in the rainy ANÁLISE HISTÓRICA DA SÉRIE DE PRECIPITAÇÃO (1931-2010) E O BALANÇO HÍDRICO DE MACEIÓ AL: CICLO HIDROLÓGICO E MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Expedito R. G. Rebello¹; Nadir Dantas de Sales². RESUMO Este trabalho tem

Leia mais

Versão 2. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta.

Versão 2. Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta indelével, azul ou preta. Teste Intermédio de Física e Química A Versão Teste Intermédio Física e Química A Versão Duração do Teste: 90 minutos 30.05.01 10.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 74/004, de 6 de março Na folha de

Leia mais

AJUSTE E FIXAÇÃO DE ÍNDICES DE RENDIMENTO

AJUSTE E FIXAÇÃO DE ÍNDICES DE RENDIMENTO AJUSTE E FIXAÇÃO DE ÍNDICES DE RENDIMENTO QUE INFORMAM O CONCEITO DE PRODUTIVIDADE Março 2005 APLICAÇÃO DOS ÍNDICES Função Social da Propriedade exige níveis satisfatórios de produtividade Vistoria do

Leia mais

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO PERMANENTE DE AGROMETEOROLOGIA APLICADA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Prognósticos e recomendações para o período Maio/junho/julho de 2014 Boletim de Informações nº

Leia mais

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing

White Paper. Boas Práticas de E-mail Marketing White Paper Boas Práticas de E-mail Marketing Saiba como alguns cuidados simples podem melhorar os resultados de suas campanhas de e-mail marketing Para garantir a qualidade no mix de comunicação atual,

Leia mais

I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta. André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal:

I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta. André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal: Tema: I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta SAF Sistema Agroflorestal PALESTRANTE André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal: Formado pela Universidade Federal de Viçosa no ano de 1985 Especialização

Leia mais

Anais do Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEONORDESTE 2014 Aracaju, Brasil, 18-21 novembro 2014

Anais do Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto - GEONORDESTE 2014 Aracaju, Brasil, 18-21 novembro 2014 MAPEAMENTO DE ÁREAS COM BAIXO RISCO CLIMÁTICO PARA IMPLANTAÇÃO DO CONSÓRCIO MILHO COM BRACHIÁRIA NO ESTADO DE GOIÁS Fernando Antônio Macena da Silva¹, Natalha de Faria Costa², Thaise Sussane de Souza Lopes³,

Leia mais

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011

Estratégico. III Seminário de Planejamento. Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 Estratégico III Seminário de Planejamento Rio de Janeiro, 23 a 25 de fevereiro de 2011 G es tão Em pre sa rial O rie nta ção pa ra om erc ado Ino vaç ão et

Leia mais

HIDROLOGIA BÁSICA Capítulo 7 - Infiltração 7. INFILTRAÇÃO

HIDROLOGIA BÁSICA Capítulo 7 - Infiltração 7. INFILTRAÇÃO 7. INFILTRAÇÃO 7 - INFILTRAÇÃO 7.1 - Conceituação Geral Uma gota de chuva pode ser interceptada pela vegetação ou cair diretamente sobre o solo. A quantidade de água interceptada somente pode ser avaliada

Leia mais

Rita Alexandra Manso Araújo. As relações negociais entre jornalistas e fontes: o caso da Saúde. Universidade do Minho Instituto de Ciências Sociais

Rita Alexandra Manso Araújo. As relações negociais entre jornalistas e fontes: o caso da Saúde. Universidade do Minho Instituto de Ciências Sociais Rita Alexandra Manso Araújo As relações negociais entre jornalistas e fontes: o caso da Saúde UMinho 2012 Rita Alexandra Manso Araújo As relações negociais entre jornalistas e fontes: o caso da Saúde Universidade

Leia mais

SUMÁRIO. Avaliação da Safra Agrícola 2007/20087 Segundo Levantamento de Intenção de Plantio Novembro/2007 1

SUMÁRIO. Avaliação da Safra Agrícola 2007/20087 Segundo Levantamento de Intenção de Plantio Novembro/2007 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2 2. METODOLOGIA 2 3. ESTIMATIVA DA ÁREA PLANTADA 3 4. ESTIMATIVA DA PRODUÇÃO 4 5. AVALIAÇÃO DAS CULTURAS 6 6. ESTIMATIVAS DE ÁREA, PRODUÇÃO E PRODUTIVIDADE 13 7. BALANÇO DE OFERTA

Leia mais

O que é a DESERTIFICAÇÃO?

O que é a DESERTIFICAÇÃO? Maria José Roxo Pedro Cortesão Casimiro Tiago Miguel Sousa O que é a DESERTIFICAÇÃO? Projecto DesertLinks Framework 5 União Europeia Geografia e Planeamento Regional Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Leia mais

SANEAMENTO AMBIENTAL I CAPTAÇÕES DE ÁGUA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA

SANEAMENTO AMBIENTAL I CAPTAÇÕES DE ÁGUA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA SANEAMENTO AMBIENTAL I CAPTAÇÕES DE ÁGUA EDUARDO RIBEIRO DE SOUSA LISBOA, SETEMBRO DE 2001 ÍNDICE DO TEXTO 1. INTRODUÇÃO... 1 2. CAPTAÇÕES DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS... 1 3. CAPTAÇÕES DE ÁGUAS SUPERFICIAIS...

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO

DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO Resumo Jefferson B. Venâncio 1, Josiléia Acordi Zanatta 2, Júlio Cesar Salton 2 Os sistemas de manejo de solo podem influenciar

Leia mais

19 de Junho de 2013 Quente-Quente No. 937

19 de Junho de 2013 Quente-Quente No. 937 19 de Junho de 2013 Quente-Quente No. 937 Informação Semanal de Mercados Agrícolas no País, Região e Mundo Publicação do Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA) Ministério da Agricultura - Direcção

Leia mais

6. AGRICULTURA DE PRECISÃO. EXEMPLO DA AVALIAÇÃO DO EFEITO DA TOPOGRAFIA E DA REGA SOBRE A VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO

6. AGRICULTURA DE PRECISÃO. EXEMPLO DA AVALIAÇÃO DO EFEITO DA TOPOGRAFIA E DA REGA SOBRE A VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO 6. AGRICULTURA DE PRECISÃO. EXEMPLO DA AVALIAÇÃO DO EFEITO DA TOPOGRAFIA E DA REGA SOBRE A VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO José Rafael Marques da Silva (1) e Luís Leopoldo Silva

Leia mais

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA

ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA ANEXO AULA 12: CONSERVAÇÃO DO SOLO NA AGROECOLOGIA NESTA AULA SERÁ ABORDADO Importância de conservar o solo e sua influência sobre as plantas As formas e métodos de conservação do terreno Como combater

Leia mais

08/09/2015. Mundo Evolução da área (índice 100= safra 2000/01) Bolsa de Chicago Relação soja/milho no 1º contrato PROPHETX/AGRURAL

08/09/2015. Mundo Evolução da área (índice 100= safra 2000/01) Bolsa de Chicago Relação soja/milho no 1º contrato PROPHETX/AGRURAL PERSPECTIVAS PARA A AGROPECUÁRIA BRASILEIRA NOS PRÓXIMOS 5 ANOS FERNANDO MURARO JR. Engenheiro agrônomo e analista de mercado da AgRural Commodities Agrícolas ANDA 5º CONGRESSO BRASILEIRO DE FERTILIZANTES

Leia mais

Genética e Nutrição Florestal MDS

Genética e Nutrição Florestal MDS Melhoramento Genético e Manejo Florestal na Duratex MDS A DURATEX É UMA EMPRESA DO GRUPO ITAÚSA MDS PRODUTOS DA DIVISÃO MADEIRA PAINÉIS DE MADEIRA RECONSTITUIDA: - MDF/HDF - MDP - CHAPA DURA DE FIBRA -

Leia mais

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012

XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Aplicação de Adubo em Milho Verde Orgânico Irrigado Leandro Barradas Pereira 1, Lauro Kenji Komuro 1, Neli Cristina

Leia mais

MODULO 1: INQUÉRITO AO NIVEL DO AGREGADO FAMILIAR

MODULO 1: INQUÉRITO AO NIVEL DO AGREGADO FAMILIAR As informações do inquérito são rigorosamente confidenciais (Decreto 12/82 de 22 de Julho de 1982) DIST ALD AF REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Ministério de Agricultura e Desenvolvimento Rural Departamento de

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO PEDSA 2011-2020

PLANO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO PEDSA 2011-2020 República de Moçambique Ministério da Agricultura PLANO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO PEDSA 2011-2020 3 de Maio 2011 1 I. Contextualização II. Fundamentação III. Visão e Missão IV.

Leia mais

O PROJETO SIMCAFE. Simulação dos Impactos das Mudanças Climáticas globais sobre os setores de Agropecuária, Floresta e Energia

O PROJETO SIMCAFE. Simulação dos Impactos das Mudanças Climáticas globais sobre os setores de Agropecuária, Floresta e Energia Simulação dos Impactos das Mudanças Climáticas globais sobre os setores de Agropecuária, Floresta e Energia O PROJETO SIMCAFE Projeto Financiado pela: Financiadora de Estudos e Projetos Instituição Proponente:

Leia mais

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E

CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E RESPOSTA DE MILHO SAFRINHA CONSORCIADO COM Brachiaria ruziziensis À CALAGEM, GESSAGEM E AO MANEJO DA ADUBAÇÃO (SAFRAS 2011 E 2012) Carlos Hissao Kurihara, Bruno Patrício Tsujigushi (2), João Vitor de Souza

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ Carteira de Agronegócios Projetos Propostos Teresina, PI novembro 2013 SUMÁRIO Características atuais dos principais setores de agronegócio piauiense

Leia mais

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE

Indicadores IBGE. Estatística da Produção Agrícola. Abril de 2012. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Indicadores IBGE Estatística da Produção Agrícola Abril de 2012 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão

Leia mais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais

White Paper. Datas Comemorativas. Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais Datas Comemorativas White Paper Calendário 2011 de datas comemorativas para campanhas sazonais As datas comemorativas podem ser exploradas para rentabilizar o seu comércio, seja ele físico ou online. Dedique

Leia mais

Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe

Y Zr Nb Mo Tc Ru Rh Pd Ag Cd In Sn Sb Te I Xe A H,0 Li 7,0 Na 2,0 9 K 9,0 7 Rb 85,5 55 Cs,0 87 Fr (22) 2 2A Be 9,0 2 Mg 2,0 20 Ca 0,0 8 Sr 88,0 56 Ba 7,0 88 Ra (226) Elementos de Transição B B 5B 6B 7B 8B B 2B 5 6 7 A A 5A 6A 7A 78,5 8,0 8,0 86,0

Leia mais

Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil

Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil Abelardo A. Montenegro Universidade Federal Rural de Pernambuco, Brasil E-mail: Monte@hotlink.com.br Suzana M. Montenegro

Leia mais

2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais

2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais 2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais Para uma maior precisão na modelagem da atenuação provocada pela precipitação no sinal radioelétrico,

Leia mais

Tendo em conta a sua Resolução, de 9 de Outubro de 2008, sobre como enfrentar o desafio da escassez de água e das secas na União Europeia 2,

Tendo em conta a sua Resolução, de 9 de Outubro de 2008, sobre como enfrentar o desafio da escassez de água e das secas na União Europeia 2, P6_TA(2009)0130 Degradação das terras agrícolas na UE Resolução do Parlamento Europeu, de 12 de Março de 2009, sobre o problema da degradação das terras agrícolas na UE e particularmente no Sul da Europa:

Leia mais

Centro de Promoção de Investimentos. Rafique Jusob

Centro de Promoção de Investimentos. Rafique Jusob Centro de Promoção de Investimentos Rafique Jusob CPI - Centro de Promoção de Investimentos O CPI oferece um pacote de serviços para assistência aos investidores nacionais e estrangeiros facilitando o

Leia mais

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR

MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR MATERIAL DO ALUNO PARA RECORTAR O Sonho de Renato O Sonho de Renato a e i o u A E I O U so nho de Re na to Eu sou Renato Valadares Batista. Tenho 14 anos. Sou filho de Pedro Batista e Luzia Valadares.

Leia mais

PROJETOHORTAEMCASA. Manualdo. Apoio. Realização CDHU PREFEITUR A DE SÃO PAULO VERDE E MEIO AMBIENTE. Instituto GEA

PROJETOHORTAEMCASA. Manualdo. Apoio. Realização CDHU PREFEITUR A DE SÃO PAULO VERDE E MEIO AMBIENTE. Instituto GEA M RJETHRTAEMCAA CM LANTAR E CLHER ALIMENT EM CAA 201 A Rzçã Ch Dvv Hb Ub CDHU I GEA é b REFEITUR A DE Ã AUL VERDE E MEI AMBIENTE FhTé Ebçã Tx Agô Jé Lz Ch T Nh Rh Rvã A M Dg Lz Egá j Nh Rh Rq L R Rf Tv

Leia mais

$% & '( )& & & $ *+ & % & ''( & & & & & $

$% & '( )& & & $ *+ & % & ''( & & & & & $ "#!!"# $% & '( )& & & $ *+ & % & ''( & & & & & $ $, &-. & */0$ & 1 &#&2& &2# &* &##&* 889$ 1# &0 ' 1 &:1 && 8$;:$!& 𕬸 '( & '( ' $ &# 1 &1 & $ $ % P a í s Em pre s a Té c nic a R e s po nde nte s

Leia mais

Recomendação de Adubação N, P e K....para os estados do RS e SC

Recomendação de Adubação N, P e K....para os estados do RS e SC Recomendação de Adubação N, P e K...para os estados do RS e SC Recomendação de Adubação Objetivo Elevar os teores dos nutrientes (N, P e K) no solo a níveis considerados adequados para as culturas expressarem

Leia mais

RELATÓRIO FINAL TREINAMENTO EM TÉCNICAS DE CAPTAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ÁGUA DAS CHUVAS

RELATÓRIO FINAL TREINAMENTO EM TÉCNICAS DE CAPTAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ÁGUA DAS CHUVAS RELATÓRIO FINAL TREINAMENTO EM TÉCNICAS DE CAPTAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ÁGUA DAS CHUVAS REDE DE EXTENSÃO DE CHÓKWÈ E GUIJÁ Chókwè, 26 a 28 de Maio de 2009 Compilado por: Paiva Munguambe Mário Chilundo Cláudio

Leia mais