Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução"

Transcrição

1 Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Thiago Bitencourt, Luis Valdés, Gustavo Valiati e David Jourdain e Celtab Centro Latino-americano de Tecnologias Abertas 18 de Julho de 2014 Foz do Iguaçu/PR Brasil Abstract We were questioned about what a kind of technology would the better one to develop a whole system, integrating hardware and software (which means: development framework, language, data base and web services) to RFID system monitoring. In a certain time of the process, were evaluated that the Node.js joint with mongodb would be the most consistent solution to integrate on that development. And so we did. Now, this article will describe some issues to justify why these technologies are in use on the project, in detriment from other technologies, also evaluated, but not totally adherent in a concept we considered: The closest architecture to a "real time" concept, for system answers. 1o Introdução Os biólogos da Itaipu tem mantido sobre relativo controle dados referentes ao fluxo de peixes sobre o canal artificial desenvolvido para permitir a manutenção do processo migratório, alterado após a construção da barragem da Itaipu. Entretanto, a solução que encontra-se ainda em uso atende parcialmente a este controle, bem como não garante a qualidade dos dados coletados e não permite que a aferição feita possa garantir de que os dados coletados representem a veracidade dos fatos. Fator elementar: Neste modelo em uso, não há persistência de dados, cruzamento de dados ou até mesmo um banco de dados que permita tal cruzamento de forma segura. Sob este contexto, o Celtab foi acionado para elaborar um estudo e uma proposta de solução que, após apresentada enquanto projeto, foi iniciado o desenvolvimento de protótipos para atenderem a esta temática diária dos biólogos da Itaipu. Este artigo visa apresentar brevemente a justificativa da escolha de parte das soluções adotadas no desenvolvimento. A saber: O banco de dados e o web service. Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 1

2 2o Contextualização da problemática Quando a problemática foi trazida para o Celtab, foi nos apresentado de que o problema era a monitoria dos peixes. Entretanto, após análise detalhada da problemática, ficou claro para a equipe de pesquisadores que os peixes não eram o elemento principal da problemática. Outrossim, a problemática real era a monitoria eficiente de dispositivos RFIDs. Inicialmente, de um modelo e fabricante específico, para atender a uma necessidade preexistente. Contudo, havia ficado claro para os pesquisadores de que esta solução deveria ser pensada de forma a permitir a maior flexibilidade possível, fosse para a mudança de RFID, de antenas e leitores, bem como sobre a problemática do armazenamento dos dados adquiridos a partir da leitura dos RFIDs, bem como da melhor aderência aos aplicativos distintos a serem desenvolvidos. Mesmo que todo o desenvolvimento tenha sido pensado de forma modular (seja para que diversos RFIDs ou leitores sejam assimilados na solução, seja para a adição de código para estes novos dispositivos), a solução final deve ser considerada como um todo, com elementos embarcados, e não como um produto segmentado, que não mantém a arquitetura planejada. Alterações nesta arquitetura estável requisitam um volume considerável de retrabalho de código. 3o Levantamento de requisitos Quando da avaliação dos requisitos a serem considerados para o estudo e a prototipagem de uma solução que atendesse as demandas dos biólogos da Itaipu, o Celtab, sem receber claras restrições, fosse para hardware ou para software, os pesquisadores avaliaram diversas soluções que poderiam ser integradas ao projeto. De Julho/2013 a Novembro/2013, foram feitas avaliações de diversos bancos de dados, SQL's e NoSQL's, assim como de tecnologias para web services que fossem mais aderentes aos bancos de dados estudados. Apenas a partir de Dezembro/2013 que MongoDB e Node.js começam a fazer parte da solução, depois de avaliações comparativas com diversos bancos de dados. Após a apresentação de proposta inicial, feita ao Comitê Gestor no dia 17/07/2013, a coordenação técnica do Celtab também foi questionada, se haveria alguma limitação que deveria ser considerada. A única limitação apresentada pelo coordenador técnico é que deveriam ser observados o custo do protótipo final e o tempo de resposta do sistema como um todo. Tendo apenas estas restrições iniciais, foram avaliadas uma considerável gama de tecnologias que pudessem ser aderentes ao conceito inicial proposto pela coordenação técnica do Celtab, e que está contido no Abstract : The closest architecture to a "real time" concept, for system answers. Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 2

3 4o Desenvolvimento modular da solução Para o projeto de monitoramento do canal da piracema, tendo como premissa o princípio do desenvolvimento modular, para a criação de uma solução final integrada, um dos objetivos foi a centralização dos dados em um servidor que se comunique diretamente com os pontos de coleta de dados, para sincronização e monitoramento destes pontos de coleta, com o menor tempo de resposta possível. Neste contexto, foram considerados diversos aspectos. Entre eles, o banco de dados foi um dos principais. Outro ponto considerado foi um servidor Web orientado a eventos, para elaboração de serviços para o usuário final. Neste caso específico, os biólogos da Itaipu. Por fim, foram avaliadas as linguagens de programação e frameworks a serem considerados no processo de desenvolvimento. Obs.: Cabe salientar que um dos fatores que também permeou todas as escolhas foi o de que o resultado final deveria considerar o menor tempo de resposta entre unidade de leitura e web service, assim como atender a um grande número de usuários e que solução oferecida deveria atender a diversas problemáticas distintas, com campos de atuação semelhantes. Pensando nisso, a solução a ser implementada foi pensada, estruturada e desenvolvida para atender a outras realidades semelhantes em qualquer parte do mundo, desde o início das atividades do projeto. O problema abordado na Itaipu consiste em alguns pontos de coleta se comunicando com um servidor, que será responsável pela centralização dos dados. Porém, em um ambiente mais amplo, com milhares de pontos de coleta distribuídos remotamente, este mesmo sistema terá que atender a uma demanda em expansão, e assim será, já que as tecnologias utilizadas suportam expansão de maneira nativa (sem necessitar de nenhuma alteração) e sem perda de desempenho. De acordo com as características do projeto a ser desenvolvido e com os conhecimentos prévios dos pesquisadores envolvidos, foram selecionadas as seguintes tecnologias. No ponto de coleta, para desenvolver o sistema de monitoramento, foi utilizada linguagem de programação C++ com framework Qt. No sistema servidor, foi utilizado Node.js, que é um Servidor Web orientado a eventos e que utiliza a linguagem JavaScript como backend, e que tem como banco de dados mais alinhado a persistência o MongoDB[1]. Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 3

4 O Node.js possibilita a conexão com um grande número de pontos de coletas, simultaneamente, sem perder performance. Esta tecnologia é utilizada para atender a grandes números de conexões de maneira paralela, sem que uma conexão interfira na outra e sem que uma conexão impossibilite que outras conexões aconteçam: Ou seja: Uma nova conexão sempre será aceita. Isso porque todas as tarefas realizadas no Node.js são executadas paralelamente e de maneira não bloqueante. Com isso, uma tarefa é enviada para execução e outra já é executada paralelamente, sem que haja a necessidade de esperar o término da tarefa anterior. O Node.js possibilita utilizar MongoDB como base de dados de maneira nativa. Tendo o Node.js e o MongoDB trabalhando de forma integrada, a conexão e a manutenção dos dados acontece de uma maneira muito mais simples e rápida. Essa característica por si só garante desempenho ao trabalhar com dados sob persistência. Além disso, outras características pontuam a favor da base de dados MongoDB junto com o Node.js, sendo elas: MongoDB é o banco de dados mais utilizado pela comunidade para desenvolvimento de aplicações web. Em função disso existem muitos fóruns e documentação disponíveis sobre desenvolvimento utilizando esta arquitetura. Um exemplo é o MEAN Stack que fomenta o desenvolvimento de aplicações web utilizando MongoDB, Express, Angular.js e Node.js[1]. MongoDB é um bando de dados NoSQL orientado a documentos, o que possibilita o crescimento dos dados armazenados sem perda de desempenho. Além disso, não precisa ter um esquema fixo e permite uma configuração de escrita que otimiza a persistência dos dados. Todas as informações relevantes a um determinado registro são persistidas com apenas um comando para a base de dados[1]; MongoDB permite a conexão e a gerência de muitas conexões simultâneas a mesma base de dados, possibilitando a leitura e a escrita ao mesmo tempo, por conexões distintas[1]; Possibilita que a base de dados tenha um crescimento horizontal, através da utilização de replica set. Em uma base de dados relacional convencional, conforme o número de dados armazenados cresce, é necessário: + processamento, + armazenamento e + memória na máquina onde a base de dados esta persistida. Portanto, quando a base de dados é extremamente grande, é necessário equipamentos com grande poder computacional e de custos relativamente altos (tanto para aquisição quanto para manutenção). O replica set do MongoDB possibilita que os dados sejam distribuídos em diferentes servidores de maneira fácil e de rápido acesso a cada ponto, e possibilita a expansão da quantidade de dados sem acrescentar em complexidade e sem perder performance. Essa característica permite ainda a alta disponibilidade dos dados armazenados[1]; Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 4

5 Considerando que o MongoDB é orientado a documentos, a consulta dos dados é otimizada. Todas as informações relevantes são armazenadas em um mesmo documento, o que agiliza a recuperação das informações. Ou seja: Em uma base de dados relacional para buscar todos os dados relacionados, seria necessárias várias consultas a base de dados (o que se torna um problema quando a quantidade de dados é muito grande), enquanto que, com MongoDB, uma única consulta traz todas as informações necessárias. Este mesmo efeito acontece na inclusão e na alteração de dados[1]. Um dos objetivos considerados em cada um dos projetos de pesquisa é estudar e identificar as melhores soluções para atender a um determinado problema e, devido as características e possibilidades de expansão do projeto de monitoramento do canal da piracema, essas tecnologias se mostraram capazes de atender as necessidades do projeto, da forma mais robusta e que menos impacte no processo de expansão de seu uso. 5o Custo da migração O projeto de monitoramento do canal da piracema se encontra em uma fase avançada, com protótipos sendo preparados para implantação nos cinco pontos de monitoramento, no canal da piracema. O sistema servidor, responsável por se comunicar com os pontos de coleta e centralizar os dados, já está preparado para ser implantado. Para uma eventual alteração na base de dados será necessário um estudo, replanejamento e reimplementação do sistema servidor, sem que isso possa garantir o mesmo grau de eficiência estudado na proposta desenvolvida. Como já mencionado, o Node.js e o MongoDB interagem de maneira nativa e, para utilizar uma nova base de dados, será necessário a utilização de um driver para comunicação, o que eliminará o benefício da interação nativa entre ambos. O MongoDB tem estrutura e características completamente distintas de banco de dados relacionais convencionais. Portanto, para migrar a base de dados, será necessário reimplementar a base de dados para que seja relacional e também será necessário reimplementar todos os comandos de consultas, inserções e alterações de dados. Com isso, toda a parte de comunicação e interação com a base de dados (além da própria base de dados em si) deverá ser reimplementada. É conveniente salientar de que, mesmo tendo sido desenvolvido de forma modular, devemos considerar as tecnologias Node.js e o MongoDB como elementos embarcados da solução final. Por isso, toda alteração que impacte em sua remoção também impactará no redesenho da solução em si. Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 5

6 Foi considerada a execução de um benchmark para comparação entre bancos de dados relacionais e NoSQL's. Entretanto, conforme diversas fontes salientam, por se tratarem de métodos de armazenamento e chamada distintos, as comparações mediante apenas avaliação do fator segurança de dados poderia ser tendenciosa, já que ambos apresentam robustez. Quanto ao tempo de resposta, por conta da forma de acesso aos dados, bancos NoSQL's tendem a ter um tempo de resposta consideravelmente menor, sem que isso represente demérito para bancos SQL's, considerando de que bancos NoSQL's tem aplicabilidades específicas, distintas de bancos SQL's[2]. Para realizar todas essas alterações, será necessário um tempo para estudos, definições, implementações, testes e eventuais correções, sem que isso represente que esta modificação oferecerá o mesmo tipo de desempenho. 6o Contextualização do MongoDB MongoDB é um banco de dados NoSQL orientado a documentos o que facilita bastante o crescimento dos dados armazenados já que não precisa ter um esquema fixo e permite uma configuração de escrita que otimiza a persistência de dados, uma forma fácil de explicar é que desativando o acknowledge of writes and journal writes é possível escrever muitos dados por segundo recebendo os mesmos de centenas ou milhares de usuários ao mesmo tempo, com isso a escalabilidade do sistema de armazenamento é muito maior que outros bancos de dados existentes no mercado[3]. O sistema de crescimento do MongoDB é um sistema horizontal, para ter uma capacidade maior de armazenamento somente é necessário adicionar um novo Shard e configurá-lo, esse novo Shard estará composto por um Replica Set de 3 ou mais Nodes, cada shard pode estar fisicamente separado dos outros, permitindo a distribuição dos dados a nível mundial, formando um sistema distribuído de persistência de baixo custo e alta disponibilidade, em comparação com outros sistemas de bancos de dados relacionais que somente podem crescer de forma vertical (supercomputadores com alto custo de compra e manutenção)[4]. 7o Conclusão Em concordância com solicitação efetuada mediante no dia 15/07/2014, será feito o devido planejamento e a modificação para adoção do PostgreSQL, para o protótipo. Considerando o prazo executado para o desenvolvimento da aplicação, com os devidos enlaces para o mongodb e o Node.js, estimasse uma extensão na conclusão do produto final entre 4 a 6 meses[5]. Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 6

7 Contudo, É conveniente salientar de que a solução final, com a modificação efetuada para uso com o PostgreSQL, não estará plenamente aderente ao conceito inicial avaliado para a solução final, apresentado no Abstract. Sob esta ótica, segue sendo o binômio MongoDB + Node.js o mais aderente ao desenvolvimento iniciado, de acordo com todos os estudos feitos desde Julho/2013. Inclusive, diversos autores acreditam e defendem tecnicamente de que o MongoDB (ou melhor, NoSQL's) atende de forma mais efetiva, no que tange o tempo de resposta final, permitindo um acréscimo fractal de dados, sem que haja risco de formação de gargalo para a chamada aos dados[6]. Para alguns tipos específicos de serviços, como para uma rede social, esta forma de manipulação de dados não se apresenta como a mais apropriada. Entretanto, para a coleta e o acesso a dados, em uma estrutura equivalente ao campo de estudo (coleta de dados de RFID's para a monitoria do fluxo migratório de peixes), NoSQL's se revelam soluções robustas, estáveis, de rápida resposta e as mais indicadas para este fim[6]. REFERÊNCIAS [1] Node.js and MongoDB - [2] MongoDB vs PostreSQL : Comparancy [3] Write Concern and Journaling - [4] Vertical versus Horizontal scaling - [5] MongDB vs PostgreSQL, with node.js app - [6] When not use MongoDB - Monitoria do Canal da Piracema: Uso do MongoDB e do Node.js como parte da solução Pg 7

Ambiente de monitoramento para o Canal da Piracema

Ambiente de monitoramento para o Canal da Piracema Ambiente de monitoramento para o Canal da Piracema Thiago Bitencourt CELTAB thiago.mbitencourt@gmail.com Luis Valdés CELTAB luisvaldes88@gmail.com Gustavo Valiati CELTAB gustavovaliati@gmail.com Resumo

Leia mais

Projeto de aprimoramento tecnológico no monitoramento do Canal da Piracema

Projeto de aprimoramento tecnológico no monitoramento do Canal da Piracema Projeto de aprimoramento tecnológico no monitoramento do Canal da Piracema Pesquisadores: Gustavo R. Valiati Luis I. Valdes Thiago R. M. Bitencourt Douglas B. Gatti (Tradutor) Roteiro Quem somos? Problema

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação

Leia mais

Monitorando o Canal da Piracema com software livre. Gustavo Valiati

Monitorando o Canal da Piracema com software livre. Gustavo Valiati Monitorando o Canal da Piracema com software livre 28 de Outubro de 2013 1 Introdução 2 Desenvolvimento Em que consiste a problemática do canal da Piracema? Proposta de solução Potencial do sistema Metas

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013

Prof. Luiz Fernando Bittencourt MC714. Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 MC714 Sistemas Distribuídos 2 semestre, 2013 Virtualização - motivação Consolidação de servidores. Consolidação de aplicações. Sandboxing. Múltiplos ambientes de execução. Hardware virtual. Executar múltiplos

Leia mais

Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema

Leia mais

Arquiteturas híbridas de atendimento em Cloud Computing para otimizar o uso de recursos (Node.js) Thiago Henrique de Oliveira

Arquiteturas híbridas de atendimento em Cloud Computing para otimizar o uso de recursos (Node.js) Thiago Henrique de Oliveira 1 Arquiteturas híbridas de atendimento em Cloud Computing para otimizar o uso de recursos (Node.js) Thiago Henrique de Oliveira 2 Introdução Nuvem, além da Infraestrutura. A (Rodrigo Gazzaneo) 3 Introdução

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Computação Aula 01-02: Introdução 2o. Semestre / 2014 Prof. Jesus Agenda da Apresentação Definição e surgimento de Sistemas Distribuídos Principais aspectos de Sistemas Distribuídos

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 6 - ALGORÍTIMOS PARALELOS MPI - Parallel Virtual Machine e PVM - Parallel Virtual Machine 1. INTRODUÇÃO Inicialmente é necessário conceber alguns conceitos para entendimento dos algoritmos paralelos:

Leia mais

Caracterização de Sistemas Distribuídos

Caracterização de Sistemas Distribuídos Aula 1 Caracterização de Sistemas Distribuídos Prof. Dr. João Bosco M. Sobral mail: bosco@inf.ufsc.br - página: http://www.inf.ufsc.br/~bosco Rodrigo Campiolo mail: rcampiol@inf.ufsc.br - página: http://ww.inf.ufsc.br/~rcampiol

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Exemplos de Sistemas Distribuídos Compartilhamento de Recursos e a Web Principais Desafios para a Implementação

Leia mais

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo

Leia mais

Com tecnologias Open Source, Itaipu alcança benefícios que potencializam o programa de sustentabilidade da empresa

Com tecnologias Open Source, Itaipu alcança benefícios que potencializam o programa de sustentabilidade da empresa Com tecnologias Open Source, Itaipu alcança benefícios que potencializam o programa de sustentabilidade da empresa Perfil A construção da Itaipu Binacional considerado um trabalho de Hércules pela revista

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01

Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01 Treinamento PostgreSQL Cluster de Banco de Dados - Aula 01 Eduardo Ferreira dos Santos SparkGroup Treinamento e Capacitação em Tecnologia eduardo.edusantos@gmail.com eduardosan.com 13 de Junho de 2013

Leia mais

Prof. Romulo Fagundes Cantanhede. Node.JS. O poder do JavaScript do lado do Servidor

Prof. Romulo Fagundes Cantanhede. Node.JS. O poder do JavaScript do lado do Servidor Prof. Romulo Fagundes Cantanhede Node.JS O poder do JavaScript do lado do Servidor Agenda Quem sou eu O que é Node.JS? Mas como não falar de nosql Alguns módulos que o Node.JS possui Conclusão Quem sou

Leia mais

Comparação SDs X Scs

Comparação SDs X Scs Prof. Alexandre Lima Sistemas Distribuídos Cap 9 1/7 Comparação SDs X Scs Distribuição inerente Economia Velocidade Confiabilidade Crescimento incremental Descrição Algumas aplicações envolvem máquinas

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1

Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1 Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.1 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011 1.0 Versão

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

Uma Breve Introdução. Andréa Bordin

Uma Breve Introdução. Andréa Bordin Uma Breve Introdução Andréa Bordin O que significa? NoSQL é um termo genérico que define bancos de dados não-relacionais. A tecnologia NoSQL foi iniciada por companhias líderes da Internet - incluindo

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE DESENVOLVIMENTO EM CAMADAS

ENGENHARIA DE SOFTWARE DESENVOLVIMENTO EM CAMADAS ENGENHARIA DE SOFTWARE DESENVOLVIMENTO EM CAMADAS Uma estrutura para um projeto arquitetural de software pode ser elaborada usando camadas e partições. Uma camada é um subsistema que adiciona valor a subsistemas

Leia mais

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS

MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS MÓDULO 8 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Quando falamos em arquitetura, normalmente utilizamos esse termo para referenciar a forma como os aplicativos computacionais são estruturados e os hardwares

Leia mais

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido

Roteiro. Arquitetura. Tipos de Arquitetura. Questionário. Centralizado Descentralizado Hibrido Arquitetura Roteiro Arquitetura Tipos de Arquitetura Centralizado Descentralizado Hibrido Questionário 2 Arquitetura Figura 1: Planta baixa de uma casa 3 Arquitetura Engenharia de Software A arquitetura

Leia mais

Metas de um Sistema Distribuído

Metas de um Sistema Distribuído Metas de um Sistema Distribuído Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network)

Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network) Anexo III: Solução de Rede Local - LAN (Local Area Network) 1. Objeto: 1.1. Contratação de uma Solução de rede de comunicação local (LAN) para interligar diferentes localidades físicas e os segmentos de

Leia mais

Relatório apresentado na reunião em Karlsruher Institut für Technologie Karlsruhe, Alemanha

Relatório apresentado na reunião em Karlsruher Institut für Technologie Karlsruhe, Alemanha Relatório apresentado na reunião em Karlsruher Institut für Technologie Karlsruhe, Alemanha Arquitetura da Informação para o Sistema Brasileiro de Inventário de Ciclo de Vida (SICV BRASIL) Everson Andrade

Leia mais

O que é Grid Computing

O que é Grid Computing Grid Computing Agenda O que é Grid Computing Grid vs Cluster Benefícios Tipos de Grid Aplicações Ferramentas e padrões Exemplos no mundo Exemplos no Brasil Grid no mundo dos negócios Futuro O que é Grid

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 1)

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 1) Prof. Breno Leonardo Gomes de Menezes Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMA OPERACIONAL DE REDE (AULA 1) Administração A palavra administração vem do latim

Leia mais

NanoDataCenters. Aline Kaori Takechi 317055

NanoDataCenters. Aline Kaori Takechi 317055 NanoDataCenters Aline Kaori Takechi 317055 INTRODUÇÃO Introdução Projeto Europeu: NICTA National ICT Australia FP7 7th Framework Program Rede formada por Home Gateways Objetivo: distribuir conteúdo Dispositivos

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Engenharia de software 2011A. Trabalho sobre

Engenharia de software 2011A. Trabalho sobre Engenharia de software 2011A Trabalho sobre NOSQL Not only SQL NoSQL Not only SQL GRUPO - 9 Cléverton Heming Jardel Palagi Jonatam Gebing Marcos Wassem NOSQL O Termo NoSQL, foi utilizado pela primeira

Leia mais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais

23/05/12. Computação em Nuvem. Computação em nuvem: gerenciamento de dados. Computação em Nuvem - Características principais Computação em Nuvem Computação em nuvem: gerenciamento de dados Computação em nuvem (Cloud Computing) é uma tendência recente de tecnologia cujo objetivo é proporcionar serviços de Tecnologia da Informação

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS Rodrigo das Neves Wagner Luiz Gustavo Galves Mählmann Resumo: O presente artigo trata de um projeto de desenvolvimento de uma aplicação para uma produtora de eventos,

Leia mais

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados SISTEMA DE BANCO DE DADOS Banco e Modelagem de dados Sumário Conceitos/Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Arquiteturas de um Sistema Gerenciador... 5 3. Componentes de um Sistema... 8 4. Vantagens

Leia mais

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM

GBC043 Sistemas de Banco de Dados. Introdução. Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM GBC043 Sistemas de Banco de Dados Introdução Ilmério Reis da Silva ilmerio@facom.ufu.br www.facom.ufu.br/~ilmerio/sbd UFU/FACOM Página 2 Definição BD Def. Banco de Dados é uma coleção de itens de dados

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL PARA AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS EM DECORRÊNCIA DE ENCHENTES

DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL PARA AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS EM DECORRÊNCIA DE ENCHENTES DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO MÓVEL PARA AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE TRAGÉDIAS EM DECORRÊNCIA DE ENCHENTES Autores: Luciano GONÇALVES JUNIOR, Natália Maria Karmierczak DA SILVA, Paulo César Rodacki GOMES,

Leia mais

Profs. Deja e Andrei

Profs. Deja e Andrei Disciplina Sistemas Distribuídos e de Tempo Real Profs. Deja e Andrei Sistemas Distribuídos 1 Conceitos e Projetos de Sistemas Distribuídos Objetivos: Apresentar uma visão geral de processamento distribuído,

Leia mais

Prof. Daniela Barreiro Claro

Prof. Daniela Barreiro Claro Prof. Daniela Barreiro Claro Volume de dados muito grande Principais problemas em relação aos SGBD Relacionais é conciliar o tipo de modelo com a demanda da escalabilidade. Exemplo -Facebook Um crescimento

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Bancos de Dados Distribuídos. Filipe Gomes Pinto Guilherme Marquesini Reis Ribeiro Matheus Leônidas Silva Pedro Duarte

Bancos de Dados Distribuídos. Filipe Gomes Pinto Guilherme Marquesini Reis Ribeiro Matheus Leônidas Silva Pedro Duarte Bancos de Dados Distribuídos Filipe Gomes Pinto Guilherme Marquesini Reis Ribeiro Matheus Leônidas Silva Pedro Duarte Conceitos Sistema distribuído. Banco de dados distribuído (BDD). Coleção de multiplos

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES BÁSICAS INGRIS CMS

CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES BÁSICAS INGRIS CMS CARACTERÍSTICAS E FUNCIONALIDADES BÁSICAS INGRIS CMS Documentação da Infraestrutura de TIC com o INGRIS CMS Cabling Management System INFRAESTRUTURA DE CONECTIVIDADE Um bom sistema de administração provê

Leia mais

Arquitetura de Banco de Dados

Arquitetura de Banco de Dados Arquitetura de Banco de Dados Daniela Barreiro Claro MAT A60 DCC/IM/UFBA Arquitetura de Banco de dados Final de 1972, ANSI/X3/SPARC estabeleceram o relatório final do STUDY GROUP Objetivos do Study Group

Leia mais

Prof. Daniela Barreiro Claro

Prof. Daniela Barreiro Claro Prof. Daniela Barreiro Claro Volume de dados muito grande Principais problemas em relacao aos SGBD Relacionais é conciliar o tipo de modelo com a demanda da escalabilidade. Exemplo -Facebook Um crescimento

Leia mais

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL

Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL Minicurso: Interoperabilidade entre Bancos de Dados Relacionais e Bancos de Dados NoSQL Geomar A. Schreiner Ronaldo S. Mello Departamento de Informática e Estatística (INE) Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE

EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS EIMOBILE INSTITUIÇÕES DE ENSINO MOBILE por Miguel Aguiar Barbosa Trabalho de curso II submetido como

Leia mais

linguagem técnica de informática; Perceber os sinais de pontuação e identificar sua função no texto; Ler siglas e identificar seus significados;

linguagem técnica de informática; Perceber os sinais de pontuação e identificar sua função no texto; Ler siglas e identificar seus significados; PLANO DE CURSO Disciplina Competências Habilidades Bases Tecnológicas INGLÊS TÉCNICO Aumentar e consolidar o seu vocabulário ativo e passivo, através da fixação de novas palavras e expressões contidas

Leia mais

CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES

CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES CAPÍTULO 7 O SERVIÇO DOS AGENTES A inteligência... é a capacidade de criar objetos artificiais, especialmente ferramentas para fazer ferramentas. ( Henri Bergson) O serviço dos agentes surge como uma prestação

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web Conceitos Fundamentais Redes de Dados

Tópicos de Ambiente Web Conceitos Fundamentais Redes de Dados Tópicos de Ambiente Web Conceitos Fundamentais Redes de Dados Professora: Sheila Cáceres Computador Dispositivo eletrônico usado para processar guardar e tornar acessível informação. Tópicos de Ambiente

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto

Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos com UML UP/RUP: Projeto Engenharia de Software I Informática 2009 Profa. Dra. Itana Gimenes RUP: Artefatos de projeto Modelo de Projeto: Use-Case Realization-projeto

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

Serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution Installation and Startup

Serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution Installation and Startup Serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution Installation and Startup HP Technology Services O serviço HP StoreEasy 1000/3000 and X1000/3000 Network Storage Solution fornece a

Leia mais

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012.

PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 2012. PORTARIA N Nº 184 Rio de Janeiro, 27 de dezembro de. ACRESCENTA A ARQUITETURA DE PADRÕES TECNOLÓGICOS DE INTEROPERABILIDADE -, NO SEGMENTO RECURSOS TECNOLÓGICOS, O PADRÃO TECNOLÓGICO SISTEMAS DE GERENCIAMENTO

Leia mais

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Possuir capacidade instalada, livre para uso, de pelo menos 5.2 (cinco ponto dois) TB líquidos em discos SAS/FC de no máximo 600GB 15.000RPM utilizando RAID 5 (com no

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Evolução Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Componentes de um sistema computacional Conceituação Características desejáveis Organização

Leia mais

PROGRAMAÇÃO MVC E ZEND FRAMEWORK

PROGRAMAÇÃO MVC E ZEND FRAMEWORK PROGRAMAÇÃO MVC E ZEND FRAMEWORK MVC PROGRAMMING AND ZEND FRAMEWORK Rodolfo Vinícius Moimas Dias Centro Universitário Filadélfia de Londrina UniFil Rafael Francovig Cavicchioli Centro Universitário Filadélfia

Leia mais

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes.

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes. SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO Características Técnicas: 1.1 Deverá ser ofertada Solução de Storage com capacidade mínima de 100 TB (cem Terabyte) líquido, sendo 80TB (oitenta Terabytes)

Leia mais

Faculdades Santa Cruz - Inove. Plano de Aula Base: Livro - Distributed Systems Professor: Jean Louis de Oliveira.

Faculdades Santa Cruz - Inove. Plano de Aula Base: Livro - Distributed Systems Professor: Jean Louis de Oliveira. Período letivo: 4 Semestre. Quinzena: 5ª. Faculdades Santa Cruz - Inove Plano de Aula Base: Livro - Distributed Systems Professor: Jean Louis de Oliveira. Unidade Curricular Sistemas Distribuídos Processos

Leia mais

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15.

MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 RESIDENTIAL MONITORING USING ZABBIX AND IEEE 802.15. MONITORAMENTO RESIDENCIAL UTILIZANDO O ZABBIX E O PADRÃO IEEE 802.15.4 W. ROMEIRO * e F. COSTA Instituto Federal de Ciências e Tecnologias do Rio Grande do Norte wr.romeiro@gmail.com * Artigo submetido

Leia mais

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS Cleverson Nascimento de Mello¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Abstrações e Tecnologias Computacionais. Professor: André Luis Meneses Silva E-mail/msn: andreluis.ms@gmail.com Página: orgearq20101.wordpress.

Abstrações e Tecnologias Computacionais. Professor: André Luis Meneses Silva E-mail/msn: andreluis.ms@gmail.com Página: orgearq20101.wordpress. Abstrações e Tecnologias Computacionais Professor: André Luis Meneses Silva E-mail/msn: andreluis.ms@gmail.com Página: orgearq20101.wordpress.com Agenda Introdução Sistemas Computacionais Arquitetura X

Leia mais

Levando os benefícios do IP aberto ao controle de acesso físico. Controlador de porta em rede AXIS A1001

Levando os benefícios do IP aberto ao controle de acesso físico. Controlador de porta em rede AXIS A1001 Levando os benefícios do IP aberto ao controle de acesso físico. Controlador de porta em rede AXIS A1001 Abra as portas para o futuro. Com o Controlador de porta em rede AXIS A1001, estamos introduzindo

Leia mais

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO

GBD. Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO GBD Introdução PROF. ANDREZA S. AREÃO Sistema de arquivos X Sistemas de Banco de Dados Sistema de arquivos Sistema de Banco de Dados Aplicativos Dados (arquivos) Aplicativos SGBD Dados (arquivos) O acesso/gerenciamento

Leia mais

http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br

http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Características O que são os Sistemas Distribuídos? Benefícios : Não são consequências automáticas da distribuição;

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster

Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster Estudo em Terminais Leves como nós de um Cluster Guilherme Arthur Geronimo February 27, 2007 Abstract Now days, with the improve of the communication networks, more we are using the remote access technology

Leia mais

Introdução a Software

Introdução a Software Introdução a Software Professor: Juliano Lucas Gonçalves Juliano.goncalves@ifsc.edu.br Esse material foi gentilmente cedido pelo professor Vilson Heck Junior Software Aplicativo; Sistemas Aplicativos;

Leia mais

Treinamento PostgreSQL - Aula 01

Treinamento PostgreSQL - Aula 01 Treinamento PostgreSQL - Aula 01 Eduardo Ferreira dos Santos SparkGroup Treinamento e Capacitação em Tecnologia eduardo.edusantos@gmail.com eduardosan.com 27 de Maio de 2013 Eduardo Ferreira dos Santos

Leia mais

Sistema de Bancos de Dados. Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados

Sistema de Bancos de Dados. Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados Sistema de Bancos de Dados Conceitos Gerais Sistema Gerenciador de Bancos de Dados # Definições # Motivação # Arquitetura Típica # Vantagens # Desvantagens # Evolução # Classes de Usuários 1 Nível 1 Dados

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Um arcabouço para gerenciamento automático de máquinas virtuais em CPDsbaseado em perfil

Um arcabouço para gerenciamento automático de máquinas virtuais em CPDsbaseado em perfil VIII WORKSHOP DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DO CENTRO PAULA SOUZA São Paulo, 9 e 10 de outubro de 2013 Sistemas produtivos: da inovação à sustentabilidade ISSN: 2175-1897 Um arcabouço para gerenciamento

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE NoSQL Banco de Dados Não Relacional ALUNO: Heitor Oliveira Silva PROFESSOR ORIENTADOR:

Leia mais

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados.

Hoje é inegável que a sobrevivência das organizações depende de dados precisos e atualizados. BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br INTRODUÇÃO Hoje é

Leia mais

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br SISTEMA GERENCIADOR

Leia mais

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS

UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS UMA ABORDAGEM DE GERENCIAMENTO REMOTO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO WEB SERVICES SOBRE TECNOLOGIA GPRS Prof. Roberto A. Dias, Dr. Eng CEFET-SC Igor Thiago Marques Mendonça Reginaldo

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software. Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl

Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software. Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Gerência de Configuração

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS

DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS DESENVOLVIMENTO WEB UTILIZANDO FRAMEWORK PRIMEFACES E OUTRAS TECNOLOGIAS ATUAIS Emanuel M. Godoy 1, Ricardo Ribeiro Rufino 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil godoymanel@gmail.com,

Leia mais

Interfaces Homem-Máquina

Interfaces Homem-Máquina Interfaces Homem-Máquina www.altus.com.br Muito mais que IHMs Insuperável: gráficos vetoriais em hardware de alto desempenho Interativa: comunicação com diversos dispositivos de automação Intuitiva: biblioteca

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Arquiteturas Capítulo 2 Agenda Estilos Arquitetônicos Arquiteturas de Sistemas Arquiteturas Centralizadas Arquiteturas Descentralizadas Arquiteturas

Leia mais

Soluções Inteligentes para regulamentações e negócios em aplicações SAP

Soluções Inteligentes para regulamentações e negócios em aplicações SAP Soluções Inteligentes para regulamentações e negócios em aplicações SAP Uma nova visão no Gerenciamento da Aplicação INDICE 1. A Union IT... 3 2. A importância de gerenciar dinamicamente infra-estrutura,

Leia mais

Produtos da Fábrica de Software

Produtos da Fábrica de Software Produtos da Fábrica de Software Módulo Biométrico Computer ID - MBC O que é? O Módulo Biométrico Computer ID é um produto, constituído por componentes de software, cuja finalidade é oferecer recursos tecnológicos

Leia mais

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross

Redes. Pablo Rodriguez de Almeida Gross Redes Pablo Rodriguez de Almeida Gross Conceitos A seguir serão vistos conceitos básicos relacionados a redes de computadores. O que é uma rede? Uma rede é um conjunto de computadores interligados permitindo

Leia mais

Etc & Tal. Volume 2 - Número 1 - Abril 2009 SBC HORIZONTES 44

Etc & Tal. Volume 2 - Número 1 - Abril 2009 SBC HORIZONTES 44 Armazenando Dados em Aplicações Java Parte 2 de 3: Apresentando as opções Hua Lin Chang Costa, hualin@cos.ufrj.br, COPPE/UFRJ. Leonardo Gresta Paulino Murta, leomurta@ic.uff.br, IC/UFF. Vanessa Braganholo,

Leia mais

Comunicado à Imprensa

Comunicado à Imprensa Industry 4.0 Página 1 de 6 Beckhoff na Hanover Messe: Hall 9 Stand F06 Indústria 4.0 Fórum: Controle baseado em PC como base tecnológica para aplicações em fabricas inteligentes Com o Indústria Integrada

Leia mais

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura

Leia mais

Estudo de Caso. O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios e Computação em Nuvem para Criar Valor de Negócios

Estudo de Caso. O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios e Computação em Nuvem para Criar Valor de Negócios Estudo de Caso O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios Introdução Este Estudo de Caso é sobre como uma corporação (IBM) encontrou uma maneira de extrair valor de negócios adicional

Leia mais