Painel III Em defesa de uma cidadania participativa: p que compromissos?

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1 V Convenção Sou de Peniche Por um território vivo, onde apetece viver! Inventário Participativo do Património Cultural Painel III Em defesa de uma cidadania participativa: p que compromissos? Raquel Janeirinho Rui Venâncio Jorge Martins Ana Rute Serrão

2 Magna Carta Peniche 2025 Plano Estratégico de Desenvolvimento de Peniche EIXOS DE ACÇÃO

3 Património Cultural de Peniche como vector transversal aos diversos eixos de acção do Plano Estratégico Rede Museológica do Concelho de Peniche g Projecto aprovado pela Câmara Municipal em 11 de Maio de 2009

4 Rede Museológica do Concelho de Peniche A proposta de criação de uma rede museológica concelhia surge como aresposta adequada d às insuficiências iê i dt detectadas td no modelo dl que tem sido seguido de estudo e promoçãodo património histórico cultural de Peniche. Serãofunçõesdarede: elaborar e manter actualizado o inventário patrimonial i do concelho, dfii definir easseguraraconservação do património a seu cargo, realizar as acções de divulgação e valorização adequadas.

5 Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia Museu de Região, de Identidade Espaço interpretativo centrado no território da Atouguia da Baleia histórica, com contributos multidisciplinares. Sedeado na igreja de S. José e edifício anexo.

6 CIAB: Programa Museológico Espaço de Interpretação da Região Histórica de Atouguia da Baleia Sinopse temática: o A Geologia e a Geomorfologia do Território o A Doação e o Foral da Vila de Atouguia: a Colonização do Território o A Realidade Portuária: Pesca e Comércio o O Povoamento de Peniche e o Declínio da Vila de Atouguia da Baleia o A Extinção do Concelho o A Vila e Freguesia de Atouguia da Baleia no séc. XX o Viagem pelo Património Histórico e Cultural de Atouguia da Baleia

7 Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia Ao ser um pólo exterior à cidade de Peniche, com actividades diversificadas, proporcionará um maior desenvolvimento cultural, turístico e económico a esta freguesia. Pólo cultural plural, de desenvolvimento local e de atracção turística.

8 Perspectivas CENTRO INTERPRETATIVO DE ATOUGUIA DA BALEIA: Pólo lúdico e cultural l espaço aberto à comunidade d Utilização da igreja S. José enquanto espaço multi usos Realização ação de eventos culturais / recreativos com o contributo da comunidade Museu englobante: nãoexclusivamente um pólo museológico, mas também um ponto de partida para um conhecimento mais aprofundado do concelho, in situ, através de itinerários que versam o património cultural

9 Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia INVENTÁRIO PARTICIPATIVO Desenvolvimento no terreno de um inventário participativo do Pti Património ói Cultural, l material e imaterial, com particular enfoque no território correspondente à freguesia de Atouguia da Baleia.

10 Inventário Inventário tradicional o levantamento sistemático, actualizado e tendencialmente exaustivo dos bens culturais existentes a nível nacional, com vista à respectiva identificação (Artigo 19º, Lei nº 107/2001, de 8 de Setembro Lei de bases do património cultural) Inventário Participativo Co inventário Súmula de estratégias museológicas participativas Aproximação à população Acção museológica educativa e de interacção Comunidade recria o seu legado patrimonial, pelo seu testemunho e vida, permitindo desta forma a reapropriação e revitalização desse Património.

11 Inventário Participativo Fases de acção: Contacto com as associações locais e Junta de Freguesia Definição de informantes chave e de inventariantes locais Grupos de debate / tertúlias Levantamento e mapeamento participado dos patrimónios correspondentes em algumas daslocalidades lid d da freguesia Património imóvel de base rural Festividades religiosas e feiras Culturas e profissões tradicionais, saberes e técnicas Outro património de cariz imaterial Entrevistas semi dirigidas Recolha de algum espólio doado pelas populações Formação e divulgação do património cultural e da Rede Museológica e CentroInterpretati Interpretativo deato Atouguia da Baleia juntodapop população local Concepção de exposições com a participação da população local.

12 brainstorming; habitantes locais enquanto investigadores; informantes chave; p entrevistas semi dirigidas; Inventário Participativo Inversão das categorias etic para emic diferentes grupos de informantes; cadeias de entrevistas; do it yourself (observação participante); análise participativa de fotografias aéreas; mapeamento e participativo; passeio sistemático com recolha da informação observada (transect walks); cronologias; diagramas de estações; critérios estabelecidos pela própria comunidade; histórias, retratos, estudos de caso; contactos entre grupos; apresentação e análise dos dados.

13 1º Encontro com as colectividades. SCE Reunião com representantes das várias colectividades locais Apresentação dos projectos IP CIAB, GPS e GMIEA; Dinâmica de grupo O que é Património ; 1ºs levantamentos patrimoniais por parte das colectividades; Debate sobre o papel do Associativismo, do Património, da Preservação.

14 Tertúlia na Centro de Activ. Recr. e Melhoramentos de Casais do Júlio Ida para o terreno, com tertúlias túli envolvendo outros protagonistas locais Aplicação de metodologias participativas: brainstorming; mapeamento de locais de interesse patrimonial, recorrendo a fotografias aéreas; Definição de alguns inventariantes e informantes locais; Memória, debate e reflexão crítica.

15 Tertúlia na Associação Cultural e Recreativa D. Inês de Castro, Coimbrã Tertúlia na União Recreativa, Desportiva e Cultural do Paço

16 Tertúlia na Sociedade Filarmónica União 1 º Dezembro de Atouguia da Baleia Tertúlia na Associação Desp. e Recreativa de Casal Moinho

17 Caminhada de Reconhecimento em S. Bernardino. Zona de bifurcação de antigos caminhos Caminhadas de reconhecimento Mapeamento in situ dos diferentes patrimónios imóveis e levantamento do intangível a eles associados; Identificação dos locais inventariados i no primeiro i mapeamento; Participação de novos actores e consolidação das relações estabelecidas; Activar de antigas memórias e despertar de novos projectos.

18 Caminhada de Reconhecimento em Geraldes. Zona do Poço da Barroca Caminhada de Reconhecimento em Casais Brancos. 1ª Mercearia e Taberna de Herculano Santos

19 Ex.: Lugar da Estrada Mapeamento participativo dos sítios de interesse patrimonial da localidade Cerimónias e Práticas Rituais Agricultura Cereais e Vinha Património associado ao elemento Água

20 Práticas sociais e rituais Religiosas Procissões e Círios Procissão nocturna Consolação L. Estrada Levantamento t de festividades, id d tradições, profissões e outros rituais e saberes, definidos pelos actores locais Inventário, registo e valorização de Património Cultural Imaterial referenciando também os bens culturais associados id

21 Práticas sociais e rituais religiosas Procissões e Círios Chegada do Círio dos Bolhos à Capela da Feteira

22 Procissão dos Passos de Atouguia da Baleia. Preparação dos Ramos Marçode 2010

23 Recolha de espólio fotográfico Poço da Violante, Ribafria. Anos Na foto estão presentes Francisco Salvador, Violante das Mercês (proprietários da casa) e uma das netas mais velhas. Imagem cedida pela neta da Violante. Anjinhos. Procissão dos Passos, Atouguia da Baleia

24 Inventário Participativo do Património Cultural 1ª fase: aproximação extensiva, alargada a todas as localidades (os pequenos casais, sem colectividade, foram integrados na aldeia mais próxima). Nestas tertúlias foi possível conhecer as inquietações actuais, os patrimónios e as tradições das diversas localidades; permitiram, ainda, uma primeira detecção de diferenças e permanências entre elas. No futuro, mais do que intensivas investigações sobre cada uma das localidades, procurar se á definir temáticas e parceiros estratégicos, através das relações que se continuarão a desenvolver. As entrevistas, as caminhadas e outros processos de pesquisa, divulgação, sensibilização e educação patrimonial vão continuar a ser desenvolvidas. Aprofundamento da relação com o agrupamento de escolas. Pensar o passado, o presente e o futuro. Apoio a acções museológicas desenvolvidas pela população. Participação da população nas exposições a realizar no espaço museológico.

25 Jornadas Europeias do Património 2010 Conservação preventiva do património edificado Educação patrimonial Conservação participativa Fonte dos Loureiros, Geraldes

26 Fonte do Cachocha, C. Brancos Fonte dos Namorados, Reinaldes Poço da Violante, Ribafria

27 Levantamento do Património Molinológico concelhio Festa dos Saberes, Tradições e Sabores 2011 SCE / parceria GPS Apoio a acções museológicas desenvolvidas pela população Roteiro dos Moinhos Levantamento e mapeamento do Património Molinológico Exposição de fotografia (resultado de um trabalho de alunas de Turismo da ESTM/IPL unidade curricular de Inovação e Empreendedorismo) Visita guiada a 3 moinhos do concelho de Peniche 30 de Julho de 2011 com a colaboração e orientação dos seus proprietários.

28 Projecto de Requalificação do Museu Municipal de Peniche Pesca, Construção Naval e Indústria Conserveira Pisos 1 e 2 Instrumentos Auxiliares de Navegação e Pesca Rádios, Sondas e Sonares de Estêvão Henriques Peniche ÁGUA: Cultura e Património Peniche vive convosco as alegres horas da liberdade Cooperativa União da Gamboa Estaleiros Navais de Peniche Projectos no âmbito da preservação, promoção e divulgação da Renda de Bilros de Peniche Jornadas Europeias do Património Dia Internacional dos Monumentos e Sítios Celebração da Cultura Costeira Mútua dos Pescadores / EEA Grants / Adepe

29 Exposição Eu e o Mar Promoção da participação dos habitantes locais nas actividades desenvolvidas. Ponto de partida: a prática social. Construção de conhecimento a partir de histórias de vida. Estas histórias de vida são parte do património cultural comum. Formulação e entendimento do projecto de vida integrado num contexto histórico. Relação eaçãomuseu sociedade. Comunicação técnicos cidadãos. Compromisso social. Promoção do potencial turístico da Promoção do potencial turístico da cidade e concelho experiência.

30 Museologia Participativa ii i Museologia interactiva e dialógica, que enfatiza a relação do ser humano com a sua herança cultural,, numa acepção que engloba o tangível (objectos, edifícios) e o intangível (tradições, saberes, crenças) e que concorre para o reconhecimento e preservação dospatrimónios. Privilegia a participação dos sujeitos envolvidos nas acções que originaram. Processo interactivo de acções de pesquisa, preservação e comunicação nova prática social. Acções museológicas aplicadas. Proposta teórico metodológica pautada no diálogo. Museologia extra muros; museologia para além do cenário museu. Processo de preservação do património ti i global l comum (o homem, o meio, o saber e o objecto).

31 V Convenção Sou de Peniche Por um território vivo, onde apetece viver! Inventário Participativo do Património Cultural Painel III Em defesa de uma cidadania participativa: p que compromissos?

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