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1 Ministério da Educação PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2 REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE TECNOLOGIA E DISSEMINAÇÃO DE INFORMAÇÕES EDUCACIONAIS PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Equipe de Elaboração e Revisão do PDTI Flavio Merheb Moraes (Coordenador Elaboração); Ramon Moreno de Matos Vieira (Coordenador 1ª Revisão); Carlos Marinho de Souza; Dayse Souza da Silva; Marco Aurélio Khoury Porto; Sérgio Soares da Silva; Wanderson Cleuber da Silva. Presidente do Inep José Francisco Soares Responsáveis pela aprovação: Membros do Comitê de Tecnologia da Informação do Inep (CTI) Francisco Edilson de Carvalho Silva (Presidente do CTI) Ramón Moreno de Matos Vieira (Membro DTDIE); Wanderson Cleuber da Silva (suplente DTDIE) Francisco Ítalo Lopes França (Titular DGP); Marcus Vinícius Soares de Brito (Suplente DGP); Maria Regina Viveiros de Carvalho (Titular DIRED); Priscila Pereira Santos(Suplente DIRED); Evaldo Borges Melo (Titular DAES); Rogério Dentello (Suplente DAES); Luana Bergmann Soares (Titular DAEB); Eduardo Carvalho Sousa (Suplente DAEB); Fábio Pereira Bravin (Titular DEED); Willians Kaizer dos Santos Maciel (suplente DEED).

3 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 13/08/ Primeira versão do PDTI EqPDTI 25/07/ Reestruturação do PDTI EqPDTI 10/09/ Inclusão de ação de contratação C45 CTI 21/10/ (vigente) Inclusão de ação de contratação C73 CTI

4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Objetivo Fatores Motivacionais METODOLOGIA APLICADA DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA PRINCÍPIOS E DIRETRIZES FATORES CRÍTICOS PARA A IMPLANTAÇÃO DO PDTI ORGANIZAÇÃO DA TI Da Estrutura e Competência A Coordenação-Geral de Sistemas de Informação Estrutura de Trabalho Corpo Profissional Tecnologias Adotadas Processos, Metodologia e Guias de Padrões Contratações A Coordenação-Geral de Infraestrutura e Serviços Estrutura de Trabalho Corpo Profissional Processos, Metodologia e Guias de Padrões Contratações Proposta de Reestruturação REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TI Negócio Missão Visão Valores Princípios Análise SWOT da TI organizacional Temas Objetivos Estratégicos de TI INVENTÁRIO DE NECESSIDADES Critérios de Priorização Necessidades Priorizadas TÁTICA DE TI Plano de Metas e Ações Plano de Investimentos e Custeio Proposta Orçamentária de TI Plano de Gestão de Pessoas Situação Atual do Corpo de Profissionais da Área de TI Conhecimentos necessários Plano de Gestão de Riscos Critérios de aceitação de riscos Análise do grau de exposição ao risco Identificação e tratamento dos riscos CONCLUSÃO Anexo I RESULTADOS DO PDTI ANTERIOR... 46

5 APRESENTAÇÃO O Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) é o instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informações do Inep. Na primeira revisão do PDTI, a estrutura do documento foi alterada para incorporar alguns elementos estratégicos que eram constantes do Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação (PETI ), dessa forma, o Instituto passa a ter um instrumento único para a gestão de TI, que engloba os aspectos estratégicos e táticos. Além disso, durante o processo de revisão houve a iniciativa de integrar os objetivos estratégicos e ações de contratações com o Ministério da Educação (MEC), Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Em síntese, os principais pontos apresentados neste documento são: Referencial estratégico de TI; Inventário das Necessidades identificadas no Inep, que estão relacionadas à área de TI; Plano de Metas e Ações, com marcos mensuráveis, controláveis e quantificáveis para a satisfação dos objetivos estratégicos; Plano de Gestão de Pessoas, que dispõe sobre os recursos humanos necessários para a execução do PDTI; Plano de Investimentos e Custeio, para as ações que envolvem contratações; Plano de Gestão de Riscos, que apresenta a análise e o tratamento dos riscos, segundo critérios de aceitação de riscos. Com abrangência institucional, este plano contemplará os programas e ações estratégicas de todas as diretorias desta autarquia por um período de 3 (três) anos, com início de vigência em janeiro de 2013 e término em dezembro de 2015, sendo revisado ao menos 1 (uma) vez por ano. 5

6 1 INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo A fase de planejamento é necessária, para que o Inep consiga atingir o interesse público com eficácia, eficiência, efetividade e economicidade. O planejamento é uma importante ferramenta para embasar a tomada de decisões, alocar os recursos da área de TI, fortalecer as ações de TI, facilitar a gestão dos recursos da TI e gerar valor para o órgão pela atuação estratégica da TI. O PDTI do Inep tem o objetivo de manter e melhorar a atual estrutura de recursos e serviços de TI, de maneira a consolidar a importância estratégica da Diretoria de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais (DTDIE) e garantir o alinhamento das ações de TI com as necessidades das áreas de negócio da instituição Fatores Motivacionais Para execução das ações de TI é necessário que o órgão possua um PDTI que norteará e dará foco estratégico a atuação da área de TI. Tal instrumento é fundamental, também, para evidenciar o processo da gestão com planejamento. O Planejamento de TI pode ser entendido como um processo gerencial administrativo, de identificação e organização de pessoal, aplicações e ferramentas baseadas em TI (recursos de TI), necessário para apoiar a instituição na execução de seu plano de negócios e no cumprimento de seus objetivos institucionais 1. O processo de planejamento é uma obrigação para a Administração Pública, sem o qual diversos ordenamentos legais, como a Constituição Federal de 1988, o Decreto-Lei 200/1967, a Lei /2001 e a Instrução Normativa SLTI 04/2010 são infringidos podendo gerar prejuízos de ordem pública e financeira ao Estado. O PDTI é o instrumento comumente utilizado pelas organizações para demonstrar o planejamento de ações alinhadas à estratégia organizacional, onde uma determinada organização pretende sair de uma situação atual para uma situação futura desejada. A Instrução Normativa SLTI 04/2010 em seu art. 2, inciso XXII, define o PDTI, como um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade para um determinado período. A mesma legislação dispõe, ainda, que: Art. 4º As contratações de que trata esta Instrução Normativa deverão ser precedidas de planejamento, elaborado em harmonia com o PDTI, alinhado ao planejamento estratégico do órgão ou entidade. Assim, o PDTI do Inep foi elaborado visando atender ao princípio constitucional da eficiência, bem como as disposições contidas no Decreto-Lei 200/1967, que apontam para um processo de planejamento que busque permitir o melhor uso dos recursos públicos e o cumprimento das finalidades do Inep. Além dos fatores citados anteriormente, a elaboração deste PDTI é motivada pela necessidade de incorporação de métodos de gestão modernos de apoio aos projetos de 1 Guia de Elaboração do PDTI do SISP v1, 2012, Brasília. 6

7 Tecnologia de Informação e Comunicações (TIC) e do alinhamento às novas tendências de mercado e aos modelos organizacionais propostos pelo Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MP). Além disso, é fator motivador a aproximação e comunicação entre os níveis decisório e executivo, bem como a priorização dos processos que agreguem valor aos objetivos e funções organizacionais da DTDIE. Com o PDTI busca-se: Alinhar os processos de TIC aos processos de negócio do Inep; Propor métodos de reorganização e prover soluções de automação para processos de negócio e gestão; Prover um ambiente computacional para atender às demandas de serviços e negócios do Inep; Possibilitar o crescimento organizado e planejado da TI, conforme necessidade do Inep; Prover recursos de TIC que viabilizem a execução das atividades finalísticas de cada diretoria; Dotar a DTDIE de servidores qualificados permanentemente, para institucionalizar o conhecimento da diretoria; Estabelecer ações para o cumprimento das metas e alcance dos objetivos estratégicos de TI. 7

8 2 METODOLOGIA APLICADA A metodologia utilizada para a elaboração do PDTI do Inep tomou por base o documento publicado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do MP, Modelo de Referência para a elaboração de PDTI, adaptando-o à realidade desta autarquia, bem como considerando o atual nível de maturidade de governança de TI. Durante a elaboração do PDTI, as diretorias do Inep indicaram pessoas responsáveis por fornecer as informações necessárias para o desenvolvimento deste documento. As respostas fornecidas serviram de subsídio para o levantamento das necessidades de cada área. A forma de coleta dessas informações se deu por meio de um questionário online. Além da contribuição dos responsáveis por cada área, foi solicitado o auxílio dos gerentes de projetos visando à consolidação do inventário de necessidades do PDTI. Desse inventário foram derivadas metas e ações para a satisfação de cada necessidade identificada, além de planos específicos como: Plano de Gestão de Pessoas, Plano de Investimento e Custeio e Plano de Gestão de Riscos. 8

9 3 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Os documentos listados na tabela abaixo serviram como referência para a elaboração deste PDTI: Tabela 1 Documentos de Referência ID Documento Descrição Disponível em: DR1 COBIT 4.1 Modelo de controle para governança de TI atualizado e internacionalmente reconhecido para ser adotado por organizações e utilizado no dia-a-dia por gerentes de negócios, profissionais de TI e profissionais de avaliação. DR2 DR3 Estratégia Geral de Tecnologia da Informação (EGTI) 2013/2015 Guia de Elaboração de PDTI do SISP Versão Instrumento de gestão do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (SISP), que traça a direção da Tecnologia da Informação (TI). Tem por finalidade disponibilizar informações para auxiliar a elaboração de um PDTI. DR4 Modelo de Gestão Estratégica do Inep DR5 PDTI Inep Projeto de modelo de gestão do Inep, conforme contrato firmado com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), número BRA /2010, datado de 27/09/2010, e contém o resultado da validação do Modelo de Gestão do Inep. Plano Diretor de Tecnologia da Informação para o período DR6 DR7 DR8 DR9 Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação do Inep (PETI) Plano Plurianual Plano Mais Brasil ABNT NBR ISO/IEC PMBOK 4ª edição Orientar o planejamento e o monitoramento dos objetivos estratégicos e das metas da DTDIE do Inep. Programa Temático Políticas Sociais: Educação. Fornece diretrizes para o processo de gestão de riscos de segurança da informação. Conjunto de conhecimentos em Gerenciamento de Projetos. DR10 ITIL v Conjunto de capacidades organizacionais realizadas para prover valor sob forma de

10 DR11 DR12 ABNT NBR ISO/IEC ABNT NBR ISO/IEC DR13 ABNT NBR DR14 ABNT NBR DR15 Instrução Normativa MP/SLTI Nº04 serviços. Provê um modelo para estabelecer, implementar, operar, monitorar, analisar criticamente, manter e melhorar um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). Estabelece diretrizes e princípios gerais para iniciar, implementar, manter e melhorar a gestão de segurança da informação em uma organização. Fornece uma base para que se possa entender, desenvolver e implementar a continuidade de negócios em uma organização, além de obter confiança nos negócios da organização com clientes e outras organizações. Especifica os requisitos para planejar, estabelecer, implementar, operar, monitorar, analisar criticamente, exercitar, manter e melhorar o Sistema de Gestão de Continuidade dos Negócios (SGCN) documentado dentro do contexto dos riscos de negócios de toda a organização. Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) do Poder Executivo Federal DR16 BPM CBOK V3.0 Conjunto de conhecimentos em Gerenciamento de Processos. 10

11 4 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES Os seguintes Princípios e Diretrizes nortearam a elaboração deste PDTI: Tabela 2 Princípios e Diretrizes ID Princípio/Diretriz Referência PD1 Observância aos princípios da legalidade, Constituição da República Federativa do Brasil impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. de 1988 PD2 Observância às normas legais e regulamentares. Lei 8.112/1990 PD3 Observância à missão institucional, de maneira a subsidiar as ações do Inep. Decreto 6.317/2007 PD4 Zelo pela economia de recursos, materiais e conservação do patrimônio público. Lei 8.112/1990 PD5 Manutenção de conduta compatível com a moralidade administrativa. Lei 8.112/1990 PD6 Observância à dignidade, decoro, zelo, eficácia e consciência dos princípios morais. Decreto 1.171/1994 PD7 Observância às políticas, sistemas, padrões e normas Decreto de 18 de outubro de 2000 da emanadas pelos programas de Governo Eletrônico. Presidência da República Observância ao planejamento, coordenação, organização, operação, controle e supervisão dos PD8 recursos de tecnologia da informação conforme Decreto 7.579/2011 políticas, sistemas, padrões e projetos emanados pelo SISP. PD9 Garantia do acesso à informação alinhado à gestão transparente e à proteção da informação, observada a sua disponibilidade, autenticidade, integridade e Lei /2011 eventual restrição de acesso. PD10 Busca do alinhamento técnico e operacional com os principais frameworks e boas práticas de gestão e Acórdão TCU 2.471/2008- Plenário governança de TI. PD11 Observância aos instrumentos de gestão estratégica do órgão e da TI. Instrução Normativa Nº 04/2010-SLTI Fornecimento de recursos e serviços de TI às áreas de PD12 negócio de maneira a maximizar os benefícios e COBIT 4.1 minimizar os riscos, sempre alinhados à estratégia ABNT NBR ISO/ IEC organizacional. PD13 Inserção de servidores públicos efetivos nos papeis relacionados ao planejamento, coordenação, supervisão e controle da área de TI. Decreto Lei 200/

12 5 FATORES CRÍTICOS PARA A IMPLANTAÇÃO DO PDTI Os Fatores Críticos para Implantação do PDTI descrevem as condições que devem ser satisfeitas para o alcance do sucesso na execução do PDTI. Durante a elaboração foram identificadas diversas condições que devem ser atendidas para que a implantação deste PDTI não seja comprometida. Na tabela a seguir são apresentados esses fatores: ID FC1 FC2 FC3 FC4 FC5 FC6 FC7 FC8 FC9 FC10 FC11 FC12 FC13 Tabela 3 - Fatores Críticos de Sucesso Fatores Críticos para Implantação do PDTI Atuação participativa do Comitê de TI. Aumento do quadro de servidores efetivos na área de TI. Mobilização das demais Diretorias do Inep para coparticipação nos projetos e ações oriundos do PDTI. Controle e acompanhamento do Plano de Metas do PDTI. Apoio da Alta Administração. Corpo funcional compromissado e consciente do seu papel. Revisão periódica do PDTI. Disponibilidade adequada de recursos orçamentários e humanos. Mapeamento dos processos de Negócio e de TI. Implantação do Comitê de Segurança da Informação. Melhoria da comunicação entre a TI e áreas clientes. Capacitação contínua da equipe técnica de TI e dos usuários dos serviços de TI. Melhoria contínua da gestão dos processos de TI. 12

13 6 ORGANIZAÇÃO DA TI A DTDIE é a diretoria responsável por organizar, manter e fornecer os serviços e recursos de TI, bem como desenvolver, implementar, documentar e manter sistemas de informação, visando atender às necessidades das demais diretorias do Inep. A constante evolução dos sistemas de informação, somada à demanda interna e externa por novos serviços, faz com que o Inep tenha a necessidade de manter um alto nível de segurança dos dados associado a um desempenho cada vez maior dos sistemas. Portanto, para assegurar a qualidade e a confiabilidade dos serviços prestados à sociedade, é necessária a constante evolução de sistemas e programas, aquisições de ferramentas de última geração bem como a correspondente atualização de conhecimentos técnicos. 6.1 Da Estrutura e Competência O Decreto 6.317/2007, que aprova a estrutura regimental e o quadro demonstrativo dos cargos em comissão e das funções gratificadas do Inep, define que: Art. 8º À Diretoria de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais compete: I - planejar, propor e desenvolver mecanismos, instrumentos e produtos de disseminação e documentação de informações educacionais do Inep, oferecendo suporte à divulgação de resultados e produtos dos sistemas de avaliação e de indicadores e estatísticas educacionais, em articulação com as diretorias do Inep; II - organizar e sistematizar dados e informações relacionados às áreas responsáveis pelos processos de coleta, de estudo e de avaliação educacional; III - desenvolver, aperfeiçoar, manter e dar suporte aos sistemas informatizados e aos bancos de dados do Inep, bem como administrar os recursos de informação, informática e telecomunicação da Instituição; IV - definir, em articulação com as demais unidades do Inep, as linguagens e os formatos adequados aos diversos perfis de usuários de informação; e V - promover a disseminação de indicadores comparados, em articulação com as Diretorias de Educação Básica e Superior e, quando for o caso, com organismos internacionais. No Anexo II do referido decreto, está definida uma estrutura organizacional para a DTDIE composta por 3 (três) coordenações gerais, conforme segue: Coordenação-geral de Sistemas de Informação CGSI. Coordenação-geral de Infraestrutura e Serviços CGIS. Coordenação-geral de Informação e Indicadores Educacionais CGIIE. 13

14 DTDIE CGSI CGIS CGIIE Figura 1 Estrutura organizacional da DTDIE conforme Decreto 6.317/07 Apesar de o decreto apresentar a estrutura acima, a DTDIE está sendo operacionalizada de maneira diferente do determinado. Atualmente a DTDIE conta com, apenas, duas coordenações CGSI e CGIS. 6.2 A Coordenação-Geral de Sistemas de Informação A CGSI é responsável por fornecer as soluções sistematizadas aos processos de negócio do Inep. Em relação ao Decreto 6.317/2007, destaca-se no Art.8º o seguinte: III - desenvolver, aperfeiçoar, manter e dar suporte aos sistemas informatizados.... A CGSI desenvolve e mantém os diversos sistemas utilizados na autarquia. Estes sistemas utilizados possuem natureza funcional bastante específica aos processos de negócio do Inep. Não existem no mercado soluções que consigam atender essas necessidades tão específicas. Assim, a coordenação desenvolve mais de 90% (noventa por cento) de todas as aplicações em operação Estrutura de Trabalho Para atender as demandas, a CGSI possui uma estruturação interna de trabalho que busca atender aos requisitos de qualidade, segurança e custos no processo de desenvolvimento e entrega de sistemas. Contando com equipes de gerenciamento de projetos, de teste e qualidade, de gestão de contratos e do núcleo de métricas. A estrutura de trabalho da CGSI não está formalmente institucionalizada. Essa estrutura foi sendo moldada frente às necessidades que foram surgindo Corpo Profissional O corpo de profissionais da CGSI é formado em sua maioria por servidores temporários contratados pelo regime jurídico disposto na Lei 8.745/1993. Estes profissionais estão exercendo as funções de gerente de projetos, analistas de processos, analistas de teste, arquitetos de sistemas e analistas de métricas. A CGSI conta, também, com atuação de consultores contratados via Organización de Estados Iberoamericanos Para la Educación, la Ciencia y la Cultura (OEI) e PNUD. Os consultores atuam no desenvolvimento dos projetos e prospecção de melhorias para os sistemas. 14

15 Além dos supracitados, atuam na CGSI Analistas em Tecnologia da Informação do MP Tecnologias Adotadas Todos os sistemas desenvolvidos pela CGSI são em plataforma web, acessados via web browser. As tecnologias adotadas para o desenvolvimento de sistemas para o Inep são o Java e o PHP e respectivamente os frameworks InepSeam e o InepZend, ambos estão sendo desenvolvidos internamente pela equipe de arquitetura. Além das tecnologias supracitadas, a CGSI mantém alguns sistemas nas tecnologias: Delphi, Access, ASP, Joomla e PL/SQL Processos, Metodologia e Guias de Padrões A CGSI utiliza uma metodologia própria para o desenvolvimento de sistemas. A Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Sistemas (MGDS) define um conjunto de processos e uma documentação mínima para as atividades de desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação do Inep. Com esta metodologia espera-se obter um controle de qualidade e um procedimento ordenado de transferência do conhecimento, visando à diminuição da descontinuidade dos trabalhos e dos riscos. Em sua versão 2.1, a MGDS baseia-se na combinação de práticas de Extreme Programming (XP) com o uso da notação UML para a modelagem de sistemas de informação, e das práticas preconizadas pelo Scrum para o gerenciamento de projetos. A MGDS é composta por documentos chamados "Guias" que apresentam uma visão geral sobre os padrões e recomendações para o desenvolvimento de sistemas, devendo ser usados como referência e fonte de consultas. Segue a relação dos Guias de recomendações e padrões: Guia de Arquitetura PHP e Java; Guia de Desenvolvimento de Sistemas; Guia de Banco de Dados; Guia de Modelagem Dimensional; Guia de ETL (Extração, Transformação e Carga); Guia de Segurança da Informação para Desenvolvimento de Sistemas; Guia de Escrita de Caso de Uso; Guia de Contagem de Pontos de Função do Inep; Guia de Gerenciamento de Requisitos; Guia de Escrita de Historias de Usuário Contratações A CGSI possui um contrato de desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação e pretende contratar serviços de assessoria tecnológica em sistemas de informação. 15

16 6.3 A Coordenação-Geral de Infraestrutura e Serviços A CGSI é responsável por fornecer as soluções e serviços de infraestrutura englobando: Suporte ao Usuário, Banco de Dados, Redes, Telecomunicações e Segurança. Em relação ao Decreto 6.317/2007, destaca-se no Art.8º o seguinte: II - organizar e sistematizar dados e informações relacionados às áreas responsáveis pelos processos de coleta, de estudo e de avaliação educacional; III - desenvolver, aperfeiçoar, manter e dar suporte... aos bancos de dados do Inep, bem como administrar os recursos de informação, informática e telecomunicação da Instituição Estrutura de Trabalho Para atender as demandas a CGIS possui uma estruturação interna de trabalho que busca atender aos requisitos de continuidade, integridade, disponibilidade e segurança dos serviços suportados. Internamente a CGIS possui 5 (cinco) núcleos: Suporte ao Usuário, Banco de Dados, Redes, Segurança e Telecomunicações. A estrutura operacional da CGIS não está formalmente institucionalizada. Essa estrutura foi sendo moldada frente às necessidades que foram surgindo Corpo Profissional O corpo de profissionais da CGSI é formado em sua maioria por servidores temporários contratados pelo regime jurídico disposto na Lei 8.745/1993. Estes profissionais estão exercendo as funções de Gerente de Projetos, Analistas de Dados, Administrador de Banco de Dados, Analista de Segurança, Gerente de Telecom e Administrador de Redes Processos, Metodologia e Guias de Padrões Inep. A CGIS desenvolveu o Guia de Banco de Dados e a Política de Segurança da Informação do Contratações A CGIS possui um volume considerável de contratos com terceiros. Tal cenário se dá em relação à diversidade de serviços e soluções necessários aos dados mantidos e tratados. 16

17 6.4 Proposta de Reestruturação Com o objetivo de melhorar diversos cenários internos e melhorar a execução da missão do órgão, o Inep iniciou um processo de reflexão interna e a DTDIE fez uma proposta de reestruturação para adequar melhor suas atividades e competências. A referida proposta de reestruturação alterará a nomenclatura atual para: Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), estruturada em três coordenações conforme segue: DTI CGSI CGIS CGGOV Figura 2 Estrutura organizacional da DTDIE conforme proposta de reestruturação. DTI - Diretoria de Tecnologia da Informação. CGGOV - Coordenação-Geral de Governança e Gestão. CGSI - Coordenação-Geral de Sistemas de Informação. CGIS - Coordenação-Geral de Infraestrutura e Serviços. 17

18 7 REFERENCIAL ESTRATÉGICO DE TI 7.1 Negócio Soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação que suportem ações e processos do Inep. 7.2 Missão Prover soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação otimizadas, seguras e inovadoras para o Inep. 7.3 Visão Ser reconhecida na Administração Pública pelo provimento e inovação de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação. 7.4 Valores Os valores da DTDIE são: Ética e Transparência; Integridade, Confiabilidade e Disponibilidade; Comprometimento; Agilidade; Proatividade; Inovação. 7.5 Princípios Envolvimento e satisfação do cliente; Garantia da qualidade; Melhoria contínua; Valorização e desenvolvimento humano; Alinhamento estratégico; Gestão do conhecimento; Atualização tecnológica; Conformidade com normas e padrões. 18

19 7.6 Análise SWOT da TI organizacional A seguir são apresentados os pontos fortes e pontos fracos bem como as oportunidades e ameaças identificados para o ambiente da TI organizacional: AMBIENTE INTERNO Pontos Fortes Tabela 4 Análise SWOT da TI AMBIENTE EXTERNO Oportunidades 1- Planejamento Estratégico de TI institucionalizado; 2- Infraestrutura tecnológica adequada; 3- Aporte de recursos financeiros para execução das atividades da TI; 4- Comitê de TI institucionalizado; 5- Atuação do grupo de servidores integrantes do SISP; 6- Atuação de Analistas de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento; 7- Elevado grau de capacidade e conhecimento técnico dos servidores temporários (CTU, OEI e PNUD); 8- Manual de Contratações de TI em consonância com a Instrução Normativa Nº 04/ SLTI/MP; 9- Metodologia de Gestão e Desenvolvimento de Sistemas institucionalizada; 10- Alinhamento às novas demandas da SLTI. Pontos Fracos 1- Falta de processo para a gestão do conhecimento em relação aos produtos e serviços fornecidos pela TI; 2- Rotatividade de profissionais na TI; 3- Comunicação falha referente às ações e estratégias das Diretorias; 4- Inexistência de Processos de trabalho e procedimentos de TI institucionalizados; 5- Insuficiente quadro de servidores efetivos; 6- Poucos servidores efetivos ocupando cargos de gestão; 7- Ausência de indicadores para aferição do nível de satisfação e de qualidade dos serviços fornecidos pela TI; 8- Pouca transparência em relação às contratações e controle dos custos de TI; 9- Ausência de indicadores para aferição do ROI (Return Of Investiment); 10- Ausência de processos de negócio para subsidiar o fornecimento das soluções. 1- Possibilidade de firmar parcerias com outros órgãos públicos para construção ou aquisição de soluções tecnológicas em conjunto; 2- Desenvolvimento do programa de Governo Eletrônico; 3- Possibilidade de utilizar soluções do Portal Software Público Brasileiro; 4- Suporte da central de serviços e suporte do SISP- C3S; 5- Possibilidade de alinhamento tecnológico com o MEC e suas autarquias; 6- Atuação dos órgãos de controle (TCU, CGU, etc.) frente aos problemas de gestão e governança de TI. Ameaças 1- Dependência de empresas terceirizadas para fornecimento dos serviços; 2- Ausência de Planejamento Estratégico Institucional; 3- Diretorias finalísticas com processos indefinidos; 4- Rotatividade de profissionais no Inep; 5- Ingerência nos processos de negócio institucionais por parte da alta administração do MEC; 6- Contingenciamento de verbas públicas para a área de TI; 7- Demandas não planejadas nas áreas finalísticas que impactam na TI; 8- Descontinuidade de projetos ou processos de negócios que impactam nos serviços de TI; 9- Redução da atual força de trabalho, composta por contratados via CTU, OEI e PNUD; 10- Incredibilidade no processo de Governança de TI por parte da alta gestão do Inep; 11- Falta de envolvimento, por parte da alta gestão, nas atividades e ações relacionadas à Governança de TI. 19

20 7.7 Temas Para elaboração deste PDTI foram delimitadas as seguintes áreas de atuação: ID T1 T2 T3 T4 T5 T6 T7 Contratações Gestão Financeira Governança Gestão de Pessoas Gestão de Processos Gestão de Projetos Segurança da Informação T8 Gestão de Serviços T9 Infraestrutura e Serviços T10 Sistemas de Informação Tabela 5 Temas Temas Governança de TI Gestão do Conhecimento Comunicação Arquitetura da Informação Conformidade Gestão de Segurança da Informação Gestão de Continuidade de Negócios Gestão de Riscos 7.8 Objetivos Estratégicos de TI Os objetivos estratégicos foram formulados para a consecução da missão e o alcance da visão. Tabela 6 Objetivos Estratégicos Temas ID Objetivos Estratégicos T1 OBJ1 Promover o Processo de Contratação de Soluções de TI OBJ2 Otimizar o uso dos recursos financeiros T2 OBJ3 Promover a transparência no processo de Gestão Orçamentária de TI T3 OBJ4 Aprimorar a Governança de TI T4 OBJ5 Aprimorar a Gestão de Pessoas T5 OBJ6 Aperfeiçoar a Gestão de Processos T6 OBJ7 Aprimorar o Gerenciamento de Projetos T7 OBJ8 Aprimorar a Gestão de Segurança da Informação e Comunicações T8 OBJ9 Aprimorar o Gerenciamento de Serviços T9 OBJ10 Garantir Ambiente e Infraestrutura de TI adequados T10 OBJ11 Prover Soluções para o Inep 20

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