1 - Antena Minho.pt, , Crise impede aumento generalizado das vendas no final do ano

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1 Noticias APAVT - Dezembro 2009

2 Revista de Imprensa Antena Minho.pt, , Crise impede aumento generalizado das vendas no final do ano 2 - Expresso, , Falência da Air Comet afecta portugueses 3 - Presstur.com, , Eleições na APAVT foram "demonstração de inteligência" 4 - Rádio Sim.pt, , Crise passa ao lado do Reveillon 5 - Renascença.pt, , Crise passa ao lado do Reveillon 6 - Renascença, , Passagem de ano 7 - Briefing.pt, , APAVT estuda forma de diminuir impacto da falência da Air Comet para portugueses 8 - Jornal da Madeira.pt, , Crise trava aumento das vendas 9 - Jornal de Negócios, , Crise trava vendas no final do ano 10 - MSN.pt, , Falência da Air Comet: consequências em Portugal 11 - Presstur.com, , APAVT admite retenção de valores dos bilhetes para ressarcir clientes penalizados com Air Comet 12 - Agência Financeira.com, , Natal: crise impede aumento das vendas no final do ano 13 - Diário Digital.pt, , Crise impede aumento das vendas de viagens no final do ano 14 - OJE.pt, , Crise impede aumento generalizado das vendas de viagens no final do ano 15 - Público.pt, , Crise impede aumento das viagens de fim de ano face a Portugal Diário.pt, , Natal: crise impede aumento das vendas no final do ano 17 - Publituris.pt, , Soltrópico com nova postura e sem Armando Ferreira 18 - Rádio Sim.pt, , Crise trava aumento generalizado das vendas de viagens 19 - Renascença.pt, , Crise trava aumento generalizado das vendas de viagens 20 - TVI 24.pt, , Natal: crise impede aumento das vendas no final do ano 21 - Presstur.com, , Soltrópico em convulsão com Miguel Fonseca Armando Ferreira afastado e demissões de quadros 22 - Açoriano Oriental, , João Passos reconduzido na direcção da APAVT 23 - turisver.com, , Miguel Fonseca felicitou João Passos pela vitória nas eleições da APAVT 24 - ambitur.pt, , João Passos prossegue como Presidente da APAVT 25 - Diário de Leiria, , Programa para a África do Sul em Janeiro 26 - Diário de Notícias da Madeira.pt, , Economia 27 - Diário dos Açores, , Miguel Fonseca perde APAVT por não ter apoio de colegas açorianos 28 - Opção Turismo.com, , João Passos reeleito na presidência da APAVT 29 - Presstur.com, , João Passos reeleito presidente da APAVT com 59,4% dos votos 30 - Publituris, , VOtação online 31 - Publituris, , A selecção natural 32 - Publituris, , A minha primeira escolha

3 33 - Publituris.pt, , João Passos vence eleições da APAVT 34 - RH Turismo.net, , João Passos vence eleições para a APAVT com 59,4% dos votos 35 - turisver.com, , João Passos vence eleições para a APAVT com 59,4% dos votos 36 - Presstur.com, , João Passos foi reeleito presidente da APAVT com 43 votos de diferença face a Miguel Fonseca 37 - Presstur.com, , Eleição dos novos corpos sociais da APAVT já receberam mais de cem votos 38 - Presstur.com, , Agentes de viagens portugueses já votam para os novos corpos sociais da APAVT Horas, , Programas de viagens só em Janeiro 40 - Diário Digital.pt, , Mundial2010: Programas de viagens só em Expresso.pt, , Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em Lusa.pt, , Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em OJE, , Dinamizar a construção 44 - Portugal Zone.com, , Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em Portugalmail.pt, , Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em RTP Online.pt, , Programa de viagens 47 - Sic Online.pt, , Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em turisver.com, , Revista Turisver de 5 de Dezembro já está online 49 - Viajar, , Governo de Cabo Verde esclarece operadores turísticos sobre o ponto da situação 50 - Visão Online.pt, , Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em OJE, , Retoma no turismo nacional só em OJE.pt, , Retoma no turismo nacional só em Jornal da Madeira.pt, , Mercado de cruzeiros sobe cerca de 11% 54 - Jornal da Madeira.pt, , Mercado de cruzeiros sobe cerca de 11% 55 - Diário de Notícias, , Crise não afecta o réveillon 56 - Jornal de Notícias, , Férias de fim de ano já esgotadas 57 - Jornal de Notícias.pt, , Nem a crise travou gastos com férias de fim de ano 58 - Publituris, , Votação Online 59 - Publituris, , QREN e Sector do Turismo: "Passado, Presente e perspectivas futuras" 60 - Publituris, , Turismo sénior: O velho novo target do sector 61 - Publituris, , Procurações não comprometem eleições de dia Publituris, , Editorial - Ideias não perigosas 63 - Publituris.pt, , Publituris Hoje: "Guerra dos votos" 64 - Vida Económica, , Reforço da protecção ao consumidor de viagens pode onerar empresas do sector 65 - Jornal de Notícias.pt, , Férias de fim de ano já esgotadas 66 - Jornal da Madeira.pt, , Os golfinhos do patrão na mediocridade turística 67 - Expresso, , Há um ano na Economia

4 68 - Portugal News (The), , National carrier TAP boasts "second best year" ever 69 - Tribuna da Madeira, , Reclamações contra agências de viagens diminuíram 70 - Turisver, , XXXV congresso da APAVT pausas caem sempre bem 71 - Turisver, , Novas medidas para dar pontapé na crise 72 - Turisver, , Quem escolhe quem???? 73 - Turisver, , Mais e Menos 74 - Diário de Notícias.pt, , Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal 75 - Diário Digital.pt, , Mundial2010: ir aos jogos de Portugal custa mais de 4 000? 76 - Jornal da Madeira.pt, , Mais de quatro mil euros para ver Portugal 77 - Presstur.com, , Lista de João Passos reúne 90% dos associados da APAVT nos Açores 78 - Publituris, , Incoming e crise dominam congresso da APAVT 79 - Publituris, , O fundo tarda mas não falha 80 - Publituris, , Votação online 81 - Publituris, , Centros (e) Históricos: "Vencer em concorrência" 82 - Publituris, , Editorial - Maria vai com as outras 83 - Publituris, , Sá Nogueira abandona APAVT 84 - Publituris.pt, , Esta semana no Publituris: Crise e Incoming dominam congresso 85 - turisver.com, , Congresso da APAVT reforçou apostas do Turismo do Algarve na natureza e na náutica 86 - Vida Económica, , Turismo com retoma ligeira em Vida Económica, , APAVT pede aval do Esta do no acesso ao crédito bancário 88 - Vida Económica, , Turismo com sistema de incentivos específico no QREN 89 - Vida Económica.pt, , Turismo com sistema de incentivos específico no QREN 90 - Algarve (O), , Turismo deve unir esforços para conquistar clientes no estrangeiro 91 - Algarve Press.net, , Congresso da APAVT reforça acção do Turismo do Algarve 92 - Diário Digital.pt, , Mundial 2010: estar nos jogos de Portugal custa mais 4 000? 93 - Expresso.pt, , Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal 94 - i.pt, , Quer ver ao vivo os jogos de Portugal no Mundial? Prepare mais de 4 mil euros 95 - Jogo.pt (O), , Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal 96 - Jornal da Madeira.pt, , Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal no Mundial Jornal de Notícias.pt, , Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal 98 - Jornal do Algarve, , Sobreviver à concorrência passa pela diversidade de oferta 99 - Lusa.pt, , Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal MSN.pt, , Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Portugal Zone.com, , Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Portugalmail.pt, , Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal

5 103 - Postal do Algarve, , Turismo nacional reúne em Vilamoura Publituris.pt, , Lista B congratula-se com fundo de captação de congressos Publituris.pt, , Sá Nogueira abandona APAVT Record.pt, , Ver um jogo de Portugal pode custar 4 mil euros Região Sul, , Governo vai criar fundo para captar congressos com 1MEUR e quer reforçar linha de tesouraria com 50MEUR RH Turismo.net, , Provedor do Cliente da APAVT apela a seguros de cancelamentos de viagens Sapo.pt, , Mais de 4000 euros para ir ver jogos de Portugal Sic Online.pt, , Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal à África do Sul Sic Online.pt, , Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal turisver.com, , Eleições APAVT: Lista B congratula-se com criação de fundo para captação de congressos Visão Online.pt, , Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Presstur.com, , Sá Nogueira demite-se da Direcção da APAVT por "razões pessoais" Algarve Vivo, , Mais turismo Ambitur, , Provedor do Cliente da APAVT apela a seguros de cancelamentos de viagens Ambitur, , Pequenas e mádias empresas marcam abertura di Congresso da APAVT Ambitur, , Governo marca congresso da APAVT Ambitur, , Figuras do mês Ambitur, , Nota do director APAVT, , Milagres - Acreditar ou não APAVT, , Vantagens para os Associados da APAVT APAVT, , Serviços exclusivos para membros da APAVT APAVT, , Tribunal europeu clarifica regras de compensação a passageiros APAVT, , Decisão do STJ não absolveu Lufthansa APAVT, , Anuário APAVT APAVT, , ECTAA e GEBTA apresentam queixa contra IATA APAVT, , Eleições na APAVT a 17 de Dezembro APAVT, , Turismo: Chave para a criação de emprego e retoma económica - Entrevista a Taleb Rifai APAVT, , "Ao correr da pena..." Louletano (O), , Agentes de viagens em congresso

6 Antena Minho.pt, Crise impede aumento generalizado das vendas no final do ano Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo - apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Segundo a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo, as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15 por cento devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o grande destino nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México) e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem apenas um avião para cada. Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ser alvo de "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo responsáveis da agência, as vendas estão a decorrer conforme as expectativas, a um ritmo muito interessante, e deverão registar um ligeiro crescimento, na ordem dos três por cento, face ao Natal/Ano Novo de A evolução, dizem, tem a ver com uma maior dinâmica em termos de produto e da oferta colocada no mercado. 6

7 Tiragem: Pág: 10 Cores: Cor Period.: Semanal Área: 4,68 x 6,45 cm² ID: Economia Âmbito: Informação Geral Corte: 1 de 1 7

8 Presstur.com, Eleições na APAVT foram "demonstração de inteligência" João Passos, reeleito presidente Presstur (14h52)"Bem hajam por mais esta demonstração de inteligência", escreve João Passos, reeleito presidente da associação das agências de viagens portuguesas APAVT, ao fazer um balanço do acto eleitoral de dia 17, no qual defende que "fez-se mais uma vez história na vida da nossa Associação". João Passos, em texto publicado no seu blog de campanha, afirma que os associados da APAVT "deram, mais uma vez, uma prova irrefutável da sua capacidade de discernir entre o essencial e o puramente acessório ou demagógico" (clique para ler:). O reeleito presidente salienta que "os resultados alcançados foram expressivos e gratificantes", destacando que a lista que encabeçou apresentou-se "sem orçamento próprio", com a participação paga "pelo bolso dos Associados que nela estiveram empenhados" e que dessa forma "demonstrou o entusiástico empenhamento de quem gosta verdadeiramente da actividade, e se revê na sua Associação, bem como no projecto apresentado, considerando-o como o único garante em honrar os 60 anos da APAVT". João Passos, que termina com o apelo "vou necessitar do apoio de todos, para cumprir o Programa que apresentei", comenta que com o acto eleitoral de dia 17 "fez-se história" na vida da Associação a que vai presidir por mais dois anos desde logo por que "desde há muitos anos não se apresentavam duas listas concorrentes às eleições", mas também porque a participação "foi a segunda maior de sempre", porque o acto eleitoral "foi correctíssimo" e, "sobretudo porque mais uma vez os Associados optaram claramente por um projecto credível, transparente, honesto, revendo-se afinal no mote da Candidatura vencedora: Em Consenso, com Representatividade, Construir o Futuro". No blog pode também ler-se um texto de Vitor Osório sobre o acto eleitoral, no qual defende que "a classe dos agentes de viagens contrariamente ao que alguns pretendem fazer crer, acaba de demonstrar que sempre soube, e sabe, bem o que quer". "Um desabafo" é como Vitór Osório classifica a sua tomada de posição, depois de explicitar que o faz sem ser mandato pela "Direcção agora democrática e civilizadamente eleita", para testemunhar: "Acabámos de dar uma lição imensa a muita gente". Vítor Osório afirma estar seguro de que todos ganharam com as eleições do passado dia 17 e acrescenta que "os únicos que perderam foram "alguns pseudo-fazedores" de opinião que a esta hora e pela segunda vez estarão a pensar se não devem trilhar outros caminhos, pois enquanto tal já não têm futuro", rematando com o ditado: Só quem está no Convento, sabe bem o que lá vai dentro". Clique para mais: 8

9 Rádio Sim.pt, Crise passa ao lado do Reveillon :56:39 A crise económica parece não afectar os planos dos portugueses para as comemorações da Passagem do Ano. A diferença é que, este ano, a preferência recai sobre os destinos turísticos mais baratos. A procura dos pacotes turísticos para dentro e fora de Portugal é igual e, em alguns casos, superior à do ano passado, de acordo com a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Ainda assim, os portugueses escolhem passar a época das festas mais perto de casa. Madeira e Algarve são os destinos nacionais mais procurados, mas há quem prefira o Brasil, Cabo Verde ou mesmo as Caraíbas, refere João Passos, presidente da APAVT, em declarações à Renascença. "Nota-se alguma retracção em relação a 2006 e 2007, mas em 2009 a procura correspondeu à oferta que os operadores colocaram no mercado" para esta quadra, salienta. A expectativa de retoma em 2010 por parte dos operadores turísticos é, de resto, partilhada pela Secretaria Regional de Turismo da Madeira que é um dos destinos mais procurados nesta altura do ano. Nem o mau tempo que se faz sentir há uma semana é suficiente para retrair o fluxo de turistas à região. Ouvida pela Renascença, a secretária regional de Turismo, Conceição Estudante, perspectiva uma taxa de ocupação hoteleira da ordem dos 90%, apesar dos constrangimentos provocados pelo mau tempo. Também o Algarve está no top das regiões mais procuradas para as comemorações de fim de ano. A oferta é variada e a Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve espera mais pessoas em relação ao Reveillon de Já na região centro, as unidades hoteleiras da Figueira da Foz esperam pela afluência dos turistas de última hora. Mais a norte, em Viana do Castelo, a lotação dos hotéis está praticamente esgotada. 9

10 Renascença.pt, Crise passa ao lado do Reveillon Inserido em :56 A crise económica parece não afectar os planos dos portugueses para as comemorações da Passagem do Ano. A diferença é que, este ano, a preferência recai sobre os destinos turísticos mais baratos. A procura dos pacotes turísticos para dentro e fora de Portugal é igual e, em alguns casos, superior à do ano passado, de acordo com a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Ainda assim, os portugueses escolhem passar a época das festas mais perto de casa. Madeira e Algarve são os destinos nacionais mais procurados, mas há quem prefira o Brasil, Cabo Verde ou mesmo as Caraíbas, refere João Passos, presidente da APAVT, em declarações à Renascença. "Nota-se alguma retracção em relação a 2006 e 2007, mas em 2009 a procura correspondeu à oferta que os operadores colocaram no mercado" para esta quadra, salienta. A expectativa de retoma em 2010 por parte dos operadores turísticos é, de resto, partilhada pela Secretaria Regional de Turismo da Madeira que é um dos destinos mais procurados nesta altura do ano. Nem o mau tempo que se faz sentir há uma semana é suficiente para retrair o fluxo de turistas à região. Ouvida pela Renascença, a secretária regional de Turismo, Conceição Estudante, perspectiva uma taxa de ocupação hoteleira da ordem dos 90%, apesar dos constrangimentos provocados pelo mau tempo. Também o Algarve está no top das regiões mais procuradas para as comemorações de fim de ano. A oferta é variada e a Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve espera mais pessoas em relação ao Reveillon de Já na região centro, as unidades hoteleiras da Figueira da Foz esperam pela afluência dos turistas de última hora. Mais a norte, em Viana do Castelo, a lotação dos hotéis está praticamente esgotada. 10

11 Renascença - Edição da Noite, Passagem de ano Hora:23:10:00 Duração:00:15:38 A crise económica parece não afectar os planos dos portugueses para as comemorações da passagem de ano. De acordo com a Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, a procura dos pacotes turísticos para dentro e fora de Portugal, é igual, e em alguns casos, superior à do ano passado. Declarações de João Passos, presidente da APAVT, de Conceição Estudante, Secretaria Regional de Turismo e Transportes da Madeira, de Elidérico Viegas, presidente da AHETA, de Desidério Jorge Silva, autarca de Albufeira, de Seruca Emídio, autarca de Loulé, de Pedro Malta, da Figueira Gran Turismo, do músico André Sardet, e de José Augusto Araújo, do Axis Viana. 11

12 Briefing.pt, APAVT estuda forma de diminuir impacto da falência da Air Comet para portugueses 24-Dez-2009 Lisboa, 24 Dez (Lusa) - A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) afirmou hoje que está a estudar a possibilidade de "minimizar" o impacto da falência da companhia aérea Air Comet para os passageiros portugueses. A associação afirma, em comunicado, que em Portugal o encerramento da companhia aérea teve "repercussões que estão a afectar os clientes" e explica que a sua acção poderá passar, "se a diminuição do problema o justificar, pela retenção dos valores a pagar até integral ressarcimento dos clientes das agências de viagens suas associadas". A APAVT defende que a Comissão Europeia e os governos dos Estados membros devem "instituir um mecanismo obrigatório de protecção dos clientes, à semelhança do que está instituído para as agências de viagens e operadores turísticos em caso de incumprimento". A Air Comet encerrou esta semana, na sequência de uma ordem do tribunal britânico que proibe a utilização da sua frota e a venda de mais bilhetes até que a empresa pague a dívida acumulada, superior a 17 milhões de euros. CSJ Lusa/Fim 12

13 Jornal da Madeira.pt, Crise trava aumento das vendas Madeira é o "grande destino" nacional Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo - apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Segundo a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto de 2009 sofreram uma quebra que deverá rondar os 15 por cento devida à diminuição de preços e do número de viajantes, motivadas, sobretudo, pela crise e agravadas por situações como o surgimento da gripe A. Para o período de Natal e Ano Novo, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de "O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento", explicou à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, Timóteo Gonçalves diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o "grande destino" nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México) e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem só um avião para cada. Destino Madeira regista uma crescente procura Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ter "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo esta agência, as vendas decorrem conforme as expectativas, a um ritmo "muito interessante", devendo registar "um ligeiro crescimento", de uns "três por cento", face ao Natal/Ano Novo de Artigo de Economia 13

14 Tiragem: Pág: IV Cores: Cor Period.: Semanal Área: 19,22 x 18,21 cm² ID: In Âmbito: Economia, Negócios e. Corte: 1 de 1 14

15 MSN.pt, Falência da Air Comet: consequências em Portugal Sentido das Letras / Copyright /24/2009 8:08 PM APAVT pondera medidas para minimizar os efeitos desta situação. Acções poderão passar pela retenção dos valores a pagar até integral ressarcimento dos clientes das agências de viagens, suas associadas. No decorrer da falência da Air Comet, declarada ontem, a APAVT - Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo - vem comunicar que há repercussões da mesma a nível nacional. Segundo a APAVT a situação da companhia aérea espanhola infelizmente provou que "as companhias aéreas não garantem os seus passageiros". Tendo em vista as consequências do encerramento da Air Comet e suas consequências no mercado nacional, nomeadamente nos clientes dos associados da APAVT, a Associação está a estudar medidas de minimização da situação. Estas, se assim se justificar, poderão passar pela retenção dos valores a pagar até integral ressarcimento dos clientes das agências de viagens, suas associadas. No entanto a APAVT salienta que a Comissão Europeia e os Governos dos estados membros têm de encarar definitivamente este problema da falência das transportadoras aéreas e instituir um mecanismo obrigatório de protecção dos clientes, à semelhança do que está instituído para as agências de viagens e operadores turísticos em caso de incumprimento. Só desta forma ficará garantida a protecção dos passageiros "que escolhem viajar em companhias devidamente licenciadas para operarem no Espaço europeu mas que não dão o mínimo de garantia de que cumprem os contratos de transporte que firmaram com os seus clientes." 15

16 Presstur.com, APAVT admite retenção de valores dos bilhetes para ressarcir clientes penalizados com Air Comet E reclama "mecanismo obrigatório de protecção dos clientes" Presstur (18h26) A retenção pelas agências de viagens dos valores a pagar "até integral ressarcimento" dos seus clientes penalizados pela falência da Air Comet, foi admitida hoje pela APAVT, "se a dimensão do problema o justificar". Em comunicado, a associação das agências de viagens e turismo portuguesas diz estar "a estudar a possibilidade de minimizar os efeito" da cessão de actividade por parte da Air Comet, que também em Portugal tem repercussões que afectam os seus associados, acrescentando então que poderá passar, "se a dimensão do problema o justificar, pela retenção dos valores a pagar até integral ressarcimento dos clientes das agências de viagens, suas associadas". A APAVT também assinala que a falência da Air Comet coloca mais uma vez na ordem do dia a questão da protecção dos passageiros das companhias aéreas. "A Comissão Europeia e os Governos dos Estados membros têm de encarar definitivamente este problema da falência das transportadoras aéreas e instituir um mecanismo obrigatório de protecção dos clientes, à semelhança do que está instituído para as agências de viagens e operadores turísticos em caso de incumprimento", diz a APAVT, que invoca ser essa uma reivindicação comum das associações de viagens europeias. A APAVT defende que só dessa forma "se garantirá a qualidade de serviço e se protegerão os passageiros que escolhem viajar em companhias devidamente licenciadas para operarem no espaço europeu mas que não dão o mínimo de garantia de que cumprem os contratos de transporte que firmaram com os seus passageiros". A Air Comet deixou de voar na passada quinta-feira, dia 21, alegadamente na sequência da decisão de um Tribunal de Londres de arrestar a frota por dívidas de leasing de aviões (clique para ler:). No dia seguinte, o Governo espanhola anunciou a retirada da licença de voo da Air Comet, por "inviabilidade económica" e começou a montar uma operação para proteger os passageiros penalizados pela cessação de operações da companhia dos empresários Gerardo Díaz Ferrán e Gonzalo Pascual, também proprietários do Grupo Marsans (clique para ler:). O "Hosteltur" noticiou hoje, a propósito da falência da Air Comet, que a FEAAV - Federación Española de Agencias de Viajes denunciou o facto de as agências de viagens serem obrigadas a depositar avales e a ter seguros de responsabilidade civil, mas as companhias aéreas, não. A notícia diz ainda que a IATA em Espanha indicou que todas as vendas de bilhetes Air Comet a partir de 1 de Dezembro devem ser resolvidos directamente com a Air Comet, sem passar pelo BSP. As agências de viagens podem cancelar os bilhetes nos GDS quando tenham sido adquiridos depois de 1 de Dezembro, não tenham sido "voados" e tenham sido pagos em dinheiro, pois caso tenham sido pagos com cartão de crédito a resolução terá que ser entre os clientes e as respectivas entidades bancárias - acrescenta. Clique para mais: Clique para mais: 16

17 Agência Financeira.com, Natal: crise impede aumento das vendas no final do ano Portugueses passam últimos dias do ano em casa Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo. Apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. De acordo com a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas estão a atingir níveis próximos dos valores alcançados em Dezembro de O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento, explicou à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirmou: Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria. Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de revéillon em hotéis e a Madeira, o grande destino nacional. 17

18 Diário Digital.pt, Crise impede aumento das vendas de viagens no final do ano Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo - apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Segundo a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de "O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento", explica à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o "grande destino" nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México) e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem apenas um avião para cada. Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ser alvo de "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo responsáveis da agência, as vendas estão a decorrer conforme as expectativas, a um ritmo "muito interessante", e deverão registar "um ligeiro crescimento, na ordem dos 3%", face ao Natal/Ano Novo de A evolução, dizem, tem a ver com uma "maior dinâmica em termos de produto" e da oferta colocada no mercado. Diário Digital / Lusa 18

19 OJE.pt, Crise impede aumento generalizado das vendas de viagens no final do ano 23/12/09, 09:32 OJE/Lusa Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo - apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Segundo a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de "O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento", explica à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o "grande destino" nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México) e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem apenas um avião para cada. Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ser alvo de "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo responsáveis da agência, as vendas estão a decorrer conforme as expectativas, a um ritmo "muito interessante", e deverão registar "um ligeiro crescimento, na ordem dos 3%", face ao Natal/Ano Novo de A evolução, dizem, tem a ver com uma "maior dinâmica em termos de produto" e da oferta colocada no mercado. 19

20 Público.pt, Crise impede aumento das viagens de fim de ano face a h31 Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo. Apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Segundo a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15 por cento devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de "O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento", explica à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o "grande destino" nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México), e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem apenas um avião para cada. Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ser alvo de "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo responsáveis da agência, as vendas estão a decorrer conforme as expectativas, a um ritmo "muito interessante", e deverão registar "um ligeiro crescimento, na ordem dos três por cento", face ao Natal/Ano Novo de A evolução, dizem, tem a ver com uma "maior dinâmica em termos de produto" e da oferta colocada no mercado. Por Lusa 20

21 Portugal Diário.pt, Natal: crise impede aumento das vendas no final do ano Portugueses passam últimos dias do ano em casa Por: Redacção /CPS : 42 Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo. Apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. De acordo com a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas estão a atingir níveis próximos dos valores alcançados em Dezembro de O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento, explicou à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirmou: Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria. Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de revéillon em hotéis e a Madeira, o grande destino nacional. 21

22 Publituris.pt, Soltrópico com nova postura e sem Armando Ferreira Nova dinâmica comercial, plano de internacionalização gradual e estruturado e incremento de relações com as empresas do sector.é deste modo que a Soltrópico está a apresentar uma nova postura no mercado de modo a que se "criem sinergias benéficas para um crescimento contínuo e sustentado do negócio", conforme se lê em comunicado da empresa. O lançamento desta informação é motivada pelas notícias que vieram a público, recentemente, na imprensa especializada dando conta do afastamento de Armando Ferreira do operador e entrada de Miguel Fonseca, ex-candidato à presidência da APAVT nas últimas eleições e de Tiago Raiano, ambos provenientes da Turangra. Paralelamente ao novo plano traçado para a Soltrópico, o operador comunica ainda que manterá a sua aposta em Cabo Verde, "continuando a muito bem sucedida operação charter para aquele arquipélago em parceria com a SATA Internacional e reiniciando o voo directo para a Ilha do Sal a 12 de Fevereiro de 2010?. A propósito dos últimos acontecimentos na Soltrópico e tendo em conta a saída de vários directores, como Nuno Mateus, Sónia Regateiro, Bruno Pereira, Cláudia Martins, Jaime Lopes e Sérgio Oliveira, Armando Ferreira referiu ao Publituris que está a ponderar, igualmente, alienar a sua quota de 35% no operador (+5% de um familiar), desvinculando-se por definitivo da empresa que geriu durante 20 anos. A conversa com Armando Ferreira é uma entrevista que pode ser lida na íntegra na primeira edição do ano no Publituris. Liliana Cunha 22

23 Rádio Sim.pt, Crise trava aumento generalizado das vendas de viagens :18:35 Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo - apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Os portugueses vão viajar menos neste final de ano. De acordo com a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como a Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de "O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento", explica à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o "grande destino" nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México) e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem apenas um avião para cada. Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ser alvo de "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo responsáveis da agência, as vendas estão a decorrer conforme as expectativas, a um ritmo "muito interessante", e deverão registar "um ligeiro crescimento, na ordem dos 3%", face ao Natal/Ano Novo de

24 Renascença.pt, Crise trava aumento generalizado das vendas de viagens Inserido em :18 Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo - apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. Os portugueses vão viajar menos neste final de ano. De acordo com a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como a Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas "estão a atingir níveis próximos" dos valores alcançados em Dezembro de "O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento", explica à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirma: "Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria". Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de "revéillon" em hotéis e a Madeira, o "grande destino" nacional. No caso de destinos tropicais como Varadero e Cancun (México) e Salvador ou Natal (Brasil), a Halcon tem apenas um avião para cada. Os dados da APAVT apontam para uma "crescente procura de destinos internos", sobretudo a Madeira, mas indicam que as capitais europeias e Espanha continuam a ser alvo de "forte procura", tal como o Brasil, Cabo Verde e Caraíbas. Na Agência de Viagens Abreu estes três locais e a Disney, a Turquia, Marrocos e os "short breaks" europeus são mesmo "campeões de vendas". No território nacional, avança a empresa, aumentou a procura em relação à Madeira, aos cruzeiros do Douro e aos Açores. Segundo responsáveis da agência, as vendas estão a decorrer conforme as expectativas, a um ritmo "muito interessante", e deverão registar "um ligeiro crescimento, na ordem dos 3%", face ao Natal/Ano Novo de

25 TVI 24.pt, Natal: crise impede aumento das vendas no final do ano Portugueses passam últimos dias do ano em casa Por: Redacção /CPS : 42 Com os efeitos da crise económica ainda a fazer-se sentir, os portugueses não investem muito nas viagens de Natal e Ano Novo. Apesar de as agências não registarem perdas face a 2008, as melhorias são poucas e reduzidas. De acordo com a Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo (APAVT), as vendas de viagens no conjunto deste ano sofreram uma quebra que deverá rondar os 15% devido à diminuição de preços e do número de viajantes, alterações motivadas sobretudo pela crise e agravadas por situações como o surgimento da Gripe A. Para o período de Natal e passagem de ano, as vendas estão a atingir níveis próximos dos valores alcançados em Dezembro de O fim do ano passado foi já afectado pela crise económica, pelo que, a confirmarem-se estas estimativas, o que se poderá dizer é que não há agravamento, explicou à Lusa fonte da associação. O director-geral da Halcon Viagens, Timóteo Gonçalves, confirmou: Estamos a comparar um Dezembro mau com um Dezembro muito mau, o de Diria que estamos quase iguais ou um pouquinho acima, houve uma pequeníssima melhoria. Sublinhando que é o fim de ano o protagonista das vendas, o responsável diz que a principal escolha dos portugueses para passar os últimos dias do ano é a própria casa, seguindo-se os programas de revéillon em hotéis e a Madeira, o grande destino nacional. 25

26 Presstur.com, Soltrópico em convulsão com Miguel Fonseca Armando Ferreira afastado e demissões de quadros Presstur (17h08) A Soltrópico, operador turístico português que mais lucros gerou em 2008, está em convulsão, com demissões de três directores e dois gestores de destinos, pela decisão dos accionistas maioritários de colocarem à frente da empresa Miguel Fonseca, director geral da Turangra e ex-candidato à presidência da APAVT, afastando Armando Ferreira, que há 20 anos exerce a direcção geral e é considerado a "alma" do operador. Armando Ferreira confirmou ao PressTUR as demissões na Soltrópico, mas disse não querer neste momento falar sobre a situação no operador. O PressTUR também tentou ouvir Miguel Fonseca, que disse que "sobre esse assunto não faço comentários". Fontes do mercado disseram ao PressTUR que a situação de descontentamento na Soltrópico já levou aos pedidos de demissão do director Comercial, Nuno Mateus, da directora de Operações, Sónia Regateiro, do director de Promoção, Bruno Pereira, e dos gestores de destinos Sérgio Oliveira e Jaime Lopes. As fontes dizem desconhecer em que qualidade os accionistas maioritários do operador, Augusto e Eduardo Machado, empresários do grupo Auferma e detentores de 60% da Soltrópico, pretendem a nomeação de Miguel Fonseca para a Administração do operador e também que "nem mesmo foi informado Armando Ferreira", que, além de exercer as funções de director geral e de ser a sua "cara" desde a primeira hora, representa 40% do Capital (35% próprios e 5% de um familiar). As fontes do PressTUR referem que os dois sócios maioritários da Soltrópico "têm falado numa SGPS" (holding), que deduzem envolva também Miguel Fonseca, mas que "nunca se referiram aos contornos desse projecto". Pelo menos desde Junho que no mercado circulam informações que ligam Miguel Fonseca e os empresários da Auferma, que têm investido nos Açores, tendo comprado empresas de conservas, cerveja e hotéis. Algumas fontes avançavam nessa época que estaria em preparação uma holding que englobava a Turangra e a Soltrópico, mas essa informação era desmentida nessa altura por Miguel Fonseca, que dizia estar a formar uma holding, mas com os seus sócios da Turangra, englobando outras empresas de que são proprietários. Miguel Fonseca também falava nessa época que estava a estudar a compra de um operador do continente, para onde alegadamente está a mudar-se, e algumas fontes do mercado dizem ter sido questionadas por ele quanto à opção pela Soltrópico ou pela Entremares. As informações a que o PressTUR teve acesso indicam que, no entanto, Miguel Fonseca surgiu na Soltrópico como escolha dos dois accionistas maioritários, alegadamente para injectarem "sangue novo", sem esclarecerem que tipo de vínculo com o operador teria o sócio e director da Turangra. As fontes do PressTUR dizem que chegou a ser convocada uma assembleia-geral universal para designar Miguel Fonseca para a Administração da Soltrópico, mas que os accionistas maioritários recuaram face à declaração de oposição por parte de Armando Ferreira. As mesmas fontes dizem ainda que os dois accionistas puderam verificar que essa oposição era partilhada por alguns directores da Soltrópico, que deixaram claro o desagrado perante o que consideraram uma "desconsideração" da equipa que tinha construído um operador reconhecido pelo mercado, como o atestam os resultados conseguidos nos últimos anos. As fontes dizem também que a situação se precipitou na sexta-feira, dia 11, com um almoço promovido por Eduardo Machado entre os directores do operador e Miguel Fonseca e Tiago Raiano, também accionista da Turangra e que foi anunciado nessa ocasião como novo gestor executivo da Soltrópico. "O almoço foi mais uma tentativa para estancar demissões na Soltrópico", disseram, referindo que até então só o director comercial tinha apresentado a demissão. No entanto, dizem as fontes do PressTUR, nem mesmo nessa ocasião foi clarificada a qualidade em que Miguel Fonseca e Tiago Raiano assumiam a liderança do operador, uma vez que até ao presente, por um lado, não é conhecida qualquer participação no capital do operador e, por outro, a sua designação para a Administração teria sempre que passar por uma Assembleia Geral ou por um Conselho, que não existiram formalmente. As fontes contactadas pelo PressTUR indicaram que na semana passada os sócios Augusto e Eduardo Machado marcaram presença no operador e fizeram "várias tentativas de demover outros quadros de se demitirem". Quanto à situação de Armando Ferreira, as fontes do PressTUR dizem ter a perspectiva de que os sócios maioritários fizeram uma "aposta errada" que levou a que a equipa que construiu um dos operadores mais bem sucedidos do mercado português se sentisse "secundarizada". As mesmas fontes dizem ainda que Armando Ferreira "se sente desautorizado" pelos sócios que têm a maioria do capital. Apesar deste quadro, acrescentam, a equipa da Soltrópico tem continuado a garantir o andamento das operações em curso, por forma a que, apesar do "clima pesado" que se vive no operador, os clientes não sejam penalizados. 26

27 Clique para mais: 27

28 Açoriano Oriental ID: Tiragem: 5047 Period.: Diária Âmbito: Regional Pág: 42 Cores: Preto e Branco Área: 10,38 x 6,70 cm² Corte: 1 de 1 28

29 turisver.com, Miguel Fonseca felicitou João Passos pela vitória nas eleições da APAVT O candidato derrotado nas eleições à presidência da APAVT, Miguel Fonseca, felicitou na passada sexta-feira, "João Passos pela sua vitória, desejando-lhe o maior sucesso nestes próximos dois anos". Em nota informativa, Miguel Fonseca destacou também "a significativa afluência às urnas", considerando que a mesma constituiu "uma prova da vitalidade e interesse dos agentes de viagens em torno da sua associação empresarial, o que confere uma enorme legitimidade à APAVT para os representar". O candidato derrotado apelou ainda à união de todos os associados "em prol do sector" e agradeceu a todos os que votaram na lista B, "bem como a todos os que se empenharam na candidatura". I.M. 29

30 ambitur.pt, João Passos prossegue como Presidente da APAVT 11:43h - 18/12/2009 João Passos foi ontem reeleito presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo. A entidade foi ontem a votos para a eleição dos Corpos Sociais para o biénio 2010/2011 e a lista A ganhou as eleições com 59,4% dos votos, contra 39,7% da lista "B", liderada por Miguel Fonseca (director-geral da Turangra) e 0,9% de votos brancos. Um total de 219 associados exerceu o seu direito de voto nas eleições, um número que representa praticamente metade do universo eleitoral. Destes, 159 votaram presencialmente, 21 por correspondência (regiões autónomas dos Açores e da Madeira), 22 através de mandato e 17 por procuração. Os novos corpos sociais da APAVT para o Biénio 2010/2011 são: Assembleia Geral Presidente: José António Martins de Jesus - RASO-VIAGENS E TURISMO, SA Vice-Presidente: Joaquim Ferreira - OSÍRIS-VIAGENS E TURISMO, LDA 1º Secretário: Manuela Henriques - BOOKING-AG. VIAG. E TURISMO, LDA 2º Secretário: Carlos Costa - CLUB TOUR-VIAGENS E TURISMO, SA Conselho Fiscal Presidente: António Alves - SAFTUR-VIAGENS E TURISMO, LDA Vogal Efectivo: Luís Tavares - PORTIMAR-AG. VIAG. E TURISMO, LDA Vogal Efectivo: Pedro Barros - COSMOS-VIAGENS E TURISMO, SA Vogal Suplente: Vitor Osório - BETA-VIAGENS E TURISMO, LDA Vogal Suplente: Mafalda Bravo - ESCALATUR-VIAGENS E TURISMO, LDA Vogal Suplente: Luís Ferreira - AG. VIAG. ROTA DO ATLNTICO, SA Direcção Presidente: João Passos - INTERVISA-VIAGENS E TURISMO, SA Vice-Presidente: Pedro Costa Ferreira - MUNDO VIP-OPERADORES TURÍSTICOS, SA Vice-Presidente: Maria de Lourdes Diniz - ABA-SOC. PORT. DE AG. VIAG., LDA Vice-Presidente: Duarte Correia - TUI PORTUGAL-AG. VIAG. E TURISMO, SA Tesoureiro: Ilídio Gouveia - MUNDICLASSE-VIAGENS E TURISMO, SA Vogal: Tito Silva - CARAVELAS AG. VIAG. TUR. LDA Vogal: Maria José Silva - TURINVICTA-VIAGENS E TURISMO, LDA 1º Suplente: António Palha - ACP-VIAGENS E TURISMO, LDA 2º Suplente: Fernando Guimarães - AVIC-AUTOCARROS E VIAG. IRMÃOS CUNHA, SA 3º Suplente: António Gama - NORTRAVEL-AG. VIAG. E TURISMO, SA Delegados Regionais Norte: António Laranjeira - AVU-VIAGENS E TURISMO, LDA Algarve: Carlos Luís - TOPCAR-AG. VIAG. E TURISMO, LDA Açores: Catarina Cymbron - MELO, LDA-AGÊNCIA DE VIAGEM Madeira: João Welsh - TOP ATLNTICO MADEIRA-VIAG. E TUR., LDA 30

31 Diário de Leiria Tiragem: 2722 Pág: 18 Cores: Preto e Branco ID: MUNDIAL 2010 Programa para a África do Sul em Janeiro Period.: Diária Âmbito: Regional Área: 5,17 x 23,61 cm² Corte: 1 de 1 A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. Luís Lourenço assinalou que a experiência de grandes eventos desportivos anteriores indica que se vendem poucos pacotes de viagens para uma ou duas pessoas, normalmente são viagens de grupos de amigos com oito, 10 ou mais pessoas. Além disso há muitas viagens de incentivos de empresas, que oferecem viagens a melhores clientes, melhores empregados ou outras pessoas com quem se relacionam, precisou. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano já apelaram à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços na altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco dos preços praticados. l 31

32 Diário de Notícias da Madeira.pt, Economia João Passos reeleito Data: João Passos foi reeleito presidente da APAVT- Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo com 43 votos de diferença face à candidatura de Miguel Fonseca. O presidente eleito reuniu 59,4% dos votos expressos na eleição de ontem, face a 39,7% para a candidatura concorrente e 0,9% de votos brancos. As urnas fecharam com 219 votos, de um total de 443 associados, dos quais 159 votaram presencialmente, 21 por correspondência (Madeira e Açores), 22 através de mandato e 17 por procuração, diz um comunicado da associação. Os presidentes dos órgãos sociais eleitos são, para a Assembleia-geral, José António Martins de Jesus em representação da RASO Viagens e Turismo SA, para o Conselho Fiscal, António Alves em representação da SAFTUR-Viagens e Turismo Lda., e para a Direcção, João Manuel Correia Passos, em representação da Intervisa - Viagens e Turismo SA. 32

33 Diário dos Açores Tiragem: 3630 Pág: 8 Cores: Preto e Branco ID: Period.: Diária Área: 26,05 x 6,21 cm² Âmbito: Regional Corte: 1 de 2 Miguel Fonseca perde APAVT por não ter apoio de colegas açorianos João Passos venceu as eleições para a APA- VT, Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo, realizadas ontem, às quais concorria o açoriano, Miguel Fonseca, dono da agência de viagens Turangra. Miguel Fonseca teve 39.7% dos votos, e fonte da APAVT salientou que o candidato da lista A João Passos reunia o apoio dos empresários açorianos. O adversário de Miguel Fonseca para estas eleições, João Passos, era o actual presidente e vê agora o seu mandato ser renovado, com 59,4% dos 211 votos em sufrágio. Miguel Fonseca, que seria, em caso de vitória, primeiro açoriano a presidir a associação mais importante do sector do turismo criada em 1950, esteve nos últimos meses empenhado em transmitir o manifesto que pretendia implementar para os destinos da associação, mas vê o actual presidente João Passos continuar à frente dos destinos da associação. O apoio das agências de viagens e Turismo dos Açores dado ao candidato do continente, João Passos, poderá ter sido a causa de, neste momento, os Açores não terem um conterrâneo nas lides da associação mais importante do sector turismo nacional. 33

34 Diário dos Açores ID: Tiragem: 3630 Period.: Diária Âmbito: Regional Pág: 1 Cores: Cor Área: 25,82 x 4,22 cm² Corte: 2 de 2 Fonseca perde APAVT por não ter apoio de colegas açorianos página 8 34

35 Opção Turismo.com, João Passos reeleito na presidência da APAVT :04:28 A lista "A", liderada por João Passos, ganhou as eleições para os corpos sociais da APAVT para o biénio 2010/2011, com 59,4% dos votos, contra 39,7% da lista "B" e 0,9% de votos brancos. Um total de 219 associados exerceu o seu direito de voto nestas eleições, um número que representa praticamente metade do universo eleitoral. Destes, 159 votaram presencialmente, 21 por correspondência (regiões autónomas dos Açores e da Madeira), 22 através de mandato e 17 por procuração. Os presidentes dos órgãos sociais eleitos são, para a Assembleia Geral, José António Martins de Jesus, em representação da RASO Viagens e Turismo SA; para o Conselho Fiscal, António Alves, em representação da SAFTUR-Viagens e Turismo Lda.; e para a Direcção, João Manuel Correia Passos, em representação da Intervisa - Viagens e Turismo SA. 35

36 Presstur.com, João Passos reeleito presidente da APAVT com 59,4% dos votos Presstur (20h36) João Passos foi reeleito presidente da APAVT- Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo com 43 votos de diferença face à candidatura de Miguel Fonseca. O presidente eleito reuniu 59,4% dos votos expressos na eleição de hoje, face a 39,7% para a candidatura concorrente e 0,9% de votos brancos. As urnas fecharam às 18h00 com 217 votos, de um total de 443 associados, dos quais 159 votaram presencialmente, 21 por correspondência (Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores), 22 através de mandato e 17 por procuração, diz um comunicado da associação. Os presidentes dos órgãos sociais eleitos são, para a Assembleia-geral, José António Martins de Jesus em representação da RASO Viagens e Turismo SA, para o Conselho Fiscal, António Alves em representação da SAFTUR-Viagens e Turismo Lda., e para a Direcção, o João Manuel Correia Passos, em representação da Intervisa - Viagens e Turismo SA. Clique para ver mais: 36

37 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 32 Cores: Cor Área: 18,57 x 5,61 cm² Corte: 1 de 1 37

38 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 20 Cores: Cor Área: 23,20 x 30,70 cm² Corte: 1 de 1 38

39 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 4 Cores: Cor Área: 23,45 x 30,10 cm² Corte: 1 de 1 39

40 Publituris.pt, João Passos vence eleições da APAVT 43 votos fizeram a diferença entre as listas candidatas, tendo Passos sido reconduzido no cargo à presidência da APAVT. No Porto a lista A venceu com 33 votos, contra 17 da lista B, contando-se um voto em branco. No Algarve ambas as listas totalizaram 15 votos, havendo também um em branco. Os votos de Lisboa são contabilizados com as Ilhas, contando-se 82 votos para a lista A, 55 para a B e um em branco. Nas ilhas contaram-se 21 votos válidos e 9 não válidos. Pedro Costa Ferreira e Manuela Henriques representaram na mesa de voto a lista de Passos. Miguel Fonseca foi representado por João Moita e Alexandra Abelho. A mesa foi presidida pelo presidente da mesa da assembleia, Martins Jesus. À hora de fecho desta edição, João Passos não quis tecer quaisquer comentários ao Publituris. Miguel Fonseca limitou-se a desejar "os parabéns à lista A, à APAVT e ao sector". Liliana Cunha 40

41 RH Turismo.net, João Passos vence eleições para a APAVT com 59,4% dos votos 18-Dez-2009 João Passos vence eleições para a APAVT com 59,4% dos votos Com os resultados das eleições a serem aceites pelos delegados das duas listas concorrentes, a candidatura de João Passos (lista A), venceu com 59,4% dos votos, contra 39,7% dos votos obtidos pela lista B, tendo existido 0,9% de votos em branco. Num dos actos eleitorais com mais votantes na história da APAVT, e que segundo Martins Jesus, presidente da Mesa de Assembleia Geral, "não tiveram qualquer contestação, tendo os delegados de ambas as listas assinado a acta eleitoral nos três locais de voto", João Passos venceu a eleição com 130 votos num total de 219 votantes, obtendo a lista liderada por Miguel Fonseca 87 votos. Houve ainda dois votos em branco. Na mesa de voto instalada na sede da Associação em Lisboa, a lista A obteve 82 votos contra 55 da lista B, tendo existido um voto em branco. O mesmo aconteceu na mesa sediada na cidade do Porto, onde a lista de João Passos obteve 33 votos e a de Miguel Fonseca 17. No Algarve registou-se um empate entre as duas listas, a quinze votos. No acto eleitoral participaram 219 eleitores num total de 446 possíveis, o que representou uma abstenção a rondar os 50%. TURISVER 41

42 turisver.com, João Passos vence eleições para a APAVT com 59,4% dos votos Com os resultados das eleições a serem aceites pelos delegados das duas listas concorrentes, a candidatura de João Passos (lista A), venceu com 59,4% dos votos, contra 39,7% dos votos obtidos pela lista B, tendo existido 0,9% de votos em branco. Num dos actos eleitorais com mais votantes na história da APAVT, e que segundo Martins Jesus, presidente da Mesa de Assembleia Geral, "não tiveram qualquer contestação, tendo os delegados de ambas as listas assinado a acta eleitoral nos três locais de voto", João Passos venceu a eleição com 130 votos num total de 219 votantes, obtendo a lista liderada por Miguel Fonseca 87 votos. Houve ainda dois votos em branco. Na mesa de voto instalada na sede da Associação em Lisboa, a lista A obteve 82 votos contra 55 da lista B, tendo existido um voto em branco. O mesmo aconteceu na mesa sediada na cidade do Porto, onde a lista de João Passos obteve 33 votos e a de Miguel Fonseca 17. No Algarve registou-se um empate entre as duas listas, a quinze votos. No acto eleitoral participaram 219 eleitores num total de 446 possíveis, o que representou uma abstenção a rondar os 50%. 42

43 Presstur.com, João Passos foi reeleito presidente da APAVT com 43 votos de diferença face a Miguel Fonseca Presstur (20h36) João Passos foi reeleito presidente da APAVT- Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo com 43 votos de diferença face à candidatura de Miguel Fonseca. O presidente eleito reuniu 59,4% dos votos expressos na eleição de hoje, face a 39,7% para a candidatura concorrente e 0,9% de votos brancos. As urnas fecharam às 18h00 com 219 votos, de um total de 443 associados, dos quais 159 votaram presencialmente, 21 por correspondência (Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores), 22 através de mandato e 17 por procuração, diz um comunicado da associação. Os presidentes dos órgãos sociais eleitos são, para a Assembleia-geral, José António Martins de Jesus em representação da RASO Viagens e Turismo SA, para o Conselho Fiscal, António Alves em representação da SAFTUR-Viagens e Turismo Lda., e para a Direcção, o João Manuel Correia Passos, em representação da Intervisa - Viagens e Turismo SA. Clique para ver mais: 43

44 Presstur.com, Eleição dos novos corpos sociais da APAVT já receberam mais de cem votos Presstur (15h59) Mais de cem associados da APAVT - Presstur (15h59) Mais de cem associados da APAVT - Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo já exerceram o seu direito de voto nas eleições para a escolha dos novos corpos sociais à qual se apresentam duas listas lideradas por João Passos e Miguel Fonseca. Na rede social Twitter a associação vai fazendo a actualização da contagem dos votos que às 15h30 ultrapassava a centena, sem contar com os votos da Madeira e dos Açores. A APAVT tem cerca de 450 empresas associadas efectivas. A votação decorre até às 18h00. 44

45 Presstur.com, Agentes de viagens portugueses já votam para os novos corpos sociais da APAVT Presstur (13h56) A escolha dos novos corpos sociais da APAVT - Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, a que se apresentam duas listas, lideradas por João Passos e Miguel Fonseca, já está em curso nas mesas de voto instaladas em Lisboa, no Porto e em Faro. Fonte da Associação disse ao PressTUR que às 13h00, hora de abertura das urnas, na sua sede em Lisboa, onde a mesa é presidida pelo actual presidente da Assembleia Geral, Martins Jesus, estavam vários associados para exercer o direito de voto, entre eles o presidente actual da Direcção e candidato a novo mandato, João Passos. A mesma fonte indicou que a Associação também já recebeu os votos por correspondência dos associados residentes nos Açores e na Madeira. A APAVT tem cerca de 450 empresas associadas efectivas. A votação decorre até às 18h00. Clique para mais: 45

46 ID: Tiragem: Period.: Diária Âmbito: Informação Geral Pág: 22 Cores: Cor Área: 11,09 x 6,85 cm² Corte: 1 de 1 46

47 Diário Digital.pt, Mundial2010: Programas de viagens só em 2010 terça-feira, 15 de Dezembro de :05 A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. Diário Digital / Lusa 47

48 Expresso.pt, Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em 2010 Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Lusa 8:05Terça-feira, 15 de Dez de 2009 Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. 48

49 Lusa.pt, Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em de Dezembro de 2009, 08:05 Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. 49

50 OJE ID: INOVAR PARA... POR JACK SOIFER Tiragem: Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 7 Cores: Cor Área: 16,48 x 11,17 cm² Corte: 1 de 1 Dinamizar a construção NO RECENTE congresso da APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo), os agentes de viagem e os consultores internacionais disseram o oposto do que o Governo fez até agora. Querem qualidade no atendimento, sustentabilidade, personalização, nichos, e não mais do mesmo. Mas há quem insista em que qualidade se resume a hotéis de 5 estrelas, autoestradas e TGV. Desprezam os inquéritos aos que estiveram no congresso e, sobretudo as expectativas do turista do futuro. Existem milhares de famílias a residir em más condições e ao mesmo tempo temos 440 mil fogos que estão à venda há mais de 12 meses. É um enorme capital social e financeiro que não está a render nada. Há que flexibilizar as regras para poder utilizá-lo. Só para ganhar mais-valias, as autarquias autorizam aldeamentos criminosos, localizados em falésias e reservas naturais junto ao mar, quando o turista do futuro quer evitar aglomerações. Devemos proibir qualquer nova construção a menos de 3 quilómetros da orla marítima. Temos de impedir aldeamentos e hoteis com mais de 80 unidades, mesmo que tenham algo de verde entre elas, pois ficarão vazios, como os actuais. O que mais nos falta é recuperar o património, prédios no centro das cidades, adicionar parques ao deserto de betão nas zonas da grande Lisboa e grande Porto. Comente este texto na secção Opinião em Estas obras criam muito emprego e gastam pouco cimento e ferro. Será por isto que, ao contrário do que se faz por toda a Europa, por cá estes planos não avançam? Einstein disse que a crise é a maior bênção para as pessoas e os países é quando nascem os inventos, as descobertas e grandes estratégias. Chegou a hora de deixar o mais do mesmo e, como corajosos navegadores, singrar por mares já vistos pelos reais inovadores? Com Vieira da Silva, Dulce Pássaro, António Serrano e Bernardo Trindade, temos tudo para poder inovar. Vamos a isso? Ler mais no livro O Futuro do Turismo. 50

51 Portugal Zone.com, Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em 2010 December 15, 2009 Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em 2010 Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. 51

52 Portugalmail.pt, Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em 2010 A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. Luís Lourenço assinalou que a experiência de grandes eventos desportivos anteriores indica que se vendem poucos pacotes de viagens para uma ou duas pessoas, normalmente são viagens de grupos de amigos com oito, 10 ou mais pessoas. Além disso há muitas viagens de incentivos de empresas, que oferecem viagens a melhores clientes, melhores empregados ou outras pessoas com quem se relacionam, precisou. Luís Lourenço sublinhou que devido à distância da África do Sul e ao custo das passagens aéreas entre Portugal e aquele país, as deslocações não serão só para um jogo nesta primeira fase e a procura incidirá principalmente em pacotes que incluem pelo menos os três jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial de futebol. Luís Lourenço, disse à agência Lusa que é habitual neste tipo de eventos um agravamento significativo de preços porque há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e "transfers", sem incluir bilhetes para os jogos, poderá custar acima de quatro mil euros. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano já apelaram à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços na altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco dos preços praticados. FVZ. Autor: lusa a 15 Dezembro :05 52

53 RTP Online.pt, Programa de viagens A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da Agência Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Luís Lourenço, vice-presidente da associação já revelou que os contactos efectuados com agências de viagens, membros da associação, fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e "transfers", sem incluir bilhetes para os jogos, poderá custar acima de quatro mil euros. O mesmo responsável precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. Luís Lourenço assinalou que a experiência de grandes eventos desportivos anteriores indica que se vendem poucos pacotes de viagens para uma ou duas pessoas, normalmente são viagens de grupos de amigos com oito, 10 ou mais pessoas. Além disso há muitas viagens de incentivos de empresas, que oferecem viagens a melhores clientes, melhores empregados ou outras pessoas com quem se relacionam, precisou. Luís Lourenço sublinhou que devido à distância da África do Sul e ao custo das passagens aéreas entre Portugal e aquele país, as deslocações não serão só para um jogo nesta primeira fase e a procura incidirá principalmente em pacotes que incluem pelo menos os três jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial de futebol. c/lusa 53

54 Sic Online.pt, Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em 2010 Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. 54

55 turisver.com, Revista Turisver de 5 de Dezembro já está online Pode já ser consultado online o conteúdo integral (textos, fotos, publicidade e suplementos especiais) da edição de 5 de Dezembro da revista Turisver. Um número muito especial porque assinala o 24º aniversário da publicação e, assim, a entrada no 25º ano de existência. Neste número de aniversário, a edição faz capa com a reportagem sobre o 35º Congresso da APAVT que decorreu em Vilamoura, e a entrevista com Nazir Kurgi, administrador do grupo VIP Hotels. Também a merecer destaque, a apresentação da oferta de Inverno em Espanha, e o workshop de Brasília, bem como a acção de formação no destino Tunísia que o operador turístico Entremares promoveu. Para além das habituais rubricas que sempre se incluem na Turisver, destacamos ainda a apresentação da Brussels Airlines promovida pela companhia em Lisboa, poucos dias antes da sua entrada na Star Alliance. A inauguração do Hotel Vale do Navio, o mais recente quatro estrelas da ilha de São Miguel, uma inovadora licenciatura em gestão hoteleira promovida pelo ISEC e uma pequena conversa com Luggi Vale sobre os investimentos do Grupo Pestana do Brasil, são outros dos temas que pode ler na Turisver de 5 de Dezembro. Desta edição faz ainda parte um dossier especial sobre a Madeira e Porto Santo. Como sempre, para aceder ao conteúdo integral da revista basta clicar em cima da capa da edição que se visualiza no canto direito da homepage do site ou da nossa newsletter. F.R. 55

56 Viajar ID: Tiragem: 7000 Period.: Bimensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 30 Cores: Cor Área: 22,35 x 30,88 cm² Corte: 1 de 1 56

57 Visão Online.pt, Futebol: Programas de viagens para o campeonato mundial da África do Sul só em 2010 Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Lisboa, 15 Dez (Lusa) - A partir do princípio de 2010 deverão estar disponíveis os primeiros programas de viagens para assistir aos jogos de Portugal na primeira fase do campeonato mundial da África do Sul, indicou um dirigente da APAVT. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que os contactos que efectuou com agências de viagens membros da associação fazem prever que não sejam divulgados programas antes do próximo ano. Precisou que as organizações turísticas estão numa fase de saber disponibilidades e preços de viagens para a África do Sul, viagens internas entre os locais onde se efectuam os jogos e dos hotéis para construir aqueles programas. 57

58 OJE ID: RETOMA NO TURISMO NACIONAL SÓ EM 2011 Tiragem: Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 12 Cores: Cor Área: 28,91 x 34,63 cm² Corte: 1 de 3 O fraco crescimento da economia e a alta do desemprego vão adiar a retoma do sector do turismo português até Apostas em nichos de mercado, consolidação do mercado e mais promoção são algumas das estratégias contra a crise. Por Luís Gonçalves Fonte Oxford Economics WTTC: PREVISÕES PARA PORTUGAL - SECTOR DO TURISMO Cenários para a retoma Contribuição do sector para o PIB Fonte Oxford Economics Osector do turismo português vai acompanhar a tendência mundial e não irá registar uma retoma sustentável antes de Governo, operadores, agências de viagem e outros players estão a apelar à consolidação do mercado, sobretudo das empresas mais pequenas para enfrentar a crise. Durante o 35º congresso da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), João Passos, presidente da associação, afirmou que com o actual clima económico não se vislumbra um retoma suficientemente sustentada para enfrentar o futuro com tranquilidade. De facto, os mais recentes dados da economia e do sector, apesar de melhores que o esperados há meses, estão ainda longe dos registados antes da crise. Se Portugal e Zona Euro já saíram da recessão este ano, o crescimento estimado para 2010 não será ainda suficiente para assegurar uma retoma. As últimas previsões da Comissão Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) a- pontam para um crescimento de Portugal de 0,3% e 0,8% em 2010, respectivamente. Em 2011, a economia portuguesa não deverá expandir-se mais do que 1,5%, refere a OCDE. O desemprego está já acima dos 10% e o rating da dívida pública nacional já foi reduzido para negativo pela Stan- 58

59 OJE Tiragem: Pág: 13 Cores: Cor ID: Entre Janeiro e Setembro, as receitas do sector em Portugal caíram 8% face ao período homólogo e o emprego só deverá recuperar em 2011 dard&poor s e a Fitch, tornando mais caro o financiamento externo do país. Estes factores vão ter efeitos directos sobre as empresas turísticas, das agências ao transporte, dos operadores à hotelaria. O secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Taleb Rifai, alertou, durante o congresso da APAVT, que o desemprego, o fim dos planos de estímulo às economias e a eventual subida de impostos vão ser os principais riscos para A estes, acrescem as dificuldades de acesso ao crédito por parte das empresas ou a redução de gastos em viagens por parte das famílias, receosas com a escalada do desemprego. O tempo actual não é o de um 11 de Setembro que passa rapidamente, acrescentou Rifai. Em Portugal, os bons velhos tempos já não vão voltar, adiantou Pedro Costa Ferreira, presidente executivo do Mundo Vip. O responsável da empresa do universo da Espírito Santo Viagens acrescentou ainda que o mercado tem espaço para novas consolidações. Uma ideia defendida também por Luís Patrão, presidente do Turismo de Portugal, que incentivou as pequenas e médias empresas do sector a juntarem-se para combater a crise e a queda da procura. O responsável, notando que existe um limite para a saída de turistas portugueses para o exterior, encorajou os empresários a juntarem as suas operações e ganhar força para construir uma operação turística mais forte no exterior. Em Portugal, 2009 será um ano no vermelho. Segundo dados avançados pelo Secretário de Estado do Turismo, Bernando Trindade, as receitas do sector tinham, entre Janeiro e Setembro, caído 8% face ao período homólogo de 2008, os proveitos cerca de 10%, as dormidas 6% e o número de hóspedes 4%. O governante notou que já se sente uma recuperação nos últimos três meses do ano e que uma retoma, ainda que ligeira, irá ocorrer já no próximo. Também a World Travel & Tourism Council reviu em alta as suas previsões para a evolução do sector em Portugal. O turismo vai começar a contribuir positivamente para o PIB já em 2010 (cerca de 0,5%) e no ano seguinte perto de 2%. Em Janeiro, o WTTC estimava que a contribuição do sector fosse apenas de 1% em Porém, o emprego e o investimento das empresas do sector vão continuar em contracção durante de Em 2011, as empresas vão aumentar os seus investimentos em 6% e voltar a contratar novos colaboradores, refere a instituição. Portugal está a acompanhar o resto do Mundo e as previsões indicam que o cenário vai ser mais positivo, afirmou Jean- Claude Baumgarten, presidente do WTTC. Temos de estar em harmonia, viver com o nosso orçamento e viver com menos crédito, salientou o responsável, lembrando que aposta em nichos pode ser uma boa solução para a crise. O WTTC estima que depois da crise o sector do turismo cresça a um ritmo de 4% ao ano. Já a Organização Mundial do Turismo espera um crescimento global do sector apenas na segunda metade de 2010 com taxas entre 1 e 3%. A Europa deverá expandir-se a um ritmo menor e pode mesmo estagnar no próximo ano e as economias emergentes sofrer com os efeitos do pós-crise, afirmou o secretário-geral, Taleb Rifai. Mais cauteloso está o WTTC, que espera o início da recuperação só em 2010 e uma retoma sustentável em 2011 com o sector a expandir-se a um ritmo de 4% ao ano. Porém, os diversos riscos inerentes a esta projecção, como a subida do desemprego, uma eventual nova vaga da crise financeira e consequente restrição do crédito, podem provocar uma retoma em forma de W que levaria a uma nova queda no crescimento em 2010 e recuperação em meados de 2011, alertou Jean-Claude Baumgarten. Em Portugal, o turismo movimenta mais de 18 mil milhões de euros (11% do PIB) e emprega directa e indirectamente cerca de 12% da população activa. 21 MIL EM CABO VERDE A Soltrópico, maior operador turístico nacional em Cabo Verde, anunciou que pretende fechar o ano de 2009 com 21 mil turistas transportados para o arquipélago, um valor ligeiramente abaixo do estimado no início do ano (22 mil). A crise financeira e o surto de dengue em Cabo Verde foram os principais motivos apontados para a desaceleração do fluxo de turistas portugueses. Novembro foi o mês mais fraco passageiros transportados - devido às notícias que proliferam em Portugal sobre o surto de dengue em Cabo Verde. Para 2010, a Soltrópico estima uma ano de crescimento para o destino Cabo Verde devido ao sucesso do deste junto dos portugueses. Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. Área: 29,20 x 35,09 cm² Corte: 2 de 3 CONGRESSOS E MUNDIAL DE FUTEBOL SÃO METAS Captação de congressos, aposta no turismo sénior, gastronomia e alargamento da promoção às comunidades de emigrantes são alguns dos objectivos do Governo para o sector. O turismo vai ser, a par da energia e florestas, a aposta da política económica Oturismo vai ser um dos três eixos da política económica do actual governo, a par das florestas e energia, sendo uma área essencial no programa do executivo, afirmou o ministro da Economia. No seu primeiro acto público como detentor da pasta da Economia, Vieira da Silva traçou, no 35º Congresso da APAVT, as cinco linhas estratégicas que o governo pretende seguir para o turismo nacional: criação de uma linha específica para o Turismo no QREN, captação de grandes investimentos internacionais, aposta na qualificação, reforço da captação turística com apoio a eventos, aposta na gastronomia e no turismo sénior. Com a contenção dos gastos das famílias devido à crise e desemprego, o governo pretende reforçar a aposta no turismo interno e vai investir no alargamento do programa Portugal Maior 2010 (actualmente em Portugal e Espanha) para os países com comunidades de emigrantes portugueses como França, Venezuela e África do Sul. Neste último, Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, afirmou que vai ser dado enfoque especial na promoção de Portugal devido à realização do Campeonato Mundial de Futebol. No combate à sazonalidade, o governo pretende alocar um milhão de euros em três anos com possível reforço - para a captação de grandes congressos (com mais de mil participantes), sejam eles organizados por entidades nacionais ou estrangeiras. Este projecto será feito em parceria com a ANA Aeroportos de Portugal, Turismo de Portugal e regiões de turismo. O governo vai ainda reforçar a linha de crédito para a tesouraria das PME s do turismo em 50 milhões de euros, que passará a deter uma verba de 150 milhões de euros. Esta linha de crédito pretende ajudar as empresas a enfrentar a restrição de crédito devido à crise e apoiar os fundos de maneio. Entre Setembro e Outubro, a taxa de utilização deste veículo disparou de 38% para 75%. MENOS QUEIXAS NAS VIAGENS As reclamações de agências de viagens diminuíram este ano cerca de 8%, revelou Vera Jardim, provedor do cliente da Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Entre Janeiro e 18 de Novembro, o provedor diz ter recebido 787 queixas e até ao final do ano é expectável que fiquem abaixo das 983 recebidas em Das queixas apresentadas, 126 foram relativas às más condições de alojamento, 115 a alterações do programa ao nível de horários, itinerários ou mudanças de alojamento. Já os atrasos nos voos motivaram 33 reclamações, a ausência de guia levou a 22 queixas de clientes e a perda de bagagem outras 27, anunciou Vera Jardim, à margem do 35º congresso da APAVT. O provedor aconselhou os clientes a fazerem seguros de viagem e às agências que provem as despesas efectuadas. Turismo de Portugal quer dotação de 600 milhões de euros do QREN para o Turismo até 2013, com dois concursos anuais de 30 a 50 milhões de euros cada um Bernardo Trindade anunciou também que a gastronomia vai ser um dos eixos estratégicos da promoção em Para este fim, será lançado o programa Plano Gastronomia XXI que irá tentar criar pontes e um plano de formação entre as escolas de turismo e hotelaria, os industriais do sector e regiões locais de turismo para a promoção da gastronomia local. O sector passou ainda a ter acesso directo, pela primeira vez, a uma dotação de 31,5 milhões de euros no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) e o o presidente do Turismo de Portugal pretende aumentar esta verba até 600 milhões de euros até Luis Patrão refere que uma boa meta será a criação de dois concursos por ano para turismo com verbas entre 30 a 50 milhões de euros cada um. Nos concurso do QREN não se podem misturar padarias, fábricas de sofá e empresas de turismo, adiantou o responsável. Para 2010, o Turismo de Portugal vai ter um orçamento de 300 milhões de euros e espera lançar um relatório de sustentabilidade. 59

60 OJE Tiragem: Pág: 1 Cores: Cor ANÁLISE ID: Period.: Diária Âmbito: Economia, Negócios e. ESTRATÉGIA PASSA PELOS NICHOS DE MERCADO E CONSOLIDAÇÃO Sector do turismo só espera retoma a partir de 2011 O SECTOR português do Turismo deverá começar a sua retoma efectiva apenas em 2011, estimam os responsáveis do sector ouvidos pelo OJE. A tendência é semelhante à de outras áreas de actividade igualmente afectadas pela recessão, da qual só agora se começa a ver o seu termo. O turismo, porém, está a ser especialmente afectado pelas dificuldades de acesso ao crédito e a redução dos gastos em viagens por parte das famílias, receosas com a escalada, ainda persistente, dos números do desemprego. A aposta em nichos de mercado na promoção dos destino e, acima de tudo, na consolidação do negócio constituem os grandes vectores estratégicos. Área: 23,64 x 7,47 cm² Corte: 3 de 3 Págs. centrais 60

61 OJE.pt, Retoma no turismo nacional só em /12/09, 01:00 Por Luís Gonçalves/OJE O fraco crescimento da economia e a alta do desemprego vão adiar a retoma do sector do turismo português até Apostas em nichos de mercado, consolidação do mercado e mais promoção são algumas das estratégias contra a crise. O sector do turismo português vai acompanhar a tendência mundial e não irá registar uma retoma sustentável antes de Governo, operadores, agências de viagem e outros players estão a apelar à consolidação do mercado, sobretudo das empresas mais pequenas para enfrentar a crise. Durante o 35º congresso da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), João Passos, presidente da associação, afirmou que com o "actual clima económico não se vislumbra um retoma suficientemente sustentada para enfrentar o futuro com tranquilidade". De facto, os mais recentes dados da economia e do sector, apesar de melhores que o esperados há meses, estão ainda longe dos registados antes da crise. Se Portugal e Zona Euro já saíram da recessão este ano, o crescimento estimado para 2010 não será ainda suficiente para assegurar uma retoma. As últimas previsões da Comissão Europeia e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) apontam para um crescimento de Portugal de 0,3% e 0,8% em 2010, respectivamente. Em 2011, a economia portuguesa não deverá expandir-se mais do que 1,5%, refere a OCDE. O desemprego está já acima dos 10% e o rating da dívida pública nacional já foi reduzido para negativo pela Standard&Poor s e a Fitch, tornando mais caro o financiamento externo do país. Estes factores vão ter efeitos directos sobre as empresas turísticas, das agências ao transporte, dos operadores à hotelaria. O secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Taleb Rifai, alertou, durante o congresso da APAVT, que o desemprego, o fim dos planos de estímulo às economias e a eventual subida de impostos vão ser os principais riscos para A estes, acrescem as dificuldades de acesso ao crédito por parte das empresas ou a redução de gastos em viagens por parte das famílias, receosas com a escalada do desemprego. "O tempo actual não é o de um 11 de Setembro que passa rapidamente", acrescentou Rifai. "Em Portugal, os bons velhos tempos já não vão voltar", adiantou Pedro Costa Ferreira, presidente executivo do Mundo Vip. O responsável da empresa do universo da Espírito Santo Viagens acrescentou ainda que o mercado tem espaço para novas consolidações. Uma ideia defendida também por Luís Patrão, presidente do Turismo de Portugal, que incentivou as pequenas e médias empresas do sector a juntarem-se para combater a crise e a queda da procura. O responsável, notando que existe um limite para a saída de turistas portugueses para o exterior, encorajou os empresários a juntarem as suas operações e ganhar força para "construir uma operação turística mais forte no exterior". Em Portugal, 2009 será um ano no vermelho. Segundo dados avançados pelo Secretário de Estado do Turismo, Bernando Trindade, as receitas do sector tinham, entre Janeiro e Setembro, caído 8% face ao período homólogo de 2008, os proveitos cerca de 10%, as dormidas 6% e o número de hóspedes 4%. O governante notou que já se sente uma recuperação nos últimos três meses do ano e que uma retoma, ainda que ligeira, irá ocorrer já no próximo. Também a World Travel & Tourism Council reviu em alta as suas previsões para a evolução do sector em Portugal. O turismo vai começar a contribuir positivamente para o PIB já em 2010 (cerca de 0,5%) e no ano seguinte perto de 2%. Em Janeiro, o WTTC estimava que a contribuição do sector fosse apenas de 1% em Porém, o emprego e o investimento das empresas do sector vão continuar em contracção durante de Em 2011, as empresas vão aumentar os seus investimentos em 6% e voltar a contratar novos colaboradores, refere a instituição. "Portugal está a acompanhar o resto do Mundo e as previsões indicam que o cenário vai ser mais positivo", afirmou Jean-Claude Baumgarten, presidente do WTTC. "Temos de estar em harmonia, viver com o nosso orçamento e viver com menos crédito", salientou o responsável, lembrando que aposta em nichos pode ser uma boa solução para a crise. O WTTC estima que depois da crise o sector do turismo cresça a um ritmo de 4% ao ano. Já a Organização Mundial do Turismo espera um crescimento global do sector apenas na segunda metade de 2010 com taxas entre 1 e 3%. A Europa deverá expandir-se a um ritmo menor e pode mesmo estagnar no próximo ano e as economias emergentes sofrer com os efeitos do pós-crise, afirmou o secretário-geral, Taleb Rifai. Mais cauteloso está o WTTC, que espera o início da recuperação só em 2010 e uma retoma sustentável em 2011 com o sector a expandir-se a um ritmo de 4% ao ano. Porém, os diversos riscos inerentes a esta projecção, como a subida do desemprego, uma eventual nova vaga da crise financeira e consequente restrição do crédito, podem provocar uma retoma em forma de "W" que levaria a uma nova queda no crescimento em 2010 e recuperação em meados de 2011, alertou Jean-Claude Baumgarten. Em Portugal, o turismo movimenta mais de 18 mil milhões de euros (11% do PIB) e emprega directa e indirectamente cerca de 12% da população activa. 61

62 A Soltrópico, maior operador turístico nacional em Cabo Verde, anunciou que pretende fechar o ano de 2009 com 21 mil turistas transportados para o arquipélago, um valor ligeiramente abaixo do estimado no início do ano (22 mil). A crise financeira e o surto de dengue em Cabo Verde foram os principais motivos apontados para a desaceleração do fluxo de turistas portugueses. Novembro foi o mês mais fraco passageiros transportados - devido às notícias que "proliferam em Portugal sobre o surto de dengue em Cabo Verde". Para 2010, a Soltrópico estima uma ano de crescimento para o destino Cabo Verde devido ao sucesso do deste junto dos portugueses. Captação de congressos, aposta no turismo sénior, gastronomia e alargamento da promoção às comunidades de emigrantes são alguns dos objectivos do Governo para o sector. O turismo vai ser, a par da energia e florestas, a aposta da política económica O turismo vai ser um dos três eixos da política económica do actual governo, a par das florestas e energia, sendo uma "área essencial" no programa do executivo, afirmou o ministro da Economia. No seu primeiro acto público como detentor da pasta da Economia, Vieira da Silva traçou, no 35º Congresso da APAVT, as cinco linhas estratégicas que o governo pretende seguir para o turismo nacional: criação de uma linha específica para o Turismo no QREN, captação de grandes investimentos internacionais, aposta na qualificação, reforço da captação turística com apoio a eventos, aposta na gastronomia e no turismo sénior. Com a contenção dos gastos das famílias devido à crise e desemprego, o governo pretende reforçar a aposta no turismo interno e vai investir no alargamento do programa Portugal Maior 2010 (actualmente em Portugal e Espanha) para os países com comunidades de emigrantes portugueses como França, Venezuela e África do Sul. Neste último, Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, afirmou que vai ser dado enfoque especial na promoção de Portugal devido à realização do Campeonato Mundial de Futebol. No combate à sazonalidade, o governo pretende alocar um milhão de euros em três anos - com possível reforço - para a captação de grandes congressos (com mais de mil participantes), sejam eles organizados por entidades nacionais ou estrangeiras. Este projecto será feito em parceria com a ANA - Aeroportos de Portugal, Turismo de Portugal e regiões de turismo. O governo vai ainda reforçar a linha de crédito para a tesouraria das PME s do turismo em 50 milhões de euros, que passará a deter uma verba de 150 milhões de euros. Esta linha de crédito pretende ajudar as empresas a enfrentar a restrição de crédito devido à crise e apoiar os fundos de maneio. Entre Setembro e Outubro, a taxa de utilização deste veículo disparou de 38% para 75%. Bernardo Trindade anunciou também que a gastronomia vai ser um dos eixos estratégicos da promoção em Para este fim, será lançado o programa Plano Gastronomia XXI que irá tentar criar pontes e um plano de formação entre as escolas de turismo e hotelaria, os industriais do sector e regiões locais de turismo para a promoção da gastronomia local. O sector passou ainda a ter acesso directo, pela primeira vez, a uma dotação de 31,5 milhões de euros no âmbito do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) e o o presidente do Turismo de Portugal pretende aumentar esta verba até 600 milhões de euros até Luis Patrão refere que uma boa meta será a criação de dois concursos por ano para turismo com verbas entre 30 a 50 milhões de euros cada um. "Nos concurso do QREN não se podem misturar padarias, fábricas de sofá e empresas de turismo", adiantou o responsável. Para 2010, o Turismo de Portugal vai ter um orçamento de 300 milhões de euros e espera lançar um relatório de sustentabilidade. As reclamações de agências de viagens diminuíram este ano cerca de 8%, revelou Vera Jardim, provedor do cliente da Associação Portuguesa da Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Entre Janeiro e 18 de Novembro, o provedor diz ter recebido 787 queixas e até ao final do ano é expectável que fiquem abaixo das 983 recebidas em Das queixas apresentadas, 126 foram relativas às más condições de alojamento, 115 a alterações do programa ao nível de horários, itinerários ou mudanças de alojamento. Já os atrasos nos voos motivaram 33 reclamações, a ausência de guia levou a 22 queixas de clientes e a perda de bagagem outras 27, anunciou Vera Jardim, à margem do 35º congresso da APAVT. O provedor aconselhou os clientes a fazerem seguros de viagem e às agências que provem as despesas efectuadas. 62

63 Jornal da Madeira.pt, Mercado de cruzeiros sobe cerca de 11% Delegado da APAVT na Madeira prevê resultados animadores para este ano O porto do Funchal, segundo o presidente da Assembleia Geral da AGEPOR - Associação de Agentes de Navegação de Portugal, deverá registar, este ano, um aumento ao nível do mercado de cruzeiros. Conforme referiu, João Welsh, nós perspectivamos que, no final do ano, se registe um crescimento na ordem dos 6% no número de escalas e de 11% no número de passageiros. Estamos a falar num número próximo das 300 escalas e na ordem dos mil passageiros. São taxas de crescimento assinaláveis se tivermos em consideração os altos ritmos de crescimento obtido nos últimos anos e que se traduzem em números muito significativos para o porto do Funchal e para a economia da Região. As receitas para a Região resultantes deste sector turístico, conforme referiu, irão atingir este ano um valor na ordem dos 45 milhões de euros colocando-o seguramente em segundo nos bens transaccionáveis da Região, logo a seguir ao turismo tradicional. Ou seja, um forte gerador de riqueza real e sustentada para a Madeira. Nova gare vem dignificar a operação Numa altura em que o mercado de cruzeiros está a crescer, João Welsh considera também importante a aposta na nova gare para o porto do Funchal. Pois, tal como afirmou, ela vai permitir dignificar a operação com um acesso dos passageiros com mais conforto e mais segurança, o que é fundamental. A promoção do porto do Funchal, segundo João Welsh, tem sido feita com um nível de agressividade bastante elevado. Isso iniciou-se com ex-secretário regional da Economia, Pereira de Gouveia, juntamente com a antiga administração dos Portos que, na altura, deram um impulso significativo na promoção e comercialização do Porto do Funchal. E, a partir daí, tem-se mantido sempre esses níveis de contactos comerciais directos com os armadores e nas feiras profissionais do sector. João Welsh diz também que a parceria com Canárias tem dado bons resultados, que é o "Cruising in the Atlantic". O importante é manter-se esse esforço promocional do porto do Funchal. Não podemos parar, todos os anos temos de estar presentes, todos os anos temos que promover e estou certo que vamos continuar a manter estes resultados de crescimentos anuais a que temos assistido. Até porque, na opinião do presidente da Assembleia Geral da Agepor, esta indústria dos cruzeiros está a crescer. Há cada vez mais navios. Há cada vez mais passageiros. E, por isso, é natural que se promovermos bem vamos ter mais escalas no porto do Funchal. Ampliação deverá ser o próximo desafio Na sua opinião, temos é de ter em atenção que os novos navios construídos têm tonelagens cada vez mais elevadas, atingindo muitos destes paquetes mais de 300 metros de cumprimento. Esta realidade coloca-nos como grande desafio dotar o porto do número de espaços necessários para amarração dos navios. Não podemos correr riscos de perder escalas por não haver espaço. Por isso, temos de encontrar, rapidamente, uma solução para mais um ou dois navios e isso terá de ser, no futuro próximo, a grande prioridade. Outra das áreas que considera fundamentais são os preços praticados. Tal como afirmou, temos de evitar que as taxas do porto do Funchal sejam mais elevadas que os portos nossos vizinhos. O benchmark de taxas tem de se constituir um processo de gestão com regularidade anual. Dito isto, não temos de ter taxas mais baixas que as actuais e que os outros portos, porque o porto do Funchal é reconhecido, pelos passageiros, - e isto com base em inquéritos realizados pelas companhias - como um dos portos que mais apreciam nesta zona. E, por isso, nós não temos a necessidade de reduzir taxas só por reduzir já que tal politica não iria resultar em mais escalas e constituiria uma importante quebra de receitas para a Região. Companhias satisfeitas com as taxas praticadas Conforme referiu, há quem tenha essa preocupação, mas eu acho que nós estamos a crescer, e se estamos a crescer é porque as companhias de cruzeiro estão satisfeitas e confortáveis com o actual preçário. Temos de acreditar no produto e não avançar com politicas perigosas de saldos. Temos é que acompanhar os restantes portos. Também não podemos ser mais caros, porque seria um erro. Poderíamos, eventualmente, por essa via, perder escalas de reposicionamento, único segmento em que os portos vizinho se constituem como concorrentes e não como portos complementares e de factor de atractividade para o destino Atlântico. Temos de apostar na requalificação do porto e isso é que é importante. Complementaridade entre as ilhas atlânticas Relativamente aos Açores, João Welsh não considera que haja concorrência, embora, reconheça que os Açores têm vindo a fazer um investimento muito grande no porto de Ponta Delgada, nas Portas do Mar. Estão, de facto a crescer, nos últimos anos tornaram-se muito mais agressivos nas acções comerciais que têm feito e eu tenho sentido isso mesmo nas feiras. No entanto, João Welsh recorda que é preciso termos sempre em atenção que estão a crescer a partir de uma base muito mais baixa que a nossa. Neste momento, devem rondar as 50 escalas anuais, enquanto que a Madeira tem cerca de 300 escalas. É uma realidade completamente diferente. Nós somos um dos portos mais importantes de toda esta zona e estou convencido de que vamos continuar a ser. 63

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65 Jornal da Madeira.pt, Mercado de cruzeiros sobe cerca de 11% Delegado da APAVT na Madeira prevê resultados animadores para este ano O porto do Funchal, segundo o presidente da Assembleia Geral da AGEPOR - Associação de Agentes de Navegação de Portugal, deverá registar, este ano, um aumento ao nível do mercado de cruzeiros. Conforme referiu, João Welsh, nós perspectivamos que, no final do ano, se registe um crescimento na ordem dos 6% no número de escalas e de 11% no número de passageiros. Estamos a falar num número próximo das 300 escalas e na ordem dos mil passageiros. São taxas de crescimento assinaláveis se tivermos em consideração os altos ritmos de crescimento obtido nos últimos anos e que se traduzem em números muito significativos para o porto do Funchal e para a economia da Região. As receitas para a Região resultantes deste sector turístico, conforme referiu, irão atingir este ano um valor na ordem dos 45 milhões de euros colocando-o seguramente em segundo nos bens transaccionáveis da Região, logo a seguir ao turismo tradicional. Ou seja, um forte gerador de riqueza real e sustentada para a Madeira. Nova gare vem dignificar a operação Numa altura em que o mercado de cruzeiros está a crescer, João Welsh considera também importante a aposta na nova gare para o porto do Funchal. Pois, tal como afirmou, ela vai permitir dignificar a operação com um acesso dos passageiros com mais conforto e mais segurança, o que é fundamental. A promoção do porto do Funchal, segundo João Welsh, tem sido feita com um nível de agressividade bastante elevado. Isso iniciou-se com ex-secretário regional da Economia, Pereira de Gouveia, juntamente com a antiga administração dos Portos que, na altura, deram um impulso significativo na promoção e comercialização do Porto do Funchal. E, a partir daí, tem-se mantido sempre esses níveis de contactos comerciais directos com os armadores e nas feiras profissionais do sector. João Welsh diz também que a parceria com Canárias tem dado bons resultados, que é o "Cruising in the Atlantic". O importante é manter-se esse esforço promocional do porto do Funchal. Não podemos parar, todos os anos temos de estar presentes, todos os anos temos que promover e estou certo que vamos continuar a manter estes resultados de crescimentos anuais a que temos assistido. Até porque, na opinião do presidente da Assembleia Geral da Agepor, esta indústria dos cruzeiros está a crescer. Há cada vez mais navios. Há cada vez mais passageiros. E, por isso, é natural que se promovermos bem vamos ter mais escalas no porto do Funchal. Ampliação deverá ser o próximo desafio Na sua opinião, temos é de ter em atenção que os novos navios construídos têm tonelagens cada vez mais elevadas, atingindo muitos destes paquetes mais de 300 metros de cumprimento. Esta realidade coloca-nos como grande desafio dotar o porto do número de espaços necessários para amarração dos navios. Não podemos correr riscos de perder escalas por não haver espaço. Por isso, temos de encontrar, rapidamente, uma solução para mais um ou dois navios e isso terá de ser, no futuro próximo, a grande prioridade. Outra das áreas que considera fundamentais são os preços praticados. Tal como afirmou, temos de evitar que as taxas do porto do Funchal sejam mais elevadas que os portos nossos vizinhos. O benchmark de taxas tem de se constituir um processo de gestão com regularidade anual. Dito isto, não temos de ter taxas mais baixas que as actuais e que os outros portos, porque o porto do Funchal é reconhecido, pelos passageiros, - e isto com base em inquéritos realizados pelas companhias - como um dos portos que mais apreciam nesta zona. E, por isso, nós não temos a necessidade de reduzir taxas só por reduzir já que tal politica não iria resultar em mais escalas e constituiria uma importante quebra de receitas para a Região. Companhias satisfeitas com as taxas praticadas Conforme referiu, há quem tenha essa preocupação, mas eu acho que nós estamos a crescer, e se estamos a crescer é porque as companhias de cruzeiro estão satisfeitas e confortáveis com o actual preçário. Temos de acreditar no produto e não avançar com politicas perigosas de saldos. Temos é que acompanhar os restantes portos. Também não podemos ser mais caros, porque seria um erro. Poderíamos, eventualmente, por essa via, perder escalas de reposicionamento, único segmento em que os portos vizinho se constituem como concorrentes e não como portos complementares e de factor de atractividade para o destino Atlântico. Temos de apostar na requalificação do porto e isso é que é importante. Complementaridade entre as ilhas atlânticas Relativamente aos Açores, João Welsh não considera que haja concorrência, embora, reconheça que os Açores têm vindo a fazer um investimento muito grande no porto de Ponta Delgada, nas Portas do Mar. Estão, de facto a crescer, nos últimos anos tornaram-se muito mais agressivos nas acções comerciais que têm feito e eu tenho sentido isso mesmo nas feiras. No entanto, João Welsh recorda que é preciso termos sempre em atenção que estão a crescer a partir de uma base muito mais baixa que a nossa. Neste momento, devem rondar as 50 escalas anuais, enquanto que a Madeira tem cerca de 300 escalas. É uma realidade completamente diferente. Nós somos um dos portos mais importantes de toda esta zona e estou convencido de que vamos continuar a ser. 65

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67 Tiragem: Pág: 10 Cores: Cor Period.: Semanal Área: 27,65 x 36,73 cm² ID: DN Bolsa Âmbito: Informação Geral Corte: 1 de 2 67

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73 Jornal de Notícias.pt, Nem a crise travou gastos com férias de fim de ano A procura está em alta, mas ainda é cedo para tirar conclusões sobre as vendas efectivamente realizadas. Uma coisa, porém, parece certa: este ano, não convém esperar pelas promoções de última hora para comprar as viagens de fim de ano. Alguns destinos já estão esgotadíssimos há meses e outros poucas vagas têm. A explicação também é simples: à espera da crise, os operadores colocaram menos oferta no mercado. De acordo com António Loureiro, director-geral da Galileo, empresa do sistema de reservas utilizado por uma grande parte dos operadores de viagens em todo o Mundo, as notícias começam a ser animadoras: "Em termos de reservas aéreas e bilhetes vendidos, o mercado global está a crescer acima de três dígitos face à mesma altura do ano passado", revelou, ao JN. Segundo o responsável, a tendência começou a notar-se na última semana de Novembro, altura em que "atingimos o zero e, depois, começámos a subir". "Neste momento, estão a realizar-se mais de mil reservas por dia, em Portugal", adiantou António Loureiro, sem, todavia, isolar as vendas apenas para o Ano Novo. De qualquer forma, tal como confirma Luís Lourenço, vice- -presidente da Associação Portuguesa de Agentes de Viagem e Turismo (APAVT), "é certo que o sector vai melhorar", até porque, este ano, nesta época, "há mais procura do que no ano passado e as vendas estão a processar-se". Os destinos mais longínquos, por norma, já estão reservados há bastante tempo, restando agora "pouco das Caraíbas, algum Cabo Verde, Açores ou capitais europeias". Estas, aliás, como António Loureiro refere, estão com "uma procura muito interessante", tal como os Açores. "Os Açores têm um programa de réveillon muito bom e está a ter êxito, porque é um destino novo, é bonito e os turistas são bem recebidos", sintetiza Luís Lourenço. O Brasil é um dos destinos "esgotadíssimos" para esta época festiva, até porque o Verão, por lá, terá começado. "A TAP está com uma performance fantástica nos voos para o Brasil", anuncia António Loureiro. A falta de lugares para os destinos mais procurados resulta, então, desse aumento da procura, aliado a um "ajuste da oferta" por parte dos operadores turísticos. A partir de Setembro, começam a adquirir lugares nos aviões e nos hotéis, deixando pouco para reservas de última hora. "Mesmo pela Internet, duvido de que as pessoas consigam encontrar vagas para alguns destinos. Aliás, só se for nos próprios sites dos operadores, que, entretanto, em última hora, prefiram ocupar lugares vazios que já estão pagos de qualquer modo", adianta Luís Lourenço. "Ainda não podemos dizer que acabou a crise, porque é cedo para tirar conclusões, mas já há outro ânimo no sector", concluiu António Loureiro. Erika Nunes 73

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82 Publituris.pt, Publituris Hoje: "Guerra dos votos" Publituris faz capa com os procedimentos de voto na APAVT. Com o aproximar das eleições, a polémica do voto por procuração voltou à baila e pode ser objecto de um requerimento. Na secção de MI, o destaque é a EIBTM. A feira de Barcelona para o segmento de negócios voltou a dar cartas, provando que o sector está a resistir à crise. Já em TO s leia ainda sobre as renovadas apostas de expansão da Geotur e planos de crescimento para Por sua vez, Destinos traz um artigo de fundo sobre o Turismo Sénior, com Vítor Ramalho, presidente da Fundação Inatel, a apontar alguns caminhos. Já em H&R, o tema desta semana é o acordo entre a Enotel e a Riu. A cadeia espanhola vai assumir a gestão do resort de Porto Galinhas a partir de 1 de Abril e estará presente nos próximos investimentos do grupo madeirense em terras de Vera Cruz. Por fim, Transportes traz o balanço da Cimeira de Copenhaga para o ambiente. A aviação é o sector que se mostrou mais empenhado ao assumir o compromisso de reduzir em 50% as emissões de CO2 até Boas leituras e bom fim-de-semana. 82

83 Tiragem: Pág: 15 Cores: Cor ID: Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Área: 17,41 x 33,93 cm² Corte: 1 de 1 Reforço da protecção ao consumidor de viagens pode onerar empresas do sector As empresas da indústria do turismo, sobretudo PME, poderão sair oneradas caso a Comissão Europeia (CE) decida alargar a protecção conferida pela directiva de 1990 relativa às viagens organizadas em matéria de informações, responsabilidade por serviços de qualidade insuficiente e protecção A consulta, que decorre até 7 de Fevereiro de 2010, pretende criar normas que protejam os utilizadores de pacotes de férias que combinam voos, hotéis, aluguer de automóvel e outros serviços na Internet ou nas agências de viagens. Segundo a Comissão, 23% dos consumidores na UE, e mais de 40% em países como a Irlanda e a Suécia fazem reservas de pacotes dinâmicos, muitos dos quais não são actualmente regidos pelas normas de protecção da UE (67% pensam erradamente que estão protegidos). No seguimento da recente série de insolvências de companhias aéreas, a CE considera igualmente a possibilidade de alargar a protecção mínima dos consumidores contra a insolvência a todos mesmo voo, se o primeiro comprador não comparecer na viagem. Vera Jardim reconheceu que a companhia deveria devolver o dinheiro ao comprador ou agência para proceder ao respectivo reembolso. Se forem dados passos nesse sentido, será positivo. Porém, Vítor Neto, membro da associação europeia das PME, alertou para o facto ser necessária cautela na aplicação destas medidas, pois, normalmente, estas decisões globais sacrificam quase sempre as PME e têm como consequência reforçar a influência das grandes empresas. Também João Passos, presidente da APAVT, disse à VE que, no caso das agências de viagens, enquanto empresas prestadoras de serviços, contra a insolvência. A CE lançou uma consulta junto dos operadores e entidades públicas sobre o alargamento da cobertura mínima. Em causa está a insolvência dos pacotes dinâmicos de viagens criados através de um sítio Web e dos bilhetes de avião associados. Não faz sentido criar medidas que desestruturem o mercado, concluiu. Propostas no Outono de 2010 Nesta consulta não são abrangidas as reservas feitas separadamente, em que o consumidor compra componentes diferentes em vários pontos de venda ou sítios Web que não estão associados ou que não têm a mesma marca. Estas formas independentes de organização de viagens não são consideradas parte do sector das férias organizadas. A CE tenciona apresentar no Outono de 2010 propostas concretas para a revisão da directiva relativa às viagens organizadas. Além disso, está a preparar uma revisão dos direitos dos passageiros dos transportes aéreos que tratará uma vasta gama de questões ligadas ao consumidor, incluindo a insolvência das companhias aéreas. Reclamações de viagens caem 10% os pacotes, sejam eles dinâmicos ou não, incluindo aos bilhetes de avião reservados separadamente. Foram identificadas seis áreas prioritárias para revisão: novos pacotes de férias, incluindo através da Internet, mas também cruzeiros ou transportes que incluam alojamento, como viagens de barco ou de comboio com dormida. Em causa está ainda a responsabilidade por serviços de qualidade insuficiente e assistência aos consumidores, alterações ao contrato, insolvência e rótulo de protecção em viagem. Proteger as empresas Segundo Vera Jardim, provedor da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), a CE tem feito um esforço nos últimos anos para ir ao encontro dos direitos dos consumidores, em conjugação com o transporte aéreo. Nesse sentido, a referida consulta deverá evoluir na protecção de direitos relacionados com cancelamento de viagens de avião, desde que mantido em termos equitativos, protegendo as empresas. Um exemplo dado prende-se com o facto de as companhias de aviação poderem vender dois lugares no temos que transmitir garantias aos consumidores. Porém, estas devem prestar uma caução ao Turismo de Portugal para exercer a sua actividade. São exigências que não se verificam em outros sectores e mesmo dentro de subsectores do turismo. Salientando que as agências de viagens estão já demasiado oneradas, João Passos alertou para o risco que os consumidores correm ao marcarem as suas viagens através de serviços de Internet que não estão associados a uma agência de turismo. Já Luís Patrão, presidente do Turismo de Portugal, adiantou que o instituto tem conseguido salvaguardar a posição portuguesa que protege os operadores turísticos nacionais no cumprimento da salvaguarda dos consumidores. Estas empresas prestam caução ao Estado, que é uma garantia para o consumidor, e não uma espécie de taxa para o exercício da actividade. A posição defendida junto das instâncias comunitárias vai no sentido de demonstrar que a caução deve continuar a ser obrigatória, não só para os nossos operadores, mas para outros que queiram estabelecer-se em Portugal. Ou seja, a aplicação dessas medidas 83 pode criar mais entraves ao exercício da actividade. Melhoria dos serviços prestados ou reflexo da quebra das vendas? Vera Jardim, provedor do cliente da APAVT, reconhece desconhecer as razões que estão na base da diminuição, entre 10 e 15%, das reclamações apresentadas pelos consumidores no último ano. Esta quebra vem, aliás, contra a tendência verificada nos últimos anos. Entre as principais reclamações, contam-se as más condições de alojamento e transporte (126), a alteração do programa (115) e o incumprimento contratual (86), num conjunto de 787 reclamações recebidas até 18 de Novembro último. Já as reclamações de viagens por motivos de negócios ou congressos não têm expressão Vera Jardim revelou ainda que a APAVT tem feito um esforço no sentido de possibilitar que o provedor possa recorrer à caução da agência que não cumpra com o reembolso devido, o que implicaria uma alteração do artigo 41º do DL 263/2007, mas o Turismo de Portugal tem negado essa pretensão. Outra forma de resolver conflitos passa pelo recurso à Comissão Arbitral do TP, mas Vera Jardim recorda o risco de conflito de acções. Marc Barros

84 Jornal de Notícias.pt, Férias de fim de ano já esgotadas Há mais procura, mas os operadores colocaram menos oferta no mercado por causa da crise. A procura está em alta, mas ainda é cedo para tirar conclusões sobre as vendas efectivamente realizadas. Uma coisa, porém, parece certa: este ano, não convém esperar pelas promoções de última hora para comprar as viagens de fim de ano. Alguns destinos já estão esgotadíssimos há meses e outros poucas vagas têm. A explicação também é simples: à espera da crise, os operadores colocaram menos oferta no mercado. De acordo com António Loureiro, director-geral da Galileo, empresa do sistema de reservas utilizado por uma grande parte dos operadores de viagens em todo o Mundo, as notícias começam a ser animadoras: "Em termos de reservas aéreas e bilhetes vendidos, o mercado global está a crescer acima de três dígitos face à mesma altura do ano passado", revelou, ao JN. Segundo o responsável, a tendência começou a notar-se na última semana de Novembro, altura em que "atingimos o zero e, depois, começámos a subir". "Neste momento, estão a realizar-se mais de mil reservas por dia, em Portugal", adiantou António Loureiro, sem, todavia, isolar as vendas apenas para o Ano Novo. De qualquer forma, tal como confirma Luís Lourenço, vice- -presidente da Associação Portuguesa de Agentes de Viagem e Turismo (APAVT), "é certo que o sector vai melhorar", até porque, este ano, nesta época, "há mais procura do que no ano passado e as vendas estão a processar-se". Os destinos mais longínquos, por norma, já estão reservados há bastante tempo, restando agora "pouco das Caraíbas, algum Cabo Verde, Açores ou capitais europeias". Estas, aliás, como António Loureiro refere, estão com "uma procura muito interessante", tal como os Açores. "Os Açores têm um programa de réveillon muito bom e está a ter êxito, porque é um destino novo, é bonito e os turistas são bem recebidos", sintetiza Luís Lourenço. O Brasil é um dos destinos "esgotadíssimos" para esta época festiva, até porque o Verão, por lá, terá começado. "A TAP está com uma performance fantástica nos voos para o Brasil", anuncia António Loureiro. A falta de lugares para os destinos mais procurados resulta, então, desse aumento da procura, aliado a um "ajuste da oferta" por parte dos operadores turísticos. A partir de Setembro, começam a adquirir lugares nos aviões e nos hotéis, deixando pouco para reservas de última hora. "Mesmo pela Internet, duvido de que as pessoas consigam encontrar vagas para alguns destinos. Aliás, só se for nos próprios sites dos operadores, que, entretanto, em última hora, prefiram ocupar lugares vazios que já estão pagos de qualquer modo", adianta Luís Lourenço. "Ainda não podemos dizer que acabou a crise, porque é cedo para tirar conclusões, mas já há outro ânimo no sector", concluiu António Loureiro. Erika Nunes 84

85 Jornal da Madeira.pt, Os golfinhos do patrão na mediocridade turística GILBERTO TEIXEIRA Realizou-se algures, mais um Congresso da APAVT promovido com objectivos concretos. Um falhanço em termos de participação com, a esmagadora maioria dos agentes de viagens do País e a quase totalidade dos que têm sede na Madeira, a primarem pela ausência. Outros afazeres. E como aquilo era para "assinar o ponto" a comunicação social nacional não lhe deu importância, cabendo as despesas dos relatos da reunião á imprensa regional, que aproveitou para veicular o que entendeu como matéria relevante. Localmente, o impacto foi nulo, houve desvios de rota, para evitar colisões e mais polémica. A dra. Conceição Estudante, Secretária Regional com a tutela do Turismo, cumpriu o seu dever protocolar de comparecer á reunião. Questionada pelo DN do outro lado desta Rua, sobre diversas matérias, centrou uma observação na campanha "Descubra um Portugal Maior", para sublinhar que "há alguma dificuldade das pessoas em identificar a que locais correspondem as imagens. Há uma fantástica imagem da Madeira nessa campanha, mas não está identificada". Que grande "mentira" de Conceição Estudante, perante o supra sumo do Turismo de Portugal, Luís Patrão. Segundo o jornalista que cobriu o acontecimento, a Secretária Regional terá sugerido ao Turismo de Portugal para "associar o nome á imagem, uma observação que não se aplicaria só ao caso madeirense e que a seu ver, só acrescenta valor". Isto veio titulado como Luís Patrão desmente Conceição Estudante. O caso não merece importância não fosse o facto de o título (rótulo) não corresponder ao conteúdo, já que o próprio Patrão, admite que pontualmente possa ter havido "alguns erros de produção que levaram a que isso nem sempre fosse indicado". Afinal, Patrão não desmentiu Conceição Estudante e reconheceu que a observação feita tinha razão de ser. E para adensar o romance, concluíram que houve "reparo oficial" e por causa disso havia que devolver a "farpa", qual repreensão estúpida e anacrónica (se foi verdadeira) que "a Região não deve fazer exigências despropositadas". Este cavalheiro, exibindo o seu altíssimo crédito de especialista nesta área ainda afirmou que "não me podem pedir que, por exemplo, ponhamos golfinhos". Afinal quem é que falou de golfinhos? E quem é o senhor Patrão para ignorar que estamos mais adiantados que o País em termos turísticos? Parece que é proibido fazer sugestões e reparos a "erros" reconhecidos, mas não assumidos pelo senhor Patrão do Turismo de Portugal. Estas individualidades ainda não se capacitaram que o diálogo é a melhor forma de descobrir um "Portugal Maior". O senhor Patrão do Turismo de Portugal até se dá ao luxo de desafiar os agentes turísticos de Portugal para que "assumam um nível superior de luta e vão ao estrangeiro buscar turistas". E ele o que faz? Entrega-se à tarefa de anunciar medidas avulsas que não resolvem nada do que é essencial para o turismo nacional. Aquela inteligência até estima que até 2015 a hotelaria portuguesa registe 50 milhões de dormidas por ano, quando actualmente são 27 milhões. Com optimismos destes, esvazia por completo as críticas que lhe foram dirigidas de outros quadrantes, e as sugestões e propostas para reduzir custos, e avançar com novas medidas na área dos impostos e taxas sociais para evitar descalabros. E sobretudo estudar como sair da crise! Repensar e moderar são os itens a ter em conta no futuro do Turismo nacional. Há mais de quarenta anos, que Salazar mandou construir a ponte sobre o Tejo e os Aeroportos da Madeira e do Algarve, para concretizar uma aposta no Turismo e nas potencialidades deste País como destino de excelência. Mas depois disso surgiram tantos "conhecedores" que mais não fizeram, do que hostilizar com inflexibilidades o empresariado, deixando César Moreira Batista com um emaranhado de leis e burocracias a tapar buracos de interesses vários, no eixo Lisboa/Estoril/Cascais. Reza a História que a partir daí, foi um vê se te avias, a retalhar o agora "Portugal Maior", de modo a contemplar os grandes senhores do regime, que sempre se pautaram por uma escrupulosidade meticulosa mas igualmente duvidosa, sem ameaçar ninguém, nem hipotecar o futuro do País ás suas necessidades e aos seus desígnios. Bastou-lhes gerir a informação desse tempo, pondo o lápis azul na mão na mão de coronéis. E queixamo-nos todos de que existem demasiados escândalos a manchar a reputação de gente por quem tínhamos consideração, respeito, e nalguns casos, orgulho? Agora não é com lápis azul. Foi com "saco" azul. Como é gerida a informação nos dias que correm? Tentem associar as datas, os locais e as horas, a que são feitos os grandes "pregões"anunciadores de despachos das mais gradas figuras do Estado, sobre escândalos de eventual corrupção. Medite-se nos confrontos entre Magistraturas, no manda e desmanda destruir conversas gravadas no âmbito de escutas decretadas por um Juiz. Pense-se que dois magistrados de magistraturas diferentes, concluíram o mesmo, sobre algumas dessas conversas. Mas que por entendimento de alguém superior, isso não tem razão de ser. Como saber os argumentos de uns e outros, se toda a gente se refugia no segredo de justiça? E quando a Nação não aguentar mais este jogo entre graúdos, que são poucos, no confronto com os miúdos, que são milhões? Haja saúde para aturar disfarces como o dos golfinhos do Patrão inseridos na mediocridade turística de não avaliar o sector com coragem E dar um rumo seguro a tão importante sector da economia nacional. Artigo de Opinião 85

86 Tiragem: Pág: 6 Cores: Cor Period.: Semanal Área: 20,46 x 11,77 cm² ID: Economia Âmbito: Informação Geral Corte: 1 de 1 86

87 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Informação Geral Pág: 2 Cores: Cor Área: 19,03 x 22,07 cm² Corte: 1 de 1 87

88 Tribuna da Madeira Tiragem: Pág: 10 Cores: Preto e Branco Period.: Semanal Área: 17,07 x 8,54 cm² ID: Economia Âmbito: Regional Corte: 1 de 1 88

89 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 41 Cores: Cor Área: 21,31 x 18,93 cm² Corte: 1 de 1 89

90 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 14 Cores: Cor Área: 21,50 x 29,47 cm² Corte: 1 de 5 90

91 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 15 Cores: Cor Área: 21,26 x 29,06 cm² Corte: 2 de 5 91

92 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 16 Cores: Cor Área: 21,31 x 14,73 cm² Corte: 3 de 5 92

93 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 3 Cores: Cor Área: 5,53 x 3,72 cm² Corte: 4 de 5 93

94 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 1 Cores: Cor Área: 16,02 x 21,67 cm² Corte: 5 de 5 94

95 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 8 Cores: Cor Área: 9,15 x 16,84 cm² Corte: 1 de 1 95

96 Turisver ID: Tiragem: 6500 Period.: Quinzenal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 8 Cores: Cor Área: 12,11 x 8,86 cm² Corte: 1 de 1 96

97 Diário de Notícias.pt, Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal por Lusa Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. 97

98 Diário Digital.pt, Mundial2010: ir aos jogos de Portugal custa mais de 4 000? Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. Diário Digital / Lusa 98

99 Jornal da Madeira.pt, Mais de quatro mil euros para ver Portugal Hotéis e avião para a África do Sul encarecem Os preços da hotelaria da África do Sul deverão, pelo menos triplicar, na altura do Mundial2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou ontem um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Os programas destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de hoje da equipa das "quinas". Artigo de Desporto 99

100 Presstur.com, Lista de João Passos reúne 90% dos associados da APAVT nos Açores Presstur (12h39) A lista de João Passos às eleições para a Direcção da APAVT diz no seu blog ter reunido ontem nos Açores cerca de 90% dos agentes de viagens da região que são membros da Associação e que "os encontros acabaram por se tornar numa clara manifestação de apoio" à candidatura. A informação refere que os encontros realizaram-se em Angra dos Reis e Ponta Delgada e que "os colegas dos Açores reconhecem [à lista de João Passos] a melhor capacidade para defender os interesses de toda a classe, quer a nível nacional como regional". O blog, em diz ainda que os agentes dos Açores reconheceram "unanimemente" que a lista de João Passos representa "uma total renovação" e é "a mais representativa de todos os subsectores da actividade, de todas as regiões e de todas as dimensões de empresa". A informação publicada no blog diz também que os agentes açorianos reconheceram que a lista de João Passos defende "um projecto que, embora ambicioso, é acima de tudo responsável e exequível" e é "liderada por uma personalidade com provas dadas no associativismo e a quem todos reconhecem uma integridade e profissionalismo a todos os níveis, único capaz de gerar os consensos necessários a assegurar um futuro de sucesso". O blog anuncia que os próximos encontros vão realizar-se em Lisboa e no Porto, "em data a anunciar", e refere que encontros idênticos aos dos Açores já se realizaram na Madeira e em Faro. As eleições para os Corpos Sociais da APAVT realizam-se no próximo dia 17, com duas listas concorrentes, lideradas por João Passos e Miguel Fonseca. Clique para mais: 100

101 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 8 Cores: Cor Área: 23,33 x 29,00 cm² Corte: 1 de 5 101

102 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 10 Cores: Cor Área: 23,13 x 22,67 cm² Corte: 2 de 5 102

103 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 12 Cores: Cor Área: 23,38 x 30,70 cm² Corte: 3 de 5 103

104 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 3 Cores: Cor Área: 9,93 x 6,19 cm² Corte: 4 de 5 104

105 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 1 Cores: Cor Área: 17,01 x 16,09 cm² Corte: 5 de 5 105

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108 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 32 Cores: Cor Área: 18,50 x 6,19 cm² Corte: 1 de 1 108

109 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 4 Cores: Cor Área: 23,38 x 30,36 cm² Corte: 1 de 1 109

110 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 3 Cores: Cor Área: 9,57 x 24,56 cm² Corte: 1 de 1 110

111 Publituris ID: Tiragem: 4500 Period.: Semanal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 1 Cores: Preto e Branco Área: 5,87 x 5,48 cm² Corte: 1 de 1 111

112 Publituris.pt, Esta semana no Publituris: Crise e Incoming dominam congresso Esta semana fazemos capa com a reportagem do 35º Congresso Nacional da APAVT. Fique a saber quais os desafios que os agentes de viagens terão de enfrentar no futuro. Na secção de Meeting Industry fomos aprofundar o tema lançado no congresso: o Fundo de Captação de Congressos. Fomos saber a opinião dos players do sector. Em Hotelaria revelamos-lhe a nova estratégia da Aquapura, agora mais orientada para a gestão e de olho na capital. Já na secção de transportes revelamos-lhe porque razão a STP Airways não será afectada pela proibição que paira sobre São Tomé. Tudo isto e muito mais no seu jornal de sempre! Ruben Obadia 112

113 turisver.com, Congresso da APAVT reforçou apostas do Turismo do Algarve na natureza e na náutica O Turismo do Algarve destaca a legitimação das suas apostas nestes segmentos nas conclusões do XXV Congresso da APAVt, que decorreu em Vilamoura. "O Algarve é um destino turístico de excelência que deve ser, no futuro, ainda mais valorizado e preservado com projectos sustentáveis". Esta conclusão do último Congresso da APAVT é citada em comunicado do Turismo do Algarve e, segundo Nuno Aires, presidente do Turismo do Algarve, "reitera a linha de actuação da entidade regional para diversificar a oferta do destino e aumentar a sua qualidade. Os nossos contributos para o desenvolvimento dos nichos turísticos", como é o caso da observação de aves e das estações náuticas. N.A. 113

114 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Turismo com retoma ligeira em 2010 A retirada dos estímulos públicos à economia, e, concretamente, ao sector do turismo, poderá, na actual conjuntura, conduzir ao agravamento do desemprego na indústria. O alerta foi deixado por Taleb Rifai, presidente da Organização Mundial do Turismo (OMT), no congresso da APA- VT. Segundo aquele responsável, há também perspectivas de que as economias emergentes poderão sofrer atrasos na retoma económica, prejudicando assim a melhoria do desempenho global do sector. Para 2010, a OMT prevê uma recuperação inicial moderada, entre 1 e 3%, nas chegadas internacionais de turistas. Embora nas economias emergentes esse crescimento possa chegar aos 5,1%, nas economias mais desenvolvidas, onde se encontra a parte mais significativa da procura de emprego, esse crescimento será apenas de 1,3%. Ou seja, a factores económicos, como a tendência para o aumento dos impostos, dada a obrigatoriedade de os Estados equilibrarem as contas públicas, e as necessidades das famílias fazerem face aos seus encargos, podem juntar-se outros externos e dificilmente controláveis, como a gripe A, a colocarem um travão na retoma do sector. Em 2009, os dados da OMT apontam para uma quebra global de 5%, com a Europa a regredir 8%. Por outro lado, as receitas deverão registar quebras ainda maiores, fruto dos descontos significativos da oferta, bem como um decréscimo das viagens de negócios. No entanto, as perspectivas a longo prazo são optimistas, sendo que a procura estará assente sobretudo do lado dos países emergentes, seja enquanto destino, seja como países emissores de turistas. Segundo a OMT, entre 1995 e 2008, as chegadas de turistas internacionais cresceram em média 4,3%. A estes dados, juntam-se o crescente investimento público e privado no sector. Os mercados africanos, sobretudo os países de expressão oficial portuguesa, mostram-se, por seu turno, com desempenhos que escapam à crise global, com taxas de crescimento de 4% em Apesar de representar uma fatia reduzida no turismo mundial, com apenas 5% das chegadas internacionais de turistas, o continente africano tem vindo a crescer cerca de 7% ao ano, comparando com 4% a nível global. Pág: 33 Cores: Preto e Branco Área: 9,29 x 20,54 cm² Corte: 1 de 1 Marc Barros 114

115 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 32 Cores: Cor Área: 16,68 x 10,02 cm² Corte: 1 de 2 APAVT pede aval do Estado no acesso ao crédito bancário As PME do sector do turismo são as que estão mais estranguladas do ponto de vista financeiro e económico e as que, por isso, mais dificuldades têm no acesso ao crédito, lembrou João Passos, presidente da APAVT, na abertura do congresso. Por essa razão, apelou à necessidade de assegurar, em contexto de recessão económica, a criação de condições para que as empresas consigam aceder ao crédito, propondo a criação de um instrumento legal que permita a concessão de aval pelo Estado, suprindo-se assim os rácios cada vez mais apertados que os bancos exigem para concessão de financiamento. Recusando a atribuição de subsídios, pois as empresas têm de valer pelo que são e pela capacidade dos gestores em conduzir os seus negócios, mesmo nos períodos mais conturbados, João Passos disse ainda estar muito por fazer ao nível da regulação, da concorrência, da fiscalidade ou do apoio às pequenas e média empresas. No que concerne ao sector das agências de viagens, João Passos alertou para a profunda alteração que decorrerá da transposição da directiva dos serviços no mercado interno. A chamada directiva Bolkstein terá efeitos sobre a diferenciação fiscal face aos nossos mais directos competidores. A aplicação da directiva implica, na prática, o encarecimento dos serviços em relação a outros países, não só das agências de viagens, mas igualmente outros serviços, como aluguer de automóveis ou guias turísticos. Na perspectiva do presidente da APAVT, entendemos que a sua aplicação implicará uma alteração substancial das condições de acesso à actividade, pelo que solicita à tutela a adaptação dessas normas à realidade nacional, para que a sua implementação não constitua mais um factor concorrencial penalizador das empresas nacionais. Recorde-se que a Directiva 2006/123/CE reduzirá a taxa para obtenção dos alvarás, que hoje está estabelecida nos euros. Por outro lado, o capital social mínimo de 100 mil euros terá dificuldades de compatibilização com o novo regime. 115

116 Tiragem: Period.: Semanal ID: APAVT alerta para efeitos da directiva Bolkstein sobre a competitividade fiscal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 32 Cores: Cor Área: 7,23 x 4,27 cm² Corte: 2 de 2 116

117 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 32 Cores: Cor Área: 28,10 x 30,07 cm² Corte: 1 de 3 Um milhão de euros é a dotação do fundo de captação de congressos Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, afirma à Vida Económica Turismo com sistema de incentivos específico no QREN O Governo está a preparar um amplo sistema de incentivos específico para o sector do turismo no quadro do QREN. O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, reconheceu que este conjunto de medidas está ainda a ser ultimado. Este sistema de incentivos abrange investimentos nas áreas da hotelaria, turismo em espaço rural e animação e enquadra-se no âmbito da Estratégia de Eficiência Colectiva do Programa Turismo Porém, um primeiro concurso foi lançado a 26 de Novembro, no valor de 31,5 milhões. Falando à margem da sessão de abertura do congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) que decorreu em Vilamoura, Bernardo Trindade adiantou que a este primeiro concurso, lançado no âmbito dos Pólos de Competitividade, seguir-se-á um outro, com uma dotação entre 30 a 50 milhões de euros. A Estratégia de Eficiência Colectiva do Programa Turismo 2015 tem como parceiros o TP, a Confederação do Turismo Português, a Associação HMI Portugal, as Agências Regionais de Promoção Turística e entidades regionais de turismo, e pretende realizar acções estruturantes para o desenvolvimento das empresas, através de acesso privilegiado aos instrumentos financeiros atribuídos pelo QREN, com dotações financeiras específicas, concursos específicos e ajustamento dos sistemas de incentivos. Estes apoios do QREN incluem sistemas de incentivos, acções colectivas, instrumentos de financiamento e partilha de risco (bonificação de juros, capital de risco, garantia mútua, fundo de investimento imobiliário turístico), e outros mecanismos de apoio no âmbito dos Programas Operacionais Regionais. Aposta nas comunidades emigrantes Falando à margem da sessão de abertura do congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) que decorreu em Vilamoura, Bernardo Trindade reconheceu que o turismo viveu, em 2009, dias difíceis. Em Setembro de 2009, os números globais do sector apontavam para quebras na ordem de 8 % nas receitas, 10% nos proveitos, 6% nas dormidas e 4% nos hóspedes. Desta forma, e no sentido de estimular a procura interna, será lançada a campanha Descubra um Portugal Maior 2010, para além da continuidade do alargamento desta linha de comunicação à vizinha Espanha, tal como em 2009, face aos bons resultados conseguidos no Verão na sequência desta abordagem em Setembro, o mercado espanhol cresceu, face a 2008, 6,2% em dormidas e 0,6% em receitas, resumiu. Mas esta promoção será também alargada a novos nichos, como as comunidades emigrantes e luso-descendentes de França, Venezuela e África do Sul, com particular enfoque neste último mercado, dada a realização do Campeonato do Mundo de Futebol. A esta iniciativa serão alocados cerca de dois milhões de euros. Por outro lado, será lançado um novo Acordo de Promoção Turística com as Agências Regionais de Promoção Turística, alinhando a sua estratégia com os objectivos nacionais. Para esse efeito, as verbas Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo. do Turismo de Portugal deverão ser contratadas em função do cumprimento de objectivos, como por exemplo operadores turísticos dormidas, companhias aéreas pax transportados em novas ou actuais rotas. O SET pretende ainda obter uma maior participação e envolvimento dos privados nas agências regionais. Continuamos a atravessar um período difícil, com escassez de recursos financeiros, pelo que se torna essencial que as entidades privadas cada vez mais se revejam e retirem vantagens do modelo de promoção externa adoptado, para que o objectivo de comunicação dos destinos se torne cada vez mais eficaz. No âmbito da recente aprovação da Lei de Bases do Turismo, Bernardo Trindade afirmou que é intenção do Governo criar um Registo Nacional de Turismo, que centralize e disponibilize toda a informação relativa aos empreendimentos e empresas do turismo em operação. Para a concretização deste objectivo é fundamental a disponibilização pelas entidades regionais e locais com competências no turismo, bem como pelos agentes privados, junto do Turismo de Portugal, de toda a informação necessária. Ao nível dos recursos humanos, o SET anunciou o lançamento de um Plano Nacional de Formação em Gastronomia, designado Gastronomia XXI, nas escolas de hotelaria. Afirmando que este segmento representa já 10% das motivações das visitas, o plano visa potenciar este produto estratégico, aproveitando a capacidade instalada das nossas Escolas de Hotelaria e Turismo, mas envolvendo, igualmente, os industriais do sector. Marc Barros 117

118 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 2 Cores: Cor Área: 13,76 x 15,07 cm² Corte: 2 de 3 Pág. 32 TURISMO TURISMO COM SISTEMA DE INCENTIVOS ESPECÍFICO NO QREN O Governo está a preparar um amplo sistema de incentivos específico para o sector do turismo no quadro do QREN. Trata-se de um conjunto de medidas que está a ser ultimado. Destina-se às áreas da hotelaria, do turismo em espaço rural e da animação. 118

119 ID: Tiragem: Period.: Semanal Turismo com sistema de incentivos específico no QREN O Governo está a preparar um amplo sistema de incentivos específico para o sector do turismo no quadro do QREN. Este sistema de incentivos abrange investimentos nas áreas da hotelaria, do turismo em espaço rural e animação. Um primeiro concurso foi lançado a 26 de Novembro, no valor de 31,5 milhões de euros. Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, adiantou à Vida Económica que se seguirá um novo concurso, com uma dotação entre 30 milhões e 50 milhões de euros. Pág. 32 Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 1 Cores: Cor Área: 16,60 x 8,71 cm² Corte: 3 de 3 119

120 Vida Económica.pt, Turismo com sistema de incentivos específico no QREN Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, afirma à Vida Económica O Governo está a preparar um amplo sistema de incentivos específico para o sector do turismo no quadro do QREN. O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, reconheceu que este conjunto de medidas está ainda a ser ultimado. Este sistema de incentivos abrange investimentos nas áreas da hotelaria, turismo em espaço rural e animação e enquadra-se no âmbito da Estratégia de Eficiência Colectiva do Programa Turismo Porém, um primeiro concurso foi lançado a 26 de Novembro, no valor de 31,5 milhões. Falando à margem da sessão de abertura do congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) que decorreu em Vilamoura, Bernardo Trindade adiantou que a este primeiro concurso, lançado no âmbito dos Pólos de Competitividade, seguir-se-á um outro, com uma dotação entre 30 a 50 milhões de euros. A Estratégia de Eficiência Colectiva do Programa Turismo 2015 tem como parceiros o TP, a Confederação do Turismo Português, a Associação HMI Portugal, as Agências Regionais de Promoção Turística e entidades regionais de turismo, e pretende realizar acções estruturantes para o desenvolvimento das empresas, através de acesso privilegiado aos instrumentos financeiros atribuídos pelo QREN, com dotações financeiras específicas, concursos específicos e ajustamento dos sistemas de incentivos. Estes apoios do QREN incluem sistemas de incentivos, acções colectivas, instrumentos de financiamento e partilha de risco (bonificação de juros, capital de risco, garantia mútua, fundo de investimento imobiliário turístico), e outros mecanismos de apoio no âmbito dos Programas Operacionais Regionais. Aposta nas comunidades emigrantes Falando à margem da sessão de abertura do congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) que decorreu em Vilamoura, Bernardo Trindade reconheceu que o turismo viveu, em 2009, dias difíceis. Em Setembro de 2009, os números globais do sector apontavam para quebras na ordem de 8 % nas receitas, 10% nos proveitos, 6% nas dormidas e 4% nos hóspedes. Desta forma, e no sentido de estimular a procura interna, será lançada a campanha Descubra um Portugal Maior 2010, para além da continuidade do alargamento desta linha de comunicação à vizinha Espanha, tal como em 2009, face aos bons resultados conseguidos no Verão na sequência desta abordagem - em Setembro, o mercado espanhol cresceu, face a 2008, 6,2% em dormidas e 0,6% em receitas, resumiu. Mas esta promoção será também alargada a novos nichos, como as comunidades emigrantes e luso-descendentes de França, Venezuela e África do Sul, com particular enfoque neste último mercado, dada a realização do Campeonato do Mundo de Futebol. A esta iniciativa serão alocados cerca de dois milhões de euros. Por outro lado, será lançado um novo Acordo de Promoção Turística com as Agências Regionais de Promoção Turística, alinhando a sua estratégia com os objectivos nacionais. Para esse efeito, as verbas do Turismo de Portugal deverão ser contratadas em função do cumprimento de objectivos, como por exemplo operadores turísticos - dormidas, companhias aéreas - pax transportados em novas ou actuais rotas. O SET pretende ainda obter uma maior participação e envolvimento dos privados nas agências regionais. Continuamos a atravessar um período difícil, com escassez de recursos financeiros, pelo que se torna essencial que as entidades privadas cada vez mais se revejam e retirem vantagens do modelo de promoção externa adoptado, para que o objectivo de comunicação dos destinos se torne cada vez mais eficaz. No âmbito da recente aprovação da Lei de Bases do Turismo, Bernardo Trindade afirmou que é intenção do Governo criar um Registo Nacional de Turismo, que centralize e disponibilize toda a informação relativa aos empreendimentos e empresas do turismo em operação. Para a concretização deste objectivo é fundamental a disponibilização pelas entidades regionais e locais com competências no turismo, bem como pelos agentes privados, junto do Turismo de Portugal, de toda a informação necessária. Ao nível dos recursos humanos, o SET anunciou o lançamento de um Plano Nacional de Formação em Gastronomia, designado Gastronomia XXI, nas escolas de hotelaria. Afirmando que este segmento representa já 10% das motivações das visitas, o plano visa potenciar este produto estratégico, aproveitando a capacidade instalada das nossas Escolas de Hotelaria e Turismo, mas envolvendo, igualmente, os industriais do sector. 120

121 Algarve (O) ID: Tiragem: 9600 Period.: Semanal Âmbito: Regional Pág: 24 Cores: Cor Área: 21,90 x 22,35 cm² Corte: 1 de 1 121

122 Algarve Press.net, Congresso da APAVT reforça acção do Turismo do Algarve NATUREZA E NÁUTICA PARA UM DESTINO SUSTENTÁVEL O Algarve é um destino turístico de excelência que deve ser, no futuro, ainda mais valorizado e preservado com projectos sustentáveis. A conclusão resultou do XXXV Congresso Nacional das Agências de Viagens e Turismo e reforça a aposta do Turismo do Algarve nos segmentos de Natureza e de Náutica. Saiba mais clicando aqui e, em seguida, no banner Notícias do Dia ou no botão amartelo Na Hora

123 Diário Digital.pt, Mundial 2010: estar nos jogos de Portugal custa mais 4 000? Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. Diário Digital / Lusa 123

124 Expresso.pt, Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Lusa 17:01Quinta-feira, 3 de Dez de 2009 Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. 124

125 i.pt, Quer ver ao vivo os jogos de Portugal no Mundial? Prepare mais de 4 mil euros por Agência Lusa, Publicado em 03 de Dezembro de 2009 Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Numa estimativa aproximada, o dirigente daindicou que umapara os jogos dena, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da APAVT, disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial devai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis doe do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. 125

126 Jogo.pt (O), Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal 17:10 - Futebol - Mundial 2010 Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. 126

127 Jornal da Madeira.pt, Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal no Mundial 2010 Quinta, 03 de Dezembro de :15 Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. JORNAL DA MADEIRA/LUSA Nome de Utilizador Sem conta? 127

128 Jornal de Notícias.pt, Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. 128

129 Jornal do Algarve ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Regional Pág: 6 Cores: Cor Área: 26,28 x 17,45 cm² Corte: 1 de 1 129

130 Lusa.pt, Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal 03 de Dezembro de 2009, 17:01 Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. 130

131 MSN.pt, Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Fonte: Sportinveste Multimédia quinta-feira, 03 Dezembro 2009 Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e... Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. 131

132 Portugal Zone.com, Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal December 3, 2009 Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. 132

133 Portugalmail.pt, Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. FVZ. Autor: lusa a 3 Dezembro :01 133

134 Postal do Algarve Tiragem: Pág: 18 Cores: Preto e Branco ID: º congresso das agências de viagens Period.: Semanal Âmbito: Regional Área: 23,55 x 20,71 cm² Corte: 1 de 2 Turismo nacional reúne em Vilamoura A Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), reuniu 300 participantes no seu 35º congresso que decorreu entre quinta-feira passada e domingo em Vilamoura, onde estiveram presentes inúmeras figuras de proa da política e da área do turismo como o ministro da economia, Vieira da Silva, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade ou o secretário-geral da Organização Mundial de Turismo, Talif Rifai. Bernardo Trindade deu boas novas aos agentes turísticos com o anúncio da criação de um fundo de captação de congressos para Portugal, um dos meios de combater a sazonalidade, do reforço da linha de tesouraria PME Invest em 50 milhões de euros e o lançamento de uma nova campanha promocional Descubra Portugal Maior Uma ajuda preciosa num ano que classificou de muito difícil. TAP sobrevive à crise Fernando Pinto, presidente da TAP, que também esteve no congresso, anunciou que este foi o segundo melhor ano da história da companhia em número de passageiros e garantiu que a TAP vai sobreviver à crise. Para João Passos, presidente da APAVT, o primeiro ou segundo trimestre de 2010 trarão ao sector alguma reacção positiva, no entanto sublinha que a crise provou ao sector que terá de trabalhar mais e que ainda se desconhece qual o cenário pós-crise. O responsável da APAVT afasta completamente a admissibilidade de um aumento de impostos no sector. Para nós não pode haver mais impostos. Se formos mais taxados perdemos para a concorrência, disse, acrescentando que, em Espanha o IVA é mais baixo e não há harmonização fiscal, recordando esta vantagem competitiva do turismo no país vizinho. Natal e Ano Novo registam subida nas reservas João Passos diz que se nota já, uma evolução positiva do mercado de reservas para a Bernardo Trindade anunciou a criação de um fundo de captação de congressos época de Natal e Ano Novo, mas salvaguarda que, estes picos positivos, a par da Páscoa, não salvam o ano do sector que registou baixas de actividade de 10 a 20% no turismo de lazer e um pouco menos no de negócios. Vera Jardim, um dos oradores do congresso, na qualidade de provedor do cliente das agências de viagens e turismo, deu nota de um ligeiro decréscimo nas queixas, que acompanha o decréscimo na actividade e dá os números para o país, 787 queixas até 18 de Novembro deste ano, contra as 983 verificadas no ano passado no mesmo período. O congresso onde estiveram presentes todas as entidades ligadas ao sector do turismo do Algarve, nomeadamente Nuno D.R. Aires, presidente da Entidade Regional de Turismo do Algarve, encerrou sábado com a intervenção de encerramento do ministro da Economia que realizou um apanhado da actividade do sector neste ano e até ao momento e traçou algumas das linhas de fomento da actividade preconizadas pelo Governo de José Sócrates. RICARDO CLARO/LUSA 134

135 Postal do Algarve Tiragem: Pág: 1 Cores: Cor Period.: Semanal Área: 3,35 x 4,22 cm² ID: CONGRESSO Turismo em peso no Algarve pág. 18 Âmbito: Regional Corte: 2 de 2 135

136 Publituris.pt, Lista B congratula-se com fundo de captação de congressos A Lista B às eleições da APAVT, liderada por Miguel Fonseca, congratula-se com a criação de um fundo para a captação de congressos para mais de 1000 participantes.a iniciativa foi anunciada no decorrer do congresso da APAVT, por Bernardo Trindade, secretário de Estado de Turismo. Esta medida decorre "da importância conferida à actividade económica ao pretender aproximar Portugal da liderança mundial nos sectores do turismo, novas energias e fileira floresta-madeira-móvel", segundo se lê em comunicado. O turismo de negócios é um dos 10 produtos estratégicos do PENT e apresenta-se como um dos maiores potenciais de crescimento. Liliana Cunha 136

137 Publituris.pt, Sá Nogueira abandona APAVT A dias das próximas eleições da APAVT, Francisco Sá Nogueira abandonou o cargo de director tesoureiro da Associação. Fernando Guimarães, da AVIC, é o segundo suplente e, por isso, deverá substituir o profissional que justificou ao Publituris "motivos pessoais" para sair do cargo. Fonte do Publituris avança ainda que Sá Nogueira estará de saída da ESViagens, onde desempenhava as funções de presidente da Netviagens, cargo que o levava a estar presente na Associação, em representação da ESViagens. Recorde-se que as eleições da APAVT acontecem no dia 17. Liliana Cunha 137

138 Record.pt, Ver um jogo de Portugal pode custar 4 mil euros PREÇOS DE HOTELARIA VÃO SUBIR NA ÁFRICA DO SUL Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou esta quinta-feira um dirigente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação, disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. Data: Quinta-Feira, 3 Dezembro de :28 138

139 Região Sul Tiragem: 4900 Pág: 2 Cores: Cor ID: Period.: Semanal Âmbito: Regional Área: 28,66 x 17,01 cm² Corte: 1 de 1 Governo vai criar fundo para captar congressos com 1M e quer reforçar linha de tesouraria com 50M O secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, anunciou que vai ser criado um fundo para a captação de congressos em Portugal e vai ser reforçado com 50 milhões de euros a linha de tesouraria no âmbito do PME Invest. Depois de assumir que em Setembro deste ano foram registadas quebras de 8 por cento nas receitas, 6 por cento nas dormidas e 4 por cento nos hóspedes e que foi um ano muito difícil, Bernardo Trindade anunciou que o Governo vai lançar um fundo para a captação de congressos. A dinamização de turismo de negócios, em particular de congressos de grande dimensão, deverá ser uma linha de actuação prioritária. Para o efeito o Governo pretende criar um fundo específico com uma dotação inicial de um milhão de euros para três anos em parceria com a ANA, Turismo de Portugal e Agências Regionais de promoção turística, para captação de congressos com mais de mil participantes, declarou. Ao nível da oferta turística, Bernardo Trindade afirmou que a linha de tesouraria vai ser reforçada 50 milhões de euros no âmbito do PME Invest, num total de 150 milhões de euros. A linha de tesouraria, criada no âmbito das PME destinou-se a apoiar a tesouraria de todas as empresas turísticas portuguesas para financeira as necessidades de fundo de maneio motivadas pela diminuição da procura. A linha de tesouraria, em Julho de 2009, cumpriu os seus objectivos, adiantou Bernardo Trindade, recordando que só no último mês a taxa de utilização subiu de cerca de 38% para cerca de 75% e nesse sentido decidimos um reforço de 100 milhões para 150 milhões de euros. O secretário de Estado do Turismo também anunciou hoje que vai ser lançada a nova campanha Descubra Portugal Maior 2010, onde se vai investir quatro milhões de euros. A campanha Descubra Portugal Maior vai ser alargada à vizinha Espanha e às comunidades lusas na África do Sul, Brasil, Venezuela e França. A simplificação administrativa para garantir ao sector do turismo mais acesso à informação e melhores condições de acesso ao investimento foi outro dos pontos defendidos por Bernardo Trindade. A secretaria de estado do Turismo está também a trabalhar actualmente na feitura de um plano de gastronomia que envolva os privados, autoridades do turismo regionais e escolas para lançar em breve. O XXXV Congresso Nacional da APAVT termina sábado às 19:00 com o ministro da Economia, Vieira da Silva, na sessão de encerramento, adiantou hoje à Lusa o assessor do evento. 139

140 RH Turismo.net, Provedor do Cliente da APAVT apela a seguros de cancelamentos de viagens 03-Dez-2009 O Provedor do Cliente da APAVT, Vera Jardim, considera que nos casos de cancelamento de viagens por parte dos clientes, estes não estão protegidos pela Lei. O responsável apela às agências de viagens que provem as despesas feitas e, por outro lado, que os clientes optem por seguros específicos. O cancelamento de uma viagem pode significar que o cliente não terá qualquer retorno do montante já pago. No entanto, o Provedor do Cliente apela a um bom senso das empresas, pois o consumidor está neste ponto desprotegido na Lei portuguesa. O caso é ainda mais delicado pois abrange normalmente clientes que compram as suas viagens com muita antecedência. Vera Jardim considera que "a Lei portuguesa tem uma regulamentação que às vezes não se percebe", para o responsável da "agência de viagens pode manter na sua posse 15% por despesas de empresa e ainda aquilo que já pagou a fornecedores, não sendo obrigado a fazer qualquer devolução". Em caso de reclamação, o Provedor do Cliente adianta que o seu procedimento passa "por indicar ao cliente que as despesas efectuadas pela agência não são recuperáveis". No entanto, Vera Jardim apela às empresas "que demonstrem que a despesa foi feita através de documentos escritos". O Provedor do Cliente adianta mesmo que "os clientes nacionais não estão protegidos nestes casos". O responsável aconselha então os clientes a efectuarem "seguros para estes casos, de forma a protegerem-se". AMBITUR 140

141 Sapo.pt, Mais de 4000 euros para ir ver jogos de Portugal Mundial de Dezembro de :20h Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. Por Sapo Desporto c/ Lusa 141

142 Sic Online.pt, Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal à África do Sul Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. O dirigente da APAVT assinalou que o aumento de preços da hotelaria sul-africana se poderá fazer sentir, embora de forma menos significativa, no resto de 2010, porque estes acontecimentos se traduzem no aumento da procura turística para além do período da sua realização. Adiantou que no próximo ano a África do Sul deverá ser o país do mundo com maior número de congressos internacionais. Luís Lourenço sublinhou que os programas para o mundial de futebol 2010 destinados a clientes individuais só vão sair após o sorteio de sexta-feira, quando se souber as datas e locais dos jogos de Portugal. Acrescentou que os programas que existem são para empresas, que oferecem idas ao mundial a clientes preferenciais ou como prémios a trabalhadores, com preços aproximados mas não definitivos, e que incluem estadias, bilhetes, visitas turísticas, jantares típicos e outros itens. Luís Lourenço observou que para o período do mundial de futebol vai haver grandes dificuldades na reserva de hotéis, como é normal num evento deste tipo, e os estabelecimentos hoteleiros vão exigir garantias nas reservas e pagamentos muito antecipados. Responsáveis do turismo e do desporto sul-africano apelaram hoje à hotelaria e restauração do país e às companhias de aviação para que moderassem os aumentos de preços por altura do mundial de futebol e a agência noticiosa AP afirma que os aumentos vão até à multiplicação por cinco. Lusa 142

143 Sic Online.pt, Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. 143

144 turisver.com, Eleições APAVT: Lista B congratula-se com criação de fundo para captação de congressos Em comunicado ontem divulgado, a lista liderada por Miguel Fonseca às eleições da APAVT, congratulou-se com a anunciada criação de um fundo para captação de congressos com mais de 1000 participantes: "uma medida extremamente positiva para o turismo de negócios e a notoriedade do destino", considera a Lista B. Recorde-se que a criação do fundo foi anunciada pelo secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, durante o Congresso da APAVT que até domingo sábado passado decorreu em Vilamoura. Sobre a medida, a lista liderada por Miguel Fonseca sublinha que "o fundo para a captação de congressos tem vindo a ser activamente defendido por elementos da área do incoming afectos à lista B e figura como uma das mais destacadas medidas do seu programa eleitoral. No comunicado recorda-se que o turismo de negócios é um dos 10 produtos estratégicos definidos no PENT que "apresenta um dos maiores potenciais de crescimento", permitindo "inflectir a tendência de quebra do número de turistas estrangeiros que a própria Organização Mundial de Turismo vem reconhecendo como inevitável na sequência da forte perturbação dos mercados financeiros". O comunicado refere também que "embora não figurando explicitamente no Programa do Governo, a medida decorre da importância conferida à actividade económica ao pretender aproximar Portugal da liderança mundial nos sectores do turismo, novas energias e fileira floresta-madeira-móvel". No mesmo texto, a Lista B destaca a continuidade de políticas na área do turismo, nomeadamente as tendentes a combater os efeitos da crise, permitida pela "meritória recondução de Bernardo Trindade nas funções de Secretário de Estado do Turismo". "Estamos em crer que, a ter ocorrido mudança de titular, ainda se estaria a constituir equipas, traçar estratégias e a reorientar procedimentos e não a actuar positivamente sobre a realidade económica", sublinha o comunicado. F.R. 144

145 Visão Online.pt, Futebol: Mundial Mais de quatro mil euros para ir ver jogos de Portugal Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Lisboa, 03 Dez (Lusa) - Os preços da hotelaria da África do Sul deverão pelo menos triplicar na altura do Mundial de 2010 e os bilhetes de avião para aquele destino vão encarecer, afirmou hoje um dirigente da APAVT. Numa estimativa aproximada, o dirigente da APAVT indicou que uma reserva para os jogos de Portugal na primeira fase do mundial, só viagem, hotéis com pequeno almoço e tranfers, sem bilhetes, poderá custar mais de quatro mil euros. Luís Lourenço, vice-presidente da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), disse à agência Lusa que o agravamento significativo de preços é habitual neste tipo de eventos em que há um grande aumento da procura turística. 145

146 Presstur.com, Sá Nogueira demite-se da Direcção da APAVT por "razões pessoais" Fernando Guimarães assume lugar de director Presstur (18h34) Sá Nogueira, administrador da Netviagens, confirmou ao PressTUR que, por "razões pessoais", apresentou a demissão da Direcção da APAVT. Sá Nogueira será substituído na Direcção da APAVT por Fernando Guimarães, da Avic, primeiro suplente depois de Eduardo Pinto Lopes, que entretanto substituiu João Barbosa. Fontes do sector disseram ao PressTUR que Sá Nogueira apresentou a demissão no termo do XXXV Congresso da APAVT, que decorreu até Sábado em Vilamoura, Algarve, do qual, segundo essas fontes, foi um dos principais responsáveis pela organização. Clique para mais: 146

147 Algarve Vivo ID: Tiragem: 2500 Period.: Mensal Âmbito: Regional Pág: 9 Cores: Preto e Branco Área: 4,39 x 6,11 cm² Corte: 1 de 1 147

148 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 11 Cores: Cor Área: 14,63 x 18,67 cm² Corte: 1 de 2 148

149 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 3 Cores: Cor Área: 7,21 x 5,34 cm² Corte: 2 de 2 149

150 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 6 Cores: Cor Área: 5,34 x 29,30 cm² Corte: 1 de 1 150

151 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 4 Cores: Cor Área: 16,24 x 29,30 cm² Corte: 1 de 3 151

152 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 5 Cores: Cor Área: 11,09 x 29,44 cm² Corte: 2 de 3 152

153 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 1 Cores: Cor Área: 14,30 x 12,30 cm² Corte: 3 de 3 153

154 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 4 Cores: Cor Área: 5,15 x 29,05 cm² Corte: 1 de 1 154

155 Ambitur ID: Tiragem: 5500 Period.: Mensal Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 3 Cores: Cor Área: 13,98 x 15,53 cm² Corte: 1 de 1 155

156 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 58 Cores: Cor Área: 18,84 x 24,54 cm² Corte: 1 de 1 156

157 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 55 Cores: Cor Área: 12,01 x 23,62 cm² Corte: 1 de 1 157

158 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 54 Cores: Cor Área: 19,06 x 26,24 cm² Corte: 1 de 2 158

159 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 55 Cores: Cor Área: 6,34 x 23,52 cm² Corte: 2 de 2 159

160 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 16 Cores: Cor Área: 18,78 x 26,31 cm² Corte: 1 de 2 160

161 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 17 Cores: Preto e Branco Área: 12,43 x 24,32 cm² Corte: 2 de 2 161

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163 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 12 Cores: Cor Área: 9,10 x 4,35 cm² Corte: 1 de 1 163

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166 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 28 Cores: Cor Área: 19,69 x 26,73 cm² Corte: 1 de 6 166

167 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 29 Cores: Cor Área: 18,78 x 24,59 cm² Corte: 2 de 6 167

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171 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 1 Cores: Cor Área: 18,35 x 19,86 cm² Corte: 6 de 6 171

172 APAVT ID: Tiragem: 3000 Period.: Ocasional Âmbito: Viagens e Turismo Pág: 3 Cores: Cor Área: 19,81 x 26,84 cm² Corte: 1 de 1 172

173 Louletano (O) ID: Tiragem: 3000 Period.: Quinzenal Âmbito: Regional Pág: 14 Cores: Preto e Branco Área: 18,55 x 6,07 cm² Corte: 1 de 1 173

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