9. Ao Pacto das Águas, construir com as lideranças e Associações comunitárias dos povos indígenas e populações tradicionais das áreas supracitadas,

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1 Carta Aberta Dos Representantes dos Povos das Terras Indígenas Rio Branco, Uru Eu Wau Wau, Igarapé Lourdes, Rio Guaporé e Seringueiros da RESEXs Federal e Estadual do Rio Cautário, tornam públicas suas reivindicações em defesa das políticas e programas de apoio aos produtos da sociobiodiversidade e de incentivo aos povos indígenas e comunidades tradicionais de Rondônia. Diante da discussão realizada no seminário e intercâmbio de experiências sobre boas práticas e comercialização da Castanha do Brasil em áreas protegidas de uso sustentável, que aconteceu entre os dias 13 a 16 de Maio de 2016 na Aldeia São Luiz, Terra Indígena Rio Branco, realizado pelo Pacto das água em parceria com Kanindé, organizado pela Associação dos povos Indígenas da T.I Rio Branco - Doá Txatô com apoio da Funai, Associações dos povos Karo Pajgap (Arara), Zavidjaj Djiguhr (Gavião), Associação do povo Jupaú (Uru Eu Wau Wau), Associação do povo Amondawa e Associação dos Seringueiros do Vale do Guaporé Aguapé e com participação de instituições governamentais como: Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária SEAGRI, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia SEDAM, Universidade Federal de Rondônia UNIR, Prefeitura, Semagri e Câmara de Vereadores de Alta Floresta D`Oeste, Instituições do terceiro setor como: Instituto Internacional de Educação do Brasil IEB, Ação Ecológica do Guaporé Ecoporé as lideranças dos povos das áreas supracitadas neste documento puderam discutir suas fraquezas, fortalezas, oportunidades e ameaças para implementação da atividade castanheira enquanto uma alternativa de geração de renda sustentável, ao mesmo tempo de gestão territorial e emponderamento dos povos indígenas, seringueiros e de suas associações em seus empreendimentos econômicos comunitários, neste sentido os encaminhamentos retirado no evento tiveram como parâmetros os seguintes objetivos: Melhorar a qualidade da produção extrativista por meio da implementação de Boas Práticas, manejo e coleta dos produtos da sociobiodiversidade por populações indígenas e tradicionais; Realizar capacitação das organizações sociais para que se tornem gestoras de seus empreendimentos comunitários dos produtos florestais não madeireiros;

2 Realizar cooperação técnica entre as instituições públicas, privadas e do terceiro setor para que possam apoiar e fortalecer as iniciativas potenciais em curso dessas terras enquanto estratégia de gestão ambiental / territorial e de geração de renda; Apresentar projetos que visem a implementação de infraestrutura de armazenamento, transporte seleção, secagem e beneficiamento de Castanha do Brasil Apoiar e viabilizar a comercialização da castanha do Brasil e de outros produtos da sociobiodiversidade de Terras Indígenas, Igarapé Lourdes, Rio Branco, Rio Guaporé, Uruweu Wau Wau e nas RESEXs do Rio Cautário, em sinergismo com as ações dos governos Municipal, Estadual e Federal para a consolidação da cadeia de valor da castanha do Brasil no Estado de Rondônia. Esses objetivos estão em consonância com fortalecimento e consolidação de estratégias para a estruturação da cadeia de valor da Castanha do Brasil no Estado de Rondônia, assim como de outros produtos da Sociobiodiversidade, estes representantes, propõe ao poder público ações mais propositivas e que coloquem na prática seus planos de ação e intervenção. Nesse contexto, manifestam a importancia da manutenção de políticas e programas públicos essenciais para o desenvolvimento dessas populações como o Programa de Aquisição de Alimentos PAA e PGPMBio, pois representam um importante instrumento para o avanço na melhoria da qualidade de vida dessas populações e o uso sustentável dos recursos naturais, com respeito a forma de organização dos povos, suas instancias de decisões, suas particularidades culturais, e o contexto local que estão inseridos. Diante do exposto foram definidos os encaminhamentos do intercambio: 1. Ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA, realizar a atualização do Preço mínimo da Castanha do Brasil que atualmente é R$ 1,05 no Programa de Aquisição de Alimentos PAA, modalidades Formação de Estoque aumentando no mínimo para R$ 2,50, como parâmetro a ser executado pela CONAB e outras instituições executoras na Amazônia legal. 2. A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia SEDAM, possibilitar que os recursos da Produção das Mudas de Castanha do Brasil sejam direcionados também para as Terras Indígenas e que essas mudas possam ser produzidas nas áreas supracitadas neste documento; priorizando a mão de obra local incentivando a geração de renda para as comunidades tradicionais e indígenas levando em consideração o método de enxertia na produção

3 3. A Vice Governadoria do Estado de Rondônia, Constituir uma Câmara Técnica que congregue diferentes instituições público, privada, terceiro setor e das organizações dos povos tradicionais e populações indígenas para fortalecer, planejar, organizar e monitorar a produção extrativista no estado de Rondônia. 4. A Secretaria de Finanças do Estado de Rondônia - SEFIN, possibilitar a Inscrição Estadual para as Associações Indígenas e de populações tradicionais. 5. A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária SEAGRI, possa considerar a potencialidade das terras indígenas e RESEXs na produção de Castanha do Brasil afins de instalação dos entrepostos e das agroindústrias dos quais dispõe em seu orçamento, nesse contexto destine 01 entreposto para região de Ji-Paraná que beneficiará populações da T.I Igarapé Lourdes e Uru Eu Wau Wau, 01 Agroindústria para região de Alta Floresta a ser instalada diretamente na T.I Rio Branco, 01 Agroindústria em Costa Marques que atenderá as populações das T.Is do Vale do Guaporé e Reservas Extrativistas do Rio Cautário, Pedras Negras e Outros povos dessa Região. 6. As Associações dos Povos Arara, Gavião, Uru Eu Wau Wau, Amondawa, Seringueiros da RESEXs Rio Cautário, e das T.Is Rio Branco e Rio Guaporé manifestarem interesse através de documentos Junto a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária - SEAGRI para recebimento de infraestrutura e equipamentos que venham fortalecer a produção de Castanha do Brasil. 7. Ao Governo do estado de Rondônia por meio da Vice Governadoria e através da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária SEAGRI, promover a constituição de um Programa de Aquisição de Alimentos Estadual considerando os produtos da sociobiodiversidade a iniciar pela Castanha do Brasil das Terras Indígenas e RESEXs supracitadas neste documento. 8. A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia SEDAM, rever o Plano de Trabalho do Projeto aprovado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES, para que possa incluir o apoio a estruturação das Cadeias dos produtos da Sociobiodiversidade considerando as terras indígenas e RESEXs supracitadas neste documento.

4 9. Ao Pacto das Águas, construir com as lideranças e Associações comunitárias dos povos indígenas e populações tradicionais das áreas supracitadas, um modelo organizacional que considere as particularidades de cada povo para constituição de uma agencia de mercados; 10. A Superintendência de Assuntos Estratégicos - SEAE encontrar um embasamento jurídico que fortaleça e assegure a união formal das associações comunitárias e Pacto das Águas para melhor gestão dos empreendimentos socioprodutivo das Terras Indígenas e RESEXs de Rondônia 11. Ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO e Universidade Federal de Rondônia UNIR, realizar cadastramento junto ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA para que possam se tronar entidades certificadoras orgânicas no estado de Rondônia, especificamente para agricultura familiar, populações tradicionais e povos indígenas. 12. As Prefeituras e Câmaras dos Municípios de Alta Floresta D`Oeste, Ji-Paraná, Costa Marques, Guajará Mirim e demais municípios de abrangência das terras supracitadas neste documento, proporcionar às comunidades dessas terras participação nas discussões e planejamento dos recursos do ICMS ecológico. 13. Ao Governo do estado de Rondônia por meio da Vice Governadoria, articular com outros estados da Amazônia Legal em especial Mato Grosso, Acre, Amazonas e Pará; a isenção do ICMS de produtos extrativistas quando comercializados pelas organizações formais de populações tradicionais e povos indígenas 14. Ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO proporcionar a formação de técnicos agroflorestais com ênfase para as populações tradicionais e povos indígenas que possam atuar diretamente nas Terras indígenas e Reservas Extrativistas supracitadas neste documento. 15. A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária - SEAGRI, possibilitar a constituição de uma Rede Solidária para comercialização dos produtos oriundos do extrativismo das áreas protegidas de uso sustentável e terras indígenas do estado de Rondônia

5 16. Ao Pacto das Águas, proporcionar Rodadas de Negócios entre as instituições das comunidades tradicionais e povos indígenas e populações tradicionais com empresas e potenciais compradores de Castanha do Brasil e outros produtos da sociobiodiversidade. 17. A Superintendência de Assuntos Estratégicos SEAE, proporcionar capacitação em gestão de empreendimentos comunitários para lideranças e diretores das organizações sociais das Terras Indígenas e Reservas Extrativistas do estado de Rondônia a iniciar pelas áreas supracitadas neste documento. 18. A EMBRAPA e ao Pacto das Águas estabelecerem um Padrão de qualidade para Castanha do Brasil a ser aplicado no estado de Rondônia

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