Incentivos para a Geração Distribuída no Brasil

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1 Incentivos para a Geração Distribuída no Brasil : 1. Introdução O Brasil vem buscando nos últimos anos posicionamento cada vez maior como líder no desenvolvimento de projetos em energias renováveis. Podemos citar o Programa de Incentivos a fontes renováveis de energia PROINFA, bem como o programa em torno no etanol Brasileiro. Mesmo assim ainda o Pais procura atingir as seguintes metas: Diversificação da matriz energética; A Liderança no desenvolvimento de tecnologia para produção eficiente de energia elétrica a partir de fontes eólica, solar, biomassa, maré motriz, geotérmica e outras. 2. Mercado brasileiro de energia elétrica A base da matriz elétrica nacional é hidráulica, sendo que a participação das fontes eólica e biomassa vêm aumentando gradativamente e, espera-se maior destaque para essas fontes, em função dos leilões de energia, dos incentivos à livre comercialização de energia elétrica gerada por fontes renováveis. Fonte: ANEEL, banco de infomração da geração(big), Agosto/2010, percentuais em função da potencia instalada

2 3. Investimentos em fontes renováveis de energia O novo Modelo do setor elétrico define que a comercialização de energia elétrica é realizada em dois ambientes de mercado, o Ambiente de Contratação Regulada - ACR e o Ambiente de Contratação Livre - ACL. A contratação no ACR é formalizada através de contratos bilaterais regulados, denominados Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR), celebrados entre Agentes Vendedores (comercializadores, geradores, produtores independentes ou autoprodutores) e Compradores (distribuidores) que participam dos leilões de compra e venda de energia elétrica. No ambiente livre ACL impera a livre negociação entre os Agentes Geradores, Comercializadores, Consumidores Livres, Importadores e Exportadores de energia, sendo que os acordos de compra e venda de energia são pactuados por meio de contratos bilaterais. Os Agentes de Geração sejam concessionários de serviço público de Geração, Produtores Independentes de energia ou Autoprodutores, assim como os Comercializadores, podem vender energia elétrica nos dois ambientes, mantendo o caráter competitivo da geração, e todos os contratos, sejam do ACR ou do ACL, são registrados na CCEE e servem de base para a contabilização e liquidação das diferenças no mercado de curto prazo. 3.1 Realização de novos empreendimentos através de Leilões (ACR) A Lei no , de 15 de março de 2004, determinou que as distribuidoras pertencentes ao Sistema Interligado Nacional SIN deverão garantir o atendimento à totalidade de seu mercado. Para tanto, a energia deve ser adquirida, dentre outras hipóteses, por meio de leilões promovidos pela ANEEL, proveniente de usinas novas e existentes, assim como de fontes alternativas. No parágrafo anterior destacamos a possibilidade de aquisição de energia por meio de leilões proveniente de usinas novas de fontes alternativas, e isso foi um novo incentivo a ampliação da participação das fontes renováveis. Um exemplo prático são os empreendimentos de energia eólica, que inicialmente tinha preços de venda da energia muito acima do mercado (250R$/MWh em média) na época do PROINFA, e nos últimos leilões conseguiram ter preços inferiores aos projetos de biomassa (140R$/MWh em média), com cerca de MW contratados. Para o leilão de 2011, segundo dados da imprensa especializada, mais de 5 GW em projetos de energia eólica estariam aptos a participar do leilão. 3.2 Realização de novos empreendimentos no Mercado Livre (ACL) Constituído no final dos anos 90, o mercado livre movimenta cerca de 28% do volume total de energia elétrica que circula no Sistema Interligado Nacional e funciona em paralelo ao ambiente regulado. Esse mercado reúne três modalidades de agentes: Produtores independentes:

3 Geradores de energia elétrica que operam sob o regime de resolução autorizativa cedida pela ANEEL a cada empreendimento e que podem vender a produção diretamente ao consumidor e comercializadora. Consumidor livre: Clientes que têm a possibilidade de escolher seus fornecedores e negociar as condições contratuais, inclusive preço. Para adquirir a energia convencional, devem, obrigatoriamente, ter demanda contratada superior a 3 MW (megawatts) condição que lhes permite adquirir a energia alternativa também. Aqueles com demanda contratada entre 0,5 MW e 3 MW podem adquirir exclusivamente energia alternativa (ou incentivada). CARGA DE CONSUMO TENSÃO DE CONEXÃO DATA DE INSTALAÇÃO Menor de 500 kw Consumidor Cativo. Maior de 500 e Menor que kw Maior que kw Maior que kw Maior que kw Menor que 69 kw Menor que 69 kw Maior que 69 kw Anterior a 07/07/1995 Posterior a 07/07/1995 CARACTERIZAÇÃO Consumidor livre pra comprar energia apenas de "Fontes Alternativa". Consumidor livre pra comprar energia apenas de "Fontes Alternativa". Consumidor potencialmente livre Consumidor potencialmente livre. Tabela 1 - classificação de consumidores Comercializadora: Empresas independentes ou vinculadas a grupos geradores e/ou distribuidoras, que adquirem a energia para vendê-la aos consumidores livres ou atuam na contratação e fechamento de negócios entre as pontas compradora e vendedora. Os participantes do mercado livre negociam seus contratos de energia bilateralmente e as condições comerciais (preço, prazo, etc...) não estão sujeitos às determinações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A Aneel, no entanto, regula diversos outros aspectos desse mercado livre. Ampliação do mercado (consumidores especiais): Segundo o 5º do art. 26 da referida Lei, com redação dada pela Lei nº , de 26 de abril de 2002, os empreendimentos a partir de fontes renováveis de energia, poderão comercializar energia elétrica com consumidor ou conjunto de consumidores reunidos por comunhão de interesses de fato ou direito, cuja carga seja maior ou igual a 500 kw, observada a regulamentação da ANEEL. O dispositivo apresentado no parágrafo anterior permite que uma gama maior de consumidores ou conjunto de consumidores, possa adquirir blocos de energia de produtores independentes de energia somente de seu distribuidor local, isso significa maior autonomia para compra de energia entre diversos fornecedores, e principalmente em relação às fontes renováveis, pois fazem jus também aos descontos da TUSD de no mínimo 50%, podendo ser solicitado descontos maiores. 4 Marcos Legais e Ambiente Regulatório para a GD A Lei nº , de 15 de março de 2004, e o Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, estabeleceram as principais diretrizes do setor elétrico, com vistas a

4 diversificação do uso de fontes renováveis de energia. Especificamente, o Decreto nº 5.163, de 2004, define o conceito de geração distribuída como aquela proveniente de fontes renováveis de energia e com potência instalada inferior a 30 MW. A seguir pontos específicos serão discutidos 4.1 Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição e Transmissão (TUSD/TUST) A tarifa de uso do sistema de distribuição (TUSD) e tarifa de uso do sistema de transmissão (TUST), são valores econômicos definidos pela ANEEL para remunerar a utilização das redes de distribuição e de transmissão, e são pagas pelos agentes de geração de energia elétrica, e pelos consumidores de energia elétrica, ou seja, quando existe um contrato bilateral entre gerador e consumidor, ambos pagam para fazer utilização da rede a que estão conectados; O art. 26, 1º da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pela Lei , de 15 de junho de 2007, estabeleceu a competência da ANEEL para definir o percentual de desconto nas tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão, não inferior a 50%, para os empreendimentos classificados com pequena central hidrelétrica PCH (potência instalada maior que 1MW e menor ou igual a 30 MW) e aqueles de fonte hídrica com potência igual ou inferior a 1 MW, assim como para as centrais geradoras com base em fontes solar, eólica, biomassa e co-geração qualificada, cuja potência injetada nos sistemas de transmissão ou distribuição seja menor ou igual a 30 MW, incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos aproveitamentos. O objetivo foi de incentivar o uso das energias renováveis, concedendo o desconto mínimo de 50% incidente sobre a TUSD/TUST. È possível ao empreendedor, quando de seu pedido de registro ou requerimento de outorga solicitar desconto maior que 50%, que será analisado pelo órgão regulador A Resolução Normativa nº 77, de 18 de agosto de 2004, estabeleceu os descontos nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão TUST e TUSD para empreendimentos hidrelétricos com potência igual ou inferior a 1 MW, para aqueles caracterizados como pequena central hidrelétrica PCH (maior que 1MW e menor ou igual a 30 MW) e àqueles com base em fontes solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, cuja potência injetada seja menor ou igual a 30 MW, incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos aproveitamentos. Segundo a Resolução, a regra geral é o desconto de 50% na tarifa de uso para os empreendimentos listados no parágrafo anterior. No entanto, o art. 3º estabelece as condições para a concessão do desconto de 100% nas tarifas de uso, dentre as quais, destaca-se a seguinte: Empreendimentos que utilizem como insumo energético, no mínimo, 50% de biomassa composta de resíduos sólidos urbanos e/ou de biogás de aterro sanitário ou biodigestores de resíduos vegetais ou animais, assim como lodos de estações de tratamento de esgoto. 4.2 Outros incentivos para GD

5 Podem-se destacar os seguintes incentivos para a instalação de geração distribuída, que utilizem fontes hídrica, solar, biomassa ou co-geração qualificada, com injeção de até 30 MW na rede de distribuição: Desconto mínimo de 50% na tarifa de uso do sistema de distribuição, aplicável na produção e no consumo (veja detalhes acima); Possibilidade de venda de energia para consumidores livres e especiais; As PCH e CGH estão dispensadas de pagar compensação financeira aos municípios atingidos pelo reservatório da usina; Isenção de pagamento anual de 1% da sua receita operacional líquida em pesquisa e desenvolvimento do setor elétrico; Possibilidade de vender energia nos leilões específicos para fontes alternativas promovidos pelo MME e organizados pela ANEEL; Possibilidade de vender energia diretamente à distribuidora por meio de Chamada Pública; As centrais geradoras com registro possuem procedimento de acesso simplificado, necessitando apenas das etapas de solicitação de acesso e parecer de acesso, o que agiliza o processo. Sistema de Medição: o Procedimento de Distribuição- PRODIST, Módulo 5, seção5. 2, estabelece que o sistema de medição aplicável a usinas com potência instalada igual ou inferior a 1 MW, com fonte de energia renovável, pode ser igual ao dos consumidores do Grupo A. Caso o agente de geração opte por vender energia no mercado livre, há necessidade instalar o Sistema de Medição para Faturamento - SMF, conforme especificações do Módulo 12 dos Procedimentos de Rede e Regras de Comercialização. O art. 26, 1º da Lei nº 9.427, de 1996, com redação dada pela Lei , de 2007, estabeleceu a competência da ANEEL para definir o percentual de desconto nas tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão, não inferior a 50%, para os empreendimentos classificados com pequena central hidrelétrica PCH e aqueles de fonte hídrica com potência igual ou inferior a 1 MW, assim como para as centrais geradoras com base em fontes solar, eólica, biomassa e cogeração qualificada, cuja potência injetada nos sistemas de transmissão ou distribuição seja menor ou igual a 30 MW, incidindo na produção e no consumo da energia comercializada pelos aproveitamentos Além dos incentivos já listados anteriormente, existe a possibilidade dos empreendimentos de geração distribuída, que utilizam fontes renováveis de energia, obter renda adicional por meio da venda de créditos de carbono a empresas estrangeiras, dentro das regras estabelecidas no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo MDL criado pelo Protocolo de Quioto. No âmbito da lei 9.991/2000 as concessionárias de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica tem a obrigação regulamentar de aplicar 1% da receita operacional liquida em projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e programas de eficiência energética, sendo assim fontes

6 importantes de recursos para financiar empreendimentos inovadores em energias renováveis Resumos dos incentivos por fonte Mecanismo Desconto TUSD Fonte PCH Biomassa Eólica Solar FV 50% 50% 100%-biogas, aterro e lixo 50% 50% Venda p/ consumidor livre sim sim sim Sim (>3MW e >69kV) Venda p/ consumidor sim sim sim Sim especial Compensação financeira sim n/a n/a n/a Isenção de aplicação em P&D (1% da Sim Sim Sim Sim ROL) 1 Participar em leilões Sim Sim Sim Sim Venda em chamada publica Sim Sim Sim Sim Processo simplificado de <1MW <1MW <1MW <1MW registro MDL Sim Sim Sim Sim Garantia física Energia gerada Energia gerada Energia gerada Energia gerada Medição simplificada < 1MW < 1MW < 1MW < 1MW 5. Barreiras: Tributação para sistemas importados Devido à quase inexistência de fornecedores de equipamentos no Brasil, especialmente no caso da energia fotovoltaicos existem regimes especiais, que deverão durar até o estabelecimento de fornecedores locais. Exemplo: Tributação da energia fotovoltaica: II (Imposto de Importação: Módulos - 12%%, Inversores 14%, sobre o valor aduaneiro (Resolução CAMEX nº 37, of 18/06/2009.) IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): módulos -0%, inversores - 15%+ II, de acordo com Tabela TIPI. PIS/PASEP: Normativa SRF no. 572 de 22/11/2005, módulos e inversores = 1,65% 1 Receita operacional liquida da empresa

7 COFINS: Instrução Normativa SRF no. 572 de 22/11/2005, módulos e inversores 7,60% ICMS:, módulos 0%, e, 12% para inversores, baseado no Valor Aduaneiro (Decretonº /2002, e Decreto nº , 08/03/2010). A tributação aumenta os custos de investimento e assim encarece a energia gerada em comparação com os mercados desenvolvidos de energia fotovoltaica na Europa e nos Estados Unidos 6. A ser regulado no futuro próximo - Acesso a rede de pequena geração distribuída A Portaria ANEEL nº 1.447, de 12 de janeiro de 2010, aprovou a Agenda Regulatória Indicativa da SRD para o ano de 2010, onde se destaca o seguinte item: 9 Diminuir os obstáculos para o acesso de pequenas centrais geradoras aos sistemas de distribuição A ANEEL realizou em 2010 abertura de consulta pública (CP015/2010) com o objetivo de reduzir obstáculos à pequena geração distribuída, o processo foi concluído em fevereiro de 2011, com a publicação da NT004/2011. No inicio segundo semestre deverá ser realizada audiência pública, seguida de resolução normativa, que devem possibilitar novos avanços para este tipo de geração que possibilitará: Participação de novos empreendedores da área de energias renováveis; Maior facilidades no acesso a rede; Simplificação de esquemas de medição Simplificação de procedimentos de conexão a rede; Ampliação do mercado para fornecimento de soluções em serviços de energias renováveis Ampliação do mercado para fornecimento de equipamentos de energias renováveis, especialmente na área solar fotovoltaica; 7. Oportunidades para investidores O mercado brasileiro de energia elétrica cresce em um ritmo, que se faz necessário um crescimento da capacidade de geração em torno de 5 GW por ano. Os leilões de energia promovidos no Brasil tem sido boa oportunidade para investidores em centrais geradoras nas áreas de eólica e biomassa principalmente aquelas com bagaço de cana. Adicionalmente, a fonte solar fotovoltaica vem tomando vulto devido à queda de preços de equipamento no mercado mundial e as altas tarifas finais de energia elétrica. A venda direta de energia a consumidores livres ou especiais, ou ainda venda de soluções para autoprodução para este mesmo público trata-se também de um nicho para entrada de investidores. Diversas são as áreas de oportunidades para investidores na área de equipamentos e serviços, desde as grandes aplicações até as de menor porte que atenderão as

8 aplicações mais distribuídas e de menor porte (até 1 MW nominal), tendo em vista as mudanças futuras no mercado Brasileiro para geração distribuída.

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