GT01 - A Produção de Alimentos Tradicionais nos Territórios Rurais e Urbanos

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1 DERIVADOS DA MANDIOCA: ALIMENTOS IDENTITÁRIOS COMO ESTRATÉGIA DE REPRODUÇÃO SOCIAL Alana Franco Leite Graduanda em Geografia/UFS, bolsista do PIBIC/CNPq e membro do GRUPAM Sônia de Souza Mendonça Menezes Doutorado em Geografia, Professora DGE/UFS, Líder do GRUPAM GT01 - A Produção de Alimentos Tradicionais nos Territórios Rurais e Urbanos Resumo Em meio às grandes questões discutidas na sociedade e no âmbito acadêmico na atualidade, a problemática alimentar se apresenta de forma bastante complexa. Este artigo tem por objetivo analisar a resistência e permanência de iguarias derivadas da mandioca, alimentos identitários, bem como o fortalecimento da identidade de grupos locais e as novas estratégias de geração de renda através desses produtos no município de Aquidabã no Estado de Sergipe. Utilizamos como recurso metodológico a revisão bibliográfica, a coleta de dados primários e secundários, e apresentamos como resultados do projeto de pesquisa PIBIC/CNPq a constatação do repasse do saber-fazer tradicional que permite a permanência da produção de iguarias derivadas da mandioca, constituindo uma nova estratégia para geração de renda alicerçada pela demanda do mercado consumidor nos territórios do Médio e Alto Sertão no Estado de Sergipe. Palavras chaves: Derivados da mandioca, Alimentos Identitários, Fluxos comerciais, Renda. Introdução As transformações as quais foram submetidas as sociedades ao longo de toda a evolução civilizatória do homem deixaram marcas positivas e negativas nos aspectos econômico, político, social e cultural. Todavia, o mundo chegou a um estágio tal que a modernização que foi pensada, reformulada e materializada não atende a demanda dessas populações e principalmente o bem-estar das mesmas. A modernização tecnológica que foi sendo inserida gradualmente reflete os impactos de um sistema que se preocupou demasiadamente em superfaturar, deixando a mercê questões fundamentais que afetam diretamente os indivíduos, nesse caso a alimentação, seja ela como elemento vital à saúde, como elemento transformado geneticamente pela tecnologia, ou como elemento agregador de valores identitários. Vários estudos comprovam que essa imposição dos novos em detrimento dos antigos hábitos alimentares, tenta substituir não só os próprios alimentos, mas sim toda uma riqueza cultural, adquirida a partir das relações sociais e pela relação homem/natureza. Hernández: (2005, p. 135,), explica essas questões: 1

2 A menor separação desses produtos em relação a essa cultura faz pressupor a perda de sentido até a um ponto em que eles não se pareçam com alimentos, mas com artefatos, plásticos e sem alma. O desenhista F. Jegou (1991) diz que a indústria proporciona um fluxo de alimentos sem memória, no qual a dimensão simbólica da alimentação já não é o resultado de um lento processo de sedimentação entre o homem e seu alimento, mas preexiste a ele. Assim, os novos alimentos podem ser classificados no limite do comestível, e sua ingestão mostra-se cheia de riscos. Com o objetivo de analisar a resistência e permanência de iguarias derivadas da mandioca, bem como o fortalecimento da identidade de grupos locais e as novas estratégias de geração de renda através desses produtos no município de Aquidabã no Estado de Sergipe, iniciamos a pesquisa com trabalho de campo no meio rural e urbano do referido município, alicerçado pela revisão bibliográfica. Como resultados após inquirir diferentes grupos sociais, constatamos a manutenção da tradição repassada de geração-a-geração, no tocante ao modo de produzir e a demanda do mercado consumidor, que fortalece o movimento, ainda que de forma involuntária, de resistência e de permanência de iguarias derivadas de um dos alimentos mais antigos relatados na história do nosso país, a mandioca. A construção da identidade e de territorialidades através dos Alimentos Identitários Industrializados ou Identitários, os alimentos traduzem valores culturais de sociedades e vem sofrendo influências da transformação e evolução tecnológica a partir do último século, alterando modos de vida, modificando a cultura e o espaço. Segundo Montanari (2008) o próprio processo civilizatório não seria possível se não houvesse essa separação brusca do homem com a natureza, pois o conceito de civilizado perpassa pela função de produzir. Logo, quando o mesmo deixa de apenas usufruir da natureza para domesticá-la e transformá-la, produzindo sua própria comida, passa, de fato, a executar seu papel de homem civilizado, deixando de ser dominado, então passando a dominar a própria natureza. O fato é que a domesticação das plantas e dos animais de certo modo permite ao homem tornar-se dono do mundo natural, declarar-se fora da relação de dependência total em que sempre viveu (ou melhor, imaginava ter sempre vivido: porque também um aproveitamento do território por meio das atividades de caça e coleta exige um saber-fazer, um conhecimento, uma cultura). (MONTANARI, 2008, p ) 2

3 Devido à intensificação dos processos de produção e industrialização dos alimentos para atender a demanda de um mercado consumidor, que cresce assustadoramente, é que vários estudos foram e estão sendo realizados, principalmente após a década de 90, nas diversas áreas do conhecimento, no que diz respeito a um elemento essencial para a vitalidade - a alimentação. Porém, as abordagens são diferenciadas, como afirma Canesqui (2005, p. 24) [...] antigos temas se incorporam ao debate intelectual, como os regionalismos culinários; comida e simbolismo; cozinhas e religião; hábitos alimentares de grupos específicos ou os promovidos pelo marketing; os fastfood e a reorganização da comensalidade na sociedade urbano-industrial, entre outros. Logo, esses estudos surgem como proposta para análise da situação em que as populações do mundo se encontram em meio à variedade e diversidade dos alimentos que são oferecidos atualmente e chegam às nossas mesas, de certa forma mesclando naturezas, sabores, hábitos e culturas diferentes. Nessa perspectiva, percebemos que foi nas últimas décadas do século XX, que ocorreu a materialização de todas essas afirmações no espaço, visto que o homem se distancia cada vez mais da natureza para apropriar-se do artificial, estando presente em todas as fases, desde a extração da matéria-prima, produção e fetichização da mercadoria até o consumo. Revela-se por um lado, a homogeneização do espaço através da padronização dos alimentos a serem consumidos e dos hábitos alimentares, e por outro, contraditoriamente, observamos alimentos fortemente enraizados, que continuam demandados pelos consumidores nos diferentes territórios nesse mundo globalizado. Atualmente é possível identificar no modo de se alimentar das populações no mundo moderno, a investida da mídia, publicidade e propaganda, numa corrida pela padronização, tendo em vista a reprodução ampliada do capital. Exemplo disso são as grandes redes de alimentação, que se espalharam pelo mundo adaptando-se em parte à cultura local, no intuito de fazer também a adaptação inversa, ou seja, dessa população nativa adotar a comida estrangeira, barganhando grandes fatias do mercado consumidor local, subsidiando mais uma vez a manutenção do sistema capitalista. Os Fast-Foods são exemplos claros dessas comidas que são produzidas pelo homem civilizado, em prol da acumulação do lucro capitalista, os quais Canesqui (2005, p. 37) define como [...] refeições nas sociedades urbano-industriais, que conduzem à realização e à 3

4 valorização das refeições rápidas e feitas fora do espaço doméstico [...]. Concordamos com a autora e ressaltamos igualmente que essas comidas não portam valor simbólico para o consumidor, tendo em vista que não se apropriam de nenhum sentimento ao longo do seu processo de produção, distribuição e consumo. E o que muitas das vezes identificamos na propaganda e no marketing é um pseudosimbolismo ou falso simbolismo criado para ludibriar a massa de telespectadores, esses em sua maioria consumidores de determinados produtos. Contraditoriamente, verificamos um aumento no número de pessoas que buscam uma alimentação saudável e de alimentos que tragam sensações diferenciadas. Expande a procura pelos alimentos identitários-tradicionais que traz à memória lembranças de diversos momentos que ficaram marcados na vida das pessoas. Tal fato implica na reafirmação da ideia de que diante da padronização dos alimentos à nível global, o sabor local está vivo, e grupos locais alicerçados pela identidade resistem, diferenciam culturalmente, e ainda fazem destes sabores um novo elemento gerador de renda para a subsistência. Sobre esse assunto, Almeida (2006, p. 64 apud Azevedo 2011, p. 49) comenta: A homogeneização do consumo de alimentos industrializados não significou o fim das culinárias regionais, por vários fatores: econômicos (acesso ao mercado), religiosos, sociais ou culturais, ela se manteve em muitos locais [sic]. Os movimentos de resistência e de valorização da culinária local emergem em diversas partes do mundo com objetivos mais amplos, não só preservar a identidade culinária, mas também, garantir as condições para a existência de grupos locais. Dentre os fatores que fortalecem essa relação estão técnicas de conservação de alimentos, modos de preparos diferenciados, assim como receitas com ingredientes naturais diversificados, entre outros, relacionando o antigo e o novo, que resulta, por vezes, sob uma nova apresentação física do produto, recriando esta comida segundo a aliança entre o saberfazer tradicional passado de geração-a-geração e novos instrumentos de trabalho, contudo, sem que estes alimentos percam a essência identitária. Os alimentos e as comidas são carregados de códigos culturais, identitários, são simbólicos à medida que identificados, remete a determinado grupo, e a determinado lugar, são particulares, singulares, exalam sentimentos de pertencimento. A comida não define só o modo de comer, mas quem a come (MACIEL, 2005). Nessa direção, Montanari (2008, p. 183) ressalta assim como a língua falada, o sistema alimentar contém e transporta a cultura de quem a pratica, é depositário das tradições e da identidade de um grupo. 4

5 Ainda tomando como base os escritos de Montanari (2008), nos valemos de um de seus temas para ressaltar a importância de raízes como um dos alimentos identitários basilares da culinária brasileira, e a transformação destes, que resultaram em iguarias específicas de cada região do país, relatando a história e a modificação no espaço pelo seu poder de agregar valores e transformar vidas. E foi sobre os basilares da dinâmica que envolve esse alimento típico, que tentamos decifrar as redes que se formam entre esses elementos, ou seja, parafraseando Milton Santos (1996), quem são os fixos, os fluxos, como se comportam esses elementos no espaço, em determinadas situações, contextos, contradições e, as territorialidades construídas, através da elaboração de produtos, nesse caso as iguarias derivadas da mandioca, percebidas cotidianamente na nossa mesa. Esse mister de informações nos propiciou observar que há uma relação identitária forte desses grupos sociais (produtores e consumidores) com o próprio território, relações essas abordadas e teorizadas por vários autores sob a denominação identidades territoriais. A esse respeito Haesbaert (2004, p. 339) assinala: [...] não há indivíduo ou grupo social sem território, quer dizer, sem relação de dominação e/ou apropriação do espaço, seja ela de caráter predominantemente material ou simbólico [...], e mais, que o território cultural ou simbólico cultural [...] prioriza a dimensão simbólica e mais subjetiva, em que o território é visto, sobretudo como apropriação/valorização simbólica de um grupo em relação ao seu espaço vivido [...] Em síntese, fazemos das palavras de Raffestin (1993, p. 143) as nossas: [...] O território se forma a partir do espaço, é o resultado de uma ação conduzida por um ator sintagmático (ator que realiza um programa) em qualquer nível. Ao se apropriar de um espaço concreta ou abstratamente (por exemplo, pela representação), o ator territorializa o espaço [...] Logo, os atores sociais (produtores de derivados da mandioca) ao apropriar o espaço e aproveitar os recursos que dispõem fundamentados nos saberes transmitidos por gerações, criam atividades autônomas na busca da reprodução social e econômica. Desse modo, alicerçados pelas redes de sociabilidade, eles constroem o território. 5

6 Através de técnicas, saberes e memórias transmitidas por gerações, esses grupos locais produzem uma territorialidade, e constituem uma prova antagônica do movimento que ressaltava a desterritorialização. Isto é, as práticas tradicionais mantidas ou reinventadas sobrevivem ao tempo e às modificações do espaço, não desapareceram. Em oposição a homogeneização elas resistem, fundamentada pelo movimento que busca o resgate e a valorização de elementos que compõem suas identidades. Tal discussão será apresentada a seguir a partir dos resultados da pesquisa empírica realizada nos territórios do Médio e Alto Sertão de Sergipe. Os derivados da mandioca: um ponto de ligação entre sujeitos, saberes e o território. Nas pesquisas de campo realizadas por Oliveira e Menezes (2011) foi constatado que o município de Aquidabã constitui como um dos fornecedores de matéria-prima para a produção de derivados da mandioca na região da Grande Aracaju e citado como produtor de iguarias pelos comerciantes. A partir dessas informações procuramos identificar os alimentos identitários e os respectivos atores sociais envolvidos no referido município. Todavia, antes de adentrarmos na pesquisa realizada, apresentaremos a caracterização do recorte espacial. O município de Aquidabã está localizado no território do Médio Sertão. A sua economia está baseada no setor terciário com um expressivo crescimento nas atividades comerciais, seguido pela agropecuária, enquanto isso, o setor secundário não tem apresentado um progresso. Apresenta-se como um dos maiores produtores de mandioca do Estado de Sergipe, e a produção está vinculada a agricultores familiares que a cultivam para garantir a sobrevivência. Tabela 01. Unidade da Federação e Município Tabela 01 Área plantada, área colhida, quantidade produzida de mandioca Sergipe-Aquidabã Área plantada (Hectares) Área colhida (Hectares) Quantidade produzida (Toneladas) Sergipe Aquidabã Fonte: IBGE. Censos agropecuários, 1990, 2000,2010. Ao analisar as informações observamos uma redução substancial na área plantada, colhida e na quantidade produzida de mandioca. Esse fato está relacionado ao avanço da pecuária e da 6

7 expansão do cultivo do abacaxi, resultado do incentivo governamental, através de políticas de crédito agrícola que promeveram o desenvolvimento das referidas atividades. Em consequência da expansão pecuária, a modificação no uso das terras, alterou as relações existentes no campo, uma vez que anteriormente parte das terras destinava-se aos cultivos por meio das relações de parceria (a terra era cedida para as roças e com dois anos de uso pelo agricultor familiar deixava o pasto formado). Com a expansão da pecuária os proprietários não cedem a terra aos agricultores. Devido à essas mudanças a terra disponível para o plantio desse alimento reduz-se. Além da expansão da pecuária, outra atividade tem contribuído para a redução do cultivo da mandioca, trata-se da cultura do abacaxi, que foi impulsionada pelas políticas públicas e o uso das técnicas agrícolas como a correção dos solos da região, inserção de mudas geneticamente modificadas. Além desses fatores, a EMDAGRO promove cursos e treinamentos para o agricultor familiar, com o objetivo de incentivar a produção tendo em vista a demanda do mercado consumidor e do setor industrial. Fonte: IBGE, Pesquisa realizada no banco de dados obtidos no SIDRA Apesar do avanço de outras culturas na região, constatamos a tradição do município de Aquidabã na produção das iguarias derivadas da mandioca. Na pesquisa de campo visitamos os povoados de Moita Redonda, Saco de Areia e Segredo no município de Aquidabã nos quais observamos a concentração de grupos familiares produtores dos derivados da mandioca. Ainda identificamos nas feiras dos Territórios do Alto e Médio Sertão Sergipano os referidos produtores/comerciantes de Aquidabã. 7

8 Vale lembrar que, para os nordestinos, o dia de feira é o dia de encontro semanal entre grupos sociais, onde acontece a troca de saberes, produtos, conversas, entre outros. Neste sentido, Corrêa (1989, p. 35) afirma: Nos dias de feira o pequeno núcleo transforma-se em um centro de mercado. Vendedores dos mais variados produtos, artesãos e prestadores de diversos serviços amanhecem no centro com suas mercadorias e instrumentos de trabalho. São provenientes de outro pequeno núcleo onde no dia anterior atuaram em seus ofícios, ou de um centro maior onde vendem e exercem quase permanentemente a mesma atividade. Alguns vieram da zona rural ou dedicam-se as atividades primárias: vieram vender sua produção e comprar alguns bens que não produzem. Corroborando com essa discussão Menezes (2009, p. 157) em suas pesquisas ressalta: as feiras continuam a desempenhar papel relevante, não só econômico, mas também sociocultural na medida em que une pessoas de localidades diferentes, tornando-se espaço de diversidades culturais de sociabilidades. Logo, identificamos o domínio e a variedade das iguarias elaboradas em Aquidabã. Tabela 02 Nas feiras do Alto e Médio Sertão Sergipano as diversas iguarias derivadas da mandioca são comercializadas aos sábados (Itabi, Nossa Senhora de Lourdes, Nossa Senhora da Glória, Monte Alegre e Canindé), aos domingos (Graccho Cardoso e Cumbe), às segundas-feiras (Porto da Folha, Poço Redondo e Nossa Senhora das Dores), e às quartas-feiras (Gararu). Esses produtores/comerciantes residem nos citados povoados de Aquidabã e deslocam-se às 4 horas da manhã nos dias de feira, retornando a sua residência por volta das 16 horas. Constatamos que os responsáveis pela produção de iguarias são agricultores familiares que dedicam parte do seu tempo à lavoura da mandioca em estabelecimentos rurais com dimensão inferior a 10 hectares. De acordo com esses atores a renda obtida com a comercialização é superior à agricultura e a mesma contribui para reforçar a continuidade e a permanência da família no meio rural. Os produtores das referidas iguarias elaboram esses produtos por um período superior a 20 anos ou mais, como afirmou um produtor que produz por cerca de 40 anos os mesmos produtos. 8

9 Comercialização dos derivados da mandioca produzidos no município de Aquidabã Território do Alto e Médio Sertão Sergipano 2011/2012 Município/território visitado Qt. Barracas Itabi/Médio Sertão 3 Graccho Cardoso/Médio Sertão Nossa Senhora de Lourdes/Alto Sertão Nossa Senhora da Glória/Alto Sertão Monte Alegre/Alto Sertão Porto da Folha/Alto Sertão Poço Redondo/Alto Sertão Canindé do São Francisco/Alto Sertão Derivados da mandioca comercializados Pé-de-moleque de massa puba, os beijus (coco, massa, tapioca molhada), macasado (doce e salgado), bolachinhas de goma, bombocado, bolos de puba, macacheira, milho e ovos. 3 Pé-de-moleque de massa puba, o beiju molhado, o macasado (doce e salgado) e bolos de puba e macacheira. 3 Pé-de-moleque de massa puba, os beijus tradicionais, o macasado (doce e salgado) e bolos de puba e macacheira. 7 Beijus-molhado e seco, pé-de-moleque, tapioca seca, bolacha de goma, macasado, saroio, bolo de puba e beiju de amendoim. 7 Macasado (doce e salgado), pé-de-moleque de massa puba. 7 Pé-de-moleque de massa puba, os beijus tradicionais, o macasado (doce e salgado) e bolos de puba e macacheira. Bolachas de goma. 5 Pé-de-moleque de massa puba, os beijus tradicionais, o macasado (doce e salgado) e bolos de puba e macacheira. 5 Pé-de-moleque de massa puba, os beijus tradicionais, o macasado (doce e salgado), bolos de puba e macacheira e a bolacha de goma. Gararu/Alto Sertão 4 Pé-de-moleque de massa puba, os beijus tradicionais, o macasado (doce e salgado) e bolos de puba e macacheira. Tabela 02: Comercialização de iguarias derivadas de mandioca, Médio Sertão-SE, Fonte: Pesquisa de campo, 2011/2012. Nas entrevistas os produtores ressaltavam a importância dessa atividade que envolve não só a família, mas outros membros que mantêm uma relação de proximidade desde a colheita até a comercialização e consumo. A produtora Maria José afirmou: aprendi a fazer os beijus com minha família; duas filhas me ajudam no processo de produção dos produtos e eu dou parte da minha renda a elas, pois as mesmas não tem outro trabalho; ganho cerca de trezentos reais por feira e muitas das coisas (eletrodomésticos) que tenho na minha casa foram adquiridos com esse trabalho. (Entrevista realizada em 01/2012) 9

10 Fluxo da comercialização dos produtores de iguarias derivadas da mandioca Aquidabã-SE 2011/2012 ESTADO DE SERGIPE Canindé de São Francisco Poço R edondo Porto da Folha Gararu Poço Verde Monte Alegre de Sergipe Lagarto Itabi Canh oba Amparo Nossa Senhora da Glória Gracho do Telha Cardoso São Aq uidab ã Cedro Fran cisc de P ropriá Feira Nova Sãoo Jo ão Santana Malhada São do Carira Nossa Senh ora C umbe dos BoisFrancisco Neó polis São Ap arecida Murib eca Francisc São M iguel o d o Aleixo Japoatã Ilha das Ribeiróp olis Nossa Senhora Capela Flo res Brejo Grande das Do res Pinhão FreiP au lo Pacatuba Japaratuba Siriri Moita Bon ita P edra Santa R osa Mo le M acambira de Lima Divina Ro sário Carmópolis P irambú Área d e Litígio Itab aiana Malhad or Pasto ra d o CateteGal. Maynard Simão Dias Campo do Riachuelo Maruim São B rito Sant o Amaro Areia B ranca Domingos das Brotas Laranjeiras Nossa Senh ora do Socorro São Cristóvão Aracaju Nossa Senhora de Lourdes B arra dos Coq ueiros km To bias Barreto Tomar d o Geru Riachão dodantas Itabaian inha C rist inápolis B oquim P edrin has Umbaúb a Arauá Indiaroba Salgado Santa Luzia do Itanhy Estância Itaporanga D Ájud a Feira de Aquidabã Município de Aquidabã Municípios onde os feirantes oriundos de Aquidabã comercializam iguarias de mandioca Intensidade do fluxo migratório de comerciantes de iguarias derivadas da mandioca Figura 01: Fluxo dos derivados da mandioca produzidos em Aquidabã/SE. Fonte: Pesquisa de Campo, 2011/2012. Percebemos que eles/elas utilizam as mesmas receitas na elaboração das iguarias repassadas pelos parentes que os ensinaram há mais de 20 anos. Mesmo aqueles que não participam de todo o processo de produção, ou seja, desde a plantação da mandioca, eles conseguem resgatar a tradição e repassar para seus filhos ou parentes, contribuindo para que o círculo de ligação familiar que constrói identidades permaneça vivo e na atualidade transforme-se em uma fonte de renda, que será revertida para sobrevivência do grupo familiar. Logo, essa atividade ainda se faz presente no meio rural, e é considerada de extrema importância diante da escassez de postos de trabalho no município. Os produtores ressaltam a importância da atividade em relação à independência e autonomia uma vez que a exercem com liberdade, sem patrão. 10

11 Na feira do município de Monte Alegre constatamos a presença de um grupo de vendedores dessas iguarias formado por dois irmãos e um tio, os quais alegam somar-se tanto na produção, quanto na comercialização, para que o lucro obtido seja dividido em partes iguais para todos os membros do grupo. Tal fato denota o apoio da rede familiar similares às redes de sociabilidade [...] que expressam e condicionam as redes de relações sociais, de vizinhança, de parentesco, de amizade [...] (SERPA 2005, p. 213). Corroborando com essa discussão Menezes (2009, p.165) afirma as redes sociais, de sociabilidade ou do cotidiano, são horizontais, apresentam forte poder de coesão social, cultural e territorial e viabilizam a persistência do agricultor familiar. Essa coesão social e cultural é vísivel entre esses produtores das iguarias. Os mesmos informaram que plantam pouca mandioca, pois a roça é dividida com outras plantações como a de milho e de feijão utilizada para o consumo familiar, logo, precisam adquirir a mandioca com outros agricultores de Aquidabã no verão e principalmente no inverno. Relataram que produzem essas iguarias por cerca de 20 a 25 anos, e que aprenderam com os pais, desde a infância, primeiro olhando os pais na concretização da atividade e depois começaram a ser inseridos no processo de produção. Ao atingir certa maturidade eles passaram a produzir de forma autônoma, e atualmente esta atividade é responsável pela geração de renda, essencial para a sobrevivência do grupo familiar. Eles afirmam que essa tradição foi repassada e outros parentes também elaboram as iguarias derivadas da mandioca e as comercializam em outras feiras do Estado, como a de Porto da Folha. Utilizam cerca de 100 a 150 kg de mandioca semanalmente para elaborar os derivados. O trabalho é realizado pela mão-de-obra familiar envolvendo todos os membros homens, mulheres e crianças com atividades divididas de acordo com a faixa etária e o gênero. Quanto à demanda das iguarias, em todas as feiras, os comerciantes ressaltam que a clientela é fiel e a procura aumenta quando nos municípios existem algumas festividades, principalmente no São João manifestação cultural na qual se evidencia o consumo de alimentos tradicionais como os derivados da mandioca e do milho. Alguns produtos, como o pé-de-moleque da massa puba, apresentam algumas particularidades, encontramos em todas as feiras e no município de Monte Alegre ele é 11

12 comercializado juntamente com o macasado doce e salgado. Ao indagarmos o porquê da especialização de uma determinada iguaria, os comerciantes/produtores ressaltaram que a demanda por esses dois derivados é elevada e os outros produtos não tem procura. Em consonância com o gosto popular optaram por aquela iguaria que agrada mais o consumidor. Quanto a faixa etária dos clientes, de acordo com os comerciantes há um predomínio dos idosos, acompanhados por adultos. Os consumidores ressaltam que o consumo desses produtos se faz desde a infância, é uma tradição adquirir as iguarias nas feiras tendo em vista que na atualidade eles não têm condições de produzir, em decorrência da escassez de casas de farinha e do tempo, pois estão ocupados com outras atividades. Ainda asseveram que os jovens por frequentarem em menor intensidade a feira adquirem os produtos de forma reduzida, porém, os idosos e adultos ressaltam que os seus filhos e netos consomem nas residências esses produtos identitários. Após as entrevistas enriquecidas de conhecimentos, saberes, cultura, partimos para o conhecimento dos fixos (lugares onde são produzidas as iguarias) nos povoados Moita Redonda, Saco de Areia e Segredo no município de Aquidabã. Nos povoados encontramos àqueles feirantes os quais entrevistamos nas feiras, e pudemos comprovar de fato a maior parte do ciclo de produção que eles relataram durante as entrevistas. Observamos desde as condições de vida as quais se encontram esses grupos sociais até a produção dos quitutes. Nos reduzidos estabelecimentos rurais, os membros da familia, parentes, fortalecidos pelas relações de compadrio, todos reunidos na casa de farinha, cada um é incubido de uma função (descascar e ralar o coco, misturar os ingredientes, enformar, fazer as iguarias) sob a supervisão de um membro geralmente esse é o adulto ou um idoso com faixa etária superior aos 50 anos. Na experiência evidenciada pelos produtores podemos destacar a não medição exata dos ingredientes que fazem parte da receita para produção das iguarias, ou seja, o aprendizado, o saber-fazer está tão enraizado no cotidiano dessas pessoas que eles não se preocupam com medidas. Além disso, não se preocupam com o valor obtido com a comercialização dos produtos, já que o intuito é fazer o que sabem, obter a renda para compra de outros produtos, os quais necessitam para sobrevivência do grupo familiar. Nesse sentido afirma Maria eu 12

13 nunca pesei não, nunca fiz conta não, não vou mentir, eu não faço conta com que gasto, eu levo pra feira e o que vender a gente divide com os filhos (Entrevista realizada em 01/2012). A percepção cultural desses produtores é tão diversificada que eles reconhecem o tempo certo para plantar, colher é importante ressaltar que o tempo não está relacionado ao fator meteorológico, e sim ao fator religioso como comentam Ellen F. Woortmann e Klass Woortmann (1997), quando os mesmos associam o tempo bom às bençãos divinas e o mal tempo ao castigo pela agressão do homem à natureza, reconhecem o tipo de alimento que serve para fazer as iguarias, como é o caso da diferenciação entre a macacheira e a mandioca, se a massa preparada está no ponto exato para ser colocado para assar, entre outros saberes. Todos esses conhecimentos revelam a aproximação do produto e do produtor, relações que emanam o sentimento de pertencimento à terra, e ao saber-fazer passado de geração-ageração. Encontramos no povoado Segredo em Aquidabã, um produtor/comerciante da Feira de Canindé que comercializa há mais de 20 anos alguns derivados da mandioca, percebemos particularidades e singularidades desde os modos de preparo, cozimento, ingredientes, nomenclatura, identificação, quanto o sabor. E seu Cícero afirmou que Eu tenho uma clientela certa, os fregueses vão à procura dos produtos a partir das 4:30 da manhã, e além destes ainda tem os donos dos hotéis que vem comprar os produtos diretamente na feira para oferecer como prato principal no café-da-manhã para as pessoas que estão hospedadas (Entrevista realizada em 01/2012). Através destas informações notamos o valor simbólico cultural e econômico e no decorrer da pesquisa constatamos, o reconhecimento do pé-de-moleque de massa puba, do macasado, do saroio, do beiju de tapioca, da bolachinha de goma, como Patrimônio Imaterial do Estado de Sergipe. Entretanto, vale frisar que vários produtores das referidas iguarias não sabiam desse reconhecimento e não tem a dimensão da importância desse decreto para esses produtos e o que isso pode melhorar em suas vidas. Segundo o artigo 216 da Constituição Federal, o patrimônio imaterial da cultura é a essência para que a parte material permaneça viva, e assim a relação entre os dois fortaleçam a identidade de determinados grupos sociais. Diante de tal contexto, Santilli (2009, p. 420) afirma [...] os produtos estandartizados são, na verdade, produtos sem alma, e os produtos de origem, típicos, regionais ou localizados, integram o patrimônio cultural dos países a que 13

14 pertencem, sendo assim, o patrimônio imaterial, ou patrimônio cultural deve ser alvo de políticas públicas que possam proteger e preservar o que resta da cultura no mundo globalizado, tendo em vista que o mesmo vem sofrendo uma gradual fragmentação. Considerações finais Constatamos a partir dessa pesquisa em Aquidabã e nos municípios envolvidos que, parte da produção de mandioca é destinada ao consumo doméstico sob diferentes formas, na elaboração de farinha ou sob a forma de iguarias ou quitutes. A permanência do repasse do saber-fazer de pessoas idosas para os mais jovens foi observada no âmbito familiar e entre vizinhos e amigos a partir das relações imbuídas por sentimento de afetividade e proximidade. Nessa extensão das relações entre essas pessoas, suas atividades, e seus modos de vida, surgem redes de sociabilidade nutridas por sentimentos, a esse respeito Menezes (2009, p. 167) traz uma discussão que esclarece a ligação destes indivíduos e da formação dessas redes, calcada nos escritos de Santos (1996), e destaca, É mister compreender que as redes de sociabilidade formadas entre atores sociais [...] podem ter profundidades variadas de acordo com o comprometimento e a intensidade dos laços sociais estabelecidos entre indivíduos. Elas estão vinculadas aos sentimentos de territorialidade e de identidade territorial, compartilham a mesma cultura, e os mesmos propósitos. Esse acontecer homólogo solidário presume as horizontalidades. Essa relação familiar ainda é vista fora do espaço de produção, nesse caso na comercialização dos produtos na feira esses produtos até os anos 1980 apresentavam exclusivamente valor de uso tendo em vista que o destino dos mesmos estava relacionado ao consumo familiar. Após a referida década passa a ter valor de troca, o saber-fazer foi utilizado como uma estratégia de geração de renda e trabalho sob a responsabilidade de homens e mulheres e contribuiu para a permanência dos grupos familiares no espaço rural. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Vânia Menezes de. Ensaios sobre a valorização da culinária tradicional local como estratégia identitária-territorial. Niterói: [s.n.], 2006, p. 64. In: Azevedo, Jucicléa Medeiros de. Culinária do Seridó: um elemento da identidade territorial. Dissertação (Mestrado em Geografia) Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências 14

15 Humanas, Letras e Artes. Programa de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia, Natal, 2011, p CANESQUI. A. M., GARCIA, R. W. D. (Org.), Antropologia e Nutrição: um diálogo possível, Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, p. (Coleção Antropologia e Saúde). CASCUDO, Luis de C. História da alimentação no Brasil. 3. ed. São Paulo: Global, CORRÊA, Roberto Lobato. A rede urbana. Editora Ática S. A HAESBAERT, Rogério. O mito da desterritorialização: do fim dos territórios à multiterritorialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil HAESBAERT, Rogério. Identidades Territoriais. In: ROSENDAHL, Z., CORREA, R. L. (Org.) Manifestações da cultura no espaço. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1999, p HERNÁNDEZ, J. C. Patrimônio e globalização: o caso das culturas alimentares. In: CANESQUI, A. M; GARCIA, R. W. Diez (Org.). Antropologia e nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, p.135. MACIEL, M. E. Identidade Cultural e alimentação. In: CANESQUI, A. M; GARCIA, R. W. D. (Org.). Antropologia e nutrição: um diálogo possível. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, p MENEZES, S. de S. M. A força dos laços de proximidade na tradição e inovação no/do território sergipano das fabriquetas de queijo f. Tese (Doutorado em Geografia) Núcleo de Pós-Graduação em Geografia. UFS, São Cristóvão, MONTANARI, Massimo. Comida Como Cultura. Tradução de Letícia Martins de Andrade São Paulo: Editora Senac São Paulo, OLIVEIRA, J. L. MENEZES, S. de S. M. Do beiju a tapioca: o resgate e a reinvenção da tradição na busca da reprodução social e econômica na grande Aracaju, Projeto PIBIC/CNPq 2010/2011. RAFFESTIN, Claude. Por uma Geografia do Poder. Tradução: Maria Cecília França. Editora Ática, São Paulo, SANTOS, Milton, A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec SANTILLI, Juliana. Agrobiodiversidade e Direitos dos Agricultores. Editora Peirópolis, SERPA. Ângelo. Mergulhando num mar de relações: redes sociais como agentes de transformação em bairros populares. Geografia, Rio Claro: WOORTMANN, Ellen F. e WOORTMANN, Klass. O Trabalho da Terra: A Lógica e a Simbólica da Lavoura Camponesa. Editora Universidade de Brasília, Brasília,

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