Política Anti-Suborno da ADP Questões Frequentes (FAQs)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Política Anti-Suborno da ADP Questões Frequentes (FAQs)"

Transcrição

1 Política Anti-Suborno da ADP Questões Frequentes (FAQs) AS COMUNICAÇÕES ENTRE ADVOGADO E CLIENTE SÃO ESTRITAMENTE CONFIDENCIAIS Este documento destina-se a abordar questões que possam surgir no decurso da tomada de conhecimento de um associado com a Política Anti-Suborno da ADP. Fornece ainda orientações para inquéritos de devida diligência, assim como para as disposições contratuais recomendadas quando se lida com potenciais agentes de terceiras partes que possam estar a auxiliar a ADP com quaisquer transacções com agências ou entidades governamentais, assim como aquisições potenciais de quaisquer novos negócios. Questões possíveis relativamente à lei subjacente à Política: Q: Que acções são proibidas pela Política? A ADP e os seus associados estão proibidos de subornar funcionários do governo. Para além de pagamentos concretos em dinheiro ou de outras ofertas de valor, a Política proíbe fazer ou autorizar uma oferta para pagar ou uma promessa para pagar. Uma vez que a Lei Americana de Práticas de Corrupção no Estrangeiro ( FCPA ) não define o que (para além de dinheiro) pode ser considerado de valor, a ADP proíbe a oferta de quaisquer presentes (para além dos artigos com o logótipo da ADP, como se descreve com mais pormenor em baixo). Q: É um requisito da Política que se mantenham registos precisos de todas as transacções, destinados apenas a revelar transacções inadequadas? Não. O requisito da Política em manter um registo preciso de todas as despesas da ADP e de todas as transferências de bens da ADP aplica-se a todas as transacções. Na verdade, qualquer associado pode incorrer numa despesa legítima em nome da ADP (por exemplo, despesas razoáveis associadas à viagem de um futuro cliente governamental às instalações da ADP), mas se as despesas forem registadas de uma forma enganosa, o associado (e a ADP) podem deparar-se com sanções penais no âmbito da FCPA. Q: A ADP pode negociar com Entidades Governamentais? Sim. A lei aplicável não impede a ADP de se envolver em transacções negociais legítimas com entidades governamentais. A Política centra-se nos pagamentos ou ofertas inapropriadas feitos a funcionários do governo, que sejam feitos com o objectivo de ganhar ou manter oportunidades de negócios. Q: É possível fazer negócios com Funcionários do Governo ou entidades que sejam co-propriedade dos Funcionários do Governo?

2 Sim, é possível. Contudo, a ADP e os seus associados deverão ser muito cuidadosos na supervisão dessas relações e obter garantias de que os funcionários do governo não farão com que os nossos associados violem a Política. Em consequência, para qualquer uma destas situações, a Política exige que os associados discutam estas transacções com o departamento jurídico antes do início de qualquer transacção. Q: A ADP é responsável pelas acções dos seus agentes ou pelos representantes de terceiros? Sim. No âmbito da FCPA nos EUA e das leis locais aplicáveis fora dos EUA, a ADP pode ser considerada responsável por subornos feitos por qualquer agente comercial, representante ou terceiro que aja em nome da ADP. Na verdade, se as circunstâncias revelarem que a ADP fez de conta que não viu a conduta que violou a FCPA, a ADP e os seus associados podem ser responsabilizados por terem tido conhecimento da conduta ilícita. Todos os associados têm o dever de averiguar o necessário quando as circunstâncias levantarem potenciais sinais de alerta (por exemplo, um pedido feito por um agente de uma comissão invulgarmente elevada, um pedido para que os pagamentos sejam feitos em dinheiro ou em contas bancárias fora do país onde a transacção ocorre). Note que, embora a FCPA não defina agente nem representante, os associados deverão considerar qualquer pessoa ou entidade que presta serviços à ADP, por indicação da ADP, como agente ou representante (por exemplo, uma entidade que esteja a revender os produtos da ADP por uma comissão, no âmbito de um contrato com a ADP, deverá ser considerado um agente ou representante naquela jurisdição). Q: A ADP pagará eventuais multas ou custas judiciais, se eu violar a FCPA? Não. A Política destaca que a lei proíbe a ADP de pagar as custas judiciais ou quaisquer multas relacionadas de um associado. Além disso, tal funcionário será sujeito a acções disciplinares por parte da ADP, incluindo possível despedimento. Questões possíveis dos Associados sobre a aplicação da Política: Q: Um funcionário do governo sugeriu que as coisas correrão melhor se eu lhe fizesse um pagamento extra. Posso fazê-lo? Não. Todos e quaisquer pagamentos devem estar directamente relacionados com os produtos e serviços descritos no contrato relevante com a agência governamental (e relacionados com as tabelas de preços/ honorários), e tais pagamentos devem ser feitos à agência governamental e nunca a um funcionário individual, sem considerar o tamanho de tal pagamento. Q: Se eu pagar um pequeno suborno a um funcionário do governo, conseguirei cumprir o meu prazo e poupar vários milhares de dólares à ADP. Nessas circunstâncias, posso pagar o suborno?

3 Não. Em nenhuma circunstância deverá pagar um suborno. Não estará a poupar nenhum dinheiro à ADP na verdade, a sua participação numa actividade ilegal poderá custar milhões de dólares à ADP em multas e custas judiciais, e as suas acções podem ter um impacto negativo na reputação ética da ADP na comunidade empresarial. Você também poderá estar sujeito a acções disciplinares por parte da ADP, incluindo possível despedimento, assim como estar sujeito a sanções criminais. Q: Estou a tentar ganhar um concurso de um negócio potencial com uma grande agência governamental de um país localizado na região da Ásia-Pacífico. Para ajudar no processo de tomada de decisões, gostava que o representante sénior da agência fizesse uma visita às nossas instalações nos EUA. O contrato potencial de serviços é muito grande e, por esse motivo, gostava que a ADP proporcionasse bilhetes de avião de primeira classe para a representante e o respectivo marido, uma quantia por dia, e estadia em hotel de cinco estrelas com refeições incluídas. Isto seria uma violação da Política? Sim. Isso seria uma violação da Política e da FCPA. Se a visita às nossas instalações nos EUA estiver directamente relacionada com a venda de um produto ou serviço da ADP, então a nossa Política permitiria despesas razoáveis de viagem e entretenimento para a viagem do representante sénior aos Estados Unidos. A Política não permitiria uma viagem de primeira classe nem despesas com hotéis de cinco estrelas, não permitiria um reembolso por dia, nem permitiria o reembolso de quaisquer despesas efectuadas em nome do cônjuge do representante. Para ter a certeza de que os seus preparativos em particular são permitidos no âmbito da Política, antes de fazer tais preparativos de viagem, deverá primeiro obter a permissão do Director Financeiro (CFO) da sua unidade empresarial. Q: Trabalho num país onde o suborno é uma prática comum os pagamentos a funcionários do governo são esperados e necessários de modo a realizar actividades empresariais. Uma vez que todas as outras empresas parecem estar a fazê-lo e eu não tenho conhecimento de nenhumas multas nem sanções para as outras empresas, eu parto do princípio que seriam aceitáveis pagamentos limitados a funcionários do governo. Está correcto? Não. O suborno é inaceitável em todas as circunstâncias. O facto de toda a gente num mercado local poder estar a fazer subornos não torna essa prática aceitável e não permite aos nossos associados violarem a lei. Ao fazer um tal pagamento, você está a violar a FCPA, a Política e, muito provavelmente, estará também a violar a lei local aplicável. Q: Nunca viajei para os EUA e sou cidadão de um outro país. Tenho vindo a registar pequenas ofertas de dinheiro a um funcionário do governo como uma despesa de deslocação no meu registo de despesas. Não informei o meu gestor, mas estas ofertas permitem-me pôr o meu negócio em funcionamento sem problemas e sem a interferência indevida por parte do governo. Uma vez que o meu gestor não tem conhecimento dos detalhes e eu não sou cidadão americano, estarei mesmo assim a violar a Política?

4 Sim. Apesar de você não ser um cidadão americano, a ADP é uma empresa americana e é-lhe exigido que todos os seus associados por todo o mundo cumpram as disposições da FCPA. As ofertas, que você tem vindo a fazer, violam não só as disposições anti-suborno da Política (e da FCPA), mas também a manutenção de registos precisos da Política (e da FCPA). Além disso, não só estará sujeito a penalizações no âmbito da FCPA, como também poderá estar a colocar o seu gerente em risco de violar a Política e a FCPA. Q: Trabalho num país em que o funcionário fiscal local me pediu para lhe fornecer cheques-oferta de viagens ou para, de outro modo, conseguir que a ADP pague a despesa da sua viagem (para viagens não relacionadas com nenhum negócio do funcionário com a ADP), com o entendimento de que ele nos ajudará em vários assuntos fiscais locais. Não vamos fazer contrato com a agência deste funcionário fiscal para nenhuma oferta de serviços da ADP e, portanto, um tal pagamento/oferta seria permissível no âmbito da Política? Não. Muito embora não pareça estar directamente relacionado com a obtenção ou a manutenção de um contrato com a agência de um funcionário fiscal, a ADP acaba por ter ganhos económicos devido a um tratamento fiscal favorável que não teria de outro modo, se o nosso associado não fizesse um tal pagamento/oferta. Alguns tribunais decidiram que isso constituía um suborno ilegal aos olhos da lei, e a Política proíbe-o. Q: Existe alguma circunstância na qual eu posso fazer uma oferta a um funcionário governamental? Sim. A Política permite que os artigos com o logótipo da ADP (tais como os conjuntos de lápis e caneta com o logótipo da ADP, T-shirts, chapéus e outros artigos semelhantes) sejam oferecidos a funcionários do governo como presentes modestos no decurso normal das actividades negociais, desde que você comunique essa oferta imediatamente por escrito ao seu Director Financeiro (CFO). Em nenhuma ocasião deverá o valor do artigo com um logótipo da ADP exceder o valor de 25 dólares americanos. Além disso, não deverá ser oferecido mais do que um desses artigos por ano civil a um único funcionário do governo por qualquer associado da ADP.

5 ANÁLISE DA DEVIDA DILIGÊNCIA DE TERCEIROS / ALVOS DE AQUISIÇÃO No âmbito da Lei Americana de Práticas de Corrupção no Estrangeiro, assim como de leis semelhantes de outras jurisdições nas quais a ADP realiza negócios, a ADP é responsável pelas acções dos seus directores, funcionários e associados, assim como pelas acções das suas entidades subsidiárias (quer detenha uma participação total ou não). A ADP pode até ser legalmente responsável pelas acções de agentes de terceiros (tais como consultores e representantes) que actuem em nome da ADP. Dito de outra forma, a ADP pode ser considerada legalmente responsabilizada não só pelas acções dos seus próprios directores, funcionários, associados e subsidiárias, mas pode também ser responsabilizada pelas acções de terceiros, mesmo que a ADP não controle directamente esses terceiros. Agentes de Terceiros Dada a extensão das potenciais responsabilidades da ADP, devemos seguir alguns passos especiais antes de entrar num qualquer compromisso com um agente de terceiros, em particular se esse compromisso puder envolver qualquer interacção com as autoridades governamentais locais. Os associados da ADP envolvidos na selecção desse tal agente de terceiros deverão realizar a devida diligência para determinar que a entidade ou pessoa que a ADP tenciona envolver como seu agente é honrado e respeitará a FCPA e a Política Anti-Suborno da ADP. A questão está em saber quanta devida diligência estará envolvida, se estará directamente relacionada com a quantidade de trabalho relacionado com o governo que o dito agente irá fazer em nome da ADP, aliada a uma análise do risco relativo de realizar negócios no país em questão (por favor utilize o Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International, disponível em como um guia orientador). Em todos os casos, deverá realizar a sua análise de devida diligência em conjunto com o director financeiro da sua unidade empresarial e com o advogado da ADP responsável pela jurisdição relevante. Para além do indispensável inquérito de devida diligência anterior ao estabelecimento de qualquer tipo de acordo com qualquer agente de terceiros, a ADP exige que o agente de terceiros mostre que entendeu a Política Anti-Suborno e que, além disso, concorde em aderir à Política Anti-Suborno. A ADP recomenda que todos os associados colaborem com o advogado da ADP responsável pela sua jurisdição para implementarem as disposições contratuais que se encontram imediatamente a seguir a esta secção. Aquisições As preocupações em redor das responsabilidades potenciais da ADP são acrescidas no caso de uma aquisição, dado que a ADP tem uma responsabilidade absoluta por todas as acções das suas operações empresariais e das suas subsidiárias em todo o mundo. Por consequência, as orientações fornecidas em cima que se aplicam à análise da devida diligência de um potencial agente de terceiros devem ser seguidas com ainda mais cautela

6 no caso de uma potencial aquisição. De modo semelhante, a documentação da aquisição deverá incluir as representações e os convénios apropriados dos vendedores, usando as disposições que se encontram imediatamente a seguir a esta secção.

7 DISPOSIÇÕES CONTRATUAIS PADRÃO Para transacções com quaisquer vendedores, consultores, agentes ou representantes de terceiros, assim como para as aquisições, seja de que tipo for, os associados deverão trabalhar com os advogados locais da ADP para criarem as representações e os convénios apropriados que assegurem a conformidade com a Política Anti-Suborno da ADP. A ADP recomenda a utilização das seguintes disposições no âmbito do acordo relevante com tal entidade, ou como uma ligação vinculativa ou como uma prova de tal acordo. (a) Aplicação de e Conformidade com a Política Anti-Suborno As partes reconhecem que a [ADP] 1 e todos os seus funcionários, directores e representantes estão sujeitos à Lei Americana de Práticas de Corrupção no Estrangeiro ( FCPA ) e que, por consequência, todas as actividades da [Segunda Parte] 2, no âmbito ou em relação a este Acordo, estão sujeitas aos requisitos da FCPA. A Segunda Parte garante que leu e compreendeu o texto integral da FCPA e da Política Anti-Suborno (a Política ) da [ADP]. A [Segunda Parte] garante ainda e concorda que ela e todos os que agirem em seu nome irão actuar total e fielmente em conformidade com todos os requisitos da FCPA e da Política, uma vez que os mesmos podem doravante ser reformulados de tempos a tempos, em relação a todas as suas actividades no âmbito ou em relação a este Acordo. Especificamente, a [Segunda Parte] garante e concorda que nem ela nem ninguém que actue em seu nome pagará, oferecer-se-á para pagar nem dará nada de valor a nenhum funcionário do governo, de um partido político nem a um candidato político, a nenhum funcionário de uma organização internacional pública nem a nenhuma outra pessoa, com o conhecimento de que o pagamento, a promessa ou a oferta, no seu todo ou em parte, será entregue a um dos anteriores de modo a influenciar um acto ou uma decisão oficial que ajudará a [ADP] ou a [Segunda Parte] a consolidar uma vantagem imprópria, ou a obter e a manter negócios, ou a dirigir negócios para qualquer outra pessoa ou entidade. A [Segunda Parte] reconhece que nenhum associado, funcionário ou outro representante da [ADP] tem autorização da [ADP] para renunciar à conformidade com esta Secção do Acordo. (b) Restrições ao Direito de Propriedade, aos Serviços Governamentais e às Actividades Políticas A [Segunda Parte] revelou à [ADP] por escrito os nomes de todas as pessoas e entidades que têm um interesse de titularidade beneficiária na [Segunda Parte]. A [Segunda Parte] notificará imediatamente a [ADP] por escrito sempre que se verifique ou se espere verificar qualquer alteração nessa titularidade beneficiária. A [ADP] terá o direito de rescindir imediatamente este Acordo com justa causa após a recepção de uma tal notificação, se a continuação da relação da [ADP] com a [Segunda Parte] no âmbito deste Acordo, após a alteração real ou proposta da 1 Introduzir a entidade corporativa apropriada da ADP. 2 Introduzir o nome apropriado da outra parte.

8 titularidade beneficiária da [Segunda Parte] constituir uma violação da FCPA ou da Política. A [Segunda Parte] mostra claramente e garante que nem ela nem qualquer outra pessoa ou entidade a actuar em seu nome, ou enquanto este Acordo estiver em vigor, se tornará, excepto com o consentimento escrito prévio e aprovação da [ADP], numa entidade governamental, num funcionário do governo, num partido político, num candidato político, numa organização internacional pública nem num funcionário de uma organização internacional pública. A [ADP] terá o direito de rescindir imediatamente este Acordo com justa causa (sem sanções) na eventualidade de qualquer infracção de qualquer uma das representações precedentes. (c) Exactidão dos Documentos A [Segunda Parte] concorda que todas as facturas, relatórios, declarações, livros de contabilidade e outros registos que a própria ou qualquer outra pessoa ou entidade actuando em seu nome preparar ou entregar à [ADP] serão verdadeiras e precisas em todos os pontos e irão descrever na totalidade e com precisão os serviços prestados e a natureza e o recipiente das despesas e/ou pagamentos feitos e não deixará de revelar qualquer informação material que a [ADP] possa exigir de modo a, com exactidão, preparar os seus próprios livros de contabilidade e registos. A [ADP] terá o direito de rescindir imediatamente este Acordo com justa causa, na eventualidade de uma infracção do compromisso anterior. (d) Cooperação com Actividades de Auditoria [se apropriado] A [Segunda Parte] manterá livros de contabilidade exactos e registos escritos relativos a todas as actividades realizadas em conformidade com este Acordo. A [ADP] terá o direito de pedir uma auditoria aos livros e registos da [Segunda Parte], que será realizada por um auditor independente em qualquer momento após uma notificação razoável. A [Segunda Parte] cooperará totalmente com uma tal auditoria independente. (e) Mecanismos de Pagamento [se apropriado] Os pagamentos a realizar pela [ADP] à [Segunda Parte] em conformidade com este Acordo serão feitos por transferência bancária para uma conta bancária da propriedade da [Segunda Parte], localizada no país onde os serviços relevantes são prestados e identificados por escrito num Anexo a este Acordo.

DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO

DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO I. Declaração da Diretriz. É a diretriz da Global Crossing Limited ( Global Crossing ou a Empresa ) conduzir todos os seus negócios de uma maneira honesta e ética. Ao fazer

Leia mais

Minerals Technologies Inc. Resumo das políticas de conduta comercial

Minerals Technologies Inc. Resumo das políticas de conduta comercial Minerals Technologies Inc. Resumo das políticas de conduta comercial É sempre exigido um comportamento legal e ético Este Resumo das políticas de conduta comercial (este "Resumo") fornece uma descrição

Leia mais

Política Antissuborno e anticorrupção

Política Antissuborno e anticorrupção Política Antissuborno e anticorrupção Data de entrada em vigor: 1 de janeiro de 2016 Para uso interno e externo. Índice Introdução... 2 Qual é a finalidade da Política ABC da Pearson?... 2 A quem se aplica

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO MAGNA INTERNATIONAL INC. DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO Oferecer ou receber presentes e entretenimento é muitas vezes uma

Leia mais

Política relativa a subornos, presentes e hospitalidade Data efetiva 2 de Março de 2011 Função

Política relativa a subornos, presentes e hospitalidade Data efetiva 2 de Março de 2011 Função Título Política relativa a subornos, presentes e hospitalidade Data efetiva 2 de Março de 2011 Função Departamento Jurídico da Holding Documento BGHP_version1_03032011 1. Finalidade A finalidade desta

Leia mais

ACORDO DE DISTRIBUIDOR E PATROCINADOR INTERNACIONAL PORTUGAL

ACORDO DE DISTRIBUIDOR E PATROCINADOR INTERNACIONAL PORTUGAL ACORDO DE DISTRIBUIDOR E PATROCINADOR INTERNACIONAL PORTUGAL Este Acordo de Distribuidor e Patrocinador Internacional é realizado entre a Nu Skin International, Inc., uma empresa do Utah, 75 West Center

Leia mais

NORMAS DE CONDUTA PARA FORNECEDORES GLOBAIS

NORMAS DE CONDUTA PARA FORNECEDORES GLOBAIS Página 1 de 9 UL NORMAS DE CONDUTA PARA FORNECEDORES GLOBAIS Página 2 de 9 ÍNDICE 1.0 OBJETIVO... 4 2.0 ESCOPO... 4 3.0 DEFINIÇÕES... 4 4.0 PRÁTICAS DE CONTRATAÇÃO... 5 4.1 TRABALHO FORÇADO... 5 4.2 TRABALHO

Leia mais

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 RESUMO Resumo dos princípios fundamentais A Securitas acredita num mercado livre para a prestação dos seus serviços, e num ambiente competitivo

Leia mais

.1 Comportamentos esperados

.1 Comportamentos esperados Normas de Conduta Normas de Conduta Este documento contém normas de conduta que devem ser respeitadas pelos diretores, auditores, líderes e todos os empregados do Grupo Pirelli, e também por todos que

Leia mais

Código de Conduta (Code of Conduct) as empresas do Grupo Festo

Código de Conduta (Code of Conduct) as empresas do Grupo Festo Código de Conduta (Code of Conduct) as empresas do Grupo Festo Prefácio Como empresa familiar de longa tradição, e a operar a nível internacional, o Grupo Festo goza de uma excelente reputação junto dos

Leia mais

Padrões de Conduta de Negócios

Padrões de Conduta de Negócios Padrões de Conduta de Negócios A integridade da Dana está em suas mãos A importância destes padrões A Dana Holding Corporation e todas as suas subsidiárias devem conduzir os negócios de uma forma ética

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A.

CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. 1 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. Este código de ética e conduta foi aprovado pelo Conselho de Administração da INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. ( Companhia

Leia mais

Política Mundial Anticorrupção

Política Mundial Anticorrupção Política Mundial Anticorrupção I. OBJETIVO A legislação da maioria dos países considera crime o pagamento, oferta de pagamento, ou mesmo o recebimento de suborno, propina, ou outro pagamento corrupto,

Leia mais

Introdução. Observância às leis. Conflitos de interesses. Negociação justa (Fair Dealing) Proteção e utilização adequada dos ativos da Empresa

Introdução. Observância às leis. Conflitos de interesses. Negociação justa (Fair Dealing) Proteção e utilização adequada dos ativos da Empresa Código de Conduta Sumário Introdução 2 Observância às leis 3 Conflitos de interesses 5 Negociação justa (Fair Dealing) 7 Proteção e utilização adequada dos ativos da Empresa 10 Respeito à comunidade ArcelorMittal

Leia mais

NORMATIVOS INTERNOS DO GRUPO - NIG

NORMATIVOS INTERNOS DO GRUPO - NIG 1. OBJETIVO A presente política tem como principal objetivo assegurar que os Colaboradores do Rendimento (GRUPOBRSA) observem os requisitos da Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 conhecida como Lei

Leia mais

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza)

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Código de Conduta Empresarial da Nestlé 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Introdução Desde a sua fundação, as práticas comerciais da Nestlé

Leia mais

Política Global Anticorrupção

Política Global Anticorrupção POLÍTICA A Política Global Anticorrupção da Savis (a Política ) obriga a Savis Tecnologia e Sistemas S.A. e suas subsidiárias e afiliadas (coletivamente, Savis ou a Empresa ), em todas as operações ao

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. Laboratórios Pfizer, Lda. Capital Social 78.645.850,00 Matrícula n.º 500 162 166, CRC Cascais

CONDIÇÕES GERAIS. Laboratórios Pfizer, Lda. Capital Social 78.645.850,00 Matrícula n.º 500 162 166, CRC Cascais CONDIÇÕES GERAIS 1. PREÇO: Na falta de fixação de preço na presente Ordem de Compra, os artigos, trabalhos ou serviços serão facturados com base no último preço fixado pelo Fornecedor, ou no preço pago

Leia mais

Política Anticorrupção e Suborno Potássio do Brasil

Política Anticorrupção e Suborno Potássio do Brasil Política Anticorrupção e Suborno Potássio do Brasil Novembro de 2015 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. PÚBLICO ALVO... 3 4. DEFINIÇÃO DE CORRUPÇÃO... 4 4.1. Corrupção Pública... 4 4.2. Corrupção

Leia mais

REGULAMENTO NO. 2000/6 SOBRE O ESTABELECIMENTO DE UM GABINETE CENTRAL DE PAGAMENTOS DE TIMOR LESTE

REGULAMENTO NO. 2000/6 SOBRE O ESTABELECIMENTO DE UM GABINETE CENTRAL DE PAGAMENTOS DE TIMOR LESTE UNITED NATIONS United Nations Transitional Administration in East Timor UNTAET NATIONS UNIES Administration Transitoire des Nations Unies au Timor Oriental UNTAET/REG/2000/6 22 de Janeiro de 2000 REGULAMENTO

Leia mais

Prezado colaborador, Atenciosamente, Rick Goings Presidente e CEO - 1 -

Prezado colaborador, Atenciosamente, Rick Goings Presidente e CEO - 1 - Prezado colaborador, Há mais de sessenta anos que o nome Tupperware representa os mais altos padrões de qualidade de produto. Levamos a sério a qualidade e a integridade dos nossos produtos e somos uma

Leia mais

POLÍTICA DE CONFORMIDADE ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA DE CONFORMIDADE ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA DE CONFORMIDADE ANTICORRUPÇÃO Introdução A integridade é um dos valores mais importantes da American Sugar Holdings, Inc.. Esta política de conformidade anticorrupção descreve as normas de comportamento

Leia mais

Código de Conduta Empresarial e Ética

Código de Conduta Empresarial e Ética Código de Conduta Empresarial e Ética Compromisso para a Excelência no Local de Trabalho Carta do Presidente da Administração 2 Excelência no Local de Trabalho e o Código de Conduta Empresarial e Ética

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS MANUAL DE BOAS PRÁTICAS A SINALMIG e seus colaboradores prezam pela condução ética, legal, profissional, transparente e adequada de seus trabalhos. Estes são os pilares de suas relações internas e externas,

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO Escopo: Conselheiros, Diretores e Empregados da Apolo Tubulars S.A., e Terceiros DESCRIÇÃO DA POLÍTICA

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO Escopo: Conselheiros, Diretores e Empregados da Apolo Tubulars S.A., e Terceiros DESCRIÇÃO DA POLÍTICA POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO Escopo: Conselheiros, Diretores e Empregados da Apolo Tubulars S.A., e Terceiros DESCRIÇÃO DA POLÍTICA 1. A Apolo Tubulars S.A. ("Apolo ou "Empresa ) não tolera nenhuma forma de

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA INNOSPEC INC.

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA INNOSPEC INC. POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA INNOSPEC INC. I. RESUMO Como respaldo aos valores centrais da Innospec, o Código de Ética da Innospec define a expectativa de que diretores, executivos, empregados e contratados

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS. Decreto n.º 25/95 Acordo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América Relativo à Assistência Mútua entre os Respectivos Serviços Aduaneiros Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

Ética & Princípios de Conduta Empresarial

Ética & Princípios de Conduta Empresarial Nossa Cadeia de Fornecedores Ética & Princípios de Conduta Empresarial ao exercer atividades de negócios com a CH2M HILL Outubro 2011 Princípios baseados no livro The Little Yellow Book, escrito em 1978

Leia mais

Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102

Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102 1.0 Finalidade 1.1 A CommScope, Inc. e suas empresas afiliadas ( CommScope ) podem, a qualquer tempo, contratar consultores, agentes de vendas, conselheiros e outros representantes e, frequentemente, estabelecer

Leia mais

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS A Wilson Sons, por meio deste Guia Anticorrupção, pretende disseminar os valores morais e éticos que norteiam seus diversos negócios, reiterando seu princípio de combate

Leia mais

MOMENTIVE PERFORMANCE MATERIALS CÓDIGO DE CONDUTA

MOMENTIVE PERFORMANCE MATERIALS CÓDIGO DE CONDUTA MOMENTIVE PERFORMANCE MATERIALS CÓDIGO DE CONDUTA Conduzir os negócios de maneira ética e em conformidade com as normas aplicáveis é a base sobre a qual a nossa Empresa está constituída e essencial para

Leia mais

Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS

Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS Política de Privacidade da Plataforma Comercial de Viagens Travelport para o GDS Bem-vindo/a a este website da Travelport. Na Travelport reconhecemos a importância de proteger a privacidade dos dados pessoais

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

O RGIT no Orçamento do Estado para 2012. Audit Tax Advisory Consulting

O RGIT no Orçamento do Estado para 2012. Audit Tax Advisory Consulting O no Orçamento do Estado para 2012 Audit Tax Advisory Consulting O no Orçamento do Estado para 2012 Dispensa de pena Classificação das contra-ordenações Tema até 31.12.2011 2012 Normas Pode ser aplicada

Leia mais

Política de integridade Empresarial

Política de integridade Empresarial Política de integridade Empresarial Introdução Integridade e responsabilidade são valores fundamentais para a Anglo American. Ganhar a confiança e mantê-la é fundamental para o sucesso de nossos negócios.

Leia mais

Deutsche Bank. Código de Conduta Empresarial e Ética para o Grupo Deutsche Bank

Deutsche Bank. Código de Conduta Empresarial e Ética para o Grupo Deutsche Bank Deutsche Bank Código de Conduta Empresarial e Ética para o Grupo Deutsche Bank Índice remissivo Visão Geral 2 Capítulo Um: Compromisso com os nossos clientes e com o mercado 4 Capítulo Dois : Compromisso

Leia mais

Sistema de Gestão de Conformidade Compliance Management System (SGC)

Sistema de Gestão de Conformidade Compliance Management System (SGC) Sistema de Gestão de Conformidade Compliance Management System (SGC) Outubro de 2014 Página 1 Índice Introdução pelo Conselho de Administração I. Considerações gerais 1. Objectivo 2. A conformidade de

Leia mais

Código de Conduta da DuPont. Garantindo um futuro sustentável

Código de Conduta da DuPont. Garantindo um futuro sustentável Código de Conduta da DuPont Garantindo um futuro sustentável Nossos valores corporativos em ação Janeiro 2011 Mensagem do CEO Aos colegas da DuPont: Ao longo dos séculos, os funcionários da DuPont utilizam

Leia mais

Termos de Venda da Groupon Portugal

Termos de Venda da Groupon Portugal Termos de Venda da Groupon Portugal Esta página estabelece as condições para a venda de Vouchers por nós. 1. NOÇÕES BÁSICAS QUE DEVE TER CONHECIMENTO SOBRE ESTES TERMOS DE VENDA 1.1 O que é este documento

Leia mais

HILLENBRAND, INC. E SUBSIDIÁRIAS. Anticorrupção Global Declaração de Política e Manual de Conformidade

HILLENBRAND, INC. E SUBSIDIÁRIAS. Anticorrupção Global Declaração de Política e Manual de Conformidade HILLENBRAND, INC. E SUBSIDIÁRIAS Anticorrupção Global Declaração de Política e Manual de Conformidade A Hillenbrand, Inc., incluindo todas suas subsidiárias (referidas em conjunto como a Empresa ), mantém

Leia mais

Política de Gestão de Risco de Fraude

Política de Gestão de Risco de Fraude Política de Gestão de Risco de Fraude Versão: 1.0-2015 Alterada: 2 de junho de 2015 Aprovado por: Conselho de Administração Data: 3 de junho de 2015 Preparado por: Conselho de Administração Data: 2 de

Leia mais

Princípios Gerais de Negócios da ARCADIS Logos

Princípios Gerais de Negócios da ARCADIS Logos Princípios Gerais de Negócios da ARCADIS Logos Conteúdo 1 Página Capítulo 2 1. Introdução 3 2. Nossos Compromissos 3! Compromissos com a sociedade 3! Compromissos para com os clientes 4! Compromissos para

Leia mais

Manual Anticorrupção e Boas Práticas da Alpargatas

Manual Anticorrupção e Boas Práticas da Alpargatas Manual Anticorrupção e Boas Práticas da Alpargatas Índice 1 O que é o Manual Anticorrupção e Boas Práticas da Alpargatas? 2 Quem deve seguir o manual? 3 4 5 Entendendo o vocabulário do manual Quais são

Leia mais

Descrição do Serviço Envio Fast-Track

Descrição do Serviço Envio Fast-Track TERMOS E CONDIÇÕES DO ENVIO PRIORITÁRIO(EP ou o Programa ) Considerando as cláusulas abaixo estipuladas, as partes acordam no seguinte: Para efeitos do presente Acordo, aplicam-se as seguintes definições:

Leia mais

Perguntas mais frequentes (FAQ) da Staples EthicsLink

Perguntas mais frequentes (FAQ) da Staples EthicsLink Perguntas mais frequentes (FAQ) da Staples EthicsLink Introdução O objectivo deste documento é informar os colaboradores da Staples sobre a linha de apoio de ética e conformidade da empresa, conhecida

Leia mais

NATIONAL ENDOWMENT FOR DEMOCRACY (Fundação Nacional para a Democracia) www.ned.org. Guia de preparação de proposta

NATIONAL ENDOWMENT FOR DEMOCRACY (Fundação Nacional para a Democracia) www.ned.org. Guia de preparação de proposta NATIONAL ENDOWMENT FOR DEMOCRACY (Fundação Nacional para a Democracia) www.ned.org Guia de preparação de proposta Este documento proporciona linhas de orientação para a elaboração de uma proposta à National

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E CÓDIGO ANTICORRUPÇÃO

CÓDIGO DE CONDUTA E CÓDIGO ANTICORRUPÇÃO CÓDIGO DE CONDUTA E CÓDIGO ANTICORRUPÇÃO 2 ÍNDICE CÓDIGO DE CONDUTA Apresentação...7 Objetivo e Âmbito de Aplicação...7 Registros Comerciais e Financeiros...8 Uso de Ativos...8 Prevenção de Conflito de

Leia mais

financeiras que actuam em diferentes áreas de negócio, bem como por empresas instrumentais para o funcionamento e apoio à actividade do Grupo.

financeiras que actuam em diferentes áreas de negócio, bem como por empresas instrumentais para o funcionamento e apoio à actividade do Grupo. Código de Conduta Preâmbulo O Crédito Agrícola Mútuo é uma das instituições mais antigas da sociedade portuguesa, com génese nos Celeiros Comuns e nas Misericórdias. Ao longo da sua história, o Crédito

Leia mais

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto?

Fecho de Projectos - Parte 2 P. Quais são os relatórios finais, acções necessárias e outras considerações principais associadas ao fecho do projecto? Definições Fecho Administrativo - Quando um Oficial de Acordos (AO) aprova um pedido da organização de despesas de fecho durante os 90 dias entre a data final da adjudicação e o envio do relatório final.

Leia mais

UNTAET. UNITED NATIONS TRANSITIONAL ADMINISTRATION IN EAST TIMOR Administração Transitória das Nações Unidas em Timor-Leste REGULAMENTO N.

UNTAET. UNITED NATIONS TRANSITIONAL ADMINISTRATION IN EAST TIMOR Administração Transitória das Nações Unidas em Timor-Leste REGULAMENTO N. U N I T E D N A T I O N S United Nations Transitional Administration in East Timor UNTAET N A T I O N S U N I E S Administration Transitoire de Nations Unies au Timor Oriental UNITED NATIONS TRANSITIONAL

Leia mais

Política Anticorrupção

Política Anticorrupção Soluções que impulsionam e valorizam sua empresa. Política Anticorrupção Ano fiscal 2016 Política Anticorrupção Objetivo Definir procedimentos para assegurar que todos os colaboradores, funcionários, sócios

Leia mais

PROPOSTA DE SEGURO ADMINISTRADORES E QUADROS SUPERIORES

PROPOSTA DE SEGURO ADMINISTRADORES E QUADROS SUPERIORES PROPOSTA DE SEGURO ADMINISTRADORES E QUADROS SUPERIORES INTERNATIONAL COMMERCIAL AND ENGINEERING ICE SEGUROS S.A. 141A Rua José Craveirinha Bairro de Polana Cidade de Maputo Moçambique INSTRUÇÕES PARA

Leia mais

A forma como trabalhos importa: Uma mensagem de Doug Baker, Presidente e Director-executivo...3

A forma como trabalhos importa: Uma mensagem de Doug Baker, Presidente e Director-executivo...3 Código de Conduta Índice A forma como trabalhos importa: Uma mensagem de Doug Baker, Presidente e Director-executivo...3 1. Cumprir os mais elevados padrões éticos e legais... 4 2. Promover um local de

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO COM PARCEIRO DE NEGÓCIOS

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO COM PARCEIRO DE NEGÓCIOS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO COM PARCEIRO DE NEGÓCIOS Um dos valores que mais importam ao ASR Group é a integridade. Em adjunto enviamos a Política Anticorrupção do ASR Group, que inclui tanto corrupção quanto

Leia mais

Guia de Prevenção e Combate à Corrupção

Guia de Prevenção e Combate à Corrupção Guia de Prevenção e Combate à Corrupção Objetivo Estabelecer diretrizes e definir o que são práticas de corrupção, bem como reiterar qual é a conduta e a postura da Brasil Kirin frente a este tema, reafirmando

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Título POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO. Aprovação Assinatura Data

Título POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO. Aprovação Assinatura Data Título POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO Aprovação Assinatura Data Financeiro Presidente 1 OBJETIVO O propósito desta Política é descrever e explicar as proibições contra suborno e corrupção em todas as operações

Leia mais

Código de Conduta Global

Código de Conduta Global Desempenho com um objetivo Código de Conduta global 3 Carta do nosso Presidente e Diretor Executivo 4 Valores da PepsiCo O objetivo por detrás do nosso desempenho 5 Fazer negócio da forma certa 5 Responsabilidade

Leia mais

VERSÃO A. Exame de Matérias Estatutárias e Deontológicas (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro)

VERSÃO A. Exame de Matérias Estatutárias e Deontológicas (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) 1. A Câmara dos Técnicos Oficias de Contas substitui: a) A DGCI enquanto entidade pública a quem compete representar e superintender os TOC; b) A Associação dos Técnicos Oficiais de Contas, criada pelo

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta 2015 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA ALIANSCE I. Abrangência A Aliansce, todas as sociedades, direta ou indiretamente por ela controladas ou sob mesmo controle, e os Shopping Centers

Leia mais

Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal. Samuel Fernandes de Almeida

Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal. Samuel Fernandes de Almeida Derrogação do sigilo bancário em matéria fiscal Samuel Fernandes de Almeida Introdução O problema político da humanidade écombinar três coisas: eficiência económica, justiça social e liberdade individual

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

DEPUY SYNTHES CÓDIGO DE CONDUTA GLOBAL

DEPUY SYNTHES CÓDIGO DE CONDUTA GLOBAL Uma Paixão pela Integridade Integridade em Acção - Conformidade nos Cuidados de Saúde A Conformidade nos Cuidados de Saúde é uma Responsabilidade de Todos A DePuy Synthes é reconhecida mundialmente pelas

Leia mais

POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS

POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS 1 INDICE POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS... 1 INDICE... 2 1. Responsabilidade Legal e Social... 3 2. Processo de Contratação de Terceiros... 4 3. Categorias de

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 ISO 19011 âmbito Linhas de orientação para auditoria a sistemas de gestão Princípios de auditoria Gestão de programas de auditoria Condução de

Leia mais

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA

QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA GRANDE GRUPO 1 QUADROS SUPERIORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, DIRIGENTES E QUADROS SUPERIORES DE EMPRESA Os quadros superiores da administração pública, dirigentes e quadros superiores de empresa dão pareceres

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANUNCIANTES MANUAL DE GOVERNANÇA 2015 ABA MANUAL DE GOVERNANÇA I. INTRODUÇÃO É norma e política da Associação Brasileira de Anunciantes ("ABA"), o estrito cumprimento de todas

Leia mais

ÍNDICE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO 1. OBJETIVO...3 2. APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIA...3 4. CONCEITOS...3 5. CONDIÇÕES GERAIS...3

ÍNDICE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO 1. OBJETIVO...3 2. APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIA...3 4. CONCEITOS...3 5. CONDIÇÕES GERAIS...3 ÍNDICE POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO 1. OBJETIVO...3 2. APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIA...3 4. CONCEITOS...3 5. CONDIÇÕES GERAIS...3 5.1. Corrupção de Agentes Públicos...4 5.2. Corrupção Privada...5 6. POLÍTICAS...5

Leia mais

Código de Conduta. Os nossos cinco princípios fundamentais: O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos

Código de Conduta. Os nossos cinco princípios fundamentais: O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos O nosso compromisso de cuidar e curar Código de Conduta Os nossos cinco princípios fundamentais: Doentes O benefício e a segurança do doente estão no centro de tudo o que fazemos Colaboradores Tratamos

Leia mais

Nosso. código de. ética

Nosso. código de. ética Nosso código de ética Nossos Valores Uma estrutura para nossos negócios Compartilhamos três valores essenciais - Espírito de Equipe, Confiança e Ação. Esses valores são a força motriz dos funcionários

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN 1 Introdução A EVEN conduz seus negócios de acordo com os altos padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta, não tolerando qualquer forma de corrupção e suborno.

Leia mais

de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética ca Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Códig

de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética ca Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Códig de Ética Código CÓDIGO de Ética Código de Ética Código DE de Ética Código de Ética de Ética Código de Ética Código ÉTICA de Ética Código de Ética Código de Ética Fazendo Negócios com Integridade Realizamos

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

Fazer o que é correcto

Fazer o que é correcto www.pwc.com/pt Fazer o que é correcto Código de conduta A PwC é, e quer continuar a ser, reconhecida como a organização honrada e fiável de que todos nos orgulhamos, tendo por base a nossa reputação e

Leia mais

Código de Conduta para Negócios

Código de Conduta para Negócios Código de Conduta para Negócios A Sulzer está comprometida e exige que seus empregados se comprometam a conduzir seus negócios conforme padrões éticos elevados e em observância às leis vigentes. Mensagem

Leia mais

Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte

Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte Condições gerais sobre o uso da aplicação web do fornecedor de transporte Proteção de dados É do conhecimento do contratante que, não só a informação referente à empresa particularmente informação referente

Leia mais

A presente é uma tradução de um documento em língua inglesa, exclusivamente para sua comodidade. O texto do original em inglês regerá, em todos os

A presente é uma tradução de um documento em língua inglesa, exclusivamente para sua comodidade. O texto do original em inglês regerá, em todos os A presente é uma tradução de um documento em língua inglesa, exclusivamente para sua comodidade. O texto do original em inglês regerá, em todos os aspectos, os seus direitos e as suas obrigações. O original

Leia mais

Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, Altera o regime jurídico do contrato de locação financeira

Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, Altera o regime jurídico do contrato de locação financeira 1/13 Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, Altera o regime jurídico do contrato de locação financeira JusNet 40/1995 Link para o texto original no Jornal Oficial (DR N.º 144, Série I-A, 24 Junho 1995;

Leia mais

SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL

SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL Page 1 SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL Sede: Av. 25 de Setembro, n.º 1230, 2.º Andar, Porta 201, Prédio 33 Andares Assinatura:... Page 2 SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL GERAL (COM BASE NAS OCORRÊNCIAS)

Leia mais

manual anticorrupção

manual anticorrupção manual anticorrupção ÍNDICE Introdução 4 Histórico 4 O Código de Conduta da Klabin 5 Por que um Manual Anticorrupção se já há um Código de Conduta? 5 Conceitos e Esclarecimentos 6 O que é corrupção? Práticas

Leia mais

S. R. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS

S. R. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS I INTRODUÇÃO. II CARACTERIZAÇÃO DO SERVIÇO E PRINCIPAIS ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS. III TIPIFICAÇÃO DE CRIMES COMETIDOS NO EXERCICIO DE FUNÇÕES

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DE IBT

CÓDIGO DE CONDUTA DE IBT CÓDIGO DE CONDUTA DE IBT PARA FORNECEDORES E OUTROS ASSOCIADOS COMERCIAIS O IBT Group, LLC e suas empresas relacionadas (em conjunto IBT ), mantêm o compromisso de executar suas atividades comerciais de

Leia mais

Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC" Programa Operacional Sociedade do Conhecimento

Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC Programa Operacional Sociedade do Conhecimento Regulamento de Acesso à Medida 7.1 - Desenvolvimento de Centros de Competências em TIC" Programa Operacional Sociedade do Conhecimento PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Despacho Sob proposta do Gestor

Leia mais

WILLIAM E. CONNOR & ASSOCIATES LIMITED CÓDIGO DE ÉTICA PARA FUNCIONÁRIOS

WILLIAM E. CONNOR & ASSOCIATES LIMITED CÓDIGO DE ÉTICA PARA FUNCIONÁRIOS 1. Code of Ethics WILLIAM E. CONNOR & ASSOCIATES LIMITED CÓDIGO DE ÉTICA PARA FUNCIONÁRIOS Honestidade, integridade e transparência são valores fundamentais da William E. Connor & Associates Limited (a

Leia mais

NCRF 25 Impostos sobre o rendimento

NCRF 25 Impostos sobre o rendimento NCRF 25 Impostos sobre o rendimento Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 12 - Impostos sobre o Rendimento, adoptada pelo texto original

Leia mais

Apresentação... Introdução... 2. Observância às leis e regulamentos... 4. Política Anticorrupção... 4. Relacionamentos com clientes...

Apresentação... Introdução... 2. Observância às leis e regulamentos... 4. Política Anticorrupção... 4. Relacionamentos com clientes... SUMÁRIO Apresentação... Introdução... 2 Observância às leis e regulamentos... 4 Política Anticorrupção... 4 Relacionamentos com clientes... 6 Ambiente de Trabalho... 7 E-mail e Internet... 8 Saúde e Segurança

Leia mais

2.1. Cumprimos leis e regulamentos nacionais e internacionais. Obedecemos a todas as leis e regulamentos internacionais e nacionais relevantes.

2.1. Cumprimos leis e regulamentos nacionais e internacionais. Obedecemos a todas as leis e regulamentos internacionais e nacionais relevantes. CÓDIGO DE CONDUTA 1. Introdução O Código de Conduta Ahlstrom descreve os princípios éticos que sustentam o modo como conduzimos os negócios em nossa empresa. Baseia-se em nossos principais valores Agir

Leia mais

iii. Responsabilidade Civil Geral: a. Responsabilidade Civil Exploração e Produtos b. Responsabilidade Civil Patronal

iii. Responsabilidade Civil Geral: a. Responsabilidade Civil Exploração e Produtos b. Responsabilidade Civil Patronal Uma solução integrada para profissionais. Podemos proporcionar-lhe um ou todos os módulos de cobertura a seguir descritos: i. Responsabilidade Civil Profissional ii. Módulo de Gestão: a. Responsabilidade

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

CÓDIGO DE ÉTICA DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS ÍNDICE CÓDIGO DE ÉTICA Preâmbulo Capítulo 1 Capítulo 2 Secção 1 Introdução Âmbito de aplicação Princípios fundamentais Secção 2 Estrutura conceptual Secção 3 Resolução de conflito ético Secção 4 Integridade

Leia mais

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social

Enquadramento Fiscal dos Advogados em. sede de IRS, IVA e segurança social Enquadramento Fiscal dos Advogados em sede de IRS, IVA e segurança social Fiscalidade IVA / IRS / Segurança social Março 2015 1 IAE -Instituto dos Advogados de Empresa da Ordem dos Advogados 1 Formas de

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 841 Directriz de Revisão/Auditoria 841 1 Dezembro de 2001 Verificação das Entradas em Espécie para Realização de Capital das Sociedades ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-6 OBJECTIVO 7-8 PROCEDIMENTOS DE VERIFICAÇÃO

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELAS EMPRESAS TRANSITÁRIAS. 1 TEU transitário. Artigo 1º Definições. Artigo 2º Âmbito

CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELAS EMPRESAS TRANSITÁRIAS. 1 TEU transitário. Artigo 1º Definições. Artigo 2º Âmbito Artigo 1º Definições Artigo 2º Âmbito Artigo 3º Aplicabilidade Artigo 4º Apresentação dos preços Artigo 5º Alteração dos preços Artigo 6º Revisão de preços e condições Artigo 7º Validade das propostas

Leia mais

CONTRATO DE SERVIÇOS DE SUPORTE ORACLE LINUX E ORACLE VM

CONTRATO DE SERVIÇOS DE SUPORTE ORACLE LINUX E ORACLE VM CONTRATO DE SERVIÇOS DE SUPORTE ORACLE LINUX E ORACLE VM A. Definições do Contrato Os termos você e seu, sua refere-se à pessoa ou entidade que assinou este contrato ( contrato ) e que solicitou os serviços

Leia mais

RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO

RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO I. DECLARAÇÃO DA POLÍTICA A política da RGIS ( Companhia ) é conduzir as operações mundiais de forma ética e conforme as leis aplicáveis, não só nos EUA como em outros países.

Leia mais

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários

Leia mais

Guia. Diretrizes Éticas CÓPIA NÃO CONTROLADA

Guia. Diretrizes Éticas CÓPIA NÃO CONTROLADA Guia Diretrizes Éticas Créditos Área responsável Presidência Elaborador Comitê de Ética Editoração Não aplicável Ilustração Não aplicável Índice 1. Pagamentos Indevidos... 5 2. Comércio Internacional...

Leia mais

Jaguar Mining Inc. Código de Ética e Conduta. Responsável: Diretor Presidente. Versão: 2.0

Jaguar Mining Inc. Código de Ética e Conduta. Responsável: Diretor Presidente. Versão: 2.0 Jaguar Mining Inc. Código de Ética e Conduta Responsável: Diretor Presidente Versão: 2.0 Entrada em Vigor: Setembro, 2014 Sumário Histórico de Aprovação e Revisão 2 1. Propósito... 3 2. Aplicabilidade

Leia mais