POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS"

Transcrição

1 POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS 1

2 INDICE POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO DE TERCEIROS... 1 INDICE Responsabilidade Legal e Social Processo de Contratação de Terceiros Categorias de Risco dos Fornecedores Agentes e Representantes Prestadores de Serviço Governamentais Parceiros de Negócio Joint Venture e Teaming Partners Determinados Contratados e Subcontratados Determinados Fornecedores Fornecedores de Risco Elevado Fornecedores de Baixo Risco

3 1. Responsabilidade Legal e Social As empresas com as quais a Euromedic negoceia podem ter um impacto importante na Euromedic, quer a nível legal quer a nível de reputação. Por este motivo, a política comercial da Euromedic com terceiros é alvo de uma regulamentação específica. A prática corruptiva constitui um exemplo importante do impacto que uma empresa terceira pode ter na Euromedic. Algumas leis internacionais proíbem práticas de corrupção como, por exemplo, a oferta de qualquer item de valor a funcionários públicos ou a colaboradores de outras empresas privadas com o objectivo de influenciar ilegitimamente o seu trabalho e conseguir assim a obtenção de serviços ou benefícios para a Euromedic. Algumas leis proíbem igualmente a oferta de qualquer valor (por exemplo, um pagamento) a qualquer pessoa, sabendo que todo, ou parte, desse valor se destina a outra pessoa no sentido de a influenciar e obter, por esta via, serviços ou benefícios. Por regra, a Euromedic não deverá fazer algo, por intermédio de terceiros agindo em seu nome (intermediário), que a própria Euromedic não poderia fazer em nome próprio. A Euromedic poderá assim ser responsabilizada pelos actos dos seus intermediários mesmo desconhecendo que esses intermediários pagam subornos. As autoridades legais podem assumir que o intermediário está, com o seu conhecimento, a pagar subornos quando: (a) (b) Existe, da sua parte, consciência da possibilidade de pagamentos de subornos pelo intermediário, e Não acredita de facto, de boa fé e após a realização de uma Due Diligence (investigação rigorosa das actividades), que não haja prática de subornos por parte desse intermediário. Os Intermediários são um dos canais mais utilizados para o pagamento de subornos. Este pode ocorrer por diversas vias: (a) (b) Intencionalmente, quando uma empresa ou um colaborador seu recorre a intermediários para canalizar pagamentos impróprios ou outras vantagens ilegítimas e, dessa forma, tentar contornar as leis anti-suborno. Sem o conhecimento e sem a aprovação da empresa contratante do intermediário; estes, por sua própria iniciativa, procuram atingir os seus objectivos com base na utilização de práticas corruptas. Para além do risco legal, a Euromedic pretende igualmente evitar negociar com qualquer empresa que conduza os seus negócios de forma não ética, ou seja, considerada como inaceitável face aos padrões da Euromedic. Os exemplos de conduta não ética nos negócios podem variar, desde as más condições de trabalho atribuídas aos colaboradores e utilização de trabalho infantil, até à origem de graves danos ambientais ou outras violações da lei aplicável em vigor. Por estes motivos, a Euromedic realiza uma Due Diligence (Investigação das actividades), tal como descrita abaixo, de forma a assegurar que os eventuais terceiros a contratar, que 3

4 são parte importante das suas operações de negócio, aderem ao Código de Conduta da Euromedic. Caso a Euromedic tome conhecimento de qualquer tipo de conduta negocial não ética por parte de qualquer outro fornecedor ou prestador de serviços, será por ela realizada uma pesquisa de informação mais aprofundada e, se for constatada uma conduta considerada como inaceitável pela Euromedic, a relação em questão será descontinuada. 2. Processo de Contratação de Terceiros Todos os pedidos de utilização comum de fornecedores ou prestadores de serviços (por exemplo economato) deverão ser canalizados pelos colaboradores para o Departamento de Logística, o qual é responsável pela gestão da base de dados de fornecedores da Euromedic. Caso o requisitante recomende que aquisição seja feita a um fornecedor específico, não constante da lista actual de fornecedores da Euromedic, o Departamento de Logística deverá pedir por escrito informações que especifiquem: (a) (b) (c) (d) (e) Nome do Fornecedor; Natureza dos bens e serviços; Localização do Fornecedor proposto; Local para onde o Fornecedor deverá fornecer os bens ou serviços; Qualquer conhecimento da ligação do fornecedor a uma entidade estatal. O Departamento de Logística será responsável pela análise do pedido e pela classificação do Fornecedor numa das categorias seguintes, e que serão mais detalhadamente explicadas na secção 3: (i) (ii) (iii) (iv) (v) Agentes/Representantes; Prestadores de Serviços Estatais (ex. agentes alfandegários, responsáveis por licenças de trabalho, agências de licenciamento, etc.); Parceiros de Negócios (e.g. parceiros em Joint Ventures, parceiros de negócio ocasionais, grandes subcontratados e acordos similares); Fornecedores de Alto Risco (fornecedores alvo de preocupações específicas, incluindo a sua reputação ou experiência anterior, risco geográfico, riscos sugeridos pela informação pública sobre anti-corrupção ou riscos emanados do controlo estatal do fornecedor, ou associação deste a entidades terceiras); ou Fornecedores de Baixo Risco (fornecedores normais, sem preocupações específicas) Caso o Fornecedor seja incluído nas categorias (i) a (iv), será realizada uma Due Diligence pelo Responsável da Due Diligence e sujeito à aprovação do Departamento de Ética da Euromedic Internacional. Se aprovado, o intermediário será incluído na Base de Dados de Fornecedores. Se o Fornecedor for classificado como fornecedor de Baixo Risco, o Departamento de Logística deverá propô-lo para inclusão na base de dados, proposta esta que será alvo de análise e aprovação pelo responsável da Due Diligence. 4

5 3. Categorias de Risco dos Fornecedores Quando o Departamento de Logística recebe um pedido de aprovação para um novo Fornecedor enviado por uma unidade de negócios, este será alvo de análise pelo Departamento de Logística que proporá a sua inclusão numas das seguintes categorias de risco: (a) (b) (c) (d) (e) Agentes e Representantes; Prestadores de Serviço Governamentais; Parceiros de Negócio; Fornecedores de Alto Risco; Fornecedores de Baixo Risco. A inclusão numa destas categorias de risco determinará a necessidade, ou não, de realização de uma Due Diligence e, em caso afirmativo, a extensão da mesma. Em termos gerais, a inclusão numa das categorias de risco basear-se-á num dos seguintes parâmetros: 3.1. Agentes e Representantes Um Agente é qualquer intermediário, consultor, patrocinador ou outra entidade terceira contratado pela Euromedic para (a) negociar ou renegociar em qualquer circunstância, incluindo através de uma outra parte em seu nome ou (b) representar a Euromedic em qualquer negociação com Entidades Estatais e Privadas. Um Representante é qualquer indivíduo ou entidade contratada pela Euromedic para actuar com toda a liberdade em nome da Euromedic, num país onde a Euromedic não esteja fisicamente presente, incluindo uma Terceira Parte em nome desse indivíduo ou entidade Prestadores de Serviço Governamentais Os Fornecedores de Serviços Governamentais são indivíduos ou entidades que prestam serviços à Euromedic que impliquem negociar, ou interagir, de forma directa ou indirecta, com entidades governamentais. Como exemplos de Fornecedores de Serviços Governamentais estão os indivíduos ou entidades cujas responsabilidades podem passar por agendar reuniões com entidades governamentais; desalfandegar produtos; obter e processar licenças e autorizações de permanência; obter e processar visas e autorizações de trabalho; obter aprovações regulamentares; negociar com entidades governamentais relativamente ao pagamento, reclamações e auditorias de impostos; e obter e processar autorizações necessárias ou denúncia de contratos por parte das entidades governamentais Parceiros de Negócio Parceiros de Negócio são geralmente indivíduos ou entidades que assumem uma parte importante nas operações negociais da Euromedic. Entre os Parceiros de Negócio incluem-se normalmente as parcerias, co-operações, as joint ventures, teaming partners e outro tipo de associações em qualquer projecto da Euromedic, 5

6 subsidiária ou afiliada, bem como determinados contratados e sub-contratatos ou fornecedores Joint Venture e Teaming Partners Um acordo de Joint Venture ou de Teaming é um acordo de participação conjunta com a Euromedic num determinado projecto ou transacção, com partilha dos lucros. Podendo a Euromedic ser legalmente responsável pelos actos realizados pelas Joint Ventures e Teaming Partners, torna-se necessária a realização de uma Due Diligence antes de qualquer acordo de participação com tais parceiros. [Para além disso, os parceiros de Joint Venture ou Teaming Partner terão de adoptar e implementar o Código de Conduta da Euromedic no que se refere à relação da Euromedic com a Joint Venture] Determinados Contratados e Subcontratados Os contratados e subcontratados são indivíduos ou entidades contratadas pela Euromedic com o objectivo de ajudarem na realização de uma parte de um determinado projecto que, por razões diversas (por exemplo falta de capacidade ou de especialização), a Euromedic não deseja desenvolver por si só. Ao executarem o trabalho para a Euromedic estas subcontratadas actuam como uma extensão sua. No que se refere à parte do trabalho que envolva um contacto regular com o cliente, são consideradas como Parceiros de Negócio. Do mesmo modo, mesmo quando estes subcontratados não têm um contacto regular com o cliente, a sua parte no trabalho relativo a um determinado projecto pode ser tão substancial que o seu status e importância para a Euromedic os distinguem dos fornecedores habituais. Também nestes casos, a Euromedic considera os subcontratados como Parceiros de Negócio Determinados Fornecedores Do mesmo modo, determinados fornecedores, por fornecerem grandes volumes de mercadoria, constituindo uma parte substancial do valor total do projecto, os seus fornecimentos assumem importância crucial para esse projecto. Também nestes casos, a Euromedic quer saber com quem está a trabalhar, pelo que tais fornecedores são considerados como Parceiros de Negócio Fornecedores de Risco Elevado Um Fornecedor de Risco Elevado é um fornecedor que, não sendo um Agente, Representante, Fornecedores de Serviços Governamentais ou Parceiro de Negócio, levanta certas preocupações que conduzem a uma análise mais detalhada antes da realização de um contrato. Entre os indicadores de preocupações especiais podem estar: Reputação e Experiência Anterior Quando o fornecedor tem uma reputação sugestiva da possibilidade de práticas ilegais, ou a sua experiência anterior com a Euromedic sugere a possibilidade de incorrer em práticas negociais corruptivas ou 6

7 questionáveis, é absolutamente necessária a realização de uma Due Diligence Risco Geográfico O nível de risco de uma contratada pode ser agravado (ou atenuado) em função do país onde esta opera. Quando um Fornecedor opera num país ou região com elevados índices de corrupção, pode ser necessária uma Due Dilligence adicional. Existem duas preocupações de ordem geográfica: (i) onde os bens/serviços são produzidos e/ou a sua proveniência; e (ii) para onde os bens/serviços irão ser prestados ou expedidos Informação Pública Disponível Analisar a informação pública disponível para determinar se o fornecedor esteve sob investigação formal/informal, se foi acusado, indiciado, condenado, etc, em tribunal por actividades relacionadas com corrupção e se o fornecedor está incluído em alguma lista de bloqueio por corrupção ou de boicote Controlo ou Associação Estatal A negociação com fornecedores que sejam controlados ou geridos por entidades públicas pode gerar, em algumas circunstâncias, a suspeição de que pode haver benefícios ilicítos para essas entidades devendo, por isso, os colaboradores da Euromedic estar atentos e precaver-se contra este aspecto. Se bem que a Euromedic possa não ter informação sobre quem controla todo e cada um dos seus fornecedores, é importante que o Departamento de Logística, e outras pessoas envolvidas, estejam na posse de toda a informação possível. Pede-se pois ao requisitante de um fornecedor que se informe se esse mesmo fornecedor tem alguma participação estatal, ou qualquer outra ligação ao Estado, ou se existem razões para assumir a probabilidade da existência de tal participação ou ligação. Caso exista associação ou controlo formal desse fornecedor pelo Estado, pode ser necessária uma Due Diligence adicional. 3.5 Fornecedores de Baixo Risco Um Fornecedor de Baixo Risco é aquele que não é Agente, Representante, Fornecedores de Serviços Governamentais ou Parceiro de Negócio e não levanta preocupações semelhantes às anteriormente descritas Due Diligence ( Investigação das Actividades) Quando um Fornecedor é indicado para uma Due Diligence pelo responsável do Departamento de Logística antes da sua aprovação, essa Due Diligence poderá ser levada a cabo pelo Grupo de Due Diligence da Euromedic, com apoio da unidade de negócio requisitante desse Fornecedor. A Due Diligence deve acompanhar o nível de risco apresentado por tal relação. A Due Diligence indicada deverá ser implementada antes de quaisquer discussões concretas, ou ligação contratual, resultante do acordo escrito ou oral entre a Euromedic e o eventual Fornecedor. A Due Diligence não tem um padrão científico ou 7

8 exacto. O nível de Due Diligence apropriado e aceitável para um determinado Fornecedor pode ser insuficiente para outro Fornecedor com classificação semelhante. Como foi realçado, a Due Diligence deverá ser conduzida de forma apropriada à natureza particular do negócio e às estruturas corporativas do Fornecedor, bem como aos riscos que se possam apresentar. Alguns Fornecedores, mesmo quando pertencentes ao mesmo grupo, podem requerer uma Due Diligence completa, enquanto outros podem requerer uma investigação apenas a uma determinada área das suas actividades. A realização de uma ou de outra destas investigações basear-se-á na ponderação do Responsável pela Due Diligence, apoiado pelo Departamento de Ética da Euromedic Internacional sempre que apropriado. A escolha da Due Diligence mais apropriada varia em função de diversos factores, incluindo, mas não se limitando a, o facto do Fornecedor (i) se localizar, ou operar num país de risco elevado; (2) estar associado, ou ter sido recomendado ou requisitado por uma autoridade estatal ou seu representante; (3) estar actualmente em investigação, sujeito a acusação legal ou ter sido recentemente condenado por violação da lei, nomeadamente por actividades de corrupção; ou (4), se se tratar de uma multinacional de renome, com um sistema exemplar de controlo interno, sem qualquer investigação ou condenação recente por corrupção ou que tenha tomado medidas correctivas relativamente a tais condutas. Embora existam algumas tarefas de investigação que tenham sempre de ser realizadas, outras poderão ser implementadas de forma mais ligeira e delimitada em função dos riscos que se apresentem. O Grupo Euromedic para a Due Diligence tem as orientações necessárias para a realização da Due Diligence em função das diferentes categorias de risco dos Fornecedores. 8

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9

POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO. Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 POLÍTICA ANTI-CORRUPÇÃO Política Anti-corrupção Versão 02 1/9 RESUMO Resumo dos princípios fundamentais A Securitas acredita num mercado livre para a prestação dos seus serviços, e num ambiente competitivo

Leia mais

REGAL-BELOIT CORPORATION PROGRAMA Corporativo Anticorrupção Política de Contratação de Terceiros Anexo 1

REGAL-BELOIT CORPORATION PROGRAMA Corporativo Anticorrupção Política de Contratação de Terceiros Anexo 1 Instruções: O REPRESENTANTE DEVIDAMENTE AUTORIZADO DO TERCEIRO DEVE RESPONDER ÀS QUESTÕES DA VERIFICAÇÃO MINUCIOSA E PREENCHER O TERMO DE CERTIFICAÇÃO E ENVIAR TODAS AS INFORMAÇÕES PARA O FUNCIONÁRIO REGAL

Leia mais

RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO

RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO RGIS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO I. DECLARAÇÃO DA POLÍTICA A política da RGIS ( Companhia ) é conduzir as operações mundiais de forma ética e conforme as leis aplicáveis, não só nos EUA como em outros países.

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA ALCOA INC.

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA ALCOA INC. POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA ALCOA INC. a JUSTIFICATIVA: A Alcoa Inc. ( Alcoa ) e sua administração têm o compromisso de conduzir todas as suas operações em todo o mundo com ética e em conformidade com todas

Leia mais

POLÍTICA DE CONFORMIDADE ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA DE CONFORMIDADE ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA DE CONFORMIDADE ANTICORRUPÇÃO Introdução A integridade é um dos valores mais importantes da American Sugar Holdings, Inc.. Esta política de conformidade anticorrupção descreve as normas de comportamento

Leia mais

POLÍTICA ANTISSUBORNO E ANTICORRUPÇÃO DA UL

POLÍTICA ANTISSUBORNO E ANTICORRUPÇÃO DA UL Setor jurídico N. do documento: 00-LE-P0030 Edição: 5.0 Data da publicação: 09/04/2010 Data da revisão: 16/09/2013 Data de entrada em vigor: 16/09/2013 Página 1 de 8 POLÍTICA ANTISSUBORNO E ANTICORRUPÇÃO

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA OGMA

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA OGMA POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA OGMA 1. Introdução à Política Anticorrupção da OGMA A OGMA Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A. ( OGMA ou Empresa ) rege a sua actividade com base num conjunto de regras, princípios

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO MAGNA INTERNATIONAL INC. DIRETRIZ SOBRE PRESENTES E ENTRETENIMENTO Oferecer ou receber presentes e entretenimento é muitas vezes uma

Leia mais

POLÍTICA GLOBAL ANTICORRUPÇÃO DA EMBRAER

POLÍTICA GLOBAL ANTICORRUPÇÃO DA EMBRAER 1. POLÍTICA A Política Anticorrupção Global da Embraer (a Política ) obriga a Embraer S.A. e suas subsidiárias e afiliadas (coletivamente, Embraer ou a Empresa ), em todas as operações ao redor do mundo,

Leia mais

Código de Conduta (Code of Conduct) as empresas do Grupo Festo

Código de Conduta (Code of Conduct) as empresas do Grupo Festo Código de Conduta (Code of Conduct) as empresas do Grupo Festo Prefácio Como empresa familiar de longa tradição, e a operar a nível internacional, o Grupo Festo goza de uma excelente reputação junto dos

Leia mais

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza)

Código de Conduta Empresarial da Nestlé. 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Código de Conduta Empresarial da Nestlé 2008, Nestec Ltd. Conceito e Design: Nestec Ltd., Identidade Corporativa e Design, Vevey (Suiza) Introdução Desde a sua fundação, as práticas comerciais da Nestlé

Leia mais

Política Global de Conflitos de Interesses

Política Global de Conflitos de Interesses Política Global de Conflitos de Interesses Índice 1. DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS... 3 2. INTRODUÇÃO... 3 3. OBJECTIVO... 3 4. ALCANCE... 4 5. REGRAS E REGULAMENTAÇÕES... 5 6. ORIENTAÇÃO GERAL... 6 7. EXEMPLOS

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES

POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES GEWISS Departamento de Auditoria Interna Corporate 8 de Maio de 2014 ÍNDICE 1. OBJECTIVO E ÂMBITO... 3 2. REGRAS DE REFERÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. PRINCÍPIOS

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. Laboratórios Pfizer, Lda. Capital Social 78.645.850,00 Matrícula n.º 500 162 166, CRC Cascais

CONDIÇÕES GERAIS. Laboratórios Pfizer, Lda. Capital Social 78.645.850,00 Matrícula n.º 500 162 166, CRC Cascais CONDIÇÕES GERAIS 1. PREÇO: Na falta de fixação de preço na presente Ordem de Compra, os artigos, trabalhos ou serviços serão facturados com base no último preço fixado pelo Fornecedor, ou no preço pago

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO COM PARCEIRO DE NEGÓCIOS

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO COM PARCEIRO DE NEGÓCIOS POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO COM PARCEIRO DE NEGÓCIOS Um dos valores que mais importam ao ASR Group é a integridade. Em adjunto enviamos a Política Anticorrupção do ASR Group, que inclui tanto corrupção quanto

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

HILLENBRAND, INC. E SUBSIDIÁRIAS. Anticorrupção Global Declaração de Política e Manual de Conformidade

HILLENBRAND, INC. E SUBSIDIÁRIAS. Anticorrupção Global Declaração de Política e Manual de Conformidade HILLENBRAND, INC. E SUBSIDIÁRIAS Anticorrupção Global Declaração de Política e Manual de Conformidade A Hillenbrand, Inc., incluindo todas suas subsidiárias (referidas em conjunto como a Empresa ), mantém

Leia mais

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros.

Ética A GUARDIAN disponibiliza o presente Código de Conduta a todos os colaboradores, Clientes, Fornecedores e Parceiros. Âmbito de aplicação O presente Código de Conduta aplica-se a toda a estrutura GUARDIAN Sociedade de Mediação de Seguros, Lda., seguidamente designada por GUARDIAN, sem prejuízo das disposições legais ou

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Código de Conduta de Fornecedor

Código de Conduta de Fornecedor Código de Conduta de Fornecedor www.odfjelldrilling.com A Odfjell Drilling e suas entidades afiliadas mundialmente estão comprometidas em manter os mais altos padrões éticos ao conduzir negócios. Como

Leia mais

Política da Empresa Entrada em Vigor: 7 de Outubro de 2013

Política da Empresa Entrada em Vigor: 7 de Outubro de 2013 Número do Documento: 276-RP por Política da Empresa Entrada em Vigor: 7 de Outubro de 2013 Cópias em Papel Não Controladas - Verificar Data de Entrada em Vigor Antes da Utilização Função: Legal Título:

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA CORPORAÇÃO DANAHER

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA CORPORAÇÃO DANAHER I. PROPÓSITO POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO DA CORPORAÇÃO DANAHER A corrupção é proibida pelas leis de quase todas as jurisdições do mundo. A Danaher Corporation ( Danaher ) está comprometida em obedecer as leis

Leia mais

Princípios básicos nas relações com terceiros:

Princípios básicos nas relações com terceiros: Princípios básicos nas relações com terceiros: Checkup de reputação/responsabilidade quando utilizando terceiros em todo o mundo Marjorie W. Doyle, JD, CCEP-F com a contribuição de Diana Lutz 6500 Barrie

Leia mais

DEPUY SYNTHES CÓDIGO DE CONDUTA GLOBAL

DEPUY SYNTHES CÓDIGO DE CONDUTA GLOBAL Uma Paixão pela Integridade Integridade em Acção - Conformidade nos Cuidados de Saúde A Conformidade nos Cuidados de Saúde é uma Responsabilidade de Todos A DePuy Synthes é reconhecida mundialmente pelas

Leia mais

Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14

Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14 Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14 Aprovada em agosto de 2013 Lei de âmbito Federal, entrou em Vigor em janeiro de 2014, prevendo punições para as empresas que cometerem atos de Corrupção

Leia mais

Esta política é baseada na legislação vigente e nos valores da Global conforme definições apresentadas no Código de Ética e Conduta.

Esta política é baseada na legislação vigente e nos valores da Global conforme definições apresentadas no Código de Ética e Conduta. POLITICAS CORPORATIVAS Assunto: Programa Anticorrupção / Antissuborno Objetivo Visa descrever e explicar as proibições contra suborno e corrupção em todas as operações da Companhia, destacar os requisitos

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN 1 Introdução A EVEN conduz seus negócios de acordo com os altos padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta, não tolerando qualquer forma de corrupção e suborno.

Leia mais

Edição A. Código de Conduta

Edição A. Código de Conduta Edição A Código de Conduta -- A 2011.09.26 1 de 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 2 2 PRINCÍPIOS E NORMAS GERAIS... 2 a) Trabalho Infantil... 2 b) Trabalho forçado... 2 c) Segurança e bem-estar no local de trabalho...

Leia mais

Política Global Anticorrupção

Política Global Anticorrupção POLÍTICA A Política Global Anticorrupção da Savis (a Política ) obriga a Savis Tecnologia e Sistemas S.A. e suas subsidiárias e afiliadas (coletivamente, Savis ou a Empresa ), em todas as operações ao

Leia mais

Política relativa a subornos, presentes e hospitalidade Data efetiva 2 de Março de 2011 Função

Política relativa a subornos, presentes e hospitalidade Data efetiva 2 de Março de 2011 Função Título Política relativa a subornos, presentes e hospitalidade Data efetiva 2 de Março de 2011 Função Departamento Jurídico da Holding Documento BGHP_version1_03032011 1. Finalidade A finalidade desta

Leia mais

Sobre a linha de apoio de compliance do Grupo Generali (EthicsPoint)

Sobre a linha de apoio de compliance do Grupo Generali (EthicsPoint) Sobre a linha de apoio de compliance do Grupo Generali (EthicsPoint) Denúncias - Geral Segurança das denúncias Confidencialidade e proteção de dados Sobre a linha de apoio de compliance do Grupo Generali

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS

CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS CÓDIGO DE CONDUTA DO GRUPO JERÓNIMO MARTINS MENSAGEM DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Caros Colaboradores, A missão de Jerónimo Martins é promover a eficiência em todas as suas áreas de negócio,

Leia mais

Política Antissuborno e Anticorrupção

Política Antissuborno e Anticorrupção Política Antissuborno e Anticorrupção Agosto 2015 1 de 8 Sumário 1. Objetivo... 1 2. Âmbito de Aplicação... 1 3. Considerações Gerais... 1 4. Suborno e Pagamento de Propina... 1 5. Brindes, Presentes,

Leia mais

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD O SUCESSO DA IMCD É BASEADO NO ESTABELECIMENTO DE UM AMBIENTE QUE PROMOVE A RESPONSABILIDADE, CONFIANÇA E O RESPEITO. IMCD Código de Conduta 3 1. Introdução O

Leia mais

CÓDIGO INTERNACIONAL ICC/ESOMAR PARA A INVESTIGAÇÃO SOCIAL E DE MERCADO

CÓDIGO INTERNACIONAL ICC/ESOMAR PARA A INVESTIGAÇÃO SOCIAL E DE MERCADO CÓDIGO INTERNACIONAL ICC/ESOMAR PARA A INVESTIGAÇÃO SOCIAL E DE MERCADO INTRODUÇÃO O primeiro Código para a Prática de Investigação Social e de Mercado foi publicado pela ESOMAR em 1948. Depois deste foram

Leia mais

Princípios Gerais de Negócio da Shell

Princípios Gerais de Negócio da Shell Princípios Gerais de Negócio da Shell Royal Dutch Shell plc Introdução Os Princípios Gerais de Negócio da Shell regem a forma como cada uma das empresas que constituem o Grupo Shell* deve conduzir as suas

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

Código de Conduta. Código de Conduta Schindler 1

Código de Conduta. Código de Conduta Schindler 1 Código de Conduta Código de Conduta Schindler 1 2 Código de Conduta Schindler Código de Conduta da Schindler Os colaboradores do Grupo Schindler no mundo inteiro devem manter o mais alto padrão de conduta

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS. Decreto n.º 25/95 Acordo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América Relativo à Assistência Mútua entre os Respectivos Serviços Aduaneiros Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

Código de Conduta do Fornecedor. Em vigor a partir de 2 de julho de 2012. Ethics. Matters

Código de Conduta do Fornecedor. Em vigor a partir de 2 de julho de 2012. Ethics. Matters Código de Conduta do Fornecedor Em vigor a partir de 2 de julho de 2012 Ethics Matters Mensagem do CPO [Chief Procurement Officer - Diretor de Compras] A Duke Energy está comprometida com a segurança,

Leia mais

entidades obrigadas as medidas de vigilância da clientela incluem "entidades obrigadas"

entidades obrigadas as medidas de vigilância da clientela incluem entidades obrigadas Parecer da OAA Parecer da Ordem dos Advogados (Proposta de Regulamento sobre prevenção de branqueamento de capitais e de financiamento do terrorismo). A prevenção da utilização do sistema financeiro para

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA. Código de Conduta e Ética Rev00 de 02/12/2014 Página 1 de 13

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA. Código de Conduta e Ética Rev00 de 02/12/2014 Página 1 de 13 CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA Código de Conduta e Ética Rev00 de 02/12/2014 Página 1 de 13 1. Introdução A actuação do Grupo 8, na qualidade de prestador de serviços de segurança privada pauta-se por valores

Leia mais

Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios. www.siemens.

Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios. www.siemens. Informações para Parceiros de Negócios Cumprimento das leis, regulamentos e convenções. Transparência nos negócios www.siemens.com/compliance "A cultura de uma empresa e seus valores fazem a diferença.

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

Diretrizes para a prevenção de conflitos de interesses e corrupção

Diretrizes para a prevenção de conflitos de interesses e corrupção 1. Princípios e validade Integridade e transparência são as chaves para atividades comerciais bem sucedidas e sustentáveis. Nossa imagem e reputação pública se baseiam em objetividade e honestidade. Imparcialidade

Leia mais

Política Anti-Suborno da ADP Questões Frequentes (FAQs)

Política Anti-Suborno da ADP Questões Frequentes (FAQs) Política Anti-Suborno da ADP Questões Frequentes (FAQs) AS COMUNICAÇÕES ENTRE ADVOGADO E CLIENTE SÃO ESTRITAMENTE CONFIDENCIAIS Este documento destina-se a abordar questões que possam surgir no decurso

Leia mais

XEROX GLOBAL ETHICS HELPLINE

XEROX GLOBAL ETHICS HELPLINE ALCANCE: Xerox Corporation e suas subsidiárias. OBJETIVO: Este documento descreve a conduta ética que deve ser adotada durante as negociações pelos empregagos da Xerox Corporation. Todos os empregados

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E PELO AUDITOR EXTERNO DA EDP 16.12.2010 REGULAMENTO SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PELO REVISOR OFICIAL

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE COMPLIANCE

QUESTIONÁRIO DE COMPLIANCE QUESTIONÁRIO DE COMPLIANCE O combate à corrupção é parte essencial na forma como a CPFL Energia conduz seus negócios. Este posicionamento é declarado no Código de Ética e de Conduta Empresarial da CPFL

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros

Normas de Ética e Conduta Empresarial para Terceiros Todas as actividades empresariais na Bristol-Myers Squibb (BMS) apoiam-se no alicerce do nosso compromisso com a integridade e a conformidade com todas as leis, regulamentos, directivas e códigos industriais

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Código de conduta de parceiros de negócios da Pearson

Código de conduta de parceiros de negócios da Pearson Código de conduta de parceiros de negócios da Pearson Finalidade e escopo Na Pearson (incluindo suas subsidiárias e empresas com controle acionário), acreditamos fortemente que agir de forma ética e responsável

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DE IBT

CÓDIGO DE CONDUTA DE IBT CÓDIGO DE CONDUTA DE IBT PARA FORNECEDORES E OUTROS ASSOCIADOS COMERCIAIS O IBT Group, LLC e suas empresas relacionadas (em conjunto IBT ), mantêm o compromisso de executar suas atividades comerciais de

Leia mais

Política Antissuborno

Política Antissuborno Política Antissuborno 1 Introdução 1.1 Finalidade A finalidade desta política é assegurar que a Ebiquity e os seus colaboradores cumpram a legislação antissuborno e as melhores práticas de combate à corrupção

Leia mais

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO

Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Empresa e Serviço Público Empresa Missão Visão Função Social e Responsabilidades Sociais 2. Princípios e Valores Estruturantes

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAS. POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAs

POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAS. POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAs POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAS 1 Com o objectivo de criar visibilidade para os produtos Amway, para a Oportunidade de Negócio Amway e para apoiar os EAs e Clientes Vip na construção do seu negócio,

Leia mais

LAR O SEU NEGÓCIO O SEU NEGÓCIO LAR O SEU NEGÓCIO LAR. POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAs BEM- ESTAR

LAR O SEU NEGÓCIO O SEU NEGÓCIO LAR O SEU NEGÓCIO LAR. POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAs BEM- ESTAR BEM- ESTAR BEM- ESTAR POLÍTICA DE PRIVACIDADE BEM- ESTAR PARA SITES DE EAs POLÍTICA DE PRIVACIDADE PARA SITES DE EAs Com o objectivo de criar visibilidade para os produtos Amway, para a Oportunidade de

Leia mais

Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros

Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros Conduta nos Negócios Política de Transparência nas Relações com Terceiros* Objetivo Estabelecer as diretrizes básicas de conduta

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA G UPO

CÓDIGO DE ÉTICA G UPO CÓDIGO DE ÉTICA G UPO 1 Sumário APRESENTAÇÃO... 2 1. APLICABILIDADE... 3 ESCLARECIMENTOS... 3 O COMITÊ DE ÉTICA... 3 ATRIBUIÇÕES DO COMITÊ... 3,4 2. ASSUNTOS INTERNOS... 4 OUVIDORIA... 4 PRECONCEITO...

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E INTEGRIDADE DE FORNECEDORES

CÓDIGO DE CONDUTA E INTEGRIDADE DE FORNECEDORES SUMÁRIO 1. Introdução... 04 2. Abrangência... 04 3. Objetivo... 04 4. Princípios Éticos... 05 5. Preconceitos e Discriminação... 05 6. Respeito à Legislação e Integridade nos Negócios... 05 7. Documentos,

Leia mais

Princípios ABC do Grupo Wolfsberg Perguntas Frequentes Relativas a Intermediários e Procuradores/Autorizados no Contexto da Banca Privada

Princípios ABC do Grupo Wolfsberg Perguntas Frequentes Relativas a Intermediários e Procuradores/Autorizados no Contexto da Banca Privada Princípios ABC do Grupo Wolfsberg Perguntas Frequentes Relativas a Intermediários e Procuradores/Autorizados no Contexto da Banca Privada Por vezes surgem perguntas relativas a Intermediários Promotores

Leia mais

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes

Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes Os Princípios de Prevenção aos Crimes de Lavagem de Dinheiro para Bancos Correspondentes 1 Introdução O Grupo de Instituições Financeiras Wolfsberg 1 ¹ considera que estes princípios constituem uma orientação

Leia mais

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil

Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Princípios Gerais para a Prevenção dos Riscos Penais Endesa Brasil Introdução 5 INTRODUÇÃO A seguir, são descritos os comportamentos e princípios gerais de atuação esperados dos Colaboradores da Endesa

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA -

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - 1. ENQUADRAMENTO Na sequência da consulta pública acima mencionada, promovida conjuntamente pelos reguladores português e espanhol, vem

Leia mais

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING

INTRODUÇÃO 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING Índice INTRODUÇÃO... 2 1 COMPROMISSO DA SONAE HOLDING... 2 2 COMPROMISSO DOS COLABORADORES... 2 3 PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTO... 3 3.1 RELAÇÕES COM ADMINISTRADORES E COLABORADORES... 3 3.2 RELAÇÕES COM

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DO BANCO BAI EUROPA, S.A. PREÂMBULO

CÓDIGO DE CONDUTA DO BANCO BAI EUROPA, S.A. PREÂMBULO CÓDIGO DE CONDUTA DO BANCO BAI EUROPA, S.A. PREÂMBULO A conduta dos membros do Conselho de Administração e dos Colaboradores do Banco reflecte os seus valores e a sua cultura, que estão alinhados com os

Leia mais

Prezado colaborador, Atenciosamente, Rick Goings Presidente e CEO - 1 -

Prezado colaborador, Atenciosamente, Rick Goings Presidente e CEO - 1 - Prezado colaborador, Há mais de sessenta anos que o nome Tupperware representa os mais altos padrões de qualidade de produto. Levamos a sério a qualidade e a integridade dos nossos produtos e somos uma

Leia mais

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 Manual Anticorrupção Versão 1 Abr/2015 SUMÁRIO 1 Introdução... 2 2 Definições... 3 3 Compromisso e adesão... 5 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 5 Violações e Sanções Aplicáveis... 6 6 Ações

Leia mais

A presente é uma tradução de um documento em língua inglesa, exclusivamente para sua comodidade. O texto do original em inglês regerá, em todos os

A presente é uma tradução de um documento em língua inglesa, exclusivamente para sua comodidade. O texto do original em inglês regerá, em todos os A presente é uma tradução de um documento em língua inglesa, exclusivamente para sua comodidade. O texto do original em inglês regerá, em todos os aspectos, os seus direitos e as suas obrigações. O original

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

ICTSI CÓDIGO DE CONDUTA NOS NEGÓCIOS

ICTSI CÓDIGO DE CONDUTA NOS NEGÓCIOS ICTSI CÓDIGO DE CONDUTA NOS NEGÓCIOS MENSAGEM DO PRESIDENTE A ICTSI tem crescido de forma sólida ao longo dos anos, tornando-se uma empresa líder na gestão de portos, com um alcance global que se estende

Leia mais

Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os

Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os Esta é a tradução de um texto em inglês, cuja finalidade é apenas facilitar a sua compreensão. O texto do original em inglês regerá, em todos os aspectos, os seus direitos e as suas obrigações. O original

Leia mais

Política de Gestão de Risco de Fraude

Política de Gestão de Risco de Fraude Política de Gestão de Risco de Fraude Versão: 1.0-2015 Alterada: 2 de junho de 2015 Aprovado por: Conselho de Administração Data: 3 de junho de 2015 Preparado por: Conselho de Administração Data: 2 de

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ACESSO À "INTERNET" Minuta

CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ACESSO À INTERNET Minuta I CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ACESSO À "INTERNET" Minuta O PRESENTE CONTRATO FOI APROVADO PELO INSTITUTO DAS COMUNICAÇÕES DE PORTUGAL, NOS TERMOS E PARA OS EFEITOS DO ARTIGO 9/2 DO DECRETO

Leia mais

Hilti do Brasil Comercial Ltda. Política de Privacidade e Proteção de Informações Pessoais

Hilti do Brasil Comercial Ltda. Política de Privacidade e Proteção de Informações Pessoais Hilti do Brasil Comercial Ltda. Política de Privacidade e Proteção de Informações Pessoais Nós, Hilti (Brasil) Comercial Ltda. (coletivamente, referido como Hilti, "nós", "nosso" ou "a gente") nessa Política

Leia mais

Política Anti-Suborno:

Política Anti-Suborno: Política Anti-Suborno: Política Global Novartis 1º de março de 2012 Versão GIC 100.V1.PT 1. Introdução 1.1 Objetivos Nosso Código de Conduta afirma que não subornamos ninguém. Esta Política define os respectivos

Leia mais

Conduta nos negócios

Conduta nos negócios Conduta nos negócios Como funcionários, voluntários e representantes da USP, devemos conhecer e cumprir o Código e todas as leis ou POPs relacionados às nossas responsabilidades na USP, conforme aplicável.

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

Código de Conduta. INAPA INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E GESTÃO, S.A. (Sociedade Aberta) Sede: Rua Castilho, n.º 44 3.º andar, 1250-071 Lisboa

Código de Conduta. INAPA INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E GESTÃO, S.A. (Sociedade Aberta) Sede: Rua Castilho, n.º 44 3.º andar, 1250-071 Lisboa Código de Conduta INAPA INVESTIMENTOS, PARTICIPAÇÕES E GESTÃO, S.A. (Sociedade Aberta) Sede: Rua Castilho, n.º 44 3.º andar, 1250-071 Lisboa Capital social: 150 000 000 Número único de pessoa colectiva

Leia mais

Política Anticorrupção

Política Anticorrupção Política Anticorrupção pág. 1 Política Anticorrupção Índice 1. Introdução pág. 03 2. Abrangência pág. 07 3. Definições pág. 09 4. Informações Preliminares pág. 13 5. pág. 17 6. Sinais de Alerta pág. 29

Leia mais

Código de Conduta. (versão 01)

Código de Conduta. (versão 01) Código de Conduta (versão 01) Índice 1. Introdução 3 1.1 Objecto 3 1.2 Âmbito de aplicação 3 1.3 Aprovação e entrada em vigor 3 2. Os Nossos Valores 4 3. Código de Conduta 5 3.1 Relações Com e entre os

Leia mais

MOTA-ENGIL AFRICA N.V. POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO E SUBORNO

MOTA-ENGIL AFRICA N.V. POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO E SUBORNO 2014 MOTA-ENGIL AFRICA N.V. POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO E SUBORNO INTRODUÇÃO A Mota-Engil Africa N.V. ( Mota-Engil Africa ou a Empresa e juntamente com as suas subsidiárias, o Grupo ") compromete-se a conduzir

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROMOTORES

CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROMOTORES CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROMOTORES Definições: Promotores: toda a pessoa singular que, com o Banco ActivoBank, S.A. tenha celebrado um contrato de prestação de serviços, com o objectivo de exercer, a titulo

Leia mais

- Aviso n.º 14/2009-AMCM -

- Aviso n.º 14/2009-AMCM - - Aviso n.º 14/2009-AMCM - ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA GUIA PARA AS INSTITUIÇÕES SEGURADORAS AUTORIZADAS REFERENTE AO TRATAMENTO DE QUEIXAS DE TOMADORES DOS SEGUROS/CLIENTES/TERCEIROS

Leia mais

Introdução. estabelecer uma política clara anticorrupção para todo o Colaborador, terceiros e parceiros de negócios;

Introdução. estabelecer uma política clara anticorrupção para todo o Colaborador, terceiros e parceiros de negócios; Index Introdução 2 1. Pessoas cobertas pela política 4 2. Definição 5 3. Visão Geral das Leis Anticorrupção Aplicáveis 8 4. Exigências e Proibições Gerais 14 5. Diretrizes para a Interação com Oficiais

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Índice Apresentação... 3 Principais Objectivos do Código... 3 Finalidade do Código de Ética... 4 Âmbito de Aplicação... 4 Serviço Público... 4 Missão... 5 Visão... 5 Responsabilidade

Leia mais

Manual Anticorrupção & FCPA

Manual Anticorrupção & FCPA Manual Anticorrupção & FCPA pág. 1 Manual Anticorrupção & FCPA Índice 01. Introdução pág. 03 02. Abrangência pág. 07 03. Definições pág. 09 04. FCPA Informações Preliminares pág. 13 pág. 17 06. Sinais

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.

CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. O presente Código de Conduta da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (a Companhia ), visa cumprir com as disposições do Regulamento

Leia mais

Definição de Business Angel

Definição de Business Angel BUSINESS ANGELS CLUB ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE INVESTIDORES EM START-UPS CÓDIGO DE CONDUTA Definição de Business Angel Os Business Angels são investidores individuais que investem, directamente ou através

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230. Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230. Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230 Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos Estabelece os conceitos e as diretrizes do Itaú Unibanco

Leia mais

Considerações para triagem pré-emprego no Brasil

Considerações para triagem pré-emprego no Brasil Considerações para triagem pré-emprego no Brasil A triagem pré-emprego é uma ferramenta importante que as empresas de todo o mundo podem utilizar para proteger a integridade de suas operações, ativos,

Leia mais

ELDORADO GOLD CORPORATION SUBSIDIÁRIAS E AFILIADAS CÓDIGO DE CONDUTA COMERCIAL E ÉTICA

ELDORADO GOLD CORPORATION SUBSIDIÁRIAS E AFILIADAS CÓDIGO DE CONDUTA COMERCIAL E ÉTICA ELDORADO GOLD CORPORATION SUBSIDIÁRIAS E AFILIADAS CÓDIGO DE CONDUTA COMERCIAL E ÉTICA A Eldorado Gold Corporation e suas subsidiárias e afiliadas estão comprometidas com os mais elevados padrões de conduta

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

Política de Integridade

Política de Integridade Política de Integridade 1. INTRODUÇÃO Os procedimentos aqui descritos são complementares às diretrizes do Código de Conduta da empresa, e são norteados pelo compromisso assumido junto ao Pacto Empresarial

Leia mais

DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO

DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO I. Declaração da Diretriz. É a diretriz da Global Crossing Limited ( Global Crossing ou a Empresa ) conduzir todos os seus negócios de uma maneira honesta e ética. Ao fazer

Leia mais