RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES. (atualizado até )

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES. (atualizado até 16.02.2009)"

Transcrição

1 RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES (atualizad até )

2 INTRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA E TRIBUTAÇÃO PELO ICMS REGIME NORMAL CRÉDITO PRESUMIDO RECUPERAÇÃO DOS CRÉDITOS RELATIVOS À MERCADORIA SUJEITA AO REGIME DE ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA CRÉDITOS RELATIVOS A ENERGIA ELÉTRICA E COMUNICAÇÃO EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS SIMPLES NACIONAL FONTES DE CONSULTA NORMAS OUTRAS FONTES DE CONSULTA PORTARIA SF Nº 063, DE

3 INTRODUÇÃO Este Infrmativ Fiscal tem pr bjetiv apresentar as regras cncernentes as regimes de tributaçã relativs à atividade de frneciment de alimentaçã e bebidas em restaurantes, bares, lanchnetes e estabeleciments similares. Nss trabalh busca inicialmente identificar a atividade ecnômica relativa a frneciment de refeições, para entã inseri-la n univers da tributaçã pel ICMS. Para tant, traçams linhas gerais acerca das nrmas aplicáveis as dis regimes em vigr, passíveis de adçã pr cntribuintes enquadrads n ram de atividade bjet d nss trabalh. A cmplementaçã deste estud é indispensável, devend ser agregadas as infrmações ds dispsitivs nrmativs indicads em cada títul u subtítul, bem cm nas fntes de cnsulta indicadas a final deste trabalh.

4 1. CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA E TRIBUTAÇÃO PELO ICMS (Lei Cmplementar Federal 116/2003; Decret nº /91, art. 61, 9º, I, c, art. 62, 6º e 7º) O frneciment de alimentaçã e bebidas em bares, restaurantes e estabeleciments similares encntra-se caracterizad pela Classificaçã Nacinal de Atividades Ecnômicas CNAE 2.0 ( na Seçã I (Aljament e Alimentaçã), send definid cm um serviç que tem cm características prepar das refeições para cnsum imediat, cm u sem serviç cmplet, a preparaçã de aliments pr encmenda e a preparaçã de bebidas para cnsum imediat. A seçã alimentaçã, cnfrme a referida classificaçã, cmpreende s seguintes grups: 56.1 RESTAURANTES E OUTROS SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS Este grup cmpreende as atividades de prepar e frneciment de alimentaçã e bebidas em restaurantes, bares, lanchnetes, cantinas, quisques e trailers, bem cm as atividades de catering Restaurantes e utrs estabeleciments de serviçs de alimentaçã e bebidas /01 Restaurantes e similares Esta subclasse cmpreende: - as atividades de vender e servir cmida preparada, cm u sem bebidas alcólicas a públic em geral, cm serviç cmplet Esta subclasse cmpreende também: - s restaurantes self-service u de cmida a quil - as atividades de restaurante e bares em embarcações explrads pr terceirs /02 Bares e utrs estabeleciments especializads em servir bebidas Esta subclasse cmpreende: - as atividades de servir bebidas alcólicas, cm u sem entreteniment, a públic em geral, cm serviç cmplet /03 Lanchnetes, casas de chá, de sucs e similares Esta subclasse cmpreende: - serviç de alimentaçã para cnsum n lcal, cm venda u nã de bebidas, em estabeleciments que nã ferecem serviç cmplet, tais cm: - lanchnetes, fast-fd, pastelarias, casas de chá, casas de suc e similares - srveterias, cm cnsum n lcal, de fabricaçã própria u nã Serviçs ambulantes de alimentaçã /00 Serviçs ambulantes de alimentaçã Esta subclasse cmpreende: - serviç de alimentaçã de cmida preparada, para públic em geral, em lcais aberts, permanentes u nã, tais cm: - trailers, carrcinhas e utrs tips de ambulantes de alimentaçã preparada para cnsum imediat Esta subclasse cmpreende também: - a venda de aliments preparads em máquinas de serviçs autmáticas

5 56.2 SERVIÇOS DE CATERING, BUFÊ E OUTROS SERVIÇOS DE COMIDA PREPARADA Serviçs de catering, bufê e utrs serviçs de cmida preparada /01 Frneciment de aliments preparads prepnderantemente para empresas Esta subclasse cmpreende: - a preparaçã de refeições em czinha central pr cnta de terceirs (catering) para frneciment a: - empresas de linhas aéreas e utras empresas de transprte - cantinas, restaurantes de empresa e utrs serviçs de alimentaçã /02 Serviçs de alimentaçã para events e recepções - bufê Esta subclasse cmpreende: - serviç de alimentaçã frnecids pr bufê para banquetes, cquetéis, recepções, etc /03 Cantinas - serviçs de alimentaçã privativs Esta subclasse cmpreende: - serviç de alimentaçã em caráter privativ (explraçã pr terceirs) para grups de pessas em fábricas, universidades, clégis, assciações, casernas, órgãs públics, etc /04 Frneciment de aliments preparads prepnderantemente para cnsum dmiciliar Esta subclasse cmpreende: - a preparaçã de refeições u prats czids, inclusive cngelads, entregues u servids em dmicíli. Embra a atividade de alimentaçã seja classificada na CNAE cm serviç, nã há dúvida quant à sua caracterizaçã, relativamente a ICMS, na natureza de cmérci, cnfrme previst n Decret nº /91, art. 61, 9º, I, c. Além diss, s códigs da CNAE, ns terms d 6º d art. 62 d Decret nº /91, têm a finalidade de identificaçã d cntribuinte para fins exclusivamente ecnômics e cadastrais e nã descaracterizam a natureza d estabeleciment, que deve estar identificada n respectiv dcument de inscriçã n CACEPE. Relativamente à tributaçã pel ICMS, frneciment de alimentaçã e bebidas inclui-se cm peraçã relativa à circulaçã de mercadria, havend previsã expressa acerca da incidência desse tribut sbre a referida atividade, cnfrme dispõe art. 1º, I, da Lei nº /96: Art. 1 O Impst sbre Operações relativas à Circulaçã de Mercadrias e sbre Prestações de Serviçs de Transprte Interestadual e Intermunicipal e de Cmunicaçã - ICMS incide sbre: I - perações relativas à circulaçã de mercadrias, inclusive frneciment de alimentaçã e bebidas em bares, restaurantes e estabeleciments similares;... Cabe salientar que também incidirá ICMS sbre valr da alimentaçã e da grjeta, quand nã incluíds n preç da diária, nas hspedagens de qualquer natureza em htéis, apart-service cndminiais, flat, apart-htéis, htéis residência, residence-service, suite service, htelaria marítima, mtéis, pensões e cngêneres, assim cm nas cupações pr temprada cm frneciment de serviç. Da mesma frma, incidirá ICMS sbre frneciment de alimentaçã e bebidas ns serviçs de rganizaçã de festas e recepções e de bufê. Os cntribuintes que pretendem exercer a atividade de frneciment de alimentaçã e

6 bebidas dispõem de duas pções relativamente a regime de apuraçã d ICMS: regime nrmal e Regime Especial Unificad de Arrecadaçã de Tributs e Cntribuições devids pelas Micrempresas e Empresas de Pequen Prte - Simples Nacinal. 2. REGIME NORMAL (Decret nº /91, art. 52, IV, b e 11; art. 25) N regime nrmal de apuraçã d ICMS, impst a reclher crrespnderá à diferença a mair entre débits e crédits fiscais. O débit fiscal crrespnderá a valr resultante da aplicaçã da respectiva alíquta sbre a base de cálcul de cada peraçã. A base de cálcul, relativamente a frneciment de alimentaçã, bebidas e utras mercadrias em bares, restaurantes, cafés e utrs estabeleciments, é valr da peraçã, nele incluíds da mercadria e da prestaçã de serviç. O ICMS nrmal, códig de receita 005-1, devid pr restaurantes, bares, cafés, lanchnetes e estabeleciments similares deverá ser reclhid até 15º (décim quint) dia d mês subseqüente àquele em que crrer fat geradr. A seguir apresentams algumas regras aplicáveis a regime nrmal de apuraçã d ICMS Crédit Presumid (Dec. nº /91, art. 14, IX; 25, k ; 36, XV e 14) A estabeleciment sujeit a regime nrmal de apuraçã d ICMS, que exercer atividade de frneciment de alimentaçã, bebidas e utras mercadrias em restaurantes, bares, cafés, lanchnetes, bates, htéis e estabeleciments similares, fica cncedid crédit presumid n valr crrespndente a percentual de 60% (sessenta pr cent) d impst a ser reclhid. A adçã d crédit presumid está cndicinada a atendiment das seguintes cndições: utilizaçã, pr parte d cntribuinte, de Equipament Emissr de Cupm Fiscal ECF; nã-utilizaçã de equipaments que: nã integrads a respectiv Equipament Emissr de Cupm Fiscal ECF e sem autrizaçã da repartiçã fazendária a que estiver vinculad estabeleciment, pssibilitem registr u prcessament de dads relativs a perações cm mercadrias u à prestaçã de serviçs; send ECF, sua utilizaçã se dê exclusivamente para perações de cntrle intern d estabeleciment; tenham a pssibilidade de emitir cupm que pssa ser cnfundid cm Cupm Fiscal a partir de , à nã-existência de prcess administrativ-tributári cm decisã definitiva transitada em julgad relativamente à nã-emissã de Cupm Fiscal. Exempl: Cntribuinte inscrit n regime nrmal de apuraçã, usuári de Equipament Emissr de Cupm Fiscal ECF, cm atividade de frneciment de alimentaçã e bebidas, pratica, n mês de janeir de 2008, as perações a seguir escrituradas. Cálcul d ICMS a reclher:

7 REGISTRO DE ENTRADAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: CNPJ/MF: ICMS Valres Fiscais Valr Cntábil Base de Cálcul Alíquta % ICMS Creditad ICMS-Substituiçã Fnte Entrada Isentas/Ñ Tributadas Outras OBSERVAÇÕES 2.000, , ,00 REGISTRO DE SAÍDAS CONTRIBUINTE: INSCRIÇÃO ESTADUAL: CNPJ/MF: Valr ICMS Valres Fiscais Cntábil Base de Cálcul Alíquta % ICMS Debitad ICMS - Substituiçã Estad Outra UF Isentas/Ñ Tributadas Outras 4.000, , ,00 CÁLCULO DO CRÉDITO PRESUMIDO Ttal ds débits 680,00 ( - ) Ttal ds crédits 240,00 ( = ) Impst a ser reclhid 440,00 ( x ) Percentual d crédit presumid (60%) ( = ) Crédit presumid 264,00 ESCRITURAÇÃO DO RAICMS DÉBITO DO IMPOSTO CRÉDITO DO IMPOSTO 01 Saídas e prestações cm débit d impst 680,00 05 Entradas cm crédit d impst 240,00 02 Outrs débits 06 Outrs crédits 03 Estrn de crédit 07 Estrn de débit 04 Ttal ds débits ( ) 680,00 08 Subttal ds crédits ( ) 09 Sald credr d períd anterir 10 Ttal ds crédits 440,00 APURAÇÃO DOS SALDOS OBRIGAÇÕES A RECOLHER 11 Sald credr a transprtar para períd seguinte ICMS a reclher 176,00 12 Sald devedr (04 10) 440,00 ICMS-Substituiçã pelas entradas 13 Deduções 264,00 ICMS-Substituiçã pelas saídas para Estad 14 ICMS a reclher (12 13) 176,00 ICMS-Diferença de alíqutas ICMS-Imprtaçã Outras Obrigações Ttal das brigações a reclher = 176, Recuperaçã ds Crédits Relativs à Mercadria Sujeita a Regime de Antecipaçã Tributária (Prt. SF 172/89, IV; Dec. nº /2003, arts. 8º e Anex Únic; Dec. nº /99; Dec. n.º /91, art. 28, 5º; Dec. nº /96, art. Dec. nº /2005, art. 14, I, b, 3) O cntribuinte pderá recuperar s crédits relativs às mercadrias adquiridas cm antecipaçã tributária, cm u sem substituiçã, na hipótese de prmver saída de prdut

8 tributad. É cas, pr exempl, ds prduts integrantes da cesta básica e de carne e demais prduts cmestíveis resultantes d abate d gad. Relativamente as prduts cmpnentes da cesta básica, sempre que cntribuinte prmver a respectiva saída interna de prdut divers, pderá utilizar s respectivs crédits, cnfrme a seguir indicad: ORIGEM DA MERCADORIA Mercadria prcedente de utra Unidade da Federaçã Mercadria prcedente d exterir Mercadria prcedente deste Estad adquirida a estabeleciment cmercial adquirida a estabeleciment industrial CRÉDITO FISCAL impst destacad n dcument fiscal de aquisiçã + impst antecipad, desde que tenha sid reclhid impst destacad n dcument fiscal de aquisiçã + impst antecipad, desde que tenha sid reclhid crédit presumid equivalente a resultad da aplicaçã d percentual de 9,5% (nve vírgula cinc pr cent) sbre valr de aquisiçã impst de respnsabilidade direta d industrial u prdutr + impst antecipad, destacads na Nta Fiscal de aquisiçã Igualmente, pderã ser recuperads s crédits decrrentes da aquisiçã de carne e demais prduts cmestíveis resultantes d abate d gad bvin, bufalin, caprin, suín e vin, em estad natural, resfriads, cngelads, simplesmente salgads, temperads u secs. Os crédits fiscais a serem utilizads crrespnderã, cnfrme a hipótese: ORIGEM DA MERCADORIA CRÉDITO FISCAL Mercadria adquirida em utra Unidade da Federaçã u n exterir impst destacad n dcument fiscal de aquisiçã + impst antecipad Mercadria adquirida dentr d Estad valr equivalente a resultad da aplicaçã da alíquta d impst prevista para as perações internas sbre valr da aquisiçã Relativamente as demais prduts sujeits a regime de substituiçã tributária cm liberaçã das subseqüentes perações, deverá adquirente utilizar ICMS destacad n dcument fiscal, que crrespnderá, cnfrme cas: a ICMS nrmal e a ICMS antecipad, quand a mercadria fr adquirida de cntribuintesubstitut; a ICMS nrmal quand a mercadria fr adquirida de cntribuinte-substituíd. Quand cntribuinte adquirir s prduts a seguir relacinads, nã deverá recuperar crédits fiscais, pst que a saída ds mesms estará livre de cbrança de ICMS: água mineral, refrigerante, cerveja, chpe e utrs (Decret nº /2005) srvete (Decret nº /2004) cigarr e utrs prduts derivads d fum (Decret nº /91, art. 58,XI) Exempl: Cntribuinte inscrit n regime nrmal de apuraçã, cm atividade de frneciment de alimentaçã e bebidas, pratica, n mês de fevereir de 2008, as aquisições a seguir indicadas. Calcular crédit fiscal a ser utilizad.

9 AQUISIÇÕES Data Mercadria Origem Valr da Operaçã ICMS nrmal ICMS antecipad 01/02/2008 Carne bvina desssada SP 1.000,00 70,00 25,00 02/02/2008 Carne suína PE 700, /02/2008 Feijã PB 600,00 72,00 15,00 04/02/2008 Margarina vegetal (500 g) PE* 400, /02/2008 Farinha de trig PE 100,00 12,00 * Aquisiçã efetuada a cmerciante Mercadria Origem Valr da Operaçã CRÉDITOS FISCAIS ICMS nrmal ICMS antecipad Outrs Crédits Ttal ds Crédits Carne bvina desssada SP 1.000,00 70,00 25,00-95,00 Carne suína PE 700, ,00 x 17% = 119,00 119,00 Feijã PB 600,00 72,00 15,00-87,00 Margarina vegetal (500 g) PE* 400, ,00 x 9,5% = 38,00 38,00 Farinha de trig PE 100,00 12, ,00 * Aquisiçã efetuada a cmerciante NOTA: Cas cntribuinte utilize ECF e atenda às exigências previstas n 14 d art. 36 d Decret nº /91, também utilizará crédit presumid crrespndente a percentual de 60% d impst a ser reclhid Crédits Relativs à Energia Elétrica e Cmunicaçã (Dec. nº /91, art. 28, X, XI e XII) O crédit decrrente d cnsum de energia elétrica na preparaçã e cnservaçã de prduts nã pderá, até , ser utilizad pr cntribuinte que frneça alimentaçã, bebida e utras mercadrias em restaurantes, lanchnetes e estabeleciments similares. O referid crédit, n períd de a , smente pde ser aprpriad nas seguintes hipóteses: peraçã de saída da mesma mercadria; cnsum n prcess de industrializaçã; cnsum que resultar em peraçã de saída u prestaçã para exterir, na prprçã destas sbre as saídas u prestações ttais. Cnsiderand que estabeleciment que frnece alimentaçã e bebidas nã é caracterizad, pr frça d dispst n 9º, I, c, d Decret nº /91, cm industrial, nã pderá utilizar crédit decrrente da utilizaçã de energia elétrica. Da mesma frma, pr expressa vedaçã cntida n incis X d art. 28 d Decret nº /91, nã pderã ser utilizads, até , s crédits relativs as serviçs de cmunicaçã Emissã de Dcuments Fiscais (Dec. nº /91, art. 120, II; Cnvêni ICMS 85/2001;Decret nº /98;Decret nº

10 28.262/2005) Os restaurantes, lanchnetes, bares, cafés e estabeleciments similares estã sujeits a cumpriment das brigações acessórias previstas para regime nrmal de apuraçã d ICMS, cm inscriçã n CACEPE, escrituraçã de livrs fiscais cm a utilizaçã d Sistema de Escrituraçã Fiscal -SEF, apresentaçã de dcuments de infrmações ecnômic-fiscais, emissã de dcuments fiscais etc. Relativamente à emissã de dcuments fiscais, destaca-se a brigatriedade de utilizaçã de Equipament Emissr de Cupm Fiscal ECF, smente dispensada para s estabeleciments que emitam, pr sistema eletrônic de prcessament de dads, a Nta Fiscal, mdel 1 u 1-A. A emissã de cmprvante de pagament de peraçã u prestaçã efetuad mediante cartã de crédit u débit autmátic em cnta crrente smente pderá ser efetuada pr mei de ECF, excet se cntribuinte estiver credenciad ns terms da Prtaria SF nº 063/2008. É imprtante salientar que referid credenciament smente terá validade até O ECF pde emitir dcument Cnferência de Mesa, que tem aplicaçã em estabeleciments cm atividade de restaurantes e similares. A implementaçã d Cnferência de Mesa é brigatória em ECF que emita Registr de Venda e que pssua Memória de Fitadetalhe. O dcument Cnferência de Mesa deve cnter: a denminaçã "CONFERÊNCIA DE MESA", impressa em letras maiúsculas; númer da mesa; legenda cntend as seguintes infrmações: númer d item e códig d prdut u d serviç; a descriçã d prdut u d serviç; a quantidade cmercializada; a unidade de medida; valr unitári d prdut u d serviç; a indicaçã d símbl d ttalizadr parcial de situaçã tributária d prdut u d serviç; valr ttal d prdut u d serviç, que crrespnde a valr btid pela multiplicaçã da quantidade cmercializada pela pel valr unitári; númer e s itens referentes à mesa, registrads n Registr de Venda, cntend tds s dads que cmpõem registr de item; númer e nv registr de item, se fr cas; registr de peraçã de cancelament, de descnt u de acréscim, se fr cas; valr da subttalizaçã ds itens e das perações u prestações registradas, se fr cas; a ttalizaçã ds itens e das perações registradas, precedid da expressã "TOTAL", impressa em letras maiúsculas; temp decrrid entre registr d primeir item para a mesa e a emissã d Cnferência de Mesa; A partir de , ns terms d Cnvêni ICMS nº 14/2008, que intrduziu alterações n Cnvêni ICMS 85/2001, estabeleciment cmercial que frneça alimentaçã a pes para cnsum imediat deve pssuir balança cmputadrizada interligada diretamente a ECF u a cmputadr a ele integrad.

11 3. SIMPLES NACIONAL Os restaurantes, lanchnetes, cafés e estabeleciments similares pderã ser inscrits n Regime Especial Unificad de Arrecadaçã de Tributs e Cntribuições devids pelas Micrempresas e Empresas de Pequen Prte - Simples Nacinal, ns terms da Lei Cmplementar Federal nº 123, de 14 de dezembr de Pderã ptar pel Simples Nacinal a sciedade empresária, a sciedade simples e empresári, devidamente registrads n Registr de Empresas Mercantis u n Registr Civil de Pessas Jurídicas, cnfrme cas, e que nã se enquadrem nas hipóteses de vedaçã a referid regime, desde que: I n cas das ME, aufira, em cada an-calendári, receita bruta igual u inferir a R$ ,00 (duzents e quarenta mil reais); II n cas das EPP, aufira, em cada an-calendári, receita bruta superir a R$ ,00 (duzents e quarenta mil reais) e igual u inferir a R$ ,00 (dis milhões e quatrcents mil reais). Relativamente a ICMS, em Pernambuc, reclhiment d ICMS na frma d Simples Nacinal smente se aplica a cntribuinte que aufira, em cada an-calendári, receita bruta anual igual u inferir a R$ ,00 (um milhã e itcents mil reais). O Simples Nacinal cnsiste n reclhiment mensal, mediante dcument únic de arrecadaçã, de diverss impsts e cntribuições devids pr micrempresas u empresas de pequen prte, incluind ICMS. O reclhiment mensal nã exclui a incidência d ICMS devid: nas perações u prestações sujeitas a regime de substituiçã tributária; pr terceir, a que cntribuinte se ache brigad, pr frça da legislaçã estadual vigente; na entrada neste Estad de petróle, inclusive lubrificantes e cmbustíveis líquids e gasss dele derivads, bem cm energia elétrica, quand nã destinads à cmercializaçã u industrializaçã; pr casiã d desembaraç aduaneir; na aquisiçã u manutençã em estque de mercadria desacbertada de dcument fiscal; na peraçã u prestaçã desacbertada de dcument fiscal; nas perações cm mercadrias sujeitas a regime de antecipaçã d reclhiment d impst, bem cm d valr relativ à diferença entre a alíquta interna e a interestadual, nas aquisições em utra Unidade da Federaçã. O reclhiment relativ a Simples nacinal, cuj cálcul será efetuad pr mei de aplicativ dispnível n prtal d Simples Nacinal (www8.receita.fazenda.gv.br /SimplesNacinal), deverá ser feit até últim dia útil da primeira quinzena d mês subseqüente àquele em que huver sid auferida a receita bruta. As ME e EPP ptantes pel Simples Nacinal nã pdem transferir crédits fiscais. Pr essa razã, s dcuments fiscais devem cnter, pr qualquer mei gráfic indelével, as expressões: "DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL"; e "NÃO GERA DIREITO A CRÉDITO FISCAL DE ICMS, DE ISS E DE IPI". Relativamente à brigatriedade de utilizaçã de Equipament Emissr de Cupm Fiscal (ECF), deverã ser bservadas as regras previstas para s demais cntribuintes, cntidas n Decret nº /98, destacand-se, relativamente às ME e EPP, as seguintes:

12 RECEITA BRUTA ANUAL REGRA ESPECÍFICA de até R$ ,00 dispensadas d us de ECF de até R$ ,00 excluídas da vedaçã de autrizaçã para us de ECF-MR dispensadas da exigência de que a emissã de cmprvante de pagament de peraçã u prestaçã mediante cartã de crédit u débit autmátic em cnta crrente crra apenas pr mei de ECF. Os cntribuintes ptantes pel Simples Nacinal deverã escriturar s livrs Registr de Inventári (mdel 7) e Registr de Entradas, mdel 1 u 1-A. Além destes, serã utilizads, cnfrme a atividade d cntribuinte, s livrs Registr de Impressã de Dcuments Fiscais, Registr de Veículs e aqueles específics relativs à cmercializaçã de cmbustíveis. As ME e EPP ptantes d Simples Nacinal apresentarã, anualmente, declaraçã única e simplificada de infrmações sciecnômicas e fiscais que será entregue à Secretaria da Receita Federal d Brasil (RFB), pr mei da internet, até últim dia d mês de març d an-calendári subseqüente a da crrência ds fats geradres ds impsts e cntribuições prevists n Simples Nacinal. Também deverã ser apresentadas, cnfrme as perações que realizarem, a Guia de Infrmaçã e Apuraçã d ICMS GIA Operações e Prestações Interestaduais e a Guia Nacinal de Infrmaçã e Apuraçã d ICMS- Substituiçã Tributária GIA-ST.

13 4. FONTES DE CONSULTA 4.1. Nrmas Prtaria SF nº 172/89 Decret nº /99 (Revgad) Prtaria SF nº 255/90 Decret nº /91 Prtaria SF nº 170/91 Prtaria SF nº 214/92 Prtaria SF nº 312/93 Decret nº /96 Decret nº /99 Prtaria SF nº 314/99 Decret nº /98 Cnvêni ICMS nº 85/2001 Lei Cmplementar Federal nº 116, de Decret nº /2003 Decret nº /2003 Decret nº /2004 Decret nº /2005 Decret nº /2005 Lei Cmplementar Federal nº 123, de Prtaria SF nº 063/ Outras Fntes de Cnsulta site d IBGE ( Manual d SEF (

14 PORTARIA SF Nº 063, DE O SECRETÁRIO DA FAZENDA, cnsiderand dispst n Decret nº , de , e alterações, e a necessidade de estabelecer as cndições relativas a credenciament d cntribuinte d segment de bar e restaurante, cm códig da CNAE /01, /02 e /03, para efeit da nã-emissã pr mei de Equipament Emissr de Cupm Fiscal - ECF d cmprvante de pagament de peraçã u prestaçã realizadas mediante cartã de crédit u débit autmátic em cnta crrente, ns terms d 5º, IV, d art. 3º d mencinad Decret, RESOLVE: I Determinar que, para btençã d credenciament n sentid da nã-emissã pr mei de Equipament Emissr de Cupm Fiscal - ECF d cmprvante de pagament de peraçã u prestaçã realizadas mediante cartã de crédit u débit autmátic em cnta crrente, ns terms 5º, IV, d art 3º d Decret nº , de , e alterações, interessad deverá dirigir requeriment à Diretria Geral de Planejament e Cntrle da Açã Fiscal DPC e preencher s seguintes requisits: a) ser inscrit n Cadastr de Cntribuintes d Estad de Pernambuc CACEPE, sb s códigs /01, /02 e /03 da Classificaçã Nacinal de Atividades Ecnômicas CNAE; b) estar cm a situaçã cadastral regular perante CACEPE; c) nã ter sóci: 1. que participe de empresa em situaçã irregular perante a Secretaria da Fazenda - SEFAZ; 2. que tenha participad de empresa que, à épca d respectiv desligament, se encntrava em situaçã irregular perante a SEFAZ, permanecend cm tal até a data da verificaçã d atendiment das cndições previstas neste incis; d) estar regular quant à transmissã u entrega de dcument de infrmaçã ecnômicfiscal; e) relativamente à brigaçã tributária principal, cmprvar a quitaçã de débit d impst, cnstituíd u nã, inclusive quant às qutas vencidas, na hipótese de parcelament, bservand-se: 1. smente será exigida a respectiva quitaçã, quand débit fr decrrente de Aut de Lançament de Crédit Tributári, na hipótese de este ter sid bjet de decisã, em primeira instância administrativa, n sentid de prcedência da medida; 2. nã será exigida a respectiva quitaçã, quand débit fr decrrente de Ntificaçã de Débit u de Ntificaçã de Débit sem Penalidade, na hipótese de estas terem sid bjet da revisã de lançament prevista n 4º d art. 28 da Lei nº , de , e alterações; f) ter equipament destinad a registr u prcessament de dads relativs a pagament de perações u prestações, frnecid pela administradra de cartã de crédit u pela instituiçã financeira respnsável pr efetuar débit autmátic em cnta crrente, cntend s dads de identificaçã d estabeleciment iguais as que cnstam d sistema de cadastr da SEFAZ, devend referid equipament ser utilizad exclusivamente n respectiv estabeleciment, tend sid para este autrizad pela administradra, vedad seu us em utr estabeleciment, ainda que da mesma empresa; g) infrmar à SEFAZ respectiv númer lógic d equipament mencinad na alínea "f"; h) ter n estabeleciment credenciad apenas ECF que pssua requisits de "hardware" que implementem Memória de Fita-Detalhe; i) ter autrizad, ns terms da Lei nº , de , e d Decret nº , de , e respectivas alterações, em especial Decret nº , de , a administradra de cartã de crédit u a instituiçã financeira respnsável pr efetuar débit autmátic em cnta crrente a frnecerem à SEFAZ infrmaçã sbre respectiv

15 faturament mensal realizad pr mei ds mencinads sistemas; II Determinar que a cndiçã de credenciad, requerida pel cntribuinte ns terms d incis I, smente fica assegurada após a publicaçã d respectiv edital pela DPC; III Determinar que cntribuinte credenciad ns terms ds inciss I e II será descredenciad pela DPC, mediante edital, quand frem cnstatadas as seguintes situações: a) inbservância de qualquer ds requisits estabelecids n referid incis I para deferiment d respectiv pedid de credenciament; b) prática de qualquer das seguintes infrações, apuradas mediante prcess administrativtributári, cm decisã definitiva transitada em julgad: 1. embaraç à açã fiscal; 2. utilizaçã, de frma irregular, de qualquer benefíci fiscal cncedid pela legislaçã em vigr; 3. falta de emissã de dcument fiscal; 4. realizaçã de peraçã u prestaçã cm a entrega de cupm, nta de pedid u assemelhads, que nã crrespndam a dcument fiscal exigid pela legislaçã; IV - O cntribuinte terá praz de até 30 (trinta) dias, cntads da data da publicaçã d edital mencinad n incis III, para sanar as situações que tenham riginad descredenciament u para cumprir as nrmas relativas à emissã d cmprvante, pr mei de ECF, de pagament de peraçã u prestaçã efetuad mediante cartã de crédit u débit autmátic em cnta crrente; V - O cntribuinte que tenha sid descredenciad, ns terms d incis III, smente vltará a ser cnsiderad regular, para efeit de recredenciament, mediante publicaçã de edital da DPC, quand cmprvad saneament das situações que tenham mtivad descredenciament, bservad praz estabelecid n incis IV; VI Esta Prtaria entra em vigr na data de sua publicaçã, prduzind efeits até ; VII Revgam-se as dispsições em cntrári. DJALMO DE OLIVEIRA LEÃO Secretári da Fazenda

RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES

RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES RESTAURANTES, BARES, LANCHONETES E ESTABELECIMENTOS SIMILARES atualizado em 25/09/2015 alterado o item 3.2.1 2 ÍNDICE INTRODUÇÃO...5 1. INCIDÊNCIA DO ICMS...7 2. APURAÇÃO DO IMPOSTO - REGIME NORMAL...7

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Escrituração Contábil Digital ECD Parecer Cnsultria Tributária Segments Escrituraçã Cntábil Digital ECD 23/12/2013 Parecer Cnsultria Tributária Segments Títul d dcument Sumári Sumári... 2 1. Questã... 3 2. Nrmas Apresentadas Pel Cliente...

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL MINÁRIO DE ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO ASSUNTOS CONTÁBEIS DE PORTO ALEGRE SEMINÁRIO DE ASSUNTOÁBEIS DE PORTO ALEGRESEMINÁRIO PALESTRA

Leia mais

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização Bletim Técnic CAGED Prtaria 1129/2014 MTE Prdut : TOTVS 11 Flha de Pagament (MFP) Chamad : TPRQRW Data da criaçã : 26/08/2014 Data da revisã : 12/11/2014 País : Brasil Bancs de Dads : Prgress, Oracle e

Leia mais

EMPRESA DE REFEIÇÕES COLETIVAS

EMPRESA DE REFEIÇÕES COLETIVAS (atualizado em 19/09/2013) 2 ÍNDICE 1. REGRAS GERAIS...5 2. CREDENCIAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO PRESUMIDO...6 3. RECUPERAÇÃO DOS CRÉDITOS RELATIVOS À MERCADORIA SUJEITA AO REGIME DE ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA...7

Leia mais

Contabilidade Martins

Contabilidade Martins DOCUMENTOS PARA CONTABILIDADE Visand melhrar nss intercâmbi administrativ e s serviçs prestads pr este escritóri, remetems instruções cm relaçã a sua mvimentaçã mensal, dand ênfase a cntrle de arquivs,

Leia mais

BENEFÍCIO AUXÍLIO CUIDADOR DO IDOSO

BENEFÍCIO AUXÍLIO CUIDADOR DO IDOSO BENEFÍCIO AUXÍLIO CUIDADOR DO IDOSO O QUE É O BENEFÍCIO AUXÍLIO CUIDADOR DO IDOSO? É um auxíli financeir que tem cm bjetiv cntribuir para, u pssibilitar, a cntrataçã de um cuidadr para auxiliar beneficiáris

Leia mais

MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008.

MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008. MENSAGEM Nº 458, DE 30 DE JUNHO DE 2008. Senhr Presidente d Senad Federal, Cmunic a Vssa Excelência que, ns terms d 1 d art. 66 da Cnstituiçã, decidi vetar parcialmente, pr incnstitucinalidade e cntrariedade

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO E DO GRUPO FAMILIAR (fotocópia).

IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO E DO GRUPO FAMILIAR (fotocópia). DOCUMENTAÇÃO PARA O PROUNI Cmprvaçã de dcuments Ensin Médi; Ficha de Inscriçã, Identificaçã d Candidat e d Grup Familiar; Cmprvaçã de Endereç d Candidat e d Grup Familiar; Cmprvaçã de renda d Candidat

Leia mais

CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO ACERCA DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS PARA O PERÍODO ELEITORAL

CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO ACERCA DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS PARA O PERÍODO ELEITORAL MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA - SRP DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO - DEFIS CARTILHA PARA ORIENTAÇÃO ACERCA DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS PARA O PERÍODO ELEITORAL

Leia mais

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA SOCIAL

ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO II DA DEFINIÇÃO DE MICROEMPRESA SOCIAL ESTADO DE ALAGOAS GABINETE DO GOVERNADOR LEI Nº 6.559, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004 Publicada no DOE em 31 de dezembro de 2004 DISPÕE SOBRE A MICROEMPRESA SOCIAL, ESTABELECENDO TRATAMENTO TRIBUTÁRIO DIFERENCIADO,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS Ref.: nº 21/2013 Resluçã nº 13 d Senad Federal Unificaçã das alíqutas interestaduais de ICMS em 4% para prduts imprtads. (Atualizaçã) 1. Intrduçã Visand acabar cm a chamada guerra ds prts (disputa entre

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇÃO DE CONTRATO INICIAL E DE ENERGIA ASSEGURADA PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para

Leia mais

Orientações quanto ao preenchimento da NF-e para contribuintes optantes pelo SIMPLES

Orientações quanto ao preenchimento da NF-e para contribuintes optantes pelo SIMPLES Essas rientações visam a esclareciment quant a preenchiment da NF-e pr cntribuintes ptantes pel SIMPLES, basead na Nta Técnica 2009/004, a partir da aba Tributs. 1) Grup de tributs PIS Infrmar valr 99

Leia mais

Adesão à CCEE. Versão 1 -> Versão 2

Adesão à CCEE. Versão 1 -> Versão 2 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações Adesã à CCEE Versã 1 -> Versã 2 Versã 2 METODOLOGIA DO Text em realce refere-se à inserçã de nva redaçã Text tachad refere-se à exclusã de redaçã. Alterações

Leia mais

O SIMPLES Nacional, realmente, reduz a carga tributária das empresas? Um estudo de caso

O SIMPLES Nacional, realmente, reduz a carga tributária das empresas? Um estudo de caso O SIMPLES Nacinal, realmente, reduz a carga tributária das empresas? Um estud de cas Otávi Gmes Cabell Maur Fernand Gall Carls Albert Pereira Resum: O Brasil pssui atualmente uma das maires cargas tributárias

Leia mais

SIMPLES NACIONAL - PROCEDIMENTOS PÓS-EXCLUSÃO. atualizado em 27/05/2016 alterados os itens 1.1, 2.2.2, 3.1 e 3.2, 3.3

SIMPLES NACIONAL - PROCEDIMENTOS PÓS-EXCLUSÃO. atualizado em 27/05/2016 alterados os itens 1.1, 2.2.2, 3.1 e 3.2, 3.3 SIMPLES NACIONAL - PROCEDIMENTOS PÓS-EXCLUSÃO atualizado em 27/05/2016 alterados os itens 1.1, 2.2.2, 3.1 e 3.2, 3.3 HISTÓRICO DE ATUALIZAÇÕES DATA ATUALIZAÇÃO ITENS ALTERADOS 01/04/2016 alterado: 3.1

Leia mais

Este documento tem como objetivo definir as políticas referentes à relação entre a Sioux e seus funcionários.

Este documento tem como objetivo definir as políticas referentes à relação entre a Sioux e seus funcionários. OBJETIVO Este dcument tem cm bjetiv definir as plíticas referentes à relaçã entre a Siux e seus funcináris. A Siux se reserva direit de alterar suas plíticas em funçã ds nvs cenáris da empresa sem avis

Leia mais

Mato Grosso > Novembro/2015

Mato Grosso > Novembro/2015 OBS: As informações contidas nesta página são de caráter informativo, não dispensando a consulta a um profissional especializado, devido à freqüência com que os conteúdos sofrem alterações. Mato Grosso

Leia mais

Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte

Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA FAZENDA Crdenadria da Administraçã Tributária Diretria Executiva da Administraçã Tributária Manual d DEC Dmicíli Eletrônic d Cntribuinte Manual DEC (dezembr

Leia mais

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS 1 Os Estads-Membrs devem garantir que tdas as cndições u restrições relativas

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

DIRETRIZES PARA APRESENTAÇÃO DE REDES E CRONOGRAMAS SUMÁRIO 1 OBJETIVO...2 2 ELABORAÇÃO...2 2.1 PLANEJAMENTO...2

DIRETRIZES PARA APRESENTAÇÃO DE REDES E CRONOGRAMAS SUMÁRIO 1 OBJETIVO...2 2 ELABORAÇÃO...2 2.1 PLANEJAMENTO...2 1 / 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO...2 2 ELABORAÇÃO...2 2.1 PLANEJAMENTO...2 2.1.1 CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO CRONOGRAMA DE BARRAS TIPO GANTT:...2 2.1.2 CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO E APRESENTAÇÃO

Leia mais

PM 3.5 Versão 1 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 1 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações PdC CZ.01 PM 3.5 Versã 1 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para Prcediment de Cmercializaçã. Inserid índice. Alterada

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL Cntratante: O CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL - 12º REGIÃO, pessa jurídica de direit públic cnstituída sb a frma de autarquia fiscalizadra,

Leia mais

SEÇÃO XXXI. Das Operações Realizadas por Estabelecimento de Construção Civil e Assemelhados

SEÇÃO XXXI. Das Operações Realizadas por Estabelecimento de Construção Civil e Assemelhados SEÇÃO XXXI Das Operações Realizadas por Estabelecimento de Construção Civil e Assemelhados NOTA: O art. 1º do Decreto nº 28.346, de 11/08/2006, alterou os arts. 725 a 731, nos seguintes termos: "Art. 725.

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

TEF / POS. Documento atualizado em 26/03/2015.

TEF / POS. Documento atualizado em 26/03/2015. TEF / POS A AFRAC Associação Brasileira de Automação para o Comércio, através de seu departamento jurídico, no interesse de atualizar seus associados, bem como demais interessados, confeccionou o presente

Leia mais

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01.

Agenda. A interface de Agendamento é encontrada no Modulo Salão de Vendas Agendamento Controle de Agendamento, e será apresentada conforme figura 01. Agenda Intrduçã Diariamente cada um ds trabalhadres de uma empresa executam diversas atividades, muitas vezes estas atividades tem praz para serem executadas e devem ser planejadas juntamente cm utras

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

O que é sucessão de responsabilidades?

O que é sucessão de responsabilidades? GLOSSÁRIO DO EMPREENDEDOR O que é capital inicial? É capital de gir necessári para iniciar as atividades de seu negóci e "rdar" as perações até cmeçar a gerar receita suficiente para equilibrar este capital.

Leia mais

O Centro Universitário UNINOVAFAPI, situado à rua Vitorino Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairro do

O Centro Universitário UNINOVAFAPI, situado à rua Vitorino Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairro do CENTRO UNIVERSITÁRIO UNINOVAFAPI EDITAL Nº 027/ DE 19 DE NOVEMBRO DE VESTIBULAR 16/01 O Centr Universitári UNINOVAFAPI, situad à rua Vitrin Orthiges Fernandes, nº 6123, Bairr d Uruguai, CEP 64.073-505,

Leia mais

Manual de Procedimentos

Manual de Procedimentos Manual de Prcediments Prcediments para Submissã de Prjets de MDL à Cmissã Interministerial de Mudança Glbal d Clima Secretaria Executiva Cmissã Interministerial de Mudança Glbal d Clima Prcediments para

Leia mais

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 QUALIDADE RS PGQP PROGRAMA GAÚCHO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 GUIA PARA CANDIDATURA SUMÁRIO 1. O PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP... 3 1.1 Benefícis... 3 2. PREMIAÇÃO... 3 2.1 Diretrizes

Leia mais

Prospeto Informativo Montepio Consumer Brands - Maio 2015 Produto Financeiro Complexo

Prospeto Informativo Montepio Consumer Brands - Maio 2015 Produto Financeiro Complexo Prspet Infrmativ Mntepi Cnsumer Brands - Mai 2015 Prdut Financeir Cmplex Designaçã Mntepi Cnsumer Brands - Mai 2015 Classificaçã Prdut Financeir Cmplex Depósit Indexad O depósit Mntepi Cnsumer Brands -

Leia mais

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores;

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores; Prcediments de Avaliaçã das ITED ANACOM, 1ª ediçã Julh 2004 OBJECTIVO De acrd cm dispst n nº 1, d artº 22º, d Decret Lei nº 59/2000, de 19 de Abril (adiante designad cm DL59), a cnfrmidade da instalaçã

Leia mais

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal.

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal. SIUPI SISTEMA DE INCENTIVOS À UTILIZAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL FICHA DE MEDIDA Apia prjects que visem estimular investiment em factres dinâmics de cmpetitividade, assciads à invaçã tecnlógica, a design

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

Processo/Instruções de Pagamento para Aplicação no Programa de Sustentabilidade de Pequenas Empresas

Processo/Instruções de Pagamento para Aplicação no Programa de Sustentabilidade de Pequenas Empresas Prcess/Instruções de Pagament para Aplicaçã n Prgrama de Sustentabilidade de Pequenas Empresas Requisits de Elegibilidade 1. A empresa deve estar lcalizada em znas de cnstruçã activa na Alum Rck Avenue

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2014 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3. Limites de expsiçã à

Leia mais

ICMS - PRAZOS DE RECOLHIMENTO

ICMS - PRAZOS DE RECOLHIMENTO PRAZOS DE RECOLHIMENTO Venciment Obrigaçã 1 Quarta-feira 2 Quinta-feira 3 Sexta-feira Fat Geradr Históric Transprtadr revendedr retalhista (TRR) Entrega das infrmações relativas às perações interestaduais

Leia mais

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php Página 1 de 5 17 de Maio, 2011 Impresso por ANDERSON JACKSON TOASSI ECF/TEF - Obrigatoriedade do Uso em Santa Catarina Matéria elaborada com base na Legislação vigente em: 12.05.2011. SUMÁRIO: 1 - INTRODUÇÃO

Leia mais

Comunicado CAT n.º 16, de 27-07-2011

Comunicado CAT n.º 16, de 27-07-2011 Comunicado CAT n.º 16, de 27-07-2011 (DOE 28-07-2011) O Coordenador da Administração Tributária declara que as datas fixadas para cumprimento das OBRIGAÇÕES PRINCIPAIS e ACESSÓRIAS, do mês de agosto de

Leia mais

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital Banc Industrial d Brasil S.A. Gerenciament de Capital 2014 1 Sumári 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 5 5. RESPONSABILIDADES... 6

Leia mais

Regulamento Biblioteca FACULDADE IPEL

Regulamento Biblioteca FACULDADE IPEL REGULAMENTO BIBLIOTECA FACULDADE IPEL Regulament Bibliteca FACULDADE IPEL Pus Alegre/MG 2014 REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESTE REGULAMENTO TEM POR OBJETIVO ESTABELECER NORMAS REFERENTES AO FUNCIONAMENTO DA

Leia mais

Econet Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas 1

Econet Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas 1 Econet Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas 1 CALENDÁRIO MENSAL DAS OBRIGAÇÕES FISCAIS DE FEVEREIRO 2012 ICMS / MT 01.02 (4ª feira) 03.02 (6ª feira) 06.02 (2ª feira) Transportador Revendedor Retalhista

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA CONTÁBIL 002/2013. Item 01. Requisitos básicos com justificação

PROJETO BÁSICO DE LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA CONTÁBIL 002/2013. Item 01. Requisitos básicos com justificação PROJETO BÁSICO DE LICITAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA CONTÁBIL 002/2013 Item 01. Requisits básics cm justificaçã a. Serviç a ser licitad:. Escrituraçã mensal d livr diári; Escrituraçã mensal d livr

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

EMPRESA DE REFEIÇÕES COLETIVAS

EMPRESA DE REFEIÇÕES COLETIVAS atualizado em 10/12/2015 alterados os itens 1 e 3 2 ÍNDICE 1. REGRAS GERAIS...5 2. CREDENCIAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO PRESUMIDO...6 3. RECUPERAÇÃO DOS CRÉDITOS RELATIVOS À MERCADORIA SUJEITA AO

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment de Mercad para Prcediment de Cmercializaçã. Inserid

Leia mais

Software Utilizado pela Contabilidade: Datasul EMS 505. itens a serem inventariados com o seu correspondente registro contábil;

Software Utilizado pela Contabilidade: Datasul EMS 505. itens a serem inventariados com o seu correspondente registro contábil; TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE ANÁLISE DA REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVO PARA CÁLCULOS DO VALOR DO IMPAIRMENT E VIDA ÚTIL RESIDUAL, EM CONFORMIDADE COM O DISPOSTO

Leia mais

Apresentamos abaixo, os procedimentos que deverão ser seguidos por todos os (as) Professores (as) durante este semestre:

Apresentamos abaixo, os procedimentos que deverão ser seguidos por todos os (as) Professores (as) durante este semestre: Circular / (CA) nº 18 / 2015 Unaí-(MG), 03 de agst de 2015. ASSUNTO: Faculdade CNEC Unaí Prcediments necessáris para iníci d 2º Semestre de 2015. Prezads (as) Prfessres (as), Apresentams abaix, s prcediments

Leia mais

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Material elaborado Apresentação: Eduardo Amorim

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Material elaborado Apresentação: Eduardo Amorim SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Material elaborado pela SEFAZ/PE Apresentação: Eduardo Amorim Copyright, 1997 Dale Carnegie & Associates, Inc. 1 Informações iniciais Entraram em vigor a partir de 01 de novembro

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Mato Grosso > Agosto/2015

Mato Grosso > Agosto/2015 OBS: As informações contidas nesta página são de caráter informativo, não dispensando a consulta a um profissional especializado, devido à freqüência com que os conteúdos sofrem alterações. Mato Grosso

Leia mais

COMUNICADO CAT Nº 22 DE 27/05/2009 DOE-SP de 28/05/2009

COMUNICADO CAT Nº 22 DE 27/05/2009 DOE-SP de 28/05/2009 COORDENADOR DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA COMUNICADO CAT Nº 22 DE 27/05/2009 DOE-SP de 28/05/2009 O Coordenador da Administração Tributária declara que as datas fixadas para cumprimento das Obrigações Principais

Leia mais

Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014

Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014 Edital de Chamada Pública nº 01/2012 SEBRAE 2014 A Diretria d SEBRAE/RS trna públic presente edital e cnvida Artesãs representads pr Assciações e/u Cperativas de Artesanat d Ri Grande d Sul a inscreverem-se

Leia mais

Gestão de SHST e Ambiente. Regras de Qualidade, Ambiente e Segurança aplicáveis às entidades externas

Gestão de SHST e Ambiente. Regras de Qualidade, Ambiente e Segurança aplicáveis às entidades externas 1 / 7 I. OBJETIVO E ÂMBITO Este dcument estabelece as regras de Segurança n Trabalh e Ambiente aplicáveis a entidades que venham a desenvlver actividades dentr da RESIESTRELA, em regime de cntrat, prestaçã

Leia mais

Comunicado CAT - 48, de 27-10-2009. DOE-SP 28/10/2009.

Comunicado CAT - 48, de 27-10-2009. DOE-SP 28/10/2009. Comunicado CAT - 48, de 27-10-2009. DOE-SP 28/10/2009. O Coordenador da Administração Tributária declara que as datas fixadas para cumprimento das OBRIGAÇÕES PRINCIPAIS e ACESSÓRIAS, do mês de novembro

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

Boas Práticas de Desoneração do ICMS aos Optantes do Simples Nacional - Junho/2012 Listagem dos Estados e Legislação Correlata

Boas Práticas de Desoneração do ICMS aos Optantes do Simples Nacional - Junho/2012 Listagem dos Estados e Legislação Correlata Estado Legislação Dispões Sobre Definição Resumida AC AL Decreto 8/1998 (RICMS) Decreto 8/2008 Decreto 16.517/2012 e IN 9/2012 Boas Práticas de Desoneração do ICMS aos Optantes do Simples - Junho/2012

Leia mais

PRODUTOR PRIMÁRIO - Apuração e Recolhimento do ICMS em Santa Catarina. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 17.07.2014.

PRODUTOR PRIMÁRIO - Apuração e Recolhimento do ICMS em Santa Catarina. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 17.07.2014. PRODUTOR PRIMÁRIO - Apuração e Recolhimento do ICMS em Santa Catarina Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 17.07.2014. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - PRODUTOR PRIMÁRIO 2.1 - Extensão da Atividade

Leia mais

Orientação Tributária DOLT/SUTRI Nº 001/2009 Novas regras do Simples Nacional - Implicações no âmbito estadual Vigência: 1º/01/2009

Orientação Tributária DOLT/SUTRI Nº 001/2009 Novas regras do Simples Nacional - Implicações no âmbito estadual Vigência: 1º/01/2009 Orientação Tributária DOLT/SUTRI Nº 001/2009 Novas regras do Simples Nacional - Implicações no âmbito estadual Vigência: 1º/01/2009 A Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008, modificou a Lei

Leia mais

www.datapar.com.br Descrição Este manual tem como principal finalidade, ajudar os usuários do setor de Patrimônios nos cadastros e movimentação.

www.datapar.com.br Descrição Este manual tem como principal finalidade, ajudar os usuários do setor de Patrimônios nos cadastros e movimentação. Página 1 de 8 Descriçã Este manual tem cm principal finalidade, ajudar s usuáris d setr de Patrimônis ns cadastrs e mvimentaçã. Relaçã ds Tópics a serem vists neste manual - Cadastr Departaments Itens

Leia mais

Ficha Cadastro Pessoa Física

Ficha Cadastro Pessoa Física Ficha Cadastr Pessa Física Grau de sigil #00 Em se tratand de mais de um titular, preencher uma ficha para cada um. Cas necessári, utilize utra ficha para cmpletar s dads. Dads da Cnta na CAIXA Cód. agência

Leia mais

ATUALIZADO EM 01.07.14 DECRETO Nº 35.123/14, DE 27.06.14 PUBLICADO NO DOE DE 28.06.14

ATUALIZADO EM 01.07.14 DECRETO Nº 35.123/14, DE 27.06.14 PUBLICADO NO DOE DE 28.06.14 ESTADO DA PARAÍBA SECRETARIA DE ESTADO DA RECEITA 28576_ ATUALIZADO EM 01.07.14 DECRETO Nº 35.123/14, DE 27.06.14 PUBLICADO NO DOE DE 28.06.14 DECRETO Nº 28.576, DE 14 DE SETEMBRO DE 2007. PUBLICADO NO

Leia mais

INFORMÁTICA PRODUTOS E PROGRAMAS

INFORMÁTICA PRODUTOS E PROGRAMAS atualizado em 06/01/2016 alterados os itens 1.1.2, 1.2, 1.3, 1.4, 2.1, 2.2 e 2.3.3 2 ÍNDICE INTRODUÇÃO...5 1. PROGRAMA DE COMPUTADOR ( SOFTWARE ) NÃO PERSONALIZADO...7 1.1. Saída Interna...7 1.1.1. Isenção...7

Leia mais

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1

PM 3.5 Versão 2 PdC Versão 1 Prcediment de Cmercializaçã Cntrle de Alterações SAZONALIZAÇAO DE CONTRATO DE LEILÃO DE VENDA EDITAL DE LEILÃO Nº 001 / 2002 - MAE PM 3.5 Versã 2 PdC Versã 1 Alterad Layut d dcument. Alterad term de Prcediment

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão FMUSP - HC. Faculdade de Medicina da USP Diretoria Executiva da FMUSP e Diretoria Executiva dos LIMs

Procedimento Operacional Padrão FMUSP - HC. Faculdade de Medicina da USP Diretoria Executiva da FMUSP e Diretoria Executiva dos LIMs 1. OBJETIVOS: fixar nrma para realizaçã ds prcediments de cleta interna de carcaças de animais de experimentaçã n Sistema FMUSP-HC, bservand-se as devidas cndições de higiene e segurança. 2. ABRANGÊNCIA:

Leia mais

TEF Transferência Eletrônica de Fundos. Obrigatoriedade de acordo com a legislação

TEF Transferência Eletrônica de Fundos. Obrigatoriedade de acordo com a legislação TEF Transferência Eletrônica de Fundos Obrigatoriedade de acordo com a legislação TEF Transferência Eletrônica de Fundos Acre Obrigatório: Não No estado do Acre não há referências sobre o TEF na legislação.

Leia mais

Versão 4.0. Central IT Governança Corporativa PROJETO 78. Documento de Entrega. Fábrica. Deploy 1.0.0-Beta. Produto: CitSmart GRP

Versão 4.0. Central IT Governança Corporativa PROJETO 78. Documento de Entrega. Fábrica. Deploy 1.0.0-Beta. Produto: CitSmart GRP Central IT Gvernança Crprativa Versã PROJETO 78 Dcument de Entrega de Deply da Fábrica Deply 1.0.0-Beta Prdut: CitSmart GRP 2/7 FO-098 Versã: Dcument de Entrega de Deply da Fábrica Históric de Revisã Data

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO EVENTOS

MANUAL DO USUÁRIO EVENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Data: 17-09-2008 Data: Aprvad: Data: A autenticaçã d dcument cnsta n arquiv primári da Qualidade Referencia: Help_Online_Events.dc

Leia mais

AGÊNCIA REGULADORA DE AGUAS, ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL

AGÊNCIA REGULADORA DE AGUAS, ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL AGÊNCIA REGULADORA DE AGUAS, ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL PUBLICADA NO DODF Nº 158 DE 05 DE AGOSTO DE 2014 ALTERADA POR MEIO DA PORTARIA Nº 112, DE 13 DE AGOSTO DE 2014, PUBLICADA NO

Leia mais

Procedimentos para aceitação de materiais e equipamentos fornecidos à EDP Distribuição

Procedimentos para aceitação de materiais e equipamentos fornecidos à EDP Distribuição Julh 2010 Prcediments para aceitaçã de materiais e equipaments frnecids à EDP Distribuiçã DGF/Departament Gestã de Materiais e Equipaments Prcediments para aceitaçã de materiais e equipaments frnecids

Leia mais

RESOLUÇÃO N 4306, DE 8 DE ABRIL DE 2011.

RESOLUÇÃO N 4306, DE 8 DE ABRIL DE 2011. RESOLUÇÃO N 4306, DE 8 DE ABRIL DE 2011. Esta Resolução dispõe sobre a apuração e entrega de documentos relativos ao Valor Adicionado Fiscal, para efeitos de distribuição da parcela do ICMS pertencente

Leia mais

RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N o 01/2007 De 8 de novembro de 2007 Reedita as Normas para Reconhecimento de Títulos de Pós-Graduação, revogando a

RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N o 01/2007 De 8 de novembro de 2007 Reedita as Normas para Reconhecimento de Títulos de Pós-Graduação, revogando a RESOLUÇÃO COMPLEMENTAR N 01/2007 De 8 de nvembr de 2007 Reedita as Nrmas para Recnheciment de Títuls de Pós-Graduaçã, revgand a Resluçã Cmplementar n 02/93, de 25 de junh de 1993. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

FESTIVAL DA CANÇÃO FRANCESA 2014 O MELHOR DA MÚSICA FRANCESA (INCLUINDO O REPERTORIO FRANCÓFONO)

FESTIVAL DA CANÇÃO FRANCESA 2014 O MELHOR DA MÚSICA FRANCESA (INCLUINDO O REPERTORIO FRANCÓFONO) FESTIVAL DA CANÇÃO FRANCESA 2014 O MELHOR DA MÚSICA FRANCESA (INCLUINDO O REPERTORIO FRANCÓFONO) CALENDÁRIO DO FESTIVAL DA CANÇÃO FRANCESA DA ALIANÇA FRANCESA 2014 13 de julh de 2014 Lançament e publicaçã

Leia mais

ARTESANATO, OBRA DE ARTE E PRODUTO CONFECCIONADO EM RESIDÊNCIA

ARTESANATO, OBRA DE ARTE E PRODUTO CONFECCIONADO EM RESIDÊNCIA atualizado em 10/12/2015 ARTESANATO, OBRA DE ARTE E PRODUTO CONFECCIONADO EM RESIDÊNCIA alterados os itens 1.1; 1.3.1; 2.3.1 e 3.3.1 1 2 ÍNDICE 1. ARTESANATO TÍPICO REGIONAL...5 1.1. Benefício Fiscal...5

Leia mais

FIES - Documentação comprobatória

FIES - Documentação comprobatória FIES - Dcumentaçã cmprbatória OBS: Devem ser apresentads riginais e cópias ds dcuments relacinads. COMPROVANTES DE RESIDÊNCIA DO ESTUDANTE: O estudante deverá cmparecer à CPSA e psterirmente a agente financeir

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças)

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 20 05 3 PLD (Preç de Liquidaçã das Diferenças) PLD - 4ª Semana de Mai de 203 (8.05.203 a 24.05.203) PLD médi PLD médi 2 R$/MWh Sudeste Sul Nrdeste Nrte Sudeste 34,58 344,32 Pesada 360,7 360,7 360,7 360,7

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUITE LIBREOFFICE: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO

TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUITE LIBREOFFICE: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TREINAMENTO Term de Referência Anex I - Especificaçã técnica Cntrataçã de Empresa para prestaçã de Serviçs de Treinament na suíte Libreffice TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUITE LIBREOFFICE: CONTRATAÇÃO

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR

SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR Índice Intrduçã... 3 Aspect Gráfic... 4 Regist na aplicaçã... 5 Recuperaçã de Códigs de Acess... 6 Área Reservada... 8 Entrar na Área Reservada... 8 Editar Perfil... 9

Leia mais

Diretoria de Regulação de Emissores (DRE)

Diretoria de Regulação de Emissores (DRE) Diretria de Regulaçã de Emissres (DRE) Principais alterações a Regulament e Manual d Emissr 14/03/2016 x Cnfidencial Us Us Intern Públic 1 Regulament e Manual: principais alterações Divulgaçã: até 31/març.

Leia mais

PORTARIA N! oao- D LOG, DE 3.3 DE NOVEMBRO DE 2005

PORTARIA N! oao- D LOG, DE 3.3 DE NOVEMBRO DE 2005 MNSTÉRO DA DEFESA EXÉRCTO BRASLERO DEPARTAMENTO WGtSTCO (D Lg 000) PORTARA N! a- D LOG, DE 3.3 DE NOVEMBRO DE 005 Aprva as nrmas regladras da aqisiçã, registr, cadastr e transferência de prpriedade de

Leia mais

BAHIA - NOVEMBRO DE 2015

BAHIA - NOVEMBRO DE 2015 BAHIA - NOVEMBRO DE 2015 Dia 03 - Terça-feira Descrição: Arquivo Magnético (SCANC) Transportador Revendedor Retalhista (TRR) etílico anidro combustível ou Biodiesel B100 (Ato COTEPE nº 33/14, I, e Convênio

Leia mais

Ficha Cadastro Pessoa Física

Ficha Cadastro Pessoa Física Ficha Cadastr Pessa Física Grau de sigil #00 Em se tratand de mais de um titular, preencher uma ficha para cada um. Cas necessári, utilize utra ficha para cmpletar s dads. ads da Cnta na CAIXA Cód. agência

Leia mais

S3 - Explicação sobre endereço e/ou número de telefone dos EUA

S3 - Explicação sobre endereço e/ou número de telefone dos EUA S3 - Explicaçã sbre endereç e/u númer de telefne ds EUA Nme Númer da Cnta (se huver) A preencher seu Frmulári W-8 d IRS, vcê afirma nã ser cidadã u residente ds EUA u utra cntraparte ds EUA para efeit

Leia mais

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

Supply Chain Game. EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autor: Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Supply Chain Game EXERCÍCIOS PRÁTICOS DE LOGÍSTICA E CADEIA DE SUPRIMENTOS Autr: Prf. Dr. Daniel Bertli Gnçalves Exercíci Prátic 1 Simuland uma Cadeia e planejand seus estques Lcal: em sala de aula Material

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos Relatóri de Gerenciament de Riscs 2º Semestre de 2015 1 Sumári 1. Intrduçã... 3 2. Gerenciament de Riscs... 3 2.1. Organgrama... 4 3. Risc de Crédit... 4 3.1. Definiçã... 4 3.2. Gerenciament... 4 3.3.

Leia mais

ANO XXVI - 2015 1ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 01/2015

ANO XXVI - 2015 1ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 01/2015 ANO XXVI - 2015 1ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 01/2015 ASSUNTOS DIVERSOS DAS COMPLEMENTAR - GENERALIDADES SOBRE A EMISSÃO... Pág. 02 ICMS PR ALÍQUOTAS DO ICMS - REGIÃO NORTE - ATUALIZAÇÃO

Leia mais

ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV DIREITO RIO FGV LAW PROGRAM

ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV DIREITO RIO FGV LAW PROGRAM ESCOLA DE DIREITO DO RIO DE JANEIRO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV DIREITO RIO FGV LAW PROGRAM EDITAL DO PROCESSO SELETIVO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 1º semestre / 2015 O FGV Law Prgram da Escla

Leia mais

RELATOR: Senador EUNÍCIO OLIVEIRA

RELATOR: Senador EUNÍCIO OLIVEIRA De Plenári, err1 substituiçã à COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sbre Prjet de Lei da Câmara 209, de 2015, de autria d Deputad Aeltn Freitas, que altera a Lei n 8.906, de 4 de julh de 1994

Leia mais

RECURSOS PÚBLICOS PARA O TURISMO

RECURSOS PÚBLICOS PARA O TURISMO N N Unid. Tip de Peridicidade An de An de Iníci série Cmparativ Âmbit temátic Nme d Indicadr Nme da fnte Fnte Divulgaçã Escp gegráfic Escp de análise Estratégia de utilizaçã d dad Observaçã Medida dad

Leia mais

Introdução: marco normativo internacional e nacional

Introdução: marco normativo internacional e nacional Cidade d Panamá, 21 de abril de 2014 A Assciaçã para a Prevençã da Trtura vem pr mei desta, em respsta a fíci n. 122/2014/CAO-DH enviad pel Centr de Api Operacinal das Prmtrias de Justiça de Defesa ds

Leia mais

Guia Prático do Estágio. Seu Estágio em 5 Passos

Guia Prático do Estágio. Seu Estágio em 5 Passos Guia Prátic d Estági Seu Estági em 5 Passs O que é Estági? A atividade de estági é um fatr significativ na frmaçã d prfissinal, pr prprcinar a interaçã d alun cm a realidade da prfissã e a cmplementaçã

Leia mais

REGULAMENTO REGRA GERAL PARA PARTICIPAÇÃO NA PROMOÇÃO. Carrinho Premiado Tricard Smart 2015

REGULAMENTO REGRA GERAL PARA PARTICIPAÇÃO NA PROMOÇÃO. Carrinho Premiado Tricard Smart 2015 REGULAMENTO REGRA GERAL PARA PARTICIPAÇÃO NA PROMOÇÃO Carrinh Premiad Tricard Smart 2015 Banc Triângul S.A. (mandatária), cm sede na Av. Cesári Alvim, 2209, Bairr Aparecida Uberlândia/MG, inscrita n CNPJ/MF

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Faculdade Independente d Nrdeste Credenciada pela Prtaria MEC 1.393, de 04/07/2001 publicada n D.O.U. de 09/07/2001. CURSO DE ENFERMAGEM Recnhecid pela Prtaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12

Leia mais

Operação Metalose orientações básicas à população

Operação Metalose orientações básicas à população Operaçã Metalse rientações básicas à ppulaçã 1. Quem é respnsável pel reclhiment de prduts adulterads? As empresas fabricantes e distribuidras. O Sistema Nacinal de Vigilância Sanitária (Anvisa e Vigilâncias

Leia mais