Disciplina: Governança Corporativa Professora: Rosely Gaeta

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Disciplina: Governança Corporativa Professora: Rosely Gaeta"

Transcrição

1 Disciplina: Governança Corporativa Professora: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 ORIGENS E FUNDAMENTOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA - FUNDAMENTOS Fonte: Nota de Aula 05 Governança Corporativa - Prof Fábio Gomes 2 Origens e Fundamentos da Governança Corporativa 2.3 Fundamentos da governança corporativa Ler sobre os fundamentos (Robert Monks, Relatório Cadbury, Princípios da OCDE e Lei Sarbanes-Oxley) no livro-base (Andrade & Rossetti, Editora Atlas, páginas : Os grandes Marcos Construtivos da Governança Corporativa) a Introdução São três marcos históricos que destacamos como pilares da moderna governança corporativa: o ativismo pioneiro de Robert Monks; o Relatório Cadbury e os princípios da OCDE.(...) Robert Monks foi um ativista pioneiro que mudou o curso da governança nos Estados Unidos. Ele focou sua atenção nos direitos dos acionistas e os mobilizou para o exercício de um papel ativo nas corporações. Centrado em dois valores fundamentais da boa governança fairness (senso de justiça) e compliance (conformidade legal, especialmente relacionada aos direitos dos minoritários passivos) -, esse ativista foi um dos primeiros a evidenciar a importância da boa governança para a prosperidade da sociedade como um todo. Já o Relatório Cadbury centrou-se nos dois outros valores da boa governança accountability (prestação responsável de contas) e disclosure (mais transparência), com foco nos aspectos financeiros e nos papéis dos acionistas, dos conselhos, dos auditores e dos executivos. Por fim, a OCDE Organization for Economic Co-operation and Development - ampliou o espectro da boa governança, evidenciando suas fortes ligações com o processo de desenvolvimento econômico das nações. Ao justificar o envolvimento da instituição com a proposição da boa governança, a OCDE evidenciou que a adoção, pelas corporações, de práticas de gestão confiáveis atrai investidores para o mercado de capitais, reduz o custo de captação de recursos e alavanca o desenvolvimento da economia. (Andrade & Rossetti, 2009: 154) b Principios da OCDE Uma justificativa do interesse da OCDE pelas questões de governança corporativa é o seguinte: à medida que se eliminam barreiras entre nações e se criam ares de livre circulação de recurso e de produtos, aumenta a competição global pelo capital. Os investidores serão então atraídos pelas nações e corporações que adotarem práticas

2 aceitáveis de governança, com padrões rigorosos de demonstrações contábeis, transparência nas informações relevantes, proteções para os acionistas e diretrizes estratégicas definidas por conselhos independentes. (Andrade & Rossetti, 2009: 169) Síntese dos princípios da OCDE: ver Andrade & Rossetti, 2009 quadro 3.6 p Recomendações da ICGN International Corporate Governance Network (uma das mais ativas instituições de alcance global, com objetivos específicos de difusão e de aplicação efetiva dos princípios da boa governança): ver Andrade & Rossetti, 2009 quadro 3.8 p.179 c Novo cenário da governança corporativa No primeiro triênio do século XXI., quatro caminhos se cruzaram, definindo novo cenário para a governança corporativa em termos globais: 1. Adesão. A adesão mundial às práticas de boa governança [definição de códigos nacionais, criação de instituições civis independentes com objetivos sociais centrados no desenvolvimento e na difusão das boas práticas e a adoção de práticas contábeis e financeiras internacionais] 2. Autoregulação 3. Sinais vermelhos (megafraudes e escândalos corporativos) 4. Regulação (Andrade & Rossetti, 2009: 181) c.1 Lei Sarbanes-Oxley De todas as reações regulatórias, a mais notável e de maior extensão foi a Lei Sarbanes- Oxley, aprovada em julho de 2002 pelo Congresso dos Estados Unidos (...) A nova legislação promove grandes alterações nos procedimentos e no controle de administração das empresas, órgãos reguladores responsáveis pelo estabelecimento de normas, comitês de auditorias e firmas de auditoria independente. (...)Sob a infinidade de páginas da lei, (...) reside uma premissa simples: a boa governança corporativa e as práticas éticas do negócio não são mais requintes são leis. (Andrade & Rossetti, 2009: 182)

3 Valores Compliance Corformidade legal Accountability Prestação responsável de contas Discloure Mais transparência Fairness Senso de justiça Lei Sarbanes-Oxley - valores e principais normas Principais normas Adoção pelas corporações de um código de ética para seus principais executivos, que deverá conter formas de encaminhamento de questões relacionadas a conflitos de interesse, divulgação de informações e cumprimento das leis e regulamentos. As corporações que não adotarem a explicitação de condutas em um código de ética deverão explicar as razões da não-adoção. Uma cópia do código deverá ser entregue à Security Exchange Comission (SEC) e ter divulgação aberta. O principal executivo e o diretor financeiro, respectivamente, CEO e CFO, na divulgação dos relatórios periódicos previstos em lei, devem certificar-se de que: Revisaram os relatórios e não existem faltas declarações ou omissões de dados relevantes. As demonstrações financeiras revelam adequadamente a posição financeira, os resultados das operações e os fluxos de caixa. Divulgaram aos auditores e ao comitê de auditoria todas as deficiências significativas que eventualmente existam nos controles internos, bem como quaisquer fraudes evidenciadas, ou mudanças significativas ocorridas após a sua avaliação. Têm responsabilidade pelo estabelecimento de controles internos, pelos seus desenhos e processos e pela avaliação e monitoramento de sua eficácia. Constituição de um comitê de auditoria, para acompanhar a atuação dos auditores e dos números da companhia, atendendo às seguintes diretrizes: Presença de pelo menos um especialista em finanças Composto exclusivamente por membros independentes do Conselho de Administração, não integrantes da Direção Executiva (...). Responsável pela aprovação prévia dos serviços de auditoria. Divulgação, por relatórios periódicos, dos resultados dos seus trabalhos. Detentores de informações privilegiadas deverão seguir as exigências da lei nos casos de mudanças em suas participações acionárias, Quaisquer informações complementares aos relatórios exigidos pela lei, relativas às condições financeiras e operacionais da companhia, deverão ser divulgadas com rapidez A remuneração do executivo principal deverá ser aprovada pelo conselho de administração Aprovação pelos acionistas dos planos de stock options Definição de penas historicamente inusitadas para fraudes. As multas podem chegar a US$ 5 milhões e a prisão a 20 anos. Fonte: Adaptado de Andrade & Rossetti. 2009: 183/185 Referências bibliográficas Andrade, A., Rossetti, J.P. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. 4.a ed. São Paulo: Atlas, 2009 Há um artigo sobre o assunto em

4 Os grandes Marcos Construtivos da Governança Corporativa Resumo do Capítulo págs 195 a 198. disponibilizado pela Editora Atlas. Dos marcos históricos, pilares da moderna governança, destacamos quatro, pela ordem de ocorrência: 1. O ativismo de Robert Monks, que a partir da segunda metade dos anos 80, mudou o curso de governança dos Estados Unidos; 2. O Relatório Cadbury, menos personalista que o ativismo de Monks, produzido de comitê constituído no Reino Unido em 1992, para definir responsabilidades de conselheiros e executivos, visando à prestação responsável de contas e transparência, em atenção aos interesses legítimos dos acionistas; e 3. Os Princípios da OCDE, definidos em 1998, voltados para o bom funcionamento das corporações e dos mercados de capitais e, por esta via, para o desenvolvimento das nações; e 4. A Lei Sarbanes Oxley, aprovada em julho de 2002 pelo Congresso dos Estados Unidos. São notáveis as diferenças entre estes quator marcos históricos. O primeiro marco foi iniciativa pioneira de Robert Monks, um franco atirador, ativista de resultados, inconformado com a passividade dos acionistas e com práticas oportunistas dos executivos das corporações dos EUA. O segundo, fiel à cultura britânica, foi a constituição de um comitê de alta representatividade, envolvendo corporações, mercado acionário e órgãos reguladores. O terceiro foi de maior abrangência institucional, resultando no interesse de uma organização multilateral pelo tema de governança. E o quarto focaliza a importância da regulação e conformidade legal no processo de Governança. As motivações de Robert Monks foram os conflitos de agência, resultantes do divórcio entre proprietários e executivos, e o aperfeiçoamento necessário dos processos de governança nas Empresas. Os resultados imediatos que ele alcançou foram a revelação de desvios nas práticas corporativas, a mobilização de acionistas individuais e institucionais e o maior respeito pelos justos direitos dos proprietários. Como resultados duradouros destacam-se dois: 1. A institucionalização das práticas de governança corporativa; e 2. As novas proposições normativas e a maior intervenção dos mercados. O Relatório Cadbury encorajou o papel mais ativo nas corporações por parte de investidores institucionais, o fortalecimento dos canais de comunicação entre acionistas, conselheiros e diretores executivos e o envolvimento maior do governo no mercado, junto com uma nova era de autorregulamentação.

5 Os Princípios da OCDE, originaram-se dos elos entre os objetivos de desenvolvimento dos mercados, das corporações e das nações, que se fortalecem por melhores práticas de governança corporativa. O código de melhores práticas da OCDE, resultou de recomendações de shareholders, de órgãos reguladores e de comitês nacionais cosntitiuidos por representantes de diferentes grupos de outros stakeholders. Tornou-se referência internacional, proporcionando orientações gerais sobre seis pontos cruciais: 1. O enquadramento das empresas; 2. Os direitos dos shareholders; 3. O tratamento equânime de minoritários, independentemente de suas participações; 4. Os direitos dos stakeholders; 5. A divulgação responsável e transparente dos resultados e dos riscos das corporações; e 6. A responsabilidade dos Conselhos de administração.

6 A partir dos princípios da OCDE, acelerou-se a difusão dos códigos nacionais de boas práticas de governança corporativa. Os códigos não ficaram limitados aos países de economia avançadas. Estenderam-se também a países emergentes de todos os continentes e também aos que se encontram em transição institucional, como os que viveram sob o regime coletivista que se estabeleceu até o fim dos anos 80 na Europa Central e na ex- URSS. A disseminação das boas práticas de governança não impediu, todavia, que o início do século XXI fosse marcado por escândalos e fraudes corporativas. Em respostas a essas ocorrências, as leis que regulam os mercados têm-se tornado mais severas, bem como as punições dos envolvidos. Um dos exemplos é a lei Sarbanes- Oxley, nosso quarto marco, sancionada em 2002 nos Estados Unidos. Sua premissa maior é notória: a boa governança corporativa e as práticas éticas do negócio não são mais requintes são leis. Estabeleceu-se, assim, nos primeiros doze anos do século XXI, um novo cenário de governança: de um lado, adesão às boas práticas e autorregulação; de outro, sinais vermelhos e regulação legal contundente. Estes dois lados parecem contraditórios. Mas não são. Em vez de contradições históricas são a conjugação de indutores voluntáriso e regulatórios, convergindo para a adoção dos princípios de governança pelas companhias. Neste sentido, os quatro princípios da boa governança (compliance, accountability, disclosure e fairness) estão presentes tanto em disposições legais quanto em códigos de conduta adotados pelas empresas. Os mercados registraram as mudanças ocorridas no cenário de governança. Entre as reações, os investidores dispõem se a pagar ágios de governança pelas ações das companhias que possuem um sistema de governança de alta qualidade. Na

7 direção oposta, são aplicados deságios de governança, pela ausência percebida de adesão às boas práticas. Os ágios e deságios aplicados pelo mercado de capitais criaram uma nova oportunidade no mercado de ratings: a criação de agências de avaliação das empresas quanto ao cumprimento das boas práticas de governança corporativa. Entre estas agências de maior penetração no mundo corporativo sdestacam-se duas: Governance Metrics International(GMI) e a Institutional Shareholder Services(ISS). Esta última associou-se em 2005 ao FTSE Group, provedor de índices globais para o mercado de capitais, para a criação de uma classifiação das companhias, com base em variáveis de governança comprovadamente correlacionadas ao desempenho e o valor de mercado das empresas. As melhores práticas de governança, avaliadas pelas agências de rating têm sido efetivamente adotadas por crescente número de empresas. Mas ainda se verificam hiatos significativos entre o valor máximo dos índices de classificações e os valores efetivamente avaliados. Os hiatos são próximos de 50%, indicando que há um bom caminho ainda a percorrer entre recomendações dos códigos e os processos de alta gestão em curso nas empresas. Em uma escala de 1(rating mais baixo) a 10 (mais alto), o índice médio de cerca de empresas de 54 países, avaliado pela agência GMI, em setembro de 2010 é de 4,86. A escala da agência FTSE-ISS vai de 1(rating mais baixo) a 5 (mais alto). E a média alcançada pelas companhias de 24 países de mercados desenvolvidos, avaliada em setembro de 2010, foi de 2,87. As classificações das agências de rating têm evidenciado que a variância dos índices de governança agregados segundo grandes setores econômicos é significativamente menor que a dos índices agregados por países. Esta comparação comprova que as práticas de governança universalmente recomendáveis são realmente sensíveis a fatores culturais, institucionais e regulatórios. Referências bibliográficas Andrade, A., Rossetti, J.P. Governança corporativa: fundamentos, desenvolvimento e tendências. 4.a ed. São Paulo: Atlas, 2009 págs

MARCOS HISTÓRICOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O ATIVISMO DE MONKS X OS PRINCÍPIOS DA ORGANIZAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

MARCOS HISTÓRICOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O ATIVISMO DE MONKS X OS PRINCÍPIOS DA ORGANIZAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 235 MARCOS HISTÓRICOS DA GOVERNANÇA CORPORATIVA: O ATIVISMO DE MONKS X OS PRINCÍPIOS DA ORGANIZAÇÃO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO JovelinoMárcio de Souza¹, Ronise Suzuki de Oliveira² Resumo:

Leia mais

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon Governança Corporativa Desenvolvimento dos Códigos de Boas Práticas no Mundo Aula 3 O crescimento dos Códigos de Governança Durante a última década, todo ano uma série de novos códigos e revisões são introduzidos

Leia mais

O que é Governança Corporativa?

O que é Governança Corporativa? O que é Governança Corporativa? O que é Governança Corporativa? Tradução literal de Corporate Governance conduz à percepção equivocada da abrangência e limites de aplicabilidade da Governança Corporativa.

Leia mais

Estruturas de Governança a no Setor Público: P Contribuições do TCU. Laércio Vieira, MSc, CGAP Tribunal de Contas da União

Estruturas de Governança a no Setor Público: P Contribuições do TCU. Laércio Vieira, MSc, CGAP Tribunal de Contas da União Estruturas de Governança a no Setor Público: P Contribuições do TCU Laércio Vieira, MSc, CGAP Tribunal de Contas da União LOGO Sumário da Apresentação Origens... Um pouco sobre Governança O papel da Unidade

Leia mais

1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005

1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005 1 a Jornada de Contabilidade Práticas de Governança Corporativa e Transparência 22 de setembro de 2005 Agenda Introdução Demandas do mercado de capitais Governança corporativa Governança corporativa no

Leia mais

/ 2012 6 ( ) ADM ( X ) COMEX ( X ) MKT

/ 2012 6 ( ) ADM ( X ) COMEX ( X ) MKT Disciplina: Governança Corporativa / 2012 Carga horária: 68h Curso/Semestre: 6 ( x ) ADM ( X ) COMEX ( X ) MKT Data de atualização: janeiro 2012 Núcleo: ECONOMIA Nucleador: LUÍS CARLOS VIEIRA DA CUNHA

Leia mais

Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos

Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos Proposta de Modelo de Avaliação de Gestão e Governança para Bancos Sílvia Marques de Brito e Silva Amaro Luiz de Oliveira Gomes Bacen/Denor Estrutura da Apresentação 1. Objetivo do trabalho 2. Importância

Leia mais

Governança Corporativa Gestão de Riscos

Governança Corporativa Gestão de Riscos Governança Corporativa Gestão de Riscos Introdução As constantes mudanças no âmbito global têm fomentado a necessidade do aprimoramento dos controles executados pelas organizações e do ambiente de riscos,

Leia mais

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE O foco da Cartilha Função de Compliance é integrar as atividades de compliance com as boas práticas de governança corporativa e de Gestão de Riscos, os quais os bancos têm buscado

Leia mais

CESA COMITÊ SOCIETÁRIO

CESA COMITÊ SOCIETÁRIO CESA COMITÊ SOCIETÁRIO GOVERNANÇA CORPORATIVA Heloisa de Oliveira Herrera Agosto/2008 Processo Histórico Governança Corporativa APRESENTAÇÃO Razões internas e externas determinantes para adoção da Governança

Leia mais

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS

EXTRATO DA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas as áreas da Fibria que, direta

Leia mais

Introdução à lei Sarbanes- Oxley

Introdução à lei Sarbanes- Oxley Introdução à lei Sarbanes- Oxley A Lei Sarbanes-Oxley (Sarbanes-Oxley Act, normalmente abreviada em SOx ou Sarbox) é uma lei dos Estados Unidos criada em 30 de julho de 2002 por iniciativa do senador Paul

Leia mais

Governança Corporativa no Brasil: um círculo virtuoso

Governança Corporativa no Brasil: um círculo virtuoso Governança Corporativa no Brasil: um círculo virtuoso VI Encontro Nacional da Mulher Contabilista Florianópolis Sandra Guerra 08/06/2007 sandraguerra@bettergovernance.com.br Agenda 1 2 3 4 5 Panorâmica

Leia mais

Unisal - Semana de Estudos de Administração e Contábeis - 2013

Unisal - Semana de Estudos de Administração e Contábeis - 2013 Governança e Sucessão nas Empresas Familiares Governança e Sucessão nas empresas familiares Os Marcos históricos da Governança 1. O Relatório Cadbury 2. Os Princípios da OCDE 3. A Difusão Mundial dos Códigos

Leia mais

A Prática na Unimed João Pessoa

A Prática na Unimed João Pessoa A Prática na Unimed João Pessoa 27º Encontro Nacional de Núcleos de Desenvolvimento Humano e Comitês Educativos Unimed do Brasil São Paulo, Julho/2015 COOPERATIVISMO E GOVERNANÇA Princípios e Características

Leia mais

Financial Services. Precisão competitiva. Metodologias específicas e profissionais especializados na indústria de seguros

Financial Services. Precisão competitiva. Metodologias específicas e profissionais especializados na indústria de seguros Financial Services Precisão competitiva Metodologias específicas e profissionais especializados na indústria de seguros Nossa experiência na indústria de seguros A indústria de seguros vem enfrentando

Leia mais

Diretoria de Tecnologia Dr. Antônio Cesar Azevedo Neves

Diretoria de Tecnologia Dr. Antônio Cesar Azevedo Neves Diretoria de Tecnologia Dr. Antônio Cesar Azevedo Neves GOVERNANÇA CORPORATIVA Conceitos e Prática Alfredo Martini Neto Superintendente de Gestão do Conhecimento Agenda Conceito básico Origens e evolução

Leia mais

CEG Centro de Estudos em Governança Corporativa da FIPECAFI

CEG Centro de Estudos em Governança Corporativa da FIPECAFI CEG Centro de Estudos em Governança Corporativa da FIPECAFI Prof. Marcelo de Aguiar Coimbra Graduado e Mestre em Direito pela USP/Doutorando pela Universidade de Colônia, Alemanha Coordenador do Grupo

Leia mais

MAGAZINE LUIZA S.A. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS CORPORATIVOS

MAGAZINE LUIZA S.A. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS CORPORATIVOS MAGAZINE LUIZA S.A. POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS CORPORATIVOS 1. OBJETIVO Estabelecer as diretrizes, os princípios e a estrutura a serem considerados no processo de gerenciamento de riscos do Magazine

Leia mais

www.highskills.pt geral@highskills.pt

www.highskills.pt geral@highskills.pt Compliance Conceitos gerais e Auditoria Objetivos Gerais: Já faz algum tempo que as Auditorias das organizações expandiram muito o escopo de seus trabalhos e a complexidade das suas atividades e, como

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2/11 Sumário 1. Conceito... 3 2. Objetivo... 3 3. Áreas de aplicação... 3 4. Diretrizes... 4 4.1 Princípios... 4 4.2 Estratégia de e Responsabilidade

Leia mais

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO Belo Horizonte, Fevereiro de 2016. Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos Diretoria de Compliance, PLD e Riscos ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2.

Leia mais

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E DESAFIOS Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 Agenda 1. Compliance conceito e missão 2. Atuação de Compliance nas instituições 3. Ferramentas de Compliance 4. Auditoria e Compliance

Leia mais

FORTALECIMENTO DO CONTROLE INTERNO

FORTALECIMENTO DO CONTROLE INTERNO FORTALECIMENTO DO CONTROLE INTERNO O Brasil vive momento determinante do seu futuro, em que a sociedade exige novos paradigmas nas relações comerciais entre o poder público e atores privados. Esse cenário

Leia mais

ANAIS QUEM NÃO TE CONHECE, QUE TE COMPRE : PERCEPÇÕES ACERCA DA DAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA EM EMPRESAS BRASILEIRAS

ANAIS QUEM NÃO TE CONHECE, QUE TE COMPRE : PERCEPÇÕES ACERCA DA DAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA EM EMPRESAS BRASILEIRAS QUEM NÃO TE CONHECE, QUE TE COMPRE : PERCEPÇÕES ACERCA DA DAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA EM EMPRESAS BRASILEIRAS HENRIQUE CORDEIRO MARTINS (henrique.martins@fumec.br, hcmartin@ig.com.br) Universidade

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional Atualização: FEV/2009 GESTÃO DE RISCOS Com as constantes mudanças no cenário financeiro mundial mercado globalizado, diversidade de produtos e serviços financeiros

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO. Em atendimento à U.S. Securities and Exchange Commission SEC, o Comitê. na Sarbanes-Oxley Act.

1. APRESENTAÇÃO. Em atendimento à U.S. Securities and Exchange Commission SEC, o Comitê. na Sarbanes-Oxley Act. Aos Conselheiros de Administração Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo 1. APRESENTAÇÃO O Comitê de Auditoria (Comitê) da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp é

Leia mais

Para Além do Novo Mercado: Próximos Passos da Governança Corporativa no Brasil

Para Além do Novo Mercado: Próximos Passos da Governança Corporativa no Brasil Para Além do Novo Mercado: Próximos Passos da Governança Corporativa no Brasil Por Alexandre Di Miceli da Silveira* Atualmente, há uma sensação de que o tema governança corporativa é um ponto forte do

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Aula 1 Governança Corporativa BDMG

Aula 1 Governança Corporativa BDMG Aula 1 Governança Corporativa BDMG Olá, pessoal! Agradeço a confiança de todos! Quero ajudá-los a conseguirem a aprovação no concurso do BDMG. O programa é extenso e a Bibliografia também. Governança Corporativa

Leia mais

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa Gestão e Governança de TI e Regulamentações de Compliance Prof. Marcel Santos Silva A consiste: No sistema pelo qual as sociedades são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo o relacionamento

Leia mais

manual anticorrupção

manual anticorrupção manual anticorrupção ÍNDICE Introdução 4 Histórico 4 O Código de Conduta da Klabin 5 Por que um Manual Anticorrupção se já há um Código de Conduta? 5 Conceitos e Esclarecimentos 6 O que é corrupção? Práticas

Leia mais

A LEI SARBANES-OXLEY E AS INOVAÇÕES PARA A PROTEÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS

A LEI SARBANES-OXLEY E AS INOVAÇÕES PARA A PROTEÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS A LEI SARBANES-OXLEY E AS INOVAÇÕES PARA A PROTEÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS Carlos Eduardo Vergueiro Graduando pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo Resumo: O autor analisa a Lei Sarbanes-Oxley,

Leia mais

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A

COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE RISCO E AUDITORIA INTERNA VIX LOGÍSTICA S/A 1 NATUREZA DO COMITÊ E OBJETIVO GERAL O Comitê de Risco e Auditoria Interna é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) e tem como objetivo

Leia mais

Auditoria Interna e Governança Corporativa

Auditoria Interna e Governança Corporativa Auditoria Interna e Governança Corporativa Clarissa Schüler Pereira da Silva Gerente de Auditoria Interna TUPY S.A. Programa Governança Corporativa Auditoria Interna Desafios para os profissionais de auditoria

Leia mais

Ferramentas para a Gestão da Sustentabilidade na Indústria da Mineração Mª Sulema Pioli ERM Brasil Ltda Setembro 2009

Ferramentas para a Gestão da Sustentabilidade na Indústria da Mineração Mª Sulema Pioli ERM Brasil Ltda Setembro 2009 Ferramentas para a Gestão da Sustentabilidade na Indústria da Mineração Mª Sulema Pioli ERM Brasil Ltda Setembro 2009 Conteúdo da apresentação Breve contexto Indutores da Gestão da Sustentabilidade Gestão

Leia mais

Nível 2. Governança Corporativa

Nível 2. Governança Corporativa Nível 2 Governança Corporativa Apresentação Implantados em dezembro de 2000 pela antiga Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), o Novo Mercado e os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa Nível

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO 1. OBJETIVO A Política Corporativa de Prevenção à Corrupção ( Política ) tem o objetivo de reforçar o compromisso da empresa Via Boleto de cooperar

Leia mais

Governança Corporativa, Compliance e Prevenção ao Branqueamento de Capitais Giovani Agostini Saavedra 04/12/2014

Governança Corporativa, Compliance e Prevenção ao Branqueamento de Capitais Giovani Agostini Saavedra 04/12/2014 Governança Corporativa, Compliance e Prevenção ao Branqueamento de Capitais Giovani Agostini Saavedra 04/12/2014 Agenda 1. Standards internacionais de Governança Corporativa para o Mercado Bancário; 2.

Leia mais

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal PrimeGlobal PGBR Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos Somos uma empresa de auditoria, consultoria e impostos, criada á partir da junção de importantes empresas nacionais,

Leia mais

O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas CRC CE, 16/10/2009

O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas CRC CE, 16/10/2009 O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas CRC CE, 16/10/2009 O Papel das Auditorias Internas e Externas na Governança das Empresas (*) Palestrante: Vinícius Sampaio (*) Contará

Leia mais

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon

Governança Corporativa Profa. Patricia Maria Bortolon Governança Corporativa Performance e Remuneração de Executivos Aula 6 O debate sobre a remuneração A questão da remuneração tem sido alvo de intenso debate. O debate tem se focado em quatro áreas: O nível

Leia mais

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Data: 20 de fevereiro de 2016 Versão: 6 Autor: Grupo de Compliance Global 1. Introdução Este documento

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL SUL AMÉRICA INVESTIMENTOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A POLÍTICA DE INVESTIMENTO RESPONSÁVEL E DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Índice: 1 OBJETIVO 2 2 CONCEITOS E DEFINIÇÕES 2 3

Leia mais

Governança. Sistemas de Informação 8º Período Prof: Mafran Oliveira

Governança. Sistemas de Informação 8º Período Prof: Mafran Oliveira Governança Sistemas de Informação 8º Período Prof: Mafran Oliveira 1 Definição de Governança Governança Corporativa: É a Estrutura que identifica os objetivos de uma organização e de que forma pode-se

Leia mais

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410

DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 DURATEX S.A. CNPJ. 97.837.181/0001-47 Companhia Aberta NIRE 35300154410 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (Aprovado na RCA de 14.06.2010 e alterado nas RCAs de 25.04.2012, 22.04.2013, 28.10.2013

Leia mais

1. Introdução. Relatório Anual 2002

1. Introdução. Relatório Anual 2002 1. Introdução Na última Assembléia Geral Ordinária de Acionistas da Telefónica S.A. (doravante, Telefónica, a Companhia, ou a Sociedade ) que teve lugar no dia 12 de abril passado, seu Presidente renovou

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa

Política de Responsabilidade Corporativa Política de Responsabilidade Corporativa Índice 1. Introdução...04 2. Área de aplicação...04 3. Compromissos e princípios de atuação...04 3.1. Excelência no serviço...05 3.2. Compromisso com os resultados...05

Leia mais

A. Pessoas sujeitas à política ( Pessoas abrangidas )

A. Pessoas sujeitas à política ( Pessoas abrangidas ) 1 de 8 I. FINALIDADE Esta Política de Informações Privilegiadas ("Política") fornece diretrizes com respeito às transações de títulos da Modine Manufacturing Company (a "Empresa") e o tratamento de informações

Leia mais

GERDAU S.A. CNPJ Nº 33.611.500/0001-19 NIRE Nº 33300032266 Companhia Aberta

GERDAU S.A. CNPJ Nº 33.611.500/0001-19 NIRE Nº 33300032266 Companhia Aberta GERDAU S.A. CNPJ Nº 33.611.500/0001-19 NIRE Nº 33300032266 Companhia Aberta ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, REALIZADA NO ESCRITÓRIO DE SÃO PAULO, NA AV. DAS NAÇÕES UNIDAS, 8.501, 8º ANDAR,

Leia mais

Resumo Palavras-chave:

Resumo Palavras-chave: Resumo A auditoria interna passou a ser um amplo instrumento de controle para os administradores, em suas atividades de trabalho. Serve à administração como meio para identificar-se como os processos internos

Leia mais

BRASIL SALOMÃO E MATTHES ADVOCACIA

BRASIL SALOMÃO E MATTHES ADVOCACIA BRASIL SALOMÃO E MATTHES ADVOCACIA Fundação - 1.3.1969-46 anos Thiago Pena Advogado com atuação em contratos, societário e contencioso cível. 2º Panorama Econômico e Jurídico Painel Jurídico I Módulo:

Leia mais

MECANISMOS DE CONTROLE INTERNO NA GOVERNANÇA CORPORATIVA

MECANISMOS DE CONTROLE INTERNO NA GOVERNANÇA CORPORATIVA MECANISMOS DE CONTROLE INTERNO NA GOVERNANÇA CORPORATIVA ADALBERTO JOSÉ CONTESSOTTO,ADILSON TREVISAN, FILIPE FRANCISCHINE, LUCIANO APARECIDO SOARES E MARCOS PAULO GONÇALVES, alunos do Curso de Administração

Leia mais

Unidade I GOVERNANÇA CORPORATIVA. Profa. Ligia Vianna

Unidade I GOVERNANÇA CORPORATIVA. Profa. Ligia Vianna Unidade I GOVERNANÇA CORPORATIVA Profa. Ligia Vianna Conceito Termo governança corporativa: criado no início da década de 1990, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. Objetiva definir as regras que regem

Leia mais

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15

ética Programa de Integridade Última atualização em: Circular Bancoob 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Página: 1/15 ética Programa de Integridade 1ª Edição em: Circular Bancoob 2.377 Última atualização em: Circular Bancoob Página: 1/15 Índice Título 1: Apresentação... 3 Título 2: Risco da prática de atos lesivos contra

Leia mais

Política de Combate a Suborno e Corrupção. Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores

Política de Combate a Suborno e Corrupção. Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores 00 12/02/2015 Original Natalia Simões Araujo (Coordenadora Funções Corporativas e Compliance) Antonio Ferreira Martins (Vice- Presidente Jurídico e

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER

DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER DECLARAÇÃO DE POLÍTICA DE DIREITOS HUMANOS DA UNILEVER Acreditamos que as empresas só podem florescer em sociedades nas quais os direitos humanos sejam protegidos e respeitados. Reconhecemos que as empresas

Leia mais

1ª SESSÃO. A evolução da teoria sobre a criação de valor através de boas práticas de Governança Corporativa

1ª SESSÃO. A evolução da teoria sobre a criação de valor através de boas práticas de Governança Corporativa 1ª SESSÃO A evolução da teoria sobre a criação de valor através de boas práticas de Governança Corporativa PROF. JOSÉ PASCHOAL ROSSETTI PROFESSOR E PESQUISADOR DA FUNDAÇÃO DOM CABRAL AUTOR DE GOVERNANÇA

Leia mais

COMPLIANCE NO BRASIL

COMPLIANCE NO BRASIL COMPLIANCE NO BRASIL C OMPLIANCE NO A existência de um programa de compliance demonstra comprometimento com a ética e integridade na prática de negócios O Que É Compliance Compliance, termo em inglês muito

Leia mais

A Importância do Compliance para a Garantia da Ética e da Governança Corporativa Seminário de Controles Internos e Compliance

A Importância do Compliance para a Garantia da Ética e da Governança Corporativa Seminário de Controles Internos e Compliance A Importância do Compliance para a Garantia da Ética e da Governança Corporativa Seminário de Controles Internos e Compliance 7º CONSEGURO Setembro de 2015 Índice Planejamento para o Evento Painel de Notícias

Leia mais

OS IMPACTOS DA LEI SARBANES-OXLEY ACT E A GOVERNANÇA CORPORATIVA NO NOVO MILÊNIO LILIANA HORÁCIO SILVA REZENDE

OS IMPACTOS DA LEI SARBANES-OXLEY ACT E A GOVERNANÇA CORPORATIVA NO NOVO MILÊNIO LILIANA HORÁCIO SILVA REZENDE OS IMPACTOS DA LEI SARBANES-OXLEY ACT E A GOVERNANÇA CORPORATIVA NO NOVO MILÊNIO LILIANA HORÁCIO SILVA REZENDE Resumo: o governo norte-americano criou a Sarbanes-Oxley Act, com abordagem jurídica internacional,

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA: CASO BANCO DO BRASIL

GOVERNANÇA CORPORATIVA: CASO BANCO DO BRASIL FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - FATECS CURSO: ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: MONOGRAFIA GOVERNANÇA CORPORATIVA: CASO BANCO DO BRASIL CELSO DO NASCIMENTO SANTOS NETO RA Nº 2035105/6 PROF.

Leia mais

EM QUATRO DIMENSÕES. companhias que. processo de. Diego Barreto Gerente de RI, Lopes. Nelson Pazikas Eternit. Diretor Presidente da Total RI

EM QUATRO DIMENSÕES. companhias que. processo de. Diego Barreto Gerente de RI, Lopes. Nelson Pazikas Eternit. Diretor Presidente da Total RI A experiência de companhias que estão em processo de implementação Diego Barreto Gerente de RI, Lopes Nelson Pazikas Eternit EM QUATRO DIMENSÕES Mediador: Valter Faria Diretor Presidente da Total RI São

Leia mais

COMBATE À CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS Normando Rodrigues OAB/RJ 71.545 Para a Federação Única dos Petroleiros

COMBATE À CORRUPÇÃO NA PETROBRÁS Normando Rodrigues OAB/RJ 71.545 Para a Federação Única dos Petroleiros Normando Rodrigues OAB/RJ 71.545 Para a Federação Única dos Petroleiros Introdução Corrupção é o ato de sustentar determinada conduta ética no geral (universalidade), e realizar uma outra ética, antagônica

Leia mais

Práticas de Governança Corporativa Aplicadas no Brasil e nos Estados Unidos

Práticas de Governança Corporativa Aplicadas no Brasil e nos Estados Unidos Práticas de Governança Corporativa Aplicadas no Brasil e nos Estados Unidos Fevereiro de 2007 ADVISORY 1 Ambiente corporativo - Interação com o mercado Analistas de mercado Acionistas Instituições financeiras

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009

Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 Gestão de Riscos Circular 3.477/2009 1 Trimestre de 2012 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 2 PERFIL DO BANCO... 3 3 RESUMO DA ESTRUTURA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 4 RISCO DE CRÉDITO... 3 5 RISCO DE MERCADO... 8 6

Leia mais

Governança Corporativa Aplicabilidade do Conceito, dos Princípios e Indicadores à Gestão de Pequenas e Médias Organizações

Governança Corporativa Aplicabilidade do Conceito, dos Princípios e Indicadores à Gestão de Pequenas e Médias Organizações Governança Corporativa Aplicabilidade do Conceito, dos Princípios e Indicadores à Gestão de Pequenas e Médias Organizações Nombre del Autor: José Ferreira Chagas Dirección Completa: Rua Tomás Acioli, 1036

Leia mais

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES SEM RESSALVA Aos administradores, conselheiros e participantes Fundo de Pensão Multipatrocinado da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Paraná e da Caixa de Assistência

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor.

Assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor. MANUAL DE CONTROLES INTERNOS Página 1 / 9 Nome do Documento FINALIDADE SAC Atendimento ao Cliente Estabelecer em procedimento o atendimento ao cliente da Gradual Corretora; Assegurar meio de comunicação

Leia mais

Cúpula Justina Programa de Ética e Compliance Ultrapar. Dezembro / 2015

Cúpula Justina Programa de Ética e Compliance Ultrapar. Dezembro / 2015 Cúpula Justina Programa de Ética e Compliance Ultrapar Dezembro / 2015 Empresa multi-negócios com forte histórico de crescimento e criação de valor Segundo maior distribuidor de combustíveis do Brasil

Leia mais

São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br

São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br São Paulo - SP Av. Nove de Julho, 5.109 3º Andar (55 11) 3254 0050 www.porto.adv.br Associação Brasileira de Engenharia Industrial ABEMI Lei Anticorrupção Lei nº 12.846, de 01/08/2013 PORTO ADVOGADOS www.porto.adv.br

Leia mais

Sustentabilidade em energia e o concreto. Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc

Sustentabilidade em energia e o concreto. Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc Sustentabilidade em energia e o concreto Sonia Maria Capraro Alcântara, MSc RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL GRI IBASE Responsabilidade Social & Sustentabilidade Empresarial 1999 2001 a 2003 2006 AÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DA GAEC EDUCAÇÃO S.A. SEÇÃO I DEFINIÇÕES 1. Os termos e expressões relacionados abaixo, quando utilizados nesta Política, terão o seguinte significado: 1.1.

Leia mais

Revisado em Agosto de 2015

Revisado em Agosto de 2015 Confidencial Este documento é propriedade intelectual da TWG/Virgínia, contém informações confidenciais e não deve ser lido por pessoas não autorizadas. Se você não está autorizado a lê-lo, devolva-o ao

Leia mais

Melhores Práticas de Governança

Melhores Práticas de Governança Melhores Práticas de Governança Corporativa Eletros Novembro de 2011 Eliane Lustosa Objetivos Introdução Governança Corporativa (GC) Conceito e princípios básicos Sistema Importância e benefícios Principais

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM COLETIVA DE IMPRENSA Participantes: Relatores: Geraldo Soares IBRI; Haroldo Reginaldo Levy Neto

Leia mais

Governança Corporativa e Sustentabilidade. Carlos Eduardo Lessa Brandão celb@iname.com (11) 9221-7444

Governança Corporativa e Sustentabilidade. Carlos Eduardo Lessa Brandão celb@iname.com (11) 9221-7444 Governança Corporativa e Sustentabilidade Carlos Eduardo Lessa Brandão celb@iname.com (11) 9221-7444 Londrina, 21 de outubro de 2010 Conteúdo Governança Corporativa Sustentabilidade Cooperativas IBGC Perguntas

Leia mais

Código de Conduta Ética da. Organização Bradesco

Código de Conduta Ética da. Organização Bradesco Código de Conduta Ética da Organização Bradesco Caros Colaboradores, O regime da livre iniciativa e concorrência impõe às empresas, seus representantes, prepostos e funcionários conduzirem-se dentro de

Leia mais

Pelo exposto, o Grupo Galp Energia empenhar-se-á em:

Pelo exposto, o Grupo Galp Energia empenhar-se-á em: O Grupo Galp Energia, através dos seus órgãos máximos de gestão, entende que uma organização responsável, para além de respeitar integralmente toda a legislação aplicável geral e/ou específica incorpora

Leia mais

OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES. (Informações não revisadas pelos Auditores Independentes)

OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES. (Informações não revisadas pelos Auditores Independentes) OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES (Informações não revisadas pelos Auditores Independentes) Ativos e Passivos Regulatórios Em função da harmonização das práticas contábeis brasileiras

Leia mais

Auditoria e Governança Corporativa

Auditoria e Governança Corporativa Auditoria e Governança Corporativa PERFIL DO PALESTRANTE MALCOLM ESTUMANO CONSULTOR EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: DOMÍNIO (MAZARS BRASIL) SÓCIO GERENTE CONTROLADORIA HAZTEC AMBIENTAL (FOXX HAZTEC) GERENTE

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll)

Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Relatório de Gerenciamento de Riscos (Pilar lll) Índice Introdução... 3 Estrutura de Gerenciamento de Riscos... 3 Informações Qualitativas... 4 Risco de Crédito... 4 Risco de Mercado... 5 Risco de Liquidez...

Leia mais

Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010. Gilberto Mifano

Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010. Gilberto Mifano Tendências da Governança Corporativa Tá na Mesa Porto Alegre, 7/04/2010 Gilberto Mifano Agenda Panorama atual da GC no Brasil 2009 x 2003 Temas em discussão no Brasil e no Mundo 2 GOVERNANÇA CORPORATIVA

Leia mais

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS

GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS GUIA ANTICORRUPÇÃO WILSON SONS A Wilson Sons, por meio deste Guia Anticorrupção, pretende disseminar os valores morais e éticos que norteiam seus diversos negócios, reiterando seu princípio de combate

Leia mais

http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm

http://www.grupoempresarial.adm.br/contab_geral/prof_lima.htm DEMONSTRAÇÕES CONTABEIS Representam um conjunto de informações que devem ser obrigatoriamente divulgadas, anualmente, segundo a lei 6404/76, pela administração de uma sociedade por ações e representa a

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO GRUPO HERING O Código de Conduta Ética é um instrumento destinado a aperfeiçoar os relacionamentos da organização e elevar o clima de confiança nela existente. Este Código tem

Leia mais

Impacto dos projetos de sustentabilidade

Impacto dos projetos de sustentabilidade Impacto dos projetos de sustentabilidade Angelica Blanco 24 de Maio, 2010 0 CONTEÚDO Parte 1: Sustentabilidade Direcionando investimentos Parte 2: Retornos em Sustentabilidade 1 QUEM SOMOS Estudos e rankings

Leia mais

Código de Ética Fevereiro de 2015

Código de Ética Fevereiro de 2015 Código de Ética Fevereiro de 2015 Índice 1. Âmbito de aplicação... 3 2. Ética... 3 2.1. Princípios e valores fundamentais... 3 2.2. Proibição de decisão em situação de conflito de interesses... 4 2.3.

Leia mais

ENFRENTANDO OS DESAFIOS DA POBREZA E APERFEIÇOANDO AS AÇÕES SOCIAIS NAS AMÉRICAS

ENFRENTANDO OS DESAFIOS DA POBREZA E APERFEIÇOANDO AS AÇÕES SOCIAIS NAS AMÉRICAS ENFRENTANDO OS DESAFIOS DA POBREZA E APERFEIÇOANDO AS AÇÕES SOCIAIS NAS AMÉRICAS Explorando Novas Opções para o Incremento da Doação de Fundos e Re-canalização da Dívida Apresentado pela Agência Inter-Americana

Leia mais

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional. 1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Victor Halla

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Victor Halla Unidade IV GERENCIAMENTO DE INFRAESTRUTURA Prof. Victor Halla O que é governança corporativa? É o sistema pelo qual as sociedades empresariais são dirigidas e monitoradas pelo mercado de capitais através

Leia mais

Excelência), além do Conselho Fiscal. apreciação, assim como investimentos acima de US$ 5 milhões.

Excelência), além do Conselho Fiscal. apreciação, assim como investimentos acima de US$ 5 milhões. Aestrutura de governança corporativa do Grupo é composta pelo Conselho de Administração e pela Diretoria, a qual é coordenada pelo Comitê Executivo, com seus órgãos de apoio (Comitê de Estratégia e Comitês

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Classificação das Informações 5/5/2015 Confidencial [ ] Uso Interno [ X ] Uso Público ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 PRINCÍPIOS... 3 4 REFERÊNCIAS... 4 5 CONCEITOS...

Leia mais

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A.

POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. POLÍTICA DE TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS BB SEGURIDADE PARTICIPAÇÕES S.A. 28.03.2013 1. OBJETIVO 1.1 A presente Política de Transações com Partes Relacionadas da BB Seguridade Participações S.A.

Leia mais

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal 10 ANOS DO IPCG O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal Lisboa, 09 de Julho de 2013 SUMÁRIO 1. Acontecimentos empresariais e governance 2. Fatores normativos

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão Julho de 2015 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (Política e procedimentos relacionados à responsabilidade socioambiental da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 4.327, de 25 de abril

Leia mais