Meio Ambiente propõe mutirão nacional para regularização ambiental de propriedades rurais brasileiras

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1 Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais Nº 39/2013 maio Informativo digital sobre temas da cadeia produtiva da soja Meio Ambiente propõe mutirão nacional para regularização ambiental de propriedades rurais brasileiras Cerca de 5,2 milhões de propriedades rurais, das quais 4,3 milhões da agricultura familiar, precisarão se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR), nos próximos dois anos. Um desafio e tanto para o governo, que busca cooperação com organizações como a ABIOVE, ABIEC, APROSOJA e CNA, com o IBAMA, as SEMAs, CONTAG, OCB E FETRAF. Esse assunto foi abordado no 2º Curso ABIOVE para Jornalistas sobre a Nova Governança Ambiental. Constatou-se que esta melhorou muito nos últimos sete anos e que o CAR é um desafio ousado. A conclusão é que existe um ambiente muito fértil para a regularização das propriedades rurais e que o produtor quer adequar-se à legislação ambiental e social. Porém, o acesso à regularização tem sido dificultado pela morosidade dos órgãos ambientais. 27/05/2013 Mais de 50 profissionais da área de comunicação participaram do curso promovido pela ABIOVE nos dias 21 e 22 de maio, em São Paulo. Especialistas do governo, do setor privado e da sociedade civil explicaram as mudanças introduzidas pelo novo Código Florestal e os atuais requisitos de sustentabilidade da propriedade rural. Para ver as apresentações, clique em: A ABIOVE entregou aos participantes uma linha do tempo ilustrada com gráficos e infográficos que identifica inúmeras ações

2 estratégicas para aperfeiçoamento da governança ambiental no País. Houve uma queda do desflorestamento no Bioma Amazônia de Km², em 2006, para Km², em Para 2013, a previsão é de Km². Nesse período de sete anos, muita coisa aconteceu, resumiu o presidente do Conselho Diretor da ABIOVE, Manoel Pereira, ao abrir o curso: aperfeiçoamento do sistema de detecção de desmatamentos e incêndios em tempo real; coordenação da fiscalização; divulgação de lista de áreas embargadas do IBAMA; revisão da legislação ambiental e social; criação do Cadastro Ambiental Rural; implantação do Zoneamento Ecológico- Econômico; ampliação de unidades de conservação; incentivo ao manejo florestal; e a aprovação do novo Código Florestal. Manoel Pereira lembrou que, há cerca de um ano e meio, a ABIOVE promoveu o seu primeiro curso para jornalistas sobre como o agronegócio estava se preparando para a Rio+20. Queremos dar continuidade à discussão e estreitar o relacionamento com a imprensa em torno de temas sobre o agronegócio e a sustentabilidade. No fundo, trata-se de falar de um tema maior: como conciliar a produção de alimentos com a conservação dos recursos naturais brasileiros. Trabalhar com meio ambiente dá dinheiro - O secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral, está convencido de que a nova lei ambiental, com o CAR e o Programa de Regularização Ambiental (PRA), vai pegar porque trabalhar com meio ambiente dá dinheiro. Ele lembra que a área a ser recomposta, de acordo com as normas do novo Código, entre 25 milhões e 40 milhões de hectares, constituirá o maior programa de sequestro de carbono do mundo. O curso aconteceu às vésperas da publicação do decreto que implantará o CAR, um ano depois de ser instituído, em 25 de maio de É necessário um mutirão nacional, segundo Paulo Cabral, para quem a meta é atingir pelo menos cem mil pessoas

3 capacitadas a atender 5,2 milhões de produtores rurais que precisarão ser cadastrados em cumprimento à nova legislação ambiental do País. O grande desafio é prover segurança jurídica ao produtor e melhorar os controles. Como fazer a compensação - A advogada Samanta Pineda, assessora da Frente Parlamentar da Agropecuária, falou sobre o que será necessário para a regularização da reserva legal, como a recomposição em até 20 anos, mediante plantio intercalado de variedades nativas com plantas exóticas ou frutíferas (50%). A regeneração natural será permitida, desde que tecnicamente viável. Também poderá haver compensação, mediante aquisição de cota de reserva ambiental (CRA), arrendamento de área (servidão ou RL), doação de área em Unidade de Conservação e cadastramento entre áreas de mesma titularidade. Produtor quer saber como melhorar a renda - O especialista em agronegócio e conservação da The Nature Conservancy (TNC), Adolfo Dalla Pria, um dos palestrantes do curso, disse que a ONG faz palestra sobre o CAR, para produtores rurais, em salões de igrejas, em cima de sacos de soja ou de adubo e em feiras agropecuárias. Com esse conhecimento prático da realidade do campo, ele testemunha que o produtor, quando acorda, não está pensando em quanto irá desmatar, mas como vai melhorar a sua renda. O problema é de acesso à regularização - O produtor rural de Mato Grosso, Eduardo Godoi, do Núcleo Técnico da FAMATO, diz que o produtor está a fim de se regularizar. Para ele, o problema não é ambiental, e, sim, de acesso à regularização. Existe a lei, mas não se consegue regularizar. Em sua apresentação, ele mostrou várias fotos sobre práticas conservacionistas, como o plantio direto, que reduz o uso de fertilizantes e corretivos e evita a erosão. Pagamento por serviços ambientais - No curso da ABIOVE, os jornalistas receberam explicações sobre a necessidade de pagamentos por serviços ambientais ao produtor rural. Esse assunto foi abordado por Rodrigo Lima, gerente-geral do Agro.Icone. Segundo ele, há necessidade de uma regulamentação

4 federal que seja minimamente abrangente e não exclua áreas privadas. No resumo que fez sobre os principais destaques do curso, o presidente do Conselho da ABIOVE salientou que o produtor precisa ser remunerado pela prestação de serviços e precisa de recursos para conservar as áreas florestais particulares contra fogo, desmatamento de terceiros e invasões. Monitoramento por satélite George Porto Ferreira, coordenadorgeral de Monitoramento Ambiental do IBAMA, apresentou o tema Monitoramento por Satélite, Fiscalização de Campo e Lista de Embargos. Ele elogiou a linha do tempo elaborada pela ABIOVE que mostra a evolução da governança ambiental no Brasil. Em 2004, houve um pico no desmatamento do Bioma Amazônia: Km², o que acendeu a luz vermelha no governo federal. Em 2006, foi implementado o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAM). Desde então, tem havido queda nas taxas de desflorestamento. Em 2012, constatou-se supressão de floresta no Bioma Amazônia de Km². Em 2020, a meta é alcançar Km². Ferreira explicou como funcionam as operações de fiscalização que resultam em autuações e embargos de propriedades que desmataram de forma ilegal. O curso para jornalistas também mostrou os programas de sustentabilidade desenvolvidos por três segmentos importantes da economia brasileira: soja, cana/etanol e pecuária. Programa Soja Plus, de gestão da propriedade rural O programa Soja Plus, de gestão econômica, social e ambiental da propriedade rural, começou em Mato Grosso, em 2011, e está avançando para o Mato Grosso do Sul. O Soja Plus, que tem como organizadores ABIOVE, APROSOJA, FAMATO, SENAR-MT, Sistema FAMASUL e APROSOJA MS, trabalha em uma área de aproximadamente 800 mil ha, nos quais se produzem 2,4 milhões de t de soja, disse Bernardo Pires, gerente de sustentabilidade da ABIOVE. As linhas de ação do programa são qualidade de vida no trabalho, melhores práticas de produção, viabilidade financeira e econômica, qualidade do produto e responsabilidade social. Na prática, o Soja

5 Plus supre a carência da extensão rural brasileira, apoiando e orientando o produtor com assistência técnica. Além disso, promove ações coordenadas entre agentes da cadeia produtiva, governo, indústria, instituições de pesquisa, sindicatos e associações de produtores rurais. Toda as ações são gratuitas para o produtor. Os desafios da pecuária - Marcio Nappo, diretor de sustentabilidade da JBS, mostrou de onde vem a pressão para uma pecuária sustentável: das ONGs, do Ministério Público Federal (MPF), dos bancos, dos clientes (indústria de alimentos, varejistas, supermercados e indústria de calçados) e dos acionistas (BNDES). No Brasil existe, hoje, uma grande preocupação com a origem sustentável da carne bovina. Para Marcio Nappo, o ator mais importante na cobrança da sustentabilidade não é mais o Greenpeace, é o MPF. A sua capacidade de dano é maior do que a de uma ONG. A JBS tem um compromisso de comprar gado apenas de fornecedores que atendam a critérios socioambientais rigorosos: rejeição ao desmatamento e a invasões de terras indígenas e unidades de conservação; rejeição à violência no campo e ao trabalho escravo. Antes de fazer operações de compra, a empresa consulta a Lista Brasil de áreas embargadas e exige o CAR do imóvel rural. Iniciativas de sustentabilidade na cana Luiz Fernando do Amaral, gerente de sustentabilidade da UNICA, mencionou iniciativas de políticas públicas, como zoneamento agroecológico e licenciamento ambiental; parcerias público-privadas: protocolo agroambiental do estado de São Paulo e compromisso nacional; parcerias privadas: certificação Bonsucro, projeto Renovação e Consecana; e iniciativas individuais: GRI e monitoramento de biodiversidade. Bonsucro (Better Sugar Cane Initiative) é uma certificação internacional de boas práticas na cadeia de produção da cana-deaçúcar. O Brasil tem 27 usinas certificadas. Amaral disse que iniciativas como essa certificação estão perdendo força por falta de pagamento de prêmio por parte dos consumidores, principalmente os europeus. Fonte: Assessoria de Comunicação da ABIOVE

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