Boletimj. Manual de Procedimentos. Imposto de Renda e Legislação Societária. Tributos e Contribuições Federais. Direito Comercial.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Boletimj. Manual de Procedimentos. Imposto de Renda e Legislação Societária. Tributos e Contribuições Federais. Direito Comercial."

Transcrição

1 Boletimj Manual de Procedimentos Imposto de Renda e Legislação Societária Fascículo N o 07/2014 // Tributos e Contribuições Federais DIRF Dirf relativa ao ano-calendário de Normas para apresentação // Direito Comercial Cédula de crédito rural // IOB Setorial Construção Civil CSL/Cofins/PIS-Pasep/Simples Nacional - Incidência de tributos sobre as atividades vinculadas à construção civil // IOB Comenta IRPF Não incidência do Imposto de Renda sobre o rendimento decorrente do reembolso-babá // IOB Perguntas e Respostas Contabilistas Regras de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo - Obrigatoriedade de observância Regras de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo - Organizações contábeis optantes pelo Simples Nacional - Obrigatoriedade de observância Regras de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo - Prazo para guarda e conservação de registros e documentos.. 21 Siscoserv RE - Obrigatoriedade de informação RPC - Regras de preenchimento Veja nos Próximos Fascículos a Dimob - Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias a S/A - Alienação ou oneração de bens do Ativo Não Circulante - Normas estatutárias ou contratuais a DMED relativa ao anocalendário de Normas de apresentação

2 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) (São Paulo) (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Imposto de renda e legislação societária : Dirf relativa ao ano-calendário de ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, (Coleção manual de procedimentos) ISBN Imposto de renda - Leis e legislação - Brasil 2. Pessoa jurídica - Brasil I. Série CDU-34: (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Imposto de renda : Pessoa jurídica : Direito tributário 34: (81) Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei n o 9.610, de , DOU de ). Impresso no Brasil Printed in Brazil Boletim IOB

3 Boletimj Manual de Procedimentos a Tributos e Contribuições Federais DIRF Dirf relativa ao ano-calendário de Normas para apresentação SUMÁRIO 1. Introdução 2. Obrigatoriedade de apresentação 3. Meio de apresentação 4. Fornecimento do programa pela RFB 5. Prazos de apresentação da Dirf 6. Regras básicas de preenchimento 7. Órgãos, autarquias e fundações da administração pública federal 8. Empresas fusionadas, incorporadas ou cindidas 9. Encerramento de atividades 10. Saída definitiva do País e encerramento de espólio 11. Retificação 12. Processamento da Dirf 13. Penalidades 14. Tabela de códigos obrigatórios 15. Guarda das informações 16. Leiaute 1. Introdução A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) é a declaração feita pela fonte pagadora, pessoa física ou jurídica, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) os pagamentos ou os créditos de rendimentos que tenham sofrido retenção do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) ou das contribuições sociais retidas - Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), contribuição para o PIS-Pasep e Cofins, ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros. Neste procedimento, trataremos da apresentação da Dirf relativa ao ano-calendário de 2013 (Dirf 2014), com base na Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013 e demais fontes citadas no texto. A Dirf 2014, relativa ao ano-calendário de 2013, deve ser apresentada até as 23h59min59s, horário de Brasília, de Obrigatoriedade de apresentação Estão obrigadas a apresentar a Dirf 2014 as seguintes pessoas jurídicas e físicas que pagaram ou creditaram rendimentos sobre os quais tenha incidido retenção do IRRF, ainda que em um único mês do ano-calendário, por si ou como representantes de terceiros: a) estabelecimentos matrizes de pessoas jurídicas de direito privado domiciliadas no Brasil, inclusive as imunes ou isentas; b) pessoas jurídicas de direito público, inclusive os fundos públicos de que trata o art. 71 da Lei nº 4.320/1964; c) filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; d) empresas individuais; e) caixas, associações e organizações sindicais de empregados e empregadores; f) titulares de serviços notariais e de registro; g) condomínios edilícios; h) pessoas físicas; i) instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos; j) órgãos gestores de mão de obra do trabalho portuário; k) candidatos a cargos eletivos, inclusive vices e suplentes; e l) comitês financeiros dos partidos políticos. Para saber se a entrega da Dirf é devida, basta verificar se houve retenção do Imposto de Renda na fonte, da CSL, da Cofins e da contribuição para o PIS- -Pasep sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas e às pessoas físicas, ainda que em um único mês do ano-calendário a que se referir a declaração. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-01

4 O fato de uma empresa entregar a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) na condição de imune ou isenta não a desobriga da apresentação da Dirf. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 2º) 2.1 Cartórios As Dirf dos serviços notariais e de registros deverão ser entregues: a) no caso de serviços mantidos diretamente pelo Estado, pela fonte pagadora, mediante o seu número de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); e b) nos demais casos, pelas pessoas físicas de que trata o art. 3º da Lei nº 8.935/1994, mediante os respectivos números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 2º, 1º) 2.2 Pagamentos efetuados a domiciliados no exterior Deverão também apresentar a Dirf as pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no País que efetuarem pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, ainda que não tenha havido a retenção do imposto, de valores referentes a: a) aplicações em fundos de investimento de conversão de débitos externos; b) royalties e assistência técnica; c) juros e comissões em geral; d) juros sobre o capital próprio; e) aluguel e arrendamento; f) aplicações financeiras em fundos ou em entidades de investimento coletivo; g) carteiras de valores mobiliários e mercados de renda fixa ou renda variável; h) fretes internacionais; i) previdência privada; j) remuneração de direitos; k) obras audiovisuais, cinematográficas e videofônicas; l) lucros e dividendos distribuídos; m) cobertura de gastos pessoais, no exterior, de pessoas físicas residentes no País, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais; n) rendimentos sujeitos à alíquota zero do Imposto de Renda incidente sobre os valores pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, de que trata o art. 1º do Decreto nº 6.761/2009; e o) demais rendimentos considerados como rendas e proventos de qualquer natureza, na forma da legislação específica. s (1) No período de 1º a estão isentos do IRRF os valores pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos para pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, destinados à cobertura de gastos pessoais, no exterior, de pessoas físicas residentes no País, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais, até o limite global de R$ ,00 ao mês, nos termos, limites e condições estabelecidos pelo Poder Executivo. Salienta-se que a isenção somente se aplica às despesas com viagens internacionais de pessoas físicas residentes no Brasil. Assim, incluem-se como gastos pessoais no exterior, para efeito da isenção: a) despesas com serviços turísticos, tais como despesas com hotéis, transporte, hospedagem, cruzeiros marítimos, aluguel de automóveis e seguro a viajantes; b) cobertura de despesas médico-hospitalares com tratamento de saúde do remetente, pessoa física residente no País, ou de seus dependentes, quando o paciente se encontra no exterior; c) pagamento de despesas relacionadas a treinamento ou estudos, tais como inscrição em curso, pagamento de livros e apostilas, sempre quando o treinamento ou curso for presencial no exterior; d) despesas com dependentes no exterior, em nome destes, nos limites definidos na Instrução Normativa RFB nº 1.214/2011, desde que não se trate de rendimentos auferidos pelos favorecidos ou que estes não tenham perdido a condição de residentes ou domiciliados no País; e) despesas para fins educacionais, científicos ou culturais, bem como pagamento de taxas escolares, taxas de inscrição em congressos, conclaves, seminários ou assemelhados, taxas de exames de proficiência, livros e apostilas, desde que o curso seja presencial no exterior; e f) cobertura de gastos com treinamento e competições esportivas no exterior, desde que o remetente seja clube, associação, federação ou confederação esportiva ou, no caso de atleta, que sua participação no evento seja confirmada pela respectiva entidade. (2) Os rendimentos de que trata o art. 1º do Decreto nº 6.761/2009 mencionados na letra n tiveram a alíquota do Imposto sobre a Renda reduzida a zero, relativamente a: a) despesas com pesquisas de mercado e com aluguéis e arrendamentos de estandes e locais para exposições, feiras e conclaves semelhantes, no exterior, inclusive promoção e propaganda no âmbito desses eventos, para produtos e serviços brasileiros e para promoção de destinos turísticos brasileiros, conforme o disposto no inciso III do art. 1º da Lei nº 9.481/1997 e no art. 9º da Lei nº /2008; b) contratação de serviços destinados à promoção do Brasil no exterior, por órgãos do Poder Executivo Federal, conforme o disposto no inciso III do art. 1º da Lei nº 9.481/1997 e no art. 9º da Lei nº /2008; c) comissões pagas por exportadores a seus agentes no exterior, nos termos do inciso II do art. 1º da Lei nº 9.481/1997; d) despesas de armazenagem, movimentação e transporte de carga e de emissão de documentos realizadas no exterior, nos termos do inciso XII do art. 1º da Lei nº 9.481/1997 e do art. 9º da Lei nº /2008; e) operações de cobertura de riscos de variações, no mercado internacional, de taxas de juros, de paridade entre moedas e de preços de mercadorias (hedge), conforme o disposto no inciso IV do art. 1º da Lei nº 9.481/1997; IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

5 f) juros de desconto, no exterior, de cambiais de exportação e as comissões de banqueiros inerentes a essas cambiais, nos termos do inciso X do art. 1º da Lei nº 9.481/1997; g) juros e comissões relativos a créditos obtidos no exterior e destinados ao financiamento de exportações, conforme o disposto no inciso XI do art. 1º da Lei nº 9.481/1997. (3) O disposto neste subtópico aplica-se inclusive nos casos de isenção ou alíquota zero. (Lei nº /2010, art. 60; Lei nº /2013, art. 19; Instrução Normativa RFB nº 1.214/2011; Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 2º, 2º e 3º) 2.3 Contribuições sociais retidas na fonte São também obrigadas à apresentação da Dirf as pessoas jurídicas que tenham efetuado retenção, ainda que em um único mês do ano-calendário a que se referir a Dirf, da CSL, da contribuição para o PIS-Pasep e da Cofins sobre pagamentos efetuados a outras pessoas jurídicas, nos termos do 3º do art. 3º da Lei nº /2002 e dos arts. 30, 33 e 34 da Lei nº /2003. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 2º, 4º) 2.4 Pessoas jurídicas vinculadas à Copa das Confederações e à Copa do Mundo São também obrigadas a apresentar a Dirf 2014 as seguintes pessoas jurídicas, ainda que os rendimentos pagos no ano-calendário não tenham sofrido retenção do imposto: a) as bases temporárias de negócios no País, instaladas: a.1) pela Fédération Internationale de Football Association (Fifa); a.2) pela Emissora Fonte da Fifa; e a.3) pelos prestadores de serviços da Fifa; b) a subsidiária Fifa no Brasil; c) a Emissora Fonte domiciliada no Brasil; e d) o LOC. Nos termos do art. 2º da Lei nº /2010, considera-se: a) base temporária de negócios: a instalação de unidade no País para o exercício de atividades inerentes à realização e à organização dos eventos pelos beneficiários domiciliados no exterior; b) Fifa: a associação suíça de direito privado, entidade mundial que regula o esporte de futebol de associação, e suas subsidiárias não domiciliadas no Brasil; c) emissora fonte da Fifa: a pessoa jurídica licenciada ou nomeada, com base em relação contratual, para produzir o sinal e o conteúdo audiovisual básicos ou complementares dos eventos, com o objetivo de distribuição no Brasil e no exterior para os detentores de direitos de mídia; d) prestadores de serviços da Fifa: as pessoas jurídicas licenciadas ou nomeadas, com base em relação contratual, para prestar serviços relacionados à organização e à produção dos eventos: d.1) como coordenadores da Fifa na gestão de acomodações, de serviços de transporte, de programação de operadores de turismo e dos estoques de ingressos; d.2) como fornecedores da Fifa de serviços de hospitalidade e de soluções de tecnologia da informação; ou d.3) outros prestadores licenciados ou nomeados pela Fifa para a prestação de serviços ou para o fornecimento de bens, relacionados no anexo do Decreto nº 7.578/2011; e) subsidiária Fifa no Brasil: a pessoa jurídica de direito privado, domiciliada no Brasil, cujo capital social total pertence à Fifa; f) Comitê Organizador Brasileiro Ltda. (Comitê Organizador Local - LOC): a pessoa jurídica brasileira de direito privado, reconhecida pela Fifa, constituída com o objetivo de promover, no Brasil, a Copa das Confederações Fifa de 2013 e a Copa do Mundo Fifa de 2014, bem como os eventos relacionados. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 3º) 3. Meio de apresentação A Dirf deve ser entregue por meio do programa Receitanet, disponível para download no site da RFB na Internet (www.receita.fazenda.gov.br). A transmissão da Dirf será realizada independentemente da quantidade de registros e do tamanho do arquivo. É importante verificar a consistência das informações, já que, durante a transmissão dos dados, a Dirf será submetida a validações que poderão impedir sua apresentação. O recibo de entrega será gravado somente nos casos de validação sem erros. Lembra-se que, para transmissão da Dirf das pessoas jurídicas, exceto para as microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional, relativa a fatos geradores ocorridos a partir do ano-calendário de 2010, é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido, conforme o disposto no art. 1º da Instrução Normativa RFB nº 969/2009, inclusive no caso de pessoas jurídicas de direito público. s (1) A transmissão da Dirf com assinatura digital mediante certificado digital válido possibilitará à pessoa jurídica acompanhar o processamento da declaração por intermédio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-cac), disponível no site da RFB na Internet. (2) O arquivo transmitido pelo estabelecimento matriz deverá conter as informações consolidadas de todos os estabelecimentos da pessoa jurídica. (3) A Dirf será considerada do ano-calendário anterior quando entregue após 31 de dezembro do ano subsequente àquele no qual o rendimento tiver sido pago ou creditado. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 6º a 8º) 4. Fornecimento do programa pela RFB O programa gerador da Dirf 2014 (PGD Dirf 2014), de uso obrigatório pelas fontes pagadoras, pessoas Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-03

6 físicas e jurídicas, para preenchimento ou importação de dados da declaração, utilizável em equipamentos da linha PC ou compatíveis, foi aprovado pela Instrução Normativa RFB nº 1.438/2014 e está disponível no site da RFB. O PGD Dirf 2014 deverá ser utilizado para apresentação das declarações relativas ao ano-calendário de 2013, bem como das relativas ao ano-calendário de 2014, nos casos de extinção de pessoa jurídica em decorrência de liquidação, incorporação, fusão ou cisão total e nos casos de pessoas físicas que saírem definitivamente do País e de encerramento de espólio. Observa-se, ainda, que: a) a utilização do PGD Dirf 2014 gerará arquivo contendo a declaração validada, em condições de transmissão à RFB; b) cada arquivo gerado conterá somente uma declaração; c) o arquivo de texto importado pelo PGD Dirf 2014 que vier a sofrer qualquer tipo de alteração deverá ser novamente submetido ao PGD Dirf (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 5º; Instrução Normativa RFB nº 1.438/2014) 5. Prazos de apresentação da Dirf A Dirf 2014, relativa ao ano-calendário de 2013, deve ser apresentada até às 23h59min59s, horário de Brasília, de Para saber mais sobre os prazos específicos de entrega, consulte os tópicos 8, 9 e 10 deste texto. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 9º, caput) 6. Regras básicas de preenchimento Os valores referentes a rendimentos tributáveis, isentos ou com alíquotas zero, de declaração obrigatória, bem como os relativos a deduções do Imposto sobre a Renda ou de contribuições retidos na fonte deverão ser informados em reais e com centavos. O declarante deverá informar na Dirf os rendimentos tributáveis ou isentos de declaração obrigatória, pagos ou creditados no País, bem como os rendimentos pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos a residentes ou domiciliados no exterior, em seu próprio nome ou na qualidade de representante de terceiros, especificados nas Tabelas de Códigos de Receitas constantes do Anexo II da Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, inclusive nos casos de isenção e de alíquota zero, com o respectivo IR ou contribuições retidos na fonte. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 10 e 11) 6.1 Informações obrigatórias As pessoas obrigadas a apresentar a Dirf deverão informar todos os beneficiários de rendimentos: a) que tenham sofrido retenção do Imposto sobre a Renda ou contribuições, ainda que em um único mês do ano-calendário; b) do trabalho assalariado, quando o valor pago durante o ano-calendário for igual ou superior a R$ ,70; Em relação aos rendimentos do trabalho assalariado, se o empregado for beneficiário de plano privado de assistência à saúde, na modalidade coletivo empresarial, contratado pela fonte pagadora, deverão ser informados os totais anuais correspondentes à participação financeira do empregado no pagamento do plano de saúde, discriminando as parcelas correspondentes ao beneficiário titular e as correspondentes a cada dependente. c) do trabalho sem vínculo empregatício, de aluguéis e de royalties, acima de R$ 6.000,00, pagos durante o ano calendário, ainda que não tenham sofrido retenção do imposto sobre a renda; d) de previdência privada e de planos de seguros de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência, Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), pagos durante o ano-calendário, ainda que não tenham sofrido retenção do Imposto sobre a Renda; e) auferidos por residentes ou domiciliados no exterior, inclusive nos casos de isenção e de alíquota zero; s (1) Fica dispensada a inclusão dos rendimentos a que se referem as letras e e i cujo valor total anual tenha sido inferior a R$ ,70, bem como do respectivo IRRF. (2) Os limites de que trata este artigo não se aplicam aos rendimentos pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos pelas entidades referidas no subtópico 2.4. f) de pensão, pagos com isenção do IRRF, quando o beneficiário for portador de fibrose cística (mucoviscidose), tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla, neoplasia maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, hepatopatia grave, estados avançados da doença de Paget (osteíte de IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

7 formante), contaminação por radiação ou síndrome da imunodeficiência adquirida, exceto a decorrente de moléstia profissional, regularmente comprovada por laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios; Em relação às letras f e g, deverá ser observado o seguinte: a) se, no ano-calendário a que se referir a Dirf, a totalidade dos rendimentos corresponder, exclusivamente, a pagamentos de pensão, aposentadoria ou reforma isentos por moléstia grave, deverão ser informados, obrigatoriamente, os beneficiários dos rendimentos cujo total anual tenha sido igual ou superior a R$ ,10, incluindo-se o 13º salário; b) se, no mesmo ano-calendário, tiverem sido pagos ao portador de moléstia grave, além dos rendimentos isentos, rendimentos que sofreram tributação do IRRF, seja em decorrência da data do laudo comprobatório da moléstia, seja em função da natureza do rendimento pago, deverá ser informado na Dirf o beneficiário com todos os rendimentos pagos ou creditados pela fonte pagadora, independentemente do valor mínimo anual; e c) o IRRF deverá deixar de ser retido a partir da data que constar no laudo que atesta a moléstia grave. g) de aposentadoria ou reforma, pagos com isenção do IRRF, desde que motivada por acidente em serviço, ou quando o beneficiário for portador de doença relacionada na letra f, regularmente comprovada por laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios; h) de dividendos e lucros, pagos a partir de 1996, e de valores pagos a titular ou sócio de ME ou EPP, exceto pró-labore e aluguéis, quando o valor total anual pago for igual ou superior a R$ ,10; i) remetidos por pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no País para cobertura de gastos pessoais, no exterior, de pessoas físicas residentes no País, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais, observado o disposto nas s 1 e 2 da letra e ; j) decorrentes do pagamento dos benefícios indiretos e reembolso de despesas recebidos por voluntário da Fifa, da Subsidiária Fifa no Brasil ou do LOC, de que trata a Lei nº /2010, inclusive os rendimentos isentos; k) tributáveis referidos no 2º do art. 8º da Lei nº /2010, pagos ou creditados pelas subsidiárias Fifa no Brasil, por Emissora Fonte pessoa jurídica domiciliada no Brasil, pelos Prestadores de Serviços da Fifa, de que trata o art. 9º da Lei nº /2010, e pelo LOC, observado o disposto nas s 1 e 2 da letra e ; e l) isentos referidos no caput e no 1º do art. 10 da Lei nº /2010, pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos pela Fifa, por Subsidiária Fifa no Brasil, Emissoras Fonte da Fifa e prestadores de serviços da Fifa, observado o disposto nas s 1 e 2 da letra e. Em relação aos beneficiários incluídos na Dirf, observados os limites mencionados, deverá ser informada a totalidade dos rendimentos pagos, inclusive aqueles que não tenham sofrido retenção. Deverão ser informados na Dirf os rendimentos tributáveis em relação aos quais tenha havido depósito judicial do Imposto de Renda (IR) ou das contribuições ou que, mediante concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, nos termos do art. 151 da Lei nº 5.172/ Código Tributário Nacional (CTN) -, não tenha havido retenção do Imposto sobre a Renda ou contribuições na fonte. Os rendimentos sujeitos a ajuste na declaração de ajuste anual, pagos a beneficiário pessoa física, deverão ser informados discriminadamente. Os limites de que trata este subtópico não se aplicam aos rendimentos pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos pelas entidades referidas no subtópico 2.4. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 12 e 13) 6.2 Dispensa de informações Para efeito da Dirf, ficam dispensadas as seguintes informações: a) de rendimentos correspondentes a juros pagos ou creditados, individualizadamente, a titular, sócios ou acionistas, a título de remuneração do capital próprio, calculados sobre as contas do patrimônio líquido da pessoa jurídica, relativos ao código de receita 5706, cujo IRRF, no ano-calendário, tenha sido igual ou inferior a R$ 10,00; b) de beneficiário de prêmios em dinheiro a que se refere o art. 14 da Lei nº 4.506/1964, cujo valor seja inferior ao limite de isenção da tabela progressiva mensal do IRPF, conforme estabelecido no art. 1º da Lei nº /2007; c) dos rendimentos a que se referem as letras e a i do subtópico 6.1, cujo valor total anual tenha sido inferior a R$ ,70, bem como do respectivo IRRF; d) o microempreendedor individual (MEI), de que trata a Lei Complementar nº 123/2006, que Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-05

8 tenha efetuado pagamentos sujeitos ao IRRF exclusivamente em decorrência de administração de cartões de crédito, ficará dispensado de apresentar a Dirf, desde que sua receita bruta no ano-calendário anterior não exceda R$ ,00. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 12, 4º a 6º, e 16, parágrafo único) 6.3 Beneficiários pessoas físicas A Dirf 2014 deve conter as seguintes informações relativas aos beneficiários pessoas físicas domiciliadas no País: a) nome; b) número de inscrição no CPF; c) relativamente aos rendimentos tributáveis: c.1) os valores dos rendimentos pagos durante o ano-calendário, discriminados por mês de pagamento e por código de receita, que tenham sofrido retenção do IRRF, e os valores que não tenham sofrido retenção, desde que nas condições e limites constantes do subtópico 6.1; c.2) os valores das deduções, que deverão ser informados separadamente conforme se refiram a previdência oficial, previdência complementar e Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi), dependentes ou pensão alimentícia; c.3) o respectivo valor do IRRF; c.4) no caso de pagamento de rendimentos de que trata o art. 12-A da Lei nº 7.713/1988, a Dirf deverá conter, ainda, a informação da quantidade de meses, correspondente ao valor pago, utilizada para a apuração do IRRF; d) relativamente às informações de pagamentos a plano privado de assistência à saúde, modalidade coletivo empresarial, contratado pela fonte pagadora em benefício de seus empregados: d.1) número de inscrição no CNPJ da operadora do plano privado de assistência à saúde; d.2) nome e número de inscrição no CPF do beneficiário titular e dos respectivos dependentes ou, no caso de dependente menor de 18 anos em 31 de dezembro do ano-calendário a que se refere a Dirf, o nome e a data de nascimento do menor; d.3) total anual correspondente à participação do empregado no pagamento do plano de saúde, identificando a parcela correspondente ao beneficiário titular e a correspondente a cada dependente; e) relativamente aos rendimentos pagos que não tenham sofrido retenção do IRRF ou tenham sofrido retenção sem o correspondente recolhimento, em virtude de depósito judicial do imposto ou concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, nos termos do art. 151 do CTN: e.1) os valores dos rendimentos pagos durante o ano-calendário, discriminados por mês de pagamento e por código de receita, mesmo que a retenção do IRRF não tenha sido efetuada; e.2) os respectivos valores das deduções, discriminados conforme a letra c.2 ; e.3) o valor do IRRF que tenha deixado de ser retido; e.4) o valor do IRRF que tenha sido depositado judicialmente; f) relativamente à compensação de IRRF com imposto retido no próprio ano-calendário ou em anos anteriores, em cumprimento de decisão judicial, deverá ser informado: f.1) no campo Imposto retido do Quadro Rendimentos Tributáveis, nos meses da compensação, o valor da retenção mensal diminuído do valor compensado; f.2) nos campos Imposto do ano-calendário e Imposto de anos anteriores do Quadro Compensação por Decisão Judicial, nos meses da compensação, o valor compensado do IRRF correspondente ao ano-calendário ou a anos anteriores; f.3) no campo referente ao mês cujo valor do imposto retido foi utilizado para compensação, o valor efetivamente retido diminuído do valor compensado; g) relativamente aos rendimentos isentos e não tributáveis: g.1) a parcela isenta de aposentadoria para maiores de 65 anos, inclusive a correspondente ao 13º salário; g.2) o valor de diárias e ajuda de custo; IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

9 g.3) os valores dos rendimentos pagos e das deduções com previdência oficial e pensão alimentícia, que deverão ser informados separadamente, conforme sejam pensão, aposentadoria ou reforma por moléstia grave ou acidente em serviço; g.4) os valores de lucros e dividendos pagos ou creditados a partir de 1996, observado o limite estabelecido na letra h do subtópico 6.1; g.5) os valores dos rendimentos pagos ou creditados a titular ou sócio de ME ou EPP, exceto pró-labore e aluguéis, observado o limite estabelecido na letra h do subtópico 6.1; g.6) os valores das indenizações por rescisão de contrato de trabalho, inclusive a título de Plano de Demissão Voluntária (PDV), desde que o total anual pago desses rendimentos seja igual ou superior a R$ ,10; g.7) os valores do abono pecuniário; g.8) os valores pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos para pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, destinados à cobertura de gastos pessoais no exterior, de pessoas físicas residentes no País, em viagens de turismo, negócios, serviço, treinamento ou missões oficiais; Veja a nota constante da letra m do subtópico 2.2. g.9) os valores das bolsas de estudo pagos ou creditados aos médicos-residentes, nos termos da Lei nº 6.932/1981; g.10) os valores dos benefícios indiretos e o reembolso de despesas recebidos por voluntário da Fifa, da subsidiária Fifa no Brasil ou do LOC, de que trata o art. 11 da Lei nº /2010, até o valor de 5 salários-mínimos por mês; g.11) outros rendimentos do trabalho, isentos ou não tributáveis, desde que o total anual pago desses rendimentos seja igual ou superior a R$ ,10. Deverá ser informada a soma dos valores pagos em cada mês, independentemente de se tratar de pagamento integral em parcela única, de antecipações ou de saldo de rendimentos, e o respectivo imposto retido. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 14) Rendimentos do trabalho assalariado No caso de rendimentos do trabalho assalariado, as deduções correspondem aos valores relativos a: a) dependentes; b) contribuições para a Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; c) contribuições para entidades de previdência privada domiciliadas no Brasil e para o Fapi, cujo ônus tenha sido do beneficiário, destinadas a assegurar benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social; e d) pensão alimentícia paga em face das normas do direito de família, quando em cumprimento de decisão judicial, inclusive a prestação de alimentos provisionais, de acordo homologado judicialmente ou de escritura pública relativa a separação ou divórcio consensual. A remuneração correspondente a férias, deduzida dos abonos legais, os quais deverão ser informados como rendimentos isentos, deverá ser somada às informações do mês em que tenha sido efetivamente paga, procedendo-se da mesma forma em relação à respectiva retenção do IRRF e às deduções. Relativamente ao 13º salário, deverão ser informados o valor total pago durante o ano-calendário, os valores das deduções utilizadas para reduzir a base de cálculo dessa gratificação e o respectivo IRRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 14, 2º a 4º) Participação nos lucros e resultados (PLR) Desde 1º , a PLR passou a ser tributada pelo IRRF exclusivamente na fonte, em separado dos demais rendimentos recebidos, no ano do recebimento ou crédito, com base na tabela progressiva anual constante do Anexo à Lei nº /2000, com a redação dada pela Lei nº /2013, e não integra a base de cálculo do imposto devido pelo beneficiário na Declaração de Ajuste Anual. Observa-se, também, que a partir do ano-calendário de 2014, inclusive, os valores da tabela progressiva anual mencionada serão reajustados no mesmo percentual de reajuste da tabela progressiva mensal do Imposto de Renda incidente sobre os rendimentos das pessoas físicas. Para efeito da Dirf, deverão ser informados como rendimentos tributáveis o valor total pago durante o Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-07

10 ano-calendário a título de participação nos lucros ou resultados (PLR), os valores das deduções utilizadas para reduzir a base de cálculo dessa participação e o respectivo IRRF. A Instrução Normativa RFB nº 1.433/2013 dispõe sobre a tabela progressiva anual aplicável a partir do ano-calendário de 2014, relativa à tributação do IRRF incidente sobre o valor da participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa (PLR), de que trata o 11 do art. 3º da Lei nº / Exemplos I. Conforme mencionamos, no caso de pagamento de PLR, deverão ser informados o valor total pago durante o ano-calendário, os valores das deduções utilizadas para reduzir a base de cálculo dessa participação e o respectivo IRRF. Considerando-se que: a) desde 1º , a PLR passou a ser tributada pelo IRRF exclusivamente na fonte; e b) na hipótese da pessoa jurídica ter apurado a PLR no ano-calendário 2012 e tiver ocorrido o pagamento da: b.1) 1ª parcela em dezembro/2012, no valor de R$ 7.000,00; e b.2) 2ª parcela em fevereiro/2013, no valor R$ 5.000,00. Temos que: a) os valores pagos em dezembro/2012 devem seguir a regra de tributação vigente no período, ou seja, com base na tabela progressiva vigente à data do pagamento e com tratamento de antecipação na fonte (tabela progressiva); b) somente ocorre a soma dos pagamentos a título de PLR relativos ao mesmo anocalendário. No caso em questão, um pagamento foi efetuado em dezembro/2012 e o outro em fevereiro/2013, quando as regras de tributação eram diferentes. Portanto, não deverão ser somados os valores pagos em dezembro/2012 e em fevereiro/2013, ainda que a PLR seja decorrente do mesmo ano-calendário. Nessa hipótese, na Dirf, a informação sobre os referidos pagamentos será apresentada da seguinte forma: a) o pagamento efetuado em dezembro/2012 deve constar na Dirf 2013 (ano-calendário 2012) - tributação como antecipação (tabela progressiva); b) o pagamento efetuado em fevereiro/2013 deve constar na Dirf 2014 (ano-calendário 2013) - tributação exclusivamente na fonte (tabela específica constante do Anexo da Lei nº /2000). II. Na hipótese do cálculo da PLR ser referente ao ano-calendário 2013, e considerando-se que o pagamento da: a) 1ª parcela tenha ocorrido em dezembro/2013, no valor R$ 7.000,00; e b) 2ª parcela ocorrerá em fevereiro/2014, no valor R$ 5.000,00. Os valores pagos em dezembro/2013 e em fevereiro/2014, mesmo que decorrentes do mesmo ano-calendário, não deverão ser somados porque não foram recebidos no mesmo ano-calendário, porém ambas as parcelas serão tributadas pelo IRRF exclusivamente na fonte. Assim, deve constar na Dirf 2014 (ano-calendário 2013) somente a informação do valor pago em dezembro/2013. O valor pago em fevereiro/2014 constará na Dirf 2015 (ano-calendário 2014), de acordo com a Lei nº /2000, art. 3º, 7º. III. Na hipótese, para efeito da incidência do IRRF e da informação na Dirf, de as PLR serem apuradas nos anos-calendário de 2012 e 2013, as quais foram efetivamente pagas: a) referente ao ano-calendário 2012: a.1) a 1ª parcela em dezembro/2012, no valor de R$ 7.000,00; a.2) a 2ª parcela em abril/2013, no valor de R$ 7.000,00; b) referente ao ano-calendário 2013: b.1) a 1ª parcela em dezembro/2013, no valor de R$ 7.000,00; b.2) a 2ª parcela em abril/2014, no valor R$ 7.000,00. Assim, temos que, no caso: a) da letra a.1, deve ser informado na Dirf 2013 (ano-calendário 2012), e a tributação segue as regras anteriores às alterações introduzidas pela Lei nº /2013, ou seja, como antecipação (tabela progressiva vigente na época do pagamento); IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

11 b) da letra a.2, deve ser informado na Dirf 2014 (ano-calendário 2013), e a tributação deve ser efetuada com base nas regras introduzidas pela Lei nº /2013, ou seja, exclusivamente na fonte (tabela de tributação exclusiva na fonte); c) da letra b.1, deve ser informado na Dirf 2014 (ano-calendário 2013), e a tributação deve ser efetuada na forma da letra b anterior; d) da letra b.2, deve ser informado na Dirf 2015 (ano-calendário 2014), e a tributação deve ser efetuada na forma da letra b anterior. (Lei nº /2000, art. 2º, 5º e 7º; Lei nº 12832/2013, art. 1º; Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 14, 8º) Demais rendimentos Nos casos a seguir, deverá ser informado como rendimento tributável: a) 10% do rendimento decorrente de transporte de carga e de serviços com trator, máquina de terraplanagem, colheitadeira e assemelhados; b) 60% do rendimento decorrente do transporte de passageiros; c) o valor pago a título de aluguel, diminuído dos seguintes encargos, desde que o ônus tenha sido exclusivamente do locador, e o recolhimento tenha sido efetuado pelo locatário: c.1) impostos, taxas e emolumentos incidentes sobre o bem que tenha produzido o rendimento; c.2) aluguel pago pela locação de imóvel sublocado; c.3) despesas pagas para cobrança ou recebimento do rendimento; e c.4) despesas de condomínio; d) a parte dos proventos de aposentadoria, pensão, transferência para reserva remunerada ou reforma que exceda o limite da 1ª faixa da tabela progressiva mensal vigente à época do pagamento em cada mês, pagos, a partir do mês em que o beneficiário tenha completado 65 anos, pela Previdência Social da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, por qualquer pessoa jurídica de direito público interno ou por entidade de previdência privada; e) 25% dos rendimentos do trabalho assalariado percebidos, em moeda estrangeira, por residente no Brasil, no caso de ausentes no exterior a serviço do País, em autarquias ou repartições do Governo brasileiro situadas no exterior, convertidos em reais pela cotação do dólar dos Estados Unidos da América fixada para compra, pelo Banco Central do Brasil (Bacen), para o último dia útil da 1ª quinzena do mês anterior ao do pagamento do rendimento e divulgada pela RFB. s (1) Até , o percentual a que se refere a letra a era de 40% do rendimento decorrente do transporte de carga e de serviços com trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados. (2) Na hipótese da letra e, as deduções deverão ser convertidas em dólares dos Estados Unidos da América, pelo valor fixado, para a data do pagamento, pela autoridade monetária do país no qual as despesas foram realizadas, e, em seguida, em reais, pela cotação do dólar dos Estados Unidos da América fixada para venda, pelo Bacen, para o último dia útil da 1ª quinzena do mês anterior ao do pagamento e divulgada pela RFB. (3) No caso de pagamento de valores em cumprimento de decisão judicial de que trata o art. 16-A da Lei nº /2004, além do IRRF, a Dirf deverá informar o valor da retenção da contribuição para o Plano de Seguridade do Servidor Público (PSS). (Lei nº 7.713/1988, art. 9º; Lei nº /2013, arts. 18 e 21, I; Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 14, 5º a 7º) 6.4 Beneficiários pessoas jurídicas A Dirf 2014 deve conter as seguintes informações relativas aos beneficiários pessoas jurídicas domiciliadas no País: a) o nome empresarial; b) o número de inscrição no CNPJ; c) os valores dos rendimentos tributáveis pagos ou creditados no ano-calendário, discriminados por mês de pagamento ou crédito e por código de receita, que: c.1) tenham sofrido retenção do IR ou de contribuições na fonte, ainda que o correspondente recolhimento não tenha sido efetuado, inclusive por decisão judicial; e c.2) não tenham sofrido retenção do IR ou de contribuições na fonte em virtude de decisão judicial; d) o respectivo valor do IRRF ou de contribuições retidos na fonte. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 15) 6.5 Instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos A Dirf 2014 a ser apresentada pela instituição administradora ou intermediadora deverá conter as informações segregadas por fundos ou clubes de investimentos, discriminando cada beneficiário os Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-09

12 respectivos rendimentos pagos ou creditados e o IRRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 18) 6.6 Rendimentos de aplicações financeiras O rendimento tributável de aplicações financeiras informado na Dirf deverá corresponder ao valor que tenha servido de base de cálculo do IRRF. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 19) 6.7 Declarante que tiver retido imposto ou contribuições a maior O declarante que tiver retido imposto ou contribuições a maior de seus beneficiários em determinado mês e o tiver compensado nos meses subsequentes, de acordo com a legislação em vigor, deverá informar: a) no mês da referida retenção, o valor retido; e b) nos meses da compensação, o valor devido do imposto ou contribuições na fonte diminuído do valor compensado. Entretanto, o declarante que tiver retido imposto ou contribuições a maior e que tiver devolvido a parcela excedente aos beneficiários deverá informar, no mês em que tiver ocorrido a retenção a maior, o valor retido diminuído da diferença devolvida. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 20 e 21) 6.8 Beneficiários residentes no exterior As pessoas físicas e jurídicas domiciliadas no País que efetuarem pagamento, crédito, entrega, emprego ou remessa a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior deverão fazer constar na Dirf as seguintes informações: a) o Número de Identificação Fiscal (NIF) fornecido pelo órgão de administração tributária no exterior; b) o indicador de pessoa física ou jurídica; c) o número de inscrição no CPF ou no CNPJ, quando houver; d) o nome da pessoa física ou o nome empresarial da pessoa jurídica beneficiária do rendimento; e) o endereço completo (rua, avenida, número, complemento, bairro, cidade, região administrativa, Estado, província etc.); f) o país de residência fiscal; g) a natureza da relação entre a fonte pagadora no País e o beneficiário no exterior, conforme Tabela do Anexo II da Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013; h) relativamente aos rendimentos: h.1) o código de receita; h.2) a data de pagamento, remessa, crédito, emprego ou entrega; h.3) os rendimentos brutos pagos, remetidos, creditados, empregados ou entregues durante o ano-calendário, discriminados por data e por código de receita, observado o limite estabelecido na 1, letra e do subtópico 6.1; h.4) o imposto retido, quando for o caso; h.5) a natureza dos rendimentos, conforme Tabela do Anexo II da Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, prevista nos Acordos de Dupla Tributação (ADT), com os países constantes da Tabela de Códigos dos Países, conforme Tabela do Anexo III da norma referenciada; h.6) a forma de tributação, conforme a Tabela do Anexo II da Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013. O NIF será dispensado nos casos em que o país do beneficiário residente ou domiciliado no exterior não o exigir ou nos casos em que, de acordo com as regras do órgão de administração tributária no exterior, o beneficiário do rendimento, remessa, pagamento, crédito ou outras receitas estiver dispensado desse número. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 22) 6.9 Comissões, corretagens e serviços de propaganda e publicidade Os rendimentos relativos a comissões, corretagens e serviços de propaganda e publicidade e o respectivo IR na fonte devem ser informados na Dirf: a) da pessoa jurídica que tiver pago a outras pessoas jurídicas importâncias a título de comissões e corretagens relativas a: a.1) colocação ou negociação de títulos de renda fixa; a.2) operações realizadas em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; a.3) distribuição de valores mobiliários emitidos, no caso de pessoa jurídica que atue como agente da companhia emissora; a.4) operações de câmbio; IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

13 a.5) vendas de passagens, excursões ou viagens; a.6) administração de cartões de crédito; a.7) prestação de serviços de distribuição de refeições pelo sistema de refeições-convênio; e a.8) prestação de serviços de administração de convênios; b) do anunciante que tiver pago a agências de propaganda importâncias relativas à prestação de serviços de propaganda e publicidade. As pessoas jurídicas que tiverem recebido as importâncias de que trata este subtópico deverão fornecer às pessoas jurídicas que as tiverem pago, até 31 de janeiro do ano subsequente àquele a que se referir a Dirf, documento comprobatório com indicação do valor das importâncias recebidas e do respectivo Imposto sobre a Renda recolhido, relativos ao ano-calendário anterior. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 16 e 17) 7. Órgãos, autarquias e fundações da administração pública federal Deverão ser prestadas informações relativas à retenção do IRRF e das contribuições incidentes sobre os pagamentos efetuados a pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens ou prestação de serviços, nos termos do art. 64 da Lei nº 9.430/1996, nas Dirf entregues por: a) órgãos públicos; b) autarquias e fundações da administração pública federal; c) empresas públicas; d) sociedades de economia mista; e e) demais entidades de cujo capital social sujeito a voto a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria, e que recebam recursos do Tesouro Nacional e estejam obrigadas a registrar a sua execução orçamentária e financeira no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 4º) 8. Empresas fusionadas, incorporadas ou cindidas No caso de fusão, incorporação ou cisão: a) as empresas fusionadas, incorporadas ou extintas por cisão total deverão prestar informações relativas aos seus beneficiários, de 1º de janeiro até a data do evento, sob os seus correspondentes números de inscrição no CNPJ; b) as empresas resultantes da fusão, da cisão parcial, bem como as novas empresas que resultarem da cisão total deverão prestar as informações relativas aos seus beneficiários, a partir da data do evento, sob os seus números de inscrição no CNPJ; e c) a pessoa jurídica incorporadora e a remanescente da cisão parcial deverão prestar informações relativas aos seus beneficiários, tanto anteriores como posteriores à incorporação e cisão parcial, para todo o ano-calendário, sob os seus respectivos números de inscrição no CNPJ. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 23) 8.1 Exemplos a) Fusão: Empresa A + Empresa B = Empresa C : a.1) a empresa A apresentará declaração de extinção informando os rendimentos, dedução, imposto dos beneficiários de janeiro até a data do evento (prazo de entrega da Dirf: último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do evento); a.2) a empresa B apresentará declaração de extinção informando os rendimentos/ dedução/imposto dos beneficiários de janeiro até a data do evento (prazo de entrega da Dirf: último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do evento); a.3) a empresa C apresentará declaração normal, no prazo normal, informando os rendimentos/dedução/imposto de todos os beneficiários da data do evento até o final do ano-calendário; b) Incorporação: Empresa A + Empresa B = Empresa A: b.1) a empresa B apresentará declaração de extinção informando os rendimentos, dedução, imposto dos beneficiários de janeiro até a data do evento (prazo de entrega da Dirf: último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do evento); b.2) a empresa A apresentará declaração normal, no prazo normal, informando os rendimentos/dedução/imposto dos beneficiários de A para o ano-calendário, e dos beneficiários de B a partir da data do evento até o final do ano-calendário; Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-11

14 c) Cisão total: Empresa A = Empresa B + Empresa C: c.1) A empresa A apresentará declaração de extinção informando os rendimentos, dedução, imposto dos beneficiários de janeiro até a data do evento (prazo de entrega da Dirf: último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do evento); c.2) a empresa B apresentará declaração normal, no prazo normal, informando os rendimentos/dedução/imposto dos seus beneficiários da data do evento até o final do ano-calendário; c.3) a empresa C apresentará declaração normal, no prazo normal, informando os rendimentos/dedução/imposto de todos seus beneficiários da data do evento até o final do ano-calendário; d) Cisão parcial: Empresa A = Empresa A + Empresa B: d.1) a empresa A apresentará declaração normal, no prazo normal, informando os rendimentos, dedução, imposto de todos os beneficiários que permaneceram em A para o ano-calendário, e dos beneficiários que foram para B desde 1º de janeiro até a data do evento; d.2) a empresa B apresentará declaração normal, no prazo normal, informando os rendimentos, dedução, imposto dos seus beneficiários da data do evento até o final do ano-calendário. 9. Encerramento de atividades No caso de extinção decorrente de encerramento de atividades ocorrida no ano-calendário de 2014, a pessoa jurídica extinta deverá apresentar a Dirf relativa ao ano-calendário de 2014 até o último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do evento, exceto quando o evento ocorrer no mês de janeiro, caso em que a Dirf poderá ser entregue até o dia Considera-se como termo da extinção a data: a) de deliberação entre seus membros, nos casos de incorporação, fusão e cisão total; b) da sentença de encerramento, no caso de falência; c) da publicação, no Diário Oficial da União, do ato de encerramento da liquidação, no caso de liquidação extrajudicial promovida pelo Bacen em instituições financeiras; d) de expiração do prazo estipulado no contrato, no caso de extinção de sociedades com data prevista no contrato social; e) do registro de ato extintivo no órgão competente, nos demais casos; f) do arquivamento da decisão de cancelamento de registro pela Junta Comercial, com base no art. 60 da Lei nº 8.934/ Exemplo Extinção: Empresa A A empresa A apresentará declaração de extinção informando os rendimentos, dedução, imposto dos beneficiários de janeiro até a data da extinção. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 9º, 1º, e 23) 10. Saída definitiva do País e encerramento de espólio Na hipótese de saída definitiva do Brasil ou de encerramento de espólio ocorrido no ano-calendário de 2014, a Dirf de fonte pagadora pessoa física relativa a esse ano-calendário deverá ser apresentada: a) no caso de saída definitiva, até: a.1) a data da saída em caráter permanente; ou a.2) 30 dias contados da data em que a pessoa física declarante completar 12 meses consecutivos de ausência, no caso de saída em caráter temporário; b) no caso de encerramento de espólio, no mesmo prazo previsto no tópico 9 para a apresentação da Dirf relativa ao ano-calendário de (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 9º, 2º, II) 11. Retificação Para alterar a Dirf apresentada anteriormente, deverá ser apresentada a Dirf retificadora, por meio do site da RFB na Internet, observando-se que: a) a Dirf retificadora deverá conter todas as informações anteriormente declaradas, alteradas ou não, exceto aquelas que se pretenda excluir, bem como as informações a serem adicionadas, se for o caso; b) a Dirf retificadora de instituições administradoras ou intermediadoras de fundos ou clubes de investimentos deverá conter as informações relativas aos fundos ou clubes de investimento anteriormente declaradas, ajustadas com as exclusões ou com a adição de novas informações, conforme o caso; IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

15 c) a Dirf retificadora substituirá integralmente as informações apresentadas na declaração anterior. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 24) 12. Processamento da Dirf Após a apresentação da Dirf, será classificada em uma das seguintes situações: a) em processamento, indicando que a declaração foi apresentada e o processamento ainda está sendo realizado; b) aceita, indicando que o processamento da declaração foi encerrado com sucesso; c) rejeitada, indicando que, durante o processamento, foram detectados erros e a declaração deverá ser retificada; d) retificada, indicando que a declaração foi substituída integralmente por outra; ou e) cancelada, indicando que a declaração foi cancelada, encerrando todos os seus efeitos legais. A RFB disponibilizará informação referente às situações de processamento, mediante consulta em seu site na Internet, com o uso do número do recibo de entrega da declaração. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, arts. 25 e 26) 13. Penalidades 13.1 Falta de entrega ou entrega fora do prazo A falta de apresentação da Dirf no prazo informado no tópico 5 sujeitará a pessoa física ou jurídica obrigada a sua apresentação à multa de 2% ao mês- -calendário ou fração, que incidirá sobre o montante dos tributos e das contribuições informados na Dirf, ainda que tenham sido integralmente pagos, limitada a 20%. Para efeito de aplicação da multa, é considerado como termo inicial o dia seguinte ao término do prazo originalmente fixado para a entrega da declaração e, como termo final, a data da efetiva entrega ou, no caso de não apresentação, a data da lavratura do auto de infração. A multa mínima a ser aplicada será de: a) R$ 200,00, tratando-se de pessoa física, pessoa jurídica inativa e pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional; b) R$ 500,00, nos demais casos. Entretanto, no caso de: a) órgãos públicos da administração direta dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, as penalidades mencionadas anteriormente serão lançadas em nome do respectivo ente da Federação a que pertençam; b) autarquias e fundações públicas federais, estaduais, distritais ou municipais, que se constituam em unidades gestoras de orçamento, as penalidades referidas serão lançadas em nome da respectiva autarquia ou fundação. s (1) Considera-se não entregue a declaração que não atenda às especificações técnicas estabelecidas pela RFB, caso em que o sujeito passivo será intimado a apresentar nova declaração no prazo de 10 dias, contados da ciência da intimação, e estará sujeito à multa de que trata este subtópico. (2) No caso de entrega da Dirf fora do prazo, será emitida notificação de multa por atraso correspondente, sendo esta gravada juntamente com o recibo de entrega da declaração. Conforme alteração introduzida no Decreto nº /1972, art. 23, 2º, pela Lei nº /2013, art. 33, considera-se o sujeito passivo intimado, por meio eletrônico: a) 15 dias contados da data registrada no comprovante de entrega no domicílio tributário do sujeito passivo; b) na data em que o sujeito passivo efetuar consulta no endereço eletrônico a ele atribuído pela administração tributária, se ocorrida antes do prazo previsto na letra a ; ou c) na data registrada no meio magnético ou equivalente utilizado pelo sujeito passivo. (Lei nº /2002, art. 7º; Lei nº /2004, art. 19; Instrução Normativa SRF nº 197/2002; Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 27) 13.2 Irregularidades no preenchimento não sanadas no prazo fixado em intimação O declarante estará sujeito a multa quando forem constatadas na Dirf as seguintes irregularidades, não sanadas no prazo fixado em intimação: a) falta de indicação do número de inscrição no CPF ou no CNPJ; b) indicação do número de inscrição no CPF de forma incompleta, assim entendido o que não contiver 11 dígitos, dos quais 9 constituem a base e 2 são para a formação do dígito verificador (DV); Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-13

16 c) indicação do número de inscrição no CNPJ de forma incompleta, assim entendido o que não contiver 14 dígitos, dos quais 8 são base, 4 são para a formação do número de ordem e 2 são para a formação do DV; d) indicação do número de inscrição no CPF ou no CNPJ inválido, assim entendido o que não corresponder ao constante no cadastro mantido pela RFB; e) não indicação ou indicação incorreta de beneficiário; f) código de retenção não informado, inválido ou indevido, considerando-se: f.1) inválido o código que não conste da Tabela de Códigos do IR na fonte vigente em 31 de dezembro do ano a que se referir a Dirf; f.2) indevido o código que não corresponda à especificação do rendimento ou ao beneficiário; g) beneficiário informado mais de uma vez por um mesmo declarante, sob um mesmo código de retenção; h) outras irregularidades verificadas no preenchimento da Dirf. O declarante será intimado a corrigir as irregularidades constatadas na declaração no prazo de 10 dias contados da ciência da intimação. A não correção das irregularidades, ou a sua correção após esse prazo, sujeitará o declarante à multa de R$ 20,00 para cada grupo de 10 ocorrências. A comprovação do recolhimento da multa não dispensa o declarante da reapresentação da Dirf corrigida. Ressalta-se que a comprovação do recolhimento da multa não dispensa o declarante da reapresentação da Dirf corrigida. (Lei nº /2002, art. 7º, IV; Lei nº /2004, art. 19; Instrução Normativa SRF nº 197/2002, art. 2º) 13.3 Redução das multas As multas de que trata o subtópico 13.1 (exceto as multas mínimas) serão reduzidas: a) em 50%, quando a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; b) em 25%, se houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação. Até , a multa pelo atraso na entrega da Dirf, quando aplicada à associação sem fins lucrativos, será reduzida a 10% se: a) a declaração for apresentada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; b) houver a apresentação da declaração no prazo fixado em intimação (Lei nº /2008, art. 30). (Lei nº /2002, art. 7º, 2º; Lei nº /2004, art. 19; Instrução Normativa SRF nº 197/2002, art. 1º, 2º) 13.4 Códigos de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) para pagamento das multas Os códigos de Darf para pagamento das multas de que tratam os subtópicos 13.1 e 13.2 são: a) omissão/erro; b) atraso na entrega. (Ato Declaratório Executivo Corat nº 87/2006) 14. Tabela de códigos obrigatórios No preenchimento da Dirf, os rendimentos tributáveis informados deverão ser especificados de acordo com a Tabela de Códigos de Retenção Obrigatórios anexa à Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, que consta das instruções de preenchimento contidas no programa gerador da Dirf, disponibilizado pela RFB na Internet, em que apresentam-se as seguintes tabelas como anexos: a) Tabela de Códigos de Receitas (Anexo I); b) Tabelas Relativas a Rendimento de Beneficiário no Exterior (Anexo II); e c) Tabela de Código dos Países (Anexo III). (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 29) 15. Guarda das informações Os declarantes deverão manter todos os documentos contábeis e fiscais relacionados com o Imposto sobre a Renda ou contribuições retidos na fonte, bem como as informações relativas a beneficiários sem retenção de Imposto sobre a Renda ou de contribuições na fonte, pelo prazo de 5 anos, contados da data da apresentação da Dirf à RFB. Os registros e controles de todas as operações, constantes na documentação comprobatória, deverão ser separados por estabelecimento, e deverão ser apresentados quando solicitados pela autoridade fiscalizadora IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

17 O disposto neste subtópico não se aplica em relação às informações de beneficiário de prêmios em dinheiro obtidos em loterias, mesmo as de finalidade assistencial, inclusive as exploradas diretamente pelo Estado, concursos desportivos em geral, compreendidos os de turfe e sorteios de qualquer espécie, exclusive os de antecipação nos títulos de capitalização e os de amortização e resgate das ações das sociedades anônimas, a que se refere o art. 14 da Lei nº 4.506/1964, cujo valor seja inferior a R$ 1.710,78. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 28) 16. Leiaute O leiaute aplicável aos campos, registros e arquivos da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf 2014) foi aprovado por meio do Ato Declaratório Executivo Cofis nº 82/2013. (Instrução Normativa RFB nº 1.406/2013, art. 30; Ato Declaratório Executivo Cofis nº 82/2013) N a Direito Comercial Cédula de crédito rural SUMÁRIO 1. Introdução 2. Tipos de cédula de crédito rural 3. Inscrição e averbação da cédula de crédito rural 4. Do cancelamento da inscrição da cédula de crédito rural 5. Garantias da cédula de crédito rural 1. Introdução A cédula de crédito rural constitui-se em um dos primeiros modelos de cédulas existentes em nosso ordenamento jurídico, sendo o instrumento através do qual a instituição financeira concede o financiamento regulado pelo Decreto-lei nº 167/1967. Essas cédulas nada mais são do que promessas de pagamento, com ou sem garantia real. Havendo a promessa com garantia real de pagamento, temos a cédula de crédito rural; caso contrário, teremos tão somente a nota de crédito rural. 2. Tipos de cédula de crédito rural Conforme o Decreto-lei nº 167/1967, a cédula de crédito rural é promessa de pagamento em dinheiro, com ou sem garantia real cedularmente constituída, sob as seguintes denominações e modalidades: cédulas rurais pignoratícias, cédulas rurais hipotecárias, cédulas rurais pignoratícias e hipotecárias e notas de crédito rural. 2.1 Cédulas rurais pignoratícias As cédulas rurais pignoratícias se consubstanciam em uma promessa de pagamento com garantia de bens, os quais continuam na posse do devedor. Os requisitos formais desse título são, de forma genérica, os seguintes: a) denominação Cédula Rural Pignoratícia ; b) data e condições de pagamento; c) nome do credor e cláusula à ordem; d) valor do crédito deferido; e) descrição dos bens vinculados em penhor; f) taxa dos juros a pagar e da fiscalização de pagamento; g) praça do pagamento; h) data e lugar da emissão; e i) assinatura do próprio punho do emitente ou de representante com poderes especiais. 2.2 Cédulas rurais hipotecárias Nas cédulas rurais hipotecárias, a garantia se dará através de um imóvel, de cuja hipoteca abrangerá todas as acessões e melhoramentos do imóvel. Os requisitos da cédula rural hipotecária encontram- -se relacionados no Decreto-lei nº 167/1967, art. 20, sendo os mesmos da cédula rural pignoratícia descrita no subitem 2.1, variando apenas a letra e, que determina a descrição do imóvel hipotecado ao invés da descrição do bem. São abrangidos pela hipoteca constituída as construções, os respectivos terrenos, os maquinismos, as instalações e benfeitorias (Decreto-lei nº 167/1967, art. 20). 2.3 Cédula rural pignoratícia e hipotecária Nessa cédula, a garantia é prestada tanto por bens imóveis quanto por bens móveis, ou seja, são dados como garantia não apenas os móveis incorpo- Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-15

18 rados aos imóveis (tais como máquinas e aparelhos), mas também os existentes em local diferente do imóvel. Verifica-se, portanto, tratar-se de uma dupla garantia, plenamente caracterizada pelo penhor e pela hipoteca. Os requisitos da cédula rural hipotecária encontram-se relacionados no Decreto-lei nº 167/1967, art. 25, sendo também os mesmos da cédula rural pignoratícia, destacando-se, porém, que deverá haver a descrição dos bens vinculados ao penhor e a determinação da descrição do imóvel hipotecado. 2.4 de crédito rural Os requisitos da nota de crédito rural encontram- -se relacionados no Decreto-lei nº 167/1967, art. 27, e também são os mesmos da cédula rural pignoratícia, exceto a descrição dos bens vinculados em penhor, que é desnecessária. 3. Inscrição e averbação da cédula de crédito rural As cédulas de crédito rural, para terem eficácia contra terceiros, devem estar inscritas no Cartório do Registro de Imóveis das seguintes circunscrições (Decreto-lei nº 167/1967, art. 30): a) a cédula rural pignoratícia, no da circunscrição em que esteja situado o imóvel de localização dos bens apenhados; b) a cédula rural hipotecária, no da circunscrição em que esteja situado o imóvel hipotecado; c) a cédula rural pignoratícia e hipotecária, no da circunscrição em que esteja situado o imóvel de localização dos bens apenhados e no da circunscrição em que esteja situado o imóvel hipotecado; d) a nota de crédito rural, no da circunscrição em que esteja situado o imóvel a cuja exploração se destina o financiamento cedular. Sendo nota de crédito rural emitida por cooperativa, a inscrição far-se-á no Cartório do Registro de Imóveis de domicílio da emitente. A inscrição será feita na ordem de apresentação da cédula a registro em livro próprio denominado Registro de Cédulas de Crédito Rural, que constará na anotação dos seguintes requisitos celulares: a) data do pagamento havendo prestações periódicas ou ajuste de prorrogação, consignar, conforme o caso, a data de cada uma delas ou as condições a que está sujeita sua efetivação; b) nome do emitente, do financiador e do endossatário, se houver; c) valor do crédito deferido e o de cada um dos pagamentos parcelados, se for o caso; d) praça do pagamento; e) data e lugar da emissão. 4. Do cancelamento da inscrição da cédula de crédito rural O cancelamento da inscrição da cédula de crédito rural será feito mediante a averbação, no livro próprio, da ordem judicial competente ou prova da quitação da cédula, lançada no próprio título ou passada em documento em separado com força probante. Na averbação do cancelamento da inscrição, constarão as características do instrumento de quitação, ou a declaração, sendo o caso, de que a quitação foi passada na própria cédula, indicando-se, em qualquer hipótese, o nome do quitante e a data da quitação; a ordem judicial de cancelamento será também referida na averbação, pela indicação da data do mandado, Juízo de que procede, nome do Juiz que o subscreve e demais características ocorrentes. 5. Garantias da cédula de crédito rural De acordo com o Decreto-lei nº 167/1967, arts. 55 e 56, podem ser objeto de penhor cedular os gêneros oriundos da produção agrícola, extrativa ou pastoril, ainda que destinados a beneficiamento ou transformação, inclusive os seguintes bens e respectivos acessórios, quando destinados aos serviços das atividades rurais: a) caminhões, camionetas de carga, furgões, jipes e quaisquer veículos automotores ou de tração mecânica; b) carretas, carroças, carros, carroções e quaisquer veículos não automotores; c) canoas, barcas, balsas e embarcações fluviais, com ou sem motores; d) máquinas e utensílios destinados ao preparo de rações ou ao beneficiamento, armazenagem, industrialização, frigorificação, conservação, acondicionamento e transporte de produtos e subprodutos agropecuários ou extrativos, ou utilizados nas atividades rurais, bem como bombas, motores, canos e demais pertences de irrigação; IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

19 e) incubadoras, chocadeiras, criadeiras, pinteiros e galinheiros desmontáveis ou móveis, gaiolas, bebedouros, campânulas e quaisquer máquinas e utensílios usados nas explorações avícolas e agropastoris. Os bens dados em garantia assegurarão o pagamento do principal, juros, comissões, pena convencional, despesas legais e convencionais com as preferências estabelecidas na legislação em vigor. Se baixar no mercado o valor dos bens da garantia ou se verificar qualquer ocorrência que determine diminuição ou depreciação da garantia constituída, o emitente reforçará essa garantia dentro do prazo de 15 dias da notificação que o credor lhe fizer, por carta enviada pelo correio, sob registro, ou pelo oficial do Registro de Títulos e Documentos da Comarca. s (1) Nos casos de substituição de animais por morte ou inutilização, assiste ao credor o direito de exigir que os substitutos sejam da mesma espécie e categoria dos substituídos. (2) Quando o penhor for constituído por animais, o emitente da cédula fica obrigado a manter todo o rebanho, inclusive os animais adquiridos com o financiamento, se for o caso, protegidos pelas medidas sanitárias e profiláticas recomendadas em cada caso, contra a incidência de zoonoses, moléstias infecciosas ou parasitárias de ocorrência frequente na região. N a IOB Setorial Construção civil CSL/Cofins/PIS-Pasep/Simples Nacional - Incidência de tributos sobre as atividades vinculadas à construção civil 1. Introdução O setor da construção civil abrange uma infinidade de atividades, tais como: o fornecimento de bens, locação de mão de obra e de prestação de serviços. Nesse texto, abordaremos o tema quanto à retenção na fonte do Imposto de Renda, da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL), da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep, bem como a apuração do valor devido no Simples Nacional. 2. Retenção na fonte do imposto e das contribuições De acordo com a Solução de Consulta Cosit nº 28/2013, para fins da retenção na fonte do Imposto de Renda, da CSL, da Cofins, da contribuição para o PIS-Pasep, sobre os pagamentos efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas, de que trata o art. 30 da Lei nº /2003, deve ser observado o seguinte: a) compras de materiais e locação de equipamentos: sobre os pagamentos efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado pela compra de materiais aplicados em obras de reparos em condomínios e por locações de equipamentos a estes condomínios, ou a empresa administradora de condomínios, não é devida a retenção na fonte da CSL, da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep, de que trata o art. 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004, com esteio no art. 30 da Lei nº /2003, uma vez que tais dispositivos submetem à retenção apenas aqueles pagamentos para os serviços neles listados; b) mudança na estrutura da edificação: sobre os pagamentos efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado pela prestação de serviços de reforma de edi- Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 IR/LS07-17

20 ficações, consideradas como aquelas que alterem a estrutura da edificação, não é devida a retenção na fonte da CSL, da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep, de que trata o art. 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004, com esteio no art. 30 da Lei nº /2003, visto não se configurarem serviços de conservação ou manutenção de edificações de que tratam tais dispositivos; c) serviços de manutenção e conservação, sem mudança na estrutura: sobre os pagamentos superiores ao limite de R$ 5.000,00, estabelecido no 3º do art. 31 da Lei nº /2003, efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado por serviços de conservação ou manutenção de edificações, quando não implicarem a alteração da estrutura da edificação e quando tais pagamentos decorrerem de um contrato de manutenção, com ou sem prazo determinado, ou quando os serviços de manutenção ou conservação de edifícios, independentemente de contrato, forem prestados de forma sistemática, a retenção da CSL, da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep de que trata o art. 1º da Instrução Normativa SRF n 459/2004, com esteio no art. 30 da Lei nº /2003, será obrigatória. Contudo, tais pagamentos não se sujeitam a esta retenção, de acordo com a criterização vazada pelo inciso II do 2º do art. 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004, quando tais serviços de manutenção tiverem caráter isolado, sem um contrato e sem que o serviço seja prestado a essa pessoa jurídica com regularidade ou continuidade, como no caso de um mero reparo; d) locação de mão de obra: sobre os pagamentos superiores ao limite estabelecido no 3º do art. 31 da Lei nº /2003, efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado por locação de mão de obra, a retenção na fonte da CSL, da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep, de que trata o art. 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004, com esteio no art. 30 da Lei nº /2003, será obrigatória, por expressa disposição do art. 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004. A condição principal para que se realize essa modalidade de transação é a obrigação assumida pela locadora de contratar empregados, trabalhadores avulsos ou autônomos sob sua exclusiva responsabilidade do ponto de vista jurídico. Apesar de o vínculo empregatício ou de prestação de serviços pelos trabalhadores ser restrito à locadora, os trabalhadores empregados ou contratados ficam à disposição da tomadora dos serviços (ou locatária), que detém o comando determinando as tarefas, fiscalizando a execução dos trabalhos, enfim, controlando o andamento dos serviços desempenhados pelos empregados ou contratados da locadora colocados à sua disposição; e) serviços profissionais - engenharia: sobre os pagamentos superiores ao limite estabelecido no 3º do art. 31 da Lei nº /2003, efetuados por pessoas jurídicas a outras pessoas jurídicas de direito privado pela remuneração por serviços profissionais listados no art. 647 do RIR/1999, a retenção na fonte da CSL, da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep, de que trata o art. 1º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004, com esteio no art. 30 da Lei nº /2003, será obrigatória. Em especial, há retenção sobre a remuneração de serviços profissionais de engenharia (exceto construção de estradas, pontes, prédios e obras assemelhadas), caracterizados de acordo com a Resolução nº 218/1973, a qual regula o exercício das profissões de engenheiro, entre outras. 3. Simples Nacional Conforme esclarece a Solução de Divergência Cosit nº 33/2013, a pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional que não exerce atividade vedada a esse regime de tributação, contratada para prestar serviço de pintura predial, exceto aqueles caracterizados como paisagismo ou decoração de interiores, em relação a essa atividade, deve ser tributada na forma do Anexo III da Lei Complementar nº 123/2006, e não está sujeita à retenção da contribuição previdenciária prevista no art. 31 da Lei nº 8.212/1991, ainda que prestados mediante empreitada. Entretanto, se forem prestados mediante cessão ou locação de mão de obra, constituem atividade vedada ao Simples Nacional. Caso essa pessoa jurídica seja contratada para construir imóvel, executar obra de engenharia ou projetos de paisagismo ou de decoração de interiores em que o serviço de pintura faça parte do contrato, a tributação desse serviço ocorrerá juntamente com a execução da obra ou projeto, na forma do Anexo IV da Lei Complementar nº 123/ IR/LS Manual de Procedimentos - Fev/ Fascículo 07 - Boletim IOB

Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. 1) O Órgão Público está obrigado à entrega da DIRF?

Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte. 1) O Órgão Público está obrigado à entrega da DIRF? Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte 1) O Órgão Público está obrigado à entrega da DIRF? Sim. A legislação da DIRF, Instrução Normativa n 1.406, de 23 de outubro de 2013, coloca como pessoa jurídica

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 983, de 18 de dezembro de 2009 - Impressão

Instrução Normativa RFB nº 983, de 18 de dezembro de 2009 - Impressão Page 1 of 9 Instrução Normativa RFB nº 983, de 18 de dezembro de 2009 DOU de 21.12.2009 Dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o programa gerador da Dirf 2010. Alterada

Leia mais

DIRF 2016 Aspectos Gerais para Apresentação. 1. Introdução DIRF-2015-1 -

DIRF 2016 Aspectos Gerais para Apresentação. 1. Introdução DIRF-2015-1 - SUMÁRIO 1. Introdução 2. Prazo para Apresentação 2.1. Situações especiais 2.2. Saída definitiva do País 3. Programa Gerador da DIRF 2016 3.1. Apresentação da DIRF 2016 3.2. Processamento da DIRF 2016 4.

Leia mais

14/2/2013 DIRF-2013. Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado

14/2/2013 DIRF-2013. Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado DIRF-2013 Professor Carlos Alberto Silva de Lima Bacharel em Ciências Contábeis Pós Graduado 1 Obrigatoriedade de apresentação Programa gerador A apresentação Prazo de apresentação Retificação Processamento

Leia mais

DIRF - 2013. Fortaleza-CE, 20 de fevereiro de 2013. Plantão Fiscal da DRF/Fortaleza

DIRF - 2013. Fortaleza-CE, 20 de fevereiro de 2013. Plantão Fiscal da DRF/Fortaleza DIRF - 2013 Fortaleza-CE, 20 de fevereiro de 2013 Plantão Fiscal da DRF/Fortaleza 1 O QUE É A DIRF? É a Declaração em que é informada à RFB: Os rendimentos pagos a pessoas físicas domiciliadas no País,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.406, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013, (D.O.U. de 24.10.2013)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.406, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013, (D.O.U. de 24.10.2013) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.406, DE 23 DE OUTUBRO DE 2013, (D.O.U. de 24.10.2013) Dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o Programa Gerador da Dirf 2014 (PGD Dirf 2014).

Leia mais

ANO XXV - 2014-4ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2014

ANO XXV - 2014-4ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2014 ANO XXV - 2014-4ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2014 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF - DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE - NORMAS PARA APRESENTAÇÃO 2014... Pág. 104

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 01/11/2012.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 01/11/2012. DIRF 2013 - Regras para Apresentação Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 01/11/2012. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO 2.1.1 - Serviços Notariais e de Cartórios

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E TRIBUTOS

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E TRIBUTOS VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E TRIBUTOS Orientador Empresarial IRRF - DIRF Ano Calendário 2010 Programa Gerador 2011 - Disposições INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO

1. OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO ORIENTAÇÃO DIRF Normas para Apresentação Veja os procedimentos para entrega da Dirf/2012 Além do controle da arrecadação fiscal, a Dirf Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, que inclui também

Leia mais

ANO XXVI - 2015-1ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 01/2015

ANO XXVI - 2015-1ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 01/2015 ANO XXVI - 2015-1ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 01/2015 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE COMPROVANTE ANUAL DE RENDIMENTOS PAGOS OU CREDITADOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE

Leia mais

DIRF 2015 (ano-calendário 2014)

DIRF 2015 (ano-calendário 2014) DIRF 2015 (ano-calendário 2014) A Instrução Normativa nº 1.503, de 29 de outubro de 2014, que dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o Programa Gerador da Dirf 2015

Leia mais

VAI ABRIR UMA LOJA VIRTUAL? ENTÃO SIGA UM ROTEIRO CONTÁBIL

VAI ABRIR UMA LOJA VIRTUAL? ENTÃO SIGA UM ROTEIRO CONTÁBIL CADASTRO / SOCIETÁRIO VAI ABRIR UMA LOJA VIRTUAL? ENTÃO SIGA UM ROTEIRO CONTÁBIL Montar o seu comércio, seja ele físico ou virtual, requer foco, disciplina e uma boa dose de paciência. E ainda que o seu

Leia mais

COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE

COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA NA FONTE Ano Calendário/ 2010 Quer entender um pouco mais sobre este documento? Conheça as informações que devem constar em cada quadro

Leia mais

Treinamento da DIRF e Comprovante de Rendimentos

Treinamento da DIRF e Comprovante de Rendimentos Treinamento da DIRF e Comprovante de Rendimentos Este treinamento tem o objetivo de demonstrar as informações e funcionalidades da DIRF em relação às rotinas específicas do sistema JB Folha de Pagamento.

Leia mais

Filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior;

Filiais, sucursais ou representações de pessoas jurídicas com sede no exterior; O que é a Dirf? A Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Dirf é a declaração feita pela fonte pagadora, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita Federal do Brasil os rendimentos

Leia mais

Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto Sobre a Renda Retido na Fonte

Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto Sobre a Renda Retido na Fonte Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto Sobre a Renda Retido na Fonte INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO COMPROVANTE DE RENDIMENTOS PAGOS E DE IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE Quadro 3: Nesse

Leia mais

Perguntas e Respostas Dirf 2015 Programa Gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte versão 1.0

Perguntas e Respostas Dirf 2015 Programa Gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte versão 1.0 Perguntas e Respostas Dirf 2015 Programa Gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte versão 1.0 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL PROGRAMA GERADOR DA DECLARAÇÃO

Leia mais

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE DEZEMBRO DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 52/2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE DEZEMBRO DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 52/2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE DEZEMBRO DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 52/2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA REMUNERAÇÃO INDIRETA - TRATAMENTO TRIBUTÁRIO Introdução - Cômputo na Remuneração do Beneficiário

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone/fax (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

Resenha de Matérias Técnicas Nº. 803, de 27 11 2014

Resenha de Matérias Técnicas Nº. 803, de 27 11 2014 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Resenha de Matérias Técnicas Nº. 803, de 27 11 2014 Veículos pesquisados no período

Leia mais

Dirf 2013 PERGUNTAS & RESPOSTAS

Dirf 2013 PERGUNTAS & RESPOSTAS Dirf 2013 PERGUNTAS & RESPOSTAS INFORMAÇÕES GERAIS... 5 1 - O que é a Dirf?... 5 2 - Onde obter mais informações sobre a Dirf 2013?... 5 3 - O que é o Batimento Dirf x Darf?... 5 4 - O que é o Batimento

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.297, DE 17 DE OUTUBRO DE 2012, DOU DE 18.10.2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.297, DE 17 DE OUTUBRO DE 2012, DOU DE 18.10.2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.297, DE 17 DE OUTUBRO DE 2012, DOU DE 18.10.2012. Dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) e o Programa Gerador da Dirf 2013 (PGD 2013). A

Leia mais

CARTILHA PARA EMISSÃO DA DIRF NO ESTADO DA BAHIA

CARTILHA PARA EMISSÃO DA DIRF NO ESTADO DA BAHIA CARTILHA PARA EMISSÃO DA DIRF NO ESTADO DA BAHIA 2014 1 ÍNDICE 1. O QUE É DIRF... 3 2. OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DA DIRF... 3 3. QUAIS INFORMAÇÕES DEVEM CONSTAR NA DIRF... 5 4. CRITÉRIOS UTILIZADOS PARA

Leia mais

Declarações Acessórias nos Órgãos Públicos

Declarações Acessórias nos Órgãos Públicos Declarações Acessórias nos Órgãos Públicos DIRF, RAIS e DCTF Com Prática no Computador Palestrante: Zenaide Carvalho Administradora e Contadora, especialista em Auditoria e Controladoria, Pós-graduanda

Leia mais

DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE O que é? Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte - DIRF é a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 180 - Data 25 de junho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF Assunto: Obrigações Acessórias DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE

Leia mais

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped. 001 O que é a EFD-Contribuições? A EFD-Contribuições é a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição

Leia mais

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS

COMERCIALIZAÇÃO PROIBIDA POR TERCEIROS 58 ISSN 1677-7042 1 Nº 243, terça-feira, 20 de dezembro de 2011 maligna, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave, ença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante,

Leia mais

03 - Pergunta: Os Condomínios Edilícios e as Pessoas Físicas estão obrigados a entrega da declaração com o uso do certificado digital?

03 - Pergunta: Os Condomínios Edilícios e as Pessoas Físicas estão obrigados a entrega da declaração com o uso do certificado digital? PERGUNTAS E RESPOSTAS Dirf 2012 01 - Pergunta: O que é Dirf? Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte - Dirf é a declaração feita pela FONTE PAGADORA, com o objetivo de informar à Secretaria da Receita

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL Nº 179, sexta-feira, 18 de setembro de 2015 1 ISSN 1677-7042 21 RECURSO Nº 6869 - Processo SUSEP nº 15414.200147/2012-55 - Recorrente: APLUB Previdência Privada; Recorrida: Superintendência de Seguros

Leia mais

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 PIS/COFINS EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO 2. CERTIFICADO DIGITAL 3. OBRIGATORIEDADE 3.a Dispensa de Apresentação da EFD-Contribuições

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. PIS E COFINS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 14.08.2012. Sumário: 1 ENTIDADES FINANCEIRAS 2 - DA ALÍQUOTA 3 - DA BASE DE CÁLCULO 3.1 Receitas Incorridas

Leia mais

INVESTIMENTO I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR II - SIMULE E FAÇA CONTRIBUIÇÕES ADICIONAL

INVESTIMENTO I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR II - SIMULE E FAÇA CONTRIBUIÇÕES ADICIONAL INVESTIMENTO I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR II - SIMULE E FAÇA CONTRIBUIÇÕES ADICIONAL I - IMPOSTO DE RENDA NA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR A Lei n.º 11.053, de 29 de dezembro de 2004, trouxe

Leia mais

Confira os critérios para retenção do Imposto de Renda sobre aluguéis e royalties

Confira os critérios para retenção do Imposto de Renda sobre aluguéis e royalties ALUGUÉIS Retenção do Imposto Confira os critérios para retenção do Imposto de Renda sobre aluguéis e royalties A legislação tributária prevê que constituem rendimento bruto sujeito ao Imposto de Renda

Leia mais

RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA FÍSICA E DO EXTERIOR PELOS DEPENDENTES

RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA FÍSICA E DO EXTERIOR PELOS DEPENDENTES IDENTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE Nome: ESMERALDA ROCHA Data de Nascimento: 19/02/1964 Título Eleitoral: 0153835060116 Houve mudança de endereço? Sim Um dos declarantes é pessoa com doença grave ou portadora

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXI - 2010-4ª SEMANA DE NOVEMBRO DE 2010 BOLETIM INFORMARE Nº 48/2010 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA - ASPECTOS TRIBUTÁRIOS Conceito - Procedimentos Fiscais na Extinção

Leia mais

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO - PRAZO PARA PAGAMENTO. Conheça a forma e os prazos para pagamento das verbas rescisórias:

RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO - PRAZO PARA PAGAMENTO. Conheça a forma e os prazos para pagamento das verbas rescisórias: PESSOAL RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO - PRAZO PARA PAGAMENTO Conheça a forma e os prazos para pagamento das verbas rescisórias: RESCISÃO DO CONTRATO DE TRABALHO O pedido de demissão ou recibo de quitação

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

Retenção de Impostos e Contribuições

Retenção de Impostos e Contribuições Retenção de Impostos e Contribuições COMO A FONTE PAGADORA DEVE DESCONTAR: IR PIS/PASEP COFINS CSLL ISS INSS Resumo do conteúdo: IR Fonte Assalariados / Pro Labore IR Fonte Terceiros e Não Assalariados

Leia mais

IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010

IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010 IN RFB 1.015/10 - IN - Instrução Normativa RECEITA FEDERAL DO BRASIL - RFB nº 1.015 de 05.03.2010 O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SUBSTITUTO, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal Dedução de dependentes da base de cálculo do IRRF - Federal 03/02/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 4. Conclusão...

Leia mais

b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40.

b) receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40. Vitória/ES, 23 de fevereiro de 2013. ORIENTAÇÕES PARA DECLARAÇÃO DO IRPF 2013 A partir do dia 1º março a Receita Federal começa a receber a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física.

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Comprovante de Rendimentos Financeiros

Comprovante de Rendimentos Financeiros Comprovante de Rendimentos Financeiros INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF

Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF Empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL não estão obrigadas apresentar DCTF A seguir apresentamos um resumo sobre a obrigatoriedade e a não obrigatoriedade de apresentar a DCTF. QUEM ESTÁ OBRIGADO APRESENTAR

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Empregado Estrangeiro - Japão que vem trabalhar no Brasil.docx

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Empregado Estrangeiro - Japão que vem trabalhar no Brasil.docx Empregado Estrangeiro - Japão que vem trabalhar 26/03/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 4. Conclusão... 7 5. Informações

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

ASSUNTO: PEDIDO DE RESTITUIÇÃO IRRF MOLÉSTIA GRAVE

ASSUNTO: PEDIDO DE RESTITUIÇÃO IRRF MOLÉSTIA GRAVE MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM MACAPÁ SEÇÃO DE ORIENTAÇÃO E ANÁLISE TRIBUTÁRIA - SAORT PROCESSO Nº PARECER x INTERESSADO CNPJ/CPF

Leia mais

Como gerar DIRF. Prazo de entrega: Até as 20:00 hs (horário de Brasília) de 24 de fevereiro de 2006

Como gerar DIRF. Prazo de entrega: Até as 20:00 hs (horário de Brasília) de 24 de fevereiro de 2006 Como gerar DIRF 1. Geração do Arquivo...2 1.0. Novidades no Sistema...3 1.1. Pagamento 5º Dia Útil... 3 1.2. Pagamento Dentro do mês... 3 1.3. Preenchimento das Informações para Geração do Arquivo...3

Leia mais

Como gerar DIRF. Prazo de entrega: Até as 20:00 hs (horário de Brasília) de 16 de fevereiro de 2007

Como gerar DIRF. Prazo de entrega: Até as 20:00 hs (horário de Brasília) de 16 de fevereiro de 2007 Como gerar DIRF Prazo de entrega: Até as 20:00 hs (horário de Brasília) de 16 de fevereiro de 2007... 1 Informações Importantes:... 2 Novas informações:... 2 1. Geração do Arquivo...3 1.1. Pagamento 5º

Leia mais

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos.

AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014. c) multa ou qualquer vantagem por rescisão de contratos. Até dia Obrigação AGENDA DAS OBRIGAÇÕES FEDERAIS PARA AGOSTO DE 2014 Histórico ocorridos no período de 21 a 31.07.2014, incidente sobre rendimentos de (art. 70, I, letra "b", da Lei nº 11.196/2005 ): 5

Leia mais

IRPF 2012 Cartilha IR 2012

IRPF 2012 Cartilha IR 2012 IRPF 2012 Cartilha IR 2012 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Santos, (05) de Janeiro de 2011

Santos, (05) de Janeiro de 2011 Santos, (05) de Janeiro de 2011 1 Conteúdo As instruções a seguir têm o objetivo de orientar o preenchimento da Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte e dos Comprovantes de Rendimentos Pessoa Física

Leia mais

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE?

O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? SUMÁRIO I O QUE É A RETENÇÃO NA FONTE? I.1 - RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA... 23 II SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS II.1 - IRRF - SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOAS JURÍDICAS... 29 II.1.1 - Hipóteses

Leia mais

Agenda Tributária: de 12 a 18 de fevereiro de 2015

Agenda Tributária: de 12 a 18 de fevereiro de 2015 Agenda Tributária: de 12 a 18 de fevereiro de 2015 Dia: 13 CIDE - Combustíveis - 9331 Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a comercialização de petróleo e seus derivados, gás

Leia mais

Processo nº 13854.720271/2014-90 Parecer SARAC/DRF/DOU/MS nº 31/2015

Processo nº 13854.720271/2014-90 Parecer SARAC/DRF/DOU/MS nº 31/2015 Processo nº 13854.720271/201490 Parecer SARAC/DRF/DOU/MS nº 31/2015 MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM DOURADOS MS Seção de Arrecadação

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil

DIRF 2011. Secretaria da Receita Federal do Brasil DIRF 2011 O que é a DIRF? É a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte feita pela FONTE PAGADORA, destinada a informar à Secretaria da Receita Federal o valor do Imposto de Renda retido na fonte,

Leia mais

I - as pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as equiparadas, as imunes e as isentas, de forma centralizada, pela matriz;

I - as pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as equiparadas, as imunes e as isentas, de forma centralizada, pela matriz; CURSO DCTF DIRF PER/DCOMP INDICE TEMA PÁG DCTF 01 DIRF 19 PER/DCOMP 33 1) DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTOS FEDERAIS Da Obrigatoriedade de Apresentação da DCTF Art. 2º Deverão apresentar a Declaração

Leia mais

IX ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA APOSENTADORIA

IX ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA APOSENTADORIA IX ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NA APOSENTADORIA Instrução Normativa SRF 15, de 6/2/2001 O que é? Os portadores de câncer (neoplasia maligna) estão isentos do Imposto de Renda relativo aos rendimentos de

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de Transportador Autônomo

Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de Transportador Autônomo Parecer Consultoria Tributária Segmentos IRRF de 10/02/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Incidência do IRRF para

Leia mais

O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física

O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física O QUE É IRPF? Imposto Sobre a Renda Pessoa Física O QUE É DAA? É a Declaração de Imposto de Renda Anual Denominada - Declaração de Ajuste Anual ÓRGÃOS REGULADORES Receita Federal do Brasil Procuradoria

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos IRRF de Locador Residente no Exterior

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos IRRF de Locador Residente no Exterior IRRF de 23/07/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 5 3.1 Incidência do Imposto de Renda Sobre Locação de Imóveis... 5 3.2

Leia mais

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 Divulga a Agenda Tributária do mês de dezembro de 2015. O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, no uso da atribuição

Leia mais

ANO XXV - 2014-5ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 05/2014

ANO XXV - 2014-5ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 05/2014 ANO XXV - 2014-5ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 05/2014 IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE COMPROVANTE ELETRÔNICO DE RENDIMENTOS PAGOS IRRF E SERVIÇOS MÉDICOS E DE SAÚDE - PESSOA FÍSICA

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.218, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011 Altera a Instrução Normativa RFB nº1.052, de 5 de julho de 2010, que institui a Escrituração Fiscal Digital

Leia mais

ANO XXV - 2014-2ª SEMANA DE MARÇO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 11/2014

ANO XXV - 2014-2ª SEMANA DE MARÇO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 11/2014 ANO XXV - 2014-2ª SEMANA DE MARÇO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 11/2014 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA DECLARAÇÃO DE BENEFÍCIOS FISCAIS (DBF) - 2014 OBSERVAÇÕES... Pág. 200 DECLARAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenção de Tributos por Entidades Públicas Federais na Intermediação de Viagens

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenção de Tributos por Entidades Públicas Federais na Intermediação de Viagens Retenção de Tributos por Entidades Públicas Federais na Intermediação de 17/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1

Leia mais

ANEXO I IMPOSTO SOBRE A RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS (IRPJ) ANEXO II IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE (IRRF) Item Código/ Variação

ANEXO I IMPOSTO SOBRE A RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS (IRPJ) ANEXO II IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE (IRRF) Item Código/ Variação 1 ANEXO I IMPOSTO SOBRE A RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS (IRPJ) Item Código/ Variação Periodicidade Período de Apuração do Fato Denominação Gerador 1 0220/01 Tr i m e s t r a l A partir do 1º trimestre de

Leia mais

Contmatic - Escrita Fiscal

Contmatic - Escrita Fiscal Lucro Presumido: É uma forma simplificada de tributação onde os impostos são calculados com base num percentual estabelecido sobre o valor das vendas realizadas, independentemente da apuração do lucro,

Leia mais

Manual de Processamento da DIRF

Manual de Processamento da DIRF Pág. 1/24 Informações Importantes:... 2 Dedução de Dependentes... 3 Nova forma de acesso... 3 1. Geração dos dados da DIRF e Informe de Rendimentos... 3 1.1. Pagamento 5º Dia Útil... 5 1.2. Pagamento Dentro

Leia mais

Organização Hilário Corrêa Assessoria Empresarial e Contabilidade

Organização Hilário Corrêa Assessoria Empresarial e Contabilidade Desde o dia 02/03/2015 iniciamos o período de entrega da declaração de imposto de renda pessoa física de 2015 com base nos fatos ocorridos no ano de 2014, a declaração poderá ser transmitida até o dia

Leia mais

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CODAC Nº - 99,

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CODAC Nº - 99, ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CODAC Nº - 99, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2011(DOU de 02/01/2012) Dispõe sobre o preenchimento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), em relação a fatos geradores

Leia mais

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014

IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 IRPF 2014 CARTILHA IR 2014 A MAPFRE Previdência desenvolveu para os participantes de plano de previdência complementar PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), FGB Tradicional (Fundo Gerador de Benefício)

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 213 - Data 14 de julho de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF REMESSA AO EXTERIOR. FINS

Leia mais

FEDERAL... ESTADUAL... MUNICIPAL... MUNICIPAL... 291

FEDERAL... ESTADUAL... MUNICIPAL... MUNICIPAL... 291 TÉCNICO maio 2010 ÍNDICE LEGISLAÇÃO FEDERAL... ESTADUAL... MUNICIPAL... 3 186 257 PROPOSIÇÃO MUNICIPAL... 291 2 LEGISLAÇÃO FEDERAL 1. Ato Declaratório Executivo CODAC nº 34, de 26.05.2010 - DOU 1 de 27.05.2010

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Quais são os limites de rendimentos que obrigam (pessoa física) a apresentação da Declaração de Ajuste Anual relativa ao ano-calendário de 2014, exercício de 2015? A

Leia mais

DIRF E COMPROVANTE DE RENDIMENTOS / 2016 - ANO-CALENDARIO 2015

DIRF E COMPROVANTE DE RENDIMENTOS / 2016 - ANO-CALENDARIO 2015 DIRF E COMPROVANTE DE RENDIMENTOS / 2016 - ANO-CALENDARIO 2015 A Instrução Normativa 1.587 de 15/09/2015 dispõe sobre a Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF) e o programa gerador da

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Divergência nº 10 - Data 14 de agosto de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: Imposto sobre a Renda de Pessoa Física - IRPF Os valores recebidos

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física 2015

Imposto de Renda Pessoa Física 2015 Imposto de Renda Pessoa Física 2015 1 IRPF É um imposto federal brasileiro que incide sobre todas as pessoas que tenham obtido um ganho acima de um determinado valor mínimo. Anualmente este contribuinte

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenções na fonte IRRF e CSRF geradas na DIRF

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenções na fonte IRRF e CSRF geradas na DIRF Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Retenções na fonte IRRF e CSRF geradas na DIRF 27/11/2014 Título do documento Sumário 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Subchefia de Assuntos Parlamentares SUPAR

Subchefia de Assuntos Parlamentares SUPAR Quadro Comparativo Medida Provisória nº 670, de 10 de março de 2015 Tabela do Imposto de Renda Publicada em 11 de março de 2015. LEGISLAÇÃO TEXTO DA MP TRECHO DA EM Nº 00045/2015 MF Altera a Lei nº 11.482,

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

Consultoria Empresarial e Contabilidade. Fone: (44) 3649-5511

Consultoria Empresarial e Contabilidade. Fone: (44) 3649-5511 FEVEREIRO/2013 Consultoria Empresarial e Contabilidade www.contabilidadehs.com.br Fone: (44) 3649-5511 Recebeu o prêmio internacional Latim American Quality Awards 2012 e Prêmio Acipa Destaque 2012! HS

Leia mais

Especial Imposto de Renda 2015

Especial Imposto de Renda 2015 Especial Imposto de Renda 2015 01. Durante o ano de 2014 contribuí para a Previdência Social como autônoma. Como devo fazer para deduzir esses valores? Qual campo preencher? Se pedirem CNPJ, qual devo

Leia mais

DCTF - REGRAS VIGENTES A PARTIR DE JANEIRO DE 2011. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 07/01/2011. SUMÁRIO:

DCTF - REGRAS VIGENTES A PARTIR DE JANEIRO DE 2011. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 07/01/2011. SUMÁRIO: DCTF - REGRAS VIGENTES A PARTIR DE JANEIRO DE 2011 Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 07/01/2011. SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO 2 CONCEITOS BÁSICOS E INFORMAÇÕES GERAIS 3 PERIODICIDADE DE APRESENTAÇÃO

Leia mais

MÓDULO FOLHA DE PAGAMENTO IR-FONTE/DECLARAÇÃO DE DEPENDENTES/COMPROVANTE DE RENDIMENTOS 5.3

MÓDULO FOLHA DE PAGAMENTO IR-FONTE/DECLARAÇÃO DE DEPENDENTES/COMPROVANTE DE RENDIMENTOS 5.3 MÓDULO 5 FOLHA DE PAGAMENTO 5.3 IR-FONTE/DECLARAÇÃO DE DEPENDENTES/COMPROVANTE DE RENDIMENTOS DEPARTAMENTO DE PESSOAL MANUAL DE PROCEDIMENTOS SUMÁRIO ASSUNTO PÁGINA 5.3. IR-FONTE/DECLARAÇÃO DE DEPENDENTES/COMPROVANTE

Leia mais

1º Fica dispensada de apresentar a Declaração de Ajuste Anual, a pessoa física que se enquadrar:

1º Fica dispensada de apresentar a Declaração de Ajuste Anual, a pessoa física que se enquadrar: SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.246,DE 3 DE FEVEREIRO DE 2012 Dispõe sobre a apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente ao exercício

Leia mais

DIRPF 2015 - REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/02/2015. Sumário:

DIRPF 2015 - REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO. Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/02/2015. Sumário: DIRPF 2015 - REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 13/02/2015. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO 2.1 - Quanto à Renda 2.2 - Ganho

Leia mais

NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE

NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE NOSSO GUIA DO ADVOGADO CONTRIBUINTE O conteúdo deste guia foi elaborado para orientar os advogados registrados que buscam a OAB para esclarecer suas dúvidas em relação

Leia mais

1 Dados do Servidor MATRÍCULA SIAPE CPF DATA DE NASCIMENTO TELEFONE RESIDÊNCIAL TELEFONE DO TRABALHO CIDADE ESTADO CEP

1 Dados do Servidor MATRÍCULA SIAPE CPF DATA DE NASCIMENTO TELEFONE RESIDÊNCIAL TELEFONE DO TRABALHO CIDADE ESTADO CEP MINISTÉRIO DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA-EXECUTIVA DEPARTAMENTO DE ÓRGÃOS EXTINTOS SAN Quadra 03 Lote A Ed. Núcleo dos Transportes Sala nº 2237 CEP: 70.040-902 BRASÍLIA DF ESPAÇO RESERVADO

Leia mais

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA - 2011 Perguntas e Respostas 1. QUAL CONDIÇÃO TORNA A PESSOA FÍSICA OBRIGADA A APRESENTAR DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA? Está obrigado a apresentar a declaração,

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL. Apresentamos a seguir as principais alterações ocorridas na legislação tributária no mês de maio de 2011.

INFORMATIVO MENSAL. Apresentamos a seguir as principais alterações ocorridas na legislação tributária no mês de maio de 2011. INFORMATIVO MENSAL Apresentamos a seguir as principais alterações ocorridas na legislação tributária no mês de maio de 2011. I FEDERAL IPI - NOVAS DISPOSIÇÕES SOBRE A SUSPENSÃO DO IMPOSTO NA EXPORTAÇÃO

Leia mais

Instruções Folha de Pagamento

Instruções Folha de Pagamento Instruções Folha de Pagamento Rotina 20 Instruções DIRF Informações Iniciais Entrega da Declaração (Instrução Normativa RFB. 1.216 15/12/2011) o A DIRF deverá ser entregue até as 23h59min59s (horário de

Leia mais

Atualizado até março de 2015

Atualizado até março de 2015 1 Atualizado até março de 2015 Secretário da Receita Federal do Brasil Jorge Antonio Deher Rachid Subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal do Brasil Paulo Ricardo de Souza Cardoso Coordenador-Geral

Leia mais