Com decisão sobre aeroporto de Charleroi, Comissão promove actividade das companhias de custos reduzidos e desenvolvimento regional

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Com decisão sobre aeroporto de Charleroi, Comissão promove actividade das companhias de custos reduzidos e desenvolvimento regional"

Transcrição

1 IP/04/157 Bruxelas, 3 de Fevereiro de 2004 Com decisão sobre aeroporto de Charleroi, Comissão promove actividade das companhias de custos reduzidos e desenvolvimento regional A Comissão Europeia tomou hoje uma decisão determinante para o futuro dos transportes aéreos ao garantir plena concorrência entre as companhias que operam a partir de aeroportos regionais. Com efeito, autoriza certos auxílios que permitem o verdadeiro desenvolvimento de linhas novas, em condições claramente estabelecidas. Em contrapartida, outros auxílios, concedidos directamente pela Região da Valónia e parcialmente pela BSCA, são incompatíveis com o bom funcionamento do mercado interno e devem ser reembolsados. Deste modo, a Comissão empenha-se resolutamente a favor de uma concorrência acrescida que permitirá às companhias de baixos preços estabelecerem-se em toda a UE, no respeito de regras iguais de concorrência entre companhias e com o máximo benefício para os consumidores. «Esta decisão jurídica é equilibrada: permite instaurar maior transparência nas relações contratuais entre as companhias aéreas e os aeroportos, sobretudo regionais», sublinhou Loyola De Palacio, Vice-Presidente e responsável pelo pelouro Energia e Transportes. «Contribui igualmente para desenvolver as actividades das companhias de custos reduzidos («low-cost»), que respondem a uma expectativa evidente dos consumidores, assegurando ao mesmo tempo condições de concorrência equitativas para todas as companhias aéreas. Porque, no mesmo terreno, toda a gente deve poder jogar sob as mesmas regras: Todas as companhias devem conhecer as possibilidades oferecidas, e só uma verdadeira concorrência garante os direitos dos consumidores», explicou a Vice-Presidente. A decisão de hoje favorece o desenvolvimento regional e conduzirá a uma expansão acrescida de companhias de custos reduzidos em toda a União Europeia, com o máximo benefício para os consumidores. Deste modo, os agentes envolvidos nos transportes aéreos estarão, na sua totalidade, em igualdade de condições para assegurarem uma concorrência equitativa. O caso de Charleroi: A Comissão devia pronunciar-se sobre uma queixa apresentada em 2001 contra as vantagens concedidas à companhia aérea Ryanair no aeroporto de Charleroi pela Brussels South Charleroi Airport (BSCA), entidade gestora do aeroporto, e pela Região da Valónia (Bélgica). Ao apreciar o caso, a Comissão teve inteiramente em conta os principais eixos da política e do direito europeus no âmbito do mercado único dos transportes aéreos.

2 Teve de determinar se as medidas tomadas a favor da Ryanair pela Região da Valónia e pela empresa pública BSCA que esta controla são ou não conformes ao princípio do investidor privado numa economia de mercado. No caso de Charleroi, a Comissão concluiu que nenhum operador privado, na mesmas condições que a BSCA, teria concedido as mesmas vantagens. Por conseguinte, não tendo, no caso presente, sido respeitado o princípio do investidor privado numa economia de mercado, as vantagens concedidas à Ryanair constituem auxílios de Estado 1 susceptíveis de falsear a concorrência a favor desta companhia. Compatibilidade dos auxílios concedidos: A Comissão considerou, porém, que os auxílios concedidos à Ryanair em Charleroi podem ser compatíveis com o mercado comum com base na política de transportes 2, na medida em que permitem obter e assegurar um melhor aproveitamento das infra-estruturas aeroportuárias secundárias, actualmente sub-utilizadas e que representam um custo para a colectividade 3. Portanto, a decisão de hoje deverá permitir à Ryanair conservar em parte os auxílios já concedidos. Estes auxílios visam o lançamento de novas ligações aéreas (despesas de comercialização e publicidade), a que podem acrescer os incentivos de pagamento único, no pressuposto de as autoridades belgas cumprirem as condições impostas pela Comissão. Em contrapartida, certos auxílios não podem ser autorizados, nomeadamente os descontos sobre as taxas aeroportuárias, como foram concedidos em Charleroi, pois ultrapassariam os descontos oficiais já previstos na legislação belga e que devem ser aplicados de modo transparente e não-discriminatório, assim como os descontos sobre as taxas de assistência em escala, que não seriam compensados pelos eventuais excedentes das suas outras actividades puramente comerciais (estacionamento, lojas, etc.), os incentivos de pagamento único a favor da abertura de linhas, que não corresponderiam à tomada em conta dos custos efectivos de tal abertura, e os auxílios a favor da ligação Dublim-Charleroi, que não é nova, pois teve início em Regra geral, a Comissão pretende velar por que as vantagens concedidas relativamente a um aeroporto não sejam discriminatórias e sejam muito mais transparentes. 1 Na acepção do nº 1 do artigo 87º do Tratado CE. 2 Nº 3, alínea c), do artigo 87º do Tratado CE: Podem ser considerados compatíveis com o mercado comum os auxílios destinados a facilitar o desenvolvimento de certas actividades ou regiões económicas, quando não alterem as condições das trocas comerciais de maneira que contrariem o interesse comum. 3 Este desenvolvimento é benéfico para as regiões, ao assegurar uma melhor rendibilidade dos bens públicos existentes e facilitar o desenvolvimento económico regional, nomeadamente por meio do emprego e do turismo. É-o para o Estado-Membro, ao favorecer o ordenamento do território e uma melhor utilização dos aeroportos existentes, em relação à construção de novas infra-estruturas ou à ampliação das existentes. É-o, por fim, para a União Europeia, à qual a necessidade de desenvolver as capacidades aeroportuárias foi recordada no Livro Branco relativo aos transportes e que assegura uma parte dos financiamentos aeroportuários por meio da política regional, das RTE e do BEI. 2

3 Anexo: Teor e impacto da decisão da Comissão Europeia sobre o aeroporto de Charleroi 1. Por que devia a Comissão tomar uma decisão? A Comissão recebeu uma queixa em Janeiro de 2002 sobre vantagens concedidas relativamente ao aeroporto de Charleroi. Enquanto gardiã dos Tratados, competiu-lhe verificar a legalidade dos acordos celebrados e a sua compatibilidade com o direito europeu. Em 11 de Dezembro de 2002, foi iniciado um procedimento formal de exame 4 das vantagens concedidas à Ryanair pela Região da Valónia e pela empresa gestora do aeroporto (Brussels South Charleroi Airport). A Comissão apresenta hoje as conclusões desta investigação formal: no âmbito do seu exame, recebeu uma dúzia de contribuições de companhias aéreas, entre as quais a Ryanair, de empresas gestoras de aeroportos e de outras partes. 2. Quais as vantagens concedidas relativamente ao aeroporto de Charleroi? As vantagens concedidas à Ryanair em 2001 podem ser resumidas do seguinte modo: Mediante um contrato de direito privado, a Região da Valónia concedeu à Ryanair, para as taxas de aterragem em Charleroi, uma tarifa preferencial de 1 por passageiro embarcado, ou seja, uma redução de aproximadamente 50% em relação à tarifa pública, fixada aliás por decreto publicado no Jornal Oficial. Nenhuma outra companhia beneficia desta vantagem. A BSCA concedeu diversos tipos de vantagens à Ryanair: - um contributo para as actividades promocionais, de 4 por passageiro embarcado, durante 15 anos e até 26 voos diários; nenhuma outra companhia beneficia desta vantagem; - incentivos iniciais que compreendem essencialmente: por cada abertura de linha, ou seja, um total de para 12 linhas; de reembolsos para a formação dos pilotos; de despesas de alojamento em hotel; nenhuma outra companhia beneficia desta vantagem; - uma tarifa preferencial de 1 por passageiro para a assistência em escala, quando as tarifas habitualmente concedidas às outras companhias estão compreendidas entre 8 e 13 ; nenhuma outra companhia beneficia desta vantagem. 4 JO C 018, , p. 03 3

4 3. O que é o critério do investidor privado prudente? A Comissão teve de determinar se as medidas tomadas a favor da Ryanair pela Região da Valónia e pela empresa pública BSCA que esta controla são ou não conformes ao princípio do investidor privado numa economia de mercado. Segundo este princípio, validado pelo Tribunal de Justiça em diversas ocasiões, os investimentos ou as vantagens concedidas não são considerados como auxílios se, no momento do exame de um investimento ou de um contrato comercial, a empresa pública se tiver colocado na situação de uma empresa privada comparável, guiada por uma mesma perspectiva de rendibilidade a longo prazo. Este princípio permite assegurar a equidade entre as empresas de capitais públicos, como a BSCA, e as empresas privadas. É, pois, necessário verificar: - se a rendibilidade esperada no momento da concessão da vantagem é conforme à expectativa de qualquer empresa privada; para o efeito, devem ser analisados o risco associado ao mercado em causa, o custo do capital, os dados na posse da empresa quando tomou a sua decisão e os imprevistos da operação; - que a empresa não possa valer-se de certas vantagens conferidas pelo seu estatuto público, como um financiamento de acesso mais fácil ou a ausência de risco de falência; - que, para apoiar a sua análise, a empresa pública tampouco possa argumentar com base em efeitos positivos indirectos, como o desenvolvimento da economia regional ou os empregos criados; com efeito, um investidor privado não poderia ter em conta tais efeitos nos seus critérios de decisão. 4. A BSCA seguiu a lógica do investidor privado prudente? No caso de Charleroi, a Comissão concluiu que nenhum operador privado, nas mesmas condições que a BSCA, teria concedido as mesmas vantagens. Efectivamente, a investigação demonstrou que, ao assinar o contrato com a Ryanair, a BSCA se expunha a imprevistos negativos superiores ao resultado corrente acumulado da empresa ao longo de 10 anos, calculado em cerca de 35 milhões de, os quais anulariam qualquer esperança de um justo retorno do investimento ao longo do período de referência. Acresce que a BSCA assinou os acordos com a Ryanair com base num plano de empresa que a Comissão não considera conforme ao critério do investidor privado colocado na mesma situação que a BSCA. Com efeito, esta empresa incluiu importantes receitas futuras, no montante de cerca de 27 milhões de, provenientes de hipotéticas companhias regulares e não do contrato assinado com a Ryanair. Também não teve em conta a contribuição comercialização, num montante superior a 6 milhões de, em relação ao conjunto dos 26 voos potenciais acordados com a Ryanair. A tomada em conta destes dois elementos bastava já para reduzir quase a zero o resultado esperado ao longo do período. Por último, para bonificar as suas expectativas de ganho, a BSCA tirou partido dos seus laços privilegiados com a Região da Valónia e das vantagens que esta lhe concede. Foi, em particular, o caso da subvenção pelos custos de manutenção e de incêndio, destituída de base jurídica no momento da assinatura do contrato e em relação à qual a BSCA teve em conta, não só a manutenção, mas até o crescimento futuro, equivalendo a uma vantagem de cerca de 14 milhões de ao longo dos dez anos do plano de empresa. 4

5 O mesmo ocorreu com a restituição de 35% das taxas aeronáuticas para o Fundo do Ambiente, que foram consideradas como sujeitas a um limite máximo, equivalendo a um imprevisto de 9 milhões de, quando o acto jurídico que oficializou a sua limitação a um máximo só foi adoptado pelas autoridades da Valónia seis meses após a assinatura do contrato. A Comissão considera que estes dois últimos pontos, sujeitos ao imprevisto político da Região, não teriam sido considerados por um investidor privado, na ausência de uma clarificação formal da sua situação jurídica. Não tendo, por conseguinte, sido respeitado no caso presente o princípio do investidor privado numa economia de mercado, as vantagens concedidas à Ryanair constituem auxílios de Estado 5 susceptíveis de falsear a concorrência a favor da Ryanair. De notar, aliás, que estes auxílios não correspondem a investimentos, por exemplo, em infra-estruturas aeroportuárias, pelo que não poderiam ser julgados compatíveis ao abrigo dos instrumentos clássicos do direito comunitário, como os auxílios ao desenvolvimento regional. Trata-se, pelo contrário, de auxílios ao funcionamento. 5. Quais os auxílios compatíveis com o mercado comum em Charleroi? Não obstante, a Comissão considerou que os auxílios concedidos à Ryanair podem ser compatíveis com o mercado comum com base na política de transportes 6, na medida em que permitem obter e assegurar um melhor aproveitamento das infra-estruturas aeroportuárias secundárias, actualmente sub-utilizadas e que representam um custo para a colectividade 7. Deste modo, a decisão de hoje deverá permitir à Ryanair conservar uma parte importante dos auxílios já concedidos, uma vez descontadas as restituições a efectuar. Estes auxílios são, entre outros, a contribuição da BSCA para o financiamento de uma sociedade de promoção e publicidade conjunta com a Ryanair. Pode ser considerada como auxílio ao lançamento de novas ligações aéreas. Favorece uma melhor utilização dos aeroportos regionais, em conformidade com o objectivo comunitário relativo aos transportes aéreos. Aos montantes obtidos de 2001 a 2003 pela Ryanair poderia acrescentar-se uma parte dos incentivos de pagamento único atrás mencionados, no pressuposto de as autoridades belgas cumprirem as condições impostas pela Comissão. 5 Na acepção do nº 1 do artigo 87º do Tratado CE. 6 Nº 3, alínea c), do artigo 87º do Tratado CE: Podem ser considerados compatíveis com o mercado comum os auxílios destinados a facilitar o desenvolvimento de certas actividades ou regiões económicas, quando não alterem as condições das trocas comerciais de maneira que contrariem o interesse comum. 7 Este desenvolvimento é benéfico para as regiões, ao assegurar uma melhor rendibilidade dos bens públicos existentes e ao facilitar o desenvolvimento económico regional nomeadamente por meio do emprego e do turismo. É-o para o Estado-Membro, ao favorecer o ordenamento do território e uma melhor utilização dos aeroportos existentes, em relação à construção de novas infra-estruturas ou à sua ampliação. É-o, enfim, para a União Europeia, à qual a necessidade de desenvolver as capacidades aeroportuárias foi recordada no Livro Branco relativo aos transportes e que assegura uma parte dos financiamentos aeroportuários por meio da política regional, das RTE e do BEI. 5

6 Para que estes auxílios possam ser autorizados, as autoridades belgas devem respeitar as seguintes condições: - Os auxílios devem ser necessários para a abertura de novas linhas, ter carácter incitativo, ser proporcionais ao objectivo visado, ser concedidos no respeito dos princípios de transparência, igualdade de tratamento e não-discriminação dos operadores, ser acompanhados de um mecanismo de sanção em caso de incumprimento dos compromissos da transportadora e não ser cumulativos com auxílios de carácter social ou compensações de serviço público. - Os auxílios devem ser limitados no tempo (no caso em apreço, para ligações europeias ponto a ponto, 5 anos, e não 15) e corresponder a uma intensidade máxima de 50% dos custos líquidos de lançamento, o aeroporto deve ter controlo sobre estes custos e os auxílios devem ser futuramente facultados a qualquer companhia aérea que se instale em Charleroi. A este título, a Ryanair poderá igualmente beneficiar de auxílios similares no futuro, sempre limitados a 5 anos, para a abertura de novas linhas, com dedução das linhas que viessem substituir outras anteriormente exploradas. 6. Quais os auxílios incompatíveis? Em contrapartida, a Comissão vê-se na obrigação de requerer hoje a restituição de outros auxílios que falseiam a concorrência no mercado comum: - Descontos sobre as taxas aeroportuárias. Só são possíveis descontos concedidos de maneira não-discriminatória a todos os utentes e com duração limitada. Nesta hipótese, não constituem auxílios de Estado (jurisprudência Manchester ). Não é o caso em apreço, em que só a Ryanair beneficia e pelo período de 15 anos. Ao conceder vantagens exclusivas à Ryanair, nomeadamente uma redução da taxa de aterragem em relação à tarifa ordinária, numa convenção bilateral que não teve publicidade, a Região da Valónia agiu no âmbito dos seus poderes regulamentares, e não como empresa. A restituição destes auxílios deve ser reclamada à beneficiária, com excepção da parte dos descontos correspondente aos descontos oficiais já previstos na legislação da Valónia. Devem ser revogadas as garantias dadas a este título à Ryanair para o futuro. Para o futuro, a Região da Valónia mantém evidentemente a possibilidade de adoptar uma nova tarifa pública mais incitativa, mas aplicável de maneira transparente a todas as companhias aéreas. - Descontos sobre as taxas de assistência em escala. São possíveis descontos se o aeroporto puder justificar que as perdas eventuais neste serviço, prestado num sector concorrencial, não são compensadas por receitas associadas às missões de autoridade aeroportuária ou de serviços de interesse económico geral do aeroporto, o que implica separação de contabilidade. Devem, pois, ser restituídos os descontos concedidos à Ryanair pela BSCA, a título de uma tarifa preferencial de assistência em escala e que não permitiriam ao aeroporto cobrir os custos decorrentes desta actividade. O seu montante poderia atingir pelo menos 4 milhões de ao longo do período Todavia, enquanto não for atingido o limiar de 2 milhões de passageiros por ano fixado pela Directiva 96/67/CE, que liberaliza a assistência em escala, a BSCA poderá igualmente utilizar os eventuais excedentes das suas outras actividades puramente comerciais (estacionamento, lojas, etc.) para cobrir o seu défice na assistência em escala. 6

7 - Incentivos de pagamento único a favor da abertura de linhas. Os incentivos que não correspondam à tomada em conta dos custos efectivos de uma tal abertura não são justificados. Foram pagas à Ryanair contribuições deste tipo pelas despesas de recrutamento, formação e alojamento do seu pessoal, de abertura de novas rotas e de disponibilização de instalações. Em princípio, a sua natureza não lhes retiraria a mesma lógica de despesas de lançamento que os auxílios expostos a seguir mas, no caso presente, o carácter de avença, independente de qualquer objectivo, poderia eventualmente impor a sua restituição. - Auxílios a favor da ligação Dublim-Charleroi. Esta ligação, inaugurada em 1997, não é «nova», na acepção dos auxílios ao lançamento. Os correspondentes auxílios devem, pois, ser restituídos. 7. Que impacto para as companhias de custos reduzidos («low-cost»)? Com a sua decisão, a Comissão dá um sinal claro a favor da ampliação do modelo das companhias de custos reduzidos, um dos maiores benefícios da abertura do mercado aéreo à concorrência, que sempre encorajou por todos os meios políticos, jurídicos e legislativos ao seu alcance e que concretizou desde Com efeito, foi graças a essa liberalização que a concorrência se desenvolveu na União Europeia, permitindo o desenvolvimento de novas companhias de custos reduzidos, nomeadamente a expansão da Ryanair. Esta oferta mais vasta e acessível beneficia os consumidores europeus: a existência das companhias de custos reduzidos é a demonstração do êxito desta política desejada pela Comissão Europeia. A Comissão pretende prosseguir nesta via e continuará, portanto, a assegurar condições de concorrência equitativas para todos no mercado único dos transportes aéreos. 8. A decisão favorecerá o desenvolvimento regional? A decisão da Comissão não se opõe aos acordos entre aeroportos regionais e companhias de baixos preços. Bem pelo contrário, a Comissão encoraja todas as iniciativas que permitam uma melhor utilização das infra-estruturas aeroportuárias sub-utilizadas e congratula-se por qualquer fórmula que permita pôr fim aos problemas de congestionamento dos transportes aéreos e aumentar as possibilidades de voo para os cidadãos europeus. A este respeito, os aeroportos secundários estão em posição excelente para desempenharem um papel determinante. São, além disso, um importantíssimo factor de desenvolvimento económico regional. A decisão hoje tomada pela Comissão contribui para clarificar o enquadramento no qual as duas partes podem fixar a sua colaboração, o que deverá facilitar a celebração de numerosos outros acordos em toda a União Europeia. 7

8 9. Esta decisão terá impacto no preço pago pelos passageiros? Não. Uma companhia de baixos preços, com situação financeira sã, deve poder oferecer tarifas vantajosas sem recurso aos auxílios de Estado. A Comissão está convicta de que a Ryanair é e continuará a ser capaz de oferecer os seus serviços a baixo preço após esta decisão, como fazem e continuarão a fazer as outras companhias de custos reduzidos. As possibilidades facultadas pela decisão de hoje não influem nas possibilidades de ofertas comerciais e de preços reduzidos. Ao autorizar os auxílios ao lançamento, sob certas condições, a Comissão permite o desenvolvimento de acordos que tornam viáveis as linhas novas nos aeroportos regionais. Permite sobretudo, a prazo, a instauração de uma concorrência acrescida, que deverá conduzir ao desenvolvimento de companhias «low-cost» em toda a UE, nomeadamente em aeroportos regionais, para máximo benefício dos consumidores. 8

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME)

Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) COMISSÃO EUROPEIA Bruselas, 16.11.2011 C(2011)8317 final Assunto: Auxílio estatal n SA.32012 (2010/N) Portugal Alteração do regime de auxílios para a modernização empresarial (SIRME) Excelência, Procedimento

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA. Bruxelas, 11.XII.2007 C(2007) 5979 final

COMISSÃO EUROPEIA. Bruxelas, 11.XII.2007 C(2007) 5979 final COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 11.XII.2007 C(2007) 5979 final Assunto: Auxílio estatal N 471/2007 Portugal Auxílios sociais aos passageiros residentes na Região Autónoma e aos estudantes, nas ligações aéreas

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010

L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 L 129/52 Jornal Oficial da União Europeia 28.5.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 461/2010 DA COMISSÃO de 27 de Maio de 2010 relativo à aplicação do artigo 101. o, n. o 3, do Tratado sobre o Funcionamento da União

Leia mais

PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, CONCESSÕES EMPRESARIAIS E PROJECTOS DE INFRA- ESTRUTURAS

PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, CONCESSÕES EMPRESARIAIS E PROJECTOS DE INFRA- ESTRUTURAS PASSAPORTE PARA MOÇAMBIQUE Auditório SIBS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS, CONCESSÕES EMPRESARIAIS E PROJECTOS DE INFRA- ESTRUTURAS 27 de Outubro DIOGO XAVIER DA CUNHA ÍNDICE Enquadramento Lei n.º 15/2011 Âmbito

Leia mais

A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por "a Comunidade"), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA,

A COMUNIDADE EUROPEIA (a seguir designada por a Comunidade), O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA CHECA, O REINO DA DINAMARCA, ACORDO DE COOPERAÇÃO RELATIVO A UM SISTEMA MUNDIAL DE NAVEGAÇÃO POR SATÉLITE (GNSS) PARA UTILIZAÇÃO CIVIL ENTRE A COMUNIDADE EUROPEIA E OS SEUS ESTADOS-MEMBROS, POR UM LADO, E O REINO DE MARROCOS, POR

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 09.03.2001 COM(2001) 128 final 2001/0067 (ACC) VOLUME IV Proposta de DECISÃO DO CONSELHO Relativa à posição da Comunidade no Conselho de Associação sobre a

Leia mais

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto:

Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999 P. 0012-0016. Texto: Directiva 1999/44/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Maio de 1999, relativa a certos aspectos da venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas Jornal oficial no. L 171 de 07/07/1999

Leia mais

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006 Directiva 96/71/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de Dezembro de 1996 relativa ao destacamento de trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p.

Leia mais

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS

CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS CÓDIGO DE BOAS PRÁTICAS COMERCIAIS DIRECTRIZES DA APORMED AOS SEUS ASSOCIADOS SOBRE AS INTERACÇÕES COM OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE E O MERCADO DE PRODUTOS DE SAÚDE Documento aprovado na Assembleia-Geral

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010

Avisos do Banco de Portugal. Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 Avisos do Banco de Portugal Aviso do Banco de Portugal nº 2/2010 A Instrução nº 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão nº 2001/193/CE,

Leia mais

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO NotíciasdoDireito Janeiro a Março de 2012 SECTOR BANCÁRIO E FINANCEIRO MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO A Lei n.º 4/2012, de 11 de Janeiro, altera a Lei n.º 63-A/2008,

Leia mais

Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento de discussão)

Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento de discussão) COMISSÃO EUROPEIA DG Mercado Interno INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS Seguros MARKT/2517/02 PT Orig. EN Sistemas de garantia para os seguros: ponto de situação e orientação para os trabalhos no futuro (Documento

Leia mais

Atribuição de Bolsas de Estudo aos Alunos do Ensino Superior. Preâmbulo

Atribuição de Bolsas de Estudo aos Alunos do Ensino Superior. Preâmbulo Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo aos Alunos do Ensino Superior Preâmbulo O desenvolvimento das sociedades democráticas exige cada vez mais políticas educativas que promovam uma efectiva

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO Decreto-Lei n.º 39/2010 de 26 de Abril O Programa do XVIII Governo Constitucional estabelece como uma das principais linhas de modernização estrutural

Leia mais

Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação)

Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação) L 271/38 ANEXO IV Empréstimo no domínio da eficiência energética e das energias renováveis no setor da construção habitacional (empréstimo para a renovação) Representação esquemática do princípio do empréstimo

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico

Leia mais

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009

C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 C 188/6 Jornal Oficial da União Europeia 11.8.2009 Comunicação da Comissão Critérios para a análise da compatibilidade dos auxílios estatais a favor de trabalhadores desfavorecidos e com deficiência sujeitos

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 014/2003 REESTRUTURA OS FUNDOS ESCOLARES DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO E EXTINGUE O FUNDO REGIONAL DE ACÇÃO SOCIAL ESCOLAR Criado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º

Leia mais

Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º.

Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º. Estatutos ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO DOURO SUPERIOR DE FINS ESPECÍFICOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E OBJECTIVOS ARTIGO 1º Denominação A Associação adopta a denominação de ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO

Leia mais

CONTRATO-MODELO. Reembolso dos custos. para projectos de demonstração (CE) (Versão montante fixo)

CONTRATO-MODELO. Reembolso dos custos. para projectos de demonstração (CE) (Versão montante fixo) CONTRATO-MODELO Reembolso dos custos para projectos de demonstração (CE) (Versão montante fixo) NB: O presente contrato é utilizado quando a contribuição comunitária consiste num montante fixo. A contribuição

Leia mais

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo

Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Proposta de Regulamento de Apoio e Financiamento do Associativismo Desportivo Dezembro 2007 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito e objecto 1. O presente regulamento visa definir as normas e

Leia mais

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro

Ministérios das Finanças e da Economia. Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro Ministérios das Finanças e da Economia Portaria n.º 37/2002 de 10 de Janeiro O Decreto-Lei n.º 70-B/2000, de 5 de Maio, aprovou o enquadramento das medidas de política económica para o desenvolvimento

Leia mais

Fundo de Apoio às Microempresas no Concelho Montemor-o-Novo NORMAS E CONDIÇÕES DE ACESSO. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1º.

Fundo de Apoio às Microempresas no Concelho Montemor-o-Novo NORMAS E CONDIÇÕES DE ACESSO. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1º. Fundo de Apoio às Microempresas no Concelho Montemor-o-Novo NORMAS E CONDIÇÕES DE ACESSO Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se pôr à disposição das microempresas do Concelho

Leia mais

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu

Vítor Caldeira. Presidente do Tribunal de Contas Europeu Os Tribunais de Contas e os desafios do futuro Vítor Caldeira Presidente do Tribunal de Contas Europeu Sessão solene comemorativa dos 160 anos do Tribunal de Contas Lisboa, 13 de Julho de 2009 ECA/09/46

Leia mais

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO

TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO TURISMO DE PORTUGAL DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS REGULAMENTO GERAL DA FORMAÇÃO INDICE 1 NOTA PRÉVIA 3 2 LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA 4 3 PLANO DE FORMAÇÃO 4 4 FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO 6

Leia mais

DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO L 85/40 DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Março de 2002 relativa ao estabelecimento de regras e procedimentos para a introdução de restrições de operação relacionadascom

Leia mais

de 9 de Março de 2005

de 9 de Março de 2005 24.3.2005 PT Jornal Oficial da União Europeia L 79/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. O 456/2005/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 9 de Março de 2005 que

Leia mais

Versão Consolidada. Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto

Versão Consolidada. Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto Portaria n.º 964/2009 de 25 de Agosto O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do Conselho, de 20 de Setembro, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER),

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 19.05.2004 COM(2004)385 final 2004/0121(CNS). Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que concede uma garantia da Comunidade ao Banco Europeu de Investimento em caso

Leia mais

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão

Leia mais

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02)

ALTERAÇÕES 1-58. PT Unida na diversidade PT 2012/2039(INI) 16.10.2012. Projeto de parecer Regina Bastos (PE483.860v02) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais 16.10.2012 2012/2039(INI) ALTERAÇÕES 1-58 Regina Bastos (PE483.860v02) sobre o estatuto da mutualidade europeia (2012/2039(INI))

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entre: EDP Inovação, S.A., com sede na Praça Marquês de Pombal, nº 12, em Lisboa, pessoa colectiva e matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa número 507

Leia mais

SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI)

SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Nº 03 / SAFPRI / 2009 SISTEMA DE APOIO AO FINANCIAMENTO E PARTILHA DE RISCO DA INOVAÇÃO (SAFPRI) CONSTITUIÇÃO OU REFORÇO DE FUNDOS DE CAPITAL DE RISCO (FCR) PROJECTOS FASE

Leia mais

Versão Consolidada. Portaria n.º 482/2009, de 6 de Maio

Versão Consolidada. Portaria n.º 482/2009, de 6 de Maio Portaria n.º 482/2009, de 6 de Maio O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do Conselho, de 20 de Setembro, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER),

Leia mais

CONVENÇÃO COMPLEMENTAR À CONVENÇÃO DE PARIS DE 29 DE JULHO DE 1960 SOBRE A RESPONSABILIDADE CIVIL NO DOMÍNIO DA ENERGIA NUCLEAR.

CONVENÇÃO COMPLEMENTAR À CONVENÇÃO DE PARIS DE 29 DE JULHO DE 1960 SOBRE A RESPONSABILIDADE CIVIL NO DOMÍNIO DA ENERGIA NUCLEAR. Decreto do Governo n.º 24/84 Convenção de 31 de Janeiro de 1963 Complementar da Convenção de Paris de 29 de Julho de 1960 sobre Responsabilidade Civil no Domínio da Energia Nuclear O Governo decreta, nos

Leia mais

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo MUNICIPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ Regulamento Dr. Francisco Rodrigues de Araújo, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez: Faz público que a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez, na sua sessão

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito de aplicação do regulamento O presente regulamento estabelece as condições de acesso e as regras gerais de atribuição de co-financiamento comunitário do Fundo

Leia mais

SISTEMA DE INDEMNIZAÇÃO AOS INVESTIDORES

SISTEMA DE INDEMNIZAÇÃO AOS INVESTIDORES SISTEMA DE INDEMNIZAÇÃO AOS INVESTIDORES CMVM Comissão do Mercado de Valores Mobiliários OUTUBRO 2012 1 O que é o Sistema de Indemnização aos Investidores (SII)? O SII é uma pessoa coletiva de direito

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO BiG Alocação Fundo Autónomo: BiG Alocação Dinâmica Todos os Investimentos têm risco Entidade gestora: Real Vida Seguros, S.A. Avenida de França, 316 2º, Edifício Capitólio 4050-276 Porto Portugal Advertências

Leia mais

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA

DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA OESTE AFRICANA O Conselho de Ministros DIRECTIVA N 01/2009/CM/UEMOA Sobre o Código de Transparência na Gestão das Finanças Públicas NO SEIO DA UEMOA O CONSELHO DE MINISTROS

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 17.2.2004 L 46/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 261/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 11 de Fevereiro de 2004 que estabelece regras comuns

Leia mais

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros *

Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * P6_TA(2006)0334 Impostos sobre os veículos automóveis ligeiros de passageiros * Resolução legislativa do Parlamento Europeu sobre uma proposta de directiva do Conselho relativa à tributação aplicável aos

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO relativa a um procedimento simplificado de tratamento de certas operações de concentração nos termos do Regulamento (CEE) n 4064/89 do Conselho (Texto relevante para efeitos do

Leia mais

Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro

Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro Decreto-Lei nº 25/91, de 11 de Janeiro O quadro legal das sociedades de desenvolvimento regional foi estabelecido pelo Decreto-Lei nºs 499/80, de 20 de Outubro. Desde a data da sua publicação, o sistema

Leia mais

Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março

Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março Decreto-Lei nº 51/2007, de 7 de Março A consagração legislativa de boas práticas bancárias, bem como a uniformização de procedimentos por todas as instituições de crédito, constitui um desiderato considerado

Leia mais

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872

DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 872 Revista em Março de 2009 Entidades Municipais, Intermunicipais e Metropolitanas ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1 8 OBJECTIVO 9 FUNÇÕES EQUIVALENTES AO COMPROMISSO DO REVISOR

Leia mais

TERMO DE ACEITAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO

TERMO DE ACEITAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO Entidade Beneficiária Principal: Acrónimo e Designação do Projecto: Referência PAD 2003-2006: Considerando que, por despacho do Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro, foi aprovada

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES DESPACHO Encontra-se previsto no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para 2010 o projecto da responsabilidade do Instituto da Mobilidade e dos Transportes

Leia mais

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS

6 INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS 6. Intermediários Financeiros O QUE SÃO INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS? Intermediários financeiros são as empresas prestadoras dos serviços que permitem aos investidores actuar

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições gerais

CAPÍTULO I Disposições gerais ESTATUTOS DO CONSELHO DAS FINANÇAS PÚBLICAS Aprovados pela Lei n.º 54/2011, de 19 de outubro, com as alterações introduzidas pelo artigo 187.º da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro (Grafia adaptada em

Leia mais

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento

Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar. Regulamento Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Regulamento junho de 2011 Regulamento de Venda de Lotes na Zona Industrial de Almodôvar Projeto aprovado por Deliberação da Câmara Municipal,

Leia mais

Enquadramento Jurídico de JESSICA: Aspectos Institucionais. José María Fernández Martín Lisboa, 18 Fevereiro 2008

Enquadramento Jurídico de JESSICA: Aspectos Institucionais. José María Fernández Martín Lisboa, 18 Fevereiro 2008 Enquadramento Jurídico de JESSICA: Aspectos Institucionais José María Fernández Martín Lisboa, 18 Fevereiro 2008 Enquadramento legislativo O enquadramento legislativo da iniciativa JESSICA é constituído

Leia mais

Projecto de Lei nº 466/XI/2ª. Medidas destinadas à redução da utilização de sacos de plástico

Projecto de Lei nº 466/XI/2ª. Medidas destinadas à redução da utilização de sacos de plástico Projecto de Lei nº 466/XI/2ª Medidas destinadas à redução da utilização de sacos de plástico Exposição de motivos A problemática da gestão dos resíduos está hoje no centro de muitas opções essenciais de

Leia mais

Linha de Crédito Comércio Investe - Documento de Divulgação - V.1

Linha de Crédito Comércio Investe - Documento de Divulgação - V.1 A presente linha de crédito surge como uma resposta às dificuldades das empresas no acesso ao financiamento, permitindo desta forma melhorar o suporte financeiro dos projetos aprovados no âmbito da Medida

Leia mais

Linha de Crédito PME INVESTE V

Linha de Crédito PME INVESTE V Linha de Crédito PME INVESTE V MICRO E PEQUENAS EMPRESAS OUTRAS EMPRESAS Linhas de Crédito Bonificado com Garantia MútuaM Enquadramento No quadro dos apoios que têm vindo a ser concedidos às PME s portuguesas

Leia mais

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP Data de publicação - 30.7.2008 AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP O Vice-Presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações (ICP- ANACOM), decide, nos termos do artigo 5º

Leia mais

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 I Série Sumário SECRETARIAREGIONAL DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS Portaria n.º 61/2010 Aprova o Regulamento de Aplicação

Leia mais

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I

DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90. EMISSOR : Ministério das Finanças. DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I DIPLOMA/ACTO : Decreto-Lei n.º 125/90 EMISSOR : Ministério das Finanças DATA : Segunda-feira, 16 de Abril de 1990 NÚMERO : 88/90 SÉRIE I PÁGINAS DO DR : 1808 a 1810 Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Programa FINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Caminha Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença

Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença VALENÇAFINICIA Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho de Valença Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo) Pretende-se colocar

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º

Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575. Artigo 25.º. Artigo 20.º Diário da República, 1.ª série N.º 41 1 de Março de 2010 575 Artigo 20.º Oferta formativa e monitorização 1 A oferta formativa destinada aos activos desempregados é assegurada através de cursos de educação

Leia mais

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública).

O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Ao Jornal I Jornalista Liliana Valente ENQUADRAMENTO PRÉVIO O SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos ( pessoa colectiva de utilidade pública). Com 44

Leia mais

Financiamento e Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Financiamento e Apoio às Micro e Pequenas Empresas Financiamento e Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Concelho da Nazaré no âmbito do Programa FINICIA Anexo I ao protocolo financeiro e de cooperação Normas e Condições de Acesso Artigo 1º. (Objectivo)

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as condições de acesso das operações a apoiar no âmbito da Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos, para:

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. Resumo da Avaliação de Impacto. que acompanha o documento COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.10.2011 SEC(2011) 1218 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Resumo da Avaliação de Impacto que acompanha o documento Proposta de Regulamento do Parlamento

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia

Jornal Oficial da União Europeia C 91/4 PT 12.4.2008 Comunicação interpretativa da Comissão sobre a aplicação do direito comunitário em matéria de contratos públicos e de concessões às parcerias público-privadas institucionalizadas (PPPI)

Leia mais

Condições Gerais de Acesso Forma de Cedência

Condições Gerais de Acesso Forma de Cedência Regulamento Municipal de Atribuição de Lotes para Instalação de Atividades Económicas, publicado pelo Aviso n.º 8063/2008, de 14 de março, com as alterações introduzidas pelo Regulamento n.º 492/2011,

Leia mais

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC

ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC ADAPTAÇÃO DAS REGRAS DO IRC ÀS NIC V Conferência Internacional OTOC/IDEFF/Direcção - Geral dos Impostos 8 e 9 de Outubro de 2010 Apresentado por: José Vieira dos Reis 1 1. Normalização Contabilística 2.

Leia mais

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009) ( DR N.º 21, Série I 30 Janeiro 2009 30 Janeiro 2009 ) Emissor: Ministério do Trabalho

Leia mais

Anúncio de concurso. Serviços

Anúncio de concurso. Serviços 1/7 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:351310-2012:text:pt:html GR-Tessalónica: Prestação de serviços por parte de um organizador profissional de conferências

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO DE AUDITORIA Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PARA AS MATÉRIAS FINANCEIRAS/COMISSÃO

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL Junho 2013 PREÂMBULO Considerando o quadro legal de atribuições

Leia mais

ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO DOS AUXÍLIOS ESTATAIS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E À INOVAÇÃO

ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO DOS AUXÍLIOS ESTATAIS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E À INOVAÇÃO 30.12.2006 PT Jornal Oficial da União Europeia C 323/1 I (Comunicações) COMISSÃO ENQUADRAMENTO COMUNITÁRIO DOS AUXÍLIOS ESTATAIS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO E À INOVAÇÃO (2006/C 323/01) Página 1.

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 7 de outubro de 2015. Série. Número 154

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 7 de outubro de 2015. Série. Número 154 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 7 de outubro de 2015 Série Suplemento Sumário SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria n.º 184/2015 Cria e regula o funcionamento

Leia mais

Jornal Oficial das Comunidades Europeias

Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 217/18 PT DIRECTIVA 98/48/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 20 de Julho de 1998 que altera a Directiva 98/34/CE relativa a um procedimento de informação no domínio das normas e regulamentações

Leia mais

Contributos para compreender e utilizar a. Dedução por Lucros Retidos e Reinvestidos (DLRR)

Contributos para compreender e utilizar a. Dedução por Lucros Retidos e Reinvestidos (DLRR) Contributos para compreender e utilizar a Dedução por Lucros Retidos e Reinvestidos (DLRR) A Lei n.º 83-C/2013, de 31 de dezembro (Orçamento do Estado para 2014), aprovou um novo benefício fiscal ao reinvestimento

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Ministro

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Ministro MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO Despacho ne0 40/2009 O Regulamento Geral do FEDER e do Fundo de Coesiio, aprovado por delibera@o da Comissáo Ministerial de Coordenação do QREN

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO DO CDS/PP

REGULAMENTO FINANCEIRO DO CDS/PP DO CDS/PP (APROVADO EM CONSELHO NACIONAL A 24 DE NOVEMBRO DE 2007) Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º (Âmbito de aplicação) 1. O presente Regulamento aplica-se a todos os órgãos nacionais, regionais

Leia mais

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009

IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009 IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector

Leia mais

Município de Oliveira do Hospital PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS

Município de Oliveira do Hospital PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS PROJETO DO REGULAMENTO DE APOIO A INICIATIVAS EMPRESARIAIS O Município de Oliveira do Hospital entende como de interesse municipal as iniciativas empresariais que contribuem para o desenvolvimento e dinamização

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n.

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n. PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 31.8.2010 COM(2010) 459 final 2010/0240 (NLE) Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO FINANCEIRO ÀS ASSOCIAÇÕES AMBIENTAIS, CÍVICAS, CULTURAIS, DESPORTIVAS E JUVENIS DO MUNICÍPIO DA LOUSÃ CAPÍTULO I Disposições Comuns Artigo 1.º Lei Habilitante O presente

Leia mais

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008

Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 Jornal oficial no. L 024 de 30/01/1998 P. 0001-0008 DIRECTIVA 97/66/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 15 de Dezembro de 1997 relativa ao tratamento de dados pessoais e à protecção da privacidade

Leia mais

Portaria 560/2004, de 26 de Maio

Portaria 560/2004, de 26 de Maio Portaria 560/2004, de 26 de Maio Aprova o Regulamento Específico da Medida «Apoio à Internacionalização da Economia A Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 17 de Junho, publicada em 26 de

Leia mais

Profissão de advogado na União Européia. Directiva 98/5/CE 08-05-2002

Profissão de advogado na União Européia. Directiva 98/5/CE 08-05-2002 Profissão de advogado na União Européia Directiva 98/5/CE 08-05-2002 tendente a facilitar o exercício permanente da profissão de advogado num Estado-membro diferente daquele em que foi adquirida a qua

Leia mais

Orientações sobre a definição e a notificação de «medida de caráter fiscal ou financeiro» para efeitos da Diretiva 98/34/CE

Orientações sobre a definição e a notificação de «medida de caráter fiscal ou financeiro» para efeitos da Diretiva 98/34/CE Orientações sobre a definição e a notificação de «medida de caráter fiscal ou financeiro» para efeitos da Diretiva 98/34/CE As presentes orientações representam exclusivamente o ponto de vista da Direção-Geral

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de

DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO. que acompanha o documento. Proposta de COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 27.3.2014 SWD(2014) 119 final DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO que acompanha o documento Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 30.4.2009 C(2009) 3177 RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO que complementa as Recomendações 2004/913/CE e 2005/162/CE no que respeita ao regime de remuneração

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Projecto de PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 27.6.2008 SEC(2008) 2109 final Projecto de DECISÃO DO PARLAMENTO EUROPEU, DO CONSELHO, DA COMISSÃO, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, DO TRIBUNAL DE CONTAS,

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda.

Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda. COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 08.II.2006 C(2006) 241 final Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda. Excelência, I. Procedimento

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA. Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010

NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA. Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010 NOVO REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA Decreto-Lei n.º 309/2007, de 23 de Outubro Workshop IHRU 12 Abril 2010 DOIS CONCEITOS FUNDAMENTAIS «área de reabilitação urbana» - cuja delimitação pelo município

Leia mais

DIÁRIO DA REPÚBLICA SÃOTOMÉ E PRÍNCIPE S U M Á R I O. Terça Feira, 08 de Junho de 2010 Número 25

DIÁRIO DA REPÚBLICA SÃOTOMÉ E PRÍNCIPE S U M Á R I O. Terça Feira, 08 de Junho de 2010 Número 25 Terça Feira, 08 de Junho de 2010 Número 25 SÃOTOMÉ E PRÍNCIPE DIÁRIO DA REPÚBLICA S U M Á R I O GOVERNO Decreto-Lei nº 6/2010 Que Altera o Decreto Lei n.º 37/2009 Que Institui o Guichet Único. Decreto

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho Os hospitais são organizações de grande complexidade organizativa que exigem dos profissionais ligados à gestão especial competência

Leia mais