Unidade 01 - Matriz MGA - Veranópolis / RS Centro Administrativo Unidade 02 - Filial São Paulo / SP

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2 oi no ano de 1991, em um pequeno pavilhão, que a Metalúrgica Golden rt s deu início a uma história de sucesso empresarial, marcada por uma trajetória de conquistas e superação, resultado este, de muito esforço e trabalho. pós alguns anos de experiência adquirida, a MG começou a aprimorar suas atividades, fabricando não somente alavancas, mas todas as peças que hoje, compõem as válvulas MG. tualmente, possui um parque fabril com mais de m² de área construída e, um grupo de empresas ligadas a um único objetivo: GRNTIR UTONOMI TOTL, MLHORI ONTÍNU OS PROSSOS QULI SUS PROUTOS. Na unidade Matriz, são fabricadas, comercializadas e testadas válvulas de esfera e industriais, visores de fluxo, peças em PT e acessórios para as mais diversas aplicações. stes produtos são fabricados utilizando equipamentos modernos, dentro de um rigoroso controle de qualidade, atendendo normas específicas, com certificação ISO Unidade 01 - Matriz MG - Veranópolis / RS entro dministrativo Unidade 02 - ilial São Paulo / SP Unidade 03 - Peças Microfundidas / RS 02

3 s unidades 3 e 5 são especializadas na fabricação de peças microfundidas. quipamentos de última geração, laboratórios para ensaios e testes aliados à equipe qualificada, resultam em produtos de alta qualidade. Pensando sempre em melhor atender seus clientes, a MG possui no estado de São Paulo a Unidade 2 e no eará a Unidade. anais exclusivos de distribuição, proporcionando maior agilidade e eficiência. O índice de crescimento anual só esta sendo atingindo devido ao compromisso e a seriedade com que a MG vem trabalhando ao longo de sua história, solidificando cada vez mais, o relacionamento exclusivo com seus parceiros revendas, localizados em todo o território rasileiro e mérica Latina. busca permanente na excelência de seus produtos, na satisfação de seus clientes e colaboradores, faz da MG uma empresa sólida e moderna. Por isso, seja qual for sua necessidade, entre em contato conosco! Teremos o maior prazer em atendê-lo! POLÍTI QULI: Nossa meta é produzir com qualidade total e melhoria contínua nos processos, fabricação de válvulas de esfera, peças microfundidas e PT para a realização de nossos colaboradores e a satisfação de nossos clientes. Unidade 03 - Peças Microfundidas / RS Unidade 0 - ilial eará / Unidade 05 - Peças Microfundidas / RS Sede ampestre - Veranópolis / RS 03

4 Legenda dos Produtos MG V Válvula orboleta 1 6 erro undido inzento N erro undido Nodular LTÃO uzn0pbz T / SMS / RJT / IN onexões Sanitárias V Visores de luxo L ço orjado (Inox 316L) NIPL xtremidade stendida VG Válvula Gaveta VW Válvula de sfera Wafer VMPN//0 Válvula de sfera Monobloco Latão 2.1/ ço orjado (Inox 316) L ço orjado (Inox L) ço orjado (Inox ).IN-16-0 lange IN nas classes PN, PN16 PN0 WO Ponta para solda W para tubo O SWO ncaixe para solda SW para tubo O VT-L Válvula de sfera Tripartida irecional em L - Horizontal 1.1/ 5 ço orjado (arbono) 0 lange classe 0 conforme Norma NSI 16.5 VT-T Válvula de sfera Tripartida irecional em T - Vertical VM Válvula de sfera Monobloco VT Válvula de sfera Tripartida 1.1/ 3/ 1/ L Latão orjado W STM 216 Gr. W STM 351 Gr. ço arbono - Todos os componentes em aço carbono, exceto esfera e haste em aço inox 1 lange classe 1 conforme Norma NSI 16.5 W Ponta para solda W conforme Norma NSI 16. SW ncaixe para solda SW conforme Norma NSI VTS00 Válvula de sfera Tripartida Série 00 3/ PP Passsagem Plena M STM 351 Gr.M SI Semi-Inox - Todos os componentes em aço inox exceto parafusos, porcas, arruelas, preme gaxeta, molas prato e alavanca em aço carbono SP Rosca SP conforme Norma ISO 22 V Válvula de sfera ipartida 1/ PR Passagem Reduzida 3M STM 351 Gr.3M TI Total Inox - Todos os componentes em aço inox, exceto para válvulas com acionamento por tubo, onde o mesmo é em aço carbono galvanizado. NPT Rosca NPT conforme Norma NSI 1..1 MPO 1 MPO 2 MPO 3 MPO MPO 5 MPO 6 NOMINÇÃO PSSGM MTRIL ONSTRUÇÃO XTRMIS 0

5 Legenda dos Produtos MG TRRMNTO nti-stático LVN VOLNT cionamento por volante STLLIT /TRV cionamento com trava para cadeado OROLT cionamento por orboleta PM TRUN. Válvula com Montagem Trunniom UN-N X Válvula com aixa Redutora TR PT Reforçado OMP L ISO NIQULO RRO NOULR NIQULO X. TRUN. Válvula com aixa Redutora e Montagem Trunniom TP PT Puro - PT Virgem ISO SR tuador Pneumático Simples ção 3/2-2 Válvula Solenóide 3/2 vias limentação 2 V K-- Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço carbono, preparada para atuador pneumático dupla ação TRS PT Reforçado Supering UNH RONZ tuador Pneumático upla ção 3/2-1 Válvula Solenóide 3/2 vias limentação 1 V K--RM Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço carbono, preparada para atuador pneumático simples ação TR PT Reforçado com % de ibra de Vidro UNH W + 13r -2 tuador létrico 2 V 3/2-2 Válvula Solenóide 3/2 vias limentação 2 V K-TI- Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço inox, preparada para atuador pneumático dupla ação TR V PT Reforçado OMPL om dupla vedação.o. sfera Oca -1 tuador létrico 1 V 5/2-2 Válvula Solenóide 5/2 vias limentação 2 V K-TI-RM Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço inox, preparada para atuador pneumático simples ação TP V PT Puro - PT Virgem om dupla vedação. sfera com uro de lívio -2 tuador létrico 2 V 5/2-1 Válvula Solenóide 5/2 vias limentação 1 V S/LV Válvula montada sem alavanca de acionamento TRS V PT Reforçado Supering om dupla vedação. sfera com uro de ontato X aixa redutora 5/2-2 Válvula Solenóide 5/2 vias limentação 2 V 06 have fim de curso rotativa MPO 7 MPO MPO 9 MPO MPO 11 VÇÕS OTUROR TUOR VÁLVUL SOLNÓI SSÓRIOS 05

6 uidados que devem ser tomados com as Válvulas MG Instalação Verificar se a válvula está adequada às condições de pressão e temperatura do fluido. Inspecionar a tubulação antes da instalação da válvula, a fim de assegurar que não haja qualquer detrito proveniente da montagem da rede. olocar a válvula na posição aberta durante a instalação, para evitar dano à esfera. Verificar o correto alinhamento da tubulação e da furação dos flanges. O alinhamento axial também é importante para válvulas roscadas. Não corrija o alinhamento da tubulação utilizando a instalação da válvula. Observar o alinhamento do atuador nas válvulas automatizadas, pois o descuido neste item resulta em aumento de torque e funcionamento incorreto do atuador. Para válvulas MG automatizadas através de atuador pneumático, a pressão da rede de ar comprimido deve ser de 5 a 7 bar, para seu perfeito funcionamento. esmontar as válvulas Tripartidas com conexões soldadas para efetuar a soldagem na tubulação, pois o calor gerado pela solda poderá danificar a vedação. Remover substâncias estranhas das superfícies de assentamento das válvulas com sedes em PT, tais como: escórias de solda, resíduos arenosos da limpeza por jato de areia, aparas de metal, pois estes danificam a vedação da válvula. Transporte e rmazenagem Manter as válvulas fora da ação do sol, chuva e maresia, sem retirar as suas proteções. Para transportar as válvulas acima de, faça-o sem levantar pela alavanca ou atuador. Operação s válvulas de esfera MG são projetadas para fluxo bidirecional, a menos que a esfera seja dotada de furo de alívio ou contato. abertura e fechamento das válvulas operadas manualmente são feitas mediante giro de ¼ de volta (90º) no sentido horário para o fechamento e anti-horário para abertura. s válvulas MG são válvulas de bloqueio on/off, isto é, trabalham somente em duas posições: totalmente abertas ou totalmente fechadas, portanto não podem ser utilizadas para regular a vazão do fluido. ondições Gerais de Manutenção manutenção normal consiste em trocar as vedações e apertar os parafusos não mais que o suficiente. pertar excessivamente resultará em um torque de acionamento elevado e no desgaste prematuro das vedações, podendo comprometer o bom funcionamento da válvula. Para eliminar vazamentos na haste aperte os parafusos do preme gaxeta com oitavo de volta a cada vez. Se necessário abrir a válvula para manutenção dos componentes internos, certifique-se que a mesma esteja despressurizada. Utilize sempre peças de reposição originais, que são sua garantia de segurança. Os torques apropriados para o aperto dos parafusos estão disponíveis no site da MG ( MOO RTUR MOO Garantia e ssistência Técnica ssegura-se aos produtos fabricados pela MG, garantia contra qualquer defeito de material ou fabricação que neles se apresentem, no período de 6 (seis) meses contados a partir da emissão da nota fiscal. Os serviços de garantia a serem prestados são restritos unicamente a substituição ou reparo de peças defeituosas. O processo será livre de custos desde que o produto retorne acompanhado da nota fiscal de compra. MOO RTUR garantia torna-se nula e sem efeitos se a peça sofrer qualquer dano provocado por acidentes, apresentar sinais de violação, mau uso ou alteração do projeto inicial. Para obter qualquer informação sobre sua válvula, ou se necessitar assistência técnica, favor informar diâmetro e o código de rastreabilidade que se encontra gravado no corpo da válvula. SNTIO O LUXO SNTIO O LUXO SNTIO O LUXO ORRTO RRO MOO HMNTO ORRTO MG somente garante válvulas automatizadas, montadas pela SNTIO própria MG ou iliais. O LUXO SNTIO O LUXO SNTIO O LUXO SNTIO O LUXO * empresa reserva-se o direito de efetuar alterações ORRTO sem prévio aviso. RRO ORRTO RRO 06

7 Gráficos Gráficos Pressão x Torque Gráfico Pressão x Temperatura ipartida PT ipartida OMPL Pressão (bar) 0 Torque (N.m) 0,00 1,00 0,00,00 Torque (N.m) 0,00 1,00 0,00,00 Pressão (bar) PT OMPL SUPRING 0, Pressão (Psi) 6" PP " PP 3" PP 2 1/2" PP 2" PP 0, Pressão (Psi) 6" PP " PP 3" PP 2 1/2" PP 2" PP Temperatura º Temperatura º Tripartida PT Tripartida OMPL onstrução da sfera 70, ,00 0 esfera oca não é indicada para a utilização em fluidos com altas pressões e/ou velocidades. Torque (N.m),00 0,00,00 Torque (N.m),00 0,00,00,00,00,00,00 0, , Pressão (Psi) 3" PP e " PR 2 1/2" PP e 3" PR 2" PP e 2 1/2" PR 1 1/2 PP e 2" PR 1 1/" PP e 1 1/2" PR 1" PP e 1 1/" PR 3/" PP e 1" PR 1/2" PP e 3/" PR 1/" PP, 3/" PP e 1/2" PR Pressão (Psi) 3" PP e " PR 2 1/2" PP e 3" PR 2" PP e 2 1/2" PR 1 1/2 PP e 2" PR 1 1/" PP e 1 1/2" PR 1" PP e 1 1/" PR 3/" PP e 1" PR 1/2" PP e 3/" PR 1/" PP, 3/" PP e 1/2" PR 07

8 Índice de Produtos PROUTO VT - Válvula de sfera Tripartida orjada lasse 00 VT - Válvula de sfera Tripartida lasse 0 VT - Válvula de sfera Tripartida lange lasse 1 VT S00 - Válvula de sfera Tripartida Série 00 lange lasse 0 VT S00 - Válvula de sfera Tripartida Série 00 lange IN VT S00 - Válvula de sfera Tripartida Série 00 VT - Válvula de sfera Tripartida com ispositivo de loqueio utomático VT - Válvula de sfera Tripartida Latão orjado lasse 0 VT - Válvula de sfera Tripartida 00Psi com onexão para Tubo O VT - Válvula de sfera irecional de luxo lasse 0 T VT - Válvula de sfera irecional de luxo lasse 0 L VT - Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 1 T VT - Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 1 L V - Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 1 V - Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 0 VM - Válvula de sfera Monobloco 00 WOG VM - Válvula de sfera Monobloco para undo de aldeira lasse 1 / 0 VM - Válvula de sfera Monobloco Latão orjado VM - Válvula de sfera Monobloco Latão orjado com cionamento por orboleta VM - Válvula de sfera Monobloco Latão orjado PN 0 e com cionamento por orboleta VM - Válvula de sfera Monobloco ngular Latão orjado PN 0 com cionamento por orboleta VM - Válvula de sfera Monobloco para Tambor VW - Válvula de sfera Wafer lasse 1 V - Visores de luxo V - Válvula orboleta lasse 1 VG - Válvula Gaveta lasse 1 VG - Válvula Gaveta lasse 1 tuador Pneumático /SR tuador létrico cessórios Peças em PT SULLON onquistas PÁGIN

9 VT - Válvula de sfera Tripartida orjada lasse 00 onstrução SI S N ISO NR 27 (sob consulta) PI 59 ISO 97/PI 607 (ire Safe) onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 SOL SW - SM SOL W - SM 16. Niple 0mm - SH 0/0/160/XXS orpo e Tampas STM 5 STM 12 - /L STM /316L STM 12-1 STM STM sfera STM STM M STM STM 351-3M STM I16 STM Supering Stellite STM STM STM STM STM STM 12-1 STM STM M STM STM 351-3M STM I16 STM STM STM STM STM STM STM 12-1 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo lasse 00, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SI S N ISO onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. Opção de fornecimento com extremidades com niple estendido de 0mm. e fácil aplicação para trava de cadeado. isponível na construção ire Safe. isponível com vedação metal x metal para uso em temperaturas de até 00º. I ados Técnicos NIX SOL SW POL. N 3/ 1.1/ 1.1/ POL. 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ G 0 N 0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM RUZI (PR) PSS. * 1 G H I J 17, 37,0 17, 37,0 2 6,0 270,0 29,0 2, ,0 270,0 29,0 2,5 1 PONT P/ SOL TOPO 77,5 91,0 111,0 11,0 131,5 77,5 77,5 77,5 91,0 111,0 11,0 131,5 53,6 2,3 6,0,0 1,0 53,6 53,6 53,6 2,3 6,0,0 1,0 6,5 60, 6,2,0 6,5 6,5 6,5 60, 6,2,0 TIPOS ONXÕS J ROS SP OU NPT H 56,0,0 76,0,0 1,0 56,0 56,0 56,0,0 76,0,0 1,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. * Para conexão W, medidas sob consulta. 27, 3,1 2,9 9,0 61, 1, 17, 2 27, 3,1 2,9 9,0 1,5 21,0,0,0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM PLN (PP),0 19,0,0,0 21,0 26,7 35,1 1,0 52,5 PSS. * 1 G H I J NIPL STNIO (ace Plana) 0 11,0 12,6, 21,0 26,7 35,1 1,0 2,2 29,9 3,3,2 55,7 1, 19,0 2,2 2 3,3,2 0,9 1,390 1,960 3,9,60 0,90 0,9 0,9 1,0 2,1, 5,0 oeficiente de luxo 1,6 27, 56,5,0 161,0 oeficiente de luxo 1,6 1,6 1,6 27, 56,5,0 161,0 09

10 VT - Válvula de sfera Tripartida lasse 0 onstrução SI S N ISO SM 16.3 PI 59 ados Técnicos specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo lasse 0 indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. e fácil aplicação para trava de cadeado. onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 SOL SW - SM SOL W - SM 16. orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ TIPOS ONXÕS 0 0 POL. N 0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM RUZI (PR) PSS. * G H I J 1,0,,, ,6,6 1,0 111,7 121,5 13, 176,5 6,0,0 6,0 1,0 11,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0,0,0 57,0 6,0 9,0 1 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 90, ,0 2,0 2,0 37,0 11,0 11, ,0 2,0 2,0,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 7,0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM PLN (PP) PSS. * G H I J 1,0,,, ,5,6 1,0 111,7 121,5 13, 176,5 NIX SOL SW 6,0 6,0,0 6,0 1,0 11,0 G 39,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 ROS SP OU NPT H,0,0,0 57,0 6,0 9,0 1 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 9,3 12,3,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 90,1 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, K K 0,9 0,61 1,05 1,0 2, 2,90,,70 0,5 0,52 0, 1,13 1,60 2,55 3, 5, 9,3 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. * Para conexão W, medidas sob consulta. PONT P/SOL TOPO K I J oeficiente de luxo 5,0 9, 1, oeficiente de luxo 5,0 5,0 1,6 27, 56,

11 VT - Válvula de sfera Tripartida lange lasse 1 onstrução SI S N ISO SM 16.3 ados Técnicos PI 59 onexões LNG SM 16.5 lasse 1 SM 16. cabamento dos langes: MSS-SP-6 PSSGM RUZI orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. e fácil aplicação para trava de cadeado. 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 POL. N 0 PSSGM PLN VÁLVUL SR TRIPRTI LNG PSSGM RUZI (PR) PSS. 1,0,,, 6, ,0,0 190,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 6,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 190,0 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7 2, N.º UROS 1,1 1,9 2,0 3, 5,0 7,90 11,,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste.,,,,, VÁLVUL SR TRIPRTI LNG PSSGM PLN (PP) PSS. 1,0,,, 6, ,0,0 190,0 1,0 6,0 1 6,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7,,,,, N.º UROS 1,56 5,2 6,00 9,17 1, oeficiente de luxo 5,0 9, 1, oeficiente de luxo 1,6 27, 56,

12 VT S00 - Válvula de sfera Tripartida Série 00 lange lasse 0 onstrução SI S N ISO SM 16.3 ados Técnicos PI 59 onexões LNG SM 16.5 lasse 0 SM 16. cabamento dos langes: MSS-SP-6 ±2 PSSGM RUZI orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. Válvula tripartida com exclusivo sistema de vedações enclausuradas que aumenta a resistência das sedes de vedação, melhorando o desempenho da válvula. e fácil aplicação para trava de cadeado. POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ POL. N 0 0 VÁLVUL SR TRIPRTI LNG PSSGM RUZI (PR) PSS. 1,0,,, 6 76,2,0 190,0 2 21,0 2 5,0 39,0 1,0 6, ,0 6,0 6,0 335,0 95,0 1,0 135,0 5,0 190,0 2,0 5,0 66,7 2,6,5 9, 11,3 127,0 19,2 16,3 0,0, 22, 22,2 22,2 22,2 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. * válvula de PP na configuração TI está disponível somente com acionamento por tubo. N.º UROS VÁLVUL SR TRIPRTI LNG PSSGM PLN (PP) PSS. 1,0,,, 6 76,2,0 190,0 2 21,0 2 1,0 6, ,0 6,0 335,0 ±2 95,0 1,0 135,0 5,0 190,0 2,0 66,7 2,6,5 9, 11,3 127,0 19,2 16,3, 22,2 22,2 22,2 PSSGM PLN N.º UROS 1,90 2,7 3,92 5, 7,5 9,2 1,23 21,17 3 1,96 3,17,3 6,,2 11,23 17,51 0 oeficiente de luxo 5,0 9, 1, oeficiente de luxo 1,6 27, 56,

13 VT S00 - Válvula de sfera Tripartida Série 00 lange IN onstrução SI S N ISO ados Técnicos PI 59 onexões LNG IN S N 92-1 S N cabamento dos langes: MSS-SP-6 a' ±2 orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. Válvula tripartida com exclusivo sistema de vedações enclausuradas que aumenta a resistência das sedes de vedação, melhorando o desempenho da válvula. e fácil aplicação para trava de cadeado. POL. N 2.1/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 POL. N VÁLVUL SR TRIPRTI LNG IN PN 16 PSSGM PLN (PP) PSS., 6 76,2 1,6 2,0 290,0 3,0 a 2 2,0,0 6, ,0,0 6,0 335,0 5,0 0,0 2,0,0 1,0 N.º UROS,7 16,296,95 36,2 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. a - (medida para fabricação de conexões face plana). * s válvulas de PP nas configurações e TI e, a válvula de PP na configuração TI estão disponíveis somente com acionamento por tubo. 1,0 1,0 1,0 1,0 VÁLVUL SR TRIPRTI LNG IN PN 0 PSSGM PLN (PP) PSS. 1,0,,, 6 76,2 1,6 1,0 1,0 1,0 0,0 2,0 290,0 3,0 a 126,0 6,0 176,0 19,0 2 2,0,0 1,0 6, ,0,0 6,0 335,0 5 ±2 figura 1 95,0 5,0 1,0,0 1,0,0 0,0 235,0,0 75,0 5,0 0,0 1,0, ,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 2 N.º UROS 2,190 3,2,290 6, 7, 11,006 17, 22,29 37,90 oeficiente de luxo oeficiente de luxo 1,6 27, 56,

14 figura 1 G I VT S00 - Válvula de sfera Tripartida Série 00 onstrução SI S N ISO SM 16.3 ados Técnicos PI 59 onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 SOL SW - SM SOL W - SM 16. orpo e Tampas STM W STM STM M sfera TIPOS ONXÕS NIX SOL SW PONT P/ SOL TOPO K J ROS SP OU NPT H STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas strutura tubular desenvolvida com maior número de parafusos, proporcionando maior segurança a vazamentos externos aumentando a robustez da válvula. otada de guias de apoio para alojamento dos parafusos, o que proporciona maior resistência, eliminando empenamento das tampas. Válvula tripartida com exclusivo sistema de vedações enclausuradas que aumenta a resistência das sedes de vedação, melhorando o desempenho da válvula. Trava para cadeado (figura 1). POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ POL. N VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM RUZI (PR) PSS. G H I J 1,0,5,, 6 76,0 55,0 6,0,0 93,7,7 1, 160,2,0 6,5 7,2 9,0 126,0, 3 1,5 55, 59,0 72,5 6,0 11,0 126, ,0 335,0,5,5 57,0 9,2 1,5 1 19,0 oeficiente de luxo 5,0 9, 1,7 7 7,0,0 5,0,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. Sob consulta, disponível com esfera oca. Medidas sob consulta. s válvulas de PP nas configurações e TI e, a válvula de PP na configuração TI estão disponíveis somente com acionamento por tubo. 2 27, 3,1 2,9 9,0 61, 7,1 90,5 1,5 1 1,0,0 1,0,0,0 26,0 11,0 11,0 1,0 1,0 19,0 2 27,5 29,0 35,0,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 7,0 6,5 21, 27,1 33, 2,6,7 61, 73, 90,1 1,5 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM PLN (PP) PSS. G H I J 1,0,5,, 6 76,0 1,6 70,0 90,7 2,7 1,1 2, 169, 9,0,0,0 6,5 7,2 9,0 126,0, ,5 55, 59,0 72,5 6,0 11,0 126, ,0 335,0,5,5,5 57,0 9,2 1,5 1 2,0 19,0 1, 17, 2 27, 3,1 2,9 9,0 61, 7,1 90,1 1, 1,5 1,0 2 29,6,1 56,2 70,0,0 1 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61, 73, 90,1 1,5 K K N.º de Paraf N.º de Paraf ,33 0,56 0,9 1,360 2,5 2,55,7,0 11, 0, 0,21 0, 0,66 1,3 79 2,717, 7,593,1 21,900 oeficiente de luxo 5,0 5,0 9, 1,7 7 7,0,0 5,0,0 190,0 1

15 VT - Válvula de sfera Tripartida com ispositivo de loqueio utomático onstrução SI S N ISO SM 16.3 ados Técnicos PI 59 onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 SOL SW - SM SOL W - SM 16. TIPOS ONXÕS NIX SOL SW ROS SP OU NPT H PONT P/SOL TOPO K orpo e Tampas STM W STM STM M G I J sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula indicada para locais que exijam segurança total tais como: centrais de gás, postos de combustíveis, drenagem de tanques, filtros, vasos de pressão, segurança ambiental, descarga de fundo, etc. cionamento através de dispositivo de retorno à posição inicial após o operador soltar a alavanca. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. itolas disponíveis de ¼ a 2.1/ - L 0. à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 0 POL. N 0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM RUZI (PR) PSS. * G H I J 1,0,,, 6 71,6,6 1,0 111,7 121,5 13, 39,0 1,0 6,0,0,0 57,0 6,0 9,0 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 2 2 2,0 2,0 2,0 11,0 11, ,0 2,0,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM PLN (PP) PSS. * G H I J 1,0,,, ,5,6 1,0 111,7 121,5 13, 39,0 39,0 1,0 6,0,0,0,0 57,0 6,0 9,0 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 9,3 12,3,,9 26, 35,0 1,0 52,5 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 K K 0,90 0,6 1,0 1,00 2,0 2,900,6 0, 0,5 0,6 1,1 1,600 2,5 3,0 5,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. * Para conexão W, medidas sob consulta. oeficiente de luxo 5,0 9, 1,7 7 7,0,0 oeficiente de luxo 5,0 5,0 1,6 27, 56,5,0 161,0 27,0

16 VT - Válvula de sfera Tripartida Latão orjado lasse 0 onstrução NR 17 ados Técnicos PI 59 onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 ROS SP OU NPT orpo e Tampas LTÃO sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo ideal para uso em linhas de vapor e fluidos inflamáveis. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2. 1/ POL. N 0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM RUZI (PR) PSS. 1,0,,, 69,0 75,0 9,0 5, 113, , 6,0,0 77,5,0 1,0 121,0 39,0 1,0 6,0 21,0 26,0 26,0 2,0 1,2, 57,0 66,0 72,2 79, 99,0 6,0 6,0 6,0 0,5 0,660 1,0 1,9 2,60 3, 5,366 oeficiente de luxo 5,0 9, 1,7 7 7,0,0 ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta à prova de expulsão. Maior segurança quando utilizada em fluidos inflamáveis devido a sua propriedade de antipropagação de centelha. e fácil aplicação para trava de cadeado. POL. N 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 0 VÁLVUL SR TRIPRTI PSSGM PLN (PP) PSS. 1,0,,, 69,0 69,0 75,0 9,0 5, 113, , 6,0 6,0,0 77,5,0 1,0 121,0 39,0 39,0 1,0 6,0 0,570 0,5 0,7 1, 2, 2,60 3,90 6,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. 1,0 1,0 21,0 26,0 26,0 2,0 1,2 1,2, 57,0 66,0 72,2 79, 99,0 6,0 6,0,0 oeficiente de luxo 5,0 5,0 1,6 27, 56,5,0 161,0 27,0 16

17 I VT - Válvula de sfera Tripartida 00Psi com onexão para Tubo O onstrução SI S N ISO SM 16.3 ados Técnicos PI 59 onexões SW (O) W (O) T RJT IN SMS orpo e Tampas STM STM M STM STM 351-3M T W (O) SW (O) RJT, IN OU SMS J K H G sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula para bloqueio de fluxo para instalação em tubulação O, amplamente utilizada na indústria alimentícia. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas) facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. a prova de expulsão isponível com acabamento eletropolida, facilitando a limpeza e higiene da instalação. e fácil aplicação para trava de cadeado. VÁLVUL SR TRIPRTI O POL. N PSS. G H I J SWO WO T RJT 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 1,0,,, 6 76,2 5,0 0,0 1,0 1,0,0 1,0 1 0,0 0,0 5,0 0,0 1,0 1,0,0 1,0 1 0,0 0,0 5,0 0,0 1,0 1,0,0 1,0 1 0,0 0,0 117,2 7,2 217,2 227,2 267,2 31,0 6,0,0 6,0 1,0 11,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 6,0 6,0 5,0,0 57,0 6,0 9, ,0 12,9 19,2,6 31,9 3,1, 63,7 76, 1,6 11,0 17,2 2 2,9 35,1 7, 60,7 73, 97,6 12,9 19,2,6 31,9 3,1, 63,7 76, 1,6 K,,,5,5,5 6,0 77,5 91,0 119,0 0,3 0,6 1,1 1,600 2, 0,6, 12,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. oeficiente de luxo 5,0 1,6 27, 56,5,0 161,0 27,0 11,0 17

18 VT - Válvula de sfera irecional de luxo lasse 0 T onstrução SM 16.3 PI 59 ados Técnicos onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 SOL SW - SM SOL W - SM 16. orpo e Tampas STM W STM STM M NIX SOL SW G H TIPOS ONXÕS ROS SP OU NPT I NIX SOL W L J K POSIÇÃO 0º IRÇÃO LUXO POSIÇÃO 90º sfera STM M PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula irecional de fluxo lasse 0, disposta de uma entrada inferior e duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo. e fácil aplicação para trava de cadeado. POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 POL. N 0 VÁLVUL SR IRIONL PSSGM RUZI (PR) PSS. G H I J 1,0,,, ,6,6 1,0 111,7 121,5 13, 176,5 6,0,0 6,0 1,0 11,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 3,5,0 57,0 6,0 1,5 9,0 1 7,0 51, 56, 67,0 71,7 2, 1,0 121, 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 90,1 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 2 2 2,0 2,0 2,0 37,0 VÁLVUL SR IRIONL PSSGM PLN (PP) PSS. G H I J 1,0,,, ,5,6 1,0 111,7 121,5 13, 176,5 6,0 6,0,0 6,0 1,0 11,0 39,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 3,5 3,5,0 57,0 6,0 1,5 9,0 1 7,0 7,0 51, 56, 67,0 71,7 2, 1,0 121, 11,0 11, ,0 2,0 2,0,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 7,0 9,3 12,3,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 K 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 90,1 K 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, L L 0,562 0,699 1,0 1,552 2,6 3, 5,0,70 0,5 0,575 0,731 1,2 1,557 2, 3,31 5,390 9,3 1

19 VT - Válvula de sfera irecional de luxo lasse 0 L onstrução SM 16.3 PI 59 ados Técnicos onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 SOL SW - SM SOL W - SM 16. orpo e Tampas STM W STM STM M NIX SOL SW G H TIPOS ONXÕS ROS SP OU NPT I NIX SOL W L J K IRÇÃO LUXO POSIÇÃO 0 POSIÇÃO 90 sfera STM M PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula irecional de fluxo lasse 0, disposta de uma entrada lateral e duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo. e fácil aplicação para trava de cadeado. POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 POL. N 0 VÁLVUL SR IRIONL PSSGM RUZI (PR) PSS. G H I J 1,0,,, ,6,6 1,0 111,7 121,5 13, 176,5 6,0,0 6,0 1,0 11,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 3,5,0 57,0 6,0 1,5 9,0 1 7,0 51, 56, 67,0 71,7 2, 1,0 121, 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 90,1 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 2 2 2,0 2,0 2,0 37,0 VÁLVUL SR IRIONL PSSGM PLN (PP) PSS. G H I J 1,0,,, ,5,6 1,0 111,7 121,5 13, 176,5 6,0 6,0,0 6,0 1,0 11,0 39,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 3,5 3,5,0 57,0 6,0 1,5 9,0 1 7,0 7,0 51, 56, 67,0 71,7 2, 1,0 121, 11,0 11, ,0 2,0 2,0,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 7,0 9,3 12,3,,9 26, 35,0 1,0 52,5 62,7 K 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, 90,1 K 1,0 17,6 21, 27,1 33, 2,6,7 61,0 73, L L 0,562 0,699 1,0 1,552 2,6 3, 5,0,70 0,5 0,575 0,731 1,2 1,557 2, 3,31 5,390 9,3 19

20 G G VT - Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 1 T onstrução SM 16.3 ados Técnicos POSIÇÃO 0º POSIÇÃO 90º PI 59 IRÇÃO LUXO onexões LNG SM 16.5 lasse 1 cabamento dos langes: MSS-SP-6 orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM M PT OMP L specificações Técnicas Válvula direcional de fluxo lasse 1, disposta de uma entrada inferior e duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. G Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 VÁLVULS SR IRIONL PSSGM RUZI (PR) PSS. G 1,0,,, 6, ,0,0 190,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 6,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 190,0 G 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7 2,,,,,, 59,6,2 69,6 7,5 3, 95,5 113,7 1,0 N.º UROS 1,923 2,690 3,62,373 6,95,0,05 19,62 ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo. e fácil aplicação para trava de cadeado. * isponível com conexão lange lasse 0 Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 VÁLVULS SR IRIONL PSSGM PLN (PP) PSS. G 1,0,,, 6, ,0,0 190,0 1,0 6,0 1 6,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7,,,,, 51,6 62,5 67,0 71,7 1,2 9 1,3 N.º UROS ,905 5,377 7,392 11,73 0

21 VT - Válvula de sfera irecional lange lasse 1 L onstrução SM 16.3 ados Técnicos POSIÇÃO 0 POSIÇÃO 90 PI 59 IRÇÃO LUXO onexões LNG SM 16.5 lasse 1 cabamento dos langes: MSS-SP-6 G G orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM M PT OMP L specificações Técnicas Válvula direcional de fluxo lasse 1, disposta de uma entrada lateral e duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), facilitando a manutenção sem a necessidade de desconectar as extremidades da linha. Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 VÁLVULS SR IRIONL PSSGM RUZI (PR) PSS. G 1,0,,, 6, ,0,0 190,0 39,0 1,0 6,0 1 6,0 6,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 190,0 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7 2,,,,,, 59,6,2 69,6 7,5 3, 95,5 113,7 1,0 N.º UROS 1,923 2,690 3,62,373 6,95,0,05 19,62 ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta à prova de expulsão. isponível na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo. e fácil aplicação para trava de cadeado. * isponível com conexão lange lasse 0 G Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 VÁLVULS SR IRIONL PSSGM PLN (PP) PSS. G 1,0,,, 6, ,0,0 190,0 1,0 6,0 1 6,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 G 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7,,,,, 51,6 62,5 67,0 71,7 1,2 9 1,3 N.º UROS ,905 5,377 7,392 11,

22 V - Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 1 onstrução SM 16.3 PI Spec 6 (sob consulta) NR 27 (sob consulta) PI 59 ISO 97/PI 607 (ire Safe) onexões ados Técnicos I LNG SM 16.5 lasse 1 : SM 16. cabamento dos langes: MSS-SP-6 orpo e Tampas STM W STM STM M STM STM 351-3M STM STM STM STM H G J sfera STM STM M STM STM 351-3M STM I16 STM STM STM STM STM STM STM 12-1 PT OMP L Stellite ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 STM STM STM 12-1 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para aplicação em diversos tipos de fluidos com ampla faixa de temperatura e pressão, conforme SM onstrução bipartida que elimina alto torque de operação e evita danos às sedes. à prova de expulsão. e fácil aplicação para trava de cadeado. isponível na construção ire Safe nas bitolas de a. isponível com vedação metal x metal para uso em temperaturas de até 00º, nas bitolas de a. POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ VÁLVUL SR IPRTI PSSGM PLN (PP) PSS. G H I J 1,0,,, 6 76,0 1,6 2, 3,2,0,, ,0,0 190,0 229,0 57,0 53 6,0 6,0 6,0 55,0 57,0 7,0,0 2,5 91,5,0 133,5 22,5 266,5 5,0 1,5 55, 6,5 7,0,0 1,0 12,0,0 7,0 6 7,6 6,7 6,0 119,0,0,0,0 11,0 26,0 11,0 17 5,0 337,0 50,0 50,0 3,9 2,9, 63,5 90,0,6 127,0 7,2 2,9 269,9 3, 31,0 90,0 0,0 1,0 1,0 1,0,0 190,0 2,0 20,0 35,0 05,0 5,0 60,3 69,9 79,,9 9, 1,7 139,7 2, 190,5 21, , vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. Medidas sob consulta. s válvulas de PP nas configurações e TI e, a válvula de PP na configuração TI estão disponíveis somente com acionamento por tubo.,9,9,9,9,9 22, 22,,, 0,0 0,0,0,0 5,0 9,0 N.º de uros OS.: Válvulas disponíveis com montagem trunnion: 6 a 1. Válvulas disponíveis com montagem flutuante: a. Válvula de 6 disponível com face a face () longo de 39,0 Todas as válvulas das bitolas de ou superiores e com montagem trunnion, estão disponíveis apenas no material W com internos em / ,22 1,96 2,61 3,60,92 9,60 13,7 1, oeficiente de luxo 1,6 27, 56,5,0 161,

23 V - Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 0 onstrução SM 16.3 PI Spec 6 (sob consulta) NR 27 (sob consulta) PI 59 ISO 97/PI 607 (ire Safe) onexões ados Técnicos I LNG SM 16.5 lasse 0 : SM 16. cabamento dos langes: MSS-SP-6 orpo e Tampas STM W STM STM M STM STM 351-3M STM STM STM STM H G J sfera STM STM M STM STM 351-3M STM I16 STM STM STM STM STM STM STM 12-1 PT OMP L Stellite ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 STM STM STM 12-1 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para aplicação em diversos tipos de fluidos com ampla faixa de temperatura e pressão, conforme SM onstrução bipartida que minimiza alto torque de operação e evita danos às sedes. cionamento por tubo. à prova de expulsão. isponível com trava para cadeado em todas as bitolas. isponível na construção ire Safe nas bitolas de a. isponível com vedação metal x metal para uso em temperaturas de até 00º, nas bitolas de a. POL. N 2.1/ VÁLVUL SR IPRTI PSSGM PLN (PP) PSS. G H I J, 6 76,0 1,6 2, 3,2,0, 2 21,0 2 5,0 0 56,0 6,0 95,9 1,7 136,0 1,5 1,5 1,0 2, ,0 16,0 135,0,0 9,0 11,0 0,0 50,0 50,0 50,0 91,9,6 127,0 7,2 2,9 269,9 3, 31,0 190,0 2,0 5,0,0 5,0 5,0 127,0 19,2 0,0 269,9 3,2 37,, 22, 22, 22, 22,, 2,6 31,6,0,0 5,0 N.º de uros , 16,75 27, oeficiente de luxo vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. Informações sob consulta. OS.: Válvulas disponíveis com montagem trunnion: 6 a 1. Válvulas disponíveis com montagem flutuante: a. s válvulas de 6 e superiores estão disponíveis apenas no material W com internos em /. 23

24 VM - Válvula de sfera Monobloco 00 WOG onstrução SM 16.3 PI 59 ados Técnicos onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em água, óleo ou gás com pressões que podem chegar até 6,9 bar (00 psi). Também pode ser utilizada em vapor com pressão até 16 bar (2 psi). orpo em peça única com tampa roscada em uma das extremidades, o que minimiza pontos de fuga do fluido, oferecendo segurança absoluta com vedação estanque. à prova de expulsão. 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ POL. N 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 0 POL. N 0 Rosca SP ou NPT Rosca SP ou NPT VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM RUZI (PR) PSS. 1,0,, 52,5 59,0 71,0 91,0 1, ,, 39,,5 56,5 6,0 5,0,0 6, SNTIO LUXO TLH PR VÁLVUL OM URO LÍVIO PRSSÃO 0,29 0,3 0,0 1,3 1,1 2,55 Modelos disponíveis com furo de alívio de pressão. vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. 3 55,0 7,0 175,0 175,0 VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM PLN (PP) PSS. 1,0,, 52,5 52,5 59,0 71,0 91,0 91,0 1,0 31,0 31,0 37,2,6 5,0,5 56,5 6,5 6,5 9,0 7,0 6, ,0 55, ,0 0,29 0,31 0,37 0,7 1,11 1,3 1,1 oeficiente de luxo 5,0 9,7 1,7 70,0 6,0 oeficiente de luxo 5,0 5,0 9, 1,7 7 7,0 2

25 VM - Válvula de sfera Monobloco para undo de aldeira lasse 1 / 0 onstrução SM 16.3 ados Técnicos PI 59 G H onexões LNG SM 16.5 lasse 1 / 0 : SM 16. cabamento dos langes: MSS-SP-6 orpo e Tampas STM W sfera STM STM M STM I16 STM TS ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para aplicações em diversos tipos de fluido com ampla faixa de temperatura e pressão conforme SM Indicada para descarga de caldeira. cionamento manual por alavanca com ou sem trava para cadeado, acionamento automático por atuador pneumático ou atuador elétrico. orpo em única peça com tampa roscada em uma das extremidades, o que minimiza pontos de fuga de fluido, oferecendo segurança absoluta com vedação estanque. à prova de expulsão. POL. N 1.1/ 0 POL. N 1.1/ 0 SNTIO LUXO VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM RUZI (PR) LSS 1 PSS. G 67, ,0 20,0 9, 1,7 1,0,9 H 0,0,0 N.º de uros,0,0 VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM RUZI (PR) LSS 0 PSS. G 190,0 2 67, ,0 20,0 11,3 127,0 5,0 22,2 Sua geometria interna ameniza a turbulência provocada pela velocidade do fluido, ocasionando um efeito VNTURI, arrastando dessa maneira sólidos em suspensão. H 0,0,0 N.º de uros,700 7,000 7,690,600 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão (p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste.,0,0 oeficiente de luxo 7 7,0 oeficiente de luxo 7 7,0 sfera com furo de contato.

26 VM - Válvula de sfera Monobloco Latão orjado onstrução ados Técnicos PI 59 onexões ROS SP - ISO 22 H orpo e Tampas LTÃO uzn0pb2 sfera LTÃO uzn0pb2 L PT LTÃO uzn0pb2 specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo disponível em passagem reduzida e plena, indicada para uso em redes de água e ar com classe de pressão PN / PN quando utilizadas a temperatura ambiente. à prova de expulsão. POL. 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ N VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM RUZI PN (PR) L H 13,3 21,5 27,0 35,5 5,0 57,0 6,0 5,0,6 1 1,5,0 2,5,5 2,5 5,5 52,2 6 70,6 96,0,0 16,5 5,5 6,5 55,0 62,5 72,5 5,0 111,5 11, ,0 97,0 113, ,0 126, ,160 0,5 0,335 0,95 0,7 1,170 2, 90 5,390 Temperatura máxima de trabalho 90º. Não devem ser utilizadas no final da linha. POL. 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ N VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM PLN PN (PP) L H,0,0 1,0 1,5 2 29,0 37,0 7,0 6,0 75,0 97,0,5,,6 11,0,0 1,5,2 16, 23,5 26,0 27,0 0,0 3, 7,0 5,0 1,0 9,0 136,0 1,0,0 2,5 7,5 52,5 5,5,5 70,0 6, ,0 97,0 97,0 97,0 95,5 113, ,0 226,0 226,0 0,1 0, 0,160 0,2 0, 0,5 0,70 1,2 5, 6,670 26

27 VM - Válvula de sfera Monobloco Latão orjado com cionamento por orboleta onstrução ados Técnicos PI 59 H onexões ONXÃO ÊM X ÊM ROS SP - ISO 22 L1 orpo e Tampas LTÃO uzn0pb2 sfera LTÃO uzn0pb2 PT ONXÃO ÊM X MHO L2 H LTÃO uzn0pb2 specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo disponível em passagem reduzida e plena, indicada para uso em redes de água e ar com classe de pressão PN / PN quando utilizadas a temperatura ambiente. à prova de expulsão. POL. 1/ 3/ POL. 1/ 3/ N N VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM RUZI PN (PR) L1 L2 H 13,5 21,6,5 1 1,5 5,5 52,2 6 51,5 5,0 6,5 0,5,5 VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM PLN PN (PP),0,0,5,7 0,0 3, 36,5 52,5 52,5 6 52,5 52,5 0,1 0,190 0,3 L1 L2 H 51,5 0,0 0,1 Temperatura máxima de trabalho 90º. Não devem ser utilizadas no final da linha. 27

28 VM - Válvula de sfera Monobloco Latão orjado PN 0 e com cionamento por orboleta onstrução ados Técnicos PI 59 onexões ROS NPT - NSI/SM 1..1 H orpo e Tampas LTÃO uzn0pb2 L sfera ONXÃO ÊM X ÊM ONXÃO ÊM X MHO LTÃO uzn0pb2 PT H H LTÃO uzn0pb2 L1 L2 specificações Técnicas POL. 1/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ N 0 VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM PLN PN 0 (PP) L H,0,0,0,0 3 0,0,0,7 23,5 2,5 2,0 5,5 57,7 67,0 0, 2,9 126,3 36,0 0,0,0 5,0 66,5 72,6 3,5,0 9,0 9, ,0 12,0 0,135 0,0 0,3 0,0 0,755 1,000 1,70 Válvula de bloqueio de fluxo disponível em passagem plena, indicada para uso em redes de gás com aplicação a pressão máxima de 290 psi a temperatura ambiente. à prova de expulsão. Não devem ser utilizadas no final da linha. POL. 1/ 3/ N VÁLVUL SR MONOLOO PSSGM PLN PN 0 (PP) L1 L2 H,0,0,0,7 5,0 67,0 1,0 61,3 70,0 1,0 1,0 56,0 52,5 52,5 66,0 0,170 0,20 0,90 2

29 VM - Válvula de sfera Monobloco ngular Latão orjado PN 0 com cionamento por orboleta onstrução PI 59 onexões ROS NPT - NSI/SM 1..1 ados Técnicos ONXÃO MHO X MHO c H1 H2 orpo e Tampas LTÃO uzn0pb2 L1 sfera LTÃO uzn0pb2 PT H2 LTÃO uzn0pb2 ONXÃO MHO X ÊM H1 L2 specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo disponível em passagem plena, indicada para uso em redes de gás com aplicação a pressão máxima de 290 psi a temperatura ambiente. VÁLVUL SR MONOLOO NGULR PSSGM PLN PN 0 (PP) L1 L2 H1 H2 POL. N 1/ 13,5 9,7 1,7 1,0 0,5 0, à prova de expulsão. 29

30 VM - Válvula de sfera Monobloco para Tambor onstrução SM 16.3 ados Técnicos PI 59 onexões ROS SP - ISO orpo e Tampas STM sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo ideal para utilização em tambores, tanques de óleo e líquidos em geral. Possui corpo em única peça com tampa roscada em uma das extremidades. isponível no tamanho de com Passagem Reduzida. cionamento por alavanca, tubo e dispositivo de trava para cadeado, ou manual e dispositivo de fechamento automático. O dispositivo de fechamento automático proporciona segurança, pois obriga a operação forçada da válvula. Isto é, a válvula só se mantém acionada por ação do operador. ste sistema é muito utilizado em tambores com líquidos inflamáveis, pois obriga o operador a ficar observando a válvula enquanto acionada.

31 VW - Válvula de sfera Wafer lasse 1 onstrução SM 16.3 PI 59 ados Técnicos onexões LNG SM 16.5 lasse 1 : Padrão MG orpo e Tampas STM W STM STM M sfera STM STM M STM I16 STM PT OMP L ISI - ISI - L ISI ISI - 316L ISI - ISI - ISI - 16 Outros materiais sob consulta specificações Técnicas Válvula de bloqueio indicada para a utilização em diversos fluídos, em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM Válvula para montagem entre flanges, de estrutura compacta e robusta, ideal para aplicação em instalações com limitações físicas de espaço para montagem e operação. onstrução monobloco com vedação de alto desempenho, favorecida pela montagem da válvula na rede. cionamento por alavanca tubular móvel, ideal para aplicações com restrição de espaço físico. e fácil instalação, favorecendo a montagem e desmontagem na rede, facilitando a manutenção. à prova de expulsão. e fácil aplicação para trava de cadeado. POL. N 0 0 VÁLVUL SR WR L 1 PSS. 6 76,0 76,0 1 6,5 1,5 92, 127,0 7,2 1, ,0 0,0 5 isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. 0,0,0 5,0 2,55 6, 9,990 31

32 V - Visores de luxo onstrução SM 16.3 ados Técnicos L1 L3 PI 59 3, 7,3 77 L2 onexões ROS SP - ISO 22 ROS NPT - NSI/SM 1..1 L orpo e Tampas STM STM M Juntas 3, 7,3 L1 77 L2 L3 L L3 2 1 Papel Hidráulico ou sob consulta Parafusos, Porcas e rruelas ço arbono / Inox specificações Técnicas Permite a inspeção visual das condições instantâneas de fluxo de fluidos no interior de tubulações. Pode ser utilizado também para verificar o funcionamento de purgadores em sistemas de ar comprimido e vapor. arcaça inteiriça com dois cristais justapostos para inspeção. Pol. N 1/ 3/ VISORS LUXO PSS. L1 L2 L3 L 1 2 1,0, 96, 96, 96, 95,0 95,0 95,0 69,0 69,0 69,0 31,5 31,5 31,5 5,0 5,0 5,0,0,0,0 1,52 1,56 1, Ressalto separador fixo. Visores Instalação em posição horizontal ou vertical. orosilicato Suporta temperaturas de até 20. lta resistência a ataques químicos e a vapores. usência de peças móveis. Manutenção mínima e longa vida útil. Pressão máxima de serviço 21 f/cm². ristal Suporta temperaturas de até 0. Sensível a ataques químicos e a vapores. Temperatura máxima 0. Para valores de ph entre 9 e e fluidos agressivos, deve-se utilizar disco de mica para proteção dos cristais contra desgaste prematuro.

33 V - Válvula orboleta lasse 1 onstrução PI 609 ados Técnicos PI 59 H 6 onexões LNG SM 16.5 LSS 1 orpo erro Nodular (GGG ) erro inzento (GG ) K G I J isco Nodular + Níquel PM UN-N specificações Técnicas Válvula de bloqueio e controle de fluxo indicada para gases ou líquidos. onexão tipo Wafer para flange 1 conforme SM cionamento por alavanca com posicionador graduado. Indicada para fluidos com altas vazões a pressões moderadas. Válvulas com furação ISO para acionamento por tuadores létricos ou Pneumáticos e aixa Redutora. POL. N 1.1/ 2.1/ VÁLVUL OROLT TIPO WR Ø Ø G H 66,0 70,0 7,0 1,0 1, ,0 1,0,0 5,0 19,0,0 5,0 219,0 2 33,0,0,0,0 27,0 27,0 27,0 27, ,0 5,0,0 9,0 55,0 5,0 59,0 6,0 70,0 0,0 11,0 11,0 11,0 11,0 11,0 1,0 1,0 2,0,0,0,0 70,0 70,0 70,0 9,6 1, 139,7 2, 190,5 2,9 21, ,95 31, 2,0 2,0 2,0 2, ,0 275,0 390,0 390,0 390,0 Ø I N- Ø 16 N- Ø 19 N- Ø 19 N- Ø 19 N- Ø 19 N- Ø 22, N- Ø 22, N- Ø 22, N- Ø, N- Ø, Ø J 7,5 7,5 7,5 7,5,0,0, Kº 5,0 5,0 5,0 5,0 22,5 22,5 22,5 22,5,0,0 Torque (N.m) ,0 2,0, , ,0 Peso Kg 2,6 2,9 3,6 3,9 5,5 6,2,0 1,3 21,, Temperatura máxima de trabalho: Vedação PM: 1º Vedação UN-N: 90º N.º VÁLVUL OROLT TIPO WR Material escrição S0 S0 orpo isco Sede ucha O ring erro Nodular PM / UN-N PT PM erro inzento Nodular + Níquel PM / UN-N PT PM 33

34 VG - Válvula Gaveta lasse 1 onstrução MSS SP70 PI 59 onexões LNG PLN SM 16.1 lasse 1 - SM 16. orpo e Tampas STM 126 L. unha STM 536 ados Técnicos ± VÁLVUL RT = Ø POSIÃO Ø Ø VÁLVUL GVT LSS 1 SRIÇÃO MTRIL orpo NL S unha GURNIÇÃO ORPO/TMP POR ORPO/Tampa PRISIONIRO ORPO/TMP TMP STLO UH.V. GXT PRM GXT POR O PRM GXT PRISIONIRO O PRM GXT NGRXIR LUV SGURNÇ UH ROSQU VOLNT POR O VOLNT STM 126 L TM 23 STM 536 ISI TIT PH V- N STM 563 GR STM 7 GR STM 126 L ISI TIT 23 STM 126 L STM 563 GR STM 7 GR ÇO RONO GLVNIZO STM 126 L STM 126 L STM 126 L STM 126 L N UROS Ø TM 23 STM 62 (sob consulta) ISI STM 16 (sob consulta) Volante STM 126 L. specificações Técnicas om grande aplicação industrial, a válvula gaveta é um equipamento de bloqueio de fluxo que tem como principal característica a mínima perda de carga quando totalmente aberta. Não provoca turbulência e seu diferencial de pressão é desprezível. Pode ser utilizada para regulagem de fluxo, tendo como consequência elevadas perdas de carga. Montagem com tampa aparafusada. onstrução com haste ascendente e volante não ascendente. POL. 2.1/ N ±2 VÁLVUL GVT LSS 1 IMNSÕS Ø Ø Ø Ø N 336,0 0,0 1,7 2, 0 190,0,0 0,0 139, ,0 2, 190, ,0 6,0 2,0 190,5 229,0 0,0 6,0 0,0 2,9,0 22,2 0 7,0 0,0 21,3 279, 22, , ,2 0 3,0 9,0 00, ,, ,0 10,0 0,0 31, 2,6, 12 19,0,0 31,0 5,0,0 70,0 1,0,0-3

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