ISO 9001 Empresa Certificada

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2 unidade 2 é especializada na fabricação de peças microfundidas. quipamentos de última geração, laboratórios para ensaios e testes aliados à equipe qualificada, resultam em produtos de alta qualidade. Na unidade 3, são fabricadas matrizes, onde técnicos especializados e sofisticados equipamentos permitem a M aceitar os mais diversos desafios. oi no ano de 11, em um pequeno pavilhão, que a Metalúrgica olden rt s deu início a uma história de sucesso empresarial, marcada por uma trajetória de conquistas e superação, resultado este, de muito esforço e trabalho. pós alguns anos de experiência adquirida, a M começou a aprimorar suas atividades, fabricando não somente alavancas, mas todas as peças que hoje, compõem as válvulas M. tualmente, possui um parque fabril com mais de.0 m² de área construída e, um grupo de empresas ligadas a um único objetivo: RNTR UTONOM TOTL, MLOR ONTÍNU OS PROSSOS QUL SUS PROUTOS. Na unidade Matriz, são fabricadas válvulas de esfera, visores de fluxo, peças em e acessórios para as mais diversas aplicações. stes produtos são fabricados utilizando equipamentos modernos, dentro de um rigoroso controle de qualidade, atendendo normas específicas, com certificação SO 001. Pensando sempre em melhor atender seus clientes, a M possui filiais nos stados de São Paulo e eará. anais exclusivos de distribuição, proporcionando maior agilidade e eficiência. O índice de crescimento anual só esta sendo atingindo devido ao compromisso e a seriedade com que a M vem trabalhando ao longo de sua história, solidificando cada vez mais, o relacionamento exclusivo com seus parceiros revendas, localizados em todo o território rasileiro e mérica do Sul. busca permanente na excelência de seus produtos, na satisfação de seus clientes e colaboradores, faz da M uma empresa sólida e moderna. Por isso, seja qual for sua necessidade, entre em contato conosco! Teremos o maior prazer em atendêlo! SO 001 mpresa ertificada POLÍT QUL: Nossa meta é produzir com qualidade total e melhoria contínua nos processos, fabricação de válvulas de esfera, peças microfundidas e para a realização de nossos colaboradores e a satisfação de nossos clientes. Matriz M Veranópolis / RS entro dministrativo Unidade 02 Peças Microfundidas / RS Unidade 02 Peças Microfundidas / RS Unidade 03 Matrizaria / RS Unidade 03 Matrizaria / RS ilial São Paulo / SP ilial eará / Sede ampestre Veranópolis / RS 02 03

3 specificações das Válvulas M specificações das Válvulas M V 1 Visores de luxo V Válvula aveta VOLNT cionamento por volante VMPN Válvula de sfera Monobloco Latão VMPN Válvula de sfera Monobloco Latão RONZ ronze STM 2 3L ço orjado (nox 3L) NPL xtremidade stendida /TRV cionamento com trava para cadeado OROLT cionamento por orboleta VTL Válvula de sfera Tripartida irecional em L orizontal 3 ço orjado (nox 3).N0 lange N nas classes PN, PN PN0 TRUN. Válvula com Montagem Trunniom VTT Válvula de sfera Tripartida irecional em T Vertical 2.1/ L ço orjado (nox L) WO Ponta para solda W para tubo O X Válvula com aixa Redutora VM Válvula de sfera Monobloco VM Válvula de sfera Monobloco com furo de alívio VM00 Válvula de sfera Monobloco 00 WO VT Válvula de sfera Tripartida VTS00 Válvula de sfera Tripartida Série 00 VT00 Válvula de sfera Tripartida 00 WO 1.1/ 1.1/ 3/ 1/ 3/ PP Passsagem Plena ço orjado (nox ) ço orjado (arbono) L Latão orjado 0 W STM 2 r. W STM 31 r. M STM 31 r.m ço arbono Todos os componentes em aço carbono, exceto esfera e haste em aço inox S Seminox Todos os componentes em aço inox exceto parafusos, porcas, arruelas, preme gaxeta, molas prato e alavanca em aço carbono SWO ncaixe para solda SW para tubo O 0 lange classe 0 conforme Norma NS. 1 lange classe 1 conforme Norma NS. W Ponta para solda W conforme Norma NS. SW ncaixe para solda SW conforme Norma NS. SP Rosca SP conforme Norma SO 22 TR Reforçado OMP L TP Puro Virgem TRS Reforçado Supering TR Reforçado com % de ibra de Vidro TR V Reforçado OMPL om dupla vedação TP V Puro Virgem om dupla vedação UN RONZ UN W + r RM tuador Pneumático Simples ção tuador Pneumático upla ção 2 tuador létrico 2 V 1 tuador létrico 1 V 2 tuador létrico 2 V 3/22 Válvula Solenóide 3/2 vias limentação 2 V 3/21 Válvula Solenóide 3/2 vias limentação 1 V 3/22 Válvula Solenóide 3/2 vias limentação 2 V /22 Válvula Solenóide /2 vias limentação 2 V /21 Válvula Solenóide /2 vias limentação 1 V X. TRUN. Válvula com aixa Redutora e Montagem Trunniom Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço carbono, preparada para atuador pneumático dupla ação RM Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço carbono, preparada para atuador pneumático simples ação T Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço inox, preparada para atuador pneumático dupla ação TRM Válvula com suporte, adaptador e parafusos em aço inox, preparada para atuador pneumático simples ação S/LV Válvula montada sem alavanca de acionamento V Válvula de sfera ipartida 1/ PR Passagem Reduzida 3M STM 31 r.3m T Total nox Todos os componentes em aço inox. NPT Rosca NPT conforme Norma NS 1..1 TRS V Reforçado Supering om dupla vedação.o. sfera Oca X aixa redutora /22 Válvula Solenóide /2 vias limentação 2 V 0 have fim de curso rotativa MPO 1 MPO 2 MPO 3 MPO MPO MPO MPO MPO MPO MPO MPO NOMNÇÃO PSSM MTRL ONSTRUÇÃO XTRMS VÇÕS OTUROR TUOR VÁLVUL SOLNÓ SSÓROS 0 0

4 uidados que devem ser tomados com as Válvulas M ráficos nstalação Verificar se a válvula l está adequada às condições de pressão e temperatura do fluido. nspecionar a tubulação antes da instalação da válvula, a fim de assegurar que não haja qualquer detrito proveniente da montagem da rede. olocar a válvula na posição aberta durante a instalação, para evitar dano à esfera. Verificar o correto alinhamento da tubulação e da furação dos flanges. O alinhamento axial também é importante para válvulas roscadas. Não corrija o alinhamento da tubulação utilizando a instalação da válvula. uncionamento das Válvulas irecionais de luxo onforme indicado nas figuras abaixo, estas válvulas são indicadas somente para direcionar o fluxo. Não podendo ser utilizadas como válvula de bloqueio. Possui como característica de funcionamento, a entrada na terceira via e a saída nas demais vias. Sentido de luxo Posição da lavanca 0º Posição da lavanca 0º ondições erais de Manutenção manutenção normal consiste em trocar as vedações e apertar os parafusos não mais que o suficiente. pertar excessivamente resultará em um torque de acionamento elevado e no desgaste prematuro das vedações, podendo comprometer o bom funcionamento da válvula. Para eliminar vazamentos na haste aperte os parafusos do preme gaxeta com oitavo de volta a cada vez. Se necessário abrir a válvula para manutenção dos componentes internos, certifiquese que a mesma esteja despressurizada. ráfico Pressão x Temperatura Observar o alinhamento do atuador nas válvulas automatizadas, pois o descuido neste item resulta em aumento de torque e funcionamento incorreto do atuador. Para válvulas M automatizadas através de atuador pneumático, a pressão da rede de ar comprimido deve ser de a bar, para seu perfeito funcionamento. esmontar as válvulas Tripartidas com conexões soldadas, para efetuar a soldagem na tubulação, pois o calor gerado pela solda, poderá danificar a vedação. Saída Saída Utilize sempre peças de reposição originais, que são sua garantia de segurança. Os torques apropriados para o fechamento dos parafusos estão disponíveis no site da M (www.mga.com.br). MOO RTUR MOO MNTO onstrução da sfera Remover substâncias estranhas das superfícies de assentamento das válvulas com sedes em, tais como: escórias de solda, resíduos arenosos da limpeza por jato de areia, aparas de metal, pois estes danificam a vedação da válvula. ntrada ntrada Transporte e rmazenagem Manter as válvulas fora da ação do sol, chuva e maresia, sem retirar as suas proteções. Para transportar as válvulas acima de, façao sem levantar pela alavanca ou atuador. Operação s válvulas de esfera M são projetadas para fluxo bidirecional, a menos que a esfera seja dotada de furo de alívio ou contato. abertura e fechamento das válvulas operadas manualmente são feitas mediante giro de ¼ de volta (0º) no sentido horário para o fechamento e antihorário para abertura. s válvulas M são válvulas de bloqueio on/off, isto é, trabalham somente em duas posições: totalmente abertas ou totalmente fechadas, portanto não podem ser utilizadas para regular a vazão do fluido. arantia e ssistência Técnica ssegurase se aos produtos fabricados pela M, garantia contra qualquer defeito de material ou fabricação que neles se apresentem, no período de (seis) meses contados a partir da emissão da nota fiscal. Os serviços de garantia a serem prestados são restritos unicamente a substituição ou reparo de peças defeituosas. O processo será livre de custos desde que o produto retorne acompanhado da nota fiscal de compra. garantia tornase nula e sem efeitos se a peça sofrer qualquer dano provocado por acidentes, apresentar sinais de violação, mau uso ou alteração do projeto inicial. Para obter qualquer informação sobre sua válvula, ou se necessitar assistência técnica, favor informar diâmetro e o código de rastreabilidade que se encontra gravado no corpo da válvula. M somente garante válvulas atuadas em sua fábrica ou por técnico credenciado. SNTO O LUXO ORRTO SNTO O LUXO ráficos de Torque,00 0,00,00 0,00,00,00,00 0,00 Tripartida OMPL RRO " PP e " PR 2 1/2" PP e 3" PR 2" PP e 2 1/2" PR 1 1/2 PP e 2" PR 1 1/" PP e 1 1/2" PR 1" PP e 1 1/" PR 3/" PP e 1" PR 1/2" PP e 3/" PR 1/" PP, 3/" PP e 1/2" PR,00 0,00,00 0,00,00,00,00 0,00 SNTO O LUXO ORRTO Tripartida SNTO O LUXO 3" PP e " PR 2 1/2" PP e 3" PR 2" PP e 2 1/2" PR 1 1/2" PP e 2" PR RRO 1 1/" PP e 1 1/2" PR 1" PP e 1 1/" PR 3/" PP e 1" PR 1/2" PP e 3/" PR 1/" PP, 3/" PP e 1/2" PR esfera oca não é indicada para a utilização em fluidos com altas pressões e/ou velocidades. ipartida OMPL ipartida 0,00 0,00 1,00 1,00 " PP " PP 3" PP 0,00 0,00 2 1/2" PP 2" PP,00,00 0,00 0, " PP " PP 3" PP 2 1/2" PP 2" PP * empresa reservase o direito de efetuar alterações sem prévio aviso. 0 0

5 Índice de Produtos VM Válvula de sfera Monobloco 00 WO VÁLVUL PÁN esenho Técnico VM Válvula de sfera Monobloco 00 WO 0 onstrução VM Válvula de sfera Monobloco Latão orjado VM Válvula de sfera Monobloco para undo de aldeira lasse 0 V Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 1 S S N SO 22 V Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 0 VT Válvula de sfera Tripartida lasse 0 VT Válvula de sfera Tripartida com ispositivo de loqueio utomático VT Válvula de sfera Tripartida Latão orjado 1 onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 ROS SP OU NPT VT Válvula de sfera Tripartida orjada lasse 00 V Válvula orboleta Tipo Wafer lasse 1 VT S00 Válvula de sfera Tripartida Série 00 VT Válvula de sfera Tripartida lange lasse 1 VT S00 Válvula de sfera Tripartida Série 00 lange lasse 0 VT Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 1 VT Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 0 VT Válvula de sfera irecional de luxo lasse 0 VM Válvula de sfera Monobloco para Tambor V Válvula aveta em ronze V Válvula aveta lasse 1 V Visores de luxo tuador létrico tuador Pneumático /RM cessórios Peças em SULLON Peças Microfundidas e Matrizes orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 POL. 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ POL. 1/ 3/ N 0 N VÁLVUL SR MONOLOO PSSM PLN (PP) PSS.,1,1 VÁLVUL SR MONOLOO PSSM RUZ (PR) PSS.,1 1,0,, 2,,0 1, , 2, 2,,,,,,0 2, 2, 2 1 Modelos disponíveis com furo de alívio de pressão. vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste., 0,, 0,2 0,3 0,0 1,3 1,1 2, 0,33 0,31 TORQU ONMNTO Puro,0,0 1,0,0 TORQU ONMNTO Puro ref.,0,0,0,0,0,0 ref.,0,0 oeficiente de luxo,0, 1,,0,0 oeficiente de luxo,0,0 specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em água, óleo ou gás com pressões que podem chegar até bar (00 psi). Também pode ser utilizada em vapor com pressão até bar (2 psi). orpo em peça única com tampa roscada em uma das extremidades, o que minimiza pontos de fuga do fluido, oferecendo segurança absoluta com vedação estanque. a prova de expulsão. Não devem ser utilizadas no final da linha. SNTO O LUXO TL PR VÁLVUL OM URO LÍVO PRSSÃO 0 0

6 VM Válvula de sfera Monobloco Latão orjado VM Válvula de sfera Monobloco para undo de aldeira lasse 0 esenho Técnico esenho Técnico onstrução onstrução P Spec SM.3 S S N SO 2 S S N 2 P onexões ROS SP SO 22 orpo e Tampas LTÃO uzn0pb2 L onexões LN SM. lasse 0 : SM. cabamento dos langes: MSSSP sfera LTÃO uzn0pb2 orpo e Tampas STM 2 W LTÃO uzn0pb2 POL. 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ POL. 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ VÁLVUL SR MONOLOO PSSM RUZ PN (PR) L N N ,3 21, 2 3, 1 1, 2 3, 1, 2,, 2,,,, 1,,2,, 2 2, 2,2 3, 2, 0 3, 3 1 1,, 2, 2, 1,, 3 VÁLVUL SR MONOLOO PSSM PLN PN (PP) 3 2,, 2,,,, 3 1 3, 3 3, 22 22, 3, ,0 0, 0,33 0, 0, 1, 2, 0,0 L 0,1 0, 0,0 0,2 0, 0, 0, 1,2,, specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo disponível em passagem reduzida e plena, indicada para uso em redes de água, ar e gás com classe de pressão PN / PN quando utilizadas a temperatura ambiente. a prova de expulsão. Não indicadas para utilização com encaixe para solda. Não devem ser utilizadas no final da linha. sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 POL. N VÁLVUL SR MONOLOO PSSM RUZ (PR) PSS , oeficiente de luxo Sua geometria interna ameniza a turbulência provocada pela velocidade do fluido, ocasionando um efeito VNTUR, arrastando dessa maneira sólidos em suspensão. specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para aplicações em diversos tipos de fluido com ampla faixa de temperatura e pressão conforme SM.3. ndicada para descarga de caldeira. cionamento manual por alavanca com ou sem trava para cadeado, acionamento automático por atuador pneumático ou atuador elétrico. Preparada para receber atuador, mesmo após a instalação. orpo em única peça com tampa roscada em uma das extremidades, o que minimiza pontos de fuga de fluido, oferecendo segurança absoluta com vedação estanque. a prova de expulsão. sfera com furo de contato.

7 V Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 1 V Válvula de sfera ipartida Passagem Plena lasse 0 onstrução P Spec SM.3 S S N 2 P esenho Técnico onstrução P Spec SM.3 S S N 2 P esenho Técnico onexões LN SM. lasse 1 : SM. cabamento dos langes: MSSSP onexões LN SM. lasse 0 : SM. cabamento dos langes: MSSSP J J orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR PRT PSSM PLN (PP) POL. N PSS. J 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ ,0,, 3,,0 1, 2, 3,2,0,,0 1,0,0,0, ,0,0,0,0,0,0 2, 1,,0 3, 22, 2,,0 1,,,,0 1,,,0,0 2 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. nformações sob consulta. OS.: Válvulas disponíveis com montagem trunnion: a 1. Válvulas disponíveis com montagem flutuante: a.,0,0,0, , 2,, 3, 0,0,,0,2 2, 2, 3, 31,0 0,0 0,0 1,0 1,0, ,3,,,, 1, 1, 2,, 21,3 2, 3 31,,,,,, 22, 22,,,,0 0,0 0,0 N.º de uros 1,22 1, 2,1 3,0,2,0, 1, 31,0 0,0 3 oeficiente de luxo 1, 2,,,0 1, specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para aplicação em diversos tipos de fluidos com ampla faixa de temperatura e pressão conforme SM.3. onstrução bipartida que elimina alto torque de operação e evita danos as sedes. a prova de expulsão. sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR PRT PSSM PLN (PP) POL. N PSS. J N.º de uros 2.1/ ,,0 1, 2, 3,2,0, , 1,,0, 1, 1,0 2, ,,,0,2 2, 2, 3, 31, ,2 0,0 2, 3,2 3,, vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. isponíveis em duas opções de esfera, maciça ou oca. Na tabela acima o peso indicado é da válvula montada com esfera maciça. nformações sob consulta. OS.: Válvulas disponíveis com montagem trunnion: a 1. Válvulas disponíveis com montagem flutuante: a. 22, 22, 22, 22,, 2, 31,,, 2, oeficiente de luxo specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para aplicação em diversos tipos de fluidos com ampla faixa de temperatura e pressão conforme SM.3. onstrução bipartida que minimiza alto torque de operação e evita danos as sedes. cionamento por tubo. a prova de expulsão. isponível com trava para cadeado em todas as bitolas.

8 VT Válvula de sfera Tripartida lasse 0 VT Válvula de sfera Tripartida com ispositivo de loqueio utomático esenho Técnico esenho Técnico onstrução S S N SO 22 SM.3 onstrução S S N SO 22 SM.3 S S N SO 2 P S S N SO 2 P onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 SOL SW SM. SOL W SM. TPOS ONXÕS NX SOL SW ROS SP OU NPT onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 SOL SW SM. SOL W SM. TPOS ONXÕS NX SOL SW ROS SP OU NPT PONT P/SOL TOPO orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR TRPRT PSSM RUZ (PR) POL. N PSS. * J 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0,1 1,0,,, 1,, 1,0 1,,,, , 21, 33, 2,, 1,0, 0, ,, 2, 3,0 1,0 2, 2,,0 VÁLVUL SR TRPRT PSSM PLN (PP) POL. N PSS. * J 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0,1,1 1,0,,, 1,, 1,0 1,,,, vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. * Para conexão W, medidas sob consulta. 2,,,,0,0 1,0, 21, 33, 2,, 1,0, 2 2 2,3,3,, 2, 3,0 1,0 2, 2, 21, 33, 2,, 1,0, 0,1 1,0, 21, 33, 2,, 1,0, 0, 0,1 1,0 1,0 2, 2,0,, 0, 0,2 0, 1, 1,0 2, 3,,,3 oeficiente de luxo,0, 1, 2 oeficiente de luxo,0,0 1, 2,, specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo lasse 0, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM.3. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR TRPRT PSSM RUZ (PR) POL. N PSS. * J 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0,1 1,0,,, 1,, 1,0 1,,,, , 21, 33, 2,, 1,0, 0, ,, 2, 3,0 1,0 2, 2,,0 VÁLVUL SR TRPRT PSSM PLN (PP) POL. N PSS. * J 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0,1,1 1,0,,, 1,, 1,0 1,,,, vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. * Para conexão W, medidas sob consulta. 2,,,,0,0 1,0, 21, 33, 2,, 1,0,,3,3,, 2, 3,0 1,0 2, 2, 21, 33, 2,, 1,0, 0,1 1,0, 21, 33, 2,, 1,0, 0, 0,1 1,0 1,0 2, 2,0,, 0, 0,2 0, 1, 1,0 2, 3,,,3 oeficiente de luxo,0, 1, 2 oeficiente de luxo,0,0 1, 2,, specificações Técnicas J PONT P/SOL TOPO Válvula indicada para locais que exijam segurança total tais como: centrais de gás, postos de combustíveis, drenagem de tanques, filtros, vasos de pressão, segurança ambiental, descarga de fundo, etc. cionamento através de dispositivo de retorno à posição inicial após o operador soltar a alavanca. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), itolas disponíveis de ¼ a 2.1/. a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. 1 J

9 VT Válvula de sfera Tripartida Latão orjado VT Válvula de sfera Tripartida orjada lasse 00 esenho Técnico esenho Técnico onstrução NR onstrução S S N SO 22 S S N 2 S S N SO 2 P onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 ROS SP OU NPT onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 SOL SW SM. SOL W SM. TPOS ONXÕS NX SOL SW ROS SP OU NPT PONT P/SOL TOPO NPL STNO ( W / SW ) 0 orpo e Tampas Latão 0 sfera STM 31 STM 31 M STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 0 POL. N 1/ 3/ VÁLVUL SR TRPRT PSSM RUZ (PR) PSS.,1 1,0,,,0,0,0, 3,,0,0,0,,0 1, ,0,0 21,0 2,0 2,0 1,2,,0,0 2,2, VÁLVUL SR TRPRT PSSM PLN (PP),0,0,0,0,0,0 PSS.,1,1,0,0,0,0 1,0 1,0 1,2 1,2,0,0 0, 0,0 1,0 1, 2,0 3, 0, 0, vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. oeficiente de luxo,0, 1,,0 oeficiente de luxo,0,0 specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo ideal para uso em linhas de vapor e fluidos inflamáveis. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. Maior segurança quando utilizada em fluidos inflamáveis devido a sua propriedade de antipropagação de centelha. orpo e Tampas STM STM STM 3 sfera STM 31 STM 31 M STM 2 Supering STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR TRPRT PSSM RUZ (PR) POL. N PSS. * J 3/ 1.1/ 1.1/ 0 1,0,,,0 0,0,0 1,,0,0,0 1,0 1,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0 0,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. * Para conexão W, medidas sob consulta.,0 2, 3,1 2,,0 1, 1,,0 21,0,0,0 21,0 2, 3,1 1,0 2, VÁLVUL SR TRPRT PSSM PLN (PP) POL. N PSS. * J 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 0 1,0 1,0 1,0,,,0,0,0 0,0,0 1,,0,0,0,0,0 1,0 1,0 1,0 1,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0,0 0,0,,, 1,, 2 2, 3,1 2,,0,0,0,0,0 1,0,0,0,0,, 21,0 2, 3,1 1,0 2,2 2, 3,3,2, 1, 1,0 2,2 2, 3,3,2 0, 1,0 1,0 3,,0 0,0 0, 0, 1,0 2,1,,0 oeficiente de luxo 1, 2,,,0 1,0 oeficiente de luxo 1, 1, 1, 2,,,0 1,0 J specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo lasse 00, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma S S N SO 22. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Opção de fornecimento com extremidades com niple estendido de 0mm.

10 V Válvula orboleta VTS00 Válvula de sfera Tripartida Série 00 esenho Técnico esenho Técnico onstrução P 0 onstrução SM.3 P onexões LN SM. LSS S S N 2 P onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 SOL SW SM. SOL W SM. TPOS ONXÕS NX SOL SW ROS SP OU NPT NX SOL W UR 1 orpo erro Nodular erro inzento isco PM UNN POL. N 1.1/ 2.1/ VÁLVUL OROLT TPO WR Ø Ø Ø , 1, 1, 2,, 2, 21,3 2, 31, 31, N.º VÁLVUL OROLT TPO WR Material escrição S0 S0 orpo isco Sede ucha O ring Pino Ø N Ø N Ø 1 N Ø 1 N Ø 1 N Ø 1 N Ø 22, N Ø 22, N Ø 22, N Ø, N Ø, Ø J,,,, erro Nodular PM / UNN PM 3 º 22, 22, 22, 22, Torque (N.m) erro inzento Nodular + Níquel PM / UNN PM 3 specificações Técnicas Válvula de bloqueio e controle de fluxo indicada para gases ou líquidos. onexão tipo Wafer para flange 1 conforme SM.. cionamento por alavanca com posicionador graduado. ndicada para fluidos com altas vazões a pressões moderadas. J orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR TRPRT PSSM RUZ (PR) POL. N PSS. J 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 0,1 1,0,,,,0,0,0,0 3,, 1,,,,0,,2,0,0,0,, 1,,,0 2,,0,0,0,,0,0,0,0 33,0,,,0,2 1,,0,,0,0,0 1,0 2 2, 3,1 2,,0 1,,1 0, 1, 1 1,0,0,0 1,0,0,0 2,0,0,0 1,0,0 1,0 1,0 2 2, 2,0 3,0,, 2, 3,0 1,0 2, 2,,0, 21, 33, 2,, 1,, 0,1 1, VÁLVUL SR TRPRT PSSM PLN (PP) POL. N PSS. J 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 0,1,1 1,0,,,,0 1, 1,0 1,0 0,0,0 0, 1,, 1,,0,0,0,0,,2,0,0,0, 1,, 1,,,0 2,,0,0,0,,0,0,0,0 33,0,,,,0,2 1,,0 2,0,,,,0,0,0 1,0 1,, 2 2, 3,1 2,,0 1,,1 0,1 1,,1 1, 1,0 2 2,,1,2,0,0 1 1,0, 21, 33, 2,, 1,, 0,1 1, Sob consulta, disponível com esfera oca. / Medidas sob consulta VT PP acionamento somente por tubo. vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. N.º PR. N.º PR. 0,33 0, 0, 1,30 2, 2,,,0, 0, 0,21 0, 0, 1,3 2,,,3,1 21,00 oeficiente de luxo,0, 1,,0,0,0,0 oeficiente de luxo,0,0, 1,,0,0,0,0,0 J specificações Técnicas strutura tubular desenvolvida com maior número de parafusos, proporcionando maior segurança a vazamentos externos, aumentando a robustez da válvula. otada de guias de apoio para alojamento dos parafusos, o que proporciona maior resistência, eliminando empenamento das tampas. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), e fácil aplicação para trava de cadeado, conforme figura

11 VT Válvula de sfera Tripartida lange lasse 1 VT S00 Válvula de sfera Tripartida Série 00 lange lasse 0 esenho Técnico esenho Técnico onstrução S S N SO 22 SM.3 onstrução S S N SO 22 SM.3 S S N 2 P PSSM RUZ S S N 2 P PSSM RUZ onexões LN SM. lasse 1 SM. cabamento dos langes: MSSSP onexões LN SM. lasse 0 SM. cabamento dos langes: MSSSP PSSM PLN PSSM PLN orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 VÁLVUL SR TRPRT LN PSSM RUZ (PR) PSS.,1 1,0,,, N.º UROS 1,1 1, 2,0 3,,0,0,,0 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste ,3,,,, 1, 1, 2,,,,,, VÁLVUL SR TRPRT LN PSSM PLN (PP) PSS. 1,0,,, ,3,,,, 1, 1,,,,,, N.º UROS 1,,2,00, 1, oeficiente de luxo,0, 1, 2 oeficiente de luxo 1, 2,, specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM.3. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 STM 30 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ POL. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 VÁLVUL SR TRPRT LN PSSM RUZ (PR) PSS.,1 1,0,,,, N.º UROS 1,0 2, 3,2,,,2 1, 21, 3 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. 1 2, 2,,,,3,0 1,2,3 0, 22, 22, 22, 22, VÁLVUL SR TRPRT LN PSSM PLN (PP) PSS. 1,0,,,, , 2,,,,3,0 1,2,3, 22, 22, 22, N.º UROS 1, 3,,3,,2,,1 0 oeficiente de luxo,0, 1, 2 oeficiente de luxo 1, 2,, specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo, indicada para utilização em diversos líquidos, gases e vapores em ampla faixa de temperatura e pressão conforme norma SM.3. onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. 21

12 VT Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 1 VT Válvula de sfera irecional de luxo lange lasse 0 esenho Técnico esenho Técnico onstrução SM.3 VÁLVUL SR RONL M L onstrução SM.3 VÁLVUL SR RONL M L S S N SO 2 S S N SO 2 onexões LN SM. lasse 1 OM MNTO MSSSP VÁLVUL SR RONL M T onexões LN SM. lasse 0 OM MNTO MSSSP orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 VÁLVULS SR RONL PSSM RUZ (PR) PSS.,1 1,0,,, N.º UROS vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste ,3,,,, 1, 1, 2,,,,,, VÁLVULS SR RONL PSSM PLN (PP),,2,, 3,, 3, 1,0 PSS. 1,0,,, ,3,,,, 1, 1,,,,,, 1, 2,,0 1, 1,2, 1,3 N.º UROS 1, 2,0 3,2,3,,0,0 1,2 0 3,0,3,2, 1, specificações Técnicas Válvula direcional de fluxo lasse 1, disposta de uma entrada lateral ou inferior e, duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. Pode ser fornecida nas configurações em L (horizontal) ou em T (vertical). onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo. 22 VÁLVUL SR RONL M T orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0 Pol. N 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 VÁLVUL SR RONL PSSM RUZ (PR) PSS.,1 1,0,,, , 2,,,,3,0 1,2,3, 22, 22, 22, VÁLVUL SR RONL PSSM PLN (PP) 2,,0 3, 0,0 1, 1,2, 1,0 PSS. 1,0,,, , 2,,,,3,0 1,2, 22, 22, 1,0 1,0 1, 0,0 3, 1,2,2 N.º UROS N.º UROS vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste. 3,3,2,3,03,22, 1, 2,22 0,1,3,0,, 2,2 specificações Técnicas Válvula direcional de fluxo lasse 0, disposta de uma entrada lateral ou inferior e, duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. Pode ser fornecida nas configurações em L (horizontal) ou em T (vertical). onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo.

13 VT Válvula de sfera irecional de luxo lasse 0 VM Válvula de sfera Monobloco para Tambor esenho Técnico esenho Técnico onstrução SM.3 onstrução S S N SO 2 S S N SO 2 onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 SOL SW SM. SOL W SM. orpo e Tampas STM 2 W STM 31 STM 31 M sfera STM 31 STM 31 M STM 2 OMP L STM 2 STM 2 3 S STM 2 STM 2 VÁLVUL SR RONL M "T" NX SOL SW VÁLVUL SR RONL PSSM RUZ (PR) POL. N PSS. J L 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0 0,1 1,0,,, 1,, 1,0 1,,,, ,,0,0,0 1,,0,0,0 1,,,0 1, 2, 1,0 1,, 21, 33, 2,, 1,0, 0, ,, 2, 3,0 1,0 2, 2,,0 TPOS ONXÕS ROS SP OU NPT 0,2 0, 1,0 1,2 2, 3,,0, VÁLVUL SR RONL PSSM PLN (PP) POL. N PSS. J L 1/ 3/ 1/ 3/ 1.1/ 1.1/ 2.1/ 0,1,1 1,0,,, 2 2 1,, 1 1,,,, , 3,,0,0,0 1,,0,0,0,0 1,, 1, 2, 1,0 1,,,,,0,0 1,0, 21, 33, 2,, 1,0, 2 2 2,3,3,, 2, 3,0 1,0 2, 2, 21, 33, 2,, 1,0, 0,1 1,0, 21, 33, 2,, 1,0, 0, 0, 0,1 1,2 1, 2, 3,31,0,3 NX SOL W LJ VÁLVUL SR RONL M "L" specificações Técnicas Válvula irecional de fluxo lasse 0, disposta de uma entrada lateral ou inferior e, duas saídas utilizadas para desviar alternadamente o fluxo. Pode ser fornecida nas configurações em L (horizontal) ou em T (vertical). onstrução tripartida (um corpo e duas tampas), a prova de expulsão. isponível também na construção com dupla vedação, o que proporciona maior segurança quando utilizadas em linha de vapor. Não indicada como válvula para bloqueio de fluxo. onexões ROS SP SO 22 orpo e Tampas STM 31 sfera STM 31 STM 2 OMP L STM 2 STM 2 3 STM 2 STM specificações Técnicas Válvula de bloqueio de fluxo ideal para utilização em tambores, tanques de óleo e líquidos em geral. Possui corpo em única peça com tampa roscada em uma das extremidades. 2 isponível no tamanho de com Passagem Reduzida. cionamento por alavanca, tubo e dispositivo de trava para cadeado ou, manual e dispositivo de fechamento automático. O dispositivo de fechamento automático proporciona segurança, pois obriga a operação forçada da válvula. sto é, a válvula só se mantém acionada por ação do operador. ste sistema é muito utilizado em tambores com líquidos inflamáveis, pois obriga o operador a ficar observando a válvula enquanto acionada. 3 2 vazão apresentada em corresponde a um diferencial de pressão ( p) de 1 bar utilizando água como fluido de teste.. 2

14 V Válvula aveta em ronze V Válvula aveta lasse 1 onstrução NR 02/ NR 0 P esenho Técnico onstrução P 00 P esenho Técnico onexões ROS SP SO 22 onexões LN SM. lasse 1 SM. 3 3 orpo e Tampas STM orpo e Tampas STM 2 r. W 2 1 unha STM 2 STM Medidas NPS* N** 1/ 3/ Peso g 0,2 0,2 0,0 * NPS: Nominal Pipe Size ** N: iâmetro Nominal imensões, Posição escrição Material orpo unha Tampa nel de Vedação da Tampa rruela de Trava nel de Vedação da Preme axeta Porca da axeta Volante Porca do Volante ronze ronze ronze ronze ronze ronze Latão lumínio ço nox specificações Técnicas Válvula de bloqueio com passagem plena, indicada para operar em serviços onde não haja a necessidade de operações freqüentes. Possui baixa perda de carga quando a cunha estiver totalmente aberta. Recomendase a não utilização da válvula gaveta em operações de regulagem de fluxo. onstrução com haste não ascendente. unha W + R STM 2 r. STM r. Volante S / VÁLVUL VT LSS 1 MS MNSÕS NPS N 1.1/ 2.1/ , VÁLVUL VT LSS 1 POSÃO SRÇÃO MTRL ORPO S VÇÃO UN ST XT TMP SSNTO TRSRO POR SXTV PRUSO NL VÇÃO PRM XT PRUSO LN XT POR SXTV NRXR POR POR ST VT O VOLNT VOLNT POR O VOLNT STM 2 r. W STM 2 r. W + R STM r. S + RT LXÍVL STM 2 r. W STM 2 r. STM 1 r.2 STM 13 r. RT LXÍVL STM 2 r. STM 13 r. STM 2 r. W STM 1 r. 2 OR STM 1 r. 2 LTÃO ÇO RONO RRO MLÁVL ÇO RONO specificações Técnicas Válvula de bloqueio com passagem plena, indicada para utilização em líquidos, gases ou vapores, com bom desempenho mesmo sob altas temperaturas e pressões, definidas pela lasse 1 (SM.3). Montagem com tampa aparafusada. onstrução com haste ascendente e volante não ascendente. Válvula On Off. 2 2

15 V Visores de luxo tuador létrico esenho Técnico plicação esenho Técnico onstrução onexões ROS SP SO 22 ROS NPT NS/SM 1..1 orpo e Tampas STM 31 STM 31 M 3,,3 L1 L2 L3 L L3 2 1 Os atuadores létricos M são equipamentos utilizados na automação de válvulas operadas por 1/ de volta. Substituem os atuadores pneumáticos em locais remotos onde não se dispõe de ar comprimido. isponível nas voltagens 2 V, 1 V e 2 V. RTRÍSTS obertura xterna do tuador létrico obertura em Poliamida resistente a ácido e substâncias alcalinas, caráter de resistência a fluidos corrosivos. M M 1 3 M M M M 1 22 M M 2 1 Juntas Papel idráulico ou sob consulta Parafusos, Porcas e rruelas ço arbono / nox ristais de Observação orosilicato: Suporta temperaturas de até. lta resistência a ataques químicos e a vapores. Vidro Temperado: Suporta temperaturas de até 0. Sensível a ataques químicos e a vapores. Pol. N 1/ 3/ VSORS LUXO PSS. L1 L2 L3 L 1 2,1 1,,,, 31, 31, 31, 1,2 1, 1, specificações Técnicas Permite a inspeção visual das condições instantâneas de fluxo de fluidos no interior de tubulações. Pode ser utilizado também para verificar o funcionamento de purgadores em sistemas de ar comprimido e vapor. arcaça inteiriça com dois cristais justapostos para inspeção. Ressalto separador fixo. nstalação em posição horizontal ou vertical. usência de peças móveis. Manutenção mínima e longa vida útil. Pressão máxima de serviço 21 f/cm². Temperatura máxima 0. Para valores de p entre e e fluidos agressivos devese utilizar disco de mica, para proteção dos cristais contra desgaste prematuro. Proteção P, à prova d água e poeira. ontrole Manual Os modelos UM1 até UM3, a função de controle manual requer acionamento através de uma chave de mm. UM, o controle manual é realizado através de volante. TNÇÃO! ntes da venda ou instalação, verifique se a voltagem da rede é a mesma do atuador. MOLO O TUOR UM1 UM1 UM2 UM2 UM3 UM3 UM UM MOLO O TUOR UM1 UM2 UM3 UM VOLTM (V) VOLTM (V) TUOR LÉTRO 1/2 V POTÊN (W) VLO (S) TORQU (N/M) 1,1 21,,2 1,2 2 2 TUOR LÉTRO 2 V POTÊN (W) VLO (S) 2 TORQU (N/M) 2 23 V () 0, 0, 0, 0, 0, 0,2 0, 0,2 V () 1, 1, 1, 1, (g) 1, 1, 2,3 2,3,0,0,3,3 (g) 1, 2,3,0,3 squema létrico 1/2 V S = ase R = Neutro No contato 1 é ligada a fase. Nos contatos 3 e, é ligado o neutro, de acordo com a operação desejada. Ligando o contato 3 provoca a abertura do atuador. Ligando o contato, provoca o fechamento. O contato provê um sinal de retorno, para indicação de abertura opcional (Lâmpada). O contato provê um sinal de retorno, para indicação de fechamento opcional (Lâmpada). 2 V + = Polo positivo = Polo negativo No contato 1 é ligado o pólo positivo. Ligando o pólo negativo somente ao contato 3 provoca a abertura do atuador. Ligando simultaneamente o pólo negativo aos contatos 3 e, provoca o fechamento. O contato provê um sinal da mesma voltagem que o contato 1, para indicação de abertura opcional (Lâmpada). O contato provê um sinal da mesma voltagem que o contato 1, para indicação de fechamento opcional (Lâmpada). 2 2

16 L tuador Pneumático /RM tuador Pneumático /RM plicação Os atuadores Pneumáticos M são equipamentos indispensáveis na automação das válvulas de esfera. isponíveis nas versões upla ção () ou Simples ção (Retorno Mola RM) com os mais variados torques conforme a necessidade do cliente. tuadores Simples ção Os tuadores Simples ção ou Retorno Molas (RM) são utilizados em situações onde o desejo é de manterse, em caso de falta de energia, a posição inicial da válvula que pode ser normalmente aberta ou normalmente fechada. Nestes casos as válvulas 3/2 são montadas como segue: tuadores upla ção Os tuadores upla ção () são utilizados em situações onde se deseja injetar ar comprimido para abrir e fechar o atuador. Nestes casos as válvulas /2 são montadas como segue: squema de Montagem da Solenóide /2 e 3/2 esenho Técnico 1/ N TL URÇÃO/XÇÃO /0: 2, TL URÇÃO/XÇÃO RM /0: 2, 2 TL Y M M x J M x VST X squema létrico TUOR SMPLS ÇÃO (RM): Y 31 M x X TUOR UPL ÇÃO (): Y M x 31 X M x MOLO O TUOR /RM 0 /RM 0 /RM 00 /RM 00 /RM 1 /RM 0 /RM 0 /RM 0 /RM /RM /RM /RM MOLO O TUOR Volume de r (litros / ciclo) Tempo de bertura (s) Tempo de echamento (s) Peso (g) MOLO O TUOR () (RM) , MNSÕS J L M M x M x M x M x M x M x M x 1 M x M x M x M x M x M x M x M x M x 2 M x 2 M x , 2 22, 3 PRSSÃO LMNTÇÃO: bar RM RM RM RM RM RM RM 0, 0, 1,0 1,00 3,0 0, 3,,,0 10,00,00 0,0 0,0 1,1 0,1 0, 1, 0,00 0,00 1, 0,0 0,20 2,3 0,1 0,1 2, 0,2 0,00,0 0,1 0,1 3, 0,3 0,0, 0, 0,2,1 0,0 0,00, 0,0 0,00, 22, ,0 0,, ,00 0,0, TORQU O TUOR PNUMÁTO UPL ÇÃO (Nm) Pressão de limentação (ar) 2 3, 1, 3 3 2, , ,00 1,0, 1 2 Modelo do tuador RM 0 RM 00 RM 00 RM 1 RM 0 RM 0 RM 0 RM RM RM RM Seleção das Molas TORQU O TUOR PNUMÁTO SMPLS ÇÃO (RM) Torque da Mola inal,,, , 1 1 2,, nicial,,, 1 2, , 2 3,, Pressão de limentação (ar) 3, 0º 0º 0º 0º 0º 0º 0º 0º 0º 0º 0º 0º, 2 1, 0, , 2 3 2, ,, , 2, 3, 0, , 3 2, , 1, 2, ,, , 1 1 2, 2, 3, 3,,, 1,, 2, ,, 1, 0 31,,, , 33, , 2, ,, ,, , 2, 2,, , 2 2 0, , 1, , 1, , 3 33,, , , ,,, 0, 0 3 3, 2,

17 cessórios cessórios lavanca orboleta aixa Redutora Solenóide /2 e 3/2 terramento ntiestático Trava para adeado ndicador de Posição em Válvulas Manuais ndicador de Posição Volante tuador Pneumático com aixa Redutora ita Veda Rosca stendida 33

18 Peças em SULLON Peças Microfundidas e Matrizes O SULLON é um polímero com um conjunto de propriedades não encontradas em outros materiais, que o torna um dos materiais mais versáteis já desenvolvidos. Possui uma resistência universal à produtos químicos, limitandose apenas ao flúor elementar acima de 0º e à radiação de alta energia. ranulado e processado por compactação, em moldes, seguindose uma sinterização livre. Possui os mais baixos coeficientes de atrito, excelente isolante elétrico e não sofre interferência de intempéries. m condições especiais de trabalho, podemos optar pelo SULLON com cargas, obtendo um melhor rendimento e um aumento em sua vida útil. Temperatura: 0º a +20º. Propriedades Químicas O SULLON resiste a praticamente todos os produtos químicos nas condições de temperatura onde é estável, exceto a metais alcalinos fundidos e alguns compostos fluorados a altas temperaturas. Não sofrem ação de nenhum solvente. Pode ser mergulhado em líquidos em ebulição como água régia, ácidos nítrico e sulfúrico, sem sofrer qualquer ataque. Não possui, nem transmite sabor e odor aos corpos com os quais entra em contato. Não sofre fenômeno de envelhecimento. Peças Microfundidas Matrizes quipamentos de última geração aliados a equipe técnica de alta qualidade, garante a M total autonomia, podendo ainda atender seus clientes no desenvolvimento de qualquer tipo de matriz, para os mais diversos segmentos da indústria. O aperfeiçoamento constante é uma das premissas básicas da filosofia da M, motivo pelo qual, esta divisão, bem como as demais, recebe atualização permanente. Propriedades Mecânicas Possui o mais baixo coeficiente de atrito de todos os sólidos existentes. É flexível em espessuras finas e rígido em secções espessas, porém, não quebradiço em nenhum dos casos. Possui boa resistência ao choque em ampla faixa de temperatura. É autolubrificante, utilizado sobre superfícies metálicas elimina a necessidade de lubrificação. Praticamente nenhum outro material adere com firmeza às superfícies do, porém isto é possível, através de tratamento químico para colagem. RS MS USUS + R VRO + SSULTO MOLÊNO + RT + RONO + RONZ OMPOSTO OMP L PROPRS O OMPOSTO Maior resistência a pressão, produtos químicos, desgastes, estabilidade dimensional, ótima resistência química. Menor atrito, adequado para aplicação em vácuo, boas propriedades de funcionamento à seco, em combinação com o bronze. aixo coeficiente de atrito, boa condutibilidade térmica, baixo desgaste abrasivo em combinação com metais macios, elevado desgaste abrasivo em combinação com metais duros. oa resistência ao desgaste, boa condutibilidade térmica, bom comportamento ao desgaste abrasivo em água, elevada resistência a pressão, boa propriedade de funcionamento à seco, antiestático, fraco em alongamento, carga oxidante. Ótima condutibilidade térmica, elevada resistência a compressão, elevada dureza, ótima resistência a fluência plástica, baixo escoamento à frio. levada resistência mecânica a tração e compressão, elevada taxa de transferência térmica, baixíssimo coeficiente de atrito, baixo grau de porosidade. s peças microfundidas M são produzidas dentro da mais avançada tecnologia, com controle permanente em cada etapa de fabricação, desde a análise da matériaprima até o acabamento final. liada a sua política de parceria e responsabilidade nos projetos desenvolvidos, a M tem capacidade de desenvolver e fabricar qualquer tipo de peça microfundida, desde a mais simples até a mais sofisticada, resultando em uma produção mensal de 0 toneladas. utonomia total, precisão dimensional, fino acabamento, com testes e ensaios mecânicos, resultam em peças de alta qualidade com a garantia M! 3 3

19 MTRZ Rua etúlio Vargas, airro Renovação P 3000 Veranópolis RS rasil one/ax: () () 31 rte e mpressão: UN 2 PÇS MROUNS Rua São Paulo, 1 airro Medianeira P 3000 Veranópolis RS rasil one/ax: () 31 () UN 3 MTRZR Rua Três, 3 istrito ndustrial P 3000 Veranópolis RS rasil one/ax: () 31 LL SÃO PULO Rua José Zappi, 2 Vila Prudente P 03 São Paulo SP rasil one/ax: () 2 2 LL RÁ venida r. Mendel Steinbruch, 2222 Loja 02 airro Planalto idade Nova P 1 Maracanau rasil one/ax: () 33 atálogo M dição 01/0

POLÍTICA DA QUALIDADE:

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