Tatiane Aparecida da Costa. e Moda atraves do Tempo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tatiane Aparecida da Costa. e Moda atraves do Tempo"

Transcrição

1 Tatiane Aparecida da Costa Quadrinhos e Moda atraves do Tempo CURITIBA UTP 2006

2 Tatiane Aparecida da Costa Quadrinhos e Moda atraves do Tempo Tce - Trabalho de Conclusao de Curso, apresentado ao Curso de Design, habilitac;:ao em Design de Moda, como requisito parcial para a obtenc;:ao do grau de Designer de Moda da UTP Universidade Tuiuti do Parana, orientada pelo professor (a) ScheHa Camargo e Eunice Lopez Valente. CURITIBA UTP 2006

3

4 "Com a palavra, au antes dela, a imagem acompanhou a homem em todas as suas necessidades, para S8 comunicar, para ensinar, para criticar as erras, para elevar, para destruir." Antonio L. Cagnin

5 As novas e inspiradoras mentes criativas.

6 Agradego a todos que contribuiram com este projeto de alguma forma: minha familia par serem pacientes com a bagunga, ao Felipe Araujo par ter me apresentado a Principe Valente, ao Alan Ledo pelas ilustragoes, aos professores da Ansa Academia de Corte e Coslura par me ajudarem a concretizar minhas ideias, as professoras orientadoras e a lodos que cooperaram com objetos, sugest6es e ouvidos. Prometo aborrece-ios mais vezes.

7 SUMARIO Lista de Figuras.. Lista de Quadros... Resumo.. Abstract.. INTRODUc;:Ao REVISAo BIBLIOGRAFICA Breve Historico sobre a Idade Media. o Vestuario na Idade Media.... Alemanha.. Mudan,as.. Franc;a.. Inglaterra... Sobre Historia em Quadrinhos.. Defini~iio.. Historico... Mudanc;as e Her6is. A Era de Ouro dos Quadrinhos.... Quadrinhos e Guerra.... Pes-Guerra e Cac;a aos Quadrinhos. A Nova Gera~iio... Mulheres nos Quadrinhos Estrutura das HQ's... Sabre Cores.. Harold Foster.. Principe Valente.. MATERIAlS E METODOS DE PESQUISA. Objetivos do Projeto. Publico Alvo. Similares.. Conceito.. Ambiencia.. Cartela de Cores.. Justificativa das Cores Cartela de Materiais.. Justificativa dos Materiais.. Fun90es do Produto. VIII IX X XI VI

8 Analise Ergonomica. 44 Conserva~ao dos Tecidos. 45 Tabela de Medidas. 46 Tabela de Custos. 47 Gera~ao de Alternativas Gera~ao de Imagens Camisetas Gera~ao de Estampas Estampas. Processo Criativo RESULTADOS. Sobre a Cole~ao. Sele~ao... Produ~ao Fotografica... Fichas Tecnicas DISCUSSAO. CONCLUSAO E RECOMENDA90ES.... ANEXOS. GLOssARIO DE TERMOS... REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS VII

9 LlSTA DE FIGURAS 1. Traje Masculino do Ano Vestido do Seculo XII.. 3. Vestido Frances do Seculo XII.. 4. Vestido Ingles do Seculo XII 5. Krazy Kat The Yellow Kid Gato Felix. 8. Os Sobrinhos do Capitao.. 9. Tarzan Tintim e Milou Superman Revista Gibi Personagem Gibi 14. Spirit Capitao Marvel Ze Carioca Walt Disney Asterix e Obelix A Turma do Perere Surtista Prateado. 21. Homem Aranha Valentina Barbarella 24. Manifesta,ao do Tempo - Futuro Manifesta,ao do Tempo - Passado Tarzan por Harold Foster 27. Harold Foster Principe Valente Espada Cantante 30. Principe Valente Camiseta do catalogo da Candyland Comics II Vlll

10 LlSTA DE QUADROS 1. Cole,ao Alexandre Herchcovitch Fern. Inverno Cole,ao Alexandre Herchcovitch Fern. Inverno Cole,ao Alexandre Herchcovitch Inverno Cole,ao Alexandre Herchcovitch Inverno Catalogo de cam isetas Candyland Comics.. 6. Mafalda I Superman I Spiderman 7. Batman I The Joker. 8. Sele,ao de Imagens para Camisetas. 9. Selel'ao de Camisetas Selel'ao de Estampas Sele,ao de Estampas 12. Selel'ao de Estampas 13. Selel'ao de Estampas Sele,ao de Estampas Fotos do Processo Criativo Fotos do Processo Criativo IX

11 Resumo o projeto apresentado une a arte das Historias em Quadrinhos e a Moda usando 0 contexto hist6ried e atual, possibilitando a transicao de ambas as artes em uma 56 forma: 0 vestuario. Tendo em vista que ambas as manifestaeoes interferiram nas mudan9as da civiliza<;8.o, acompanhando jovens, adolescentes e adultos nas mais diversas transforma90es politicq-sociais, as comics e a mod a caminharam juntos quando se refere as crises e inova96es de linguagem, sendo indispensiweis tantes de estudo e referencia de comportamento de uma gerayao para as pesquisadores. E curiosa descobrir que super-herois surgiram em meio a crises; as cores eram escassas no inlcio da imprensa, pequenos detalhes das revistas em quadrinhos fazem toda a diferenc;a quando e dada a devida atenc;ao. Para 0 projeto Quadrinhos e Moda atraves do Tempo, um personagem especifico foi escolhido para dar identidade a cole~ao desenvolvida. 0 Prfncipe Valente, her6i criado par Harold Foster na decada de 20 e com um cenario medieval excepcianal, se encarregou da possibilidade de unir fatores hist6ricos e contemporaneas das hist6rias em quadrinhos, idade media e moda, transitando nas cores, materiais, conceitos e imagens. Palavras chave: Quadrinhos, Design, Tempo. x

12 Abstract The project joins the art of cartoons and the fashion world in an actual and historic contest, transiting these two arts in the same thing: the dressing. These two kinds 01 expressions make a revolution for the civifization; following adults, child and adolescent people, the comics and the fashion world go to the same way in the crises and language innovations; been important to the study and the generation conduct and used as a reference for the searchers. It's curious find that super heroes appearing in the middle of crises; the colours were rare in the press beginning; little details of cartoons magazines make all the difference when you pay the right attention. To the project "Cartoons and Fashion through the Century" a particular person was choose to give identity to the work. The "Principe Valente", a creation of Harold Foster in the 20'Th Century with great medieval scenery, is reason to join the actual and historic factories of the cartoons histories. The Dark Age and fashion, join through the colours, concepts, materials and images. Key words: comics, design, time. XI

13 INTRODUC;Ao A uniao de alies e epocas distintas serviu como inspirayao para 0 desenvolvimento deste projel0 que ret rata Moda e Quadrinhos nurn universo epico da idade media e tambem 0 do universo contemporaneo. o estudo dos quadrinhos fascina por ser tao aliva na sociedade desde a sua exist mcia. Eslando presente na cria<tao da imprensa, movimentos politicos e sociais, e ate nos nossos dias, esla arte envolve centenas de milh6es de leilores em todo 0 mundo, desde jovens a adullos. A moda, assim como as HQ's, presenciou as mais diversos acontecimentos politicos, socials e econ6micos atravas dos tempos. Sofreu mudany8s, repress6es e altera<;:6es de comportamento e significados. Unidas, essas duas vertentes comunicativas do tempo e da sociedade servirao de base para urn estudo sobre as significados e evaluc;:6es no vestuario enos quadrinhos. Tendo referencias de uma obra epica das quadrinhas, a Principe Valente, a projeto ira retratar a epaca medieval com seus sistemas e vestuario, bern como as hist6rias em quadrinhos em todo a seu contexto, que vai desde a surgimenta na civiliza<;aa pre-hist6rica ate revoluc;:6es, her6is e heroinas, crises e idealogias. Ainda sabre quadrinhos, urn pouco da estrutura imaginativa do mesrno sera descrita para mostrar a que faz essa arte ser tao fascinante aos olhos e a mente. A abra do Principe Valente, do criador Harold Foster, esta encarregada em dar identidade ao projeto, pela sua hist6ria epica, cheia de refen ncias medievais nas paisagens, vestuarias e costumes. Mesma nos dias de haje, Principe Valente cansegue ser atual quanta a linguagem escrita. Esta obra e exemplo de como uma epoca pade ser tao bern retratada e ilustrada, sem perder as caracteristicas de urn comic book.

14

15 REVISAO BIBLIOGRAFICA Breve hist6rico sobre a Idade Media seculo XI ao XV o sekula XI trouxe progresso a produr;ao feudal, abrindo caminho as toretas produtivas. Nasceram cidades, 0 camarda cresceu, os alielos ganharam fort;a, as senhores obtiveram riquezas e enfrentaram As Cruzadas. As cidades da Idade Media sram cercadas por rnuralhas devido as invas6es dos normandos e sarracenos, al6m de inumeros desacordos politicos. A popula<;:ao, principalmente a francesa e a germanica, sentindo a necessidade de S8 protegerem, construiram castel os e reconstruiram antigos fortes que ja existiam das antigas cidades romanas. Alguns castel os S8 tornaram moradias reais, Qutras tornaram sedes administrativas de condados e dioceses. Ao redor formavam-se cidades que iam crescendo cada vez mais com as ofertas de riqueza e desenvolvimento. A. medida que a populac;:ao crescia, erarn construidas mais muralhas. No interior das mural has, a cidade era urn labirinto de ruas estreitas. Nao havia limpeza sendo que 0 esgoto nao existia, deixando lodos os detritos atirados a rua, pondo a populac;:ao em risco a c61eras e outras epidemias. As ruas eram sombrias e durante chuvas, tornavarn-se verdadeiros lamac;:ais. Ineendios eram freqoentes, as casas comprimiam urna populac;:ao que nao parava de crescer. A populac;:ao urbana era na sua maioria composta por familias e servidores dos senhores, pequenos agricultores e urn numero pequeno de artesaos e comerciantes. Nos dominios das cidades, diferentes oficios eram executados por servidores (artesaos), enquanto nos campos, ferreiros, carpinteiros, oleiros Irabalhavam e pagavam as rendas ao senhor com seus produtos e servic;:os. As residencias dos senhores, pouco a pouco eram visitadas por comerciantes que traziam produtos orientais tais como pedras preciosas, sedas, joalherias e especiarias. A formac;:ao das cidades deu-se ao nivel de desenvolvimento econ6mieo com 0 surgimento dos oficios. o ofieio surgiu no inicio da Idade Media. A industria de tecidos, minerac;:ao, fabricac;:ao de objetos de metal deram inieio a nova divisao de trabalho, a separac;:ao do artesanato e da agrieultura. Essa divisao fez com que as pessoas se especializassem em seus oficios, principal mente os artesaos, levando-os a desenvolverem trabalhos para 0 mercado atendendo e satisfazendo certas eneomendas particulares. Todo esse crescimento no artesanato fez com que artesaos nad ficassem limitados ao trabalho concentrado, necessitando de uma progressao, ou seja, saindo de um dominio para ampliarem 0 mercado em varios outros. Na agricultura, 0 progresso contribuiu tanto na formac;:ao das cidades quanto no artesanato. Sem 0 campo, as cidades nao existiriam. Faltaria materia-prima para a produc;:ao do artesanato e 0 sustento dos cidadaos, al8m do consum~ da produc;:ao urbana. Esse desenvolvimento se deu grac;:as aos avanc;:os nas tecnicas agricolas, melhorando 0 trabalho e o rendimento no campo. Conforme as cidades cresciam, suas areas se expandiam pelas terras dos senhores. Com

16 esse aumento, monarcas e pessoas de importancia consideravel, procuravam atrair novos habitantes para seus dominios, encorajando~os a construir uma base, esperando obter aumento nos rendimentos economicos da cidade. as senhores tinham as cidades como propriedade, podendo vende'has, dividi~las. Havia funcionarios para cad a parte administrativa da cidade. As taxas, os impostos e a moeda eram de dominio dos senhores, cabendo a eles as imposi~6es e valores. Os direitos dos cidadaos eram criados pelos senhores para dificultar qualquer manifesto de oposi<;ao. 0 confisco de caval os, permanencia em domicilios e 0 monop61io faziam parte de algumas regras a serem seguidas pelos moradores. As Cruzadas No final do SE3cUloXI, a sociedade europeia sentiu a necessidade de reconquistar as terras ocupadas pel os mul~umanos, com 0 intuito de impor soberania, multiplicar riquezas e 0 poder politico. Oaf surgiram As Cruzadas, uma guerra santa, on de 0 papa do apoiava qualquer ate contra os mul~umanos. Os que pagavam com a vida participando das batalhas eram qualificados como martires da fe. as feudos encararam As Cruzadas como um meio de enriquecer. Os cavaleiros pobres esperavam com 0 fim deste, obter ricos feudos. Os camponeses sonhavam com liberdade e com terras, sendo entao os primeiros voluntarios a se apresentarem para 0 combate, vendendo tudo 0 que possuiam. o resultado das Cruzadas nao foi exatamente 0 que a popula~ao esperava. Os chefes e os cavaleiros tinham adquirido riquezas e feud os. Mas a grande maioria dos participantes, os camponeses e servidores, nao conseguiram obter 0 que desejavam, alem de mil hares de pessoas perderem a vida em combate nas terras alheias. Indiretamente As Cruzadas contribui para 0 desenvolvimento economico europeu. 0 resultado de maior importancia foi 0 recome~o do comercio entre ocidente e oriente, aumentando os horizontes da Europa medieval em term os de conhecimento e aquisi~6es.

17 o Vestuario na Idade Media He. muita tempo, estudiosos S9 conscientizaram que As Cruzadas teve uma grande influencia no vestuario na Europa ocidental, principal mente as mudan~as do mesmo. Antes do sekula XI os ricas produtos orientais eram consumidos per reis e em pequenas quantidades. Com a conquista da Sicilia, a civilizac;:ao europeia S8 deparou com 0 luxo e a riqueza, conhecimento e artesanato. A tecelagem e a ourivesaria tomaram conla do trabalho dos artesaos. A principio, os trajes medievais baseavam-se nos trajes do primeiro milenio. As nac;6es ocidentais nao S8 diferenciavam muito entre 0$ estilos. Em determinado periodo de desenvolvimento, cada nalfao passou a seguir seu proprio g0510. Alemanha No peri ado medieval, 0 traje basi co dos hom ens era tunicas long as com variac;6es no comprimento e cintos, e mangas que desciam ate os punhos. A camisa de linho branca tambem era utilizada mesmo nao sendo de uso generalizado. Eram justas e usavam por baixo das tunicas, estas feilas de la e seda. Par cima da tunica, usava-se uma capa lanc;ada sobre 0 ombro esquerdo e presa no dire ito com broche ou fivela. As meias tinham comprimentos variados e 0 calc;ado quase sempre era de couro. A tunica masculina, ou casaco consiste em duas pec;as iguais, costuradas nas laterais e ombros. As mangas eram justas, com uma costura, e estreitavam aos poucos indo a direc;ao dos punhos. A abertura para a cabec;a era larga, redonda e as vezes quadrada. Geralmente eram utilizados tecidos de cores vivas na confecc;ao das tunicas, e os barrados, decotes e punhos eram adornados com debruns variados. fig. 1 Iraje masculino, ano 1000 KOHLER, Carl, pag. 164

18 o feilio da camisa era 0 mesmo da tunica. 0 que diferenciava era a largura e 0 comprimento, sendo maiores e na altura dos tornozelos. A capa possuia corte retangular. As meias longas eram feitas em duas partes, frente e costas, presas par um cinto usado par baixo da tunica. Nos pes, os homens usavam sapatos que iam ate os tornozelos, ou botas que iam ate a metade da barriga da perna. A indumentaria feminina continha uma longa camisa de linho ou sisal, decote baixo e mangas curtas. Par cima da camisa, usava se urn casaco ou tunica de mangas longas just as, com 0 mesmo feitio, indo ate pes. Como a tunica masculina, possuiam adomos no decote, pun has e barra, com debruns coloridos. Sobre a tunica, usava se uma capa fechada par fivelas no meio do busto ou, as vezes, urn traje semelhante ao que ficava por baixo, mas de comprimento menor e man gas mais curtas. Este traje chama se sobreveste, e no seu uso dispensa uso de cintos. As tunicas femininas eram mais longas e ajustadas ao corpo em relac;:ao ados homens, mesmo ambos tendo 0 mesmo feitio. As diferencia<;i5es eram percebidas nos decotes rnais baixos na camisa e manga mais curta na sobreveste. Mudan~as Em meados do seculo XIII, a indumentaria masculina sofreu inumeras altera<;i5es. Urn capuz foi acrescentado a tunica com a finalidade de proteger a cabe<;a das chuvas e do frio. Para isl0, 0 decote da tunica diminuiu e foi necessaria a introdu<;ao de uma abertura na altura do peito que era fechada por boti5es ou colchetes. Nesta mesma epoca surgiram os sobretudos. A diferen<;a entre estes e os casacos comuns eram a largura maior eo comprimento das mangas que ganhava uma abertura lateral para facilitar 0 movimenlo dos brac;:os. Os sobretudos, na sua maiaria, tin ham capuz. As meias ficaram mais fongas, sendo esta a unica mudanc;:a no vestuario para as pernas. Para as mulheres, as mudanc;:as do vestuario faram poucas. A sobreveste das classes superiores ficou mais curta, as mangas tornaram se mais compridas e folgadas nas extremidades inferiores. Por volta do seculo XI, as roupas se ajuslaram tomando a forma do corpo feminin~, dos ombros aos quadris. A pec;:ade baixo continuou a mesma, tornando apenas mais longa, chegando a arras tar no chao.. No seculo XII 0 estilo das roupas ainda se mantinha. A sobreveste ficou mais comprida, as mangas eram mais longas e os punhos tornaram se mais largos. A parte superior da sobreveste se ajustou mais. Os ornamentos eram aplicados somente nos punhos e na parte superior do brago. As mangas da pe<;a de baixo costumavam ter um debrum colarido nos punhos. A pe<;a de baixo e a sobreveste eram confeccionados geralmente da mesma cor e em tecidos diferentes, au em cores diferentes.

19 lig.2 veslido do seculo XII KOHLER, Carl, pag. 171 As mulheres de baixa condiqao social nao costumavam usar sobreveste e condenaram 0 uso de adornos na parte superior da peg a de baixo. As mudangas foram consideraveis com relagao a sobrevesle. Por ser uma pega com a cinlura justa, a largura da barra 56 poderia ser mantida com a insen;ao de nesgas. A pega passou a ser fechada par cord6es nas costas ou nas laterais, ate a altura dos quadris, e a roupa de baixo ficou mais exposta nos lados, as mangas tornaram-se cada vez mais longas. Com 0 mesmo corte, as roupas de baixo se mantiveram exceto pelo tecido a qual eram confeccionados. As classes baixas usavam 0 linho e a 18na confecgao das peqas, as classes alias, a seda. As roupas de baixo eram os trajes mais usados para se vestir em casa, sendo as vezes complementado por um lengo no pesc0(f0, devido ao decote baixo. No sekulo XIII a indumentaria feminina sofreu varias alterag6es. 0 decote aumentou e a sobreveste estilo casaco deu lugar a uma simples manta. As mangas foram dispensadas dando origem a varias modas para 0 traje. 0 primeiro modo da manta, sucknie ou sukni, era urn vestido bern Iongo e fechado, que se alargava em diregao dos pes. Possuia decote franzido e corte simples. 0 segundo estilo era largo nos ombros fazendo com que 0 tecido caisse ate 0 meio dos bragos. 0 buslo era ajuslado e a decote tinha uma bainha por onde passava uma fita que permitia 0 ajuste de preferencia. 0 terceiro estilo de sukni era muito usado par meninas e mulheres solteiras. Possuia caracterfsticas dos estilos ja citados, mas com aberturas nas laterais ate as quadris. No final do seculo XIII as sobrevestes eram pegas muito populares. As cores das pegas de baixo em geral nao eram de escolha livre. Para as criadas, que costumavam usar variag6es de cores nas pegas alem de varios tecidos, as cores indicavam 0 escudo de armas pertencente a familia a qual servia. No final do seculo, era comum ver as mulheres da nobreza vestindo cores dos seus escudos e ate Ie-los bordados em suas roupas.

20 A capa sofreu alterattoes imperceptiveis. Para que esta se mantivesse firme sobre as am bros, um cordao prendia a capa par meio de fivelas em ambos os lados, cruzando 0 peito, e passando a ser um ornamento da pelfa. Nesta epoca as mulheres usavam cabelos soltos, repartidos ao meio e presos por fitas coloridas. as cabelos eram tambem enfeitados com flores, coroas au tiaras. As transformact0es na indumentaria francesa sempre foram muito mais rapidas e constantes, tornando 0 pais 0 grande representante da moda para as classes altas de todos os povos da Europa Central. Tanto na Francta quanta na Alemanha, cabia aos tecidos, comprimentos dos trajes e ornamentos, 0 papel de distinctao social. fig. 3 vestido frances do seculo XII KOHLER, Carl, pag. 182 A sobreveste no seculo XIII nao sofreu alterac;:oes alem das mangas compridas e largas, ou sem mangas. Quando as sobrevestes deixaram de fazer parte da indumentaria e serem usadas apenas em cerimonias, tomou-se moda a uso do casaco. o casaco era feito com tecidos, cortes e omamentos que diferenciavam as modelos. Devido ao comprimento cada vez menor e mais justo, 0 casaco tornou-se um traje usado apenas na parte superior do corpo. Para fecha-lo, eram usados colchetes e a pecta era ajustada dos lados para moldar a corpo. A tunica usada pel os cavaleiros permaneceu a mesma do sekulo XII, embora sofresse alleract0es no comprimento e na largura. Esta se tornou mais curta e justa, e os adornos aumentaram. A capa (Ie manteau) foi abolida no seculo XIII. Quando usada, era curta, descendo um pouco abaixo dos quadris.

21 Neste perfodo, presou-se muito 0 aperiei(foamento das pe(fas de baixo. As meias, que cobriam as pernas em duas pe(fas, passaram a ser costuradas encima, dando origem as calc;as. Alem de cobrir as pernas, as calc;as cobriam tambem a parte inferior do tronco. Com 0 usa apoiado pelas autoridades eclesiasticas, as calc;as tornaram-se de uso popular entre os cavaleiros, mesmo tendo certas restric;6es quanto aos movimentos das pernas. Os tecidos usados na epoca, 1.3.e linho, tinham pouca ou nenhuma elasticidade, e isso dificultava o movimento dos membros, tornando 0 ate de sentar quase impossive!. Os adorn os de cabec;a incluiam um gorro semelhante ao capuz denominado chapel. 0 capuz (Ie capuchon) era usa do por baixo ou por cima do gorro, e ate mesmo sozinho. o farmata do capuz variava conforme 0 uso. Um dos modelos era suficientemente longo, servindo de capa, todo fechado e com apenas uma abertura no rosto. Este modelo era usado em ocasi6es de rnau tempo. Outro tipo de capuz fechava-se com cord6es ou botoes; as vezes descia aos ornbros, mas geralmente era longo, servindo como capa curta. Inglaterra A indurnentaria inglesa sempre exibiu inovac;6es desde 0 sekulo XII. As diferen<;as entre normandos e sax6nicos foram desaparecendo e uma nova na<;ao aos poucos come<;ou a se fundir. Os homens continuaram usando as pe<;as habituais de todas as outras regi6es da Europa, mesmo com as consideraveis altera<;6es; em particular, as tunicas longas usadas pelas classes superiores. A maior das altera<;6es deu-se nos casacos, principal mente os usados por cima das vestes. Os homens passaram a usar dois casacos semelhantes, um sobre 0 outro. As mangas erarn justas e longas que chegavam a cobrir as maos. Um capuz pontudo e justo era presq a capa. Quanto ao vestuario feminin~, a principal modifica<;ao se diz respeito as mangas. Estas eram muito justas ate 0 antebrac;o, as vezes ate os punhos. Oaf entao se tornaram extremamente largas. Algumas vezes, de tao largas, chegavam a arrastar no chao, sendo necessario prende-ias. A tunica permaneceu igual ao do seculo anterior, assim tambem com as pec;as de baixo. Os mantos eram confeccionados com tecidos leves e fechados no peito pro uma fivela. Os adornos de cabe<;a femininos passaram por varias altera<;oes no seculo XII. 0 len<;o, que havia safdo de moda, deu lugar as fitas coloridas e pequenas toucas. As fitas prendiam os cabelos soltos de cima abaixo. As toucas eram justas e guarnecidas na borda.

22 fig A veslido ingles do sec. XII KOHLER, Carl, peg. 189 Sobre 0 vestuario medieval do sekulo XI ao XIII, nota-se pouco volume e muito comprirnento. Os babados e drapeados dao lugar aos debruns e adornos ricos e delicados. Os tecidos distinguem a riqueza e a pobreza. Tudo bern diferente do que ira par vir. "tanto bater de cinzeis para fazer enteites, tanto recortar com tesouras, com extravagancia no comprimento das becas mencionadas arraslando se sobre 0 esterco e a lama, a cavalo e lambem a pe, tanto os homens quanto as mulheres~ assim dizia 0 poeta Chaucer, quando se referia ao vestuario medieval, tao des nessa ria mente longo que chegava a varrer ruas. 10

23 Sobre Hist6ria em Quadrinhos Historia em Quadrinhos, quadrinhos, comics, banda desenhada, fumetti au mangel.. Nao importa como e cham ada, mas 0 significado para urn dos grandes agentes da comunic8yao de massa, senao 0 maior, e 0 mesmo. Os quadrinhos sao excelentes vinculadores de mensagem ideologica e de crftica social, explfcita e implicitamente. Seu surgimento come90u com tiras de humor em grandes jornais, mas foram os temas de e aventura que romperam os limites da comunic893o, invadindo revistas, livros, radio, cinema, televisao, video games, cd rom's e internet. Pode-s8 dizer que as quadrinhos 56 perdeu fory8s para 0 rock, na cultura pop contemporanea. Mas ambos foram julgados como responsaveis pela juventude transviada por desestimular e empobrecer a cultura e servir de ferramenta polftica. Oefinic;ao Podemos definir os quadrinhos como uma forma de arte sequencial, pois trazem uma sequencia de acontecimentos ilustrado com usa de textos ou s6 figuras, sofrendo influencias da fotografia e do cinema. Fig.5 Krazy Kal Site: "A melhor definic;ao para hisl6ria em quadrinhos esta em sua propria denominac;ao: e uma hisloria canlada em quadras (vinhetas), au seja, par meio de imagens, com ou sem texto, embara na concepgao geral 0 texto seja parte integrante do conjunto. Em oulras palavras, e um sistema narrativo composto por dois meios de expressao distintos, 0 desenho e 0 texto". (Leila Rentroia Iannone, pg 21). A arte sequencia I se baseia em fatos e imagens comuns ao criador e ao publico, por isso e de facilleitura e entendimento. Um grande exemplo de arte sequencial da-se na Idade Media. As Igrejas costumavam usar as imagens para relatar a vida dos homens santos e hist6rias religiosas, atraves de vitrais e pinturas. 11

24 Historico Per incrivel que parec;a, os quadrinhos tiveram suas origens empregadas nas inscric;oes rupestres nas cavernas pre-historicas. Nesse tempo ja havia uma preocupac;ao em narrar acontecimentos atraves de desenhos. Como 0 homem primitivo nao sabia escrever, usava desenhos nas paredes das cavernas, de animais e da natureza a sua volta, para comunicarse. Durante 0 processo cvilizatorio, varias manifesta90es aproximaram-se desse genera narrativo: mosaicos, afrescos, tape9arias e uma infinidade de tecnicas foram utilizadas para registrar a historia em seqoencia de imagens. Com 0 surgimento da imprensa americana no come90 do seculo passado, por volta de 1800, os quadrinhos se tornaram universais e dignos da definic;ao de Historia em Quadrinhos. Desde entao sua difusao foi universal, dando surgimento a personagens populares e tendo varia90es de nomes para definir 0 genera. Em 5 de maio de 1895, Richard Outcault publicou The Yellow Kid no jornal New York World, 0 primeiro grande jornal americano. As primeiras aparic;oes do "menino amarelo" eram em forma de laminas, ou seja, em espac;os onde 0 artista retratava uma unica cena c6mica. Com 0 tempo, a lamina passou a ter seqoencia de imagens e se tornou uma historia em quadrinhos. Site: Fig.6 the yellow kid o sucesso das tiras de quadrinhos foi quase que imediata. as jornais disputavam entre si a publicac;ao das melhores historias, pois estas ajudavam a alavancar a venda dos mesmos. Novas series surgiram: as sobrinhos do capitao, Little Nemo, Mutt & Jeff, Krazy Kat, Pafuncio e Marocas, Gato Felix, e varias outras. Apesar destas series terem alcanc;ado sucesso, nao tiveram total aprova9ao do povo. 12

25 ~.':. ~~ " ~.t - r~~,,,,i( ~ Fig.7 e 8 Gala Felix e Os Sobrinhos do Capitao IANNONE, Leila Aentroia, pag. 34 Mesma as quadrinhos tendo alcanyado 0 prestfgio de familias inteiras, urna certa elite condenou 0 genera como comunicac;8o de publico inculto, nad podendo ser designado arte. IS50 porque nem sempre os desenhos eram bons. Esqueceram eles de julgar 0 fata de que, em qualquer manifestalfao artistica, ha trabalhos de muila e pouca qualidade. Talvez esse tipo de julgamento tenha vindo a tona par tazer parte de urna cultura popular, ou seja, massificada. Para urna hist6ria em quadrinhos conseguir abler urna boa critica, loi preciso a elite come9ar a interagir com 0 genera. A partir dar, urn publico de condic;oes s6cio-economicas melhores tomou conhecimento da arte. Krazy Kat loi a serie mais elogiada por intelectuais, em E a partir de sse ano, 0 mundo das historias em quadrinhos come!fou a sofrer mudan!fas. MudanCf8S e herois Meados da decada de mundo estava em total crise financeira devido a queda da Boisa de Nova York. Todas as polencias capitalistas se abalaram, surgindo falencia, desemprego, infla!fao, fome, criminalidade. Na Europa, 0 poderio fascista se fortaleceu, e nas Americas, golpes de Estado, revolu!foes e governos autoritarios tomaram conta. A popula!f80 mundial sentia medo, principal mente a juventude, que se viarn descrente de urn futuro dig no. A ansia de ter herois, que pudessem salvar 0 mundo do caos, era sustentado e acreditado par eles. Oai surgiu 0 genero de hist6ria em quadrinhos de her6is. o primeiro de leva foi Tarzan, 0 Rei das Selvas, inspirado no ideal de born homem selvagem, de Jean Jacques Rousseau ( ), e 0 fascinio que 0 continente africano carregava entre os jovens. Seu criador, Edgar Rice Burroughs, nem sequer conhecia a Africa para transpor os detalhes nos desenhos. Escrevia as aventuras de Tarzan a partir da imagina!fao popular sobre 0 continente. 13

26 Fig.9 Tarzan Site: Os quadrinhos do Tarzan romperam, enfim, 0 estilo caricatural de desenhar. A forma real da anatomia humana, a partir dai, teve maior valor. Burroughs foi substitufdo per Harold Foster, na serie do rei das selvas, que teve grande prestigio devido as suas ilustrac;6es. Hal Foster, alem de ilustrador, pintor e estudioso das obras de Michelangelo, foi 0 criador de mais um personagem dos quadrinhos e historico heroi: 0 Principe Valente. A safra de novos her6is crescia incansavelmente. Em 1929, surge Buck Rogers, piloto militar da Primeira Guerra Mundial que caiu em estado vegetativo em 1919, ressuscitando no seculo XXV com a missao de salvar 0 planeta Terra. Esta serie, apesar de ter se tornado uma coqueluche, perdeu espac;o para Flash Gordon. A serie conseguiu faturar 0 mercado da ficc;ao cientifica com suas historias do planeta Mongo, e lornou-se 0 maior c1assico do genero. A febre dos quadrinhos de herois ultrapassou as barreiras dos Estados Unidos. Na Europa, Tintim, do belga Herge, era lanc;ado no mercado como um dos mais promissores quadrinhos europeus. Tintim era um reporter adolescente que viaja ao redor do mundo acompanhado do seu fiel caozinho Milou. Alem de ter leito grande sucesso, tendo sua serie publicada em diversos parses, pode-se dizer que As Aventuras de Tintim foi um dos unicos quadrinhos imune da resistencia da Segunda Guerra, escapando da censura militar. Fig.10 Tintim e seu caozinho Milou Site: 14

O TRAJE DA CRIANÇA NA IDADE MÉDIA

O TRAJE DA CRIANÇA NA IDADE MÉDIA 11º Colóquio de Moda 8ª Edição Internacional 2º Congresso Brasileiro de Iniciação Científica em Design e Moda 2015 O TRAJE DA CRIANÇA NA IDADE MÉDIA The Child's Costume in The Middle Ages Neotte, Linda

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL 6 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP UNIDADE DE ESTUDO 06 OBJETIVOS - Localizar, na História, a Idade Média;

Leia mais

Histórico do livro Menino brinca de boneca?

Histórico do livro Menino brinca de boneca? Histórico do livro Menino brinca de boneca? Menino brinca de boneca? foi lançado em 1990, com grande aceitação de público e crítica, e vem sendo referência de trabalho para profissionais, universidades,

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

APOSTILAS DO QUARTO BIMESTRE 8 ANO. TURMA 801 4º Bimestre. Aula 13

APOSTILAS DO QUARTO BIMESTRE 8 ANO. TURMA 801 4º Bimestre. Aula 13 APOSTILAS DO QUARTO BIMESTRE 8 ANO. TURMA 801 4º Bimestre Aula 13 Identidade Visual Embora você possa nunca ter ouvido falar em identidade visual, todos nós estamos sempre sendo bombardeados pelas identidades

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

Histórias em Quadrinhos

Histórias em Quadrinhos Histórias em Quadrinhos Apresentação baseada no texto Profa. Denise Castilhos Profa. Marilene Garcia Histórias em quadrinhos: imaginação traduzida visualmente para encantar e apaixonar gerações As HQ começaram

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 3

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 3 Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 3 5 Nome: Data: Unidade 3 1. Relacione as colunas a seguir, que apresentam algumas inovações tecnológicas utilizadas a partir do século X. (a) Moinho de

Leia mais

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio No segundo semestre de 1970, as revistas que publicavam fotonovelas no Brasil ocupavam o segundo lugar em tiragem e circulação, perdendo apenas para as revistas

Leia mais

IDADE MÉDIA OCIDENTAL

IDADE MÉDIA OCIDENTAL IDADE MÉDIA OCIDENTAL Idade Média: cronologia Início : 476 d.c.- queda do Império Romano do Ocidente Fim: 1453 d.c.- queda do Império Romano do Oriente (tomada de Constantinopla pelos Turcos). A Idade

Leia mais

Feminino. Tipos de corpo. Ampulheta

Feminino. Tipos de corpo. Ampulheta O guia de tamanho será desenvolvido para auxiliar os e-consumidores, no momento da compra. O e-consumidor terá disponível um guia de auxilio a medidas, de forma que permitirá que o mesmo obtenha informações

Leia mais

ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS.

ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. Evânio Bezerra da Costa (Jimmy Rus 1 ) jimmyrus13@yahoo.com.br Comunicação: Relato

Leia mais

APÊNDICE V. Modelos de Uniforme e Crachá

APÊNDICE V. Modelos de Uniforme e Crachá APÊNDICE V Modelos de Uniforme e Crachá MARÇO DE 2016 1 23 ÍNDICE 1.1. Apresentação...3 1.2. Tecidos...3 2.1. Gerente Feminino...5 2.2. Atendente Feminino...7 2.3. Gestante...9 2.4. Orientador Feminino...

Leia mais

Escola Secundária Ferreira Dias. Trabalho de pesquisa realizado por: Jéssica Brissos. Curso técnico de vitrinismo. Disciplina: TIC

Escola Secundária Ferreira Dias. Trabalho de pesquisa realizado por: Jéssica Brissos. Curso técnico de vitrinismo. Disciplina: TIC Escola Secundária Ferreira Dias Trabalho de pesquisa realizado por: Jéssica Brissos Curso técnico de vitrinismo Disciplina: TIC Professora: Vanda Pereira Novembro de 2013 Índice Introdução... 1 Moda dos

Leia mais

Conteúdo para recuperação do I Semestre. 7º ANO Feudalismo; A crise do sistema feudal.

Conteúdo para recuperação do I Semestre. 7º ANO Feudalismo; A crise do sistema feudal. Conteúdo para recuperação do I Semestre I Bimestre II Bimestre 7º ANO Feudalismo; A crise do sistema feudal. As Reformas Religiosas; A África. Feudalismo; Sistema político, econômico e social que se formou

Leia mais

ENSINO DE ARTE NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA (20 DE NOVEMBRO)

ENSINO DE ARTE NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA (20 DE NOVEMBRO) ENSINO DE ARTE NO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA (20 DE NOVEMBRO) Flaviane dos Santos Malaquias flavinhamalaquias@hotmail.com Universidade Federal de Uberlândia Comunicação Relato de Experiência O presente

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril Descobrimento do Brasil. Pintura de Aurélio de Figueiredo. Em 1500, há mais de 500 anos, Pedro Álvares Cabral e cerca de 1.500 outros portugueses chegaram

Leia mais

PARTE DOS MATERIAL COLOCADO NESTA EDIÇÃO TEM A Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

PARTE DOS MATERIAL COLOCADO NESTA EDIÇÃO TEM A Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. PARTE DOS MATERIAL COLOCADO NESTA EDIÇÃO TEM A Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. DESENHE POR DINDO LIMA (MÓDULO-1) O CORPO HUMANO OLÁ GALERA, EU SOU DINDO LIMA, E VOU ENCINAR A VOCÊS PASSO À PASSO

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207

OLHAR GLOBAL. Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas. A poeira do. renascimento. Fotografe Melhor n o 207 OLHAR GLOBAL Inspirado no mito da Fênix, Olivier Valsecchi cria imagens com cinzas A poeira do renascimento 36 Fotografe Melhor n o 207 Olivier convida pessoas que encontra na rua ou na internet para posarem

Leia mais

Questões Estruturais do Currículo

Questões Estruturais do Currículo Questões Estruturais do Currículo Embora as questões abaixo sejam divididas em três níveis gerais de ensino, muitas delas podem ser usadas em praticamente qualquer série. Questões Estruturais do Currículo

Leia mais

MUDANÇAS NO FEUDALISMO. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG

MUDANÇAS NO FEUDALISMO. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MUDANÇAS NO FEUDALISMO Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MUDANÇAS NO FEUDALISMO A partir do século XI Expansão das áreas de cultivo, as inovações técnicas.

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 8 o ano o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o :. Leia os textos e responda às questões e. Texto Na Grécia Antiga, Aristóteles (384 a.c.-3 a.c.) já defendia a ideia de que o Universo

Leia mais

O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual

O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual O Desenvolvimento da Criatividade e da Percepção Visual Fernanda de Morais Machado Para nós, designers, a criatividade é a principal ferramenta. Devemos saber como usá-la, como aproveitá-la integralmente,

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

PROSUMERODY. É possível sobreviver em um mercado com consumidores cada vez mais insatisfeitos, criativos e poderosos? PRODUCER CONSUMER PARODY

PROSUMERODY. É possível sobreviver em um mercado com consumidores cada vez mais insatisfeitos, criativos e poderosos? PRODUCER CONSUMER PARODY PROSUMERODY PRODUCER CONSUMER PARODY É possível sobreviver em um mercado com consumidores cada vez mais insatisfeitos, criativos e poderosos? 01 O que é? PROSUMER? O termo PROSUMER foi originado da junção

Leia mais

Na área frontal da arena estava presentes o Grande Mestre do Santuário, também conhecido como Papa, sua função era ser o porta voz da Deusa o mais

Na área frontal da arena estava presentes o Grande Mestre do Santuário, também conhecido como Papa, sua função era ser o porta voz da Deusa o mais Dois anos se passaram desde os últimos acontecimentos, o Santuário de Atena começava a se anunciar diante de seus novos cavaleiros, era apresentado a nova geração de honrados e guerreiros, era uma tarde

Leia mais

Kodak Evolução Histórica do Logotipo

Kodak Evolução Histórica do Logotipo IADE Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing Escola Superior de Design Licenciatura em Design História da Arte e da Técnica 1º Ano 1º Semestre 1907 1935 1960 1971 1987 1996 >2006 - Logotipo Actual

Leia mais

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS

RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS RELENDO A HISTÓRIA AO LER HISTÓRIAS BRASÍLIA ECHARDT VIEIRA (CENTRO DE ATIVIDADES COMUNITÁRIAS DE SÃO JOÃO DE MERITI - CAC). Resumo Na Baixada Fluminense, uma professora que não está atuando no magistério,

Leia mais

Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1

Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1 Heróis sempre vencem desafios: campanha publicitária para divulgação do Concurso Vestibular 2013 1 Juliana Pereira DULTRA 2 Cintia MOLETA 3 Larissa Kiefer de SEQUEIRA 4 Roberto Corrêa SCIENZA 5 Fernanda

Leia mais

POR VITOR SOUZA CONTEÚDO ORIGINAL DE: WWW.CACHORROSURTADO.BLOGSPOT.COM

POR VITOR SOUZA CONTEÚDO ORIGINAL DE: WWW.CACHORROSURTADO.BLOGSPOT.COM POR VITOR SOUZA CONTEÚDO ORIGINAL DE: WWW.CACHORROSURTADO.BLOGSPOT.COM COPYLEFT 2010 O QUE SÃO? É UMA FORMA DE ARTE QUE CONJUGA TEXTO E IMAGENS COM O OBJETIVO DE NARRAR HISTÓRIAS DOS MAIS VARIADOS GÊNEROS

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 83 Papo Reto com José Junior 12 de junho de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA

DESENGANO CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA DESENGANO FADE IN: CENA 01 - CASA DA GAROTA - INT. QUARTO DIA Celular modelo jovial e colorido, escovas, batons e objetos para prender os cabelos sobre móvel de madeira. A GAROTA tem 19 anos, magra, não

Leia mais

O que é um traje típico?

O que é um traje típico? O que é um traje típico? Conta a história que os nobres se revoltavam com o povo por eles imitarem suas vestimentas. Foi criada então uma lei que proibia o povo usar trajes iguais aos da nobreza. Quem

Leia mais

EXPLORANDO A OBRA (ALUNOS SENTADOS EM CÍRCULO)

EXPLORANDO A OBRA (ALUNOS SENTADOS EM CÍRCULO) Explorando a obra EXPLORANDO A OBRA (ALUNOS SENTADOS EM CÍRCULO) INTRODUÇÃO Antes da leitura Peça para que seus alunos observem a capa por alguns instantes e faça perguntas: Qual é o título desse livro?

Leia mais

a. Na Idade Média, a principal riqueza que um homem poderia possuir era a terra. No texto, identifique

a. Na Idade Média, a principal riqueza que um homem poderia possuir era a terra. No texto, identifique Atividade extra Vivendo a vida do seu jeito Questão 1 A agricultura para consumo era, no feudalismo, a atividade principal. O comércio, muito reduzido. As terras não tinham valor de troca, de mercado,

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino

Arte Românica e Gótica. 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica e Gótica 6º Ano 2015 Artes Professor Juventino Arte Românica O estilo românico germinou, desde o final do século X até XIII. Sua denominação foi dada por arqueólogos do século XIX, quando

Leia mais

A designação "Românico" é uma convenção do século XIX e significa "semelhante ao Romano. Termo usado originalmente para a arquitetura se referia à

A designação Românico é uma convenção do século XIX e significa semelhante ao Romano. Termo usado originalmente para a arquitetura se referia à ARTE NA IDADE MÉDIA ARTE ROMÂNICA A designação "Românico" é uma convenção do século XIX e significa "semelhante ao Romano. Termo usado originalmente para a arquitetura se referia à semelhança entre as

Leia mais

Leia os textos e assinale a alternativa correta: 1) O que Ana quer que Pedro faça?

Leia os textos e assinale a alternativa correta: 1) O que Ana quer que Pedro faça? UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL PROGRAMA DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS PLE CERIFICADO INTERNACIONAL DE LÍNGUA PORTUGUESA CILP SIMULADO COMPREENSÃO LEITORA E ASPECTOS LINGUÍSTICOS NÍVEL BÁSICO ESCOLAR A2 Leia os

Leia mais

Fitas soltas (1cm de largura) Nesta ordem. Camiseta preta ou body com fitas soltas pregadas na gola (nas cores vermelha, amarela, e verde)

Fitas soltas (1cm de largura) Nesta ordem. Camiseta preta ou body com fitas soltas pregadas na gola (nas cores vermelha, amarela, e verde) MENINAS GRUPO 04 A Cabelo com penteado utilizando elásticos nas cores verde, amarela e vermelha MENINAS GRUPO 04 A Cabelo com penteado utilizando elásticos nas cores verde, amarela e vermelha Fitas soltas

Leia mais

A PRÉ-HISTÓRIA. Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita.

A PRÉ-HISTÓRIA. Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita. A PRÉ-HISTÓRIA Período que vai do aparecimento dos seres humanos à invenção da escrita. PERÍODO PALEOLÍTICO OU IDADE DA PEDRA LASCADA No começo de sua trajetória, o homem usou sobretudo a pedra (além do

Leia mais

PRÉ-HISTÓRIA: EDUCAÇÃO PARA SOBREVIVÊNCIA

PRÉ-HISTÓRIA: EDUCAÇÃO PARA SOBREVIVÊNCIA PRÉ-HISTÓRIA: EDUCAÇÃO PARA SOBREVIVÊNCIA Augusto Pereira da Rosa¹ Ester Miriane Zingano² RESUMO A educação durante a Pré-História tem como objetivo a sobrevivência do grupo. Embora sem ter consciência

Leia mais

O surgimento da escrita, a invenção e a evolução das artes gráficas

O surgimento da escrita, a invenção e a evolução das artes gráficas O surgimento da escrita, a invenção e a evolução das artes gráficas A humanidade sempre dependeu de se comunicar para poder sobreviver melhor, transmitir os conhecimentos acumulados sempre foi algo muito

Leia mais

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista

para um estúdio terceirizado (Variety Artworks), responsável por todo o trabalho de arte. É por isso que os títulos não trazem créditos de roteirista Clássicos adaptados em mangá Alexandre Boide* Com seus mais de cem títulos publicados, a coleção Manga de Dokuha (algo como Aprendendo em mangá ) é uma espécie de ponto fora da curva entre as coleções

Leia mais

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação...

18 - A surpresa... 175 19 A fuga... 185 20 O atraso... 193 21 Vida sem máscaras... 197 22 - A viagem... 209 23 - A revelação... Sumário Agradecimentos... 7 Introdução... 9 1 - Um menino fora do seu tempo... 13 2 - O bom atraso e o vestido rosa... 23 3 - O pequeno grande amigo... 35 4 - A vingança... 47 5 - O fim da dor... 55 6

Leia mais

História em Quadrinhos e Fanzine na Escola

História em Quadrinhos e Fanzine na Escola História em Quadrinhos e Fanzine na Escola Aula 2 2ª parte Programa Nas Ondas do Rádio Secretaria Municipal de Educação SP 2014 O que é HQ? Histórias em quadrinhos são registros imagéticos que compreendem

Leia mais

www.fashionspill.com Moda e Turismo em Nova York

www.fashionspill.com Moda e Turismo em Nova York NPS-STATUE OF LIBERTY NATIONAL MONUMENT Statue Sculptor: Frederic-Auguste Bartholdi A Historia da Estátua da Liberdade é uma historia de mudancas. A Estátua da Liberdade foi doada pelo povo da França para

Leia mais

Projeto Minha Identidade

Projeto Minha Identidade Projeto Minha Identidade Esta apostila é a primeira a ser desenvolvida com as crianças do Espaço Voar e tem como objetivo fortalecer o senso de identidade da criança como indivíduo, oferecendo situações

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Geografia Nome: Ano: 2º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências Humanas Disciplina:

Leia mais

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade.

2ª Etapa: Propor a redação de um conto de mistério utilizando os recursos identificados na primeira etapa da atividade. DRÁCULA Introdução ao tema Certamente, muitas das histórias que atraem a atenção dos jovens leitores são as narrativas de terror e mistério. Monstros, fantasmas e outras criaturas sobrenaturais sempre

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

Projeto O maravilhoso nos contos de origem africana

Projeto O maravilhoso nos contos de origem africana Colégio Pedro II Unidade Escolar Realengo II Informática Educativa 2012 6º ano Professores: Simone Lima e Alex Rodrigues (Informática Educativa) Raquel Cristina e Eliane Moreira (Língua Portuguesa) Projeto

Leia mais

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.:

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.: PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA BANCO DE QUESTÕES - HISTÓRIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== 01- Como o relevo

Leia mais

Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D

Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D Faculdade Cásper Líbero História Contemporânea Prof. Dr. José Augusto Dias Jr. 1º JO D História Oral de Jayme Leão Celeste Mayumi Fernanda Alcântara Luciana Reis História Oral de Jayme Leão Ao chegarmos

Leia mais

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil

Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Reflexões e atividades sobre Ação Social para culto infantil Apresentaremos 4 lições, que mostram algum personagem Bíblico, onde as ações praticadas ao longo de sua trajetória abençoaram a vida de muitas

Leia mais

Dicas para orientar a cliente na escolha de biquínis e da roupa mais adequada para cada tipo de corpo.

Dicas para orientar a cliente na escolha de biquínis e da roupa mais adequada para cada tipo de corpo. Dicas para orientar a cliente na escolha de biquínis e da roupa mais adequada para cada tipo de corpo. Biquíni Ideal Aquelas que têm seios grandes precisam antes de tudo de sustentação. Tops com alças

Leia mais

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ Geane Apolinário Oliveira Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Geane-cg@hotmail.com RESUMO: Este

Leia mais

Como utilizar este caderno

Como utilizar este caderno INTRODUÇÃO O objetivo deste livreto é de ajudar os grupos da Pastoral de Jovens do Meio Popular da cidade e do campo a definir a sua identidade. A consciência de classe, ou seja, a consciência de "quem

Leia mais

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto

Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana Aula 13.1 Conteúdo: Outras formas de narrar: o conto 3 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes

Menu. Comidas típicas. Contribuições para o Brasil e Ijuí. Significado da bandeira Árabe. Costumes Árabes Componentes: Sabrina, Lucille,Giovana, M, Lucas C, João Vitor Z, Samuel. Disciplina: Estudos Sociais, Informática Educativa, Língua Portuguesa. Professores: Uiliam Michael, Cristiane Keller, Daniele

Leia mais

TURMA 801. Aula 07 PERSPECTIVA LINEAR

TURMA 801. Aula 07 PERSPECTIVA LINEAR TURMA 801 Aula 07 PERSPECTIVA LINEAR Nós habitamos um mundo tridimensional. Ou seja, vemos o mundo em três dimensões: a altura, a largura e a profundidade. É por conta da profundidade que dizemos a árvore

Leia mais

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO

INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO ADMINISTRAÇÃO EM SEGURANÇA DO TRABALHO IMPORTÂNCIA INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO Quando do início de um empreendimento, de um negócio ou qualquer atividade; As expectativas e desejos de início são grandes:

Leia mais

TIMOR LESTE. O PESO DA ORAÇÃO DOS JUSTOS! Tema. Peso e balança justos pertencem ao Senhor Provérbios 16:11a Versículo Chave

TIMOR LESTE. O PESO DA ORAÇÃO DOS JUSTOS! Tema. Peso e balança justos pertencem ao Senhor Provérbios 16:11a Versículo Chave 70 TIMOR LESTE O PESO DA ORAÇÃO DOS JUSTOS! Tema Peso e balança justos pertencem ao Senhor Provérbios 16:11a Versículo Chave PÁIS ALVO No Timor Leste as pessoas são muito acolhedoras, sempre com um sorriso,

Leia mais

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA

LENDA DA COBRA GRANDE. Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA LENDA DA COBRA GRANDE Um roteiro de IVI SIBELI ROCHA DE BARROS DAIANE MONTEIRO POLIANA AGUIAR FERREIRA MARIA LUZIA RODRIGUES DA SILVA CRUZEIRO DO SUL, ACRE, 30 DE ABRIL DE 2012. OUTLINE Cena 1 Externa;

Leia mais

O livro que falava com o vento e outros contos

O livro que falava com o vento e outros contos LER a partir dos 10 anos GUIA DE LEITURA MARIAALZIRACABRAL O livro que falava com o vento e outros contos JOSÉ JORGE LETRIA Ilustrações de Alain Corbel Apresentação da obra O Livro Que Falava com o Vento

Leia mais

SÉRIE 9ª ETAPA 3ª. ENSINO Fundamental. Marta Moura

SÉRIE 9ª ETAPA 3ª. ENSINO Fundamental. Marta Moura Revisão História SÉRIE 9ª ENSINO Fundamental ETAPA 3ª Marta Moura 1. A geração explosiva dos anos 60, conhecidos como anos rebeldes, protestava contra as guerras, a corrida armamentista, o racismo, o poder

Leia mais

REDES SOCIAIS A crença de que dividimos tudo com todos o tempo todo se transformou em um grande prazer coletivo, diz

REDES SOCIAIS A crença de que dividimos tudo com todos o tempo todo se transformou em um grande prazer coletivo, diz Françoise Héritier A tecnologia gera alienação Herdeira intelectual de Lévi-Strauss, a antropóloga francesa diz que os pequenos prazeres da vida foram perdidos e que os recursos modernos impedem a reflexão

Leia mais

PÚBLICO ALVO DO PROJETO ESTRUTURA E GÊNERO DRAMÁTICO

PÚBLICO ALVO DO PROJETO ESTRUTURA E GÊNERO DRAMÁTICO APRESENTAÇÃO A aparência é um manifesto de nossa personalidade. Através das roupas, penteados, acessórios, tatuagens etc. comunicamos ao resto do mundo uma infinidade de informações: do lugar social até

Leia mais

Semana Missionária Salesiana II Manda-me, Senhor!

Semana Missionária Salesiana II Manda-me, Senhor! 2ª feira, 23 de fevereiro: Empenho missionário de D. Bosco Bom dia! Hoje iremos aprofundar uma das cenas que será representada na cerimónia de abertura dos jogos nacionais salesianos. Vamos falar sobre

Leia mais

A busca pela retenção do valor Por Vitor Hugo De Castro Cunha

A busca pela retenção do valor Por Vitor Hugo De Castro Cunha A busca pela retenção do valor Por Vitor Hugo De Castro Cunha Diversos fatores influenciam na percepção de valor para o cliente ou mercado, dependendo do tipo de produto. Para alguns produtos a confiabilidade

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: Fundamental II 8ª série) DISCIPLINA: Artes PROFESSOR (A): Equipe de Artes TURMA: TURNO: Roteiro e Lista de estudo para recuperação

Leia mais

HERÓIS SEM ROSTOS - A Saga do Imigrante para os EUA Autor: Dirma Fontanezzi - dirma28@hotmail.com

HERÓIS SEM ROSTOS - A Saga do Imigrante para os EUA Autor: Dirma Fontanezzi - dirma28@hotmail.com HERÓIS SEM ROSTOS - A Saga do Imigrante para os EUA Autor: Dirma Fontanezzi - dirma28@hotmail.com TRECHO: A VOLTA POR CIMA Após me formar aos vinte e seis anos de idade em engenharia civil, e já com uma

Leia mais

Estímulo Experimental: Texto para filmagem dos discursos políticos (Brasil Thad Dunning)

Estímulo Experimental: Texto para filmagem dos discursos políticos (Brasil Thad Dunning) Estímulo Experimental: Texto para filmagem dos discursos políticos (Brasil Thad Dunning) DISCURSOS 1, 2, 3 e 4 sem mensagem de raça ou classe (o texto do discurso é para ser lido duas vezes por cada ator,

Leia mais

HISTÓRIA ANTIGUIDADE

HISTÓRIA ANTIGUIDADE HISTÓRIA Não é possível determinar a época em que o ser humano começou a adotar o vestuário. Acreditase, no entanto, que a moda começou possívelmente motivada por razões que vão desde a proteção contra

Leia mais

Fotos necessárias para a confecção da estatueta. Rosto

Fotos necessárias para a confecção da estatueta. Rosto Fotos necessárias para a confecção da estatueta Todo o trabalho é referenciado em fotos, ou seja, não nos responsabilizamos por material fotográfico que confecção, para isto criamos este guia, para atender

Leia mais

Distribuição Gratuita Venda Proibida

Distribuição Gratuita Venda Proibida O Atalaia de Israel Um Estudo do Livro de Ezequiel Dennis Allan 2009 www.estudosdabiblia.net Distribuição Gratuita Venda Proibida O Atalaia de Israel Um Estudo do Livro de Ezequiel Dennis Allan Introdução

Leia mais

A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO

A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO ÁREA ESCOLA HISTÓRIA 1992/1993 MEMÓRIAS DOS ALUNOS E PROFESSORES DO 7º ANO QUE ESTIVERAM ENVOLVIDOS NO PROJECTO A ÁGUA FACTOR DE CIVILIZAÇÃO INDICE 1 PROJECTO 2 TEXTO MOTIVAÇÃO 3 SOCIEDADES RECOLECTORAS

Leia mais

5 dicas incríveis de Facebook Ads para iniciantes. 1 INTRODUÇÃO

5 dicas incríveis de Facebook Ads para iniciantes. 1 INTRODUÇÃO 5 dicas incríveis de Facebook Ads para iniciantes. 1 INTRODUÇÃO Este e book foi criado após ter percebido uma série de dúvidas de iniciantes em Facebook Ads. O seu conteúdo é baseado na utilização da plataforma

Leia mais

CURSINHO PRÓ-ENEM 2015. E-mail: lucianojunior06@hotmail.com Telefone: 9250-8766

CURSINHO PRÓ-ENEM 2015. E-mail: lucianojunior06@hotmail.com Telefone: 9250-8766 CURSINHO PRÓ-ENEM 2015 E-mail: lucianojunior06@hotmail.com Telefone: 9250-8766 Origens A história grega pode ser dividida em quatro grandes períodos: Homérico (séculos XII a VIII a.c.), Arcaico (séculos

Leia mais

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias

Lucas Zanella. Collin Carter. & A Civilização Sem Memórias Lucas Zanella Collin Carter & A Civilização Sem Memórias Sumário O primeiro aviso...5 Se você pensa que esse livro é uma obra de ficção como outra qualquer, você está enganado, isso não é uma ficção. Não

Leia mais

Máxima Nova Classe Média autoestima 33%

Máxima Nova Classe Média autoestima 33% Máxima é a primeira revista mensal totalmente voltada para os desejos e as necessidades da mulher da Nova Classe Média. Sua missão é ajudá-la a resolver as questões do seu dia a dia e ser fonte de inspiração

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 Prof. Dr. Vanessa Bortulucce A proposta desta comunicação é realizar uma reflexão acerca dos elementos que constituem a estética

Leia mais

Dicas para seu Cartão de Visita

Dicas para seu Cartão de Visita O Cartão de Visita O cartão de visita é um pequeno cartão contendo os dados de contato de uma pessoa ou corporação. Para muitos, ele é a primeira ferramenta de marketing. Após um contato profissional,

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

Os princípios da composição do vestuário levam em conta os seguintes aspectos:

Os princípios da composição do vestuário levam em conta os seguintes aspectos: Princípios de Composição do Vestuário Para trabalhar com roupas mais elaboradas é importante conhecer os princípios de composição do vestuário. Neste nicho de mercado, este tipo de peça é desenvolvido

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 04 RESSURREIÇÃO DE DORCAS / CORNÉLIO E PEDRO Nome: Professor: Sala

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 04 RESSURREIÇÃO DE DORCAS / CORNÉLIO E PEDRO Nome: Professor: Sala MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 04 RESSURREIÇÃO DE DORCAS / CORNÉLIO E PEDRO Nome: Professor: Sala VERSÍCULOS PARA DECORAR ESTA SEMANA VERSÍCULOS PARA DECORAR ESTA SEMANA Usamos a Bíblia na Nova Versão Internacional

Leia mais

Princípios do Observatório para a Liberdade Religiosa (OLR)

Princípios do Observatório para a Liberdade Religiosa (OLR) 1 Exposição concebida pelo Observatório para a Liberdade Religiosa (OLR) e parceiros, no âmbito do evento Terra Justa 2015 grandes Causas e Valores da Humanidade, para os quais a Religião assume um papel

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA MCC

REVOLUÇÃO FRANCESA MCC REVOLUÇÃO FRANCESA MCC REVOLUÇÃO FRANCESA. MOVIMENTO BURGUÊS França antes da revolução TEVE APOIO DO POVO Monarquia absolutista Economia capitalista.(costumes feudais) sociedade estamental. 1º Estado-

Leia mais

Moda & jóias masculinas: do barroco século XVII, ao cyberpunk século XXI. por Lula Rodrigues

Moda & jóias masculinas: do barroco século XVII, ao cyberpunk século XXI. por Lula Rodrigues Moda & jóias masculinas: do barroco século XVII, ao cyberpunk século XXI por Lula Rodrigues L État c est moi (o Estado sou eu) Luis XIV O Rei Sol(1638/1715) o primeiro pavão da moda masculina. Luis XIV

Leia mais

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível

Carnaval 2014. A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Carnaval 2014 A Sociedade Rosas de Ouro orgulhosamente apresenta o enredo: Inesquecível Nesta noite vamos fazer uma viagem! Vamos voltar a um tempo que nos fez e ainda nos faz feliz, porque afinal como

Leia mais