SISTEMA DE CONTAS NACIONAIS O que é? O que mede e como?

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1 Diretoria de Pesquisas SISTEMA DE CONTAS NACIONAIS O que é? O que mede e como? Roberto Luís Olinto Ramos Coordenador Coordenação de Contas Nacionais

2 OFERTA = DEMANDA

3 PIB = C+G+I+X-M

4 Questões: O que se está medindo? Para que? Quais as limitações teóricas? Quais as limitações práticas?

5 O PIB é?: Uma medida de bem estar Uma medida de renda a riqueza gerada no ano Medida de progresso socioeconômica tosco indicador Para financiar a guerra A produção do ano de bens e serviços

6 PIB - Produto Interno Bruto => PIB representa em um único número, sem dupla contagem, toda a produção das empresas, instituições sem fins de lucro, governo e famílias no território econômico em um ano/trimestre Riqueza é o estoque dos ativos enquanto PIB é o fluxo de produção

7 PIB - a variável com mais glamour SISTEMA de CONTAS NACIONAIS Onde fica? ESTATÍSTICAS MACROECONÔMICAS Sistemas Macro Pesquisas

8 1a Fase Quesnay - Walras - Keynes - Leontief Origens: relatório Definição e medição do Rendimento Nacional e Totais Relacionados, publicado em 1947 pelo Subcomitê de Estatísticas do Rendimento Nacional da Sociedade das Nações, sob orientação de Richard Stone. Richard Stone, apoiado pela Secretaria Geral das Nações Unidas, A System of National Accounts and Supporting Tables de A partir de 1964, um novo grupo se reuniu e publicou uma revisão e ampliação: A System of National Accounts, o SNA 68.

9 2a Fase - ampliação dos signatários Em 1982, foi instituído, pelas Nações Unidas, o Inter- Secretariat Working Group on National Accounts (ISWGNA) constituído de representantes de cinco organizações internacionais além de especialistas internacionais de vários países: o System of National Accounts 1993, SNA ). O manual de 1993 foi uma mudança forte no desenvolvimento e implementação dos sistemas de contas nacionais no mundo, pois ampliou o escopo de vários conceitos, rompeu com os quadros propostos nos manuais anteriores ampliando-os para fornecer uma descrição mais ampla da economia, estabeleceu o sistema de contas nacionais como uma referência determinante na produção de estatísticas econômicas e procurou apresentar estruturas mais flexíveis de forma que suas recomendações possam ser adaptadas em diversas condições econômicas. Contabilidade do Produto Material SNA 2008 (1o volume em o volume 2010)

10 Curiosidades quase inúteis O SNA 53 foi elaborado por uma equipe de 5 pessoas. O SNA 68 já envolveu 15 pessoas. Por fim, o SNA 93 já foi elaborado por uma equipe de mais de 50 pessoas e a participação de diversas organizações internacionais. A Revisão do SNA 93: Núcleo ISWGNA + AEG mais discussões são públicas (internet) e abertas a comentários e votações.

11 Arcabouços Teóricos Mensuração da Economia - Manuais - Normatização - Comparabilidade - Qualidade

12 Organização Internacional ISIIC Rev. 04 Contas Nacionais SNA 2008 IBGE STN Finanças Públicas Balanço de Pagamentos Banco Central Receita Estatísticas Monetárias e Fiscais Índices IBGE

13 Referências Contas Nacionais (SCN) => SNA Balanço de Pagamentos Finanças Públicas (Governo) Estatísticas Monetárias e Financeiras Índices de Comércio Exterior Índices de Preço ao produtor Manual de Economia Não Observada. Measuring Capital Volume and price manual. Etc. etc. etc.

14 Referências Manual de índices de X e M Handbook on deriving Capital Measures of Intellectual Property Products Volume and price manual. Measuring capital Handbook on deriving capital measures of intellectual property products Etc. etc. etc.

15 Diretoria de Pesquisas CONAC A QUALIDADE E O PROCESSO DE ELABORAÇÃO NOS SCN

16

17

18 PROCESSO DE TRABALHO DOS SCN

19 Uma pesquisa clássica Universo - População (Brasil) Amostra Estimativa + erro amostral

20 PROCESSO DE UM SCN IBGE ESTATÍSTICAS BÁSICAS REGISTROS ADMINISTRATIVOS MODELOS E OUTRAS TÉCNICAS BASE DE DADOS SCN AJUSTES... SCN

21 SISTEMA DE CONTAS NACIONAIS AJUSTES... VALIDAÇÃO DE DADOS AJUSTE CONCEITUAIS MACROECONÔNICOS CONTAS NACIONAIS AJUSTES DE ÂMBITO EQUILÍBRIO

22 Qual a qualidade de nosso trabalho? Quais critérios foram usados para sua conclusão?

23 Força Tarefa EUROSTAT => Há como estimar covariâncias, intervalos de confiança etc. para um SCN? => A aplicação de um método de ajuste (SCM, p.ex.) é equivalente a equilibrar recursos e usos Conclusão: NÃO.

24 Estrutura básica proposta: 6 dimensões de qualidade COERÊNCIA ACESSIBILIDADE E CLAREZA COMPARABILIDADE RELEVÂNCIA PRECISÃO TEMPESTIVIDADE E PONTUALIDADE

25 DILEMAS PRECISÃO E TEMPESTIVIDADE...

26 Sistema de Contas Nacionais SNA 93/08

27 Abrangência (?) das Contas Nacionais -Quanto à forma institucional: empresas, trabalhadores autônomos, governo e instituições privadas sem fins lucrativos. -Quanto à forma de distribuição da produção: mercantil e não mercantil. -Quanto ao cumprimento de formalidades legais: formal e informal.

28 Economia: observada não observada subterrânea => subdeclarada não registrada não atualizada não resposta informal => não registrada subdeclarada ilegal => não registrada

29

30 Sistema de Contas Nacionais: não é só PIB PRODUÇÃO PIB RENDA POUPANÇA PATRIMÔNIO DE ABERTURA CAPITAL ativos não financeiros CAPACIDADE/NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO OUTROS FLUXOS ECONÔMICOS PATRIMÔNIO DE FECHAMENTO FINANCEIRA ativos financeiros

31 Sistema de Contas Nacionais: não é só PIB PRODUÇÃO PIB RENDA Contas Satélite Contabilidade Social POUPANÇA PATRIMÔNIO DE ABERTURA CAPITAL ativos não financeiros CAPACIDADE/NECESSIDADE DE FINANCIAMENTO OUTROS FLUXOS ECONÔMICOS PATRIMÔNIO DE FECHAMENTO FINANCEIRA ativos financeiros

32 UM POUCO DE REALIDADE!

33 Olhar a economia I Unidades de Investigação: EMPRESA Atividade Econômica UNIDADE LOCAL ESTABELECIMENTO PRODUTO (bens e serviços)

34 Atividades econômicas x produtos (bens e serviços) EMPRESA ESTABELECIMENTO UNIDADE LOCAL

35 Atividades econômicas x produtos (bens e serviços) EMPRESA: Petrobras Extração Petróleo Gás Refino Petroquímica Gasolina, Diesel etc.

36 Olhar a economia II Quantidade receita produção Preço Valor?de que??? consumo investimento

37 SCN (taxonomia) ATIVIDADES ECONÔMICAS (UNIDADE LOCAL/ESTABELECIMENTO) PRODUTOS (bens e serviços) SETORES INSTITUCIONAIS (EMPRESAS) OPERAÇÕES

38 Atividades econômicas International Standard Industry Classification Rev. 3=> Rev. 4 CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas PRODLIST - Lista de Produtos Produtos: PRODLIST

39 Setores Institucionais empresas não-financeiras empresas financeiras administrações públicas famílias (consumidoras e produtoras) instituições sem fins de lucro a serviço das famílias

40 Quantidade - Volume - Preço

41 SCN A apresentação de um SCN é feita a preços correntes e constantes do ano anterior. V_CORR p 0 x q 0 Índice de volume ou variação em volume V_CTE p 0 x q 1 Índice de preço ou variação de preço V_CORR p 1 x q 1

42 Valoração Volta preços básicos preços de produtor preços de consumidor P_básicos + Imp_produto =P_produtor P_produtor + Margens + IVA = P_consumidor

43 Valoração 2 produção - preços básicos consumo - preços de consumidor importações - CIF exportações - FOB volta

44 OFERTA = DEMANDA

45 Sistema de Contas Nacionais Estrutura

46 Relações entre produtos e atividades econômicas => Tabelas de Recursos e Usos Relações entre setores institucionais (empresas, governo, famílias, resto do mundo) => Conta Econômica Integrada Expansãos do núcleo central: contas satélies

47 Sistema de Contas Nacionais Tabelas de Recursos e Usos Atividades econômicas Produtos (bens e serviços) Conta Econômica Integrada Setores Institucionais

48 Equação_01 VBP + M = CI + DF VBP = valor bruto da produção M = importações CI = consumo intermediário DF = demanda final (famílias, governo, formação bruta de capital fixo, exportação, variação de estoques) Unidade de mensuração: produto (bens e serviços)

49 Equação_01 VBP + M = CIpb + DFpb VBP = valor bruto da produção M = importações CI = consumo intermediário DF = demanda final (famílias, governo, formação bruta de capital fixo, exportação, variação de estoques) Unidade de mensuração: produto (bens e serviços)

50 Equação_01 PIB = C+G+FBCF+VE+X-M

51 CONTA DE BENS E SERVIÇOS RECURSOS VALOR BRUTO PRODUÇÃOpb IMPOSTOS LÍQUIDOS SOBRE PRODUTOS IMPORTAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS TOTAL OFERTA USOS CONSUMO INTERMEDIÁRIO CONSUMO FAMÍLIAS GOVERNO IPSFLSF FORMAÇÃO DE CAPITAL FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO VARIAÇÃO DE ESTOQUES COMPRA - VENDA DE "VALORES" EXPORTÇÃO DE BENS E SERVIÇOS TOTAL USOS

52 Equação_02 VAB = VBP - CI VAB = valor adicionado bruto VBP j = valor bruto da produção da atividade j CI j - consumo intermediário da atividade j Unidade de mensuração: atividades econômicas (empresas ou unidades locais) De onde vem o dado do VBP e do CI?

53 PIB PRODUÇÃO VALOR BRUTO PRODUÇÃOpb menos CONSUMO INTERMEDIÁRIO pc igual VALOR ADICIONADO BRUTO A PREÇOS BÁSICOS DESPESA CONSUMO FAMÍLIAS GOVERNO IPSFLSF FORMAÇÃO DE CAPITAL FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO VARIAÇÃO DE ESTOQUES COMPRA - VENDA DE "VALORES" EXPORTÇÃO DE BENS E SERVIÇOS menos IMPORTAÇÃO DE BENS E SERVIÇOS PIB PIB

54 R = remunerações Equação_03 VAB = R + EOB + IA EOB = excedente operacional bruto IA = impostos sobre atividade Unidade de mensuração: atividades econômicas (empresas ou unidades locais)

55 Valoração 01 PIB é a preços de consumidor e se refere ao total da economia. Não se adota a terminologia PIB para atividades econômicas. Ex: PIB da indústria Não se adota mais a notação PNB - Produto Nacional Bruto

56 Tabela de Recursos e Usos (as três óticas)

57 Tabela de Recursos e Usos (TRU) atividades I - Tabela de recursos de bens e serviços Oferta A = Produção A1 + Importação A2 produtos II - Tabela de usos de bens e serviços Oferta A = Consumo intermediário B1 + Demanda final B2 Componentes do valor adicionado C

58 A1- Produção Atividades Agrop. Ext._Min. Transf. SIUPs CC Serv. TOTAL Produtos A1 A2 A3 A4 A5 A6 (q) P1 Agropecuária P2 Extrativa Mineral P3 Transformação I P4 Transformação II P5 Transformação III P6 Utilidade Pública P7 Construção P8 Serviços Total (g)

59 A2 - Importação OPERAÇÕES SEM EMISSÃO BENS E Produtos DE CÂMBIO SERVIÇOS P1 Agropecuária P2 Extrativa Mineral P3 Transformação I P4 Transformação II P5 Transformação III P6 Utilidade Pública P7 Construção 0 0 P8 Serviços Operação s/ emissão de câmbio Total

60 A OFERTA TOTAL OFERTA TOTAL A PREÇO DE MARGEM MARGEM IMPOSTOS A PREÇO Produtos CONSUMIDOR COMÉRCIO TRANSPORTE TOTAL BÁSICO P1 Agropecuária P2 Extrativa Mineral P3 Transformação I P4 Transformação II P5 Transformação III P6 Utilidade Pública P7 Construção P8 Serviços Total

61 Tabela de Recursos e Usos (TRU) atividades I - Tabela de recursos de bens e serviços Oferta A = Produção A1 + Importação A2 produtos II - Tabela de usos de bens e serviços Oferta A = Consumo intermediário B1 + Demanda final B2 Componentes do valor adicionado C

62 B1 - consumo intermediário nacional + importado Atividades Agrop. Ext._Min. Transf. SIUPs CC Serv. TOTAL Produtos A1 A2 A3 A4 A5 A6 P1 Agropecuária P2 Extrativa Mineral P3 Transformação I P4 Transformação II P5 Transformação III P6 Utilidade Pública P7 Construção P8 Serviços Total CI_pc

63 B2 - demanda final Produtos X s/ X G C FBKF VE D_FINAL DEMANDA P1 Agropecuária P2 Extrativa Mineral P3 Transformação I P4 Transformação II P5 Transformação III P6 Utilidade Pública P7 Construção P8 Serviços Operações s/ emissão de câmbio Total

64 C - componentes do valor adicionado Agrop. Serv. TOTAL A1 A6 VALOR ADICIONADO BRUTO A PREÇO BÁSICO REMUNERAÇÕES SALÁRIOS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS EFETIVAS PREVIDÊNCIA OFICIAL / FGTS PREVIDÊNCIA PRIVADA CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS IMPUTADAS EXCEDENTE OPERACIONAL BRUTO INCLUSIVE RENDIMENTO DE AUTÔNOMOS RENDIMENTO DE AUTÔNOMOS EXCEDENTE OPERACIONAL BRUTO (EOB) OUTROS IMPOSTOS SOBRE A PRODUÇÃO OUTROS SUBSÍDIOS À PRODUÇÃO VALOR DA PRODUÇÃO PESSOAL OCUPADO (em milhares de pessoas)

65 Conta Econômica Integrada - CEI Setores Institucionais

66 Renda nacional bruta (RNB) = PIB + remuneração líquida recebida do exterior + rendas de propriedade líquidas, recebidas do exterior. Renda nacional disponível bruta (RNDB) = RNB + outras transferências correntes (líquidas, recebidas do exterior) Renda nacional disponível bruta (RNDB) = consumo final + poupança bruta Capacidade/necessidade líquida de financiamento = poupança bruta + formação bruta de capital + transferências líquidas de capital

67 CONTAS ECONÔMICAS INTEGRADAS 1. Contas correntes Conta de produção Conta de renda geração da renda alocação da renda primária distribuição secundária da renda uso da renda disponível bruta disponível bruta ajustada 2. Contas de acumulação Conta de capital Conta financeira 3. Contas de patrimônio Conta de patrimônio inicial Conta de variação patrimonial Conta de patrimônio final

68 CONTAS CORRENTES USOS CONSUMO INTERMEDIÁRIO VALOR ADICIONADO/PIB PRODUÇÃO RECURSOS VALOR BRUTO PRODUÇÃOpb IMPOSTOS LÍQUIDOS SOBRE PRODUTOS

69 REMUNERAÇÕES IMPOSTOS S/ PRODUÇÃO EXCEDENTE OPERACIONAL BRUTO GERAÇÃO VALOR ADICIONADO/PIB

70 RENDAS DE PROPRIEDADE RENDA NACIONAL BRUTA ALOCAÇÃO PRIMÁRIA EXCEDENTE OPERACIONAL BRUTO REMUNERAÇÕES IMPOSTOS S/ PRODUÇÃO RENDAS DE PROPRIEDADE

71 DISTRIBUIÇÃO SECUNDÁRIA RENDA NACIONAL BRUTA IMPOSTOS SOBRE A IMPOSTOS SOBRE A RENDA, PROPRIEDADE RENDA, PROPRIEDADE CONTRIBUIÇÕES CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS SOCIAIS BENEFÍCIOS SOCIAIS BENEFÍCIOS SOCIAIS OUTRAS OUTRAS TRANSFERÊNCIAS TRANSFERÊNCIAS CORRENTES CORRENTES RENDA NACIONAL BRUTA DISPONÍVEL USO DA RENDA RENDA NACIONAL BRUTA DISPONÍVEL CONSUMO FINAL POUPANÇA

72 CONTAS CAPITAL FINANCEIRA USOS CAPITAL RECURSOS POUPANÇA FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL CONSUMO DE CAPITAL FIXO VARIAÇÃO DE ESTOQUES CAPACIDADE E NECESSIDADE DE FINACIAMENTO AQUISIÇÃO LÍQUIDA DE ATIVOS FINANCEIRA AQUISIÇÃO LÍQUIDA DE PASSIVOS MOEDA E DEPÓSITOS MOEDA E DEPÓSITOS OURO MONETÁRIO E DES INSTRUMENTOS FINANCEIROS... INSTRUMENTOS FINANCEIROS... CAPACIDADE E NECESSIDADE DE FINACIAMENTO

73 PATRIMÔNIO ATIVOS PASSIVOS BALANÇO DE ABERTURA VARIAÇÕES EM VOLUME REAVALIAÇÕES BALANÇO DE FECHAMENTO

74 Algumas questões atuais Informalidade Produção caseira Trabalho voluntário Instituições privadas sem fim de lucro a serviço das FAMÍLIAS Turismo Saúde Cultura P&D O meio ambiente

75 Referência 2000 (recuperação de um marco estrutural)

76 PIA, PAC, PAS, PNAD... IBGE BCB CONAC Estatísticas Financeiras, Conta Financeira X, M SECEX Est. Fiscais, Imposto de renda PJ FAZENDA

77 Referência 2000?: ano a partir do qual foram introduzidos os aperfeiçoamentos no SCN. A atualização/aperfeiçoamento: Novas fontes de dados Questões metodológicas: Conceitos Algoritmos Novas estruturas de referência Qualidade

78 Pesquisas Anuais do IBGE - contínuas Indústria Comércio Serviços Indústria da Construção Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Pesquisa Estatísticas Econômicas da Administração Pública Outras pesquisas do IBGE Censo Agropecuário de 1995/96 Pesquisa de Orçamentos Familiares Pesquisa Economia Informal Urbana Censo Demográfico 2000

79 Fontes Externas Dados da Declaração de Renda Pessoa Jurídica Balanço das Empresas Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL Agência Nacional do Petróleo - ANP Secretaria de Comércio Exterior - SECEX Secretaria de Previdência Complementar - SPC Outras...

80 Revisões e política de divulgação

81 SCT (T-1) março Base de dados - abril- maio SCN Anual (T-2) - novembro Regional (T-2) - novembro PIB dos Municípios - dezembro

82 Futuro Introdução da CNAE 2.0 Censo Agropecuário 2008 Pesquisa de Orçamentos Familiares Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares Pesquisa de Consumo Intermediário

83 Uma leitura do relatório da Comissão composta por Joseph E. Stiglitz, Amartya Sen e Jean-Paul Fitoussi.

84 Objetivos Identificar os limites do PIB como um indicador de desempenho econômico e progresso social, incluindo os problemas com a sua mensuração; considerar que informações adicionais podem ser necessárias para a produção de indicadores mais relevantes do progresso social; avaliar aviabilidade demedidas alternativas, e discutir como apresentar a informação estística de maneira adequada.

85 Estrutura 1. Questões clássicas sobre o PIB 2. Qualidade de vida 3. Desenvolvimento sustentável e meio ambiente

86 Questões clássicas do PIB

87 O Produto Interno Bruto: a variável com mais glamour!!!! Primeira reflexão Informe: porquê. Como o informe foi visto. Como o informe pretendia ser visto. Como o informe deve ser lido.

88 Desempenho em uma economia complexa Produção => Emprego Complexidade Qualidade Fronteira: Mercado Não mercado Não medida Governo Como medir seus serviços: atualmente baseadas no custo Produtividade

89 Rec. 1 Quando avaliar bem estar material (economic well being) olhar para renda e consumo mais que para a produção. Rec. 2 Ênfase na perspectiva da família (domicílio). Rec. 3 Considerar renda e consumo junto com riqueza. Rec. 4 Dar mais relevância para a distribuição de renda, consumo e riqueza. Rec. 5 Melhorar as medidas de renda para as atividades de não mercado.

90 Questões referentes ao SCN. 1. Imputações. 2. Ênfase em outros agregados: renda disponível, bruto x líquido, medida da variação volume (renda real) 3. Aperfeiçoar a medida dos serviços, em geral. 4. Aperfeiçoar a medida dos serviços de Governo, em particular. 5. Revisitar o conceito de gastos defensivos. 6. Renda, riqueza e consumo devem ser considerados juntos. 7. Focar na perspectiva das Famílias. Renda das famílias por serviços governamentais Médias e medianas: a distribuição de renda consumo e riqueza. Ampliar a medida da atividade econômica das famílias.

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