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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa Núcleo de Pós-Graduação e Pesquisa em Economia Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Gestão de Empreendimentos Locais Comissão para Seleção de Ingresso Discente no Mestrado / 2011 Prova de Conhecimentos Gerais em Economia ATENÇÃO: a) Só há uma alternativa correta em cada uma das questões; b) Use a folha de resposta para marcar sua resposta! Não rasure a folha de resposta, nem marque mais de uma alternativa; c) O tempo mínimo de permanência em sala, após o início da prova, é de 01 (uma ) hora; d) Não é permitido o uso de equipamentos eletrônicos, tais como calculadoras, celulares, aparelhos de comunicação, ou similares. MACROECONOMIA 1. A produção de empresas de capital estrangeiro no país, a renda de fatores de um mesmo país (não importando onde se encontrem) e a relação entre essas duas, são, respectivamente, representadas nas seguintes medidas: a) PNB, PIB e RNL; b) PNB, RNL e PIB; c) PIB, PNB e RLEE; d) RLEE, PNB e PIB; e) RLEE, PIB e PNB. Sendo PNB = produto nacional bruto; PIB = produto interno bruto; RNL = renda nacional líquida e RLEE = renda líquida enviada ao exterior. 2. São grupos, respectivamente, de crédito na Conta 1 (PIB) e débito na Conta 2 (RNDB) das Contas Nacionais: a) Consumo Final das Famílias, Consumo Final das Famílias; b) Tributos Indiretos, Tributos Indiretos; c) Poupança Bruta, Poupança Bruta; d) Tributos Indiretos, Consumo Final das Famílias; e) Poupança Bruta, Tributos Indiretos. 3. É o grupo de fechamento (saldo) da conta 1 (PIB): a) Poupança Bruta; b) Poupança Interna; c) Subsídios; d) Variação de Estoques; e) Excedente Operacional Bruto. 4. Um país realiza em determinado ano as seguintes transações com o exterior: - Exportações de bens: 800 unidades monetárias. - Importações de bens: 500 unidades monetárias - Pagamento de seguros: 10 unidades monetárias.

2 - Investimento direto de não-residentes: 100 unidades monetárias. - Remessa de lucros: 40 unidades monetárias. - Pagamento de juros da dívida externa: 100 unidades monetárias. - Amortização de dívida externa: 80 unidades monetárias. - Pagamento de fretes: 20 unidades monetárias. - Entrada de capital de curto prazo: 60 unidades monetárias. A transferência líquida de recursos ao exterior é igual a: a) 200 unidades monetárias; b) 220 unidades monetárias; c) 240 unidades monetárias; d) 260 unidades monetárias; e) 290 unidades monetárias. 5. É característica de um índice de preços qualquer: a) A versatilidade com que pode ser aplicado a diferentes conjuntos de bens e serviços; b) Os diferentes pesos atribuídos aos preços dos diversos bens na composição do índice; c) A evolução dos preços representada em cada índice; d) A diversidade de referências com as quais se pode comparar um mesmo índice de preços; e) Servir para expurgar a inflação do cálculo do PIB. 6. Expande a base monetária: a) A saída líquida de divisas; b) Os empréstimos feitos pelos bancos comerciais ao Banco Central; c) A venda de títulos do governo ao público; d) O aumento da reserva compulsória dos bancos privados; e) Um superávit da Balança Comercial. 7. A Demanda por Moeda é inelástica à renda (armadilha da liquidez), quando: a) Quase todas as especulações são de que os juros pagos por novos títulos serão maiores do que os pagos pelos atuais; b) Quase todas as especulações são de que os juros pagos por novos títulos não serão maiores do que os pagos pelos atuais; c) A preferência pela liquidez é mínima; d) Quase a totalidade da demanda por moeda é para adquirir bens e serviços não-financeiros; e) A sociedade considera a moeda apenas como meio de troca. 8. O multiplicador bancário: a) Decorre do total controle da oferta monetária por parte do Banco Central; b) É uma anomalia de mercado; c) Decorre dos sucessivos retornos da moeda para o sistema bancário, a cada novo negócio bancário; d) Decorre dos sucessivos vazamentos da moeda do sistema bancário, a cada novo negócio bancário; e) Decorre da total falta de controle da oferta monetária por parte do Banco Central; 9. O agregado monetário M4: a) Exclui os depósitos à vista; b) É a soma dos depósitos a prazo com os títulos do governo; c) É a diferença entre a poupança e os depósitos a vista;

3 d) Inclui moedas e títulos de diferentes prazos e liquidez; e) São títulos de longo prazo. 10. Segundo a Teoria Quantitativa da Moeda, na equação de Cambridge: a) As variações do nível de preços decorrem do aumento da oferta monetária; b) As variações do nível de preços decorrem do excesso de oferta monetária sobre a demanda por moeda, relativamente ao nível de renda; c) Os costumes de aquisições e a tecnologia de transações absorvem os excessos de oferta monetária, de modo que a moeda é neutra com relação aos preços; d) O governo não pode ser culpado pela inflação; e) As transações anteriores ao período de análise têm importante papel na dinâmica dos preços. 11. Quais os níveis de poupança que equilibram o mercado do produto (IS), no qual todo o consumo depende exclusivamente da renda e a propensão marginal a consumir é 0,9, quando a renda disponível for, respectivamente, 1200, 1400 e a) 210, 410 e 100 b) 360, 420 e 300 c) 240, 280 e 200 d) 120, 140 e 100 e) 960, 1120 e Qual o multiplicador do Consumo Autônomo, se quando ele aumenta em 60 unidades, a renda de equilíbrio aumenta em 420? a) 0,143 b) 7 c) 0,5 d) 420 e) Numa economia cujo desequilíbrio foi causado por uma diminuição do Investimento Autônomo em 300 unidades: a) O estoque da economia aumenta e a diferença entre poupança e investimentos é de 300. b) O estoque da economia aumenta e a diferença entre poupança e investimentos é de c) O estoque da economia diminui e a diferença entre poupança e investimentos é de d) O estoque da economia diminui e a diferença entre poupança e investimentos é de 300. e) O estoque da economia diminui e não existe diferença entre poupança e investimento. 14. Qual a melhor política fiscal para que a economia volte ao seu PIB inicial, depois de os investimentos repentinamente terem aumentado em 200 unidades? a) Um aumento de gastos em 200 unidades, sem alterar a tributação. b) Um aumento de gastos em 200 unidades, financiado por aumento igual dos tributos. c) Uma diminuição de gastos em 200 unidades, sem alterar a tributação. d) Uma diminuição de gastos em 200 unidades, reduzindo-se os tributos no mesmo tamanho. e) C, Não I, G, há S, Tinformações suficientes para 45se o responder à questão. 15. Na figura abaixo: I DA 1 DA 0 Y C S + T (I + G) 1 Y 0 Y 1 (I + G) 0 Y

4 Sendo S = nível de poupança, Y = renda, C = nível de consumo, T = nível de tributação, I = nível de investimentos, G = nível de gastos do governo. a) O aumento do consumo autônomo causa um aumento na demanda agregada. b) A diminuição do consumo autônomo causa uma diminuição na demanda agregada. c) A diminuição do investimento autônomo causa uma diminuição na demanda agregada. d) O aumento da demanda agregada causa um aumento no investimento autônomo. e) O aumento do investimento autônomo causa um aumento na demanda agregada. 16. Dadas as equações explicativas abaixo, marque a opção correspondente aos valores aproximados de equilíbrio, respectivamente, de Y e i. C = ,8Yd T = 10 I = i G = 140 Yd = Y T (M/P) D = 0,5Y 800i (M/P) S = 420 Sendo C = nível de consumo, T = nível de tributação, I = nível de investimentos, G = nível de gastos do governo, Yd = renda disponível, i = taxa de juros, (M/P) D = demanda monetária e (M/P) S = oferta monetária. a) 1160 e 0,2 b) 214 e 0,8 c) 8000 e 0,1 d)700 e 0,45 e) 100 e 0, Conforme a figura abaixo é correto afirmar: i LM IS 0 IS 1 Y A Y B Y 0 Y Sendo: subscrito 0 = data inicial, subscrito 1 = data final, i = taxa de juros, Y = renda e subscritos A e B = rendas diferentes. a) O efeito multiplicador é medido pela distância entre Y B e Y 0 ;

5 b) O efeito multiplicador é medido pela distância entre Y 0 e Y B ; c) O efeito multiplicador é medido pela distância entre Y 0 e Y A ; d) O efeito multiplicador é medido pela distância entre Y A e Y 0 ; e) O efeito multiplicador é medido pela distância entre Y B e Y A. 18. Também com base na figura da questão 17, marque a alternativa correta. a) Está representada uma política expansionista da oferta monetária; b) Está representada uma política contracionista dos gastos do governo; c) Está representada uma política contracionista da tributação; d) Está representada uma política expansionista dos gastos do governo; e) Está representada uma política contracionista da oferta monetária. 19. Sob regime de taxa de câmbio flexível e livre mobilidade de capitais, a política indicada para aumentar a renda e manter constante a taxa de juros é: a) Fiscal expansionista; b) Monetária contracionista; c) Fiscal contracionista; d) Redução dos juros; e) Monetária expansionista. 20. Na Curva de Phillips aceleracionista abaixo, a taxa de desemprego NAIRU será: a) u 0 - u 1 b) u 2 c) u 1 d) u 0 e) u 2 - u 1 u 1 u 0 u 2 u

6 MICROECONOMIA 21. Na teoria ordinal do consumidor, também chamada de teoria das preferências, pode-se afirmar que: a) A utilidade total de dois bens é dada pela soma das utilidades de cada bem. b) Se a cesta de bens A é indiferente a B e simultaneamente preferida a C, enquanto B é indiferente a C, então há um cruzamento de curvas de indiferença. c) O indivíduo atinge um ponto de máxima utilidade, ou seja, um ponto de saciedade global, se puder consumir quantidades crescentes de cada bem. d) Uma curva de indiferença está associada a um nível único e inalterável de utilidade. e) Existe um utilitômetro para mensurar a utilidade do consumidor. 22. Julgue os itens a seguir: a) Se a elasticidade cruzada entre dois bens é positiva, estes bens são complementares. b) Quanto menor for o número de substitutos para um produto, maior será a elasticidade-preço da demanda. c) Se o aumento sucessivo da oferta de um bem resulta em reduções sucessivas da receita dos ofertantes, pode-se dizer que a demanda por este produto é preço-inelástica. d) A elasticidade-preço da demanda por um produto é 0,75 e a elasticidade-renda é 2,0. Se houver um aumento de 1% no preço do produto e, ao mesmo tempo, a renda agregada subir 1%, o impacto sobre a quantidade demandada será de 1,5%. e) A demanda de um produto é geralmente menos elástica ao preço no longo do que no curto prazo. 23. A proposição conhecida como Lei da Demanda: a) Baseia-se no fato que o preço de mercado de um bem é determinado somente pela sua utilidade. b) Diz que quanto menor for a quantidade demandada de um bem, menor será o seu preço. c) Só é válida quando se estuda a demanda ao longo de uma dada curva de indiferença. d) É uma relação inversa entre a quantidade demandada de um bem e o seu próprio preço. e) É uma relação direta entre a quantidade demandada de um bem e a renda do consumidor. 24. São corretas as afirmativas: a) Uma função de produção indica a quantidade produzida de um bem como função das quantidades e dos preços dos fatores. b) A função de oferta de um produto em concorrência perfeita é gerada pela soma horizontal das curvas de custo marginal de produção, a partir do ponto em que estas cortarem as respectivas curvas de custo fixo médio. c) A área sob a curva de custo marginal é igual ao custo variável total. d) A curva de custo variável médio fica sempre acima da curva de custo médio. e) A curva de custo marginal intercepta as curva de custo marginal e de custo médio quando elas estão na fase de decréscimo. 25. Com relação à teorias da produção e dos custos é correto afirmar que: a) Se a tecnologia de produção for do tipo Leontief, a produtividade marginal dos insumos será nãonegativa. b) Se a função de produção for homogênea linear, o custo marginal de longo prazo será sempre diferente dos valores mínimos dos custos médios de curto prazo. c) Se a função de produção tem retornos constantes de escala, a taxa marginal de substituição técnica depende da relação entre as quantidades de insumos e não de seus valores absolutos. d) Se os preços de todos os insumos se elevarem na proporção, o custo total mínimo de qualquer que seja o nível de produto aumentará em uma proporção maior, igual ao menor que, dependendo se a função de produção tiver retornos decrescentes, constantes ou crescentes de escala, respectivamente.

7 e) O caminho de expansão de uma função de produção homogênea linear não é uma linha reta. 26. A respeito de custos de produção, é correto afirmar que: a) A curva de Custo Fixo Médio de Longo Prazo é decrescente para qualquer nível de produto. b) A área abaixo da curva de custo marginal equivale ao custo variável médio. c) A área abaixo da curva de custo variável médio equivale ao custo fixo. d) A lei dos retornos decrescentes não explica o formato da curva de custo médio de longo prazo. e) Se uma firma decide produzir q = 0 no curto prazo é porque seus custos totais são iguais a zero. 27. Para mercados em concorrência perfeita, são corretas as afirmativas: a) A condição de que a receita marginal seja igual ao custo marginal aplica-se tanto ao monopolista quanto à firma em concorrência perfeita. A diferença é que, no caso da última, a receita marginal independe da quantidade produzida. b) A curva de demanda percebida para o produto de uma firma específica não será perfeitamente elástica mesmo que a curva de demanda do mercado seja negativamente inclinada. c) Como a rivalidade entre firmas é intensa, cada uma deve levar em conta as quantidades produzidas pelos concorrentes ao definir seu próprio nível ótimo de produção. d) No equilíbrio de longo prazo, informação perfeita e livre entrada de agentes no mercado garantem que lucros anormais sejam sustentáveis. e) A estática comparativa entre equilíbrios de longo prazo indica que a incidência de um imposto ad valorem sobre o produtor será tanto maior quanto mais elástica for a demanda do bem. 28. Considere uma firma no mercado de concorrência perfeita e que possui custo fixo igual a 100 e custo variável igual a Q². Se o preço do seu produto for igual a 60, ela deverá produzir quantas unidades: a) 5. b) 10. c) 15. d) 20. e) Monopólio é ineficiente porque, ao nível de produto escolhido pelo monopolista: a) O preço é maior que o custo médio, e há lucro de monopólio. b) A receita média é igual à receita marginal. c) O valor marginal de uma unidade a mais do produto para os consumidores é maior que o custo marginal. d) A elasticidade da curva de oferta é menor do que um. e) O preço cobrado é menor do que no mercado de concorrência perfeita. 30. Para mercados em concorrência monopolística, são corretas as afirmativas: a) O equilíbrio de longo prazo de uma firma em concorrência monopolística se dá em um ponto em que a curva de custo médio é negativamente inclinada. b) Uma das diferenças entre concorrência perfeita e concorrência monopolística é que, no caso da última, a demanda de mercado é negativamente inclinada. c) No equilíbrio de longo prazo, o custo marginal deve ser igual à receita marginal obtida a partir da curva de demanda de mercado. d) O equilíbrio de curto prazo da firma requer que a receita marginal (em termos da demanda residual) seja igual ao custo marginal, mesmo que a receita média seja diferente do custo médio. No equilíbrio de longo prazo, a receita média deve ser maior do que o custo médio mesmo que a receita marginal seja diferente do custo marginal. e) No equilíbrio de longo prazo do mercado, o preço é maior do que o custo médio.

8 31. Comparando os resultados dos modelos de oligopólio de Cournot, Stackelberg, e Bertrand vemos que: a) A firma seguidora de Stackelberg sabe a quantidade produzida pela firma líder quando escolhe o quanto ela mesma produzirá. Ela obterá, então, um lucro maior do que em Cournot. b) Quanto maior o número de firmas no modelo de Cournot, mais próximo do custo marginal será o preço de equilíbrio. c) No modelo de Bertrand, o preço resultante é menor e a quantidade produzida menor que em Cournot. d) A firma líder de Stackelberg produz menos do que produziria em Cournot. e) No duopólio de Cournot a produção de cada firma é menor do que a firma seguidora de Stackelberg. 32. Analise cada uma das assertivas abaixo relacionadas, supondo uma indústria composta por n firmas, n > 2, cada uma atuando segundo as hipóteses do modelo de Cournot. a) Como o número de firmas da indústria é superior a 2, a condição necessária à maximização do lucro de cada uma deixa de ser a igualdade entre receita marginal e custo marginal. b) Quanto maior for o número de firmas que participarem da indústria, o equilíbrio de Cournot mais se aproximará do equilíbrio competitivo. c) Quanto maior for a concentração da indústria, mais elástica ao preço será a curva de demanda com a qual cada firma se defrontará individualmente. d) Por não corresponder ao equilíbrio de Nash, o equilíbrio de Cournot será instável. e) Se a demanda pelo produto for preço-elástica, a solução de cartel será a mais estável para a indústria. 33. Uma cartelização de sucesso exige que: a). A demanda pelo bem não tenha elasticidade-preço muito elevada b). O cartel controle a maior parte da oferta ou que a oferta competitiva (fora do cartel) seja muito elástica. c). Os seus membros tenham acesso à mesma tecnologia. d). Todos os produtores de um setor façam parte do cartel. e). O preço não seja controlado pelos seus integrantes. 34. Considere agora a possibilidade de discriminação de preços: a) A discriminação de preços de primeiro grau é a prática de preços diferenciados para cada consumidor, cobrando o valor mínimo que cada indivíduo estaria disposto a pagar para consumir o bem. b) Descontos para estudantes nos cinemas é um exemplo típico de discriminação de preços de segundo grau. c) A discriminação de preços de segundo grau é a prática de preços diferenciados de acordo com a quantidade consumida. d) A discriminação de preços de segundo grau permite aumentar o nível de bem-estar dos consumidores ao mesmo tempo que não aumenta o lucro da empresa. e) A discriminação de preços de terceiro grau não divide os consumidores em grupos, com curvas de demanda separadas para cada grupo. 35. Sobre as condições de maximização do lucro em diferentes estruturas de mercado, avalie as afirmativas: a) No curto prazo, para uma firma que opere em concorrência perfeita, a condição para a maximização dos lucros, de que a receita marginal seja igual ao custo marginal, impõe lucros econômicos nulos ao produtor. b) Para calcular o custo social do monopólio compara-se apenas o excedente do produtor de uma indústria competitiva e de um monopolista. No caso do último há uma transferência de excedente do consumidor para o produtor, cujo valor é dado pelo total da produção do monopólio multiplicado pela diferença entre o preço praticado pelo monopolista e o preço competitivo. c) No longo prazo, em concorrência monopolística, o fato de o preço permanecer em patamar acima do custo marginal implica que o produtor usufruirá lucro econômico estritamente positivo.

9 d) Duas empresas A e B, num duopólio com produtos diferenciados, concorrem via preços. Neste caso, ao contrário do que ocorre no modelo de Stakelberg de concorrência via quantidades, se a empresa A fixar seu preço antes da empresa B, ela estará em clara desvantagem por mover-se primeiro. e) No curto prazo, a condição de maximização dos lucros para o monopolista é que o custo marginal deva ser igual ao preço, resultando em lucros econômicos nulos ao produtor. 36. Suponha que no duopólio de Cournot a curva de demanda de mercado é dada por P = 100 Q, onde P é o preço e Q a quantidade. Sabendo que os custos das empresas 1 e 2 são iguais a CT1 = 4q1 e CT2 = 4q2, respectivamente, qual será a quantidade produzida por cada empresa: a) 26 e 26. b) 28 e 28. c) 30 e 30. d) 32 e 32. e) 34 e Com base nos dados do enunciado da questão anterior, suponha o modelo de Stackelberg em que a empresa 1 é a primeira a determinar seu volume de produção. Se a empresa 2 decide quanto produzir após a empresa 1, quanto as empresas 1 e 2, respectivamente, produzirão: a) 44 e 22. b) 46 e 23. c) 48 e 24. d) 50 e 25. e) 52 e No modelo de Bertrand com diferenciação de produtos as funções de demanda da empresa 1 e da empresa 2 são dadas, respectivamente, por: q1 = 100 2p1 + p2 e q2 = 100 2p2 + p1. Se as duas empresas possuem a mesma função de custo, que é CT1 = q1 e CT2 = q2, qual será o preço cobrado pela empresa 1 e pela empresa 2, respectivamente: a) 30 e 32. b) 28 e 28. c) 30 e 30. d) 32 e 32. e) 34 e Sobre o mercado de bens de concorrência perfeita é correto afirmar que: a) As empresas maximizam o lucro quando a receita marginal supera o custo marginal. b) No curto prazo o lucro econômico das empresas é zero. c) Se o preço, no curto prazo, for superior ao custo variável mas inferior ao custo médio a empresa sairá do mercado. d) Como o produto produzido por cada empresa é diferenciado, então cada empresa cobra o preço de acordo com o custo de produção para garantir aquela diferenciação. e) No longo prazo o lucro obtido por cada empresa é o chamado lucro normal (lucro econômico zero) e que será igual para todas. 40. Sobre os mercados de concorrência perfeita e de monopólio é possível afirmar que: a) Na concorrência perfeita a produção de equilíbrio de mercado é maior e o preço também é maior do que no monopólio. b) Na concorrência perfeita a produção de equilíbrio de mercado é menor e o preço é maior do que no monopólio.

10 c) Na concorrência perfeita a produção de equilíbrio de mercado é menor e o preço também é menor do que no monopólio. d) Na concorrência perfeita a produção de equilíbrio de mercado é maior e o preço é menor do que no monopólio. e) Na concorrência perfeita a produção de equilíbrio de mercado é igual mas o preço é menor do que no monopólio.

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