CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADE CEARENSE FAC CURSO DE CIENCIAS CONTABEIS GIDEANE DE ARAÚJO GONÇALVES

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1 CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO CEARÁ FACULDADE CEARENSE FAC CURSO DE CIENCIAS CONTABEIS GIDEANE DE ARAÚJO GONÇALVES FACTORING COMO ALTERNATIVA DE FONTE DE RECURSOS PARA O CAPITAL DE GIRO DAS EMPRESAS FORTALEZA 2012

2 GIDEANE DE ARAÚJO GONÇALVES FACTORING COMO ALTERNATIVA DE FONTE DE RECURSOS PARA O CAPITAL DE GIRO DAS EMPRESAS Monografia submetida à aprovação Coordenação do curso de Ciências Contábeis do centro Superior do Ceará, como requisito parcial para obtenção do grau de graduação. Orientador: Profº.: Osvaldo Olímpio FORTALEZA 2012

3 2 GIDEANE DE ARAÚJO GONÇALVES FACTORING COMO ALTERNATIVA DE FONTE DE RECURSOS PARA O CAPITAL DE GIRO DAS EMPRESAS Monografia como pré-requisito para obtenção do titulo de bacharelado em Ciências Contábeis, outorgado pela Faculdade Cearense- FaC, tendo sido aprovada pela banca examinadora composta pelos professores. Data da aprovação: / / BANCA EXAMINADORA

4 3 AGRADECIMENTOS À Deus que a fonte de todo conhecimento e capacitação. Sem Ele seria impossível. Ao Centro de Ensino Superior Faculdade Cearense, na figura do diretor Jose Luiz Torres Mota e a coordenação do Curso de Ciências Contábeis na pessoa de Márcia Maria Machado Freitas. É uma honra para mim ser formada por uma instituição tão séria e comprometida na excelência no ensino. Ao meu orientador Prof. Osvaldo Olimpio, que foi de crucial importância para que concluísse esse trabalho. Agradeço pelos ricos ensinamentos e pelo exemplo de ética deixado. À todos os meus professores, que durante todo esse tempo dividiram comigo seus conhecimentos e experiências. Aos meus pais, Jose Verimar Gonçalves Barbosa e Eudete de Araújo Gonçalves. Ao meu irmão e sua esposa, Gildasio de Araújo Gonçalves e Maura Ester. Obrigada pelo imenso apoio que dedicaram a mim durante esses anos. Ao Rafael, meu esposo. Obrigada pelo incentivo e paciência. Você tornou minha jornada acadêmica mais alegre.

5 4 A sabedoria é árvore que dá vida a quem a abraça, quem a ela se apega será abençoado. (Salomão)

6 5 RESUMO Nos últimos anos, a economia brasileira passou por um intenso processo de globalização e aquecimento dos mercados financeiros, fato que têm intensificado a atividade de análise e avaliação de investimento. Essa monografia discorre sobre a importância que atualmente pode ser observado para as micro e pequenas empresas em relação a obtenção de credito para capital de giro. Portando objetivo maior deste trabalho concentra-se em mostrar ao público contábil e empresário interessados no segmento de factoring a real necessidade de sua existência e de como o mesmo funciona, contribuindo, desta forma, como estímulo no estudo dessa atividade econômica no meio acadêmico. Palavras Chaves: Factoring. Sistema Financeiro Nacional. Capital de Giro.

7 6 ABSTRACT In recent years, the Brazilian economy has undergone an intense process of globalization of financial markets and heating, a fact that has intensified the activity of analysis and investment appraisal. This monograph discusses the importance that currently can be seen for micro and small businesses in relation to obtaining credit for working capital. Porting main objective of this work focuses on showing the public accounting and business owner interested in factoring segment of the real need for its existence and how it works, contributing thus to stimulate economic activity in this study in academia. Key Words: Factoring. National Financial System. Working capital.

8 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CRONOLOGIA, ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Cronologia Organização e estrutura do Sistema Financeiro Nacional (SFN) Órgãos Normativos Entidades Supervisoras Operadores PRODUTOS EXISTENTES NO MERCADO FINANCEIRO Produtos passivos ou de captação Produtos ativos ou de aplicação SURGIMENTO DO FACTORING Conceito de Factoring Origens Históricas do Factoring Factoring nos estados Unidos Factoring na Europa Factoring no Brasil Mercado de Factoring Modalidades de Factoring praticadas no Brasil Regulamentação do Factoring Legislação tributária aplicada ao Factoring VANTAGENS ECONÔMICAS DO FACTORING Diferenças entre Instituições Financeiras e Empresas de factoring CONTABILIZAÇÃO DE UMA OPERAÇÃO DE FOMENTO MERCANTIL CONCLUSÃO...58 REFERENCIAS...59 ANEXOS...63

9 8 INTRODUÇÃO A sobrevivência empresarial em um mundo globalizado e dentro de uma dinâmica de negócios desafiadores, integrado em um cenário em constante mutação, cujas variáveis escapam a modelos econômicos pré-formatados e teorias que desmoronam em curto espaço de tempo, torna-se um ambiente hostil, onde a criatividade é palavra de ordem na busca do equilíbrio entre receitas e custos. A essas variáveis, sobrepõe-se o eterno questionamento: Como obter resultados positivos e crescentes, relativamente permanentes, na atividade explorada? Caso a resposta a tal enigma fosse passível de solução em uma abordagem racionalista e simplista, além de aplicável às mais variadas formas de organização produtiva, certamente, ter-se-ia descoberto o Santo Graal dos dilemas econômicos. Porém, tal raciocínio não condiz com a realidade. Posto que as observações contidas no parágrafo anterior levariam os estudiosos e demais interessados a um paradoxo econômico, quer seja sob a ótica dos grandes agregados ou tendo em vista as menores unidades de produção, resta perseguir com objetividade as demais soluções aplicáveis ao caso em questão. Dentre as técnicas de abordagem de problemas complexos, a que detém preferência em sua aplicabilidade é aquela que reduz o grande elemento a pequenas porções, atuando-se sobre estas e obtendo-se resultados parciais, porém, complementares, em um modelo de colcha de retalhos. Resgatando-se os elementos sobre os quais a atuação do gestor tornase imprescindível, o binômio receitas-custos, a abordagem do tema a ser desenvolvido ao longo deste estudo, tratará das questões pertinentes aos instrumentos de captação de recursos onerosos pelas empresas; que, embora plurais, divergem e apresentam diferenças relativas, quer sejam tradicionais no mercado financeiro, citando-se a titulo de exemplo o desconto de títulos, quanto produtos recentes e criativos tal qual as operações de faturização. Daí surge o objetivo perseguido ao longo do desenvolvimento da monografia, expor de forma adequada e sob a ótica econômico-contábil o processo de análise das alternativas disponíveis na obtenção de recursos de terceiros, elegendo-se como elemento central do estudo o processo de comparação entre o tradicional e as soluções inovadoras aplicadas. Para tanto, os objetivos

10 9 intermediários foram alinhados em um crescente ao longo do texto, onde se dá a conhecer a essência do Sistema Financeiro Nacional de forma a contextualizar o leitor e sem o qual não se tem a exata noção da complexidade do que é a intermediação financeira, a diversidade dos produtos disponíveis na prateleira das instituições bancárias em suas variadas modalidades para, então, introduzir-se os conceitos pertinentes às operações de Factoring como alternativa viável de financiamento e obtenção de capital de giro pelas empresas em contraposição ao mercado bancário e, ao final, desenvolve-se exemplo contemplando a realização de uma faturização e, paralelamente, um desconto bancário, a título de prática de mercado.

11 10 1. CRONOLOGIA, ORGANIZAÇÃO e ESTRUTURA DO SISTEMA FINACEIRO NACIONAL. O processo de intermediação de bens, de inicio com objetivo unicamente de sobrevivência, era baseado na troca direta de mercadorias (escambo), trocava-se o que se tinha sobrando pelo que faltava, não havia forma organizada para praticar essa atividade. Os problemas dessa forma de atividade eram que o custo para manutenção dos ativos reais era muito alto, alocação deficiente dos recursos disponíveis e todos buscavam produzir tudo que necessitavam. Fonte Brasil Escola Com o aparecimento das grandes civilizações, a atividade comercial passou a se modernizar, surgindo como instrumentos intermediários de trocas, o ouro e pedras preciosas, dentre outros ativos, cujo propósito era facilitar e dar continuidade a esse processo de trocas possibilitando a aquisição de produtos cada vez mais diversificados. Durante esse período diversos problemas surgiram, dentre eles, a locomoção com elevadas quantidades da mercadoria-moeda. A título de exemplo podemos citar o ouro, pois era muito pesado e a questão da segurança era o fator mais delicado. Como paliativo, surgiram os locais de armazenamento do ouro, onde a pessoa deixava o metal e recebia em mãos um recibo ou um documento que validava ou resguardava a confiabilidade de que o mesmo ou qualquer material valioso estava no local onde poderia ser resgatado com esse documento. A partir de então o depositante, portador dos recibos de custódia, utilizava referidos títulos para realizar suas compras. Essas ideias simples permitiram o surgimento dos bancos, agentes responsáveis pelo armazenamento e transações envolvendo a circularização desses recibos ou documentos, que eram de fácil transporte e traziam segurança às mercadorias-moedas. Com isso os bancos se tornaram a forma mais segura de se praticar o comercio. Na conceituação exarada por doutrinadores e estudiosos do Direito Bancário, encontramos as seguintes definições necessárias à contextualização do tema abordado:

12 11 [...] os bancos são empresa(organização harmônica de capital e trabalho para o exercício de uma atividade econômica de produção ou de troca de bens ou serviços), e não mero estabelecimento(complexo de bens, materiais e imateriais, de que dispõe o empresário para o exercício de sua atividade). (ABRÃO, 2008, p. 22/23) [...] que define as instituições financeiras em função de suas atividades privativas, como exigindo, cumulativamente, (i) a captação de recursos de terceiros em nome próprio, (ii) seguida de repasse financeiro através de operações de mútuo, (iii) com o intuito de auferir lucro derivado da maior remuneração dos recursos repassados em relação á dos recursos coletados, (iv) desde que a captação seguida de repasse se realize em caráter habitual. (SALOMÃO NETO, 2007, p. 27) A atividade mercantil permanece sendo prática universal. À medida que o comercio se desenvolveu os bancos também cresceram de uma forma ainda mais sofisticada para atingir objetivos mais diversos tornando-se mais necessários para todos os níveis da sociedade, tantos aqueles que necessitam guardar suas economias, como os que precisam de empréstimos para realizar investimentos ou ampliar o consumo. 1.1 Cronologia No Brasil, antes da chegada da família real em 1808, já funcionava uma casa bancária privada no Rio de Janeiro formado pelos principais comerciantes da praça. Nesse mesmo ano, o D. João VI Baixou um ato real criando o primeiro Banco Brasil (BB). Em 1861 foi criada a Caixa Econômica e o Monte Socorro do Rio de Janeiro, entidades que deram origem a Caixa Econômica Federal. Após isto foram criadas novas instituições financeiras e auxiliares, como a Inspetoria dos Bancos (1920), a Câmara de Compensação do Rio de Janeiro (1921) e de São Paulo (1932) dentre outros. Em uma exposição cronológica da evolução do sistema financeiro nacional, podemos ordenar os eventos de acordo com o quadro a seguir:

13 Criação do Banco do Brasil, inicialmente operando no Rio de Janeiro e, em seguida na Bahia (1818) e em São Paulo (1820) Liquidação e encerramento das atividades do Primeiro Banco do Brasil Aprovação da criação de um segundo Banco do Brasil que, entretanto, não obteve a capitalização mínima para a sua constituição. Criação do primeiro banco comercial privado do país (Banco do Ceará), que encerrou suas operações em Criação do Banco Comercial do Rio de Janeiro Criação do Banco da Bahia Criação do Banco do Maranhão Criação do Banco Comercial de Pernambuco e do novo Banco do Brasil. Fusão do Banco Comercial do Rio de Janeiro e do Banco do Brasil, mantendo-se esta ultima 1853 denominação. Meados da década de 1850 Década de 1860 Surgimento de outras casas bancarias: Banco Comercial Agricola; Banco Rural e Hipotecario; Banco da provincia do Rio Grande do Sul; Banco Comercial do Perá. Aparecimento dos primeiros bancos estrangeiros: London & Brazillian Bank; The Brazillian and Portuguese Bank Incorporação do Banco do Brasil ao Banco da República dos Estados Unidos do Brasil; 1905 Liquidação do Banco da República do Brasil 1906 Reativação do Banco do Brasil; 1920 Criação da Inspetoria Geral dos Bancos, subordinada ao Ministério da Fazenda; 1921 Instalação da Câmara de Compensação e da Carteira de Redescontos, ambas do Banco do Brasil; Promulgação da Lei da Usura, estabelecendo um teto máximo de 12% ao ano para taxa nominal de 1933 juros. Fonte: chagas, (2000) 1.2 Organização e Estrutura do Sistema Financeiro Nacional (SFN) O Sistema Financeiro Nacional é constituído pelos órgãos normativos, entidades de fiscalização e supervisão, agentes especiais e intermediários financeiros. A estrutura do SFN compreende: ORGÃOS NORMATIVOS Conselho Monetário Nacional - CMN Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC Fonte: site ENTIDADES SUPERVISORAS Banco Central do Brasil - Bacen Superintendência de Seguros Privados - Susep Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC OPERADORES Instituições financeiras captadoras de depósitos à vista Demais instituições financeiras e Bancos de Câmbio Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros Resseguradores Sociedades seguradoras Sociedades de capitalização Entidades abertas de previdência complement ar Entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão)

14 13 Atualmente, é grande a quantidade de instituições financeiras que atuam no mercado. De acordo com Banco Central do Brasil, conforme descrito no quadro. No geral, instituições financeiras podem ser definidas como coletoras intermediadoras e aplicadoras de recursos financeiros próprios e de terceiros que exercem um papel importante no mercado financeiro nacional. Segundo CAMINHA, Uinie (2007, p. 9): São consideradas instituições financeiras pessoas jurídicas de direito publico ou privado, que tenham como atividade principal ou acessória a captação, intermediação ou aplicação de recursos financeiros de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, ou a custódia, emissão, distribuição, negociação, intermediação ou administração de valores mobiliários. Ainda se equiparam a instituição financeira, entidades ou pessoas que captem ou administrem seguros, cambio, consorcio, capitalização ou qualquer tipo de poupança ou recursos de terceiros, ainda que de forma eventual. Em termos práticos podemos verificar as modalidades de instituições financeiras que compõem o sistema financeiro nacional e distingui-las, entretanto é importante salientar que o Sistema Financeiro possui uma estrutura que não poderia deixar de ser mencionado para que possamos compreender com mais precisão o Mercado Financeiro como um todo. O Sistema Financeiro Nacional é constituído pelos órgãos normativos, entidades de fiscalização e supervisão, agentes especiais e intermediários financeiros. A seguir veremos a definição oficial do Banco Central dos componentes do Sistema Financeiro Nacional Órgãos normativos Nas palavras de Marcos Cavalcante de Oliveira(2006 p.34), no regime democrático em que o Brasil vive, todos estão submetidos ao império do poder normativo geral que emana da lei, resultado do processo legislativo normal, regulamentada pelo Poder Executivo, nos casos e formas admitidos na Constituição. O Banco Central define os órgãos normativos como:

15 14 CMN Conselho Monetário Nacional: O Conselho Monetário Nacional (CMN), que foi instituído pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964, é o órgão responsável por expedir diretrizes gerais para o bom funcionamento do SFN. Integram o CMN o Ministro da Fazenda (Presidente), o Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e o Presidente do Banco Central do Brasil. Dentre suas funções que são descritas na Lei 4.595/64, estão: Adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia; Regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos; Orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras; Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros; Zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; Coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária e da dívida pública interna e externa. Zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; C.N.S.P. Conselho Nacional de Seguros Privados: É o órgão responsável por fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados; é composto pelo Ministro da Fazenda (Presidente), representante do Ministério da Justiça, representante do Ministério da Previdência Social, Superintendente da Superintendência de Seguros Privados, representante do Banco Central do Brasil e representante da Comissão de Valores Mobiliários. Dentre as FUNÇÕES do CNSP estão: Regular a constituição, organização, funcionamento e fiscalização dos que exercem atividades subordinadas ao SNSP, bem como a aplicação das penalidades previstas; Fixar as características gerais dos contratos de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro; Estabelecer as diretrizes gerais das operações de resseguro;

16 15 Prescrever os critérios de constituição das Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência Privada Aberta e Resseguradores, com fixação dos limites legais e técnicos das respectivas operações; E disciplinar a corretagem de seguros e a profissão de corretor. C.N.P.C Conselho Nacional de Previdência Complementar: Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) é um órgão colegiado que integra a estrutura do Ministério da Previdência Social e cuja COMPETÊNCIA é regular o regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão) Entidades Supervisoras Segundo Marcos Cavalcante de Oliveira (2006 p.35) poucos setores da atividade econômica são supervisionados tão de perto pelo Poder Público quanto o sistema Financeiro. Portanto as Entidades Supervisoras são órgãos do governo que asseguram a realização e fazem cumprir as decisões dos órgão normativos. Banco Central: O Banco Central do Brasil (Bacen) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, que também foi criada pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de É o principal executor das orientações do Conselho Monetário Nacional e responsável por garantir o poder de compra da moeda nacional, tendo por objetivos: Zelar pela adequada liquidez da economia; Manter as reservas internacionais em nível adequado; Estimular a formação de poupança; Zelar pela estabilidade e promover o permanente aperfeiçoamento do sistema financeiro. Dentre suas ATRIBUIÇÕES estão: Emitir papel-moeda e moeda metálica; Executar os serviços do meio circulante; Receber recolhimentos compulsórios e voluntários das instituições financeiras e bancárias; Realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras;

17 16 Regular a execução dos serviços de compensação de cheques e outros papéis; Efetuar operações de compra e venda de títulos públicos federais; Exercer o controle de crédito; Exercer a fiscalização das instituições financeiras; Autorizar o funcionamento das instituições financeiras; Estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras; Vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais; Controlar o fluxo de capitais estrangeiros no país. C.V.M. Comissão de Valores Mobiliários: A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, instituída pela Lei 6.385, de 7 de dezembro de É RESPONSÁVEL por regulamentar, desenvolver, controlar e fiscalizar o mercado de valores mobiliários do país. Para este fim, exerce as FUNÇÕES de: Assegurar o funcionamento eficiente e regular dos mercados de bolsa e de balcão; Proteger os titulares de valores mobiliários; Evitar ou coibir modalidades de fraude ou manipulação no mercado; Assegurar o acesso do público a informações sobre valores mobiliários negociados e sobre as companhias que os tenham emitido; Assegurar a observância de práticas comerciais equitativas no mercado de valores mobiliários; Estimular a formação de poupança e sua aplicação em valores mobiliários; Promover a expansão e o funcionamento eficiente e regular do mercado de ações; Estimular as aplicações permanentes em ações do capital social das companhias abertas.

18 17 SUSEP Superintendência de Seguros Privados: É uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda; é RESPONSÁVEL pelo controle e fiscalização do mercado de seguro, previdência privada aberta e capitalização. Dentre suas ATRIBUIÇÕES estão: Fiscalizar a constituição, organização, funcionamento e operação das Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência Privada Aberta e Resseguradores, na qualidade de executora da política traçada pelo CNSP; Atuar no sentido de proteger a captação de poupança popular que se efetua através das operações de seguro, previdência privada aberta, de capitalização e resseguro; Zelar pela defesa dos interesses dos consumidores dos mercados supervisionados; promover o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos operacionais a eles vinculados; Promover a estabilidade dos mercados sob sua jurisdição; zelar pela liquidez e solvência das sociedades que integram o mercado; Disciplinar e acompanhar os investimentos daquelas entidades, em especial os efetuados em bens garantidores de provisões técnicas; Cumprir e fazer cumprir as deliberações do CNSP e exercer as atividades que por este forem delegadas; Prover os serviços de Secretaria Executiva do CNSP. PREVIC Superintendência Nacional de Previdência Complementar: É uma autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social, RESPONSÁVEL por fiscalizar as atividades das entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão). A Previc atua como entidade de fiscalização e de supervisão das atividades das entidades fechadas de previdência complementar e de execução das políticas para o regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência complementar, observando, inclusive, as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar.

19 Operadores Podemos destacar compondo o SFN os intermediários financeiros na qual possuem a finalidade operativa do SFN. Segundo o BACEN 2000, os operadores tem a função de operacionalizar a transferência de recursos entre e poupador para o tomador. I. Instituições financeiras Captadoras de Depósitos a Vista: Bancos Múltiplos com carteira comercial - Os bancos múltiplos são instituições financeiras privadas ou públicas que realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras, por intermédio das seguintes carteiras: Comercial, de investimento e/ou de desenvolvimento, de crédito imobiliário, de arrendamento mercantil e de credito, financiamento e investimento (Financeiras). Essas operações estão sujeitas às mesmas normas legais e regulamentares aplicáveis às instituições singulares correspondentes às suas carteiras. A carteira de desenvolvimento somente poderá ser operada por banco público. O banco múltiplo deve ser constituído com, no mínimo, duas carteiras, sendo uma delas, obrigatoriamente, comercial ou de investimento, e ser organizado sob a forma de sociedade anônima. As instituições com carteira comercial podem captar depósitos à vista. Na sua denominação social deve constar a expressão "Banco" (Resolução CMN 2.099, de 1994). Bancos Comerciais - Os bancos comerciais são instituições financeiras privadas ou públicas que têm como objetivo principal proporcionar suprimento de recursos necessários para financiar, a curto e a médio prazos, o comércio, a indústria, as empresas prestadoras de serviços, as pessoas físicas e terceiros em geral. A captação de depósitos à vista, livremente movimentáveis, é atividade típica do banco comercial, o qual pode também captar depósitos a prazo. Deve ser constituído sob a forma de sociedade anônima e na sua denominação social deve constar a expressão "Banco" (Resolução CMN 2.099, de 1994). Caixa Econômica Federal - A Caixa Econômica Federal, criada em 1.861, está regulada pelo Decreto-Lei 759, de 12 de agosto de 1969, como EMPRESA PÚBLICA vinculada ao Ministério da Fazenda. Trata-se de instituição assemelhada aos bancos comerciais, podendo captar depósitos à vista, realizar operações ativas

20 19 e efetuar prestação de serviços. Uma característica distintiva da Caixa é que ela prioriza a concessão de empréstimos e financiamentos a programas e projetos nas áreas de assistência social, saúde, educação, trabalho, transportes urbanos e esporte. Pode operar com crédito direto ao consumidor, financiando bens de consumo duráveis, emprestar sob garantia de penhor industrial e caução de títulos, bem como tem o monopólio do empréstimo sob penhor de bens pessoais e sob consignação e tem o monopólio da venda de bilhetes de loteria federal. Além de centralizar o recolhimento e posterior aplicação de todos os recursos oriundos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), integra o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Cooperativas de Crédito - As cooperativas de crédito se dividem em: singulares, que prestam serviços financeiros de captação e de crédito apenas aos respectivos associados, podendo receber repasses de outras instituições financeiras e realizar aplicações no mercado financeiro; centrais, que prestam serviços às singulares filiadas, e são também responsáveis auxiliares por sua supervisão; e confederações de cooperativas centrais, que prestam serviços a centrais e suas filiadas. Observam, além da legislação e normas gerais aplicáveis ao sistema financeiro: a Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, que institui o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo; a Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971, que institui o regime jurídico das sociedades cooperativas; e a Resolução nº 3.859, de 27 de maio de 2010, que disciplina sua constituição e funcionamento. As regras prudenciais são mais estritas para as cooperativas cujo quadro social é mais heterogêneo, como as cooperativas de livre admissão. II. Bolsas de Mercadorias e Futuros As bolsas de mercadorias e futuros são associações privadas civis, com objetivo de efetuar o registro, a compensação e a liquidação, física e financeira, das operações realizadas em pregão ou em sistema eletrônico. Para tanto, devem desenvolver, organizar e operacionalizar um mercado de derivativos livre e transparente, que proporcione aos agentes econômicos a oportunidade de efetuarem operações de hedging (proteção) ante flutuações de preço de commodities agropecuárias, índices, taxas de juro, moedas e metais, bem como de todo e qualquer instrumento ou variável macroeconômica cuja incerteza de preço no futuro possa influenciar negativamente suas atividades. Possuem autonomia

21 20 financeira, patrimonial e administrativa e são fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários. III. Demais Instituições Financeiras Agências de Fomento - As agências de fomento têm como objeto social a concessão de financiamento de capital fixo e de giro associado a projetos na Unidade da Federação onde tenham sede. Devem ser constituídas sob a forma de sociedade anônima de capital fechado e estar sob o controle de Unidade da Federação, sendo que cada Unidade só pode constituir uma agência. Tais entidades têm status de instituição financeira, mas não podem captar recursos junto ao público, recorrer ao redesconto, ter conta de reserva no Banco Central, contratar depósitos interfinanceiros na qualidade de depositante ou de depositária e nem ter participação societária em outras instituições financeiras. De sua denominação social deve constar a expressão "Agência de Fomento" acrescida da indicação da Unidade da Federação Controladora. É vedada a sua transformação em qualquer outro tipo de instituição integrante do Sistema Financeiro Nacional. As agências de fomento devem constituir e manter, permanentemente, fundo de liquidez equivalente, no mínimo, a 10% do valor de suas obrigações, a ser integralmente aplicado em títulos públicos federais. (Resolução CMN 2.828, de 2001). Associações de Poupança e Empréstimo - As associações de poupança e empréstimo são constituídas sob a forma de sociedade civil, sendo de propriedade comum de seus associados. Suas operações ativas são, basicamente, direcionadas ao mercado imobiliário e ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH). As operações passivas são constituídas de emissão de letras e cédulas hipotecárias, depósitos de cadernetas de poupança, depósitos interfinanceiros e empréstimos externos. Os depositantes dessas entidades são considerados acionistas da associação e, por isso, não recebem rendimentos, mas dividendos. Os recursos dos depositantes são, assim, classificados no patrimônio líquido da associação e não no passivo exigível (Resolução CMN 52, de 1967). Bancos de Câmbio - Os bancos de câmbio são instituições financeiras autorizadas a realizar, sem restrições, operações de câmbio e operações de crédito vinculadas às de câmbio, como financiamentos à exportação e importação e adiantamentos sobre contratos de câmbio, e ainda a receber depósitos em contas

22 21 sem remuneração, não movimentáveis por cheque ou por meio eletrônico pelo titular, cujos recursos sejam destinados à realização das operações acima citadas. Na denominação dessas instituições deve constar a expressão "Banco de Câmbio" (Res. CMN 3.426, de 2006). Bancos de Desenvolvimento - Os bancos de desenvolvimento são instituições financeiras controladas pelos governos estaduais, e têm como objetivo precípuo proporcionar o suprimento oportuno e adequado dos recursos necessários ao financiamento, a médio e a longos prazos, de programas e projetos que visem a promover o desenvolvimento econômico e social do respectivo Estado. As operações passivas são depósitos a prazo, empréstimos externos, emissão ou endosso de cédulas hipotecárias, emissão de cédulas pignoratícias de debêntures e de Títulos de Desenvolvimento Econômico. As operações ativas são empréstimos e financiamentos, dirigidos prioritariamente ao setor privado. Devem ser constituídos sob a forma de sociedade anônima, com sede na capital do Estado que detiver seu controle acionário, devendo adotar, obrigatória e privativamente, em sua denominação social, a expressão "Banco de Desenvolvimento", seguida do nome do Estado em que tenha sede (Resolução CMN 394, de 1976). Bancos de Investimento - Os bancos de investimento são instituições financeiras privadas especializadas em operações de participação societária de caráter temporário, de financiamento da atividade produtiva para suprimento de capital fixo e de giro e de administração de recursos de terceiros. Devem ser constituídos sob a forma de sociedade anônima e adotar, obrigatoriamente, em sua denominação social, a expressão "Banco de Investimento". Não possuem contas correntes e captam recursos via depósitos a prazo, repasses de recursos externos, internos e venda de cotas de fundos de investimento por eles administrados. As principais operações ativas são financiamento de capital de giro e capital fixo, subscrição ou aquisição de títulos e valores mobiliários, depósitos interfinanceiros e repasses de empréstimos externos (Resolução CMN 2.624, de 1999). Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), criado em 1952 como autarquia federal, foi enquadrado como uma empresa pública federal, com personalidade jurídica de direito privado e patrimônio próprio, pela Lei 5.662, de 21 de junho de O BNDES é um órgão vinculado ao Ministério do

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