LEGISLAÇÃO / DOCUMENTOS TÉCNICOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LEGISLAÇÃO / DOCUMENTOS TÉCNICOS"

Transcrição

1 LEGISLAÇÃO / DOCUMENTOS TÉCNICOS LEGISLAÇÃO: Decreto-lei n.º 447/88, de 10 de dezembro Regulamentação da pré-arquivagen de documentação; Decreto-lei n.º 10/91, de 29 de abril Lei da proteção de dados pessoais; Decreto-lei n.º 121/92, de 02 de julho Determina os princípios para a gestão de documentos relativamente a recursos humanos, financeiros e patrimoniais dos serviços da administração direta e indireta do estado; Decreto-lei n.º 16/93, de 23 de janeiro - Estabelece o regime geral dos arquivos e do património arquivístico, excluindo os arquivos audiovisuais; Lei n.º 14/94, de 11 de maio Alteração por Retificação do Decreto-lei n.º 16/93; Decreto-lei n.º 47/2004, de 03 de março Regime geral de incorporações nos arquivos públicos, segundo a classificação constante do artigo 9.º do Decreto-lei n.º 16/93, de 23 de Janeiro; Decreto-lei n.º 46/2007, de 24 de agosto Regulamenta o acesso aos documentos administrativos e a reutilização dos documentos administrativos; Lei n.º 107/2011, de 08 de setembro - Estabelece as bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural; GLOSSÁRIO DE TERMOS ARQUIVÍSTICOS Arquivo É um conjunto orgânico de documentos, qualquer que seja a sua data, forma ou suporte material, produzidos ou recebidos por uma pessoa jurídica, singular ou coletiva, ou por um organismo público ou privado, no exercício da sua atividade e conservados para efeitos de gestão administrativa, de prova ou de informação. Arquivo é também uma instituição cultural ou unidade administrativa onde se recolha, conserva, trata e difunde a documentação. Arquivo corrente administrativos ou judiciais ainda não concluídos, sendo por isso de consulta frequente

2 pela entidade que os produz e/ou recebe e fundamentais ao desempenho das suas funções, competências e atribuições. Devem ser conservados junto dos serviços correspondentes. Arquivo definitivo administrativos ou judiciais já concluídos considerados como de conservação permanente em função do seu valor informativo, probatório, legal ou de investigação, Devem ser conservados em espaço destinado a Arquivo definitivo. Arquivo intermédio administrativos ou judiciais já terminados, mas consultados e utilizados casualmente, por questões de interesse administrativo, probatório ou legal. Devem ser conservados pelo serviço de Arquivo. Auto de eliminação Relação da documentação à qual não é reconhecido valor que justifique a sua conservação permanente em arquivo. O Auto de eliminação constituirá prova da documentação eliminada Ciclo de vida do documento Sucessivas fases pelas quais passam os documentos de um arquivo, desde a sua produção à sua preservação definitiva ou eliminação. Um documento de arquivo passa por três fases ou idades, a fase ativa onde existe para servir a gestão administrativa e funcional da organização, a fase semi-activa onde apenas é usado esporadicamente e a fase inativa na qual o documento pode ser eliminado ou conservado permanentemente face ao seu valor informativo, probatório, legal ou de investigação. Classificação Consiste na tarefa de agrupar hierarquicamente os documentos de um fundo em grupos ou classes, partindo dos mais gerais para os mais específicos, e de acordo com a estrutura da entidade produtora. O objetivo da classificação passa pela organização, gestão e recuperação da informação

3 Coleção É um conjunto de documentos, normalmente de uma única tipologia documental, reunidos artificialmente em função de qualquer característica comum, independentemente da sua proveniência. Documento de arquivo É um documento criado, recebido e conservado por uma organização ou pessoa a fim de provar e/ou informar acerca do cumprimento das suas obrigações legais ou da condução das suas atividades. Documento eletrónico Documento produzido, recebido, transmitido e, eventualmente, mantido e armazenado em suporte digital e que não é ilegível sem recursos ao sistema intermediário que lhe deu origem. Fundo Conjunto orgânico de documentos de arquivo, independentemente da sua forma ou suporte, produzidos e/ou recebidos por um organismo público ou privado, no exercício das suas atividades e funções. Gestão Documental Conjunto de formalidades que visam a racionalização e a eficácia na constituição, avaliação, aquisição, organização, conservação e comunicação dos arquivos. Guia de remessa Relação dos documentos enviados ao serviço de Arquivo e preparada pela entidade que os remete, com a finalidade de identificação e controlo. Numa primeira fase e, até a documentação estar devidamente tratada e acessível, a Guia de Remessa pode ser utilizada como instrumento de descrição documental nos depósitos de arquivo. Plano de classificação documental Documento de arquivo que regista o esquema de organização de um acervo documental, para efeitos de descrição e/ou organização. Deve ser hierárquico, partindo do mais geral para o mais específico, lógico e consistente.

4 Prazo de conservação Período de tempo, estabelecido na tabela de seleção para a permanência dos documentos de arquivo junto da entidade produtora, antes da sua eliminação ou transferência para arquivo definitivo. Procedimento administrativo Entende-se por procedimento administrativo a sucessão ordenada de atos e formalidades, diferentes entre si mas relacionados, tendentes à obtenção de um determinado resultado, que se concretiza mediante uma decisão final. Processo Unidade arquivística constituída por um conjunto de documentos, eventualmente de diferentes tipos, referentes a uma qualquer ação administrativa ou judicial, sujeitos a tramitação própria, normalmente regulamentada. Registo Documento de arquivo elaborado para efeitos de controlo e descrição de documentação produzida e/ou recebida por uma administração. Série documental Conjunto de documentos organizados de acordo com um sistema de arquivagem e conservados como uma unidade, por resultarem de um mesmo processo de acumulação, do exercício de uma mesma atividade, por terem uma tipologia particular, ou devido a qualquer outro tipo de relação resultante do processo de produção, receção ou utilização. Sistema de arquivo Conjunto de elementos (entidades, meios, procedimentos) que funcionam de modo integrado e articulado, tendo em vista a gestão dos documentos produzidos e/ou recebidos por um organismo no exercício das suas atividades. São elementos de um sistema de arquivo os documentos, as instalações, os equipamentos, os recursos humanos, as regras, os instrumentos técnicos, etc. Sistema de gestão de documentos Conjunto de procedimentos, normalmente automatizados, que funcionam de modo articulado, tendo como objetivo a gestão de todos documentos produzidos e/ou

5 recebidos por uma entidade do decorrer das suas atividades e competências. Os sistemas de gestão de documentos incluem os próprios documentos, os recursos humanos e tecnológicos e todas as regras em uso de forma a agilizar e uniformizar os procedimentos administrativos. Valor arquivístico Valor atribuído a um documento de arquivo, para efeitos de conservação permanente. Valor informativo Valor decorrente da informação veiculada por um documento de arquivo. Deste ponto de vista, são especialmente relevantes os que, independentemente do fim para que fora elaborados, testemunham a constituição e funcionamento da administração produtora e/ou fornecem dados ou informações sobre pessoas, organizações, locais ou assuntos. Valor legal Relevância de um documento de arquivo perante a lei para comprovar um facto ou constituir um direito Valor probatório Valor inerente aos documentos de arquivo, na medida em que consignam ou comprovam direitos e obrigações e são reconhecidos como garantia e fundamento de atos, factos e acontecimentos. Unidade de instalação Conjunto de documentos agrupados ou conservados numa mesma unidade física de cotação, instalação e inventariação. São unidades de instalação: caixa, maços, livros, rolos, pastas, CD s, etc.

PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2014

PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE FEVEREIRO DE 2014 PODER JUDICIÁRIO. TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE RORAIMA Seção de Biblioteca "Amazônia, patrimônio dos brasileiros" Este texto não substitui o original publicado no DJE PORTARIA N.º 249, DO DIA 13 DE

Leia mais

OS ARQUIVOS NO EXÉRCITO: IMPORTÂNCIA E FUNCIONAMENTO

OS ARQUIVOS NO EXÉRCITO: IMPORTÂNCIA E FUNCIONAMENTO OS ARQUIVOS NO EXÉRCITO: IMPORTÂNCIA E FUNCIONAMENTO Ten AdMil Horácio José Portela Ferreira 1Sarg PesSec Jorge Filipe Santos Pereira 1. Introdução Os arquivos são uma inesgotável e insubstituível fonte

Leia mais

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA. Capítulo 1. Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º. Artigo 2º. Capítulo II Da Recolha

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA. Capítulo 1. Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º. Artigo 2º. Capítulo II Da Recolha 1 REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE GOUVEIA Capítulo 1 Constituição e Funções do Arquivo Municipal. Artigo 1º O Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Gouveia (C.M.G.) compreende o âmbito, funções

Leia mais

DECRETO Nº 162/2015. Capítulo I Da Tabela de Temporalidade de Documentos

DECRETO Nº 162/2015. Capítulo I Da Tabela de Temporalidade de Documentos DECRETO Nº 162/2015 Dispõe sobre a Tabela de Temporalidade de Documentos TTD do Município de Gramado e dá outras providências. NESTOR TISSOT, Prefeito Municipal de Gramado, no uso de suas atribuições que

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Decreto-Lei n.º 128/2006 de 5 de Julho O n.º 1 do artigo 117.º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, na última redacção que lhe foi

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO À RECUPERAÇÃO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS DE INTERESSE MUNICIPAL (PARADIM): REGULAMENTO

PROGRAMA DE APOIO À RECUPERAÇÃO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS DE INTERESSE MUNICIPAL (PARADIM): REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO À RECUPERAÇÃO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS DE INTERESSE MUNICIPAL (PARADIM): REGIME DE DEPÓSITO DE ARQUIVOS E DOCUMENTOS NO ARQUIVO MUNICIPAL DE CONSTÂNCIA REGULAMENTO Diário da República,

Leia mais

BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA BI PLANEAMENTO DA DE DESINFESTAÇÃO ACÇÕES DE - DESINFESTAÇÃO BIBLIOTECA BCM E ARQUIVO HISTÓRICO

BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA BI PLANEAMENTO DA DE DESINFESTAÇÃO ACÇÕES DE - DESINFESTAÇÃO BIBLIOTECA BCM E ARQUIVO HISTÓRICO BIBLIOTECA CENTRAL I - OBJECTIVO A presente norma técnica tem por objectivo estabelecer o desenvolvimento das normas arquivistas e documentais do ARQUIVO HISTÓRICO (AH) decorrentes do REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

Documento Metodológico

Documento Metodológico Documento Metodológico Registo Predial ( Modelo 287 Mapa de actividade mensal) Código: 502 Versão: 1.0 Introdução O Registo Predial destina-se essencialmente a dar publicidade à situação jurídica dos prédios,

Leia mais

AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO

AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO AVALIAR PARA PRESERVAR O PATRIMÓNIO ARQUIVÍSTICO Por Maria João Pires de Lima É com grata satisfação que nos encontramos nesta conferência sobre a problemática dos Arquivos Universitários e particularmente

Leia mais

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL Nota Justificativa O Decreto-Lei n.º 16/93, de 23 de janeiro, este diploma foi retificado pela lei n.º 14/94, de 11 de maio designadamente o seu artigo 10.º, n.º 2, prevê

Leia mais

Envio de Caixas-Box ao Arquivo Geral (Relativos às peças digitalizadas para descarte)

Envio de Caixas-Box ao Arquivo Geral (Relativos às peças digitalizadas para descarte) PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS DIVISÃO DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade PROCEDIMENTO PTJAM 61 Envio de Caixas-Box ao Arquivo Geral (Relativos às peças digitalizadas

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais

Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos Sociais Aviso Apresentação de Candidaturas Equipamentos para a Coesão Local Equipamentos

Leia mais

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL

GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL GUIA PRÁTICO LICENCIAMENTO DA ATIVIDADE DOS ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/15 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Licenciamento

Leia mais

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIA ARQUIVISTIVA 1

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIA ARQUIVISTIVA 1 CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIA ARQUIVISTIVA 1 1 Zacarias Dias GCD, 2005 GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIA ARQUIVISTICA 1. Sem ter a pretensão de ser exaustivo na teoria arquivística, o presente

Leia mais

MUNICÍPIO DE BRAGANÇA NOTA JUSTIFICATIVA

MUNICÍPIO DE BRAGANÇA NOTA JUSTIFICATIVA MUNICÍPIO DE BRAGANÇA Arquivo Municipal Regulamento NOTA JUSTIFICATIVA Tendo em conta a necessidade de disciplinar a actuação da autarquia, no referente à produção, organização e gestão integrada dos sistemas

Leia mais

ARTIGO 1.º OBJECTO ARTIGO 2.º DEFINIÇÕES

ARTIGO 1.º OBJECTO ARTIGO 2.º DEFINIÇÕES REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE TRATAMENTO, AUDIÇÃO E PARTICIPAÇÃO DOS TOMADORES DE SEGUROS, PESSOAS SEGURAS, BENEFICIÁRIOS E OUTROS INTERESSADOS ARTIGO 1.º OBJECTO O presente regulamento visa

Leia mais

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP

AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP Data de publicação - 30.7.2008 AUTORIZAÇÃO Nº ICP ANACOM 08/2008 - SP O Vice-Presidente do Conselho de Administração da Autoridade Nacional de Comunicações (ICP- ANACOM), decide, nos termos do artigo 5º

Leia mais

Mais informações e atualizações desta obra em www.homepagejuridica.net

Mais informações e atualizações desta obra em www.homepagejuridica.net Título: Registo de Pessoas Jurídicas Canónicas Autor: Eurico Santos, Advogado Correio eletrónico do Autor: euricosantos@sapo.pt N.º de Páginas: 12 páginas Formato: PDF (Portable Document Format) Data de

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e

Instruções nº 1/2004-2ª Secção. I Âmbito de aplicação. c) Instituições do sistema de solidariedade e segurança social e Instruções nº 1/2004-2ª Secção Instruções nº 1/2004 2ª Secção - Instruções para a organização e documentação das contas abrangidas pelo Plano Oficial de Contabilidade Pública (POCP- aprovado pelo D.L.

Leia mais

Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo

Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca. Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Regulamento Do Arquivo da Junta de Freguesia de Avanca Junta de Freguesia de Avanca Sector de Arquivo Avanca 2009 Preâmbulo O Arquivo é, sem dúvida, a materialização da memória colectiva. É com base neste

Leia mais

LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP

LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP LICENÇA Nº ICP 01/2001-SP O Conselho de Administração do Instituto das Comunicações de Portugal (ICP), em reunião efectuada em 1 de Outubro de 2001, deliberou, ao abrigo da alínea j) do nº 1 e do nº 2,

Leia mais

Regulamento do ARQUIVO MUNICIPAL. de Terras de Bouro

Regulamento do ARQUIVO MUNICIPAL. de Terras de Bouro Regulamento do ARQUIVO MUNICIPAL de Terras de Bouro PREÂMBULO Tendo em vista a melhoria dos serviços municipais e no caso particular do arquivo do Município de Terras de Bouro, pretende-se com este Regulamento

Leia mais

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento

Programa Incentivo. Normas de execução financeira. 1. Âmbito do financiamento Programa Incentivo Normas de execução financeira 1. Âmbito do financiamento As verbas atribuídas destinam-se a financiar o funcionamento da instituição de investigação científica e desenvolvimento tecnológico,

Leia mais

REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTÓRICO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS

REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTÓRICO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS REGULAMENTO DO ARQUIVO HISTÓRICO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS O presente regulamento estabelece os princípios e as normas aplicáveis ao Arquivo Histórico da Caixa Geral de

Leia mais

3. Definições: Código de Classificação de Documentos do TJAM. Código: POP-STGARQ-001. Revisão: 06. Páginas 10. Data 31/05/2012.

3. Definições: Código de Classificação de Documentos do TJAM. Código: POP-STGARQ-001. Revisão: 06. Páginas 10. Data 31/05/2012. 001/20 - Providenciar o Arquivamento, : 1. Objetivo: Padronizar os procedimentos relacionados aos pedidos de arquivamento, desarquivamento e encaminhar os autos processuais findos oriundos das Unidades

Leia mais

M U N I C Í P I O D E B R A G A

M U N I C Í P I O D E B R A G A REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO E FUNÇÕES DO ARQUIVO MUNICIPAL Artigo 1º O Arquivo Municipal da Câmara Municipal de Braga (C.M.B.) compreende e unifica numa só estrutura o âmbito,

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL DO PLENO RESOLUÇÃO Nº 11, DE 28 DE MAIO DE 2010. DJe-CE de 31/05/2010 (nº 99, pág. 9)

TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL DO PLENO RESOLUÇÃO Nº 11, DE 28 DE MAIO DE 2010. DJe-CE de 31/05/2010 (nº 99, pág. 9) TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL DO PLENO RESOLUÇÃO Nº 11, DE 28 DE MAIO DE 2010 DJe-CE de 31/05/2010 (nº 99, pág. 9) Institui, no âmbito da Justiça do Estado do Ceará, o sistema eletrônico de tramitação de

Leia mais

REGIME JURÍDICO GERAL DOS ARQUIVOS

REGIME JURÍDICO GERAL DOS ARQUIVOS REGIME JURÍDICO GERAL DOS ARQUIVOS Lei nº 42/VI/2004 de 10 de Maio Por mandato do Povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 174º da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS NORMATIVOS ESPECÍFICOS DE ACORDO COM A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ESTABELECIMENTOS E SERVIÇOS INTEGRADOS

LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS NORMATIVOS ESPECÍFICOS DE ACORDO COM A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ESTABELECIMENTOS E SERVIÇOS INTEGRADOS LEGISLAÇÃO E DOCUMENTOS NORMATIVOS ESPECÍFICOS DE ACORDO COM A NATUREZA JURÍDICA DAS ENTIDADES ESTABELECIMENTOS E SERVIÇOS INTEGRADOS Portaria n.º 355/97, de 28 de Maio Aprova o modelo do livro de reclamações

Leia mais

NOTA EXPLICATIVA GESTÃO DE PESSOAL NOS MUNICÍPIOS INTERPRETAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015

NOTA EXPLICATIVA GESTÃO DE PESSOAL NOS MUNICÍPIOS INTERPRETAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 NOTA EXPLICATIVA GESTÃO DE PESSOAL NOS MUNICÍPIOS INTERPRETAÇÃO DA LEI DO ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 A Lei n.º 82-B/2014 de 31 de dezembro, diploma que aprova o Orçamento do Estado para o ano 2015 (LOE/2015),

Leia mais

COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS

COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO COMPETÊNCIAS E FUNCIONAMENTO DOS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS QUESTÃO A autarquia pretende que a CCDR LVT se pronuncie relativamente à possibilidade de existência

Leia mais

Perguntas Frequentes Pneus Usados

Perguntas Frequentes Pneus Usados Perguntas Frequentes Pneus Usados 1. Qual a legislação em vigor em matéria de gestão de pneus usados? O Decreto-Lei n.º 111/2001, de 6 de Abril, estabelece os princípios e as normas aplicáveis à gestão

Leia mais

Regulamento de Gestão de Reclamações

Regulamento de Gestão de Reclamações Regulamento de Gestão de Reclamações no Banco Santander Totta, SA Introdução A Qualidade de Serviço é, para o Banco Santander Totta, SA, um referencial e a forma por excelência de se posicionar e distinguir

Leia mais

Eliminação de processos e documentos de arquivo

Eliminação de processos e documentos de arquivo Eliminação de processos e documentos de arquivo OT-05 1 Enquadramento legal e objetivo da eliminação: A eliminação de documentos de arquivo é um ato de gestão que tem por objetivo, libertar o arquivo de

Leia mais

Lei da Cópia Privada

Lei da Cópia Privada Lei da Cópia Privada 2 O presente documento não dispensa a consulta do diploma publicado no Diário da República. LEI DA CÓPIA PRIVADA Lei da Cópia Privada Versão Consolidada www.vda.pt 3 ÍNDICE 1. Lei

Leia mais

GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO

GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO GESTÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO Aula 1 Descrição Arquivística Revisando Conceitos de arquivologia: o documento, o arquivo, os princípios arquivísticos e a qualidade arquivística. Teoria das três idades.

Leia mais

PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.)

PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.) PROVIMENTO Nº 148, DE 16 DE ABRIL DE 2008. (Ver Provimento n. 70, de 9.1.2012 DJMS, de 17.1.2012.) Institui, no âmbito da Justiça de Primeiro Grau do Estado de Mato Grosso do Sul, o sistema eletrônico

Leia mais

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros

Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Política do regulamento de funcionamento do Serviço de Gestão de Reclamações de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar nº 10/2009 de 25 de junho. AXA Global Direct Seguros y Reaseguros,

Leia mais

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação

ÍNDICE ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE DE SANTARÉM 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA. 3.1 História. 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação ÍNDICE 1. ÍNDICE 2. PROMULGAÇÃO 3. DESCRIÇÃO DA ESCOLA 3.1 História 3.2 Objetivo e Domínio da Certificação 4. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 4.1 Processos 4.2 Requisitos da Documentação 4.3 Controlo dos

Leia mais

Produtos Locais licenciamento, diferenciação e comercialização Análise e Propostas no Âmbito do GEVPAL

Produtos Locais licenciamento, diferenciação e comercialização Análise e Propostas no Âmbito do GEVPAL Produtos Locais licenciamento, diferenciação e comercialização Análise e Propostas no Âmbito do GEVPAL Maria José Ilhéu, DGADR Faro, 05 de junho de 2013 02-10-2013 1 GEVPAL Estratégia para a Valorização

Leia mais

ANEXO 1 DA PORTARIA Nº 252, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2015. I- Caberá ao órgão ou entidade detentor(a) do acervo:

ANEXO 1 DA PORTARIA Nº 252, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2015. I- Caberá ao órgão ou entidade detentor(a) do acervo: ANEXO 1 DA PORTARIA Nº 252, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2015. Procedimentos para transferência ou recolhimento de acervos arquivísticos públicos, em qualquer suporte, pelos órgãos e entidades do Poder Executivo

Leia mais

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em:

Assim, não há lugar a despacho liminar, nem a citação prévia do executado nas execuções baseadas em: Decreto-Lei n.º 38/2003, de 8 de março A revisão do Código de Processo Civil operada pelo Decreto-Lei n.º 329-A/95, de 12 de dezembro, e pelo Decreto-Lei n.º 180/96, de 25 de setembro, complementada pelo

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO (AQUISIÇÃO E DESBASTE DO FUNDO DOCUMENTAL) COLEÇÃO. Agrupamento de Escolas de Maximinos Braga

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO (AQUISIÇÃO E DESBASTE DO FUNDO DOCUMENTAL) COLEÇÃO. Agrupamento de Escolas de Maximinos Braga POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DA COLEÇÃO (AQUISIÇÃO E DESBASTE DO FUNDO DOCUMENTAL) Biblioteca Escolar, 22 de Junho de 2011 Página 1/5 1. DEFINIÇÃO E OBJETIVOS O presente documento enquadra-se nos princípios

Leia mais

REGULAMENTO DA MEDIATECA DO BCI FOMENTO

REGULAMENTO DA MEDIATECA DO BCI FOMENTO 1 I Natureza e Funções REGULAMENTO DA MEDIATECA DO BCI FOMENTO A Mediateca do BCI FOMENTO é um centro de documentação integrado do BCI, SARL. A sua sede funciona na cidade do Maputo, dispondo de uma antena

Leia mais

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 CONVENÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NA ÁREA DA PROCRIAÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA Cláusula

Leia mais

ARQUIVOLOGIA PADRÃO DE RESPOSTA. O candidato deverá apresentar os seguintes elementos na construção das idéias:

ARQUIVOLOGIA PADRÃO DE RESPOSTA. O candidato deverá apresentar os seguintes elementos na construção das idéias: QUESTÃO n o 1 O candidato deverá apresentar os seguintes elementos na construção das idéias: Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se a inviolabilidade

Leia mais

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE ESTARREJA

REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE ESTARREJA REGULAMENTO DO ARQUIVO MUNICIPAL DE ESTARREJA Regulamento n.º 01/2008 Aprovado em Sessão de Câmara a 19/02/2008 PREÂMBULO A Câmara Municipal de Estarreja vem prosseguindo a filosofia de que, a melhoria

Leia mais

Economia Digital e Direito. Privacy, Dados Pessoais e Correio Electrónico nas Empresas. Carolina Leão Oliveira. 19 Novembro 2013

Economia Digital e Direito. Privacy, Dados Pessoais e Correio Electrónico nas Empresas. Carolina Leão Oliveira. 19 Novembro 2013 Economia Digital e Direito Privacy, Dados Pessoais e Correio Electrónico nas Empresas Partilhamos a Experiência. Inovamos nas Soluções. Carolina Leão Oliveira 19 Novembro 2013 Matéria em causa: Uso do

Leia mais

O NOVO REGIME JURÍDICO DA ATIVIDADE DA CONSTRUÇÃO Ivone Nobre 29 de setembro de 2015 ORDEM DOS ADVOGADOS

O NOVO REGIME JURÍDICO DA ATIVIDADE DA CONSTRUÇÃO Ivone Nobre 29 de setembro de 2015 ORDEM DOS ADVOGADOS O NOVO REGIME JURÍDICO DA ATIVIDADE DA CONSTRUÇÃO Ivone Nobre 29 de setembro de 2015 ORDEM DOS ADVOGADOS Índice I Qual a extensão da nova lei (em número de artigos), face à anterior? II Quem pode ser titular

Leia mais

MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ

MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ MUNICÍPIO DE REGUENGOS DE MONSARAZ AJUSTE DIRETO AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE CONTRATAÇÃO DE ARTISTAS PARA OS EVENTOS A REALIZAR NO ÂMBITO DA CIDADE EUROPEIA DO VINHO CADERNO DE ENCARGOS ÍNDICE DISPOSIÇÕES

Leia mais

Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello

Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello Rio de Janeiro, 27 de junho de 2011. Ao Ilmo. Presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio Prezado Sr. Rômulo Mello Encaminhamos, em função da Consulta Pública, a minuta

Leia mais

Circular n.º 37/2011 Série II

Circular n.º 37/2011 Série II Proc.º 205.15.03.01-01/2011 DSIVAVA Circular n.º 37/2011 Série II Assunto: Facturas comercias (Ref.ª às circulares n.ºs 14/2004 e 31/2008, Série II) De harmonia com o Despacho Conjunto de 12 de Maio de

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO. 7198 Diário da República, 1.ª série N.º 246 20 de dezembro de 2012

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO. 7198 Diário da República, 1.ª série N.º 246 20 de dezembro de 2012 7198 Diário da República, 1.ª série N.º 246 20 de dezembro de 2012 d) As normas sobre a organização e funcionamento das autoridades administrativas nacionais com competências no âmbito do regime de assistência

Leia mais

Questão 1: As atividades apresentadas a seguir fazem parte das rotinas de protocolo, EXCETO:

Questão 1: As atividades apresentadas a seguir fazem parte das rotinas de protocolo, EXCETO: Questão 1: As atividades apresentadas a seguir fazem parte das rotinas de protocolo, EXCETO: a) distribuir a correspondência particular. b) abrir a correspondência sigilosa. c) verificar a existência de

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

Processo Eletrônico. Produto das revoluções tecnológicas; Consequência direta da EC 45/04; Princípios norteadores:

Processo Eletrônico. Produto das revoluções tecnológicas; Consequência direta da EC 45/04; Princípios norteadores: Processo Eletrônico Produto das revoluções tecnológicas; Consequência direta da EC 45/04; Princípios norteadores: Princípio da Universalidade; Princípio da Uniquidade; Princípio da Publicidade; Princípio

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 231 29 de novembro de 2012 6815

Diário da República, 1.ª série N.º 231 29 de novembro de 2012 6815 Diário da República, 1.ª série N.º 231 29 de novembro de 2012 6815 Artigo 7.º São revogadas as Portarias n. os 513/2007, 518/2007, 556/2007 e 561/2007, todas de 30 de abril. Artigo 8.º O Ministro de Estado

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Diário da República, 1. a série 4765 da CPLP, incluindo a República de Angola, tenham depositado na sede da CPLP, junto ao seu Secretariado Executivo, os respectivos instrumentos de ratificação ou documentos

Leia mais

DECRETO N.º 70/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.

DECRETO N.º 70/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1. DECRETO N.º 70/XII Define os meios de prevenção e combate ao furto e de recetação de metais não preciosos com valor comercial e prevê mecanismos adicionais e de reforço no âmbito da fiscalização da atividade

Leia mais

RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO

RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO RVCC ESCOLAR BÁSICO GUIA DE APOIO Este documento respeita as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Privado da escolaridade, o ser humano não abdica da sua condição de produtor de conhecimentos.

Leia mais

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS O Coronel PM Diretor de Recursos Humanos, no uso das atribuições legais previstas nos Incisos I e III do Artigo 7º do Regulamento do Sistema de Recursos Humanos (R-103), aprovado

Leia mais

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ESTATUTO ORGÂNICO DA AGÊNCIA PARA A PROMOÇÃO DE INVESTIMENTO E EXPORTAÇÕES DE ANGOLA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Denominação e Natureza) A Agência para a Promoção de Investimento e Exportações

Leia mais

ANEXO C Linhas Orientadoras para a Fase Formativa. (Decreto-Lei n.º 3/2011, de 6 de Janeiro)

ANEXO C Linhas Orientadoras para a Fase Formativa. (Decreto-Lei n.º 3/2011, de 6 de Janeiro) ANEXO C Linhas Orientadoras para a Fase Formativa Procedimento Especial de Obtenção do Grau de Especialista por Equiparação ao Estágio da Carreira dos TSS Ramo Psicologia Clínica (Norte, Centro Sul e Ilhas)

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal,

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal, DECRETO N.º 060 /2013. REGULAMENTA A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NO MUNICÍPIO DE ARACATI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe

Leia mais

REGULAMENTO BANCO DE AJUDAS TÉCNICAS E INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA (BATIP)

REGULAMENTO BANCO DE AJUDAS TÉCNICAS E INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA (BATIP) REGULAMENTO BANCO DE AJUDAS TÉCNICAS E INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA (BATIP) O presente documento concretiza e sistematiza o serviço «Banco de Ajudas Técnicas e Intervenção Psicológica», gerido pela (Re)Integrar

Leia mais

Curso de Educação e Formação Tipo3, Nível II

Curso de Educação e Formação Tipo3, Nível II Curso de Educação e Formação Tipo3, Nível II REGULAMENTO DA PROVA DE AVALIAÇÃO FINAL (PAF) 1 Artigo 1º Enquadramento Legal O Despacho conjunto nº453/2004, dos Ministérios de Educação e da Segurança Social

Leia mais

Regime jurídico do contrato de locação financeira

Regime jurídico do contrato de locação financeira Regime jurídico do contrato de locação financeira www.odireitodigital.com REGIME JURÍDICO DO CONTRATO DE LOCAÇÃO FINANCEIRA Decreto-Lei n.º 149/95 de 24 de Junho. - Altera o regime jurídico do contrato

Leia mais

Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13

Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 Manual de GUIA PRÁTICO ADOÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/13 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Adoção (32 V4.08) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 119, DE 1º DE MARÇO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 119, DE 1º DE MARÇO DE 2011 Publicada no Boletim de Serviço nº 3, de 9 mar. 2011, p. 7-10 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 119, DE 1º DE MARÇO DE 2011 Dispõe sobre o fornecimento e a autenticação de cópias e impressões e dá outras providências.

Leia mais

Regulamento de Formação AIP

Regulamento de Formação AIP Regulamento de Formação AIP Introdução Considerando que: Primeiro: A AIP Associação Industrial Portuguesa - Câmara de Comércio e Indústria é uma organização de utilidade pública sem fins lucrativos que

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO MUNICÍPIO DO BARREIRO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO MUNICÍPIO DO BARREIRO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE COMISSÃO PARA A CIDADANIA E A IGUALDADE DE GÉNERO E MUNICÍPIO DO BARREIRO 1 Entre: O Município do Barreiro pessoa coletiva de direito público com o nº 506673626 com sede no

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas

Leia mais

Condições gerais de venda

Condições gerais de venda Condições gerais de venda As presentes CONDIÇÕES GERAIS E PARTICULARES DE VENDA ON-LINE são acordadas livremente e de boa-fé entre Bonecas Namorar Portugal da marca Pó de Arroz e representadas pela empresa

Leia mais

Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja. Regulamento Interno. Biblioteca Escolar

Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja. Regulamento Interno. Biblioteca Escolar Agrupamento de Escolas n.º 2 de Beja Regulamento Interno 2014 1. A 1.1. Definição de A é um recurso básico do processo educativo, cabendo-lhe um papel central em domínios tão importantes como: (i) a aprendizagem

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DE VENDA PARA PRODUTOS PESTICIDAS DE USO DOMÉSTICO, USO INDUSTRIAL E USO NO HOMEM

AUTORIZAÇÃO DE VENDA PARA PRODUTOS PESTICIDAS DE USO DOMÉSTICO, USO INDUSTRIAL E USO NO HOMEM AUTORIZAÇÃO DE VENDA PARA PRODUTOS PESTICIDAS DE USO DOMÉSTICO, USO INDUSTRIAL E USO NO HOMEM MINUTAS REQUERIMENTO FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO PROCESSO TÉCNICO 1 Exm. Senhor Diretor-Geral da Saúde

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Data: 2016-01-14 Pág. 1 de 13 Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova

Leia mais

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro

Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro DECRETO N.º 369/X Autoriza o Governo a alterar o Estatuto da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 452/99, de 5 de Novembro A Assembleia da República decreta, nos termos

Leia mais

Sistema de Informação da Empresa

Sistema de Informação da Empresa TRABALHO DE GRUPO Carlos Ribeiro, José Bispo, Raul Falcão, Rui Fonseca, Vítor Costa ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA Organização: Grupo de pessoas que se constitui de forma organizada para objetivos comuns (cooperativas,

Leia mais

Organização do Arquivo da Assessoria Jurídica das Empresas Portobello

Organização do Arquivo da Assessoria Jurídica das Empresas Portobello Organização do Arquivo da Assessoria Jurídica das Empresas Portobello Valéria Gonréa atinem* leonilcr Fernandes** m dos aspectos fundamentais do grau de desenvolvimento de uma Empresa é a qualidade da

Leia mais

Esta avaliação permitirá, no tempo que se dispõe para a realização da prova, avaliar apenas parte dos conhecimentos enunciados no Programa.

Esta avaliação permitirá, no tempo que se dispõe para a realização da prova, avaliar apenas parte dos conhecimentos enunciados no Programa. INFORMAÇÕES PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DISCIPLINA DE: Direito código 329 2013 12º ano de escolaridade 1. OBJETO DE AVALIAÇÃO Atendendo a natureza avaliação a realizar - avaliação sumativa externa,

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO E A CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO E A CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A COMISSÃO PARA A CIDADANIA E IGUALDADE DE GÉNERO E A CÂMARA MUNICIPAL DA LOUSÃ Entre: O MUNICÍPIO DA LOUSÃ, pessoa coletiva n.º 501121528, com sede na Vila da Lousã, neste

Leia mais

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA ECONOMIA DIREÇÃO REGIONAL DE APOIO AO INVESTIMENTO E À COMPETITIVIDADE SIDER Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

Leia mais

Linguagem. Documento D O C U M E N T O FÍSICO DIGITAL

Linguagem. Documento D O C U M E N T O FÍSICO DIGITAL Paradigma Do papel ao digital Linguagem FÍSICO Documento DIGITAL 01100100 01101111 01100011 01110101 D O C U 01101101 01100101 01101110 01110100 01101111 M E N T O Documento Consideram-se documentos quaisquer

Leia mais

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor

ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE. CAPÍTULO I Estatuto do Provedor ESTATUTO E REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE Artigo 1.º Âmbito Em cumprimento do disposto no Artigo 158.º, n.º 3, do Anexo I, da Lei n.º 147/2015, de 9 de setembro (que aprova o regime jurídico de acesso

Leia mais

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto

TEXTO ATUALIZADO. Artigo 1.º Objeto Diploma: Portaria n.º 204-B/2013, de 18 de junho Sumário: Cria a medida Estágios Emprego Alterações: Portaria n.º 375/2013, de 27 de dezembro, altera o artigo 3.º e as alíneas a), b) e c) do n.º 1 do artigo

Leia mais

Orientações para a descrição arquivística (ODA):

Orientações para a descrição arquivística (ODA): Orientações para a descrição arquivística (ODA): uma aposta da DGARQ na normalização Lucília Runa Normas e partilha de informação (DGARQ DSAAT) Lisboa, BNP, 14 de Outubro de 2010 Sumário: A DGARQ: enquadramento

Leia mais

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros

PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR. Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Relatório de auditoria para efeitos de supervisão prudencial das empresas de seguros O revisor oficial de contas (ROC) é reconhecido na legislação e regulamentação em vigor

Leia mais

Secretariado do Conselho de Ministros

Secretariado do Conselho de Ministros Secretariado do Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 8/01 de 31 de Agosto Diário da República I Série N.º 40, 31 de Agosto de 001 Considerando que o estatuto orgânico do Secretariado do Conselho de Ministros,

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO Nº 17/2015 Regulamento Relativo ao Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Évora

ORDEM DE SERVIÇO Nº 17/2015 Regulamento Relativo ao Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Évora ORDEM DE SERVIÇO Nº 17/2015 Regulamento Relativo ao Pessoal Docente Especialmente Contratado da Universidade de Évora Considerando que cabe às instituições de ensino superior aprovar a regulamentação necessária

Leia mais

ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, SA. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E DESOBSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DA AdCA CADERNO DE ENCARGOS

ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, SA. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E DESOBSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DA AdCA CADERNO DE ENCARGOS ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, SA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E DESOBSTRUÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DA AdCA CADERNO DE ENCARGOS Página 1 de 9 ÁGUAS DO CENTRO ALENTEJO, S.A. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA

Leia mais

VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE!

VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! VAI COMPRAR CASA? PRESTE ATENÇÃO AO SEGUINTE! Compra e venda é o contrato pelo qual se transmite a propriedade de uma coisa ou outro direito, mediante um preço Art.º 874.º do Código Civil 1. Legislação

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 159, DE 09 DE DEZEMBRO DE 2014.

ATO NORMATIVO Nº 159, DE 09 DE DEZEMBRO DE 2014. ATO NORMATIVO Nº 159, DE 09 DE DEZEMBRO DE 2014. DISPÕE SOBRE A UNIFORMIZAÇÃO DAS - NORMAS QUE DISCIPLINAM O INGRESSO E TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DIGITAIS NO ÂMBITO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS

Leia mais

Educação pré escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Matrículas

Educação pré escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Matrículas Educação pré escolar e 1.º ciclo Índice do Documento Informações Matrículas 1. Educação pré escolar e 1.º ciclo Conceito matrícula Quem é o Encarregado de Educação Pedido matrícula Prazos Renovação matrícula

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73

2.º SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 II SÉRIE Quinta-feira, 12 de abril de 2012 Número 73 ÍNDICE 2.º SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e da Secretária

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MOSTRA DE ENSAIOS E SABORES AUDIOVISUAIS - MESA

REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MOSTRA DE ENSAIOS E SABORES AUDIOVISUAIS - MESA REGULAMENTO CONCURSO CULTURAL MOSTRA DE ENSAIOS E SABORES AUDIOVISUAIS - MESA Este Concurso Cultural, denominado Mostra de Ensaios e Sabores Audiovisuais- MESA" (Concurso) é promovido pela INFOGLOBO COMUNICAÇÃO

Leia mais

Acessibilidade e Confidencialidade da Informação no novo CPA: Um Exercício Comparativo. João Gonçalves Caetano Faro, 29 Junho 2015

Acessibilidade e Confidencialidade da Informação no novo CPA: Um Exercício Comparativo. João Gonçalves Caetano Faro, 29 Junho 2015 Acessibilidade e Confidencialidade da Informação no novo CPA: Um Exercício Comparativo João Gonçalves Caetano Faro, 29 Junho 2015 O Novo CPA Porquê a necessidade da revisão do Código do Procedimento Administrativo?

Leia mais

DECRETO Nº 1.255 DE 25 DE JUNHO DE 1962

DECRETO Nº 1.255 DE 25 DE JUNHO DE 1962 1 DECRETO Nº 1.255 DE 25 DE JUNHO DE 1962 Altera o Decreto nº 30.691, de 29 de março de 1952, que aprovou o Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Art. 1º - Fica alterado

Leia mais