BONS CONSELHOS PARA AS ESCOLAS DO DISTRITO FEDERAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "BONS CONSELHOS PARA AS ESCOLAS DO DISTRITO FEDERAL"

Transcrição

1 WILSON BARBOZA DA SILVA BONS CONSELHOS PARA AS ESCOLAS DO DISTRITO FEDERAL Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós-Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização em Processo Legislativo. Brasília 2009

2 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Bons conselhos para as escolas públicas do Distrito Federal Autor: Wilson Barboza da Silva Instituição: Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados Data: Março de 2009 Orientador: Resumo: A integração de segmentos de clientela da comunidade escolar ao projeto de gestão compartilhada, centrada nos conselhos escolares, enfrenta problemas quanto ao equilíbrio entre atribuições e prerrogativas dos conselheiros, entre outras questões. Com o objetivo de oferecer subsídios aos gestores e especialistas em políticas públicas na área de educação, propõe-se analisar o processo legislativo dos conselhos escolares. A pesquisa será desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico, com apoio de entrevistas e análise da documentação oficial como fontes de evidência. 2. APRESENTAÇÃO Este projeto surgiu da observação dado que somos profissional de magistério sobre a gestão democrática, como experiência que se vem desenvolvendo desde 1996, no Distrito Federal. O compasso das sucessões políticas marcou também as muitas mudanças que se empreenderam nas escolas, dentro desta temática. O perfil atual merece, a nosso ver, uma série de considerações e estudos que levem à proposta de valorização da gestão democrática de quem os conselhos escolares são maior ícone. Os conselhos, como colegiados das decisões escolares, merecem ser o ponto para o qual converge a delimitação do tema aqui tratado. Para a valorização que este trabalho vindica pretendemos promover abordagens dos pontos de vista legal, social e técnico, concluindo com propostas claras que contribuam com a consolidação dos conselhos escolares, como parlamento das instituições educacionais e grande projeto em desenvolvimento e com grande potencial de conquistas.

3 3. PROBLEMA O conselho escolar é um órgão constituído no âmbito das instituições educacionais da rede pública de ensino. Tem tido sua base jurídica em leis que são editadas sucessivamente com a revogação da mais antiga pela mais recente. Sua natureza tem sido, nesta linha, reformulada dando, conforme a época, diferentes atribuições ao colegiado. Essas mudanças têm ocorrido monocraticamente, por decreto, ou por lei de iniciativa governamental, pouca evolução havendo como fruto do fazer democrático, conquanto em nome da democracia tenham sido o conselho criado. Desde o inicio da experiência, apenas no ano de 2008 ocorreu um grande conclave no Distrito Federal com vista a aproveitar as impressões que devem ser passadas aos formuladores de políticas públicas. Trata-se do I Encontro dos Conselheiros Escolares, ocorrido em 3 e 4 de novembro daquele ano, que, dentre outras propostas, deliberou sobre a instalação de um fórum permanente para fortalecimento dos conselhos escolares e a necessidade ainda maior da aproximação dos conselheiros com a comunidade. Um aceno previsível, se observado que o governo federal tem procurado o debate com todos os entes federativos envolvidos, publicado um manual em forma de coleção instrucional e empreendido campanha institucional nos meios de comunicação. Dentro deste contexto os problemas percebidos tem sido os seguintes: 1) a legislação com graves deformidades formais e materiais, inclusive com vícios de origem; 2) colegiado com atribuições amplas e sem apoio técnico suficiente; 3) silêncio quanto a direitos e vantagens a serem usufruídas pelos conselheiros em desequilibro quando confrontados com a relevância do cargo; 4) parca informação ou divulgação a respeito dos poderes do colegiado. Neste quarto ponto cumpre que não basta o estado promover o encontro de conselheiros. O conselho escolar deve ser compreendido pela comunidade como um todo, de cujos quadros são os conselhos providos e de cujas necessidades brotam suas pautas de reunião; 5) pendências múltiplas quanto à elaboração de regimento interno do conselho escolar; 6) indefinição quanto aos passos do processo legislativo para elaboração das resoluções do conselho. 4. OBJETIVOS 4.1 GERAL Analisar o processo legislativo dos conselhos escolares no Distrito Federal 4.2. ESPECÍFICOS

4 Enfatizar a figura do conselho escolar como órgão público deliberativo; Enfatizar a figura do conselheiro escolar como agente público, com direitos, deveres e responsabilidades; Apontar problemas a serem solucionados quanto ao enquadramento jurídico da gestão democrática e dos conselhos escolares no Distrito Federal; Apontar problemas de natureza técnica no desenvolvimento do projeto de gestão democrática e na condução do processo legislativo no colegiado; Apresentar sugestões para a solução de problemas em níveis técnico e social. 5. JUSTIFICATIVA A principal teórica deste tema, Flávia Obino Corrêa Werle, tendo como laboratório de observação uma comunidade sulista, observa um fenômeno recorrente que se apresenta, mesmo fora de qualquer crítica, a quem lida como gestão democrática também nas escolas públicas do Distrito Federal: a baixa adesão de pais e alunos. Ou seja: os segmentos de clientela menos envolvidos que os de profissionais da educação. A pesquisa que pretendemos desenvolver investirá na crítica sobre aspectos que, por não terem freqüentado os muitos debates, não foram percebidos como indispensáveis à avaliação geral do tema. O exame dos dados dessa pesquisa não só apontará para os problemas, mas também para proposta de solução, tanto entre os legisladores quanto entre os especialistas em políticas públicas, a quem compete corrigir os rumos de suas ações. Também contribuirá para o conhecimento, por parte dos atores da ponta do processo, os conselheiros, de seu verdadeiro papel. Os conselhos escolares deverão, a partir do melhor enquadramento jurídico do investimento no aperfeiçoamento de conselheiros e no reequilíbrio entre suas atribuições e suas prerrogativas, contar com quadros que produzam não os mais comprometidos discursos no ambiente de deliberação, como tenderão a apresentar uma produção legislativa, por assim dizer, que sirvam de subsídios para além da escola, num ensino incidental. Finalmente, a doação de tempo e de mente para um projeto social e comunitário já deve ser visto como etapa nobre da carreira de um agente público. É preciso não esquecer nem subestimar o investimento que isto pode se constituir na auto-estima de quem passa a militar numa causa. Ademais, estamos diante de um

5 momento em que o cidadão está tomando seu próprio destino em suas mãos. Os aspectos cognitivos clássicos ganham um importante aliado transversal, que é o envolvimento com o bem-comum, que deixa de ser visto como exclusividade dos gestores, em sentido estrito. 6. REVISÃO DA LITERATURA Propusemo-nos a estudar vários vieses do tema gestão democrática, e sua delimitação nas atuações dos conselhos escolares. Conquanto as legislações anteriores propugnassem por conselhos de natureza consultiva e deliberativa. A Lei 4.036/2007, que dispõe sobre gestão compartilhada, nome que por vezes se confunde com gestão democrática, assim conceitua, inicialmente o conselho escolar: Art. 2º - A gestão compartilhada visa atingir aos seguintes objetivos:... IV - garantir a autonomia das instituições educacionais, no que lhes couber pela legislação vigente, na gestão pedagógica, administrativa e financeira, por meio do Conselho Escolar, de caráter deliberativo;... No Decreto nº , de 26 de junho de 2008, que institui o conselho escolar, o perfil surge surpreendentemente ampliado: Art. 1º. Ficam constituídos, na estrutura das instituições educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, os Conselhos Escolares, órgãos colegiados de natureza consultiva, deliberativa, mobilizadora e supervisora das atividades pedagógicas, administrativas e financeiras, constituído por representantes dos diferentes segmentos que integram a comunidade escolar. [sic] Além do deslize de legística, redundando o uso do verbo constituir, com violação da concordância em número, temos a questionar sobre a conveniência de grupo leigo, incluindo pais, mães e os próprios alunos, alguns dos quais menores de idade, ter de supervisionar, dentro do princípio de auto-executoriedade que reveste os atos públicos (não sendo dado aos conselheiros descumprir o dispositivo), uma estrutura a partir de um tão amplo espectro de naturezas. É o que temos a desenvolver sobre o viés técnico. Da leitura dos textos estudados pudemos observar o que, já discorrido pela

6 doutrina, constitui-se em norte para a gestão democrática, mormente para o conselho escolar como ambiente consultivo e deliberativo da comunidade escolar. O mesmo se pode dizer do que respeita aos conselheiros. Segundo Meirelles, órgãos colegiados ou pluripessoais são todos aqueles que atuam e decidem pela manifestação conjunta e majoritária da vontade de seus membros. (...) o que se impõe e vale juridicamente é a decisão da maioria, expressa na forma legal, regimental ou estatutária. (MEIRELLES, 2009, p. 74) Por sua vez, Werle enfatiza que a escola deve articular-se com as famílias e a comunidade, contando para tanto com colaboração dos professores. É nesta perspectiva que se concebe a outra dimensão da Gestão Democrática do Ensino, favorecida pela participação da comunidade escolar e local nos Conselhos Escolares. (WERLE, 2003, p. 50).Adotando ambas as postulações, temos na primeira, a conceituação de órgão colegiado e o conselho escolar o é e, na segunda o nível que o conselho representa e que lhe dá legitimidade e sustentação: as comunidades escolar e local. A autora tem uma visão mais ampla que a percebida nas autoridades distritais a cujo cargo está a formulação política da gestão democrática e mais compatível com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Lei nº 9.394, de 5 de outubro de 1988, que dispõe: Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes. A ausência de atores da comunidade local nas decisões do conselho escolar, a nosso ver, deixa o Distrito Federal aquém de outros entes federativos que respeitam a prescrição da Lei Federal, que deve prevalecer, em relação às normas distritais, por se tratar de competência concorrente. Meirelles, invocando a Constituição Federal, cita que a criação e extinção de órgãos da administração pública depende de lei, de iniciativa privativa do Chefe do Executivo (CF/88, arts. 48, I, e 61, 1º, e, na redação dada pela EC 32/2001), a quem compete, privativamente e por decreto, dispor sobre a organização e funcionamento desses órgãos públicos, quando não implicar aumento de despesas nem criação ou extinção de órgãos públicos (MEIRELLES,

7 2009, p. 69). Concordando com o ensino do doutrinador, considerando que o governo do Distrito Federal, a pretexto de regulamentar a Lei 4.036/2007 (lei distrital), que, dispondo sobre gestão compartilhada, apenas cita o conselho escolar, cria os conselhos escolares pelo Decreto nº , de 26 de junho de 2008, e compulsando, tanto a carta federal quanto a distrital (Lei Orgânica) transcrevemos, para depois comentar: Art. 48. Cabe ao Congresso Nacional, com a sanção do Presidente da República, não exigida esta para o especificado nos arts. 49, 51 e 52, dispor sobre todas as matérias de competência da União, especialmente sobre:... I - criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública; (CF/88, redação dada pela E C 32/2001)... e Art. 58. Cabe à Câmara Legislativa, com a sanção do Governador, não exigida esta para o especificado no art. 60 desta Lei Orgânica, dispor sobre todas as matérias de competência do Distrito Federal, especialmente sobre:... V educação, saúde, previdência, habitação, cultura, ensino, desporto e segurança pública;... VII criação, estruturação e atribuições de Secretarias do Governo do Distrito Federal e demais órgãos e entidades da administração direta e indireta;... (LODF/93) A instituição dos conselhos escolares por decreto governamental parece-nos uma violação agravada pela constatação do disposto no art. 75, da mesma Lei Orgânica: Art. 75. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta dos Deputados da Câmara Legislativa e receberão numeração distinta das leis ordinárias.... VI a lei que dispõe sobre a organização do sistema de educação do Distrito

8 Federal;... Em suma: um tema que não deveria ser sequer tratado por lei ordinária, e sim, por lei complementar à Lei Orgânica, foi disposto por decreto. O grau de amadorismo assim percebido, compromete a valorização de todo o sistema distrital de ensino, e, na esteira, a da gestão compartilhada e dos conselhos escolares como órgão que detenha poderes concedido pelo povo. 7. METODOLOGIA Para apresentar as propostas de valorização dos conselhos escolares e de seus membros, como agentes públicos, pretendemos utilizar como tipo de pesquisa a bibliográfica. Para tanto, a coleta de dados se dará com busca na legislação federal e distrital, principalmente em função das competências legislativas concorrentes entre os níveis federativos. Recorreremos também, quanto aos aspectos jurídicos, à doutrina, a partir de autores consagrados. Quanto aos aspectos técnicos, a publicação de teóricos e a fontes acadêmicas. Utilizaremos o método histórico, para investigar quais as influências de cada fato, no caso, cada edição legislativa da gestão democrática, teve como impacto sobre a comunidade escolar. Primeiramente, recorreremos à técnica de fichamento e resumo das obras e dos diplomas normativos. Num plano auxiliar, empreenderemos coleta de dados a partir de entrevista estruturada com a comunidade, com a distribuição e preenchimento de questionário e confronto dos dados. O intuito é perceber como os conselheiros e a comunidade escolar se avalia como objeto da legislação e das obras produzidas sobre o tema. Pretendemos entrevistar conselheiros, agendando visita para os dias de reunião, em três instituições de ensino de nível médio, localizadas uma na Região administrativa de Brasília, e duas em outras regiões com um e outro dos seguintes perfis: a) membro da comunidade exercendo atividade de trabalho na própria localidade; b) membros da comunidade exercendo atividade de trabalho prioritariamente na Região Administrativa de Brasília. O objetivo é perceber como se comportam os membros da comunidade adotando ou não a escola como bem a preservar e pelo qual engajar-se civicamente.

9 8. CRONOGRAMA Cronograma da Pesquisa Atividades Leitura dos autores centrais da pesquisa Meses mar abr maio jun ago set out nov dez fev mar Redação do Pré- Projeto de Pes- quisa Leitura dos autores que apóiam e criticam as argumentações que estamos construindo Redação Projeto Pesquisa do de Elaboração e aplicação da entrevista estruturada como pré-teste Elaboração e aplicação da entrevista estruturada definitiva Análise e interpretação dos dados da entrevista estruturada Redação da pesquisa Entrega da pesquisa Defesa da pesquisa 9. BIBLIOGRAFIA ARAGÃO, L. B. B. da S. M. Importância do direito para o exercício da função de

10 administrador escolar. Fórum Educacional, Rio de Janeiro, V. 9, n. 4 p.65-71, out. / dez AZEVEDO, José Clóvis. Escola cidadã: desafios, diálogos e travessias. Rio de Janeiro: Vozes, BRASIL, Congresso, Câmara dos Deputados. Regimento Interno da Câmara da Câmara dos Deputados. 7 ed. Brasil. Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988, Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%c3%a7ao.htm>. Acesso em 29 mar Lei n , de 5 de outubro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394. htm>. Acesso em; 29 mar Lei n , de 5 de outubro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394. htm>. Acesso em; 29 mar DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo, 19 ed. São Paulo: Atlas, DISTRITO FEDERAL. Lei n , de 25 de outubro de Dispõe sobre a gestão compartilhada nas instituições educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal e dá outras providências. Diário Oficial Distrito Federal, Brasil, 26 out Seção I, p Secretaria de Estado de Educação. Portaria n. 26, de 31 de janeiro de Dispõe sobre a execução do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF) no âmbito da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, e dá outras providências. Diário Oficial Distrito Federal, Brasil, 07/fev Seção I, p Câmara Legislativa do Distrito Federal. Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal, de 16 de novembro de 2000.Disponível em <http://www.cl.df.gov.br/portal/legislacao/lei-organica-1/>. Acesso em: 29 mar 2009.

11 . Conselho de Educação do Distrito Pederal. Resolução nº 2/2000-CEDF, de 10 de maio de 2000; Dispõe sobre as atribuições dos Conselhos Escolares. Diário Oficial Distrito Federal, Brasília.. Decreto n , de 26 de junho de Dispõe sobre os Conselhos Escolares das instituições educacionais da rede pública de ensino do Distrito Federal. Diário Oficial Distrito Federal, Brasil, 27 jun Seção I, p Lei Orgânica do Distrito Federal, de 8 de junho de Disponível em: <http://www.cl.df.gov.br/portal/legislacao/lei-organica-1/>. Acesso em: 29 mar GADOTTI, Moacir. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, MEIRELLES, Hely L., Direito administrativo brasileiro, 35 ed. São Paulo: Malheiros, PARO, Vitor Henrique. Eleição de diretores: A escola pública experimenta a democracia. Campinas: Papirus,1996., Vitor Henrique. A utopia da gestão escolar democrática. Cadernos de pesquisa, São Paulo, n. 60, fev , Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo. São Paulo: Ática, SOUZA, M. B. M. Manual para apresentação do trabalho acadêmico e técnicocientífico. Brasília: CEFOR, SOUZA, Neusa Maria Marques de. Gestão democrática da educação: entre as políticas oficiais e a prática escolar. Disponível em: Acesso em: 29 mar WERLE, Flávia Obino Corrêa. Conselhos escolares: implicações na gestão da escola básica. Rio de Janeiro: DF&A, 2003.

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA

A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DE CURITIBA ZAIONS, Eliane de Souza Cubas CME/SME ezaions@sme.curitiba.pr.gov.br Eixo Temático: Políticas Públicas e Gestão da Educação Agência Financiadora:

Leia mais

DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014

DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014 Institui a Política Nacional de Participação Social - PNPS e o Sistema Nacional de Participação

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR

CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PÓS-GRADUAÇÃO EM POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR A INFLUÊNCIA DAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS NA FORMULÇÃO DA LEI nº 11.096/2005 PROUNI

Leia mais

CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013

CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013 CIRLANE MARA NATAL MESTRE EM EDUCAÇÃO PPGE/UFES 2013 LEGISLAÇÃO E NORMA LEGISLAÇÃO GENERALIDADE PRINCÍPIOS; NORMA ESPECIFICIDADE REGRAS; CONSELHO DE EDUCAÇÃO: - CONTROLE SOBRE O CUMPRIMENTO DA LEI; - NORMATIZADOR

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 18/10/2010, Seção 1, Pág.10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CURITIBA: COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES

CONSELHO MUNICIPAL DE CURITIBA: COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES CONSELHO MUNICIPAL DE CURITIBA: COMPROMISSOS E RESPONSABILIDADES CANTO, Everly Romilde Marques CME evcanto@sme.curitiba.pr.gov.br SANTOS, Josiane Gonçalves CME josianesantos@sme.curitiba.pr.gov.br Eixo

Leia mais

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global

data PROJETO DE LEI N 8035/2010. 1 Supressiva 2. Substitutiva 3. Modificativa 4. Aditiva 5. Substitutivo global Página Artigo: 6º Parágrafo: Único Inciso Alínea EMENDA MODIFICATIVA O parágrafo único do Artigo 6º do PL n 8035 de 2010, passa a ter a seguinte redação: Art. 6º... Parágrafo único. O Fórum Nacional de

Leia mais

Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento/CEFOR Especialização em Instituições e processos Políticos do Legislativo

Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento/CEFOR Especialização em Instituições e processos Políticos do Legislativo Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento/CEFOR Especialização em Instituições e processos Políticos do Legislativo Maria Amélia da Silva Castro A função controle exercida pelo parlamento: o papel

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/1/2010, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/1/2010, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 11/1/2010, Seção 1, Pág. 19. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 63, DE 1º DE SETEMBRO DE 2010 Estabelece normas de organização e de apresentação dos relatórios de gestão e das peças complementares que constituirão os processos de contas

Leia mais

FUNDO E ORÇAMENTO NA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE

FUNDO E ORÇAMENTO NA POLÍTICA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE FUNDO E ORÇAMENTO NA EFETIVAÇÃO DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE Eugênia Aparecida Cesconeto 1 Política Social e Serviço Social INTRODUÇÃO O presente artigo tem por objetivo apresentar

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

200 Questões Fundamentadas do Ministério Público

200 Questões Fundamentadas do Ministério Público 1 Para adquirir a apostila digital de 200 Questões Fundamentadas acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br S U M Á R I O Apresentação...3 Questões...4 Respostas...59 Bibliografia...101 2 APRESENTAÇÃO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA

REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM ESTADUAL PERMANENTE DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE DO ESTADO DO AMAPÁ TITULO I DA NATUREZA Art. 1. O Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente do Estado do Amapá é a

Leia mais

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER

DIVISÃO ESPACIAL DO PODER DIVISÃO ESPACIAL DO PODER FORMA DE ESTADO: UNITÁRIO 1. Puro: Absoluta centralização do exercício do Poder; 2. Descentralização administrativa: Concentra a tomada de decisões, mas avança na execução de

Leia mais

300 Questões Comentadas do Poder Executivo

300 Questões Comentadas do Poder Executivo 1 Para adquirir a apostila de 300 Questões Comentadas acesse o site: www.odiferencialconcursos.com.br ESTA APOSTILA SERÁ ATUALIZADA ATÉ A DATA DO ENVIO S U M Á R I O Apresentação...3 Questões...4 Respostas...82

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Instituto Monte Horebe UF: DF ASSUNTO: Solicita manifestação quanto à legalidade da Resolução CFC nº 991/2003, de 11/12/2003, e a situação

Leia mais

POLÍCIA CIVIL DO RJ- FEC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 -

POLÍCIA CIVIL DO RJ- FEC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 - f POLÍCIA CIVIL DO RJ- FEC www.beabadoconcurso.com.br Todos os direitos reservados. - 1 - DIREITO ADMINISTRATIVO SÚMARIO UNIDADE 1. Direito Administrativo: conceito, fontes, princípios. Conceito de Estado,

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador SÉRGIO SOUZA I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE, DEFESA DO CONSUMIDOR E FISCALIZAÇÃO E CONTROLE, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 398, de 2012, do Senador Pedro Taques, que

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO

FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR - CAPES FÓRUNS ESTADUAIS DE APOIO À FORMAÇÃO DOCENTE: ORIENTAÇÕES PARA SUA ORGANIZAÇÃO (versão preliminar) Brasília, setembro

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL

RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL RELATÓRIO ANUAL SOBRE A APLICAÇÃO DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO NO SENADO FEDERAL Brasília 2013 SUMÁRIO MOTIVAÇÃO DO RELATÓRIO... 3 INTRODUÇÃO... 3 INICIATIVAS DO SENADO FEDERAL PARA ADEQUAÇÃO À LEI DE

Leia mais

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE DO VEREADOR PROFESSOR BIBIANO

ESTADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE DO VEREADOR PROFESSOR BIBIANO PROJETO DE LEI N.º 215/2013 ESTADO DO AMAZONAS DISPÕE sobre a necessidade de assistência psicológica e social nos estabelecimentos educacionais integrantes do Sistema de Educação do município de Manaus

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 2.576, DE 2000

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 2.576, DE 2000 PROJETO DE LEI Nº 2.576, DE 2000 (Apensos: PL s nºs 4.399, de 2001; 4.505, de 2001; 4.587, de 2001; 5.241, de 2001; 5.843, de 2001; 6.835, de 2002) Dispõe sobre a instalação de fontes emissoras de radiação

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. (Do Deputado Robério Negreiros) ~1.. ::J ".,,.",

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. (Do Deputado Robério Negreiros) ~1.. ::J .,,., CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL EMENDA N 1 /2015 (MODIFICATIVA) (Do Deputado Robério Negreiros) Ao Projeto de Lei no 145 de 2015 que "Dispõe sobre a publicação mensal, em diário oficial e outros

Leia mais

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito:

1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: 1. (FCC/TRT3/Analista/2009) São exemplos de atuação concreta da Administração Pública fundada no poder de polícia em sentido estrito: (A) desapropriação de terras improdutivas. (B) penhora de bens em execução

Leia mais

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE

A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice ÍNDICE Estrada Dona Castorina, 124 Jardim Botânico Rio de Janeiro RJ CEP: 22460-320 Tel.: 21 35964006 A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 e as competências florestais dos entes públicos Roberta Rubim del Giudice

Leia mais

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas

Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal de Contas TREINAMENTO AOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE RORAIMA Módulo: Processos e Técnicas Legislativas Noções Básicas de Direito Administrativo e Administração Pública Instrutor: Marlon L. Souto Maior Auditor-Fiscal

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA A GESTÃO DEMOCRÁTICA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA ESCOLA PÚBLICA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Adriano Ribeiro¹ adrianopercicotti@pop.com.br Resumo: A gestão democrática do Projeto Político-Pedagógico na escola

Leia mais

Gestão Democrática da Educação

Gestão Democrática da Educação Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Departamento de Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino Coordenação Geral de Articulação e Fortalecimento Institucional dos Sistemas de

Leia mais

LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999

LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 LEI N. 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências O Presidente da República Faço saber que o Congresso

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N o 3.534, DE 2012. PARECER REFORMULADO I RELATÓRIO

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N o 3.534, DE 2012. PARECER REFORMULADO I RELATÓRIO COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI N o 3.534, DE 2012. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para fazer constar a exigência

Leia mais

DA ELABORAÇÃO PARTICIPATIVA À GESTÃO DEMOCRÁTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL *

DA ELABORAÇÃO PARTICIPATIVA À GESTÃO DEMOCRÁTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL * DA ELABORAÇÃO PARTICIPATIVA À GESTÃO DEMOCRÁTICA: CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DIRETOR MUNICIPAL * Nathan Belcavello de Oliveira 1 Fabiana Borges da Silva Moreira 2 Oficina: Gestão Democrática

Leia mais

Paulo César de Souza PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA: ASPECTOS CONTÁBEIS E FISCAIS

Paulo César de Souza PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA: ASPECTOS CONTÁBEIS E FISCAIS Paulo César de Souza PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA: ASPECTOS CONTÁBEIS E FISCAIS Projeto de monografia apresentado ao Programa de Pós- Graduação do Cefor/ISC como parte das exigências do curso de Especialização

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL : Fábio é universitário, domiciliado no Estado K e pretende ingressar no ensino superior através de nota obtida pelo Exame Nacional, organizado pelo Ministério da

Leia mais

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA

PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA PROPOSTA DE PROJETO DE LEI SOBRE O PISO SALARIAL NACIONAL DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA Regulamenta o inciso VIII do artigo 206 da Constituição Federal, para instituir o piso salarial profissional

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras

Leia mais

Minuta PARECER Nº, DE 2011. RELATORA: Senadora LÚCIA VÂNIA

Minuta PARECER Nº, DE 2011. RELATORA: Senadora LÚCIA VÂNIA Minuta PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 189, de 2010 (Projeto de Lei nº 3.077, de 2008, na origem), do Poder Executivo, que altera a Lei nº 8.742,

Leia mais

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 21/10/2008

PARECER HOMOLOGADO (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 21/10/2008 PARECER HOMOLOGADO (*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 21/10/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Mantenedora/Interessado: Secretarias Municipais

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de

Leia mais

PARECER Nº, DE 2003. RELATOR: Senador ROMERO JUCÁ I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2003. RELATOR: Senador ROMERO JUCÁ I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2003 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 239, de 2003 Complementar, que regulamenta o art. 192 da Constituição Federal, ao dispor sobre a política de

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 7.645, DE 2014. Altera o art. 18 do Decreto-Lei nº 667, de 2 de julho de 1969, que extingue a pena de prisão disciplinar para as polícias

Leia mais

I. DO OBJETIVO II. DOS FATOS

I. DO OBJETIVO II. DOS FATOS Nota Técnica nº 001/2009 CNS Em 02 de setembro de 2009. Assunto: A Natureza Deliberativa e a Executoriedade das Decisões do Conselho Nacional de Saúde. I. DO OBJETIVO Trata a presente nota jurídica de

Leia mais

Patrimônio Genético - Cadastramento de Instituições e Autorização de Acesso e Remessa

Patrimônio Genético - Cadastramento de Instituições e Autorização de Acesso e Remessa Patrimônio Genético - Cadastramento de Instituições e Autorização de Acesso e Remessa RN-017/2010 O Presidente do CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq, no uso das atribuições

Leia mais

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais.

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. X Encontro Nacional- PROIFES-Federação Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. Apresentação PROIFES-Federação A Constituição Brasileira de 1988 determinou, em seu artigo

Leia mais

ANÁLISE DO DOCUMENTO DA SASE-MEC SOBRE SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO

ANÁLISE DO DOCUMENTO DA SASE-MEC SOBRE SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ANÁLISE DO DOCUMENTO DA SASE-MEC SOBRE SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO Em junho de 2015, a Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino do Ministério da Educação SASE/MEC disponibilizou documento de

Leia mais

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 1528/2004. A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1528/2004 "INSTITUI O SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE ARAUCÁRIA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS". A CÂMARA MUNICIPAL DE ARAUCÁRIA, Estado do Paraná, aprovou, e eu, Prefeito Municipal, sanciono

Leia mais

- Art. 9º-B da Lei nº 11.350/2006, inserido pelo art. 1º da Lei 12.994/2014;

- Art. 9º-B da Lei nº 11.350/2006, inserido pelo art. 1º da Lei 12.994/2014; PARECER Nº 01/2014 SOLICITANTE: CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES DA SEURIDADE SOCIAL CNTSS OBJETO: Vetos Presidenciais à Lei 12.994/2014, que institui piso salarial profissional nacional e diretrizes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHAIS LEI Nº 1059, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a Organização do Sistema Municipal de Ensino do Município de Pinhais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAIS,, aprovou e eu, PREFEITO

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

RESPOSTA A QUESTÃO DE ORDEM SOBRE A INCLUSÃO DE MATÉRIA ESTRANHA À MEDIDA PROVISÓRIA EM PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO ENVIADO À APRECIAÇÃO DO SENADO

RESPOSTA A QUESTÃO DE ORDEM SOBRE A INCLUSÃO DE MATÉRIA ESTRANHA À MEDIDA PROVISÓRIA EM PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO ENVIADO À APRECIAÇÃO DO SENADO RESPOSTA A QUESTÃO DE ORDEM SOBRE A INCLUSÃO DE MATÉRIA ESTRANHA À MEDIDA PROVISÓRIA EM PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO ENVIADO À APRECIAÇÃO DO SENADO Em resposta à questão de ordem apresentada pelo Senador

Leia mais

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011

Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011 Este texto não substitui o original publicado no Diário Oficial, de 07/07/2011 LEI Nº 810 DE 6 DE JULHO DE 2011. Dispõe sobre a reorganização dos Conselhos Escolares do Sistema Estadual de Ensino e dá

Leia mais

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175 CONSTITUIÇÃO FEDERAL 88 DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.127 a art.130- A Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem

Leia mais

EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PROTAGONISMO NECESSÁRIO, DE TODOS, DE CADA ATOR ENVOLVIDO. Suely Melo de Castro Menezes

EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PROTAGONISMO NECESSÁRIO, DE TODOS, DE CADA ATOR ENVOLVIDO. Suely Melo de Castro Menezes EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: PROTAGONISMO NECESSÁRIO, DE TODOS, DE CADA ATOR ENVOLVIDO. Suely Melo de Castro Menezes Nos Estados Unidos o uso de nações indígenas serviu como uma espécie de senha para a tomada

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 9 17/10/2013 13:46 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.165, DE 29 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta o inciso I do art. 48 da Lei n o 6.450, de 14 de outubro

Leia mais

RETIFICADO PELO PARECER CNE/CEB 34/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

RETIFICADO PELO PARECER CNE/CEB 34/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RETIFICADO PELO PARECER CNE/CEB 34/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Câmara de Educação Básica/ Conselho Nacional de Educação ASSUNTO: Funcionamento de escolas para

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 O Plenário do Conselho de Previdência Social em sua 6ª Reunião Ordinária, realizada em 02/03/2005,

Leia mais

Regimento Interno do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno - FDES. CAPÍTULO I - Da Natureza

Regimento Interno do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno - FDES. CAPÍTULO I - Da Natureza Regimento Interno do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno - FDES CAPÍTULO I - Da Natureza Art. 1º. O Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno,órgão colegiado de deliberação

Leia mais

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo

Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo Terminais Alfandegados à Luz do Direito Administrativo LEONARDO COSTA SCHÜLER Consultor Legislativo da Área VIII Administração Pública ABRIL/2013 Leonardo Costa Schüler 2 SUMÁRIO O presente trabalho aborda

Leia mais

Poderes Administrativos. Professora: Paloma Braga

Poderes Administrativos. Professora: Paloma Braga Poderes Administrativos Professora: Paloma Braga Poderes Administrativos - Conceito São os meios ou instrumentos através dos quais a Administração Pública exerce a atividade administrativa na gestão dos

Leia mais

Da reserva de administração, da harmonia entre os Poderes e da iniciativa legislativa

Da reserva de administração, da harmonia entre os Poderes e da iniciativa legislativa Vitória, 07 de julho de 2008. Mensagem n º 156/ 2008 Senhor Presidente: Comunico a V. Exa. que vetei totalmente o Projeto de Lei n 116/2007, por considerá-lo inconstitucional, pois padece dos vícios de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 411/2009 TCE/TO Pleno

RESOLUÇÃO Nº 411/2009 TCE/TO Pleno RESOLUÇÃO Nº 411/2009 TCE/TO Pleno 1. Processo nº: 07854/2008 2. Classe de Assunto: III - Consulta 3. Entidade: Defensoria Pública 4. Interessado: Estellamaris Postal 5. Relator: Conselheiro Napoleão de

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO DO SISTEMA PÚBLICO DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEI N. 1.694, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2005 Institui o Sistema Público da Educação Básica do Estado do Acre, face às diretrizes da Educação Nacional e demais instrumentos legais relativos ao regime de colaboração

Leia mais

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO

CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO: CRIAÇÃO E FUNCIONAMENTO CRUZ VERMELHA BRASILEIRA FILIAL NO MARANHÃO Presidente Carmen Maria Teixeira Moreira Serra Secretário

Leia mais

JULIANA BALDONI FIGUEIREDO

JULIANA BALDONI FIGUEIREDO JULIANA BALDONI FIGUEIREDO CÂMARA DOS DEPUTADOS OU CÂMARA DOS LÍDERES? O FUNCIONAMENTO DO COLÉGIO DE LÍDERES E OS EFEITOS DE SUA ATUAÇÃO SOBRE A REPRESENTAÇÃO PARLAMENTAR Projeto de pesquisa apresentado

Leia mais

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE.

A temática Sistema Nacional de Educação foi dissertada pela Profa. Flávia Maria Barros Nogueira Diretora da SASE. CARTA DE RECIFE O Fórum Nacional de Conselhos Estaduais de Educação realizou em Recife, no período de 16 a 18 de setembro a Reunião Plenária da Região Nordeste, com a participação dos Conselhos Estaduais

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

36ª Reunião Nacional da ANPEd 29 de setembro a 02 de outubro de 2013, Goiânia-GO

36ª Reunião Nacional da ANPEd 29 de setembro a 02 de outubro de 2013, Goiânia-GO A POLÍTICA DE REVALIDAÇÃO DE TÍTULOS DE GRADUAÇÃO NO BRASIL: DIMENSÃO NORMATIVA E EMBATES Jullie Cristhie da Conceição UFGD Introdução Este trabalho tem como objetivo explicitar a dimensão normativa e

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 69, DE 2007. (Apensos: PL n.º 1.006/2007, PL n.º 1.196/2007, PL n.º 1.566/2007, PL n.º 4.934/2009, PL n.º 3.248/2008, PL n.º 4.919/2009,

Leia mais

PARECER Nº, DE 2009. RELATOR: Senador César Borges

PARECER Nº, DE 2009. RELATOR: Senador César Borges PARECER Nº, DE 2009 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em decisão terminativa, ao Projeto de Lei da Câmara nº 281, de 2009 (Projeto de Lei nº 5.245, de 2009, na origem), do Presidente da

Leia mais

Processo Legislativo. Aula 2. Prof. Jorge Bernardi. A federação brasileira. A Federação Brasileira. O positivismo. Conceito de lei.

Processo Legislativo. Aula 2. Prof. Jorge Bernardi. A federação brasileira. A Federação Brasileira. O positivismo. Conceito de lei. Processo Legislativo Aula 2 Contextualização Prof. Jorge Bernardi A federação brasileira Conceito de lei O direito O jus naturalis O positivismo Validade da lei Tipologia das normas Decreto autônomo A

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL MUNICÍPIO DE CANOAS Mensagem nº 62, de 2011 Canoas, 29 de agosto de 2011. A Sua Excelência o Senhor Vereador César Augusto Ribas Moreira Presidente da Câmara Municipal de Canoas Canoas - RS Senhor Presidente, Na forma da

Leia mais

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES

POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES POLÍTICAS EDUCACIONAIS E O PROTAGONISMO DO PLANEJAMENTO NA GESTÃO MUNICIPAL Roberta Freire Bastos PPGE/UFES/CAPES Resumo Este texto tem por objetivo discutir as novas formas de gestão da educação no sentido

Leia mais

*75F1D60601* COMISSÃO DE EDUCAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 4.195, DE 2012

*75F1D60601* COMISSÃO DE EDUCAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 4.195, DE 2012 ** 1 COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI N o 4.195, DE 2012 Acrescenta parágrafo ao art. 6º da Medida Provisória nº 2.178-36, de 24 de agosto de 2001, para tornar a carne suína obrigatória nos cardápios

Leia mais

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO

OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA E SUA ATUAÇÃO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1022 OS DIRETORES DAS ESCOLAS ESTADUAIS DE PRESIDENTE PRUDENTE SP E SUAS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE ESCOLA PÚBLICA

Leia mais

COLEGIADO: Câmara de Educação Básica. O artigo 90 da Lei 9394/96, referindo-se às atribuições do CNE, em relação a períodos de transição, estabelece:

COLEGIADO: Câmara de Educação Básica. O artigo 90 da Lei 9394/96, referindo-se às atribuições do CNE, em relação a períodos de transição, estabelece: 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Câmara de Educação Básica/ Conselho Nacional de Educação ASSUNTO: Diretrizes Operacionais para a Educação Infantil RELATOR: Antenor Manoel

Leia mais

FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001)

FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001) FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001) Texto Atual Texto Proposto Justificativas Art. 4º. Nas sociedades de economia

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 597/07 (AP. PL 720/07)

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 597/07 (AP. PL 720/07) COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 597/07 (AP. PL 720/07) Altera o art. 25 da Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, que Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Autor: Deputado

Leia mais

MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL

MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL MUNICÍPIOS E LICENCIAMENTO AMBIENTAL SUELY MARA VAZ GUIMARÃES DE ARAÚJO Consultora Legislativa da Área XI Meio ambiente e direito ambiental, desenvolvimento urbano e interior OUTUBRO/2015 Suely Mara Vaz

Leia mais

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010.

PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. PORTARIA Nº 43, DE 28 DE ABRIL DE 2010. Publica o Regimento Interno do Colegiado Setorial de Música do Conselho Nacional de Política Cultural. O MINISTRO DE ESTADO DA CULTURA, no uso das atribuições que

Leia mais

PARTE EXPOSITIVA. SGAS 915 Lote 72 CEP: 70390-150 Brasília-DF FONE: (61) 3445 5900 FAX: (61) 3346 0231 http://www.portalmedico.org.

PARTE EXPOSITIVA. SGAS 915 Lote 72 CEP: 70390-150 Brasília-DF FONE: (61) 3445 5900 FAX: (61) 3346 0231 http://www.portalmedico.org. PROCESSO-CONSULTA CFM nº 9.936/10 PARECER CFM nº 15/12 INTERESSADO: INSS Instituto Nacional do Seguro Social ASSUNTO: Registro e comunicação de afastamento e/ou substituição de diretor técnico e clínico

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 27, DE 16 DE JUNHO DE 2008

CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 27, DE 16 DE JUNHO DE 2008 CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS RESOLUÇÃO Nº 27, DE 16 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre o dever do Poder Público, no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de criar e manter Arquivos Públicos,

Leia mais

Apresentação. Caicó/RN 2010

Apresentação. Caicó/RN 2010 Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Católica Santa Teresinha CPA/FCST (Aprovado pela Resolução 001/2010-DG/FCST, datado de 14/07/2010) Caicó/RN 2010 Apresentação O Regimento

Leia mais