MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA - SEPIN

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA - SEPIN"

Transcrição

1 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA - SEPIN SigPlani - Sistema de Gestão da Lei de Informática Módulo RDA - Relatório Demonstrativo Anual versão 1 ANO BASE 2012 Instruções Ref.: Lei nº 8.248/91, alterada pelas Leis nº /01 e nº /04, regulamentada pelo Decreto nº 5.906/ Introdução 1.1) Este Sistema de coleta dos dados referentes aos compromissos decorrentes da fruição dos incentivos fiscais da Lei de Informática, aplica-se a todas as empresas incentivadas e contratantes. Segundo a Portaria MCT nº 343, de 19/05/2009 o Sistema Sigplani está disponível no período de 2 de maio até o dia 31 de julho de cada ano, com suporte técnico das 9h00 às 12h00 e das 14h00às 19h00 de segunda-feira a sexta-feira. 1.2) A SEPIN mantém uma central de atendimento ao usuário através do número e no endereço eletrônico 1.3) O resultado da análise dependerá da qualidade e da acuidade das informações prestadas. 1.4) Apenas empresas habilitadas e contratantes que possuem contratos de assunção de P&D - acessam o Sistema para preenchimento do RDA. As Instituições de Ensino e Pesquisa e os Centros de Pesquisa e Desenvolvimento, ou ainda terceiros deverão enviar àquelas empresas informações sobre os projetos executados, sem prejuízo da obrigação de guardarem os documentos desses projetos, para posterior fiscalização da SEPIN. 1.5) O sistema RDA 2012, permite anexação de documentos, sempre que solicitado ou quando a empresa considerar necessário. 2 Versão 1.0 do Aplicativo RDA ) Esta versão não difere substancialmente da utilizada no ano base anterior ano base Todos os Relatórios deverão ser feitos via WEB no endereço Módulo RDA Relatório Demonstrativo Anual, ou 2.2) Toda empresa estará acessando o sistema RDA 2012 pela primeira vez. Portanto, deverá utilizar a opção <Primeiro Acesso> e informar o seu CNPJ. Se o CNPJ informado não for aceito pelo sistema, a empresa deverá entrar em contato pelo endereço eletrônico de suporte - Para os CNPJ aceitos serão solicitados dados de identificação, senha e confirmação de senha. Ao pressionar o botão <Salvar> o sistema envia a senha digitada para o Principal Executivo, o Responsável Legal e para o Responsável Técnico e habilita o menu vertical de opções de preenchimento do relatório. Nota: No caso de consolidação das atividades de P&D num único Relatório, será admitido o uso de somente um CNPJ. 2.3) Todos os campos são de preenchimento obrigatório. No caso de uma informação não existir ou não se aplicar coloque 0 (zero) ou não se aplica. 2.4) A elaboração do Relatório implica no preenchimento de quatro blocos de informação, a saber: a) Informações gerais da empresa; 1

2 b) Informações sobre os produtos fabricados e sua produção; c) Projetos de P&D, próprios da empresa ou executados por meio de convênio ou contratos com Instituições Credenciadas pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação CATI; investimentos em Programas ou Projetos Prioritários em Tecnologia da Informação e depósitos no FNDCT; e d) Declarações e Certidões exigidas por Lei: não é necessário o envio em papel. A SEPIN poderá solicitá-las a qualquer tempo. É importante utilizar o campo Outras observações sobre este Relatório Demonstrativo, localizado no menu Declarações,para registrar informações esclarecedoras sobre situações importantes (ex: sobre a não utilização do incentivo, sobre inadimplências, sobre ausência de certidões e de certificados, etc.). 2.5) No caso de empresas Contratantes que assumiram investimentos em P&D de empresa Contratada, não será necessário o preenchimento do formulário Produtos e Produção (preenchido pela empresa Contratada, detentora da portaria de habilitação). 2.6) Para impressão do RDA, usar o item do menu vertical Imprimir. O documento impresso deve ser rubricado em todas suas páginas, assinado pelo Representante Legal e enviado à SEPIN em uma via. O formulário Declarações solicita a confirmação do envio. 2.7) A empresa pode utilizar o menu Finalizar e Enviar a qualquer momento, quando o Sistema informará se existem campos não preenchidos e o Relatório ainda não pode ser entregue. 2.8) Na entrega eletrônica do RDA o Sistema emitirá um recibo e enviará um automático para o Responsável Técnico. Cópia do recibo eletrônico deverá ser anexada ao Relatório impresso e devidamente assinado. 2.9) Quando finalizado o preenchimento, use o botão Enviar do menu Finalizar e Enviar para que o Recibo Eletrônico seja gerado pelo sistema. A empresa pode preencher os formulários por etapas e enviá-lo quantas vezes desejar, até o prazo legal de 31 de julho, quando o acesso ao Sistema será bloqueado. Será considerado o último envio, que deverá ser igual à cópia impressa a qual deve ser enviada para o MCTI juntamente com o recibo eletrônico gerado. 2.10) Após o término do prazo legal, não será possível realizar nenhuma retificação. 3 Orientações Básicas: 3.1) Item Declarações 3.1.1)informe os dados dos Programas de Certificado da Qualidade e de Distribuição de Lucros. 3.2) Item Produtos e Produção 3.2.1) Se o produto enquadrar-se como microcomputador de até R$ 11 mil assinale o campo próprio, para cálculo do percentual aplicável neste caso do investimento em P&D, conforme a legislação ) Cabe lembrar que o cálculo do valor a investir em P&D considera 4 campos digitados pela empresa: UF (região), troca de PPB por P&D (válido para os produtos cujos PPBs assim o permitam), o faturamento bruto do produto e os abatimentos legais na sua comercialização, alem do produto ser enquadrado como microcomputador ou suas partes. Neste último caso, lembrar que a partir do ano base de 2010 houve redução de 25% na obrigação padrão (4% ou 4,25%), ficando 3,0% Sul/Sudeste ou 3,2625% Norte/Nordeste/Centro-Oeste. 2

3 3.3) Item P&D 3.3.1) Campo Quantidade total de pessoal da empresa em P&D localizado na aba Dados Gerais : informar a quantidade de pessoas que participaram de atividades de pesquisa e desenvolvimento ) Campo FNDCT, Ano Base - depósitos trimestrais (R$) localizado na aba Aplicações : recolhimento trimestral no ano base decorrente da obrigação especificada no Art 34 do Decreto n o 5.906/ ) Campo FNDCT Insuficiência de Investimento (R$) localizado na aba Aplicações : pagamento de insuficiência de investimento ) Campo Programas Prioritários Do MCTI/CATI (PPI) (R$) localizado na aba Aplicações : realizados até 31 de março de 2013, nos termos da Portaria MCT n o 178/ ) Este formulário solicita ainda que a empresa forneça informações sobre: ) Descrição das instalações de P&D ) Descrição das principais áreas de competência tecnológica da empresa ) Principais fontes (parceiros, instituições, licenciadores de patentes, etc.) utilizadas pela empresa para acesso às tecnologias ) Política de PI - Propriedade Intelectual da empresa, especialmente no tocante aos desenvolvimentos tecnológicos realizados via projetos de P&D e número de patentes. OBS: esses campos devem ser preenchidos de forma objetiva e clara. 3.4) Item Projetos (informações sobre cada projeto) 3.4.1) Identificação do projeto: deve ser o código pelo qual o projeto é identificado na empresa e/ou posto nos seus documentos na Instituição de P&D (documentação interna). Não pode existir dois projetos diferentes com o mesmo código. OBS: Nossa legislação é orientada a apresentação de Projetos, não apresente Programa, pelo qual se agrupam diferentes projetos, mesmo que de mesma natureza, como por exemplo Treinamentos. Não é possível realizar análise de enquadramento e dispêndios em Programas. E também, os projetos não apresentados não poderão ser apresentados posteriormente em possíveis Contestações, assim como dispêndios não declarados ) Nome do projeto: o nome pelo qual o projeto é identificado na empresa ou na Instituição (documentação interna) ) Vigência do Projeto: data de seu início e fim do projeto ) UF de execução do projeto: Sim ou não, deixando claro se o projeto foi executado apenas no Estado indicado para a Instituição conveniada. Informação importante, que pode ser subsidiada por esclarecimento em campo de Observação, uma vez que projetos de P&D executados na região abrangida pela SUDENE e SUDAM e região Centro-Oeste não podem ter subcontratações em outras regiões (para manterem esta classificação), exceto se complementarmente, e devidamente justificado ) Alcance do projeto de P&D indica se o resultado do projeto de P&D terá as utilizações ou o alcance indicados: na empresa, na instituição de P&D, no mercado interno, em exportações, em empresas do grupo no exterior ) Enquadramento das atividades executadas pelo projeto: segundo a Lei de Informática (art. 24 do Decreto 5.906/06) são quatro os tipos elegíveis de projetos ou atividades de P&D, ou seja, qualquer despesa contabilizada pelo projeto de P&D deve enquadrar-se em pelo menos um dos seguintes itens: 3

4 I -- trabalho teórico ou experimental realizado de forma sistemática para adquirir novos conhecimentos, visando a atingir objetivo específico, descobrir novas aplicações ou obter ampla e precisa compreensão dos fundamentos subjacentes aos fenômenos e fatos observados, sem prévia definição para o aproveitamento prático dos resultados; II -- trabalho sistemático utilizando o conhecimento adquirido na pesquisa ou experiência prática, para desenvolver novos materiais, produtos, dispositivos ou programas de computador, para implementar novos processos, sistemas ou serviços ou, então, para aperfeiçoar os já produzidos ou implantados, incorporando características inovadoras; III -- serviço científico e tecnológico de assessoria, consultoria, estudos, ensaios, metrologia, normalização, gestão tecnológica, fomento à invenção e inovação, gestão e controle da propriedade intelectual gerada dentro das atividades de pesquisa e desenvolvimento, bem como implantação e operação de incubadoras de base tecnológica em tecnologias da informação, desde que associadas a quaisquer das atividades previstas nos incisos I e II deste artigo; IV -- formação ou capacitação profissional de níveis médio e superior. E ainda: a) para aperfeiçoamento e desenvolvimento de recursos humanos em tecnologias da informação; b) para aperfeiçoamento e desenvolvimento de recursos humanos envolvidos nas atividades de que tratam os incisos de I a III deste artigo; e c) em cursos de formação profissional, de nível superior e de pósgraduação, observado o disposto no inciso III do art o Admitir-se-á o intercâmbio científico e tecnológico, internacional e interregional, como atividade complementar à execução de projeto de pesquisa e desenvolvimento, para fins do disposto no art. 8º. Observação: as despesas em projetos de P&D indicadas pela empresa devem, necessariamente, estar compreendidas no escopo de um projeto e em pelo menos uma das rubricas acima. Desta forma, diversas outras despesas, especialmente as gerenciais, comerciais ou industriais da empresa, não podem ser lançadas no Relatório ) Perfil do Investimento: listar os gastos ou investimentos efetivamente realizados, e devidamente contabilizados, na execução do projeto de P&D. São os tipos de gastos previstos no Art 25 do Decreto n o 5906/06, cuja documentação técnica de desenvolvimento e contábil deve ser apresentada, quando solicitada pela SEPIN: I - uso de programas de computador, de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos, seus acessórios, sobressalentes e ferramentas, assim como serviço de instalação dessas máquinas e equipamentos; II - implantação, ampliação ou modernização de laboratórios de pesquisa e desenvolvimento; III - recursos humanos diretos; IV - recursos humanos indiretos; V - aquisições de livros e periódicos técnicos; VI - materiais de consumo; VII - viagens; VIII - treinamento; IX - serviços técnicos de terceiros; e X - outros correlatos ) Alcance da Inovação do projeto: e uma avaliação da própria empresa: (a) inovador para a empresa, (b) inovador no mercado interno, (c) inovador internacionalmente. 4

5 3.4.9) Nível técnico da Inovação do projeto: e uma avaliação da própria empresa: (a) Grande, (b) Médio, (c) Pequeno. OBS: os dois itens acima são de interpretação da empresa, e não afetam a analise do projeto de P&D, embora tenham importância analítica e estatística ) Descrição do Investimento: descreva os investimentos mais significativos realizados nas principais rubricas de gastos, justificando seus valores e sua aplicação e necessidade para a execução do projeto de P&D ) Resultado do Projeto: descreva sucintamente o resultado do projeto, porém de forma objetiva e clara, de modoforma que possa demonstrar sua natureza, efetividade e utilidade para a empresa ) Descrição do Projeto: descreva resumida mas objetivamente a motivação, objeto, objetivo, a metodologia, o cronograma físico-financeiro, as fases, testes, homologação, e reultado alcançado no projeto, devidamente associados aos investimentos e quanto à participação da equipe técnica, própria ou de terceiros. OBS: Esta descrição deverá ser suficiente para que especialistas no campo técnicocientífico possam atestar que se trata de um projeto de P&D em tecnologia da informação, além de correlacioná-lo ao montante e a natureza dos investimentos nele realizados, que seja suficiente para que auditoria posterior ateste a execução das atividades, a participação de pessoal qualificado, e a contabilidade do projeto de P&D ) Projetos executados por Contratantes (contratos de assunção): informe o CNPJ, a Razão Social, o valor transferido, se o valor esta sendo remetido ou recebido, e os dados do responsável, na outra empresa. A soma das aplicações deve ser igual ao campo Total (repassado ou recebido). INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA PROJETOS CONVENIADOS - Valor total do repasse é o valor que a empresa repassa para cumprir a obrigação (financeiro e material); - Valor total dos dispêndios do projeto é a soma de todas as rubricas de dispêndios realizados (incluindo os custos incorridos); - Valor total do projeto é a soma de todos os recursos repassados, mais os recursos antecipados e mais os recursos próprios da empresa, se houver; - Valor total gasto de recursos do ano ano base é o que foi gasto do valor repassado para cumprir a obrigação; - Somente podem ser computados os gastos efetivamente alocados ao projeto de P&D, e que a empresa e a instituição possam exibir esta comprovação; - Conquanto este relatório demonstrativo não solicite detalhamento documental desses gastos (listas de profissionais, cópias de recibos, etc.) esta documentação deve estar plenamente acessível à SEPIN. INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA PROJETOS PRÓPRIOS (EXTRA-CONVÊNIO) - Valor total dos dispêndios do projeto é a soma de todas as rubricas de dispêndios realizados, que é o valor total do projeto; - Somente podem ser computados os gastos efetivamente alocados ao projeto de P&D, e que a empresa possa exibir esta comprovação; - Conquanto este relatório demonstrativo não solicite detalhamento documental desses gastos (listas de profissionais, cópias de recibos, etc.) esta documentação deve estar plenamente acessível à SEPIN. 5

6 SÃO EXEMPLOS DE GASTOS EM PRINCÍPIO NÃO ELEGÍVEIS: - Viagens de diretores e outros funcionários da empresa ou de terceiros, quando não especificamente destinadas a atividades do projeto de P&D. Por exemplo: viagens a titulo de homologação de produtos junto a clientes ou para desenvolvimento de fornecedores (o produto já está desenvolvido), as quais se referem a atividades de engenharia, comerciais, etc. e não se enquadram como pesquisa e desenvolvimento. - Despesas indiretas como de motoristas particulares e outros assessores não técnicos ou da gestão do projeto, mesmo que para uso de gerentes do projeto de P&D, se em exercicio de outras atividades. - Rateio de gastos administrativos gerais e de infra-estrutura da empresa em areas não relacionadas aos projetos de P&D (para instituições há esta previsão, ver abaixo). Por exemplo, horas de máquinas da linha de produção não são enquadráveis, exceto se devidamente justificado e comprovada sua utilização no projeto. - Treinamento para pessoal não alocado diretamente ao projeto, ou não relacionado à atividade de P&D (pessoal de escritório, pessoal de chao de fabrica, etc.) - Equipamentos não especificamente destinados ao projeto de P&D ou a seus laboratórios, apropriados segundo as metodologias indicadas no Decreto n o 5.906/2006. A apropriação de depreciação de equipamentos da linha de produção somente pode ser realizada se houver contabilidade específica sobre sua utilização no projeto de P&D, e informada no RDA. - Recursos humanos não direto, necessário e comprovadamente participante do projeto de P&D: em especial nos projetos próprios das empresas, esta alocação deverá seguir rigidamente a participação efetiva e necessária dos recursos humanos nos projetos de P&D, em atividades de pesquisa e desenvolvimento e seu suporte. - Cessão, a qualquer título, de equipamentos de fabricação da empresa mesmo que para entidades de p&d, se não relacionados a execução de um projeto de pesquisa e/ou desenvolvimento em informática. neste caso a atividade se confunde com doação, não aceita pela legislação como atividade de p&d. - Provisões a qualquer titulo, por exemplo para eventuais custos trabalhistas. - Posteriores, não são enquadráveis no projeto de P&D. INDICAÇÃO DE VALIDADE, SEGUNDO DECRETO N o 5.906/06: I - somente são válidos os programas de computador e os equipamentos necessários e utilizados no projeto de P&D. II somente são válidos os investimentos em laboratórios destinados a atividades de P&D na execução de projetos, não sendo elegíveis os investimentos em laboratórios ou instalações com outras finalidades, tais como teste de produção, de qualidade, de campo, junto a cliente, etc. III somente são válidos os gastos com recursos humanos diretamente envolvidos no projeto de P&D, diretos ou indiretos. Não são elegíveis os gastos realizados em outras atividades, tais como pessoal de produção, de administração ou comercial. IV somente são válidos os gastos com Livros e Periódicos diretamente destinados ao uso do projeto de P&D. Não são elegíveis outros gastos, tais como publicações econômicas, de mercado, etc. V somente são válidos os Materiais de Consumo utilizados no projeto de P&D, não sendo elegíveis outros gastos, tais como os utilizados em escritórios comerciais, em processos de fabricação, etc. VI somente são válidas as despesas com Viagens do pessoal diretamente participante do projeto de P& D e em sua função, não sendo elegíveis outros gastos de qualquer outra pessoa que não o faça em função do projeto de P&D. VII somente é valido o gasto em Treinamento de pessoal (desde que estritamente nos termos do inciso IV do Art. 24, do Decreto n o 5.906/2006) envolvido no projeto de P&D, não sendo elegíveis outros gastos tais como treinamento para pessoal administrativo, fabril, comercial, da diretoria, etc. VIII Serviços Técnicos de Terceiros somente são válidos os gastos na contratação de serviços destinados e necessários à execução do projeto de P&D, não sendo elegíveis outros gastos tais como serviços de manutenção de equipamentos de instalações fabris, de escritórios comerciais, etc. 6

7 > artigo 25 parágrafo 5: Custos Incorridos pela instituição de P&D e constituição de reserva para pesquisa. Pode ser alocado um valor de até 20% do projeto de P&D: >> Custos Incorridos - Esses dispêndios são para fins de ressarcimento de custos incorridos pelas instituições de ensino e pesquisa credenciadas pelo CATI e constituição de reserva a ser por elas utilizada em pesquisa e desenvolvimento do setor de tecnologias da informação. São custos os quais são também contabilizados (segregados) ou comprovados em sua vinculação com os projetos e necessários a continuidade da operação da Instituição. São exemplos de Custos Incorridos: comunicação e gestão institucional, segurança, limpeza, manutenção de laboratórios, custos adminstrativos (compras, financeiro, jurídico), etc.. IX.1 - Outros Correlatos para Instituições (rateio de infra-estrutura) - No caso de gastos realizados por instituições de P&D conveniada, são gastos gerais necessários à execução do projeto não relacionados nos incisos I a IX do art. 25 do Dec n o 5.906/2006 (tais como aluguéis, energia, comunicações, etc.), tais gastos devem ser apresentados em detalhe no campo 'Descrição do Investimento'. IX.2 - Outros Correlatos para Instituições e empresas - são outros dispêndios não relacionados nos incisos I a IX do art. 25 do Dec /2006, podendo ser denominados custos indiretos ou outros custos correntes, que sejam indispensáveis e correlacionados à execução do projeto, não necessariamente de uso exclusivo do projeto, podendo ser recursos comuns a vários projetos e pesquisadores. Estes custos devem ser identificados, justificados, passíveis de serem contabilizados nos projetos (segregados) pelo sistema contábil por meio de rateio ou não e comprovados (por documentos ou justificativas), em geral incorridos por algum fator gerador de custo direto. É AINDA IMPORTANTE OBSERVAR O CRITÉRIO ESTABELECIDO PELA LEI PARA EQUIPAMENTOS E DEMAIS INVESTIMENTOS DE CAPITAL - PARÁGRAFOS 1 e 2 (itens I e II) DO ARTIGO 25, DECRETO N O 5.906/2006: 1o Excetuados os serviços de instalação, para efeito das aplicações previstas no 7º deste artigo, os gastos de que trata o inciso I do caput deverão ser computados pelos valores da depreciação, da amortização, do aluguel ou da cessão de direito de uso desses recursos, correspondentes ao período da sua utilização na execução das atividades de pesquisa e desenvolvimento. 2o A cessão de recursos materiais, definitiva ou por pelo menos cinco anos, a instituições de ensino e pesquisa credenciadas pelo CATI, e aos programas a que se refere o 3o deste artigo, necessária à realização de atividades de pesquisa e desenvolvimento, será computada para a apuração do montante dos gastos, alternativamente: I - pelos seus valores de custo de produção ou aquisição, deduzida a respectiva depreciação acumulada; ou II - por cinqüenta por cento do valor de mercado, mediante laudo de avaliação. OBS: se a instituição, para execução do projeto, adquirir um bem da própria empresa conveniada o valor a ser lançado deve ser pelo custo de produção. OBSERVAÇÕES ADICIONAIS: a) O campo serviços de terceiros é subdividido em 2 valores: serviços tecnológicos, e outros serviços. Porém, observar que somente são enquadráveis serviços necessários à execução do projeto de P&D; b) No caso de custos relativos a obtenção de certificações técnicas do produto, somente são enquadráveis quando se referirem a produto efetivamente desenvolvido pelo projeto de P&D, e pertencente ao seu ciclo de desenvolvimento; c) O campo material de consumo é subdividido em 2 valores: para protótipos, e outros materiais. o campo referente a protótipos especifica o material consumido no desenvolvimento do projeto; 7

8 d) Recurso antecipado para o ano base: é o valor já informado e contabilizado no ano anterior, transferido para a Instituição até 31 de março do ano anterior, e que está sendo utilizado, no atual ano base, para execução do projeto de P&D; e) Recurso antecipado para o próximo ano exercício: é o valor transferido à instituição até 31 de março deste ano calendário, mas que a empresa contabiliza neste ano base e que a instituição, cujo projeto de P&D, irá executar no ano base subsequente; f) Faturamento em Serviços de TI: definição própria da empresa, sugerindo-se usar a definição da lista anexa à Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003: I - Análise e desenvolvimento de sistemas; II Programação; III - Processamento de dados e congêneres; IV - Elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos; V - Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; VI - Assessoria e consultoria em informática; VII - Suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados; VIII - Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas. 8

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO RDA ANO BASE 2013

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO RDA ANO BASE 2013 SIGPLANI MANUAL PARA PREENCHIMENTO DO RDA ANO BASE 2013 1 SigPlani - Sistema de Gestão da Lei de Informática Módulo RDA - Relatório Demonstrativo Anual ANO BASE 2013 Instruções versão 1.3 Ref.: Lei nº

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL LEI DE INFORMÁTICA E INCUBADORA RAIAR Coordenação: Prof. Edemar Antonio Wolf De Paula Gerente da Incubadora Raiar Porto Alegre, 05 de janeiro de

Leia mais

ANEXO (Portaria Interministerial MCT/MDIC nº 291, de 07.05.2008)

ANEXO (Portaria Interministerial MCT/MDIC nº 291, de 07.05.2008) ANEXO (Portaria Interministerial MCT/MDIC nº 291, de 07.05.2008) ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PROJETO LEI Nº 11.484/2007 CAPÍTULO II PATVD I INTRODUÇÃO O presente roteiro orienta a elaboração

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA SECRETARIA DE POLÍTICA DE INFORMÁTICA Bem Vindo ao SigPl@ni - Sistema de Gestão da Lei de Informática Módulo RDA - Relatório Demonstrativo Anual ANO BASE DE 2008 Ref.:

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. Manual do Usuário

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. Manual do Usuário MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Manual do Usuário SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 3 INTRODUÇÃO 4 ACESSO AO SISTEMA 5 CADASTRO 6 1 Identificação da ICT 6 2 Política

Leia mais

Tutorial: Lei da Informática (Leis 8.248, 10.176 e 11.077)

Tutorial: Lei da Informática (Leis 8.248, 10.176 e 11.077) Tutorial: Lei da Informática (Leis 8.248, 10.176 e 11.077) Sobre a autora Eng. Adelice Leite de Godoy Obteve sua graduação em Engenharia Química pela Unicamp em 1992, completando sua formação com o Curso

Leia mais

Inovação Tecnológica

Inovação Tecnológica Inovação Tecnológica Cliente AAA Ltda. Mensagem: O empresário que necessita de uma tecnologia tem duas opções: ele pode ou desenvolvê-la, ou adquiri-la. Agenda Introdução Arcabouço Legal Conceitos Incentivos

Leia mais

Art. 1º Este Decreto regulamenta o art. 11-B da Lei nº 9.440, de 14 de março de 1997.

Art. 1º Este Decreto regulamenta o art. 11-B da Lei nº 9.440, de 14 de março de 1997. Decreto nº 7.389, de 9 de dezembro de 2010 DOU de 10.12.2010 Regulamenta o incentivo de que trata o art. 11- B da Lei nº 9.440, de 14 de março de 1997, que estabelece incentivos fiscais para o desenvolvimento

Leia mais

HISTÓRICO DAS REVISÕES N.ºREVISÃO DATA IDENTIFICAÇÃO DO DOCUMENTO 00 01

HISTÓRICO DAS REVISÕES N.ºREVISÃO DATA IDENTIFICAÇÃO DO DOCUMENTO 00 01 HISTÓRICO DAS REVISÕES N.ºREVISÃO DATA IDENTIFICAÇÃO DO DOCUMENTO 00 01 01/06/2006 Emissão inicial 05/06/2007 Primeira Revisão Elaborado: 05/06/2007 Superintendente e ou Gerente da unidade Revisado: 05/06/2007

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO CONSULTA PÚBLICA Nº 56, DE 02 DE DEZEMBRO DE 2014. A Secretária do Desenvolvimento da Produção do

Leia mais

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO Decreto nº 2.489/06 Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO I - CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DO BENEFÍCIO O benefício fiscal será definido em função do enquadramento

Leia mais

Onde encontrar. Para utilização em rede (Multiusuário) Suporte. Página principal do RDL www.suframa.gov.br www.fpf.br/rdl.

Onde encontrar. Para utilização em rede (Multiusuário) Suporte. Página principal do RDL www.suframa.gov.br www.fpf.br/rdl. Onde encontrar Página principal do RDL www.suframa.gov.br www.fpf.br/rdl Para utilização em um único computador (Monousuário) RDL Completo software de instalação adequado para a utilização em somente um

Leia mais

Lei de Informática - Incentivos Fiscais para Investimentos em Tecnologia e Inovação

Lei de Informática - Incentivos Fiscais para Investimentos em Tecnologia e Inovação Lei de Informática - Incentivos Fiscais para Investimentos em Tecnologia e Inovação Prof. Dr. Elvis Fusco 2014 Prefeitura Municipal de Garça Apresentação Prof. Dr. Elvis Fusco Centro Universitário Eurípides

Leia mais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais

ISO/IEC 17050-1. Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais QSP Informe Reservado Nº 42 Janeiro/2005 ISO/IEC 17050-1 Avaliação da conformidade Declaração de conformidade do fornecedor Parte 1: Requisitos gerais Tradução livre especialmente preparada para os Associados

Leia mais

Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. Procedimentos do Programa de Eficiência Energética PROPEE

Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL. Procedimentos do Programa de Eficiência Energética PROPEE Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL Procedimentos do Programa de Eficiência Energética PROPEE Módulo 10 Controle e Fiscalização Revisão Motivo da Revisão 1 Correções e aperfeiçoamentos Instrumento

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS PERGUNTAS E RESPOSTAS ASSUNTO: REP REGISTRADOR ELETRÔNICO DE PONTO 2. Quando a portaria entra em vigor? Na data de sua publicação, 25/08/2009, exceto para o uso do REP, que se tornará obrigatório no dia

Leia mais

A. LUMINÁRIAS LED UTILIZADAS NA PPP DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

A. LUMINÁRIAS LED UTILIZADAS NA PPP DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Metodologia para Credenciamento e Apuração de Conteúdo Local de Luminárias LED no Credenciamento de Fabricantes Informatizado CFI do BNDES para apoio financeiro a PPP de Iluminação Pública de São Paulo

Leia mais

Incentivos Fiscais Pro r f. f.dr. r.a ri r st s e t u G omes T i T ninis C iab a á, á 1 5 1 5 de d ez e e z mbr b o r de 2 0 2 1 0 5

Incentivos Fiscais Pro r f. f.dr. r.a ri r st s e t u G omes T i T ninis C iab a á, á 1 5 1 5 de d ez e e z mbr b o r de 2 0 2 1 0 5 MCTI - Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Incentivos Fiscais Prof. Dr. Aristeu Gomes Tininis Cuiabá, 15 de dezembro de 2015 MCTI SETEC. AGENDA Programa Inovar Auto. Lei do Bem. Possibilidades

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE OS INCENTIVOS FISCAIS APLICÁVEIS NAS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA E SEUS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO P&D

REFLEXÕES SOBRE OS INCENTIVOS FISCAIS APLICÁVEIS NAS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA E SEUS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO P&D REFLEXÕES SOBRE OS INCENTIVOS FISCAIS APLICÁVEIS NAS CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA E SEUS PROCEDIMENTOS RELACIONADOS AO P&D PALESTRANTES: MÁRCIO DA ROCHA MEDINA REFLEXÕES SOBRE INCENTIVOS FISCAIS

Leia mais

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS VERIFICAÇÕES PRELIMINARES Art. 3, caput e 1 ; 1. O objeto do convênio ou contrato de repasse guarda relação com a atividade do convenente? 2.

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 14/2014

NOTA TÉCNICA Nº 14/2014 NOTA TÉCNICA Nº 14/2014 Brasília, 10 de junho de 2014. ÁREA: Contabilidade Municipal TÍTULO: Transferências Obrigatórias para Municípios em situação de emergência - SE ou estado de calamidade pública/ecp

Leia mais

CTE Elegibilidades 2014 2020

CTE Elegibilidades 2014 2020 CTE Elegibilidades 2014 2020 Nota: O Comité de Acompanhamento de cada Programa poderá definir normas de elegibilidade adicionais próprias atenção aos termos da convocatória Sessão de esclarecimentos sobre

Leia mais

Guia Prático da Escrituração Fiscal DIgital - EFD Infrmações Gerais sobre a EFD

Guia Prático da Escrituração Fiscal DIgital - EFD Infrmações Gerais sobre a EFD Guia Prático da Escrituração Fiscal DIgital - EFD Infrmações Gerais sobre a EFD Sumário: 1. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EFD 1. 1 APRESENTAÇÃO 1. 2 LEGISLAÇÃO 1. 3 DA APRESENTAÇÃO DO ARQUIVO DA EFD 1. 4

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no

Leia mais

EDITAL Nº 135 /2010 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010 SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET- MG NASCENTE ARAXÁ

EDITAL Nº 135 /2010 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010 SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET- MG NASCENTE ARAXÁ EDITAL Nº 135 /2010 DE 22 DE NOVEMBRO DE 2010 SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET- MG NASCENTE ARAXÁ O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD

CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD CARTILHA DE DOAÇÃO PARA O FUMCAD ÍNDICE O que é o FUMCAD 2 Conceito e Natureza Jurídica 2 Doações 3 Dedução das Doações Realizadas no Próprio Exercício Financeiro 4 Passo a Passo para a Doação 5 Principais

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 12/2011/CONSU Estabelece normas para o relacionamento entre a Universidade Federal de

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII

CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII CHAMADA PÚBLICA PARA CREDENCIAMENTO NO SISTEMA EMBRAPII A Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial EMBRAPII torna público o processo de seleção para habilitar Polos EMBRAPII IF (PEIF). Os

Leia mais

1. DA AUTORIZAÇÃO 2. DO OBJETO

1. DA AUTORIZAÇÃO 2. DO OBJETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES SECRETARIA DE INCLUSÃO DIGITAL AVISO DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 02, DE 4 DE OUTUBRO DE 2012 PROGRAMA COMPUTADORES PARA INCLUSÃO A União, por intermédio da Secretaria de Inclusão

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.437, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2006. Mensagem de veto Altera a destinação de receitas decorrentes da Contribuição para o Desenvolvimento

Leia mais

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP

MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP 2015 ÍNDICE 1. Introdução... 2 2. Dos Objetivos Específicos... 2 3. Dos Envolvidos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DA PREFEITA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VIANA ESTADO DO ESPÍRITO SANTO GABINETE DA PREFEITA LEI MUNICIPAL Nº. 2.238/2009 Revoga a Lei nº. 2002/2007, e dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais para o desenvolvimento de atividades econômicas no Município de Viana e dá outras providências.

Leia mais

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento.

Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias. Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras. Tipo do documento: Procedimento. Conta Centralizadora das Bandeiras Tarifárias Título: PO CCB-01 Operacionalização da Conta Bandeiras Tipo do documento: Procedimento Número: 01 Versão: 01 Classificação do documento: Público Vigência:

Leia mais

DECISÃO Nº 049/2014 D E C I D E

DECISÃO Nº 049/2014 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 049/2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 10/01/2014, tendo em vista o constante no processo nº 23078.019657/13-31, de acordo com o Parecer nº 497/2013 da

Leia mais

INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA. Rio/20 de abril/2006

INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA. Rio/20 de abril/2006 INVESTIMENTOS EM P&D PARA A INDÚSTRIA DO PETRÓLEO E GÁS NATURAL Luiz Oswaldo Norris Aranha IV SEMINÁRIO RIO-METROLOGIA Rio/20 de abril/2006 OBJETIVOS DA CLÁUSULA Atribuição legal Lei 9478 de 06/08/1997

Leia mais

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE PARA REVENDAS

CONTRATO DE FORNECIMENTO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE PARA REVENDAS CONTRATO DE FORNECIMENTO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE PARA REVENDAS FORNECEDOR: WORKSOFT INFORMÁTICA LTDA., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ/MF sob nº. 08.707.221/0001-06, com sede

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07. Subvenção e Assistência Governamentais COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 07 Subvenção e Assistência Governamentais Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 20 (IASB) Índice Item OBJETIVO E ALCANCE

Leia mais

Manual do Usuário - Cliente Externo

Manual do Usuário - Cliente Externo Versão 3.0 SGCL - Sistema de Gestão de Conteúdo Local SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1. Referências... 4 2. COMO ESTÁ ORGANIZADO O MANUAL... 4 3. FUNCIONALIDADES GERAIS DO SISTEMA... 5 3.1. Acessar a Central

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 476, DE 16 DE JANEIRO DE 2009.

INSTRUÇÃO CVM Nº 476, DE 16 DE JANEIRO DE 2009. INSTRUÇÃO CVM Nº 476, DE 16 DE JANEIRO DE 2009. Dispõe sobre as ofertas públicas de valores mobiliários distribuídas com esforços restritos e a negociação desses valores mobiliários nos mercados regulamentados.

Leia mais

PROGRAMA RIO INOVAÇÃO. Formulário para apresentação Da Proposta de Inovação

PROGRAMA RIO INOVAÇÃO. Formulário para apresentação Da Proposta de Inovação PROGRAMA RIO INOVAÇÃO EDITAL FAPERJ-PAPPE 006/2003 (2 a. Edição) Formulário para apresentação Da Proposta de Inovação A Proposta de Inovação, a ser avaliada pela FAPERJ, é composta de três elementos essenciais

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13. PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.146/2015) Sumário: I Direitos previstos na Constituição Federal II Direitos

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 19 de maio de 2008. Dispõe sobre o processo de contratação de serviços de Tecnologia da Informação pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional. O SECRETÁRIO

Leia mais

PORTARIA MDIC Nº 251, DE 22 DE OUTUBRO 2001. Art. 2º Para os efeitos do Acordo Bilateral, e desta Portaria definir:

PORTARIA MDIC Nº 251, DE 22 DE OUTUBRO 2001. Art. 2º Para os efeitos do Acordo Bilateral, e desta Portaria definir: PORTARIA MDIC Nº 251, DE 22 DE OUTUBRO 2001. Regulamenta a execução do Trigésimo Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica nº 14, entre os Governos da República Federativa do Brasil e da

Leia mais

http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/clientes/comercial/imobi... ATIVO IMOBILIZADO

http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/clientes/comercial/imobi... ATIVO IMOBILIZADO 1 de 6 31/01/2015 14:40 ATIVO IMOBILIZADO O Ativo Imobilizado é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível

Leia mais

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988

CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL MPS SECRETARIA DE POLÍTICAS DE PREVIDÊNCIA SOCIAL SPPS DEPARTAMENTO DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA NO SERVIÇO PÚBLICO DRPSP COORDENAÇÃO-GERAL DE AUDITORIA, ATUÁRIA, CONTABILIDADE

Leia mais

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

SIDER. Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA ECONOMIA DIREÇÃO REGIONAL DE APOIO AO INVESTIMENTO E À COMPETITIVIDADE SIDER Guia para o preenchimento do Formulário de Pedido de Pagamento do Incentivo

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 8.248, DE 23 DE OUTUBRO DE 1991. Mensagem de veto Dispõe sobre a capacitação e competitividade do setor de informática e automação,

Leia mais

GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS

GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS Sumário 1. Introdução... 2 2. Início Portal Coordenador... 2 2.1. Novos Pedidos... 2 2.2. Pendências... 3 2.3. Menu... 4 2.4. Sair... 4 3. Saldo de Projetos... 5 4. Extrato

Leia mais

SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO

SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO Manual passo-a-passo para obtenção do Auto de Licença de Funcionamento/ Auto de Licença de Funcionamento Condicionado Eletrônico

Leia mais

Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008

Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008 DOE 20/06/2008, Seção I, Pág. 1/3 Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre medidas de incentivo à inovação tecnológica, à pesquisa científica e tecnológica, ao desenvolvimento

Leia mais

CLEINALDO DE ALMEIDA COSTA Presidente

CLEINALDO DE ALMEIDA COSTA Presidente UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 27/2014 CONSUNIV Aprova o Regimento Interno dos Laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento P&D LAB da Universidade do Estado do Amazonas.

Leia mais

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais,

O Prefeito Constitucional de Picuí/PB, usando de suas atribuições legais, DECRETO Nº 012, de 05 de agosto de 2009. DISPÕE SOBRE O USO DOS SERVIÇOS DE ACESSO À INTERNET AOS ÓRGÃOS E DEPARTAMENTOS QUE INTEGRAM A ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL DE PICUÍ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SOF Nº 06, de 17.2.09 O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o disposto nos arts.

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011

RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011 Dispõe sobre as normas gerais para a celebração de contratos ou convênios da Universidade

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Orientador Empresarial Administração Pública Contratação de Bens e Serviços de Informática e Automação p Regulamentação

Leia mais

COLETA DE PREÇOS PARA REGISTRO DE PREÇOS CP- 02/2015

COLETA DE PREÇOS PARA REGISTRO DE PREÇOS CP- 02/2015 COLETA DE PREÇOS PARA REGISTRO DE PREÇOS CP- 02/2015 Objetivo Geral Contratação, por registro de preços, de serviços técnicos especializados de auditoria independente a serem prestados à EMBRAPII, compreendendo

Leia mais

EDITAL FAPESB 002/2013 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS E/OU TECNOLÓGICOS

EDITAL FAPESB 002/2013 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS E/OU TECNOLÓGICOS EDITAL FAPESB 002/2013 APOIO À PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CIENTÍFICOS E/OU TECNOLÓGICOS A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia FAPESB, no uso das suas atribuições, torna público o presente Edital

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 118, DE 2004. Dispõe sobre a prestação de serviços de auditoria independente para as sociedades seguradoras, de capitalização

Leia mais

Estabelece diretrizes e procedimentos para aplicação da compensação ambiental de empreendimentos considerados de significativo impacto ambiental.

Estabelece diretrizes e procedimentos para aplicação da compensação ambiental de empreendimentos considerados de significativo impacto ambiental. SEMMA INSTRUÇÃO NORMATIVA N 004 DE 18 DE MARÇO DE 2013 Estabelece diretrizes e procedimentos para aplicação da compensação ambiental de empreendimentos considerados de significativo impacto ambiental.

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

Versão: 3 Início de Vigência: 01.10.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008

Versão: 3 Início de Vigência: 01.10.2008 Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008 Procedimento de Comercialização Versão: 3 Início de Vigência: Instrumento de Aprovação: Despacho ANEEL nº 3.042, de 14 de agosto de 2008 ÍNDICE 1. APROVAÇÃO... 3 2. HISTÓRICO DE REVISÕES... 3 3. PROCESSO

Leia mais

Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012

Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012 CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PIRACICABA Rua Joaquim André, 895 Paulista 3434-0461-3434-7137 Piracicaba SP EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 02/2012 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS

Leia mais

Art. 2º. Fazer publicar esta Portaria em Boletim de Serviço, revogando-se a Portaria 577/05-R, de 05 de dezembro de 2005.

Art. 2º. Fazer publicar esta Portaria em Boletim de Serviço, revogando-se a Portaria 577/05-R, de 05 de dezembro de 2005. PORTARIA 328/R-06 DE 22 DE JUNHO DE 2006. O REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo artigo 39, inciso XX, do Regimento Geral da UFRN; CONSIDERANDO

Leia mais

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? Parecer: I - Conceitos e objetivos: Associação Sem Fins Lucrativos: Associação é uma entidade de direito privado, dotada de personalidade

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012

Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 Instrução Normativa RFB nº 1.311, de 31 de dezembro de 2012 DOU de 31.12.2012 Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.131, de 21 de fevereiro de 2011, que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para

Leia mais

FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS CULTURAIS 2012

FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS CULTURAIS 2012 GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DE CULTURA CENTRO DE CULTURAS POPULARES E IDENTITÁRIAS FUNDO DE CULTURA Nº. PROTOCOLO (Uso exclusivo da SECULT) FORMULÁRIO DE APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS CULTURAIS 2012

Leia mais

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA

CT03.07 - Departamento de Gestão Social Fevereiro/2013 Atualizado em março/2014 CARTA TÉCNICA CARTA TÉCNICA Nome do Certificado: INSCRIÇÃO NO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ENTIDADES QUE DEVEM REALIZAR O REGISTRO: Entidades de Assistência Social ORGÃO RESPONSÁVEL PELA EMISSÃO: Conselho

Leia mais

Roteiro elaborado com o objetivo de auxiliar os convenentes no registro das prestações de contas no SIGPC Contas Online.

Roteiro elaborado com o objetivo de auxiliar os convenentes no registro das prestações de contas no SIGPC Contas Online. FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FNDE Roteiro de orientações ao convenente para prestação de contas do Programa Caminho da Escola no SiGPC Contas Online Roteiro elaborado com o objetivo de

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção INSS por Contribuinte Individual

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Retenção INSS por Contribuinte Individual 12/05/2016 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Instrução Normativa RFB nº 971, de 13 de novembro de 2009... 4 3.2 Exemplo

Leia mais

TÓPICO ESPECIAL DE CONTABILIDADE: IR DIFERIDO

TÓPICO ESPECIAL DE CONTABILIDADE: IR DIFERIDO TÓPICO ESPECIAL DE CONTABILIDADE: IR DIFERIDO! O que é diferimento?! Casos que permitem a postergação do imposto.! Diferimento da despesa do I.R.! Mudança da Alíquota ou da Legislação. Autores: Francisco

Leia mais

EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS INSTRUÇÕES PARA CADASTRAMENTO E HABILITAÇÃO TÉCNICA COM VISTAS À PARTICIPAÇÃO NOS LEILÕES DE ENERGIA

EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS INSTRUÇÕES PARA CADASTRAMENTO E HABILITAÇÃO TÉCNICA COM VISTAS À PARTICIPAÇÃO NOS LEILÕES DE ENERGIA EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS INSTRUÇÕES PARA CADASTRAMENTO E HABILITAÇÃO TÉCNICA COM VISTAS À PARTICIPAÇÃO NOS LEILÕES DE ENERGIA Governo Federal Ministério de Minas e Energia Ministro Silas Rondeau Cavalcante

Leia mais

Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica

Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica Lei nº 11.196/2005 Julho 2014 Agenda Cenário de P&D no Brasil; Conceito de Inovação Tecnológica; Projeto identificação e descrição; Principais Incentivos Fiscais;

Leia mais

Diretoria: Diretoria de Administração e Finanças Área de origem: Gerência Administrativa Assunto: VIAGEM DE PESSOAL NO PAÍS

Diretoria: Diretoria de Administração e Finanças Área de origem: Gerência Administrativa Assunto: VIAGEM DE PESSOAL NO PAÍS SISTEMA DE NORMALIZAÇÃO CORPORATIVA SUBSISTEMA NORMAS ORGANIZACIONAIS Diretoria: Diretoria de Administração e Finanças Área de origem: Gerência Administrativa Assunto: VIAGEM DE PESSOAL NO PAÍS Número:

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DE CONTRATAÇÃO DA REPOM

CONDIÇÕES GERAIS DE CONTRATAÇÃO DA REPOM CONDIÇÕES GERAIS DE CONTRATAÇÃO DA REPOM CONDIÇÕES GERAIS: Considerando - (a) A Repom é empresa legalmente habilitada, nos termos da Resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres ( ANTT ) nº

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI nº 4.804-B, de 2001 (Apensos Projetos de Lei nºs 7.277, de 2002; 1.156, de 2003; 1.784, de 2003; 4.347, de 2004; 3.632, de 2008; e 6.249, de 2009) Dispõe

Leia mais

EDITAL FAPESB/SECTI/SEBRAE/IEL Apoio à Implantação de Cursos de Empreendedorismo 002/2006

EDITAL FAPESB/SECTI/SEBRAE/IEL Apoio à Implantação de Cursos de Empreendedorismo 002/2006 EDITAL FAPESB/SECTI/SEBRAE/IEL Apoio à Implantação de Cursos de Empreendedorismo 002/2006 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS PARA O PROGRAMA BAHIA INOVAÇÃO REDE DE EMPREENDEDORISMO A Fundação de Amparo à Pesquisa

Leia mais

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb. Banco Interamericano de Desenvolvimento POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.org 1 Í N D I C E Página

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE ANÁPOLIS-CMDCA RESOLUÇÃO Nº. 007/11, de 29 DE NOVEMBRO DE 2011. Dispõe sobre a Captação de Recursos através do Fundo da Infância e Adolescência

Leia mais

EDITAL FAPEMIG 16/2011

EDITAL FAPEMIG 16/2011 EDITAL FAPEMIG 16/2011 PROGRAMA ESTRUTURADOR REDE DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA MESTRES E DOUTORES A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais FAPEMIG, atendendo à orientação

Leia mais

LINHA INOVACRED EXPRESSO

LINHA INOVACRED EXPRESSO LINHA INOVACRED EXPRESSO A Linha INOVACRED EXPRESSO tem por objetivo financiar atividades inovadoras em empresas e outras instituições cuja receita operacional bruta anual ou anualizada seja de até R$

Leia mais

OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012.

OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012. OFÍCIO/CVM/SEP/GEA-5/Nº 121/2012 Rio de Janeiro, 09 de maio de 2012. Ao Senhor, CARLOS ALBERTO BEZERRA DE MIRANDA Diretor de Relações com Investidores da BAESA-ENERGETICA BARRA GRANDE S.A Avenida Madre

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A

CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011 COPEL DISTRIBUIÇÃO S/A AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 068/2011: Contribuições de 30/11/2011 a 30/12/2011 EMENTA:

Leia mais

Divulgação do Edital: 15/03/2016

Divulgação do Edital: 15/03/2016 DIRETORIA DE GESTÃO CORPORATIVA DG Superintendência de Suprimento de Material e Serviços GSS Gerência de Aquisição de Material e Serviços Corporativos GSSC Objeto: Credenciamento de pessoas físicas instrutores,

Leia mais

Fundação de Apoio à Ciência, Tecnologia e Educação

Fundação de Apoio à Ciência, Tecnologia e Educação MANUAL DO PESQUISADOR SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Inclusão de Projetos 2.1. Apresentações de novos projetos 2.2. Tipos de instrumentos legais 2.3. Situação de adimplência das instituições 3. Orientações

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS GRUPOS DE PESQUISA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO

REGULAMENTO GERAL DOS GRUPOS DE PESQUISA DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

Contrato de ATER. Contratos Individuais com recursos para Investimentos Básicos CPR-SIB, CAF e NPT

Contrato de ATER. Contratos Individuais com recursos para Investimentos Básicos CPR-SIB, CAF e NPT CONTRATO QUE ENTRE SI CELEBRAM E, COM A INTERVENIENCIA DA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL - UTE DO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO DO ESTADO, VOLTADA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ATER ÀS FAMÍLIAS FINANCIADAS

Leia mais

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007

LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 LEI Nº. 1463, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007 Autoria: Poder Legislativo Institui e regulamenta o uso do Vale-Transporte no Município de Lucas do Rio Verde - MT. O Prefeito do Município de Lucas do Rio Verde,

Leia mais

Auditoria e Consultoria para seu Negócio.

Auditoria e Consultoria para seu Negócio. Auditoria e Consultoria para seu Negócio. Contexto Local 2005 A Lei nº 11.196/2005 Lei do Bem, em seu Capítulo III, foi concebida de forma a acompanhar a tendência internacional, concedendo incentivos

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SEBRAE-TO / SECT-TO INOVA TOCANTINS / PAPPE INTEGRAÇÃO - Nº 01 / 2010

CHAMADA PÚBLICA SEBRAE-TO / SECT-TO INOVA TOCANTINS / PAPPE INTEGRAÇÃO - Nº 01 / 2010 CHAMADA PÚBLICA SEBRAE-TO / SECT-TO INOVA TOCANTINS / PAPPE INTEGRAÇÃO - Nº 01 / 2010 SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS PARA APOIO À PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO EM MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO

Leia mais

PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ. PROCESSO REGISTRAR MARCAS NO INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial)

PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ. PROCESSO REGISTRAR MARCAS NO INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) PLATAFORMA DE DESENVOLVIMENTO PINHÃO PARANÁ PROCESSO REGISTRAR MARCAS NO INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) Dezembro 2008 Sumário de Informações do Documento Tipo do Documento: Guia Título

Leia mais

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Prover capacitação para: - Identificar os processos de Gerenciamento de Projetos; - Desenvolver o Plano de Gerenciamento; - Construir um sistema

Leia mais

RESOLUÇÃO ANP Nº 36, DE 13.11.2007

RESOLUÇÃO ANP Nº 36, DE 13.11.2007 AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS RESOLUÇÃO ANP Nº 36, DE 13.11.2007 O DIRETOR-GERAL da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GAS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS ANP, no uso de suas atribuições

Leia mais

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014

Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas em 31 de dezembro de 2014 Serviço Funerário Bom Pastor Ltda ME Demonstrações contábeis findas Demonstrações financeiras em IFRS e baseadas nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC em

Leia mais

Hemobrás. ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade

Hemobrás. ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade Programa da Qualidade Página 1/20 ELABORADO POR RUBRICA DATA Nome: José Eduardo S. Martins / / Função: Gerente de Garantia da Qualidade REVISADO POR RUBRICA DATA Nome: Renato César Vieira de sousa / /

Leia mais

Portaria SECEX Nº 47 DE 11/12/2014

Portaria SECEX Nº 47 DE 11/12/2014 Portaria SECEX Nº 47 DE 11/12/2014 Publicado no DO em 12 dez 2014 Altera a Portaria SECEX nº 23, de 14 de julho de 2011, para adequar os processos de habilitação ao regime de drawback integrado isenção

Leia mais

Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica da Lei do Bem Workshop

Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica da Lei do Bem Workshop Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica da Lei do Bem Workshop Eduardo Grizendi Professor Titular egrizendi@inatel.br Blog: www.eduardogrizendi.blogspot.com Santa Rita do Sapucaí, 12 de Março de 2010

Leia mais

O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO TERCEIRO SETOR E ALGUNS REFLEXOS NO PLANO DE TRABALHO E NA PRESTAÇÃO DE CONTAS

O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO TERCEIRO SETOR E ALGUNS REFLEXOS NO PLANO DE TRABALHO E NA PRESTAÇÃO DE CONTAS O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO TERCEIRO SETOR E ALGUNS REFLEXOS NO PLANO DE TRABALHO E NA PRESTAÇÃO DE CONTAS O Chamado Novo Marco Regulatório do Terceiro Setor, fundamentado através da Lei 13.019/2014, traz

Leia mais

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor.

Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. Apresentar recibo original emitido pela organização do evento, constando inclusive à assinatura do recebedor. acompanhado dos cartões de embarque originais utilizados; f) A FAPERJ não aceitará o pagamento

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES CREDENCIAMENTO DE PÓLO DE APOIO PRESENCIAL PARA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais