Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 1. Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen

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1 Revista Voluntas: Estudos sobre Schopenhauer - Vol. 5, Nº 1-1º semestre de ISSN: pp Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 1 Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen Jair Barboza Doutor em Filosofia pela USP Professor do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFSC Resumo: Este artigo tem como objetivo mostrar a diferença entre "Erscheinung" e "Phänomen" no pensamento de Schopenhauer. Para esse efeito, cito e interpreto passagens originais do autor de "O mundo como vontade e representação". Palavras-chave: Schopenhauer; Aparência; Fenômeno. Abstract: This article aims to show the difference between "Erscheinung" and "Phänomen" in Schopenhauer's thought. For this purpose I quote and interpret original passages from the author of "The world as will and representation". Keywords: Schopenhauer; Erscheinung; Phänomen. Já se passaram cerca de dez anos desde a primeira edição em língua portuguesa do tomo I da obra magna de Schopenhauer por mim traduzida (São Paulo: Ed. Unesp, 2005). Surpreendeu-me, e surpreende-me, o sucesso que aquela tradução alcançou, tanto no meio acadêmico quanto leigo. Enquanto está a caminho a minha versão do tomo II, entrementes virá a lume a segunda edição, com revisões que aprimoram o texto anterior. A revisão que fiz consiste basicamente na adoção da transliteração de termos sânscritos que é a mais aceita entre os estudiosos2, com o que, por exemplo,o termo Buda é agora grafado Buddha (o Iluminado), Bodhisatva é agora grafado Bodhisattva (o Buddha em despertar antes de tornar-se de fato Buddha), Maia é māyā (ilusão, irrealidade, o universo transitório), Brama é Brahmā (uma das três maiores divindades do brahmanismo, ao lado de Vishnu e Śiva). 1 Parte deste texto será incorporada à segunda edição (revista) de O mundo como vontade e como representação que em breve virá a lume pela Ed. Unesp. 2 A este respeito, baseei-me principalmente em The Principal Upanishads. Trad. de Swami Nikhilananda. New York: Dover, 2003; e Bhagavad Gītā. Trad. de Michael von Brück. Frankfurt am Main: Verlag der Weltreligionen, Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 3

2 JAIR BARBOZA Em termos conceituais, alterei a tradução do termo Erscheinung - que na primeira edição do tomo I verti por fenômeno, e assim segui um certo senso comum kantiano - por aparência/aparecimento, para agora reconhecer e demarcar o intentado distanciamento crítico de Schopenhauer em relação ao pensamento de Kant: pois, se por um lado Erscheinung em alemão é um termo comum, e se o usa, por exemplo, quando se fala sobre die Erscheinung eines Kometen, o aparecimento de um cometa, valendo também para tudo aquilo que está oculto e de algum modo vem a lume, isto é, aparece, erscheint; por outro, o termo fenômeno como empregado por Kant vem da língua grega, é aquilo que aparece empiricamente, e opõe-se a outro termo kantiano de origem grega, númeno (inteligível), que seria a coisa em si do que aparece e é ali pensada. Todavia, em Schopenhauer, há irrealidade, no sentido de Schein, ilusão, de tudo o que me aparece, ou seja, o mundo real é considerado pelo autor como minha representação, isto é, uma visão pelo véu de māyā do meu aparelho cognitivo: tratarse-ia de um mundo que não possui a mesma consistência que o mundo fenomênico de Kant, para quem temos de atribuir realidade aos fenômenos que aparecem, pois do contrário teríamos de supor uma aparência, Erscheinung, sem nada que aparecesse. Kant, pois, refere com Erscheinung, em sua língua, fenômeno, algo consistente; mas é justamente essa consistência que Schopenhauer nega, comparando o mundo que me aparece mera representação submetida ao princípio de razão ao sonho de uma sombra, ao mundo visto pelo véu de māyā. Para fundamentar essa posição teórica, que aliás eu já havia assumido em um livro introdutório ao pensamento de Schopenhauer3, elenco a seguir passagens da própria pena do filósofo, que chancelam o aqui defendido: num primeiro momento cito o texto original, em seguida a tradução proposta; são passagens que giram em torno de cinco temas: α. vontade una; β. identidade da vontade; γ. suicídio; δ. riso; ε. negação da vontade. Note-se, em negritos meus, como o autor emprega Erscheinung [aparência] e Phänomen [fenômeno] em acepções claramente distintas; no primeiro caso como mera aparência, que como tal (o seu leitor sabe) submete-se à transitoriedade do tempo, forma arquetípica da finitude, e no segundo caso tem-se um acontecimento significativo em meio à aparência. Em verdade, ajuda-nos filosoficamente aqui o dicionário Der Grosse Herder, que, em sua 3 Cf. BARBOZA, J. Schopenhauer: a decifração do enigma do mundo. São Paulo: Moderna, Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 4

3 Revista Voluntas: Estudos sobre Schopenhauer - Vol. 5, Nº 1-1º semestre de ISSN: pp definição de Phänomen, observa que o termo tem a seguinte acepção: die Erscheinung, bes. der außergewöhnl., zunächst unerklärbare Vorgang, ou seja, a aparência, em especial de um acontecimento extraordinário e inexplicável. α. vontade una [ ] so ist in allen mannigfaltigen Erscheinungen, welche neben einander die Welt füllen, oder nach einander als Begebenheiten sich verdrängen, doch nur der eine Wille das Erscheinende, dessen Sichtbarkeit, Objektität das Alles ist, und der unbewegt bleibt mitten in jenem Wechsel: er allein ist das Ding an sich: alles Objekt aber ist Erscheinung, Phänomen, in Kants Sprache zu reden. [W I 28] [...] assim também em todas as diversas aparências que uma ao lado da outra preenchem o mundo ou se rechaçam como acontecimentos sucessivos, trata-se apenas de UMA VONTADE que aparece; tudo é sua visibilidade, objetidade, porém ela mesma permanece imóvel em meio a essa mudança: só a vontade é a coisa em si: todo objeto, ao contrário, é aparência, fenômeno para falar na língua de Kant. β. identidade da vontade Auf dieser metaphysischen Identität des Willens, als des Dinges an sich, bei der zahllosen Vielheit seiner Erscheinungen, beruhen überhaupt drei Phänomene, welche man unter den gemeinsamen Begriff der SYMPATHIE bringen kann: 1) das MITLEID, welches, wie ich dargethan habe, die Basis der Gerechtigkeit und Menschenliebe, caritas, ist; 2) die GESCHLECHTSLIEBE mit eigensinniger Auswahl, amor, welche das Leben der Gattung ist, das seinen Vorrang vor dem der Individuen geltend macht; 3) die MAGIE, zu welcher auch der animalische Magnetismus und die sympathetischen Kuren gehören. [W II 47]. Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 5

4 JAIR BARBOZA Sobre esta identidade metafísica da vontade, como a coisa em si, em meio à incontável pluralidade das suas aparências, baseiam-se em geral três fenômenos, que se pode subsumir no conceito comum de SIMPATIA: 1) a COMPAIXÃO, que, como expus, é a base da justiça e da caridade, caritas; 2) o AMOR SEXUAL com sua caprichosa escolha, amor, que é a vida da espécie, que faz valer a sua prioridade sobre a vida dos indivíduos; 3) a MAGIA, à qual também pertencem o magnetismo animal e as curas simpáticas. γ. suicídio Von der nunmehr in den Gränzen unserer Betrachtungsweise hinlänglich dargestellten Verneinung des Willens zum Leben, welche der einzige in der Erscheinung hervortretende Akt seiner Freiheit und daher, wie Asmus es nennt, die transscendentale Veränderung ist, unterscheidet nichts sich mehr, als die wirkliche Aufhebung seiner einzelnen Erscheinung, der Selbstmord. Weit entfernt, Verneinung des Willens zu seyn, ist dieser ein Phänomen starker Bejahung des Willens. [W I 69]. Nada mais difere tanto da negação da Vontade de vida exposta suficientemente nos limites do nosso modo de consideração e que constitui o único ato de liberdade da vontade que emerge na aparência, portanto é, como Asmus a define, a conversão transcendental, do que a efetiva supressão da aparência individual da vontade, na efetividade, pelo SUICÍDIO. Este, longe de ser negação da vontade, é um fenômeno que vigorosamente a afirma. δ. riso Meiner im ersten Bande ausgeführten Erklärung zufolge ist der Ursprung des Lächerlichen allemal die paradoxe und daher unerwartete Subsumtion eines Gegenstandes unter einen ihm übrigens heterogenen Begriff, und bezeichnet demgemäß das Phänomen des Lachens allemal die plötzliche Wahrnehmung einer Inkongruenz zwischen einem solchen Begriff und dem durch denselben Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 6

5 Revista Voluntas: Estudos sobre Schopenhauer - Vol. 5, Nº 1-1º semestre de ISSN: pp gedachten realen Gegenstand, also zwischen dem Abstrakten und dem Anschaulichen. [W II 8]. Conforme a minha explanação desenvolvida no primeiro tomo, a origem do riso é sempre a paradoxal e por isso inesperada subsunção de um objeto sob um conceito que, de resto, lhe é heterogêneo, com o que o fenômeno do riso descreve sempre a súbita percepção de uma incongruência entre um tal conceito e o objeto real pensado através dele, portanto uma incongruência entre o abstrato e o intuitivo. ε. negação da vontade Ich habe nunmehr die Quellen angegeben, aus welchen man unmittelbar und aus dem Leben geschöpft die Phänomene kennen lernen kann, in welchen die Verneinung des Willens zum Leben sich darstellt. [W I 68]. Acabei de mencionar as fontes de onde pode-se obter um conhecimento imediato, haurido na vida, dos fenômenos no qual a negação da Vontade de vida se apresenta. Em Schopenhauer, pois, fenômeno tem o sentido de APARÊNCIA EXTRAORDINÁRIA. Portanto, a tradução de Erscheinung por aparência (em vez de fenômeno), e de Phänomen por fenômeno, faz-se aqui necessária, e bastante enriquece a leitura da obra do filósofo, trazendo uma sutileza de compreensão para o seu pensamento com a qual todos os seus leitores ganhamos. Referências bibliográficas BARBOZA, Jair. Schopenhauer: a decifração do enigma do mundo. São Paulo: Moderna, Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 7

6 JAIR BARBOZA Bhagavad Gītā. Trad. de Michael von Brück. Frankfurt am Main: Verlag der Weltreligionen, SCHOPENHAUER, Arthur. O mundo como vontade e como representação. Tomo I. Trad. Jair Barboza. São Paulo: Unesp, The Principal Upanishads. Trad. de Swami Nikhilananda. New York: Dover, Recebido: 30/11/14 Received: 11/30/14 Aprovado: 10/12/14 Approved: 12/10/14 Schopenhauer: die Erscheinung, das Phänomen 8

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