Mecanismos de QoS em Linux Hierarchical Token Bucket (HTB)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Mecanismos de QoS em Linux Hierarchical Token Bucket (HTB)"

Transcrição

1 Mecanismos de QoS em Linux Hierarchical Token Bucket (HTB) Este roteiro descreve um cenário prático onde o algoritmo Hierarchical Token Bucket (HTB) é utilizado para criar uma política de QoS flexível, que suporta ao mesmo tempo garantias de banda e evita a subutilização de recursos através de mecanismos de empréstimo. O aluno deverá executar esse roteiro e enviar através do Eureka o relatório em formato texto, descrito na última página dessa apostila.

2 (apresentação da política) eth0 qdisc 1:0 HTB root eth1 qdisc 2:0 HTB root UPLOAD class 1:1 HTB rate 128kbps DOWNLOAD class 2:1 HTB rate 256kbps class 1:2 HTB rate 96kbps ceil 128kbps class 1:3 HTB rate 32kbps ceil 128kbps class 2:2 HTB rate 192kbps ceil 256kbps class 2:3 HTB rate 64kbps ceil 256kbps qdisc 10:0 FIFO qdisc 20:0 FIFO qdisc 30:0 FIFO qdisc 40:0 FIFO TCP outros host A host B Nesta prática, será implementado a política ilustrada pela figura. Uma empresa possui um link com a Internet com capacidade de 256kbps para download e 128kbps para upload (no tc, kpbs significa "kbytes por segundo" e kbit significa "kbits por segundo"). O objetivo da política de QoS é controlar como os recursos do link serão utilizados pelos dois computadores, mas impondo taxas diferentes: a) O computador A pode fazer download a uma taxa garantida de 192Kbps, atingindo 256kbps caso o computador B não esteja transmitindo simultaneamente. b) O computador B pode fazer download a uma taxa garantida de 96Kbps, atingindo 256kbps caso o computador A não esteja transmitindo simultaneamente. c) Ambos os computadores podem fazer upload de tráfego TCP a uma taxa garantida de 96kbps, compartilhada entre eles. Caso não haja outros tipos de tráfego ocupando o link, o upload de tráfego TCP poderá ser feito até 128kbps. d) Ambos os computadores podem fazer upload de outros tipos de tráfego a uma taxa garantida de 32kbps, compartilhada entre eles. Caso não haja tráfego TCP ocupando o link, o upload de outros tipos de tráfego poderá ser feito até 128kbps. Nessa prática, serão criadas três máquinas virtuais: host A, host B e roteador G. O servidor espec fará o papel de recursos disponíveis na Internet. Para que o roteamento entre os hots A e B e a espec funcione, é necessário criar uma política de NAT (SNAT) no roteador G. Dessa forma, o roteador G terá dois tipos de configuração: a) Uma regra de SNAT para permitir o acesso dos computadores A e B com a Internet b) Uma política de QoS implementada com o comando tc para controlar a banda usada pelos hosts Praticamente todas as configurações importantes dessa prática são realizadas no roteador G. É necessário instalar apenas o pacote de iptables no roteador G para ter acesso as funções de NAT, uma vez que os recursos de QoS utilizados estão disponíveis ao nível do kernel.

3 (Passos 1 a 3: configuração da rede) (eth1) B rede 1 (eth1) (eth1) G espec A (eth1) (eth0) 256kbps 128Kbps Internet REDE DA EMPRESA: /24 1) Preparação do roteador G: Todos os exemplos a seguir supõe que seu código de estudante é (101) X. Tome cuidado para troca as ocorrências X X pelo seu próprio código. 1a) Na ESPEC: Crie uma pasta no seu diretório e inicialize uma VM com o nome G. > mkdir qos > cd qos > linux32.redes G 1b) Em G: Atribua os endereços IP, habilite o roteamento e crie a política de NAT. > ifconfig eth /8 > ifconfig eth /24 > sysctl net.ipv4.ip_forward=1 > wget /~jamhour/pacotes/iptables.tar.gz > tar xzf iptables<tab> > cd iptables > rpm ivh iptables<tab> > iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j SNAT --to ) Preparação do host A: 2a) Na ESPEC: Na mesma pasta que você criou G, inicialize uma máquina virtual com o nome A. > linux32.redes A 2b) Em A: Atribua o endereço IP e crie a rota default para o host. > ifconfig eth /24 > route add default gw ) Preparação do host B: 3a) Na ESPEC: Na mesma pasta que você criou G, inicialize uma máquina virtual com o nome B. > linux32.redes B 3b) Em B: Atribua o endereço IP e crie a rota default para o host. > ifconfig eth /24 > route add default gw

4 (Passo 4: criação da política de QoS) #!/bin/bash # POLITICA DE UPLOAD (eth0) tc qdisc del dev eth0 root tc qdisc add dev eth0 handle 1:0 root htb tc class add dev eth0 parent 1:0 classid 1:1 htb rate 128kbps tc class add dev eth0 parent 1:1 classid 1:2 htb rate 96kbps ceil 128kbps tc class add dev eth0 parent 1:1 classid 1:3 htb rate 32kbps ceil 128kbps tc qdisc add dev eth0 parent 1:2 handle 10:0 pfifo limit 10 tc qdisc add dev eth0 parent 1:3 handle 20:0 pfifo limit 10 tc add dev eth0 parent 1:0 protocol ip prio 1 u32 match ip protocol 0x06 0xff flowid 1:2 tc add dev eth0 parent 1:0 protocol ip prio 2 u32 match ip protocol 0x00 0x00 flowid 1:3 # POLITICA DE DOWNLOAD (eth1) tc qdisc del dev eth1 root tc qdisc add dev eth1 handle 2:0 root htb tc class add dev eth1 parent 2:0 classid 2:1 htb rate 256kbps ATENÇÃO tc class add dev eth1 parent 2:1 classid 2:2 htb rate 192kbps ceil 256kbps tc class add dev eth1 parent 2:1 classid 2:3 htb rate 64kbps ceil 256kbps tc qdisc add dev eth1 parent 2:2 handle 30:0 pfifo limit 10 tc qdisc add dev eth1 parent 2:3 handle 40:0 pfifo limit 10 tc add dev eth1 parent 2:0 protocol ip u32 match ip dst /32 flowid 2:2 tc add dev eth1 parent 2:0 protocol ip u32 match ip dst /32 flowid 2:3 4) Criação das políticas de QoS em G: Observe que a interface eth0 do roteador controla o tráfego de upload feito pelos hosts, e a interface eth1 controla o tráfego de download. Dessa forma, é necessário criar uma política independente para cada uma das interfaces. O número de handle de políticas associadas a interfaces diferentes são independentes, e podem ser duplicados. Isto é, poderíamos ter criado uma classe root com o handle 1:0 para as interfaces eth0 e eth1 sem confusão. Contudo, no exemplo, números diferentes foram usados para evitar confusão e facilitar o acompanhamento de estatísticas usando com comando tc qdisc show. Os scripts para criação da política de QoS para as duas interfaces estão ilustrados na figura. O primeiro comando do script limpa configurações anteriores. Por isso, não estranhe ao receber uma mensagem de no such file or directory quando executar o script pela primeira vez. Os scripts são muito semelhantes, as diferenças entre eles apontadas em vermelho na figura. É importante destacar que em um cenário com NAT não é possível distinguir os endereços IP dos pacotes enviados para Internet, pois eles contém sempre o IP do roteador. Dessa maneira, a política de UPLOAD é baseada no tipo do protocolo e não no ip dos hosts. Observe que na política de DOWNLOAD os endereços dos hosts são usados como destino. A criação do script não é obrigatória, pois é possível digitar os comandos individualmente no prompt da máquina virtual. Contudo, como os comandos são acumulativos, o script é mais indicado pois ele sempre apaga qualquer elemento de QoS que já exista antes de executar os comandos da nova política. 4a) Na VM G: Utilizando o vi, crie o script conforme indicado na figura. Observe que o parâmetro -x na primeira linha do script fará com todos os comandos sejam impressos no seu terminal com o respectivo erro (se houver). Dessa forma, é fácil localizar qual foi a linha que causou problema. > vi htb.sh... <INS> digitar o script <ESC>:wq > chmod +x htb.sh >./htb.sh

5 (Passo 5: Teste de DOWNLOAD) (eth1) B wget rede 1 (eth1) (eth1) G espec A (eth1) (eth0) 256 Kbps Internet 5) Avaliação da velocidade de download em A e B 5.a) Na VM A: Efetue o download de um arquivo a partir da espec e anote a velocidade média obtida. > wget /~jamhour/pacotes/dns.tar.gz 5.b) Na VM B: Repita o procedimento descrito no passo 5.a para a VMB. > wget /~jamhour/pacotes/dns.tar.gz 5.c) Em VM A e VMB: Execute o download simultaneamente nas duas VMs, e anote a velocidade média obtida para cada uma das VMs. O objetivo desse teste é verificar o comportamento da política quando ambas as classes são usadas simultaneamente. Não haverá muita precisão nesse teste, pois assim que o download de uma das VMs encerrar, a taxa da outra irá aumenta. Anote simplesmente a taxa mostrada pelo wget ao final do download. > wget /~jamhour/pacotes/dns.tar.gz 5.d) Em G: Verifique e salve as estatísticas coletadas no roteador. > tc -s class show dev eth1 > download.txt Verifique se as políticas das classes foram criadas corretamente (você verá três classes, uma representando a taxa total de download, e outras duas, representado as taxas dos hosts A e B). Observe que taxa das classes em kbits, por isso ela deve ser igual ao valor da sua política*8. Veja a quantidade de pacotes e o que ocorreu em cada uma das classes da sua política de upload.

6 (Passo 6: Teste de UPLOAD) (eth1) B scp rede 1 (eth1) (eth1) G espec A (eth1) (eth0) 128 Kbps Internet 6) Avaliação da velocidade de upload em A e B 6.a) Na VM A: Efetue o upload de um arquivo da VM para espec e anote a velocidade média obtida, pois ela será usado no relatório. > scp dns.tar.gz 6.b) Na VM B: Repita o procedimento descrito no passo 6.a para a VMB. > scp dns.tar.gz 6.c) Em VM A e VMB: Execute o upload simultaneamente nas duas VMs, e anote a velocidade média obtida para cada uma das VMs. O objetivo desse teste é verificar o comportamento da política quando ambas as classes são usadas simultaneamente. Não haverá muita precisão nesse teste, pois assim que o download de uma das VMs encerrar, a taxa da outra irá aumenta. Anote simplesmente a taxa mostrada pelo wget ao final do download. > scp dns.tar.gz 6.d) Em G: Verifique e salve as estatísticas coletadas no roteador. > tc -s class show dev eth0 > upload.txt Verifique se as políticas das classes foram criadas corretamente (você verá três classes, uma representando a taxa total de upload, e outras duas, representado as taxas do TCP e outros). Observe que taxa das classes em kbits, por isso ela deve ser igual ao valor da sua política*8. Veja a quantidade de pacotes e o que ocorreu em cada uma das classes da sua política de upload.

7 Relatório da Prática Crie um arquivo denominado RelatorioPraticaQoSHTB.txt com as seguintes informações: A) Velocidade média de download de A e B sozinhos. B) Velocidade média de download de A e B simultâneos. C) Velocidade média upload obtida de A e B sozinhos. D) Velocidade média upload obtida de A e B simultâneos. Crie um arquivo denominado RelatorioPraticaQoSPRIOTBF.txt com as seguintes informações: A) Velocidade média de download de A e B sozinhos. Você deve ter obtidos esses dados respectivamente nos passos 5a e 5b desta prática. B) Velocidade média de download de A e B simultâneos. Você deve ter obtidos esses dados respectivamente no passo 5c desta prática. C) Velocidade média de upload de A e B sozinhos. Você deve ter obtidos esses dados respectivamente nos passos 6a e 6b desta prática. D) Velocidade média de upload de A e B simultâneos. Você deve ter obtidos esses dados respectivamente no passo 6c desta prática.

Mecanismos de QoS em Linux DiffServ (Marcação e Policiamento)

Mecanismos de QoS em Linux DiffServ (Marcação e Policiamento) Mecanismos de QoS em Linux DiffServ (Marcação e Policiamento) Este roteiro descreve um cenário prático que ilustra o funcionamento dos mecanismos de policiamento e marcação utilizados pela metodologia

Leia mais

cio QoS Linux Edgard Jamhour 2008, Edgard Jamhour

cio QoS Linux Edgard Jamhour 2008, Edgard Jamhour Exercício cio QoS Linux Edgard Jamhour Cenário Uma empresa tem um SLA com o provedor, definindo um link com 500 Kbps garantindo, com rajadas eventuais de 1000 Kbps. empresa provedor B ipb rede 1 rede 2

Leia mais

Prática NAT/Proxy. Edgard Jamhour. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.

Prática NAT/Proxy. Edgard Jamhour. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr. Prática NAT/Proxy Edgard Jamhour Exercícios práticos sobre NAT e Proxy, usando Linux. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais:.ppgia.pucpr.br OBS. Esse roteiro utiliza

Leia mais

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga OSPF O objetivo desse roteiro é mostrar como o pacote Quagga pode ser utilizado para construir roteadores com suporte a protocolos de roteamento utilizando

Leia mais

cio Roteamento Linux

cio Roteamento Linux Exercício cio Roteamento Linux Edgard Jamhour Exercícios práticos para configuração de roteamento usando Linux Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.br

Leia mais

PRÁTICA DE VLAN - LINUX 1. AMBIENTE PARA REALIZAÇÃO DAS PRÁTICAS UTILIZAÇÃO DA IMAGEM NO DVD UTILIZAÇÃO DO SERVIDOR REMOTO ESPEC

PRÁTICA DE VLAN - LINUX 1. AMBIENTE PARA REALIZAÇÃO DAS PRÁTICAS UTILIZAÇÃO DA IMAGEM NO DVD UTILIZAÇÃO DO SERVIDOR REMOTO ESPEC PRÁTICA DE VLAN - LINUX Exercícios práticos sobre VLANs usando Linux. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.br IMPORTANTE: Para facilitar a execução

Leia mais

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga

Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga Roteiro de Práticas de Roteamento IGP usando Quagga RIP O objetivo desse roteiro é mostrar como o pacote Quagga pode ser utilizado para construir roteadores com suporte a protocolos de roteamento utilizando

Leia mais

PRÁTICA DE DNS - LINUX DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM DO DVD 1.A) INSTALAÇÃO DO SERVIDOR DNS INICIALIZAÇÃO DO AMBIENTE DO DVD

PRÁTICA DE DNS - LINUX DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM DO DVD 1.A) INSTALAÇÃO DO SERVIDOR DNS INICIALIZAÇÃO DO AMBIENTE DO DVD PRÁTICA DE DNS - LINUX Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.br ou através da imagem fornecida no DVD. DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM

Leia mais

PRÁTICA DE IPV6: ENDEREÇAMENTO, AUTOCONFIGURAÇÃO E ROTEAMENTO 1. APRESENTAÇÃO DO CENÁRIO DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM DO DVD

PRÁTICA DE IPV6: ENDEREÇAMENTO, AUTOCONFIGURAÇÃO E ROTEAMENTO 1. APRESENTAÇÃO DO CENÁRIO DIFERENÇAS NO ROTEIRO EM RELAÇÃO A IMAGEM DO DVD PRÁTICA DE IPV6: ENDEREÇAMENTO, AUTOCONFIGURAÇÃO E ROTEAMENTO O objetivo dessa prática é ilustrar o processo de atribuição de endereços, roteamento e auto-configuração do IPv6. Como veremos, o IPv6 adota

Leia mais

Prática DNS. Edgard Jamhour

Prática DNS. Edgard Jamhour Prática DNS Edgard Jamhour Exercícios práticos sobre DNS. Esse roteiro de prática inclui apenas aspectos básicos de configuração desses serviços. Apenas esses aspectos básicos é que serão cobrados em relatório.

Leia mais

Implementação de QoS em um roteador Linux

Implementação de QoS em um roteador Linux Implementação de QoS em um roteador Linux Redes Multimídia Prof. Emerson Ribeiro de Mello Instituto Federal de Santa Catarina IFSC campus São José mello@ifsc.edu.br 28 de setembro de 2011 1 / 26 Sumário

Leia mais

4 1 0 ilh F. 2 o 6, 1 rto e rib, G rib e d Eo aãd JorinT Eriberto ago. 14

4 1 0 ilh F. 2 o 6, 1 rto e rib, G rib e d Eo aãd JorinT Eriberto ago. 14 Controle de tráfego com Iptables e HTB João Eriberto Mota Filho Trindade, GO, 16 ago. 2014 Sumário 1. Por que controlar o tráfego de rede? 2. Unidades de medida 3. Disciplinas de controle de tráfego 4.

Leia mais

Controle de congestionamento em TCP

Controle de congestionamento em TCP Controle de congestionamento em TCP Uma das funções principais do TCP é gerenciar o fluxo de mensagens entre origem e destino, adaptando a taxa de transmissão da origem à taxa de recepção no destino de

Leia mais

Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control

Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control Controle de Tráfego (TC) Elementos do TC Camadas Superiores (TCP, UDP) S Interface de Entrada Destino é Interno? N Rotamento Policiamento Classificação Enfileiramento

Leia mais

Exercícios práticos sobre DHCP usando Linux. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.

Exercícios práticos sobre DHCP usando Linux. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr. Exercícios práticos sobre DHCP usando Linux. Esses exercícios devem ser executados através do servidor de máquinas virtuais: espec.ppgia.pucpr.br 1 Neste primeiro cenário, será necessário criar três máquinas

Leia mais

Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control

Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control Este módulo descreve os principais mecanismos de QoS disponíveis no kernel do Linux. Para utilizar esses mecanismos, é necessário criar uma política coerente

Leia mais

Otimização do consumo de banda utilizando Iptables Layer 7 e HTB

Otimização do consumo de banda utilizando Iptables Layer 7 e HTB Otimização do consumo de banda utilizando Iptables Layer 7 e HTB Carlos Alberto de Avila Junior / Rafael Zen de Azevedo Curso de Especialização em Redes e Segurança de Sistemas Pontifícia Universidade

Leia mais

Roteiro de Práticas de Roteamento EGP usando Quagga

Roteiro de Práticas de Roteamento EGP usando Quagga Roteiro de Práticas de Roteamento EGP usando Quagga BGP O objetivo desse roteiro é mostrar como o pacote Quagga pode ser utilizado para construir roteadores com suporte a protocolos de roteamento utilizando

Leia mais

Autor: Armando Martins de Souza Data: 12/04/2010

Autor: Armando Martins de Souza <armandomartins.souza at gmail.com> Data: 12/04/2010 http://wwwvivaolinuxcombr/artigos/impressoraphp?codig 1 de 12 19-06-2012 17:42 Desvendando as regras de Firewall Linux Iptables Autor: Armando Martins de Souza Data: 12/04/2010

Leia mais

L A B O RATÓRIO DE REDES

L A B O RATÓRIO DE REDES L A B O RATÓRIO DE REDES TRÁFEGO, ENQUADRAMEN TO, DEFAU LT G A TEWA Y E ARP. VALE 2,0 P ONT OS. INTRODUÇÃO AO LABORATÓRIO Nosso laboratório é composto de três hosts Linux, representados pelo símbolo de

Leia mais

01 - Entendendo um Firewall. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com

01 - Entendendo um Firewall. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com 01 - Entendendo um Firewall. Prof. Armando Martins de Souza E-mail: armandomartins.souza@gmail.com O que são Firewalls? São dispositivos constituídos por componentes de hardware (roteador capaz de filtrar

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX. Firewall. Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br

ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX. Firewall. Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br ADMINISTRAÇÃO DE REDES I LINUX Firewall Frederico Madeira LPIC 1, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br São dispositivos que têm com função regular o tráfego entre redes distintas restringindo o

Leia mais

VoIP com QoS (Linux e Cisco)

VoIP com QoS (Linux e Cisco) VoIP com QoS (Linux e Cisco) Sistemas Telemáticos, 2005 costa@di.uminho.pt, macedo@di.uminho.pt Sumário l Caso de estudo: VoIP Telefone VoIP com sinalização SIP l Definição de uma política de QoS adequada

Leia mais

Ilustração 1: Componentes do controle de acesso IEEE 802.1x

Ilustração 1: Componentes do controle de acesso IEEE 802.1x Laboratório de RCO2 10 o experimento Objetivos: i) Configurar o controle de acesso IEEE 802.1x em uma LAN ii) Usar VLANs dinâmicas baseadas em usuário Introdução A norma IEEE 802.1x define o controle de

Leia mais

$ %$ & ' ( ! ) * +!, 3! 4 5!, 6,445 5 5 4 4 5! ! " #!

$ %$ & ' ( ! ) * +!, 3! 4 5!, 6,445 5 5 4 4 5! !  #! $ %$ & ' (! ) * +!, ",! ) * +!. * /., ",! - 0 1! '! 2 3! 4 5!, 6,445 5 5 4 4 5! Folha de Rosto... 01 Índice... 02 I. Introdução... 03 II. Topologia... 03 III. Preparação & configuração dos equipamentos...

Leia mais

192.168.2.1. Manual do Firmware C3 (Última atualização em 04/2007) Acesso ao rádio: DÚVIDAS E CONTATO. suporte@computech.com.br. Versão 5.

192.168.2.1. Manual do Firmware C3 (Última atualização em 04/2007) Acesso ao rádio: DÚVIDAS E CONTATO. suporte@computech.com.br. Versão 5. Manual do Firmware C3 (Última atualização em 04/2007) Acesso ao rádio: 192.168.2.1 DÚVIDAS E CONTATO suporte@computech.com.br Versão 5 Recursos: --> SSH Cliente --> Edição de Script pessoal /etc/script.sh

Leia mais

LABORATÓRIO III. ROTEAMENTO ESTÁTICO Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135

LABORATÓRIO III. ROTEAMENTO ESTÁTICO Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 LABORATÓRIO III ROTEAMENTO ESTÁTICO Documento versão 0.1 Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 Orientado pela Professora Kalinka Regina Lucas Jaquie Castelo Branco Maio / 2010 Laboratório III Roteamento

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS TÉCNICO DE LABORATÓRIO / ÁREA INFORMÁTICA 26. Considerando o sistema de numeração Hexadecimal, o resultado da operação 2D + 3F é igual a: a) 5F b) 6D c) 98 d) A8 e) 6C 27. O conjunto

Leia mais

Instalação e Configuração Iptables ( Firewall)

Instalação e Configuração Iptables ( Firewall) Instalação e Configuração Iptables ( Firewall) Pág - 1 Instalação e Configuração Iptables - Firewall Desde o primeiro tutorial da sequencia dos passo a passo, aprendemos a configurar duas placas de rede,

Leia mais

Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede

Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede Laboratório de Redes de Computadores 2 8 o experimento Objetivos: i) Verificar o impacto de loops em redes locais ii) Configurar o protocolo STP para remover loops da rede Introdução A interligação de

Leia mais

GTS-8. Implementação de uma solução baseada em Software Livre para o controle de tráfego P2P. Helder Jean Brito da Silva (helder@info.ufrn.

GTS-8. Implementação de uma solução baseada em Software Livre para o controle de tráfego P2P. Helder Jean Brito da Silva (helder@info.ufrn. GTS-8 Implementação de uma solução Helder Jean Brito da Silva (helder@info.ufrn.br) Ricardo Kléber Martins Galvão (rk@info.ufrn.br) Introdução Necessidades Soluções prévias Solução adotada na UFRN Problemas

Leia mais

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma "mini-tabela" de roteamento:

Na Figura a seguir apresento um exemplo de uma mini-tabela de roteamento: Tutorial de TCP/IP - Parte 6 - Tabelas de Roteamento Por Júlio Cesar Fabris Battisti Introdução Esta é a sexta parte do Tutorial de TCP/IP. Na Parte 1 tratei dos aspectos básicos do protocolo TCP/IP. Na

Leia mais

Laboratório. Assunto: endereçamento IP e roteamento.

Laboratório. Assunto: endereçamento IP e roteamento. Assunto: endereçamento IP e roteamento. Laboratório Objetivo: verificar conectivade básica com a rede, atribuir (estaticamente) endereços IP, adicionar rotas (manualmente) e verificar o caminho seguido

Leia mais

Roteiro 11: Roteamento /acesso remoto / redirecionamento de diretórios

Roteiro 11: Roteamento /acesso remoto / redirecionamento de diretórios Roteiro 11: Roteamento /acesso remoto / redirecionamento de diretórios Objetivos: Ativar e gerenciar o serviço de roteamento; Ativar e gerenciar serviços de terminal remoto; Redirecionar diretórios através

Leia mais

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br

O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O Protocolo IP (2) Prof. José Gonçalves Pereira Filho Departamento de Informática zegonc@inf.ufes.br O IP e a Máscara de Sub-Rede O IP se baseia em duas estruturas para efetuar o roteamento de datagramas:

Leia mais

EA080- Laboratório de Redes de Computadores Laboratório 2 Virtualização (Relatório Individual) Prof. Responsável: Mauricio Ferreira Magalhães

EA080- Laboratório de Redes de Computadores Laboratório 2 Virtualização (Relatório Individual) Prof. Responsável: Mauricio Ferreira Magalhães EA080- Laboratório de Redes de Computadores Laboratório 2 Virtualização (Relatório Individual) Prof. Responsável: Mauricio Ferreira Magalhães A virtualização de processadores é uma tecnologia que foi inicialmente

Leia mais

1. DHCP a. Reserva de IP

1. DHCP a. Reserva de IP Configuração de recursos do roteador wireless Tenda 1. DHCP a. Reserva de IP Ao se conectar uma rede que possua servidor DHCP, o host recebe um IP dentro da faixa de distribuição. A cada conexão, o host

Leia mais

Linux Network Servers

Linux Network Servers OpenVPN Objetivos Entender como funciona uma VPN Configurar uma VPN host to host O que é uma VPN? VPN Virtual Private Network, é uma rede de comunicação particular, geralmente utilizando canais de comunicação

Leia mais

OPENVPN SERVER NO CENTOS/RHEL

OPENVPN SERVER NO CENTOS/RHEL OPENVPN SERVER NO CENTOS/RHEL Ribas Vecchiato 1) Instalar Cento ou RHEL. 2) Depois, como root fazer upgrade do sistema. yum upgrade Instalar pacotes necessários yum install gcc make rpm-build autoconf.noarch

Leia mais

Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control. Edgard Jamhour

Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control. Edgard Jamhour Mecanismos de QoS em Linux tc Traffic Control Edgard Jamhour Bibliografia A maior parte das figuras desta apresentação foi extraída do tutorial: http://www.opalsoft.net/qos/ds.htm Arquitetura de Rede no

Leia mais

Wireshark Lab: TCP. Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2011 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark.

Wireshark Lab: TCP. Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2011 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Wireshark Lab: TCP Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2011 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Neste laboratório, investigaremos o comportamento do

Leia mais

Uso do iptables como ferramenta de firewall.

Uso do iptables como ferramenta de firewall. Uso do iptables como ferramenta de firewall. Rafael Rodrigues de Souza rafael@tinfo.zzn.com Administração em Redes Linux Universidade Federal de Lavra UFLA RESUMO O artigo pretende abordar o uso de firewalls

Leia mais

Linux Controle de Redes

Linux Controle de Redes André Stato Filho Linux Controle de Redes Visual Books Sumário 1ª Parte - IP Tables... 15 1 Protocolo... 17 1.1 Modelo de Referência OSI... 17 1.1.1 Camada Física... 18 1.1.2 Camada de Enlace... 18 1.1.3

Leia mais

Guia de instalação para ambiente de Desenvolvimento LINUX

Guia de instalação para ambiente de Desenvolvimento LINUX Guia de instalação para ambiente de Desenvolvimento LINUX Conteúdo deste manual Introdução O guia de instalação... 3 Capítulo 1 Instalando o servidor Web Apache... 4 Teste de instalação do Apache... 9

Leia mais

Obs: Endereços de Rede. Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante. Obs: Padrões em Intranet. Instalando Interface de Rede.

Obs: Endereços de Rede. Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante. Obs: Padrões em Intranet. Instalando Interface de Rede. Obs: Endereços de Rede Firewall em Linux Kernel 2.4 em diante Classe A Nº de IP 1 a 126 Indicador da Rede w Máscara 255.0.0.0 Nº de Redes Disponíveis 126 Nº de Hosts 16.777.214 Prof. Alexandre Beletti

Leia mais

Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático

Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático Uso do Netkit no Ensino de Roteamento Estático Nyl Marcos Soares Barbosa, Moisés Lima dos Anjos, Madianita Bogo Curso de Sistemas de Informação Centro universitário Luterano de Palmas (CEULP/ULBRA) Teotônio

Leia mais

Troubleshooting em rede básica

Troubleshooting em rede básica Troubleshooting em rede básica - 2 Sumário Capítulo 1 Troubleshooting em rede básica... 3 1.1. Objetivos... 3 1.2. Mãos a obra...4 Capítulo 2 Gerenciando... 14 2.1. Objetivos... 14 2.1. Troubleshooting...

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 5-1. A CAMADA DE TRANSPORTE Parte 1 Responsável pela movimentação de dados, de forma eficiente e confiável, entre processos em execução nos equipamentos conectados a uma rede de computadores, independentemente

Leia mais

Sistemas Operacionais de Rede. Configuração de Rede

Sistemas Operacionais de Rede. Configuração de Rede Sistemas Operacionais de Rede Configuração de Rede Conteúdo Programático! Interfaces de rede! Ethernet! Loopback! Outras! Configuração dos parâmetros de rede! Dinâmico (DHCP)! Manual! Configuração de DNS

Leia mais

IBM SPSS Modeler - Princípios Básicos do R: Instruções de Instalação

IBM SPSS Modeler - Princípios Básicos do R: Instruções de Instalação IBM SPSS Modeler - Princípios Básicos do R: Instruções de Instalação Índice IBM SPSS Modeler - Essentials for R: Instruções de Instalação....... 1 Visão Geral............... 1 Instalar o Aplicativo IBM

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

Firewall - IPTABLES. Conceitos e Prática. Tópicos em Sistemas de Computação 2014. Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.

Firewall - IPTABLES. Conceitos e Prática. Tópicos em Sistemas de Computação 2014. Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity. Firewall - IPTABLES Conceitos e Prática Tópicos em Sistemas de Computação 2014 Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.org Estagiário Docente: Vinícius Oliveira viniciusoliveira@acmesecurity.org

Leia mais

Instalação e utilização do Document Distributor

Instalação e utilização do Document Distributor Para ver ou fazer o download desta ou de outras publicações do Lexmark Document Solutions, clique aqui. Instalação e utilização do Document Distributor O Lexmark Document Distributor é composto por pacotes

Leia mais

Entendendo como funciona o NAT

Entendendo como funciona o NAT Entendendo como funciona o NAT Vamos inicialmente entender exatamente qual a função do NAT e em que situações ele é indicado. O NAT surgiu como uma alternativa real para o problema de falta de endereços

Leia mais

PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR FIREWALL LIVRE UTILIZANDO IPTABLES

PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR FIREWALL LIVRE UTILIZANDO IPTABLES PROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM SERVIDOR FIREWALL LIVRE UTILIZANDO IPTABLES 1. Introdução O IPTABLES é um software usado para analisar os pacotes que passam entre redes. A partir desse princípio podemos

Leia mais

Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3

Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3 Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3 http://www.dslink.com.br/ Índice Como conectar o modem DSLink 260E ao meu computador?... 3 Configurando o modem como

Leia mais

VIRTUAL PRIVATE NETWORKS

VIRTUAL PRIVATE NETWORKS VIRTUAL PRIVATE NETWORKS Documento versão 0.2 Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 Orientado pela Professora Kalinka Regina Lucas Jaquie Castelo Branco Outubro / 2013 Laboratório XIV Redes Privadas

Leia mais

Endereçamento Privado Proxy e NAT. 2008, Edgard Jamhour

Endereçamento Privado Proxy e NAT. 2008, Edgard Jamhour Endereçamento Privado Proxy e NAT Motivação para o Endereçamento IP Privado Crescimento do IPv4 07/2007 490 milhões de hosts 01/2008 542 milhões de hosts IPv4 permite endereçar 4 bilhões de hosts. PREVISÃO

Leia mais

Firewall. Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta

Firewall. Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta Tutorial Firewall em Linux Acadêmicos: Felipe Zottis e Cleber Pivetta Firewall Firewall é um quesito de segurança com cada vez mais importância no mundo da computação. À medida que o uso de informações

Leia mais

Redes de Computadores II INF-3A

Redes de Computadores II INF-3A Redes de Computadores II INF-3A 1 ROTEAMENTO 2 Papel do roteador em uma rede de computadores O Roteador é o responsável por encontrar um caminho entre a rede onde está o computador que enviou os dados

Leia mais

Fundamentos dos protocolos internet

Fundamentos dos protocolos internet Fundamentos dos protocolos internet - 2 Sumário Capítulo 1 Fundamentos dos protocolos internet...3 1.1. Objetivos... 3 1.2. Mãos a obra...4 Capítulo 2 Gerenciando... 14 2.1. Objetivos... 14 2.2. Troubleshooting...

Leia mais

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host

Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Laboratório - Visualização das tabelas de roteamento do host Topologia Objetivos Parte 1: Acessar a tabela de roteamento de host Parte 2: Examinar as entradas da tabela de roteamento de host IPv4 Parte

Leia mais

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1

Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW. Free Powerpoint Templates Page 1 Segurança na Web Capítulo 6: Firewall Prof. Roberto Franciscatto 4º Semestre - TSI - CAFW Page 1 Introdução Qual a função básica de um firewall? Page 2 Introdução Qual a função básica de um firewall? Bloquear

Leia mais

i) configurar uma rede local sem-fio (WLAN) ii) investigar o funcionamento e desempenho da WLAN iii) criar um enlace sem-fio ponto-a-ponto

i) configurar uma rede local sem-fio (WLAN) ii) investigar o funcionamento e desempenho da WLAN iii) criar um enlace sem-fio ponto-a-ponto Laboratório de IER 11 o experimento Objetivo: Introdução i) configurar uma rede local sem-fio (WLAN) ii) investigar o funcionamento e desempenho da WLAN iii) criar um enlace sem-fio ponto-a-ponto O padrão

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios

Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Objetivos Detalhar conceitos sobre o sistema operacional Linux; Operar comandos básicos de sistemas Linux em modo Texto; Realizar a manutenção de arquivos

Leia mais

Roteamento avançado. e controle de banda em Linux

Roteamento avançado. e controle de banda em Linux e controle de banda em Linux Hélio Loureiro Sumário Sintaxe Exemplo Sintaxe Exemplo NOTA: os exemplos são baseados na distribuição Debian mas funcionam similarmente em todas as

Leia mais

Virtual Hosts. João Medeiros (joao.fatern@gmail.com) 1 / 12

Virtual Hosts. João Medeiros (joao.fatern@gmail.com) 1 / 12 Virtual Hosts João Medeiros (joao.fatern@gmail.com) 1 / 12 Uma pessoa pode ser conhecida por muitos nomes Um servidor WEB também No Apache, cada identidade é identificada pela diretiva Dependendo

Leia mais

i) configurar uma rede local sem fio (WLAN) ii) investigar o funcionamento e desempenho da WLAN iii) criar um enlace sem fio ponto a ponto

i) configurar uma rede local sem fio (WLAN) ii) investigar o funcionamento e desempenho da WLAN iii) criar um enlace sem fio ponto a ponto Laboratório de IER 10 o experimento Objetivo: Introdução i) configurar uma rede local sem fio (WLAN) ii) investigar o funcionamento e desempenho da WLAN iii) criar um enlace sem fio ponto a ponto O padrão

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Sistema Operacional Linux > Firewall NetFilter (iptables) www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução O firewall é um programa que tem como objetivo proteger

Leia mais

Wireshark Lab: DNS. Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark.

Wireshark Lab: DNS. Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Wireshark Lab: DNS Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Como descrito na seção 2.5 do livro, o Domain Name

Leia mais

Instalando e usando o Document Distributor 1

Instalando e usando o Document Distributor 1 Instalando e usando o 1 O é composto por pacotes de software do servidor e do cliente. O pacote do servidor deve ser instalado em um computador Windows NT, Windows 2000 ou Windows XP. O pacote cliente

Leia mais

Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I

Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I Alfamídia Linux: Administração de Redes em ambiente Linux I UNIDADE 1 - CONCEITOS BÁSICOS DE REDES... 3 1.1 TCP/IP - O INÍCIO... 3 1.2 ENTENDENDO O IP... 3 1.3 ENTENDENDO O GATEWAY DE REDE... 5 1.4 O SERVIDOR

Leia mais

Tutorial configurando o dhcp no ubuntu ou debian.

Tutorial configurando o dhcp no ubuntu ou debian. Tutorial configurando o dhcp no ubuntu ou debian. Pré requisitos para pratica desse tutorial. Saber utilizar maquina virtual no virtual Box ou vmware. Saber instalar ubuntu ou debian na maquina virtual.

Leia mais

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços

Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Curso de extensão em Administração de sistemas GNU/Linux: redes e serviços Italo Valcy - italo@dcc.ufba.br Gestores da Rede Acadêmica de Computação Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal

Leia mais

Necessidades de Gerenciamento: Software de Gerenciamento:

Necessidades de Gerenciamento: Software de Gerenciamento: Necessidades de Gerenciamento: - Por menor e mais simples que seja, uma rede de computadores precisa ser gerenciada a fim de garantir, aos seus usuários, a disponibilidade de serviços a um nível de desempenho

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto

Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Sistema Operacional Unidade 12 Comandos de Rede e Acesso Remoto Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 Protocolo de rede... 3 Protocolo TCP/IP... 3 Máscara de sub-rede... 3 Hostname... 3

Leia mais

Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente?

Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? Conteúdo 1 Comandos Básicos Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? a) shutdawn b) shutdown t now c) shutdown r now d) shutdwon h now e) shutdown h now Questão 2: Que comando

Leia mais

Entregar um relatório respondendo as questões propostas e principais observações feitas durante a prática (para os itens 1, 3, 4, 5, 6 e 7).

Entregar um relatório respondendo as questões propostas e principais observações feitas durante a prática (para os itens 1, 3, 4, 5, 6 e 7). EN3611 Segurança de Redes Prof. João Henrique Kleinschmidt Prática 2 Certificados digitais e Linux-TCP/IP Entregar um relatório respondendo as questões propostas e principais observações feitas durante

Leia mais

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III

APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III APOSTILA DE REDES DE COMPUTADORES PARTE - III 1 REDE DE COMPUTADORES III 1. Introdução MODELO OSI ISO (International Organization for Standardization) foi uma das primeiras organizações a definir formalmente

Leia mais

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 6 Firewall e Proxy

Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 6 Firewall e Proxy Projeto e Instalação de Servidores Servidores Linux Aula 6 Firewall e Proxy Prof.: Roberto Franciscatto Introdução FIREWALL Introdução Firewall Tem o objetivo de proteger um computador ou uma rede de computadores,

Leia mais

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores

Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Laboratório de IER 7 o experimento Objetivo: Criar redes locais virtuais (VLANs) usando switches e computadores Introdução LANs Ethernet (padrão IEEE 802.3 e extensões) atualmente são construídas com switches

Leia mais

Arquitetura de Rede de Computadores

Arquitetura de Rede de Computadores TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador

Leia mais

Instalação e configuração Linux CentOS 6.x

Instalação e configuração Linux CentOS 6.x Instalação e configuração Linux CentOS 6.x Objetivo: Instalar e configurar o sistema operacional Linux CentOS e efetuar suas configurações iniciais. 1- Abra o Virtuabox e clique em novo, e configure conforme

Leia mais

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel

ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser

Leia mais

Guia de Atualização Release FoccoERP 2014

Guia de Atualização Release FoccoERP 2014 Guia de Atualização Release FoccoERP 2014 02/06/2014 Índice ÍNDICE... 2 APRESENTAÇÃO... 3 INTRODUÇÃO... 4 PROCESSO DE INSTALAÇÃO... 4 ATUALIZANDO UM SEGUNDO AMBIENTE... 21 Página 2 de 22 Apresentação Este

Leia mais

LABORATÓRIO V. NAT E FIREWALL Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135

LABORATÓRIO V. NAT E FIREWALL Documento versão 0.1. Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 LABORATÓRIO V NAT E FIREWALL Documento versão 0.1 Aluno: Paulo Henrique Moreira Gurgel #5634135 Orientado pela Professora Kalinka Regina Lucas Jaquie Castelo Branco Julho / 2010 Laboratório V NAT e Firewall

Leia mais

Segurança de Redes. Firewall. Filipe Raulino filipe.raulino@ifrn.edu.br

Segurança de Redes. Firewall. Filipe Raulino filipe.raulino@ifrn.edu.br Segurança de Redes Firewall Filipe Raulino filipe.raulino@ifrn.edu.br Introdução! O firewall é uma combinação de hardware e software que isola a rede local de uma organização da internet; Com ele é possível

Leia mais

Laboratório 9.3.6 Configurando o roteamento Inter-VLAN

Laboratório 9.3.6 Configurando o roteamento Inter-VLAN Laboratório 9.3.6 Configurando o roteamento Inter-VLAN Objetivo Criar uma configuração básica de switch e verificá-la. Criar várias VLANs, nomeá-las e atribuir várias portas a elas. Criar uma configuração

Leia mais

Instalando e Executando o Siprev em Ambiente Linux Versão SIPREV 2.1.13

Instalando e Executando o Siprev em Ambiente Linux Versão SIPREV 2.1.13 Instalando e Executando o Siprev em Ambiente Linux Versão SIPREV 2.1.13 INSTALL 2010-05-20 ================================================== Instalando e Executando o Siprev em Ambiente Linux ATENÇÃO:

Leia mais

OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados

OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados Endereçamento IP V.4 e Roteamento Estático Pedroso 4 de março de 2009 1 Introdução OS endereços IP v.4 consistem em 4 octetos separados por pontos. Estes endereços foram separados em 5 classes, de acordo

Leia mais

III WTR do POP-BA III Workshop de Tecnologias de Redes Ponto de Presença da RNP na Bahia Instrutor: Ibirisol Fontes Monitor: Jundaí Abdon.

III WTR do POP-BA III Workshop de Tecnologias de Redes Ponto de Presença da RNP na Bahia Instrutor: Ibirisol Fontes Monitor: Jundaí Abdon. III WTR do POP-BA III Workshop de Tecnologias de Redes Ponto de Presença da RNP na Bahia Instrutor: Ibirisol Fontes Monitor: Jundaí Abdon Prática 1 Cenário: Na figura acima temos uma pequena rede, que

Leia mais

Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração

Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração Elaboração de Script de Firewall de Fácil administração Marcos Monteiro http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br IPTables O iptables é um firewall em NÍVEL DE PACOTES e funciona baseado

Leia mais