AIDS: O PRECONCEITO NO CONTEXTO FAMILIAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AIDS: O PRECONCEITO NO CONTEXTO FAMILIAR"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO PROJETO A VEZ DO MESTRE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TERAPIA DE FAMÍLIA AIDS: O PRECONCEITO NO CONTEXTO FAMILIAR por CAMILA DA SILVA FERREIRA RIO DE JANEIRO AGOSTO 2001

2 2 CAMILA DA SILVA FERREIRA AIDS: O PRECONCEITO NO CONTEXTO FAMILIAR Monografia apresentada como requisito para a conclusão do curso de Pós- Graduação em Terapia de Família. ORIENTADOR: ANTÔNIO FERNANDO VIEIRA NEY RIO DE JANEIRO AGOSTO 2001

3 À minha família pelo apoio de sempre. 3

4 4 Agradeço a todos aqueles que direta e indiretamente contribuíram para a elaboração deste trabalho.

5 5 RESUMO A presente investigação buscou analisar as inter-relações entre o portador do vírus HIV ou da AIDS e preconceito no contexto familiar. Para tal optou-se por colher depoimentos de pessoas que vivem com o HIV ou com a AIDS, sendo descritas situações que podem ser configuradas como preconceituosas e que ferem os direitos humanos. Neste cenário, as ações das organizações em defesa das pessoas com AIDS vêm sendo essenciais e estratégicas, possibilitando o fortalecimento pessoal, a identificação e a coletivização de problemas e interesses comuns, contribuindo com as políticas de assistência e prevenção e reforçando a defesa dos direitos humanos, na perspectiva de uma sociedade mais justa, igualitária e solidária. Palavras-chave: AIDS, preconceito, família, direitos humanos.

6 6 ABSTRACT The present investigation looked for to analyze the interrelations among the bearer of the virus HIV or of the AIDS and prejudice in the family context. For such it opted to pick people's depositions that live with HIV or with the AIDS, being described situations that can be configured as prejudice actions and that hurt the human rights. In this scenery, the actions of the organizations in the people's defense with AIDS are being essential and strategic, making possible the personal invigoration, the identification and the collectivization of problems and common interests, contributing with the politics of attendance and prevention and reinforcing the defense of the human rights, in the perspective of a society fairer, equalitarian and solidary. Keyword: AIDS, prejudice, family, human rights.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO HISTÓRICO DA AIDS Os Primeiros Medicamentos Brasil: a História da Prevenção e do Tratamento O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO A AIDS E A FAMÍLIA 22 CONCLUSÃO 37 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 40 ANEXO I CONCEITUAÇÃO E EPIDEMIOLOGIA DA AIDS 46 ANEXO II DECLARAÇÃO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DA PESSOA PORTADORA DO VÍRUS DA AIDS 51

8 8 INTRODUÇÃO Da mesma maneira que a loucura, a AIDS coloca em xeque a onipotência médica e suas práticas de controle sobre a vida, desvelando as fronteiras entre terapêuticas e ideologias. Foi a partir do conhecimento de inúmeras situações de preconceito experienciadas por pessoas com AIDS que o aprofundamento desta temática se tornou central nos meus interesses. As conquistas democráticas, assim como dos direitos humanos, têm colocado para a humanidade o desafio do repúdio à violência, em especial para os profissionais de saúde, que são chamados ora a assistir a seus efeitos, ora a remediar fatos tão diversos como as conseqüências da falta de condições dignas de vida e suas repercussões sobre a saúde. Outras vezes, são estes mesmos profissionais os responsáveis por sofrimentos desnecessários. Se a AIDS despertou e trouxe à tona morais hipócritas e repressivas, favoreceu também reações de grupos identitários, com uma força e intensidade raramente vistas nas organizações civis do mundo ocidental. Inicialmente, os grupos gays americanos e, logo em seguida, os europeus, mostraram suas caras, exigindo direitos, respeito,

9 9 tratamentos, adequação das ações de prevenção e investimentos em pesquisas. Dadas as especificidades da cultura e dos movimentos sociais de cada país, o poder instituinte da sociedade fez com que as políticas relativas ao controle da epidemia não se reduzissem aos registros médicos biologizantes. A AIDS chega ao Brasil nos primeiros anos da década de 80, inicialmente vista como doença de gays ricos, passando-se vários anos até que fosse oficialmente assumida como um grave problema de saúde pública. (Daniel e Parker, 1991:13-26 e Parker, 1994:17-48). Como em outros lugares do mundo, os discursos científicos sobre a AIDS (e divulgados nos meios de comunicação, freqüentemente de forma distorcida) vieram reforçar velhos estigmas e preconceitos contra grupos já previamente marginalizados (Daniel e Parker, 1991: ). Associando marginalidade e perigo, inicialmente os homossexuais e, em poucos anos, prostitutas, presos, drogadictos e pessoas que vivem nas ruas tiveram suas imagens acopladas à da AIDS. A história da AIDS no Brasil foi marcada por medos, preconceitos e injustiças. A culpabilização e acusação desse outro (op. cit.:37) marginalizado ajudava a negar os perigos reais de contágio e a justificar medidas discriminatórias em vários espaços sociais. Num país caracterizado por profundas desigualdades sociais, essas posturas se entrelaçam com o que Jurandir Costa denominou alheamento em relação ao outro, onde a naturalização da miséria social reinante, implica não ver o outro como um semelhante em humanidade, levando pobres e miseráveis a não serem percebidos como pessoas morais. Neste caso, o agente deste alheamento sequer se dá conta da qualidade violenta de seus atos (Costa, 1997:71). Em maio de 1985, uma portaria do governo criou a Divisão Nacional de Controle de DST/AIDS no Ministério da Saúde, mas somente no final de 1986 foi publicada a portaria que estabelece a notificação compulsória dos casos de AIDS. Apesar deste fato, sabemos que a subnotificação foi muito expressiva nos primeiros anos de controle da epidemia. O medo da recusa social fez com que vários indivíduos doentes permanecessem na clandestinidade e isolamento. Na década de 90, a obrigatoriedade da notificação para o recebimento do AZT e, atualmente, para o recebimento dos novos coquetéis, faz com que estejamos um pouco mais próximos dos

10 10 possíveis números reais da epidemia no Brasil, apesar das inúmeras dificuldades ainda existentes relativas às notificações. Principalmente a partir da segunda metade da década de 80, inúmeras reportagens foram aparecendo, denunciando recusas em oferecer assistência a pacientes com AIDS hospitais e clínicas, públicas e privadas, ou mesmo tentativas de exclusão de pessoas soropositivas ao HIV de suas cidades (Isto É, Senhor, 1988:48-51). Segundo Cardia (1995:19), no Brasil, não ocorreu a universalização das leis (ou seja, a cidadania não é universal) e a não extensão dos direitos humanos às camadas mais pobres da população mantém forte a hierarquização social. Esta, alimentada pelo paternalismo, pela super exploração e economia de subsistência que vigora para uma grande parcela da população, impede o desenvolvimento da identidade de grupo, não permitindo reconhecer que as dificuldades vividas são coletivas e não individuais. É também quando os discursos e práticas neoliberais aspiram uma maior hegemonia, desconsiderando a importância do Estado democrático enquanto mediador das possibilidades de promoção da justiça social, deixando ao mercado a tarefa de equacionar as desigualdades, que nos aproximamos da violência aos direitos humanos. Sendo a AIDS a primeira epidemia mundial a ocorrer na era moderna dos direitos humanos, sua primeira década de existência foi marcada pelo diálogo e também pelo conflito entre as abordagens ditas tradicionais de saúde pública e as pressões pelo respeito aos direitos humanos (Mann et al., 1992:241). Como sempre acontece nos direitos humanos, as legislações para proteger os direitos e liberdades individuais foram reações às violações. Em nosso país, somente em 1987/1988 tiveram início campanhas educativas em escala nacional, que, na verdade, mais reforçaram a associação AIDS/morte do que propriamente despertaram aspectos favoráveis à prevenção. No crescimento das lutas por direitos, também aqui grupos se estruturaram em organizações não-governamentais (ONG), questionando as falas científicas da AIDS e as políticas oficiais, exigindo respostas diversas (Galvão, 1997:69-98). O lema da solidariedade, apontando, por um lado, a tolerância com a diversidade e, por outro, a necessidade de inclusividade, se apresenta como um ideal e também como estratégia, pois, no caso da AIDS, deixar grupos relegados ao gueto é afastá-los das possibilidades preventivas e assistenciais e, ao mesmo tempo, ampliar os riscos gerais de infecção (Parker, 1994:19).

11 11 No Brasil, onde, segundo Noronha (1994:18), estima-se que cerca de 34 milhões de brasileiros (22% da população) não têm acesso a serviços de saúde de qualquer natureza, constatamos que a oferta de serviços públicos (certamente não só de saúde) é inexistente para uma grande parcela da população. A década de 90 inicia em meio a um grande marasmo de ações políticas oficiais referentes à AIDS, enquanto que a pressão civil para que as mesmas aconteçam aumenta. Em 1992, o Ministério da Saúde, via PN/DST/AIDS, (Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS) inicia negociações com o BIRD (Banco Interamericano de Desenvolvimento) com vistas a um financiamento de três anos que favorecesse a implantação de ações básicas de monitoramento e controle da epidemia. Com quatro componentes principais de financiamento (assistência, prevenção, desenvolvimento institucional e vigilância epidemiológica), a referida iniciativa vem sendo efetivada em todos os estados brasileiros, principalmente a partir de Estes recursos passam a integrar a dívida externa brasileira (com juros diferenciados, mais baixos) e condicionam que 20% dos mesmos sejam alocados como contrapartida do governo brasileiro. Este financiamento teve (e tem) a peculiaridade de poder aplicar-se também a trabalhos desenvolvidos por ONGs que efetivamente vinham atuando na prevenção ao HIV e no apoio a pessoas infectadas para o HIV ou com AIDS. Em que pesem as grandes dificuldades políticas e administrativas para o gerenciamento dos recursos, os mesmos vêm possibilitando a implantação da oferta de alguns serviços (a partir de treinamentos de recursos humanos, equipamentos e insumos básicos), mostrando-se, no entanto, insuficientes face ao crescimento da epidemia e sem conseguir alterar significativamente o imaginário social, onde a AIDS ainda parece ser vivida como a doença do outro. Kalichman (1994: 20-26) tem destacado que a AIDS vem perdendo sua faceta de espetáculo dos diferentes, tornando-se cada vez mais uma das epidemias dos indiferenciados. Segundo ele, este termo é utilizado por profissionais de saúde de São Paulo para designarem a clientela pobre de negros, mulheres, nordestinos e crianças. Nesta medida, ele constata, sua crescente banalização. Buscar romper com a indiferença com que são tratados os problemas enfrentados por pessoas com AIDS, dando-lhes o valor devido à condição humana, constitui uma das estratégias desta investigação. Para isto, a noção de vulnerabilidade adquire

12 12 contornos fundamentais: aplica-se tanto a indivíduos ou segmentos sociais com pouca ou nenhuma capacidade para decidir sobre suas situações de risco, quanto a pessoas infectadas ou doentes que não têm garantido o acesso a serviços ou recursos sociais. Seguindo esta perspectiva, esta dissertação teve como objetivo geral investigar as diferentes formas de preconceito, em especial no contexto familiar, encontradas no cotidiano das pessoas com AIDS ou soropositivas para o HIV. 1. HISTÓRICO DA AIDS De acordo com um documento publicado em 1999 no "Cadernos juventude, saúde e desenvolvimento", do Ministério da Saúde, editado pelas profissionais Vera Lopes dos Santos e Cledy Eliana dos Santos, da Unidade de Prevenção da Coordenação Nacional de DST e Aids do Ministério, o primeiro caso de AIDS registrado no mundo foi no início da década de 80. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, contudo, foi descrita em Entretanto, segundo Randy Shilts (1987), no dia 12 de dezembro de 1977, morria aos 47 anos, a médica e pesquisadora dinamarquesa, Margrethe P. Rask. Ela havia estado na África, estudando sobre o Ebola e começara a apresentar diversos sintomas estranhos para a sua idade. A autópsia revelou que os pulmões estavam repletos de microorganismos, que ocasionaram um tipo de pneumonia e vieram a asfixia-la. Contudo, a pergunta que pairava era: ninguém morria em função disso, o que estaria acontecendo? Historicamente, talvez esse seja o primeiro caso descrito de morte por decorrência da AIDS. Os primeiros casos foram reconhecidos nos Estados Unidos, em função de um conjunto de sintomas (Sarcoma de Kaposi e Pneumonia pelo Pneunocistis carinii) em

13 13 pacientes homossexuais masculinos provenientes de grandes cidades norte-americanas (Nova York, Los Angeles e São Francisco). Embora estes sintomas já fossem conhecidos anteriormente, no seu conjunto apresentavam características próprias: a pneumocistose, por exemplo, ocorria em pacientes com câncer em estágios avançados (foi a doença que atingiu a médica dinamarquesa); já o Sarcoma de Kaposi era bem conhecido entre idosos procedentes da bacia do mediterrâneo. Eles nunca haviam sido observados, até então, ao mesmo tempo, em pacientes homossexuais masculinos sem histórico de outras doenças. Diante deste quadro, o CDC (Centers for Disease Control and Prevention), o órgão de vigilância epidemiológica norte-americano, passou a estudar a doença e definir o seu perfil clínico e epidemiológico. Como a incidência, no início, era predominantemente entre homossexuais, suspeitou-se que houvesse relação entre a doença e este estilo de vida. No entanto, não tardaram a surgir casos entre heterossexuais e crianças recém-nascidas. Apesar disso, as principais características epidemiológicas continuaram sugerindo que a doença era infecciosa, transmitida por via sexual, vertical e parental. Com o agravamento da disseminação da AIDS, muitos estudos foram iniciados na tentativa de identificar-se o agente etiológico da doença, possivelmente um vírus. Num primeiro momento, os vírus Citomegalovírus, Epstein-Barr e Hepatite B foram os maiores suspeitos. Não demorou para que os cientistas se dessem conta de que se tratava de fato de um vírus novo. No ano de 1982, pesquisadores do CDC estavam colhendo dados a respeito de nomes de pessoas homossexuais que houvessem mantido relações sexuais entre si, a fim de mapearem aquela doença, até então não compreendida em relação à sua forma de transmissão. Grande parte das pessoas entrevistadas relata haver conhecido um mesmo homem, um comissário de bordo de origem franco-canadense, Getan Dugas. Mais tarde, como escreveu Shilts, este homem passou a ser conhecido como o paciente zero, a partir de quem a doença teria cruzado o oceano atlântico. Somente em 1984, quando milhares de americanos já haviam contraído a doença, que o retrovírus, considerado agente etiológico da AIDS, foi descoberto. Dois grupos de cientistas reclamaram ter sido o primeiro a descobri-lo, um do Instituto Pasteur de Paris, chefiado pelo Dr. Luc Montangnier e o outro dos Estados Unidos,

14 14 chefiado pelo Dr. Robert Gallo. O fato é que uma das pesquisadoras do Instituto Pasteur de Paris, Françoise Barre-Sinoussi, conseguiu cultivar um retrovírus em laboratório e enviou o material para o laboratório de Robert Gallo, para que este confirmasse o seu achado, por se tratar de um eminente cientista. Com base neste material, Gallo divulgou a descoberta como se fosse sua, vindo a retratar-se somente no início da década de 90. Gallo é um importante virologista, e já havia identificado outros dois retrovírus, o HTLV 1 e o HTLV 2 (Human T Leukemia-limphoma vírus type 1 and 2) e, por isso, o agente etiológico da AIDS foi inicialmente conhecido, nos Estados Unidos, como HTLV 3. Na França, ele foi reconhecido como LAV, associado a linfadenopatia. Depois das disputas da comunidade científica serem devidamente esclarecidas, chegouse ao consenso de denomina-lo HIV, ou, em português, vírus da imunodeficiência humana. Em 1985 estava no mercado um teste sorológico de metodologia imunoenzimática, para diagnóstico da infecção pelo HIV que podia ser utilizado para triagem em bancos de sangue. Após um período de conflitos de interesses políticoeconômicos, esse teste passou a ser usado mundo afora e diminuiu consideravelmente o risco de transmissão transfusional do HIV. 1.1 Os Primeiros Medicamentos Em 1986, foi aprovada pelo órgão norte-americano de controle sobre produtos farmacêuticos FDA (Food and Drug Administration), a primeira droga antiviral, a azidotimidina ou AZT. Este revelou um impacto discreto sobre a mortalidade geral de pacientes infectados pelo HIV. Em 1994, um novo grupo de drogas para o tratamento da infecção passou a ser estudado, os inibidores da protease. Estas drogas demonstraram potente efeito antiviral isoladamente ou em associação com drogas do grupo do AZT (daí a denominação "coquetel"). Houve diminuição da mortalidade imediata, melhora dos indicadores da imunidade e recuperação de infecções oportunistas. Ocorreu um estado de euforia, chegando-se a falar na cura da AIDS. Entretanto, logo se percebeu que o tratamento combinado (coquetel) não eliminava o vírus do organismo dos pacientes. Some-se a isso

15 15 também os custos elevados do tratamento, o grande número de comprimidos tomados por dia e os efeitos colaterais dessas drogas. A despeito desses inconvenientes, o coquetel reduziu de forma significativa a mortalidade de pacientes com AIDS. Atualmente, na área, há duas linhas principais de pesquisa: uma busca uma vacina eficaz, visando imunizar os indivíduos pertencentes a populações sob risco; e outra visando buscar drogas antivirais mais potentes e com menos efeitos colaterais, visando erradicar o vírus do organismo de pacientes infectados. Os resultados com os antivirais têm sido melhores, entretanto dificilmente a AIDS será curada farmacologicamente. As esperanças depositam-se no desenvolvimento de uma vacina eficaz. Infelizmente, até o momento não há relatos promissores sobre vacinas. 1.2 Brasil: a História da Prevenção e do Tratamento No Brasil, os primeiros casos confirmados ocorreram em São Paulo, em Foi no Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, que o primeiro caso de AIDS do país foi atendido. De lá até os dias atuais, cerca de pessoas contaminadas pelo vírus já passaram pelo Instituto, de acordo com informações do próprio Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Para atender pacientes de AIDS o Instituto teve que se adequar. Seu laboratório é considerado um dos melhores do serviço público do país no tocante à AIDS e à outras epidemias. Por seu hospital dia passam semanalmente cem pessoas que embora tenham o vírus da AIDS e precisem de cuidados especiais como medicações injetáveis específicas, não precisam de internação. O atendimento prestado pelo Hospital Dia do Emílio Ribas é tido como referência de bom serviço e outros idênticos já foram implantados em vários outros locais. No entanto, embora as realizações do Instituto tenham sido muitas, alguns entraves parecem intransponíveis para seus próprios profissionais. Apesar de ter um dos mais bem equipados centros cirúrgicos de São Paulo, o hospital ainda não consegue realizar o parto das gestantes portadoras do vírus da AIDS. De acordo com informações do Instituto, "o trabalho operacional gerado pelo doente de AIDS fez com que o Instituto se adequasse. As condições de trabalho se

16 16 mostraram precárias, o número de funcionários deficiente, e o custo do doente para o Estado quase inviável". Para se ter uma idéia do volume de trabalho que a AIDS representa para um hospital, um paciente de AIDS internado pode precisar de até dez trocas num dia. "O trabalho é exaustivo. Além da exaustão o funcionário do Ribas deparou com outro problema: se por um lado a epidemia de meningite foi trabalhosa, o paciente quando atendido rapidamente sobrevivia, o mesmo não acontecia com o doente de AIDS anos atrás. Esta impotência angustiava não só funcionários, mas principalmente aos pacientes", explica o Instituto em seu próprio histórico, do qual a AIDS é um capítulo à parte. Os números do Instituto de Infectologia Emílio Ribas são mesmo impressionantes. Atende-se 100 pessoas por semana no Hospital Dia, 250 internadas, das quais mais de 60% com AIDS, o que resulta em mais de atendimentos/mês dos quais pelo menos são para doentes de AIDS. Com estes dados, não impressiona o aumento do quadro funcional: se em 1992 eram 900 funcionários, atualmente são Somente entre o corpo médico, saltou-se de 101 médicos em 1992 para 280 em 96. No entanto, denuncia o próprio Instituto, ainda não é suficiente o número de pessoas e muito menos os seus baixos salários, o que provoca uma alta rotatividade. O Instituto calcula que cada paciente internado custa ao Estado cerca de R$ 600,00 por dia e que quando ele precisa de UTI este custo sobe para R$ 1.500,00. Entre 1980 e 1999, o Ministério da Saúde, através de seu Boletim Epidemiológico, notificou casos de Aids, dos quais 13%, ou , referem-se a pessoas entre 15 e 24 anos. A faixa mais atingida, no entanto, situa-se entre os 25 e 34 anos, com 43,23% dos casos: Partindo-se do pressuposto que o portador de HIV pode viver em média 10 anos sem apresentar sintomas, o número de casos que foram contaminados entre os 15 e 24 anos pode ser elevado, sendo primordial que esta faixa etária seja atingida com ações de prevenção. Entre as tendências mais dramáticas da epidemia, cabe ressaltar o aumento da infecção por mulheres heterossexuais casadas (ou com parceiros fixos) e as populações de baixa renda, afetadas diretamente pela exclusão social, cultural e econômica. Aumentando o número de mulheres infectadas, proporcionalmente aumenta também o número de crianças contaminadas verticalmente (através da gravidez).

17 17 A segunda fase das políticas de prevenção abrange o período entre a criação do Programa Nacional de AIDS ( ) até 1990, sendo caracterizada a ação da esfera governamental com uma abordagem pragmática e mais técnica da epidemia. Nesse período, o setor de Saúde tentava envolver outros setores (por exemplo, o Ministério da Educação, do Trabalho e da Justiça) na questão do combate à AIDS (Teixeira, 1997). A intenção era de reunir esforços para o desenvolvimento de políticas nacionais na luta contra a doença. Pretendia-se alertar que a AIDS não deveria ser vista como um problema da área de Saúde, mas uma questão nacional. Nesse período, a abordagem preventiva pode ser caracterizada como buscando a prevenção, através do repasse de informação, através de aulas teóricas, palestras e distribuições de panfletos informativos. Há, porém, uma diferença marcante entre esses dois períodos: enquanto no primeiro ainda não existia um corpo teórico sólido em relação aos conhecimentos da virologia e epidemiologia da AIDS, sendo atribuído a esse fato o fracasso desses programas, no segundo período, esse corpo teórico se apresenta muito desenvolvido e sólido. Entretanto, mesmo assim, esse tipo de programa preventivo ainda se mostrava sem sucesso. A terceira fase das respostas políticas à AIDS, segundo o mesmo analista, iniciase em 1990, de forma contrária às expectativas nacionais, desestruturando o Programa Nacional, comprometendo, entre outras coisas, a própria vigilância sanitária, fragilizando as articulações com os estados, com as ONGs e outras instituições. Nesse período, é vinculada ao movimento uma campanha nacional sob o tema "Se você não se cuidar, a AIDS vai te pegar"; como afirma Teixeira (1997: 63), "retirava toda a esperança das pessoas infectadas e pretendia estimular atitudes e práticas seguras, entre os não-afetados, utilizando a ameaça: a AIDS mata". A quarta fase compreende desde 1992 até os dias atuais (1999), com a reorganização do Programa Nacional de AIDS no Ministério da Saúde. Essa fase pode ser entendida como um processo no qual rivalidades e disputas foram deixadas de lado, a fim de intensificar e fortalecer a cooperação de todos que estão na luta contra a AIDS (Parker, 1997). Inicia-se uma negociação do Programa Nacional com o Banco Mundial, a fim de desenvolver um projeto para a prevenção e controle da AIDS. O Programa Nacional passou a ser o principal financiador dos projetos desenvolvidos em todo país. No tocante às abordagens preventivas, esse período apresenta três formas de trabalho:

18 18 campanhas de redução de danos, campanhas que induzem ao uso do preservativo e campanhas que buscam, através da escolha pessoal e da responsabilidade social, a prevenção da AIDS. Essa abordagem, por suas características e objetivos, exige profissionais altamente capacitados, um longo período de execução, culminando num alto custo financeiro. Por essa última razão, são poucas as instituições que conseguem desenvolver um projeto com essa abordagem. 2. O PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO O verbete "aidético" embora muito utilizado, principalmente no meio jurídico e parlamentar, além de não existir oficialmente em nosso idioma (o Português falado no Brasil) é considerado agressivo, rotula discriminação e preconceito. Os termos adequados, lícitos e politicamente corretos para uma pessoa com sorologia positiva para o HIV são respectivamente: soropositivos, HIV positivo ou portador do HIV. Historicamente é muito comum se atribuir ao próprio doente a responsabilidade pela doença que o vitimou, associando-se ao seu modo de vida, hábitos e costumes, que muitas vezes são considerados, por parte da sociedade não apenas como diferentes mas, desviantes ou desregrados. A partir de então surge a idéia, hoje combatida, dos chamados "grupos de risco". Identificar responsáveis é uma maneira simplista de explicar o que não se compreende, e também uma atividade "terapêutica" pois uma vez achados os "culpados" os demais estão automaticamente eximidos de toda e qualquer responsabilidade. No inconsciente coletivo esses indivíduos deveriam então ser penalizados pelo seu delito e seus agravos. Diante de toda e qualquer epidemia há sempre um movimento acusatório de maior ou menor intensidade, variando de acordo com a gravidade. A responsabilidade e a culpa recaem invariavelmente sobre as minorias, os diferentes, pobres, fracos e

19 19 marginalizados, incapazes de oferecer resistência ou de se defender. Mas este tipo de comportamento não é novo, desde os tempos medievais quando a Peste Negra assolou a Europa, viajantes, judeus, leprosos e marginais foram os primeiros a ser responsabilizados pela disseminação da epidemia que dizimou grande parte da população. Os próprios tratados médicos da época, que versavam sobre a Peste Negra, evidenciavam a: "ação maléfica dos envenenadores". Não era incomum, naqueles tempos, os "culpados" serem não apenas expulsos, escorraçados da região, como também punidos severamente: humilhados, espancados, as vezes até sumariamente executados e queimados, arbitrariamente, para aplacar a ira dos indignados. É evidente, por mais incrível que possa parecer, que ainda nos dias de hoje, em vez de se adotar uma conduta consciente, solidária e construtiva diante da AIDS, ainda existem aqueles que são guiados pelo furor acusatório dos tempos feudais, e que buscam segregar "os culpados pelos pecados da humanidade", discriminando algumas minorias já bastante marginalizadas como os homossexuais, hemofílicos, usuários de drogas injetáveis e as prostitutas, por serem pessoas diferentes ou simplesmente mais vulneráveis. Luiz Fernando Conde Sangenis, ressalta com bastante lucidez, no seu livro: AIDS e Juventude: "Ainda que não aceitemos certos comportamentos e opções das pessoas, nem por isso estamos eximidos de respeita-las na sua dignidade humana, inclusive considerando os seus direitos inalienáveis". O livro Direito das Pessoas Vivendo com HIV e AIDS, publicado pelo Grupo PELA VIDDA em 1993, com o apoio da Fundação Ford e da Sociedade Viva Cazuza, retrata esta realidade de forma clara: "O fato da Infecção pelo HIV e AIDS ter sido detectada inicialmente em determinadas pessoas ou grupos sociais como os homossexuais masculinos e os usuários de drogas endovenosas, concorreu objetivamente para a estigmatização e a discriminação que, somadas à incurabilidade da doença (ou conjunto de doenças), determinaram para a pessoa com HIV e AIDS uma condenação não só à morte biológica, natural e reservada a todos, independente da sorologia para o HIV, mas, com muito mais rigidez, à morte civil, impedindo-a de exercer plenamente todos os seus direitos de cidadã. A AIDS deixa de ser uma doença para ser uma "pena" aplicada aos "criminosos morais".

20 20 Janete Hanan chama a atenção, em seu livro A Percepção Social da AIDS Raízes do Preconceito e da Discriminação, para essas disfunções: "As propagandas oficiais veiculadas ajudaram a gravar em letras maiúsculas e vermelhas: AIDS PEGA e AIDS MATA. O resultado mostra-se até hoje catastrófico: todos tem pavor do doente (esquecendo a doença), mas poucos sabem como preveni-la ou evitá-la". Ultimamente as campanhas oficiais melhoraram muito em qualidade, nível de informação e respeito aos portadores da AIDS, mas ainda não encontraram o melhor caminho para a educação e o atalho da prevenção. Por isso é muito importante salientar que a contaminação pelo HIV não está restrita aos chamados "grupos de risco". Qualquer pessoa, de qualquer grupo social, está sujeita a contrair o vírus. Ao mesmo tempo é preciso desmistificar e desdramatizar a doença: não se pega AIDS simplesmente pelo convívio diário com um soropositivo. Contatos diretos como aperto de mão, abraço e outros casuais, até mesmo o beijo não provoca contaminação. Também não se pega AIDS através de picadas de insetos, mordidas de animais, partilhando a mesma água da piscina, pelo uso comum de banheiros: privadas, pias, chuveiros, assentos e etc.. Muito menos no uso de utensílios domésticos como: talheres, pratos, toalhas, vestuário, roupa de cama e etc.. No local de trabalho, o vírus não circula pelo ar, não se transmite pelo espirro, tosse, suor, saliva, ou pelo uso de objetos comuns de trabalho. Cabe ressaltar que os únicos objetos pessoais de um soropositivo que não devem ser usados (compartilhados) por outras pessoas são os chamados perfuro cortantes, tais como: alicate de unha, de cutícula, lâminas de barbear e os de higiene pessoal: como escova de dentes, porque a utilização desses instrumentos pode ocasionar sangramento e os resíduos podem provocar contágio. Também é desaconselhado o compartilhamento das chamadas "toalhinhas íntimas" femininas porque estas guardam resíduos de secreção vaginal. Lamentavelmente, ainda é muito comum no meio social um soropositivo masculino que não seja hemofílico ou assumidamente gay, carregar sobre seus ombros o peso incômodo e desafortunado da desconfiança injustificada de parentes, amigos, ou terceiros, de que ele seja usuário de drogas injetáveis ou bissexual. As pessoas leigas ainda relutam em acreditar que os heterossexuais, mesmo àqueles que não se drogam, também podem ser contaminados pelo HIV. Para as mulheres, o fantasma de uma conduta promíscua, clandestina e do consumo de drogas pesará da mesma forma,

Nessa hora você não vai parar para pensar se sabe tudo sobre Aids

Nessa hora você não vai parar para pensar se sabe tudo sobre Aids Nessa hora você não vai parar para pensar se sabe tudo sobre Aids 1 a Aids reduz a imunidade A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids ou SIDA) não é a doença. Ela reduz a imunidade devido à ação

Leia mais

coleção Conversas #2 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #2 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. coleção Conversas #2 Positivo, o que e u faç o Deu Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo de facilitar

Leia mais

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Por Rodrigo Cunha 5 de junho de 1981. O Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos

Leia mais

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997.

017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. 017. Segunda-Feira, 05 de Julho de 1997. Acordei hoje como sempre, antes do despertador tocar, já era rotina. Ao levantar pude sentir o peso de meu corpo, parecia uma pedra. Fui andando devagar até o banheiro.

Leia mais

Entendendo o que é Gênero

Entendendo o que é Gênero Entendendo o que é Gênero Sandra Unbehaum 1 Vila de Nossa Senhora da Piedade, 03 de outubro de 2002 2. Cara Professora, Hoje acordei decidida a escrever-lhe esta carta, para pedir-lhe ajuda e trocar umas

Leia mais

Respire aliviado! Tuberculose tem cura

Respire aliviado! Tuberculose tem cura Respire aliviado! Tuberculose tem cura O que é tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio visível apenas ao microscópio, chamado Bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis).

Leia mais

Em algum lugar de mim

Em algum lugar de mim Em algum lugar de mim (Drama em ato único) Autor: Mailson Soares A - Eu vi um homem... C - Homem? Que homem? A - Um viajante... C - Ele te viu? A - Não, ia muito longe! B - Do que vocês estão falando?

Leia mais

Brasil vive "epidemia descontrolada" de Aids, diz presidente do Grupo Pela Vidda

Brasil vive epidemia descontrolada de Aids, diz presidente do Grupo Pela Vidda http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/06/08/brasil-vive-epidemiadescontrolada-de-aids-diz-presidente-do-grupo-pela-vidda.htm 08/06/201207h00 Brasil vive "epidemia descontrolada"

Leia mais

Gtp+ PROGRAMAS E PROJETOS Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+) Fundação em 2000, Recife-PE O Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo é a única ONG da Região Nordeste do Brasil coordenada

Leia mais

Instituto de Higiene e Medicina Tropical/IHMT. Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento/FLAD. Fundação Portugal - África

Instituto de Higiene e Medicina Tropical/IHMT. Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento/FLAD. Fundação Portugal - África Instituto de Higiene e Medicina Tropical/IHMT APOIO: Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento/FLAD Casa de Cultura da Beira/CCB CERjovem ATENÇAÕ MULHER MENINA! Fundação Portugal - África RESPOSTAS

Leia mais

Carrefour Guarujá. O que é DST? Você sabe como se pega uma DST? Você sabe como se pega uma DST? Enfermeira Docente

Carrefour Guarujá. O que é DST? Você sabe como se pega uma DST? Você sabe como se pega uma DST? Enfermeira Docente Carrefour Guarujá Bárbara Pereira Quaresma Enfermeira Docente Enfª Bárbara Pereira Quaresma 2 O que é DST? Toda doença transmitida através de relação sexual. Você sabe como se pega uma DST? SEXO VAGINAL

Leia mais

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a

Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a João do Medo Era uma vez um menino muito pobre chamado João, que vivia com o papai e a mamãe dele. Um dia, esse menino teve um sonho ruim com um monstro bem feio e, quando ele acordou, não encontrou mais

Leia mais

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um.

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um. coleção Conversas #10 - junho 2014 - Eu sou Estou garoto num de programa. caminho errado? Respostas para algumas perguntas que podem estar sendo feitas Garoto de Programa por um. A Coleção CONVERSAS da

Leia mais

O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP-SP) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores

O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP-SP) pronuncia o. seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores O Sr. CELSO RUSSOMANNO (PP-SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, transcorreram já mais de duas décadas desde que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Leia mais

Seis mulheres e o único desejo: um futuro diferente Entrevistadas denunciam desigualdade velada

Seis mulheres e o único desejo: um futuro diferente Entrevistadas denunciam desigualdade velada Terça-feira, 11 de março de 2014 Seis mulheres e o único desejo: um futuro diferente Entrevistadas denunciam desigualdade velada Nádia Junqueira Goiânia - Dalila tem 15 anos, estuda o 2º ano no Colégio

Leia mais

HIV / Aids Orientações para pacientes e familiares

HIV / Aids Orientações para pacientes e familiares HIV / Aids Orientações para pacientes e familiares Serviço de Enfermagem Cirúrgica Este manual contou com a colaboração de: professora enfermeira Isabel Cristina Echer; enfermeiras Beatriz Guaragna, Ana

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

VAMOS FALAR SOBRE. AIDS + DSTs

VAMOS FALAR SOBRE. AIDS + DSTs VAMOS FALAR SOBRE AIDS + DSTs AIDS A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) atinge indiscriminadamente homens e mulheres e tem assumido proporções assustadoras desde a notificação dos primeiros

Leia mais

Prefeito de São Bernardo do Campo: Hoje tem um show no Cedesc, às 18 horas (incompreensível).

Prefeito de São Bernardo do Campo: Hoje tem um show no Cedesc, às 18 horas (incompreensível). , Luiz Inácio Lula da Silva, durante a inauguração da República Terapêutica e do Consultório de Rua para Dependentes Químicos e outras ações relacionadas ao Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack São

Leia mais

A face visível da Aids. The visible face of Aids

A face visível da Aids. The visible face of Aids A face visível da Aids The visible face of Aids 1 Mirko D. Grmek, Histoire du Sida: debut et origine d'une pandémie actuelle Paris, Payot, 1989 e David, Black. The plague years: a chronicle of Aids, the

Leia mais

HIV e Estigma: como estamos hoje

HIV e Estigma: como estamos hoje HIV e Estigma: como estamos hoje PROF. DR. CLAUDIO GARCIA CAPITÃO Advento da AIDS 1º Caso: Hospital Emílio Ribas, 1982 Circulação Silenciosa do Vírus em meados de 70 Isolamento do vírus: Luc montagner:

Leia mais

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e

Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e Sexta Vida nova Jovens contam como superaram doenças graves. Depois de um câncer de mama aos 23 anos, Dolores Cardoso teve um filho, escreveu um livro e mudou o rumo da vida profissional FOLHA DA SEXTA

Leia mais

E X P E D I E N T E. GIV Grupo de Incentivo à Vida Rua Capitão Cavalcanti, 145 Vila Mariana São Paulo Fone: 5084-0255 giv@giv.org.br www.giv.org.

E X P E D I E N T E. GIV Grupo de Incentivo à Vida Rua Capitão Cavalcanti, 145 Vila Mariana São Paulo Fone: 5084-0255 giv@giv.org.br www.giv.org. 1 2 E X P E D I E N T E GIV Grupo de Incentivo à Vida Rua Capitão Cavalcanti, 145 Vila Mariana São Paulo Fone: 5084-0255 giv@giv.org.br www.giv.org.br Diretoria: Gilvane Casimiro Edson Arata Luiz Donizete

Leia mais

Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país

Você sabia que... Alguns fatos sobre o meu país Brasil Você sabia que... A pobreza e a desigualdade causam a fome e a malnutrição. Os alimentos e outros bens e serviços básicos que afetam a segurança dos alimentos, a saúde e a nutrição água potável,

Leia mais

ESSA CAMPANHA VAI COLAR!

ESSA CAMPANHA VAI COLAR! ESSA CAMPANHA VAI COLAR! O selo postal é um importante veículo de comunicação dos valores de uma sociedade. Com a emissão dos 8 (oito) selos apresentados nesta Cartilha, os Correios, por meio da Filatelia,

Leia mais

AIDS / Uma epidemia em expansão

AIDS / Uma epidemia em expansão A negociação da divisão de trabalho, no cuidado com a casa, com os filhos, com a alimentação e etc.. vem sendo um dos grandes assuntos debatidos entre casais nos tempos modernos. Ainda assim, freqüentemente

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Nesta unidade, analisaremos os aspectos específicos referentes

Leia mais

Cuidando da Minha Criança com Aids

Cuidando da Minha Criança com Aids Cuidando da Minha Criança com Aids O que é aids/hiv? A aids atinge também as crianças? Como a criança se infecta com o vírus da aids? Que tipo de alimentação devo dar ao meu bebê? Devo amamentar meu bebê

Leia mais

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Síndrome da Imunodeficiência Adquirida Síndrome : Conjunto de sinais e sintomas que se desenvolvem conjuntamente e que indicam a existência de uma doença. A AIDS é definida como síndrome porque não tem

Leia mais

Feminização traz desafios para prevenção da infecção

Feminização traz desafios para prevenção da infecção Feminização traz desafios para prevenção da infecção Por Carolina Cantarino e Paula Soyama A epidemia de Aids no Brasil, em seu início, na década de 1980, se caracterizava por afetar mais os homens. Acreditava-se

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

Glossário M DIA NO CAMPO DE FUTE-

Glossário M DIA NO CAMPO DE FUTE- O HIV (VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA) É UM VÍRUS QUE DANIFICA O SISTEMA DE DEFESA DO CORPO HUMANO. O HIV INFECTA AS CÉLULAS DO SISTEMA IMU- NOLÓGICO E DESTRÓI O SEU FUNCIONA- MENTO, LEVANDO À "IMUNODEFICIÊNCIA".

Leia mais

QUERO SABER... FIZ O TESTE E DEU ( POSITIVO ) Como é que uma pessoa se pode proteger do VIH/sida?

QUERO SABER... FIZ O TESTE E DEU ( POSITIVO ) Como é que uma pessoa se pode proteger do VIH/sida? Como é que uma pessoa se pode proteger do VIH/sida? Para NÃO APANHAR nas relações intimas e sexuais: 1. Não fazer sexo enquanto não se sentir preparado para usar o preservativo (pode experimentar primeiro

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência

5 ADOLESCÊNCIA. 5.1. Passagem da Infância Para a Adolescência 43 5 ADOLESCÊNCIA O termo adolescência, tão utilizado pelas classes médias e altas, não costumam fazer parte do vocabulário das mulheres entrevistadas. Seu emprego ocorre mais entre aquelas que por trabalhar

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F.

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ LUIZ SASSO FILHO PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL DIA AIDS EM BRASÍLIA D.F. BRASÍLIA DF 2009 PERFIL DOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ATENDIDOS NO HOSPITAL

Leia mais

Aids ou Sida? www.interaulaclube.com.br

Aids ou Sida? www.interaulaclube.com.br A UU L AL A Aids ou Sida? A Aids é uma das doenças mais comentadas e pesquisadas dos últimos anos. Mesmo com os avanços que os especialistas vêm obtendo, ainda falta explicar muitos de seus aspectos. A

Leia mais

Superando Seus Limites

Superando Seus Limites Superando Seus Limites Como Explorar seu Potencial para ter mais Resultados Minicurso Parte VI A fonte do sucesso ou fracasso: Valores e Crenças (continuação) Página 2 de 16 PARTE 5.2 Crenças e regras!

Leia mais

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak

www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak www.jyotimaflak.com Glücks- Akademie mit JyotiMa Flak Academia da felizidade com JyotiMa Flak Entrevista com Ezequiel Quem é você? Meu nome é Ezequiel, sou natural do Rio de Janeiro, tenho 38 anos, fui

Leia mais

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS

ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS Carta ANAIDS 1º de Dezembro - Dia Mundial de Luta contra a AIDS Cada um tem sua cara e a aids também tem... A ANAIDS Articulação Nacional de Luta Contra Aids - colegiado que reúne os Fóruns de ONG Aids

Leia mais

Chantilly, 17 de outubro de 2020.

Chantilly, 17 de outubro de 2020. Chantilly, 17 de outubro de 2020. Capítulo 1. Há algo de errado acontecendo nos arredores dessa pequena cidade francesa. Avilly foi completamente afetada. É estranho descrever a situação, pois não encontro

Leia mais

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE MARIA BEATRIZ DREYER PACHECO Membro do MOVIMENTO NACIONAL DAS CIDADÃS POSITHIVAS Membro do MOVIMENTO LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE MULHERES

Leia mais

PESQUISA DIAGNÓSTICA - SISTEMATIZAÇÃO. - Sim, estou gostando dessa organização sim, porque a gente aprende mais com organização das aulas.

PESQUISA DIAGNÓSTICA - SISTEMATIZAÇÃO. - Sim, estou gostando dessa organização sim, porque a gente aprende mais com organização das aulas. ESCOLA MUNICIPAL BUENA VISTA Goiânia, 19 de junho de 2013. - Turma: Mestre de Obras e Operador de computador - 62 alunos 33 responderam ao questionário Orientador-formador: Marilurdes Santos de Oliveira

Leia mais

cartões de bolso serié 4 VIH/ SIDA

cartões de bolso serié 4 VIH/ SIDA cartões de bolso serié 4 VIH/ SIDA 1 O que é VIH? É o vírus que causa a SIDA. Vírus é um microbio muito pequeno, que não se consegue ver a olho nu, ou seja, é preciso ajuda de um microscópio. VIH significa:

Leia mais

Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas

Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas Para entender a influenza: perguntas e respostas A comunicação tem espaço fundamental na luta contra qualquer doença. Um exemplo é o caso do enfrentamento da influenza

Leia mais

All You Zombies. Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959. Versão Portuguesa, Brasil. Wendel Coelho Mendes

All You Zombies. Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959. Versão Portuguesa, Brasil. Wendel Coelho Mendes All You Zombies Wendel Coelho Mendes Versão Portuguesa, Brasil Baseado no conto original de Robert A. Heinlein, All You Zombies, 1959 Esse conto é minha versão sobre a verdadeira história de All You Zombies,

Leia mais

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS A prática do aconselhamento desempenha um papel importante no diagnóstico da infecção pelo HIV/ outras DST e na qualidade da atenção à saúde. Contribui para a promoção

Leia mais

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA

cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 1 CAPA cartilha direitos humanos layout:layout 1 2008-09-05 13:42 Página 2 TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI* *Artigo 5º da Constituição Brasileira

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007

AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 AVALIAÇÃO DA EPIDEMIA DE AIDS NO RIO GRANDE DO SUL dezembro de 2007 Notas importantes: O Banco de dados (BD) do Sistema de Informação Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) vem sofrendo nos últimos

Leia mais

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento.

P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. museudapessoa.net P/1 Seu Ivo, eu queria que o senhor começasse falando seu nome completo, onde o senhor nasceu e a data do seu nascimento. R Eu nasci em Piúma, em primeiro lugar meu nome é Ivo, nasci

Leia mais

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos

LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos Lição 3: Alegria LIÇÃO 8 MANSIDÃO: Agir com mansidão com todos RESUMO BÍBLICO Gálatas 5:23; Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25; Tito 3; 1 Pedro 3:16 Como seres humanos estamos sempre à mercê de situações sobre

Leia mais

Novas e velhas epidemias: os vírus

Novas e velhas epidemias: os vírus Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Novas e velhas epidemias: os vírus A UU L AL A - Maria, veja só o que eu descobri nesta revista velha que eu estava quase jogando fora! - Aí vem coisa. O que é, Alberto?

Leia mais

70% 500.000. De acordo com a nova lei, são crianças e adolescentes. 1. de estupro

70% 500.000. De acordo com a nova lei, são crianças e adolescentes. 1. de estupro O QUE É VIOLÊNCIA SEXUAL Todos os anos, estima-se que 500.000 70% Mulheres das vítimas sejam vítimas de estupro no Brasil, e que outros tantos milhões sofram com abusos e violências sexuais. de estupro

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS

RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS Maria Thereza Ávila Dantas Coelho 1 Vanessa Prado Santos 2 Márcio Pereira Pontes 3 Resumo O controle

Leia mais

Nova vacina frente à cura para a AIDS

Nova vacina frente à cura para a AIDS N o 18 Setembro/2013 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. MsC.

Leia mais

A Família: um encontro Espiritual

A Família: um encontro Espiritual Instituição Beneficente A Luz Divina 55 Anos 1956-2011 A Família: um encontro Espiritual Boa Tarde a todos Que Jesus, o Mestre Amantíssimo, ampare a todos nós e nos dê a sua Paz. Que os eflúvios consoladores

Leia mais

Homofobia nas escolas

Homofobia nas escolas Homofobia nas escolas Seminário Plano Nacional de Educação Mobilização por uma Educação sem Homofobia Brasília, 23 de novembro de 2011. Miriam Abramovay 1 Escola e violência O fenômeno das violências nas

Leia mais

Preparando a casa para receber o bebê

Preparando a casa para receber o bebê Preparando a casa Preparando a casa para receber o bebê Vamos ensinar aos pais os direitos das crianças? Está chegando a hora do bebê nascer. A família deve ajudar a gestante a preparar a casa para a chegada

Leia mais

Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual

Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual Palestra Depois do Abuso Sexual Como encaminhar e lidar com criança vítima de abuso sexual Guilherme Schelb, Promotor de Justiça da Infância em Brasília (1992-1995), especialista em temas da infância e

Leia mais

Eu me encontro aqui numa

Eu me encontro aqui numa Debate Fundações na áreas universitárias e da saúde Professor Dr. Vicente Amato Neto - USP Transcrição da palestra do Dr. Amato no Debate promovido pela Aduel no dia 27/ 08/02, no auditório do HU. Eu me

Leia mais

Conversando com os pais

Conversando com os pais Conversando com os pais Motivos para falar sobre esse assunto, em casa, com os filhos 1. A criança mais informada, e de forma correta, terá mais chances de saber lidar com sua sexualidade e, no futuro,

Leia mais

Depressão na Gravidez

Depressão na Gravidez De Depressão na Gravidez Um relato de uma mulher com Depressão na Gravidez O E-mail enviado por Gabriela, uma mulher que teve depressão durante a Gravidez e as respostas de apoio e ajudar à essa mulher.

Leia mais

MEU TIO MATOU UM CARA

MEU TIO MATOU UM CARA MEU TIO MATOU UM CARA M eu tio matou um cara. Pelo menos foi isso que ele disse. Eu estava assistindo televisão, um programa idiota em que umas garotas muito gostosas ficavam dançando. O interfone tocou.

Leia mais

sobre pressão alta Dr. Decio Mion

sobre pressão alta Dr. Decio Mion sobre pressão alta Dr. Decio Mion 1 2 Saiba tudo sobre pressão alta Dr. Decio Mion Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP)

Leia mais

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia em comemoração ao Dia Internacional da Mulher Palácio do Planalto, 12 de março de 2003 Minha cara ministra Emília Fernandes, Minha cara companheira Benedita da

Leia mais

VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO.

VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO. VOCÊ DÁ O SEU MELHOR TODOS OS DIAS. CONTINUE FAZENDO ISSO. Qualquer hora é hora de falar sobre doação de órgãos. Pode ser à mesa do jantar, no caminho para o trabalho ou até mesmo ao receber este folheto.

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

Sexo Seguro, Teste de HIV, Sifilis, DST e PEP Informações nesta lingua (Portugues) para homens que fazem Sexo com homens SABER

Sexo Seguro, Teste de HIV, Sifilis, DST e PEP Informações nesta lingua (Portugues) para homens que fazem Sexo com homens SABER X8@ www.gay health network.ie Sexo Seguro, Teste de HIV, Sifilis, DST e PEP Informações nesta lingua (Portugues) para homens que fazem Sexo com homens SABER Informação para teste de HIV para homens gay

Leia mais

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE Marília Viana Berzins Secretaria Municipal da Saúde /Cidade de São Paulo mariliaa@prefeitura.sp.gov.br

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Barebacking. O pessoal praticante do barebacking que compartilha a valorização do HIV possui uma linguagem própria:

Barebacking. O pessoal praticante do barebacking que compartilha a valorização do HIV possui uma linguagem própria: Barebacking O barebacking é um fenômeno sociocultural que surgiu recentemente entre os homens que fazem sexo com homens (HSH), e se caracteriza pela prática intencional de sexo anal sem proteção com parceiros

Leia mais

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que

Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que Mulher, 35 anos, terceira gestação, chega em início de trabalho de parto acompanhada do marido que tossia muito e comentou com a enfermeira que estava em tratamento para tuberculose. A mulher informa que

Leia mais

OFICINA: SEXUALIDADE

OFICINA: SEXUALIDADE OFICINA: SEXUALIDADE Daniele Costa Tatiane Fontoura Garcez APRESENTAÇÃO A oficina tem como tema a Sexualidade, será realizado no Instituto Estadual de Educação Bernardino Ângelo, no dia 25/08/2014, segunda-feira,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA Brasília - 2004 Série: EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1. A Fundamentação Filosófica 2. O Município 3 A Escola 4 A Família FICHA TÉCNICA

Leia mais

08. Camilo Alfredo Faigle Vicari

08. Camilo Alfredo Faigle Vicari 08. Camilo Alfredo Faigle Vicari Nascido em São Paulo, em 1976, é biólogo e estudante de mestrado na UNIFESP. Em 26 de agosto de 2010 recebi Camilo numa sala de reuniões da UNIFESP. Ele chegou às 18h e

Leia mais

www.rockstarsocial.com.br

www.rockstarsocial.com.br 1 1 Todos os Direitos Reservados 2013 Todas As Fotos Usadas Aqui São Apenas Para Descrição. A Cópia Ou Distribuição Do Contéudo Deste Livro É Totalmente Proibida Sem Autorização Prévia Do Autor. AUTOR

Leia mais

Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva

Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva Comunicação Espiritual J. C. P. Novembro de 2009 Marlon (Espírito) Psicofonia compilada por Maria José Gontijo Revisão Filipe Alex da Silva Resumo: Trata-se de uma comunicação pessoal de um amigo do grupo

Leia mais

se formaram, viveram, fizeram e o pouco que aprenderam ou muito foi dentro daquele órgão confuso, terrível, que talvez não seja o melhor para

se formaram, viveram, fizeram e o pouco que aprenderam ou muito foi dentro daquele órgão confuso, terrível, que talvez não seja o melhor para Sidnei Possuelo Eu em primeiro lugar queria agradecer a universidade por propiciar esse espaço hoje muito importante, muito importante, porque vivemos realmente uma crise, e esse espaço aqui é um espaço

Leia mais

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani.

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. O que são DSTS? São as doenças sexualmente transmissíveis (DST), são transmitidas, principalmente, por contato

Leia mais

Respostas frente à AIDS no Brasil: Aprimorando o Debate II

Respostas frente à AIDS no Brasil: Aprimorando o Debate II Respostas frente à AIDS no Brasil: Aprimorando o Debate II Estudo parturientes soropositivas para HIV: implicações para políticas de assistência Daniela Riva Knauth Regina Maria Barbosa Kristine Hopkins

Leia mais

- VÍDEO DEBATE - aconselhamento. DST/HIV/aids

- VÍDEO DEBATE - aconselhamento. DST/HIV/aids GUIA - VÍDEO DEBATE - aconselhamento DST/HIV/aids Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde Coordenação Nacional de DST e Aids Paulo R. Teixeira Coordenador Rosemeire Munhoz Assessora Técnica

Leia mais

É POSSÍVEL CONVIVER COM UM LOBO? Pr. Bullón. www.sisac.org.br

É POSSÍVEL CONVIVER COM UM LOBO? Pr. Bullón. www.sisac.org.br É POSSÍVEL CONVIVER COM UM LOBO? Pr. Bullón www.sisac.org.br "No capítulo 7 da epístola aos Romanos, encontramos o grito desesperado de um homem que não conseguia viver à altura dos princípios que conhecia.

Leia mais

O que são DSTs? Gonorréia e/ou Uretrites não Gonocócicas, Tricomoníase, Candidíase.

O que são DSTs? Gonorréia e/ou Uretrites não Gonocócicas, Tricomoníase, Candidíase. O que são DSTs? DSTs significa, doenças sexualmente transmissíveis, que são passadas nas relações sexuais com pessoas que estejam com essas doenças. São DSTs, a gonorréia, a sífilis, a clamídia, o herpes

Leia mais

Positivo Negativo. Um guia sobre o teste do HIV. Rua Frei Vicente, 24 - Pelourinho - Fones (71) 3321-1848 / 3322-2552. Apoio:

Positivo Negativo. Um guia sobre o teste do HIV. Rua Frei Vicente, 24 - Pelourinho - Fones (71) 3321-1848 / 3322-2552. Apoio: Positivo Negativo Rua Frei Vicente, 24 - Pelourinho - Fones (71) 3321-1848 / 3322-2552 Um guia sobre o teste do HIV Apoio: SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE Coordenação Estadual de DST/AIDS Onde fazer exames

Leia mais

O QUE É SER MÃE ADOLESCENTE PELA PRIMEIRA VEZ? INTRODUÇÃO

O QUE É SER MÃE ADOLESCENTE PELA PRIMEIRA VEZ? INTRODUÇÃO O QUE É SER MÃE ADOLESCENTE PELA PRIMEIRA VEZ? INTRODUÇÃO Esta investigação tem como enfoque o atendimento às gestantes adolescentes primigestas nas equipes de ESF. Visa conhecer o universo destas gestantes

Leia mais

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada.

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. Não, porque contêm químicos e está clorada. Influenza A H1N1 /GRIPE SUÍNA PERGUNTAS E RESPOSTAS: PERGUNTA 1. Quanto tempo o vírus da gripe suína permanece vivo numa maçaneta ou superfície lisa? 2. O álcool em gel é útil para limpar as mãos? 3. Qual

Leia mais

Apresentação. Acompanho os acontecimentos relativos à sexualidade

Apresentação. Acompanho os acontecimentos relativos à sexualidade A Apresentação Acompanho os acontecimentos relativos à sexualidade desde 1966, ano da minha graduação na faculdade de Medicina. É difícil imaginar outro período de tempo assim curto no qual tenham ocorrido

Leia mais

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo

Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Geração Graças Peça: A ressurreição da filha de Jairo Autora: Tell Aragão Personagens: Carol (faz só uma participação rápida no começo e no final da peça) Mãe - (só uma voz ela não aparece) Gigi personagem

Leia mais

Vírus HIV circulando na corrente sanguínea

Vírus HIV circulando na corrente sanguínea O que é AIDS? Sinônimos: hiv, síndrome da imunodeficiência adquirida, sida É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A AIDS é considerada

Leia mais

DIA DA LUTA CONTRA A SIDA 01 DE DEZEMBRO

DIA DA LUTA CONTRA A SIDA 01 DE DEZEMBRO DIA DA LUTA CONTRA A SIDA 01 DE DEZEMBRO Presentemente, a infeçãovih/sida não tem cura e a prevenção é a única medida eficaz. A infeçãovih/sida tem uma história relativamente recente, mas já dramática

Leia mais

O que Jesus dizia em funerais? Pr. Harry Tenório

O que Jesus dizia em funerais? Pr. Harry Tenório O que Jesus dizia em funerais? Pr. Harry Tenório (João 11.1) - Estava, porém, enfermo um certo Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta. Introdução A Bíblia descortina um mundo de possibilidades

Leia mais

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007

Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Pronunciamento à nação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de posse Palácio do Planalto, 1º de janeiro de 2007 Meus queridos brasileiros e brasileiras, É com muita emoção

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 83 Papo Reto com José Junior 12 de junho de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

GESTANTES ESPECIAIS AS DIFICULDADES DE UMA GESTAÇÃO COM O VÍRUS DA AIDS

GESTANTES ESPECIAIS AS DIFICULDADES DE UMA GESTAÇÃO COM O VÍRUS DA AIDS GESTANTES ESPECIAIS AS DIFICULDADES DE UMA GESTAÇÃO COM O VÍRUS DA AIDS Considerada a primeira epidemia internacional da era moderna, a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) surgiu em meio às lutas

Leia mais

Tema: Quatro Pecados Contaminantes

Tema: Quatro Pecados Contaminantes Tema: Quatro Pecados Contaminantes Data: 01.11.14 Culto: Sábado Pr. Leandro Hoje o mundo está à mercê do vírus ebola que é um vírus extremamente contaminante, porém há algo mais contaminante que este vírus

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Adenilton Santos Moreira* RESUMO Este trabalho analisa a Inclusão social como a capacidade

Leia mais

6. Considerações Finais

6. Considerações Finais 6. Considerações Finais O estudo desenvolvido não permite nenhuma afirmação conclusiva sobre o significado da família para o enfrentamento da doença, a partir da fala das pessoas que têm HIV, pois nenhum

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais