Central da Telemetria da Quandade do. - NC-t,_t

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Central da Telemetria da Quandade do. - NC-t,_t"

Transcrição

1 r Central da Telemetria da Quandade do - NC-t,_t

2 A dinamizacâo das atividades da Cetesb voltada para o saneamento ambiental foi desenvolvida para que sua acäo protegesse tan to os habitantes da regiâo metropolitans de Sao Paulo - onde se concentram os maiores problemas de qualidade de vida do Estado - quanto o homem do Interior, evitando, atraves de acoes preventives, que o processo de degradacâo ambiental venha a atingi-lo. A consolidacäo das estruturas tecnicas necessaries para essa tarefa inadiävel permitiu atingir resultados imediatos, que tendem a ser progressivamente mais expressivos nos pr6ximos anos. A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - Cetesb, Origão da Secretaria de Obras e do Meio Ambiente, assumiu, efetivamente, as atribuicaes de prevencäo e controle da poluicao ambiental durante a administracao Paulo Egydio Martins..Em quatro anos, ampliou significativamente seus laboratorios e quadros de pessoal. Esse crescimento demonstrou a preocupacao corn a qualidade de vida, atraves do cumprimento de metas prioritarias de saneamento basic e ambiental, possivel somente corn a aplicacäo de recursos e tecnologia adequada. Assim, entre outras realizacoes, implantou laboratorios de testes de veiculos, radioquimicos e de recursos audiovisuais, projetou e instalou sistemas de monitoramento da qualidade do ar e das aguas e, principalmente, desenvolveu o embasamento legal necessario para a aplicacao de medidas preventivas A e corretivas da poluicao. Ern 1975, a Secretaria de Obras e do Meio Ambiente desencadeou a "Operacão Branca - e iniciou amplo levantamento das fontes poluidoras para formar seu Banco de Dados. No ano seguinte, desencadeou a primeira Operacao Inverno, obtendo grandes reducoes nas concentracoes dos poluentes na atmosfera, as quais foram mantidas nos anos seguintes. As acoes da Cetesb levaram ao completo equacionamento dos problemas de poluicao das aguas interiores e costeiras, de destino final do lixo, para protecao do solo, e da contaminacão da atmosfera, afastando riscos agudos a saijcle.

3 111111fiesesseilliellefiesesm VOICIOVIV '1' TIO i I P,V9, A444F $ / ,14,,,/,71, illilifilli ".11, t Agit;ialliaililtilillisli W ,111 'fr "; c6.6( q1, , loillidisi ' , 11 1 iiiid/ :;;IM, ' 111 ' 1111~; lir 71. V' Cetesb: funcionerios esbecializados. iiiisssiiiiiiii" ellesessessosi s lalisiglaq al rigletisigli Well Iiiin gil lustil i 444 i \141in 'WWI. it tut - n ti VVIA %tilt imii assissitislists IAA' 1 III \ 1 1 " 1 141/ molovit nu 1Itwitivi q IC.%.% sumicaumill %WI iitilittlitli 1/11111Milinii...p..1,,, 1 "1""11 IMMII 1114 l:1111 IIIIIIt t ilk IV TaiiMa t 1111WASIMIIMAIIIW I iiiiiiiiiiiiill WIITI/"14/"" " 'MEM" Ill imaijor"er iiiiiiia:iiali UMMUNAWA 11% klimmiiiiiiivailittill 11191WIIIIII ISIIIIIIIIIIIIIMMUlt M , 11"I t k illitlimiliiii At VIIIIMIIIIIAlw Rilot A l imiligusill %%%k A WIRAIIIitilltitMl% lilt lililliiiiii =11,Walt IIIIIIIIIIIIIII IIIIIiiillilihilliiIiill %%Wilmm U 11-1;411;11; ' ' I %NA% --"IP Iiiiiiii AV' M% iiiiktii 4 I V '41111[111W14" q Afo "114 Em abril de 75, atraves do decreto 5.993, a Cetesb assumiu as atribuicoes da Susam (Superintendencia do Saneamento Ambiental) relativas ao controle da qualidade do ar. Em agosto, atraves do decreto 6.503, a Secretaria de Servicos e Obras PUblicas era transformada em Secretaria de Obras e do Meio Ambiente, ao mesmo tempo em que era encaminhado a Assembleia Legislative o primeiro anteprojeto de lei sistematizado, no Brasil, sobre a protecäo do meio ambiente. Depois de meses de debates, foi aprovada a Lei n. 997, de 31/5/76, regulamentada em 8/9/76 Delo decreto A legislacäo determina, alern de outras medidas de carater corretivo, que todos os projetos de loteamentos e arruamento, instalaca'o, construcào ou ampliacäo de estabelecimentos industriais, no Estado de Sao Paulo, devem ser analisados pela Cetesb, que emite parecer favoravel ou näo ao projeto, em relacao a preservacáo do meio ambiente, criando as necessarias condicoes para a efetiva prevenc5o da poluic5o. Pela primeira vez no Pais estabelececeu-se urn sistema de controle do meio ambiente, incluindo a protecao das aquas, ar e do solo. E corn o decreto de regulamentacäo procurou-se dar um tratamento diverso aos aspectos preventivos e corretivos dos problemas relacionados corn o meio ambiente, com "enfase especial no processo preventivo, atraves da exigencia previa de licencas de instalacäo e fu ncionamento para novas fontes de poluicao.

4 Assim, novas industrias nao podem se instalar no Estado sem que sejam equacionados os problemas relativos aos lancamentos decorrentes do processamento industrial, sejam no ar, agua ou solo. Depois de obter a licenca de instalack, antes de entrar em operack, a empresa precisa obter a licenca de funcionamento, que 56 sera concedida se tiverem sido obedecidas todas as exigencias tecnicas de controle de poluick estabelecidas quando da obtenck da licenca de instalack, de acordo corn a legislack. JA para,as fontes de poluick existentes foi exigido o registro na Cetesb, corn a finalidade de controle corretivo, se necessario. Portanto, corn o controle das novas fontes de poluick a serem instaladas e corn o registro daquelas jà existentes, a Cetesb passou a exercer vigilancia permanente sobre a qualidade do meio ambiente, para evitar a sua degradack e os inconvenientes ao bem-estar Alèrn das penalidades estabelecidas, a legislack procurou assegurar ao infrator a possibilidade de corrigir as irregularidades apontadas pela fiscalizack, antes que seja penalizado corn multas em dinheiro. Assim, ao ser constatada uma infrack, desde que. seja a primeira, cabe ao agente credenciado a aplicack de penalidade de advertencia, oferecendo-se prazo para a correck da irregularidade apontada. A lei preve ainda a aplicack de penalidade administrativa de multa ou de i nterdick temporaria ou definitiva, neste ultimo caso observada a Um centro para a formac5f, de tëcnicos.

5 Urn centro para a formagao de tècnicos. legislacao federal pertinente. A principal inovacao introduzida na legislacao em vigor, corn relacao as multas, diz respeito a possibilidade de aplicacao de multa diaria quando decorrido o prazo fixado para a correcao da irregularidade. Operacáo Branca - 0 trabalho mais expressivo na area da regiao metropolitana de Sao Paulo, em 1975, foi iniciado no dia 6 de outubro corn o lancamento da "Operack Branca", que mobil;zou uma extensa equipe de estagiarios e especialistas, corn duas finalidades principais: atender as reclamacoes da populacao contra empresas poluidoras - 24 horas por dia - e realizar urn inventario das fontes industriais de poluicao do ar. Ate o final de 75 haviam sido recebidas queixas (das quais repetitivas, ou seja, reclamacoes referentes a /. empresas ja apontadas em queixas anteriores). Nos tres Ültimos meses4 do ano foram lavradas 490 autuaceies por emissao de fumaca preta e verificadas 602 queimas de lixo ao ar livre, que deram origem a 193 autuacoes. No mesmo periodo, 64 empresas assinaram termos de compromisso corn a Cetesb definindo matodos e prazos para minimizar significativamente as emisseies de poluentes. Tambem em 75, alem de criar mais duas unidades regionais, em Bauru (SP) e Brasilia (ao lado das quatro regionais ja instaladas em Santos, Taubate, Campinas e Ribeirao Preto, e da existente em Recife, Pernambuco), a Cetesb ampliou suas atribuicoes que, ate ent5o, se

6 0 trabalho de coleta de material. A comprovabäo cientifica dos dados limitavam a inspecoes de materials e fiscalizacào de obras no ämbito do controle de poluicão das aguas: cada regional passou a funcionar como uma mini-cetesb, no controle e defesa de todo o meio ambiente. Em 1976 a Cetesb recebeu, ate o dia 5 de outubro (ao se completar urn ano do lancamento da -Operacão Branca""), reclamacoes da populacäo referentes a incomodos causados por industrias poluidoras. Desse total, 995 queixas referiam-se a empresas ja denunciadas anteriormente. Ao mesmo tempo, foram inventariadas industrias. A fiscalizaca'o de emissoes de fumaca preta por fontes fixas lavrou 619 autuacoes e aplicou 91 multas. Foram detectadas queimas de lixo ao ar livre, que deram origem a 276 autuacoes e a 14 multas. No mesmo periodo, foram assinados 790 termos de compromisso corn empresas que estabeleceram, de acordo corn a Cetesb, prazos e tècnicas para controlar as suas emissoes poluidoras. Banco de Dados - No final de 76, estava em conclusa'o a implantacäo do Banco de Dados da Cetesb, permitindo saber, numa consulta rapida, quais os tipos de poluentes industriais e suas quantidades emitidas diariamente em uma determinada regiäo da Grande Sao Paulo. 0 Banco de Dados incorporou as informacoes coletadas durante a Operaca'o Branca, que levantou urn total de ind6strias e cadastrou empresas, nas quais foram verificados dados como as principals matèrias-primas utilizadas por dia pela fabrica; a producäo diaria, mensal ou anual; o combustivel utilizado para a producào, seu tipo e procedencia; porcentagem de enxofre em peso, em que equipamento é utilizado e em que quantidade. Esses dados permitiram a elaboracão do inventario das fontes de poluicäo do ar, incluindo a quantidade de fontes poluidoras de cada indcistria, seu period de funcionamento em horas por dia, o material utilizado, seu tipo e quantidade, a ventilacäo exaustora para o meio ambiente (em metros c g bicos por minuto), e a existencia de aparelhos de controle de poluentes. A implantacào do Banco de Dados da Cetesb permite, em momentos criticos de poluicào do ar, localizar com rapidez as fontes poluidoras e determinar a reducäo de suas atividades para impedir urn agravamento da situac5o. Prevencáo da COlera - Em outubro de 77, ao se constatar a ocorroncia de urn surto de colera na Siria, alem de sua presenca, em carater endemic, em algumas regibes da Africa, o secretario de Obras e do Meio Ambiente determinou a Cetesb que ampliasse o nornero de amostras coletadas para constatar a eventual presenca do vibrião colèrico, o agente causador da cblera. Nesse m'és foi iniciada a coleta de amostras em 23 pontos, indicados como possiveis vias de entrada do microrganismo - aeroportos, estacoes rodoviarias e ferroviarras, cais do porto e hospitais - enquanto, ate então, a amostragem era feita em oito pontos.

7 Ao mesmo tempo em qua, a partir de 1975, era elaborado o Plano Estadual de Controle de Poluicäo das Aguas, a Cetesb, por orientacao da Secretaria de Obras e do Meio Ambiente, realizou diversas acoes de controle em setores industriais: foi intensificada a fiscalizacao junto as quinze maiores industrial paulistas de papal e celulose; houve major frequancia e rigor na inspecao das 78 usinas de accicar e alcool do Estado; foi intensificada a fiscalizacao de curtumes e matadouros; foi desenvolvida a estrutura funcional da Cetesb, permitindo que todas as fontes potenciais de poluicao no Estado sejam inspecionadas ao menps tres vezes ao ano. Ao final de quatro anos de atuacao, 85% da poluicao industrial do Interior e Litoral do Estado estavam controlados. Ao lado desse esforco de controle corretivo, foi realizada a classificacão das aguas paulistas, de acordo com a Portaria 13, do Ministerio do Interior. Assim, em 23/11/77, foi publicado no Diana Oficial o decreto , do governador Paulo Egydio Martins, enquadrando nas quatro classes os rios paulistas e prevendo que a Cetesb podera fixar outros limites para os parametros de efluentes de q ualquer natureza lancados as aguas i nteriores, desde que mais restritivos do que os estabelecidos pelo decreto estadual 8.468, que regulamentou a l egislacão de controle de poluicao. Ja no final de 1977, todas as bacias hidrograficas do Estado de Sao P aulo estavam inteiramente sob co ntrole, quanto ao monitoramento da qualidade das aguas. As vazoes sao medidas pelo Departamento de Aguas e Energia Eletrica (DAEE) e a qualidade da aqua é sistematicamente verificada pela Cetesb, que coleta amostras e faz analises para a deteccao de poluentes. A comparacao entre os resultados permite verificar se aumentou ou diminuiu a concentracao de uma determinada substancia e, em funcäo dos valores registrados, é determinada a eventual intensificacáo da fiscalizacao. A rede de monitoramento da qualidade das aguas da Cetesb recolhe amostras rotineiramente, em 73 pontos ao longo dos rios paulistas, para a determinacao em laboratorio de cerca de 30 indicadores de poluicao. As analises informam se as aguas estao mantendo os niveis de qualidade das classes em que foram enquadradas, de acordo corn seu use preponderante. Em casos de desvios significativos, sap investigadas as causas e adotadas medidas para impedir a degradacão das aguas. 0 conjunto de acoes integradas - planejamento, classificacao, monitoramento, fiscalizacao - possibilitou urn controle efetivo da qualidade das aguas, atendendo multiplas finalidades: desde a defesa da saucle da populacäo (no caso da preservacáo dos mananciais para disyibuicao as redes de abastecimento publico) ate o restabelecimento do equilibrio ecologico, com a consequente recuperacao da flora e da fauna nativas dos cursos de agua de cada regiao.

8 A cidade de Sao Paulo, num dia de inversào tèrmica. A Operacäo Inverno, deflagrada pela primeira vez em 14 de junho de 197E nasceu da necessidade de proteger a saiide da populack da Grande Sao Paulo, ameacada pela possibilidade de ocorrencia, durante os meses de inverno, de concentracoq de poluentes na atmosfera em niveis perigosos, principalmente para as pessoas mais susceptiveis: criancas, idosos e portadores de afeccbes respirat6rias e circulatorias. A adock de sistemas de controle e fiscalizack mais intensos durante o Inverno foi decidida porque na major parte do ano os poluentes se dispersam na atmosfera, sem provoca altas concentracbes localizadas de poluick, enquanto nessa estack do ano ocorre maior incidencia de inversoes tarmicas (fenomeno meteorologico que forma uma ""tampa - sobre a cidade) e calmarias, o que leva ao aumento das substancias toxicas na atmosfera. Ao lado de todas as outras acoes de controle de poluick do ar desenvolvidas pela Secretaria de Obras e do Meio Ambiente, atravas da Cetesb, a Operack Inverno contribuiu para uma grande reduck nos niveis de poluick. Em 1976, primeiro ano de sua aplicack, houve uma redk uc de 20% nas concentracoes de dioxido de enxofrel em toda a area metropolitana. Na area industrial de Capuava, considerada critica, foi obtida uma reduck, tambem em 1976, de 37% em relack ao ano anterior. E em 1978, essa reduck foi de 47% em relack ao mesmo ano de As reducoes nas concentracoes dos poluentes na atmosfera comprovam

9 que, alêm de deter o crescimento dos niveis, as acoes desenvolvidas conseguiram inverter sua ameacadora curva ascensional. Sao Paulo parou a poluicâo do ar. A Rede Estadual de Amostragem do Ar, utilizada pela Cetesb para analisar a qualidade do ar respirado em todo o Estado de Sao Paulo, foi estendida em 1978 a 106 municipios, para permitir o acompanhamento permanente das concentraboes de poluentes na atmosfera. Os criterios adotados para a implantacäo dessa. rede de amostragem de poluentes atmosfaricos estabeleceram a inclusão de todos os municipios que, pelo censo de 1970, tinhem mais de 100 mil habitantes; todos corn mais de 300 estabelecimentos industrials; todos os municipios em que havia mais de 5 mil trabalhadores como pessoal ocupado; todos os municipios incluidos no programa de cidades medias; e as 37 cidades que compoem a região metropolitana. A instalabäo, operacáo e manutencão da rede de estacoes medidoras em 106 cidades do Estado é imprescindivel para que se conheca de forma quantitativa e qualitativa o ar das diversas regibes, assim como a distribuicäo espacial dessa qualidade. As informacoes fbrnecidas pela rede permitem definir: 1) quais são os principais poluentes presentee na atmosfera; 2) em que locais eles ocorrem; 3) qual o grau de reducáo nas emissoes poluidoras - das fontes ja existentes - que deve ser exigido pelas acoes corretivas; 4) quais as fontes de poluicao e em que locais a instalacäo deve ser permitida ou proibida pelas acoes de controle preventivo, assim como qual o nivel de controle de emissoes que deve ser exigido. Sistema Telemetric - A qualidade do ar da Grande Sao Paulo sera analisada por dois sistemas, simultaneamente, ate 14 de abril de Alarn da rede de 14 estacoes atualmente em funcionamento (de avaliacào diaria de diaxido de enxofre e poeira em suspensão), durante esse periodo estarâo em operacäo as 27 estacoes fixas e os dois laboratorios volantes do sistema telemètrico, corn a amostragem automatica de monoxido de carbono, dioxido de enxofre, material particulado (poeira em suspensão), hidrocarbonetos, Oxidos de nitrogenio, ozonio e determinacáo de parametros meteorologicos. Enquanto os dois sistemas estiverem funcionando em paralelo, seus dados serào constantemente comparados. Com a implantacào da rede de estacoes telernetricas, a capacidade de amostragem do ar para a região metropolitana sera consideravelmente aumentada. E como a rede é inteiramente autornatica, fornecera dados instantaneamente, o que é de grande utilidade para a aplicacäo do Plano de Acao de Emergencia para EpisOdios Criticos de Poluic.ão do Ar. Corn essa rede as medidas de controle podem ser adotadas preventivamente, uma vez que se obtem informabbes precisas sobre a qualidade do ar a todo instante, apontando elevacoes anormais das concentracoes de poluentes. :itglsokilditil WWI ileitaffig UM or- r"- cdexamentmeateetiiidele &Salm CETESEI 7:... 'e de avaliacào da quail Uma das 27 estacoes fixes da rede ti

10 Equipamentos dinamarqueses de medicão sonora. A inspecào de materials usados em saneamento LaboratOrio de Ruido - Em outubro de 77, a Cetesb recebeu seu LaboratOrio de Ruido e Vibracao, constituido por equipamentos importados da Dinamarca - os mais avancados da tecnologia moderna - para utilizacao em trabalhos relativos a concessào de licencas de instalacao e funcionamento de ind6strias, no atendimento as reclamacoes da populacão e tamb6m em estudos e pesquisas. Como objetivo principal, o laboratorio realiza levantamento dos niveis de som na comunidade, ao lado do controle sobre as fontes industriais. Como objetivo secundario esta o fornecimento de subsidios aos governos federal e municipais encarregados de fiscalizar fontes de ruido especificas (ruido ocupacional, de veiculos e de outras fontes). 0 LaboratOrio de Ruido e Vibracao e formado por oito medidores de nivel de pressao sonora, portateis; tres medidores de precisao, incluindo complementos para medicao de vibracoes; cinco analisadores de ruido com resposta estatistica; dois analisadores de tempo real; um gravador e dois registradores em papel; quatro dosimetros individuais; e diversos acessórios e calibradores necessarios a uma correta analise dos dados coletados. Controle de Qualidade - De 1975 a 1978 a Cetesb consolidou sua atuack como Orgao tacnico do Banco Nacional da Habitack, analisando mais de mil estudos e projetos tècnicos relativos a sistemas de abastecimento de agua, tratamento de esgotos, canalizack de c6rregos, pavimentacao de ruas e urbanizacao em vat-los Estados brasileiros, desenvolvendo ainda atividades de controle de qualidade de materiais para obras de saneamento. Fumaca preta na Grande Sao Paulo - Em novembro de 1976 a Cetesb, atendendo as determinacoes da Secretaria de Obras e do Meio Ambiente, desencadeou a fiscalizacão das emissoes de fumaca preta provocadas por veiculos movidos a Oleo diesel na Grande Sao Paulo, utilizando a escala de Ringelmann (cartela com escalas de tons, do cinza claro ao preto, que permite comparar visualmente a emissao de fumaca para determinar se o veiculo esta ou nä emitindo fumaca fora dos padroes legais). Nos dois primeiros meses os motonstas foram apenas advertidos, seguindo-se a aplicack de multas. Durante todo o ano de 1977 foram advertidos e foram multados (janeiro: 71; fevereiro: 116 marco: 164; abril: 119; maio: 152; junho: 159; julho: 181; agosto: 168; setembro: 148; outubro: 133; novembro: 117; dezembro: 49). Em 1978, foram advertidos 806 e 27: foram multados (janeiro: 33; fevereiro: 37; marco: 25; abril: 40; maio: 39; junho: 16; julho: 5; agosto: setembro: 22; outubro: 26; novembro: 21; dezembro: 8). Santuario EcolOgico - No final de 1977, a Secretaria de Obras e do Meio Ambiente obteve do governado Paulo Egydio Martins autorizack

11 para concretizar seu piano de transforma r a região lagunar de Iguape - Cananeia em Santuario EcolOgico. Corn cerca de 100 quiiometros de extensào, essa regiâo e considerada o major viveiro maritimo nacional, segundo pesquisas do Institute Oceanografico da Universidade de Sao Paulo, que marcou peixes desovados na regiào, capturados, anos depois, ja adultos, a centenas de quilornetros, nas costas de Fernando de Noronha, Rio Grande do Sul e Espirito Santo, comprovando a importancia da area para a reproducäo das especies. Erfi trabalho conjunto corn a Secretaria da Agricultura, a Secretaria cue Obras e do Meio Ambiente - atraves da Cetesb - desenvoiveu durante 1978, os projetos do primeiro Plano Diretor EcolOgico do Pais, destinado a garantir a protecào do viveiro continental e ecossistema cuja destruicao se refletiria em todas as Aguas territoriais brasileiras. Acompanhando o próprio significado da palavra - santuario -, os estudos procuram encontrar os instrumentos legais para tornar as lagunas da regi5o em aigo sagrado e intocavel. A Companhia de Saneamento Basico do Estado de Sao Paulo fare o tratamento dos esgotos da area e seräo montados postos de estudos para a elaboracáo de trabalhos tecnicos de hidrologia, climatologia, hi drogeografia, batimetria, sedimentometria, observacâo de mares, comportamento do fitoplanton e dos cardumes que procuram o Mar Pequeno, entre a ilha Comprida e o continente, no extremo Sul do litoral paulista. 0 condole de quandade garante o

12 O petroleiro "'Brazilian Marina-. Comite de Defesa do Litoral - Instituido no final do primeiro semestre de 1977, o Comite de Defesa do Litoral (Codel) foi formalizado, urn ano depois, atraves do Decreto Estadual , de 22 de junho de 1978, destinado a coordenar a atuacão das diversas entidades que possam cooperar corn a protecao do meio ambiente no litoral do Estado de Sao Paulo e para cooperacao corn os diversos Orgaos federais e estaduais interessados. Ap6s reunibes preparatorias, foi definida a aquisicâo dos equipamentos basicos necessarios para utilizacao ern treinamento e para acoes emergenciais de controle de derramamentos de petroleo no mar. 0 material inclui metros de barreiras de aco para contencao de Oleo, corn alta resistencia correnteza; 10 bombas a vacuo de membrana; unidade de separacao de Oleo da agua; cinco recipientes de armazenamento para Oleo recuperado; esteiras para captacáo de Oleo em praias; uma barcaca coletora; dispersantes e absorventes. Grupo de AO de EMergencia - Ja parcialmente estruturado em janeiro de 1978, quando o petroleiro - Brazilian Marina - despejou grande quantidade de Oleo no canal de Sao Sebastiao, provocando a contaminacao de extensa area do litoral Norte do Estado de Sao Paulo, o Codel Ode acompanhar o acidente e adotar-algumas medidas para minimizar o impacto ambiental. Desde entáo foram indicados e treinados os membros do Grupo de AO de Emergencia para Controle de Poluicao (GAEP) responsavel pelos varios setores de atividade.: A prioridade para os mètodos mecanicos de remocáo de petroleo no mar, evitando quando possivel a utilizacao de dispersantes e detergentes, vem sendo defendida pela Secretaria de Obras e do Meio Ambiente desde a criacäo do Codel. Essa orientacao é apoiada em pareceres tècnicos de especialistas em poluicäo marinha que apontam mais prejuizos a fauna e 'a flora causados pelos detergentes do que os provocados pelo pr6prio Oleo. Assim, em casos de emergencia, quando grandes quantidades de Oleo forem despejadas no mar, a orientacão do Codel e para a adocao de solucoes mecanicas, como bomba de succao, cortinas de plastic e tanques flutuantes. Os dispersantes so sera usados em casos criticos, quando os equipamentos nao puderem controlar a poluicao. Mesmo nestes casos, o Codel é quern determinara quando, em que quantidade e que tipos de dispersantes sera() aplicados, assessorado pela Cetesb. Na reuniao de outubro de 1978 do Codel, a Petrobras aceitou oficialmente a sugestao de que a utilizacao de produtos quimicos no mar para a dispersao de manchas de Oleo seja controlada pela Cetesb, que responders pela decisao de utilizar ou nao os produtos quimicos em casos de acidentes. A Lavagem de Petroleiros - Uma das providancias do Codel, para impedir o constante despejo de Oleo

13 realizad o por petroleiros no litoral paulista, foi solicitar a Secretaria Especia l do Meio Ambiente (Serra), do Minist6rio do Interior, a edicao de legislacao federal obrigando os portos a manterem equipamentos de lavagem de navios. Isso porque grande parte do Oleo despejado nas costas do Estado de Sao Paulo - cerca de. 40 mil toneladas anuais - provern da lavagem de navios que chegam carregados de Oleo e tern que ser lavados para receber cargas de minario para a viagem de volta. Com os equipamentos especiais sugeridos para os portos, a agua-de lavagem que contarn Oleo seria recolhida em tanques, evitando que fosse atirada ao mar, pois habitualmente essa limpeza é feita, no Brasil, em desacordo corn as normas de navegacao maritima internacional. As convencoes maritimas estabelecem que urn navio pode descarregar, no maximo, 60 litros de Oleo por milha percorrida durante a lavagem, sempre a mais de 50 milhas de Jistancia da costa. Nos casos de descarga de Oleo em Santos ou Sao Sebastiao e carga de -ninerio em Tubarao (ES), o navio, a 3elocidade media de 15 nos, Drecisaria de sete dias para fazer a avagem correta do tanque. Por esse mbtivo, a Secretaria de bras e do Meio Ambiente acredita que sera mais interessante para os 3rmadores terem os seus petroleiros mobilizados por urn pequeno periodo Dare a lavagem e posterior descarga Jos tanques nas barcacas, do que terem le cumprir as normas internacionais Dlue regulam esses despejos. 0 We at; rogiu prai

14 \ \\\\ ' 1641% L. I _A

15 A expansâo das atividades da Sabesp, voltada para o saneamento bâsico, comprovou a en6rgica decisão de intervir no setor, para defender a satide da populacäo, atraves do fornecimento regular de agua encanada e tratamento de esgotos. No inicio da administracâo Paulo Egydio Martins, a Sabesp operava apenas dois sistemas de abastecimento de aqua no Interior; no final de 1978, ma ys de 200 cidades iâ eram servidas pela empresa. Embora outros fatores tambem influam sobre as condicoes de satide da populacäo, essas realizacoes são um passo decisivo para romper o circulo vicioso das doencas transmitidas pelas âguas. A Sabesp - Companhia de Saneamento Basic do Estado de Sao Paulo - é o Orgao da Secretaria de Obras e do Meio Ambiente responsavel pela elaboracão e execucao dos pianos de desenvolvimento das redes de agua e esgotos, e pela infra-estrutura necessaria a esse atendimento em todo o Estado. A Sabesp aplicou, em quatro anos, Cr$ 42,3 bilhoes em obras de saneamento basic nos 215 municipios paulistas, incluindo a Capital, em que a Companhia opera os servicos de agua e esgotos. Desse total, Cr$ 16,6 bilhoes foram destinados as obras do Programa de Abastecimento de Agua para a Regiao Metropolitana de Sao Paulo. Foram executadas 485 mil ligacoes domiciliares gratuitas; implantados km de redes de esgoto; 80 km de coletores-tronco; e abertas 110 mil novas ligacoes. Por outro lado, ja foram iniciados os trabalhos da primeira etapa do Plano Diretor Sanegran, a ser concluida em Para essas obras foram assegurados Cr$ 17 bilhoes (UPC de agosto de 77; hoje esse valor é de Cr$ 24 bilhoes), para que ate o final da primeira etapa o nivel de atendimento por servicos de esgoto seja elevado de 38% (atualmente) para 55% da populacao metropolitana. No Interior e Litoral do Estado, a Sabesp conseguiu, tambem, importantes realizacoes. Em 1975, apenas dois municipios paulistas tinham seus sistemas de abastecimento operados pela Companhia. Em dezembro de 1978, este numero passou para os 215 atuais.

16 Nunca se investiu Canto em saneamento bhsico. 0 Programa de Abastecimento de Agua para a Regiao Metropolitana de Sao Paulo desenvolvido atraves da Sabesp pela Secretaria de Obras e do fvleio Ambiente benefici aproximadamente 4 milhoes de pessoas, ate dezembro de Exigindo investimentos da ordem de Cr$ 13 bilhoes, este programa incluiu' obras tao diversificadas como o barramento de rios, a construcao de estacoes de tratamento, a implantacào de grandes adutoras e de redes domiciliares, numa escala sem precedentes em termos de saneamento basica Em relacão a capacidade de producd de agua potavel, a Grande Sao Paulo teve obras prioritarias da Sabesp. Os oito sistemas produtores da regiao - Cantareira, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande, Ribeirao da Estiva, Alto e Baixo Cotia e Cabucu - que no primeiro semestre de 1975 contribuiam, globalmente, com pouco mais de 20 metros cobicos de agua por segundo, est5o corn sua capacidade ja elevada para 31 m 3/s, o que representa urn acrescimo de 55%. Isso foi possivel devido a conclusäo da primeira etapa do Sistema Cantareira, duplicac5o do Sistema Rio Claro e ampliacao de outros sistemas, como o Rio Grande, que atende aos municipios da regiáo do ABC. As obras da etapa final do Sistema Cantareira permitiráo ainda urn reforco de mais 22 metros cobicos por segundo, totalizando uma producâo de 53 m3/s. A agua produzida pelos sistemas é aduzida atraves do SAM - Sistema Adutor Metropolitano, urn

17 complex o integrado por tubulacoes de grande diämetro, reservatorios e estacoes elevatorias. As obras do SAM - ja concluidas - representam urn acrescimo de 146 quilometros de grandes adutoras na regiáo (em 1975, havia 468 km). Foram executados 450 quilornetros de interligacoes de redes terminais - fechamento da malha de distribuicâo - e tambern 180 quilometros de reforcos na rede de abastecimento. A capacidade de armazenamento de agua passou de 784 milhoes de litros, em 1975, para 1 bilhao e 412 inilhoes de litros. A partir dos reservatorios do SAM, a aguo é encaminhada aos consumidores atraves do Sistema de Distribuick, que abrange redes e estacoes elevatorias. Em 1975, Sao Paulo contava corn quilornetros de redes em carga, quilometros em carga mas sem ligacoes, e 238 quilometros de redes secas, para urn total de 750 mil ligacoes. Atualmente, o sistema atinge quilometros de redes totalmente ligadas e em carga, possibilitando o abastecimento da populack atravès de mais de 1 milhão e 173 mil ligacoes domiciliares. As novas ligacoes nä implicaram em despesas para os.usuarios, como r esultado da politica de ligacoes domiciliares gratuitas. Ism tornou Possivel atender, principalmente, aos moradores da periferia, que ant eriormente não tinham co ndicoes de pagar a ligack, cujo G usto variava, em 1975, entre os valores de urn e dois anos de contas de ague de urn pequeno consumidor. Reparos na periferia. 0 programa de abastecimento de aqua beneficing 4 milhdes de pessoas na Area Arletr000litana de 0 sistema de distribuicão, no final de 1978, possula quase 16 mil quil6metros de redes

18 Os investimentos feitos em obras de aducäo, tratamento, e distribuicao de agua permitiram a expansào de adutoras e subadutoras em municipios da Baixada Santista e do Litoral. Dentre estas obras, destaca-se a reabilitacao da estacào de tratamento de aqua de Cubatho, a urn Gusto de Cr$ ,00, o que proporcionou abastecimento satisfatorio de aqua tratada a Santos e Sao Vicente, mesmo em epocas de temporada. Outras obras de importancia na regiáo incluiram os sistemas produtores de agua do Guaruja (corn duplicacäo da adutora do rio Jurubatuba, numa extensào de metros), alern do assentamento de metros de novas redes da subadutora; Praia Grande, assentamento de metros de adutoras e subadutoras, de Vila Caicara ate Cidade Ocian; Ribeira, assentamento de metros de adutoras para abastecimento da Praia de Itagua ate a Praia Grande. Cerca de Cr$ 220 milhoes estão sendo aplicados em Itanhaern, na construcão de 25 km de adutoras de agua, 55 quilornetros de redes, 3 reservatorios de 15 milhbes de litros e ligacoes domiciliares. No total, essas obras beneficiaräo 50 mil pessoas, solucionando o problema da falta de agua nas temporadas. Em Ubatuba, onde estão sendo aplicados Cr$ 183,5 milhoes, a Sabesp estâ construindo 30 quilornetros de adutoras, 125 quilornetros de redes, urn reservatorio de 5 milhoes de litros, ligacoes domiciliares. Caraguatatuba 0 SIstema Rio Claro teve sua capacidade

19 tera sua rede de agua aumentada em 89 quilornetros, paralelamente construch o de 9 quilometros de adutoras, dois reservatorios de 1,85 milhho de litros e 4 mil ligadies domiciliares, totalizando investime ntos de Cr$ 93,6 milhoes. Mais Cr$ 26 milhoes estho sendo aplicados em Sao Sebastião, para a construcho de 3,6 quilornetros de adutoras, 6,4 quilornetros de redes, urn reservatorio de 1,75 milhho de litros e 600 ligacoes domiciliares. Ainda em Sao Sebastiho, a Sabesp esta aplicando Cr y 163 milhoes em ligacoes domiciliares, 3 quiipmetros de interceptores, 4 estacbes elevatorias, 3 quilornetros de linha de recalque e unidade de tratamento. A Sabesp iniciou recentemente o programa de atendimento a pequenas comunidades do Litoral. Sera) executadas obras padronizadas (reservatorios, estacoes de tratamento, redes de distribuicho) em localidades (bairros, distritos etc) corn menos de cinco mil habitantes atraves de linhas de credit especiais do BNH. Estes esforcos destinam-se a assegurar ao Litoral do Estado, especialmente a areas de intenso fluxo de veranistas, urn abastecimento de agua potavel satisfatorio, contribuindo para uma i nfra-estrutura turistica compativel corn a crescente demanda. 0 antigo sistema de ague do Litoral, alguns corn mais de 50 anos, nho atendia as ne cessidades da populacho, mos trando-se ainda mais deficitario nas temporadas e nos fins de semana, uando cerca de 1 milhão de pessoas 1 0 r ocuram as praias locais. Despejos diarios de cerca de 2 bilhoes de litros de esgoto domestic e 1 bilhäo de litros de residuos industriais lancados "in natura" na bacia hidrica do Alto Tiete; cerca de 6 milhoes de pessoas desprovidas ate da simples captacho e afastamento de seus esgotos, tendo portanto de se utilizar de fossas. Apenas estes norneros podem dar uma ideia da situacäo sanitaria da região da Grande Sao Paulo, encontrada no inicio da gestho Paulo Egydio Martins, corn todo o quadro provocado por essa mesma situacho: altos indices de mortalidade infantil, completa saturacho do solo, insalubridade, saude da populacho comprometida. As duas estacoes de esgotos entho existentes - localizadas em Pinheiros e Vila Leopoldina - tratavam menos de 5% do esgoto coletado, em nivel primario, o que significa que estes esgotos permanecem corn 85% de seu potential poluidor. As redes coletoras e os coletores-tronco, corn quilometros de extensho, conseguem atender apenas a cerca de 40% da populacäo da regiho, corn a agravante de que estas redes acabam despejando, direta ou indiretamente, os efluentes no rio Tiete. 0 equacionamento de todos estes problemas resultou na elaboracho do Plano Diretor de Esgotos da Grande Sao Paulo - Sanegran, que estabelece como meta o atendimento da demanda de tratamento de esgotos prevista ate o ano 2000, mediante a execucho progressiva de redes coletoras, coletores-tronco, interceptores, estacbes de recalque e Li gacdes gratuitas de egua: a cidath De 750 mil a 1 milhäo e 173 mil ligacoes em

20 Em Barueri. ten de obras da estacao de tratamento de esgotos...abummtgiagiousiraingai-a-e-3 As obras d rnncretagem do piso da estacao de tratamento de esgotos de Barden. de tratamento na Capital e em 21 4/ municipios vizinhos, totalizando quilometros de redes e abrangendo recursos iniciais da ordem de Cr$ 24 bilhoes. A primeira etapa do programa estara concluida em 1983, quando estaraci em funcionamento os primeiros modulos das Estacbes de Barueri, ABC e Suzano, totalizando uma capacidade de tratamento de litros por segundo. Ate 1983, esth prevista a implantacáo das redes coletoras de esgotos em mais quilometros, 60 km de interceptores e a execucäo de 550 mil ligacoes domiciliares, elevando o atendimento com esse servico, de quatro milhoes de pessoas, para 7,5 milhoes. Dentro de dois anos, a Estacao de Suzano - implantada numa area de 840 mil m 2, para atender Suzano, Mogi das Cruzes, Poa, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba e parte de Sao Paulo - permitirà o tratamento de litros/segundo, promovendo o saneamento das cabeceiras do rio Tiete. Em Barueri, estão em execuck os trabalhos de terraplenagem e concretagem de uma das mais modernas estacoes de tratamento de esgotos do mundo. Ocupando uma area de 1,4 milh5o de m 2, a Estack de Barueri, quando em operack em sua primeira etapa, tratara litros esgotos por segundo, servindo os municipios de Barueri, Jandira, Itapevi, Carapicuiba, Guarulhos, Taboao da Serra, Osasco, Embu, ltapecerica e a quase totalidade de: Sao Paulo.

/ / <$?> ia^.. . ^HB. e^> fc- .JH. mil

/ / <$?> ia^.. . ^HB. e^> fc- .JH. mil mil / / e^> ia^... ^HB fc- A?.JH Governador do Estado Paulo Egydio Martins Secretario de Obras e do Meio Ambiente Francisco H.F.de Barros Presidente da Companhia de Saneamento Basico do Estado de

Leia mais

DOSSIÊ Sistema Rio Grande

DOSSIÊ Sistema Rio Grande Espaço das Águas Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp DOSSIÊ Sistema Rio Grande Fevereiro 2009 1. Histórico do Sistema Rio

Leia mais

Combate à poluição: importante como o ar que você respira.

Combate à poluição: importante como o ar que você respira. Combate à poluição: importante como o ar que você respira. Ar A poluição do ar e a sua saúde O que é poluente atmosférico? É toda e qualquer forma de matéria ou energia em quantidade, concentração, tempo

Leia mais

Desafios e metas do Estado de São Paulo

Desafios e metas do Estado de São Paulo 1º Seminário Saneamento Básico Universalização do Saneamento: Desafios e Metas para o Setor 07 de novembro de 2011 Desafios e metas do Estado de São Paulo Edson Giriboni Secretário de Saneamento e Recursos

Leia mais

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA REGIÃO METROPOLITANA DA BAIXADA SANTISTA Diretoria de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente - T Sistema Produtor de Água Mambu - Branco REUNIÃO DO COMITÊ TÉCNICO

Leia mais

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005

NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 NORMA TÉCNICA INSTRUÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS CPRH N 2.005 SUMÁRIO 1. OBJETIVO 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3. DEFINIÇÕES 4. CONDIÇÕES GERAIS 5. INFORMAÇÕES

Leia mais

PLANO DIRET O DIRET R O DE MACR MA ODRENA CR GEM ODRENA DA BACIA DO ALTO TIETÊ

PLANO DIRET O DIRET R O DE MACR MA ODRENA CR GEM ODRENA DA BACIA DO ALTO TIETÊ PLANO DIRETOR DE MACRODRENAGEM DA PLANO DIRETOR DE MACRODRENAGEM DA BACIA DO ALTO TIETÊ MAPA DE LOCALIZAÇÃO A ANÁLISE E O ENCAMINHAMENTO DE SOLUÇÕES PARA AS QUESTÕES DE DRENAGEM URBANA TÊM SIDO UM DOS

Leia mais

DOSSIÊ Sistema Alto Tietê

DOSSIÊ Sistema Alto Tietê Espaço das Águas Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sabesp DOSSIÊ Sistema Alto Tietê Fevereiro 2009 1. Histórico da Implantação

Leia mais

COSEMA - FIESP Programas e Ações A para os grandes problemas da RMSP. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp

COSEMA - FIESP Programas e Ações A para os grandes problemas da RMSP. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp COSEMA - FIESP Programas e Ações A da Sabesp para os grandes problemas da RMSP Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Evolução Populacional - RMSP Reversão da centrifugação Menor pressão

Leia mais

2.6. Sistemas de Abastecimento de Água

2.6. Sistemas de Abastecimento de Água 2.6. Sistemas de Abastecimento de Água A RMSP está localizada na porção sudeste do estado de São Paulo e abrange 39 municípios. Destes, 33 são operados pela SABESP e 6 têm Administração Municipal. Do total

Leia mais

- RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp

- RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades. Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp III Pré-ENCOB - RJ O Gerenciamento dos Recursos HídricosH nas grandes Cidades Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp 5ª Maior

Leia mais

II-338 PLANO DE MELHORIA OPERACIONAL DO SISTEMA INTEGRADO DOS COLETORES TRONCO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

II-338 PLANO DE MELHORIA OPERACIONAL DO SISTEMA INTEGRADO DOS COLETORES TRONCO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO II-338 PLANO DE MELHORIA OPERACIONAL DO SISTEMA INTEGRADO DOS COLETORES TRONCO DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Antônio Simões Teixeira Filho (1) Engenheiro Civil / Sanitarista pela Pontifícia Universidade

Leia mais

VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO

VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO ASSEMAE VIII EXPOSIÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MUNICIPAIS EM SANEAMENTO Título do trabalho O SEMASA E O TRATAMENTO DE ESGOTO NA CIDADE DE SANTO ANDRÉ Nome do Autor ISABEL CRISTINA ALEIXO DIAS CURRÍCULO DO AUTOR

Leia mais

Departamento de Águas e Energia Elétrica

Departamento de Águas e Energia Elétrica 13 de Novembro de 2012 Departamento de Águas e Energia Elétrica O DAEE foi criado há 60 anos, em 12/12/1951, tendo como principais competências, no âmbito do Estado de SP: Elaborar o planejamento, os estudos,

Leia mais

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local.

3.3 CATAGUASES. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, a responsabilidade pela sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local. Da caixa de areia a água chega às quatro câmaras onde estão interligadas as tubulações de sucção das bombas, essas unidades de bombeamento são em número de quatro, cada uma com capacidade de recalque de

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: O sistema conta com dois mananciais, ambos com captações superficiais: 3.8 SÃO JOÃO NEPOMUCENO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul A Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, é o órgão responsável pela operação e manutenção

Leia mais

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais:

O sistema ora descrito apresenta as seguintes unidades operacionais: A elevatória apresenta três conjuntos moto-bombas (Foto 3), dos quais dois operam em paralelo, ficando um de reserva, cada um associado a um motor elétrico de 150 cv de potência e recalcando uma vazão

Leia mais

Maubertec (2001) Projeto de Melhoria Hidráulica do Rio Tietê

Maubertec (2001) Projeto de Melhoria Hidráulica do Rio Tietê Maubertec (2001) Projeto de Melhoria Hidráulica do Rio Tietê Realizado a pedido do DAEE, contém, dentre outras coisas, especificações da eclusa da Barragem Móvel e estudos hidráulicos e hidrológicos realizados

Leia mais

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas:

A seguir, far-se-á a descrição das unidades operacionais dos referidos sistemas: 3.4 MURIAÉ Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Os sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da cidade de Muriaé são operados e mantidos

Leia mais

baía de guanabara Despoluição e potencialidade como agente integrador da rmrj

baía de guanabara Despoluição e potencialidade como agente integrador da rmrj baía de guanabara Despoluição e potencialidade como agente integrador da rmrj índice Histórico recente dos projetos Vetores de degradação e seus impactos econômicos e sociais Diagnóstico da situação atual

Leia mais

Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO

Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Erro! ROTEIRO PARA INSPEÇÃO SISTEMAS E SOLUÇÕES ALTERNATIVAS COLETIVAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA COM REDE DE DISTRIBUIÇÃO Formulário de Entrada de Dados - PARTE A - IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA OU SOLUÇÃO ALTERNATIVA

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

DECRETO Nº 1.752, DE 06 DE MAIO DE 1996.. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso de suas atribuições legais e

DECRETO Nº 1.752, DE 06 DE MAIO DE 1996.. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso de suas atribuições legais e DECRETO Nº 1.752, DE 06 DE MAIO DE 1996. Súmula: Instituída a Área de Proteção Ambiental na área de manancial da bacia hidrográfica do rio Pequeno, denominada APA Estadual do Pequeno.. O GOVERNADOR DO

Leia mais

Profa. Ana Luiza Veltri

Profa. Ana Luiza Veltri Profa. Ana Luiza Veltri EJA Educação de Jovens e Adultos Água de beber Como está distribuída a água no mundo? A Terra, assim como o corpo humano, é constituída por dois terços de água; Apenas 1% da quantidade

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO DE CONTROLE

Leia mais

Paulo Massato Yoshimoto. Diretor Metropolitano - Sabesp

Paulo Massato Yoshimoto. Diretor Metropolitano - Sabesp Paulo Massato Yoshimoto Diretor Metropolitano - Sabesp O papel da SABESP no ciclo de vida da água Redução do volume produzido. Preservação e despoluição dos mananciais. Água de reúso Controle de Perdas

Leia mais

Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto da ETE Penha - CEDAE. Edição 26/03/08

Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto da ETE Penha - CEDAE. Edição 26/03/08 Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto da ETE Penha - CEDAE Edição 26/03/08 1 Desafios e perspectivas do reuso de esgotos sanitários em áreas urbanas: O projeto

Leia mais

Concepção de instalações para o abastecimento de água

Concepção de instalações para o abastecimento de água Universidade Federal de Ouro Preto Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV 640 Saneamento Urbano Concepção de instalações para o abastecimento de água Prof. Aníbal da Fonseca Santiago Universidade

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

para apoio ao gerenciamento do Programa Onda Limpa

para apoio ao gerenciamento do Programa Onda Limpa SISTEMA /2008 INFORMATIZADO para apoio ao gerenciamento do Programa Onda Limpa O presente artigo tem por objetivo apresentar em linhas gerais o sistema informatizado desenvolvido e implementado pelo Consórcio

Leia mais

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia.

Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTEALEGRE ALEGRE DO MONTE DOSUL SUL Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTE ALEGRE DO SUL Área 110,306 km² População (estimativa para 2014)

Leia mais

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO

SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO SISTEMAS DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS PROJETO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DA ETE - ROTEIRO DO ESTUDO Projetos de interceptor, emissário por gravidade, estação elevatória de esgoto e linha de recalque,

Leia mais

LEI N 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992

LEI N 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 LEI N 10.066, DE 27 DE JULHO DE 1992 Cria a Secretaria de Estado do Meio Ambiente - SEMA, a entidade autarquica Instituto Ambiental do Parana - IAP e adota outras providencias. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Leia mais

A Sabesp STATUS: Fundada em 1973 como sociedade de (Governo do Estado de São Paulo, acionistas privados e municípios) ATRIBUIÇÕES:

A Sabesp STATUS: Fundada em 1973 como sociedade de (Governo do Estado de São Paulo, acionistas privados e municípios) ATRIBUIÇÕES: Novembro/2007 A Sabesp STATUS: Fundada em 1973 como sociedade de participação acionária (Governo do Estado de São Paulo, acionistas privados e municípios) ATRIBUIÇÕES: PATRIMÔNIO LÍQUIDO: L EMPREGADOS:

Leia mais

PARA MUDAR DE VERDADE

PARA MUDAR DE VERDADE PARA MUDAR DE VERDADE os transportes Nos 20 anos de sucessivos governos, o PSDB foi incapaz de enfrentar o colapso da mobilidade urbana com políticas compatíveis com a gravidade do problema, sobretudo

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO GUANHÃES MG INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE LOTEAMENTO URBANO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO SISTEMAS DE ESGOTO SANITÁRIO Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: hugo.guedes@ufpel.edu.br

Leia mais

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP

VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP VI-004 MONITORAMENTO EM TEMPO REAL DA QUALIDADE DA ÁGUA DOS MANANCIAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO - RMSP Armando Perez Flores (1) Bacharel em Química pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras

Leia mais

PORTARIA Nº 443/BSB DE 03 DE OUTUBRO DE 1978

PORTARIA Nº 443/BSB DE 03 DE OUTUBRO DE 1978 PORTARIA Nº 443/BSB DE 03 DE OUTUBRO DE 1978 O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 85, item II, da Constituição e tendo em vista o disposto no artigo 9º do Decreto

Leia mais

XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente

XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente XII Semana CIESP/FIESP de Meio Ambiente Tema: As questões ambientais da Região Metropolitana de São Paulo Palestra: Estratégias de Proteção da Qualidade do Ar na RMSP Debatedor: Nelson Nefussi Consultor

Leia mais

UNIDADE DE NEGÓCIO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA METROPOLITANA MT. Aquapolo Ambiental Uma Parceria de Sucesso

UNIDADE DE NEGÓCIO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA METROPOLITANA MT. Aquapolo Ambiental Uma Parceria de Sucesso UNIDADE DE NEGÓCIO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA METROPOLITANA MT Aquapolo Ambiental Uma Parceria de Sucesso José Luiz Salvadori Lorenzi Superintendente Abril/2008 PAUTA SABESP SOLUÇÕES AMBIENTAIS ÁGUA DE

Leia mais

PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André

PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André Semasa Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André PROAR - Programa da Qualidade Do Ar de Santo André 2003 TEMA: PROAR - Programa da Qualidade

Leia mais

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior

Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014 SALVADOR, BAHIA - QUARTA-FEIRA 12 DE MARÇO DE 2014 ANO - XCVIII - N O 21,375 RESOLUÇÃO Nº 96 DE 25 DE FEVEREIRIO DE 2014 Estabelece diretrizes e critérios gerais para a outorga do direito de uso dos recursos

Leia mais

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras.

3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras. Esta unidade compõe-se de três conjuntos moto-bombas idênticos, dos quais dois operam em paralelo, ficando o terceiro como unidade de reserva e/ou rodízio. Estão associados, cada um, a um motor elétrico

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE LEI Nº 354/2014 Dispõe sobre a Política Municipal de Saneamento Básico, cria o Conselho Municipal de Saneamento Básico e o Fundo Municipal de Saneamento de Básico, e dá outras providências. A Prefeita

Leia mais

I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO

I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO I-036 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA DA CIDADE DE UBATUBA, ESTADO DE SÃO PAULO Milton Tomoyuki Tsutiya (1) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP (1975). Mestre em Engenharia

Leia mais

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -

Leia mais

NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP

NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP NOTA TÉCNICA MANUTENÇÃO DA PRODUÇÃO DO SISTEMA CANTAREIRA PARA A POPULAÇÃO DA RMSP O abastecimento da RMSP foi concebido para atuação integrada entre seus sistemas produtores, buscando sempre a sinergia

Leia mais

A construção da saúde pelo saneamento dos municípios. Eng Civil Henrique Pires

A construção da saúde pelo saneamento dos municípios. Eng Civil Henrique Pires A construção da saúde pelo saneamento dos municípios Eng Civil Henrique Pires 2011 O Homem e a água uma longa história Os primeiros poços, chafarizes, barragens e aquedutos foram construídos no Egito,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS Drenagem de Bacias SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS PROGRAMA Nº - 035 Garantir a captação e drenagem das bacias hidrográficas; Eliminar pontos de alagamento junto a córregos e canais; Proteger as margens

Leia mais

Estiagem é tema de edição especial deste mês Instituições contam as medidas adotadas para atravessar o período de crise

Estiagem é tema de edição especial deste mês Instituições contam as medidas adotadas para atravessar o período de crise Estiagem é tema de edição especial deste mês Instituições contam as medidas adotadas para atravessar o período de crise O forte período de estiagem que assola a região é o tema desta edição especial do

Leia mais

O CONSELHO DE GESTÃO DA AGÊNCIA GOIANA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso de suas atribuições legais e,

O CONSELHO DE GESTÃO DA AGÊNCIA GOIANA DE REGULAÇÃO, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso de suas atribuições legais e, 1 RESOLUÇÃO N 212/2003 - CG Disciplina a qualidade da prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, operado pela SANEAGO, conforme processo nº 22187758 /2003. O CONSELHO DE GESTÃO

Leia mais

DECRETO Nº 53.526, DE 8 DE OUTUBRO DE 2008: Cria a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Centro, e dá providências correlatas.

DECRETO Nº 53.526, DE 8 DE OUTUBRO DE 2008: Cria a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Centro, e dá providências correlatas. DECRETO Nº 53.526, DE 8 DE OUTUBRO DE 2008: Cria a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Centro, e dá providências correlatas. JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições

Leia mais

Novos Padrões de Qualidade do Ar do Estado de São Paulo

Novos Padrões de Qualidade do Ar do Estado de São Paulo Novos Padrões de Qualidade do Ar do Estado de São Paulo BASE LEGAL Decreto Estadual nº 59.113 de 23 de abril de 2013 Resolução CONAMA 03/90 PONTOS IMPORTANTES Novos padrões de qualidade do ar, conforme

Leia mais

A DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

A DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO A DISPONIBILIDADE HÍDRICA DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO CAMILA CRISTINA PACHECO LOMBA (Mestranda em Geog. Humana - USP/Bolsista ANPUR/IPEA) camilageografia@yahoo.com.br RESUMO A Região Metropolitana

Leia mais

PROJETO CONSCIENTIZAR

PROJETO CONSCIENTIZAR PROJETO CONSCIENTIZAR Sérgio Martin Dela Torre; Robson Veras Firme Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S/A EMTU RESUMO O Projeto Conscientizar, criado e mantido pela Empresa Metropolitana

Leia mais

Núcleo União Pró-Tietê. Água : O ouro azul do planeta

Núcleo União Pró-Tietê. Água : O ouro azul do planeta Núcleo União Pró-Tietê Água : O ouro azul do planeta Água A água é um mineral, elemento químico simples (H 2 O) fundamental para o planeta. Forma oceanos, geleiras, lagos e rios. Cobre ¾ da superfície

Leia mais

INSTITUTO DE ENGENHARIA

INSTITUTO DE ENGENHARIA INSTITUTO DE ENGENHARIA DISCUSSÕES INTERNAS SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL E FUTURA DOS RECURSOS HÍDRICOS DA MACROMETRÓPOLE PAULISTA. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES. AGOSTO 2014 RECURSOS HIDRICOS PARA A MACROMETROPOLE

Leia mais

Copasa obtém resultados eficientes no tratamento de esgoto em Serro

Copasa obtém resultados eficientes no tratamento de esgoto em Serro Copasa obtém resultados eficientes no tratamento de esgoto em Serro Inaugurada há pouco mais de 3 anos, Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) garante melhorias na qualidade da água do córrego Lucas, que

Leia mais

INTEGRAÇÃO DA TELEMETRIA NO SISTEMA DE SUPORTE À DECISÃO DA SABESP PARA MONITORAMENTO HIDROLÓGICO E OPERAÇÃO DOS MANANCIAIS DA RMSP

INTEGRAÇÃO DA TELEMETRIA NO SISTEMA DE SUPORTE À DECISÃO DA SABESP PARA MONITORAMENTO HIDROLÓGICO E OPERAÇÃO DOS MANANCIAIS DA RMSP INTEGRAÇÃO DA TELEMETRIA NO SISTEMA DE SUPORTE À DECISÃO DA SABESP PARA MONITORAMENTO HIDROLÓGICO E OPERAÇÃO DOS MANANCIAIS DA RMSP Nilzo Renê Fumes 1 *, Carlos Toshio Wada 2 Resumo O abastecimento público

Leia mais

LIGAÇÃO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DE ESGOTO

LIGAÇÃO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DE ESGOTO LIGAÇÃO COMERCIAL OU INDUSTRIAL DE ESGOTO Padronização da caixa de amostragem industrial e/ou comercial de efluentes. 1. Localização e infra estrutura da caixa de amostragem de efluentes: 1.1 Esta caixa

Leia mais

COMITÊ DE BACIAS PCJ SISTEMA CANTAREIRA CONDICIONANTES DE 2004 CONDICIONANTES PARA 2014 BARRAGENS DE PEDREIRA E DUAS PONTES TRANSPOSIÇÃO DO RIO

COMITÊ DE BACIAS PCJ SISTEMA CANTAREIRA CONDICIONANTES DE 2004 CONDICIONANTES PARA 2014 BARRAGENS DE PEDREIRA E DUAS PONTES TRANSPOSIÇÃO DO RIO COMITÊ DE BACIAS PCJ SISTEMA CANTAREIRA CONDICIONANTES DE 2004 CONDICIONANTES PARA 2014 BARRAGENS DE PEDREIRA E DUAS PONTES TRANSPOSIÇÃO DO RIO PARAÍBA DO SUL ADENSAMENTO POPULACIONAL DA RMC COMITÊ DE

Leia mais

EFEITOS DE ÓLEOS E GRAXAS PARA A TRATABILIDADE DE ESGOTOS E POLUIÇÃO DIFUSA

EFEITOS DE ÓLEOS E GRAXAS PARA A TRATABILIDADE DE ESGOTOS E POLUIÇÃO DIFUSA Diretoria Metropolitana - M Unidade de Negócio de Tratamento de Esgotos da Metropolitana - MT EFEITOS DE ÓLEOS E GRAXAS PARA A TRATABILIDADE DE ESGOTOS E POLUIÇÃO DIFUSA Óleos e Graxas Os óleos e graxas

Leia mais

III - disciplinar a implantação adequada e o funcionamento dos sistemas de coleta, tratamento e disposição de esgotos sanitários;

III - disciplinar a implantação adequada e o funcionamento dos sistemas de coleta, tratamento e disposição de esgotos sanitários; PROJETO DE: EMENDA À LEI ORGÂNICA LEI COMPLEMENTAR LEI ORDINÁRIA RESOLUÇÃO NORMATIVA DECRETO LEGISLATIVO ( X ) Nº /2013 AUTOR/SIGNATÁRIO: Ver. GILBERTO PAIXÃO EMENTA: Dispõe sobre os serviços e obras para

Leia mais

Licenciamento Ambiental de Sistemas de Esgotos Sanitários

Licenciamento Ambiental de Sistemas de Esgotos Sanitários Prefeitura Municipal de Santo André Licenciamento Ambiental de Sistemas de Esgotos Sanitários Seminário Nacional sobre Licenciamento Ambiental de Sistemas de Tratamento de Esgoto Sanitário Serviço Municipal

Leia mais

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO

Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06. Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Diário Oficial Estado de São Paulo Poder Executivo Seção I Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344 Nº 118 DOE de 24/06/06 Saúde GABINETE DO SECRETÁRIO Resolução

Leia mais

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS PRESERVAR O MEIO AMBIENTE UMA MISSÃO DE TODOS NÓS Meio Ambiente Tudo que está a nossa volta: todas as formas de vida e todos os elementos da natureza. Ecologia Ciência que estuda a relação dos seres vivos

Leia mais

Seminário Nacional AESBE 30 anos

Seminário Nacional AESBE 30 anos Experiências de Sucesso nas Empresas Estaduais de Saneamento TELEMETRIA 26/08/2015 Silvana Corsaro Candido da Silva de Franco, Gerente do Departamento de Planejamento, Gestão e Operação da Produção Seminário

Leia mais

O MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS REALIZADO PELA SABESP NOS MANANCIAIS DO ALTO TIETÊ-CABECEIRAS SISTEMAS PRODUTORES ALTO TIETÊ E RIO CLARO

O MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS REALIZADO PELA SABESP NOS MANANCIAIS DO ALTO TIETÊ-CABECEIRAS SISTEMAS PRODUTORES ALTO TIETÊ E RIO CLARO O MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS REALIZADO PELA SABESP NOS MANANCIAIS DO ALTO TIETÊ-CABECEIRAS SISTEMAS PRODUTORES ALTO TIETÊ E RIO CLARO Adilson Macedo (1) Graduado em Biologia pela Universidade

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE Procedência: 7ª Reunião do Grupo de Trabalho Data: 30 e 31 de janeiro de 2014 Processo: 02000.000110/2011-68 Assunto: Utilização de produtos

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS

CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO AMAZONAS RESOLUÇÃO/CEMAAM/Nº01/08 Estabelece normas e procedimentos para regularização ambiental de TANQUES, VIVEIROS, BARRAGENS, PEQUENOS RESERVATÓRIOS, CANAIS DE IGARAPÉS E TANQUES REDE DESTINADOS PARA A AQÜICULTURA

Leia mais

Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento

Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento Aula 2 - Concepção de Sistemas de Abastecimento 2.1 - Definição e Objetivos Objetivo principal de um Sistema de Abastecimento de água: fornecer ao usuário uma água de boa qualidade para seu uso, em quantidade

Leia mais

Indústrias. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:

Indústrias. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Indústrias 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função:

Leia mais

-- De São Paulo a Santos -- Colégio Santa Clara Prof. Marcos

-- De São Paulo a Santos -- Colégio Santa Clara Prof. Marcos -- De São Paulo a Santos -- Colégio Santa Clara Prof. Marcos São Paulo tem déficit de água Região Metropolitana de São Paulo População: aprox. 20 milhões Consumo médio de água: 73 mil litros por segundo

Leia mais

Carta Regional dos Municípios de Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica e Rio de Janeiro.

Carta Regional dos Municípios de Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica e Rio de Janeiro. Carta Regional dos Municípios de Itaguaí, Mangaratiba, Seropédica e Rio de Janeiro. Nós, membros do poder público, usuários e sociedade civil organizada, estudantes e profissionais da educação, reunidos

Leia mais

PROTOCOLO SOBRE PREPARO, RESPOSTA E COOPERAÇÃO PARA INCIDENTES DE POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS E NOCIVAS, 2000

PROTOCOLO SOBRE PREPARO, RESPOSTA E COOPERAÇÃO PARA INCIDENTES DE POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS E NOCIVAS, 2000 PROTOCOLO SOBRE PREPARO, RESPOSTA E COOPERAÇÃO PARA INCIDENTES DE POLUIÇÃO POR SUBSTÂNCIAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS E NOCIVAS, 2000 AS PARTES DO PRESENTE PROTOCOLO, SENDO PARTES da Convenção Internacional

Leia mais

PROGRAMA DE CORREDORES METROPOLITANOS. Instituto de Engenharia

PROGRAMA DE CORREDORES METROPOLITANOS. Instituto de Engenharia PROGRAMA DE CORREDORES METROPOLITANOS Instituto de Engenharia Introdução quem é a EMTU/SP Estrutura Organizacional EMTU/SP responsabilidades Gerenciamento do sistema de transporte público intermunicipal

Leia mais

Projetos de Expansão e Modernização

Projetos de Expansão e Modernização Projetos de Expansão e Modernização Março/2012 Jundiaí Várzea Paulista Campo Limpo Paulista Francisco Morato Franco da Rocha Caieiras REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Itaquaquecetuba Osasco Barueri São

Leia mais

LEI N 0 2.181 DE 12 DE OUTUBRO DE 1978 O GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE,

LEI N 0 2.181 DE 12 DE OUTUBRO DE 1978 O GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE, LEI N 0 2.181 DE 12 DE OUTUBRO DE 1978 Autoriza o Poder Executivo a criar a Administração Estadual do Meio Ambiente, sob a forma de autarquia estadual, e dá outras providências. O GOVERNO DO ESTADO DE

Leia mais

IBATÉ OBRAS E AÇÕES GESTÃO 2007-2010 R$ 5.816.5 6.500,00 AGRICULTURA: Distribuição de Leite:

IBATÉ OBRAS E AÇÕES GESTÃO 2007-2010 R$ 5.816.5 6.500,00 AGRICULTURA: Distribuição de Leite: IBATÉ OBRAS E AÇÕES GESTÃO 2007-2010 R$ 5.816.5 6.500,00 AGRICULTURA: Distribuição de Leite: distribuídos 31.760 litros de leite, de Jan/2007 a Mar/2009 Custo: R$ 39 mil, beneficiando 80 famílias carentes,

Leia mais

O que é saneamento básico?

O que é saneamento básico? O que é saneamento básico? Primeiramente, começaremos entendendo o real significado de saneamento. A palavra saneamento deriva do verbo sanear, que significa higienizar, limpar e tornar habitável. Portanto,

Leia mais

As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são:

As Diretrizes de Sustentabilidade a serem seguidas na elaboração dos projetos dos sistemas de abastecimento de água são: OBJETIVO A SANEPAR busca prestar serviços de Saneamento Ambiental de forma sustentável, a fim de contribuir com a melhoria da qualidade de vida. Portanto evidencia-se a necessidade de considerar o conceito

Leia mais

Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências.

Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO

Leia mais

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000227 - ENGENHARIA AMBIENTAL Nivel: Superior

PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO. Curso: 000227 - ENGENHARIA AMBIENTAL Nivel: Superior PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 000227 - ENGENHARIA AMBIENTAL Nivel: Superior Area Profissional: 0007 - CONSTRUCAO CIVIL Area de Atuacao: 0152 - ATEND.CLIENTE/CONSTR.CIVIL

Leia mais

América Latina Logística Malha Sul ALL

América Latina Logística Malha Sul ALL América Latina Logística Malha Sul ALL Capítulo 21. Gerenciamento de Emissões e Imissões Atmosféricas Rio Grande do Sul Junho/2010 Revisão 0 21.1 INTRODUÇÃO O presente documento visa a elaboração de um

Leia mais

Ofício CRQ VIII-IP 001/2013 Aracaju/SE 23 de maio de 2013

Ofício CRQ VIII-IP 001/2013 Aracaju/SE 23 de maio de 2013 Trav. Sálvio Oliveira 76 - Suissa - CEP : 49 050-700 - Aracaju/SE Ao Setor de Gestão de Concurso da AOCP Ref.: Impugnação do Concurso Q1/2013-DESO No Edital do Concurso Publico n 01/2013 de 30 de abril

Leia mais

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO

3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO 3.9 VISCONDE DE RIO BRANCO Projeto Preparatório para o Gerenciamento dos Recursos Hídricos do Paraíba do Sul Em Visconde de Rio Branco, o sistema público de abastecimento de água é operado e mantido pela

Leia mais

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\ ATO DE SANÇÃO N.º 003/2010. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ACAUÃ, ESTADO DO PIAUÍ, no uso de suas atribuições legais, sanciona por meio do presente, o Projeto de Lei do Executivo de N.º 002/2010, Ementa: Dispõe

Leia mais

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza Legislação Territorial Agenda 21 Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza O que é Agenda 21? Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas Eco-92, que

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Manutenção e Operacionalização da Administração SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover o SAAE de recursos materiais e humanos para o bom desenvolvimento

Leia mais

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 S Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I Sistema de Esgotamento Sanitário

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO

FUNDAMENTOS DA GESTÃO A Ultrapar realizou em 2011 um programa de comunicação e disseminação do tema sustentabilidade entre seus colaboradores, com uma série de iniciativas voltadas para o engajamento e treinamento das pessoas.

Leia mais

LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. LEI Nº 9.921, DE 27 DE JULHO DE 1993. Dispõe sobre a gestão dos resíduos sólidos, nos termos do artigo 247, parágrafo 3º da Constituição do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Dilma Pena, secretária estadual de Saneamento e Energia de São Paulo

Dilma Pena, secretária estadual de Saneamento e Energia de São Paulo Dilma Pena, secretária estadual de Saneamento e Energia de São Paulo (pronunciamento na abertura do seminário Tecnologia e eficiência em saneamento ambiental, do Valor Econômico) O tripé formado por investimentos

Leia mais

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2

ESGOTAMENTO ESPECIFICAÇÕES OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 1/7 SUMÁRIO OBJETIVO... 2 CONSIDERAÇÕES GERAIS... 2 CONSIDERAÇÕES ESPECÍFICAS... 2 01 ESGOTAMENTO COM BOMBAS... 3 02 REBAIXAMENTO DE LENÇOL FREÁTICO COM PONTEIRAS FILTRANTES... 3 03 REBAIXAMENTO DE LENÇOL

Leia mais

10 ANOS DO PLANO DIRETOR DE MACRODRENAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO TIETÊ. 2 a 4 de dezembro de 2008 São Paulo VÁRZEAS DO TIETÊ

10 ANOS DO PLANO DIRETOR DE MACRODRENAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO TIETÊ. 2 a 4 de dezembro de 2008 São Paulo VÁRZEAS DO TIETÊ 10 ANOS DO PLANO DIRETOR DE MACRODRENAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO ALTO TIETÊ 2 a 4 de dezembro de 2008 São Paulo O PROJETO VÁRZEAS DO TIETÊ ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO Breve Histórico do Rio Tietê e a cidade

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA

ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ENGENHARIA CIVIL INTEGRADA ARAÇATUBA 2014 Nome Antônio Paulo da Silva Gama Bruno Roger Hoshino dos Santos Gustavo Chozi Izabela dos Santos Eduardo RA A424BG-5 A546BC-0 A395CC-0 A571BH-6 SISTEMA DE TRATAMENTO

Leia mais

METODOLOGIA E AMOSTRA

METODOLOGIA E AMOSTRA SOBRE A PESQUISA METODOLOGIA E AMOSTRA Pesquisa quantitativa, com aplicação de questionário estruturado através de entrevistas pessoais. Objetivo Geral O projeto tem por objetivo geral mapear as percepções,

Leia mais

SANED CUMPRINDO COM SUA RESPONSABILIDADE NA DESPOLUIÇÃO DA REPRESA BILLINGS EM DIADEMA

SANED CUMPRINDO COM SUA RESPONSABILIDADE NA DESPOLUIÇÃO DA REPRESA BILLINGS EM DIADEMA SANED CUMPRINDO COM SUA RESPONSABILIDADE NA DESPOLUIÇÃO DA REPRESA BILLINGS EM DIADEMA ENG JORGE KIYOSHI MASSUYAMA Cargo atual: Diretor de Operações da SANED, cargo atual Formação: Engenheiro Civil, formado

Leia mais