Ministério Público promoverá audiência sobre licenças ambientais

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1 NATAL-RIO GRANDE DO NORTE - ANO 03 - EDIÇÃO 18 Ministério Público promoverá audiência sobre licenças ambientais No próximo dia 24 de março, o Ministério Público Estadual do Rio Grande do Norte promoverá audiência pública sobre as licenças ambientais para os postos de combustível da capital potiguar. O presidente do Sindipostos, Ismar Medeiros, ressalta que a entidade apóia a iniciativa da promotora Gilka da Mata Dias. PÁG. 02 IDEMA define novos valores para licenças ambientais O Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (Idema) definiu os novos valores para as licenças ambientais. Mercado traz movimentação de bandeiras dos postos PÁG. 05 O Jornal Sindipostos publica a tabela na íntegra, de acordo com a portaria do órgão. PÁG.06 Ministério discutirá Lei do Gás PÁG. 07 ANP define conjunto-imagem dos postos independentes PÁG. 06

2 PALAVRA DO PRESIDENTE: O trabalho do Ministério Público no Estado do Rio Grande do Norte é enaltecido e reconhecido por toda população. São ações de combate a corrupção, proteção ao meio ambiente, as pessoas portadoras de necessidades especiais, enfim são muitas as atribuições desse que é conhecido como o fiscal da lei. Agora o Ministério Público, mais precisamente, a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente dá mais uma grande mostra do empenho em fazer cumprir a legislação. Dessa vez, nós revendedores de combustíveis, estamos no foco com o objetivo de enquadrar o comércio varejista de combustível na legislação ambiental vigente. O trabalho, nesse momento, do Ministério Público, mais precisamente da promotora Gilka da Mata, está longe de se tratar de uma ação punitiva e repressiva. Pelo contrário, é uma ação parceira. E falo parceira porque ao invés de partir para ações judiciais ou convocar a imprensa para denúncias de espetaculosidade, a promotora, com muita sensatez, convidou foi nós, revendedores. São comerciantes dispostos e também engajados em se adequar a legislação ambiental. Entendemos que ela é rigorosa. É verdade. Mas para proteger e prevenir as ações que agridam o meio ambiente, é preciso mesmo ter rigor. Logo que o Sindipostos do Rio Grande do Norte foi procurado pela promotora Gilka da Mata mostramos toda nossa disposição não apenas em ajudar a mobilizar os revendedores, mas a ser parceiro nessa ação. Com esse trabalho, todos ganharemos. E o mais importante, nosso cliente, motivo maior da existência do nosso negócio, também ganhará, com a segurança que cada posto passará a oferecer. Além disso, o consumidor terá a certeza que o seu posto está funcionando legalmente. Nesse trabalho iniciado pelo Ministério Público e encampado pelo Sindipostos teremos mais uma etapa nos próximos dias. Será a audiência pública promovida pela promotora Gilka da Mata. Até lá, nosso foco será sensibilizar os revendedores para comparecerem a esse debate que, temos certeza, será de grande valia para todo segmento do comércio varejista de combustíveis. Portanto, no dia 24 de março, 15h, no auditório na Procuradoria Geral de Justiça, na sede do Ministério Público, em Candelária. Ismar Medeiros Presidente do Sindipostos-RN

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4 O segmento do varejo pelo mundo Argentina: O dia 5 de dezembro de 2008 foi denominado El dia das mangueras caídas. As entidades que congregam os revendedores argentinos informaram que foi de 98% a adesão à greve de 24 horas. Ameaçam repetir a dose, caso o governo não sinalize intenção de atender às reivindicações. Venezuela: O governo Chávez restatizou a distribuidora Trebolgas, empresa formada pela união de revendedores venezuelanos em 1997, quando da abertura do mercado daquele país. Não houve acerto financeiro no prazo concedido pelo governo para negociações e agora o governo pretende fixar unilateralmente um valor a ser ressarcido aos acionistas. Cazaquistão: O governo casaque e o governo russo manifestaram interesse em comprar a participação da British Pretoleum no consórcio do Projeto do Gasoduto do Cáspio, comandado pela estatal russa Transneft e composto ainda por Chevrom, Shell, Móbil, Oman Oil, Rosneft e Lukoil. Alemanha: A Shell firmou um contrato com Deutsche Postbank para que os usuários do cartão de débito deste banco possam pagar combustível ou fazer retiradas de dinheiro vivo em toda a sua rede de postos em território alemão. O projeto deve entrar em funcionamento pelo meio do ano de Irlanda: A empresa local TOPAZ anunciou a intenção de instalar sua própria imagem nos seus 367 postos de serviço, os quais estão ainda ostentando suas bandeiras anteriores: Shell e Statoil. Os postos passaram a exibir um vistoso logotipo azul, verde e amarelo com o dístico: That s better. Inglaterra: Um anúncio para televisão da Esso Móbil que apresentava o Gás Natural Líquido como o mais limpo dos combustíveis foi proibido pela Autoridade Britânica de Estandares de Propaganda por ser considerado misleading. Grécia: O governo grego tomou algumas medidas, como diminuir o número exigido de horas de abertura dos postos e permitir a instalação de venda de combustíveis nos supermercados, com a intenção declarada de baixar os preços a público. No Brasil tais medidas resultaram num aumento do preço a público de mais de 100% em alguns anos ( de 55 centavos de dólar para cerca de um dólar e cinqüenta por litro). Bulgária: A companhia retalhista búlgara Petrol AD anunciou planos de distribuir bicombustíveis em sua rede de 400 postos, tão pronto o governo esclareça mais precisamente a regulamentação para exigir a mistura de até 5% de produtos renováveis. República Checa: A refinadora tcheca Unipetrol passou a possuir 93% das ações da refinaria de Paramo após comprar a participação da polonesa PKN Orlen na dita refinaria. A intenção é possuir a totalidade, segundo analistas especializados.

5 IDEMA define preços para expedir licenças ambientais O Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente definiu os novos valores das licenças ambientais. Conheça em detalhes, na portaria que o Sindipostos transcreve na íntegra.

6 Alterando o conjunto-imagem Uma das principais mudanças trazidas pela Resolução 33 diz respeito ao conjunto-imagem de postos independentes. O objetivo é coibir os chamados postos clornes, que se utilizam de caracterização semelhante a das principais distribuidoras, com o intuito de confundir o consumidor. Importante ressaltar que a resolução é enfática ao estabelecer que postos que optaram por ser bandeira branca não poderão exibir a marca comercial de distribuidora (nome ou símbolo característico). Ou seja, o revendedor que não tem mais contrato, mas quer continuar ostentando a marca daquela companhia, até pode ter uma relação imnfomral, mas deve continuar cadastradao na ANP como bandeirado daquela distribuidora. A ANP não exige, nem pode exigir contrato. O que vai ocorrer é que a marca que estiver cadastrada na ANP deverá ser ostentada e o posto é obrigado a comprar todos os combustíveis daquela distribuidora. Excluindo os combustíveis, os demais produtos como lubrificantes, podem ser comprados de outras distribuidoras, a não ser que o seu contrato com a companhia estabeleça alguma proibição. Para quem decidiu virar bandeira branca é importante observar a necessidade de retirar todas as referências visuais da marca, em especial nomes e símbolos. Afinal, segundo a resolução 33 está vedada a utilização de cores e suas denominação, se dispostas ou combinadas de modo peculiar e distintivo, ou caracteres que possam, manifestadamente, confundir ou induzir a erro o consumidor. Fonte: revista Combustíveis & Conveniência Big Brother Um sistema chamado GDP, usado pela Shell nacionalmente, tem deixado revendedores de cabelo em pé. Pelo programa, uma pesquisa monitora constantemente o preço da rede, via consulta por telefone ou no site da ANP. O problema é que a Shell tem usado esses dados para determinar a margem dos postos: se o estabelecimento aumenta seu preço na bomba, pode esperar que em sua próxima compra o combustível também virá mais caro. Os revendedores de Campinas e Região já estão sentindo na pele o problema. Emílio Martins, presidente do Recap, acredita inclusive que isso vem permitindo que os preços elevados por alguns postos da rede subsidiem, por exemplo, os valores baixos praticados na rede Carrefour. Fonte: Revista Combustíveis & Conveniência

7 Movimentação de bandeiras As fusões entre as distribuidoras, iniciada em 1994, coincidem com o início da queda do monopólio do petróleo e da abertura do mercado de refino, distribuição e revenda de combustíveis no Brasil. São frutos obrigatórios da mudança do tipo de negócio que existia até então, que era cativo, fechado, para o de livre concorrência, aberto. Até o início da década de 1990, tínhamos seis distribuidoras de combustíveis operando no Brasil, sendo duas nacionais, com 55% do mercado (BR e Ipiranga) e quatro internacionais (Atlantic, Esso, Shell e Texaco), situação que vem sendo alterada nesses últimos dez anos. O país tem, atualmente, mais de 250 distribuidoras, número que começa a diminuir, fato esperado por quem acompanha estes movimentos nas mais diversas áreas, como bancos, supermercados e empresas de transporte, por exemplo. Em nosso ramo de atividade, as fusões e anexaçºoes começaram com a compra da Atlantic pela Ipiranga, a qual no ano passado foi vendida parte para a Ultra (Sul e Sudeste) e parte para a BR (Centro- Oeste, Norte e Nordeste). Seguiu-se a compra da Dalçóquio pela BR, que tempos depois passou parte destes postos para Repsol. Depois veio a fusão mundial da Texaco com a Chevron, mantendo a marca Texaco aqui, sendo que agora esta distribuidora no Brasil foi vendida para o Grupo Ultra, leia-se Ipiranga, em distribuição e revenda de combustíveis. Recentemente, o grupo Exxon Móbil vendeu a distribuidora brasileira Esso para o grupo Cosan, grande produtor de açúcar e de álcool, tanto hidratado como anidro, sendo que este último é componente de 25% de toda gasolina comercializada no Brasil. Ministério discutirá Lei do Gás O Ministério de Minas e Energia começará a trabalhar, no início desse ano, em um plano de regulamentação para o setor de gás no Brasil. A informação é do secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, José de Lima Neto. A base da discussão dentro do ministério será a nova legislação que regulamenta o transporte, a exploração, a estocagem, o processamento e a comercialização do gás natural no país, aprovada pela Câmara dos Deputados, após dois anos de discussão, a chamada Lei do Gás. A principal mudança aprovada no acordo foi a que institui o regime de concessão para a exploração, transporte, estocagem e processamento. Com a nova lei, para uma empresa constituir e explorar um gasoduto, deve passar por uma licitação. Atualmente, as empresas que querem explorar gás no país recebem uma autorização d governo. A única ressalva da lei é que os gasodutos decorrentes de acordos internacionais poderão continuar no regime de autorização. Hoje a principal empresa brasileira que explora a rede de gasodutos no Brasil é a Petrobras, que fecho contratos anteriores a nova lei por autorização e que defende a manutenção desse sistema.

8 Revendedor, esteja atento ao que diz a legislação O Sindicato do Comércio Varejista dos Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte abre um espaço no Jornal Sindipostos para uma alerta aos revendedores. É importante estar sempre atualizado sobre a legislação, seja ela federal, estadual ou municipal. Conheça agora alguns dos pontos das normas vigentes atualmente no país: - É responsabilidade do distribuidor e não do posto revendedor certificar a qualidade da gasolina no que diz respeito ao índice de octano (medida da resistência da gasolina à detonação). A regra está prevista na Portaria 309/01 da Agência Nacional do Petróleo, que define as obrigações em relação ao controle de qualidade do combustível. - Nas lojas de conveniência, os preços podem estar especificados nas prateleiras, desde que de forma clara. Lembre-se também de que todos os produtos devem estar dentro da data de validade, com as embalagens em bom estado e armazenados segundo os critérios da ANVISA. - Caso você venha a exercer atividade de revendedor varejista em endereço onde outro posto revendedor já tenha operado, é necessário atualizar os dados na ANP, encaminhando uma cópia autenticada do contrato social que comprove o encerramento das atividades da empresa anterior. - Somente os distribuidores de combustíveis líquidos e as refinarias, autorizadas pela ANP, poderão proceder à mistura óleo diesel/biodiesel conforme teor previsto na legislação vigente. - É vedada a comercialização de combustíveis automotivos com revendedor varejista que optou por exigir a marca comercial de outro distribuidor. - Devem estar visíveis o nome e a razão social do revendedor varejista; o nome do órgão regulador e fiscalizador das atividades de distribuição e revenda de combustíveis, a ANP; e o telefone , do Centro de Relações com o Consumidor CRC da ANP, informando que a ligação é gratuita e indicando que para o CRC deverão ser dirigidas reclamações que não forem atendidas pelo revendedor varejista ou pelos distribuidores. - O revendedor deve ficar atento também aos lacres das bombas medidoras e ao serviço das oficinas autorizadas porque, se for constatada qualquer violação do lacre, quem responde é o posto. A multa, nesse caso, pode chegar a R$ 50 mil, podendo até o posto ser interditado, não só pela ANP como pela Sefaz. ANIVERSARIANTES 02/03 Maurício Morais (Posto Emaus) 04/03 Maria José (Posto Jaguarari) 07/03 Ricardo Ribeiro (Posto Dudu) 08/03 Carolina Tavares (Posto Planalto) 16/03 Danielly (Posto Toscano) 21/03 Paulo Sérgio (Posto Rota do Sol) 22/03 Emiliane Taveira de Brito (Posto Mipibu) 26/03 Genário Torres (Cooptaxi) 28/03 Maria da Glória Miranda (Auto Posto Miranda) 31/03 Roosevelt (Posto Boa Passagem)

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