Versão em galego-português Ai eu, coitada, como vivo en gran cuidado por meu amigo, que hei alongado! Muito me tarda o meu amigo na Guarda!

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Versão em galego-português Ai eu, coitada, como vivo en gran cuidado por meu amigo, que hei alongado! Muito me tarda o meu amigo na Guarda!"

Transcrição

1 Uma representação comum da Idade Média remete à existência de reis e rainhas, príncipes e princesas, em seus castelos. Nobres cavaleiros lutando por sua honra em torneios de bravura, impressionando belas damas. Essa visão que temos sobre a Idade Média foi construída, em parte, pelas produções literárias da época, as cantigas e as novelas de cavalaria. Esses textos, que constituem o primeiro estilo de época por nós estudado, ajudaram a divulgar o comportamento cortês no tratamento do amor e da honra. Veremos, neste capítulo, como esse tipo de comportamento é recorrente na literatura e na cultura ocidentais. O poema a seguir é um exemplo de texto produzido em Portugal, na Alta Idade Média, e apresenta uma temática muito comum aos textos produzidos naquela época. 64 Capítulo 6

2 Versão em galego-português Ai eu, coitada, como vivo en gran cuidado por meu amigo, que hei alongado! Muito me tarda o meu amigo na Guarda! Ai eu, coitada, como vivo en gran desejo por meu amigo, que tarda e non vejo! Muito me tarda o meu amigo na Guarda! Por Afonso X Obtido em vivo_en_gran_cuidado Versão traduzida para o português atual: Ai! Eu, coitada, como vivo em grande espera por meu amigo, que tenho esperado! Muito demora o meu amigo na guerra! Ai! Eu, coitada, como vivo em grande saudade de meu amigo, que demora e que há muito não vejo! Muito demora o meu amigo na guerra! Literatura na Idade Média 65

3 Vamos fazer juntos! 1. No poema apresentado, de Afonso X, perceba que a voz lírica é feminina. Ela está em sofrimento. Por quê? 2. A que guerra o poema provavelmente se refere? 3. O que você sabe sobre a sociedade medieval? 1 Contexto histórico A Idade Média é uma divisão proposta pelos historiadores para determinar o período entre a Antiguidade e a Idade Moderna na Europa. Ela teve início no século V com as invasões bárbaras a Roma, capital do Império Romano do Ocidente, em 476 d.c, e termina com a queda de Constantinopla, capital do Império Romano do Oriente, tomada pelos turcos em 1453 d.c. É comum a subdivisão do período medieval em Alta e Baixa Idade Média. A Alta Idade Média estende-se até o final do século X e início do século XI, com o fim da dinastia carolíngia, quando se inicia a Baixa Idade Média. Essa se estende até o século XV, sendo os seus dois últimos séculos marcados por muitas transformações sociais e de pensamento, assim como por várias adversidades e catástrofes, como a Peste Negra. Neste capítulo, vamos nos concentrar na produção literária da Alta Idade Média e de parte da Baixa Idade Média, até o início do século XIII. (fonte: mapas-invasoes-barbaras/) 66 Capítulo 6

4 Para tanto, é preciso entender alguns aspectos importantes da formação política e social do período. A Igreja Católica no centro do poder Dos anos de dominação romana na Europa, o Cristianismo foi uma de suas heranças. Com o passar dos anos, a igreja de Cristo cresceu e acumulou terras e riquezas, até se transformar no grande centro do poder religioso e secular da Europa. No período da Alta Idade Média, o poder da Igreja era tão grande, que reis e rainhas só podiam ser coroados e assim chamados com o aval do papa. Era a Igreja que definia disputas territoriais e excomungava aqueles que discordassem de suas decisões. O controle da Igreja era também percebido na relação com o povo, quando o clero estimulava a crença nas pessoas de que elas eram imperfeitas e inferiores e que, por isso, precisavam buscar a redenção de seus pecados na sua total submissão à Igreja, visto que essa representava, na terra, a vontade divina. A essa postura servil perante Deus e a sua representante, observada nas diversas camadas sociais, do nobre ao pobre, dá-se o nome de teocêntrica. Teocentrismo (derivado do termo grego théos: deus ou divindade) é a visão de mundo cristã, determinadora da perfeição e superioridade de Deus sobre as coisas mundanas, inclusive o ser humano, imperfeito e pecador. Essa visão foi utilizada pela Igreja Católica como forma de dominação social e política. Religião e produção cultural Uma das formas que a Igreja Católica encontrou para controlar a população nos anos da Alta Idade Média foi o domínio quase absoluto sobre o conhecimento. Numa época em que apenas 2% da população europeia era alfabetizada, a escrita e a leitura estavam restritas a monastérios e abadias. Os religiosos reproduziam e traduziam textos importantes para o Cristianismo e obras dos filósofos Aristóteles e Platão, por exemplo, desde que essas não interferissem nos interesses da Igreja. A circulação desses textos, além de restrita ao universo do clero, dependia da reprodução manuscrita e era feita sempre por encomenda, tornando ainda mais difícil sua divulgação devido ao números de exemplares insuficientes. Além disso, o uso do latim, herança romana, era outro elementos dificultador. Monges eruditos levavam seus poemas e canções em latim nas suas andanças, e a maior parte desses poemas, apresentava temática religiosa. Com o enfraquecimento do poder central depois da morte do imperador francês Carlos Magno, no século IX, a sociedade medieval foi obrigada a se organizar de outra maneira, em feudos, administrados por grandes proprietários de terra, os senhores feudais. É com a chegada do feudalismo que a produção literária do período, que se estende até o século XIII, se fortalecerá, não sendo produzida somente por membros do clero, com temáticas outras que não aquelas exclusivamente religiosas. Literatura na Idade Média 67

5 Uma nova ordem social: suserania e vassalagem Como vimos, a descentralização do poder no século IX definiu uma nova ordem social: pequenas comunidades, vivendo em propriedades chamadas de feudos, sob o domínio da figura do senhor feudal, em torno de quem uma corte passa a existir. Grande parte dessa corte é composta por membros empobrecidos da nobreza, cavaleiros, camponeses livres e servos. A relação dessas pessoas com o senhor feudal era uma relação de dependência pessoal, denominada vassalagem. Os moradores do feudo juravam proteger as terras do senhor feudal, seu suserano, das invasões bárbaras e, como seus vassalos, recebiam o direito de permanecer nas terras e cultivar parte delas, além de serem protegidos pelo senhor. Abaixo do senhor feudal estavam os cavaleiros, que ocupavam uma posição de destaque nessa organização social e formavam o exército do suserano. Entre eles, as relações eram marcadas por códigos rígidos de conduta, baseados na honra, na lealdade, na bravura, na cortesia. Esse quadro é formador do feudalismo como o sistema de organização social e política da Idade Média. A Igreja, com seu clero, ainda é parte importante no sistema feudal, fazendo-se presente na lógica estamental. Veja que a ideologia da servidão e da submissão está presente na visão teocêntrica da sociedade medieval, pois essa submissão é também transmitida para as relações de suserania e vassalagem. A Idade Média em Portugal A presença humana na hoje denominada Península Ibérica é antiga, de cerca de 500 mil anos. O território, habitado por diversos povos durante esses anos, foi invadido no ano de 29 a.c., pelo romanos, quando a região foi anexada ao Império Romano. As línguas faladas até hoje, as leis e a religião são marcas da romanização da Península Ibérica. Com o declínio da dominação romana, no século V d.c., a região foi invadida por povos germânicos e, posteriormente, por árabes, que também deixaram suas marcas na cultura local. Mas foi na Baixa Idade Média, que Portugal conquistou sua autonomia. No século XII, depois da recuperação de alguns territórios tomados pelos árabes a chamada Reconquista cristã, o condado Portucalense se separou do reino de Leão e Castela e, em 1249, com a estabilização de suas fronteiras, Portugal torna-se o primeiro Estado-nação da Europa. Esse fato foi fundamental para a exploração marítima na era dos descobrimentos, nos séculos XIV e XV, quando o reino de Portugal expandiu seus territórios para África, Ásia, América e Oceania. A separação política do Reino de Leão e Castela, no entanto, não rompeu seus profundos laços econômicos, sociais e culturais com o resto da Península Ibérica. O mais forte laço era a língua: o galego-português. Faça hoje antes de dormir! 1. Faça um mapa conceitual com as informações importantes sobre a Idade Média. Divida seu mapa nos tópicos apresentados no item 1, sobre o contexto histórico do período, listando os assuntos mais relevantes de cada um. 68 Capítulo 6

6 2 A produção literária da Idade Média Quando, no século XII, as invasões bárbaras diminuíram, cidades ressurgiram, o comércio e o intercâmbio cultural reavivaram-se, o que, porém, fez com que os cavaleiros, membros dos exércitos do senhor feudal, perdessem sua função. Para resolver essa questão e encontrar outra maneira de manter o prestígio dos cavaleiros dentro dos feudos, um código de comportamento foi criado, marcado pela cortesia: o valor pessoal de um cavaleiro não se media apenas por seu sangue ou proezas militares, mas também por seu comportamento social cortês. Esse código também determinava a conduta amorosa, criando as regras do amor cortês, que transmitiram a lógica de servilismo que se vê nas relações sociais e na relação com a divindade para a submissão do poeta a sua amada e na submissão do cavaleiro a sua donzela. Portanto, nesse período, haverá o fortalecimento de uma literatura oral dentro dos feudos, desvinculada daquela monopolizada pela Igreja nos monastérios e abadia, produzidas na língua local, em que se verão descritas a subordinação a Deus e à mulher amada. Então, as trovas ou cantigas e as novelas de cavalaria são um retrato dessa cultura, ainda marcada pelo teocentrismo do período, mas desassociadas de uma temática exclusivamente religiosa, destacando-se as histórias de amor impossíveis, de homens submissos a suas senhoras e de cavaleiros lutando pela honra de suas damas, produzidas para o deleite da nobreza dos feudos. As trovas ou cantigas Em Portugal e em outras regiões da Europa, como a Provença na França, cultivou-se a produção poética de cantigas ou trovas. O escritor de cantigas e trovas era chamado de trovador, por isso a poesia produzida nessa época é comumente chamada de TROVADORISMO. Foi nas cortes dos reis portugueses, galegos e castelhanos que surgiram os textos líricos, em que trovadores cantavam seus amores, claramente influenciados pela literatura provençal. O primeiro texto literário galego-português do período, acreditam os estudiosos, é a Cantiga da Ribeirinha, supostamente composta em As cantigas galego-portuguesas, mais próximas para a formação de nossa literatura, se dividiam em líricas e satíricas, dependendo do tema que desenvolviam. As cantigas líricas subdividem-se em cantigas de amor e de amigo. Já as cantigas satíricas, em de escárnio e de maldizer. É importante ressaltar que uma característica comum às cantigas é o fato de todas elas serem, à época, acompanhadas por instrumentos musicais. Trovadorismo é o nome dado à poesia produzida por volta dos séculos IX a XIII. Também chamadas de cantigas ou trovas, eram escritas por trovadores e se subdividiam em líricas e satíricas. Literatura na Idade Média 69

7 Cantigas líricas As cantigas líricas podiam ser de amor ou de amigo. Cantigas de amor As cantigas de amor são fortemente marcadas pelo jogo amoroso das regras do amor cortês, segundo as quais, o trovador deveria expressar seus elogios e súplicas a uma mulher da nobreza, casada, que tivesse uma posição social reconhecida e superior à do trovador. Dessa forma, a mulher era a senhora e o homem, seu servo. Perceba que não havia contato físico entre eles. A relação descrita nas cantigas ressalta o amor como sublimação dos desejos do homem, dando à mulher uma perspectiva totalmente idealizada, de perfeição absoluta. As cantigas de amor produzidas na Península Ibérica, em galego-português, originam-se das cantigas provençais e, como elas, apresentam a coita de amor, ou seja, o sofrimento pelo amor não correspondido, como temática principal. O princípio maior do amor cortês é a idealização da amada pelo trovador; portanto, esse tipo de cantiga não manifesta a concretização do amor e nem mesmo a expectativa dela. As cantigas de amor têm características muito particulares. O eu lírico desse tipo de cantiga é sempre masculino e representa o trovador que endereça elogios a uma dama. Esse trovador, que sofre com o desprezo ou a distância da amada, se identifica como sofredor, coitado, cativo, aflito. A mulher amada, por sua vez, é identificada por seus atributos físicos, morais e sociais. É geralmente chamada de formosa, bela, delgada (qualidades físicas), bondosa, leal (qualidades morais) e que dela se fala muito bem (qualidade social). Além de ressaltadas suas qualidades, a dama é colocada como superior perante as outras damas da corte. Essa comparação também está a serviço da exaltação da dor e dos talentos do trovador, pois ele é aquele que mais sofre pela mulher mais bela dentre todas e, por isso, suas trovas são as melhores dentre todas já produzidas. As cantigas de amor, embora predominantemente líricas, apresentam elementos típicos da narrativa. O cenário faz referências ao ambiente da corte ou a uma paisagem natural idealizada, apresentando um número restrito de personagens: geralmente, só o trovador e sua senhora são os personagens das cantigas de amor, porém, um rival ou Deus também podem figurar nelas. As cantigas galego-portuguesas, assim como as provençais, tinham predileção pelos versos redondilhos maiores, mas diferentemente destas, inovaram na apresentação do refrão, conjunto de versos que se repetiam no final das estrofes utilizadas para enfatizar o sofrimento do eu lírico ou reafirmar a beleza superior de sua senhora. 70 Capítulo 6

8 Verifiquemos os aspectos estudados na Cantiga da Ribeirinha, composta por Paio Soares de Taveirós, em Versão em galego-português No mundo non me sei parelha, mentre me for como me vai, ca ja moiro por vós - e ai! mia senhor branca e vermelha, Queredes que vos retraia quando vos eu vi em saia! Mao dia me levantei, que vos enton non vi fea! E, mia senhor, des aquel di, ai! me foi a mi muin mal, e vós, filha de don Paai Moniz, e ben vos semelha d haver eu por vós guarvaia, pois eu, mia senhor, d alfaia Nunca de vós ouve nem ei valía d ũa correa. Versão traduzida para o português atual No mundo ninguém se assemelha a mim Enquanto a vida continuar como vai, Porque morro por vós e - ai! - Minha senhora alva e de pele rosadas, Quereis que vos retrate Quando eu vos vi sem manto. Maldito seja o dia em que me levantei E então não vos vi feia! E minha senhora, desde aquele dia, ai! Tudo me ocorreu muito mal! E a vós, filha de Dom Paio Moniz, parece-vos bem Que me presenteeis com uma guarvaia, Pois eu, minha senhora, como presente, Nunca de vós recebera algo, Mesmo que de ínfimo valor. Fonte: Faça hoje antes de dormir! 1. Qual é o tema tratado na cantiga? 2. Que características permitem afirmar que essa é uma cantiga de amor? 3. Há refrão nessa cantiga? 4. Como o eu lírico trata sua amada? O que esse tratamento revela? 5. Na sua opinião, é possível um amor assim nos dias de hoje? As cantigas de amor apresentam: influência provençal; eu lírico sempre masculino; o sofrimento do trovador por causa do amor não correspondido: a coita de amor; a relação de vassalagem: a mulher é senhora e o trovador é o servo; a mulher sempre superior às outras, em todos os aspectos, idealizada numa perfeição absoluta; um cenário ambientado nos espaços da corte ou paisagens naturais idealizadas; predileção por versos redondilhos maiores e, às vezes, presença de refrão. Literatura na Idade Média 71

TROVADORISMO. Contexto histórico e características do Trovadorismo, uma escola literária que ocorreu durante o feudalismo. Imagem: Reprodução

TROVADORISMO. Contexto histórico e características do Trovadorismo, uma escola literária que ocorreu durante o feudalismo. Imagem: Reprodução TROVADORISMO Contexto histórico e características do Trovadorismo, uma escola literária que ocorreu durante o feudalismo. Imagem: Reprodução 1 Introdução Podemos dizer que o trovadorismo foi a primeira

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Claudia S. N. Vieira Disciplina: LPO Série: 1ª Tema da aula: O Trovadorismo Objetivo da aula: Trabalhar as principais características do estilo

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL 6 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP UNIDADE DE ESTUDO 06 OBJETIVOS - Localizar, na História, a Idade Média;

Leia mais

O MUNDO MEDIEVAL. Prof a. Maria Fernanda Scelza

O MUNDO MEDIEVAL. Prof a. Maria Fernanda Scelza O MUNDO MEDIEVAL Prof a. Maria Fernanda Scelza Antecedentes Crises políticas no Império Romano desgaste; Colapso do sistema escravista; Problemas econômicos: aumento de impostos, inflação, descontentamento;

Leia mais

Prof. Alexandre Goicochea História

Prof. Alexandre Goicochea História FRANCO Merovíngia Carolíngio ISLÂMICO Maomé Xiitas (alcorão) e Sunitas (suna e alcorão) BIZÂNTINO Justiniano Igreja Santa Sofia Iconoclastia Monoticismo (Jesus Cristo só espírito) Corpus Juris Civilis

Leia mais

LITERATURA PR P O R Fª Ma M. D INA A R IOS

LITERATURA PR P O R Fª Ma M. D INA A R IOS LITERATURA PROFª Ma. DINA RIOS Estilos de época Estilos de época O que são? Traços comuns na produção de um mesmo período/época. O amor em Camões Transforma-se o amador na cousa amada, Por virtude do muito

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA QUINTA DO CONDE Escola Básica Integrada/JI da Quinta do Conde. Departamento de Ciências Humanas e Sociais HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL Distribuição dos tempos letivos disponíveis para o 5 º ano de escolaridade 1º Período 2º Período 3º Período *Início:15-21 de setembro 2015 *Fim:17 dezembro 2015 *Início:4

Leia mais

Semana 4 Sexta Feira L.E. Períodos Literários. O Trovadorismo

Semana 4 Sexta Feira L.E. Períodos Literários. O Trovadorismo L.E. Semana 4 Sexta Feira Períodos Literários O Trovadorismo Idade média O sistema feudal Teocentrismo Língua portuguesa arcaica O Trovador Um poeta itinerante Artista de origem nobre Recitava sua poesia

Leia mais

ALTA IDADE MÉDIA 1. FORMAÇÃO DOS REINOS CRISTÃOS-BÁRBAROS

ALTA IDADE MÉDIA 1. FORMAÇÃO DOS REINOS CRISTÃOS-BÁRBAROS ALTA IDADE MÉDIA É costume dividir o período medieval em duas grandes fases: a Alta Idade Média, que se estende do século V ao século XI e a Baixa Idade Média, do século XII ao século XV. A primeira fase

Leia mais

Forma de organização econômica e tutorial rural na qual o trabalhador arrenda uma porção de terreno sob condição de reservar parte de sua produção como pagamento ao proprietário. O colono é denominado

Leia mais

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA

O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O FIM DO FEUDALISMO E A CENTRALIZAÇAO POLÍTICA O sistema feudal entra em crise com o advento das cidades e a expansão do comércio, somados a outros fatores. 1) Necessidade de moedas, crescimento das cidades

Leia mais

Tovadorismo. 2 - (UFPA - 2010) Das estrofes abaixo, a que apresenta traços da estética do Trovadorismo é:

Tovadorismo. 2 - (UFPA - 2010) Das estrofes abaixo, a que apresenta traços da estética do Trovadorismo é: Tovadorismo 1 - (PUC-Camp - 2011) A poesia medieval procurou enaltecer os valores e as virtures do cavaleiro. Nessa poesia, o amor cortês, referido no texto, pressupunha uma concepção mítica do amor, que

Leia mais

IGREJA NA BAIXA IDADE MÉDIA

IGREJA NA BAIXA IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA -Características: *Grandes transformações no sistema feudal; *aumento da produção agrícola; *aparecimento da burguesia; *crise de poder da nobreza feudal. IGREJA NA

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 7 o ano 1 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : 1. Leia o texto e responda. A formação da sociedade medieval foi um processo longo e complexo, que reuniu durante séculos características

Leia mais

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq

qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwerty uiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasd fghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmq Introdução a análise Histórica Feudalismo Fernando Del pozzo hjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxc

Leia mais

Aula 1414- Alta Idade Média - Feudalismo

Aula 1414- Alta Idade Média - Feudalismo Aula 14 - Feudalismo Aula 1414- Alta Idade Média - Feudalismo DeOlhoNoEnem H4 - Comparar pontos de vista expressos em diferentes fontes sobre determinado aspecto da cultura. (A boa e a má Idade Média).

Leia mais

Memória de um Letrado. Daniel Vinícius Ferreira Ronque

Memória de um Letrado. Daniel Vinícius Ferreira Ronque Memória de um Letrado Daniel Vinícius Ferreira Ronque Memórias de um Letrado Homo sum humani a me nihil alienum puto Publio Terêncio Afro Dedicatória Dedico esse livro a todos que ajudaram-me para elaboração

Leia mais

Professora: Holanda Maria

Professora: Holanda Maria Professora: Holanda Maria Com a crise dos séculos III e IV a escassez de mão-obra escrava levou os grandes proprietários a abandonarem as cidades e rumar para as villae (latifúndios) onde exploravam o

Leia mais

Feudalismo Europa Ocidental

Feudalismo Europa Ocidental IDADE MÉDIA Feudalismo Europa Ocidental No que diz respeito a Europa Ocidental, podemos afirmar que a Idade Média assistiu à formação do feudalismo, que nasceu em meio a desagregação do Império Romano

Leia mais

PROVA BIMESTRAL História

PROVA BIMESTRAL História 6 o ano 4 o bimestre PROVA BIMESTRAL História Escola: Nome: Turma: n o : Observe a imagem e responda às questões 1 e 2. REPRODUÇÃO 1. Cite dois elementos presentes na imagem que representam a Igreja católica.

Leia mais

Designa-se por Trovadorismo o período que engloba a produção literária de Portugal durante seus primeiros séculos de existência (séc. XII ao XV).

Designa-se por Trovadorismo o período que engloba a produção literária de Portugal durante seus primeiros séculos de existência (séc. XII ao XV). Designa-se por Trovadorismo o período que engloba a produção literária de Portugal durante seus primeiros séculos de existência (séc. XII ao XV). Durante essa época a poesia alcançou grande popularidade,

Leia mais

Crise no Império Romano. Capítulo 6

Crise no Império Romano. Capítulo 6 Crise no Império Romano Capítulo 6 A falta de escravos leva ao aparecimento do sistema do colonato. Corte nas verbas do exército, gera revolta e briga entre os generais. Os generais passam a não obedecer

Leia mais

HENRIQUE PORTUGUÊS PRE-VEST 20-03-2015

HENRIQUE PORTUGUÊS PRE-VEST 20-03-2015 PRE-VEST 20-03-2015 HENRIQUE PORTUGUÊS Trovadorismo O Trovadorismo é a manifestação artística que ocorre durante a Idade Média. Era composta por poemas que possuíam uma forte relação com a música. Daí

Leia mais

HISTÓRIA REVISÃO 1. Unidade II Civilização Greco Romana e seu legado. Aula 9 Revisão e avaliação da unidade II

HISTÓRIA REVISÃO 1. Unidade II Civilização Greco Romana e seu legado. Aula 9 Revisão e avaliação da unidade II HISTÓRIA REVISÃO 1 REVISÃO 2 REVISÃO 3 Unidade II Civilização Greco Romana e seu legado. Aula 9 Revisão e avaliação da unidade II HISTÓRIA REVISÃO 1 REVISÃO 2 REVISÃO 3 Expansionismo Romano - Etapas 1ª.

Leia mais

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008

Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Escola Básica e Secundária das Lajes do Pico História e Geografia de Portugal 2º Ciclo Ano Lectivo 2007/2008 Conteúdos Ano Lectivo Período Lectivo Tema A-A península Ibérica: dos primeiros povos à formação

Leia mais

História da Música Ocidental

História da Música Ocidental História da Música Ocidental A Música na Idade Média e no Renascimento Música medieval é o nome dado à música típica do período da Idade Média. Essas práticas musicais aconteceram há quase 1500 anos atrás.

Leia mais

CONTEXTO HISTÓRICO Clero Nobreza Povo

CONTEXTO HISTÓRICO Clero Nobreza Povo TROVADORISMO TROVADORISMO O século XII legou-nos uma poesia de intenso lirismo que concebia o amor como um culto, quase uma religião, que servia de endeusar a mulher e idealizála. Refletindo o momento

Leia mais

HUMANISMO 1434-1527. Gil Vicente

HUMANISMO 1434-1527. Gil Vicente HUMANISMO 1434-1527 Gil Vicente HUMANISMO É UMA ÉPOCA DE TRANSIÇÃO DA IDADE MÉDIA PARA O RENASCIMENTO. CONTEXTO HISTÓRICO (SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIV) FEUDALISMO ENTRA EM DECLÍNIO CRESCIMENTO DO COMÉRCIO

Leia mais

Aprimoramento 3. parte 2. Prof. Osvaldo

Aprimoramento 3. parte 2. Prof. Osvaldo Aprimoramento 3 parte 2 Prof. Osvaldo 03. (UFPR) Leia os seguintes excertos da Magna Carta inglesa de 1215. 12 Nenhum imposto ou pedido será estabelecido no nosso reino sem o consenso geral. [...] que

Leia mais

IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA (SÉC. XI XV)

IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA (SÉC. XI XV) 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS: Decadência do feudalismo. Estruturação do modo de produção capitalista. Transformações básicas: auto-suficiência para economia de mercado; novo grupo social: burguesia; formação

Leia mais

Literatura. Grande literatura é apenas uma linguagem carregada de sentido até ao mais elevado grau possível (Ezra Pound)

Literatura. Grande literatura é apenas uma linguagem carregada de sentido até ao mais elevado grau possível (Ezra Pound) Literatura Grande literatura é apenas uma linguagem carregada de sentido até ao mais elevado grau possível (Ezra Pound) Texto informativo x texto literário Literariedade = propriedades do texto literário

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa da disciplina e metas curriculares 3º CICLO HISTÓRIA 7º ANO TEMAS/DOMÍNIOS CONTEÚDOS

Leia mais

FEUDALISMO PROF. OTTO TERRA

FEUDALISMO PROF. OTTO TERRA FEUDALISMO DIVISÃO HISTÓRICA ALTA IDADE MÉDIA BAIXA IDADE MÉDIA Inicia-se no século V até o século X; Inicia-se no século XI até o século XV; Acentua-se as principais características do feudalismo; Apresenta

Leia mais

História. Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo

História. Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo Antigo regime, Estados nacionais e absolutismo Índice Clique sobre tema desejado: A origem dos Estados Nacionais Contexto Histórico: crise feudal (séc. XIV-XVI) Idade Média Idade Moderna transição Sociedade

Leia mais

IDADE MÉDIA OCIDENTAL

IDADE MÉDIA OCIDENTAL IDADE MÉDIA OCIDENTAL Idade Média: cronologia Início : 476 d.c.- queda do Império Romano do Ocidente Fim: 1453 d.c.- queda do Império Romano do Oriente (tomada de Constantinopla pelos Turcos). A Idade

Leia mais

TEXTO BASE: Roma Antiga Império (27 a.c. 476)

TEXTO BASE: Roma Antiga Império (27 a.c. 476) TEXTO BASE: Roma Antiga Império (27 a.c. 476) Divide-se em duas fases: Alto Império (séc. I a.c. ao séc. III) Baixo Império (séc. III ao séc. V) ALTO IMPÉRIO O período do Alto Império Romano é caracterizado

Leia mais

Trovadorismo e Humanismo Literatura Portuguesa

Trovadorismo e Humanismo Literatura Portuguesa Trovadorismo e Humanismo Literatura Portuguesa Prof. Thiago Robson Aletro As Trovas Medievais Contexto histórico-cultural Idade Média (Séc XII) Feudalismo/vassalage m Nobreza Teocentrismo Cruzadas Galego-Português

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 3

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 3 Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 3 5 Nome: Data: Unidade 3 1. Relacione as colunas a seguir, que apresentam algumas inovações tecnológicas utilizadas a partir do século X. (a) Moinho de

Leia mais

Disciplina: HISTÓRIA Professor (a):rodrigo CUNHA Ano: 7º Turmas: 7.1 e 7.2

Disciplina: HISTÓRIA Professor (a):rodrigo CUNHA Ano: 7º Turmas: 7.1 e 7.2 Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo Colégio Nossa Senhora da Piedade Av. Amaro Cavalcanti, 2591 Encantado Rio de Janeiro / RJ CEP: 20735042 Tel: 2594-5043 Fax: 2269-3409 E-mail: cnsp@terra.com.br

Leia mais

DISCIPLINA SÉRIE BIMESTRE PROVA MODELO 6ª 3 P2 REVISÃO

DISCIPLINA SÉRIE BIMESTRE PROVA MODELO 6ª 3 P2 REVISÃO DISCIPLINA SÉRIE BIMESTRE PROVA MODELO História CONTEÚDO: CAP 3 - Islã CAP 4 Francos e Carolíngios 6ª 3 P2 REVISÃO 1. Na Arábia pré-islâmica, uma cidade em especial se transformou num ponto de encontro,

Leia mais

a. Na Idade Média, a principal riqueza que um homem poderia possuir era a terra. No texto, identifique

a. Na Idade Média, a principal riqueza que um homem poderia possuir era a terra. No texto, identifique Atividade extra Vivendo a vida do seu jeito Questão 1 A agricultura para consumo era, no feudalismo, a atividade principal. O comércio, muito reduzido. As terras não tinham valor de troca, de mercado,

Leia mais

XIV 1. Aspectos preliminares: A literatura portuguesa recebeu em suas origens uma forte influência provençal. Provença, uma região do sul da França, teve uma intensa vida cultural na Baixa Idade Média.

Leia mais

A formação dos Estados Nacionais M3_Unid.1. Profª Viviane Jordão

A formação dos Estados Nacionais M3_Unid.1. Profª Viviane Jordão A formação dos Estados Nacionais M3_Unid.1 Profª Viviane Jordão O que é Nação? Nação é um contrato político. Os integrantes de uma nação compartilham os mesmos direitos e uma mesma história. Ser brasileiro

Leia mais

ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL

ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL AULA 10 LITERATURA PROFª Edna Prado ROMANTISMO EM PORTUGAL E NO BRASIL I - CONTEXTO HISTÓRICO Na aula passada nós estudamos as principais características do Romantismo e vimos que a liberdade era a mola

Leia mais

Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL

Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL Educador: Luciola Santos C. Curricular: História Data: / /2013 Estudante: 7 Ano Estudo Dirigido - RECUPERAÇÃO FINAL 7º Ano Cap 1e 2 Feudalismo e Francos Cap 6 Mudanças no feudalismo Cap 7 Fortalecimento

Leia mais

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.:

R.: R.: R.: R.: R.: R.: R.: PROFESSOR: EQUIPE DE HISTÓRIA BANCO DE QUESTÕES - HISTÓRIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== 01- Como o relevo

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL 2º CICLO HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL 5.º ANO Documento(s) Orientador(es): Programa de História e Geografia de Portugal

Leia mais

FO F RMA M ÇÃ Ç O DA D S S MO M NARQUIAS A NACI C ONAIS França e Inglaterra

FO F RMA M ÇÃ Ç O DA D S S MO M NARQUIAS A NACI C ONAIS França e Inglaterra FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS França e Inglaterra Contexto: Cruzadas O Poder Real Ganha Força Burguesia Renascimentos Comercial e Urbano Aliança Rei-Burguesia versus Senhores Feudais e Igreja Os senhores

Leia mais

SIMULADO 4 JORNAL EXTRA ESCOLAS TÉCNICAS HISTÓRIA

SIMULADO 4 JORNAL EXTRA ESCOLAS TÉCNICAS HISTÓRIA SIMULADO 4 JORNAL EXTRA ESCOLAS TÉCNICAS HISTÓRIA QUESTÃO 01 De uma forma inteiramente inédita, os humanistas, entre os séculos XV e XVI, criaram uma nova forma de entender a realidade. Magia e ciência,

Leia mais

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano.

Conteúdo: Aula: 1.1. - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Aula: 1.1 Conteúdo: - História da língua espanhola: surgimento, consolidação e expansão, e o contato com outras línguas. - Espanhol ou Castelhano. Habilidades: - Conhecer a origem e história da língua

Leia mais

843 Tratado de Verdum divisão do Império entre os netos de Carlos Magno.

843 Tratado de Verdum divisão do Império entre os netos de Carlos Magno. História 8A - Aula 22 As Monarquias Feudais 843 Tratado de Verdum divisão do Império entre os netos de Carlos Magno. -Séculos IX e X sociedade francesa se feudalizou. -Poder real enfraqueceu. -Condes,

Leia mais

Total aulas previstas

Total aulas previstas ESCOLA BÁSICA 2/3 DE MARTIM DE FREITAS Planificação Anual de História do 7º Ano Ano Lectivo 2011/2012 LISTAGEM DE CONTEÚDOS TURMA Tema 1.º Período Unidade Aulas Previas -tas INTRODUÇÃO À HISTÓRIA: DA ORIGEM

Leia mais

Recuperação - 2ª Etapa Ensino Médio

Recuperação - 2ª Etapa Ensino Médio 1 HISTÓRIA 1º ANO ENSINO MÉDIO PROFESSOR(A): MATHEUS NANI NOME: Nº Queridos e queridas do #Primeiro15, Em nossa avaliação de recuperação de conteúdo da 2ª Etapa, você deverá estudar os seguintes temas:

Leia mais

História da Educação I. Prof. Fernando Roberto Campos

História da Educação I. Prof. Fernando Roberto Campos História da Educação I Prof. Fernando Roberto Campos Reflexão A torneira seca (mas pior: a falta de sede). a luz apagada (mas pior: o gosto do escuro). a porta fechada (mas pior: a chave por dentro). José

Leia mais

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 1

Sugestões de avaliação. História 7 o ano Unidade 1 Sugestões de avaliação História 7 o ano Unidade 1 Nome: Data: Unidade 1 Recomendação ao aluno: Utilizar lápis de cor. 1. A fixação dos germânicos nas terras do Império Romano ocorreu em duas fases. Ligue

Leia mais

Introdução à Literatura de um modo geral

Introdução à Literatura de um modo geral I. Arte Manifestação plena de transcendência Introdução à Literatura de um modo geral É a forma mais elevada do espírito e inteligência humana: música, dança, pintura, literatura II. Literatura A arte

Leia mais

Valores eternos. MATÉRIA PROFESSOR(A) ---- ---- 1. Procure e marque, no diagrama de letras, as palavras em destaque no texto.

Valores eternos. MATÉRIA PROFESSOR(A) ---- ---- 1. Procure e marque, no diagrama de letras, as palavras em destaque no texto. Valores eternos. TD Recuperação ALUNO(A) MATÉRIA História PROFESSOR(A) Magela ANO SEMESTRE DATA 7º 1º Julho/2013 TOTAL DE ESCORES ESCORES OBTIDOS ---- ---- 1. Procure e marque, no diagrama de letras, as

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA código 171608 Escola Básica D. Domingos Jardo MANUAL ADOPTADO: HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL - HGP AUTORES: ANA OLIVEIRA/ FRANCISCO CANTANHEDE/ MARÍLIA GAGO

Leia mais

A formação da Europa medieval

A formação da Europa medieval A formação da Europa medieval Causas da crise do Império Romano: Crises e retomadas dos séculos III e IV; Anarquia militar; As complexas relações com os germânicos; Guerra civil (generais sem consenso);

Leia mais

TROVADORISMO Literatura Portuguesa Profª Flávia Andrade

TROVADORISMO Literatura Portuguesa Profª Flávia Andrade TROVADORISMO Literatura Portuguesa Profª Flávia Andrade 1. Contexto histórico O que estava acontecendo antes e enquanto o Trovadorismo surgia? SÉCULOS IMPORTANTES Séc. XI Baixa Idade Média Séc. XII Independência

Leia mais

Unidade III Conceitos sobre Era Medieval e Feudalismo. Aula 12.1 Conteúdo: Renascimento na Europa.

Unidade III Conceitos sobre Era Medieval e Feudalismo. Aula 12.1 Conteúdo: Renascimento na Europa. Unidade III Conceitos sobre Era Medieval e Feudalismo. Aula 12.1 Conteúdo: Renascimento na Europa. Habilidade: Identificar os elementos que caracterizaram as transformações sociais e científicas na Europa

Leia mais

Lista de Exercícios:

Lista de Exercícios: PROFESSOR(A): Ero AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO DATA DA REALIZAÇÃO ROTEIRO DA AVALIAÇÃO 2ª ETAPA AVALIAÇÃO RECUPERAÇÃO DISCIPLINA: HISTÓRIA ANO: 6º CONTÉUDOS ABORDADOS Cap. 4: o mundo grego todos os temas Cap

Leia mais

Unidade I Grandes civilizações antigas. Aula 7.2 Conteúdo: Feudalismo e Sociedade.

Unidade I Grandes civilizações antigas. Aula 7.2 Conteúdo: Feudalismo e Sociedade. Unidade I Grandes civilizações antigas. Aula 7.2 Conteúdo: Feudalismo e Sociedade. Habilidades: Compreender as principais características do sistema feudal constituído na era medieval da Europa. REVISÃO

Leia mais

Estudo Dirigido História -6 o ano Luciana Corrêa

Estudo Dirigido História -6 o ano Luciana Corrêa Conteúdos do 3º bimestre No 3º bimestre de 2015 estudaremos alguns povos que viveram na Ásia, na África e na Europa entre os séculos VII e XVI. Vamos conhecer um pouco como era a vida dos árabes, malinquês

Leia mais

DEDICATÓRIA. Dedico esta obra a todos os leitores de Uma. Incrível História Euro-Americana no período em

DEDICATÓRIA. Dedico esta obra a todos os leitores de Uma. Incrível História Euro-Americana no período em DEDICATÓRIA Dedico esta obra a todos os leitores de Uma Incrível História Euro-Americana no período em que esta foi postada no blog Dexaketo, tornando-a o folhetim mais lido na história do blog até meados

Leia mais

História 6A Aula 17. A Cultura Medieval

História 6A Aula 17. A Cultura Medieval História 6A Aula 17 A Cultura Medieval Cultura Medieval Síntese de elementos grecoromanos, cristãos e germânicos, reformulados com novas experiências. IGREJA CATÓLICA Instituição mais poderosa do mundo

Leia mais

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução

4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval. Introdução 1 4ª. Apostila de Filosofia História da Filosofia: Filosofia Grega: Período Helenístico Filosofia Medieval Introdução O último período da Filosofia Grega é o Helenístico (Sec. III a.c.-vi d.c.). É um período

Leia mais

O RENASCIMENTO FOI UM MOVIMENTO CULTURAL, OCORRIDO NO INÍCIO DA IDADE MODERNA E QUE FEZ RENASCER A CULTURA GRECO-ROMANA

O RENASCIMENTO FOI UM MOVIMENTO CULTURAL, OCORRIDO NO INÍCIO DA IDADE MODERNA E QUE FEZ RENASCER A CULTURA GRECO-ROMANA O RENASCIMENTO FOI UM MOVIMENTO CULTURAL, OCORRIDO NO INÍCIO DA IDADE MODERNA E QUE FEZ RENASCER A CULTURA GRECO-ROMANA IDADE ANTIGA CULTURA GRECO-ROMANA ANTROPOCÊNTRICA ANTROPO = Homem CÊNTRICA = centro

Leia mais

IDADE MÉDIA ORIENTAL BIZANTINOS E ÁRABES

IDADE MÉDIA ORIENTAL BIZANTINOS E ÁRABES IDADE MÉDIA ORIENTAL BIZANTINOS E ÁRABES 1 O IMPÉRIO BIZANTINO: Império Romano do Oriente ou Império Grego. Constantinopla capital. Antiga Bizâncio, hoje Istambul (TUR). Local privilegiado estrategicamente

Leia mais

Sistema feudal. Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito. Blaise Pascal 15

Sistema feudal. Palavras amáveis não custam nada e conseguem muito. Blaise Pascal 15 Sistema feudal Com o declínio da mão de obra escrava no Império Romano, a consolidação da economia passa a ser feita a partir do estabelecimento de acordos entre ricos e pobres, onde o rico se propõe a

Leia mais

REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros

REFORMA E CONTRARREFORMA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros REFORMA E CONTRARREFORMA Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista de Montes Claros INTRODUÇÃO A Reforma Religiosa e o Renascimento ocorreram na mesma época e expressam a grande renovação de ideias

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professor: José Pinheiro Disciplina: História e Geografia de Portugal Ano: 5.º Turmas: B Ano letivo: 2014-2015 UNIDADE DIDÁTICA: TEMA A: DOS PRIMEIROS POVOS À FORMAÇÃO DO REINO DE PORTUGAL.

Leia mais

TRANSIÇÃO DA ANTIGUIDADE PARA A IDADE MÉDIA NA EUROPA

TRANSIÇÃO DA ANTIGUIDADE PARA A IDADE MÉDIA NA EUROPA TRANSIÇÃO DA ANTIGUIDADE PARA A IDADE MÉDIA NA EUROPA O processo de transição Fim do Império Romano do Ocidente: diversos fatores; Cultura dos povos bárbaros + cultura dos povos romanos = base para as

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO DIA-A-DIA, APRESENTA DA EM NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONTRADIÇÕES E DESIGUALDADES. * Tais disparidades ocorrem devido a quê?

A EXPERIÊNCIA DO DIA-A-DIA, APRESENTA DA EM NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONTRADIÇÕES E DESIGUALDADES. * Tais disparidades ocorrem devido a quê? A EXPERIÊNCIA DO DIA-A-DIA, APRESENTA DA EM NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONTRADIÇÕES E DESIGUALDADES. * Tais disparidades ocorrem devido a quê? DÍVIDA SOCIAL ESCRAVIDÃO E IMIGRAÇÃO FALTA DE ESTRUTURA SOCIAL

Leia mais

Avaliação História 7º ano Unidade 1

Avaliação História 7º ano Unidade 1 1. Os romanos denominavam bárbaros todos os povos que não falavam a língua latina e tinham hábitos e costumes diferentes dos seus. Indique qual a relação existente entre o fim do Império Romano e os povos

Leia mais

A CRISE DO SISTEMA FEUDAL

A CRISE DO SISTEMA FEUDAL A CRISE DO SISTEMA FEUDAL O DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA FEUDAL NA EUROPA OCIDENTAL O apogeu do feudalismo ocorre entre os séculos IX e XIII; 4. CAUSAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO FEUDALISMO Fim das invasões

Leia mais

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS Pr. Cristiano Nickel Junior O propósito é que a Igreja seja um exército com bandeiras Martyn Lloyd-Jones No princípio era aquele

Leia mais

SUMÁRIO UNIDADE I UNIDADE II A PRÉ-HISTÓRIA... 10. A Pré-História... 12. África, o berço da humanidade... 30

SUMÁRIO UNIDADE I UNIDADE II A PRÉ-HISTÓRIA... 10. A Pré-História... 12. África, o berço da humanidade... 30 SUMÁRIO UNIDADE I A PRÉ-HISTÓRIA... 10 CAPÍTULO 1 A Pré-História... 12 A origem do homem... 13 O desenvolvimento cultural... 16 A periodização da Pré-História... 20 A Pré-História na América... 24 A origem

Leia mais

A educação na Idade Média: a educação mediada pela fé

A educação na Idade Média: a educação mediada pela fé A educação na Idade Média: a educação mediada pela fé Edilian Arrais * CONTEXTO HISTÓRICO A Idade Média abarca um período de mil anos (sécs. V a XV), desde a queda do Império Romano (476) até a tomada

Leia mais

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA 2011/HIST8ANOEXE2-PARC-1ºTRI-I AVALIAÇÃO PARCIAL 1º TRIMESTRE

Leia mais

A CIDADE-ESTADO ESTADO GREGA ORIGEM DAS PÓLIS GREGAS Causas geomorfológicas A Grécia apresenta as seguintes características: - Território muito montanhoso; na Antiguidade, as montanhas estavam cobertas

Leia mais

DOUTRINAS BÁSICAS DA VIDA CRISTÃ

DOUTRINAS BÁSICAS DA VIDA CRISTÃ EBD DOUTRINAS BÁSICAS DA VIDA CRISTÃ DOUTRINAS BÁSICAS DA VIDA CRISTÃ OLÁ!!! Sou seu Professor e amigo Você está começando,hoje, uma ETAPA muito importante para o seu CRESCIMENTO ESPIRITUAL e para sua

Leia mais

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo

Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Panorama dos pré-socráticos ao helenismo Heidi Strecker* A filosofia é um saber específico e tem uma história que já dura mais de 2.500 anos. A filosofia nasceu na Grécia antiga - costumamos dizer - com

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 1ª PROVA PARCIAL DE LITERATURA Aluno(a): Nº Ano: 1º Turma: Data: 02/04/2011 Nota: Professora: Regiane Valor da Prova: 40 pontos Assinatura do responsável: Orientações

Leia mais

MUDANÇAS NO FEUDALISMO. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG

MUDANÇAS NO FEUDALISMO. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MUDANÇAS NO FEUDALISMO Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José de Montes Claros - MG MUDANÇAS NO FEUDALISMO A partir do século XI Expansão das áreas de cultivo, as inovações técnicas.

Leia mais

Aulas 6 e 7. A Antiguidade Oriental

Aulas 6 e 7. A Antiguidade Oriental Aulas 6 e 7 A Antiguidade Oriental Hebreus (Monoteísmo e judaísmo) III- I- Local: Economia: região da agricultura, Palestina pastoreio ( Canaã (rio ou Jordão) terra prometida ). e comércio Atualmente:

Leia mais

LEGADOS / CONTRIBUIÇÕES. Democracia Cidadão democracia direta Olimpíadas Ideal de beleza Filosofia História Matemática

LEGADOS / CONTRIBUIÇÕES. Democracia Cidadão democracia direta Olimpíadas Ideal de beleza Filosofia História Matemática LEGADOS / CONTRIBUIÇÕES Democracia Cidadão democracia direta Olimpíadas Ideal de beleza Filosofia História Matemática GEOGRAFIA, ECONOMIA E POLÍTICA Terreno montanhoso Comércio marítimo Cidades-estado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA FUNDAMENTAL 5 CEEJA MAX DADÁ GALLIZZI PRAIA GRANDE - SP ROTEIRO DA UNIDADE 05 FINALIDADE: Com esta UE você terminará de estudar

Leia mais

Observe as imagens, que pertencem ao manuscrito de um cronista inca, "Guaman Poma de Ayala" (1526-1614). (1,5)

Observe as imagens, que pertencem ao manuscrito de um cronista inca, Guaman Poma de Ayala (1526-1614). (1,5) Observe as imagens, que pertencem ao manuscrito de um cronista inca, "Guaman Poma de Ayala" (1526-1614). (1,5) Leia as afirmações seguintes, a respeito dos incas e marque a afirmativa INCORRETA. a) Tinham

Leia mais

Quando Nosso Senhor Deus fez as criaturas, não quis que todas fossem iguais, mas estabeleceu e ordenou a cada um a sua virtude.

Quando Nosso Senhor Deus fez as criaturas, não quis que todas fossem iguais, mas estabeleceu e ordenou a cada um a sua virtude. Os Estados Nacionais Modernos e o Absolutismo Monárquico Quando Nosso Senhor Deus fez as criaturas, não quis que todas fossem iguais, mas estabeleceu e ordenou a cada um a sua virtude. Quanto aos reis,

Leia mais

Prof. Eloy Gustavo. Aula 2 Trovadorismo

Prof. Eloy Gustavo. Aula 2 Trovadorismo Aula 2 Trovadorismo Escolas Literárias História da Literatura Um sistema de tendências artísticas, em vigor, na maioria das obras produzidas, numa determinada época histórica. Periodologia da Literatura

Leia mais

Durante o reinado de Fernando I (1035-1063), os territórios cristãos já se estendiam até Coimbra e avançavam em direção ao sul

Durante o reinado de Fernando I (1035-1063), os territórios cristãos já se estendiam até Coimbra e avançavam em direção ao sul A DIVISÃO DO GALEGO-PORTUGUÊS EM PORTUGUÊS E GALEGO, DUAS LÍNGUAS COM A MESMA ORIGEM Nilsa Areán-García (USP) nilsa.arean@gmail.com / nilsa.garcia@usp.br RESUMO Na Alta Idade Média, de acordo com Silva

Leia mais

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A

CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL. Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A CONTEXTO HISTORICO E GEOPOLITICO ATUAL Ciências Humanas e suas tecnologias R O C H A O capitalismo teve origem na Europa, nos séculos XV e XVI, e se expandiu para outros lugares do mundo ( Ásia, África,

Leia mais

Agrupamento de Escolas Agualva-Mira Sintra Planificação anual 2013/2014

Agrupamento de Escolas Agualva-Mira Sintra Planificação anual 2013/2014 Agrupamento de Escolas Agualva-Mira Sintra Planificação anual 2013/2014 Departamento Curricular de Ciências Sociais e Humanas Disciplina de História ANO:7º Temas Conteúdos Conceitos 1. Das Sociedades Recoletoras

Leia mais

Evolução histórica da Moral/Ética

Evolução histórica da Moral/Ética (3) Evolução histórica da Moral/Ética Zeila Susan Keli Silva 1º Semestre 2013 1 O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder à seguinte pergunta: Importância

Leia mais

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PERÍODO PRÉ-HISTÓRICO

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA PERÍODO PRÉ-HISTÓRICO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA INTRODUÇÃO A História da Educação Física relaciona-se com todas as ciências que estudam o passado e o presente das atividades humanas e a sua evolução. O homem, condicionado

Leia mais

Desde sempre presente na nossa literatura, cantado por trovadores e poetas, é com Camões que o Amor é celebrado em todo o seu esplendor.

Desde sempre presente na nossa literatura, cantado por trovadores e poetas, é com Camões que o Amor é celebrado em todo o seu esplendor. Desde sempre presente na nossa literatura, cantado por trovadores e poetas, é com Camões que o Amor é celebrado em todo o seu esplendor. O Poeta canta o amor platónico, a saudade, o destino e a beleza

Leia mais

TROVADORISMO. Origem, Significado & Contexto Histórico. Por: Brayan, Vinicius, Thierry, Weverton & Davi

TROVADORISMO. Origem, Significado & Contexto Histórico. Por: Brayan, Vinicius, Thierry, Weverton & Davi TROVADORISMO Origem, Significado & Contexto Histórico Por: Brayan, Vinicius, Thierry, Weverton & Davi INTRODUÇÃO: Para começarmos a estudar Literatura Brasileira nós precisamos, inicialmente, compreender

Leia mais

Por Rogério Soares Coordenador Estadual da RCC São Paulo Grupo de Oração Kénosis

Por Rogério Soares Coordenador Estadual da RCC São Paulo Grupo de Oração Kénosis Grupos de Oração sem a experiência do Batismo no Espírito Santo, exercício dos carismas e o cultivo da vivência fraterna, revelam uma face desfigurada da RCC. Reflitamos a esse respeito tendo por base

Leia mais