Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW"

Transcrição

1 Comunicação de dados entre um Amplificador Lock-in e um Monocromador Cornerstone utilizando o DataSocket do LabVIEW Julyanne Silva Cunha 1 ; Francisco Aurilo Azevedo Pinho 2 1 Aluna do Curso de Física; Campus de Araguaína; PIBIC/UFT 2 Orientador do Curso de Matemática; Campus de Araguaína; RESUMO O Laboratório de Pesquisa LABMADE da UFT trabalha entre outras áreas com a Espectroscopia de Fotoluminescência, que é uma técnica para a investigação da estrutura eletrônica de materiais fotoluminescentes. Essa técnica é realizada a partir de um sistema experimental que se comunica ao computador a partir das portas USB e RS232. Os equipamentos conectados ao computador possuem programas de aquisição e controle desenvolvidos no LabVIEW. Para realizar o tratamento dos dados adquiridos buscou-se desenvolver um Instrumento Virtual neste software que utilizasse o DataSocket para transferir dados em tempo real. Neste VI foram inseridas tarefas de tratamento de dados e um gráfico para a análise do sinal. Para que isso fosse possível foi feito um levantamento bibliográfico de artigos que tratassem do uso do DS e do funcionamento das portas utilizadas pelos equipamentos para se conectar ao computador, além do desenvolvimento de VIs de teste. O programa desenvolvido foi implementado ao sistema citado, executando cinco experimentos distintos, nos quais se buscou conhecer o comprimento de onda visível de um LED monocromático azul. Os resultados se mostraram de acordo com o esperado pelas literaturas, foi possível observar um pico de comprimento de onda de 470nm, assim pode-se concluir que o VI está executando corretamente, mostrando a importância da sua aplicação em processos de filtragem de sinais. Palavras-chave: Espectroscopia de Fotoluminescência, LabVIEW, DataSocket, Instrumentos Virtuais. INTRODUÇÃO No Laboratório de Pesquisa em Materiais para Aplicações em Dispositivos Eletrônicos LABMADE foi montado um sistema experimental para Espectroscopia de fotoluminescência, que é uma técnica que consiste na incidência de luz em uma amostra de material fotoluminescente a fim de conhecer a estrutura eletrônica através dos decaimentos eletrônicos nas bandas de energia (SOTOMAYOR, 2011).

2 O sistema conta com um dispositivo laser de semicondutor que passa por um chopper mecânico com frequência de rotação precisa que pulsa a luz do laser, em seguida incide sobre a amostra em estudo fazendo com que seus elétrons transitem entre estados de baixa e alta energia. A radiação emitida pela amostra vai para o Monocromador, que separa os comprimentos de onda que a compõem. Esta radiação é enviada a fotomultiplicadora que o converte em um sinal elétrico que é ampliado por um Amplificador Lock-in (SOTOMAYOR, 2011). Os sinais do comprimento de onda e tensão são enviados ao computador que faz a aquisição dos dados utilizando o software LabVIEW. O LabVIEW (Laboratory Virtual Instruments Engineering Workbench) é um software que trabalha com uma linguagem de programação com ícones gráficos. Os aplicativos desenvolvidos no LabVIEW são chamados de Instrumentos Virtuais (Virtual Instrument VI) (LARSEN, 2010), os quais são executados de acordo com o fluxo de dados. Quando tratamos de pesquisa experimental é comum ter situações em que se deseja controlar e monitorar remotamente atividades desempenhadas por dispositivos eletrônicos. O DataSocket (DS), uma ferramenta do LabVIEW de gerenciamento de dados permite isso, já que grava dados em tempo real (NI, 2002), possibilitando comunicar aplicações de maneira independente para o tratamento de dados. Como os dois equipamentos que se comunicam ao computador possuem Instrumentos Virtuais de controle disponibilizados por seus respectivos fabricantes, procurou-se desenvolver um VI que utilizasse o DS para comunicá-los, fazer o tratamento de dados e os apresentar em um gráfico. MATERIAL E MÉTODOS Inicialmente realizamos um levantamento bibliográfico de artigos que tratassem das funções do DataSocket, dos protocolos a serem utilizados e dos possíveis métodos de comunicação de dados, o que foi acompanhado do desenvolvimento de Instrumentos Virtuais de teste desenvolvidos no Software NI-LabVIEW. Esses VIs foram programados para comunicar dados, entre dois e três VIs, simulando a transferência de dados gerados pelos equipamentos. Já para a compreensão do funcionamento dos equipamentos, fizemos um estudo de algumas informações contidas em seus respectivos manuais, atividade necessária para permitir uma melhor compreensão do funcionamento dos Instrumentos Virtuais que realizam o controle. Também realizamos um breve estudo sobre o funcionamento das portas de comunicação USB e RS232,

3 através das quais o Monocromador e o Amplificador, respectivamente, se conectam ao microcomputador. Os VIs de aquisição e comunicação de dados desenvolvidos por nós foram implementados ao sistema de espectroscopia de fotoluminescência, que é composto por: 01 Monocromador modelo Cornerstone 260, 0,25m Oriel- Newport; 01 Light Chopper modelo 651 da Signal Recovery; 01 Light Chopper Controller modelo 650 da Signal Recovery; 01 Fonte Laser de Semicondutor 375 nm, 15 mw da Spectra Physics; 01 Amplificador Lock-in modelo 7265 da Signal Recovery; 01 Tubo Fotomultiplicador modelo Side-on Oriel-Newport. Com base nos testes, desenvolvemos ferramentas para o tratamento de dados que se mostraram necessárias. A saber: média do sinal de tensão para um comprimento de onda, eliminação dos dados de tensão após a variação do comprimento de onda, apresentação dos dados, armazenagem destes em arquivos, entre outros. Para os testes iniciais utilizou-se um LED monocromático azul, tendo como esperado um comprimento visível entre 455 e 492nm (Site 1). Foram realizados cinco experimentos com varreduras entre 420 e 530nm. Nos dois primeiros apenas uma leitura de tensão foi realizada para cada comprimento de onda, sendo o primeiro com tempo de resposta do Amplificador de 100ms e no segundo de 50ms. No terceiro e quarto experimento utilizou-se uma média das leituras das tensões para cada comprimento de onda, seguindo os mesmos parâmetros do Amplificador dos dois primeiros. Estes quatro experimentos utilizaram um passo de comprimento de onda de 2nm. Um quinto experimento foi realizado utilizando a média, um tempo de resposta de 50ms e um passo de 0,5nm. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foi desenvolvido um Instrumento Virtual (VI) que acessa os dados dos equipamentos, faz o tratamento destes e os apresenta um gráfico de comprimento de onda versus tensão. Para acessar os dados de tensão e comprimento de onda dos VIs que controlam as funções dos equipamentos o programa utiliza comunicação do DataSocket através do painel frontal, esta tarefa é disponibilizada no menu propriedades dos indicadores e controles do LabVIEW. Esta opção foi escolhida para minimizar alterações no código original dos VIs fornecidos pelos fabricantes dos equipamentos. Os dados obtidos são armazenados em arrays, ferramentas que agrupam dados do mesmo tipo (LARSEN, 2010), criando vetores crescentes. O gráfico utilizado foi um XY Graph, no qual os valores de tensão foram dispostos no eixo Y e no eixo X os de comprimentos de onda. Inicialmente

4 foi programado um VI que utilizava apenas um dos valores de tensão para cada comprimento de onda, desconsiderando as demais leituras. No entanto, o valor da tensão sofre fortes flutuações, assim, incluímos o cálculo de uma média das tensões obtidas para um mesmo comprimento de onda com o objetivo de obter um valor mais representativo. Observamos que com a mudança do comprimento de onda havia uma inércia na resposta do Amplificador que dependia da constante de tempo utilizada por este, portanto os primeiros valores de tensão lidos para cada comprimento de onda sofrem influência do comprimento anterior, sendo assim, pouco significativos. Caso seja de interesse do usuário, o Instrumento Virtual permite desconsiderar uma porcentagem de dados do início e do fim de cada leitura. Para sincronizar os dados obtidos do Amplificador com os obtidos do Monocromador o VI utiliza o sinal de atualização de dados (ms timeout) vindo da função DataSocket associada ao VI que controla o Monocromador. Uma vez enviado o sinal o tratamento dos dados de tensão é feito para aquele valor de comprimento de onda. Após terem sido realizadas as tarefas de tratamento de dados, os valores de tensão são armazenados em um array crescente. Assim como estes, todos os dados de comprimento de onda também são armazenados em um array crescente. Desta maneira, cada comprimento de onda está associado a apenas um valor de tensão média no gráfico gerado. Os testes foram realizados utilizando um LED monocromático azul para determinar o comprimento de onda da luz visível emitida, tendo como o esperado um pico de tensão entre 455 e 492nm, região em que são transmitidas sensações de azul e ciano ao sistema visual (Site 1). Em vista disso, as varreduras para os cinco experimentos realizados, foram feitos entre 420 e 530nm. Para os dois primeiros experimentos utilizou-se o Instrumento Virtual que realiza apenas uma leitura de tensão para cada comprimento de onda associado, sendo o primeiro com o tempo de resposta do Amplificador de 100ms e no segundo de 50ms. Já no Monocromador, foi determinado um passo de 1nm entre os comprimentos de onda. No terceiro e no quarto experimento foram mantidos os mesmos parâmetros nos equipamentos envolvidos no processo, mas desta vez utilizando para a aquisição o Instrumento Virtual que faz o tratamento de dados através do cálculo da média das leituras de tensão para cada comprimento de onda. Com as medidas realizadas pôde-se observar que o aumento do tempo de resposta do Amplificador como já esperado, leva a aquisição de um sinal menos ruidoso. O mesmo ocorre tanto

5 nos experimentos feitos com o Instrumento Virtual de Leitura única, quanto no que realiza o tratamento de dados. É possível notar que o uso do programa que realiza a média de dados fornece um sinal significativamente menos ruidoso, e ainda que quando essas operações não são realizadas há um deslocamento do pico do comprimento de onda quando é feita apenas uma leitura de tensão. Um quinto experimento também foi realizado utilizando o VI que realiza o tratamento de dados. Neste experimento utilizou-se o tempo de resposta do Amplificador Lock-in igual 50ms e o passo de comprimentos de onda no Monocromador igual a 0.5nm. A alteração destes parâmetros não modificou significativamente os resultados obtidos com o quarto experimento, apresentando um nível de ruído um pouco maior. Com os resultados obtidos tem-se que no comprimento de onda de 470nm o espectro do LED monocromático apresenta um pico, assim como o esperado, com isso nota-se que o Instrumento Virtual desenvolvido está executando da maneira correta, mostrando a importância da aplicação de operações de filtragem de sinais, tal como o uso da média aritmética, em processos que envolvam análise de dados. LITERATURA CITADA LARSEN, R. W. LabVIEW for Engineers. New Jersey: Editora Prentice Hall, NI. DataSocket Simplifies Live Data Transfer for LabVIEW. National Instruments, SOTOMAYOR N. M., A Espectroscopia de Fotoluminescência. In: Zanolla, J. J., Dávila, L. Y. A. Os desafios da Interdisciplinaridade. Palmas: Nagô Editora, p Site 1: Fundamentos de Sensoriamento Remoto. Disponível em < Acesso em Agosto de AGRADECIMENTOS O presente trabalho foi realizado com o apoio da Universidade Federal do Tocantins - UFT, do Laboratório de Materiais para Aplicações em Dispositivos Eletrônicos - LABMADE, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico CNPq e do Instituto Nacional de Eletrônica Orgânica INEO.

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

Controle para Motores de Passo usando módulo USB-6008

Controle para Motores de Passo usando módulo USB-6008 Departamento de Física e Ciência dos Materiais Caixa Postal 369-13560-970 São Carlos SP Brasil e-mail : andretec@ifsc.usp.br Controle para Motores de Passo usando módulo USB-6008 Introdução Neste projeto

Leia mais

Manual de funcionamento

Manual de funcionamento INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA DE ELECTRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES E DE COMPUTADORES Manual de funcionamento Setembro de 2012 Índice Índice Capítulo 1 - Medição

Leia mais

AQUISIÇÃO DE MEDIDAS DE TEMPERATURA UTILIZANDO O SOFTWARE LABVIEW

AQUISIÇÃO DE MEDIDAS DE TEMPERATURA UTILIZANDO O SOFTWARE LABVIEW AQUISIÇÃO DE MEDIDAS DE TEMPERATURA UTILIZANDO O SOFTWARE LABVIEW Leonardo Luís Schneider Simon¹, Clivado de Oliveira² UFGD-FAEN, C. Postal 533, 79804-970 Dourados-MS, E-mail: leonardo.luisimon@hotmail.com

Leia mais

ATUALIZAÇÃO DE SOFTWARE DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA ESPECTROSCOPIA FOTOACÚSTICA

ATUALIZAÇÃO DE SOFTWARE DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA ESPECTROSCOPIA FOTOACÚSTICA V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 ATUALIZAÇÃO DE SOFTWARE DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA ESPECTROSCOPIA FOTOACÚSTICA Felipe Cecílio da Fonseca 1 ; Prof.

Leia mais

BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO

BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO Anais do XXXIV COBENGE. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, Setembro de 2006. ISBN 85-7515-371-4 BANCADA DE TESTE E INSTRUMENTO VIRTUAL GENÉRICO Paulo S. C. Molina molina@upf.br Matheus A. C.

Leia mais

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS Antonio Carlos Lemos Júnior, Ednaldo Lopes Rosa e Leandro Aureliano

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Controlador de Fator de Potência. Self Control

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Controlador de Fator de Potência. Self Control MANUAL DO USUÁRIO Software de Gerenciamento Controlador de Fator de Potência Self Control ÍNDICE 1.0 INTRODUÇÃO 4 1.1 Aplicações 4 2.0 CARACTERÍSTICAS 4 2.1 Compatibilidade 4 3.0 INSTALAÇÃO 4 4.0 INICIALIZAÇÃO

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

Sistema de Teste Para um Torquímetro Dinâmico Telemétrico Aplicado a Eixos Rotativos

Sistema de Teste Para um Torquímetro Dinâmico Telemétrico Aplicado a Eixos Rotativos Sistema de Teste Para um Torquímetro Dinâmico Telemétrico Aplicado a Eixos Rotativos Eudisley G. dos Anjos eudisley@les.ufpb.br Francisco A. Belo belo@les.ufpb.br Manuella D. C. Silva manuella@les.ufpb.br

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ESPECTROFOTÔMETRO - EQUIPAMENTO 6 Ed. Cap. 13 Pg.351-380 6 Ed. Cap. 1 Pg.1-28 6 Ed. Cap. 25 Pg.703-725 09/04/2015 2 1 Componentes dos instrumentos (1) uma fonte estável de

Leia mais

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte A INSTRUMENTAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim ESPECTRO DE ABSORÇÃO A energia absorvida por um fóton é igual à diferença entre as energias do estado

Leia mais

Informática. Informática. Valdir

Informática. Informática. Valdir Informática Informática Valdir Questão 21 A opção de alterar as configurações e aparência do Windows, inclusive a cor da área de trabalho e das janelas, instalação e configuração de hardware, software

Leia mais

Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC

Sistema de Leitura da Porta de Mouse do PC FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Projeto para Trabalho Trimestral de Física Curso: Técnico em Eletrônica Turma: 4312 Data: 18/10/2005 Sala : 224 Aluno: Cleber Moraes n : 5 Aluno:

Leia mais

Demonstração da técnica de detecção sensível à fase: uma aplicação óptica. Davi R. Ortega, Túlio C. Rizuti da Rocha Orientador: Flávio Caldas da Cruz

Demonstração da técnica de detecção sensível à fase: uma aplicação óptica. Davi R. Ortega, Túlio C. Rizuti da Rocha Orientador: Flávio Caldas da Cruz Demonstração da técnica de detecção sensível à fase: uma aplicação óptica I - Introdução Davi R. Ortega, Túlio C. Rizuti da Rocha Orientador: Flávio Caldas da Cruz No relatório parcial, mostramos a teoria

Leia mais

O AMPLIFICADOR LOCK-IN

O AMPLIFICADOR LOCK-IN O AMPLIFICADOR LOCK-IN AUTORES: RAFAEL ASTUTO AROUCHE NUNES MARCELO PORTES DE ALBUQUERQUE MÁRCIO PORTES DE ALBUQUERQUE OUTUBRO 2007-1 - SUMÁRIO RESUMO... 3 INTRODUÇÃO... 4 PARTE I: O QUE É UM AMPLIFICADOR

Leia mais

(Open System Interconnection)

(Open System Interconnection) O modelo OSI (Open System Interconnection) Modelo geral de comunicação Modelo de referência OSI Comparação entre o modelo OSI e o modelo TCP/IP Analisando a rede em camadas Origem, destino e pacotes de

Leia mais

SISTEMA DE APONTAMENTO

SISTEMA DE APONTAMENTO Introdução SISTEMA DE APONTAMENTO Alunos: Lucas Castro Faria Carolina do Amaral Galhardo Orientador: Hans Ingo Weber Foi feito um estudo para aquisição de dados através da placa NI USB-6229, usando o programa

Leia mais

Material apresentado exclusivamente aos alunos da disciplina, com conteúdo referenciado da literatura e disponível na www NÃO CIRCULAR

Material apresentado exclusivamente aos alunos da disciplina, com conteúdo referenciado da literatura e disponível na www NÃO CIRCULAR Coletor automático de dados (datalogger) e sensores elétricos Disciplina ACA 221 Instrumentos Meteorológicos e Métodos de Observação Humberto Ribeiro da Rocha, Helber Freitas, Eduardo Gomes apoio à Aula

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA Nome dos autores: Halison Helder Falcão Lopes 1 ; Sergio Manuel Rivera Sanhueza 2 ; 1 Aluno do Curso de Engenharia Elétrica; Campus

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO Aluno: Joaquim Masset Lacombe Dias Garcia Aluna: Ana Sofia Viotti Daker Aranha Orientador: Guilherme Penello Temporão

Leia mais

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Armando Cristóvão Adaptado de "The Tools of Biochemistry" de Terrance G. Cooper Como funciona um espectrofotómetro O espectrofotómetro é um aparelho

Leia mais

Controle de robôs industriais via Labview

Controle de robôs industriais via Labview Leonel Lopes Lima Neto Instituto Tecnológico de Aeronáutica Rua H20B, casa, nº 114, Campus do CTA São José dos Campos São Paulo 12.228-460 Bolsista PIBIC-CNPq leonel@aluno.ita.br Emilia Villani Instituto

Leia mais

Manual do Utilitário de Diagnóstico LB-1000 Código: 501012580 - Revisão 1.0 Agosto de 2012. Copyright Bematech S. A. Todos os direitos reservados.

Manual do Utilitário de Diagnóstico LB-1000 Código: 501012580 - Revisão 1.0 Agosto de 2012. Copyright Bematech S. A. Todos os direitos reservados. Manual do Utilitário de Diagnóstico LB-1000 Código: 501012580 - Revisão 1.0 Agosto de 2012 Copyright Bematech S. A. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste documento pode ser copiada, reproduzida,

Leia mais

2 Métodos de Medida da PMD

2 Métodos de Medida da PMD em Enlaces Ópticos 12 2 Métodos de Medida da PMD Teoria básica de medição da PMD discutida na referência 6, Test and Measurements. Neste capítulo serão abordados os aspectos mais importantes dos métodos

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Fabricio Breve Onde estão as redes? Caixa Eletrônico Terminais conectados a um computador central Supermercados, farmácias, etc... Vendas Caixa Estoque Etc... Por que Redes?

Leia mais

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa.

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa. : Técnico em Informática Descrição do Perfil Profissional: O profissional com habilitação Técnica em Microinformática, certificado pelo SENAI-MG, deverá ser capaz de: preparar ambientes para a instalação

Leia mais

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP

Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Um Driver NDIS Para Interceptação de Datagramas IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furb.br Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento de um driver NDIS 1 para

Leia mais

ESTUDO INICIAL DO MAGNETÔMETRO DE AMOSTRA VIBRANTE. Allan Alves Machado¹; Álvaro Santos Alves²

ESTUDO INICIAL DO MAGNETÔMETRO DE AMOSTRA VIBRANTE. Allan Alves Machado¹; Álvaro Santos Alves² ESTUDO INICIAL DO MAGNETÔMETRO DE AMOSTRA VIBRANTE. Allan Alves Machado¹; Álvaro Santos Alves² 1. Bolsista FAPESB/UEFS, Graduando em Física, Universidade Estadual de Feira de Santana, e-mail: allanalvesboy@hotmail.com

Leia mais

Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer

Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer Sistemas Computacionais II Professor Frederico Sauer Livro-texto: Introdução à Organização de Computadores 4ª edição Mário A. Monteiro Livros Técnicos e Científicos Editora. Atenção: Este material não

Leia mais

SISTEMA PARA MEDIÇÃO DE FLUORESCÊNCIA DE FIBRAS EXCITADAS NO INFRAVERMELHO

SISTEMA PARA MEDIÇÃO DE FLUORESCÊNCIA DE FIBRAS EXCITADAS NO INFRAVERMELHO SISTEMA PARA MEDIÇÃO DE FLUORESCÊNCIA DE FIBRAS EXCITADAS NO INFRAVERMELHO a J. Jakutis, b L.R.P. Kassab, b W.G. Hora, c J.R. Martinelli, c F.F. Sene, a N.U. Wetter a Centro de Lasers e Aplicações IPEN-SP

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 5 Conclusões 133 Capítulo 5 Conclusões 133 CAPÍTULO 5 CONCLUSÕES Neste capítulo são abordadas as conclusões traçadas no desenvolvimento e validação do SMD, e indicação de estudos futuros. Ressalta-se o atendimento aos

Leia mais

Neste capítulo trataremos das propriedades gerais de um laser, bem como das características de um laser a fibra de cavidades acopladas.

Neste capítulo trataremos das propriedades gerais de um laser, bem como das características de um laser a fibra de cavidades acopladas. 3 Laser a Fibra Neste capítulo trataremos das propriedades gerais de um laser, bem como das características de um laser a fibra de cavidades acopladas. 3.1 Propriedades Gerais A palavra LASER é um acrônimo

Leia mais

ELETRICIDADE BÁSICA ROTEIRO DA EXPERIÊNCIA 05 OSCILOSCÓPIO

ELETRICIDADE BÁSICA ROTEIRO DA EXPERIÊNCIA 05 OSCILOSCÓPIO ELETRICIDADE BÁSICA ROTEIRO DA EXPERIÊNCIA 05 OSCILOSCÓPIO 1 Introdução O osciloscópio é basicamente um dispositivo de visualização gráfico que mostra sinais elétricos no tempo. O osciloscópio pode ser

Leia mais

Automação de Bancada Pneumática

Automação de Bancada Pneumática Instituto Federal Sul-rio-grandense Campus Pelotas - Curso de Engenharia Elétrica Automação de Bancada Pneumática Disciplina: Projeto Integrador III Professor: Renato Allemand Equipe: Vinicius Obadowski,

Leia mais

CONTROLE DE UM SERVO MOTOR

CONTROLE DE UM SERVO MOTOR CONTROLE DE UM SERVO MOTOR Versão 2014 RESUMO Esta experiência tem como objetivo a familiarização e o projeto de um circuito de controle simples de um servo motor. A parte experimental inclui atividades

Leia mais

O desafio: Criar um sistema para alimentar um módulo de GPS, adquirir e processar dados, além de exibir a latitude e longitude no Google Earth.

O desafio: Criar um sistema para alimentar um módulo de GPS, adquirir e processar dados, além de exibir a latitude e longitude no Google Earth. Usando LabVIEW para adquirir dados de GPS "Usando o LabVIEW, nós desenvolvemos com sucesso um sistema de aquisição de dados de GPS, com o objetivo de utilizá-lo como plataforma de aprendizagem para entender

Leia mais

PROCEDIMENTO DE CÁLCULO DE INCERTEZA NA MEDIÇÃO DE ALTA TENSÃO

PROCEDIMENTO DE CÁLCULO DE INCERTEZA NA MEDIÇÃO DE ALTA TENSÃO PROCEDIMENTO DE CÁLCULO DE INCERTEZA NA MEDIÇÃO DE ALTA TENSÃO Cláudio R. S. Silva,Thiago P. S. Azevedo, Ewerton R. Granhen 3, Ivan S. S. Silva 4 Universidade Federal do Pará, Belém, Brasil, claudiorui75@yahoo.com.br

Leia mais

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 3 Implementação do SMD 93

Uma Proposta de Tecnologia Embarcada na Internação Domiciliar Capítulo 3 Implementação do SMD 93 Capítulo 3 Implementação do SMD 93 CAPÍTULO 3 IMPLEMENTAÇÃO DO SMD Este capítulo reserva-se à apresentação da implementação do SMD tomando como partida o desenvolvimento do Projeto Preliminar que consta

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

Coerência temporal: Uma característica importante

Coerência temporal: Uma característica importante Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem

Leia mais

Plataforma para Simulação de Motores com Dispositivos de Partida Baseada na Integração do ATPDraw com o TOpReDE

Plataforma para Simulação de Motores com Dispositivos de Partida Baseada na Integração do ATPDraw com o TOpReDE XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Plataforma para Simulação de Motores com Dispositivos de Partida Baseada na Integração

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

Simulações Utilizando o OptiSystem. Belém - Mar 2006

Simulações Utilizando o OptiSystem. Belém - Mar 2006 Simulações Utilizando o OptiSystem Belém - Mar 2006 1 Conteúdo 1. Visão Geral 2. O Ambiente de Simulação 2.1 Conceito de SubSistema 3. Biblioteca de Componentes 4. Modelos Implementados 5. Variando Parâmetros

Leia mais

Multiplexação de Displays

Multiplexação de Displays Multiplexação de Displays Versão 202 RESUMO Nesta experiência são apresentados alguns conceitos sobre displays ou mostradores. São discutidas as formas de multiplexá-los de modo a reduzir a quantidade

Leia mais

RELATÓRIO FINAL F 809 (Instrumentação para Ensino) ESTUDO DA BANDA DE GAP EM COMPONENTES ELETRÔNICOS SEMICONDUTORES

RELATÓRIO FINAL F 809 (Instrumentação para Ensino) ESTUDO DA BANDA DE GAP EM COMPONENTES ELETRÔNICOS SEMICONDUTORES RELATÓRIO FINAL F 809 (Instrumentação para Ensino) ESTUDO DA BANDA DE GAP EM COMPONENTES ELETRÔNICOS SEMICONDUTORES Luis Fernando Lamas de Oliveira RA 993963 Orientador: Prof. Leandro Russovski Tessler

Leia mais

Medições com strain gage

Medições com strain gage Medições com strain gage Renan Azevedo Engenheiro de Produto, DAQ & Teste NI Henrique Sanches Marketing Técnico, LabVIEW NI Pontos principais Conceitos básicos de strain gage Conceitos básicos das medições

Leia mais

Reconhecimento de imagem com uso de veículo autônomo. 1/5 www.ni.com

Reconhecimento de imagem com uso de veículo autônomo. 1/5 www.ni.com Reconhecimento de imagem com uso de veículo autônomo "Este artigo aborda o desenvolvimento de um veículo autônomo, que utiliza o reconhecimento de imagens para se locomover até um determinado objeto, identificado

Leia mais

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles!

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! É importante lembrar que esta matéria serve para qualquer tipo de servo utilizado em aeromodelismo. Figura 1 Um dos diversos

Leia mais

5 Entrada e Saída de Dados:

5 Entrada e Saída de Dados: 5 Entrada e Saída de Dados: 5.1 - Arquitetura de Entrada e Saída: O sistema de entrada e saída de dados é o responsável pela ligação do sistema computacional com o mundo externo. Através de dispositivos

Leia mais

EFEITO COMPTON. J.R. Kaschny

EFEITO COMPTON. J.R. Kaschny EFEITO COMPTON J.R. Kaschny Os Experimentos de Compton Das diversas interações da radiação com a matéria, um destaque especial é dado ao efeito, ou espalhamento, Compton - Arthur Holly Compton (93, Nobel

Leia mais

Token SafeNet Authentication Cliente 8.3 (x32 e x64)

Token SafeNet Authentication Cliente 8.3 (x32 e x64) Token SafeNet Authentication Cliente 8.3 (x32 e x64) Manual do Usuário Índice O que é Token?... 03 Instalação do Token... 04 Verificação do Certificado... 07 Troca de Senhas... 10 O que é Token? É um dispositivo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA Gilva Altair Rossi gilva@demec.ufmg.br José Maria Galvez jmgalvez@ufmg.br Universidade

Leia mais

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Instrumentação para Espectroscopia Óptica CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti INTRODUÇÃO Os componentes básicos dos instrumentos analíticos para a espectroscopia

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL PARA GERENCIAMENTO DE DADOS DE MONITORAÇÃO IN VIVO DE RADIONUCLÍDEOS NO CORPO HUMANO

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL PARA GERENCIAMENTO DE DADOS DE MONITORAÇÃO IN VIVO DE RADIONUCLÍDEOS NO CORPO HUMANO International Joint Conference RADIO 2014 Gramado, RS, Brazil, Augustl 26-29, 2014 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA COMPUTACIONAL PARA GERENCIAMENTO DE

Leia mais

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 4 PROCESSAMENTO DE IMAGENS

UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 4 PROCESSAMENTO DE IMAGENS UFGD FCA PROF. OMAR DANIEL BLOCO 4 PROCESSAMENTO DE IMAGENS Executar as principais técnicas utilizadas em processamento de imagens, como contraste, leitura de pixels, transformação IHS, operações aritméticas

Leia mais

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Autores: Caio Felipe Favaretto, Henrique Corrêa Ramiro, Rômulo de Oliveira Souza e Marcelo Barboza Silva Professor orientador:

Leia mais

Laboratório de Física Moderna

Laboratório de Física Moderna Laboratório de Física Moderna Prof. Dr. Arturo R. Samana Semestre: 2014.1 Conteúdo - Objetivos da Disciplina - Ementa curricular - Critérios de avaliação - Conteúdo programático - Programação Objetivos

Leia mais

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração.

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração. O software de tarifação é uma solução destinada a rateio de custos de insumos em sistemas prediais, tais como shopping centers. O manual do sistema é dividido em dois volumes: 1) MANUAL DO INTEGRADOR Este

Leia mais

GerSAT Manual de Usuário

GerSAT Manual de Usuário GerSAT Manual de Usuário Manual do Usuário Ver. 1.1 Junho 2015 Informações importantes Antes de utilizar o equipamento, pedimos para que leia e siga todas as instruções descritas neste manual, pois a utilização

Leia mais

Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP

Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Software de segurança em redes para monitoração de pacotes em uma conexão TCP/IP Paulo Fernando da Silva psilva@senior.com.br Sérgio Stringari stringari@furbbr Resumo. Este artigo apresenta a especificação

Leia mais

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6

Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 Universidade Federal de Juiz de Fora Laboratório de Eletrônica CEL 037 Página 1 de 6 1. Titulo: Prática 12 Filtros ativos 2. Objetivos: Estudo de montagem de filtros ativos passa-baixa e passa-alta. 3.

Leia mais

Guia do Wattbike Expert Software para Iniciantes

Guia do Wattbike Expert Software para Iniciantes Guia do Wattbike Expert Software para Iniciantes 1 Índice Introdução............................................... 3 Conexão do software ao Computador de Desempenho Wattbike tela padrão Polar e edição

Leia mais

II Torneio de Programação em LabVIEW

II Torneio de Programação em LabVIEW Desenvolvimento da Aplicação II Torneio de Programação em LabVIEW Seção I: Requisitos Gerais A aplicação submetida deverá atender, pelo menos, às exigências de funcionamento descritas na Seção II deste

Leia mais

Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores

Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores F 609A Tópicos de Ensino de Física Teste da eficiencia da película protetora (insulfilm) em veículos automotores Aluno: Bruno Gomes Ribeiro RA: 059341 onurbrj@hotmail.com Orientador: Professor Doutor Flavio

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Cachoeira Paulista, 24 a 28 novembro de 2008 Bernardo Rudorff Pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Sensoriamento

Leia mais

Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória

Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória Desenvolvimento de um Simulador de Gerenciamento de Memória Ricardo Mendes do Nascimento. Ciência da Computação Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) Santo Ângelo RS Brasil

Leia mais

Cabeamento Óptico 14/03/2014. Vantagens de utilização. Noções Ópticas. Vantagens de utilização. Sistema de comunicação Fibra. Funcionamento da Fibra

Cabeamento Óptico 14/03/2014. Vantagens de utilização. Noções Ópticas. Vantagens de utilização. Sistema de comunicação Fibra. Funcionamento da Fibra Cabeamento Óptico Fundamentos de Redes de Computadores Prof. Marcel Santos Silva Vantagens de utilização Total imunidade às interferências eletromagnéticas; Dimensões reduzidas; Maior segurança no tráfego

Leia mais

V SBQEE ESTUDO, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRADOR E ANALISADOR PORTATIL DE QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA

V SBQEE ESTUDO, PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRADOR E ANALISADOR PORTATIL DE QUALIDADE DE ENERGIA ELÉTRICA V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 05 102 Tópico: Sistemas de Monitoramento e Tratamento de Dados ESTUDO, PROJETO

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna

Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Universidade Federal do Paraná Departamento de Física Laboratório de Física Moderna Bloco 01: DIFRAÇÃO DE RAIOS-X Introdução Entende-se por raios-x, a região do espectro eletromagnético com comprimentos

Leia mais

3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos

3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos 3 Espectroscopia no Infravermelho 3.1. Princípios Básicos A espectroscopia estuda a interação da radiação eletromagnética com a matéria, sendo um dos seus principais objetivos o estudo dos níveis de energia

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PRATICAS DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DINÂMICO UTILIZANDO O LABVIEW

DESENVOLVIMENTO DE PRATICAS DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DINÂMICO UTILIZANDO O LABVIEW DESENVOLVIMENTO DE PRATICAS DE LABORATÓRIO DE CONTROLE DINÂMICO UTILIZANDO O LABVIEW João Carlos de Oliveira 1 carlos.oliveira012@gmail.com Vandilberto Pereira Pinto 1 vandilberto@ufc.br Hugo Ferreira

Leia mais

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos.

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Scanners Manual Básico Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Tipos de Scanners Diferentes tipos de scanners funcionam de diferentes maneiras. Conheça

Leia mais

Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles,

Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles, Encoders ópticos O que é: Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles, os pulsos podem ser convertidos

Leia mais

EESC-USP LABORATÓRIO DE CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA

EESC-USP LABORATÓRIO DE CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA LABORATÓRIO DE CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Professores: Eduardo Nobuhiro Asada Luís Fernando Costa Alberto Colaborador: Elmer Pablo Tito Cari LABORATÓRIO N 9: MAQUINA SÍNCRONA: (ângulo de carga,

Leia mais

Cálculo de volume de objetos utilizando câmeras RGB-D

Cálculo de volume de objetos utilizando câmeras RGB-D Cálculo de volume de objetos utilizando câmeras RGB-D Servílio Souza de ASSIS 1,3,4 ; Izadora Aparecida RAMOS 1,3,4 ; Bruno Alberto Soares OLIVEIRA 1,3 ; Marlon MARCON 2,3 1 Estudante de Engenharia de

Leia mais

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos

MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware. Professor: Renato B. dos Santos MOTAGEM E MANUTENÇÃO Hardware Professor: Renato B. dos Santos 1 O computador é composto, basicamente, por duas partes:» Hardware» Parte física do computador» Elementos concretos» Ex.: memória, teclado,

Leia mais

Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória

Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória Conhecer os dispositivos de armazenamento por meio do conceito e dos tipos de memórias utilizadas no computador. Subsistemas de memória Memória

Leia mais

PARTES DO COMPUTADOR, HARDWARE,

PARTES DO COMPUTADOR, HARDWARE, 1 UNIVERSIDADE DA REGIÃO DA CAMPANHA Ibrahim Yasin Patricia Massaque Anelize Filvoch Camila Pereira Lucas Pando Everton Silva Bruno Tito PARTES DO COMPUTADOR, HARDWARE, SOFTWARE E COMPONENTES SANTANA DO

Leia mais

Circuitos Lógicos. Aulas Práticas

Circuitos Lógicos. Aulas Práticas Circuitos Lógicos Aulas Práticas A Protoboard A Protoboard A Protoboard é um equipamento que permite interconectar dispositivos eletrônicos tais como resistores, diodos, transistores, circuitos integrados

Leia mais

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução

Modelo OSI. Prof. Alexandre Beletti Ferreira. Introdução Modelo OSI Prof. Alexandre Beletti Ferreira Introdução Crescimento das redes de computadores Muitas redes distintas International Organization for Standardization (ISO) Em 1984 surge o modelo OSI Padrões

Leia mais

Sensor de Imagem Química para Detecção e Análise de Gases. 1/5 www.ni.com

Sensor de Imagem Química para Detecção e Análise de Gases. 1/5 www.ni.com Sensor de Imagem Química para Detecção e Análise de Gases "Diante do desafio de monitorar a emissão de gases em aplicações como controle ambiental, atmosferas potencialmente explosivas ou nocivas à saúde

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE E-LABS NA INTRODUÇÃO DA FÍSICA MODERNA E CONTEMPORÂNEA NO ENSINO MÉDIO

A UTILIZAÇÃO DE E-LABS NA INTRODUÇÃO DA FÍSICA MODERNA E CONTEMPORÂNEA NO ENSINO MÉDIO A UTILIZAÇÃO DE E-LABS NA INTRODUÇÃO DA FÍSICA MODERNA E CONTEMPORÂNEA NO ENSINO MÉDIO Amanda Correia 1, Wagner Carvalho 2 1 Universidade do Estado do Rio de Janeiro, correia.amanda@gmail.com 2 Universidade

Leia mais

UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104

UMG 104-Mais do que um simples Multímetro UMG 104 UMG 104 UMG 104-Mais do que um ples Multímetro O UMG 104 equipado com um DSP de 500 MHz (processador de sinal digital) é um analisador de tensão muito rápido e potente. A varredura contínua dos 8 canais

Leia mais

b) Estabilizador de tensão, fonte no-break, Sistema Operacional, memória principal e memória

b) Estabilizador de tensão, fonte no-break, Sistema Operacional, memória principal e memória CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISUTEC DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO PROF.: RAFAEL PINHEIRO DE SOUSA ALUNO: Exercício 1. Assinale a opção que não corresponde a uma atividade realizada em uma Unidade

Leia mais

PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição

PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição PowerSpy Sistema de Monitoramento de Painéis de Distribuição Uma solução completa para a medição e monitoramento de um vasto conjunto de grandezas elétricas, com indicações de valores individuais para

Leia mais

Adquirindo dados de medição para sua pesquisa com LabVIEW e CompactDAQ

Adquirindo dados de medição para sua pesquisa com LabVIEW e CompactDAQ Adquirindo dados de medição para sua pesquisa com LabVIEW e CompactDAQ Apresentado por National Instruments Necessidades de um pesquisador Obter resultados específicos com um determinado orçamento Necessidade

Leia mais

APLICATIVO MOBILE CATÁLOGO DE PÁSSAROS - PLATAFORMA ANDROID/MYSQL/WEBSERVICE

APLICATIVO MOBILE CATÁLOGO DE PÁSSAROS - PLATAFORMA ANDROID/MYSQL/WEBSERVICE APLICATIVO MOBILE CATÁLOGO DE PÁSSAROS - PLATAFORMA ANDROID/MYSQL/WEBSERVICE MARCOS LEÃO 1, DAVID PRATA 2 1 Aluno do Curso de Ciência da Computação; Campus de Palmas; e-mail: leão@uft.edu.br PIBIC/UFT

Leia mais

Projeto de controle e Automação de Antena

Projeto de controle e Automação de Antena Projeto de controle e Automação de Antena Wallyson Ferreira Resumo expandido de Iniciação Tecnológica PUC-Campinas RA: 13015375 Lattes: K4894092P0 wallysonbueno@gmail.com Omar C. Branquinho Sistemas de

Leia mais

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador 1. Introdução Identificar um material ou agente radiológico é de grande importância para as diversas

Leia mais

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Capítulo1 - Introdução à Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Agosto de 2007 - Página

CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes. Capítulo1 - Introdução à Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - Agosto de 2007 - Página CCNA 1 Conceitos Básicos de Redes Capítulo1 - Introdução à Redes 1 Requisitos para Conexão à Internet Para disponibilizar o acesso de um computador à rede, devem ser levados em consideração 03 parâmetros:

Leia mais

FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIVERSAS TECNOLOGIAS

FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIVERSAS TECNOLOGIAS FUNCIONAMENTO, VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIVERSAS TECNOLOGIAS FUNCIONAMENTO DOS RFID s O Um sistema de RFID é composto, basicamente, por uma antena, que funciona como receptor, faz a leitura do sinal

Leia mais

Encoder Magnético. Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica. Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior. Leonardo Maciel Santos Silva

Encoder Magnético. Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica. Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior. Leonardo Maciel Santos Silva Encoder Magnético Contexto Social e Profissional da Engenharia Mecatrônica Grupo 8: Danilo Zacarias Júnior Leonardo Maciel Santos Silva Yuri Faria Amorim Índice Resumo... 03 1. Introdução... 04 2. Desenvolvimento...

Leia mais

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos

Leia mais

COMANDO REMOTO DE ROBÔS INDUSTRIAIS

COMANDO REMOTO DE ROBÔS INDUSTRIAIS Anais do 14 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 20 a 23 2008. COMANDO REMOTO DE ROBÔS

Leia mais

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental

Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Disciplina: Monitoramento e Controle Ambiental Prof.: Oscar Luiz Monteiro de Farias Sensoriamento Remoto aplicado ao Monitoramento Ambiental Andrei Olak Alves 1 2 PROCESSAMENTO DE IMAGENS espectro visível

Leia mais