TESTES DE PRODUTIVIDADE



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TESTES DE PRODUTIVIDADE

INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS VETERINÁRIOS LTDA. PROBIÓTICO SISTEMA DIGESTIVO E FLORA DE RÚMEN Os ruminantes (bovinos, ovinos, caprinos e bubalinos) constituem um grupo de animais com características diferentes na digestibilidade. O estômago dos ruminantes é constituído de quatro compartimentos: rúmen, retículo, omaso e abomaso. Estes compartimentos são relativamente pequenos no animal recém nascido, onde o rúmen e o retículo juntos são apenas a metade do abomaso ou estômago verdadeiro. O desenvolvimento do rúmen se realiza, durante os primeiros meses de vida, através do estímulo da instalação de uma flora microbiana e pela ingestão de alimentos sólidos. Esta flora que se instala no rúmen em desenvolvimento, composta de bactérias e protozoários, desempenha um papel de importância fundamental na digestibilidade dos nutrientes ingeridos. No rúmen dos bovinos adultos existem aproximadamente 10 10 bactérias e 10 5 protozoários por cm 3 de conteúdo, que habitam um sistema anaeróbio, ligeiramente ácido, a uma temperatura de 39º C e, ainda, uma fase gasosa composta principalmente de dióxido de carbono, metano e nitrogênio. As pastagens constituem a fonte principal de manutenção e renovação da flora microbiana. O rúmen contém várias espécies de bactérias, algumas das quais se encontram freqüentemente em grande número. MOIR & MASSON (1952) catalogou 33 diferentes tipos com base em observação microscópica. Por outro lado, 29 gêneros e 63 espécies foram mencionados por BRYANT (1956). Mais detalhes referentes às espécies e métodos de identificação são encontrados nos trabalhos de BRYANT et alli (1958), BRYANT (1959, 1963) e HUNGATE et alli (1964). As atividades bioquímicas das bactérias do rúmen têm sido estudadas com mais intensidade por serem de cultivo e manipulação mais fáceis do que os protozoários. As bactérias celulolíticas são extremamente importantes no rúmen porque elas realizam a digestão da celulose, essencial para a nutrição dos ruminantes. Outra importante atividade microbiana no rúmen é a síntese de vitaminas. A maioria dos estudos realizados têm sido sobre as vitaminas do complexo B, principalmente riboflavina, tiamina, ácido nicotínico, ácido fólico, ácido pantotênico, piridoxina e vitamina B 12. Em geral estas vitaminas são sintetizadas por bactérias do rúmen, não havendo, portanto, necessidade de suplementação das mesmas na alimentação dos ruminantes. A síntese de vitaminas depende naturalmente da disponibilidade das substâncias precursoras como, por exemplo, o cobalto na síntese de vitamina B 12 e do caroteno existente no capim para a síntese de vitamina A. As atividades fermentativas e os tipos de microrganismos podem variar e diminuir com uso de antimicrobianos e pela mudança de dieta. 2

A diminuição da população bacteriana do rúmen pode provocar sérios problemas para o animal e, conseqüentemente, causar enormes prejuízos aos criadores. Dentre as causas que afetam a população de bactérias do rúmen podem-se citar os tratamentos com antibióticos, sulfas, pastagens secas, mudança de alimentação como em confinamentos, pastagens em brotamento, etc. TURNER & HODGETTS (1952) relatam que a clortetracilina diminui a digestão em carneiros adultos devido aos efeitos sobre a microflora do rúmen. BARRENTINE et alli (1956) demonstraram o efeito do tratamento prolongado com penicilina procaína sobre a flora ruminal de bovinos. Neste trabalho, observaram que antibióticos podem alterar a microflora do rúmen e se usados por período prolongado, podem ser maléficos à saúde e à produtividade dos ruminantes. Diante destes fatos, pode-se concluir que a depressão de flora diminuirá a digestibilidade dos alimentos, a síntese de vitaminas e, conseqüentemente, a produção de carne e ou de leite. Baseado no conhecimento da importância da flora de rúmen, criadores, médicos veterinários e zootecnistas usam eventualmente o método de ingesta ruminal, administrado por via oral, com a finalidade de provocar ruminação precoce em bezerros ou mesmo corrigir depressão de flora em animal adulto. A fim de suprir esta lacuna na área de Nutrição Animal, no Brasil, a IMEVE, através de pesquisas desenvolveu o DBR. Esta sigla vem do inglês DRIED BACTERIA OF RUMEN, que significa BACTÉRIA SECA DO RÚMEN. O processo utilizado para manter vivas as bactérias do DBR é a liofilização. Estas bactérias no estado de liofilização se mantêm vivas por um período já pesquisado de mais de dois anos. Quando estas bactérias são ingeridas juntamente com os minerais, que atuam como veículo, encontram no rúmen condições ideais para retornarem à forma vegetativa e se multiplicarem. A principal finalidade do DBR é probiótica, isto é, manter no rúmen dos animais adultos uma flora normal, capaz de dar condições permanentes de maior aproveitamento das proteínas, vitaminas e sais minerais, revertendo em maior ganho de peso, conforme pode se observar nos testes de produtividade realizados. Nos bezerros, o DBR desenvolverá a instalação da flora bacteriana mais cedo, promovendo a ruminação precoce, conseqüentemente, menor stress a desmama. Todos esses motivos, enriquecimento da microflora, ruminação precoce e maior resistência às infecções do trato digestivo, reverterão em curto prazo, em maiores lucros para o criador. 3

TRABALHOS PUBLICADOS SOBRE O DBR 1) ALBERT, H.; ALBERTI, A.L.L.; SANTIAGO, M.H.J. & CAMARGO, W.V. 1990. Teste com Produto à Base de Bactérias Liofilizadas do Rúmen ( DBR ). Relatório Técnico. Instituto Biológico. Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Presidente Prudente SP 2) ALMEIDA, H. R.; GUIMARÃES, C.A.; POSSE, R. S.; BITTAR FILHO, I. & SPERS, A. 1993. Uso do DBR como promotor do crescimento em bezerros desmamados. Anais do XX Congresso Brasileiro de Medicina Veterinárias de 14 a 18 de julho, Cuiabá MT 3) ROCHA, U.F.; OLIVEIRA, H.D.S. & PERECIN, D. 1987. Desenvolvimento Ponderal de ovinos Suplementados com DBR (Flora de Rúmen Liofilizada). Relatório Técnico. EPAMIG MG 4) SPERS, R.C.; ROCHA,G.P.; LAVEZZO, ºE.N.M.; RAMOS, A.A. & SPERS, R.C. 1990. Efeito da Inclusão do DBR na digestibilidade de Nitrogênio. Anais da 27ª Reunião Anual da sociedade Brasileira de Zootecnia, de 22 a 27 de julho, Campinas SP 5) SPERS, R.C.; ROCHA,G.P.; RATTI JR.; ARRIGONI,H. & SPERS A. 1991. Adição do DBR ao suplemento protéico mineral oferecido a vacas Nelore no terço final da gestação. Anais do II Congresso de Iniciação Científica da UNESP, de 24 a 26 de outubro de 1991, Jaboticabal SP Proprietário: Dr. Mário Guilherme Fazenda: Santo Antônio Vilela Município: Marília SP Idade: 1 mês Categoria Animal: Bezerros Período de Teste : 210 dias Nelore Nº Animais Tratados Com DBR : 07 Peso Médio Inicial 45,0 44,0 Peso Médio Final 167,0 120,0 Diferença 122,0 76,0 0,581 0,362 4

180 167 145 110 75 120 40 45 44 DBR + Fazenda: Campus Jaboticabal - Respons.: Prof. Dr. Paulo Figueiredo FCAV Vieira Município: Jaboticabal SP Idade: 1 mês Categoria Animal: Bezerros Período de Teste : 120 dias Holandeses Nº Animais Tratados Com DBR : 07 Peso Médio Inicial 37,52 42,37 Peso Médio Final 117,05 110,55 Diferença 79,53 68,18 0,663 0,568 5

120 117,05 90 60 30 37,52 DBR + Fazenda: Segredo Respons.: Prof. Dr. Mateus J. Paranhos Costa Município: Agudos SP Idade: Acima de 18 meses Categoria Animal: Bovinos Período de Teste : 63 dias Adultos Nº Animais Tratados Com DBR : 24 Peso Médio Inicial 200,68 203,04 Peso Médio Final 244,88 241,84 Diferença 44,20 38,80 0,702 0,616 6

250 240 230 220 210 244,88 200 200,68 DBR + Fazenda: Glória (Universidade Respons.: Prof. Dr. Alexanders Federal) Spers Município: Uberlândia MG Idade: Acima de 18 meses Categoria Animal: Bovinos Período de Teste : 58 dias Adultos Nº Animais Tratados Com DBR : 09 Peso Médio Inicial 146,1 142,9 Peso Médio Final 178,1 167,8 Diferença 32,0 24,9 0,552 0,429 7

190 180 170 160 150 140 146,1 178,1 DBR + Fazenda: Quarto Centenário Respons.: Dr. Haroldo Albert Município: Presidente Prudente - SP Idade: 18 meses Categoria Animal: Novilhas Nelore Período de Teste : 120 dias Nº Animais Tratados Com DBR : Proprietário: Leonardo Coutinho 20 Cerávolo Peso Médio Inicial 140,13 126,8 Peso Médio Final 191,67 152,6 Diferença 51,54 25,8 0,430 0,215 8

200 191,67 180 160 140 140,13 152,6 120 126,8 DBR + Fazenda: São Sebastião Município: Araçatuba - SP Categoria Animal: Garrotes Nº Animais Tratados Com DBR : 20 Respons.: Prof. Dr. Uriel Franco Rocha Idade: Acima de 18 meses Período de Teste : 150 dias Proprietário: Dr. Flávio S. Almeida Peso Médio Inicial 248,20 246,90 Peso Médio Final 307,90 278,40 Diferença 59,70 31,50 0,398 0,210 9

320 300 280 260 240 248,2 307,9 DBR + Fazenda: São Manuel UNESP Botucatu Município: São Manuel - SP Categoria Animal: Vacas Nelore em Gestação Nº Animais Tratados Com DBR : 20 Respons.: Prof. Dr. Alexanders Spers Idade: Acima de 18 meses Período de Teste : 84 dias Peso Médio Inicial 454,9 455,1 Peso Médio Final 473,6 464,3 Diferença 18,7 9,2 0,226 0,110 10

480 470 460 454,9 473,6 450 DBR + Fazenda: Sul da Mata Município: Tangará da Serra - MT Categoria Animal: Bois Nelore Nº Animais Tratados Com DBR : 20 Proprietário: Grupo Samello Idade: 30 meses Período de Teste : 40 dias Época do Ano: Janeiro/Fevereiro Peso Médio Inicial 363 378 Peso Médio Final 406 402 Diferença 43 24 1,075 0600 11

410 400 390 380 370 360 363 406 DBR + 12