1 Conceitos Introdutórios, 3

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Sumário Prefácio à 5 a edição, XV Apresentação, XVII Agradecimentos, XXI PARTE I INTRODUÇÃO, 1 1 Conceitos Introdutórios, 3 1.1 Conceitos, 3 1.2 Objetivos da análise das demonstrações contábeis, 6 1.3 Usuários da análise das demonstrações contábeis, 8 1.4 Limitações da análise das demonstrações contábeis, 10 1.5 O impacto das fraudes na análise das demonstrações contábeis, 12 2 Visão da História Recente da Contabilidade e da Análise das Demonstrações Contábeis, 13 2.1 Estados Unidos, 13 2.2 Brasil, 15 2.2.1 Pioneiros da análise de balanços no Brasil, 18 2.3 Convergência às normas internacionais de contabilidade, 21 3 Características Qualitativas da Informação Contábil, 23 3.1 Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil- -Financeiro, 25 3.1.1 Objetivo do relatório contábil-financeiro de propósito geral (OB1 a OB21), 26 3.1.2 Características qualitativas das informações contábil-financeiras (QC4 a QC34), 26 3.1.3 Características qualitativas fundamentais (QC5 a QC18), 28

VIII Sumário 3.1.3.1 Aplicação das Características Qualitativas Fundamentais (QC17 a QC18), 29 3.1.4 Características qualitativas de melhoria (QC19 a QC34), 29 3.1.4.1 Aplicação das Características Qualitativas de Melhoria (QC33 a QC34), 30 3.1.5 Restrição de custo na elaboração e divulgação de relatório contábil- -financeiro útil (QC35 a QC39), 31 3.1.6 Orientações remanescentes contidas no texto da antiga Estrutura Conceitual, 31 3.1.7 Mensuração dos elementos das demonstrações contábeis, 32 3.1.7.1 Atualização monetária, 34 3.2 Diretrizes para pequenas e médias empresas, 35 4 Estrutura e Divulgação das Demonstrações Contábeis no Brasil, 39 4.1 Demonstrações contábeis e informações obrigatórias, 40 4.1.1 Demonstrações financeiras de sociedades de grande porte, 41 4.1.2 Demonstrações contábeis de pequenas e médias empresas, 41 4.1.3 Reconhecimento de elementos das demonstrações contábeis, 42 4.2 Balanço patrimonial, 42 4.2.1 Ativo, 44 4.2.2 Passivo, 46 4.2.3 Patrimônio líquido, 47 4.2.4 Contas retificadoras, 49 4.2.4.1 Contas retificadoras do ativo circulante e não circulante, 49 4.2.4.2 Investimentos, 49 4.2.4.3 Imobilizado e Intangível, 50 4.2.4.4 Diferido, 50 4.2.4.5 Patrimônio líquido, 50 4.2.5 Passivo a descoberto, 50 4.3 Demonstração do resultado do exercício, 50 4.3.1 A forma de apresentação dos resultados da DRE conforme a LSA, 51 4.3.2 Demonstração do Resultado Abrangente (DRA), 53 4.4 Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, 53 4.5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), 54 4.6 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), 55 4.6.1 A necessidade da DFC, 56 4.6.2 Métodos de elaboração da DFC, 57 4.6.2.1 Método direto, 58 4.6.2.2 Método indireto, 58 4.6.3 Modelos de DFC, 58 4.7 Demonstração do Valor Adicionado (DVA), 62 4.7.1 Características das informações da DVA, 63 4.7.2 Modelo de DVA, 64

Sumário IX 4.8 Exemplo completo de demonstrações contábeis, 65 5 Informações, Relatórios e Pareceres que Acompanham as Demonstrações Contábeis, 67 5.1 Notas explicativas, 67 5.2 Relatório da administração, 69 5.3 Parecer do Conselho Fiscal, 70 5.4 Relatório dos auditores independentes, 71 5.5 Exemplo de informações complementares, 73 6 Demonstrações e Informações Contábeis não Obrigatórias, 75 6.1 Demonstração das origens e aplicações de recursos, 75 6.2 Balanço social e relatórios de sustentabilidade, 77 6.3 EBITDA, 78 6.3.1 A utilidade do EBITDA como indicador da geração de caixa, 79 6.3.2 Forma de divulgação do EBITDA, 79 PARTE II PREPARANDO-SE PARA A ANÁLISE, 81 7 Padronização, Consolidação e Qualidade das Demonstrações Contábeis na Lei das Sociedades Anônimas (LSA), 83 7.1 Padronização das demonstrações contábeis, 83 7.2 Consolidação das demonstrações contábeis, 85 7.3 Qualidade das informações contábeis, 85 8 Etapas da Análise das Demonstrações Contábeis, 89 8.1 Coleta de dados, 89 8.1.1 Obter cópia das demonstrações a serem analisadas, 89 8.1.2 Obter informações sobre os negócios da empresa, 90 8.1.3 Obter publicações especializadas, 90 8.2 Conferência dos dados coletados, 91 8.3 Preparação dos dados para análise, 92 8.3.1 Padronização das demonstrações, 92 8.3.2 Ajustes e reclassificações de contas, 93 8.4 Processamento dos dados, 94 8.4.1 Construção da análise horizontal e vertical, 94 8.4.2 Extração dos indicadores econômicos, financeiros e patrimoniais, 95 8.5 Análise dos dados, 95 8.5.1 Ponderações iniciais, 95 8.5.2 Benchmarking, 95 8.5.2.1 Fornecedores de dados nos Estados Unidos, 97 8.5.2.2 Fornecedores de dados no Brasil, 97 8.5.3 Análise de empresas pertencentes a um conglomerado econômico, 99

X Sumário 8.6 Elaboração do relatório ou parecer, 99 8.7 Impactos da convergência às IFRS na análise das demonstrações contábeis, 100 8.8 Uso de ferramentas eletrônicas para auxiliar o tratamento de dados, 100 9 O Uso de Ferramentas Eletrônicas no Processo de Análise das Demonstrações Contábeis, 101 9.1 Sistemas de escrituração contábil e de análise de demonstrações contábeis, 101 9.2 Sistema EmpresasNet, 102 9.3 Planilhas de cálculo, 102 9.3.1 Planilha Análise Financeira, 103 9.4 Internet, 103 9.4.1 Indicação de sites, 103 9.4.1.1 Portais, 103 9.4.1.2 Indicadores e notícias, 104 9.4.1.3 Mercado de capitais, 104 9.4.1.4 Sites de companhias de capital aberto, 105 9.4.2 Acesso a sites em outros idiomas, 105 PARTE III ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, 107 10 Metodologias de Análise das Demonstrações Contábeis, 109 10.1 Diferenças absolutas, 109 10.2 Análise horizontal, 110 10.3 Análise vertical, 110 10.4 Análise através de índices ou quocientes, 110 10.5 Outras metodologias complementares, 111 10.5.1 Análise da alavancagem, 111 10.5.2 Análise das Necessidades de Capital de Giro (NCG), 111 10.5.3 Determinação do grau de insolvência através de modelos estatísticos, 111 10.5.4 Análise da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), 112 10.5.5 Análise da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), 112 10.5.6 Análise da Demonstração do Valor Adicionado (DVA), 112 10.5.7 Análise do Balanço Social, 113 10.5.8 Análise do EBITDA, 113 10.6 Indicadores de avaliação de desempenho para o terceiro setor, 116 10.7 Analisando uma empresa sem o uso de indicadores, 119 11 Análise Horizontal e Vertical, 121 11.1 Análise horizontal, 122 11.2 Análise vertical, 122 11.3 Análise horizontal e vertical do balanço patrimonial, 123 11.3.1 Ativo Circulante (AC), 125 11.3.2 Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo (RLP), 126

Sumário XI 11.3.3 Ativo Não Circulante Ativo Permanente (AP), 126 11.3.4 Passivo Circulante (PC), 127 11.3.5 Passivo Não Circulante/Exigível a Longo Prazo (ELP), 127 11.3.6 Patrimônio Líquido (PL) e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), 128 11.4 Análise horizontal e vertical da Demonstração do Resultado do Exercício, 128 11.4.1 Receita bruta, 131 11.4.2 Custo dos produtos vendidos, 131 11.4.3 Lucro bruto, 131 11.4.4 Despesas operacionais, 131 11.4.5 Lucro operacional, 131 11.4.6 Receitas e despesas financeiras, 132 11.4.7 Lucro líquido, 132 11.4.8 Lucros distribuídos, 132 11.5 Análise horizontal e vertical da Demonstração dos Fluxos de Caixa, 132 11.6 Análise horizontal e vertical da Demonstração do Valor Adicionado, 133 11.7 Análise da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), 133 12 Análise Através de Indicadores ou Quocientes, 135 12.1 Indicadores de atividade ou rotatividade (prazos médios), 137 12.1.1 Mensuração dos ciclos operacionais e financeiros a partir das demonstrações contábeis, 138 12.1.1.1 PMRE (Prazo Médio da Rotação dos Estoques), 138 12.1.1.2 PMRV (Prazo Médio do Recebimento das Vendas), 140 12.1.1.3 PMPC (Prazo Médio do Pagamento das Compras Fornecedores), 141 12.1.2 Avaliação dos ciclos operacionais, 142 12.1.2.1 Ciclo Operacional Superavitário (COS), 142 12.1.2.2 Ciclo Operacional Deficitário (COD), 143 12.2 Indicadores de liquidez, 144 12.2.1 Liquidez imediata ou instantânea, 146 12.2.2 Liquidez geral ou total, 146 12.2.3 Liquidez corrente ou comum, 147 12.2.4 Liquidez seca ou Prova Ácida (acid test ratio), 148 12.3 Indicadores da estrutura de capital (endividamento), 149 12.3.1 Participação de capital de terceiros (grau de endividamento), 150 12.3.2 Composição do endividamento, 151 12.3.3 Imobilização do patrimônio líquido, 152 12.3.4 Imobilização dos recursos não correntes, 152 12.4 Indicadores da rentabilidade, 153 12.4.1 Giro do ativo, 154 12.4.2 Margem líquida, 155

XII Sumário 12.4.3 Rentabilidade ou Retorno do Ativo (ROA ou ROI), 156 12.4.4 Rentabilidade do Patrimônio Líquido ou Retorno do Capital Próprio (ROE), 157 12.4.5 Análise da rentabilidade pelo Modelo DuPont, 157 12.4.5.1 Fórmula DuPont, 159 12.4.5.2 Fórmula DuPont modificada, 160 12.4.5.3 Decisões após aplicação do Modelo DuPont, 164 12.5 Análise Fundamentalista, 165 12.5.1 PL (Preço/Lucro), 166 12.5.2 Lucro por Ação (LPA), 167 12.5.3 Taxa de Dividendo ou Dividend Yield (DY), 167 12.5.4 Valor Patrimonial por Ação (VPA) ou Book Value per Share, 168 12.5.5 Preço sobre Valor Patrimonial (P/VPA), 168 12.5.6 Pay-out, 169 13 Estudo da Alavancagem, 171 13.1 Alavancagem Financeira, 171 13.1.1 Estratégias para aumentar o Grau de Alavancagem Financeira (GAF), 172 13.1.2 Calculando o GAF sem considerar o efeito dos custos com a dívida no Imposto de Renda, 173 13.1.3 Calculando o GAF considerando o efeito dos custos com a dívida no Imposto de Renda, 173 13.1.3.1 Identificação do valor de investimentos e do passivo oneroso e não oneroso, 174 13.1.3.2 Cálculo da carga tributária do Imposto de Renda (IR) e Contribuição sobre o Lucro (CSSL), 175 13.1.3.3 Cálculo do Retorno sobre Investimentos (ROI/ROA), Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) e Grau de Alavancagem Financeira (GAF), 176 13.2 Grau de Alavancagem Operacional (GAO), 180 13.2.1 Exemplo da determinação do GAO, 181 13.3 Alavancagem total, 183 13.4 Ponto de Equilíbrio (Break Even Point), 185 14 Análise da Necessidade de Capital de Giro, 187 14.1 Capital de Giro (CG) ou Capital Circulante Líquido (CCL), 187 14.2 Etapas a serem seguidas para se determinar a NCG, 189 14.2.1 Caso prático de determinação da NCG, 190 14.3 Efeito tesoura, 193 14.4 Overtrade ou overtrading, 194 14.5 Fontes de financiamento da Necessidade de Capital de Giro, 195 14.6 Capital de Giro Próprio (CGP), 196 15 Modelos Estatísticos de Previsão de Insolvência, 199 15.1 Modelo estatístico discriminante, 201

Sumário XIII 15.2 Aspectos gerais dos principais modelos de previsão de insolvência, 201 15.2.1 Modelo de Altman, 201 15.2.2 Modelo de Kanitz, 202 15.2.3 Modelo de Elizabetsky, 203 15.2.4 Modelo de Matias, 203 15.2.5 Modelo de Pereira da Silva, 204 15.3 Eficiência dos modelos de previsão de insolvência, 204 16 Elaboração do Relatório de Análise das Demonstrações Contábeis, 207 16.1 Cuidados na elaboração do relatório ou parecer, 208 16.2 A construção do relatório de análise, 210 16.3 Exemplos de relatório, 212 16.3.1 Relatório simulado de análise de uma empresa, 212 16.3.2 Exemplo de uma análise real, em forma de artigo jornalístico, 214 PARTE IV ESTUDO DE CASOS, 217 17 Estudo Dirigido de Caso, 219 17.1 A escolha da empresa a ser analisada, 219 17.2 Levantamento de dados, 220 17.2.1 A coleta de dados, 220 17.2.2 Uso de papéis de trabalho, 220 17.2.3 Uso da planilha eletrônica, 221 17.3 Análises a serem efetuadas, 222 17.3.1 Análise de cenário, 222 17.3.2 Análise Vertical e Análise Horizontal do Balanço Patrimonial e DRE, 222 17.3.3 Indicadores de atividade, 222 17.3.4 Indicadores de liquidez, 223 17.3.5 Análise da estrutura de capital, 223 17.3.6 Análise da rentabilidade, 223 17.3.7 Análise da Necessidade de Capital de Giro, 223 17.4 Conclusões e recomendações, 224 18 Empresa Exemplo: Cia. Lucro Certo, 225 18.1 Informações gerais sobre a empresa, 225 18.2 Demonstrações contábeis, 226 18.2.1 Balanço Patrimonial, 226 18.2.2 Demonstração do Resultado do Exercício, 228 18.2.3 Demonstração dos Fluxos de Caixa, 229 18.2.4 Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados, 230 18.2.5 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, 231 18.3 Informações complementares extraídas das notas explicativas às demonstrações contábeis, 234

XIV Sumário 18.4 Relatório dos auditores independentes, 240 18.5 Quadro dos Indicadores das principais companhias concorrentes da Cia. Lucro Certo, 242 PARTE V MATERIAIS COMPLEMENTARES, 249 19 Guia do Usuário da Planilha Análise Financeira, 251 19.1 Menu principal, 252 19.2 Papéis de trabalho, 253 19.2.1 Usando os formulários de padronização, 254 19.3 Cadastramentos, 254 19.3.1 Cadastrando os dados da empresa a ser analisada, 255 19.3.2 Cadastrando os dados do(s) analista(s), 256 19.3.3 Cadastrando as demonstrações contábeis, 257 19.3.3.1 Balanço Patrimonial, 257 19.3.3.2 Demonstração do Resultado (DRE), Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA), 258 19.4 Analisando os números e indicadores gerados, 259 19.4.1 Cadastrando o Parecer Final, 260 19.5 Imprimindo relatórios, 261 19.6 Declaração de responsabilidade, 262 Anexo A Quadro-resumo dos Índices e Quocientes, 263 Anexo B Siglas e Abreviaturas, 267 Anexo C Documentos CPC Citados no Livro, 271 Referências, 273