Secretaria Nacional de Segurança a PúblicaP Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública
Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública MARCIO THOMAZ BASTOS MINISTRO DA JUSTIÇA SERGIO SERVULO DA CUNHA CHEFE DE GABINETE LUIZ EDUARDO SOARES SECRETÁRIO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA JACQUELINE MUNIZ DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE PESQUISA, ANÁLISE DA INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAL EM SEGURNÇA PÚBLICA SERGIO ANDREA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS, PROGRAMAS E PROJETOS ZAQUEU TEIXEIRA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA
Sistema Único de Segurança a PúblicaP ÍNDICE Princípios e Metas no Plano Nacional de Segurança a PúblicaP Pressupostos para uma Política de Segurança a Eficiente Diretrizes da Política Nacional de Segurança a PúblicaP Criaçã ção o do Sistema Único de Segurança a PúblicaP Procedimento de Repasse dos Recursos do Fundo Nacional de Segurança a PúblicaP Seis Meses de Gestão Implantaçã ção o do Sistema Único de Segurança a PúblicaP Execuçã ção o dos Recursos Principais AçõA ções Diagnóstico da Criminalidade no Brasil Sistema Nacional de Estatística stica Criminal Diagnóstico da Criminalidade (Homicídios e Roubos) Distribuiçã ção o da Criminalidade no Brasil (2001/2002) Perfil das Organizaçõ ções Policiais Efetivo nas Polícias Militares e Civis Hierarquia Organizacional Formaçã ção o Profissional na Área de Segurança a PúblicaP Controle e Integraçã ção o da AçãA ção o Policial Informaçõ ções sobre a Guarda Municipal Custos Sociais e Econômicos da Criminalidade Custos Econômicos da Criminalidade Custos Sociais e Políticos da Criminalidade
Secretaria Nacional de Segurança a PúblicaP Sistema Único de Segurança a PúblicaP Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública
ÍNDICE Princípios e Metas no Plano Nacional de Segurança Pública Pressupostos para uma Política de Segurança Eficiente Diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública Programas de Reforma das Instituições de Segurança Pública Programas de Redução da Violência Criação do Sistema Único de Segurança Pública Procedimento de Repasse dos Recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública
Plano Nacional de Segurança Pública Ministério da Justiça PRINCÍPIOS Direitos humanos e eficiência policial são compatíveis entre si e mutuamente necessários. O Sistema de Justiça Criminal deve ser democrático e justo, isto é, orientado pela eqüidade, acessível a todos e refratário ao exercício violento e discriminatório do controle social. Ação social preventiva e ação policial são complementares e devem combinar-se na política de segurança. Polícias são instituições destinadas a servir os cidadãos, protegendo direitos e liberdades, inibindo e reprimindo, portanto, suas violações. Às Polícias compete fazer cumprir as leis, cumprindo-as. Policiais são seres humanos, trabalhadores e cidadãos, titulares, portanto, dos direitos humanos e das prerrogativas constitucionais correspondentes às suas funções. METAS Promover a expansão do respeito às leis e aos direitos humanos. Contribuir para a democratização do Sistema de Justiça Criminal. Aplicar com rigor e equilíbrio as leis no sistema penitenciário, respeitando os direitos dos apenados e eliminando suas relações com o crime organizado. Reduzir a criminalidade e a insegurança pública. Controlar o crime organizado e eliminar o poder armado de criminosos que impõem sua tirania territorial a comunidades vulneráveis e a expandem sobre crescentes extensões de áreas públicas. Bloquear a dinâmica do recrutamento de crianças e adolescentes pelo tráfico. Ampliar a eficiência policial e reduzir a corrupção e a violência policiais. Valorizar as polícias e os policiais, reformando-as e requalificando-os, levando-os a recuperar a confiança popular e reduzindo o risco de vida a que estão submetidos.
Pressupostos para uma Política de Segurança Eficiente Ministério da Justiça SEM GESTÃO NÃO HÁ POLÍTICA DE SEGURANÇA. POLÍTICA DE SEGURANÇA IMPLICA INTEGRAÇÃO SISTÊMICA DAS INSTITUIÇÕES. GESTÃO COMO FERRAMENTA PARA PROMOVER AÇÕES PREVENTIVAS, ESTRATÉGICAS, ORIENTADAS E PERMANENTEMENTE MONITORADAS: Dados qualificados Diagnóstico rigoroso Planejamento sistemático Avaliação regular Rotinas, funções, processos e estruturas ágeis e adequadas ao cumprimento das metas. Monitoramento Monitoramento
Diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública Ministério da Justiça Programas de Reforma das Instituições de Segurança Pública Valorização e Formação Profissional Estruturação e Modernização da Perícia Gestão do Conhecimento Prevenção Reorganização Institucional Sem prejuízo da pauta dos Estados Controle Externo e Participação Social
Diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública Ministério da Justiça Programas de Redução da Violência Redução da Violência Doméstica e De gênero Gerenciamento de Crises e Conflitos Administração Legal do Uso da Força Policial Repressão Qualificada Redução Homicídios e Crime Organizado Redução do Racismo, da homofobia e da misogenia Sem prejuízo da pauta dos Estados Proteção e Apoio a Vítimas e Testemunhas
Criação do Sistema Único de Segurança Pública Ministério da Justiça Política Nacional de Segurança Pública Princípios Metas Pressupostos Diretrizes Não implica unificação, mas Integração prática das agências de justiça criminal dentro dos marcos legais vigentes Estados SUSP Municípios União GGI Coordenação do SUSP Um fórum deliberativo e executivo, composto por representantes das agências de segurança pública e justiça criminal, que opera por consenso, sem hierarquia, respeitando a autonomia das instituições que o compõem.
Procedimento de Repasse dos Recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública Ministério da Justiça Procedimento 2000/2002 Procedimento Atual Repasse de recursos em função da análise de projetos tópicos estaduais: Dispersão irracional de recursos. Ausência de uma Política Nacional de Segurança Pública. Repasse de recursos em função da análise de planos sistêmicos estaduais de segurança pública: Repasse racional de recursos. Implementação da Política Nacional de Segurança Pública. Novo Procedimento de Repasse do FNSP - SENASP
Equipe Jacqueline Muniz Diretora do Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública Marcelo Durante Coordenador Geral de Pesquisa Virgínia Rosa Marcelle Figueira Coordenadora de Estatística Coordenadora de Análise Criminal Luiz Rubens de Araújo Washington Martins Mateus Couto Flávia Florenço Estatístico Assistente Assistente Assistente
Secretaria Nacional de Segurança a PúblicaP Seis Meses de Gestão Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública
ÍNDICE Implantação do Sistema Único de Segurança Pública Execução dos Recursos Primeiro Semestre de 2003 Programa de Ciência e Tecnologia na Área de Perícia Sistema de Integração Nacional de Informações de Justiça e de Segurança Pública Lançamento do Primeiro Concurso Nacional de Pesquisas Aplicadas na Área de Segurança Pública do Brasil Política de Informações Criminais Política de Formação Profissional Gestão Municipal de Segurança Pública Políticas de Prevenção da Violência
Implantação do Sistema Único de Segurança Pública Ministério da Justiça 22 Gabinetes de Gestão Integrada AM RR AP PA Falta apenas a adesão do Distrito Federal, 3 estados da região centro oeste e 1 estado da região sul AC TO MA PI CE RN PB PE RO SE MT BA GO DF MS MG ES SP RJ PR SC RS ESTADOS QUE JÁ ADERIRAM AO SUSP ESTADOS QUE AINDA NÃO ADERIRAM AO SUSP
Execução de Recursos Primeiro Semestre/2003 Ministério da Justiça RR AP AC AM RO MT PA TO MA PI BA CE PE PB RN SE Já foram repassados e comprometidos 35% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (2003) GODF MS SP MG RJ ES PR SC RS Repasse de Recursos Recursos R$ Recursos Repassados para os Estados R$ 39.835.406,00 Recursos Repassados para as Prefeituras R$ 6.737.000,00 Recursos Repassados para os GGIs R$ 400.000,00 Recursos Repassados para Ensino e Pesquisa R$ 8.550.000,00 Recursos Comprometidos com Estados e DPF R$ 70.800.000,00 TOTAL R$ 126.322.406,00
Programa de Ciência e Tecnologia na Área de Perícia Ministério da Justiça AC AM RO RR MT MS RS AP PA PR SC TO DF GODF SP MA PI MG BA RJ ES CE PE PB RN Estado Órgaos Envolvidos Rio de Janeiro SSP Polícia Civil IML Alagoas SSP Polícia Civil IC Amazonas SSP Polícia Civil - Distrito Federal SSP Polícia Civil IP DNA SE Objetivo Articular a comunidade científica e tecnológica brasileira, na área de perícia, com a finalidade de constituir Centros Regionais de Perícia, formar técnicos especializados em diversos níveis, estabelecer uma rede integrada de pesquisadores e peritos, e estruturar um banco de dados de padrões de DNA para a identificação criminal. Proposta Investimento de R$6.000.000,00 para a criação de uma rede de unidades laboratoriais periciais de genética forense, com sede no Amazonas, Rio de Janeiro, Alagoas e Distrito Federal, que funcionarão como centros de referência regionais, cumprindo atividades de treinamento de pessoal e realização de exames periciais para as Unidades da Federação vizinhas.
Ministério da Justiça Neste período se fez a reestruturação do ambiente tecnológico do Sistema de Integração Nacional de Informações de Justiça e de Segurança Pública, aumentando sua disponibilidade e melhorando o tempo de resposta das consultas, o que resultou em maior eficiência no uso da informação criminal para a atividade policial. No primeiro semestre de 2003 identificou-se um aumento de 35% no número de usuários e um aumento de 65% no número de consultas em relação ao mesmo período de 2002. Acessos ao Sistema 350.000 Número de consultas 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 0 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL Meses AGO SET OUT NOV DEZ Ano 2002 Ano 2003
Ministério da Justiça Lançamento do Primeiro Concurso Nacional de Pesquisas Aplicadas na Área de Segurança Pública do Brasil Projetos por Área de Pesquisa 3 12 17 60 projetos de pesquisa em 7 áreas distintas que produzirão o mais completo diagnóstico da segurança pública brasileira 7 3 9 9 Linhas de Pesquisa Número de Recursos Projetos Destinados Reorganização e Gestão das Instituições de Segurança Pública 17 R$ 1.350.000,00 Gestão do Conhecimento e Informações Criminais 9 R$ 750.000,00 Valorização e Formação Profissional 9 R$ 600.000,00 Estruturação e Modernização da Perícia 3 R$ 200.000,00 Programas de Prevenção 7 R$ 550.000,00 Controle Externo e Participação Social 3 R$ 300.000,00 Programas de Redução da Violência 12 R$ 800.000,00 Total 60 R$ 4.550.000,00 Reorganização e Gestão das Instituições de Segurança Pública Gestão do Conhecimento e Informações Criminais Valorização e Formação Profissional Estruturação e Modernização da Perícia Programas de Prevenção Controle Externo e Participação Social Programas de Redução da Violência
Política de Informações Criminais Ministério da Justiça Padronização Nacional dos Sistemas Classificatórios de Crime Atividade em Execução: Criação de um sistema único de classificação de crimes para servir como modelo para as organizações policiais de todo o Brasil, de modo a facilitar o processo de integração prática entre estas organizações. Sistema Nacional de Estatística Criminal Atividade em Execução: Implementação de estudos, diagnósticos e avaliações para a construção do Sistema Nacional de Estatística Criminal Configuração de Três Bases de Dados: Registros e Atividades Policiais Perfil das Organizações Policiais Cadastro Nacional de Homicídios
Política de Formação Profissional Ministério da Justiça Escola Superior de Segurança Pública Objetiva capacitar e qualificar profissionais das diferentes instâncias policiais com ênfase na Gestão do Sistema Único de Segurança Pública. Principais eixos de atuação: Descentralização da ESSP a partir da implantação da Academia Integrada nos Estados e criação de Polos Regionais de Excelência em Educação, em cooperação com instituições de ensino e pesquisa. Implementação de diretrizes e elaboração da Matriz Curricular Nacional para a Segurança Pública, inspirada no respeito às leis, aos Direitos Humanos e à Cidadania. Estruturação do Ensino à Distância estimulando a realização, divulgação e produção de conhecimento na área de Segurança Pública, através de diferentes tecnologias da informação, combinando ensino presencial e não presencial, oportunizando ampliação do acesso dos operadores de Segurança Pública a formação continuada.
Gestão Municipal de Segurança Pública Ministério da Justiça Valorização do papel dos municípios como atores fundamentais na gestão da segurança pública e conseqüente inserção dos mesmos como partes integrantes do Sistema Único de Segurança Pública Atividades já realizadas / iniciadas: Curso piloto de formação de guardas municipais na região da Grande Niterói (RJ), voltado para a construção de uma matriz curricular nacional., desenvolvido em parceria com a UFF e a ONG CAPEC. Criação e estruturação do Consórcio Metropolitano de Segurança Urbana e Prevenção da Violência de Recife, envolvendo os 14 municípios da Região Metropolitana e o Governo do Estado de Pernambuco na elaboração e implantação de um plano metropolitano de ações integradas para a prevenção da violência. Aprovação dos Planos Municipais de Segurança Pública de São Paulo, Porto Alegre e Resende (RJ). Instalação do Grupo de Segurança Municipal no âmbito do Comitê Federativo formado pela Casa Civil, Frente Nacional de Prefeitos, Confederação Brasileira de Municípios e Associação Nacional de Municípios.
Políticas de Prevenção da Violência Ministério da Justiça Apoio técnico e financeiro à elaboração e implantação de planos municipais, metropolitanos e estaduais de prevenção da violência, por meio da articulação dos órgãos públicos e organizações da sociedade civil necessário para a execução de planos de ações integradas Atividades já realizadas / iniciadas: Elaboração do plano de ações integradas para a celebração do Pacto pela Paz na Cidade de Deus (Rio de Janeiro), a ser lançado em agosto; Criação e estruturação do Consórcio Metropolitano de Segurança Urbana e Prevenção da Violência de Recife, envolvendo os 14 municípios da Região Metropolitana e o Governo do Estado de Pernambuco na elaboração e implantação de um plano metropolitano de ações integradas para a prevenção da violência, a ser concluído e lançado até 15 de setembro; Elaboração, em conjunto com o Ministério do Esporte, da Política Nacional de Segurança nos Estádios.
Equipe Jacqueline Muniz Diretora do Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública Marcelo Durante Coordenador Geral de Pesquisa e Análise da Informação Virgínia Rosa Marcelle Figueira Coordenadora de Estatística Coordenadora de Análise Criminal Luiz Rubens de Araújo Washington Martins Mateus Couto Flávia Florenço Estatístico Assistente Assistente Assistente
Criminalidade no Brasil Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública
ÍNDICE Secretaria Nacional de Segurança Pública Base de Dados de Ocorrências Criminais e Atividades Policiais Consistência da Base de Dados em Comparação com as Informações do Datasus Ações SENASP para implantação do Sistema Nacional de Estatística Criminal Diagnóstico da Criminalidade Evolução dos Homicídios Brasil (1980-2000) Concentração dos Homicídios nas Cidades mais Povoadas Taxa de Homicídio por IdadeBRASIL 1998 Taxa de Homicídio por Sexo e Idade Comparação Internacional Taxa de Homicídios Presença de Armas nos Homicídios Brasil 1998 Evolução da Presença das Armas de Fogo Comparação Internacional Roubos Distribuição da Criminalidade no Brasil (2001/2002) Homicídio Doloso Tentativa de Homicídio Lesões corporais Extorsão mediante seqüestro Roubo de veículo Total de roubos Furto de veículos Total de furto
Secretaria Nacional de Segurança Pública
Bases de Dados da SENASP A SENASP possui atualmente a base de dados de registros criminais e atividades policiais com maior cobertura nacional. Os dados coletados desde 1999 são enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública através de 19 planilhas que totalizam informações sobre: o número de ocorrências de delitos, número de vítimas dos delitos, caracterização etária e de gênero das vítimas, apreensão de entorpecentes, população Carcerária, apreensão de Armas e atividades de Polícia Judiciária.
Problemas a Serem Enfrentados Preocupados com a necessidade de ter uma política transparente de informações onde estas passem a ser utilizadas cada vez mais como ferramentas de gestão, a SENASP elaborou um diagnóstico desta base de dados e identificou os seguintes problemas principais: inconsistência da série temporal devido a irregularidade no envio das informações pelos Estados, falta de padronização no envio das informações pelos Estados e mudanças constantes da informação registrada na base de dados decorrentes de retificações constantes das informações alguns itens solicitados não são enviados pela maioria dos estados, por exemplo, população carcerária e caracterização das vítimas
Base de Dados de Ocorrências Criminais A aproximação do número de registros de homicídios da base de dados da SENASP e da base de dados do Ministério da Saúde/DataSUS indica a consistência e confiabilidade desta base de dados. Comparamos o número de ocorrências de homicídios registradas na base de dados do Ministério da Justiça com o número de vítimas de homicídios registradas na base de dados do Ministério Comparação da Cobertura do Sistema de Informações de da Saúde. Mortalidade do Ministério da Sáude e Sistema de Informações da Secretaria Nacional de Segurança Pública Registros de Homicídios no Brasil em 1999 e 2000 Segundo o Ministério da Saúde e o Ministério da Justiça Origem Base de Dados ANO 1999 2000 Ministério da Saúde - DataSUS 45553 48195 Ministério da Justiça - SENASP 38243 39894 Diferença Percentual 16,0 17,2 As duas bases de dados apontam para um aumento na incidência de homicídios. Número Registros 49000 47000 45000 43000 41000 39000 37000 35000 48195 45553 39894 38243 1999 2000 Ano Ministério da Saúde - DataSUS Ministério da Justiça - SENASP
Projetos em Desenvolvimento na SENASP na Área de Informação e Pesquisa Na busca por aprimorar as estatísticas nacionais de criminalidade, a SENASP vem desenvolvendo um conjunto de ações que se orientam no sentido de aperfeiçoar os sistemas de estatística das organizações policiais estaduais e o próprio sistema de estatística da SENASP. Nossos esforços se orientam no sentido da criação do Sistema Nacional de Estatística Criminal. Um iniciativa inédita neste sentido constitui a criação dos Núcleos de Gestão Integrada da Informação junto as Secretarias Estaduais de Segurança Pública. Estes núcleos serão responsáveis por difundir uma política de padronização e integração dos sistemas de estatísticas estaduais. O Sistema Nacional de Estatística Criminal será composto por informações a respeito das ocorrências criminais, perfis organizacionais das instituições policiais e um cadastro nacional das ocorrências de homicídio. Estas informações serão coletadas junto às diversas instituições envolvidas na área de segurança pública e justiça criminal: Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Técnica, Ouvidorias, Corregedorias e Secretarias Estaduais de Segurança Pública.
Diagnóstico da Criminalidade
30 Evolução dos Homicídios Brasil (1985-2000) 27,8 25 23,4 24,2 26,0 26,5 25,2 20 19,8 21,7 20,4 18,7 19,8 20,8 Taxas por 100 mil hab. 15 10 5 0 11,4 12,2 12,2 13,4 14,9 14,6 14,9 16,5 16,4 Um dos indicadores mais consistentes do aumento da criminalidade violenta no Brasil nas últimas décadas é a evolução da incidência de homicídios, que passou de 11 para 27 ocorrências por 100 mil hab. entre 1980 e 2000 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 Fonte: SIM/DATASUS
Concentração dos Homicídios nas Cidades mais Povoadas Concentração dos Homicídios Concentração dos Homicídios 50% 50% Concentração Populacional Concentração da População 25% 27 cidades municípios mais violentas violentos 5480 5480 municípios outras restantes cidades Fonte: Datasus Health Ministry (2000) 75% 27 cidades municípios mais violentas violentos 5480 5480 municípios outras restantes cidades Menos de 1% dos municípios brasileiros concentraram 50% dos homicídios e 25% da população nacional em 2000
40,0 35,0 30,0 25,0 Taxa de Homicídio por Idade BRASIL - 1998 Além da concentração espacial, identificamos também uma concentração em relação as vítimas em potencial. Hoje, grande parte das vítimas de homicídio no Brasil são pessoas com idade entre 17 e 23 anos Taxas por 100 mil hab. 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0 0 3 6 Fonte: SIM/DATASUS 9 13 16 19 22 25 Idade (anos) 28 31 34 37 40 43 46 49 52 55 58 62 65 68
Taxa de Homicídio por Sexo e Idade Feminino Verificamos, hoje, que os homens são também muito mais vitimados que as mulheres. População (15 a 24 anos) População Total Sexo Masc Fonte: SIM/DATASUS,IBGE 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Taxas por 100 mil hab.
Fonte:UNITED NATIONS-CENTER FOR INTERNATIONAL CRIME PREVENTION Taxas por 100 mil hab. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Comparação Internacional Taxa de Homicídios Colombia (2000) África do Sul (2000) Jamaica (2000) Venezuela (2000) Brasil (2001) Russia (2000) Estados Unidos (1999) França (2000) Inglaterra (2000) Canadá (2000) Em uma comparação internacional, o Brasil se encontra hoje como um dos países com maior taxa de homicídios, estando atrás apenas de países como a Colômbia, África do Sul, Jamaica e Venezuela. Austrália (2000) 0 10 20 30 40 50 60 70
Presença de Armas nos Homicídios Brasil 1998 Fato marcante também em relação a incidência de homicídios é o alto percentual de ocorrências envolvendo o uso de arma de fogo. No ano de 1998, mais de 60% dos homicídios que ocorreram no Brasil foram efetuados utilizando armas de fogo. Total de Homicídios: 41838 Total de Homicídios envolvendo Armas de Fogo: 25603 Percentual de Homicídios envolvendo Armas de Fogo: 61,2% Taxa de Homicídios envolvendo Armas de Fogo: 18,6 por 100mil hab. Fonte :MAPA DA VIOLENCIA II
Evolução da Presença das Armas de Fogo Análises sobre a incidência de crimes violentos apontam para uma participação cada vez maior do uso de armas de fogo. No caso de Minas Gerais, os roubos à mão armada passaram por um aumento significativo nos últimos anos distintamente dos roubos sem o uso de arma que permaneceram ocorrendo praticamente em um mesmo patamar. 1800 1600 Roubo R o ub o a Mã o Arm ad a 1400 Número de Ocorr ências 1200 1000 800 600 400 200 0 Jan Mar M ai Jul S et Nov Jan Mar Mai Jul S et Nov Jan Mar M ai Jul S et Nov Jan Mar Mai Jul S et Nov 1998 1999 2000 2001 Fonte: Polícia Militar de Minas Gerais (1998 2001)
Chile (2001) Comparação Internacional - Roubos África do Sul (2000) Brasil (2001) Estônia (2000) Inglaterra (2000) Portugal (2000) Uruguai (2000) Estados Unidos (1999) Venezuela (2000) Austrália (2000) Em uma comparação internacional, o Brasil se encontra hoje como um dos países com maior taxa de roubos, estando atrás apenas de países como o Chile e África do Sul. México (2000) França (2000) 0 100 200 300 400 500 600 700 800 Fonte: Nações Unidades Centro para Prevenção Internacional de Crimes Taxas por 100 mil hab.
Distribuição da Criminalidade no Brasil
Distribuição Espacial dos Homicídios Dolosos Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, as mais altas taxas de homicídio doloso foram registradas no Espírito Santo e Rio de Janeiro, com 55,1 e 42,3 para cada grupo de 100.000 habitantes, respectivamente. O estado de Pernambuco, que vem registrando nos últimos anos altas taxas de homicídio, está revisando os dados de 2001 e 2002. Santa Catarina e Rio Grande do Norte registraram, respectivamente, 6,6 e 7,8 para cada grupo de 100.000 habitantes, tendo as taxas mais baixas do país.
Distribuição dos Registros Policiais de Homicídio Doloso, segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil-2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Homicídio Doloso (1) Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (2) Acre 574355 135 23,5 Alagoas 2856629 637 22,3 Amapá 498735 151 30,3 Amazonas 2900240 410 14,1 Bahia 13214114 2439 18,5 Ceará 7547620 1296 17,2 Distrito Federal 2097447 531 25,3 Espírito Santo 3155016 1598 50,6 Goiás 5116462 901 17,6 Maranhão 5730467 523 9,1 Mato Grosso 2560584 507 19,8 Mato Grosso do Sul 2111036 560 26,5 Minas Gerais (3) 18127096 2134 11,8 Pará 6341736 1066 16,8 Paraíba 3468594 590 17,0 Paraná 9694709 1941 20,0 Pernambuco (4) 8008207 - - Piauí 2873010 171 6,0 Rio de Janeiro 14558545 5428 37,3 Rio Grande do Norte 2815244 260 9,2 Rio Grande do Sul 10309819 1261 12,2 Rondônia 1407886 552 39,2 Roraima 337237 72 21,3 Santa Catarina 5448736 258 4,7 São Paulo 37630106 12475 33,2 Sergipe 1817301 293 16,1 Tocantins 1184895 203 17,1 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de Análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Os números de Homicídios Dolosos informados pelos Secretarias de Segurança dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas e Espírito Santo tem como fonte os respcetivos Institutos de Medicina Legal. (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (3) O sistema de registros utilizado pelo Instituto de Criminologia da Polícia Civil/MG agrega todos os tipos de Ocorrências de Homicídio, inclusive "Homicídio Doloso" e "Homicídio Culposo." (4) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. Última connferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Unidades da Federação Distribuição dos Registros Policiais de Homicídio Doloso, segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil-2002 População 2002 Ocorrências de Homicídio Doloso Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (1) Acre (2) 586942 180 30,7 Alagoas (2) 2887535 726 25,1 Amapá (2) 516511 149 28,8 Amazonas (2) 2961801 398 13,4 Bahia 13323212 2532 19,0 Ceará 7654535 1269 16,6 Distrito Federal 2145839 497 23,2 Espírito Santo (2) 3201722 1765 55,1 Goiás 5210335 1026 19,7 Maranhão 5803224 806 13,9 Mato Grosso 2604742 597 22,9 Mato Grosso do Sul 2140624 604 28,2 Minas Gerais (3) 18343517 2647 14,4 Pará 6453683 1187 18,4 Paraíba 3494893 675 19,3 Paraná 9798006 1622 16,6 Pernambuco (4) 8084667 - - Piauí (5) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 6233 42,3 Rio Grande do Norte 2852784 223 7,8 Rio Grande do Sul 10408540 1303 12,5 Rondônia 1431777 496 34,6 Roraima 346871 42 12,1 Santa Catarina 5527707 367 6,6 São Paulo 38177742 11847 31,0 Sergipe (2) 1846039 600 32,5 Tocantins 1207014 158 13,1 42,3 a 55,1 (2) 28,2 a 42,3 (6) 18,4 a 28,2 (7) 12,1 a 18,4 (8) 0,1 a 12,1 (2) SEM 0 INFORMAÇÃO a 0 (2) Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de Análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (2) Os números de Homicídios Dolosos informados pelos Secretarias de Segurança dos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas e Espírito Santo tem como fonte os respectivos Institutos de Medicina Legal. (3) O sistema de registros utilizado pelo Instituto de Criminologia da Polícia Civil/MG agrega na categoria homicídio os homicídios Dolosos e Homicídios Culposo. (4) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (5) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado OBS. Está sendo desenvolvido um esforço de padronização da unidade de mensuração dos homicídios. Última connferência da Base de Dados em 23/6/2003. AC AM RO RR MT MS RS AP PA PR DF GO SC TO SP MA MG PI BA RJ CE RN PB PE ES SE
Distribuição Espacial de Tentativas de Homicídio Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, a distribuição das tentativas de homicídio no Brasil não reflete a distribuição encontrada em relação aos homicídios. Isto reflete a existência de uma diferença no grau de letalidade dos delitos decorrente da presença de arma de fogo.
Distribuição dos Registros Policiais de Tentativa de Homicídio, segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Tentativa de Homicídio Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (1) Acre 574355 274 47,7 Alagoas 2856629 254 8,9 Amapá 498735 80 16,0 Amazonas 2900240 Bahia 13214114 3272 24,8 Ceará 7547620 Distrito Federal 2097447 809 38,6 Espírito Santo 3155016 649 20,6 Goiás 5116462 1320 25,8 Maranhão 5730467 683 11,9 Mato Grosso 2560584 489 19,1 Mato Grosso do Sul 2111036 590 27,9 Minas Gerais 18127096 3777 20,8 Pará 6341736 451 7,1 Paraíba 3468594 230 6,6 Paraná 9694709 1803 18,6 Pernambuco (2) 8008207 - - Piauí 2873010 381 13,3 Rio de Janeiro 14558545 2574 17,7 Rio Grande do Norte 2815244 440 15,6 Rio Grande do Sul 10309819 2414 23,4 Rondônia 1407886 429 30,5 Roraima 337237 Santa Catarina 5448736 787 14,4 São Paulo 37630106 9991 26,6 Sergipe 1817301 226 12,4 Tocantins 1184895 166 14,0 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (2) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Unidades da Federação Distribuição dos Registros Policiais de Tentativas de Homicídio, Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 População 2002 Ocorrências de Tentativa de Homicídio Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (1) Acre 586942 ---- ------- Alagoas 2887535 254 8,8 Amapá 516511 94 18,2 Amazonas 2961801 ----- ------ Bahia 13323212 3100 23,3 Ceará 7654535 141 1,8 Distrito Federal 2145839 788 36,7 Espírito Santo 3201722 1186 37,0 Goiás 5210335 1299 24,9 Maranhão 5803224 1213 20,9 Mato Grosso 2604742 621 23,8 Mato Grosso do Sul 2140624 626 29,2 Minas Gerais 18343517 4342 23,7 Pará 6453683 468 7,3 Paraíba 3494893 280 8,0 Paraná 9798006 1247 12,7 Pernambuco (2) 8084667 - - Piauí (3) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 3037 20,6 Rio Grande do Norte 2852784 454 15,9 Rio Grande do Sul 10408540 2388 22,9 Rondônia 1431777 278 19,4 Roraima 346871 69 19,9 Santa Catarina 5527707 773 14,0 São Paulo 38177742 10181 26,7 Sergipe 1846039 184 10,0 Tocantins 1207014 188 15,6 AC AM RO 36,7 a 70,7 (4) 22,9 a 36,7 (7) 18,2 a 22,9 (5) 12,7 a 18,2 (4) 0,1 a 12,7 (5) 0 a 0 (2) RR SEM INFORMAÇÃO MT MS RS AP PA PR GO DF SP SC TO MA MG CE RN PI PE SE BA ES RJ Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (2) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (3) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Distribuição Espacial das Lesões Corporais Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, as taxas de lesões corporais dos estados são caracteristicamente mais elevadas que as taxas de homicídio. As maiores taxas de lesões corporais estão no Amapá e no Acre com os valores de 1210 e 807 ocorrências por 100 mil habitantes respectivamente. As unidades da federação localizadas nas regiões sul e sudeste do Brasil se destacam na incidência das lesões corporais por possuírem mecanismos de registro criminal mais desenvolvidos reduzindo a subnotificação.
Distribuição dos Registros Policiais de Lesão Corporal (1), segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Lesão Corporal Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (2) Acre 574355 3124 543,9 Alagoas 2856629 Amapá 498735 5245 1051,7 Amazonas 2900240 15862 546,9 Bahia 13214114 27603 208,9 Ceará 7547620 1748 23,2 Distrito Federal 2097447 12402 591,3 Espírito Santo 3155016 7804 247,4 Goiás 5116462 12399 242,3 Maranhão 5730467 9503 165,8 Mato Grosso 2560584 4544 177,5 Mato Grosso do Sul 2111036 7958 377,0 Minas Gerais 18127096 57978 319,8 Pará 6341736 14253 224,7 Paraíba 3468594 4479 129,1 Paraná 9694709 16184 166,9 Pernambuco (3) 8008207 - - Piauí 2873010 5338 185,8 Rio de Janeiro 14558545 69426 476,9 Rio Grande do Norte 2815244 6771 240,5 Rio Grande do Sul 10309819 76168 738,8 Rondônia 1407886 7666 544,5 Roraima 337237 485 143,8 Santa Catarina 5448736 26015 477,5 São Paulo 37630106 173731 461,7 Sergipe 1817301 1497 82,4 Tocantins 1184895 1059 89,4 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Nesta Tabela estão agregados os seguintes delitos: "Lesão Corporal", "Lesão Corporal Dolosa", "Lesão corporal seguida de morte" e "Outras lesões corporais". (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Distribuição dos Registros Policiais de Lesão Corporal (1), Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 Ocorrências de Lesão Corporal Unidades da População Federação 2002 Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (2) Acre 586942 4737 807,1 Alagoas 2887535 ---- ----- Amapá 516511 6254 1210,8 Amazonas 2961801 14537 490,8 Bahia 13323212 28546 214,3 Ceará 7654535 ---- ----- Distrito Federal 2145839 13172 613,8 Espírito Santo 3201722 10588 330,7 Goiás 5210335 13282 254,9 Maranhão 5803224 11617 200,2 Mato Grosso 2604742 5868 225,3 Mato Grosso do Sul 2140624 9129 426,5 Minas Gerais 18343517 65275 355,8 Pará 6453683 16865 261,3 Paraíba 3494893 4717 135,0 Paraná 9798006 20050 204,6 Pernambuco (3) 8084667 - - Piauí (4) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 56013 380,4 Rio Grande do Norte 2852784 7309 256,2 Rio Grande do Sul 10408540 70758 679,8 Rondônia 1431777 7915 552,8 Roraima 346871 261 75,2 Santa Catarina 5527707 26592 481,1 São Paulo 38177742 185327 485,4 Sergipe 1846039 ----- ----- Tocantins 1207014 1214 100,6 1.210 a 1.220 (1) 550 a 1.210 (4) 330 a 550 (7) 200 a 330 (7) 1 a 200 (6) SEM 0 INFORMAÇÃO a 0 (2) 1.210 a 1.220 (1) 550 a 1.210 (4) 330 a 550 (7) 200 a 330 (7) 1 a 200 (6) 0 a 0 (2) Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Nesta Tabela estão agregados os seguintes delitos: "Lesão Corporal", "Lesão Corporal Dolosa", "Lesão corporal seguida de morte" e "Outras lesões corporais". (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (4) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Distribuição Espacial das Extorsões Mediante Seqüestro Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, as taxas de seqüestros são caracteristicamente muito baixas. No entanto, este é um dos crimes com maior impacto sobre a sensação de segurança da população. Seus valores raramente ultrapassam 1 ocorrência por 100 mil habitantes. Os valores mais baixos das taxas de seqüestros estão nos estados do norte e nordeste do Brasil.
Distribuição dos Registros Policiais de Extorsão Mediante Seqüestro, segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Extorsão Mediante Seqüestro Número Absoluto Taxa por 100.000 Habitantes (1) Acre 574355 0 0,0 Alagoas 2856629 0 0,0 Amapá 498735 0 0,0 Amazonas 2900240 1 0,0 Bahia 13214114 16 0,1 Ceará 7547620 1 0,0 Distrito Federal 2097447 4 0,2 Espírito Santo 3155016 18 0,6 Goiás 5116462 7 0,1 Maranhão 5730467 2 0,0 Mato Grosso 2560584 2 0,1 Mato Grosso do Sul 2111036 21 1,0 Minas Gerais 18127096 38 0,2 Pará 6341736 7 0,1 Paraíba 3468594 22 0,6 Paraná 9694709 3 0,0 Pernambuco (2) 8008207 - - Piauí 2873010 32 1,1 Rio de Janeiro 14558545 9 0,1 Rio Grande do Norte 2815244 15 0,5 Rio Grande do Sul 10309819 8 0,1 Rondônia 1407886 0 0,0 Roraima 337237 0 0,0 Santa Catarina 5448736 10 0,2 São Paulo 37630106 307 0,8 Sergipe 1817301 2 0,1 Tocantins 1184895 6 0,5 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (2) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Distribuição dos Registros de Ocorrências policiais relativas a Extorsão Mediante Seqüestro, Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 Unidades da Federação População 2002 Ocorrências de Extorsão Mediante Seqüestro Br_est por Exms Número Absoluto Acre 586942 0 0,0 Alagoas 2887535 1 0,0 Amapá 516511 1 0,2 Amazonas 2961801 0 0,0 Bahia 13323212 13 0,1 Ceará 7654535 1 0,0 Distrito Federal 2145839 4 0,2 Espírito Santo 3201722 17 0,5 Goiás 5210335 8 0,2 Maranhão 5803224 6 0,1 Mato Grosso 2604742 2 0,1 Mato Grosso do Sul 2140624 --- ----- Minas Gerais 18343517 55 0,3 Pará 6453683 15 0,2 Paraíba 3494893 11 0,3 Paraná 9798006 13 0,1 Pernambuco (2) 8084667 - - Piauí (3) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 22 0,1 Rio Grande do Norte 2852784 11 0,4 Rio Grande do Sul 10408540 11 0,1 Rondônia 1431777 5 0,3 Roraima 346871 0 0,0 Santa Catarina 5527707 7 0,1 São Paulo 38177742 321 0,8 Sergipe 1846039 0 0,0 Tocantins 1207014 4 0,3 Taxa 2,1 por a 2,1 100.000 (1) Habitantes 0,5 a 2,1 (2) (1) 0,2 a 0,5 (9) Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (2) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (3) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003. AC AM RO RR MT MS RS AP PA PR SC TO DF SP MA PI MG BA RJ ES CE RN PE SE Br_est por Exms 2,1 a 2,1 (1) 0,5 a 2,1 (2) 0,2 a 0,5 (9) 0,1 a 0,2 (7) 0 a 0 (8) SEM INFORMAÇÃO
Distribuição dos Roubos Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, quatro estados se destacam em relação a incidência de roubos no território nacional. Distrito Federal é o estado com maior registro de roubos. Todavia, é importante frisar que é o estado também com um dos melhores sistemas de registro de crimes do país. Ocasionando, assim, uma baixa notificação. Por ordem de incidência, os outros estados com maior volume de ocorrências de roubo são São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Certos estados do país, no entanto, se destacam pela baixa incidência deste delito, é o caso de Alagoas, Ceará e Tocantins com taxas de 23,2, 37 e 71,6 ocorrências por 100 mil habitantes respectivamente. Análises desenvolvidas pela SENASP com informações dos municípios brasileiros com população superior a 100 mil hab. mostrou que alguns crimes estão particularmente associados em relação a região de incidência. Este é o caso, por exemplo, dos roubos e homicídios. Conforme verificamos, São Paulo e Rio de Janeiro não apenas se destacam em relação a incidência de homicídios, mas também em relação a incidência de roubos.
Distribuição dos Registros Policiais de Roubo (1), segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Roubo Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (2) Acre 574355 940 163,7 Alagoas 2856629 Amapá 498735 779 156,2 Amazonas 2900240 3872 133,5 Bahia 13214114 35366 267,6 Ceará 7547620 Distrito Federal 2097447 22692 1081,9 Espírito Santo 3155016 4327 137,1 Goiás 5116462 20231 395,4 Maranhão 5730467 7924 138,3 Mato Grosso 2560584 7465 291,5 Mato Grosso do Sul 2111036 3400 161,1 Minas Gerais 18127096 15595 86,0 Pará 6341736 18697 294,8 Paraíba 3468594 4283 123,5 Paraná 9694709 22527 232,4 Pernambuco (3) 8008207 - - Piauí 2873010 5271 183,5 Rio de Janeiro 14558545 97183 667,5 Rio Grande do Norte 2815244 6925 246,0 Rio Grande do Sul 10309819 58702 569,4 Rondônia 1407886 6675 474,1 Roraima 337237 Santa Catarina 5448736 6013 110,4 São Paulo 37630106 321888 855,4 Sergipe 1817301 4496 247,4 Tocantins 1184895 715 60,3 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (1) Nesta Tabela estão agregados os seguintes delitos: "Outros roubos", "Roubo", "Roubo a Residência", "Roubo a transeuntes", "Roubo de Carga","Roubo de Estabelecimento Bancário" e "Roubo a Coletivo, Roubo de Veículos e Roubo Seguido de Morte. (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Distribuição dos Registros de Ocorrências policiais relativos a Roubo (1), Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 Ocorrências de Roubo Unidades da População Número Taxa por 100.000 Federação 2002 Absoluto Habitantes (2) Acre 586942 1227 209,0 Alagoas 2887535 684 23,7 Amapá 516511 2055 397,9 Amazonas 2961801 4622 156,1 Bahia 13323212 39227 294,4 Ceará 7654535 2876 37,6 Distrito Federal 2145839 23761 1107,3 Espírito Santo 3201722 7884 246,2 Goiás 5210335 23351 448,2 Maranhão 5803224 10018 172,6 Mato Grosso 2604742 9565 367,2 Mato Grosso do Sul 2140624 4440 207,4 Minas Gerais 18343517 28806 157,0 Pará 6453683 27165 420,9 Paraíba 3494893 5618 160,7 Paraná 9798006 27165 277,3 Pernambuco (3) 8084667 - - Piauí (4) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 114720 779,1 Rio Grande do Norte 2852784 7482 262,3 Rio Grande do Sul 10408540 58344 560,5 Rondônia 1431777 6644 464,0 Roraima 346871 600 173,0 Santa Catarina 5527707 7351 133,0 São Paulo 38177742 309661 811,1 Sergipe 1846039 5069 274,6 Tocantins 1207014 868 71,9 770 a 1.110 (3) 360 a 770 (6) 240 a 360 (5) 130 a 240 (8) 1 a 130 (3) SEM 0 a INFORMAÇÃO 0 (2) Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (1) Nesta Tabela estão agregados os seguintes delitos: "Outros roubos", "Roubo", "Roubo a Residência", "Roubo a transeuntes", "Roubo de Carga","Roubo de Estabelelcimento Bancário" e "Roubo a Coletivo". (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (4) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Distribuição Espacial dos Roubos de veículos Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, as maiores taxas de roubo de veículo são encontradas nos dois estados que possuem a maior frota de veículos do país: Rio de Janeiro e São Paulo. Este crime é caracterizado por uma baixa subnotificação por ser um bem segurado e, em geral, constitui um meio e fim na atividade criminosa organizada ou não.
Distribuição dos Registros Policiais de Roubo de Veículos, segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Roubo de Veículos Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (1) Acre 574355 Alagoas 2856629 Amapá 498735 Amazonas 2900240 Bahia 13214114 3242 24,5 Ceará 7547620 1471 19,5 Distrito Federal 2097447 2042 97,4 Espírito Santo 3155016 766 24,3 Goiás 5116462 1339 26,2 Maranhão 5730467 Mato Grosso 2560584 801 31,3 Mato Grosso do Sul 2111036 374 17,7 Minas Gerais 18127096 Pará 6341736 1162 18,3 Paraíba 3468594 Paraná (2) 9694709 - - Pernambuco (3) 8008207 - - Piauí 2873010 Rio de Janeiro 14558545 27688 190,2 Rio Grande do Norte 2815244 387 13,7 Rio Grande do Sul 10309819 7542 73,2 Rondônia 1407886 625 44,4 Roraima 337237 Santa Catarina 5448736 São Paulo 37630106 101740 270,4 Sergipe 1817301 Tocantins 1184895 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (2) A Polícia Civil/PR não separa os registros de Furto de Veículos e Roubo de Veículos. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Distribuição dos Registros de Ocorrências policiais relativos a Roubo de Veículos, Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 Unidades da Federação Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrito Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Pernambuco (3) Piauí (4) Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins População 2002 586942 2887535 516511 2961801 13323212 7654535 2145839 3201722 5210335 5803224 2604742 2140624 18343517 6453683 3494893 9798006 8084667 2898223 14724475 2852784 10408540 1431777 346871 5527707 38177742 1846039 1207014 Ocorrências de Roubo de Veículos Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (1) ------127 ---3716 990 1569 1080 1860 ----708 340 5368 1289 260 3099.... 34432 523 7903 734 42 ----85678 ------- --------24,6 ----27,9 12,9 73,1 33,7 35,7 ----27,2 15,9 29,3 20,0 7,4 31,6.... 233,8 18,3 75,9 51,3 12,1 ----224,4 --------- RR AP PA AM MA AC CE RN PI PE TO SE RO MT BA DF MG ES MS SP RJ PR SC RS 224 a 234 (2) 51 a 224 (3) 15 a 51 (10) 1 a 15 (9) 0 ainformação 0 (2) SEM outros (1) Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (2) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (3) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Distribuição Espacial dos Furtos Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, os estados com menor registro de furtos no Brasil são Alagoas e Ceará com taxas de 81,5 e 56,4 ocorrências por 100 mil habitantes respectivamente. Os estados com as maiores taxas de furtos são o Distrito Federal e o Rio Grande do Sul onde a cada 100 pessoas pelo menos 2 já foram vitimadas. As duas unidades da federação que se destacam em relação a incidência de furtos no país são o Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Este é um crime que apresenta caracteristicamente a mais alta taxa de subnotificação.
Distribuição dos Registros Policiais de Furto (1), Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Furto Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (2) Acre 574355 6172 1074,6 Alagoas 2856629 Amapá 498735 7653 1534,5 Amazonas 2900240 16740 577,2 Bahia 13214114 97419 737,2 Ceará 7547620 Distrito Federal 2097447 54122 2580,4 Espírito Santo 3155016 16036 508,3 Goiás 5116462 67711 1323,4 Maranhão 5730467 27725 483,8 Mato Grosso 2560584 24911 972,9 Mato Grosso do Sul 2111036 18976 898,9 Minas Gerais 18127096 109345 603,2 Pará 6341736 30045 473,8 Paraíba 3468594 10939 315,4 Paraná 9694709 99326 1024,5 Pernambuco (3) 8008207 - - Piauí 2873010 14143 492,3 Rio de Janeiro 14558545 97840 672,0 Rio Grande do Norte 2815244 18046 641,0 Rio Grande do Sul 10309819 208971 2026,9 Rondônia 1407886 18147 1289,0 Roraima 337237 4102 1216,4 Santa Catarina 5448736 100954 1852,8 São Paulo 37630106 552803 1469,0 Sergipe 1817301 14965 823,5 Tocantins 1184895 6070 512,3 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (1) Nesta Tabela estão agregados os seguintes delitos: "Furto" "Furto a residência" "Furto a Transeunte" "Outros furtos" (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Distribuição dos Registros de Ocorrências policiais relativas a Furto (1), Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 Unidades da Federação População 2002 Ocorrências de Furto Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (2) Acre 586942 7622 1298,6 Alagoas 2887535 2354 81,5 Amapá 516511 9020 1746,3 Amazonas 2961801 22812 770,2 Bahia 13323212 104956 787,8 Ceará 7654535 4318 56,4 Distrito Federal 2145839 61012 2843,3 Espírito Santo 3201722 21269 664,3 Goiás 5210335 77644 1490,2 Maranhão 5803224 35959 619,6 Mato Grosso 2604742 27719 1064,2 Mato Grosso do Sul 2140624 26476 1236,8 Minas Gerais 18343517 162314 884,9 Pará 6453683 45811 709,8 Paraíba 3494893 10813 309,4 Paraná 9798006 108071 1103,0 Pernambuco (3) 8084667 - - Piauí (4) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 107263 728,5 Rio Grande do Norte 2852784 20942 734,1 Rio Grande do Sul 10408540 211396 2031,0 Rondônia 1431777 18770 1311,0 Roraima 346871 4750 1369,4 Santa Catarina 5527707 105421 1907,1 São Paulo 38177742 567080 1485,4 Sergipe 1846039 16386 887,6 Tocantins 1207014 4723 391,3 B 2.840 a 2.850 (1) 1.740 a 2.840 (3) 1.060 a 1.740 (8) 620 a 1.060 (9) 1 a 620 (4) 0 a 0 (2) SEM INFORMAÇÃO Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (1) Nesta Tabela estão agregados os seguintes delitos: "Furto" "Furto a residência" "Furto a Transeunte" "Outros furtos" (2) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (4) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Distribuição Espacial dos Furtos de Veículos Segundo dados enviados pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, verificamos que assim como no caso dos roubos de veículos, também encontramos as maiores taxas de furtos de veículos nos dois estados que possuem a maior frota de veículos do país: Rio de Janeiro e São Paulo. Os furtos de veículos também são pouco subnotificados.
Distribuição dos Registros Policiais relativas a Furto de Veículos, Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2001 Unidades da Federação População 2001 Ocorrências de Furto de Veículos Número Taxa por 100.000 Absoluto Habitantes (1) Acre 574355 65 11,3 Alagoas 2856629 Amapá 498735 Amazonas 2900240 457 15,8 Bahia 13214114 4080 30,9 Ceará 7547620 2032 26,9 Distrito Federal 2097447 6896 328,8 Espírito Santo 3155016 1957 62,0 Goiás 5116462 2672 52,2 Maranhão 5730467 511 8,9 Mato Grosso 2560584 737 28,8 Mato Grosso do Sul 2111036 1712 81,1 Minas Gerais 18127096 16194 89,3 Pará 6341736 1231 19,4 Paraíba 3468594 438 12,6 Paraná (2) 9694709 - - Pernambuco (3) 8008207 - - Piauí 2873010 512 17,8 Rio de Janeiro 14558545 18177 124,9 Rio Grande do Norte 2815244 818 29,1 Rio Grande do Sul 10309819 18572 180,1 Rondônia 1407886 1005 71,4 Roraima 337237 259 76,8 Santa Catarina 5448736 6257 114,8 São Paulo 37630106 113180 300,8 Sergipe 1817301 258 14,2 Tocantins 1184895 219 18,5 Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2001 divulgadas pelo IBGE. (2) A Polícia Civil/PR não separa os registros de Furto de Veículos e Roubo de Veículos. (3) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2001. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Distribuição dos Registros de Ocorrências policiais relativas a Furto de Veículos, Segundo Número e Taxas p/ 100.000 habitantes Brasil 2002 Unidades da Federação População 2002 Ocorrências de Furto de Veículos Número Absoluto Taxa por 100.000 Habitantes (2) Acre 586942 129 22,0 Alagoas 2887535 ---- ----- Amapá 516511 ---- ----- Amazonas 2961801 789 26,6 Bahia 13323212 4629 34,7 Ceará 7654535 2199 28,7 Distrito Federal 2145839 6345 295,7 Espírito Santo 3201722 2637 82,4 Goiás 5210335 2850 54,7 Maranhão 5803224 624 10,8 Mato Grosso 2604742 999 38,4 Mato Grosso do Sul 2140624 1650 77,1 Minas Gerais 18343517 17960 97,9 Pará 6453683 1522 23,6 Paraíba 3494893 438 12,5 Paraná 9798006 11324 115,6 Pernambuco (3) 8084667 - - Piauí (4) 2898223 - - Rio de Janeiro 14724475 20720 140,7 Rio Grande do Norte 2852784 833 29,2 Rio Grande do Sul 10408540 17911 172,1 Rondônia 1431777 965 67,4 Roraima 346871 248 71,5 Santa Catarina 5527707 6052 109,5 São Paulo 38177742 105668 276,8 Sergipe 1846039 394 21,3 Tocantins 1207014 ----- ----- AC AM RR RO 276 a 296 (2) 109 a 276 (4) 54 a 109 (6) 21 a 54 (8) 1 a 21 (5) 0 a 0 (2) SEM INFORMAÇÃO MT MS RS AP PA PR SC TO DF SP MA PI MG BA RJ ES CE RN PE SE Fonte: Ministério da Justiça - MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP/ Coordenação Geral de análise da Informação/ Coordenação de Estatística e Produção de dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População de 2002 divulgadas pelo IBGE. (2) A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco está procedendo a uma revisão dos dados relativos a 2002. (3) A Secretaria de Segurança do Piauí não informou dados relativos a todas as regiões administrativas do Estado. (------) Foi solicitado que estes estados façam uma conferência dos dados enviados à SENASP. Última conferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Equipe Jacqueline Muniz Diretora do Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública Marcelo Durante Coordenador Geral de Pesquisa e Análise da Informação Virgínia Rosa Marcelle Figueira Coordenadora de Estatística Coordenadora de Análise Criminal Luiz Rubens de Araújo Washington Martins Mateus Couto Flávia Florenço Estatístico Assistente Assistente Assistente
Perfil das Organizaçõ ções Policiais Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública
ÍNDICE Efetivos Existentes nas Polícias Civis e Militares Distribuição do efetivo segundo sexo Distribuição do efetivo segundo taxa por 100.000 habitantes Distribuição do efetivo segundo grau de instrução Efetivos à disposição de outros órgãos Hierarquia Organizacional Pirâmide organizacional da Polícia Militar Média do Vencimento Salário Inicial da Primeira Classe de Soldados Formação Profissional na Área de Segurança Pública Carga horária dos cursos de formação das praças Controle e Integração da Ação Policial Programas de controle da violência e corrupção policial na Polícia Militar Controle externo da atividade policial da Polícia Militar Integração de ação operacional entre as polícias Civil e Militar Informações Sobre as Guardas Municipais Distribuição dos Municípios que possuem Guarda Municipal Determinantes da Distribuição das Guardas Municipais no Brasil
Análise da Distribuição dos Efetivos Existentes das Polícias Civis e Militares Segundo dados fornecidos pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, os estados brasileiros com maior número de policiais por habitantes no ano de 2000 foram o Distrito Federal e o Amapá. No Distrito Federal temos 968 policiais para cada grupo de 100mil habitantes. O número total de policiais militares no Brasil é de 375.446, três vezes superior ao número de policiais civis que é de 102.555 policiais. Esta disparidade se deve ao próprio caráter ostensivo da atividade de polícia militar, enquanto a polícia civil exerce principalmente uma função investigativa.
Efetivo nas Polícias Civil e Militar Regiões e Unidade da Federação Total Polícia Militar Total Polícia Civil Total Efetivo Valores Absolutos Taxa por 100.000 hab. Valores Absolutos Taxa por 100.000 hab. Valores Absolutos Taxa por 100.000 hab. BRASIL 375.446 221,4 102.555 60,5 478.001 281,9 Região Norte 28.412 219,9 7.306 56,5 35.718 276,5 Acre 2.042 366,4 880 157,9 2.922 524,3 Amazonas 6.145 216,3 860 30,3 7.005 246,6 Amapá 2.385 501,2 912 191,7 3.297 692,9 Pará 12.487 201,8 2.363 38,2 14.850 240,0 Rondônia 1.212 88,0 1.088 79,0 2.300 166,9 Roraima 1.050 323,9 639 197,1 1.689 521,1 Tocantins 3.091 267,6 564 48,8 3.655 316,4 Região Nordeste 95.875 201,1 18.371 38,5 114.246 239,6 Alagoas 7.552 268,0 1.237 43,9 8.789 311,9 Bahia 27.962 214,0 4.437 34,0 32.399 247,9 Ceará 10.829 146,0 2.129 28,7 12.958 174,7 Maranhão 6.298 111,7 1.523 27,0 7.821 138,7 Paraíba 7.103 206,7 2.230 64,9 9.333 271,6 Pernambuco 17.336 219,1 4.202 53,1 21.538 272,3 Piauí 6.228 219,2 1.267 44,6 7.495 263,8 Rio Grande do Norte 7.460 269,2 886 32,0 8.346 301,2 Sergipe 5.107 287,0 460 25,8 5.567 312,8 Região Sul 53.471 213,3 12.155 48,5 65.626 261,8 Paraná 18.724 195,9 3.830 40,1 22.554 236,0 Rio Grande do Sul 21.610 212,3 5.405 53,1 27.015 265,4 Santa Catarina 13.137 246,3 2.920 54,8 16.057 301,1 Região Sudeste 160.808 222,5 53.754 74,4 214.562 296,9 Espírito Santo 7.854 253,9 1.707 55,2 9.561 309,1 Minas Gerais 36.580 205,1 4.016 22,5 40.596 227,6 Rio de Janeiro 33.301 231,8 4.272 29,7 37.573 261,5 São Paulo 83.073 224,7 33.718 91,2 116.791 315,9 Região Centro-Oeste 36.880 317,6 10.969 94,5 47.849 412,1 Goiás 12.799 256,2 1.903 38,1 14.702 294,3 Mato Grosso de Sul 4.601 221,7 1.469 70,8 6.070 292,5 Mato Grosso 4.529 181,3 1.581 63,3 6.110 244,6 Distrito Federal 14.951 731,8 4.841 236,9 19.792 968,7 Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População 2000 divulgadas pelo IBGE. (2) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Efetivo policial existente no Brasil segundo Gênero Polícia Militar Polícia Civil 6,1% 22,8% 77,2% 93,9% Sexo Masculino Sexo Feminino Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001. Última connferência da Base de Dados em 23/6/2003.
Número de Policiais Civil e Militar por 100.000 Hab. 800 366,39 157,89 268,00 43,90 191,66 216,31 30,27 213,99 33,96 236,94 145,99 28,70 253,91 55,19 256,24 38,10 111,70 27,01 181,29 63,29 221,71 70,79 205,10 22,52 201,77 38,18 206,68 64,89 195,90 40,07 219,14 53,12 219,22 44,60 231,78 29,73 269,24 31,98 212,28 53,10 87,97 78,97 323,92 197,13 246,32 54,75 224,72 91,21 286,99 25,85 267,56 48,82 501,22 731,76 700 600 500 400 300 200 100 0 Acre Alagoas Amazonas Bahia Mato Grosso Mato Grosso de Sul Minas Gerais Pernambuco Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Roraima Santa Catarina Sergipe Tocantins Nº de Policiais Militares por 100.000 Nº de Policiais Civis por 100.000 Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Cálculo feito com base nas estimativas da População 2000 divulgadas pelo IBGE. (2) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Análise da Distribuição do Efetivo Policial segundo Grau de Instrução A formação predominante dos policiais civis e militares é o segundo grau completo. Entre os policiais civis é possível identificar ainda um contingente maior de pessoas com curso superior se comparado ao efetivo da polícia Militar.
Efetivo policial existente segundo Grau de Instrução Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003. Grau de Instrução Regiões e Unidade da Nível Federação 1º Grau % 2º Grau % % Superior BRASIL 102.673 29,9% 202594 59,1% 37.712 11,0% Região Norte 9.101 23,6% 26822 69,4% 2.720 7,0% Acre 1.090 41,5% 1373 52,2% 165 6,3% Amazonas 3.815 46,3% 3855 46,7% 578 7,0% Amapá 460 14,3% 2643 81,9% 123 3,8% Pará 2.155 14,7% 11362 77,4% 1.167 7,9% Rondônia 837 19,1% 3173 72,3% 377 8,6% Roraima 436 23,0% 1375 72,7% 81 4,3% Tocantins 308 8,6% 3041 85,0% 229 6,4% Região Nordeste 18.271 32,7% 30090 53,9% 7.514 13,4% Alagoas 0 - - - - - Bahia 10.266 31,3% 19917 60,8% 2.576 7,9% Ceará 0 0,0% 1454 68,3% 675 31,7% Maranhão 2.776 35,6% 4080 52,4% 935 12,0% Paraíba 4.789 54,0% 3027 34,1% 1.050 11,8% Pernambuco 0 0,0% 13 0,8% 1.668 99,2% Piauí 440 28,0% 655 41,7% 474 30,2% Rio Grande do Norte 0 0,0% 944 87,4% 136 12,6% Sergipe 0 #DIV/0! - - - - Região Sul 5.715 28,3% 11157 55,3% 3.320 16,4% Paraná 1.685 21,9% 4021 52,2% 1.998 25,9% Rio Grande do Sul 0 0,0% - - 419 100,0% Santa Catarina 4.030 33,4% 7136 59,1% 903 7,5% Região Sudeste 60.646 30,0% 120205 59,5% 21.056 10,4% Espírito Santo 1.938 27,6% 4070 58,0% 1.008 14,4% Minas Gerais 22.036 49,4% 18105 40,6% 4.456 10,0% Rio de Janeiro 10.764 32,1% 20384 60,9% 2.337 7,0% São Paulo 25.908 22,2% 77646 66,5% 13.255 11,3% Região Centro-Oeste 8.940 33,9% 14320 54,3% 3.102 11,8% Goiás 0 0,0% 2355 74,4% 809 25,6% Mato Grosso de Sul 179 9,4% 941 49,6% 777 41,0% Mato Grosso 2.687 44,1% 2767 45,5% 634 10,4% Distrito Federal 6.074 39,9% 8257 54,3% 882 5,8%
70% Predominância do Segundo Grau Completo 65,7% 60% 57,3% 50% 40% 30% 34,1% 1º Grau 2º Grau Superior 20% 14,1% 20,2% 10% 8,6% 0% Polícia Civil Polícia Militar Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Análise da Distribuição dos Efetivos das Polícias Civis e Militares à disposição de outros órgãos e autoridades Segundo dados fornecidos pelas Secretarias Estaduais de Segurança Pública, o percentual de Policiais Militares que estão à disposição de outros órgãos e autoridades é sempre superior ao percentual de Policiais Civis que estão à disposição de outros órgãos, pois um grande número deles está em serviço como motoristas e seguranças. As únicas exceções são os estados de Goiás e Rio Grande do Norte.
Percentual do Efetivo das Polícias Civil e Militar à disposição de outros Órgãos e Autoridades 20% 0,11% 6,46% 2,52% 0,38% 0,47% 7,18% 0,23% 0,72% 1,51% 5,74% 0,19% 0,53% 0,37% 2,68% 0,20% 0,20% 3,91% 3,98% 0,75% 7,65% 0,32% 0,00% 1,61% 4,89% 1,75% 1,06% 0,81% 0,19% 2,00% 5,33% 4,29% 3,61% 1,63% 1,17% 5,33% 0,78% 2,86% 0,51% 0,91% 1,09% 0,20% 0,00% 1,42% 1,07% 9,62% 11,26% 12,67% 17,24% 18% 16% 14% 12% 10% 8% 6% 4% 2% 0% Acre Amazonas Bahia Mato Grosso Mato Grosso de Sul Minas Gerais Pernambuco Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Roraima Santa Catarina Sergipe Tocantins Polícia Civil Polícia Militar Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Pirâmide Hierárquica na Polícia Militar 377 1216 1983 4255 8620 Coronel Tenente Coronel Major Capitão Tenente Aproximadamente 60% do efetivo da Polícia Militar é composto por Soldados. Observa-se ainda uma desproporcionalidade na linha de supervisão, pois o número de Sargentos é superior ao número de Cabos. 2835 Subtenente 46472 Sargento 42644 Cabo 152278 Soldado ( 1ª Classe ) Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Vencimento do Efetivo da Polícia Militar segundo Grau Hierárquico Coronel R$ 4.320,05 Tenente Coronel R$ 3.641,63 Major R$ 3.141,51 Capitão R$ 2.565,33 Tenente e Subtenente Sargento Cabo R$ 849,04 R$ 1.178,42 R$ 1.894,69 De acordo com a distribuição da média dos vencimentos, observa-se que o vencimento de um Coronel é seis vezes maior que o vencimento de um Soldado. Soldado ( 1ª Classe ) R$ 743,76 Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003. 0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 3.000 3.500 4.000 4.500 5.000
Salário Inicial da Primeira Classe de Soldados O padrão de salário inicial da Primeira Classe no Brasil está entre 2 e 3 salários mínimos. Alguns estados se destacam como possuindo salários iniciais que ultrapassam 4 salários mínimos, como por exemplo, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Já os estados do Piauí e Paraíba possuem os menores vencimentos. Vale lembrar que estes valores devem ser ponderados com as médias regionais de rendimento mensal. Estados Salário Inicial da Valores Referentes em Primeira Classe Salários Mínimos Acre 717 3,0 Alagoas 632 2,6 Amazonas 608 2,5 Amapá 847 3,5 Bahia 583 2,4 Ceará 679 2,8 Distrito Federal 1388 5,8 Espirito Santo 608 2,5 Goiás 620 2,6 Maranhão 774 3,2 Minas Gerais 900 3,8 Mato Grosso do Sul 853 3,6 Mato Grosso 760 3,2 Pará 544 2,3 Paraiba 406 1,7 Pernambuco 883 3,7 Piaui 394 1,6 Paraná 735 3,1 Rio de Janeiro 1073 4,5 Rio Grande do Norte 490 2,0 Rondônia 1135 4,7 Roraima 1113 4,6 Rio Grande do Sul 523 2,2 Santa Catarina 991 4,1 Sergipe 585 2,4 São Paulo 616 2,6 Tocantins 615 2,6 Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Carga Horária dos Cursos de Formação das Praças A maior parte dos cursos de formação de soldados possui carga horária acima de 1000 horas. Os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul se destacam por terem cargas horárias mais baixas. Já o estado de Pernambuco é o que possui o curso com maior carga horária. Estados Carga Horária Curso Nº de dias de Formação Nº de Semanas Acre 1425 59,4 11,9 Alagoas 1080 45,0 9,0 Amazonas 800 33,3 6,7 Amapá 732 30,5 6,1 Bahia 1560 65,0 13,0 Ceará 800 33,3 6,7 Distrito Federal 1440 60,0 12,0 Espirito Santo 1290 53,8 10,8 Goiás 1510 62,9 12,6 Maranhão 915 38,1 7,6 Minas Gerais 2180 90,8 18,2 Mato Grosso do Sul 640 26,7 5,3 Mato Grosso 400 16,7 3,3 Pará 1080 45,0 9,0 Paraiba 920 38,3 7,7 Pernambuco 2102 87,6 17,5 Piaui 900 37,5 7,5 Paraná 800 33,3 6,7 Rio de Janeiro 910 37,9 7,6 Rio Grande do Norte 1000 41,7 8,3 Rondônia 1225 51,0 10,2 Roraima 1440 60,0 12,0 Rio Grande do Sul 1884 78,5 15,7 Santa Catarina - - - Sergipe 825 34,4 6,9 São Paulo 1687 70,3 14,1 Tocantins 1600 66,7 13,3 Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001
Programas Organizacionais de Controle da Violência e Corrupção Policial Programas específicos visando diminuir o número de policiais mortos ou feridos em operações policiais 33% Programas de natureza preventiva visando reduzir o risco de corrupção na Polícia Militar 67% Existe Não Existe 74% 26% São poucas as organizações policiais militares que desenvolvem programas visando diminuir a vitimização de policiais e a corrupção dentro das organizações Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1ªº semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Controle Externo da Atividade Policial na Polícia Militar Existência de Ouvidoria 42% Existe Não Existe 58% A presença de mecanismos internos e externos de controle da atividade policial constitui um dos fundamentos da garantia do respeito às leis e aos direitos humanos pelos policiais. Ainda é significativo o número de instituições que não possuem estes mecanismos. Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1ªº semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Realização de Operações Policiais Conjuntas (Polícia Militar e Polícia Civil) Integração Operacional da Polícia Civil e Polícia Militar Mais da metade (63%) das organizações policiais brasileiras declararam realizar ações operacionais conjuntas. Estas operações são quase sempre pontuais, isto é, estão referidas a objetivos específicos e limitados a um certo período temporal e a determinados recortes territoriais. As operações policiais conjuntas, ainda que evidenciem um esforço positivo de aproximação e cooperação institucionais, não caracterizam a existência de Integração Sistêmica dos Órgãos de Segurança Pública, pois esta pressupõe a articulação estruturada e permanente entre as polícias para a realização de diagnósticos, a elaboração de planejamento, a definição de metas e objetivos, e a avaliação dos resultados alcançados. A Integração Sistêmica das Polícias envolve um conjunto de iniciativas administrativas, normativas, gerenciais e operacionais que ultrapassam a exclusividade e a intensidade das ações policiais conjuntas.
Realização de Operações Policiais Conjuntas (Polícia Militar e Polícia Civil) Integração Operacional da Polícia Civil e Polícia Militar Programas visando à integração de ações operacionais Existência das de Polícias Operações Civil Policiais e MilitarConjuntas: 37% 63% Existe Não Existe Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1ªº semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Gastos realizados pela Polícia Militar segundo Pessoal, Custeio e Investimento 6% 2% 92% Observando a distribuição percentual dos gastos das Polícias Militares verificamos a baixa capacidade de investimentos, pois a maior parte dos recursos disponíveis se destina ao pagamento de salários e despesas administrativas. Este dado ressalta a importância do Fundo Nacional de Segurança Pública como um recursos destinado à investimentos de qualificação dos serviços policiais. Pessoal Custeio Investimento Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1ªº semestre de 2001 Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Gastos realizados pela Polícia Militar segundo Pessoal, Custeio e Investimento Regiões e UF s Pessoal Outras Despesas de Custeio Investimento To tal Nº Abs. % Nº Abs. % Nº Abs. % Nº Abs. % BRASIL 8.970.916.910,11 88,3 857.787.338,19 8,44 330.871.404,47 3,26 10.159.575.652,77 100 Região Norte 408.160.495,37 90,63 34.148.979,18 7,58 8.034.586,80 1,78 450.344.061,35 100 Acre 316.812,16 13,52 1.957.099,33 83,52 69.343,06 2,96 2.343.254,55 100 Amazonas 99.290.359,62 93,4 4.304.686,64 4,05 2.713.489,06 2,55 106.308.535,32 100 Amapá 17.159.428,46 77,07 4.189.423,00 18,82 914.889,00 4,11 22.263.740,46 100 Pará 169.236.077,13 91,2 15.550.815,23 8,38 774.382,53 0,42 185.561.274,89 100 Rondônia 89.018.364,00 97,85 1.958.625,00 2,15 - - 90.976.989,00 100 Roraima 669.454,00 12,72 3.613.329,98 68,63 982.183,15 18,66 5.264.967,13 100 Tocantins 32.470.000,00 86,3 2.575.000,00 6,84 2.580.300,00 6,86 37.625.300,00 100 Região Nordeste 1.094.107.461,52 84,05 191.039.351,87 14,68 16.563.809,16 1,27 1.301.710.622,55 100 Alagoas 92.707.510,77 93,03 6.699.608,96 6,72 246.638,86 0,25 99.653.758,59 100 Bahia 333.067.694,00 91,02 26.137.821,00 7,14 6.734.336,00 1,84 365.939.851,00 100 Ceará 164.517.742,09 96,05 6.412.309,41 3,74 359.517,03 0,21 171.289.568,53 100 Maranhão 73.329.885,61 91,87 5.695.010,80 7,13 793.512,70 0,99 79.818.409,11 100 Paraíba - - 75.429.871,80 99,6 305.679,20 0,4 75.735.551,00 100 Pernambuco 306.695.066,05 83,08 61.059.581,90 16,54 1.414.312,37 0,38 369.168.960,32 100 Piauí - - - - - - - - Rio Grande do Norte 73.764.523,00 85,83 5.842.428,00 6,8 6.336.453,00 7,37 85.943.404,00 100 Sergipe 50.025.040,00 92,36 3.762.720,00 6,95 373.360,00 0,69 54.161.120,00 100 Região Sul 855.420.278,20 89,78 84.920.737,42 8,91 12.468.119,72 1,31 952.809.135,34 100 Paraná 204.412.570,20 87,39 25.369.912,42 10,85 4.125.537,72 1,76 233.908.020,34 100 Rio Grande do Sul 366.320.628,00 91,23 31.796.756,00 7,92 3.423.477,00 0,85 401.540.861,00 100 Santa Catarina 284.687.080,00 89,7 27.754.069,00 8,75 4.919.105,00 1,55 317.360.254,00 100 Região Sudeste 3.004.834.703,65 90,06 185.955.283,73 5,57 145.629.296,55 4,36 3.336.419.283,93 100 Espírito Santo 129.457.015,90 84,39 21.131.800,72 13,78 2.805.950,20 1,83 153.394.766,82 100 Minas Gerais - - - - - - - - Rio de Janeiro 473.979.715,00 89,25 37.408.473,00 7,04 19.687.463,00 3,71 531.075.651,00 100 São Paulo 2.401.397.972,75 90,55 127.415.010,01 4,8 123.135.883,35 4,64 2.651.948.866,11 100 Região Centro-Oeste 603.559.267,72 77,19 175.767.702,26 22,48 2.546.295,69 0,33 781.873.265,67 100 Goiás 755.800,00 0,52 145.000.000,00 99,47 10.000,00 0,01 145.765.800,00 100 Mato Grosso de Sul 69.382.273,00 90,22 7.522.815,00 9,78 - - 76.905.088,00 100 Mato Grosso 95.493.312,72 94,68 5.176.590,26 5,13 192.891,69 0,19 100.862.794,67 100 Brasília 437.927.882,00 95,55 18.068.297,00 3,94 2.343.404,00 0,51 458.339.583,00 100 Fonte: Ministério da Justiça-MJ/Secretaria Nacional de Segurança Pública-SENASP/Coordenação Geral de Análise da Informação/Coordenação de Estatística e Produção de Dados; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (1) Valores Absolutos obtidos a partir da Pesquisa Perfil das Polícias, realizada no 1º semestre de 2001. Última conferência da Base de Dados em 24/06/2003.
Guardas Municipais As guardas municipais estão distribuídas de maneira bastante desigual pelo território brasileiro. O estado com maior concentração de guardas municipais é a Bahia (23,7% dos municípios do estado possuem guardas municipais)
Distribuição dos Municípios que Possuem Guarda Municipal no Brasil Estado Número de Percentual Guardas Rondonia 4 0,4 Amazonas 36 3,4 Roraima 1 0,1 Pará 23 2,2 Amapá 1 0,1 Tocantins 12 1,1 Maranhão 40 3,8 Piauí 13 1,2 Ceara 52 5 Rio Grande do Norte 44 4,2 Paraíba 49 4,7 Pernambuco 69 6,6 Alagoas 22 2,1 Sergipe 19 1,8 Bahia 248 23,7 Minas Gerais 37 3,5 Espirito Santo 13 1,2 Rio de Janeiro 57 5,5 São Paulo 176 16,8 Paraná 29 2,8 Santa Catarina 15 1,4 Rio Grande do Sul 50 4,8 Mato Grosso do Sul 7 0,7 Mato Grosso 7 0,7 Goiás 21 2 Total 1045 100
Relação entre o Tamanho da População do Município e a Existência de Guarda Municipal e Tamanho do Efetivo das Guardas Estados que Possuem Guarda Municipal Municípios N Absoluto % 1045 100 Até 50.000 habitantes 797 76,2 De 50.001 a 100.000 habitantes 114 10,9 Acima de 100.000 habitantes 134 12,8 Municípios Efetivo Médio N Absoluto 63,45 1006 Até 50.000 habitantes 22,33 764 De 50.001 a 100.000 habitantes 57,99 110 De 100.001 a 250.000 habitantes 160,01 78 Acima de 250.001 habitantes 516,8 54 Obs: 39 Municípios possuem GM, mas não informaram seus efetivos. As guardas municipais estão distribuídas no Brasil nos municípios com maior população. Encontramos, ainda, uma relação positiva entre o tamanho da população e o tamanho do efetivo. Ou seja, quanto maior a população maior o efetivo.
Relação entre a Incidência da Criminalidade e Tamanho do Efetivo das Guardas Efetivos Taxas de Homicídio De 0 a 6,01 De 6,01 a 12 Acima de 12,01 Total De 0 a 10 Nr. Abs. 117 121 87 325 % 45,50% 39,20% 18,20% 31,10% De 11 a 20 Nr. Abs. 62 57 76 195 % 24,10% 18,40% 15,90% 18,70% De 21 a 50 Nr. Abs. 49 91 123 263 % 19,10% 29,40% 25,70% 25,20% Acima de 51 Nr. Abs. 29 40 192 261 % 11,30% 12,90% 40,20% 25,00% Total Nr. Abs. 257 309 478 1044 % 100% 100% 100% 100% Encontramos ainda uma relação entre a incidência de homicídios e o tamanho do efetivo das guardas. Quanto maior a incidência de homicídios, maior o tamanho do efetivo.
Equipe Jacqueline Muniz Diretora do Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública Marcelo Durante Coordenador Geral de Pesquisa e Análise da Informação Virgínia Rosa Marcelle Figueira Coordenadora de Estatística Coordenadora de Análise Criminal Luiz Rubens de Araújo Washington Martins Mateus Couto Flávia Florenço Estatístico Assistente Assistente Assistente
Custos Sociais e Econômicos da Criminalidade Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Formação de Pessoal em Segurança Pública
ÍNDICE Custos Econômicos da Criminalidade Custos da Violência e Criminalidade em Relação ao PIB Municipal Custos da Violência e Criminalidade em São Paulo Custos da Violência e Criminalidade no Rio de Janeiro Custos da Violência e Criminalidade em Belo Horizonte Letalidade da Violência no Brasil Custos da Violência e Criminalidade segundo Sexo Impacto da Criminalidade no Valor dos Aluguéis Custos Sociais e Políticos da Criminalidade Redução na Qualidade de Vida Presença de Armas Sensação de Insegurança Medidas de Precaução Comprometimento do Estado Democrático de Direito
Custos Econômicos da Criminalidade Custos Diretos Bens e serviços públicos e privados gastos no tratamento dos efeitos da violência e prevenção da criminalidade no sistema de justiça criminal, encarceramento, serviços médicos, serviços sociais e proteção das residências. Custos Indiretos Perda de investimentos, bens e serviços que deixam de ser captados e produzidos em função da existência da criminalidade e do envolvimento das pessoas (agressores e vítimas) nestas atividades.
Custos da Violência e Criminalidade em relação ao Valor do PIB Municipal Percentual 6 5 4 3 2 PIB São Paulo: 310 bilhões PIB Rio de Janeiro: 51 bilhões PIB Belo Horizonte: 21 bilhões 1 0 São Paulo Rio de Janeiro Belo Horizonte (1999) (1995) (1999) Fonte: CRISP/UFMG ISER - ILANUD
Custos Econômicos da Violência em São Paulo (1999) Gasto do Poder Público no Combate à Criminalidade: 4,2 bilhões Bens e Serviços que Deixaram de Ser Produzidos: 470 milhões Gastos da Sociedade Civil na Compra do Bem Segurança e Perdas Geradas Diretamente pelos Incidentes: 4,7 bilhões 10% 4% 60% do gasto da sociedade civil se direciona ao custeio da segurança privada 25% 61% Segurança Privada (400.000 vigias) Veículos furtados e roubados Seguro de Automóveis Outros Fonte: ILANUD
Custos Econômicos da Violência no Rio de Janeiro (1995) (1) Custos de Atendimento às Vítimas e Anos Perdidos por Incapacidade e Morte Prematura (u$ 1 bilhão) Gastos Diretos com Atendimento Médico Custos dos Anos Perdidos por Morte Prematura Custos dos Anos Perdidos por Incapacidade (2) Perdas Materiais e Gastos com Segurança (u$ 1,5 bilhão) Custos Brutos para a Sociedade Transferências Sociais Fonte: ISER
Custos Econômicos da Violência em Belo Horizonte (1999) Custos Exógenos da Violência - Belo Horizonte Tipo de Custo Valor (R$) Percentual do PIB Gastos em Segurança Pública (2000) 333.981.000 1,55 Gastos Privados em Segurança (1999) 60.021.006 0,28 Gastos em Seguros de Veículos (1996) 86.728.436 0,40 Total 480.730.442 2,23 Custos Endógenos da Violência - Belo Horizonte Tipo de Custo Valor (R$) Percentual do PIB Furtos e Roubos (2002) 171.973.086 0,79 Renda Potencial das Vítimas Fatais da Violência (1999) 228.976.530 1,06 Atendimento Médico às Vítimas da Violência (2000) 1.873.656 0,01 Total 402.823.272 1,86 Fonte: CRISP/UFMG
Custos Econômicos da Violência em Belo Horizonte (1999) 9,8 6,8 0,2 37,8 19,5 25,9 Gastos em Segurança Pública Furtos e Roubos Gastos Privados em Segurança Renda Potencial das Vítimas Fatais da Violência Gastos em Seguros de Veículos Atendimento Médico às Vítimas Os dois maiores componentes do custo da criminalidade em Belo Horizonte foram os gastos em segurança pública e a perda de renda potencial das vítimas fatais da violência Fonte: CRISP/UFMG
O elevado grau de letalidade da violência no Brasil implica em uma perda significativa de produção resultante da morte 100% 90% 3,7 6,3 5,2 9,8 80% 70% 60% 50% 40% 30% 91 83,8 Custos Derivados do Atendimento Médico das Vítimas Custos Derivados da Produção Perdida Resultantes de Incapacidade Física Custos Derivados da Produção Perdida Resultantes da Morte 20% 10% 0% Rio de Janeiro (1995) EUA (1985) Fonte: ISER
95% dos custos econômicos da violência no Rio de Janeiro estão relacionados às vítimas do sexo masculino Fonte: ISER MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Grande parte dos custos econômicos da violência estão relacionados às vítimas do sexo masculino 7% Vítimas Masculinas Vítimas Femininas 93% Custo de Produção Perdida Resultante da Morte Custo por vítima do sexo masculino: R$ 53.278,00 Custo por vítima do sexo feminino: R$ 9.116,00
Impacto da Criminalidade no Valor dos Aluguéis Estatísticas Calculadas para Belo Horizonte (1999) Homicídios A diminuição na taxa de homicídio por cem mil habitantes em uma unidade elevaria o aluguel dos domicílios em 0,61% Assim, uma diminuição da taxa de homicídio de Belo Horizonte para a sua metade levaria a um incremento de 12% no valor dos aluguéis Roubos a Mão Armada A diminuição na taxa de roubos a mão armada por cem mil habitantes em uma unidade elevaria o aluguel dos domicílios em 0,02% Assim, uma diminuição em 200 unidades na taxa de roubos a mão armada levaria a um incremento de 4% no valor dos aluguéis Fonte: CRISP/UFMG
Custos Sociais e Políticos da Criminalidade Relacionados aos efeitos não econômicos da criminalidade. Avaliado em termos da incidência de: doenças resultantes da violência (doenças mentais e incapacidade física) mortes resultantes de homicídios e suicídios alcoolismo e dependência de drogas e entorpecentes desordens depressivas Os efeitos sociais e político da criminalidade podem ser mensurados na: erosão de capital social transmissão de violência entre gerações redução da qualidade de vida comprometimento do processo democrático
Vida em Comunidade Pesquisas de vitimização tem demonstrado que a incidência da criminalidade leva a uma redução na intensidade da relação entre as pessoas. Por serem vítimas de delitos ou conhecerem pessoas que foram vítimas, as pessoas passam a se relacionar menos com as outras pessoas buscando reduzir o risco a que poderiam estar submetidas. Resultando em uma: redução na frequência com que os vizinhos se visitam, conversam ou trocam gentilezas redução na capacidade de formação de uma identidade de grupo entre os vizinhos redução na vigilância informal dentro das comunidades redução na sensação de segurança das pessoas em relação ao lugar onde residem
Redução Qualidade de Vida A redução na qualidade de vida das pessoas também é um fenômeno resultante do aumento da violência. As pessoas mudam seus hábitos do dia a dia na busca por reduzir o risco a que estariam submetidos. Neste contexto, as pessoas: limitam os locais onde transitam deixam de ir a locais que gostam evitam usar meios de transporte coletivo evitam sair de casa à noite gastam altas somas de recurso na proteção de suas residências passam possuir armas e muitas vezes a andar armadas
Presença de Armas Constatação de Pessoas Armadas na Vizinhança 21,2 Um entre cada cinco pessoas já percebeu a presença de pessoas andando armadas na sua vizinhança 78,8 Possui Arma de Fogo 7,7 Sim Não Cerca de 10% da população possui arma de fogo 92,3 Fonte: CRISP/UFMG Belo Horizonte(2002) Sim Não
Sensação de Insegurança Sensação de Segurança ao Sair de Casa à Noite 15,7 85 entre cada 100 pessoas consideram inseguro sair de casa à noite 84,3 Seguro Inseguro Sensação de Segurança ao Ficar em Casa à Noite 44,8 55,2 Cerca de metade das pessoas também consideram inseguro ficar em casa à noite Fonte: CRISP/UFMG Belo Horizonte(2002) Seguro Inseguro
Medidas de Precaução 22,3 Toma Alguma Medida de Precaução ao Sair de Casa 80% da população toma alguma medida de precaução contra a violência ao sair de casa Sim Não 77,7 Muda de Caminho entre Trabalho e Residência como Medida de Precaução contra a Violência Quatro entre cada 10 pessoas mudam o caminho seguido entre a sua residência e trabalho como medida de precaução contra a violência 55,9 44,1 Fonte: CRISP/UFMG Belo Horizonte(2002) Sim Não
Comprometimento do Estado Democrático de Direito A incidência da criminalidade gera uma pauta fragmentada e reativa das agências responsáveis pelas políticas de segurança pública. Esta pauta é marcada profundamente pela repetição do trabalho e distanciamento das instituições. Todo este processo marcado pela fragmentação, inexistência de gestão, sobreposição de ações e falta de uma orientação comum no perfil das políticas públicas estaduais compromete a agilidade do processo democrático.
Equipe Jacqueline Muniz Diretora do Departamento de Pesquisa, Análise da Informação e Desenvolvimento de Pessoal em Segurança Pública Marcelo Durante Coordenador Geral de Pesquisa e Análise da Informação Virgínia Rosa Marcelle Figueira Coordenadora de Estatística Coordenadora de Análise Criminal Luiz Rubens de Araújo Washington Martins Mateus Couto Flávia Florenço Estatístico Assistente Assistente Assistente