Programa de Promoção da Acessibilidade PPA

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Transcrição:

Programa de Promoção da Acessibilidade PPA O que é o Programa de Promoção da Acessibilidade? É um programa institucional que tem como objetivo criar condições de acesso ao conhecimento as pessoas com deficiência e necessidades educacionais específicas, no Campus Sul, Norte e Unisul Virtual. O que o Programa faz? Estuda, discute, planeja, orienta, acompanha, apoia e executa ações para diminuir as barreiras existentes na instituição, buscando garantir à pessoa com deficiência ou necessidade educacional específica o acesso, a permanência e a aprendizagem educacional. Quais são as principais barreiras que precisam ser eliminadas? Atitudinal: preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações que marginalizam e excluem as pessoas com deficiência; Arquitetônica: obstáculos que impedem o acesso e usos dos ambientes, espaços e equipamentos de uso individual ou coletivo; Comunicacional: obstáculos que impedem a comunicação interpessoal, a leitura e a produção escrita por parte da pessoa com deficiência ou necessidade educacional específica; Metodológica métodos e técnicas pedagógicas de estudo, de trabalho, de ação comunitária e de educação não formal, que impedem a pessoa com deficiência ou necessidade educacional específica de aprender; Programática obstáculos invisíveis em políticas públicas, legislação e nas normas e regulamentos institucionais, que contribuem para o processo de segregação e exclusão das pessoas com deficiência e necessidades educacionais específicas. Quem pode fazer contato com o PPA? Gestores, professores, funcionários e acadêmicos. Quando entrar em contato com o PPA? Ingresso de pessoa com deficiência ou necessidade educacional específica na Universidade; Situação em que estudante veterano, professor ou funcionário ficou com alguma deficiência ou necessidade educacional específica; Necessidade de informação e/ou orientação nas áreas da acessibilidade e inclusão; Identificação de alguma barreira no Campus; Necessidade em ampliar sua formação para o convívio com pessoas com deficiência; Situação em que, pessoas com deficiência ou necessidades educacionais específicas não tenham seus Direitos respeitados; Situação em que acadêmicos com deficiência estejam apresentando dificuldades no processo de aprendizagem; Interesse em desenvolver projetos voluntários no Programa.

Como entrar em contato com o Programa de Acessibilidade? SAIAC - Tel.: (48) 3621-3044. Equipe Técnica: Inês da Silva Santos Mendes Márcia Volpato Meurer Nunes Marize Tonon Schmidt Intérpretes: Eduardo Vieira Maria Conceição de Souza Bittencourt Coordenadora: Vera Lúcia Anselmo Neves Entendendo o que é Deficiência e o que é Necessidade Específica Deficiência é toda perda ou anormalidade de uma estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica que gera incapacidade para o desempenho de atividade, dentro do padrão considerado normal para o ser humano. Necessidade específica é uma situação, geralmente transitória, em que a pessoa apresenta inépcia de ordem física, patológica, psicológica e psicopatológicas geralmente reversíveis ou não quando sujeita a tratamentos. Tipos de Deficiência: 1. Visual a) Cego - perda total da visão, bilateralmente. b) Baixa Visão ou visão subnormal - quando a condição do campo visual está entre 5% e 30%. 2. Auditiva. a) Deficiência auditiva - perda parcial da audição. b) Surdez - perda auditiva bilateral, acima de 71 decibéis. A pessoa com Surdez pode ser sinalizada (quando alfabetizada pela Língua Brasileira de Sinais) e/ou oralizada (quando alfabetizada pelo Língua Portuguesa). 3. Física Alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo, comprometendo a função física. Envolve a paraplegia, tetraplegia, hemiplegia, paralisia cerebral, amputação, entre outros.

4. Intelectual Redução significativa da inteligência, de modo que interfira em duas ou mais funções sociais, como independência nas atividades de vida diária, no lazer, trabalho, segurança, relação interpessoal, vida acadêmica, entre outras. 5. Necessidade Especifica Situação, geralmente transitória, em que a pessoa apresenta incapacidade de ordem física, psicológica, psicofisiológica ou patológica. O que a Universidade deve fazer? De acordo com a Legislação brasileira atual, deve: Em relação a estudante com deficiência física: a) Eliminar as barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, permitindo acesso aos espaços de uso coletivo; b) Reservar vagas em estacionamentos nas proximidades das Unidades e dos Serviços; c) Construir rampas com corrimãos ou colocação de elevadores, facilitando a circulação de cadeira de rodas; d) Adaptar portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso de cadeira de rodas; e) Colocar barras de apoio nas paredes dos banheiros; f) Instalar lavabos, bebedouros e telefones públicos em altura acessível aos usuários de cadeira de rodas e com nanismo. Em relação a estudante com deficiência visual: a) Manter sala de apoio equipada como máquina de datilografia Braille, impressora Braille acoplada ao computador, sistema de síntese de voz, gravador e fotocopiadora que amplie textos, software de ampliação de tela, equipamento para ampliação de textos para atendimento a estudante com visão subnormal, lupas, réguas de leitura, scanner acoplado a Computador; b) Adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em Braille e de fitas em áudio para uso didático. Em relação a estudante com deficiência auditiva: a) Propiciar, sempre que necessário, intérprete de língua de sinais/língua portuguesa, especialmente quando da realização e revisão de provas, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do estudante; b) Adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; c) Estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; d) Proporcionar aos professores acesso a literatura e informações sobre a especificidade lingüística da pessoa com deficiência auditiva.

Em relação a estudante com deficiência intelectual a) Flexibilização curricular nos métodos de ensino e de avaliação, privilegiando, acima de tudo, o acesso a informação, a autonomia na produção do conhecimento e a participação integral na vida acadêmica. Atenção: flexibilizar o currículo não significa deixar de trabalhar ou de avaliar certo conteúdos, mas de ajustá-los à condição especial do estudante, considerando a necessidade de utilizar recursos e estratégias diferenciadas, ampliar o tempo para o desenvolvimento de determinadas atividades, adaptar materiais didáticos e diversificar os instrumentos de avaliação. Sugestões aos docentes a) Os métodos de ensino e de avaliação não devem desprezar a deficiência ou necessidade do estudante. Por exemplo, diante de um estudante surdo não oralizado, o professor não deve utilizar um filme sem legenda escrita ou em língua de sinais. b) Avaliar com o Programa de Acessibilidade as metodologias e tecnologias adequadas a cada tipo de deficiência ou necessidade educacional especifica, no sentido de garantir as condições para o acesso ao conhecimento. c) Discutir com o estudante que tem a deficiência ou necessidade educacional especifica, as adaptações e os recursos necessários à sua condição. O estudante com Deficiência Física a) Disponibilizar sala térrea (ou em local com rampa ou elevador), próxima de banheiro e de vaga exclusiva para estacionamento. b) Avaliar com o estudante as mobílias que precisam ser adaptadas (carteira, cadeira, quadro, etc.). c) Quando a deficiência impede a fala e a movimentação das mãos para a escrita, utilizar métodos alternativos de comunicação; d) Nutrir a relação com o estudante. Incentivá-lo a vencer as dificuldades; e) Adotar o trabalho de tutoria quando necessário, ou seja, como mediador no processo de estudo e de aprendizagem. f) Disponibilizar antecipadamente o material que será utilizado em sala. O estudante com Deficiência Intelectual a) Avaliar sistematicamente se está compreendendo os conteúdos/atividades. b) Ter como foco a independência e autonomia para o estudo. c) Organizar um plano de trabalho individualizado, gradativo, passo a passo. d) Solicitar que o estudante sente na frente. e) Nutrir a relação com o estudante. Incentivá-lo a vencer as dificuldades; f) Estimular a gravação das aulas.

g) Adotar o trabalho de tutoria, ou seja, utilizar um estudante com bom desempenho acadêmico e habilidades sociais como mediador no processo de estudo de aprendizagem. O estudante com Deficiência Auditiva a) Verificar com o estudante o melhor local da sala para ele ficar; b) Nutrir a relação com o estudante. Incentivá-lo a vencer as dificuldades; c) Adotar o trabalho de tutoria quando necessário, ou seja, utilizar um estudante com bom desempenho acadêmico e habilidades sociais como mediador no processo de estudo de aprendizagem. d) Avaliar se está compreendendo os conteúdos/atividades. e) Aulas expositivas complementadas com recursos visuais, escritos (resumos, gráficos, organogramas, desenhos, etc.) e atividades práticas. f) Interprete de LIBRAS quando necessário. g) Disponibilizar o material de sala com antecedência. h) Não corrigir a escrita com base no português de um ouvinte. Neste caso, o sentido é mais importante do que a estrutura sintática do texto. O estudante com Deficiência Visual a) Sala térrea (ou em local com rampa ou elevador), próxima de banheiro e de vaga exclusiva para estacionamento. b) Avaliar com o estudante mobílias que precisam ser adaptadas. c) Utilizar Lupas, material em alto relevo, Braille, materiais didáticos com adequado contraste de cor (por exemplo, fundo preto com letras amarelas ou brancas). d) Nutrir a relação com o estudante. Incentivá-lo a vencer as dificuldades; e) Adotar o trabalho de tutoria, ou seja, utilizar um estudante com bom desempenho acadêmico e habilidades sociais como mediador no processo de estudo de aprendizagem. f) Disponibilizar o material de sala adaptado (ampliado, Braille ou em CD) com antecedência. g) Estimular a gravação das aulas.