Romeu Sassaki
|
|
|
- Nelson da Silva Ramires
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Romeu Sassaki
2 A CESSI BILIDADE BARREIRAS
3 A CESSI BILIDADE 7 DIMENSÕES DE BARREIRAS
4 A CESSI BILIDADE IDENTIFICAR 7 DIMENSÕES DE BARREIRAS
5 BARREIRAS 1. ARQUITETÔNICAS 2. COMUNICACIONAIS 3. ATITUDINAIS 4. PROGRAMÁTICAS 5. METODOLÓGICAS 6. INSTRUMENTAIS 7. NATURAIS
6 A CESSI BILIDADE ELIMINAR IDENTIFICAR 7 DIMENSÕES DE BARREIRAS
7 A CESSI BILIDADE ELIMINAR
8 Legislação Políticas públicas (trabalho decente) Empregabilidade Protagonismo Nada sobre nós, sem nós Autonomia Independência Apoio humano e animal Adaptações razoáveis Tecnologia assistiva TICs
9 IMPLANTAR A CESSI BILIDADE
10 Legislação Políticas públicas (trabalho decente) Empregabilidade Protagonismo Nada sobre nós, sem nós Autonomia Independência Apoio humano e animal Adaptações razoáveis Tecnologia assistiva TICs A CESSI BILIDADE 7 DIMENSÕES DE BARREIRAS
11 Legislação Políticas públicas (trabalho decente) Empregabilidade Protagonismo Nada sobre nós, sem nós Autonomia Independência Apoio humano e animal Adaptações razoáveis Tecnologia assistiva TICs A CESSI BILIDADE feed back ações 7 DIMENSÕES DE BARREIRAS
12 O que a empresa poderia fazer para se tornar acessível?
13 Decreto nº 5.296, de 2/12/04 (Lei da Acessibilidade): Condições de acessibilidade arquitetônica e comunicacional.
14 O Decreto Legislativo nº 186, de 9/7/08, ratificou (inseriu na Constituição Federal) e o Decreto Presidencial nº 6.949, de 25/8/09, promulgou a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
15 ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Sem barreiras nos espaços físicos Internos: postos de trabalho, salas de treinamento, laboratórios, corredores, secretaria, diretoria, sanitários, lanchonete etc. Externos: portão de entrada, pátios, jardins, estacionamento etc.
16 ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL Sem barreiras na comunicação interpessoal Face a face (língua de sinais, linguagem corporal, linguagem gestual etc.). Escrita (jornal, revista, livro, carta, apostila, em braile e com letras ampliadas, lupa e outras centenas de tecnologias assistivas para se comunicar). Virtual (acessibilidade digital).
17 ACESSIBILIDADE ATITUDINAL Sem barreiras culturais (preconceitos, estigmas, estereótipos e discriminações) Com programas de sensibilização e de conscientização. E também com a convivência na diversidade humana dentro das empresas.
18 ACESSIBILIDADE PROGRAMÁTICA Sem barreiras invisíveis embutidas em textos normativos tais como: Normas de serviço, avisos, notícias, manuais operacionais etc.
19 ACESSIBILIDADE METODOLÓGICA Sem barreiras nos métodos, teorias e técnicas de trabalho Novas metodologias na execução de serviços; instruções baseadas nas inteligências múltiplas; uso de todos os estilos de aprendizagem; novos conceitos de aprendizagem e de avaliação de conhecimentos e habilidades etc.
20 ACESSIBILIDADE INSTRUMENTAL Sem barreiras nos instrumentos, ferramentas e utensílios de trabalho Com tecnologias assistivas incorporadas em lápis, caneta, régua, teclado de computador, quadros de comunicação aumentativa, aparelhos de uso no trabalho etc.
21 SIH 1981
22 OIT 1984
23 OIT 2002
24 EMPREGABILIDADE sob duas visões ao longo do tempo
25
26 EMPREGABILIDADE Visão tradicional (integrativista) A empregabilidade é responsabilidade exclusiva (100%) do candidato.
27 Visão integrativista de empregabilidade MODELO MÉDICO DA DEFICIÊNCIA Este candidato está pronto para entrar em nossa empresa? - Aparência pessoal OK? - Comunicação e relacionamento OK? - Endereço residencial próximo OK? - Atividades voluntárias OK? - Escolaridade OK? - Qualificação profissional OK? - Experiência profissional OK? - Expectativa salarial OK?
28 EMPREGABILIDADE Visão atual (inclusivista) A empregabilidade é responsabilidade compartilhada entre o candidato (50%) e a empresa (50%).
29 50% - Fatores da empresa Adequação de elementos presentes na função a ser desempenhada e no local/posto de trabalho: Acessibilidade arquitetônica e usabilidade (do posto ou local de trabalho, dos equipamentos e ferramentas de trabalho); Provisão de modificações (na função, no fluxograma da função, no processamento do trabalho); Provisão de tecnologias assistivas e da informação e comunicação; Provisão de apoios (material em braile, intérprete da língua de sinais, ensino de noções básicas da língua de sinais etc.) Entre outros.
30 Visão inclusivista de empregabilidade MODELO SOCIAL DA DEFICIÊNCIA Nossa empresa está pronta para investir em apoios que otimizem a empregabilidade deste candidato? - Apoio à acessibilidade atitudinal OK? - Apoio à acessibilidade comunicacional OK? - Apoio à acessibilidade arquitetônica OK? - Apoio à acessibilidade metodológica OK? - Apoio à acessibilidade instrumental OK? - Apoio à acessibilidade programática OK? - Apoio à acessibilidade tecnológica OK?
31 A correta construção da acessibilidade depende do modelo de estrutura da deficiência.
32 Estrutura da deficiência Modelos não inclusivos de estrutura da deficiência São baseados no modelo médico da deficiência e têm como objetivo corrigir o que estiver errado na PcD a fim de adaptála à sociedade e, caso o erro persista, mantê-la segregadada ou, se ela já estava dentro da sociedade, colocá-la para fora.
33 Estrutura da deficiência Modelos inclusivos de estrutura da deficiência São baseados no modelo social da deficiência e têm como objetivo eliminar as barreiras da sociedade para que todas as pessoas - com ou sem deficiência - possam participar ativamente em todos os sistemas comuns.
34 Estrutura da deficiência Modelos inclusivos de estrutura da deficiência 1. Classificação Internacional de Impedimentos, Deficiências e Incapacidades: OMS, Classificação Internacional de Funcionalidade, Deficiência e Saúde (CIF): OMS, 2001-hoje. 3. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: ONU, 2006-hoje.
35 Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU 2006, Brasil 2008 e 2009)
36 CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Preâmbulo, letra e PARTICIPAÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA É IMPEDIDA POR BARREIRAS DA SOCIEDADE Barreiras devidas às atitudes e ao ambiente que impedem a plena e efetiva participação das pessoas com deficiência na sociedade em igualdade de oportunidades com as demais pessoas.
37 Estrutura da deficiência Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Estrutura cronológica da deficiência
38 Estrutura cronológica da deficiência 1º momento: Causa: doenças e outras condições de saúde, acidentes, guerras, violências etc. 2º momento: Impedimento: de natureza física, psíquica, intelectual, visual, auditiva e múltipla. 3º momento: Deficiência (sequela do impedimento): deficiência física, psicossocial, intelectual, visual, auditiva, múltipla. 4º momento: Incapacidade (ação do ambiente): barreiras naturais e/ou construídas e barreiras atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência, impõem uma incapacidade (limitação, dificuldade) sobre a pessoa.
39 Estrutura cronológica da deficiência 1º momento: Causa: doenças e outras condições de saúde, acidentes, guerras, violências etc. 2º momento: Impedimento: de natureza física, psíquica, intelectual, visual, auditiva e múltipla. 3º momento: Deficiência (sequela do impedimento): deficiência física, psicossocial, intelectual, visual, auditiva, múltipla. 4º momento: Incapacidade (ação do ambiente): barreiras naturais e/ou construídas e barreiras atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência, impõem uma incapacidade (limitação, dificuldade) sobre a pessoa.
40 Estrutura cronológica da deficiência 1º momento: Causa: doenças e outras condições de saúde, acidentes, guerras, violências etc. 2º momento: Impedimento: de natureza física, psíquica, intelectual, visual, auditiva e múltipla. 3º momento: Deficiência (sequela do impedimento): deficiência física, psicossocial, intelectual, visual, auditiva, múltipla. 4º momento: Incapacidade (ação do ambiente): barreiras naturais e/ou construídas e barreiras atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência, impõem uma incapacidade (limitação, dificuldade) sobre a pessoa.
41 Estrutura cronológica da deficiência 1º momento: Causa: doenças e outras condições de saúde, acidentes, guerras, violências etc. 2º momento: Impedimento: de natureza física, psíquica, intelectual, visual, auditiva e múltipla. 3º momento: Deficiência (sequela do impedimento): deficiência física, psicossocial, intelectual, visual, auditiva, múltipla. 4º momento: Incapacidade (ação do ambiente): barreiras naturais e/ou construídas e barreiras atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência, impõem uma incapacidade (limitação, dificuldade) sobre a pessoa.
42 Estrutura cronológica da deficiência 1º momento: Causa: doenças e outras condições de saúde, acidentes, guerras, violências etc. 2º momento: Impedimento: de natureza física, psíquica, intelectual, visual, auditiva e múltipla. 3º momento: Deficiência (sequela do impedimento): deficiência física, psicossocial, intelectual, visual, auditiva, múltipla. 4º momento: Incapacidade (ação do ambiente): barreiras naturais e/ou construídas e/ou atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência, impõem uma incapacidade (limitação, dificuldade) sobre a pessoa.
43 Em outras palavras: 1º momento: O ambiente dá origem à CAUSA. 2º momento: A causa produz IMPEDIMENTO na pessoa. 3º momento: O impedimento se transforma em DEFICIÊNCIA. 4º momento: A interação barreiras ambientais/pcd resulta em INCAPACIDADE da PcD.
44 Em outras palavras: 1º momento: O ambiente dá origem à CAUSA. 2º momento: A causa produz IMPEDIMENTO na pessoa. 3º momento: O impedimento se transforma em DEFICIÊNCIA. 4º momento: A interação barreiras ambientais/pcd resulta em INCAPACIDADE da PcD.
45 Em outras palavras: 1º momento: O ambiente dá origem à CAUSA. 2º momento: A causa produz IMPEDIMENTO na pessoa. 3º momento: O impedimento se transforma em DEFICIÊNCIA. 4º momento: A interação barreiras ambientais/pcd resulta em INCAPACIDADE da PcD.
46 Em outras palavras: 1º momento: O ambiente dá origem à CAUSA. 2º momento: A causa produz IMPEDIMENTO na pessoa. 3º momento: O impedimento se transforma em DEFICIÊNCIA. 4º momento: A interação barreiras ambientais/pcd resulta em INCAPACIDADE da PcD.
47 Em outras palavras: 1º momento: O ambiente dá origem à CAUSA. 2º momento: A causa produz IMPEDIMENTO na pessoa. 3º momento: O impedimento se transforma em DEFICIÊNCIA. 4º momento: A interação barreiras ambientais/pcd resulta em INCAPACIDADE da PcD.
48 EXEMPLOS aplicando a teoria da estrutura cronológica
49 DEFICIÊNCIA INTELECTUAL 1º. Causa: uma condição de saúde enquanto feto. 2º. Impedimento: uma lesão de natureza intelectual. 3º. Deficiência: deficiência intelectual. 4º. Incapacidade: barreiras atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência intelectual, impõem uma incapacidade, dificuldade ou limitação para ela estudar em escolas comuns.
50 DEFICIÊNCIA FÍSICA 1º. Causa: um acidente rodoviário. 2º. Impedimento: uma lesão de natureza física. 3º. Deficiência: deficiência física, do tipo tetraplegia. 4º. Incapacidade: barreiras naturais e/ou construídas e/ou atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência física, lhe impõem a incapacidade de utilizar escadarias ou sanitários convencionais.
51 DEFICIÊNCIA VISUAL 1º. Causa: um ato de violência urbana (facada nos olhos). 2º. Impedimento: uma lesão de natureza visual. 3º. Deficiência: deficiência visual, do tipo cegueira. 4º. Incapacidade: barreiras naturais e/ou construídas e/ou atitudinais que, em interação com uma pessoa cega, lhe impõem a incapacidade ou dificuldade de ler textos impressos em tinta ou de ver imagens (fotos, filmes, paisagens etc.).
52 DEFICIÊNCIA AUDITIVA 1º. Causa: uma doença que atingiu os ouvidos. 2º. Impedimento: uma lesão de natureza auditiva. 3º. Deficiência: deficiência auditiva, do tipo surdez. 4º. Incapacidade: barreiras naturais e/ou construídas e/ou atitudinais que, em interação com uma pessoa surda, lhe impõem a incapacidade de ouvir barulhos, conversas, palestras, música etc.
53 DEFICIÊNCIA PSICOSSOCIAL 1º. Causa: um trauma psiquiátrico em situação de guerra ou conflito urbano. 2º. Impedimento: uma lesão de natureza psíquica, do tipo transtorno bipolar. 3º. Deficiência: deficiência psicossocial. 4º. Incapacidade: barreiras atitudinais que, em interação com uma pessoa com deficiência psicossocial, lhe impõem a incapacidade ou dificuldade de conviver em escolas comuns ou ambientes convencionais de trabalho.
54 \A empresa inclusiva é aquela que, diariamente, vai se tornando mais adequada por meio de tecnologias e outras medidas apoiadoras - para cada um dos trabalhadores com ou sem deficiência.
55 Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 13/12/06)
56 CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Preâmbulo, letra e PARTICIPAÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA É IMPEDIDA POR BARREIRAS DA SOCIEDADE Barreiras devidas às atitudes e ao ambiente que impedem a plena e efetiva participação das pessoas com deficiência na sociedade em igualdade de oportunidades com as demais pessoas.
57 Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Artigo 27 TRABALHO E EMPREGO
58 O [Brasil] reconhece o direito das PcD: ao trabalho, em igualdade de condições com as demais pessoas. a um trabalho de sua livre escolha, em ambiente que seja aberto, inclusivo e acessível a PcD.
59 O [Brasil] salvaguardará e promoverá a realização do direito ao trabalho ( ): 1. Proibindo a discriminação baseada na deficiência.
60 O [Brasil] salvaguardará e promoverá a realização do direito ao trabalho ( ): 2. Incluindo iguais oportunidades e igual remuneração por trabalho de igual valor, condições seguras e salubres de trabalho.
61 O [Brasil] salvaguardará e promoverá a realização do direito ao trabalho ( ): 3. Assegurando que adaptações razoáveis sejam feitas para PcD no local de trabalho.
62 O [Brasil] salvaguardará e promoverá a realização do direito ao trabalho ( ): 4. Promovendo oportunidades de emprego e ascenção profissional para PcD no mercado de trabalho.
63 O [Brasil] oferecerá às pessoas com deficiência programas e atenção à saúde gratuitos ou a custos acessíveis das mesma variedade, qualidade e padrão que são oferecidos às demais pessoas. (Saúde, artigo 25/caput-a)
64 O [Brasil] propiciará serviços de saúde que as pessoas com deficiência necessitam especificamente por causa da sua deficiência, ( ) e serviços projetados para reduzir ao máximo e prevenir deficiências adicionais. (Saúde, artigo 25/caput-b)
65 O [Brasil] tomará todas as medidas apropriadas para promover a recuperação física, cognitiva e psicológica ( ), a reabilitação e a reinserção social de pessoas com deficiência. (Artigo 16/4)
66 O [Brasil] promoverá reabilitação profissional, manutenção do emprego e programas de retorno ao trabalho para pessoas com deficiência. (Artigo 27, Trabalho e Emprego, 1-k)
67 Nada Sobre Nós, Sem Nós. ONG: Pessoas com Deficiência da África do Sul 1983
68 NADA (lei, política pública, programa, projeto, serviço, campanha, edificação, benefício etc.) SOBRE NÓS (sobre pessoas com deficiência), [haverá de ser gerado] SEM NÓS (sem a plena participação das próprias pessoas com deficiência).
69 Romeu Sassaki
Ergonomia Parte II f
Ergonomia Parte II f Paracambi / Nova Iguaçu Problemas de deslocamento (exemplo) 9. DE DESLOCAMENTO Excesso de caminhamentos e deambulações. Grandes distâncias a serem percorridas para a realização das
DESAFIOS DA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PSICOSSOCIAL NO MUNDO DO TRABALHO
DESAFIOS DA INCLUSÃO Romeu Sassaki DE PESSOAS COM [email protected] DEFICIÊNCIA PSICOSSOCIAL NO MUNDO DO TRABALHO Romeu Kazumi Sassaki 7ª Reabilitação, Inclusão e Tecnologia de Curitiba (Reatiba) Equidade
MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DE ACESSIBILIDADE POR CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA E OUTRAS CONDIÇÕES ESPECIAIS COMPERVE
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN NÚCLEO PERMANENTE DE CONCURSOS COMPERVE COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO A ESTUDANTES COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS CAENE MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito -
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE - Não seja portador de Preconceito - 2014 1 OBJETO As Políticas Institucionais de Acessibilidade Não seja portador de preconceito tem como objetivo promover ações
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.146/2015) Sumário: I Direitos previstos na Constituição Federal II Direitos
AVALIAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA NO RGPS
AVALIAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PARA A CONCESSÃO DA APOSENTADORIA NO RGPS Movimentos Sociais X Modelo biomédico Modelo biomédico: Estático; localizado ao corpo; Especialidade dos saberes centralidade
O CONCEITO DE ACESSIBILIDADE SOB A PERSPECTVA DOS COORDENADORES DOS NÚCLEOS DE ACESSIBILIDADE
O CONCEITO DE ACESSIBILIDADE SOB A PERSPECTVA DOS COORDENADORES DOS NÚCLEOS DE ACESSIBILIDADE Ana Paula Camilo Ciantelli Pós-graduação em Psicologia FC/UNESP - Bauru Lucia Pereira Leite Pós-graduação em
a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007 e o decreto n o 6.949, de 25 de agosto de 2009. 1
a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007 e o decreto n o 6.949, de 25 de agosto de 2009. 1 Depois de concluídas todas as etapas, podemos inferir que a Convenção sobre os Direitos
Considerações sobre o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
Considerações sobre o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência Vivemos um momento complexo no que diz respeito às pessoas com deficiência: por um lado, temos (no campo do Direito) uma legislação específica
Portadores de necessidades especiais: trabalhando com saúde. Lailah Vasconcelos de Oliveira Vilela
Portadores de necessidades especiais: trabalhando com saúde Lailah Vasconcelos de Oliveira Vilela Quem são as pessoas com necessidades especiais? Todos nós!!! Termos Pessoa Portadora de Deficiência x Pessoa
EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Profª Drª Sonia Maria Rodrigues
EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profª Drª Sonia Maria Rodrigues INICIANDO NOSSA CONVERSA - Música Vagalume em Libras INCLUSÃO LEGAL Legislação que respalda a política de Educação Inclusiva (nacional e estadual) Leitura
Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação
Deficiência Deficiência Estabelecidos pelo Decreto Federal 3.298 de 20 de dezembro de 1999 (art. 3º, I e 4 ), que foi alterado pelo Decreto 5.296 de 02 de dezembro de 2004. É todo e qualquer comprometimento
Pessoas com Deficiência na Mídia: uma abordagem humanizada
Pessoas com Deficiência na Mídia: uma abordagem humanizada Maria Isabel da Silva Jornalista e Gestora da Assessoria de Comunicação Institucional Daniela Loureiro Iacobucci Jornalista e Assessora de Imprensa
Palavras chave: Formação de Professores, Tecnologias Assistivas, Deficiência.
FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES PARA ATUAÇÃO COM ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIAS Gislaine Coimbra Budel PUC PR Elaine Cristina Nascimento PUC PR Agência Financiadora: CAPES Resumo Este artigo apresenta
RESOLUÇÃO N 008/2015. A Diretora Geral da Faculdade Unilagos, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Legislação em vigor, RESOLVE
RESOLUÇÃO N 008/2015 Dispõe sobre a inclusão de políticas do aluno autista no Núcleo de Pesquisa e Estudos em Educação para a diversidade e Inclusão da Mantida. A Diretora Geral da, no uso das atribuições
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva Instituto Paradigma O Instituto Paradigma é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), dedicada a desenvolver e implementar projetos nas
Capacitação de multiplicadores Aposentadoria da Pessoa com Deficiência Lei Complementar 142/2013
Capacitação de multiplicadores Aposentadoria da Pessoa com Deficiência Lei Complementar 142/2013 CIDID, CIF, CONVENÇÃO E PROPOSTA DE MODELO ÚNICO DE AVALIAÇÃO Brasília - Dezembro 2013 Os Slides selecionados
DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro 8.ª Promotora de Justiça de São Caetano do Sul [email protected] (11) 4238-8757 1 TERMINOLOGIA 1) Pessoa PORTADORA de Deficiência:
ACESSIBILIDADE E DIREITOS DOS CIDADÃOS: BREVE DISCUSSÃO
ACESSIBILIDADE E DIREITOS DOS CIDADÃOS: BREVE DISCUSSÃO Ana Elizabeth Gondim Gomes Luciana Krauss Rezende Mariana Fernandes Prado Tortorelli Índice Mini currículo dos autores RESUMO Observa-se atualmente
Educação Online: um caminho para inclusão de Pessoas com Deficiência na sociedade. Janae Gonçalves Martins 1 Andréa Miranda 2 Fernando José Spanhol 3
Educação Online: um caminho para inclusão de Pessoas com Deficiência na sociedade Janae Gonçalves Martins 1 Andréa Miranda 2 Fernando José Spanhol 3 1 Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI [email protected]
Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 9/2010 Data:
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Área Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Área Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência Atenção à Saúde das Pessoas com Deficiência Intelectual e
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A Lei Complementar nº 395, de 26 de dezembro de 1996, e alterações posteriores, é uma das mais importantes leis do nosso Município, por definir a forma com que o Executivo Municipal
Atendimento Educacional Especializado AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008)
Atendimento Educacional Especializado AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008) Conceito O Atendimento Educacional Especializado - AEE É um serviço
INCLUSÃO ESCOLAR. Desafios da prática. Bianca Mota de Moraes
INCLUSÃO ESCOLAR Desafios da prática Bianca Mota de Moraes Tópicos legislativos Pós 1988 Arts. 205 e 208, III, CR - 1988 Arts. 2º e 8º, I, da Lei 7853-1989 Arts. 54, III e 55 ECA - 1990 Arts. 58, 2º e
Projeto de Lei n.º 1.291/2009 pág. 1 PROJETO DE LEI Nº 1.291/2009 SÚMULA: ESTABELECE NORMAS E CRITÉRIOS DE ADEQUAÇÃO PARA ACESSIBILIDADE ÀS PESSOAS
Projeto de Lei n.º 1.291/2009 pág. 1 PROJETO DE LEI Nº 1.291/2009 SÚMULA: ESTABELECE NORMAS E CRITÉRIOS DE ADEQUAÇÃO PARA ACESSIBILIDADE ÀS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA OU MOBILIDADE REDUZIDA NOS
Restabelecimento do BPC após s rescisão do contrato de trabalho
Audiência Pública no Senado Federal Subcomissão Permanente de Assuntos Sociais das Pessoas com Deficiência, da Comissão de Assuntos Sociais Restabelecimento do BPC após s rescisão do contrato de trabalho
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL-PUBLICIDADE E PROPAGANDA (Currículo iniciado em 2009)
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL-PUBLICIDADE E PROPAGANDA (Currículo iniciado em 2009) ARTE E ESTÉTICA EM COMUNICAÇÃO/PP (1958) C/H 68 Investigação da natureza, história e estilos
Acessibilidade: VOCÊ ESTÁ SENSÍVEL A ESSE TEMA? POR MARA GABRILLI
Acessibilidade: VOCÊ ESTÁ SENSÍVEL A ESSE TEMA? POR MARA GABRILLI Quem é MARA GABRILLI... reabilitação, estudo, trabalho, inclusão... Quando eu ajudo a melhorar a vida de alguém, a minha vida melhora junto.
Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade
Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade 1. Educação Especial: histórico, funcionamento e legislação Para suprir a demanda da Educação Especial e
INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO TRABALHO
INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO TRABALHO COORDIGUALDADE Coordenadoria Nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho Criada em 28/10/2002, com o objetivo
Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes
Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Instituto Municipal Helena Antipoff Educação Especial no Município do Rio de
ACESSIBILIDADES. boas práticas Boas práticas para auxiliar pessoas com necessidades especiais. 1. Deficiência visual
Boas práticas para auxiliar pessoas com necessidades especiais 1. Deficiência visual A deficiência visual é a perda ou redução da capacidade visual, com caráter definitivo. As limitações do campo visual
Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro
PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE
PROJECTO DE DELIBERAÇÃO N.º 15/IX ADOPTA MEDIDAS PARA A NÃO DISCRIMINAÇÃO DE CIDADÃOS COM DEFICIÊNCIA OU INCAPACIDADE A igualdade dos cidadãos é um direito fundamental que a Constituição da República Portuguesa
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO -AEE E O ALUNO COM SURDOCEGUEIRA E OU COM
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO -AEE E O ALUNO COM SURDOCEGUEIRA E OU COM DEFICIÊNCIA MÚLTPLA A pessoa com Surdocegueira O conceito de surdocegueira Surdocegueira é uma condição que apresenta outras
Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos
NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO
Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum
Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a
CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades
O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA
O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA Bruna Tayane da Silva Lima; Eduardo Gomes Onofre 2 1 Universidade Estadual
PROJETO DE LEI N.º 431, DE 2011 (Do Sr. Neilton Mulim)
CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 431, DE 2011 (Do Sr. Neilton Mulim) Institui-se obrigatoriedade da inclusão de intérpretes de Libras em repartições públicas. DESPACHO: APENSE-SE À(AO) PL-2574/2000.
ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA
ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA Maria Antônia Tavares de Oliveira Endo [email protected] Curso de Geografia 1900 Paulo
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO. Marizete Almeida Müller
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva - SEESP/MEC (2008) CONCEITO É um serviço da educação
Programa de Promoção da Acessibilidade PPA
Programa de Promoção da Acessibilidade PPA O que é o Programa de Promoção da Acessibilidade? É um programa institucional que tem como objetivo criar condições de acesso ao conhecimento as pessoas com deficiência
Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1
Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade
NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS
NOTA TÉCNICA 03 2012 REDE DE CUIDADOS À PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO ÂMBITO DO SUS Atualização da Minuta de portaria para a Assembleia do CONASS em 21/03/2012 1. Contextualização Pessoas com deficiência são
INFORMATIVO 16 / 2015 NOVA LEI FEDERAL 13.146 DE 07/07/2015 ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
016inf15 (13/07/2015) HMF INFORMATIVO 16 / 2015 NOVA LEI FEDERAL 13.146 DE 07/07/2015 ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA No dia 07 de julho de 2015, foi publicada a lei federal 13.146, chamada de Lei Brasileira
Cliente Empreendedorismo Metodologia e Gestão Lucro Respeito Ética Responsabilidade com a Comunidade e Meio Ambiente
Código de Ética OBJETIVO Este código de ética serve de guia para atuação dos empregados e contratados da AQCES e explicita a postura que deve ser adotada por todos em relação aos diversos públicos com
A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI E A IMPLEMENTAÇÃO DO SUPORTE PEDAGÓGICO NO IM-UFRRJ
A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI E A IMPLEMENTAÇÃO DO SUPORTE PEDAGÓGICO NO IM-UFRRJ Saionara Corina Pussenti Coelho Moreira; UFRRJ/IM, [email protected] INTRODUÇÃO
Política Estadual de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva SUEESP
Política Estadual de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva SUEESP Supervisão de Educação Especial Nádia Borges de A. Ferreira Psicóloga CRP 0092/22º Núcleo de Educação Especial - UREI MISSÃO: Garantir
I SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA E FUNCIONALIDADE TRANSITANDO DO MODELO MÉDICO PARA O BIOPSICOSSOCIAL
I SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA E FUNCIONALIDADE TRANSITANDO DO MODELO MÉDICO PARA O BIOPSICOSSOCIAL Capacidade Legal e Acesso a Justiça Quem são os incapazes? Quais os apoios que o estado precisa
PROPOSTA PROJETO DE LEI CINEMA E TEATRO PARA TODOS
PROPOSTA PROJETO DE LEI CINEMA E TEATRO PARA TODOS Novembro 2014 APRESENTAÇÃO Esta proposta visa ao livre acesso das pessoas que possuem limitação sensorial aos cinemas com filmes nacionais e às peças
PÓS GRADUAÇÃO Lato Sensu em TECNOLOGIA ASSISTIVA
PÓS GRADUAÇÃO Lato Sensu em TECNOLOGIA ASSISTIVA Tecnologia (TA) é uma área híbrida do conhecimento de domínio de profissionais de reabilitação, engenheiros, arquitetos, desenhistas industriais, entre
A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL NO CURSO DE MATEMÁTICA: RELATOS DECORRENTES DO COMPONENTE CURRICULAR LIBRAS Inês Ivone Cecin Soprano 1
A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL NO CURSO DE MATEMÁTICA: RELATOS DECORRENTES DO COMPONENTE CURRICULAR LIBRAS Inês Ivone Cecin Soprano 1 Resumo: O presente relato é fruto de uma experiência do componente curricular
Nome do projeto: PROJETO DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PARA CIDADÃOS BRASILEIROS
1. IDENTIFICAÇÃO Nome do projeto: PROJETO DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PARA CIDADÃOS BRASILEIROS Instituição proponente: INSTITUTO DE ESTUDOS DO TRABALHO E SOCIEDADE
PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL N.º, DE 2011 (Da Sra. Rosinha da Adefal)
PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO FEDERAL N.º, DE 2011 (Da Sra. Rosinha da Adefal) Altera o art. 6º da Constituição Federal para incluir o direito à Acessibilidade entre os direitos e garantias fundamentais
Atendimento às pessoas com deficiência no serviço ao cidadão
Atendimento às pessoas com deficiência no serviço ao cidadão 1 2 Apresentação Considerando a inclusão social como um processo bilateral, em que a sociedade se adapta às necessidades de seus habitantes
Quadro Comparativo. Lei Brasileira da Inclusão (Versão 1) Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência *(Versão 09/12/2014) **
Quadro Comparativo Lei Brasileira da Inclusão (Versão 1) Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência *(Versão 09/12/2014) ** *Institui a Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência. **
LÍNGUA BRASILEIRA DOS SINAIS
GRUPO SANTA RITA INSCRIÇÕES ABERTAS! PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU MENSALIDADE R e R$ MEC CURSOS AUTORIZADOS s o lu ç ã o C N E /C n ES 1, º. 7 149, /2 6 / 8 LIBRAS FACULDADES CAMPUS CHAPECÓ
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE ORIENTAÇÕES PARA DOCENTES DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE ORIENTAÇÕES PARA DOCENTES DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL Leilane Bento de Araújo Meneses Andreza Aparecida Polia De acordo com
CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO
RECOMENDAÇÃO Nº /2015 Dispõe sobre a atuação do Ministério Público na garantia à Educação Infantil. O CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, no exercício das atribuições que lhe são conferidas pelo art.
Inclusão: Acessibilidade no lazer, trabalho e educação
Inclusão: Acessibilidade no lazer, trabalho e educação Romeu Kazumi Sassaki Consultor e autor de livros de inclusão social E-mail: [email protected] Citação bibliográfica SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão:
Ministério da Educação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Convenção Sobre os Direitos it das Pessoas com Deficiência(ONU
Conhecendo o Aluno com Deficiência Múltipla
I - [FICHA DE AVALIAÇÃO SOBRE O ALUNO COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA] Usar letra de forma É importante considerarmos que o aluno com deficiência múltipla da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro possui
PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO _ 2012 PARTE I - COLETAS DE DADOS:
1 Coordenadoria de Gestão Pedagógica PLANO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO _ 2012 PARTE I - COLETAS DE DADOS: 1 IDENTIFICAÇÃO: Nome completo: Idade: anos D/N: / / Filiação: Com quem mora: Responsável:
POR QUE AS EMPRESAS NÃO DEVEM INVESTIR EM PROGRAMAS DE INCLUSÃO?
POR QUE AS EMPRESAS NÃO DEVEM INVESTIR EM PROGRAMAS DE INCLUSÃO? A temática da inclusão, no mercado de trabalho, tem suscitado vários debates nos mais diversos espaços de discussão organizados por empresas,
Carga Horária Total: 80 horas
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E PRODUÇÃO DE TEXTOS Norma linguística padrão: padrões de comunicação e níveis de linguagem. Comunicação organizacional como estratégica essencial no âmbito empresarial. Instrumentos
CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO
RESOLUÇÃO CAS Nº 07 / 2007 De 05 de agosto de 2007 Reformula o Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a ser implantado a partir do 2º semestre do ano letivo de 2007. CONSIDERANDO
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP
REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de
LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E O SISTEMA DE COTAS.
LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E O SISTEMA DE COTAS. Entra em vigor nesse mês a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015, sancionada em julho e publicada
VIII Semana de Ciência e Tecnologia IFMG campus Bambuí VIII Jornada Científica TECLADO VIRTUAL ACESSÍVEL PARA SMARTPHONES E TABLETS
TECLADO VIRTUAL ACESSÍVEL PARA SMARTPHONES E TABLETS Daniele Nazaré Tavares¹; Daniela Costa Terra² ¹Estudante de Engenharia da Computação. Instituto Federal Minas Gerais (IFMG) campus Bambuí. Rod. Bambuí/Medeiros
ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ALUNO SURDOCEGO ADQUIRIDO NA ESCOLA DE ENSINO REGULAR
ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ALUNO SURDOCEGO ADQUIRIDO NA ESCOLA DE ENSINO REGULAR Tais Pereira de Sousa Lima Ma. Cyntia Moraes Teixeira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA
Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Considerando que o Ensino Médio é para a maioria dos cidadãos a última oportunidade de uma educação formal em Biologia, a
DECLARAÇÃO DE MADRI. A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social
DECLARAÇÃO DE MADRI A não-discriminação e a ação afirmativa resultam em inclusão social Aprovada em Madri, Espanha, em 23 de março de 2002, no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, comemorando
Projeto: Aluno Monitor do ATE
ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE JARAGUÁ DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL RENATO PRADI Projeto: Aluno Monitor do ATE Jaraguá do Sul PROJETO:
MATRIZ CURRICULAR. NÚCLEO TEMÁTICO I CONCEPÇÃO E METODOLOGIA DE ESTUDOS EM EaD CÓD DISCIPLINAS E EMENTAS CARGA HORÁRIA
MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR DA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA COM HABILITAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NÚCLEO TEMÁTICO I CONCEPÇÃO E METODOLOGIA
Anexo I CATEGORIA I: ACESSIBILIDADE CATEGORIA II: CULTURA CATEGORIA III: EDUCAÇÃO DESCRIÇÃO. Acessibilidade. Acesso à cultura
Anexo I CATEGORIA I: ACESSIBILIDADE Acessibilidade Projetos para implementação de políticas públicas e interdisciplinares adequados à inclusão social, para que mais pessoas possam usufruir dos direitos
PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador CRISTOVAM BUARQUE
PARECER Nº, DE 2010 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 325, de 2009, de autoria da Deputada Maria do Rosário, que regulamenta a profissão de Tradutor
ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA
ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA Merlânia Lino da Silva (1); Ana Cristina Silva Daxenberger (2) (1) Universidade Federal da Paraíba (CCA), [email protected]
IBE. A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador 300. A arte de contar histórias 200. A arte de escrever bem 180. A arte na educação 180
Governo do Distrito Federal Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação Coordenação de Administração de Pessoas Instituição A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador
248 249 250 251 252 253 Anexo B Textos dos alunos sobre a relação mídia sociedade 254 255 A importância da mídia para sociedade Por Aline da Silva Santos Antigamente, não tinha muitos meios de comunicação.
IX CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS
IX CONGRESSO CATARINENSE DE MUNICÍPIOS Acessibilidade e a Pessoa com Deficiência M.Sc. Eng.º GILMAR BORGES RABELO - Assessor de Mobilidade Urbana da Superintendência da Pessoa com Deficiência e Mobilidade
O presente documento dá a conhecer os seguintes aspetos relativos à prova:
INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA EDUCAÇÃO MUSICAL Prova Escrita Abril de 2015 Prova nº 12 2015 ---------------------------------------------------------------------------------------- 2º Ciclo
BPC-LOAS (GMADI MDS/INSS)
Compreendendo a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde CIF (OMS/ONU, 2001) e suas interfaces com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006). Miguel
COLÉGIO MATER CONSOLATRIX PROJETO DE INTERVENÇÃO DE PSICOLOGIA
INTRODUÇÃO Segundo Costa (2000), o Psicólogo Escolar vai trabalhar com os problemas apresentados pelos alunos dentro e fora da escola, interagindo com pais, professores, especialistas em educação e com
JANGADA IESC ATENA CURSOS
JANGADA IESC ATENA CURSOS MÁRCIA INÊS DE OLIVEIRA DA SILVA SURDEZ PROJETO DE PESQUISA Passo Fundo 2015 TEMA: Surdez DELIMITAÇÃO DO TEMA: O Tema delimita-se a inclusão de crianças surdas nas escolas de
Mapeamento da Educação profissional de pessoas com deficiências no Estado de Minas Gerais
Mostra Nacional de Iniciação Científica e Tecnológica Interdisciplinar III MICTI Fórum Nacional de Iniciação Científica no Ensino Médio e Técnico - I FONAIC-EMT Camboriú, SC, 22, 23 e 24 de abril de 2009
O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos
O Marco de Ação de Dakar Educação Para Todos: Atingindo nossos Compromissos Coletivos Texto adotado pela Cúpula Mundial de Educação Dakar, Senegal - 26 a 28 de abril de 2000. 1. Reunidos em Dakar em Abril
FACULDADE UNA DE SETE LAGOAS
FACULDADE UNA DE SETE LAGOAS POLÍTICA DE ATENDIMENTO PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA / NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NAP (NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO) CAPÍTULO I Do apoio psicopedagógico, seu público
COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO SENAI DR/ES N 001/2015 11/01/2015
COMUNICADO DE PROCESSO SELETIVO SENAI DR/ES N 001/2015 11/01/2015 O SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial torna pública a realização de processo seletivo para provimento de vagas de Docentes
USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO FERRAMENTA MEDIADORA DE COMUNICAÇÃO
1 USO DA TECNOLOGIA ASSISTIVA COMO FERRAMENTA MEDIADORA DE COMUNICAÇÃO Eixo Temático: Tecnologia Assistiva promovendo o processo ensino-aprendizagem das Pessoas com Deficiência Intelectual. Modalidade
