PATRÍCIA NEVES RAPOSO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
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- Bento Felipe Domingues Lancastre
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1 PATRÍCIA NEVES RAPOSO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
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19 De quem são esses olhos?
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21 Educação Infantil EDUCAR & CUIDAR Creche e pré-escola Rede de Apoio
22 Ensino Fundamental Séries Iniciais 6º ao 9º Ano Currículo Regular Adequação e acessibilidade curricular Práticas da Oralidade e do Letramento Rede de apoio
23 Currículo Regular Ensino Médio Adequação e acessibilidade curricular Rede de apoio Educação Profissional
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25 Ensino Superior Programa de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais da Universidade de Brasília (PPNE-UnB) consolidação da política de constituição da rede de apoio da Universidade garantia da prática cidadã de todos da comunidade
26 Laboratório de Apoio ao Deficiente Visual (LDV) Objetivos: Proporcionar apoio acadêmico especializado aos alunos com deficiência visual da graduação e pós-graduação da UnB e comunidade; Participar do grupo de trabalho Educação Especial/Inclusiva do Programa de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais; Adaptar, em tipo ampliado, digital ou em braille, material acadêmico utilizado por alunos deficientes visuais e professores da UnB; Oferecer apoio tecnológico aos alunos com deficiência visual, por meio de consultorias e orientações sobre equipamentos especializados, softwares de voz e de impressão braille;
27 Oferecer consultoria sobre as Grafias Braille da Língua Portuguesa, Química, Matemática e Normas para Produção de textos em Braille; Atuar como centro de referência para atividades docentes, pesquisas e projetos de extensão sobre a deficiência visual; Proporcionar as pessoas com deficiência visual da UnB e comunidade acessibilidade à informação por meio de acervo disponível em CDs e on-line com textos em formato digital e áudio; Acompanhar e colaborar com a construção de acervo da Biblioteca Digital e Sonora (BDS); Capacitar os tutores especiais de alunos com deficiência visual cadastrados no Programa de Tutoria Especial.
28 Cursos e projetos de extensão do LDV Português e matemática com o software Braille Fácil; Ensino de Química para alunos com deficiência visual; Educação de alunos com baixa visão; Oficinas de braille - semana universitária da UnB.
29 Projetos de pesquisa do LDV Desenvolvimento de estratégias para o ensino de Química a alunos com deficiência visual Acessibilidade a plataforma MOODLE por pessoas com deficiência visual
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32 Biblioteca Digital e Sonora (BDS/BCE ) O projeto visa à adaptação de acervo bibliográfico em forma digital e sonora. Esse trabalho envolve não apenas a comunidade universitária, mas também, voluntários e ainda oferece oportunidades de formação em tecnologias assistivas.
33 Programa de Tutoria Especial (PTE) (Resolução 10/2007 CEPE-UnB) Oferecer apoio acadêmico especial a estudantes com necessidades educacionais especiais regularmente matriculados nos cursos da UnB; Promover a participação efetiva dos estudantes com necessidades especiais em todas as atividades e em todos os segmentos da Universidade; Proporcionar ao estudante universitário a oportunidade de uma formação acadêmica sintonizada com a perspectiva da sociedade inclusiva.
34 O PTE contribui para a descentralização das ações de apoio do PPNE, o que permite apoio mais ágil e eficaz; como ação política, propicia a socialização de ações práticas, efetivando uma inclusão viável. O Programa baseia-se na tríade aluno com necessidades especiais (tutorado), estudante colaborador (tutor especial) e professor da disciplina. Este último e o departamento em que está incluída a disciplina tem papéis-chave.
35 Educação especial: modalidade de educação escolar, definida na Resolução CNE/CEB nº 2/2001 Art. 3º: processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, de modo a garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais especiais, em todas as etapas e modalidades da educação básica.
36 Atendimento educacional especializado (AEE) Decreto nº 6.571/2008 Art. 1º, 1º: Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular.
37 Decreto nº 6.571/2008 Art. 2º São objetivos do atendimento educacional especializado: I - prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º; II - garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular; III - fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e IV - assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino.
38 Decreto nº 6.571/2008 Art. 3º O Ministério da Educação prestará apoio técnico e financeiro às seguintes ações voltadas à oferta do atendimento educacional especializado, entre outras que atendam aos objetivos previstos neste Decreto: VI - estruturação de núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior. 3o Os núcleos de acessibilidade nas instituições federais de educação superior visam eliminar barreiras físicas, de comunicação e de informação que restringem a participação e o desenvolvimento acadêmico e social de alunos com deficiência.
39 O que é educação inclusiva? É mais que um projeto escolar É mais que uma proposta pedagógica Implica mais que a organização de infra estrutura e de recursos especiais. Traduz a política educacional do país Representa o processo de desenvolvimento da escola...
40 Compreensão da educação como prática social
41 Subjetividade do espaço escolar em suas dimensões social e individual
42 Cultura escolar Exclusão... Inclusão
43 Reconfiguração da participação dos sujeitos Aluno Relação dialógica Contexto de ensino aprendizagem Professor
44 Principal necessidade da educação Comum Especial Nós Eles
45 Os recursos convencionais ou adaptados, códigos aplicáveis representam distintos meios com mesmo fim Demandas educacionais diversas
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